“Roda a Roda Jequiti” deste domingo (20/07): Patrícia e Rebeca Abravanel apresentam novos ganhadores

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RODA A RODA

Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 19h20, o SBT abre as portas para sonhos, risos e lágrimas com uma edição especial do Roda a Roda Jequiti. Um clássico da televisão brasileira que atravessa décadas com o mesmo entusiasmo, agora em clima de celebração e emoção, comandado pelas carismáticas irmãs Patrícia e Rebeca Abravanel. Filhas de Silvio Santos, elas não apenas herdaram o legado, mas também o dom raro de conversar com o povo como quem senta ao lado da plateia — com humor, empatia e coração aberto.

Se ainda restam dúvidas sobre por que o Roda a Roda é um dos últimos grandes encontros de famílias em frente à TV, essa edição promete esclarecer tudo. Prepare-se para gargalhadas, histórias comoventes, viradas surpreendentes e um ambiente em que o calor humano é a verdadeira estrela da noite.

Duas irmãs, uma missão: transformar vidas com leveza e amor

Desde que assumiram o programa em edições especiais, Patrícia e Rebeca Abravanel provaram que são mais que herdeiras de um império midiático — são comunicadoras nata, com timing de palco, sensibilidade afiada e um dom raro de criar conexão com quem assiste.

Elas não apenas apresentam: vivem cada segundo do programa. Brincam entre si com cumplicidade, fazem piada com os convidados, escutam suas histórias com respeito e se emocionam junto. Há entre elas uma troca silenciosa que encanta: um olhar basta para entender o que a outra está sentindo.

“Parece um almoço de domingo com a família toda reunida. Cada participante que chega traz um pouco da casa dele pro nosso estúdio”, revelou Patrícia nos bastidores, pouco antes da gravação desta edição especial.

Mais que um game show: uma celebração da vida brasileira

A dinâmica do programa é conhecida — girar a roleta, adivinhar palavras e torcer para escapar da famigerada “Perde Tudo”. Mas o que acontece em torno disso é o que transforma a experiência: o palco do Roda a Roda se torna um território de superação, coragem e sonho.

Neste domingo, segundo informações apuradas com exclusividade pelo Almanaque Geek, os competidores vêm de diferentes partes do país e carregam histórias fortes: um entregador que vende Jequiti entre um pedido e outro; uma avó que viu nos cosméticos uma forma de sustentar os netos; uma mãe solo que luta diariamente contra a invisibilidade social.

“Tem histórias que a gente jamais imaginaria ouvir num game show. E elas chegam, sem filtro, com verdade, com lágrima, com fé. Isso é o Roda a Roda”, afirma uma produtora da atração, que acompanha os participantes desde a recepção até a despedida.

Emoção que ultrapassa a tela

O impacto do programa vai muito além do estúdio. Os consultores e clientes Jequiti que participam da atração passam por uma experiência completa: são recebidos com carinho pela equipe, ganham uma imersão nos bastidores do SBT e, muitas vezes, vivem ali um dos momentos mais marcantes de suas vidas.

“Eu chorei o dia inteiro quando soube que fui sorteada. Estar no palco, ver a Rebeca sorrindo pra mim, foi mágico. Nunca imaginei passar por isso”, diz Ana Luísa, de Bauru, participante da edição de maio.

A edição deste domingo promete seguir esse mesmo ritmo: histórias reais, emoções à flor da pele e um público que não só torce — vibra, se reconhece, se emociona junto. E não é raro ver lágrimas escorrendo nos rostos da plateia, da equipe técnica, dos câmeras, das próprias apresentadoras.

Prêmios que mudam trajetórias

Além da visibilidade e da experiência, os participantes concorrem a prêmios que podem realmente transformar destinos: barras de ouro, viagens, kits de produtos, dinheiro em espécie. Mas, muitas vezes, o maior prêmio é outro: o reconhecimento de uma trajetória de luta.

“Quando você está ali no palco, não é só sobre ganhar. É sobre mostrar que a gente existe, que a gente é capaz, que a gente tem valor”, disse um dos participantes após a gravação.

E há também os pequenos gestos que fazem a diferença: um abraço apertado de Rebeca, um elogio espontâneo de Patrícia, o carinho dos profissionais que cuidam dos bastidores com zelo. Tudo isso faz do Roda a Roda uma experiência que vai muito além do entretenimento.

Como participar?

Se você se emocionou e pensou “quero estar ali”, saiba que participar do Roda a Roda Jequiti é possível e acessível. Consultores da marca entram automaticamente nos sorteios a cada pedido registrado. Já os clientes podem participar adquirindo produtos com cupons promocionais e enviando para a Caixa Postal 05947-960.

E mais: além da chance de participar do programa, todos ainda concorrem a brindes e prêmios exclusivos. Um incentivo que movimenta a rede, estimula o empreendedorismo e aproxima pessoas do sonho de brilhar na TV.

Um marco na televisão brasileira

O Roda a Roda nasceu em 2003, inspirado em clássicos internacionais, mas com alma 100% brasileira. Desde então, o programa consolidou-se como um fenômeno da TV aberta — resistindo ao tempo, às transformações tecnológicas e às mudanças de hábito do público.

Mesmo em plena era do streaming, ele mantém seu posto de audiência fiel, especialmente aos domingos, quando famílias inteiras ainda se reúnem para torcer juntas. A cada edição, o programa reafirma que a televisão, quando feita com verdade, ainda tem um lugar sagrado no coração do Brasil.

As novas madrinhas do público

Com o afastamento de Silvio Santos da televisão, muitos se perguntaram: quem seria capaz de manter viva a magia do SBT? A resposta veio aos poucos, com naturalidade — e tem nome duplo: Patrícia e Rebeca.

