Netflix divulga primeiras imagens de Dinheiro Suspeito, thriller policial com Ben Affleck e Matt Damon

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A Netflix revelou nesta terça-feira (09) as primeiras imagens de Dinheiro Suspeito, o novo suspense policial estrelado por Ben Affleck (Argo, O Contador) e Matt Damon (Jason Bourne, Perdido em Marte). O filme, dirigido por Joe Carnahan (Esquadrão Classe A, O Protetor), tem estreia global marcada para 16 de janeiro de 2026 e promete misturar ação, tensão psicológica e intrigas complexas.

Ambientado em Miami, o longa acompanha uma equipe de policiais cuja confiança é testada ao encontrar uma grande quantia de dinheiro escondida em um depósito abandonado. À medida que a investigação oficial se desenrola, surgem suspeitas internas e conflitos de interesse, colocando cada membro do grupo diante de dilemas morais e decisões perigosas.

Joe Carnahan comentou sobre a proposta do filme: “O que mais me interessava era mostrar como pessoas comuns reagem quando confrontadas com situações extremas. A ganância, a lealdade e a dúvida se tornam forças poderosas, e em algum momento, você não sabe em quem confiar”.

O elenco também inclui Steven Yeun (Minari, Podres de Ricos, Okja, Burning, The Humans), Teyana Taylor (The Photograph, Boogie, Mad, Honey: Rise Up and Dance), Sasha Calle (The Flash, The Young and the Restless, Spider-Man: Across the Spider-Verse – curta animado), e Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça, Fast Food Nation, Love in the Time of Cholera, The Hypnotist), com participações especiais de Scott Adkins (O Expendables 2, O Protetor 2, Ninja, Boyka: Undisputed, Accident Man) e Kyle Chandler (Argo, A Noite do Jogo, Friday Night Lights, Super 8, The Wolf of Wall Street).

As primeiras imagens divulgadas pela Netflix mostram uma atmosfera urbana e sombria, com ruas molhadas e iluminadas por luzes de neon, reforçando o clima de tensão e perigo iminente. Os personagens aparecem em momentos de conflito interno e confronto direto, sugerindo que o filme explorará tanto ação quanto drama psicológico, característica frequente nas obras anteriores de Carnahan.

Além de sua força narrativa, Dinheiro Suspeito é mais uma oportunidade de relembrar a química única entre Ben Affleck e Matt Damon, que já atuaram juntos em filmes como Gênio Indomável e A Última Noite. A expectativa do público é alta, especialmente entre os fãs de thrillers policiais que apreciam histórias de personagens complexos e moralmente ambíguos.

A Netflix aposta em uma estratégia de divulgação intensa, com teasers, imagens exclusivas e campanhas digitais para criar antecipação até o lançamento. Analistas do mercado de streaming apontam que o filme tem potencial para se tornar um dos principais títulos de janeiro de 2026, consolidando a reputação da plataforma em produzir conteúdo original de grande impacto.

Jensen Ackles retorna à 3ª temporada de O Rastreador e promete encontros eletrizantes com Justin Hartley

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A terceira temporada de O Rastreador chega com novidades que prometem animar os fãs da série de ação e suspense. Um dos maiores destaques é o retorno de Jensen Ackles como Russell Shaw, irmão mais velho afastado de Colter. De acordo com informações do site TVLine, Ackles estará presente em múltiplos episódios, trazendo à narrativa uma dinâmica familiar cheia de tensão, drama e momentos memoráveis.

O retorno do ator não é simples. Jensen está atualmente ocupado com projetos na Amazon, incluindo Countdown, The Boys e seu derivado Vought Rising. Apesar da agenda apertada, o showrunner Elwood Reid garantiu aos fãs que a presença de Ackles será explorada ao máximo. “Jensen está ocupado na Amazon, mas vamos tê-lo em O Rastreador o máximo que pudermos. Ele é um velho conhecido, já trabalhamos juntos em Big Sky. Ele é um cara muito, muito ocupado, mas conseguir trazê-lo de volta para dois episódios. Ele é incrível. Eu acabei de editar o segundo episódio da terceira temporada, e ele e o Justin Hartley estão ótimos juntos. É muito divertido”, declarou Reid.

O reencontro entre Russell e Colter promete ser um dos pontos altos da temporada. Intitulado The Process, o primeiro episódio mostra Colter lidando com a chocante verdade sobre a morte do pai, enquanto Russell une forças com o irmão para rastrear a esposa e a filha desaparecidas de um dos clientes de Reenie Greene, personagem interpretada por Fiona Rene. O episódio dá início a uma série de eventos ligados a uma operação subterrânea conhecida como “O Processo”, mergulhando o público em uma narrativa de suspense intenso e drama familiar.

O Rastreador é uma série americana de ação e drama desenvolvida por Ben H. Winters, baseada no romance The Never Game de Jeffery Deaver, publicado em 2019. A produção acompanha Colter Shaw, interpretado por Justin Hartley, um sobrevivente solitário e habilidoso rastreador que viaja pelo país auxiliando policiais e cidadãos comuns em troca de recompensas em dinheiro. O elenco conta ainda com Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene, consolidando uma equipe de personagens complexos e interessantes.

A série é produzida pela 20th Television e recebeu encomenda de série em dezembro de 2022, após um piloto inicial em julho do mesmo ano. As gravações ocorrem na Colúmbia Britânica, Canadá, explorando cenários da região metropolitana de Vancouver e nos Vancouver Film Studios, criando um pano de fundo perfeito para as sequências de ação e suspense que marcaram a produção desde sua estreia.

