Crítica – Drop: Uma Ameaça Anônima entrega tensão máxima com roteiro afiado e direção certeira

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Drop – Uma Ameaça Anônima é aquele tipo de suspense que não pede licença: ele te agarra já nos primeiros minutos e só solta quando os créditos sobem. O longa, dirigido com precisão cirúrgica, transforma um encontro casual em uma espiral sufocante de paranoia e sobrevivência, provando que, às vezes, o verdadeiro terror pode estar sentado bem à sua frente.

A trama parte de uma premissa simples, mas incrivelmente eficaz: Violet, uma mãe solo, decide encontrar Henry após combinarem por um aplicativo. O que seria apenas um jantar despretensioso ganha tons sombrios quando ela começa a receber mensagens anônimas: sua casa foi invadida, seu filho está em perigo, e a única maneira de salvá-lo é matar o homem à sua frente. O tempo vira inimigo, e a tensão escala de forma angustiante.

O roteiro é enxuto, direto ao ponto, mas cuidadosamente estruturado — nada está ali por acaso. Cada detalhe revelado ao longo da narrativa encontra seu lugar na engrenagem, criando um quebra-cabeça que se fecha de forma impactante. A direção colabora com cortes secos e um ritmo pulsante, fazendo do silêncio e dos olhares tão ameaçadores quanto qualquer explosão ou perseguição.

O maior trunfo de Drop é a sua habilidade de transformar o ordinário em extraordinário. Sem depender de grandes efeitos ou reviravoltas mirabolantes, o filme aposta em atmosfera, performance e timing — e vence em todos os quesitos. A atuação da protagonista transmite desespero contido e força em igual medida, conduzindo o público pela angústia crescente com autenticidade.

Em um cenário em que muitos thrillers apostam em exageros ou soluções fáceis, Drop – Uma Ameaça Anônima se destaca por sua elegância brutal e tensão implacável. É, sem dúvida, um dos melhores suspenses de 2025 até agora — e um lembrete poderoso de que, com uma boa ideia e execução competente, ainda é possível surpreender e deixar o público sem fôlego.

Saiba quem saiu da disputa do Game dos 100 neste domingo (10)

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Foto: Reprodução/ Internet

O reality show Game dos 100 segue firme na sua missão de desafiar a resistência, habilidade e coragem dos competidores, mas a cada passo a tensão aumenta. No episódio exibido na tarde deste domingo, 10 de agosto, dez participantes foram eliminados após não conseguirem cumprir as provas no tempo ou com a precisão necessária para seguir na disputa pelo prêmio de R$ 300 mil. As informações são da Record.

Cada eliminação carrega consigo não apenas a perda da competição, mas também o encerramento temporário de uma trajetória marcada por desafios pessoais e muito esforço.

Entre os eliminados, está Carol Godoi, que, apesar de ter mostrado muita força no desafio inicial do boliche gigante, acabou enfrentando dificuldades nas provas seguintes, que exigiam equilíbrio e paciência. Já Matheus Prado não conseguiu manter a calma durante a tarefa de empilhar latas sobre a água, e o nervosismo falou mais alto, causando a queda da sua torre e, consequentemente, sua eliminação.

Fernanda Gomes encarou com muita persistência o complicado desafio de transportar bolinhas numa raquete furada, mas a pressão do tempo e o peso da disputa acabaram cobrando seu preço. Por sua vez, Caio Maron perdeu o ritmo necessário na prova de separar balas por cor, o que foi decisivo para sua saída do programa.

Diamante, um dos competidores mais habilidosos no desafio de construir e lançar aviãozinhos de papel, viu seu sonho interrompido ao errar o pouso, deixando a disputa de forma inesperada. Renata Stapf não conseguiu acompanhar a sequência das tarefas e acabou eliminada nas fases seguintes.

A liderança de Yanne Anttunes no mega vôlei gigante foi um dos destaques do episódio, mas a dinâmica do jogo e o desgaste físico cobraram seu preço, levando à sua eliminação. Edilson Chiquinho trouxe leveza e bom humor ao desafio de morder cerejas penduradas na cabeça, mas a dificuldade e o tempo apertado foram obstáculos difíceis demais de superar.

MC Mello, que mostrou muita concentração no desafio de acertar latas em uma cesta enquanto pedalava uma bicicleta, não conseguiu acertar o alvo com a precisão necessária para garantir sua vaga. Por fim, Thais Cristina, que demonstrou grande perseverança até o fim, foi barrada pelo clássico desafio de encontrar a tampa certa para o pote, prova que exige atenção extrema e rapidez.

Mais do que simples números ou nomes, os eliminados representam histórias de superação, coragem e aprendizado. Cada um trouxe para o programa sua personalidade única e o desejo sincero de ir até o fim. Para quem permanece na disputa, a jornada fica ainda mais desafiadora.

A cada episódio, as provas aumentam em dificuldade e a arena se torna um verdadeiro campo de testes para mente, corpo e espírito. E para o público, as eliminações geram uma mistura de emoções — tristeza pela despedida, esperança pelo sucesso dos favoritos e aquela vontade de acompanhar tudo até o fim.

