O Silêncio das Ostras: Filme mineiro emociona e denuncia os impactos humanos da mineração

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Foto: Reprodução/ Cred Olhar Filmes

Na tela, a poeira parece não assentar. A lama não seca. As palavras quase não saem — e talvez por isso o silêncio diga tanto. Em O Silêncio das Ostras, primeiro longa de ficção do premiado documentarista Marcos Pimentel, a tragédia de Brumadinho deixa de ser manchete e se transforma em carne, memória e ferida aberta. O filme estreou com aclamação no 26º Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro e chega agora aos cinemas de todo o Brasil como uma das obras mais urgentes, sensíveis e necessárias do nosso tempo.

Narrado pelos olhos da pequena Kaylane (vivida com delicadeza por Lavínia Castelari), o filme não traz heróis nem respostas fáceis. Apenas sobreviventes. Gente comum, como tantas que vivem (ou sobrevivem) nas sombras da mineração em Minas Gerais. Kaylane nasceu e cresceu em um vilarejo de operários onde a paisagem é seca, o tempo é pesado e os sonhos… enterrados. À sua volta, o pai, silenciado por anos de trabalho insalubre; a mãe Cleude (Sinara Telles), exausta de carregar nas costas os cacos de uma vida que a mineração não poupou.

Entre perdas sucessivas, Kaylane aprende cedo a conviver com a despedida. Cresce sozinha, cercada por irmãos que seguem o mesmo destino dos pais, e encontra nos insetos e na natureza — o que ainda resta dela — sua forma de entender o mundo. Há um lirismo estranho e profundo nisso tudo. O filme nos convida a ver pelos olhos dela, a sentir por dentro aquilo que a terra parece gritar, mas ninguém escuta.

“O filme nasceu do desejo de revisitar lugares que foram esvaziados. A mineração não extraiu só o minério — arrancou também a alma dessas comunidades”, conta o diretor Marcos Pimentel. A ficção ganha ainda mais força quando entrelaçada a imagens reais dos rompimentos de barragens, como os de Fundão (2015) e Brumadinho (2019), tragédias que mataram centenas, destruíram ecossistemas e deixaram marcas que seguem pulsando — invisíveis para muitos, mas ainda muito vivas para quem ficou.

O Silêncio das Ostras não é um filme sobre o passado. É sobre o presente que insiste em não mudar. É sobre o cotidiano de quem viu a água virar lama, os vizinhos virarem nomes em placas e os sonhos virarem silêncio. “Retratamos uma dor que ainda é real”, reforça Pimentel.

Mais do que denúncia, o longa é um manifesto poético. Uma tentativa de reocupar os vazios — geográficos e afetivos — deixados pelas mineradoras. A trilha é o silêncio, mas a imagem fala. E como fala.

Foto: Reprodução/ Cred Olhar Filmes

A beleza que resiste

A fotografia do filme aposta em tons ocres, quase sem vida, que contrastam com a imaginação fértil de Kaylane. Ali onde tudo parece morto, ela encontra beleza. Onde muitos já não enxergam saída, ela ainda procura caminhos. Há uma doçura trágica nisso. Uma força que emociona.

Com atuações marcantes de Bárbara Colen, Lavínia Castelari, Sinara Telles e um elenco profundamente comprometido com a verdade da história, o filme transforma um cenário devastado em palco de resistência emocional. É sobre crescer no meio do fim do mundo. E, ainda assim, sonhar.

Estreia nacional

Além de Belo Horizonte, O Silêncio das Ostras entra em cartaz esta semana em diversas capitais e cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Brasília, Manaus, Belém, Vitória, Londrina e Sorocaba.

Crítica – Thunderbolts* redefine os limites do MCU com abordagem sombria e emocionalmente autêntica

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Thunderbolts representa uma guinada significativa no Universo Cinematográfico da Marvel, surgindo em um momento estratégico em que a franquia busca renovar seu fôlego criativo e reconfigurar seu conjunto de protagonistas. Distante da estética vibrante e do tom leve que caracterizaram fases anteriores da Marvel, o longa aposta em uma abordagem mais sombria, introspectiva e centrada no drama psicológico de personagens até então periféricos ou moralmente ambíguos.

Sob uma direção que privilegia a atmosfera e o desenvolvimento interno das figuras em cena, o filme se apresenta menos como uma aventura de ação e mais como um estudo de personagem coletivo. A narrativa mergulha nas cicatrizes emocionais de indivíduos marcados por traumas, perdas e desilusões, que agora são reunidos em uma missão que exige não apenas habilidades físicas, mas sobretudo uma reconciliação com seus próprios fantasmas. A ação, embora presente e bem executada, assume papel secundário diante da profundidade das temáticas abordadas.

O roteiro, estruturado com precisão, responde a questões pendentes do universo expandido com maturidade e propósito, evitando soluções fáceis ou artificiais. O que poderia se reduzir a uma reunião de anti-heróis em um novo conflito se transforma em uma jornada de autoconhecimento e busca por pertencimento. A obra levanta questionamentos existenciais — “Sou suficiente?”, “Faço mais mal do que bem?”, “Qual é o meu papel no mundo?” — que ganham força por serem tratados com seriedade e sem o filtro do cinismo ou da ironia que muitas vezes permeiam produções do gênero.

