Tem filme que continua funcionando muitos anos depois da estreia, e O Protetor é um bom exemplo disso. A Globo exibe o longa neste domingo, 19 de julho, no Domingo Maior, dando mais uma chance para quem nunca viu ou quer rever um dos papéis mais marcantes de Denzel Washington.
Lançado em 2014, o filme transformou uma antiga série de TV dos anos 1980 em uma franquia de sucesso no cinema. Só que a história não depende apenas das cenas de ação. O diretor Antoine Fuqua prefere construir a tensão aos poucos, deixando cada confronto acontecer quando realmente faz sentido. Isso faz diferença e ajuda a explicar por que o longa continua sendo lembrado até hoje. As informações são do AdoroCinema.
Quem é Robert McCall?
Robert McCall leva uma vida aparentemente comum em Boston. Trabalha em uma loja de materiais de construção, evita chamar atenção e tenta manter distância do passado como agente de operações especiais.
A rotina muda quando ele conhece Teri, uma adolescente explorada pela máfia russa. Os dois se encontram durante as madrugadas em uma lanchonete, onde McCall passa as noites tentando vencer a insônia. A amizade cresce naturalmente, até que a jovem sofre uma agressão brutal.
É nesse momento que o protagonista decide voltar a fazer aquilo que jurou abandonar. A partir daí, criminosos acostumados a agir sem consequências passam a enfrentar alguém muito mais preparado do que imaginavam.
Por que o filme ainda funciona tão bem?
Boa parte dos filmes de ação tenta resolver tudo com explosões, perseguições e barulho. O Protetor segue outro caminho.
Antes de cada confronto existe preparação. McCall observa o ambiente, calcula o que vai fazer e usa qualquer objeto ao redor como vantagem. Essa escolha deixa as cenas mais criativas e evita aquela sensação de que tudo acontece apenas porque o roteiro precisa.
Outro acerto está no ritmo. O filme não corre para entregar ação a cada cinco minutos. Primeiro apresenta os personagens, cria tensão e só depois acelera. Isso faz com que cada sequência tenha mais impacto.
Denzel Washington segura o filme quase inteiro
É difícil imaginar outro ator no papel de Robert McCall. Denzel Washington constrói um protagonista que fala pouco, observa muito e nunca parece precisar provar que é mais forte do que os adversários.
Sem exagerar nas reações ou transformar McCall em um herói inalcançável, o ator faz com que cada decisão do personagem pareça natural. O resultado é um protagonista que convence muito mais pela inteligência do que pela força.
Ao lado dele estão Chloë Grace Moretz, como Teri, Marton Csokas, no papel do principal antagonista, além de David Harbour, Haley Bennett e Bill Pullman.
Como nasceu a franquia?
Muita gente nem lembra, mas O Protetor nasceu de uma série exibida na televisão americana entre 1985 e 1989.
O desempenho do filme foi suficiente para transformar a história em uma trilogia. Depois vieram O Protetor 2 (2018) e O Protetor 3 (2023), sempre com Denzel Washington no papel principal e Antoine Fuqua na direção.
A parceria entre os dois já havia dado certo em Dia de Treinamento, vencedor do Oscar de Melhor Ator para Washington, e voltou a funcionar aqui com um personagem que conquistou espaço entre os grandes nomes do cinema de ação moderno.
Vale assistir?
Vale, principalmente porque O Protetor não envelheceu da mesma forma que muitos filmes de ação lançados na década passada. A história continua envolvente, as cenas de combate permanecem bem coreografadas e Denzel Washington conduz o filme com a segurança de quem domina completamente o personagem.
Poucos diretores conseguem transformar um poema escrito há quase três mil anos em um dos maiores lançamentos do ano. Christopher Nolan acaba de provar que faz parte desse grupo. A Odisseia arrecadou US$ 51,2 milhões apenas na sexta-feira (17), seu primeiro dia em cartaz nos Estados Unidos. É a maior abertura diária de um filme live-action em 2026 e um resultado que muda completamente a conversa sobre o potencial comercial da produção.
Antes da estreia, havia quem enxergasse o longa como uma aposta arriscada. Afinal, adaptar um dos textos mais importantes da literatura ocidental não parece, à primeira vista, a fórmula mais fácil para conquistar o grande público. O desempenho nas primeiras horas de exibição indica exatamente o contrário. O interesse pelo filme foi suficiente para lotar sessões em diversos formatos, principalmente IMAX, onde a procura começou dias antes da estreia.