Elas não tentam imitar o pai, mas incorporam seu espírito: valorizam o povo, o improviso, a emoção. Em vez de copiar fórmulas antigas, criam um novo frescor para a televisão de auditório — um híbrido de tradição e modernidade.

Com talento, empatia e leveza, elas se consolidam como as novas madrinhas do Brasil televisivo — figuras que não apenas conduzem o programa, mas abraçam seus participantes com afeto e autenticidade.

Portanto, marque na sua agenda: domingo, às 19h20, no SBT, você tem um encontro com a emoção, com a esperança e com as histórias que representam o melhor do Brasil.

“Universal Pictures revela arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação da saga das Bruxas de Oz

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Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures acaba de revelar uma arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação do fenômeno de 2024 que conquistou fãs no mundo inteiro. Nesta nova fase, a história das lendárias bruxas de Oz chega ao seu capítulo final, trazendo de volta as poderosas interpretações das atrizes indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande, em uma trama que mistura magia, drama e músicas emocionantes.

O lançamento está marcado para o dia 20 de novembro e, como no primeiro filme, os fãs terão a opção de assistir à versão dublada, com as vozes de Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). Além das protagonistas, o elenco conta com grandes nomes como Jonathan Bailey, Jeff Goldblum e Michelle Yeoh, que também retornam para fortalecer ainda mais a narrativa encantadora e complexa de Oz.

Um universo de magia e conflitos

“Wicked: Parte II” retoma a jornada das bruxas em um momento delicado: Elphaba (Cynthia Erivo), agora exilada e conhecida como a Bruxa Má do Oeste, luta para revelar as verdades ocultas sobre o governo do Mágico de Oz (Jeff Goldblum). Enquanto isso, Glinda (Ariana Grande), agora símbolo da bondade e glamour, enfrenta dilemas profundos ao se preparar para um casamento real com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey).

O filme mergulha nas tensões entre amizade, poder e sacrifício, explorando como as escolhas que cada personagem faz reverberam não só em suas vidas, mas em todo o reino de Oz. A direção do premiado Jon M. Chu garante um equilíbrio entre cenas visuais deslumbrantes e uma narrativa emocionalmente rica, que promete conquistar públicos de todas as idades.

O brilho de um elenco estrelado

A força do filme também vem do seu elenco cuidadosamente escolhido. Cynthia Erivo, conhecida por sua voz poderosa e performances marcantes, dá vida a Elphaba com uma intensidade que traduz toda a complexidade da personagem — uma mulher verde e incompreendida que desafia o status quo. Já Ariana Grande, além de estrela da música, mostra seu talento como atriz ao interpretar Glinda, que enfrenta o peso das expectativas sociais e pessoais.

Complementando o trio principal, Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, interpreta Madame Morrible, a enigmática diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum empresta seu carisma único ao papel do Mágico de Oz. O príncipe Fiyero ganha forma nas mãos de Jonathan Bailey, aclamado por sua versatilidade e presença magnética.

O filme também apresenta uma série de personagens coadjuvantes que enriquecem a trama, como Ethan Slater (Boq), Marissa Bode (Nessarose), e novos rostos como Bowen Yang e Bronwyn James, que interpretam os assistentes de Glinda, conferindo humor e leveza em meio ao drama.

Uma produção marcada pela inovação e respeito ao original

A jornada para adaptar o musical da Broadway para as telas do cinema foi longa e cheia de desafios, mas com um resultado que promete honrar a obra original. Baseado no livro de Gregory Maguire e no espetáculo de Stephen Schwartz e Winnie Holzman, o filme preserva o encanto e a profundidade da história, com novidades e elementos visuais que só o cinema pode proporcionar.

Um destaque técnico do longa é a gravação dos vocais ao vivo durante as filmagens, uma técnica que intensifica a emoção das performances e aproxima o público do universo musical de Oz. A direção de fotografia de Alice Brooks e o trabalho de produção de Nathan Crowley ajudam a construir um mundo que é ao mesmo tempo fantástico e palpavelmente real.

O que esperar da continuação?

Além de revelar os desdobramentos da relação entre Elphaba e Glinda, “Wicked: Parte II” promete responder a perguntas deixadas no ar, como o destino dos personagens Boq e Fiyero, a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose, e a chegada inesperada de Dorothy Gale, a garota do Kansas que pode mudar o rumo da história.

O filme propõe um mergulho nos conceitos de amizade verdadeira, coragem para enfrentar a adversidade e a importância de enxergar o outro com empatia, mesmo quando as circunstâncias parecem irremediáveis. É uma celebração da complexidade humana dentro de um universo fantástico, que se conecta profundamente com temas universais.

O fenômeno Wicked: da Broadway às telas do cinema

Desde sua estreia nos palcos em 2003, Wicked conquistou plateias pelo mundo com sua releitura da clássica história de Oz, mostrando as bruxas sob uma nova luz. Quebrando recordes de público e rendendo prêmios, o musical tornou-se um marco cultural, com apresentações em diversos países, incluindo Brasil, Reino Unido, Japão e Austrália.

A transição para o cinema, portanto, era uma expectativa natural para fãs e produtores. A Universal Pictures e os nomes por trás da adaptação têm mantido uma linha de respeito e inovação, garantindo que tanto espectadores que já conhecem a peça quanto os que estão descobrindo Oz pela primeira vez possam se encantar.

Um convite para se perder e se encontrar em Oz

Mais do que um espetáculo visual, “Wicked: Parte II” é uma história sobre escolhas, consequências e, sobretudo, a força da conexão entre duas pessoas muito diferentes que compartilham um destino. É um convite para refletir sobre preconceitos, redenção e o verdadeiro significado do poder — não aquele que é imposto, mas o que nasce da coragem e da empatia.