Florence Pugh confirma seu talento como uma das intérpretes mais versáteis da nova geração, conferindo complexidade e humanidade à personagem Yelena Belova. Sua atuação é contida, porém carregada de emoção, e sustenta boa parte do peso dramático do enredo. Lewis Pullman, por sua vez, oferece uma performance surpreendente, comedida e sincera, revelando um personagem multifacetado, em constante conflito interno e cuja trajetória serve como espelho para o tom introspectivo do filme.

Do ponto de vista técnico, Thunderbolts talvez não seja a produção mais vistosa ou inovadora da Marvel. Contudo, suas imperfeições — sejam elas estéticas ou estruturais — se convertem em um ativo narrativo, refletindo a natureza fragmentada e disfuncional do grupo central. A proposta aqui não é entregar um espetáculo visual, mas sim um retrato honesto e sensível de figuras em reconstrução.

Ao final, Thunderbolts não apenas amplia as possibilidades narrativas do MCU como também estabelece um novo parâmetro para o tratamento de personagens dentro da franquia. Trata-se de um filme que valoriza a emoção contida, a vulnerabilidade e o realismo emocional, oferecendo ao público uma experiência mais madura e relevante. Se a Marvel pretende evoluir para além do entretenimento escapista, este longa pode muito bem ser o ponto de inflexão necessário.

“Conversa com Bial” desta quarta (30/07) recebe Hyldon, que comemora 50 anos do clássico “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”

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“É preciso chuva, é preciso rua, é preciso amor”. A frase, que poderia muito bem estar em um poema de Carlos Drummond de Andrade, ganhou corpo, melodia e alma na voz de um jovem baiano nos anos 1970. Meio século depois, ainda ecoa com a mesma ternura nas lembranças dos brasileiros. Na próxima quarta-feira, 30 de julho de 2025, o “Conversa com Bial” abre espaço para essa memória viva da música nacional: Hyldon, um dos pais da soul music brasileira, celebra os 50 anos do disco que mudou sua vida — e a de muitos ouvintes.

No estúdio da TV Globo, sob a condução serena e atenta de Pedro Bial, o artista revisita não só sucessos, mas também silêncios, recomeços, perdas e descobertas. A conversa é mais do que um bate-papo de fim de noite — é um mergulho em um tempo onde música, resistência e identidade negra se entrelaçavam para produzir arte com A maiúsculo.

Do interior baiano aos estúdios do Rio: um menino entre mundos

Nascido em Salvador em 1951, Hyldon cresceu entre a capital e o sertão, especialmente em Senhor do Bonfim, cidade marcada por seus carnavais e tradições populares. “Lá, a música era como o ar: estava em todo canto. Na feira, na igreja, no batuque dos terreiros”, lembra ele, com os olhos brilhando. Ainda criança, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. Era o início de um deslocamento físico e emocional que moldaria seu estilo: entre o Nordeste e a Zona Norte carioca, entre a sanfona e a guitarra elétrica, entre Luiz Gonzaga e James Brown.

Foi no bairro da Penha que o adolescente Hyldon começou a fazer seus primeiros acordes. Ainda nos anos 60, montou uma banda para tocar nos bailes suburbanos. E foi ali que a alma soul começou a germinar — ao som de Marvin Gaye, Curtis Mayfield, Otis Redding e Stevie Wonder, ouvidos pelas ondas da rádio mundial, pelos vinis importados dos amigos e, claro, pelos ensaios de Tim Maia e Cassiano, que logo se tornariam parceiros e mentores.

“Na Rua, na Chuva, na Fazenda”: a simplicidade como forma de revolução

Lançado em 1975, o álbum Na Rua, na Chuva, na Fazenda é, até hoje, um retrato fiel de uma época e de uma sensibilidade rara. Não por acaso, seu título virou sinônimo de romantismo popular e resistência emocional.

A canção que dá nome ao disco surgiu de uma ideia quase cinematográfica. “Eu imaginava um casal pobre, em uma casinha de barro, mas com amor de sobra. E pensava: quantos amores resistem sem luxo, só com o essencial?”, conta. A melodia veio suave, com groove discreto, quase como um carinho. E o Brasil ouviu. E se apaixonou.

O disco, produzido de maneira quase artesanal, surpreendeu por sua coesão musical: baladas soul, arranjos minimalistas e letras introspectivas que tratavam do amor, da dor e do tempo. Era uma proposta ousada para um país acostumado com a grandiloquência das novelas e o samba das multidões. Mas o que Hyldon fazia era, no fundo, traduzir um sentimento coletivo que não cabia nas molduras da indústria fonográfica.

Soul, resistência e identidade negra

Na mesma época em que artistas como Jorge Ben e Gilberto Gil experimentavam com o groove e o funk, Hyldon se posicionava ao lado de Tim Maia e Cassiano como os fundadores da soul brasileira — um movimento que, além da estética, carregava também uma bandeira de afirmação racial.

“O soul era mais do que estilo. Era identidade, era um grito silencioso. A gente queria mostrar que preto também canta amor, também faz arranjo sofisticado, também tem sensibilidade”, diz ele no programa, com a firmeza de quem sabe o que viveu.

Tim Maia, com sua irreverência e genialidade, foi um dos grandes incentivadores da carreira de Hyldon. Cassiano, mais introspectivo, era seu par na busca por uma sonoridade própria, misturando elementos da música norte-americana com referências brasileiras. O trio, apesar de seguir caminhos diferentes, formou uma base simbólica para muitos que vieram depois — de Sandra de Sá a Liniker.