Crítica | Tron: Ares é visualmente atraente, mas narrativamente vazio

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Tron: Ares chega aos cinemas com a responsabilidade de carregar o legado de uma das franquias mais icônicas da ficção científica digital. O filme, no entanto, rapidamente demonstra que seu maior problema não é a ambição, mas a execução. Tentando equilibrar duas frentes — reviver a estética digital que marcou o universo Tron e dialogar com questões contemporâneas sobre tecnologia e sociedade —, a produção acaba sendo um híbrido confuso, incapaz de cumprir plenamente qualquer uma dessas propostas. O resultado é um filme que impressiona visualmente, mas carece de substância narrativa, oferecendo nostalgia sem propósito.

O primeiro Tron se destacou por sua ousadia estética e pela criação de um universo digital coerente, quase surreal, que se sustentava por ideias originais e um design inovador. Tron: Ares parece ter esquecido essa lição. A decisão de transpor a ação digital para o mundo real, que poderia gerar sequências memoráveis e eletrizantes, é tratada de forma segura e previsível. As perseguições de motos digitais pelo trânsito urbano, por exemplo, parecem coreografadas mais para impressionar visualmente do que para criar tensão ou emoção. Há momentos em que a tecnologia é exibida como fim em si mesma, em vez de instrumento para narrativa ou desenvolvimento de personagens.

Mesmo os poucos pontos positivos, como a trilha sonora, não conseguem sustentar a experiência. A música, de fato grandiosa e energética, tenta preencher lacunas narrativas e emocionais, mas funciona mais como um colchão sonoro para o vazio da história do que como elemento integrador. Algumas sequências parecem mais clipes estilizados do que partes de uma narrativa coerente, evidenciando a fragilidade estrutural do roteiro.

Narrativamente, Tron: Ares é superficial. Os personagens se movem sem motivações claras, e os diálogos pouco inspirados não ajudam na construção de empatia. O filme insinua reflexões sobre a obsessão tecnológica, o consumismo e o hype midiático, mas não se aprofunda. Os temas permanecem na superfície, sem impacto dramático, sem consequências para a trama e, sobretudo, sem criar sentido para a audiência.

O apego à nostalgia é evidente e paradoxalmente prejudicial. Referências ao passado lembram o público do quão ousado o original foi, mas não acrescentam nada de novo. Em vez de expandir o universo, o filme repete fórmulas seguras, evitando riscos criativos e desperdiçando o potencial de um mundo que poderia ter sido explorado de maneiras mais inventivas e corajosas. Cada piscadela ao passado funciona mais como comparação do que como homenagem.

O maior déficit de Tron: Ares é emocional. Sem personagens memoráveis ou tensão real, o filme falha em criar qualquer conexão duradoura com o espectador. Efeitos visuais e conceitos futuristas não substituem a narrativa ou a capacidade de envolver emocionalmente. Um Tron memorável sempre foi sobre imersão: um mundo digital fascinante em que estética, enredo e ideias se entrelaçam. Aqui, cada elemento parece isolado, incapaz de formar um todo coeso.

Em última análise, Tron: Ares se apresenta como um espetáculo visual, mas padece de substância. Poderia ter sido um renascimento ousado de um universo icônico, mas se transforma em uma experiência superficial, dominada por nostalgia e efeitos sem propósito. Visualmente competente e, em certos momentos, esteticamente prazeroso, o filme fracassa em construir história, tensão e personagens. É uma oportunidade perdida que evidencia a dificuldade de inovar em franquias consagradas: é mais fácil repetir fórmulas do que ousar.

Frank Grillo entra em cena em “Pacificador” com sinceridade, suor e bom humor: “Fui um guerreiro”

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Quando você pensa em Frank Grillo, a última coisa que vem à mente é uma coreografia sincronizada ao som de glam rock dos anos 80. A gente imagina o cara socando vilões, perseguindo bandidos, explodindo coisas e mantendo o olhar sério em cenas de ação, não girando os bracinhos em ritmo de música. Mas foi exatamente isso que aconteceu — ou quase — nos bastidores da segunda temporada de “Pacificador“, a série da DC que conseguiu o improvável: fazer todo mundo se importar com um herói babaca, cheio de problemas e vestindo um capacete ridículo.

De acordo com informações do Entertainment Weekly, durante o evento Comic-Con, Grillo contou sem nenhum filtro que a ideia de dançar na abertura da nova temporada não o deixou nem um pouco animado. “Sou péssimo nisso”, confessou, com aquele tom de sinceridade que só alguém calejado por Hollywood e por muitos rounds de jiu-jitsu pode ter. E ele não estava sozinho: Tim Meadows, outro novato no elenco, também sofreu. “Eu fui horrível. Todo mundo achou que eu seria bom, e não quero nem dizer o porquê”, disse, rindo — e deixando no ar um mistério que só o elenco parece entender.

James Gunn, o cérebro por trás da série (e agora chefão do universo DC), não perdoou: “Ele é um péssimo dançarino. Mas foi um guerreiro!”. E pronto: estava armado o clima de zoeira e camaradagem que parece definir os bastidores desse novo ano da produção.

Menos glamour e mais insanidade

Pra quem ainda não mergulhou nesse universo bizarro, a trama não é só mais uma série de super-herói. Longe disso. É uma mistura de tiroteio, piada de mau gosto, drama familiar mal resolvido, trilha sonora nostálgica e personagens que você ama odiar — e depois simplesmente ama. Estrelada por John Cena (num papel que, convenhamos, nasceu pra ele), a série surgiu como um spin-off de O Esquadrão Suicida e acabou ganhando vida própria.

