Filmes de hoje (18/05) na Sessão da Tarde e Tela Quente com Robin Hood e O Esquadrão Suicida na Globo

Nesta segunda, 18 de maio, a faixa de filmes da TV Globo, a Sessão da Tarde, apresenta ao público o longa Robin Hood: A Origem, releitura contemporânea da clássica lenda do arqueiro que desafia a elite e rouba dos poderosos para redistribuir riquezas ao povo. Lançado originalmente em 2018, o filme chega à televisão aberta como uma opção de ação com ritmo acelerado e uma estética que se afasta das versões mais tradicionais do personagem.

Dirigido por Otto Bathurst e produzido pela Lionsgate, o filme aposta em uma abordagem que mistura ambientação medieval com linguagem visual inspirada em produções de ação modernas. A narrativa parte do retorno de Robin das Cruzadas, quando ele encontra Sherwood mergulhada em corrupção, violência institucional e desigualdade extrema. A partir desse cenário, a história transforma o protagonista em uma figura de resistência direta contra o sistema, em uma construção que privilegia confrontos rápidos, estratégias de impacto e uma dinâmica quase revolucionária entre os personagens.

O elenco reforça essa proposta mais intensa. Taron Egerton interpreta um Robin mais impulsivo e físico, distante da imagem clássica do herói estrategista e sereno. Ao seu lado, Jamie Foxx assume o papel de John, personagem que ganha relevância central na formação do protagonista e funciona como um contraponto emocional e tático dentro da trama. A construção da relação entre os dois sustenta parte do desenvolvimento da história, principalmente na transformação de Robin em símbolo de rebelião.

No outro extremo do conflito, Ben Mendelsohn interpreta o Xerife de Nottingham em uma versão menos caricata e mais voltada à manipulação política, representando um sistema de poder estruturado em vez de apenas um vilão de ação. A presença de Eve Hewson como Marian amplia o protagonismo feminino dentro da narrativa, enquanto Jamie Dornan surge como Will Scarlet, inserido em uma rede de aliados que reforça a ideia de organização coletiva em oposição ao domínio do Estado local.

Quando chegou aos cinemas em 2018, Robin Hood: A Origem teve recepção dividida e desempenho abaixo do esperado. Com orçamento estimado em cerca de 100 milhões de dólares, o longa arrecadou aproximadamente 24 milhões mundialmente, resultado que refletiu a dificuldade da produção em conquistar tanto a crítica quanto o público. As principais observações negativas apontavam para a tentativa de modernização excessiva e para escolhas narrativas que priorizavam estilo visual em detrimento de aprofundamento dramático.

Com o passar do tempo, no entanto, o filme encontrou novo espaço em exibições televisivas e plataformas digitais, onde passou a ser revisitado por espectadores interessados em versões mais estilizadas de histórias clássicas. Nesse contexto, a exibição na Sessão da Tarde funciona como uma oportunidade de reavaliar a produção fora do ambiente competitivo dos cinemas, especialmente em um formato que privilegia o consumo casual.

Mesmo longe do status das adaptações mais tradicionais de Robin Hood, esta versão se mantém relevante pela tentativa de reinterpretar o mito sob uma lógica contemporânea. O foco em ação constante, estética acelerada e conflitos diretos aproxima o longa de uma linguagem mais próxima do público atual, especialmente aquele acostumado com filmes de ritmo intenso e narrativas de impacto visual imediato.

A Tela Quente exibe o longa-metragem O Esquadrão Suicida, produção da DC que reinventa a equipe de condenados em uma missão suicida marcada por violência gráfica e cenas de ação em ritmo acelerado. Lançado em 2021, o longa dirigido por James Gunn abandona qualquer tentativa de continuação direta do filme de 2016 e reconstrói a Força-Tarefa X com nova abordagem estética e narrativa.

A história acompanha prisioneiros perigosos recrutados pelo governo dos Estados Unidos para missões de alto risco em troca de redução de pena, enviados desta vez para a ilha fictícia de Corto Maltese, onde precisam destruir o laboratório Jötunheim e eliminar evidências de experimentos militares envolvendo uma ameaça alienígena.

