Invocação do Mal 4 ganha teaser e prepara despedida épica dos Warren em “Os Últimos Ritos”

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A contagem regressiva para o fim de uma era já começou. “Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos”, capítulo final da aclamada franquia de terror, acaba de ganhar destaque na capa da Entertainment Weekly, que divulgou uma imagem inédita em vídeo de Ed e Lorraine Warren — personagens que marcaram uma geração de fãs do sobrenatural. O vídeo não apenas revela o visual sombrio da nova produção, como também revisita ameaças clássicas que assombraram o casal, como Anabelle e A Freira, vilãs que ganharam vida própria em spin-offs de grande sucesso.

O novo longa não será apenas mais um capítulo aterrorizante. Ele representa o encerramento oficial da trajetória de Ed e Lorraine no cinema, com Patrick Wilson e Vera Farmiga se despedindo dos papéis que os transformaram em ícones modernos do gênero. Ao lado deles, nomes como Ben Hardy e Mia Tomlinson também integram o elenco, ampliando o time que promete encerrar a saga com intensidade, emoção e — claro — muitos sustos.

Um adeus aos mestres do oculto

Inspirada nas histórias reais de um casal de demonologistas que atuou nas décadas de 1960 e 1970, a saga “Invocação do Mal” redefiniu o terror contemporâneo com uma abordagem que misturava horror psicológico, possessões demoníacas e dramas humanos profundos. Agora, com “Os Últimos Ritos”, os criadores prometem uma despedida à altura do legado construído ao longo de mais de uma década.

Apesar de ainda manterem o enredo sob sigilo, os produtores indicam que o último filme deve mergulhar nas consequências espirituais e emocionais das investigações do casal, conectando elementos dos três longas anteriores e dos derivados que expandiram o universo.

Um ritual final com hora marcada

A estreia de “Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos” está agendada para 25 de setembro de 2025, nos cinemas. O filme não apenas encerrará a saga dos Warren, como também deixará as portas abertas para o futuro do universo de terror que começou com uma boneca empoeirada e chegou aos maiores altares do horror moderno.

Christopher Nolan transforma mito em espetáculo! “A Odisseia” ganha cartaz oficial

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A Universal Pictures divulgou oficialmente o primeiro cartaz de “A Odisseia”, novo filme de Christopher Nolan (Oppenheimer, Dunkirk, A Origem), e o impacto foi imediato. Após o triunfo histórico de Oppenheimer, que lhe rendeu os Oscars de melhor diretor e melhor filme, Nolan retorna com um projeto ainda mais ambicioso: adaptar para o cinema um dos textos fundadores da literatura ocidental, o poema épico Odisseia, atribuído a Homero.

O longa-metragem surge como uma experiência cinematográfica total. Nolan, conhecido por sua obsessão por tempo, memória e identidade, encontra no mito grego um terreno fértil para discutir a persistência humana diante do caos. Assim como em Interestelar ou Amnésia, o diretor parece interessado em personagens que atravessam jornadas extremas, tanto físicas quanto emocionais, em busca de sentido e pertencimento.

No centro da narrativa está Odisseu, rei de Ítaca, interpretado por Matt Damon (O Resgate do Soldado Ryan, Perdido em Marte, Oppenheimer). Após o fim da Guerra de Tróia, o herói embarca em uma travessia longa e perigosa para retornar ao lar. Diferente dos guerreiros movidos apenas pela força, Odisseu se destaca pela inteligência, pela astúcia e pela capacidade de adaptação. Damon, ator frequentemente associado a personagens resilientes e moralmente complexos, parece uma escolha natural para dar humanidade a essa figura lendária.

Do outro lado do mar, em Ítaca, está Penélope, vivida por Anne Hathaway (Os Miseráveis, Interestelar, O Diabo Veste Prada). Enquanto o marido enfrenta monstros e deuses, Penélope sustenta o lar e resiste às pressões dos pretendentes, mantendo viva a esperança do reencontro. A presença de Hathaway sugere uma abordagem mais profunda da personagem, destacando não apenas a fidelidade, mas a força emocional e a solidão de quem espera. Em sintonia com o cinema de Nolan, Penélope deixa de ser apenas símbolo e passa a ser sujeito ativo do drama.

O elenco de A Odisseia impressiona pelo alcance e diversidade. Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, O Impossível), Zendaya (Duna, Euphoria), Mia Goth (Pearl, X – A Marca da Morte), Robert Pattinson (The Batman, O Farol), Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria, Monster) e Lupita Nyong’o (12 Anos de Escravidão, Pantera Negra) compõem um conjunto que mistura estrelas de grandes franquias, nomes do cinema autoral e vencedores do Oscar. Jon Bernthal (O Justiceiro, O Lobo de Wall Street) também integra o elenco, conhecido por dar intensidade a personagens marcados por conflitos internos.

Essa reunião de talentos sugere que Nolan não pretende tratar os personagens mitológicos como figuras unidimensionais. Cada encontro de Odisseu em sua jornada promete carregar peso dramático e simbólico. Criaturas como o Ciclope Polifemo, as Sereias e a feiticeira Circe surgem não apenas como obstáculos físicos, mas como manifestações de tentações, medos e escolhas que moldam o destino do protagonista. A mitologia, aqui, funciona como espelho das fragilidades humanas.