Entre Duas Mulheres | Chloé Robichaud traz frescor e coragem em nova comédia sobre desejo e liberdade feminina

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Foto: Reprodução/ Internet

A partir do dia 13 de novembro de 2025, o público brasileiro poderá conferir nos cinemas Entre Duas Mulheres, nova comédia da diretora canadense Chloé Robichaud, uma das vozes mais potentes do cinema contemporâneo. O longa, um remake do clássico quebequense de 1970, revisita a história de duas mulheres aparentemente acomodadas que decidem desafiar o que se espera delas — e, no processo, redescobrem o prazer de viver.

A trama acompanha Violette (Karine Gonthier-Hyndman), que tenta se equilibrar entre a maternidade e a perda de si mesma, e Florence (Laurence Leboeuf), uma vizinha que enfrenta uma depressão silenciosa. Ambas têm vidas estáveis, parceiros presentes e carreiras consolidadas — mas também carregam o vazio de quem vive conforme o roteiro dos outros.

O ponto de virada surge de forma inesperada: um entregador bate à porta e muda tudo. O encontro, que poderia ser apenas um flerte passageiro, se transforma em uma espécie de despertar. A partir daí, as duas iniciam uma jornada que mistura desejo, cumplicidade e um questionamento profundo sobre o que realmente as faz felizes.

Robichaud conduz essa história com o mesmo olhar sensível que marcou seus trabalhos anteriores, transformando temas pesados — como o tédio conjugal, a solidão e o papel da mulher moderna — em uma narrativa leve, provocante e cheia de humor. O riso, aqui, não é fuga; é resistência.

A diretora, premiada no Festival de Sundance, aposta em uma comédia que fala de prazer sem culpa, de maternidade sem romantização e de amor sem regras. É uma obra que entende o humor como ferramenta de empatia, e não de julgamento.

Um elenco que vibra autenticidade

O elenco feminino é o coração pulsante do filme. Karine Gonthier-Hyndman e Laurence Leboeuf entregam performances intensas e cheias de nuances, dando às personagens uma humanidade rara — mulheres que oscilam entre o riso e o choro, o desejo e o medo, o impulso e a dúvida.

Ao lado delas, estão Félix Moati, Mani Soleymanlou, Juliette Gariépy e a premiada Sophie Nélisse (A Menina que Roubava Livros, Yellowjackets), que reforçam o elenco com interpretações vibrantes e cheias de verdade.

Um olhar feminino sobre o corpo e o desejo

Mais do que uma comédia romântica, Entre Duas Mulheres é um manifesto sobre a autonomia feminina. Baseado na peça de Catherine Léger, o roteiro questiona como o mundo contemporâneo lida com o desejo e a monogamia, e o quanto as mulheres ainda se sentem presas a papéis antigos — mesmo em tempos de aparente liberdade.

Chloé Robichaud filma tudo em 35mm, com uma estética quente e naturalista que valoriza o toque, a pele, o gesto cotidiano. A câmera da diretora Sara Mishara recusa o olhar voyeur e transforma o corpo feminino em território de expressão, e não de exposição. A ambientação em uma cooperativa habitacional ecológica reforça o contraste entre o ideal de coletividade e a necessidade de se afirmar como indivíduo.

MC Guimê abre o jogo no SuperPop desta quarta (09): BBB, nova fase na vida pessoal e bastidores da fama

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Foto: Reprodução/ Internet

Ele já foi a cara do funk ostentação, emplacou hits em rádios e baladas de todo o país e até representou o Brasil ao lado de Emicida com “País do Futebol”. Agora, MC Guimê retorna aos holofotes de um jeito diferente: com mais maturidade, novos sonhos e uma nova família a caminho. O cantor é o convidado da vez no “SuperPop”, que vai ao ar nesta quarta, 9 de julho de 2025, às 22h45, na RedeTV! — e promete entregar tudo no quadro Na Mira da Mídia.

Na entrevista com Luciana Gimenez, Guimê fala abertamente sobre sua passagem polêmica pelo BBB 23, os erros e aprendizados da exposição em rede nacional, além de comentar a nova fase ao lado da noiva, Fernanda Stroschein, com quem espera o primeiro filho.

🧢 De Osasco para o topo das paradas

Guilherme Aparecido Dantas Pinho, ou apenas MC Guimê, nasceu em Osasco, na Grande São Paulo, e como muitos jovens periféricos, começou cedo: dos 13 aos 16 anos, trabalhava em uma quitanda para ajudar nas contas de casa. A música entrou na sua vida como respiro e sonho. Ainda adolescente, começou a escrever letras, gravar faixas e circular pelo cenário independente.

O sucesso não demorou a chegar: “Tá Patrão” estourou nas redes e abriu caminho para o funk ostentação tomar conta do Brasil. Vieram então hits como “Na Pista Eu Arraso”, “Plaquê de 100” e, claro, o icônico “País do Futebol”, parceria com Emicida, que virou até tema de Copa do Mundo. Seu bordão “Vai segurando!” virou marca registrada.

Mesmo com letras recheadas de luxo, Guimê nunca escondeu sua origem humilde. Foi criado pelo pai, um eletricista, e sempre demonstrou orgulho da sua trajetória. Entre shows, gravações e cifras milionárias, manteve os pés no chão — ainda que muitas vezes tenha os olhos voltados para o estrelato.

🧨 Realities, recomeços e reconciliações

A participação de MC Guimê no Big Brother Brasil 2023 dividiu opiniões e terminou em polêmica. O funkeiro foi desclassificado do programa, situação que o levou a se recolher e reavaliar seus próximos passos.

No programa, o cantor comenta com franqueza os bastidores do reality, o impacto da eliminação em sua carreira e como tudo isso mexeu com sua vida pessoal. Mais do que um tropeço, ele encara o episódio como parte de um processo de amadurecimento: “Eu tinha que passar por tudo isso pra entender quem eu sou e o que quero ser daqui pra frente”, adianta ele na prévia da entrevista.