O elenco reúne nomes de grande destaque em Hollywood. Margot Robbie retorna como Harley Quinn em uma versão ainda mais imprevisível da personagem. Idris Elba interpreta Bloodsport, figura central na missão e responsável por liderar parte das ações do grupo em campo. Já John Cena vive Peacemaker, personagem que leva ao extremo a lógica distorcida de “paz a qualquer custo”, enquanto Viola Davis reprisa Amanda Waller, responsável por controlar e manipular toda a operação a partir do governo.

Entre os retornos e novas adições, Joel Kinnaman volta como Rick Flag, reforçando o lado militar da equipe, enquanto Sylvester Stallone dá voz ao personagem Tubarão-Rei, que se destaca pela mistura de brutalidade e comportamento ingênuo, criando um contraste constante dentro das cenas.

A origem da produção passou por mudanças importantes antes de chegar à versão final. Após a recepção dividida do filme de 2016, a Warner Bros. reformulou o projeto até convidar James Gunn, que trouxe referências de filmes de guerra e dos quadrinhos clássicos da equipe nos anos 1980. A proposta foi trabalhar com personagens menos previsíveis e ampliar o lado caótico do grupo, mantendo a ideia central de missões suicidas controladas por uma agência governamental.

As filmagens ocorreram principalmente em Atlanta, nos Estados Unidos, com passagem também pelo Panamá, além de cenas registradas em Portugal. A produção combinou efeitos práticos e digitais para reforçar a violência estilizada e dar mais peso físico às cenas de combate, escolha que se tornou uma das marcas visuais do longa.

Quando chegou aos cinemas, O Esquadrão Suicida recebeu avaliações positivas da crítica, que destacou a direção de James Gunn, o humor mais agressivo e a construção mais livre dos personagens em comparação à versão anterior. Apesar disso, o desempenho nas bilheterias foi afetado pelo lançamento simultâneo em streaming e salas de cinema durante o período de pandemia.

O impacto do filme ainda gerou desdobramentos dentro do universo da DC, principalmente com a série Peacemaker, que aprofunda a história de John Cena e expande o núcleo apresentado no longa.

TYLA lança “IS IT” e inaugura nova fase com sensualidade, ritmo e autenticidade no verão global

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Tem algo de magnético em cada movimento de TYLA. Seja com um olhar direto para a câmera ou com uma batida que explode no momento certo, a artista sul-africana tem se firmado como uma das vozes mais autênticas do pop contemporâneo. E agora, com “IS IT”, seu novo single lançado na última sexta-feira (11), TYLA prova mais uma vez que sabe exatamente como transformar música em experiência — e pista de dança em catarse.

Produzida por Sammy Soso e com direção da talentosa Aerin Moreno (que já havia assinado o videoclipe de “Push 2 Start”), a nova faixa é uma jornada de desejo contido e entrega inevitável. Com o Amapiano — gênero sul-africano que pulsa em seu DNA — como base rítmica, a canção é um convite explícito à conexão: sensual, elegante e com uma batida que parece feita sob medida para noites quentes de verão.

“Is it wrong that I want to get right with you?”, sussurra TYLA, sem pressa, enquanto o beat cresce ao redor como se preparasse o terreno para algo íntimo, quase secreto.

Um videoclipe que pulsa com o corpo

O clipe, como tudo que TYLA toca, tem personalidade. Em um cenário de festa que nunca se expande além do necessário, ela domina o espaço com o corpo: dança sozinha com firmeza, se aproxima de um parceiro com intensidade quase teatral e, ao mesmo tempo, dissolve-se entre as luzes e os corpos da multidão. Tudo sem sair do mesmo lugar — como se a festa estivesse dentro dela.

A escolha estética da diretora é clara: deixar TYLA brilhar, não como uma estrela inalcançável, mas como uma mulher jovem, viva, que está redescobrindo o prazer da própria companhia, do toque, da liberdade.