O projeto começou a ganhar forma em outubro de 2024, quando foi confirmado que Nolan desenvolveria seu novo filme novamente com a Universal Pictures, estúdio com o qual colaborou em Oppenheimer. A escolha reforçou a confiança criativa entre diretor e estúdio. Poucos meses depois, veio a confirmação oficial de que o filme seria uma adaptação da Odisseia, o que elevou ainda mais o nível de expectativa. As filmagens ocorreram entre fevereiro e agosto de 2025, passando por locações naturais na Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e no Saara Ocidental.

Esses cenários reais reforçam a filosofia de Nolan de privilegiar ambientes físicos em vez de excessos digitais. Montanhas, desertos, mares e paisagens extremas foram escolhidos para dar autenticidade à jornada de Odisseu, transformando a própria natureza em personagem. O ambiente, frequentemente hostil e imprevisível, reflete o estado emocional do protagonista, um recurso recorrente em filmes como Dunkirk e Interestelar.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia se torna o filme mais caro da carreira de Nolan. O investimento elevado reflete não apenas a escala da produção, mas a ambição estética e narrativa do projeto. Pela primeira vez, o diretor decidiu filmar um longa-metragem inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm, levando ao extremo sua defesa da experiência cinematográfica nas salas de exibição. O objetivo é criar imagens de impacto físico, que envolvam o espectador de forma quase sensorial.

Nos bastidores, Nolan mantém sua equipe de confiança. A produção é assinada por Emma Thomas (A Origem, O Cavaleiro das Trevas, Oppenheimer), parceira criativa e esposa do diretor, por meio da Syncopy. Os efeitos visuais ficam a cargo da DNEG, com supervisão de Andrew Jackson (Tenet, Dunkirk), responsável por equilibrar espetáculo e realismo. A montagem é novamente conduzida por Jennifer Lame (Tenet, Oppenheimer), enquanto a trilha sonora será composta por Ludwig Göransson (Pantera Negra, Oppenheimer), cuja música promete unir grandiosidade épica e emoção contida.

Narrativamente, A Odisseia acompanha os episódios mais emblemáticos do poema de Homero, explorando cada etapa da jornada como um rito de transformação. Ao longo do caminho, Odisseu se afasta cada vez mais do homem que partiu para a guerra, levantando a questão central da história: é possível voltar para casa sendo a mesma pessoa? Essa pergunta, profundamente humana, dialoga diretamente com o cinema de Nolan e com o mundo contemporâneo.

Supercine 21/10/2023 Globo exibe O Homem Invisível

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No próximo sábado, mais especificamente em 21/10/2023, a TV Globo está pronta para proporcionar aos seus telespectadores uma experiência cinematográfica genuinamente arrepiante. A programação incluirá a exibição do filme “O Homem Invisível” durante o Supercine. Este longa-metragem, originalmente lançado nos cinemas em 27 de fevereiro de 2020, se enquadra em um gênero híbrido que mistura Fantasia, Terror e Suspense, prometendo entregar uma trama rica em enigmas e momentos de suspense que manterá o público completamente absorvido durante um total de 2 horas e 5 minutos.

O filme leva a assinatura da direção e do roteiro habilmente criados por Leigh Whannell, um renomado cineasta que tem suas credenciais firmadas em explorações dentro do gênero de terror. Isso, por si só, gera altas expectativas, antecipando um enredo cheio de tensão e reviravoltas. Além disso, o elenco de “O Homem Invisível” é de primeira linha, liderado por talentos como Elisabeth Moss, Oliver Jackson-Cohen e Harriet Dyer. Trata-se de uma reinterpretação contemporânea de um dos clássicos mais reconhecidos da literatura de ficção científica, o romance “O Homem Invisível” de H. G. Wells. No entanto, esta versão traz a história a novos patamares de suspense e terror, enquanto mantém a essência do original, adaptando-a ao contexto atual.

Segundo a sinopse fornecida pelo AdoroCinema, a história se concentra na vida de Cecilia, interpretada com maestria por Elisabeth Moss, uma mulher aprisionada em um relacionamento abusivo com seu ex-namorado. A narrativa se desenrola em uma mansão isolada, onde ela vive sob constante ameaça de violência e opressão. A complexidade do enredo cresce à medida que Cecilia elabora um meticuloso plano de fuga, com a ajuda de sua irmã Emily. Entretanto, o ex-namorado de Cecilia é um cientista especializado em óptica e possui recursos financeiros consideráveis, o que o torna um adversário formidável e imprevisível. Quando ela tenta executar seu plano, as coisas se tornam ainda mais arriscadas, uma vez que ele acorda inesperadamente devido a um medicamento que ela lhe administrara.

A trama ganha uma reviravolta surpreendente quando Cecilia é informada de que seu ex-namorado aparentemente cometeu suicídio e deixou um testamento em seu nome, com uma herança de cinco milhões de dólares. No entanto, há uma condição preocupante: ela só receberá a herança se não for considerada mental ou fisicamente incapaz. A desconfiança de Cecilia em relação à morte de seu ex-namorado se intensifica devido à sua personalidade complexa e manipuladora. Com o tempo, eventos sobrenaturais e inexplicáveis começam a ocorrer, levando-a a suspeitar que seu ex-namorado tenha desenvolvido uma máquina que o torna invisível. Agora, ela se vê envolta em uma trama aterradora na qual precisa lutar por sua própria vida enquanto desvenda o mistério que a cerca.