👶 Paternidade à vista e amor em nova fase

Se os últimos tempos foram de reconstrução, 2024 chegou com boas novas para Guimê. No programa, ele compartilha a felicidade de estar noivo da empresária Fernanda Stroschein — com quem vive um relacionamento mais reservado — e celebra a chegada do primeiro filho.

“É um momento muito especial, porque tô focado em mim, na minha família e em fazer música com verdade”, diz o cantor. A fase também marca seu retorno gradual aos palcos, com novos projetos, músicas e colaborações que devem ser lançadas ainda neste semestre.

🎶 Entre o funk e o futuro

MC Guimê é daqueles artistas que não param no rótulo. Já flertou com o pop, o rap, a MPB e promete trazer mais experimentações em sua nova fase musical. Em paralelo, se dedica a causas sociais ligadas à juventude e quer ser inspiração para outros jovens de periferia.

“Meu sonho sempre foi viver da música, mas agora meu foco é também deixar um legado. Mostrar que dá pra cair, levantar, e seguir em frente com mais sabedoria”, afirma.

📺 Não perca!

A entrevista completa vai ao ar nesta quarta-feira (9), às 22h45, na RedeTV!, no tradicional SuperPop com Luciana Gimenez. Emoção, revelações, curiosidades e o retrato de um artista em reconstrução — imperdível para fãs do funk, da música brasileira e de boas histórias de superação.

SuperPop desta quarta (13/08) debate os riscos dos anabolizantes e modulações hormonais com especialistas e influenciadoras

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Crédito: Divulgação/RedeTV!

O programa SuperPop, apresentado por Luciana Gimenez, traz nesta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, um tema que desperta atenção de atletas, praticantes de academia e do público em geral: as transformações físicas provocadas pelo uso de anabolizantes e de modulações hormonais. Exibida ao vivo, a atração aborda os efeitos, riscos e consequências do consumo indiscriminado desses hormônios, além de discutir as mudanças estéticas obtidas por treinos intensos e rotinas de alta performance.

Luciana Gimenez abre o programa com um alerta direto: “O corpo humano tem limites, e ultrapassá-los sem acompanhamento médico pode gerar consequências sérias, tanto físicas quanto psicológicas.” O debate se propõe a ser informativo, equilibrando experiências de quem vive o dia a dia em busca de resultados estéticos com orientações de especialistas em saúde e medicina esportiva.

Para trazer diversidade de perspectivas, o SuperPop recebe a modelo e apresentadora Juju Salimeni, conhecida por sua disciplina em treinos e por compartilhar dicas de exercícios e alimentação nas redes sociais. Juju é reconhecida por sua dedicação ao corpo e por inspirar milhares de seguidores, mas também alerta sobre a pressão estética que muitas vezes leva ao uso de substâncias sem orientação profissional. Durante o programa, ela comenta: “É importante diferenciar dedicação de excesso. Treinar duro é saudável, mas buscar resultados rápidos com hormônios pode trazer problemas sérios para o corpo e a mente.”

Ao lado de Juju, participa do debate Victoria Villarim, ex-participante de reality show e influenciadora digital. Victoria compartilha com os telespectadores sua rotina de cuidados com o corpo e a importância de manter a saúde como prioridade. Ela destaca que as redes sociais muitas vezes promovem padrões inalcançáveis de beleza e força física, aumentando a tentação de recorrer a anabolizantes e moduladores hormonais. “Mostramos nosso treino e alimentação, mas nem sempre falamos sobre os desafios e riscos que existem por trás do corpo perfeito”, comenta Victoria, reforçando a necessidade de diálogo aberto sobre o tema.

Para fundamentar o debate com informações científicas, Luciana Gimenez convida o Dr. Paulo Muzy, especialista em medicina esportiva e referência no desenvolvimento da saúde muscular. Muzy explica os efeitos fisiológicos dos anabolizantes, incluindo alterações hormonais, sobrecarga nos órgãos internos e impactos a longo prazo no sistema cardiovascular. “O uso indiscriminado de hormônios pode trazer consequências irreversíveis. Nosso objetivo é orientar as pessoas sobre como otimizar o corpo de forma saudável e segura, sem colocar a saúde em risco”, alerta o médico.

O programa também destaca que a busca por resultados rápidos muitas vezes ignora fatores essenciais, como descanso adequado, alimentação balanceada e acompanhamento profissional. Luciana conduz a conversa com sensibilidade, equilibrando relatos pessoais de Juju e Victoria com explicações técnicas do Dr. Muzy, promovendo um debate acessível e informativo.

Além de discutir os perigos do uso de hormônios, o programa aborda as pressões sociais e culturais que incentivam a busca por corpos “perfeitos”. A discussão evidencia que o problema vai além do treino intenso: envolve autoestima, influências digitais e expectativas irreais de beleza. Juju comenta: “O que vemos nas redes nem sempre reflete a realidade. Por trás de cada corpo esculpido, há esforço, disciplina e, às vezes, decisões que não são saudáveis.”

Victoria Villarim acrescenta: “Precisamos falar sobre o que é sustentável. O público jovem, principalmente, acaba sendo impactado por conteúdos que mostram apenas resultados, sem explicar o processo ou os riscos envolvidos.” O diálogo promovido pelo programa reforça a importância de responsabilidade tanto de influenciadores quanto de profissionais da saúde ao compartilhar informações sobre performance e estética.

O especialista Dr. Paulo Muzy destaca ainda que o acompanhamento médico não é apenas uma medida de segurança, mas um fator crucial para otimizar resultados. Ele explica que moduladores hormonais podem ser utilizados em contextos específicos, mas somente quando há avaliação profissional e monitoramento constante. “A diferença entre um uso seguro e um uso arriscado está na prescrição, na supervisão médica e no conhecimento do próprio corpo”, afirma.

