Resumo da novela O Rico e Lázaro de sexta, 02/05 (Record)

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Capítulo 145 de O Rico e Lázaro – Sexta, 02 de maio de 2025

O mistério do desaparecimento de Nabucodonosor continua a assombrar a cidade. Beroso, com uma expressão séria, questiona Daniel sobre o sumiço do rei, deixando claro que todos estão em busca de respostas. Os sábios, em uma conversa tensa, discutem o enigma do desaparecimento do monarca, e a atmosfera na Babilônia se torna cada vez mais carregada de incertezas.

Nitócris, desesperada, se vê consumida pela preocupação com a ausência de seu marido e líder, Nabucodonosor. O vazio deixado pelo rei é evidente em todos os cantos, e ela teme pelas consequências de sua súbita ausência.

Enquanto isso, Joana, Rebeca e Hurzabum, em um gesto de compaixão, decidem sair em busca dos necessitados. A cidade está cheia de dor e carências, e eles fazem o possível para ajudar aqueles que estão à margem da sociedade, enfrentando desafios enquanto tentam atender aos mais vulneráveis.

Nebuzaradã, preocupado com a situação, ordena que os oficiais vasculhem toda a cidade em busca de pistas sobre o paradeiro do rei. Sua liderança é colocada à prova, e ele precisa agir rapidamente para manter a ordem na Babilônia.

Entretanto, uma nova preocupação surge. Sammu-Ramat começa a sangrar novamente, e Darice, visivelmente preocupada, observa a condição de Sammu com apreensão. O estado dela parece se agravar, e Darice teme que algo muito pior esteja por vir. Enquanto isso, os oficiais do palácio iniciam a busca incessante pelo rei, vasculhando cada canto da cidade em sua tentativa de encontrá-lo.

Nabonido, por sua vez, vê a oportunidade de consolidar seu poder e começa a apoiar Evil-Merodaque, buscando fortalecer sua posição em meio à crise política que toma conta do império. No entanto, seu apoio parece ter como objetivo garantir seu próprio controle, à medida que a luta pelo poder se intensifica na corte.

Joana, Hurzabum e Rebeca, mais uma vez, saem em busca dos necessitados, longe da Babilônia, tentando trazer alívio e apoio àqueles que sofrem. Eles se deparam com novos desafios, mas estão dispostos a continuar sua missão de compaixão.

Enquanto isso, Rabe-Sáris lidera um grupo de oficiais em sua busca pelo rei. A tensão aumenta a cada passo dado pelos oficiais, que estão cada vez mais determinados a encontrar Nabucodonosor, independentemente do que isso envolva.

Dalila e Raquel, em uma conversa sincera, falam sobre o desejo de viver longe da Babilônia, buscando um futuro mais pacífico ao lado de seus maridos. A Babilônia, com suas intrigas e perigos, parece cada vez mais distante dos sonhos delas.

Ebede, por sua vez, recorda as profecias de Jeremias, refletindo sobre as advertências e o que o futuro pode reservar para todos na Babilônia. Sua mente se inquieta com as palavras proféticas, enquanto o destino da cidade se desenrola.

O desespero toma conta de Darice quando ela vê Sammu tossindo sangue. O estado de saúde dela parece se deteriorar rapidamente, e o medo de uma tragédia iminente cresce a cada segundo. Sammu precisa de cuidados urgentes, mas a situação na cidade impede que ela receba a atenção necessária.

A busca pelo rei continua sem trégua. Os oficiais vasculham a casa de Elga, em busca de pistas sobre o paradeiro de Nabucodonosor. Eles não deixam nada passar despercebido, e a pressão sobre todos aumenta a cada momento.

Zac, com sua habitual generosidade, encontra Malca na rua e se oferece para ajudá-la, buscando aliviar o peso da situação que ela enfrenta. A relação deles se aprofunda à medida que ele tenta ser uma presença constante em meio ao caos.

Os oficiais não param. Eles também vasculham a Casa da Lua, onde Zabaia começa a temer que sua produção secreta de cerveja seja descoberta. O risco de ser exposto cresce, e Zabaia tenta desesperadamente esconder seus segredos, sabendo que qualquer falha pode resultar em sua ruína.

Com a cidade à beira do colapso, o capítulo revela a crescente tensão, com personagens lidando com seus próprios conflitos internos e externos, enquanto a busca pelo rei continua e os segredos de Babilônia começam a vir à tona.

“Globo Repórter” desta sexta (01/08) finaliza expedição por um Brasil que cresce sem perder as raízes

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Na noite desta sexta-feira, 1º de agosto de 2025, o “Globo Repórter” dá adeus — ao menos por agora — ao “Brasil do Meio”. Uma expedição intensa, sensível e cheia de descobertas que atravessou o coração do país, revelando muito além do que mapas mostram. Essa região, muitas vezes vista apenas como ponto de passagem ou corredor do agronegócio, se revelou um mosaico de histórias humanas, inovações surpreendentes, fé concreta e gente que não só planta e colhe, mas também sonha, transforma e resiste.

Durante semanas, a equipe do programa — liderada pelo repórter Chico Regueira — mergulhou na vida cotidiana de cidades, fazendas e comunidades nos estados de Goiás e Tocantins. E o que eles trouxeram de volta não foram apenas belas imagens ou dados impressionantes. Trouxeram vida. Histórias de superação, de amor à terra, de tecnologia com propósito e de tradições que sobrevivem mesmo quando os arranha-céus começam a engolir o céu.

Um novo olhar para o centro do Brasil

O episódio final dessa jornada nos convida a pensar: o que significa estar no meio? Estar no centro geográfico do Brasil é também estar no centro das contradições, das transformações e das possibilidades. Não é à toa que Goiás e Tocantins têm sido apontados como laboratórios vivos de um futuro que tenta equilibrar avanço econômico com sustentabilidade, inovação com memória, concreto com cerrado.