“O Homem Invisível” é uma montanha-russa de suspense e horror psicológico, caracterizada pela direção habilidosa de Leigh Whannell e uma atuação envolvente de Elisabeth Moss. Prepare-se para uma noite de angústia e mistério, pois este filme promete deixar uma marca indelével na memória dos espectadores, garantindo uma experiência cinematográfica repleta de emoções e sustos.

Além da trama e da produção, é interessante notar algumas curiosidades em torno deste filme. A saga do “Homem Invisível” remonta à mente criativa de H.G. Wells, um renomado autor de ficção científica do século XIX, que imaginou um mundo onde a invisibilidade era possível, dando origem a uma narrativa cativante que explorava as implicações da ciência descontrolada.

Outro destaque é a atuação de Claude Rains na versão cinematográfica de 1933, onde o desafio era interpretar o protagonista invisível, apesar de não aparecer fisicamente na tela, fazendo com que sua voz e presença vocal se destacassem, envolvendo os espectadores em uma história sobre um homem atormentado por sua invisibilidade.

O filme de 1933 também foi revolucionário em termos de efeitos especiais para a época, utilizando técnicas inovadoras, como a pintura em vidro fosco e fios finos, para criar a ilusão de objetos flutuantes e do Homem Invisível realizando ações aparentemente sem ajuda visível.

A história do “Homem Invisível” inspirou sequências, adaptações e remakes ao longo das décadas, oferecendo diferentes perspectivas sobre o conceito de invisibilidade e suas implicações.

Em 2020, surgiu o remake estrelado por Elisabeth Moss, trazendo uma abordagem contemporânea à história, focando nas questões de abuso doméstico e controle, explorando o lado psicológico da invisibilidade e recebendo elogios por sua interpretação atualizada do clássico.

“O Homem Invisível” é uma adição notável a essa jornada, destacando-se como um filme que não só se destaca em seu próprio mérito, mas também reaviva a influência duradoura desse personagem icônico na cultura popular.

Prepare-se para embarcar na fascinante história do “Homem Invisível” no horário de exibição do Supercine, agendado para as 00h15, logo após o programa “Altas Horas”. Esta é uma oportunidade para os amantes do cinema reviverem a clássica versão de 1933 ou explorarem as reviravoltas contemporâneas da versão de 2020. Esteja pronto para uma noite repleta de suspense e ficção científica, enquanto a invisibilidade revela suas tramas intrigantes.

Jack Ryan: Guerra Fantasma | Saiba quando chega o filme com retorno de John Krasinski no Prime Video

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O universo de Jack Ryan ganha continuidade com Jack Ryan: Guerra Fantasma, produção que expande diretamente os acontecimentos da série exibida entre 2018 e 2023. O longa estreia em 20 de maio no Prime Video e reposiciona o personagem em uma operação internacional marcada por risco elevado e instabilidade política.

Diferente da construção episódica anterior, o filme concentra a narrativa em uma única missão, eliminando paralelos dispersos e mantendo foco contínuo na progressão da investigação. O resultado é uma trama mais direta, em que cada descoberta altera imediatamente o rumo da operação.

Sobre o que é Guerra Fantasma?

Na história, Jack Ryan é chamado de volta ao trabalho de campo após uma missão revelar indícios de uma articulação clandestina com impacto global. O que inicialmente parece uma operação isolada rapidamente se expande, conectando agentes, governos e interesses que operam fora de qualquer controle institucional.

À medida que avança, Ryan deixa a função analítica para atuar diretamente em campo, lidando com ameaças imediatas e decisões que precisam ser tomadas sem margem para erro. A investigação passa a depender menos de coleta gradual de dados e mais de ações rápidas, muitas vezes baseadas em informações incompletas.

O roteiro sustenta a tensão ao trabalhar com incerteza constante. A origem da ameaça não é totalmente clara, e a possibilidade de infiltração dentro das próprias estruturas de inteligência transforma cada aliança em algo provisório. Esse deslocamento de confiança é central para o desenvolvimento da narrativa.

Quem está no elenco?

John Krasinski (Um Lugar Silencioso, The Office) retorna como Jack Ryan, mantendo a abordagem que equilibra leitura estratégica e ação direta. A continuidade da interpretação reforça a ligação entre série e filme, sem mudanças de tom no personagem.

Wendell Pierce (The Wire, Suits) reprisa o papel de James Greer, agora em posição ainda mais estratégica dentro da agência. Michael Kelly (House of Cards, Narcos) também retorna como Mike November, inserido novamente em operações ligadas ao núcleo central da trama.

Entre as adições, Sienna Miller (Foxcatcher, Sniper Americano) assume um papel ligado aos desdobramentos políticos da história, enquanto Betty Gabriel (Corra!, Upgrade) aparece em posição de liderança dentro da CIA, influenciando decisões que impactam diretamente a missão.

Como o filme se conecta com a série?

Jack Ryan: Guerra Fantasma mantém continuidade direta com a série do Prime Video, preservando relações e eventos já estabelecidos. Não há reinício narrativo, mas uma progressão que parte do ponto em que os personagens foram deixados anteriormente.