O programa também procura desmistificar algumas ideias equivocadas sobre anabolizantes e modulação hormonal. Luciana Gimenez ressalta que muitos jovens acreditam que esses métodos são soluções rápidas e sem consequências, o que é um equívoco perigoso. O programa busca esclarecer que a construção de força e massa muscular requer tempo, consistência e atenção à saúde integral.

O episódio ao vivo inclui interações com o público, que pode enviar perguntas e comentários. Esse formato permite que dúvidas comuns sobre treinos, nutrição e uso de hormônios sejam esclarecidas em tempo real, reforçando o papel educativo do programa. Luciana ressalta que o objetivo é promover consciência, prevenção e escolhas responsáveis.

Além do debate principal, o programa apresenta histórias de pessoas que enfrentaram complicações decorrentes do uso de anabolizantes, trazendo um olhar humano e realista sobre o tema. Os relatos reforçam que cada corpo reage de forma diferente e que decisões impulsivas podem gerar consequências duradouras. Juju e Victoria compartilham ainda dicas de como manter disciplina, motivação e saúde sem recorrer a substâncias de risco.

Para finalizar, Luciana Gimenez reforça a mensagem central do programa: buscar resultados estéticos ou de performance deve estar sempre aliado à saúde. “A estética não pode vir acima da vida. É possível ter um corpo saudável e bonito, mas sem comprometer órgãos, hormônios e bem-estar mental”, conclui a apresentadora.

“Estranho Jeito de Amar” emociona e conquista 8 indicações no Festival MT Queer Premia 2025

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Foto: Julio Andrade/ Reprodução

“A gente não quer só amor. A gente quer ser visto, compreendido e respeitado.” A frase é dita por um dos protagonistas de Estranho Jeito de Amar, mas poderia facilmente resumir o impacto social e artístico dessa websérie que, desde sua estreia no YouTube, tem arrebatado uma legião de fãs e conquistado elogios da crítica. Agora, a produção independente acaba de atingir um novo marco em sua trajetória: recebeu oito indicações ao MT Queer Premia 2025, um dos mais relevantes festivais dedicados à diversidade no audiovisual brasileiro.

Protagonizada por Rodrigo Tardelli e Allan Ralph, Estranho Jeito de Amar mergulha com sensibilidade e coragem em uma temática que ainda é pouco explorada na ficção brasileira: relacionamentos abusivos entre homens gays. Com roteiro denso, atuações emocionantes e uma estética marcada pela intimidade e crueza, a série traz à tona feridas abertas e silêncios impostos, revelando as múltiplas camadas de afeto, dor, dependência e superação que atravessam a vida de seus personagens.

Um amor que fere — e liberta

A primeira temporada da série apresenta o cotidiano do casal interpretado por Rodrigo e Allan: um relacionamento que, à primeira vista, parece repleto de cumplicidade e paixão. Mas à medida que os episódios avançam, a relação vai se revelando marcada por ciúmes excessivos, manipulação e violência emocional, num retrato potente do ciclo de abusos que muitas pessoas LGBTQIAPN+ enfrentam — e que raramente encontram espaço para ser discutido na ficção.

Rodrigo Tardelli, que além de ator é um dos idealizadores do projeto, conta que a ideia surgiu da necessidade de retratar formas de violência muitas vezes invisibilizadas, especialmente entre casais do mesmo sexo. “Durante muito tempo, a única imagem que tínhamos de casais LGBTQIAPN+ na mídia era ou a caricatura ou o romance idealizado. Mas existem dores que a gente precisa nomear. E a violência em relações afetivas queer é uma delas.”

A produção foi toda realizada com recursos próprios e por uma equipe enxuta, formada majoritariamente por profissionais LGBTQIAPN+.

“Cada cena era pensada com muito cuidado. A gente não queria apenas mostrar o que é um relacionamento tóxico, mas também mostrar como isso afeta profundamente a autoestima, a saúde mental, a percepção do outro e de si mesmo”, completa Allan Ralph, indicado junto de Rodrigo na categoria Melhor Ator (Drama).

Indicações refletem potência artística e relevância social

As oito indicações recebidas pela série não vieram por acaso. O reconhecimento abrange desde categorias técnicas, como Melhor Fotografia e Melhor Produção, até prêmios de destaque, como Melhor Roteiro (Drama), Melhor Direção, Melhor Elenco e Melhor Série.

“É emocionante ver que uma história como a nossa, feita com tanta garra, está sendo reconhecida em tantas frentes. O MT Queer Premia entende que a representatividade vai além de colocar personagens LGBTQIA+ na tela. Trata-se de mostrar nossas dores, nossos amores, nossas contradições — tudo com humanidade e respeito”, comenta Rodrigo, visivelmente emocionado.

O Festival MT Queer Premia é realizado anualmente em Cuiabá, capital de Mato Grosso, e já se tornou um dos principais eventos culturais do Centro-Oeste. Criado em 2016, o coletivo MT Queer é uma iniciativa que combina arte, militância e educação, promovendo ações de visibilidade, capacitação e acolhimento voltadas à comunidade LGBTQIAPN+ em todo o Brasil.

A premiação deste ano está marcada para o dia 19 de outubro, e promete reunir grandes nomes do cinema queer brasileiro, além de artistas independentes, militantes, produtores e entusiastas da diversidade.

Um festival para quem ousa narrar o silenciado

“A presença de Estranho Jeito de Amar entre os indicados não é só uma conquista artística. É uma conquista política. É a afirmação da potência das nossas histórias contadas com coragem, verdade e afeto”, diz Rodrigo. Ele destaca que o festival valoriza “quem ousa narrar o que ainda é silenciado”, e acredita que essa representatividade genuína pode transformar vidas.