“Estou me divertindo com essa nova versão de mim. É sobre isso: trazer de volta a diversão à música”, disse a artista em entrevista à NYLON.

Não é só música. É presença.

Para TYLA, este verão não é só uma estação — é um momento de afirmação. Nos últimos meses, ela esteve em todos os lugares: dos holofotes do Met Gala aos palcos do Coachella e do Governors Ball. Também brilhou apresentando o Nickelodeon’s Kids Choice Awards e estampou campanhas globais de marcas como Pandora, Erewhon e Coca-Cola — esta última com a música “Bliss” na trilha sonora do comercial “Road Trip”.

Mas talvez seja com “IS IT” que TYLA retome algo ainda mais valioso: a sensação de estar inteiramente no controle de sua arte. Sem pressa de agradar, sem fórmulas fáceis. Apenas ritmo, alma e conexão.

Canal Livre de hoje (10) recebe Gilberto Kassab para debater crise política após prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

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Neste domingo, 10 de agosto, o programa Canal Livre vai receber para uma entrevista exclusiva Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e um dos líderes mais influentes do chamado Centrão — bloco político que exerce papel decisivo no Congresso Nacional e na política brasileira. A conversa vai abordar os desdobramentos recentes, a ocupação simbólica da Câmara dos Deputados e do Senado Federal por apoiadores do ex-presidente e os desafios para a governabilidade e estabilidade institucional.

O programa trará à tona um debate intenso sobre as recentes sanções que serão aplicadas pelos Estados Unidos ao Brasil, especialmente no contexto do chamado “tarifaço” americano. Para Kassab, essa atitude dos Estados Unidos configurará uma interferência direta não apenas no comércio brasileiro, mas também no campo político e judicial do país. As informações são da Band.

Segundo Kassab, a reação brasileira será unificada para rejeitar essas medidas externas que ultrapassarão o âmbito econômico e entrarão no terreno da política internacional. Ele destacará que os documentos oficiais norte-americanos revelarão um posicionamento que poderá ser interpretado como uma tentativa de interferir no funcionamento do Poder Judiciário brasileiro, algo que, para o político, representará uma verdadeira afronta à soberania nacional. Essa percepção reforçará a necessidade de uma resposta firme e coesa por parte do Brasil.

Um dos pontos mais sensíveis que Kassab levantará será o uso das sanções conhecidas como lei Magnitsky, que serão aplicadas recentemente ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Originalmente criadas para combater o terrorismo e o tráfico de drogas, essas sanções serão agora usadas como instrumentos políticos, segundo Kassab, transformando-se em “armas” dentro de um cenário que ele considerará perigoso para a estabilidade institucional brasileira. O fato de haver ameaças de extensão dessas sanções a outros ministros do STF acentuará ainda mais a gravidade do momento.

Prisão domiciliar de Bolsonaro

A prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após o descumprimento de medidas cautelares, tem causado um impacto profundo no cenário político brasileiro, reacendendo discussões sobre a solidez das instituições democráticas, a segurança jurídica e os rumos das eleições presidenciais de 2026. Em um momento tão delicado, entender as nuances dessa crise é essencial para qualquer cidadão interessado no futuro do país.

A decisão do STF de determinar a prisão domiciliar de um ex-presidente brasileiro nunca antes vista no país é um marco que carrega significados muito além da esfera judicial. Bolsonaro, investigado por supostas práticas ilegais e já submetido a medidas cautelares, foi enquadrado após violar as determinações impostas, o que levou à medida mais rigorosa.

Esse episódio precisa ser analisado dentro do regime democrático e das instituições que sustentam o Estado de Direito no Brasil. A polarização e a intolerância que marcaram os últimos anos representam um risco real para a estabilidade política do país, sobretudo em um cenário eleitoral conturbado.

A ocupação do Congresso

Na mesma semana da prisão domiciliar, apoiadores de Bolsonaro realizaram uma ocupação simbólica e sem precedentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, numa tentativa clara de impedir a tramitação da pauta legislativa. O episódio causou comoção nacional e levantou preocupações quanto à capacidade das instituições brasileiras de resistir a pressões externas e manter o diálogo em tempos de crise.