A principal mudança está na forma de condução da história. Sem a divisão em episódios, o desenvolvimento ocorre de maneira contínua, com menos interrupções e maior concentração nos eventos centrais. Isso reduz desvios narrativos e mantém a progressão focada na missão principal.

Quem está por trás da produção?

A direção é de Andrew Bernstein, com roteiro assinado por Aaron Rabin e John Krasinski. A história também conta com colaboração de Noah Oppenheim. A produção envolve Paramount Pictures e Skydance Media, com distribuição da Amazon MGM Studios, mantendo o padrão técnico associado à franquia.

Quando estreia?

O filme será lançado em 20 de maio, com disponibilização global no Prime Video.

O Diário de uma Babá | Netflix desenvolve série baseada no livro que já ganhou versão no cinema

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A Netflix confirmou que está trabalhando em uma nova adaptação de O Diário de uma Babá, livro escrito por Emma McLaughlin e Nicola Kraus. A história, que já foi levada às telas em 2007, agora será recontada em formato de série, o que abre espaço para um olhar mais detalhado sobre os personagens e o ambiente em que a trama se desenvolve. As informações são da Variety.

Quem está por trás da nova adaptação?

O projeto reúne profissionais com experiência em séries centradas em personagens e conflitos cotidianos. Amy Chozick (House of Cards, The Girls on the Bus) e Jenny Bicks (Sex and the City, O Rei do Show) assumem o comando criativo como roteiristas, produtoras executivas e showrunners.

Outro ponto que chama atenção é o envolvimento de Scarlett Johansson (Encontros e Desencontros, História de um Casamento), que interpretou a protagonista na versão cinematográfica. Desta vez, ela participa como produtora executiva por meio de sua empresa These Pictures, ao lado de Jonathan Lia e Keenan Flynn.

A equipe de produção ainda inclui Greg Berlanti (Arrow, Riverdale), Sarah Schechter e Leigh London Redman. O desenvolvimento acontece em parceria com a Warner Bros. Television.

Sobre o que é O Diário de uma Babá?

A trama gira em torno de Annie Braddock, uma jovem que termina a faculdade sem muita clareza sobre o futuro. Em meio a essa fase de incertezas, ela aceita trabalhar como babá para uma família rica em Manhattan, decisão que muda completamente sua rotina.

Ao entrar nesse ambiente, Annie passa a conviver com uma realidade marcada por privilégios, mas também por relações frias e distantes. A criança de quem ela cuida cresce cercada de conforto, mas com pouca atenção dos pais, o que cria uma dinâmica que vai além de um simples emprego.

Conforme os dias passam, Annie se vê envolvida em situações que expõem as contradições daquele estilo de vida. Ao mesmo tempo, ela precisa lidar com seus próprios dilemas, questionando escolhas, expectativas e o tipo de vida que deseja construir.

Relembrando o filme de 2007

A história já foi adaptada para o cinema em 2007, com direção de Shari Springer Berman e Robert Pulcini. Na época, Scarlett Johansson assumiu o papel principal, acompanhada por Laura Linney (Ozark) e Paul Giamatti (Billions).

O elenco ainda contou com Chris Evans (Capitão América: O Primeiro Vingador) e Alicia Keys. O longa apostou em um tom que alternava entre drama, romance e observações críticas sobre a elite nova-iorquina.

Apesar de condensar a história, o filme ajudou a popularizar a narrativa e apresentou ao público os principais conflitos que agora podem ser revisitados com mais tempo na televisão.

O que pode mudar na série?

A versão seriada tem a vantagem de não precisar correr para resolver a história em poucas horas. Isso permite desenvolver melhor os personagens, dar mais espaço às relações e aprofundar situações que antes apareciam de forma rápida.

Também existe a possibilidade de atualizar a trama, trazendo discussões mais alinhadas com o contexto atual, especialmente no que diz respeito a trabalho, desigualdade e expectativas sociais. Esses elementos já estavam presentes no material original, mas podem ganhar novas camadas.

Quando estreia?

Por enquanto, a Netflix ainda não anunciou uma data de lançamento. Como o projeto está em fase de desenvolvimento, novas informações devem surgir aos poucos.

R.I.P.D. 2: Ascensão dos Condenados é o filme do Cine Aventura deste sábado (8); Veja o que esperar da história sobrenatural

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Quem estiver procurando um filme de ação para assistir na televisão neste sábado (8) poderá encontrar uma mistura pouco convencional na programação da Record TV. O Cine Aventura exibe R.I.P.D. 2: Ascensão dos Condenados, produção de 2022 que junta faroeste, investigação policial e fantasia sobrenatural.

Dirigido por Paul Leyden, o filme acompanha Roy Pulsipher, interpretado por Jeffrey Donovan, um xerife que é assassinado por uma gangue e descobre, depois da morte, que ainda pode continuar trabalhando. Ele é recrutado pelo Departamento de Polícia Descanse em Paz, o DPDP, uma espécie de força policial formada por mortos que voltam à Terra para impedir que criaturas sobrenaturais causem problemas entre os vivos.

A produção funciona como prelúdio de R.I.P.D. – Agentes do Além, lançado em 2013. Em vez de repetir o cenário contemporâneo do primeiro filme, a história volta para o Velho Oeste e acompanha um personagem diferente, anos antes dos acontecimentos vistos na produção estrelada por Ryan Reynolds e Jeff Bridges.