O personagem principal, Christopher Smith, é um sujeito que acredita em alcançar a paz a qualquer custo. Literalmente. Se precisar matar meia dúzia no caminho, tudo bem. O cara é como um Rambo com consciência zero e coração escondido em algum lugar bem fundo — que, aos poucos, vai aparecendo. No meio do sarcasmo, da ação exagerada e dos dilemas existenciais, Pacificador conseguiu ser original, engraçada e surpreendentemente emocional.

E agora, com a estreia da segunda temporada marcada pro dia 21 de agosto, os fãs mal conseguem conter a ansiedade. Afinal, além do retorno dos personagens já queridos (como Harcourt, Adebayo, Vigilante e Economos), ainda teremos a adição de rostos novos, como Frank Grillo, que promete agitar — e muito — essa nova fase.

Grillo na dança e no tapa

A verdade é que ver Frank Grillo dançando já seria um evento à parte. Mas ele não veio só pra isso. O ator entra na série com o peso de uma carreira cheia de testosterona. Ele já foi antagonista em filme chinês bilionário (Lobo Guerreiro 2), vilão da Marvel (Capitão América: O Soldado Invernal), protagonista em filmes como The Purge: Anarchy, e ainda arrumou tempo pra fazer séries marcantes como Kingdom e Billions.

Se você o viu em cena, sabe: ele é daqueles que chegam botando pressão. Sempre com cara de quem acabou de sair de uma luta ou tá prestes a entrar em uma. Nascido e criado no Bronx, Grillo é ítalo-americano raiz. Começou a lutar cedo, estudou com Rickson Gracie, virou faixa-marrom de jiu-jitsu e quase virou executivo de Wall Street antes de a vida dar uma guinada num comercial de cerveja.

Agora, aos quase 60 anos (acredite, ele não aparenta), Grillo mostra que ainda tem fôlego — mesmo que não tenha tanto ritmo na dança. “Foi estranho, mas divertido. E o Tim, coitado, sofreu mais que eu”, brincou ele, mostrando que entrou no espírito da coisa. E esse é justamente o segredo da série: não se levar a sério demais.

A abertura que virou lenda

Vale lembrar que a abertura da primeira temporada virou um fenômeno. A coreografia ridícula, feita com todo mundo sério e duro como estátua, ao som de “Do Ya Wanna Taste It?” da banda Wig Wam, viralizou. Virou TikTok, virou cosplay, virou festa temática. E James Gunn, sabendo do impacto, decidiu repetir a dose na nova temporada — só que agora com mais gente e mais caos.

A proposta, segundo o próprio diretor, nunca foi dançar bem. Era parecer esquisito mesmo. Um jeito de dizer: “Aqui não tem glamour. Aqui tem bizarrice.” E deu certo. Quando você vê John Cena dançando com a expressão de quem está pagando uma promessa, entende que Pacificador não está tentando se encaixar em nenhum molde de super-herói tradicional.

E agora, com Grillo e Meadows entrando pra essa dança esquisita, a promessa é de mais vergonha alheia e diversão.

Bastidores de um universo em expansão

A série é mais um fruto do casamento entre James Gunn e a HBO Max (agora só Max), numa fase de reorganização do universo DC. Gunn escreveu todos os episódios da primeira temporada durante a pandemia, no meio da pós-produção de O Esquadrão Suicida, e filmou a série em Vancouver. O resultado foi uma produção enxuta, criativa e com personalidade.

Além disso, a série serviu como um laboratório pro estilo que Gunn quer implementar no novo DCU, do qual ele agora é o comandante-mor. A série não tem medo de mexer com temas pesados: abuso paterno, lealdade cega, fanatismo político e emocional. Tudo isso embalado em piadas escatológicas e violência estilizada.

É esse equilíbrio entre escracho e profundidade que tornou a série um sucesso. E a nova temporada promete manter — ou até exagerar — essa pegada.

John Cena no centro do furacão

John segue como o coração (e o músculo) da série. O ex-lutador de WWE mostrou um timing cômico surpreendente e uma entrega emocional que ninguém esperava. Seu Pacificador é arrogante, impulsivo e, às vezes, detestável — mas também carrega um peso emocional que o torna mais real do que muita gente vestida de capa por aí.

Na primeira temporada, vimos ele confrontar seu passado tóxico, seus medos, suas perdas. E tudo isso sem perder a piada, o soco ou a dancinha. Na segunda temporada, o personagem parece pronto para encarar novas feridas e novos inimigos — inclusive internos. E, com Frank Grillo no elenco, pode apostar que vai ter porrada das boas.

Tim Meadows e o tempero da comédia

Outro reforço importante pro elenco é Tim Meadows, um veterano da comédia americana. Conhecido por anos de Saturday Night Live, ele entra com o charme do “tio engraçado que se mete em confusão”. E, pelo que ele mesmo contou, não foi nada fácil acompanhar a galera na tal abertura dançante. “Todo mundo achava que eu tinha talento, e eu decepcionei bonito”, disse, rindo de si mesmo.

E o que mais vem por aí?