Esse tipo de ação é vista como uma tentativa de desafiar o funcionamento regular do Estado e coloca em risco a governabilidade e o funcionamento da democracia. O diálogo e o entendimento entre os diversos grupos são fundamentais para superar esse momento turbulento, reforçando a importância do pluralismo e da convivência democrática.

A experiência de um político multifacetado

Para compreender a visão de Gilberto Kassab sobre o atual momento, é importante conhecer a trajetória que o formou como um dos nomes mais influentes do cenário político brasileiro.

Nascido em São Paulo em 1960, Kassab é economista, engenheiro civil, empresário e corretor de imóveis, além de um político com vasta experiência em cargos executivos e legislativos. Seu legado familiar inclui a diversidade cultural que caracteriza o Brasil — filho de pai libanês e mãe italiana, ele carrega na história a marca do pluralismo.

Formado pela Escola Politécnica e pela Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Kassab também investiu em estudos complementares em ciência política e comércio exterior, consolidando uma visão ampla e estratégica sobre o país.

Ingressou na política aos 25 anos, quando participou do Fórum de Jovens Empreendedores da Associação Comercial de São Paulo. Desde então, ocupou cargos de vereador, deputado federal, secretário de planejamento e, em 2006, tornou-se prefeito da maior cidade do país, São Paulo, após a renúncia de José Serra. Reelegeu-se em 2008, destacando-se pela capacidade administrativa e articulação política.

Em 2011, fundou o Partido Social Democrático (PSD), que rapidamente ganhou espaço e protagonismo na política nacional, especialmente dentro do Centrão — bloco que atua estrategicamente no Congresso e influencia as decisões do Executivo.

Entenda como a série Wandinha afastou Percy Hynes White da nova temporada após denúncias de assédio

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No início de agosto de 2025, fãs de Wandinha — série que conquistou o público com sua mistura única de humor sombrio e personagens cativantes — foram surpreendidos com uma ausência inesperada na nova temporada: Percy Hynes White, intérprete de Xavier Thorpe, um dos interesses amorosos da protagonista, não está mais no elenco.

Por trás dessa ausência, há uma história delicada, marcada por denúncias de assédio que ganharam força nas redes sociais desde o início do ano. A saída do ator não é apenas um episódio isolado, mas reflete uma transformação mais ampla na forma como o mundo do entretenimento lida com denúncias de comportamento inadequado, especialmente envolvendo abuso e manipulação.

Em 2023, nas redes sociais, uma série de relatos começaram a surgir contra Percy. O mais notório deles veio de uma usuária da plataforma X, que contou ter sido assediada pelo ator durante uma festa, quando estava alcoolizada — um momento em que a vulnerabilidade é enorme.

Outras vozes também vieram a público, compartilhando experiências semelhantes, todas revelando um padrão preocupante: acusações de manipulação e assédio desde a adolescência, uso de influência para conseguir favores sexuais e até o compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento.

Para muitas dessas jovens, denunciar foi um ato de coragem e libertação. Em um mundo onde vítimas de abuso muitas vezes são silenciadas ou desacreditadas, expor o que sofreram significa quebrar um ciclo de violência e poder.

O que diz a defesa do ator?

Do outro lado, Hynes White respondeu afirmando que as acusações são falsas e que não conhece as mulheres que o denunciam. Em uma postagem nas redes sociais, ele disse: “No início deste ano, alguém que eu nunca conheci começou uma campanha de desinformação sobre mim online. Por causa disso, minha família foi exposta e meus amigos receberam ameaças de morte.”

Ele classificou a situação como uma “campanha de desinformação”, evidenciando o peso que essas denúncias também têm sobre ele e seu círculo próximo. Esse confronto público evidencia um ponto delicado: o equilíbrio entre o direito à defesa e a importância de se dar voz e atenção às vítimas. É um terreno complexo, que exige cuidado, respeito e, acima de tudo, apuração justa dos fatos.