O que acontece no filme?

A história começa com Otis Clairborne, interpretado por Richard Brake, tentando encontrar ouro. A busca acaba levando o personagem a abrir um portal para o inferno. O problema é que ele não consegue controlar aquilo que encontra do outro lado e acaba sendo possuído por uma entidade.

Algum tempo depois, Roy Pulsipher é morto por uma gangue liderada por Clairborne. Ao chegar ao além, o xerife conhece o DPDP e recebe uma proposta: voltar para a Terra como agente da organização e combater os chamados Deados.

Roy aceita e retorna ao mundo dos vivos. A primeira missão já deixa claro que ele não está lidando com criminosos comuns. Depois de descobrir que um dos homens envolvidos no caso pode ser um morto-vivo, ele passa a investigar o que está acontecendo na região.

É nesse momento que conhece Jeanne, interpretada por Penelope Mitchell, sua nova parceira no DPDP. Ela é uma versão sobrenatural de Joana d’Arc e também está presa ao serviço da organização.

Os dois seguem as pistas até uma cidade onde moradores estão sofrendo com problemas respiratórios. A explicação oficial envolve gases provenientes de uma mina, mas Roy desconfia que existe outra coisa por trás da doença.

Quem é o vilão de R.I.P.D. 2?

Otis Clairborne está no centro do problema. Depois de ser possuído por uma entidade, ele passa a trabalhar para abrir um portal que permitirá a passagem dos Deados para o mundo dos vivos.

O plano depende de prisioneiros humanos. As criaturas não conseguem abrir o portal sozinhas e precisam dos vivos para realizar o processo. Roy e Jeanne acabam descobrindo a operação e são capturados junto com outros personagens.

Um deles é Slim Samuels, interpretado por Jake Choi. Inicialmente, Roy acredita que Slim tenha alguma relação com sua própria morte. A investigação revela, porém, que o homem foi acusado injustamente e que Clairborne havia manipulado a situação para colocar a culpa nele.

A partir daí, Slim deixa de ser apenas um suspeito e passa a ajudar Roy, Jeanne e Angus, o noivo de Charlotte, filha do xerife.

Como funciona o Departamento de Polícia Descanse em Paz?

O conceito é o mesmo que sustenta a franquia R.I.P.D.: policiais mortos continuam trabalhando depois da morte.

Os agentes recebem a missão de localizar e eliminar seres sobrenaturais que deveriam permanecer no mundo dos mortos. Quando voltam à Terra, suas aparências também podem ser diferentes das que tinham em vida.

Roy e Jeanne são apresentados dessa maneira no filme. Para as pessoas comuns, eles aparecem com identidades visuais diferentes, o que faz parte das regras do DPDP.

O contrato de trabalho também não é exatamente convencional. Roy descobre que existe um período mínimo de serviço de 100 anos, algo que ganha importância no final da história, quando ele tenta se despedir de Jeanne.

O que acontece no final?

A situação chega ao limite quando Clairborne consegue avançar com o plano de abrir o portal para o inferno. Jeanne precisa superar seu medo de fogo para impedir que as criaturas atravessem para o mundo dos vivos.

Ela utiliza uma gota das chamadas lágrimas de Jesus, objeto que havia encontrado séculos antes, e consegue fechar o portal. O problema é que ainda resta Astaroth, o demônio que possuiu Clairborne.

Roy enfrenta a criatura no confronto final e utiliza as próprias lágrimas de Jesus para tornar suas balas capazes de ferir o demônio. O ataque encerra a ameaça e permite que os sobreviventes voltem às suas vidas.

Slim e Beverly acabam assumindo os cargos de xerife e xerife adjunta. Butterfield, prefeito da cidade, é preso pela morte de Roy.

O protagonista ainda consegue participar do casamento de Charlotte e Angus. É uma das poucas oportunidades que ele tem de observar a filha depois da própria morte. Roy tenta se despedir de Jeanne, mas descobre que ainda está vinculado ao DPDP pelo contrato de 100 anos.

Quem está no elenco?

Jeffrey Donovan é o protagonista Roy Pulsipher. Penelope Mitchell interpreta Jeanne, sua parceira no DPDP, enquanto Jake Choi vive Slim Samuels.

Richard Brake aparece como Otis Clairborne, principal antagonista da história. Tilly Keeper interpreta Charlotte Pulsipher, filha de Roy, e Richard Fleeshman vive Angus, seu noivo.

O elenco ainda conta com Stephanie Levi-John como Beverly, Kerry Knuppe como Hano e Evlyne Oyedokun como o avatar de Jeanne. Rachel Adedeji interpreta o avatar de Roy.

Resumo da novela Dona de Mim de hoje (16) – Bárbara aparece e atrapalha o noivado de Marlon e Kami

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No capítulo de Dona de Mim que vai ao ar nesta terça-feira, 16 de setembro, Ryan protege Kami de um assediador, mostrando coragem e preocupação, o que toca profundamente a jovem. Durante a conversa, Ryan compartilha detalhes sobre seu namoro com Marlon, despertando em Kami uma mistura de admiração e reflexão sobre os relacionamentos ao seu redor.

Enquanto isso, Nina liga para Isabela, que se mostra interessada na situação de Filipa com Jaques, percebendo que há tensão e mistérios que precisam ser esclarecidos. Kami, entusiasmada, organiza uma festa surpresa de noivado para Marlon, esperando celebrar o amor entre eles com amigos e familiares.

