Saiba qual filme vai no Domingo Maior 16/03/2025

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No próximo dia 16 de março, o Domingo Maior traz uma história de suspense e sobrevivência, com o filme Medo Profundo (47 Meters Down), que promete deixar os espectadores à beira do abismo. Exibido pela Rede Globo, o longa-metragem mistura adrenalina, terror psicológico e ação, colocando duas irmãs em uma das situações mais extremas de suas vidas.

Uma Jornada Subaquática de Tensão

O filme começa com as irmãs Lisa (Mandy Moore) e Kate (Claire Holt), que embarcam em uma viagem de férias para o México, ansiosas para vivenciar uma experiência única: um passeio de observação de tubarões em uma gaiola subaquática. O que parecia ser um dia de lazer se transforma em um pesadelo quando a gaiola, com as irmãs dentro, cai até 47 metros de profundidade no oceano. O pânico toma conta quando as duas percebem que estão presas, sem comunicação com o mundo exterior e com pouco oxigênio disponível.

À medida que o tempo passa e o ar se esgota, a tensão é amplificada pela presença de tubarões brancos rondando a gaiola. Com uma hora de oxigênio, as irmãs precisam superar o medo e encontrar uma maneira de escapar desse cenário mortal. As probabilidades são escassas, e cada movimento errado pode ser fatal. Em meio à luta pela sobrevivência, o filme explora a psicologia das personagens, mostrando como elas lidam com o terror e a angústia ao serem confrontadas com a iminente ameaça da morte.

Direção e Elenco

Sob a direção de Johannes Roberts, conhecido por suas habilidades em criar filmes de terror e suspense, Medo Profundo mantém o ritmo intenso, explorando o medo profundo e a claustrofobia que surgem em ambientes fechados e extremos. O roteiro, escrito por Roberts em parceria com Ernest Riera, consegue balancear momentos de tensão e alívio, proporcionando ao público uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego.

O elenco é um dos grandes trunfos do filme. Mandy Moore, famosa por sua carreira na música e na televisão, entrega uma performance poderosa como Lisa, uma mulher que precisa superar seus próprios medos e limitações. Claire Holt, conhecida por seu papel na série The Originals, complementa a dinâmica com a personagem Kate, trazendo intensidade e vulnerabilidade ao longo da trama. O filme ainda conta com as participações de Matthew Modine e Yani Gellman em papéis secundários, que ajudam a construir a tensão, mesmo em cenas de curta duração.

Dublagem Brasileira

Para os telespectadores que optam pela versão dublada, Medo Profundo conta com um elenco de dubladores de peso. Affonso Amajones, Fernanda Bullara, Marina Silabello, Mateus Carrieri e Rodrigo Araújo são os responsáveis por dar vida aos personagens no Brasil, garantindo uma dublagem que preserva a emoção e a intensidade da produção original.

Com uma história simples, mas eficiente, Medo Profundo consegue prender a atenção do público ao explorar os limites da resistência humana diante de uma situação extrema. O filme faz o espectador questionar até onde seria capaz de ir para sobreviver em um ambiente hostil e mortal, longe da segurança da terra firme.

Além disso, o longa também provoca reflexões sobre a relação entre o homem e o meio ambiente, ao colocar suas protagonistas em uma situação onde o oceano, que para muitos é um lugar fascinante e belo, se transforma em um cenário de terror e desespero.

Quem assistir a Medo Profundo no Domingo Maior de hoje, 16 de março, se preparará para uma experiência cinematográfica repleta de adrenalina. Com um elenco talentoso, direção afiada e uma trama que vai direto ao ponto, o filme é uma excelente escolha para os fãs de suspense e terror. Prepare-se para acompanhar um mergulho nas profundezas do medo, onde cada segundo conta e a luta pela sobrevivência se torna cada vez mais angustiante.

No Alvo desta segunda (11/08): Andressa Urach abre o jogo com revelações inéditas

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda, 11 de agosto, o programa No Alvo recebe uma convidada que há anos não passa despercebida pelo público e pela mídia brasileira: Andressa Urach. Modelo, empresária e personalidade da televisão, Andressa tem uma trajetória marcada por altos e baixos, polêmicas, transformações radicais e muita coragem para encarar os desafios que a vida lhe apresentou. Em uma entrevista sincera, profunda e por vezes emocionada, ela abrirá seu coração para falar sobre sua relação com a fama, os momentos difíceis que enfrentou, sua busca pela fé e pelo autoconhecimento, além dos aprendizados que colheu ao longo do caminho. Como ela mesma afirmará, “não será fácil ser a Andressa Urach”, e essa frase resumirá a complexidade de uma vida pública repleta de reviravoltas.

Foto: Reprodução/ Internet

A carreira artística da modelo começou em 2011, quando trabalhou como assistente de palco no programa “Legendários”, da Rede Record. Logo depois, tornou-se dançarina do cantor Latino, ganhando espaço no meio artístico e conquistando uma base de fãs que se expandiu nos anos seguintes. O ponto de virada em sua carreira veio em 2012, quando Andressa foi vice-campeã do Miss Bumbum, um concurso que valoriza a beleza e o corpo feminino. Essa conquista abriu portas para sua participação em um dos realities mais assistidos do Brasil, “A Fazenda 6”. Lá, Andressa protagonizou momentos marcantes e controversos, que a colocaram definitivamente no radar da mídia nacional.

Em 2015, a influenciadora lançou seu primeiro livro, “Morri para Viver”, no qual relatou detalhes de sua vida e sua luta para sobreviver após uma grave infecção causada por procedimentos estéticos. Essa fase representou um momento de virada, não só em sua saúde física, mas também em seu estado emocional e espiritual. O episódio traumático levou Andressa a uma profunda reflexão sobre a própria vida, o valor do autoconhecimento e a importância da fé. Ela revelou ao público que a espiritualidade se tornou um alicerce fundamental para reconstruir sua autoestima e sua visão de mundo. O segundo livro, “Desejos da Alma”, lançado em 2019, reforçou essa nova fase da vida de Andressa, trazendo temas como superação, perdão e a busca por significado em meio às adversidades.