Se os detalhes da trama ainda estão sendo guardados a sete chaves, o que já se sabe é que James Gunn continua no comando criativo da série, mesmo agora assumindo o leme de todo o universo DC. A temporada deve mergulhar ainda mais fundo nas consequências das escolhas do anti héroi, nos dilemas éticos (ou falta deles) e nas maluquices que só esse grupo de desajustados é capaz de viver.

A Max já prepara um esquema de divulgação pesado para o lançamento, e os fãs estão sedentos por qualquer teaser, pôster ou rumor. E com razão: depois de uma primeira temporada que ninguém esperava amar tanto, a expectativa agora é altíssima.

Pacificador | Saiba quando estreia o 7º episódio da 2ª temporada na HBO Max

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A segunda temporada de Pacificador segue firme em sua missão de surpreender fãs e críticos, consolidando Chris Smith como um dos anti-heróis mais cativantes e imprevisíveis do universo DC. O sétimo episódio da temporada, intitulado Like a Keith in the Night, chega à HBO Max na quinta-feira, 2 de outubro, às 22h, mantendo a cadência semanal que vem sendo adotada desde a estreia do ciclo, em 21 de agosto. A temporada deve se encerrar em 9 de outubro, trazendo uma narrativa que expande ainda mais o universo de Smith após os acontecimentos de Superman (2025).

A narrativa e os dilemas do anti-herói

Nesta nova temporada, Chris Smith enfrenta um ponto crítico de sua trajetória, equilibrando o peso de suas escolhas pessoais e profissionais. Entre explosões, perseguições e sequências de ação bem coreografadas, a série continua a explorar temas complexos como moralidade, responsabilidade, culpa e redenção. O humor ácido, marca registrada do personagem, permanece presente, mas é entremeado por momentos de introspecção que revelam camadas mais profundas do protagonista.

Enquanto a primeira temporada focou nas repercussões das missões e na rotina caótica do Pacificador, o novo ciclo amplia seu escopo: Chris lida com inimigos mais perigosos, alianças inesperadas e dilemas éticos que testam sua consciência. A narrativa consegue equilibrar violência estilizada, comédia inteligente e drama emocional, transformando a série em algo muito além de uma produção convencional de super-heróis.

Chris Smith em evolução constante

Chris Smith se mantém um personagem multifacetado: impulsivo, chauvinista e imprevisível, mas também vulnerável. A segunda temporada aprofunda essa dualidade, explorando o impacto de suas decisões sobre amigos, aliados e familiares. A alternância entre cenas de ação e momentos introspectivos permite que o público compreenda suas motivações, revelando o lado humano por trás da fachada violenta e cômica.

O personagem enfrenta novas ameaças que desafiam não apenas sua força física, mas também sua ética. Cada episódio mostra um Chris em evolução, tentando equilibrar instintos, responsabilidade e senso de justiça próprio, em uma jornada que mistura humor e drama com surpreendente consistência.

Elenco: veteranos e novas adições fortalecem a narrativa

A série mantém grande parte do elenco original e acrescenta novos personagens que trazem diversidade e complexidade à história. John Cena retorna ao papel-título, combinando presença física e carisma com um timing cômico refinado.

Entre os veteranos, destacam-se Danielle Brooks (Orange Is the New Black, The Color Purple), Freddie Stroma (Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Unreal), Jennifer Holland (O Esquadrão Suicida, Titans), Steve Agee (Guardiões da Galáxia Vol. 2, GLOW) e Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, The X-Files), cada um contribuindo com profundidade dramática, humor ou autoridade. Frank Grillo, Sol Rodríguez, David Denman, Tim Meadows e Michael Rooker completam o time com presença marcante, versatilidade e momentos de humor ou tensão.

Entre os novos integrantes, Masa Yamaguchi assume o papel do comandante japonês Tetsuo Harada, trazendo disciplina e mistério, enquanto Lauren Grimson interpreta Hazel, adicionando leveza e emoção à trama. O elenco de apoio, com Denny Bernard, Laura Brogan Browne e Aswan Reid, reforça a riqueza e diversidade das interações na série.

Bastidores: desafios, planejamento e estética visual

A produção da segunda temporada enfrentou desafios antes de sair do papel. Inicialmente encomendada em fevereiro de 2022, as gravações previstas para 2023 foram adiadas em razão da reorganização da DC Studios e da prioridade dada à série Waller. As filmagens começaram apenas em março de 2024, em Atlanta, nos Trilith Studios, e se estenderam até novembro.

O cuidado com a estética visual é evidente: Mark Wareham liderou a fotografia, Esther Rosenberg foi responsável pelo design de produção e Meiko Wong cuidou da direção de arte. Cada detalhe, do figurino à cenografia, reforça o tom único da série, equilibrando cenas de ação explosiva com momentos de introspecção e humor.

Roteiro e identidade criativa

James Gunn, criador e showrunner, mantém sua assinatura em todos os episódios da segunda temporada. A mistura de humor ácido, ação meticulosamente coreografada e momentos de reflexão garante que a série preserve o tom que conquistou público e crítica.

Além disso, o roteiro conecta a série aos eventos de Superman (2025), expandindo o universo DC de forma coesa sem perder a irreverência de Chris Smith. Novos aliados, inimigos e situações desafiadoras testam tanto a força física quanto a capacidade moral do protagonista, reforçando a ideia de que Pacificador é mais do que entretenimento: é o retrato de um anti-herói em constante transformação.