Goiânia, por exemplo, não é apenas uma cidade que cresce para cima. É também uma cidade que olha para dentro. Entre novos edifícios, robôs simpáticos e combustíveis limpos, pulsa uma alma sertaneja, cheia de afetos simples e valores profundos. Palmas, ainda jovem e em constante construção, é símbolo de um país que quer se reinventar sem esquecer de onde veio.

Goiânia: onde o agro encontra a cidade

A capital goiana é o ponto de partida do episódio. Ali, o urbano e o rural não vivem em lados opostos — eles se abraçam, ainda que com tensão. A cidade, que ganha prédios cada vez mais altos, esconde entre suas avenidas modernas um ritmo de vida que ainda valoriza o quintal, o cheiro da comida no fogão de lenha e as rodas de viola.

Um exemplo disso é a influenciadora digital que abre as portas de seu apartamento com vista para o skyline goianiense e mostra, orgulhosa, sua coleção de panelas herdadas da avó. Atrás das fotos produzidas do Instagram, há uma mulher que fala de pamonha como quem fala da infância, de banho de rio como quem fala de cura. E ali, no centro da cidade, ela faz questão de manter viva essa identidade sertaneja.

E não é só nas cozinhas que a tradição ganha um toque de futuro. No prédio mais alto da cidade, a robô Pequi — com nome inspirado na fruta símbolo do cerrado — faz entregas entre os andares como se fosse um carteiro do amanhã. Um pequeno gesto que diz muito: a tecnologia aqui não é um fim em si, mas uma ponte entre mundos.

Quando o canteiro vira sala de aula

No meio desse cenário em transformação, o Globo Repórter encontra também pessoas que decidiram mudar a realidade à sua volta. A professora Mônica Ferreira dos Santos, por exemplo, criou uma iniciativa para capacitar operários da construção civil diretamente nos canteiros. Nada de quadro negro ou cadeiras enfileiradas — o aprendizado acontece com os pés na terra e o capacete na cabeça.

Mônica sabe do que está falando: já foi ajudante de obra, estudou à noite, criou os filhos sozinha e hoje é engenheira civil. Mas, mais do que isso, ela é ponte para outros sonharem também. “Quando a gente entende o desenho de uma planta, começa a desenhar o próprio futuro”, diz um de seus alunos, com os olhos brilhando.

Fé que constrói

No mesmo território onde o concreto avança, a espiritualidade se reinventa. O programa encontra o pastor Cláudio de Carvalho, que decidiu unir sua fé com sua profissão de engenheiro. Para ele, evangelizar não é só pregar com palavras — é ensinar com ações. Em vez de apenas falar de salvação, ele ensina serventes a se tornarem pedreiros qualificados. “A gente também salva quando oferece uma profissão”, diz, com a convicção de quem constrói mais que paredes.

Biometano: combustível do presente

Outra descoberta surpreendente vem dos bastidores da mobilidade urbana: ônibus movidos a biometano — um combustível limpo, extraído dos resíduos da cana-de-açúcar. A cena do repórter embarcando em um desses veículos não é só ilustrativa: é simbólica. Mostra que o futuro não está tão longe quanto parece. Ele já está circulando pelas ruas, de forma silenciosa, econômica e sustentável.

E o que poderia parecer uma inovação distante da realidade, se mostra muito presente: “O que sobra da cana vira força para mover gente. Isso é bonito demais”, resume um dos motoristas que opera os ônibus.

No Tocantins, a última fronteira é a esperança

A equipe do programa segue viagem até o Tocantins e chega à região conhecida como Matopiba, nome que soa técnico, mas que guarda um potencial humano imenso. Ali, entre lavouras modernas e iniciativas ecológicas, está a fazenda de Murilo Sharp — uma propriedade dividida entre produção e preservação.

Metade das terras é floresta nativa. A outra metade é ocupada por gado, sim, mas com responsabilidade ambiental. Murilo não fala em produtividade como quem fala em lucro, mas como quem fala de legado. “O segredo é escutar a terra”, diz, com olhos marejados diante de uma árvore que, segundo ele, já estava ali antes mesmo do avô chegar.

Dona Zefa: a cozinha como resistência

E é também no Tocantins que o episódio encontra um dos personagens mais encantadores da série: Dona Zefa. Simples, direta, generosa, ela transforma soja em café — literalmente. Torrada e moída, a leguminosa se transforma numa bebida que lembra o café tradicional, mas tem gosto de roça.

Ela prepara a bebida enquanto frita bolinhos e recebe a equipe com o sorriso de quem não se deixa intimidar pelas câmeras. “É café de soja, mas tem alma”, brinca. Ao lado do fogão, sua cozinha parece um relicário de afetos, receitas e memória.

Palmas: jovem, solar, promissora

A expedição se encerra na capital do Tocantins. Palmas ainda é uma cidade em construção — no tempo, na identidade, no sonho. Criada no fim dos anos 1980, ela é o exemplo mais literal do Brasil em transformação: uma cidade nova, nascida de um desejo de modernidade, mas que carrega histórias antigas em cada esquina.

O programa Globo Repórter visita o marco geodésico do país, conversa com os primeiros moradores que chegaram com quase nada e, hoje, têm filhos formados, netos sonhando alto. Palmas respira juventude, mas também carrega a sabedoria de quem começou tudo do zero.

The Beloved | Teaser do novo filme de Rodrigo Sorogoyen mostra drama familiar intenso com Javier Bardem e Victoria Luengo

O primeiro teaser de The Beloved foi divulgado nesta segunda-feira, 13 de abril, apresentando ao público o novo trabalho do diretor espanhol Rodrigo Sorogoyen (As Bestas, El Reino, Madre). O longa já nasce cercado de expectativa e prestígio, após ser selecionado para a competição oficial da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2026, que acontece entre 12 e 23 de maio de 2026, um dos espaços mais disputados do cinema mundial.