A chegada inesperada de Bárbara ao galpão gera confusão: ela encontra Marlon e Kami juntos, e não esconde suas intenções de permanecer no Brasil. Marlon, surpreso, pede para conversar com Kami e decide adiar o noivado, deixando a jovem preocupada e sem saber como reagir. Bárbara, confiante, afirma que voltou para o país para ficar, mas Marlon reafirma com firmeza que está envolvido com Kami, gerando tensão entre os três.

Paralelamente, no universo profissional, Leo recebe apoio de Yara para apresentar a Samuel sua ideia de uma nova coleção de roupas customizadas, buscando inovação e reconhecimento. Peter sugere que ele e Nina se unam para ajudar um ao outro, fortalecendo alianças e parcerias.

Enquanto isso, Bárbara não perde tempo e convida Ryan para sair, aumentando a teia de sentimentos e confusões. Filipa se preocupa com a falta de notícias de Nina, e Rosa se entristece com Jaques, sentindo-se isolada e incompreendida. Por mensagem de texto, Isabela pede dinheiro a Filipa, mostrando seu lado interesseiro e provocando novas tensões.

A noite se desenrola com mais surpresas: Marlon chega ao forró acompanhado de Kami e se depara com Bárbara dançando com Ryan, cenário que promete gerar ciúmes, mal-entendidos e decisões importantes para o futuro de cada relacionamento.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Dona de Mim?

Marlon tenta convencer Kami a esquecer Bárbara, mas a situação se complica quando Ryan e Bárbara se beijam, deixando corações partidos e ciúmes à flor da pele. Bárbara provoca Leo, aumentando a tensão no galpão, enquanto Peter tem uma conversa franca com Nina sobre Danilo. Nina, aproveitando a aproximação, se insinua para Danilo, criando mais mal-entendidos e clima de disputa entre os casais.

O perigo se aproxima: Marlon e Kami percebem que o assediador que havia incomodado Kami está no mesmo bar que eles, despertando medo e insegurança. Nina decide que aceita mudar de casa, e Jaques convida Isabela para se instalar na mansão, fortalecendo alianças e causando ciúmes. Samuel conversa com Rosa sobre Sofia, enquanto Bárbara retoma suas aulas no galpão, mostrando determinação em sua rotina.

Rosa passa por testes médicos com Letícia, que informa que a doença está avançando, deixando todos próximos em alerta. Samuel compartilha com Breno que Jaques suspendeu a produção das revistas da Boaz, preocupando-os com Ayla. Jaques revela segredos a Davi, e Ayla se desespera diante da aliança inesperada entre os dois. Tânia confronta Jaques sobre a manipulação de Davi, mas ele mantém sua postura autoritária e proíbe Leo de pegar as sobras de material da Boaz, humilhando-a publicamente. Samuel, firme, se coloca ao lado de Leo, apoiando-a.

Kami decide acompanhar Ryan até o galpão, mas flagra Marlon lutando com Bárbara, aumentando seu ciúme e a tensão entre os três.

No dia seguinte, Kami tem uma crise de ciúmes, e Marlon reafirma seu compromisso, garantindo que está com a namorada. Bárbara sai com Ryan, intensificando o clima de rivalidade. Nina descobre que Isabela está vindo para o Brasil, e Filipa comemora sua suposta mudança para São Cristóvão. Jussara pressiona Marlon para oficializar seu noivado com Kami, enquanto Bárbara e Ryan continuam juntos, atraídos um pelo outro.

Bárbara demonstra interesse por Durval, deixando Ryan preocupado. Rosa, debilitada, não reconhece sua família, e Filipa revela a Samuel que o Alzheimer avançou. Jaques pede ajuda a Ricardo para interditar Rosa, aprofundando os conflitos familiares. Pam se irrita com o comportamento de Danilo, enquanto Kami recebe uma nova foto de seu assediador, reavivando o medo.

No universo profissional, Jaques e Danilo anunciam a Samuel que farão uma lista de demissões na Boaz. Leo enfrenta Jaques corajosamente, mas é demitida da fábrica, consolidando mais um conflito entre poder, ambição e justiça.

Otávio Mesquita e Fabiano Moraes planejam novo quadro de entrevistas no “Operação Mesquita”

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O programa “Operação Mesquita”, exibido nas madrugadas do SBT, pode passar por uma reformulação em breve com a chegada de um novo quadro de entrevistas. O apresentador Otávio Mesquita se reuniu recentemente, em São Paulo, com Fabiano Moraes, publicitário, empresário e quarto colocado da 17ª edição de “A Fazenda”, para alinhar ideias e discutir a criação do projeto, que deve apostar em conversas leves, atuais e conectadas com o entretenimento digital.

A proposta do novo quadro é abrir espaço para entrevistas descontraídas com nomes da cena artística, influenciadores e criadores de conteúdo, aproximando ainda mais o programa do público que acompanha tanto a televisão quanto as redes sociais. Segundo Fabiano Moraes, a conversa foi positiva e deixou boas expectativas para o futuro da parceria. A previsão é que a novidade comece a ser desenvolvida e colocada em prática após o Carnaval.