A arrecadação também coloca A Odisseia em um patamar raro para filmes que não pertencem a franquias já estabelecidas. Nos últimos anos, grande parte das maiores bilheterias de abertura veio de continuações ou adaptações de marcas conhecidas do entretenimento. Nolan chegou a esse resultado apresentando uma história que o público conhece mais pelos livros escolares, pela mitologia e pelas inúmeras referências feitas pelo cinema do que por adaptações recentes para as telonas.
Por que essa abertura muda o cenário do filme?
Um primeiro dia forte não garante que um longa se tornará um fenômeno, mas costuma revelar o tamanho do interesse inicial do público. No caso de A Odisseia, os US$ 51,2 milhões vieram acompanhados de outro dado importante: as projeções para o primeiro fim de semana cresceram conforme as sessões avançavam.
Quando as primeiras estimativas começaram a circular, analistas trabalhavam com uma abertura próxima de US$ 100 milhões. Depois da sexta-feira, esse número passou a ser revisado para cima, aproximando o filme da marca de US$ 120 milhões apenas no mercado americano.
Esse crescimento durante o próprio fim de semana costuma indicar que o público respondeu positivamente ao longa e que a procura não ficou concentrada apenas entre quem correu para assistir na primeira sessão disponível.
Outro fator observado pelo mercado é o CinemaScore, pesquisa realizada diretamente com quem acabou de sair da sessão. A Odisseia recebeu nota A, uma avaliação reservada para produções que costumam apresentar boa sustentação nas semanas seguintes. Em outras palavras, a tendência é que o boca a boca ajude a manter o filme em evidência.
O que explica tanta curiosidade em torno do longa?
Christopher construiu uma posição incomum em Hollywood. Hoje, seu nome funciona quase como uma marca própria. Muitos espectadores escolhem assistir aos seus filmes antes mesmo de conhecer todos os detalhes da história.
Foi assim com A Origem, Interestelar, Dunkirk e, mais recentemente, Oppenheimer, que transformou uma cinebiografia de três horas em um sucesso mundial e vencedor de sete Oscars. Depois daquele resultado, havia curiosidade para descobrir qual seria o próximo projeto do diretor.
A escolha surpreendeu justamente por fugir do esperado. Em vez de desenvolver um roteiro original ou assumir uma franquia conhecida, Nolan decidiu adaptar A Odisseia, poema atribuído a Homero e considerado um dos pilares da narrativa ocidental.
Embora a história de Odisseu seja conhecida há séculos, ela raramente recebe produções dessa escala em Hollywood. O diretor enxergou no texto algo que costuma aparecer em seus próprios filmes: personagens obrigados a conviver com as consequências das próprias escolhas, enfrentando desafios que vão muito além da ação física.
Como Nolan transformou um poema antigo em um blockbuster?
O filme acompanha Odisseu depois do fim da Guerra de Troia. O conflito terminou, mas a volta para casa se transforma em uma travessia que dura anos. No caminho aparecem figuras clássicas da mitologia grega, como Polifemo, Circe, Calipso e as Sereias.
Quem conhece o poema percebe rapidamente que Nolan não tratou esses episódios como pequenas aventuras independentes. Eles fazem parte de uma narrativa maior sobre sobrevivência, liderança, culpa e resistência.
Essa leitura também aparece na escala da produção. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia é o filme mais caro da carreira do diretor. Em vez de concentrar as gravações em estúdios, a equipe passou meses filmando em países como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia e Islândia, utilizando cenários naturais para recriar parte do Mediterrâneo descrito por Homero.
Outro detalhe importante foi a decisão de registrar todo o filme com câmeras IMAX de 70 mm. Nolan já utilizava esse formato havia anos, mas nunca em uma produção completa. A escolha ajuda a explicar por que tantas sessões premium esgotaram ainda na pré-venda.
O investimento pode ser recuperado rapidamente?
Filmes dessa dimensão precisam manter um bom desempenho por várias semanas para recuperar seus custos de produção e divulgação. Ainda é cedo para afirmar qual será o resultado final de A Odisseia, mas a estreia oferece sinais bastante positivos.
A combinação entre uma abertura forte, avaliações favoráveis do público e a presença constante do filme nas salas IMAX cria um cenário confortável para as próximas semanas. O comportamento das bilheterias internacionais, incluindo mercados como Brasil, Reino Unido, França e Japão, será decisivo para definir o tamanho desse sucesso.