Para a organização do MT Queer, o impacto de obras como essa ultrapassa a tela. “Quando vemos uma série que trata de abuso em relações homoafetivas com essa profundidade e sensibilidade, percebemos o quanto o audiovisual pode ser uma ferramenta de conscientização, empatia e transformação”, comenta Laís Farias, uma das curadoras do festival.

Segundo ela, Estranho Jeito de Amar marca um novo momento da produção audiovisual independente LGBTQIAPN+ no Brasil: “Estamos vendo narrativas que não têm medo de tocar em feridas, de problematizar, de provocar debate. E isso é fundamental para que a arte cumpra também seu papel social.”

Vozes que ecoam

Desde que estreou no YouTube, a websérie acumulou milhares de visualizações e uma base fiel de fãs, que não apenas assistem, mas compartilham, comentam e se sentem representados. Muitos relatos nas redes sociais mencionam como a história ajudou pessoas a identificarem abusos em suas próprias relações.

“Eu estava num relacionamento muito parecido e não conseguia nomear aquilo como abuso até ver a série. Foi um choque. Mas também um alívio. Eu percebi que não estava sozinha”, escreveu uma seguidora no Instagram da produção.

Outros fãs exaltam a atuação do elenco, em especial a entrega de Rodrigo e Allan em cenas intensas e emocionalmente exigentes. “Eles vivem aquilo de um jeito tão verdadeiro que a gente se sente parte daquela dor. A série me fez chorar, mas também me fez pensar”, comentou outro usuário.

Prime Video lança trailer de A Lista Terminal: Lobo Negro e revela prequela intensa com Taylor Kitsch

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Foto: Reprodução/ Internet

O Prime Video revela ao público o trailer de A Lista Terminal: Lobo Negro, prequela da aclamada série The Terminal List, prometendo explorar as origens de um personagem central do universo criado por Jack Carr. A nova produção traz Taylor Kitsch no papel de Ben Edwards, acompanhado por Tom Hopper, Robert Wisdom e Chris Pratt, garantindo um elenco sólido e capaz de transmitir a intensidade emocional e o suspense que os fãs esperam. Abaixo, confira o vídeo:

Co-criado por Jack Carr, autor do best-seller que deu origem à série original, e David DiGilio, showrunner da primeira temporada, Lobo Negro se situa cinco anos antes dos acontecimentos de A Lista Terminal. A narrativa foca em Ben Edwards, um jovem agente da Marinha que, após vivenciar eventos traumáticos no campo de batalha, evolui para operador paramilitar da CIA. O projeto, segundo os criadores, não apenas apresenta sequências de ação impressionantes, mas também investiga o impacto psicológico da guerra e das operações secretas sobre o indivíduo.

A série original, A Lista Terminal, introduziu o público ao universo de James Reece, interpretado por Chris Pratt, um veterano do exército americano que retorna aos Estados Unidos depois que seu pelotão da Marinha sofre uma emboscada durante uma missão secreta. O sucesso da primeira temporada mostrou a combinação de ação intensa, suspense psicológico e dilemas morais, estabelecendo a base para a expansão do universo com Lobo Negro. Agora, a prequela amplia o contexto, permitindo que os espectadores conheçam as experiências que moldaram Ben Edwards antes mesmo de cruzar com Reece.

O enredo acompanha a transformação de Ben Edwards de um jovem marinheiro idealista em um operador paramilitar da CIA, revelando os desafios que enfrenta em missões de alto risco e o preço humano da guerra. O desenvolvimento do personagem é cuidadosamente explorado, mostrando não apenas suas habilidades estratégicas, mas também sua vulnerabilidade emocional, questionamentos éticos e o impacto psicológico que as operações secretas têm sobre ele. O público tem a oportunidade de testemunhar a evolução de Edwards, compreendendo os fatores que o levam a se tornar o homem determinado, mas atormentado, que a série original apresenta.

O elenco da série contribui significativamente para a profundidade da narrativa. Taylor Kitsch, conhecido por papéis em produções de ação e drama, entrega uma performance que equilibra intensidade física e emocional. Tom Hopper e Robert Wisdom completam o time com papéis estratégicos, representando aliados e figuras de autoridade que desafiam Edwards em diferentes níveis. Chris Pratt, embora não seja o protagonista, mantém sua presença simbólica no universo compartilhado, conectando diretamente Lobo Negro à série original e reforçando a continuidade narrativa que os fãs valorizam.

A abordagem da trama também explora temas mais amplos, como lealdade, traição e a linha tênue entre justiça e vingança. Ao acompanhar Edwards, os espectadores são convidados a refletir sobre as consequências das decisões tomadas em nome da segurança nacional e sobre como experiências traumáticas podem redefinir a vida de uma pessoa. Essa profundidade temática sugere que a série não se limita à ação, mas busca apresentar uma narrativa madura e relevante, capaz de engajar tanto fãs de thrillers militares quanto público interessado em dramas psicológicos.

Além do foco em Edwards, a série oferece um olhar detalhado sobre o funcionamento interno da CIA e de operações paramilitares, mostrando os processos de seleção, treinamento e execução de missões secretas. Essa atenção aos detalhes contribui para a verossimilhança da série, criando uma experiência imersiva para o público. O realismo das sequências de ação, aliado ao desenvolvimento de personagens complexos, permite que a série se destaque no cenário de thrillers de espionagem, combinando entretenimento com autenticidade narrativa.

Para os fãs de The Terminal List, a prequela representa uma oportunidade de vivenciar a jornada de Edwards desde o início, compreendendo suas escolhas e os eventos que moldam sua personalidade. A série também convida novos espectadores a mergulhar no universo criado por Jack Carr, oferecendo uma narrativa autossuficiente que combina tensão, emoção e reflexão sobre os impactos da guerra e do serviço militar na vida de um indivíduo.