Invisibilidade e recomeços

Apesar do sucesso do primeiro álbum, Hyldon viu sua carreira sofrer com o desinteresse das gravadoras pelos projetos mais autorais. O segundo disco, Deus, a Natureza e a Música (1976), foi menos compreendido. “Queriam que eu repetisse o mesmo som. Mas eu queria experimentar, sair da zona de conforto”, afirma.

Nos anos 80, mesmo com o avanço da música pop e a febre das trilhas sonoras de novelas, Hyldon permaneceu na contramão do mercado. Produziu, compôs, colaborou com outros artistas, mas evitava concessões. Era uma escolha difícil — e solitária.

“Teve época em que eu sumia mesmo. Fazia música em casa, gravava em fita, esperava o momento certo. Nunca fui um artista de vitrine, sempre fui do bastidor. E tá tudo bem”, conta, com uma serenidade que só o tempo dá.

Quando o Brasil voltou a ouvir

Curiosamente, foi o cinema que trouxe Hyldon de volta ao radar do grande público. A trilha sonora de Cidade de Deus (2002), com Na Rua, na Chuva, na Fazenda, reacendeu o interesse por sua obra. Depois vieram Carandiru, Antônia e outros filmes que perceberam na sua música um retrato legítimo de afetos urbanos e populares.

Grupos como Jota Quest e Kid Abelha regravaram seus sucessos. A crítica redescobriu seu trabalho com entusiasmo. E, em 2009, o disco Soul Brasileiro selou sua volta com pompa e parceiros de peso, como Zeca Baleiro, Carlinhos Brown e Chico Buarque.

A nova geração passou a ouvir Hyldon não como nostalgia, mas como frescor. A música, afinal, não envelhece quando fala direto ao coração.

O presente: discos, documentário e novas conexões

Nos últimos anos, o cantor não parou. Lançou novos álbuns, como As Coisas Simples da Vida (2016) e SoulSambaRock (2020), e participou de projetos colaborativos. Em 2025, foi lançado JID023, álbum produzido por Adrian Younge — nome cult da soul contemporânea — com uma sonoridade mais densa, experimental e, ainda assim, profundamente brasileira.

Uma das faixas contou com a última gravação de Ivan Conti (Mamão), do Azymuth, falecido pouco depois. O disco foi aclamado pela crítica especializada, que o apontou como uma obra-prima tardia.

Além disso, um documentário sobre sua vida está prestes a estrear em circuito de festivais. A produção revisita sua trajetória com imagens raras, depoimentos de amigos e novas interpretações de suas músicas feitas por jovens artistas da cena independente.

Sabadou com Virginia deste sábado (09) recebe Rodriguinho, Gaab, Beca Milano e Nadja Haddad

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite do próximo sábado, 9 de agosto, o Sabadou com Virginia volta ao SBT com uma edição especial que promete conquistar o público com uma mistura equilibrada de entretenimento leve, bate-papos sinceros e muita energia familiar. Sob o comando da carismática Virginia Fonseca, o programa reforça sua identidade ao combinar música, gastronomia e momentos de conexão que atravessam gerações, fortalecendo o clima afetivo que vem conquistando os telespectadores desde sua estreia.

A principal novidade da noite é o lançamento do Sabake Off Brasil, uma competição culinária inspirada no famoso reality Bake Off Brasil. O desafio coloca frente a frente duas duplas familiares: Virginia e sua mãe, Margareth Serrão, e o cantor Rodriguinho com seu filho Gaab. Mais do que uma disputa de confeitaria, a competição destaca a cozinha como espaço de transmissão de saberes, memórias e afetos, onde os laços entre mãe e filha e entre pai e filho ganham um significado especial.

Para avaliar as duplas, o programa conta com a jurada Beca Milano, confeiteira renomada que traz um olhar técnico, mas também humano, à disputa. “Desde pequena, a cozinha sempre foi meu refúgio. Fazer bolos virou uma tradição que carrego com muito carinho”, conta Beca, ressaltando a confeitaria como uma forma de expressão e acolhimento.

Além da competição, a edição terá a participação especial de Nadja Haddad, apresentadora oficial do Bake Off Brasil. Nadja compartilha sua visão sobre o papel do apresentador, que vai muito além de comandar o programa, envolvendo cuidado e empatia com os participantes. “Para mim, apresentar é uma missão de vida: cuidar das pessoas e criar conexões que ultrapassam as câmeras”, afirma, emocionando o público com sua sensibilidade. Sua presença reforça o compromisso do Sabadou com Virginia em construir um espaço onde o acolhimento e a troca genuína são tão valorizados quanto o entretenimento.

Música, família e histórias que emocionam

O programa reserva ainda um momento especial para a conversa com Rodriguinho e Gaab, que representam duas gerações da música brasileira. Rodriguinho, com 37 anos de carreira no samba, fala sobre sua trajetória, seu gosto por esportes como basquete e tênis, e seu projeto “Rodriguinho Acústico”, que resgata sua carreira em formato intimista. Gaab, da nova geração, destaca o projeto “Legado”, que une família e música numa criação coletiva e cheia de emoção. “O Legado é um espaço onde a gente cria juntos, celebrando nossa história e sentimentos”, explica o cantor, mostrando como a arte fortalece os vínculos afetivos entre eles.