Estrelado por Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez, Skyfall, Mar Adentro) e Victoria Luengo (Antidisturbios, La Mesías, Riot Police), o filme se apresenta como um drama familiar carregado de tensão emocional, em que passado, carreira e relações pessoais se misturam de forma quase inevitável. A história gira em torno de Esteban Martínez (Bardem), um cineasta renomado, mas marcado por um histórico de excessos, comportamentos autodestrutivos e uma vida pessoal cheia de rupturas.

Ao seu lado está Emilia (Luengo), sua filha e também atriz, que construiu a própria trajetória longe da sombra do pai e do peso de sua fama. O ponto central da narrativa acontece quando Esteban decide convidá-la para atuar em seu novo projeto cinematográfico, um drama de amor que será rodado nas Ilhas Canárias. O convite, que à primeira vista parece apenas profissional, rapidamente se transforma em um gatilho emocional que obriga os dois a revisitar anos de silêncio, distância e feridas que nunca foram resolvidas.

Um set de filmagem que vira campo de confronto emocional

Mais do que um simples reencontro familiar, The Beloved constrói sua narrativa dentro de outra narrativa. O filme acompanha não apenas a relação entre pai e filha, mas também a produção de um longa fictício chamado Desierto, que está sendo filmado dentro da própria história. Essa camada adicional cria um jogo de espelhos entre ficção e realidade, onde as emoções dos personagens acabam contaminando o set de filmagem e vice-versa.

A trama dentro da trama se passa no Saara Ocidental da década de 1930, ampliando ainda mais o alcance simbólico do projeto. Enquanto a equipe tenta concluir o filme, os conflitos pessoais de Esteban e Emilia começam a interferir diretamente no processo criativo, transformando o set em um espaço de tensão constante, onde arte e vida pessoal deixam de ser separadas.

Elenco reúne nomes fortes do cinema europeu

Além de Bardem e Luengo, o elenco conta com uma seleção de nomes de peso do cinema europeu. Entre eles estão Raúl Arévalo (La Isla Mínima, El Buen Patrón, Cien Años de Perdón), Marina Foïs (As Bestas, Polisse, Une Nuit), Raúl Prieto (Antidisturbios, El Reino, La Casa de Papel), Melina Matthews (La Casa de Papel, The Head, Matadero) e Núria Prims (Isabel, El Inocente, El Bosc), reforçando o caráter internacional da produção.

O roteiro é assinado por Sorogoyen em parceria com Isabel Peña (As Bestas, El Reino, Madre), sua colaboradora de longa data, conhecida por construir personagens complexos e narrativas densas, sempre focadas em relações humanas e conflitos morais.

Bastidores e construção do filme

As filmagens de The Beloved aconteceram ao longo de dez semanas, com locações principais em Fuerteventura e Madri. A escolha dos cenários não é aleatória: enquanto as Ilhas Canárias trazem uma sensação de isolamento e amplitude emocional, Madri reforça o peso urbano e psicológico da história.

A equipe técnica também reúne nomes frequentes na filmografia de Sorogoyen. A direção de fotografia fica a cargo de Álex de Pablo (As Bestas, Madre, El Reino), que aposta em uma estética mais intimista e contrastada, enquanto a montagem é assinada por Alberto del Campo (As Bestas, El Reino, Madre), conhecido por construir ritmo emocional preciso nas obras do diretor. A trilha sonora é composta por Olivier Arson (As Bestas, El Reino, Antidisturbios), reforçando a identidade sonora já consolidada da parceria.

Caminho até Cannes e lançamento internacional

O projeto foi inicialmente apresentado em 2024 sob o título El ser querido, quando ainda estava em fase de desenvolvimento pela Movistar Plus+. Na ocasião, Sorogoyen descreveu o filme como uma tentativa de sair da própria zona de conforto, sem revelar elenco ou detalhes da história.

Em 2025, durante o Festival de San Sebastián, o próprio Javier Bardem confirmou sua participação no projeto, seguido pela revelação oficial de Victoria Luengo como protagonista feminina. Pouco depois, o restante do elenco foi anunciado, consolidando o filme como uma das produções europeias mais ambiciosas do período.

A estreia mundial de The Beloved acontecerá no Festival de Cannes 2026, onde concorre à Palma de Ouro. Após o festival, o longa será lançado nos cinemas da Espanha em 28 de agosto de 2026 pela A Contracorriente Films, com distribuição internacional da Goodfellas e posterior chegada ao streaming pela Movistar Plus+.

Paulistar deste sábado (04/04) revela a história e a cultura do Bixiga, bairro icônico de São Paulo

O episódio do Paulistar deste sábado, 4 de abril, convida os telespectadores a conhecer o Bixiga, bairro oficialmente chamado Bela Vista, um dos mais tradicionais e vibrantes de São Paulo. Reconhecido como ponto de encontro de culturas diversas, o bairro mistura influências afro-brasileiras, italianas e nordestinas, consolidando-se como um território de memória, arte e resistência.

A apresentadora Valéria Almeida conduz a visita ao lado de Sarah Brandão, moradora de longa data, que descreve o bairro como um espaço de ancestralidade e histórias vivas. O passeio começa na Escadaria do Bixiga, construída em 1929 para ligar o Morro dos Ingleses à região mais baixa. O local se tornou símbolo do bairro, reunindo moradores e visitantes em um ponto que une passado e presente.

Em seguida, Valéria percorre a Praça Dom Orione, um dos espaços centrais da vida comunitária. Aos domingos, a praça recebe a tradicional Feira de Antiguidades, atraindo colecionadores, turistas e moradores em busca de peças históricas e encontros culturais. A visita segue para a Rua 13 de Maio, batizada em referência à assinatura da Lei Áurea em 1888, onde se encontram cantinas, bares e brechós. A via é palco de eventos tradicionais, como a Festa de Nossa Senhora Achiropita, que acontece todos os anos em agosto, transformando o bairro em uma celebração de música, gastronomia e cultura popular.