No programa, Andressa se mostrará disposta a ir além das manchetes sensacionalistas e dos estereótipos que, por vezes, a acompanharam. Ela falará abertamente sobre o preço da fama, as dificuldades de se reinventar diante dos olhos do público e a constante luta contra o julgamento alheio. Revelará também os momentos em que se sentiu sabotada ou incompreendida, ressaltando que, apesar de tudo, continuará firme em sua busca por uma vida mais autêntica e equilibrada.

A fé, mais uma vez, ganhará destaque na conversa, como fonte de força e esperança para seguir em frente. Andressa destacará que, mesmo diante das tempestades, acredita que é possível transformar o sofrimento em aprendizado e crescimento. Durante a entrevista, ela deixará escapar a possibilidade de um novo livro, com histórias inéditas e relatos pessoais que ainda não foram compartilhados publicamente. Esse material, segundo ela, poderá trazer uma visão ainda mais íntima e verdadeira sobre sua trajetória, mostrando nuances que o público talvez desconheça.

Twisted Metal é renovada para a terceira temporada pelo Peacock: A série pós-apocalíptica prova seu poder e consolida novo showrunner

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Foto: Reprodução/ Internet

A indústria do entretenimento sempre se reinventa, mas vez ou outra uma produção aparentemente improvável consegue romper barreiras, atrair um público fiel e se tornar um ativo valioso para qualquer plataforma. É exatamente o caso de Twisted Metal, adaptação televisiva da clássica franquia de jogos da Sony, que se solidificou como uma das surpresas mais consistentes do catálogo do Peacock. Nesta terça-feira (18), o serviço anunciou oficialmente a renovação da série para sua terceira temporada, acompanhada de uma mudança importante nos bastidores: a entrada de David Reed, conhecido por seu trabalho em Supernatural e The Boys, como novo showrunner.

A saída de Michael Jonathan Smith, responsável pela visão inicial das duas primeiras temporadas, marca uma transição significativa, mas não um sinal de instabilidade. Ao contrário: a troca é apresentada como parte natural do amadurecimento de uma série que já provou seu valor comercial e narrativo. Reed assume a condução de uma franquia consolidada, com números expressivos e um universo criativo em plena expansão.

E os números falam por si. De acordo com informações divulgadas pela Deadline, a segunda temporada registrou 993 milhões de minutos assistidos, tornando-se a segunda temporada original roteirizada mais assistida do Peacock. Para uma plataforma que ainda disputa espaço entre gigantes como Netflix, Prime Video e Max, trata-se de um marco relevante — e de um forte indicativo de que Twisted Metal não é apenas mais uma adaptação gamer, mas uma peça estratégica no catálogo.

A série é estrelada por Anthony Mackie (Capitão América 4: Nova Ordem Mundial, Altered Carbon), que lidera o elenco com uma interpretação carismática e marcada por um humor ágil, dando profundidade inesperada a John Doe. Ao seu lado, Stephanie Beatriz (Brooklyn Nine-Nine, Encanto) entrega uma atuação intensa como Quiet, distanciando-se do tom cômico que a consagrou para explorar camadas mais sombrias e emocionais.

O icônico Sweet Tooth ganha vida através da presença física de Joe Seanoa (WWE Raw, AEW Dynamite) e da voz de Will Arnett (Arrested Development, BoJack Horseman), que acrescenta personalidade e ironia ao palhaço assassino. O elenco ainda conta com Thomas Haden Church (Sideways, Homem-Aranha 3), que interpreta o rígido e implacável Agente Stone, e Anthony Carrigan (Barry, Gotham), que adiciona ao universo da série seu carisma peculiar e humor sombrio característico.

Uma adaptação que parecia improvável — e justamente por isso deu certo

Quando a proução foi anunciada, ainda em 2019, a reação foi carregada de curiosidade e desconfiança. Afinal, transformar um jogo centrado em batalhas automobilísticas, personagens extravagantes e caos absoluto em uma narrativa televisiva parecia arriscado. O desafio era enorme: expandir um universo originalmente pouco linear e criar uma história capaz de sustentar um elenco fixo, arcos emocionais e episódios semanais.

O trio responsável pela adaptação — Rhett Reese, Paul Wernick e Michael Jonathan Smith — enxergou uma oportunidade criativa onde outros viam apenas dificuldade. Com histórico em produções que misturam humor, violência e excentricidade, como Deadpool e Zumbilândia, Reese e Wernick ajudaram a estabelecer o tom. Smith, por sua vez, trouxe experiência em equilibrar drama e irreverência em Cobra Kai, algo essencial para que a série encontrasse personalidade própria.

A Peacock confiou no projeto e encomendou uma temporada completa em 2022. O resultado: uma estreia bem recebida, que gerou conversas positivas e chamou a atenção por não tentar copiar a lógica dos games, mas sim reinterpretá-los de forma criativa. O que poderia ser apenas uma adaptação superficial acabou se tornando uma obra com identidade própria.

O mundo devastado e os personagens que seguram o caos

O ponto forte da série está na ambientação e nos personagens. Twisted Metal se passa em uma versão distorcida e fragmentada dos Estados Unidos, agora chamados de Estados Divididos da América, após um evento misterioso conhecido como A Queda. A sociedade se reorganizou de maneira violenta e desordenada, abrindo espaço para facções, saqueadores e governantes improváveis.

É nesse cenário que conhecemos John Doe, interpretado por Anthony Mackie, que aqui se distancia completamente do papel comedido que interpreta no MCU. Doe é um entregador de longa distância — um “milkman” — otimista, sagaz e com um passado que ele não consegue lembrar. Sua missão aparentemente simples, entregar um pacote através de um país devastado, se transforma em um mergulho em territórios hostis, alianças frágeis e encontros com figuras tão excêntricas quanto perigosas.

Por que a série funciona tão bem?