Além da competição e dos bate-papos musicais, o programa amplia seu repertório com quadros que prometem agradar diferentes públicos. No “Em Busca do Corte Perfeito”, o barbeiro João Silva apresenta seu novo programa, “Programa do João”, que estreia logo após o “Sabadou” no SBT. O quadro oferece dicas práticas de estilo e cuidados masculinos, combinando carisma e conhecimento técnico para engajar quem se interessa por moda e beleza. Outro destaque é o “Se Beber, Não Fale”, que convida os participantes a se soltarem num clima descontraído, revelando histórias inusitadas e momentos de humor, reforçando o tom acessível e divertido do programa.

Entenda a trajetória do programa

Desde o início, o programa se destaca por unir entretenimento, cultura e afetividade num formato que conversa diretamente com as famílias brasileiras. A condução espontânea e natural de Virginia é um dos pontos fortes da atração, que valoriza a proximidade e o diálogo com o público. A programação diversificada, que inclui música, gastronomia, moda e conversas autênticas, cria um ambiente acolhedor e leve, perfeito para quem busca opções de lazer em família no fim de semana.

Exibido aos sábados à tarde, o programa chegou em 2025 com a missão de renovar o entretenimento na TV aberta, apostando numa linguagem contemporânea que dialoga com as novas gerações, sem perder o apelo para todas as idades. A edição deste sábado reforça essa proposta, ao unir elementos tradicionais e modernos numa celebração da diversidade cultural e familiar brasileira.

A estreia do Sabake Off Brasil exemplifica bem essa estratégia, ao resgatar tradições culinárias e afetivas dentro de um formato competitivo que aproxima o público, especialmente por meio das histórias pessoais dos participantes. A produção investe em dinamismo e interatividade, garantindo qualidade e inovação. Convidados como Beca Milano e Nadja Haddad ampliam a credibilidade e o charme da atração, que também aposta nas redes sociais para aumentar o alcance e o engajamento.

Lanterns | Nova série do DCU ganha reforço no elenco com Cary Christopher

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Em meio a um cenário de saturação criativa nos blockbusters de super-heróis, surge uma aposta promissora com potencial para virar o jogo. Lanterns, nova produção da DC Studios com a HBO, propõe um olhar mais sombrio e sensível sobre os personagens intergalácticos que, até hoje, enfrentaram dificuldades para encontrar um lugar sólido nas telas. Ainda em fase de pós-produção, a série está prevista para chegar apenas em 2026, mas já dá sinais de que será mais do que uma aventura espacial — e a confirmação do ator Cary Christopher no elenco reforça essa expectativa.

Conhecido por seu desempenho tocante no terror psicológico A Hora do Mal, o jovem Christopher dará vida a Noah, um garoto sensível e talentoso, morador de uma pequena cidade americana e apaixonado por futebol. A descrição, divulgada pelo site Deadline, é breve, mas revela uma faceta intimista da série. Em vez de explosões e batalhas cósmicas a cada episódio, o que veremos são camadas emocionais, dramas humanos e uma atmosfera de mistério que remete mais a True Detective do que aos antigos filmes de capa e espada do estúdio.

Uma proposta com mais densidade e alma

Desde que James Gunn e Peter Safran assumiram o controle da DC Studios, deixaram claro que o foco não seria mais em projetos grandiosos sem substância. Queriam tramas com profundidade emocional, reflexões morais e vínculos reais com o público. Lanterns é, até agora, o projeto que mais parece abraçar essa filosofia.

A série acompanhará Hal Jordan e John Stewart, dois dos nomes mais emblemáticos da chamada Tropa dos Lanternas, agora colocados no centro de uma investigação misteriosa com consequências globais. A ideia, segundo Gunn, é utilizar o mistério como fio condutor de uma trama que pode alterar os rumos do recém-reformulado Universo DC.

Kyle Chandler, reconhecido por papéis intensos em séries como Friday Night Lights e Bloodline, assume o papel de Hal Jordan, um veterano marcado por decisões difíceis e traumas não resolvidos. Já Aaron Pierre, britânico em ascensão com uma pegada mais introspectiva e empática, interpretará John Stewart, ex-militar com vocação artística e um senso de justiça aguçado.

A dinâmica entre os dois lembra o bom e velho “buddy cop drama”, mas com uma espessura emocional mais forte: um confronto geracional entre diferentes visões de heroísmo, responsabilidade e moralidade.

Parte do motivo pelo qual Lanterns já gera tanta expectativa está nos nomes por trás das câmeras. O comando do roteiro está nas mãos de Chris Mundy, aclamado por seu trabalho em Ozark, com apoio de Damon Lindelof (Watchmen, The Leftovers) e do escritor de quadrinhos Tom King, que já transformou o Lanterna Verde em figura melancólica e complexa nas páginas da DC.

Essa equipe, além de escrever o episódio piloto, construiu a chamada “bíblia” da série: um guia criativo que define o tom, os temas e os caminhos dramáticos da temporada. Em outras palavras, não estamos diante de um produto episódico comum, mas de um arco narrativo cuidadosamente estruturado, com começo, meio e consequências.

Com oito episódios encomendados, a produção foi rodada entre fevereiro e julho de 2025 em Los Angeles, com direção inicial de James Hawes, veterano de títulos como Black Mirror e Slow Horses. Tudo indica que a HBO está empenhada em fazer da série um drama com cara e alma de prestígio — não apenas mais uma entrada no gênero super-heroico.