A primeira temporada de O Rastreador estreou em 11 de fevereiro de 2024, logo após o Super Bowl LVIII na CBS, garantindo grande visibilidade. Em março do mesmo ano, a série foi renovada para a segunda temporada, exibida a partir de 13 de outubro de 2024. A terceira temporada, confirmada em fevereiro de 2025, está programada para estrear em 19 de outubro de 2025, prometendo elevar ainda mais a intensidade narrativa.

O elenco principal é liderado por Justin Hartley, que interpreta Colter Shaw, um rastreador experiente que combina habilidades físicas, estratégicas e de sobrevivência. Prestyn Bates dá vida ao jovem Colter em flashbacks, enquanto Robin Weigert, Abby McEnany e Eric Graise interpretam figuras-chave que ajudam Colter em suas investigações, seja encontrando casos, oferecendo suporte técnico ou auxiliando juridicamente. Fiona Rene completa o grupo como Reenie Greene, advogada que garante apoio legal durante os casos de Colter.

Além do núcleo principal, a série conta com personagens recorrentes e participações especiais que enriquecem a narrativa. Floriana Lima retorna como Camille Picket, Pej Vahdat interpreta Leonard Sharf, e Peter Stormare volta como Valts. O destaque, no entanto, é Jensen Ackles, cuja presença promete não apenas confrontos emocionais com Colter, mas também momentos de parceria e tensão que vão movimentar a trama.

As filmagens da terceira temporada começaram em 17 de julho de 2025 e estão previstas para se encerrar em 17 de abril de 2026. Mantendo a tradição das temporadas anteriores, a produção aproveita cenários reais da Colúmbia Britânica combinados com estúdios de alta tecnologia, criando uma ambientação autêntica para as sequências de ação e os momentos de suspense que marcam a série.

Sequência de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” encerra filmagens e ganha novo título; Elenco celebra fim da produção do romance do Prime Video

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A continuação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul“, sucesso romântico lançado em 2023, acaba de concluir mais uma etapa importante de sua produção. As filmagens de “Red, White & Royal Wedding”, título escolhido para a sequência, foram finalizadas oficialmente e o anúncio foi feito diretamente por um dos protagonistas do projeto. As informações são do Omelete.

O ator Taylor Zakhar Perez (A Barraca do Beijo) compartilhou nas redes sociais um vídeo gravado nos bastidores celebrando o encerramento das gravações. A publicação, feita na sexta-feira, 6 de março, rapidamente chamou a atenção dos fãs que aguardam novidades sobre o novo capítulo da história.

No vídeo divulgado no TikTok, Perez aparece ao lado de Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, Cinderella) e Rachel Hilson (Love, Victor, This Is Us). O trio segura o tradicional clapperboard utilizado nas filmagens enquanto comemora o fim da produção. A diretora Jamie Babbit (But I’m a Cheerleader, Only Murders in the Building) também aparece na gravação e confirma que as gravações foram concluídas. Em tom descontraído, ela anuncia que todos os membros da equipe terminaram oficialmente seus trabalhos no set.

A sequência do romance foi anunciada em maio de 2024 pelo Prime Video, plataforma responsável pela distribuição do primeiro filme. Desde então, o projeto vem sendo desenvolvido discretamente, com poucas informações divulgadas ao público. O encerramento das filmagens representa agora um passo importante rumo ao lançamento da nova produção.

O roteiro da continuação foi escrito por Matthew López (The Inheritance, Red, White & Royal Blue) em parceria com Gemma Burgess (Brooklyn Girls, Lovebites) e com a própria Casey McQuiston (One Last Stop, I Kissed Shara Wheeler), autora do romance original que inspirou a franquia. Desta vez, porém, López participa apenas da escrita, enquanto a direção do longa fica sob responsabilidade de Jamie Babbit.

O primeiro filme foi dirigido por Matthew López e marcou sua estreia como diretor de longas-metragens. A produção foi baseada no livro publicado em 2019 por Casey McQuiston e rapidamente se tornou um dos romances contemporâneos mais populares entre leitores e fãs de comédias românticas.

A história apresentada no longa acompanha Alex Claremont-Diaz, interpretado por Taylor Zakhar Perez. O personagem é filho da presidente dos Estados Unidos e acaba se envolvendo em uma situação inesperada durante uma visita oficial ao Reino Unido.

Durante um evento da família real britânica, Alex se desentende publicamente com o príncipe Henry, papel de Nicholas Galitzine. O confronto entre os dois acaba sendo fotografado e divulgado pela imprensa internacional, criando uma crise diplomática e um enorme constrangimento político.

Para evitar que o incidente prejudique as relações entre os dois países e afete a campanha de reeleição da presidente norte-americana, as equipes de comunicação decidem que Alex e Henry precisarão fingir uma amizade diante do público e da mídia.

O plano de relações públicas, no entanto, acaba tomando um rumo inesperado. Ao passarem mais tempo juntos, os dois começam a se conhecer de verdade e desenvolvem uma relação cada vez mais próxima. O que inicialmente parecia apenas uma estratégia política acaba se transformando em um romance genuíno, capaz de desafiar protocolos diplomáticos e expectativas sociais.