O segredo da série é simples: ela sabe exatamente o que quer ser. Twisted Metal não tenta emular dramas pós-apocalípticos convencionais e não almeja profundidade filosófica exagerada. Ao mesmo tempo, evita o excesso de humor gratuito e paródico. A narrativa encontra um ponto de equilíbrio raro entre insanidade estilizada e emoção genuína.

John Doe funciona como guia — um personagem que reage ao absurdo com naturalidade e, ao mesmo tempo, carrega consigo uma necessidade íntima de descobrir quem realmente é. Isso permite que o espectador navegue pelo caos com empatia e curiosidade.

O mundo também é cuidadosamente construído. Cada região dos Estados Divididos da América carrega sua própria lógica, cultura e ameaça. Há cidades muradas, territórios dominados por milicianos, desertos sem lei e estradas controladas por gangues caricatas, quase como homenagens a clássicos do cinema de ação. Essa diversidade geográfica e estética dá fôlego à série, que consegue alternar entre humor, suspense e drama de forma orgânica.

O humor, um dos pilares da produção, funciona porque é inteligente, mordaz e bem ritmado. Mackie e Beatriz sustentam diálogos afiados, silêncios significativos e momentos de vulnerabilidade que elevam a dinâmica entre John e Quiet para além das expectativas.

Timothée Chalamet domina o primeiro pôster eletrizante de Marty Supreme, novo suspense da A24

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Foto: Reprodução/ Internet

Poucos estúdios hoje conseguem provocar tanta curiosidade com tão pouco material divulgado quanto a A24. Basta um pôster ou uma sinopse vaga para que fóruns, redes sociais e cinéfilos do mundo todo comecem a criar teorias. Foi exatamente isso que aconteceu quando Marty Supreme, novo filme de Josh Safdie, ganhou sua primeira imagem oficial: Timothée Chalamet, com um olhar indecifrável, estampando o cartaz, como se estivesse prestes a dizer algo que mudaria o rumo de tudo. Abaixo, confira a imagem divulgada:

O longa, que estreia nos Estados Unidos em 25 de dezembro, é descrito como um drama intenso que mistura romance, crime e um universo improvável: a máfia do pingue-pongue. Sim, pingue-pongue. Mas não espere nada que lembre partidas de lazer em um clube de bairro — aqui, a raquete e a bolinha são parte de um submundo corrupto, competitivo e violento.

O primeiro trailer será lançado nesta quarta-feira (13), prometendo revelar um pouco mais sobre esse enredo inusitado que já se tornou um dos títulos mais comentados do fim do ano. No Brasil, ainda não há data confirmada para a estreia.

Uma história sobre encontros, desejo e segundas intenções

No filme, Gwyneth Paltrow interpreta uma mulher cujo casamento está diretamente ligado ao submundo do pingue-pongue. Seu marido é um dos chefões dessa máfia, vivendo entre apostas milionárias, chantagens e uma rede de influências que vai muito além das mesas de jogo.

Mas sua vida ganha um novo rumo quando ela conhece Marty, personagem de Timothée Chalamet. O encontro acontece em circunstâncias que o estúdio mantém em segredo, mas Paltrow já deixou escapar que a relação entre eles é intensa, transformadora e, ao mesmo tempo, transacional. “Ela teve uma vida muito difícil, e acho que ele devolve vida a ela. Mas, para os dois, é algo que também tem interesses envolvidos”, comentou a atriz.

O roteiro, escrito por Josh Safdie e Ronald Bronstein, deve explorar não apenas o romance, mas também a tensão constante de viver em um ambiente onde o amor, o desejo e a violência estão sempre à espreita.

Timothée Chalamet: um Marty multifacetado

Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome, Duna, Wonka) é um dos atores mais versáteis de sua geração. Sua capacidade de alternar entre papéis de fragilidade emocional e personagens carregados de intensidade fez dele um nome disputado em Hollywood.

Para Paltrow, trabalhar com ele foi uma experiência marcante: “Ele é um símbolo sexual de um homem pensante. Muito educado, muito bem-criado… e um homem que leva seu trabalho extremamente a sério. Também é um parceiro divertido de cena”.

Em Marty Supreme, Chalamet deve interpretar um personagem que flutua entre o carisma e a ameaça, alguém capaz de conquistar e desconfiar ao mesmo tempo. O que Marty realmente quer — e o que está disposto a fazer para conseguir — deve ser um dos motores narrativos do longa.

Josh Safdie e o caos controlado

O filme marca o retorno de Josh Safdie (Joias Brutas, Bom Comportamento, Amor, Drogas e Nova York) ao comando de um longa depois de cinco anos. Conhecido por criar tramas que parecem uma corda prestes a arrebentar, Safdie tem um estilo que mistura câmera inquieta, diálogos rápidos e um senso de urgência constante.

Desta vez, ele dirige sem o irmão Benny, mas mantém a parceria com Ronald Bronstein no roteiro — a mesma dupla que construiu o sucesso de Joias Brutas. A expectativa é de que o filme mantenha a intensidade que se tornou marca registrada do diretor, mas acrescente uma pitada ainda maior de excentricidade, graças ao universo improvável que escolheu explorar.

Elenco e suas trajetórias

O elenco do filme reúne nomes de diferentes áreas do entretenimento. Além de Timothée Chalamet, conhecido por Me Chame Pelo Seu Nome, Duna, Beautiful Boy, Lady Bird e Wonka, Gwyneth Paltrow (Shakespeare Apaixonado, Homem de Ferro, Homem de Ferro 2, Homem de Ferro 3, O Grande Gatsby, A Tal Mãe, Tal Filha e Emma) interpreta a personagem feminina central. O time também inclui Odessa A’zion, que participou de Hellraiser (2022), Grand Army, Amizade de Verão e First Girl I Loved; Kevin O’Leary, famoso por Shark Tank, além de participações em Dr. Ken e Dragon’s Den; Tyler, the Creator, rapper e produtor que atuou e dublou em The Jellies!, The Grinch (voz), Loiter Squad e Adult Swim; Abel Ferrara, cineasta e ator veterano de produções como O Rei de Nova York, Pasolini, Ms. 45, Bad Lieutenant, Go Go Tales e Mary; Fran Drescher, estrela de The Nanny, Hotel Transilvânia (dublagem), Living with Fran e Tales from the Crypt; Penn Jillette, da dupla Penn & Teller, conhecido pelo programa Penn & Teller: Bullshit!, além de participações em My Neighbor’s Window, Sin City e The Aristocrats; e Sandra Bernhard, atriz e comediante vista em Roseanne, Pose, King of Comedy, The Larry Sanders Show e Without a Trace.