Cary Christopher: a presença que conecta mundos

A presença de Cary pode parecer discreta, mas carrega simbolismos. Ele interpretará Noah, um menino “brilhante, amável e criativo”, que vive longe dos centros urbanos e dos confrontos interplanetários. Ainda não se sabe qual o papel exato de Noah na investigação liderada por Jordan e Stewart, mas o fato de sua história estar ambientada no interior dos EUA já indica um esforço da produção em equilibrar o épico com o cotidiano.

Christopher, que vem ganhando destaque por sua entrega emocional em papéis intensos, deve funcionar como a âncora afetiva da série — uma representação da vida comum em contraste com o universo dos anéis de poder. É também um reflexo da proposta de James para o novo DCU: heróis que sentimos como reais antes de vermos como ícones.

Conflito, legado e redenção

Na mitologia dos Lanternas Verdes, os anéis escolhem indivíduos dotados de extrema força de vontade, responsáveis por proteger regiões inteiras do cosmos. Mas essa força, quando colocada em confronto com a fragilidade humana, gera conflitos internos fascinantes.

Hal Jordan, com sua impulsividade e senso de dever inabalável, representa a velha guarda: o herói tradicional, cheio de cicatrizes e culpas. Já John Stewart, mais introspectivo, carrega o peso da perda, mas também uma visão mais crítica e sensível do que significa ser justo.

Ao unir essas figuras, a série constrói não apenas uma investigação — mas um embate entre diferentes formas de encarar o heroísmo. Como resume o showrunner Chris Mundy: “Eles são como espelhos. Um representa o que já foi, o outro, o que está por vir. E o que eles descobrem muda tudo que pensam sobre o certo e o errado.”

A série estreia na HBO e no streaming Max no início de 2026, com uma temporada de oito episódios que pode iluminar, de vez, o novo rumo da DC.

Crunchyroll lança campanha para levar Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito ao Oscar

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O impacto de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito nos cinemas é inegável. Desde sua estreia em julho de 2025 no Japão, o filme conquistou fãs ao redor do mundo com uma combinação rara de ação, emoção e excelência técnica. A produção, que representa a sequência direta da quarta temporada do anime, rapidamente se tornou um fenômeno cultural, consolidando-se como um dos maiores sucessos da história recente da animação japonesa. Agora, a Crunchyroll, responsável pela distribuição internacional do longa, decidiu dar um passo ousado: iniciar uma campanha para levar o filme ao Oscar de Melhor Animação.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Rahul Purini, CEO da Crunchyroll, demonstrou otimismo em relação às chances da obra no prêmio. Ele destacou que, embora animes já tenham recebido reconhecimento internacional, como A Viagem de Chihiro e O Menino e a Garça, nenhum filme do gênero shonen, voltado a ação e aventura, conquistou a estatueta até hoje. Para Purini, isso não representa uma barreira, mas sim uma oportunidade de mostrar a força e a sofisticação do anime contemporâneo: “Achamos o filme incrível — a animação, a história, a qualidade em todos os aspectos. Os fãs merecem que ele seja considerado para prêmios. Faremos nossa parte para garantir que receba o apoio necessário em todas as categorias possíveis.”

Uma obra que transcende gêneros

Castelo Infinito não é apenas mais uma adaptação de mangá. Ele representa uma evolução da franquia Demon Slayer, combinando narrativa complexa, desenvolvimento psicológico profundo dos personagens e um estilo visual que impressiona tanto pelo dinamismo quanto pela beleza estética. Baseado no arco “Castelo Infinito” do mangá de Koyoharu Gotouge, publicado entre 2016 e 2020, o filme se diferencia de suas adaptações anteriores — como Swordsmith Village e Hashira Training, que funcionaram como compilações — por ser uma experiência cinematográfica completa.

A produção, assinada pelo estúdio Ufotable, mantém a excelência técnica que consagrou a franquia. Cada cena de luta é coreografada com precisão quase hipnótica, enquanto os efeitos visuais e a iluminação conferem uma atmosfera dramática única. Sob a direção de Haruo Sotozaki, o roteiro consegue equilibrar momentos de tensão extrema com passagens de introspecção e emoção, criando uma experiência que vai muito além da ação superficial. É essa combinação de técnica e narrativa que torna Castelo Infinito uma obra capaz de atrair tanto fãs de longa data quanto novos espectadores.

A trama que prende o público

No centro da narrativa está Tanjiro Kamado, jovem que ingressou no Demon Slayer Corps, uma corporação dedicada a combater demônios, após sua irmã Nezuko ter sido transformada em um deles. O filme começa em um ponto crítico: enquanto Tanjiro e os Hashira participam de um programa de treinamento intensivo, surge Muzan Kibutsuji, o antagonista central da série, colocando em risco a vida do líder da corporação. Em uma sequência eletrizante, Tanjiro e os outros membros são lançados em uma queda vertiginosa que os leva diretamente ao Infinity Castle, o reduto final dos demônios.

É nesse cenário que se estabelece o confronto definitivo. O longa consegue equilibrar cenas de ação com momentos de forte carga emocional, explorando o medo, a coragem e os laços familiares que unem os personagens. Essa densidade narrativa é rara no gênero shonen, e é um dos fatores que torna a obra tão cativante. Além disso, o filme aborda temas universais como sacrifício, responsabilidade e superação, ampliando seu apelo para públicos de diferentes idades e culturas.