Além dos protagonistas, o primeiro filme contou com a participação de Uma Thurman (Kill Bill, Pulp Fiction), que interpretou a presidente dos Estados Unidos na trama. O elenco também incluiu Stephen Fry (V de Vingança, The Hobbit), Sarah Shahi (Sex/Life, Person of Interest), Rachel Hilson e Ellie Bamber (Animais Noturnos, Willow).

Antes de chegar às telas, o projeto passou por um processo de desenvolvimento relativamente longo. Em 2019, a Amazon Studios adquiriu os direitos de adaptação do livro após uma disputa entre diferentes estúdios interessados na história.

A produção ficou sob responsabilidade da Berlanti Productions, empresa fundada pelo produtor Greg Berlanti, conhecido por seu trabalho em séries populares da televisão norte-americana.

O desenvolvimento do roteiro começou oficialmente em 2021, quando Matthew López foi contratado para dirigir o projeto e trabalhar em uma nova versão do script, inicialmente desenvolvido por Ted Malawer (Halston, The Fosters).

O elenco principal começou a ser anunciado em junho de 2022. Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine foram confirmados nos papéis centrais, seguidos pela participação de Uma Thurman como a presidente Ellen Claremont. Nas semanas seguintes, o restante do elenco foi gradualmente revelado.

As filmagens do primeiro longa aconteceram principalmente na Inglaterra entre junho e agosto de 2022, com diversas locações utilizadas para recriar o ambiente político e diplomático da história.

O filme teve uma exibição especial de estreia no BFI IMAX, em Londres, em julho de 2023. Pouco tempo depois, a produção foi lançada globalmente no catálogo do Prime Video, onde rapidamente conquistou popularidade entre os assinantes.

Outro elemento importante da produção foi sua trilha sonora. A música do filme foi composta pela artista Drum & Lace, responsável por criar a ambientação sonora da história. O álbum oficial da trilha foi lançado pela Lakeshore Records e incluiu músicas de artistas como Vagabon e Oliver Sim.

Com o sucesso alcançado pelo primeiro filme, a decisão de produzir uma sequência acabou sendo considerada natural pelo estúdio. A nova produção promete continuar explorando o relacionamento entre Alex e Henry, além de expandir o universo político e familiar apresentado anteriormente.

Max Oliver: O Protetor das Galáxias | Jonatas Aragão fala sobre como transformou a dor em ficção e esperança

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Foto: Reprodução/ Internet

Por trás de lutas intergalácticas e um multiverso recheado de inteligência artificial, mitologia e desigualdade social, Max Oliver: O Protetor das Galáxias guarda algo muito mais íntimo: a história de um homem que usou a imaginação como forma de sobrevivência. Escrita por Jonatas Aragão, a saga não nasceu em meio ao conforto de um escritório silencioso, mas sim em um porão improvisado, onde a esperança era o único alicerce possível.

Na conversa a seguir, Jonatas compartilha como deu vida ao seu protagonista em um dos momentos mais difíceis da própria trajetória — e como a ficção virou abrigo, motivação e caminho de transformação. Max, afinal, não é apenas um herói de fantasia. É reflexo da luta de quem, mesmo sem superpoderes, decide continuar tentando.

Como nasceu o universo de Max Oliver? Há quanto tempo essa história te acompanha?

Tudo começou entre 2019 e 2020, quando me mudei para São Paulo em busca de uma vida melhor. Chegando na Baixada Santista, enfrentei uma realidade dura: desemprego, dificuldades financeiras e, mais tarde, a pandemia, que agravou ainda mais a situação. Como meu relacionamento com a esposa do meu pai não era bom, acabei sendo expulso de casa.

Passei a viver em um porão, dormindo em uma cama feita de blocos de cimento e pedaços de madeira, coberta por uma espuma fina. Me sentia completamente derrotado.

Foi num desses dias tristes que ouvi, pelo celular emprestado do dono da casa, a música Tente Outra Vez, de Raul Seixas. Aquela canção despertou algo dentro de mim — um desejo quase esquecido de recomeçar. Ao lado da cama, havia um caderno velho. Peguei uma caneta e rabisquei os primeiros personagens: um garoto com dois braceletes e uma menina misteriosa. Eles viriam a ser Max Oliver e Sarah Blake.

Ali, naquele instante, eu entendi que a escrita poderia me resgatar. Aquela história se tornaria minha força. Assim nasceu o primeiro volume da saga, que hoje sei que terá doze. Foi o meu jeito de transformar dor em criação.

Seu livro mistura multiversos, desigualdade, IA e mitologia. Como costurou tudo isso sem perder o lado emocional?

A desigualdade social foi o ponto de partida. No primeiro volume, ela está muito presente. Me inspirei no bairro do Bronx, nos EUA — lugar de abandono e sobrevivência. Max é um garoto criado no pior bairro de Nova York, vivendo com a mãe, Bárbara, uma mulher guerreira. Do outro lado da balança está Sarah Medellín Blake, uma jovem multibilionária de uma das famílias mais influentes do mundo. A distância entre eles não é só financeira — é um abismo de experiências.

Mas não queria contar apenas uma história sobre contrastes sociais. Quis sonhar maior. Quis criar um multiverso onde tudo fosse possível: raças inéditas, tecnologias imaginárias, culturas próprias e até civilizações inteiras.

A mitologia entrou depois, por sugestão do coautor Jorge Miguel, que viu na mitologia um elo simbólico capaz de aprofundar ainda mais a trama. Ela trouxe camadas, significados, pontes entre passado e futuro.