O episódio também mergulha na história do Quilombo Saracura, formado no final do século XIX por pessoas escravizadas e libertas que buscavam refúgio na região. O legado do quilombo é preservado na Casa de Dona Yayá, espaço cultural que abriga exposições sobre a formação do bairro. A tradição musical do Saracura se conecta ao nascimento da Escola de Samba Vai-Vai, em 1930, considerada a mais vitoriosa de São Paulo. Durante o programa, Valéria participa de uma roda de samba com integrantes da velha-guarda da escola e moradores locais, reforçando a importância do bairro como território de resistência e convivência.

Além da música, o Bixiga se destaca por sua vocação teatral. Com cerca de vinte salas de espetáculo, concentra o maior número de teatros da cidade. Entre eles, o Teatro Oficina, fundado em 1961, é conhecido pela arquitetura de Lina Bo Bardi e pela trajetória do diretor José Celso Martinez Corrêa, figura central na cultura brasileira, que transformou o espaço em referência para a cena artística nacional.

A gastronomia é outro ponto alto da visita. Valéria conhece cantinas tradicionais, conversa com famílias que preservam receitas passadas de geração em geração e experimenta pratos que consolidaram o bairro como referência culinária. Na Cannoleria do Bixiga, o cannoli italiano simboliza a tradição da comida de rua, conectando visitantes e moradores à identidade histórica da região.

O episódio finaliza com uma visita à Vila Itororó, conjunto arquitetônico inaugurado em 1922 e tombado pelo patrimônio histórico. Depois de anos de abandono, o espaço foi restaurado e funciona hoje como centro cultural, oferecendo oficinas, exposições, apresentações musicais e eventos gratuitos. Valéria acompanha um festival de cultura nordestina e encontra a dupla Caju e Castanha, mestres da embolada, manifestação musical marcada pelo improviso, velocidade nos versos e acompanhamento de pandeiro. A apresentação encerra o episódio com uma homenagem à diversidade cultural e à história do Bixiga.

O programa mostra que o Bixiga é mais do que um bairro histórico. Ele é símbolo da convivência entre diferentes culturas, da preservação de tradições e da vitalidade artística de São Paulo. Suas ruas, praças, cantinas e teatros revelam histórias de luta, criatividade e resistência, tornando o bairro um território vivo, pulsante e essencial para compreender a diversidade da cidade.

Trailer de Casa de Dinamite revela suspense político tenso dirigido por Kathryn Bigelow

O suspense político que promete se destacar em 2025 ganhou nesta quarta-feira, 3 de setembro, seu primeiro teaser oficial, revelando a intensidade dramática e a tensão eletrizante que Kathryn Bigelow entrega mais uma vez ao público. O longa Casa de Dinamite, com estreia limitada nos cinemas brasileiros em 9 de outubro, estará disponível globalmente na plataforma de streaming Netflix a partir de 24 de outubro, apresentando uma narrativa marcada por crises e decisões extremas diante de uma ameaça nuclear iminente.

O trailer, que você confere logo abaixo, já vem provocando grande repercussão entre os fãs de thrillers. Ele apresenta o início de uma trama carregada de urgência e tensão: um míssil não identificado atinge o território norte-americano, desencadeando uma série de ações imediatas dentro do governo. Entre salas de situação, bases militares e reuniões de emergência, cada segundo se transforma em um dilema estratégico e ético, em que decisões precipitadas podem ter consequências catastróficas.

O filme acompanha como líderes políticos e especialistas em segurança tentam descobrir a origem do ataque e definir a resposta adequada antes que a situação se torne catastrófica. Mais do que cenas de ação, o material expõe o lado humano da crise. A tensão não está apenas nos números e nas decisões, mas nas pessoas responsáveis por salvar milhões de vidas, revelando medos, pressões e dilemas morais que tornam o conflito plausível e palpável.

Elenco reúne estrelas e talentos em ascensão

A obra conta com um elenco robusto e diversificado, reunindo atores consagrados e nomes em ascensão. Idris Elba assume o papel do presidente, representando liderança, firmeza e vulnerabilidade ao mesmo tempo. Rebecca Ferguson vive a capitã responsável pela comunicação com a cúpula militar, tornando-se um elo vital entre informação e ação.

Gabriel Basso interpreta o conselheiro de segurança Jake Baerington, personagem que enfrenta tensões éticas e decisões críticas, enquanto Jared Harris, Tracy Letts, Anthony Ramos e Moses Ingram completam o núcleo central de oficiais e especialistas. O elenco também inclui Jonah Hauer-King, Greta Lee, Jason Clarke, Brittany O’Grady e Kaitlyn Dever, cada um trazendo perspectivas diferentes sobre a crise, desde análises estratégicas até impactos pessoais e familiares.

Direção e produção com foco no realismo

Com Bigelow na direção, o filme explora a tensão de decisões políticas e militares com realismo e precisão. A cineasta é reconhecida por transformar contextos complexos em narrativas intensas, e aqui não é diferente: o público acompanha cada passo, cada reunião e cada decisão estratégica com detalhes que ampliam a imersão.

O roteiro de Noah Oppenheim, que também assina a produção, contribui para uma narrativa equilibrada, que une política, ação e drama humano. A produção conta ainda com Greg Shapiro, enquanto Brian Bell e Sarah Bremner assumem a produção executiva. A direção de fotografia de Barry Ackroyd garante imagens vibrantes e tensas, enquanto Jeremy Hindle cria cenários que refletem fielmente o ambiente governamental e militar, transportando o espectador diretamente para o centro da crise.

As filmagens ocorreram em Trenton, Nova Jersey, e o filme passou por pós-produção intensa no final de 2024, resultando em um produto cuidadosamente lapidado, com ritmo ágil e narrativa coesa.