Por que o filme pode chegar ao Oscar

O potencial de Demon Slayer: Castelo Infinito para o Oscar não se limita apenas à sua popularidade ou à qualidade técnica. O longa traz um equilíbrio raro entre narrativa envolvente e inovação visual. Cada cena é planejada para criar uma experiência cinematográfica imersiva, com sequências de ação que parecem coreografias de dança e momentos de silêncio que intensificam o drama dos personagens. A atenção aos detalhes, desde a expressão facial até a movimentação do ambiente, reflete um compromisso artístico que muitas vezes supera produções tradicionais de Hollywood.

Além disso, a profundidade emocional do filme é um ponto-chave. Tanjiro não é apenas um herói que enfrenta inimigos; ele é um personagem que lida com perdas, dúvidas e responsabilidades, tornando suas decisões complexas e humanamente compreensíveis. Essa abordagem permite que o público se conecte de forma genuína com a narrativa, criando uma experiência que vai além da estética e do entretenimento.

Outro fator relevante é o impacto cultural global do anime. Nos últimos anos, produções japonesas têm conquistado cada vez mais atenção internacional, e o público ocidental demonstra crescente interesse por histórias que não seguem os padrões convencionais de Hollywood. A campanha da Crunchyroll se apoia justamente nessa abertura cultural, mostrando que a animação japonesa pode competir em igualdade de condições, oferecendo histórias densas e visualmente impressionantes que dialogam com valores universais.

Por fim, há a questão histórica: nenhum filme shonen venceu o Oscar até hoje. Isso significa que Castelo Infinito tem a oportunidade de quebrar barreiras e abrir caminho para um novo reconhecimento do gênero. Caso seja indicado, o filme não apenas celebraria a qualidade do trabalho da equipe de produção, mas também validaria o investimento global em animações japonesas complexas, ampliando a percepção de que histórias de ação e aventura podem ter relevância artística e emocional comparável a clássicos do cinema mundial.

O impacto cultural e a recepção internacional

Desde sua estreia, o filme se tornou um fenômeno não apenas entre os fãs de anime, mas também entre críticos e especialistas em animação. Sites especializados elogiaram a fluidez das lutas, a profundidade dos personagens e a fidelidade à obra original, destacando a capacidade do filme de equilibrar ação intensa com momentos de reflexão e emoção.

A bilheteira é outro indicador do sucesso. No Japão, Castelo Infinito rapidamente superou recordes anteriores da franquia, consolidando-se como um dos maiores filmes de animação da história recente do país. A distribuição internacional pela Crunchyroll ampliou ainda mais seu alcance, permitindo que a obra conquistasse espectadores na América do Norte, Europa e América Latina, além de estimular discussões sobre o papel da animação japonesa no cenário cinematográfico global.

Fãs como protagonistas

Um elemento essencial na campanha pelo Oscar é o envolvimento da comunidade de fãs. Demon Slayer possui uma base de fãs engajada, que participa ativamente de discussões online, cosplay, fanarts e transmissões ao vivo, mantendo o interesse pelo filme vivo muito tempo após o lançamento. Para a Crunchyroll, essa paixão não é apenas um indicador de popularidade, mas uma força que pode influenciar o reconhecimento do filme em premiações. Rahul Purini destaca que, mais do que qualquer campanha de marketing, o apoio dos fãs é crucial para mostrar à indústria o valor da obra.

Próximos passos e expectativas

A campanha pelo Oscar já está em andamento, com a Crunchyroll planejando exibições especiais, participações em festivais internacionais e painéis de discussão que aumentem a visibilidade do longa entre críticos e votantes. A expectativa é que Castelo Infinito consiga não apenas uma indicação, mas também abra espaço para a valorização de toda uma indústria que, historicamente, esteve à margem das premiações ocidentais.

Enquanto a corrida pelo Oscar se desenrola, o filme continua a cativar o público, provando que qualidade técnica, narrativa envolvente e impacto emocional podem convergir em uma obra de arte que transcende barreiras culturais.

Resumo da novela Vale Tudo de sábado, 17/05

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O próximo sábado, 17 de maio de 2025, vai ser agitado em Vale Tudo, com personagens se movendo como peças de xadrez – e nem todos os lances são limpos…

🎭 Maria de Fátima, sempre calculista, engole o orgulho e pede desculpas a Odete. Mas será que é sincero? Ou é só mais um movimento estratégico pra continuar no jogo da poderosa?

💼 Enquanto isso, Leila entra de vez no mundo de Renato, acompanhando o jornalista em uma reunião de trabalho. O clima entre os dois esquenta e, mais tarde, eles acabam dormindo juntos. Mas nem tudo vai sair como planejado…

🔥 Solange, por sua vez, vai ser a responsável por um dos momentos mais tensos do capítulo: ela flagra Renato e Leila juntinhos. Eita! A reação dela pode virar o jogo pra todo mundo!

⚡ Cláudia segue sem papas na língua e parte pra cima de Marco Aurélio, acusando o empresário de manipular quem estiver ao seu redor pra conseguir o que quer. A tensão só aumenta.

♟️ Odete continua mexendo as peças do seu tabuleiro: orienta Fátima a chegar mais cedo ao campeonato de xadrez – onde Ivan também confirma presença. Coincidência? Nada é por acaso quando se trata de Odete Roitman.

🎤 E no núcleo musical, vem uma bomba para Vasco: ele descobre que foi cancelado (no sentido literal!) e vai ficar de fora do grupo de pagode. Mais uma rasteira na carreira dele…

🚗 Laís e Cecília seguem para Petrópolis com um objetivo especial: conhecer Sarita. Será que essa visita vai trazer boas surpresas ou mais confusão?