O que significa “máfia do pingue-pongue”?

Embora pareça uma piada, o conceito de máfia do pingue-pongue tem potencial para funcionar como uma alegoria. O esporte, que exige reflexos rápidos, estratégia e nervos de aço, pode simbolizar as relações de poder que movem os personagens.

Além disso, a ideia de corrupção e manipulação dentro de um jogo aparentemente inofensivo cria um contraste que combina muito com a estética da A24: o choque entre o banal e o absurdo, sempre com uma ponta de estranheza.

A estratégia da A24

A A24 (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Hereditário, O Farol) construiu sua reputação apostando em filmes de forte identidade autoral, mas capazes de conquistar públicos variados. No caso de Marty Supreme, o estúdio parece apostar tanto no prestígio artístico de Safdie quanto no apelo de Chalamet, que atrai desde fãs de blockbusters até apreciadores de cinema independente.]

Filmes que misturam gêneros e cenários improváveis costumam dividir opiniões. O longa-metragem pode muito bem ser o tipo de produção que gera debates acalorados: alguns o verão como genial, outros como estranho demais.

Combo exclusivo da Cinesystem traz balde em formato do Banguela para estreia de Como Treinar o Seu Dragão

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A magia do universo viking está prestes a invadir as telonas de forma épica e deliciosa. Para celebrar a aguardada estreia do live-action Como Treinar o Seu Dragão, que chega aos cinemas no dia 12 de junho de 2025, a Cinesystem preparou um combo exclusivo que promete conquistar fãs de todas as idades — especialmente os apaixonados por Banguela.

O destaque do combo é um balde de pipoca personalizado em duas partes, inspirado no adorável Fúria da Noite. A parte inferior representa o corpo do dragão, enquanto a tampa, removível, traz a cabeça articulada de Banguela, formando uma peça de colecionador única. O design detalhado e criativo transforma o item em muito mais do que um recipiente para pipoca: é um verdadeiro mimo para os fãs da franquia.

O combo completo ainda acompanha bebida e pipoca, tornando a experiência de assistir ao filme ainda mais imersiva — ideal para quem deseja se sentir em plena ilha de Berk, onde dragões e vikings vivem em um frágil equilíbrio.

Sobre o filme

Com direção e roteiro de Dean DeBlois, responsável pela trilogia original animada, o novo Como Treinar o Seu Dragão promete manter a essência emocional da história, agora com um toque de realismo e efeitos visuais impressionantes.

A trama acompanha Soluço (Mason Thames), um jovem viking criativo e desajustado que vive sob a sombra de seu pai, o imponente Chefe Stoico (Gerard Butler). Tudo muda quando Soluço encontra e, ao invés de matar, cria um laço de amizade com um temido Fúria da Noite, batizado carinhosamente de Banguela. A relação entre os dois desafia as crenças da aldeia e marca o início de uma jornada de empatia, coragem e descobertas.

Com Nico Parker também no elenco, o live-action tem 2h05min de duração e classificação para todas as idades, sendo uma excelente pedida para famílias, nostálgicos e novos espectadores.

Onde encontrar?

O combo do Banguela estará disponível por tempo limitado nas bombonieres da Cinesystem, exclusivamente nas sessões do filme. Com uma tiragem especial, a recomendação é garantir o seu logo na estreia — antes que o dragão voe para longe!

Avatar: Fogo e Cinzas transforma Pandora em espetáculo e já soma mais de US$ 805 milhões

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Quando muitos acreditavam que o impacto de Avatar havia ficado no passado, James Cameron mais uma vez desmentiu qualquer dúvida. Avatar: Fogo e Cinzas, terceiro capítulo da saga ambientada em Pandora, chegou aos cinemas em 2025 mostrando que o universo azul ainda pulsa forte no imaginário do público. Com uma bilheteria que já ultrapassa os US$ 805 milhões em todo o mundo, o filme não apenas confirma a força da franquia, como reafirma Cameron como um dos raros cineastas capazes de transformar cada lançamento em um verdadeiro acontecimento global.

Mais do que números impressionantes, Fogo e Cinzas se destaca por aprofundar a dimensão emocional da história. Aqui, Pandora não é apenas um planeta exuberante; ela se torna um espaço marcado por dor, luto, ódio e escolhas difíceis. A narrativa começa pouco depois dos eventos de O Caminho da Água, com Jake Sully e sua família tentando reconstruir a vida ao lado do clã Metkayina. No entanto, a morte de Neteyam ainda é uma ferida aberta, especialmente para Neytiri, que passa a carregar um ressentimento intenso contra os humanos.

Esse sentimento guia boa parte do tom do filme. Diferente dos capítulos anteriores, Fogo e Cinzas adota uma atmosfera mais sombria e conflituosa. A chegada de uma frota de naves mercantes reacende o medo de uma nova invasão e força decisões dolorosas, incluindo o afastamento de Spider, que precisa retornar ao acampamento dos cientistas humanos acompanhado da família Sully. É nesse ponto que Cameron começa a ampliar o conflito, apresentando novos personagens e, principalmente, novos inimigos.

A grande novidade do filme é a introdução dos Mangkwan, uma tribo Na’vi agressiva que rompe completamente com a espiritualidade tradicional de Pandora. Eles rejeitam Eywa, saqueiam embarcações e não hesitam em matar. Liderados pela tsahìk Varang, os Mangkwan representam uma ameaça tanto para humanos quanto para outros Na’vi, criando um cenário onde não existe mais uma divisão simples entre bem e mal. Esse novo grupo adiciona complexidade moral à história e mostra que Pandora também abriga contradições internas.