Qual foi a decisão para o futuro da série?

Diante da repercussão, os responsáveis pela produção da série tomaram uma decisão firme: Percy seria afastado da série. Seu personagem, Xavier Thorpe, não aparece nos novos episódios.

Para muitos fãs, a ausência do ator causou estranhamento. Xavier era uma figura importante na primeira temporada, trazendo camadas de emoção e tensão à história da protagonista Wandinha, interpretada por Jenna Ortega.

Sobre a saída do colega, Ortega comentou que foi um “redirecionamento estranho” para a trama, mas que o público poderá esperar novidades e novas dinâmicas na nova temporada. Ela ressaltou que há “tantos personagens diferentes” que o foco vai se expandir, abrindo espaço para histórias inéditas.

O que a nova temporada reserva?

Depois do enorme sucesso da primeira temporada, a trama retorna à Netflix para continuar a sua jornada pelos corredores góticos da Escola Nunca Mais — um lugar onde o inusitado e o sobrenatural caminham lado a lado, e onde os desafios nunca param de surgir. Nesta nova fase, a protagonista Wandinha Addams, vivida com maestria por Jenna Ortega, enfrenta novos inimigos, reencontra velhos conhecidos e encara os fantasmas do passado com sua costumeira inteligência afiada e charme inexpressivo.

A segunda temporada promete ainda mais caos deliciosamente sombrio e histórias excêntricas que conquistaram o público desde o primeiro episódio. Ambientada na misteriosa Escola Nunca Mais — que mescla arquitetura gótica com uma atmosfera quase sobrenatural — a trama mantém o equilíbrio perfeito entre suspense, humor negro e drama adolescente.

Jenna retoma seu papel com a mesma intensidade e sutileza que a transformaram em uma das jovens atrizes mais promissoras da atualidade. Sua interpretação captura perfeitamente a essência da personagem: uma adolescente brilhante, sarcástica, com uma visão de mundo única e um senso de humor sombrio que encanta.

Globo Repórter desta sexta (20) mostra como tradições vietnamitas preservam a saúde e longevidade

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O Vietnã, localizado entre Índia e China, preserva práticas que atravessam séculos e ainda orientam a vida de suas comunidades. Nesta sexta-feira, 20 de março, o Globo Repórter mostra como costumes ancestrais, alimentação equilibrada e convivência comunitária moldam o cotidiano e promovem saúde e longevidade. Cinco princípios guiam essa rotina: pés na terra, braços dados, corpo em movimento, mente serena e mesa farta. Eles estão presentes em relações, na alimentação e no contato com a natureza, construindo uma rotina que integra tradição, saúde e coletividade. A produção é uma parceria do Globo Repórter com a TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo.

Por que a vida em comunidade prolonga a longevidade?

A viagem começa nos vilarejos de Sa Pa, nas montanhas do norte, a cerca de 1.500 metros de altitude, no “Teto da Indochina”. Ali, famílias colhem arroz juntas, compartilham refeições com produtos locais e participam de atividades que fortalecem laços sociais. O programa mostra que essa convivência constante, aliada à alimentação natural e ao contato diário com o ambiente, contribui para uma vida longa e saudável.

Como tradições rurais sobrevivem em cidades modernas?

Em Hanói, capital com mais de 8 milhões de habitantes, a reportagem revela como hábitos antigos se mantêm mesmo no ritmo urbano acelerado. Vendedores utilizam a Don Gánh, cesta típica dos campos de arroz, para transportar frutas e alimentos entre motos e carros. O costume centenário integra passado e presente, mostrando que tradições podem coexistir com a vida contemporânea sem perder relevância.

Qual é o papel da medicina tradicional?

A medicina vietnamita combina saberes populares e influências chinesas e indianas. Na rua Lãn Ông, moradores buscam ervas, raízes e sementes que funcionam como alimento e remédio. O programa evidencia como a cultura local valoriza um cuidado integral com o corpo, equilibrando conhecimento ancestral e ciência moderna.