De Férias Com Você | Netflix divulga trailer da adaptação do best-seller de Emily Henry

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix apresentou nesta terça-feira, 30 de setembro, o primeiro trailer de sua nova comédia romântica, De Férias Com Você, adaptação do aclamado livro da autora norte-americana Emily Henry. A produção promete envolver o público com uma mistura de humor, romance e uma boa dose de nostalgia, explorando amizade, amor e descobertas inesperadas. Abaixo, confira o vídeo:

O trailer já revela os elementos centrais da narrativa: viagens de verão, encontros inesperados, conversas sinceras e momentos de humor espontâneo. A química entre os protagonistas é evidente, assim como o conflito emocional que surge ao perceberem que poderiam ser algo mais do que amigos.

O filme acompanha a história de Poppy (Emily Bader) e Alex (Tom Blyth), dois melhores amigos com personalidades completamente diferentes, mas ligados por uma conexão que já dura mais de uma década. Poppy é divertida, espontânea e muitas vezes impulsiva, enquanto Alex é metódico, racional e reservado. Todos os verões, os dois aproveitavam para viajar juntos, fortalecendo a amizade que nasceu na adolescência.

A trama muda de ritmo quando, depois de alguns anos sem se ver, Poppy e Alex se reencontram em uma aventura que vai testar não apenas a amizade, mas também os sentimentos que ambos tentaram ignorar. É nesse reencontro que a história ganha profundidade: os protagonistas precisam lidar com vulnerabilidades, expectativas não ditas e a possibilidade de transformar uma relação de amizade em algo mais intenso.

O roteiro da adaptação é assinado por Yulin Kuang, conhecida por trabalhos como O Meu Amigo Dude, enquanto a direção fica por conta de Brett Haley, diretor de Fale-me de Um Dia Perfeito. Segundo Haley, a adaptação buscou capturar o espírito do livro, equilibrando momentos cômicos e emocionais. “Nosso objetivo foi criar uma narrativa fiel ao livro, mas que também explorasse a química natural entre os personagens e a sensação nostálgica dos verões. Queríamos que o público sentisse que está revivendo essas férias junto com Poppy e Alex”, afirmou o diretor.

Além de Bader e Blyth, o elenco conta com nomes como Sarah Catherine Hook (Pretty Little Liars: Original Sin), Jameela Jamil (The Good Place), Lucien Laviscount (Emily in Paris), Lukas Gage (Euphoria), Miles Heizer (13 Reasons Why), Alan Ruck (Succession) e Molly Shannon (Saturday Night Live). A escolha dos atores principais chamou atenção pelo cuidado em selecionar talentos capazes de transmitir tanto a amizade genuína quanto a tensão romântica que permeia a história. Emily Bader, conhecida por papéis dramáticos e cômicos (Everything I Know About Love), se encaixa perfeitamente como Poppy, enquanto Tom Blyth, conhecido por sua atuação em dramas intensos (The Gilded Age), traz a sensibilidade necessária para interpretar Alex.

Mais do que uma simples comédia romântica, De Férias Com Você aborda temas universais como amizade, amor, amadurecimento e a coragem de se arriscar em relações que podem mudar a vida. O filme também reflete sobre o tempo e suas transformações, mostrando como reencontros podem reacender memórias e abrir caminhos para novas decisões afetivas.

Com estreia marcada para o dia 9 de janeiro de 2026, exclusivamente na Netflix, o filme chega com potencial para se tornar um dos destaques do início do ano. A produção reforça a tendência do streaming em adaptar best-sellers para o audiovisual, atraindo tanto fãs da obra original quanto o público que aprecia histórias românticas inteligentes, divertidas e emocionantes.

Trailer da segunda temporada de Sequestro é revelado; Série estreia em janeiro de 2026

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A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da tão aguardada segunda temporada de Sequestro (Hijack), trazendo Idris Elba de volta ao papel do negociador Sam Nelson. Com estreia marcada para 14 de janeiro de 2026, a produção promete ampliar ainda mais a tensão e o suspense que conquistaram o público na primeira temporada, desta vez em um cenário completamente novo: o metrô de Berlim. Abaixo, confira o vídeo:

O teaser, que já circula nas redes sociais, mostra breves momentos de crise e perigo iminente, deixando claro que cada decisão de Sam Nelson será crucial. A série seguirá com um total de oito episódios, lançando os dois primeiros simultaneamente na estreia e, em seguida, mantendo um ritmo semanal até 25 de fevereiro.

Um novo cenário, uma nova ameaça

Enquanto a primeira temporada se passava inteiramente em um voo entre Dubai e Londres, a segunda temporada amplia o universo da série, mostrando Sam Nelson enfrentando um sequestro em um trem do metrô em Berlim. Centenas de passageiros estão reféns e cada minuto se torna um teste à habilidade do negociador.

A sinopse oficial reforça o clima de tensão: “Um trem do metrô em Berlim, na Alemanha, e seus passageiros são feitos reféns, enquanto as autoridades lutam para salvar centenas de vidas. Sam Nelson está no centro da crise a bordo, onde uma única decisão errada pode causar um desastre.” O novo ambiente adiciona um elemento de claustrofobia e perigo constante, diferenciando a narrativa da primeira temporada e prometendo momentos ainda mais intensos.