Apesar da variedade de elementos, a emoção sempre foi meu norte. Queria tocar o coração das pessoas — crianças, adultos ou idosos. Escrevo de forma simples, direta, mas com espaço para quem quiser mergulhar fundo.

A nostalgia geek é muito presente. Qual foi o papel das referências dos anos 90 e 2000 na construção da saga?

Essas referências foram fundamentais. Não como adorno, mas como essência. As produções geek da minha infância e adolescência — Ben 10, Liga da Justiça, Super Choque, Homem-Aranha, Batman do Futuro — todas elas me ensinaram valores.

Mais do que ação, elas falavam sobre coragem, empatia, sacrifício, amizade. Eram verdadeiras aulas de humanidade disfarçadas de aventura.

Ao colocar essas influências em Max Oliver, meu objetivo foi duplo: prestar uma homenagem afetiva e apresentar essas vibrações a uma nova geração. Muitos jovens de hoje não conheceram essas obras, então quis trazer, com minha própria linguagem, um pouco daquela mágica de volta.

Qual é, no fim das contas, a mensagem que você gostaria que os leitores levassem de Max Oliver?

Espero que os leitores entendam que Max Oliver é mais do que ficção científica — é uma história sobre gente. Sobre nós. Sobre dor, escolhas e recomeços.

Quero que cada pessoa que leia o livro perceba que também carrega dentro de si um potencial enorme, ainda que adormecido. E que esse potencial, às vezes, só desperta nos momentos mais escuros da vida.

Não são os superpoderes que tornam alguém especial. São as decisões que tomamos quando tudo parece perdido. Max não é invencível. Ele sofre, erra, cai. Mas segue em frente — e isso o transforma.

No fim, meu desejo é que Max Oliver seja, para quem lê, o que ele foi para mim: uma fagulha de esperança. Uma lembrança de que ainda dá pra tentar. Ainda dá pra recomeçar.

A Hora do Mal surpreende em estreia com US$ 70 milhões na bilheteria mundial

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Foto: Reprodução/ Internet

No universo do cinema, onde grandes franquias costumam dominar as bilheterias e sequências infinitas parecem ser a regra, de vez em quando surge uma produção que surpreende e resgata a força da história original. Esse é o caso de A Hora do Mal, filme de terror e mistério que estreou em agosto de 2025 com uma força inesperada, conquistando o público e a crítica e dominando as bilheterias ao redor do mundo.

Dirigido por Zach Cregger, um nome que tem chamado atenção nos últimos anos por sua abordagem inovadora dentro do gênero, A Hora do Mal chegou às telas nos Estados Unidos com uma arrecadação impressionante de US$ 42,5 milhões só no primeiro fim de semana — e somando US$ 70 milhões globalmente. E o mais surpreendente: seu orçamento modesto, de US$ 38 milhões, fez com que o filme se tornasse lucrativo praticamente desde o seu lançamento.

Uma história que mistura medo e humanidade

Ao contrário de muitos filmes do gênero que se apoiam apenas no susto fácil, o filme entrega uma trama que toca o emocional e instiga a mente. A narrativa começa com um desaparecimento inexplicável: dezessete crianças da mesma turma somem de suas casas, em uma pequena cidade da Pensilvânia, deixando uma única sobrevivente para contar o que aconteceu.

A partir desse ponto, o longa constrói um clima de tensão crescente, envolvendo autoridades, familiares desesperados e um mistério que parece desafiar todas as explicações lógicas. O filme é uma mistura delicada entre horror sobrenatural e o drama de personagens reais, cada um lutando para lidar com o medo, a perda e a culpa.

Personagens que marcam e performances que impressionam

Um dos pontos mais elogiados por críticos e espectadores é o elenco, que traz nomes experientes e promissores, capazes de dar vida a personagens complexos e muito humanos.

Julia Garner brilha como Justine, a professora da turma desaparecida. Sua interpretação vai além do papel tradicional de educadora — ela representa a angústia de quem se sente responsável e impotente diante de um desastre inexplicável. Josh Brolin, como o policial Paul Morgan, e Alden Ehrenreich, interpretando Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, também entregam performances intensas, mostrando as múltiplas faces do medo e da esperança.

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O olhar sensível de Zach Cregger

Para quem acompanha a trajetória de Zach, o diretor não é estranho ao universo do terror com alma. Após o sucesso de Barbarian (2022), Cregger decidiu mergulhar em uma história mais pessoal e ambiciosa, inspirada em perdas reais e em reflexões sobre o tempo e a memória.

A perda do amigo próximo Trevor Moore teve grande impacto em sua escrita, que buscou criar um roteiro capaz de conectar o público não só pelo medo, mas pela emoção sincera e pelo questionamento sobre a fragilidade humana.

Influências de grandes obras, como Magnolia e A Visit from the Goon Squad, são perceptíveis na forma como o roteiro entrelaça personagens, memórias e eventos traumáticos, criando um terror que é tanto psicológico quanto sobrenatural.

Desafios e mudanças no caminho até a tela

A jornada do longa-metragem até o lançamento não foi fácil. Greves em Hollywood em 2023 e conflitos de agenda causaram mudanças significativas no elenco original. Pedro Pascal, Renate Reinsve e outros nomes tiveram que se afastar, abrindo espaço para Josh Brolin, Julia Garner e Benedict Wong.