🚨 Já Raquel vive um momento tenso e necessário: ela acusa Freitas de assédio. Uma cena forte que promete levantar debates importantes na trama.

Gen V | Novo teaser da segunda temporada promete tensão e rivalidades na academia da Vought

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O universo de super-heróis criado por Eric Kripke e Evan Goldberg se expande novamente, e os fãs já sentem a adrenalina subir. Na tarde deste domingo, 31 de agosto, o perfil oficial de Gen V no X (antigo Twitter) revelou o primeiro teaser da tão esperada segunda temporada da série. Apesar de curto, o vídeo é carregado de intensidade e indica que os novos episódios vão aprofundar tanto os desafios éticos quanto as habilidades extraordinárias dos jovens alunos da Universidade Godolkin. A estreia está marcada para 17 de setembro, exclusivamente no Amazon Prime Video, que mantém a série como parte do universo estendido de The Boys.

Um spin-off ousado e provocador

Gen V estreou oficialmente em 29 de setembro de 2023, trazendo uma narrativa paralela dentro do universo de The Boys. Desenvolvida por Craig Rosenberg, Evan Goldberg e Eric Kripke, a produção adapta o arco We Gotta Go Now das HQs de Garth Ennis e Darick Robertson. Como terceira vertente da franquia, ao lado da série original e da animação The Boys Presents: Diabolical, o programa se destaca por explorar o cotidiano de super-heróis em formação.

Enquanto a série-mãe acompanha heróis já consagrados e seus dilemas morais, Gen V se concentra em jovens talentosos que estão descobrindo os próprios poderes e lidando com rivalidades, traições e ambições em um mundo dominado pela Vought International. Pouco tempo após a estreia, a Amazon confirmou a produção de uma segunda temporada, reforçando a receptividade positiva do público e a força da narrativa.

Conflitos, ética e limites pessoais

A proposta central da série gira em torno de estudantes com habilidades extraordinárias submetidos a testes extremos de talento e caráter. A Universidade Godolkin, fictícia e administrada pela poderosa Vought, funciona como cenário para disputas acirradas, manipulação corporativa e desafios inesperados.

Entre os personagens principais, Marie Moreau (Jaz Sinclair) chama atenção por sua habilidade de controlar o próprio sangue, transformando-o em armas letais. Seu objetivo é alcançar os Sete, grupo de super-heróis mais influente do planeta. No entanto, para chegar lá, precisa enfrentar dilemas éticos, escândalos e a pressão de um ambiente universitário repleto de rivalidade e intriga.

O que torna a série tão impactante é a combinação de ação intensa, humor ácido e crítica social. A série questiona os limites da moralidade juvenil e mostra como a fama precoce e a exploração corporativa podem moldar, e até corromper, indivíduos com poderes especiais.

O teaser da segunda temporada

O novo material divulgado mantém o tom provocador que caracteriza a série. Com 30 segundos, o vídeo intercala cenas de ação, tensão entre os personagens e momentos de suspense, indicando que os desafios da segunda temporada serão ainda mais extremos. A edição rápida e a trilha sonora pulsante reforçam a sensação de urgência e perigo constante, consolidando Gen V como um destaque da franquia.

Conexão direta com The Boys

Para os fãs da série original, Gen V não é apenas um spin-off: é uma extensão que oferece novas perspectivas sobre a manipulação e treinamento de super-heróis. Em The Boys, a Vought International é uma gigante corporativa que transforma pessoas com habilidades especiais em celebridades midiáticas, muitas vezes ignorando os danos colaterais e abusos cometidos.

O programa original, lançado em 26 de julho de 2019, acompanha a equipe dos Rapazes, liderados por Billy Bruto, em sua missão de conter excessos e crimes dos Sete, comandados pelo instável Capitão Pátria. Gen V complementa essa narrativa, mostrando como a primeira geração de heróis mais jovens lida com a descoberta da verdade sobre suas origens e poderes, gerando conflitos internos e externos inéditos.

Personagens e relações complexas

Além de Marie, a série apresenta uma gama de personagens em processo de autodescoberta, cada um com talentos únicos e dilemas pessoais. As interações entre os alunos são marcadas por alianças temporárias, rivalidades inesperadas e traições, criando um ambiente onde amizade e competição coexistem de forma instável.

A série também aborda questões contemporâneas, como a pressão pelo sucesso, os impactos da fama precoce e a exploração de talentos para lucro corporativo. Esses elementos tornam o spin off não apenas emocionante, mas também reflexiva, incentivando o público a questionar o verdadeiro significado de heroísmo em um mundo dominado por interesses financeiros.

Expansão estratégica da franquia

A chegada de Gen V reforça a estratégia da Amazon de transformar The Boys em um universo multimídia robusto. Além da série principal e da animação Diabolical, o spin-off permite explorar histórias paralelas, introduzir novos personagens e aprofundar tramas que não teriam espaço na narrativa original.

Enquanto a obra original mantém o humor ácido e a violência explícita, Gen V combina drama juvenil, suspense e ação, preservando a crítica social característica da franquia. A confirmação precoce da segunda temporada indica que a estratégia de diversificação está funcionando, atraindo tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

O que esperar da nova fase

Com lançamento previsto para 17 de setembro, os fãs aguardam ansiosos novas habilidades, conflitos intensificados e escândalos que podem abalar a Universidade Godolkin. O teaser sugere que a competição pelo reconhecimento e os obstáculos impostos pela Vought serão elementos centrais, moldando o destino de Marie e seus colegas.