Quem está no elenco?
Se o tamanho da bilheteria impressiona, o elenco ajuda a explicar por que A Odisseia virou um dos filmes mais comentados do ano. Christopher Nolan reuniu atores de diferentes gerações e perfis para interpretar figuras centrais da mitologia grega, misturando nomes já conhecidos em seus filmes com artistas que vivem um dos melhores momentos da carreira.
O centro da história é Matt Damon, escolhido para interpretar Odisseu. Depois de colaborar com Nolan em Oppenheimer, o ator assume um personagem muito diferente dos heróis tradicionais do cinema de ação. Odisseu vence menos pela força do que pela capacidade de improvisar, negociar e sobreviver quando tudo parece perdido.
Para interpretar o rei de Ítaca, Damon passou por uma preparação física intensa e perdeu peso para representar um homem desgastado por duas décadas de conflitos, batalhas e viagens. O visual também recebeu atenção especial. Christopher Nolan preferiu que o ator deixasse a barba crescer naturalmente durante um ano, dispensando próteses e maquiagem para buscar uma aparência mais convincente diante das câmeras IMAX.
Ao lado dele está Tom Holland, que interpreta Telêmaco. Conhecido mundialmente como Homem-Aranha, o ator vive o filho de Odisseu, que cresceu sem saber se o pai realmente sobreviveria à Guerra de Troia. A participação do personagem amplia a história ao acompanhar acontecimentos em Ítaca durante a longa ausência do rei.
Anne Hathaway, colaboradora frequente de Nolan desde Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, interpreta Penélope. Longe da imagem de uma personagem passiva, ela administra o reino durante anos e precisa lidar com dezenas de homens interessados no trono. Sua resistência se tornou um dos elementos mais conhecidos do poema de Homero.
Entre os antagonistas aparece Robert Pattinson, escalado como Antínoo, o mais influente entre os pretendentes de Penélope. O ator já havia trabalhado com Nolan em Tenet e retorna em um papel completamente diferente.
O elenco ainda reúne Zendaya como Atena, deusa que acompanha Odisseu ao longo da história, Charlize Theron como Calipso, Samantha Morton como Circe, Bill Irwin como o Ciclope Polifemo e Lupita Nyong’o, que interpreta duas personagens importantes da mitologia: Helena de Troia e Clitemnestra.
Outros nomes conhecidos também aparecem na produção, incluindo Jon Bernthal (Menelau), Benny Safdie (Agamenon), John Leguizamo (Eumeu), Himesh Patel (Euríloco), Mia Goth, Elliot Page, James Remar, Corey Hawkins e Logan Marshall-Green.
Uma das escolhas mais comentadas foi a participação de Travis Scott. O rapper interpreta um bardo, figura responsável por narrar histórias oralmente na Grécia Antiga. Nolan explicou que enxergou um paralelo entre esses narradores e artistas contemporâneos que contam histórias por meio da música, o que motivou a escalação.
Por que Nolan decidiu adaptar justamente A Odisseia?
Depois do sucesso de Oppenheimer, muita gente esperava que Christopher Nolan seguisse produzindo roteiros inéditos. Em vez disso, ele voltou quase três mil anos no tempo para adaptar um dos textos mais influentes da literatura ocidental.
A escolha não parece ter sido motivada apenas pelo prestígio do poema de Homero. O diretor encontrou em Odisseu um protagonista que dialoga com personagens recorrentes de sua filmografia: homens marcados pelas consequências das próprias decisões, obrigados a lidar com culpa, perdas e dilemas que não desaparecem com o tempo.
Essa leitura aproxima A Odisseia de outros trabalhos do cineasta, como Amnésia, Interestelar e Oppenheimer. Em todos eles, o conflito principal nasce muito mais das escolhas dos personagens do que da presença de um vilão tradicional.
Como foi a produção do maior filme da carreira de Nolan?
A Odisseia também representa um novo patamar técnico para Christopher Nolan.
Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, trata-se da produção mais cara já dirigida pelo cineasta. As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em diferentes países, incluindo Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental.
O diretor optou por registrar todo o filme utilizando câmeras IMAX de 70 mm, tecnologia que já havia empregado parcialmente em obras anteriores, mas nunca durante uma produção inteira.