Elenco retorna e novos rostos se juntam à série

Idris Elba, indicado ao Emmy pela primeira temporada, retorna como o negociador central Sam Nelson. Conhecido por papéis icônicos em produções como Luther, Mandela: Longa Caminhada até a Liberdade, Thor e The Suicide Squad, Elba traz novamente sua presença marcante à série. Ele é acompanhado por Christine Adams, que ganhou destaque em Tron: O Legado, além de participações em The 100 e L.A.’s Finest, garantindo profundidade emocional e consistência à narrativa. Max Beesley, lembrado por Magnata do Crime, também atuou em Hotel Babylon e Mad Dogs, trazendo experiência em dramas complexos. Archie Panjabi, vencedora do Emmy por The Good Wife e conhecida ainda por Blindspotting e Shantaram, completa o grupo principal com sua habilidade de transmitir intensidade e sutileza dramática.

A produção ainda apresenta novos talentos que prometem enriquecer a trama. Christian Näthe, conhecido por Ventos da Liberdade e Deutschland 83, Clare-Hope Ashitey, destaque em Doctor Foster e Children of Men, e Lisa Vicari, famosa por Dark e Isi & Ossi, adicionam frescor e novas perspectivas à narrativa. Toby Jones, veterano de Mr Bates vs The Post Office, Detectoristas, Império da Luz e Captain America: The First Avenger, traz seu talento para papéis dramáticos e complexos. Karima McAdams, conhecida por Duna: A Profecia e A Tale of Two Cities, e Christiane Paul, estrela de FBI: Internacional e Männerherzen, completam o elenco, garantindo diversidade e riqueza dramática à segunda temporada de Sequestro.

Equipe criativa e produção executiva

A segunda temporada conta com produção executiva de Jamie Laurenson (Slow Horses), Hakan Kousetta (Slow Horses), Tom Nash (Deep State), George Kay (Lupin) e Jim Field Smith (Criminal: Reino Unido). Combinando experiência em thrillers e dramas de alta intensidade, a equipe garante episódios cheios de suspense, reviravoltas e personagens complexos. Além disso, a série mantém o padrão de qualidade técnica, com direção, fotografia e cenários cuidadosamente planejados para criar tensão e realismo em cada cena.

O diferencial da série

O que distingue Sequestro de outros thrillers é sua habilidade de humanizar os personagens e explorar a tensão psicológica de cada situação. Sam Nelson não é apenas um herói; ele é um homem confrontado com decisões éticas e morais em situações de extremo perigo.

A série também foca nos passageiros, autoridades e até nos sequestradores, oferecendo uma visão completa da crise e tornando cada episódio mais profundo e envolvente. A narrativa não se limita à ação: ela mergulha no drama humano, mostrando como o medo, a esperança e a pressão afetam cada personagem.

Formato de lançamento e expectativa do público

Os episódios serão lançados semanalmente após a estreia inicial, permitindo que os fãs discutam teorias e especulem sobre os acontecimentos da série. Esse formato mantém o suspense e aumenta o engajamento do público, que poderá acompanhar a evolução da história e das relações entre os personagens.

O sucesso da primeira temporada, aclamada pela crítica e indicada a prêmios, cria uma expectativa alta para esta nova fase. Com Idris Elba à frente e um cenário urbano repleto de tensão, a série promete entregar suspense de alta intensidade e momentos de grande impacto emocional.

Por que assistir

Para os fãs de thrillers e dramas de ação, Sequestro combina tensão constante, personagens humanos e enredos imprevisíveis. A série consegue equilibrar ação e emoção, explorando a psicologia dos envolvidos em situações extremas. Cada episódio é uma experiência imersiva, mantendo o espectador na ponta da cadeira enquanto acompanha decisões críticas e reviravoltas inesperadas.

Além disso, a presença de um elenco talentoso e diversificado e a abordagem cuidadosa da equipe criativa garantem que cada capítulo seja uma narrativa sólida e envolvente, que transcende o suspense tradicional e se aproxima de um estudo sobre comportamento humano sob pressão.

Novo pôster de A Hora do Mal intensifica o mistério do terror dirigido por Zach Cregger

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Foto: Reprodução/ Internet

Quatro imagens. Nenhuma explicação. Um desconforto crescente. O pôster recém-divulgado de A Hora do Mal, novo terror psicológico dirigido por Zach Cregger (Noites Brutais), chega como um convite à inquietação. Nada de frases de impacto ou rostos assustadores. Apenas quatro quadros misteriosos: uma criança correndo, um sino marcado com o número 6, uma lata de sopa e uma planta em um pequeno vaso. Elementos cotidianos, mas que, organizados dessa forma, assumem um significado inquietante. Abaixo, confira a imagem:

O longa, que estreia no Brasil no dia 7 de agosto, mergulha em um desaparecimento coletivo sem precedentes: 17 crianças de uma mesma sala de aula saem de casa, sozinhas, durante a madrugada. Elas somem sem deixar rastros, sem sinais de violência, sem explicações. Apenas uma criança permanece. E seu silêncio é tão perturbador quanto os quadros no pôster.