Como espiritualidade e natureza se conectam?

Em Da Nang, na costa central, as montanhas de Ngu Hành Sơn refletem a filosofia oriental, e um templo budista reforça a relação entre espiritualidade, natureza e história. A reportagem mostra como práticas religiosas promovem equilíbrio físico e emocional, destacando a importância da meditação, do respeito ao entorno e da preservação ambiental.

Como a história molda a cultura urbana?

Em Hoi An, a “Cidade das Lanternas”, antigos centros comerciais da Rota da Seda ainda influenciam o cotidiano. Técnicas centenárias de produção de seda e artesanato se mantêm vivas, reforçando a identidade local e mostrando que a herança econômica e cultural se reflete nas práticas diárias da população.

O especial evidencia que equilíbrio, convivência comunitária e respeito à natureza permanecem centrais para o bem-estar dos vietnamitas. Mesmo em áreas urbanas e turísticas, essas práticas moldam hábitos alimentares, exercícios físicos, cuidado com o corpo e relações sociais, oferecendo lições sobre como levar uma vida mais saudável e harmoniosa.

Noitão J-Horror leva o melhor do terror japonês às madrugadas do Reag Belas Artes

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Há medos que gritam. Outros sussurram. E há aqueles que se instalam lentamente — um olhar no escuro, um passo fora do lugar, uma presença invisível que jamais foi embora. É nesse território que habita o J-horror, vertente do cinema japonês de terror que será celebrada na edição especial do Noitão, no Reag Belas Artes, em São Paulo, na madrugada do dia 18 de julho, a partir das 23h30.

Mais que uma maratona, o evento é um ritual cinematográfico que convida o público a atravessar a madrugada ao lado de fantasmas vingativos, traumas não resolvidos e realidades distorcidas — tudo isso dividido entre duas salas com curadorias distintas, que misturam estreias, obras-primas e filmes-surpresa escolhidos a dedo.

O horror começa com uma nuvem

As duas salas dão início à jornada com a aguardada estreia de “Cloud – Nuvem de Vingança”, novo filme do mestre Kiyoshi Kurosawa, aclamado por sua maneira única de filmar o invisível — e de fazer o banal se tornar aterrorizante. A história acompanha Ryosuke, um homem comum que começa a despertar a raiva de todos ao seu redor — um pavor que cresce sem explicação, como uma nuvem densa que encobre o mundo.

Cloud, aqui, não é só o título: é atmosfera, é metáfora, é a incerteza que ronda os que caminham entre o passado e o sobrenatural.

Sala 1 – A elegância sombria de Kurosawa

Na Sala 1, o foco recai sobre o próprio Kurosawa, com a exibição do clássico “Pulse” (2001). Pioneiro ao refletir sobre a conexão entre o mundo digital e o espiritual, o longa investiga uma série de suicídios ligados à internet — uma espécie de luto coletivo digitalizado, onde os fantasmas navegam junto aos vivos. Encerrando a sessão, um filme-surpresa de 74 minutos guarda o último susto — ou talvez o mais poético.

🕒 Programação Sala 1 – Kiyoshi Kurosawa

  • 23h59 | Cloud – Nuvem de Vingança (2024)
  • 02h20 | Pulse (2001)
  • 04h35 | Filme surpresa (74 min)

Sala 2 – Onde o terror é íntimo e insuportável

Se a Sala 1 aposta no medo atmosférico, a Sala 2 mergulha na dor que vem de dentro. Após Cloud, o público assiste ao devastador “Audição” (1999), de Takashi Miike — um filme que começa como romance e termina em puro desespero, redefinindo os limites entre o amor, a obsessão e a vingança. O encerramento vem com outro filme-surpresa, de 106 minutos, escolhido para não deixar ninguém indiferente.