Estreia e reconhecimento internacional

O longa teve sua estreia mundial na competição principal do 82º Festival de Veneza, em 2 de setembro de 2025, sendo indicado ao Leão de Ouro, uma das maiores honrarias do cinema internacional. A exibição inicial nos cinemas do Reino Unido acontece em 3 de outubro, seguida pelo lançamento nos Estados Unidos em 10 de outubro, antes da disponibilidade em plataformas digitais em 24 de outubro.

Esse lançamento estratégico evidencia a intenção de conciliar prestígio cinematográfico com ampla acessibilidade, permitindo que audiências ao redor do mundo acompanhem o suspense político e as decisões de alto risco em tempo real.

Temas atuais e relevância social

O filme explora questões de enorme relevância contemporânea: ameaças nucleares, decisões de retaliação e segurança global, além da responsabilidade moral que recai sobre líderes e especialistas em momentos críticos. Cada cena reforça o peso da decisão individual e coletiva, mostrando que, mesmo diante de estruturas de poder e protocolos militares, a dimensão humana é central.

O trailer já sugere que o longa vai além de um simples thriller de ação: trata-se de uma reflexão sobre liderança, coragem, ética e sobrevivência. A narrativa também enfatiza a importância da comunicação clara, da colaboração entre diferentes setores e da preparação estratégica diante de ameaças inesperadas.

Suspense que conecta ação e drama

O material divulgado mostra sequências de ação, reuniões de emergência, mapas estratégicos e momentos de tensão emocional, destacando a habilidade de Bigelow em combinar dinamismo visual e profundidade psicológica. Ao invés de focar apenas no efeito de destruição, a história prioriza o impacto das escolhas sobre indivíduos e nações, criando uma experiência de suspense completa, capaz de engajar o espectador do início ao fim.

Essa abordagem torna o filme mais do que entretenimento: ele se transforma em um estudo sobre como decisões de liderança podem moldar o destino de milhões de pessoas, explorando não apenas a ação, mas também a ética e a moral envolvidas em cada passo.

Expectativas do público e crítica

O teaser já provocou grande expectativa, com comentários de fãs e especialistas destacando o equilíbrio entre tensão, realismo e personagens bem construídos. Analistas de cinema apontam que o longa tem potencial para se tornar referência no gênero de suspense político, combinando entretenimento e reflexão, algo raro em produções contemporâneas. Além disso, o alcance global proporcionado pelo streaming garante que diferentes públicos possam acompanhar e debater a obra, ampliando discussões sobre liderança, segurança e decisões em cenários de crise.

Michael | Biografia de Michael Jackson mira estreia recorde nos Estados Unidos, mas enfrenta recepção crítica negativa

A chegada de Michael aos cinemas norte-americanos acontece cercada por projeções ambiciosas e forte atenção do mercado. Estimativas iniciais indicam que o longa pode alcançar entre US$ 85 milhões e US$ 105 milhões em seu primeiro fim de semana, desempenho que o colocaria acima da abertura de Oppenheimer e o posicionaria como a maior estreia já registrada por uma cinebiografia.

O que esperar da história?

O filme percorre a trajetória do cantor e dançarino desde a infância, quando ganhou notoriedade como integrante do Jackson 5, até os primeiros passos de sua carreira solo. A narrativa busca destacar o desenvolvimento artístico do cantor, evidenciando sua transformação em um fenômeno global.

Ao longo do enredo, são apresentados momentos que marcaram sua evolução musical, incluindo decisões criativas e desafios enfrentados ao longo do caminho. A produção também dedica espaço para aspectos pessoais, explorando o impacto da fama e as pressões associadas à exposição constante.

A proposta é construir um retrato que dialogue tanto com o público que acompanhou a carreira do artista quanto com novas gerações, oferecendo uma visão panorâmica de sua importância cultural.

Quem faz parte do elenco?

O papel central é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, que assume o desafio de representar uma das figuras mais reconhecidas da cultura pop. A escolha reforça a conexão familiar com a história e contribui para a construção de uma abordagem mais próxima da trajetória original.

Ao lado dele, o elenco reúne nomes como Nia Long, Laura Harrier, Miles Teller e Colman Domingo. A diversidade de perfis no elenco sugere uma tentativa de equilibrar experiência e renovação, compondo um conjunto que sustenta diferentes momentos da narrativa.

Como foi a produção do filme?

A concepção de Michael começou ainda em 2019, quando o produtor Graham King adquiriu os direitos para levar a história do artista às telas. O projeto avançou gradualmente até ser oficializado pela Lionsgate Films em 2022.

A direção ficou a cargo de Antoine Fuqua, enquanto o roteiro foi desenvolvido por John Logan. As filmagens tiveram início em janeiro de 2024, após um adiamento provocado pela paralisação de profissionais da indústria em Hollywood. As gravações principais foram concluídas em maio do mesmo ano, com etapas adicionais realizadas posteriormente.

A produção mobilizou equipes técnicas experientes, incluindo profissionais responsáveis por fotografia, cenografia e figurino, além da participação da Industrial Light & Magic, que colaborou na construção de cenas que exigiam recriação de ambientes e performances.

Qual foi a recepção da crítica?

Apesar da expectativa em torno do desempenho comercial, o longa-metragem encontrou resistência por parte da crítica especializada. Avaliações iniciais apontam limitações na profundidade da narrativa e questionam a forma como determinados aspectos da vida do artista foram abordados.

Em plataformas de agregação de críticas, o longa apresenta índices de aprovação baixos, indicando uma recepção predominantemente desfavorável. Ainda assim, esse cenário não necessariamente reflete o comportamento do público, especialmente em produções que envolvem figuras de grande popularidade.

Quando estreia?