Mesmo com os contratempos, a produção manteve a essência e a força do roteiro, e a equipe mostrou resiliência para manter a qualidade do filme.

A escolha de Atlanta como local das filmagens, com a construção da escola primária que centraliza a trama, foi estratégica para dar realismo e peso à narrativa, contando ainda com um grande número de crianças no set — mais de 170 em alguns dias —, o que exigiu uma logística cuidadosa.

Nota máxima no Rotten Tomatoes

O filme chegou a alcançar a incrível marca de 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 42 avaliações, um feito raro para qualquer gênero — e ainda mais para o terror. Essa pontuação o coloca em uma seleta lista de produções do gênero que conseguiram esse nível de unanimidade, ao lado de obras renomadas como His House, outro filme original que também chamou atenção nos últimos anos. Esse reconhecimento inicial confirmou a força da narrativa de Zach Cregger e a qualidade da produção como um todo.

Com o passar dos dias e o aumento do número de críticas, a produção manteve seu prestígio e hoje ostenta 95% de aprovação, com mais de 230 avaliações no Rotten Tomatoes. Esse número reforça o impacto duradouro que o filme vem tendo no público e na crítica, destacando-se não apenas como um suspense eficiente, mas como uma obra de terror inteligente e emocionalmente rica. É uma prova clara de que o filme vai muito além do susto imediato, explorando camadas profundas de mistério, medo e humanidade.

O sucesso crítico de A Hora do Mal evidencia como o terror pode ser um veículo para histórias densas e bem construídas, capazes de ressoar com o público e a crítica ao mesmo tempo. A obra de Cregger mostra que, quando há um roteiro sólido, atuações intensas e uma direção cuidadosa, o gênero pode surpreender e emocionar, quebrando barreiras e conquistando seu espaço no cenário cinematográfico contemporâneo.

O futuro do terror segundo Zach Cregger

Se a estreia d o filme já foi tão impactante, o que esperar do futuro do diretor? O cineasta demonstra com esse filme que está comprometido em reinventar o gênero, trazendo histórias que emocionam e desafiam. Seu olhar atento para a complexidade humana, combinado com uma direção segura e criativa, promete novas obras que podem continuar a surpreender e ampliar o alcance do terror.

Após The Handmaid’s Tale, Elisabeth Moss retorna ao drama com Conviction, nova série jurídica do Hulu

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Cast member Elisabeth Moss arrives at the Los Angeles premiere of "The Handmaid's Tale" Season 2 at TCL Chinese Theatre on Thursday, April 19, 2018 in Los Angeles. (Photo by Jordan Strauss/Invision/AP)

Encerrar um projeto como The Handmaid’s Tale não é simples. Foram anos vivendo uma personagem emocionalmente devastada, resiliente e simbólica para milhões de espectadores. Mas Elisabeth Moss não é o tipo de atriz que desacelera. Pouco tempo após o fim da série, ela já tem um novo desafio pela frente. A atriz será a protagonista de Conviction, novo drama jurídico do Hulu criado por David Shore, nome por trás de The Good Doctor.

A notícia, divulgada pelo Deadline, confirma que o Hulu aprovou oficialmente a produção da série. Moss não apenas lidera o elenco como também assume o posto de produtora executiva, reforçando sua posição cada vez mais estratégica nos bastidores da televisão. Ao lado de Shore, Warren Littlefield e Bert Salke, o projeto será desenvolvido pela 20th Television.

Conviction é baseada no romance homônimo lançado em 2023 pelo autor Jack Jordan. A obra chamou atenção por sua combinação de suspense psicológico com drama judicial, e agora ganha uma adaptação que promete preservar essa tensão moral. Jordan, inclusive, firmou contrato de desenvolvimento com a 20th Television, que já trabalha nas versões para a TV de seus livros Redemption, publicado em 2024, e Deception, previsto para 2026.

Na série, Moss interpreta Neve Harper, uma advogada criminal confiante, respeitada e estrategista. Neve está prestes a assumir o caso mais importante de sua carreira: um assassinato de grande repercussão nacional. Um homem é acusado de matar a esposa ao incendiar a própria casa, e o julgamento rapidamente se transforma em um espetáculo midiático.

Para Neve, é a oportunidade perfeita de consolidar seu nome entre os grandes profissionais da área. Mas o que parecia ser apenas um desafio jurídico logo se transforma em algo muito mais pessoal e perigoso. Um estranho misterioso começa a chantageá-la, ameaçando expor segredos do seu passado. De repente, a mulher que domina os tribunais passa a lutar para manter sua própria reputação intacta.

É aí que a história ganha densidade emocional. Neve se vê obrigada a questionar até onde está disposta a ir para proteger sua carreira e seu nome. Comprometer valores? Manipular informações? Ultrapassar limites éticos? A série promete explorar essa zona cinzenta com intensidade, algo que combina perfeitamente com o perfil artístico de Elisabeth Moss.

Ao longo da carreira, Moss construiu uma reputação sólida interpretando mulheres complexas, determinadas e emocionalmente densas. Foi assim em The West Wing, onde viveu Zoey Bartlet entre 1999 e 2006. Foi assim em Mad Men, quando deu vida à ambiciosa Peggy Olson, papel que lhe rendeu cinco indicações ao Emmy e dois prêmios do Screen Actors Guild ao lado do elenco.