Enquanto isso, Spider se torna um dos eixos centrais da narrativa. Após um acidente que o deixa à beira da morte por asfixia, Kiri entra em transe e estabelece uma conexão profunda com o planeta, permitindo que Spider sobreviva de forma inédita. Seu corpo passa por transformações biológicas que despertam o interesse da RDA, levantando a possibilidade de que humanos possam, no futuro, respirar naturalmente em Pandora. Essa descoberta carrega implicações enormes e faz de Spider uma peça-chave na disputa pelo controle do planeta.

O Coronel Miles Quaritch retorna ainda mais ambíguo e perigoso. Ao formar uma aliança com os Mangkwan, fornecendo armas de fogo e lança-chamas, ele não apenas fortalece a ofensiva contra os Na’vi, como também desenvolve uma relação pessoal com Varang. Essa parceria transforma o conflito em algo ainda mais devastador, culminando em ataques diretos às aldeias Metkayina e na captura de Jake e Spider, levados para a base da RDA, Bridgehead City.

A escalada de tensão atinge níveis épicos quando a RDA planeja explorar um evento anual de acasalamento dos Tulkun, criaturas majestosas e sagradas para os Metkayina. Mesmo diante do alerta de massacre iminente, o conselho Tulkun hesita em abandonar sua postura pacifista. É Lo’ak quem provoca uma virada ao trazer evidências das atrocidades humanas, forçando os anciões a reconsiderarem suas tradições. Esse conflito entre manter a paz ou lutar pela sobrevivência é um dos temas mais fortes do filme.

Visualmente, Avatar: Fogo e Cinzas é arrebatador. Filmado simultaneamente com O Caminho da Água na Nova Zelândia, o longa levou mais de três anos de produção e contou com tecnologias desenvolvidas especialmente para a captura de movimento em ambientes aquáticos e digitais. Com um orçamento estimado em US$ 400 milhões, cada cena reforça o cuidado extremo com detalhes, desde a fauna de Pandora até as batalhas aéreas e subaquáticas que dominam o terceiro ato.

O clímax reúne tudo o que a franquia sabe fazer de melhor. Jake volta a se conectar com o lendário Toruk, convoca clãs Na’vi de diferentes regiões e lidera uma ofensiva contra a frota da RDA. A batalha é intensa, emocional e devastadora. A morte de Ronal durante o parto, a captura de Neytiri e o despertar definitivo da conexão de Kiri com Eywa elevam o impacto dramático, enquanto a própria natureza de Pandora reage à ameaça humana.

O confronto final entre Jake e Quaritch é marcado mais por exaustão emocional do que por heroísmo clássico. Quando Spider, em um ato decisivo, atira em Quaritch e quase perde a própria vida, o filme reforça seu tema central: não existe vitória sem custo. A decisão de Jake e Neytiri de aceitar Spider como parte da família simboliza uma reconciliação necessária entre mundos que insistem em se chocar.

Após a batalha, o desfecho oferece um momento de contemplação. Spider e os Metkayina se conectam às árvores espirituais subaquáticas, encontrando os Na’vi falecidos, e Kiri finalmente apresenta Spider a Grace, selando sua iniciação no povo Na’vi. É um encerramento carregado de simbolismo, que aponta para um futuro onde identidade, pertencimento e coexistência serão ainda mais desafiados.

Reconhecido pelo American Film Institute e pelo National Board of Review como um dos dez melhores filmes de 2025, Avatar: Fogo e Cinzas também recebeu indicações importantes ao Globo de Ouro, incluindo a categoria de Conquista Cinematográfica e de Bilheteria. O sucesso é crucial para o futuro da franquia, já que Avatar 4 e Avatar 5, previstos para 2029 e 2031, dependem diretamente do desempenho deste capítulo.

The Love School – Escola do Amor 12/04/2025: ‘Como recuperar a confiança perdida?’

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The Love School - Escola do Amor
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 12 de abril de 2025, o The Love School – Escola do Amor exibe mais uma edição ao vivo, trazendo à tona um dos temas mais desafiadores dentro dos relacionamentos: a reconstrução da confiança após a traição. Sob a condução dos especialistas Renato e Cristiane Cardoso, o programa mergulha nas dores e dilemas enfrentados por casais que viram o amor ruir diante de promessas quebradas.

O episódio promete emocionar o público com o depoimento impactante de Ellen e Eurico, que viveram o que muitos chamariam de um “relacionamento de conto de fadas” – até a rotina e as frustrações tomarem conta da relação. Juntos desde 2015, o casal começou sua história com sintonia e muitos sonhos em comum. Mas, com o passar dos anos, os desafios da vida real se tornaram obstáculos difíceis de vencer.

Desigualdade de esforço e a chegada da traição

A gravidez de Ellen marcou uma virada no relacionamento. Enquanto ela se desdobrava para sustentar a casa, Eurico se distanciava, entregue ao comodismo e aos jogos virtuais. O descompasso entre as responsabilidades aumentou o abismo emocional entre os dois. Discussões se tornaram frequentes, e o sentimento de frustração tomou o lugar do afeto.

Em 2019, o casamento chegou ao limite. Separados, Eurico envolveu-se com outra mulher e formou uma nova família. A traição e o abandono devastaram Ellen, que se viu sozinha, lidando com a dor de um amor traído e um lar desfeito.

Existe vida após a traição?

É esse o ponto central que Renato e Cristiane pretendem explorar durante o programa: é possível reconstruir um relacionamento que foi despedaçado pela infidelidade? Segundo os apresentadores, sim – desde que haja disposição verdadeira de ambas as partes para mudar, reconhecer erros e restaurar o que foi quebrado.

“Perdoar não significa esquecer o que houve, mas escolher não viver preso ao passado. A confiança pode ser reconstruída, mas exige trabalho, paciência e verdade”, comenta Renato Cardoso, que ao lado de Cristiane atua há mais de uma década orientando casais em crise.