O filme teve uma pré-estreia em Berlim no dia 10 de abril de 2026. O longa chega aos cinemas do Brasil em 23 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, previsto para 24 de abril, com distribuição da Lionsgate Films e da Universal Pictures em mercados internacionais.

Euphoria | Episódio 4 da 3ª temporada expõe as consequências do ataque e pode mudar o destino de Nate

A terceira temporada de Euphoria entrou em uma fase mais densa e imprevisível, deixando para trás qualquer sensação de estabilidade. Depois de um episódio marcado por violência e revelações, o quarto capítulo surge como um momento decisivo para a narrativa, especialmente no que diz respeito ao futuro de Nate Jacobs.

A prévia indica que o personagem sobrevive aos acontecimentos recentes, mas retorna em uma condição completamente diferente. Longe da postura controladora que sempre tentou sustentar, Nate agora aparece fragilizado, sugerindo que o impacto do ataque vai além do físico. A expectativa é que o episódio explore justamente essa quebra de poder, mostrando como ele reage ao perder o controle da própria história.

O que rolou no episódio 3?

O terceiro episódio foi responsável por uma das viradas mais intensas da temporada. O casamento de Nate e Cassie, inicialmente apresentado como um momento de celebração e ostentação, rapidamente se transforma em um cenário de tensão e exposição.

A chegada de um credor disposto a cobrar antigas dívidas muda completamente o rumo da cerimônia, trazendo à tona segredos que colocam em xeque a imagem construída por Nate. O que parecia um evento perfeito passa a revelar rachaduras profundas, afetando diretamente sua relação com Cassie.

A situação se agrava quando, já fora do ambiente público, a violência toma proporções ainda maiores. A invasão à casa do casal e o ataque brutal funcionam como ponto de ruptura na narrativa, estabelecendo um novo nível de risco e instabilidade para os personagens.

Outras histórias também avançam

Enquanto a trama principal mergulha em consequências imediatas, outros personagens seguem caminhos igualmente complexos. Jules inicia uma nova fase longe de sua antiga rotina, buscando independência, mas acaba se envolvendo em situações que revelam um lado mais arriscado de sua personalidade.

Rue continua lidando com seus próprios conflitos, se aproximando novamente de ambientes perigosos e decisões impulsivas. Sua trajetória mantém o clima de instabilidade da temporada, reforçando a ideia de que ninguém está realmente em segurança.

Essas histórias paralelas ajudam a expandir o universo da série, conectando diferentes experiências e mostrando como cada personagem reage à pressão de formas distintas.

Quando estreia o episódio 4?

O episódio 4 da terceira temporada de Euphoria chega no dia 3 de maio de 2026, às 22h, no horário de Brasília, com exibição na HBO e lançamento simultâneo no HBO Max. A temporada segue com episódios semanais e contará com um total de oito capítulos, caminhando para uma conclusão que promete manter o tom intenso estabelecido até aqui.

Uma temporada mais intensa e sem zona de conforto

A nova fase de Euphoria deixa claro que a série está disposta a levar seus personagens ao limite. As relações estão mais frágeis, as escolhas mais arriscadas e as consequências mais difíceis de ignorar. O episódio 4 deve funcionar como um divisor de águas, não apenas para Nate, mas para toda a dinâmica da história. A partir daqui, a tendência é que os conflitos se tornem ainda mais diretos e que cada decisão tenha um peso maior.

Sensacional 05/05/2025: Silvia Abravanel se emociona ao falar da maternidade

No clima de Dia das Mães, o programa Sensacional desta segunda-feira, 5 de maio de 2025, na RedeTV!, traz um depoimento tocante de Silvia Abravanel — filha de Silvio Santos e apresentadora querida do público. Em uma conversa íntima e cheia de emoção com Dani Albuquerque, Silvia abre o coração sobre os desafios e alegrias da maternidade, revisita momentos difíceis de sua trajetória e fala com sensibilidade sobre identidade, adoção e perda.

“Ela toma canabidiol há três anos e está mais falante”

Mãe de duas filhas, Luana, de 27 anos, e Amanda, de 19, Silvia se emociona ao falar sobre a jornada ao lado da primogênita, que foi diagnosticada ainda bebê com galactosemia, uma doença genética rara que impede o organismo de metabolizar a galactose — o açúcar presente no leite e seus derivados.

“Ela toma canabidiol há três anos. Está muito bem, está mais falante”, conta Silvia, com um sorriso orgulhoso no rosto. A apresentadora explicou que, com o tratamento e o uso do canabidiol, os progressos de Luana foram visíveis e transformadores.

Mas nem tudo foi fácil. Silvia relembra, com a voz embargada, a dor de não ser acolhida como mãe quando mais precisava. “Era mãe de primeira viagem e um médico conceituado, de um hospital conceituado, chegar e falar isso para mim: ‘O meu tempo com a sua filha acabou, a gente não quer mais cuidar dela’. Abriu um buraco embaixo dos meus pés.”

Adoção, identidade e a busca pela origem

Silvia também fala com franqueza sobre sua adoção por Silvio Santos e Maria Aparecida Vieira, primeira esposa do apresentador. Em um relato sincero, ela compartilha que, durante a juventude, teve curiosidade sobre suas origens e chegou a buscar pistas da mãe biológica.

“Você se parece com a sua mãe, com seu pai… E eu me parecia com quem?”, questiona. “Fui atrás, consegui chegar quase perto de onde tinha nascido, mas aconteceu uma situação na minha família que falei: ‘Não, melhor deixar para lá’. Porque os pais pensam: ‘O que a gente fez para ela querer ir atrás da mãe biológica?’ Mas o meu querer era curiosidade, com quem eu parecia.”

É um daqueles momentos raros de televisão em que o público vê a pessoa por trás da figura pública — uma mulher com dúvidas, medos e afetos, como qualquer um de nós.