🕒 Programação Sala 2 – Intrigas e Pesadelos

  • 23h30 | Cloud – Nuvem de Vingança (2024)
  • 01h50 | Audição (1999)
  • 04h00 | Filme surpresa (106 min)

J-horror: quando o medo é memória

O que diferencia o J-horror não é apenas sua estética contida, sua fotografia opaca ou seus fantasmas de cabelos longos e olhos parados. É a forma como ele trata o medo como herança emocional, como eco de dores mal resolvidas — não apenas sustos, mas reflexões. E, por isso, talvez nos assuste tanto: porque ele não termina quando a luz do cinema se acende.

Noitão J-Horror: O Melhor do Terror Japonês

📅 Data: 18 de julho (quinta para sexta)
🕦 Horário: A partir das 23h30
📍 Local: Cine Reag Belas Artes – Rua da Consolação, 2423 – São Paulo (SP)
🎟️ Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia-entrada para estudantes e idosos)
💺 Salas acessíveis: Poltronas numeradas, cadeiras para obesos e espaço para cadeirantes em todas as salas
🎫 Vendas: Site oficial do cinema ou diretamente na bilheteria

Primeiros feitiços lançados! Nova série de “Harry Potter” terá 8 episódios e bastidores revelados por Adriano Goldman

Em algum lugar entre a nostalgia e o desejo por algo novo, uma nova era do mundo bruxo está tomando forma. E dessa vez, não é com Daniel Radcliffe ou Emma Watson, tampouco nos corredores conhecidos de Hogwarts que conhecemos nos cinemas. A magia está voltando, sim — mas agora sob o olhar da HBO, com um novo elenco, uma nova estética e, principalmente, com a missão de honrar uma história que marcou (e ainda marca) gerações inteiras.

Durante uma entrevista à Forbes Brasil, o diretor de fotografia Adriano Goldman — conhecido por seu trabalho premiado em The Crown — deixou escapar a primeira grande revelação: a primeira temporada da série terá 8 episódios, e não 6, como havia sido amplamente divulgado.

Parece pouco? Para os fãs mais atentos, isso significa mais espaço para nuances, mais tempo para aprofundar tramas que foram cortadas nos filmes e, claro, mais oportunidade de mergulhar nas entrelinhas de Hogwarts com olhos renovados.

“A pré-produção durou 18 semanas”, contou Goldman, destacando que esse momento inicial foi essencial para construir a espinha dorsal da série. “Nesse período, o diretor, o diretor de fotografia e o diretor de arte trabalham como um corpo só. Todas as decisões visuais e conceituais passam por esse trio — e por suas equipes.”

É a primeira vez que ouvimos com tamanha clareza como a série está sendo montada nos bastidores. E, mesmo que ainda estejamos longe da estreia, a sensação é de que algo grande está a caminho. Algo pensado com tempo, cuidado e respeito pela obra que moldou a infância e adolescência de tanta gente.

Um novo Dumbledore, uma nova McGonagall, um novo tudo

Se você está se perguntando quem são os rostos por trás dos personagens que tanto ama, aqui vai uma notícia boa: o elenco já começou a ser revelado — e está recheado de nomes conhecidos (e alguns surpreendentes).

John Lithgow, veterano premiado por seu trabalho em The Crown e Conclave, será o novo Alvo Dumbledore. No papel de Minerva McGonagall, quem assume é a impecável Janet McTeer, vista em A Rainha Branca. Já o enigmático Snape será interpretado por Paapa Essiedu, que brilhou em Gangs of London e I May Destroy You. E, numa escolha que dividiu opiniões e arrancou sorrisos nostálgicos, Nick Frost (de Todo Mundo Quase Morto) será Hagrid — uma aposta ousada, mas promissora.

Outros nomes também foram confirmados: Luke Thallon como o professor Quirrell e Paul Whitehouse como o rabugento Filch. Mas as grandes expectativas estavam mesmo voltadas para o trio principal — e sim, ele já foi escalado.

Dominic McLaughlin é o novo Harry Potter. Arabella Stanton viverá Hermione Granger. Alastair Stout será Ron Weasley. Todos jovens atores britânicos, ainda pouco conhecidos, mas escolhidos a dedo — e após um processo seletivo rigoroso.