Essa decisão exigiu uma logística incomum. Equipamentos maiores, transporte especializado e adaptações em locações fizeram parte da rotina das gravações.
A produção ficou novamente nas mãos da Syncopy, empresa comandada por Christopher Nolan e Emma Thomas, com distribuição mundial da Universal Pictures.
Há filmes que entregam logo nos primeiros minutos qual será o conflito da história. Desejo, novidade da Netflix, faz o contrário. O longa começa apresentando uma rotina organizada, uma carreira consolidada e uma família aparentemente estável. É justamente quando tudo parece sob controle que a narrativa muda de direção.
Lucero é uma advogada bem-sucedida que leva uma vida confortável, mas a chegada de Matías, o novo professor de natação dos filhos, quebra o equilíbrio que ela construiu durante anos. A atração entre os dois cresce rapidamente e o que começa como um envolvimento escondido logo passa a afetar decisões dentro e fora de casa.
O filme não tenta convencer o público de que existe um lado certo. Em vez disso, acompanha como pequenas escolhas podem ganhar proporções inesperadas quando começam a interferir na vida de outras pessoas.
Um dos pontos mais interessantes é que Desejo evita explicar tudo o tempo inteiro. Muitas situações são construídas pelos olhares, pelos silêncios e pelas conversas interrompidas, deixando o espectador preencher parte do que acontece. Essa escolha faz com que a tensão apareça de forma natural, sem depender de revelações a cada cena.
Também chama atenção o fato de o longa concentrar boa parte da narrativa nas consequências das atitudes de Lucero. O foco não está apenas no romance proibido, mas em tudo o que vem depois dele.
Quem está no elenco?
Ludwika Paleta interpreta Lucero e conduz praticamente toda a história. Oscar Casas vive Matías, personagem que desencadeia a principal mudança na vida da protagonista, enquanto José Maria Yazpik completa o núcleo central do filme. A direção é de Teresa Simone, com roteiro assinado por Giulia Cardamone e Vanessa Miklos.
Vale a pena colocar na lista?
Se a expectativa é encontrar um suspense cheio de perseguições e reviravoltas a cada cinco minutos, talvez esse não seja o filme ideal. Desejo escolhe outro caminho e deixa a tensão crescer aos poucos, acompanhando personagens que tentam sustentar decisões cada vez mais difíceis de esconder.
O resultado é uma história que conversa mais com quem gosta de dramas psicológicos do que com o público que procura ação constante. Em vez de apostar apenas no mistério, o filme faz uma pergunta simples durante toda a narrativa: até onde alguém consegue manter uma vida dupla antes que tudo venha à tona?
Sem entregar os acontecimentos mais importantes, o longa-metragem constrói esse conflito de maneira gradual e transforma uma situação aparentemente comum em uma sequência de problemas que cresce cena após cena. É um suspense que funciona mais pelas relações entre os personagens do que pelos segredos que guarda, e justamente por isso consegue prender a atenção sem recorrer a fórmulas repetidas.
Entre as novidades da Netflix está Sem Nada a Perder, drama francês que coloca no centro da história uma pergunta difícil de responder: até onde uma mãe iria para salvar a vida do próprio filho? Em vez de buscar respostas fáceis ou criar reviravoltas a cada cena, o filme acompanha uma mulher que vê todos os planos mudarem quando a maternidade, que parecia o início de uma nova fase, passa a ser marcada por uma luta diária.
A protagonista é Jada (Nawell Madani), que realiza o sonho de ter um filho por meio da doação de embriões. Depois de construir a família que sempre desejou, ela recebe uma notícia que muda completamente sua rotina: a criança é diagnosticada com leucemia. A partir daí, cada consulta, cada nova informação e cada dia de espera passam a ter um peso diferente.
O que faz a história seguir por outro caminho?
O filme não gira em torno da doença em si, mas das consequências que ela provoca na vida de Jada. Quando os médicos explicam que um transplante de medula óssea representa a maior chance de tratamento, começa uma corrida contra o tempo para encontrar um doador compatível.
É nesse momento que a narrativa encontra sua força. Em vez de transformar a protagonista em uma personagem perfeita, o roteiro acompanha alguém que toma decisões sob pressão, lida com frustrações e tenta continuar de pé quando as respostas que procura simplesmente não aparecem.
A história evita criar vilões ou conflitos artificiais. O maior obstáculo é justamente aquilo que nenhuma família consegue controlar: o tempo.