“Minha mãe virou uma estrelinha”

Silvia ainda recorda um dos episódios mais dolorosos de sua infância: a perda de sua mãe adotiva, Maria Aparecida, quando tinha apenas cinco anos. Ela relembra com delicadeza o dia em que soube da notícia, uma memória que ainda dói.

“Não me deixaram ir ao velório, fiquei sabendo pelo meu pai depois que enterraram. Ele falou que tinha uma coisa para me contar, vi que ele estava muito emocionado. Ele falou que minha mãe tinha virado uma estrelinha.”

Apesar da pouca idade na época, Silvia guarda lembranças doces: “Chegava da escola, deitava no colo e ela ficava fazendo cafuné, cantando músicas para mim.”

Um retrato real e corajoso da maternidade

No especial de Dia das Mães do Sensacional, Silvia Abravanel mostra que ser mãe vai muito além do que aparece nas redes sociais ou nos comerciais de TV. É sobre enfrentar o inesperado, ter coragem de buscar ajuda, proteger os filhos com unhas e dentes — e, acima de tudo, amar sem medida.

Em um raro momento de vulnerabilidade e entrega, Silvia se despe da imagem pública e mostra a mulher forte, sensível e amorosa por trás das câmeras. Uma mãe que, como tantas outras, aprendeu na marra, enfrentou julgamentos, buscou respostas — e, no fim, encontrou força onde menos esperava.

The Chosen | Teaser da crucificação comove CinemaCon e encerra saga nos cinemas em 2027

O Prime Video levou à CinemaCon 2026 novas imagens do desfecho de The Chosen, e o que foi exibido já deixa claro o rumo da produção nesta etapa final. O material concentra o olhar em um momento mais duro da narrativa, sem suavizações. A quinta temporada tem estreia prevista para março de 2027 nos cinemas e será o encerramento oficial dessa fase da história.

O teaser alterna cenas de Jesus em sofrimento com a preparação para a crucificação. A narração usa trechos bíblicos e frases curtas, mas o impacto vem principalmente da montagem: cortes mais secos, pausas longas e uma ambientação que sustenta a tensão. Em determinado ponto, Jesus aparece na cruz enquanto figuras ao redor se aproximam lentamente, construindo uma cena de peso crescente, sem pressa e sem interrupções de alívio.

Como será o final da série?

O desfecho da história chega aos cinemas em março de 2027 com o filme The Chosen: Crucificação. Apesar de a produção ter nascido como série para streaming, o capítulo final será exibido nas telonas, transformando o encerramento em um lançamento de grande escala. A ideia é concentrar os últimos acontecimentos da trajetória de Jesus em um formato único, mais próximo de um longa-metragem do que de uma temporada tradicional.

O que essa fase final vai mostrar?

A reta final acompanha os últimos momentos da vida de Jesus de Nazaré, sempre a partir da perspectiva das pessoas que estiveram próximas dele. A proposta da série não é apenas recontar eventos históricos, mas observar como cada personagem reage ao que está acontecendo ao seu redor. Nesse ponto da narrativa, discípulos, seguidores e autoridades passam a lidar com decisões cada vez mais difíceis. O foco se desloca para o impacto emocional dos acontecimentos, mostrando medo, dúvida e conflito interno em diferentes camadas da história.

Como a série chegou até aqui?

The Chosen cresceu de forma gradual e construiu uma base de público muito além do nicho religioso. A produção conquistou cerca de 280 milhões de espectadores ao redor do mundo, incluindo pessoas que não necessariamente se identificam com conteúdos de temática bíblica. O sucesso também se reflete em premiações, com reconhecimento em eventos como os Dove Awards e os K-Love Fan Awards, além de outras distinções ligadas a produções de conteúdo religioso e cultural.

O que muda com o formato de filme?

O encerramento em formato de filme muda o ritmo da narrativa. Em vez de episódios distribuídos ao longo de uma temporada, a história final será condensada em uma única experiência nos cinemas. Isso transforma o desfecho em algo mais concentrado, com menos pausas e mais continuidade emocional, reforçando a ideia de evento especial para o público que acompanhou a série desde o início.

Frank Grillo entra em cena em “Pacificador” com sinceridade, suor e bom humor: “Fui um guerreiro”

Quando você pensa em Frank Grillo, a última coisa que vem à mente é uma coreografia sincronizada ao som de glam rock dos anos 80. A gente imagina o cara socando vilões, perseguindo bandidos, explodindo coisas e mantendo o olhar sério em cenas de ação, não girando os bracinhos em ritmo de música. Mas foi exatamente isso que aconteceu — ou quase — nos bastidores da segunda temporada de “Pacificador“, a série da DC que conseguiu o improvável: fazer todo mundo se importar com um herói babaca, cheio de problemas e vestindo um capacete ridículo.

De acordo com informações do Entertainment Weekly, durante o evento Comic-Con, Grillo contou sem nenhum filtro que a ideia de dançar na abertura da nova temporada não o deixou nem um pouco animado. “Sou péssimo nisso”, confessou, com aquele tom de sinceridade que só alguém calejado por Hollywood e por muitos rounds de jiu-jitsu pode ter. E ele não estava sozinho: Tim Meadows, outro novato no elenco, também sofreu. “Eu fui horrível. Todo mundo achou que eu seria bom, e não quero nem dizer o porquê”, disse, rindo — e deixando no ar um mistério que só o elenco parece entender.

James Gunn, o cérebro por trás da série (e agora chefão do universo DC), não perdoou: “Ele é um péssimo dançarino. Mas foi um guerreiro!”. E pronto: estava armado o clima de zoeira e camaradagem que parece definir os bastidores desse novo ano da produção.

Menos glamour e mais insanidade

Pra quem ainda não mergulhou nesse universo bizarro, a trama não é só mais uma série de super-herói. Longe disso. É uma mistura de tiroteio, piada de mau gosto, drama familiar mal resolvido, trilha sonora nostálgica e personagens que você ama odiar — e depois simplesmente ama. Estrelada por John Cena (num papel que, convenhamos, nasceu pra ele), a série surgiu como um spin-off de O Esquadrão Suicida e acabou ganhando vida própria.