Mas foi como June Osborne em The Handmaid’s Tale que Moss atingiu um novo patamar. Desde 2017, sua atuação intensa e visceral transformou a personagem em um dos rostos mais marcantes da televisão contemporânea. Ela conquistou dois prêmios Emmy pelo trabalho, um como Melhor Atriz em Série Dramática e outro como produtora de Melhor Série Dramática. Mais do que prêmios, conquistou respeito.

Agora, em Conviction, a expectativa é que ela entregue uma personagem igualmente complexa, mas em um registro diferente. Se June era movida pela sobrevivência e resistência em um regime opressor, Neve Harper parece ser movida por ambição, inteligência e controle. O conflito aqui não é político ou distópico. É ético, íntimo e psicológico.

David Shore, conhecido por construir personagens moralmente desafiadores, parece ter encontrado em Moss a intérprete ideal. Seu histórico mostra que ela não tem medo de expor fragilidades, nem de explorar contradições. E Neve, ao que tudo indica, será uma personagem cheia delas.

Fora das telas, a trajetória de Moss também ajuda a entender sua disciplina artística. Nascida em Los Angeles, filha de músicos, ela cresceu em um ambiente criativo. Sua mãe é gaitista profissional de jazz e blues, e o contato com a arte sempre esteve presente em sua formação.

Curiosamente, seu primeiro sonho não era atuar. Moss queria ser bailarina profissional. Estudou na School of American Ballet, em Nova York, e treinou com Suzanne Farrell no Kennedy Center, em Washington. A dança exigiu rigor, técnica e dedicação. Embora tenha seguido carreira na atuação, essa base disciplinada parece ter moldado sua ética profissional.

Ainda sem data de estreia confirmada, a série já desperta curiosidade por unir um texto de suspense psicológico com o universo jurídico, dois territórios que naturalmente geram tensão.

Enfim, esposas | Continuação do romance sáfico histórico de Vanessa Airallis mergulha no amor proibido entre duas mulheres

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Foto: Reprodução/ Internet

Em uma São Paulo que ainda respirava os ares coloniais, marcada por carruagens, vestidos longos, salões iluminados à vela e conversas sussurradas entre leques, um amor improvável floresceu. Entre paredes aristocráticas, convenções religiosas e expectativas que esmagavam o que era diferente, duas mulheres ousaram se olhar de outro jeito. E esse olhar, tão simples e ao mesmo tempo tão revolucionário, mudou tudo.

Foi isso que Vanessa Airallis contou em “Não somos melhores amigas”, o romance sáfico de época que arrebatou centenas de leitoras brasileiras nos últimos anos. Agora, com o lançamento de “Enfim, esposas”, a autora entrega não apenas uma continuação, mas um mergulho ainda mais intenso nos dilemas, escolhas e sentimentos de Alice Bell Air e Isis d’Ávila Almeida, duas personagens que vivem aquilo que, para muitas mulheres da época — e ainda hoje —, parecia inalcançável: um amor possível entre duas mulheres.

Uma carta de amor às que vieram antes

Ao escrever sobre o fim do século XIX, Vanessa não está apenas contando uma história de amor. Ela está escrevendo uma carta. Uma homenagem. Um registro silencioso, mas poderoso, daquilo que tantas mulheres viveram em segredo, muitas vezes sem nomear, sem poder contar, sem poder viver.

“Enfim, esposas” começa com Alice de volta a São Paulo após uma temporada no exterior. Mas ela retorna diferente. O corpo, a mente, o coração — tudo nela mudou desde que se permitiu sentir algo por Isis. Algo que ela mal consegue entender, mas que reconhece como verdadeiro. Como real. Ainda que sua família, extremamente religiosa, a pressione a se casar com um bom pretendente, ela já sabe que nenhum homem poderá provocar nela o que Isis provoca com um simples toque de olhar.

Isis, por sua vez, continua vivendo o drama silencioso de uma mulher presa em um casamento tradicional. Rica, bela e respeitada, ela parece ter tudo o que uma dama da elite paulistana poderia desejar — exceto liberdade para amar. A chegada de Alice reacende nela sentimentos que ela tentou sufocar, mas que nunca morreram de fato.

Um romance sobre escolhas que moldam destinos

O que torna a escrita de Vanessa Airallis tão especial é justamente sua habilidade de transformar o silêncio em palavra, a opressão em poesia, o toque negado em narrativa. Alice e Isis não estão apenas apaixonadas — elas estão lutando contra tudo o que aprenderam a ser. Estão se permitindo desejar num tempo em que o desejo feminino era visto com desconfiança. E mais ainda: estão lutando para viver um amor que não tinha nome, nem espaço, nem modelo. Se “Não somos melhores amigas” foi o nascimento desse amor, “Enfim, esposas” é o confronto com o mundo. O momento em que o que elas sentem precisa ser escolhido — ou abandonado. E nesse embate, Vanessa não oferece soluções fáceis. Suas personagens são humanas, falham, têm medo, se escondem. Mas também são valentes, ternas, leais ao que sentem — mesmo quando o mundo insiste em dizer que estão erradas.