Quem está no elenco?
Além de viver Jada, Nawell Madani também divide a direção do longa com Ludovic Colbeau-Justin e assina o roteiro. O elenco conta ainda com Guillaume Gouix (Os Miseráveis, A Noite Devorou o Mundo) e Paul Fouré, que interpreta o filho da protagonista.
Vale colocar na lista?
Sem Nada a Perder não é um filme construído para arrancar lágrimas a qualquer custo. O que prende a atenção é a forma como acompanha uma mãe tentando manter a esperança enquanto tudo ao redor parece caminhar na direção contrária.
Liam Neeson volta ao suspense de ação em The Mongoose, mas desta vez ocupa um lugar diferente daquele que marcou boa parte de sua carreira. Em vez de perseguir criminosos, seu personagem passa a ser o alvo. O primeiro trailer, divulgado pela Samuel Goldwyn Films, apresenta Ryan “Fang” Flanagan, um veterano das Forças Especiais acusado de um crime que afirma não ter cometido.
Sem acreditar que conseguirá limpar seu nome pelos meios tradicionais, Fang decide fugir. A perseguição rapidamente ultrapassa o trabalho da polícia e vira um acontecimento acompanhado em rede nacional, enquanto ele atravessa o país tentando permanecer um passo à frente das autoridades. Ao mesmo tempo, antigos companheiros de batalhão entram na história para ajudá-lo, sugerindo que a acusação pode esconder interesses muito maiores do que o trailer revela.
O que o primeiro trailer mostra?
A prévia evita entregar detalhes sobre o crime que coloca Fang nessa situação e concentra a atenção na perseguição. Bloqueios policiais, mudanças de rota e fugas por estradas aparecem em sequência, mas o vídeo deixa claro que o conflito não se resume a escapar da polícia.
Fang conhece a forma como as operações são conduzidas e usa essa experiência para antecipar os movimentos de quem tenta capturá-lo. Enquanto isso, a cobertura da imprensa transforma sua fuga em um espetáculo acompanhado pelo público, criando um cenário em que cada decisão passa a ser observada por todo o país.
Em vez de explicar quem está certo ou errado, o trailer prefere levantar dúvidas. A principal delas é simples: por que alguém faria tanto esforço para impedir que esse homem continue livre?
Além de Liam Neeson (Busca Implacável, A Lista de Schindler), o filme reúne Marisa Tomei (Meu Primo Vinny, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa), Ving Rhames (Missão: Impossível, Pulp Fiction) e Michael Chiklis (The Shield, Quarteto Fantástico).
A direção é de Mark Vanselow, que durante anos trabalhou nos bastidores de grandes produções de ação como coordenador de dublês e agora estreia na direção de um longa. O roteiro foi escrito por Thompson Evans.
Quando o filme estreia?
As filmagens aconteceram em diferentes cidades do estado de Victoria, na Austrália, incluindo Melbourne, Frankston e Castlemaine, que servem de cenário para boa parte da fuga mostrada no trailer. The Mongoose chega aos cinemas em 30 de outubro.
O que deveria ser um feriado tranquilo acaba virando uma disputa cheia de confusão em Loucuras em Família, comédia exibida pelo SBT no Cinema Em Casa deste sábado, 18 de julho. Lançado em 2017, o filme acompanha três famílias que chegam ao mesmo acampamento por causa de um erro de reserva e transformam um simples passeio em uma competição para decidir quem fica com o lugar. As informações são do AdoroCinema.
A situação parece fácil de resolver, mas ninguém quer abrir mão do espaço. Em vez de procurar outro acampamento, os grupos decidem disputar a permanência em uma série de desafios, criando uma sequência de brigas, provocações e momentos absurdos. A graça da história está justamente no choque entre pessoas com estilos completamente diferentes, que precisam conviver quando menos esperavam.
Qual é a confusão de Loucuras em Família?
Na trama, Charlie Jones (Charlie Sheen), Cheyenne (Leah Remini) e os demais personagens chegam ao acampamento para aproveitar o feriado de 4 de julho, mas descobrem que outras duas famílias também receberam a confirmação da mesma reserva.
O problema é que nenhum dos grupos aceita deixar o local. A solução encontrada é transformar a disputa em uma competição improvisada, com provas que colocam as famílias frente a frente e revelam o quanto cada lado está disposto a fazer para vencer.