O personagem principal, Christopher Smith, é um sujeito que acredita em alcançar a paz a qualquer custo. Literalmente. Se precisar matar meia dúzia no caminho, tudo bem. O cara é como um Rambo com consciência zero e coração escondido em algum lugar bem fundo — que, aos poucos, vai aparecendo. No meio do sarcasmo, da ação exagerada e dos dilemas existenciais, Pacificador conseguiu ser original, engraçada e surpreendentemente emocional.

E agora, com a estreia da segunda temporada marcada pro dia 21 de agosto, os fãs mal conseguem conter a ansiedade. Afinal, além do retorno dos personagens já queridos (como Harcourt, Adebayo, Vigilante e Economos), ainda teremos a adição de rostos novos, como Frank Grillo, que promete agitar — e muito — essa nova fase.

Grillo na dança e no tapa

A verdade é que ver Frank Grillo dançando já seria um evento à parte. Mas ele não veio só pra isso. O ator entra na série com o peso de uma carreira cheia de testosterona. Ele já foi antagonista em filme chinês bilionário (Lobo Guerreiro 2), vilão da Marvel (Capitão América: O Soldado Invernal), protagonista em filmes como The Purge: Anarchy, e ainda arrumou tempo pra fazer séries marcantes como Kingdom e Billions.

Se você o viu em cena, sabe: ele é daqueles que chegam botando pressão. Sempre com cara de quem acabou de sair de uma luta ou tá prestes a entrar em uma. Nascido e criado no Bronx, Grillo é ítalo-americano raiz. Começou a lutar cedo, estudou com Rickson Gracie, virou faixa-marrom de jiu-jitsu e quase virou executivo de Wall Street antes de a vida dar uma guinada num comercial de cerveja.

Agora, aos quase 60 anos (acredite, ele não aparenta), Grillo mostra que ainda tem fôlego — mesmo que não tenha tanto ritmo na dança. “Foi estranho, mas divertido. E o Tim, coitado, sofreu mais que eu”, brincou ele, mostrando que entrou no espírito da coisa. E esse é justamente o segredo da série: não se levar a sério demais.

A abertura que virou lenda

Vale lembrar que a abertura da primeira temporada virou um fenômeno. A coreografia ridícula, feita com todo mundo sério e duro como estátua, ao som de “Do Ya Wanna Taste It?” da banda Wig Wam, viralizou. Virou TikTok, virou cosplay, virou festa temática. E James Gunn, sabendo do impacto, decidiu repetir a dose na nova temporada — só que agora com mais gente e mais caos.

A proposta, segundo o próprio diretor, nunca foi dançar bem. Era parecer esquisito mesmo. Um jeito de dizer: “Aqui não tem glamour. Aqui tem bizarrice.” E deu certo. Quando você vê John Cena dançando com a expressão de quem está pagando uma promessa, entende que Pacificador não está tentando se encaixar em nenhum molde de super-herói tradicional.

E agora, com Grillo e Meadows entrando pra essa dança esquisita, a promessa é de mais vergonha alheia e diversão.

Bastidores de um universo em expansão

A série é mais um fruto do casamento entre James Gunn e a HBO Max (agora só Max), numa fase de reorganização do universo DC. Gunn escreveu todos os episódios da primeira temporada durante a pandemia, no meio da pós-produção de O Esquadrão Suicida, e filmou a série em Vancouver. O resultado foi uma produção enxuta, criativa e com personalidade.

Além disso, a série serviu como um laboratório pro estilo que Gunn quer implementar no novo DCU, do qual ele agora é o comandante-mor. A série não tem medo de mexer com temas pesados: abuso paterno, lealdade cega, fanatismo político e emocional. Tudo isso embalado em piadas escatológicas e violência estilizada.

É esse equilíbrio entre escracho e profundidade que tornou a série um sucesso. E a nova temporada promete manter — ou até exagerar — essa pegada.

John Cena no centro do furacão

John segue como o coração (e o músculo) da série. O ex-lutador de WWE mostrou um timing cômico surpreendente e uma entrega emocional que ninguém esperava. Seu Pacificador é arrogante, impulsivo e, às vezes, detestável — mas também carrega um peso emocional que o torna mais real do que muita gente vestida de capa por aí.

Na primeira temporada, vimos ele confrontar seu passado tóxico, seus medos, suas perdas. E tudo isso sem perder a piada, o soco ou a dancinha. Na segunda temporada, o personagem parece pronto para encarar novas feridas e novos inimigos — inclusive internos. E, com Frank Grillo no elenco, pode apostar que vai ter porrada das boas.

Tim Meadows e o tempero da comédia

Outro reforço importante pro elenco é Tim Meadows, um veterano da comédia americana. Conhecido por anos de Saturday Night Live, ele entra com o charme do “tio engraçado que se mete em confusão”. E, pelo que ele mesmo contou, não foi nada fácil acompanhar a galera na tal abertura dançante. “Todo mundo achava que eu tinha talento, e eu decepcionei bonito”, disse, rindo de si mesmo.

E o que mais vem por aí?

Se os detalhes da trama ainda estão sendo guardados a sete chaves, o que já se sabe é que James Gunn continua no comando criativo da série, mesmo agora assumindo o leme de todo o universo DC. A temporada deve mergulhar ainda mais fundo nas consequências das escolhas do anti héroi, nos dilemas éticos (ou falta deles) e nas maluquices que só esse grupo de desajustados é capaz de viver.

A Max já prepara um esquema de divulgação pesado para o lançamento, e os fãs estão sedentos por qualquer teaser, pôster ou rumor. E com razão: depois de uma primeira temporada que ninguém esperava amar tanto, a expectativa agora é altíssima.

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