Park Chan-wook retorna aos cinemas brasileiros com humor ácido; “A Única Saída” ganha trailer e pôster oficiais

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Foto: Reprodução/ Internet

A MUBI, plataforma global de streaming, produtora e distribuidora conhecida por apostar em cinema autoral e provocador, divulgou o novo trailer e o pôster oficial de “A Única Saída”, thriller de humor sombrio dirigido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook (Oldboy, A Criada, Decisão de Partir). Em parceria com a distribuidora independente Mares Filmes, o lançamento marca o retorno do diretor às salas brasileiras, com estreia confirmada para 22 de janeiro.

Reconhecido mundialmente por seu estilo visual preciso e por narrativas que exploram obsessão, violência e moralidade, Park Chan-wook apresenta em A Única Saída uma obra que dialoga diretamente com o mundo contemporâneo. Desta vez, o cineasta vencedor do BAFTA se afasta parcialmente da violência explícita que marcou alguns de seus trabalhos mais famosos para investir em um suspense corrosivo, atravessado por humor ácido e desconfortável, capaz de provocar riso e inquietação ao mesmo tempo.

O filme é estrelado por Lee Byung-hun (Eu Vi o Diabo, G.I. Joe, Round 6), um dos atores mais respeitados da Coreia do Sul, que interpreta Man-su, um homem comum, de meia-idade, cuja vida entra em colapso após ser demitido da fábrica de papel onde trabalhou por 25 anos. A atuação de Lee promete mais uma composição intensa e contida, explorando as frustrações silenciosas de um personagem esmagado por um sistema que já não encontra espaço para ele. Ao seu lado está Son Ye-jin (A Última Princesa, Something in the Rain), atriz conhecida por performances emocionalmente sofisticadas, que acrescenta complexidade às relações pessoais do protagonista.

O elenco de apoio reforça o peso dramático da produção. Estão no filme Park Hee-soon (My Name, Seven Days), Lee Sung-min (The Spy Gone North, Revenant), Yeom Hye-ran (The Glory, Miracle in Cell No. 7), Cha Seung-won (Believer, The Greatest Love) e Yoo Yeon-seok (Mr. Sunshine, Hospital Playlist). Cada um desses nomes contribui para a construção de um universo social marcado pela competição, pela hipocrisia e pelo medo constante da exclusão.

Inspirado no romance “O Corte” (The Ax), do escritor americano Donald E. Westlake, o filme parte de uma premissa aparentemente simples, mas devastadora em suas implicações. Após perder o emprego, Man-su entra em uma busca obsessiva por recolocação profissional. Currículos enviados, entrevistas frustradas e portas fechadas passam a definir sua rotina. Aos poucos, a narrativa revela como o desespero pode corroer princípios éticos e empurrar uma pessoa comum a decisões extremas. “Se não há uma vaga para mim, terei que criá-la. Eu não tenho outra saída”, diz o protagonista, em uma frase que sintetiza o tom perturbador do filme.

O roteiro é assinado por Park Chan-wook (Oldboy), Lee Kyoung-mi (Crush and Blush), Don McKellar (Exotica, Blindness) e Jahye Lee, combinação que reforça o caráter internacional e multifacetado da produção. A adaptação do livro de Westlake ganha novas camadas ao ser transportada para o contexto sul-coreano, país onde a pressão por sucesso profissional e estabilidade econômica é intensa e socialmente determinante. Park utiliza esse pano de fundo para construir uma sátira sombria sobre meritocracia, desemprego e o valor da dignidade em um mercado cada vez mais impessoal.

A trajetória internacional do filme também contribui para seu prestígio. O longa teve estreia mundial no Festival de Veneza, um dos mais importantes do circuito cinematográfico, e ganhou destaque na programação do London Film Festival, no Reino Unido. As exibições reforçaram a percepção de que o longa representa uma fase mais madura e reflexiva de Park Chan-wook, sem abrir mão de sua identidade autoral. Críticos destacaram a habilidade do diretor em equilibrar tensão, ironia e comentário social, transformando uma história de desemprego em um thriller inquietante.

Superman pode dar as caras em Supergirl antes do esperado — e foi o próprio James Gunn quem deixou escapar

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Nem sempre é preciso uma confirmação oficial para deixar os fãs em alerta máximo. Às vezes, uma frase meio solta, um comentário aparentemente despretensioso… e pronto: o hype está formado. Foi mais ou menos isso que aconteceu quando James Gunn, arquiteto do novo universo cinematográfico da DC, deixou escapar um detalhe curioso durante uma entrevista recente.

Em conversa com o jornalista Brandon Davis, Gunn comentou que o novo Superman pode aparecer novamente em “menos de dois anos”. Mas logo se corrigiu: “Na verdade, antes disso.”

Foi o suficiente para colocar um nome no centro das apostas: Supergirl. Afinal, o longa estrelado pela prima kryptoniana de Clark Kent será o próximo grande capítulo da nova fase da DC Films. E agora, tudo indica que o Azulão pode não só dar uma passada pelo espaço — como pode também ajudar a moldar essa nova heroína em seu próprio caminho.

Um reencontro de órbitas kryptonianas

Com estreia prevista para 2026, Supergirl é descrito como um épico de ficção científica e vingança. Esqueça a versão solar e ingênua da prima do Superman — o que vem aí é uma heroína com traumas profundos, marcada pela dor e forjada em um ambiente hostil, longe da Terra.

Baseado na aclamada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, o filme acompanha Kara Zor-El vagando pelo cosmos ao lado de Ruthye, uma garotinha que perdeu o pai assassinado por um vilão chamado Krem. A missão das duas: justiça — ou algo mais parecido com vingança.

E não será uma jornada solitária: segundo rumores, Krypto, o fiel supercão, também deve integrar a missão, trazendo alívio cômico, fofura e lealdade — três coisas que o universo da DC sempre pode usar mais.