O filme trabalha com uma ideia simples, mas que rende situações curiosas: pessoas completamente diferentes sendo obrigadas a dividir espaço e lidar com hábitos, opiniões e comportamentos que não combinam. As melhores cenas aparecem justamente quando a rivalidade começa a sair do controle e o acampamento vira uma grande bagunça.
Quem aparece no elenco do filme?
O longa reúne nomes conhecidos da comédia e da televisão americana. Charlie Sheen interpreta Charlie Jones, enquanto Leah Remini vive Cheyenne. O elenco também conta com Charlotte McKinney como Sharni, Tiffany Haddish como Keko e Naya Rivera como Felipa.
A produção ainda traz Dennis Quaid no papel do Guarda-Parques Chefe, além de David Spade como Johnny Jon-John, Clint Howard, Efren Ramirez, Chris Mulkey e Chanel Iman.
A presença de Tiffany Haddish chama atenção, já que o filme foi lançado antes de ela ganhar maior reconhecimento em Hollywood com produções como Girls Trip (2017). Já Charlie Sheen retorna ao gênero de comédia, um estilo bastante associado à sua carreira.
Christopher Nolan pode estar perto de alcançar um novo recorde nas bilheterias. A Odisseia, adaptação do poema clássico de Homero, tem previsão de arrecadar cerca de US$ 117 milhões no primeiro fim de semana nos cinemas dos Estados Unidos. As informações são do Deadline, que aponta que parte dos analistas acredita que o longa ainda pode ultrapassar os US$ 120 milhões.
Se os números forem confirmados, o filme terá uma das maiores aberturas da carreira do diretor, ficando próximo dos resultados de produções como Oppenheimer e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.
Por que uma história escrita há quase três mil anos ainda funciona?
A Odisseia acompanha Odisseu, rei de Ítaca que tenta voltar para casa após a Guerra de Troia. O problema é que o caminho de retorno está cheio de obstáculos: ele enfrenta criaturas mitológicas, deuses e situações que colocam sua inteligência e sua própria sobrevivência em risco enquanto tenta reencontrar a esposa, Penélope.
Mesmo sendo uma obra criada há milhares de anos, o poema de Homero continua servindo como referência para diferentes histórias. A ideia de um personagem que precisa atravessar um caminho difícil, enfrentar perdas e lidar com as consequências das próprias escolhas aparece em diversos filmes, séries e jogos.
Nolan leva essa narrativa para o cinema depois de explorar temas como tempo, memória e culpa em filmes como A Origem, Interestelar e Oppenheimer. A adaptação mantém a base da obra original, mas traz o olhar do diretor para uma história marcada por conflitos humanos.
Quem vive Odisseu e os personagens da mitologia grega?
O papel principal ficou com Matt Damon, que interpreta Odisseu, o guerreiro que passa anos tentando retornar ao seu reino. Tom Holland interpreta Telêmaco, filho do protagonista, que também enfrenta as consequências do desaparecimento do pai.
Anne Hathaway assume Penélope, enquanto Zendaya, Lupita Nyong’o, Robert Pattinson, Charlize Theron e Jon Bernthal completam o elenco em papéis ligados ao universo criado por Homero.
A produção é assinada por Nolan e Emma Thomas através da Syncopy, empresa responsável por vários filmes do diretor.
O filme será o maior projeto de Nolan?
Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia é a produção mais cara já dirigida por Christopher Nolan. O longa também marca uma mudança importante na carreira do cineasta: pela primeira vez, um filme inteiro dele foi gravado utilizando câmeras IMAX de 70 mm.
As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em diferentes países, incluindo Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental. A equipe buscou locações reais para construir os cenários da história, evitando depender apenas de ambientes criados digitalmente.
Como Nolan pretende adaptar os momentos mais famosos da obra?
A produção deve apresentar alguns dos episódios mais conhecidos do poema, incluindo o encontro de Odisseu com o Ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe. Esses elementos fazem parte da identidade da obra, mas o foco da adaptação parece estar no próprio Odisseu e nas consequências da longa viagem.
A história de Homero nunca foi apenas sobre monstros ou batalhas. O centro da narrativa está em um homem tentando voltar para casa depois de uma guerra, carregando as marcas do que viveu e tentando recuperar a vida que deixou para trás.