“Foi um encontro muito produtivo. Sempre admirei o trabalho do Otávio Mesquita e acredito que esse quadro tem tudo para dar certo. A ideia é receber convidados interessantes, com conversas leves, espontâneas e que dialoguem com o que o público gosta de assistir hoje”, destacou Moraes.

Renovação constante na TV

Para Otávio Mesquita, a criação de novos formatos é essencial para manter a televisão dinâmica e relevante. À frente do “Operação Mesquita” há mais de uma década, o apresentador reforça a importância de valorizar talentos revelados em realities shows e transformá-los em oportunidades reais dentro da programação.

“A televisão precisa se reinventar o tempo todo. Os realities apresentam pessoas com potencial, carisma e boa comunicação, e o Fabiano é um exemplo disso. Ele fala bem, tem presença de câmera e ideias interessantes. Estamos ajustando os detalhes para colocar esse projeto no ar o quanto antes”, afirmou Mesquita.

O apresentador também ressaltou o respaldo da emissora. Segundo ele, todas as novidades passam por avaliação interna e contam com o apoio do SBT, emissora onde o programa mantém bons índices de audiência nas madrugadas, frequentemente alcançando a vice-liderança.

Destaque em “A Fazenda 17”

Durante sua participação em “A Fazenda 17”, Fabiano Moraes chamou atenção do público pela postura estratégica e pelo bom relacionamento com outros participantes, incluindo Luiz Otávio Mesquita, conhecido como Mesquitinha, filho do apresentador. A afinidade entre os dois acabou sendo um dos pontos comentados da temporada.

Fabiano também se tornou um personagem marcante do reality por optar frequentemente por permanecer no sofá da sede, comportamento que viralizou nas redes sociais, rendeu um apelido carinhoso do público e até inspirou um hit musical entre os fãs do programa. A estratégia, longe de prejudicá-lo, contribuiu para sua permanência no jogo e garantiu sua chegada à reta final da competição.

“Monsieur Aznavour” chega às telonas com imagens inéditas e narrativas do próprio artista

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Charles Aznavour não foi apenas um cantor. Foi um contador de histórias. Um poeta da fragilidade. Um homem que, sem ter nascido com o que muitos chamariam de uma “voz poderosa”, conquistou o mundo com sua autenticidade e capacidade ímpar de emocionar. Agora, em 2025, esse legado ganha uma nova forma de pulsar: nas salas de cinema. O longa-metragem “Monsieur Aznavour”, dirigido com sensibilidade por Mehdi Idir e Grand Corps Malade, estreia nos cinemas brasileiros, prometendo não apenas emocionar os fãs do artista francês, mas também apresentar sua humanidade tocante a uma nova geração.

A História Por Trás do Ícone

Charles Aznavour nasceu Shahnour Vaghinag Aznavourian, em Paris, em 1924, filho de imigrantes armênios que fugiram do genocídio. Desde cedo, sua vida foi marcada por deslocamentos — não apenas geográficos, mas emocionais. Vindo de uma família pobre e enfrentando discriminação, o jovem Aznavour desde muito cedo teve que aprender a se fazer ouvir num mundo que o ignorava.

Ele não tinha a “voz perfeita”. Pelo contrário: rouca, nasal e nada convencional. Ainda assim, foi justamente essa diferença que se transformou em sua maior força. Aznavour fez da sua vulnerabilidade um recurso poético. Compôs mais de 1.200 canções, gravou em nove idiomas, vendeu mais de 180 milhões de discos e foi aplaudido em palcos do mundo inteiro. Sua música foi espelho, abraço, confissão.

E é esse homem que o filme “Monsieur Aznavour” busca revelar — não apenas o astro, mas o ser humano por trás da fama.

Um Filme de Emoções Verdadeiras

Mais do que uma cinebiografia, “Monsieur Aznavour” é um retrato íntimo de um artista em permanente conflito consigo mesmo e com o mundo ao redor. Interpretado com intensidade por Tahar Rahim (conhecido por “O Profeta” e “Gladiador 2”), o cantor ganha vida nas telas em uma narrativa que passeia por seus altos e baixos, com foco especial em sua juventude, sua relação com a família e os dilemas existenciais que permeavam sua alma inquieta.

O filme não tenta glorificar Aznavour com clichês. Em vez disso, o apresenta como um homem feito de contradições: tímido e ousado, inseguro e determinado, romântico e desencantado. Essa complexidade, captada em cenas silenciosas, diálogos econômicos e atuações emocionantes, é o que torna “Monsieur Aznavour” tão envolvente.

A direção acerta ao evitar uma abordagem linear. A narrativa avança e recua no tempo, como se fosse uma canção do próprio Aznavour. Somos levados da infância difícil aos primeiros fracassos, das dúvidas sobre sua identidade até o momento em que sua arte começa a encontrar ressonância nos corações do público.

O Poder da Palavra e da Canção

Ao contrário de outros artistas da chanson française, Aznavour não dependia de metáforas rebuscadas ou grandes orquestrações. Sua força vinha da crueza. Ele falava de amor, solidão, morte, desejo e arrependimento de forma direta, porém arrebatadora. E o filme incorpora isso à sua linguagem visual.

Em diversas cenas, o espectador é convidado a mergulhar nas letras de suas canções, que surgem quase como monólogos internos do personagem. Músicas como “La Bohème”, “Hier Encore” e “She” não são apenas trilha sonora, mas elementos narrativos que conduzem a jornada emocional.