Estrelado por Josh Brolin (Onde os Fracos Não Têm Vez, Duna) e Julia Garner (Ozark, Inventando Anna), o filme também conta com Alden Ehrenreich (Han Solo: Uma História Star Wars, Oppenheimer) no elenco. Mas, assim como o cartaz, a sinopse também guarda segredos. O que esses símbolos representam? Estariam conectados ao que realmente aconteceu naquela noite?

O simbolismo como prenúncio

Cada imagem do pôster parece carregar uma camada de tensão silenciosa. A criança correndo — estaria fugindo de algo? O sino com o número 6 — seria um sinal, uma contagem, um chamado? A lata de sopa — uma lembrança doméstica da rotina interrompida? E a planta no jarro — o que ainda sobrevive após a ausência?

Mais do que pistas, esses elementos evocam sensações. Em vez de entregar o mistério, o material promocional cultiva um clima de desconforto sutil, onde tudo parece fora de lugar. É essa abordagem que distingue A Hora do Mal de outras produções do gênero. Zach Cregger, que já demonstrou habilidade para trabalhar o insólito em Noites Brutais (2022), volta a apostar no estranhamento como força narrativa.

O terror da ausência

A maior força do filme, ao que tudo indica, não está no que é mostrado, mas no que é escondido. O desaparecimento das crianças mexe com medos universais: o medo da perda, da impotência, do desconhecido. Pais e autoridades se veem diante de um quebra-cabeça sem lógica, onde cada peça — ou símbolo — parece mais uma provocação do que uma resposta.

Cregger, que tem se consolidado como uma das vozes mais autorais do terror recente, parece querer mais do que assustar. Ele quer perturbar. E para isso, usa o silêncio, o simbolismo e o absurdo como principais aliados.

Uma estreia cercada de expectativa

Em tempos em que o horror tem se reinventado com narrativas mais emocionais e atmosféricas, A Hora do Mal surge como um dos lançamentos mais aguardados de 2025. A combinação de elenco talentoso, direção instigante e uma campanha de divulgação misteriosa desperta interesse não apenas entre os fãs do gênero, mas também entre os amantes de cinema que buscam experiências diferentes.

Pierce Brosnan indica retorno como Senhor Destino — e Superman: O Homem do Amanhã pode ser a porta de entrada no novo DCU

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Foto: Reprodução/ Internet

O novo Universo DC criado por James Gunn e Peter Safran ainda está tomando forma, mas as peças começam a se alinhar de maneira inesperada — e uma delas envolve um dos personagens mais poderosos da mitologia da DC: o Senhor Destino. Em entrevista recente à GQ, o ator Pierce Brosnan, que interpretou Kent Nelson em Adão Negro (2022), revelou que ouviu rumores animadores sobre seu futuro na franquia.

“Eu ouvi que o Senhor Destino teria sua própria série ou filme”, afirmou Brosnan. “Também ouvi que ele vai estar no próximo filme do Superman”, completou o ator, deixando os fãs em alerta. Segundo ele, a experiência de interpretar o místico da DC foi profunda e filosófica, e ele estaria “totalmente aberto a retornar”.

Embora Adão Negro não faça parte do novo DCU — considerado oficialmente uma linha paralela — nada impede que o Senhor Destino seja reinterpretado, reintroduzido ou até mesmo mantido, já que Gunn tem demonstrado flexibilidade ao equilibrar novos atores com talentos retornando de versões anteriores.

E a possível conexão com Superman: O Homem do Amanhã, estrelado por David Corenswet, abre espaço para uma discussão maior: qual é a importância do personagem nesse universo? E como isso dialoga com o filme animado de 2020, que estabeleceu uma nova origem para o herói?

A base da nova mitologia: o que é Superman: O Homem do Amanhã?

Antes de especular sobre a aparição do Senhor Destino no novo longa, vale revisitar a história que inspira o título O Homem do Amanhã — em especial o filme animado lançado em 2020, que marcou o início da “segunda fase” do Universo Animado da DC.

Dirigido por Chris Palmer e escrito por Tim Sheridan, o longa acompanha os primeiros passos de Clark Kent como Superman, destacando sua inexperiência, sua busca por identidade e os desafios éticos que surgem quando seu poder encontra o olhar desconfiado da humanidade.

Com as vozes de Darren Criss (Superman) e Zachary Quinto (Lex Luthor), o filme funciona como um renascimento criativo de um mito conhecido, mas com enfoque emocional mais moderno.

Uma nova origem para um herói que ainda não sabe ser herói

A trama começa com a destruição de Krypton e com o bebê Kal-El sendo enviado à Terra, onde é criado por Jonathan e Martha Kent. Já adulto, Clark trabalha como estagiário no Planeta Diário e só é reconhecido pelo público como o misterioso “Homem Voador”.

Quando um telescópio orbital da LexCorp é lançado, Clark comparece esperando encontrar vida além da Terra — mas o evento termina na prisão de Lex Luthor, após Lois Lane revelar que o equipamento apresentava falhas graves capazes de destruir Metrópolis.

Nesse mesmo período, Clark faz amizade com Rudy Jones, zelador dos Laboratórios STAR, cuja vida será completamente transformada ao cruzar o caminho do herói.

Lobo, J’onn J’onzz e a ameaça que desperta o Parasita

A chegada de um OVNI a Metrópolis coloca Clark frente a frente com Lobo, o caçador de recompensas intergaláctico que revela a existência de uma recompensa pela cabeça do “último kryptoniano”. Durante a luta, Rudy acaba exposto a uma misteriosa substância alienígena que se funde ao seu DNA, desencadeando sua transformação futura.