“Duas infâncias. Dois mundos. Dois destinos.”

James Gunn, como sempre, foi direto ao ponto ao explicar por que essa história é tão importante para o futuro da DC: “Vamos ver a diferença entre o Superman, que cresceu amado por pais humanos na Terra, e a Supergirl, que passou os primeiros 14 anos de vida presa num fragmento de Krypton, vendo gente morrer de formas horríveis. Ela não teve a mesma sorte. Ela é mais dura, mais desconfiada, mais bruta.”

Esse contraste de origens e vivências promete ser o coração emocional do filme — e pode abrir caminho para que Clark Kent, agora interpretado por David Corenswet, sirva de espelho, contraponto ou até guia para a Supergirl. Um reencontro de órbitas kryptonianas, cada uma carregando seus próprios fantasmas e esperanças.

A construção cuidadosa de um novo universo

Desde que assumiu o comando criativo da DC Studios, James Gunn deixou claro que quer construir um universo interligado, mas com alma. Nada de apenas conectar filmes por obrigação. A ideia é criar pontes orgânicas, encontros que façam sentido emocional e narrativamente.

E a possível aparição do Superman em Supergirl pode ser exatamente isso: não uma ponta vazia, mas um gesto de acolhimento, uma linha de empatia, um momento que ajude Kara a encontrar sua identidade no meio do caos galáctico — e que, claro, fortaleça os laços entre os dois maiores sobreviventes de Krypton.


O novo DCU está ganhando forma — mais rápido do que esperávamos

Com Superman estreando em julho de 2025 e Supergirl já em fase avançada de desenvolvimento, tudo indica que o novo universo da DC não vai demorar a engrenar. E a estratégia parece clara: começar pelas figuras centrais, dar tempo para cada uma brilhar, mas também mostrar como elas se conectam — em espírito, valores e coração.

Se James Gunn conseguir equilibrar ação, emoção e coerência entre essas histórias, o novo DCU pode, enfim, se tornar o universo que os fãs esperam há tanto tempo.


🌍 Superman chega aos cinemas em julho de 2025.
🚀 Supergirl: Woman of Tomorrow está prevista para 2026.
🐶 E se Krypto realmente aparecer, o universo DC pode até não estar salvo… mas com certeza ficará mais fofo.

Wicked | Primeiro filme retorna aos cinemas com sessões especiais antes da estreia da aguardada segunda parte

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Os fãs de Wicked terão uma oportunidade especial de reviver a magia de Oz antes de conhecer o desfecho da história. O primeiro filme, lançado em 2024, será reexibido em sessões exclusivas nos cinemas brasileiros nos dias 16 e 19 de novembro. Os ingressos já estão à venda pelo ingresso.com, com valores que variam de R$ 15,14 a R$ 64,97, permitindo que o público escolha entre diferentes horários e formatos de exibição.

A segunda parte do musical cinematográfico dá continuidade à narrativa da primeira adaptação, explorando os desdobramentos da trajetória de Elphaba, a jovem de pele verde que se torna a Bruxa Má do Oeste. A trama aprofunda os conflitos internos e externos da protagonista, mostrando sua luta contra as injustiças do reino de Oz e seu relacionamento complexo com Glinda, agora a Bruxa Boa do Sul. A sequência promete expandir ainda mais o universo fantástico, com novas alianças, desafios e surpresas para os espectadores.

Um elenco de peso e personagens memoráveis

O filme mantém o elenco central que conquistou os fãs e introduz personagens inéditos que prometem enriquecer a história. Cynthia Erivo retorna como Elphaba, trazendo força, vulnerabilidade e uma presença marcante. Ariana Grande interpreta Galinda, agora Glinda, equilibrando charme, humor e maturidade enquanto a personagem enfrenta novas responsabilidades como a Bruxa Boa do Sul.

Michelle Yeoh interpreta Madame Morrible, diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum retorna como o carismático Mágico de Oz. Jonathan Bailey vive Fiyero Tigelaar, Ethan Slater é Boq, Marissa Bode interpreta Nessarose Thropp, Bowen Yang é Pfannee, Bronwyn James é ShenShen, e Keala Settle assume Miss Coddle, uma personagem criada exclusivamente para esta sequência. Além disso, novos rostos como Aaron Teoh, Grecia de la Paz, Colin Michael Carmichael e Adam James ajudam a ampliar o universo do filme. A presença de Dorothy Gale e seu cachorro Totó também conecta a narrativa à história clássica de Oz, preparando o terreno para interações memoráveis entre personagens antigos e novos.

Origem e legado do musical

Wicked nasceu como um musical criado por Stephen Schwartz e Winnie Holzman, baseado no livro de Gregory Maguire, que reimagina a história clássica de O Mágico de Oz. A obra original desafia a visão simplista de “bem” e “mal”, humanizando personagens como a Bruxa Má do Oeste e apresentando suas motivações, medos e dilemas.

Desde sua estreia na Broadway, em 2003, o musical se tornou um fenômeno global, quebrando recordes de bilheteria e conquistando críticos e fãs. A produção viajou pelo mundo, sendo encenada em países como Reino Unido, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Finlândia, Dinamarca, Singapura, Países Baixos, México e Brasil. Sua mistura de drama, música e fantasia conquistou diferentes gerações, consolidando Wicked como um marco da cultura pop contemporânea.

Preparando o terreno para a continuação

A segunda parte do filme tem lançamento previsto para 20 de novembro de 2025 nos Estados Unidos e promete expandir a mitologia do universo de Oz. Novos personagens, como Dorothy Gale, e situações inéditas trazem desafios e conflitos ainda maiores, mantendo a combinação de fantasia, música e drama emocional que consagrou o primeiro filme. O público pode esperar cenas de tirar o fôlego, números musicais marcantes e momentos de introspecção que aprofundam o arco de cada personagem.

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