A delicadeza de contar histórias que o tempo tentou apagar

É impossível falar de “Enfim, esposas” sem destacar o cuidado que a autora tem com os detalhes. Desde os trajes e costumes da elite paulista do século XIX até os modos de falar, os rituais sociais e a repressão velada que atravessava o cotidiano das mulheres, tudo é tratado com precisão e lirismo. Mas o que realmente brilha é o sentimento. A maneira como Vanessa escreve o amor. Não um amor idealizado, imune aos conflitos ou aos muros sociais. Mas um amor cheio de camadas, com desejo e ternura, silêncio e culpa, raiva e encantamento. A cada página, a autora parece sussurrar ao ouvido da leitora: “Sim, vocês existiram. Sim, vocês também amaram. Sim, suas histórias importam.” E talvez essa seja a principal força do livro — oferecer um espelho para quem, durante muito tempo, não pôde se ver.

Um passo importante na representatividade lésbica na literatura brasileira

Ainda é raro encontrar romances de época protagonizados por duas mulheres nos catálogos das grandes editoras brasileiras. E mais raro ainda quando essas histórias são ambientadas no Brasil, com nossa cultura, nossos conflitos e nossa história. Com o apoio da Verus Editora, “Enfim, esposas” chega como um gesto importante de representatividade. Não apenas por retratar o amor sáfico com respeito e profundidade, mas por resgatar um passado que foi vivido por muitas — mas contado por poucas. Vanessa constrói com firmeza uma ponte entre o presente e o passado. Seu livro fala com quem vive hoje, mas também com as tantas mulheres que não puderam viver o que sentiam. E isso é, por si só, um gesto político, poético e necessário.

O que esperar da leitura?

Leitoras que se encantaram com o primeiro livro vão encontrar em “Enfim, esposas” uma história ainda mais emocionalmente carregada. É um livro sobre escolhas difíceis, sobre segredos, sobre esperança. E, acima de tudo, sobre o que acontece quando duas mulheres descobrem que não dá mais para fugir do que sentem. A escrita da autora é elegante, envolvente, às vezes sensual, às vezes dolorida. Ela sabe dosar emoção sem cair na dramatização gratuita. E, como poucas autoras brasileiras contemporâneas, consegue construir um romance sáfico que é doce e político ao mesmo tempo.

Resumo da novela Vale Tudo de sábado, 17/05

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Foto: Reprodução/ Internet

O próximo sábado, 17 de maio de 2025, vai ser agitado em Vale Tudo, com personagens se movendo como peças de xadrez – e nem todos os lances são limpos…

🎭 Maria de Fátima, sempre calculista, engole o orgulho e pede desculpas a Odete. Mas será que é sincero? Ou é só mais um movimento estratégico pra continuar no jogo da poderosa?

💼 Enquanto isso, Leila entra de vez no mundo de Renato, acompanhando o jornalista em uma reunião de trabalho. O clima entre os dois esquenta e, mais tarde, eles acabam dormindo juntos. Mas nem tudo vai sair como planejado…

🔥 Solange, por sua vez, vai ser a responsável por um dos momentos mais tensos do capítulo: ela flagra Renato e Leila juntinhos. Eita! A reação dela pode virar o jogo pra todo mundo!

⚡ Cláudia segue sem papas na língua e parte pra cima de Marco Aurélio, acusando o empresário de manipular quem estiver ao seu redor pra conseguir o que quer. A tensão só aumenta.

♟️ Odete continua mexendo as peças do seu tabuleiro: orienta Fátima a chegar mais cedo ao campeonato de xadrez – onde Ivan também confirma presença. Coincidência? Nada é por acaso quando se trata de Odete Roitman.

🎤 E no núcleo musical, vem uma bomba para Vasco: ele descobre que foi cancelado (no sentido literal!) e vai ficar de fora do grupo de pagode. Mais uma rasteira na carreira dele…

🚗 Laís e Cecília seguem para Petrópolis com um objetivo especial: conhecer Sarita. Será que essa visita vai trazer boas surpresas ou mais confusão?

🚨 Já Raquel vive um momento tenso e necessário: ela acusa Freitas de assédio. Uma cena forte que promete levantar debates importantes na trama.

+Milionária de Hoje | Resultado do Concurso 294 de quarta (15/10) – Prêmio estimado em R$ 10 milhões

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A noite desta quarta-feira, 15 de outubro de 2025, entra para a história como uma das mais aguardadas do ano. O motivo é o sorteio do concurso 294 da +Milionária, uma das apostas mais recentes e inovadoras da Caixa Econômica Federal. Com um prêmio estimado em impressionantes R$ 10 milhões, o concurso captura a atenção e o entusiasmo de milhões de brasileiros, todos sonhando em se tornar os próximos milionários do país. A emoção se espalha por todas as regiões — do interior às capitais — com pessoas reunidas em casa, bares e grupos de amigos, aguardando o momento em que os números serão revelados.

O evento começa às 20h, horário de Brasília, diretamente do tradicional Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo. A transmissão ao vivo acontece pelos canais oficiais da Caixa e plataformas digitais, garantindo total transparência e permitindo que apostadores de todo o país acompanhem, em tempo real, cada detalhe do sorteio. À medida que os números são sorteados, o silêncio se mistura à vibração de quem acredita que a sorte pode finalmente bater à porta.

Resultado do concurso 294 

O que está em jogo

Mais do que um simples sorteio, o concurso 293 da +Milionária representa o sonho da independência financeira. Um prêmio de R$ 173 milhões pode transformar completamente o destino de uma pessoa — e de toda uma família. É o tipo de valor capaz de garantir estabilidade por gerações, abrir portas para novos negócios, realizar viagens dos sonhos, proporcionar segurança financeira e transformar desejos distantes em realidade.