Essa escolha revela um profundo respeito dos diretores pelo legado do artista, tratando sua obra não apenas como pano de fundo, mas como a alma do filme.

Performance de Tahar Rahim: Uma Entrega Completa

A escolha de Tahar Rahim para o papel principal foi certeira. O ator francês de origem argelina traz uma vulnerabilidade rara à tela, sem jamais cair na caricatura. Seu olhar, muitas vezes melancólico, carrega uma história inteira mesmo quando não há palavras. É uma performance contida, mas profundamente tocante — que ecoa a própria essência de Aznavour.

Rahim não tenta imitar a voz do cantor. Ele o interpreta de dentro para fora, priorizando os gestos, os silêncios, as hesitações. E, assim como o homenageado, conquista não por grandiloquência, mas por verdade.

Não é a primeira vez que Charles Aznavour aparece nas telas. Ele próprio atuou em mais de 60 filmes, incluindo obras de diretores como François Truffaut (“Atirem no Pianista”) e Volker Schlöndorff. Aznavour sempre foi um artista multimídia, cuja presença transcendia o palco.

Mas esta é a primeira vez que sua história é contada de forma tão intimista, e por um olhar contemporâneo. O longa recebeu quatro indicações ao César, o mais importante prêmio do cinema francês, e já é considerado um dos retratos biográficos mais sensíveis do ano.

A estreia de “Monsieur Aznavour” chega ao Brasil em um momento em que a arte se faz mais necessária do que nunca. Num tempo de ruídos constantes, o silêncio poético de Aznavour se torna um refúgio. O filme está em cartaz em salas selecionadas pelo país, com destaque para cinemas de curadoria mais autoral, como o Reserva Cultural, o Espaço Petrobras de Cinema, o REAG Belas Artes, entre outros.

Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador, Niterói, Brasília e São José dos Campos, o público terá a chance de assistir ao longa em exibições que privilegiam a imersão e a experiência sensorial.

As distribuidoras apostam também em sessões comentadas, debates e ações especiais voltadas a fãs da música francesa, estudantes de cinema e amantes da chanson.

Promessa do drama esportivo, Olympo é cancelada após apenas uma temporada

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Foto: Reprodução/ Internet

A série espanhola Olympo não vai mesmo continuar na Netflix. Após meses de incerteza, a plataforma de streaming decidiu cancelar oficialmente a produção, encerrando a história ainda em sua primeira temporada. A informação foi divulgada pelo portal TVLine e confirmada pela Netflix em dezembro de 2025, frustrando parte do público que acompanhou a estreia recente da atração.

Lançada em 20 de junho de 2025, a produção chegou ao catálogo com uma proposta ambiciosa. A série apostava em um universo pouco explorado nas produções juvenis: o esporte de alto rendimento. A trama se passava no fictício Centro de Alto Rendimento Pirineus, uma escola de treinamento de elite que reúne jovens atletas considerados as maiores promessas do país. Ali, cada treino, cada competição e cada decisão podia definir o futuro profissional dos personagens.

Mais do que mostrar o esforço físico e a disciplina exigidos pelo esporte, Olympo focava nos conflitos humanos por trás da busca pelo sucesso. Os episódios exploravam relações de amizade, rivalidade, romances e disputas de ego, tudo potencializado pela pressão constante por resultados. O grande objetivo dos alunos era conquistar contratos de patrocínio com a Olympo, uma poderosa marca global de moda esportiva dentro da narrativa, símbolo máximo de prestígio e ascensão social.

No entanto, apesar da premissa atrativa, a série não conseguiu alcançar o impacto esperado. A recepção da crítica foi discreta e, em alguns casos, negativa. No site Rotten Tomatoes, Olympo registrou 43% de aprovação, com base em sete avaliações. Entre os principais apontamentos estavam o ritmo irregular da história e o desenvolvimento superficial de alguns personagens, fatores que podem ter dificultado uma maior conexão com o público.

O elenco reunia nomes jovens e promissores da dramaturgia espanhola, como Clara Galle, Nira Osahia, Agustín Della Corte e Nuno Gallego. Também integravam a produção Maria Romanillos, Andy Duato, Najwa Khliwa, Juan Perales, Martí Cordero, Jesús Rubio e Melina Matthews, formando um grupo diverso que representava diferentes modalidades esportivas e realidades sociais. Mesmo com boas atuações individuais, a série acabou não se firmando como um dos grandes destaques do catálogo.

O cancelamento da trama reflete uma política cada vez mais rígida da plaforma de streaming em relação às renovações. Atualmente, a empresa analisa com cuidado dados como audiência inicial, engajamento do público e taxa de conclusão dos episódios. Produções que não atingem esses indicadores costumam ser interrompidas rapidamente, mesmo quando deixam ganchos narrativos ou apresentam potencial para evoluir em temporadas futuras.

Para quem acompanhou a série desde a estreia, a decisão deixa um gosto amargo. A primeira temporada terminou com diversas histórias em aberto, incluindo rivalidades esportivas e conflitos pessoais que prometiam ganhar mais profundidade. Nas redes sociais, fãs comentaram que Olympo precisava de mais tempo para amadurecer e encontrar sua identidade, algo que nunca chegou a acontecer.

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