A Supercine deste sábado, 18 de julho, vai colocar três grandes atrizes brasileiras em uma história sobre amizade, dinheiro e aquela vontade de aproveitar a vida depois de anos deixando planos para depois. A TV Globo exibe Amigas de Sorte, comédia nacional dirigida por Homero Olivetto e estrelada por Susana Vieira, Arlete Salles e Rosi Campos.
O filme acompanha três amigas que passaram décadas dividindo conversas, dificuldades e uma mesma esperança: acertar os números da loteria. Depois de muitos anos apostando sem sucesso, a sorte finalmente aparece, mas o prêmio acaba trazendo uma pergunta importante: o que fazer quando tudo aquilo que parecia impossível finalmente acontece?
O que muda na vida de Nelita, Nina e Rita?
Nelita, Nina e Rita são amigas desde a juventude e nunca perderam o costume de sonhar com uma vida mais tranquila. O problema é que, com o passar dos anos, cada uma seguiu um caminho diferente e acabou presa às próprias responsabilidades.
Nelita administra um antiquário, Nina cuida de uma cantina e Rita é uma professora aposentada. As três levam uma rotina comum, com preocupações financeiras e problemas pessoais, até que Nina acerta a aposta da loteria e recebe uma quantia capaz de mudar completamente a realidade delas.
Mas o dinheiro não serve apenas para pagar contas. Pela primeira vez em muito tempo, elas decidem fazer algo por elas mesmas.
Para esconder a viagem da família, as amigas inventam que vão pescar no Pantanal, quando na verdade partem para Punta del Este, onde esperam viver dias de liberdade, diversão e algumas situações que nunca imaginaram enfrentar.
Por que a amizade é o centro da história?
O filme funciona principalmente pela relação entre as protagonistas. A graça está menos no prêmio da loteria e mais na forma como essas três mulheres lidam com uma mudança tão grande depois de uma vida inteira seguindo a mesma rotina.
Cada uma carrega uma personalidade diferente. Nelita é mais impulsiva, Nina tenta manter os pés no chão e Rita guarda questões pessoais que nunca conseguiu dividir completamente. Juntas, elas criam uma dinâmica marcada por discussões, brincadeiras e momentos de parceria.
A produção também aproveita a experiência das três atrizes principais. Susana Vieira, Arlete Salles e Rosi Campos conseguem transformar conversas simples em cenas que carregam humor e proximidade, fazendo o público se conectar facilmente com as personagens.
Quem aparece no elenco?
Além das protagonistas, Amigas de Sorte conta com Klebber Toledo (Verão 90, Êta Mundo Bom!), Otávio Müller (A Grande Família, Tapas & Beijos), Luana Piovani (Dupla Identidade, O Homem do Ano), Julio Rocha (Fina Estampa, Amor à Vida), Bruno Fagundes (Cara e Coragem, Meu Pedacinho de Chão) e Renato Chocair (Sob Pressão, Bom Sucesso).
Quase três meses depois de chegar ao catálogo da Netflix,Homem em Chamasainda não sabe qual será seu próximo capítulo. Segundo informações publicadas pelo Deadline, a plataforma continua discutindo internamente o futuro da produção e, até agora, não definiu se a série ganhará uma segunda temporada ou será encerrada.
Lançada em 30 de abril de 2026, a adaptação chamou atenção por seguir um caminho diferente do filme estrelado por Denzel Washington. Em vez de revisitar a mesma história, a série transporta John Creasy para o Rio de Janeiro e constrói uma trama inédita inspirada no romance de A.J. Quinnell.
Por que a Netflix ainda não confirmou a renovação?
Esse tipo de espera não é incomum. Antes de renovar uma série, a Netflix costuma analisar diversos fatores, como o número de pessoas que assistiram, quantos chegaram ao último episódio, a repercussão nas redes sociais e o desempenho da produção em diferentes países.
Segundo o Deadline, as conversas continuam acontecendo, mas a empresa ainda não definiu quando fará um anúncio oficial. Até lá, o futuro da série permanece indefinido.
Sobre o que é Homem em Chamas?
A história acompanha John Creasy, vivido por Yahya Abdul-Mateen II, um ex-capitão das Forças Especiais dos Estados Unidos que tenta reconstruir a vida depois de perder toda a equipe em uma missão que terminou de forma trágica.