Nos últimos dias, o volume de apostas cresce expressivamente. Casas lotéricas de todo o país registram filas desde as primeiras horas da manhã, enquanto o número de apostas online bate recordes. A atmosfera é de esperança e imaginação: cada apostador mentaliza seus planos para o futuro, sonha com o que faria com tanto dinheiro e compartilha palpites com amigos e familiares.

A +Milionária, desde sua criação, conquista um público fiel ao oferecer mais do que a expectativa de vitória: ela cria uma narrativa coletiva de sonhos, planos e superstição. Cada aposta é, ao mesmo tempo, um gesto de fé e uma forma de entretenimento.

Como funciona a +Milionária

Lançada em 2022, a +Milionária rapidamente se consolida como uma das loterias mais empolgantes do país. Seu diferencial está no sistema do Trevo da Sorte, que adiciona um toque estratégico ao jogo. Para participar, o apostador escolhe seis números entre 50 disponíveis no volante e dois Trevos da Sorte entre seis opções.

A aposta simples custa R$ 6,00, tornando o jogo acessível a uma ampla faixa da população. O sistema cria diversas faixas de premiação, permitindo que os jogadores sejam contemplados mesmo que não acertem todos os números e trevos. Essa estrutura garante uma experiência mais envolvente e prolonga a emoção até o final do sorteio.

Outro diferencial é a liberdade do jogador ao escolher suas dezenas. É possível selecionar manualmente ou optar pela Surpresinha, que sorteia os números automaticamente. Já a Teimosinha permite repetir a mesma combinação por vários concursos consecutivos — uma escolha prática para quem acredita na força de seus números da sorte.

Faixas de premiação

A +Milionária é conhecida por sua generosidade na distribuição dos prêmios. Além da cobiçada faixa principal, há categorias intermediárias que garantem recompensas interessantes, aumentando o número de vencedores por concurso.

Entre as principais faixas estão:

2 números + 1 Trevo: prêmios iniciais fixos, voltados para acertos menores;

5 números + 1 Trevo: valores intermediários, que já proporcionam ganhos significativos;

6 números + 2 Trevos: o prêmio máximo, que nesta edição pode chegar a R$ 173 milhões.

Essa diversidade é um dos fatores que tornam a +Milionária tão atraente, pois multiplica as possibilidades de vitória e faz com que cada jogador sinta que tem chances reais de ganhar algo, mesmo que pequeno.

Terra da Padroeira (07/09) visita Roberta Miranda e recebe Marcelo Costa, Jayne, Maurício & Mauri e Wilson & Soraia

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Neste domingo, 7 de setembro, às 9h, o Terra da Padroeira, programa da TV Aparecida, promete levar os telespectadores a uma experiência única e intimista: uma visita à residência de Roberta Miranda, ícone da música sertaneja, localizada na capital paulista. Apresentado por Kleber Oliveira e Tonho Prado, o programa trará um encontro especial com a cantora, que dividirá histórias inéditas de sua carreira, memórias de grandes shows e momentos marcantes de sua trajetória.

Roberta Miranda, reconhecida por sua voz inconfundível e por sucessos que marcaram gerações, vai revelar detalhes sobre sua vida pessoal e profissional, compartilhando bastidores da carreira que atravessa mais de três décadas. O público terá a oportunidade de conhecer de perto a rotina da artista, suas inspirações e os desafios que enfrentou para se tornar uma das grandes representantes da música sertaneja no Brasil.

Além desse encontro exclusivo, o programa também vai oferecer um verdadeiro festival de música sertaneja no palco. Entre os destaques do dia está Marcelo Costa, cantor, compositor e apresentador natural de Andradas (MG). Com uma trajetória marcada por grandes sucessos como Festa Sertaneja, O Palco Caiu e Meus Tempos de Criança, Marcelo já se apresentou em programas especiais dedicados ao sertanejo e é reconhecido pela versatilidade e energia em suas performances.

Outro grande nome da música que participará do programa é Jayne, cantora de Paranapuã (SP). Desde os seis anos, Jayne já se destacava em apresentações locais e, ao longo do tempo, integrou diversas bandas que ajudaram a consolidar seu talento. Conhecida por suas apresentações em rodeios montada em seu cavalo branco adestrado, Jayne levou o público a se encantar com sucessos como Rainha de Rodeio, Amigos Para Sempre e Estrada da Esperança, tornando-se referência em shows de rodeio pelo país.

A dupla Maurício e Mauri também marcará presença. Irmãos de Chitãozinho e Xororó, ambos trazem a música sertaneja no sangue. Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal na banda dos irmãos por dez anos, enquanto Mauri se destacou na produção dos shows. Em 1991, os irmãos lançaram seu primeiro disco, com destaque para as canções Olhos nos Olhos e Paixão ou Loucura. Outros sucessos da dupla, como Namoro Escondido e Xonado Eu Tô, consolidaram o talento da dupla no cenário sertanejo.

Para encerrar a manhã de música, os irmãos Wilson e Soraia prometem uma performance emocionante. Celebrados nos anos 1990 com o hit Mais Uma Noite Sem Você, a dupla permanece relevante graças à qualidade vocal e ao carisma nas apresentações. Além do clássico, o público poderá ouvir Se Não For Por Amor e Pra Sempre Vou Te Amar (Forever by Your Side), esta última que fez parte da trilha sonora da novela Irmãos Coragem, da TV Globo, em 1995.

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