Quando Clark está à beira da derrota, surge a figura misteriosa que o observava: J’onn J’onzz, o Caçador de Marte. O encontro muda tudo, pois é J’onn quem explica a Clark sua verdadeira origem kryptoniana — e quem o alerta sobre o medo que a humanidade pode nutrir por seres diferentes.

Enquanto isso, Rudy renasce como uma criatura capaz de drenar energia vital, desencadeando destruição por onde passa.

A construção simbólica do Superman

Com o surgimento do Parasita, Metrópolis exige a presença de um herói. E é Martha Kent quem, num gesto simples e afetuoso, entrega a Clark o traje que inclui o icônico “S” no peito. A partir dali, o “Homem Voador” ganha um nome, um símbolo e uma responsabilidade.

Superman e J’onn tentam deter o Parasita, mas o vilão absorve seus poderes e usa as informações obtidas para crescer ainda mais. J’onn é supostamente morto em batalha, e Clark, enfraquecido, precisa recorrer a quem menos confia: Lex Luthor, preso após o incidente do telescópio.

O sacrifício do Parasita e o nascimento de um novo herói

Com a ajuda de Lobo e Luthor, Superman arma um plano para derrotar o Parasita — mas o confronto final toma um rumo inesperado. Após absorver energia demais, a criatura percebe que está prestes a causar uma destruição irreversível e decide se sacrificar para impedir a sobrecarga na usina de energia.

É um momento que redefine Clark: não mais apenas um jovem tentando se encaixar no mundo, mas um símbolo de esperança que acredita na humanidade — até mesmo nos seus monstros.

J’onn revela ter fingido a morte e parte em busca de outros marcianos. Lobo, regenerado, joga a provocação: talvez existam outros kryptonianos por aí.

E Superman, agora seguro de quem é, se apresenta ao mundo como Kal-El.

Darren Aronofsky está de volta com o insano thriller Ladrões, que estreia em 28 de agosto no Brasil

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Imagine que seu vizinho excêntrico desaparece e te deixa cuidando de seus gatos. Agora imagine que, por causa disso, você se torna alvo de gângsteres violentos, é perseguido pelas ruas de Nova York e nem sequer sabe o motivo. Esse é o ponto de partida de “Ladrões”, novo filme de Darren Aronofsky — e, sim, tem um gato no meio de tudo isso.

Com estreia marcada para 28 de agosto nos cinemas brasileiros, o longa acaba de ganhar pôster oficial e promete ser um dos thrillers mais caóticos (e estilosos) do ano.

⚾ Um ex-jogador de beisebol, um favor inocente e um inferno urbano

Austin Butler (o Elvis de Baz Luhrmann) interpreta Hank Thompson, um ex-promessa do beisebol que agora serve drinks e vive discretamente em Nova York. Sua rotina vira do avesso quando Russ (vivido por Matt Smith, o Daemon de “A Casa do Dragão”) pede a ele um favor simples: cuidar dos seus gatos por alguns dias.

Mas Hank mal imagina que esse “sim” vai colocá-lo no radar de um grupo de criminosos sem escrúpulos, todos atrás de algo que — aparentemente — está com ele. O detalhe? Ele não tem ideia do que seja. E é aí que começa a espiral: perseguições, tiroteios, alucinações, um gato fofo e muito sangue.

🎬 Aronofsky em modo caos controlado

Depois de filmes como Cisne Negro, Mãe! e Réquiem para um Sonho, o diretor Darren Aronofsky retorna ao formato de ficção com um filme que mistura seus elementos favoritos: protagonistas à beira do colapso, tensão crescente e um mergulho no lado mais sujo (e simbólico) da cidade.

Baseado no romance “Caught Stealing”, de Charlie Huston — que também assina o roteiro —, o filme promete equilibrar humor sombrio com paranoia urbana, seguindo a tradição de histórias onde o azar encontra o absurdo e tudo desmorona diante de nossos olhos.

🌃 Elenco de peso (e um gato que rouba a cena)

Além de Butler e Smith, o elenco tem Zoë Kravitz (“The Batman”) em um papel misterioso, além de Regina King, Vincent D’Onofrio, Liev Schreiber, Carol Kane, Griffin Dunne e até o cantor Benito A. Martínez Ocasio — sim, o Bad Bunny, repetindo seu flerte com o cinema depois de Trem-Bala.

E sim, o gato tem um papel importante na história. A Sony Pictures já confirmou que o felino é peça-chave na confusão, funcionando como “catalisador” da trama — e, a julgar pelo pôster, pode até ser o personagem mais sensato do filme.

🎟️ Um mergulho imprevisível na paranoia urbana

“Ladrões” chega como um prato cheio para quem gosta de thrillers com cara de pesadelo urbano. Aquele tipo de história onde o protagonista está sempre um passo atrás da tragédia, e tudo pode (e vai) dar errado.

Com Aronofsky no comando, não espere respostas fáceis — mas prepare-se para tensão, reviravoltas e uma estética que vai do sujo ao estilizado em segundos. E, claro, para se perguntar: o que tem de tão importante naquele apartamento… e por que todo mundo quer tanto pegar esse gato?

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