A oportunidade de recomeçar surge quando um velho amigo o convida para trabalhar no Rio de Janeiro. Só que os planos mudam completamente após um atentado atingir o prédio onde essa família mora. O ataque deixa centenas de mortos e coloca Creasy no centro de uma investigação que revela uma rede de corrupção, interesses políticos e grupos armados muito maior do que ele imaginava.
Quem aparece na série?
Além de Yahya Abdul-Mateen II, conhecido por Watchmen, Aquaman e Candyman, o elenco reúne alguns rostos bastante conhecidos.
Alice Braga, de Cidade de Deus, Rainha do Sul e Matéria Escura, interpreta Valeria Melo, uma motorista que acaba se tornando uma das pessoas mais importantes na missão de Creasy.
Outro destaque é Scoot McNairy, visto em produções como Narcos: Mexico, Batman vs Superman e Um Lugar Bem Longe Daqui, que interpreta o agente da CIA Henry Tappan.
Já Billie Boullet vive Poe Rayburn, personagem que acaba no meio da conspiração investigada por Creasy e tem papel importante ao longo da temporada.
A história termina ou deixa espaço para mais episódios?
Apesar de resolver parte dos conflitos, a primeira temporada não fecha completamente a história. Os episódios finais deixam perguntas importantes sem resposta e apresentam acontecimentos que poderiam ser explorados em uma continuação.
Então ainda existe chance de uma segunda temporada?
Existe, mas nenhuma decisão foi tomada até agora.
De acordo com o Deadline, a Netflix segue discutindo o futuro de Homem em Chamas e ainda não estabeleceu uma data para anunciar se a série continuará ou será cancelada.
Depois de meses de especulação, a Disney finalmente mostrou o primeiro visual de Milo Manheim como Flynn Rider no live-action de Enrolados. A imagem coloca fim à curiosidade sobre um dos personagens mais queridos da animação e já dá uma boa ideia de como o estúdio pretende adaptar o clássico de 2010.
Na foto, Manheim aparece caracterizado com roupas muito parecidas com as do filme original. O figurino, o cabelo e até a postura lembram bastante o ladrão que conquistou o público há mais de uma década. Pelo menos nessa primeira prévia, a impressão é de que a Disney preferiu preservar a essência do personagem em vez de reinventá-lo.
Quem está no elenco?
Milo Manheim, conhecido por protagonizar a franquia Zombies e por participar da série School Spirits, será o responsável por viver Flynn Rider.
Já Teagan Croft, vista em Titãs, interpretará Rapunzel. A atriz assume um dos papéis mais populares da Disney nos últimos anos e fará dupla com Manheim na nova adaptação.
Outra presença confirmada é Kathryn Hahn (WandaVision e Agatha Desde Sempre), que viverá Mãe Gothel. A atriz costuma roubar a cena em praticamente todos os projetos de que participa, então a escolha chamou atenção desde o anúncio.
O elenco ainda conta com Diego Luna (Andor e Rogue One: Uma História Star Wars), embora a Disney ainda mantenha em segredo qual será seu personagem.
O filme vai mudar muita coisa?
Essa resposta ainda não existe. A Disney não revelou detalhes da história nem explicou se fará mudanças importantes no roteiro.
Pelo menos olhando para o visual de Flynn, tudo indica que a produção seguirá bem próxima da animação. Esse tem sido o caminho adotado pelo estúdio em vários de seus remakes recentes, preservando os personagens enquanto faz pequenos ajustes na narrativa.
Quem dirige o live-action?
O comando do filme ficou com Michael Gracey, diretor de O Rei do Show e Better Man. Como boa parte da carreira dele está ligada a musicais, muita gente acredita que as canções continuarão tendo um papel importante no novo Enrolados.
Ainda assim, a Disney não confirmou se todas as músicas da animação voltarão ou se o filme também ganhará composições inéditas.
Mandy Moore e Zachary Levi podem aparecer?
Essa continua sendo uma das maiores curiosidades em torno do projeto. Os dois deram voz a Rapunzel e Flynn na animação original e, até agora, não foram anunciados no elenco.
Mesmo assim, Mandy Moore já comentou em entrevistas que gostaria de participar do remake caso surgisse um convite. Entre os fãs, muita gente acredita que ela poderia interpretar a Rainha Arianna, mãe de Rapunzel, mas isso segue apenas como especulação.
Quando o filme estreia?
A Disney ainda não divulgou uma data de lançamento. O live-action continua em produção e deve ganhar novas imagens e um primeiro trailer nos próximos meses.