Histórias reais, conselhos práticos

Além do relato de Ellen e Eurico, o programa contará com análises comportamentais, orientações práticas e técnicas para fortalecer o vínculo emocional entre os parceiros, mesmo depois de uma grande decepção. A proposta do The Love School é oferecer ferramentas para casais lidarem com temas que muitas vezes são evitados ou silenciados, como traições, separações, dependência emocional, falta de diálogo e ressentimentos.

Cristiane reforça que cada história é única, mas que há padrões de comportamento que se repetem e podem ser evitados. “A dor da traição é profunda, mas com ajuda e disposição, é possível restaurar o amor e ter um recomeço mais maduro e consciente.”

Ponto de apoio para milhares de casais

Desde sua estreia, o The Love School se consolidou como um espaço seguro para debater os dilemas da vida a dois. A linguagem acessível, combinada com a experiência dos apresentadores, transformou o programa em referência para quem busca melhorar ou salvar o relacionamento.

O caso de Ellen e Eurico representa milhares de histórias semelhantes, vividas silenciosamente por casais em todo o país. Ao trazê-las à luz, o programa não apenas promove o diálogo, mas inspira decisões conscientes, sejam elas de reconstrução ou de recomeço individual.

📺 O The Love School – Escola do Amor vai ao ar ao vivo neste sábado, às 12h, pela Record TV.

Gravações de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” indicam ambientação em Nova York, apesar das filmagens na Escócia

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Foto: Reprodução/ Internet

Ele está de volta. Ele nunca foi embora. Ele continua sozinho, pendurado entre os arranha-céus e carregando o peso do mundo nos ombros. Mas agora, ele tem um novo dia pela frente. E, acredite: os fãs também.

O nome é Spider-Man: Brand New Day — em português, Homem-Aranha: Um Novo Dia — e as primeiras imagens do set de filmagens já começaram a causar alvoroço na internet. As cenas estão sendo rodadas em Glasgow, na Escócia, mas, ao que tudo indica, a ação continua situada no coração de Nova York. Ou seja: a Marvel está apostando no bom e velho disfarce cinematográfico para nos levar de volta ao lar do teioso, mesmo que os quarteirões tenham sotaque britânico.

Mas calma, tem mais do que cenário bonito rolando por trás dessas imagens. Uma placa de construção vista em uma das fotos do set revela um detalhe crucial: um prédio com previsão de conclusão marcada para dezembro de 2027. Isso deu aos fãs um pequeno mapa temporal — o filme se passa, provavelmente, no início de 2027. A Marvel não confirma nada, claro. Mas quando se trata do MCU, até placa de obra vira pista de enredo.

O que esperar de “Um Novo Dia”?

O título já entrega bastante. Quem conhece os quadrinhos da Marvel sabe que “Brand New Day” não é só um nome bonito. É também o arco que, lá no final dos anos 2000, tentou reconfigurar a vida de Peter Parker depois de momentos pesados — leia-se: morte de tia, separação, identidade exposta, caos na vida amorosa e na existência em geral.

No cinema, a vibe é parecida. Após os eventos de Sem Volta Para Casa, Peter está mais só do que nunca. Ninguém lembra quem ele é, ele perdeu os amigos, o amor da sua vida e até o amparo tecnológico dos Vingadores. Está literalmente recomeçando — e esse novo filme vem pra mostrar exatamente esse renascimento silencioso e agridoce.

Pense em um Peter mais pé no chão, menos dependente de gadgets milionários, mais ligado às raízes do Queens. Um herói de alma partida, mas ainda de coração gigante. É a essência do Aranha: cair e levantar. Levar porrada do destino e continuar sorrindo (mesmo que por trás da máscara).

Peter Parker, MJ, Ned… e o Justiceiro (!?)

Sim, Tom Holland volta a vestir o uniforme — com um novo design, mais artesanal, sem as firulas da tecnologia Stark. Ele está envelhecendo junto com o personagem, e isso é ótimo. A fase colegial ficou pra trás, e agora temos um Peter enfrentando a vida real, o aluguel, o anonimato. O amadurecimento está vindo com força.

Zendaya também retorna como MJ, o que já deixa o coração do fandom mais quentinho. A última vez que os vimos juntos, ela já não sabia quem ele era. Será que o novo filme vai explorar o reencontro, ou o distanciamento emocional definitivo? Os roteiristas prometeram emoção — então prepare os lencinhos.

Jacob Batalon também volta como Ned Leeds, e torcemos para que ele tenha mais do que piadinhas a oferecer. Ele já demonstrou talento de sobra para dramas, e essa fase mais melancólica da história pode dar a ele um novo arco.

Agora, a grande bomba: Jon Bernthal, o Justiceiro, está confirmado. E isso muda tudo.

Frank Castle não é só mais um vigilante mascarado. Ele é brutal, vingativo, movido por traumas profundos. A presença dele ao lado (ou contra?) o Homem-Aranha pode transformar o tom do filme. Imagine Peter lidando com dilemas morais enquanto vê Castle resolver tudo no estilo “atira primeiro, pergunta depois”. O contraste entre os dois promete tensão, profundidade e muita discussão sobre o que é justiça num mundo sem regras.

E as surpresas?

Entre os nomes misteriosos do elenco, temos Sadie Sink, de Stranger Things, e Liza Colón-Zayas, de The Bear. Nenhuma das duas teve seus papéis revelados, mas o Twitter já fez o trabalho investigativo de sempre. A teoria favorita? Sadie como Felicia Hardy, a Gata Negra — uma anti-heroína cheia de charme, rivalidade e uma química explosiva com Peter. Seria ousado, seria sexy, seria perfeito.

Já Liza pode estar assumindo o papel de alguma figura materna ou autoridade. Talvez uma nova tia May? Uma chefe no Clarim Diário? Só saberemos mais perto do lançamento. Mas o fato é: o elenco está redondinho, e a química entre eles promete incendiar a tela.

Uma nova direção

Sai Jon Watts, entra Destin Daniel Cretton. E isso não é apenas uma troca de cadeira — é uma mudança de tom.