Sessão da Tarde desta sexta (18) exibe Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, estrelado por Harrison Ford

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Foto: Reprodução/ Internet

A TV Globo exibe nesta sexta-feira, 18 de julho, o longa Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal na Sessão da Tarde. Quarto filme da icônica franquia, a produção marca o retorno de Harrison Ford ao papel do arqueólogo mais famoso do cinema, desta vez envolvido em uma trama repleta de conspirações, enigmas históricos e rivalidades no auge da Guerra Fria. Dirigido por Steven Spielberg, o filme combina ação clássica, humor e doses ousadas de ficção científica.

Ambientado em 1957, a narrativa começa com Indiana e seu parceiro Mac (Ray Winstone) escapando de um grupo de agentes soviéticos em uma base militar americana. De volta à universidade onde leciona, Jones descobre que sua reputação está em jogo, sendo forçado a deixar o cargo. Tudo muda quando ele cruza o caminho do jovem rebelde Mutt Williams, interpretado por Shia LaBeouf, que o convence a embarcar em uma jornada em busca da lendária Caveira de Cristal de Akator, um artefato misterioso e de poder incalculável.

Mas a missão está longe de ser tranquila. Os soviéticos também estão atrás da caveira, e à frente deles está a enigmática e implacável Irina Spalko, vivida por Cate Blanchett. Disposta a tudo para capturar o artefato e usá-lo como uma arma psíquica em nome da União Soviética, Spalko se torna uma das antagonistas mais marcantes da franquia, com sua presença fria e visual imponente.

Ao longo do filme, a dupla Jones e Mutt percorre selvas, cidades perdidas e locais sagrados da América do Sul, enfrentando armadilhas mortais, inimigos implacáveis e dilemas entre razão e misticismo. É uma aventura que reflete a maturidade de Indiana Jones, agora mais experiente, mas ainda impulsionado por sua paixão pelo desconhecido — e por uma certa teimosia.

Lançado em 2008, O Reino da Caveira de Cristal foi recebido com entusiasmo e controvérsia. Parte do público estranhou a virada mais sobrenatural do roteiro, com elementos que se distanciam da arqueologia clássica presente nos filmes anteriores. No entanto, o longa representa um capítulo importante da saga, especialmente por trazer de volta personagens queridos e expandir o universo criado por George Lucas e Spielberg.

Além de Harrison Ford e Shia LaBeouf, o elenco conta com Karen Allen, que reprisa o papel de Marion Ravenwood, além de John Hurt e Jim Broadbent em participações importantes. A produção mantém a assinatura visual e narrativa dos filmes anteriores, com cenas de ação práticas, perseguições explosivas e uma trilha sonora clássica de John Williams.

Para quem quiser rever ou assistir pela primeira vez, o filme vai ao ar na Globo a partir das 15h30. Fora da TV, ele também está disponível por streaming no Telecine e Paramount+, além de opções de aluguel e compra digital no Prime Video.

Gabriel Monteiro quebra o silêncio no Domingo Espetacular de 18/05/2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Gabriel Monteiro, ex-policial militar, ex-youtuber e ex-vereador do Rio de Janeiro, se tornou uma figura polêmica por onde passou. Sempre com o celular na mão e rodeado por seguidores, ele apostava em um estilo combativo e midiático — o que o ajudou a se eleger, mas também atraiu críticas ferrenhas.

Em 2022, no auge de sua exposição, Monteiro foi acusado de estupro por uma mulher após uma saída de uma casa noturna. A denúncia, feita poucos meses após o encontro, veio acompanhada de um relato detalhado que rapidamente viralizou nas redes sociais e pautou os telejornais do país. Desde então, Monteiro se afastou da política, das redes e da mídia, mantendo-se em silêncio sobre o caso — até agora.


🎤 A entrevista exclusiva: o que ele diz?

Neste domingo, 18 de maio de 2025, Gabriel Monteiro aparece cara a cara com as câmeras para falar sobre a acusação que virou sua vida de cabeça para baixo. Na entrevista, ele se defende, rebate pontos da denúncia, fala sobre o processo judicial e diz o que aprendeu (ou não) com tudo isso.

A reportagem promete ainda:

  • Detalhes inéditos sobre o processo;
  • Bastidores da acusação;
  • Declarações impactantes de Monteiro;
  • E a repercussão nas redes sociais e entre juristas.

É um conteúdo tenso, recheado de polêmicas e que levanta questões importantes sobre limites da exposição, ética na política, violência contra a mulher e responsabilidade pública.


🧨 Domingo quente na Record

A Record aposta alto na entrevista para alavancar a audiência do Domingo Espetacular. A chamada oficial da emissora destaca: “O que ele tem a dizer sobre as denúncias? Gabriel Monteiro fala pela primeira vez na TV. É neste domingo, logo após Quilos Mortais!”.

A expectativa é de que a entrevista repercuta fortemente nas redes sociais e coloque novamente o nome de Monteiro em debate. Afinal, o ex-vereador ainda tem uma base fiel de apoiadores — mas também enfrenta forte rejeição por parte do público, principalmente após o escândalo.


📺 Não vai perder, né?

🗓 Domingo, 18 de maio de 2025
🕢 A partir das 19h30
📍 Na tela da Record

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