Cretton foi responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, um dos poucos filmes da fase quatro que conseguiram agradar público e crítica. Ele sabe trabalhar personagens com profundidade emocional, lutas estilosas e narrativa centrada em identidade. Exatamente o que o Homem-Aranha precisa neste momento.

Aliás, este pode ser o filme mais emocionalmente carregado do Aranha desde Homem-Aranha 2, de Sam Raimi. O roteiro continua nas mãos de Chris McKenna e Erik Sommers, dupla já veterana na trilogia anterior. Mas agora, com a direção de Cretton, talvez vejamos menos piadas e mais alma.

Uma Nova York (fingida) para chamar de lar

Pode parecer estranho ver Peter salvando civis e enfrentando bandidos pelas ruas de Glasgow. Mas a cidade escocesa já foi pano de fundo de várias produções de Hollywood por um motivo simples: arquitetura similar a Nova York, custo reduzido e clima perfeito para cenas urbanas.

Com truques de câmera, CGI e um bom trabalho de direção de arte, Glasgow se transforma numa Manhattan convincente. E não deixa de ser curioso: um dos personagens mais nova-iorquinos da cultura pop sendo recriado do outro lado do Atlântico. É o mundo globalizado do cinema em sua melhor forma.

Entre greves e reviravoltas

A produção do filme não foi um mar de rosas. Desde o final de Sem Volta Para Casa, muita coisa mudou. Tom Holland chegou a dizer que não sabia se continuaria no papel. O contrato tinha acabado. A Marvel estava passando por turbulências criativas. E ainda teve a greve dos roteiristas de 2023, que paralisou tudo por meses.

Mas, aos poucos, as peças se ajeitaram. Holland voltou com entusiasmo, desde que pudesse participar criativamente da jornada do personagem. Zendaya também topou retornar, contanto que a história tivesse propósito. A Marvel ouviu. A Sony cedeu. E cá estamos nós: com filmagens em andamento e a estreia marcada para 31 de julho de 2026.

O legado do Aranha (e o futuro da Marvel)

Não é exagero dizer que Peter Parker tem carregado nas costas o coração do MCU. Mesmo depois de tantas fases, multiversos e linhas temporais, é nele que os fãs encontram humanidade, falhas, amor e empatia.

Com Um Novo Dia, a Marvel pode estar sinalizando uma nova abordagem: menos espetáculo, mais história. Menos CGI em excesso, mais alma. E, claro, ainda assim com muita ação, porque estamos falando de um herói que luta contra vilões em pleno topo do Empire State.

E talvez seja esse o segredo do sucesso do Aranha. Não são apenas os vilões, os uniformes ou os efeitos. É o garoto por trás da máscara, tentando fazer o certo mesmo quando tudo dá errado. É o humano num mundo de deuses.

Então, o que vem por aí?

Se você esperava um novo vilão galáctico, talvez precise segurar a empolgação. Se queria mais Doutor Estranho, portais e multiverso… também pode se decepcionar.

Mas se o que você quer é ver Peter Parker enfrentando a vida real, se equilibrando entre o herói que o mundo precisa e o jovem que tenta sobreviver com dignidade, então Um Novo Dia vai entregar exatamente isso.

Vai ter emoção, dilemas morais, batalhas urbanas, reencontros, talvez novos amores, e quem sabe até a semente para a chegada de Miles Morales — um desejo antigo dos fãs e do próprio Tom Holland.

O importante é saber que o Aranha está de volta. E, mais do que nunca, pronto pra viver um novo capítulo. Ou melhor, um novo dia.

Após sucesso nos Estados Unidos, Heated Rivalry deve estrear em breve na HBO Max Brasil

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Após chamar atenção do público e da crítica em seu lançamento internacional, a série Heated Rivalry deve chegar em breve ao catálogo da HBO Max Brasil, ampliando o alcance de uma das produções mais comentadas do romance esportivo em 2025. Criada, escrita e dirigida por Jacob Tierney (Letterkenny), a série canadense é baseada na coleção de livros Game Changers, da escritora Rachel Reid, e aposta em uma narrativa intensa, emocional e contemporânea ambientada no competitivo universo do hóquei profissional.

A produção estreou oficialmente no Canadá em 28 de novembro de 2025, pelo serviço de streaming Crave, com exibição simultânea em mercados selecionados, incluindo os Estados Unidos e a Austrália, onde passou a integrar o catálogo da HBO Max. O bom desempenho inicial, aliado à repercussão positiva nas redes sociais e entre leitores da obra original, acelerou o interesse pela chegada da série a novos territórios, incluindo o Brasil.

No centro da história estão Shane Hollander e Ilya Rozanov, interpretados por Hudson Williams (estreia em papel principal na televisão) e Connor Storrie (produção de destaque no streaming canadense). Dentro do gelo, eles são rivais declarados e considerados os maiores jogadores de suas gerações na Major League Hockey. Fora das arenas, vivem um relacionamento secreto, marcado por desejo, conflitos internos e decisões difíceis, que se desenvolve ao longo de vários anos.

A rivalidade esportiva entre Shane e Ilya funciona como ponto de partida para uma trama que vai muito além da competição. Unidos por ambição, talento e uma atração que nenhum dos dois consegue explicar, eles constroem uma relação intensa em meio à pressão constante da mídia, das torcidas, dos contratos milionários e das expectativas impostas pelo esporte profissional. A série retrata com sensibilidade o contraste entre a imagem pública de ídolos inabaláveis e a fragilidade emocional que ambos carregam longe dos holofotes.

Shane Hollander enfrenta o desafio do autoconhecimento em um ambiente tradicionalmente conservador. Jovem, carismático e extremamente talentoso, ele lida com o processo de descoberta da própria sexualidade enquanto tenta corresponder ao papel de estrela exemplar da liga. O medo da rejeição, do impacto na carreira e da reação do público transforma cada passo em um risco calculado, ampliando a tensão emocional da narrativa.

Ilya Rozanov, por outro lado, vive sob o peso das expectativas familiares e culturais. Ídolo internacional, ele carrega responsabilidades que vão além do esporte, o que torna seu envolvimento com Shane ainda mais complexo. Dividido entre dever, ambição e sentimento, Ilya representa o conflito entre aquilo que se espera de um atleta de elite e aquilo que ele realmente deseja para sua vida pessoal.

A série acompanha essa relação ao longo do tempo, mostrando como encontros impulsivos evoluem para um vínculo profundo e transformador. A pergunta central que move a trama é direta e poderosa: existe espaço para o amor verdadeiro em vidas moldadas pela competição extrema, pelo orgulho e pela constante necessidade de vencer. A série constrói essa resposta com paciência, explorando silêncios, gestos contidos e escolhas que deixam marcas permanentes.

O hóquei é mais do que um pano de fundo na narrativa. O esporte surge como elemento simbólico e emocional, refletindo a dureza, a velocidade e o impacto das emoções vividas pelos protagonistas. Treinos exaustivos, jogos decisivos e bastidores da liga ajudam a criar um ambiente de tensão constante, reforçando o contraste entre o espetáculo público e o segredo cuidadosamente preservado pelos personagens.

Sob a condução de Jacob Tierney (Letterkenny), a série aposta em uma linguagem direta e realista, evitando exageros e estereótipos. O romance LGBTQIA+ é tratado com naturalidade, sem transformar a sexualidade dos protagonistas em discurso didático ou conflito isolado. Em vez disso, a série foca nas emoções, nas escolhas e nas consequências, tornando a história universal e acessível a diferentes públicos.

O elenco de apoio amplia a densidade dramática da produção. François Arnaud (Blindspot), Christina Chang (The Good Doctor), Dylan Walsh (Nip/Tuck), Ksenia Daniela Kharlamova (produções europeias de drama) e Sophie Nélisse (Yellowjackets) interpretam personagens fundamentais na vida pessoal e profissional de Shane e Ilya, trazendo perspectivas que abordam família, carreira, lealdade e identidade.

Desde a estreia, a produção LGBTQIA+ vem sendo elogiada pela fidelidade emocional à obra literária de Rachel Reid e pela química entre os protagonistas. A série também se destaca por abordar temas ainda sensíveis no esporte de alto rendimento, como masculinidade, visibilidade LGBTQIA+ e saúde emocional, sem perder o ritmo envolvente de um drama romântico.

Profissão Repórter desta terça (15) investiga o impacto do endurecimento das políticas migratórias dos EUA sobre brasileiros

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta terça-feira (15), o Profissão Repórter desembarca nos Estados Unidos para revelar as consequências do agravamento das políticas anti-imigração para milhares de brasileiros. Em Framingham, cidade próxima a Boston, conhecida pela forte presença de imigrantes brasileiros, a reportagem mostra o clima de apreensão que tomou conta dos moradores, afetando diretamente o comércio local e a rotina das famílias.

Priscila Sousa, deputada estadual em Massachusetts e natural de Minas Gerais, é uma voz ativa que denuncia o impacto dessas medidas: “Todos os comércios aqui são brasileiros. Estão sendo profundamente afetados. As pessoas estão com medo.”

Detenção e seus desdobramentos: o caso do jovem Marcelo

O programa aborda casos emblemáticos, como o do estudante Marcelo Gomes, 18 anos, que foi detido arbitrariamente pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) enquanto se dirigia à aula de vôlei. A detenção gerou protestos e uma onda de medo na comunidade local, levando seus pais, Daiane e João Paulo, a se recolherem por mais de duas semanas, temendo novas ações contra a família.

Prisões que paralisam vidas e produções

Na zona rural americana, a história da produtora agrícola Marineuza Majesky ilustra outro efeito devastador: a prisão de seu marido, imigrante há 26 anos, que resultou na paralisação da produção familiar. Esta reportagem destaca como famílias integradas e estabelecidas há décadas enfrentam riscos que podem comprometer seu sustento e estabilidade.

Deportação e o retorno ao Brasil: recomeços difíceis

No Brasil, a videorrepórter Letícia Marotta acompanhou o primeiro voo de deportação da era Trump, em janeiro deste ano, que trouxe 88 brasileiros de volta ao país em condições adversas. Entre eles, a família de Alisdete e Sandra, que vivia legalmente nos EUA há mais de três anos. Proprietários de uma empresa de construção civil, eles enfrentam agora o desafio de reconstruir suas vidas no interior de Minas Gerais, lutando contra os efeitos do retorno forçado.


Governador Valadares: entre partidas e retornos

O repórter Caco Barcellos visitou Governador Valadares, uma das maiores cidades brasileiras com fluxo migratório para os EUA. Em entrevistas com migrantes, retornados e especialistas como a pesquisadora Sueli Siqueira (UNIVALE), a reportagem contextualiza o fenômeno migratório, que tem raízes históricas desde os anos 1980.

Um depoimento exclusivo e anônimo de um “coiote” expõe os riscos, custos e a complexidade do tráfico humano, oferecendo uma perspectiva inédita sobre os perigos enfrentados por quem busca uma vida melhor.

Sonhos interrompidos: a volta do bailarino Luiz Fernando

Outra narrativa emocionante traz o bailarino Luiz Fernando, cuja carreira internacional foi interrompida após ter o visto negado pelos Estados Unidos. Após ser convidado para integrar a prestigiada Dance Theatre of Harlem, em Nova York, Luiz retornou ao Brasil, onde reintegrou o projeto social que o formou em Barra Mansa, Rio de Janeiro.

Sua trajetória simboliza a resiliência e o esforço de quem, mesmo diante de obstáculos, mantém acesa a chama dos seus sonhos.

Um retrato humano das políticas migratórias

Com sensibilidade e profundidade, o Profissão Repórter oferece um panorama que vai além das estatísticas e das decisões políticas, destacando as histórias humanas que refletem o impacto real das mudanças migratórias. Um convite à reflexão sobre os direitos, desafios e esperanças de milhares de brasileiros que vivem entre dois mundos.

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