Segundo fontes ligadas à produção, a escolha foi baseada não apenas em talento, mas na capacidade de representar a complexidade dos personagens desde muito cedo. O desafio é grande: crescer diante das câmeras, sob o peso de uma das maiores franquias de todos os tempos. Soa familiar?

Recomeçar sem apagar o passado

É impossível falar de Harry Potter sem pensar em tudo o que veio antes. De 2001 a 2011, os oito filmes da saga encantaram milhões, arrecadaram bilhões e formaram um dos trios mais amados do cinema: Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Foi uma década mágica. Literalmente.

Produzidos por David Heyman e dirigidos por nomes como Chris Columbus, Alfonso Cuarón e David Yates, os filmes transformaram a literatura de J.K. Rowling em um universo visual arrebatador. Mas nem tudo dos livros coube nas telas. Foram muitas as passagens que ficaram de fora — seja por tempo, orçamento ou decisões criativas.

Agora, com a série da HBO, o objetivo é fazer diferente. Mais tempo, mais camadas, mais profundidade. O plano é ambicioso: uma temporada para cada livro, o que significa pelo menos sete anos de jornada se tudo sair como o esperado.

“Queremos um olhar novo sobre essa história tão conhecida. Não se trata de refazer o que já foi feito, mas de explorar o que ainda não foi mostrado”, confidenciou uma fonte próxima à produção.

A origem de um fenômeno

Tudo começou de forma quase despretensiosa, nos bastidores de um escritório em Londres. Uma secretária leu o manuscrito de Harry Potter e a Pedra Filosofal e levou ao produtor David Heyman. O livro, que havia sido relegado à prateleira das ideias medianas, logo virou obsessão.

Em 1999, a Warner Bros. comprou os direitos de adaptação dos quatro primeiros livros por cerca de 1 milhão de libras. A única exigência de Rowling? Que o elenco principal fosse estritamente britânico. E assim foi.

A produção do primeiro filme começou com Chris Columbus na direção, Steve Kloves no roteiro e um elenco jovem, estreante e cheio de promessas. Deu certo. A franquia decolou. E os livros também.

Hoje, Harry Potter é uma marca global, com parques temáticos, peças de teatro, spin-offs (Animais Fantásticos) e, agora, uma nova série prestes a ganhar vida.

Uma chance de fazer diferente

Se você leu os livros, deve lembrar de personagens que nunca apareceram nos filmes. Ou de cenas que passaram voando. Ou de histórias paralelas que mereciam mais espaço. Pois é exatamente aí que a série da HBO quer acertar.

Adriano Goldman reforçou que a abordagem visual será diferente. “Não queremos copiar os filmes. Eles já são obras completas. Nosso trabalho é reinterpretar. Trazer uma nova luz. Literalmente.”

A fotografia — uma das áreas mais elogiadas de seu trabalho em The Crown — será uma aliada para transformar Hogwarts, Hogsmeade, o Ministério da Magia e tantos outros locais mágicos em algo ainda mais rico e imersivo.

E a J.K. Rowling nisso tudo?

Rowling continua envolvida no projeto, mas de forma mais distante. Ela atua como produtora executiva, mas o time criativo da HBO parece ter liberdade para inovar — inclusive em questões de representatividade e inclusão.

A escolha de atores como Paapa Essiedu para papéis centrais é um indicativo de que a série quer ser mais contemporânea, mais plural, mais conectada com o mundo atual. E isso, inevitavelmente, traz conversas — algumas apaixonadas, outras críticas. Mas todas fazem parte do processo.

O desafio de honrar uma lenda

A verdade é que, mesmo com elenco talentoso, roteiro fiel e direção primorosa, o maior desafio da série da HBO será emocional. Como tocar em algo que tanta gente ama tanto sem decepcionar?

Refazer Harry Potter é como tentar recontar um sonho — sem perder a delicadeza, a intensidade e o encanto. E embora muita gente ainda torça o nariz para a ideia de recomeçar uma história tão recente (e tão definitiva), outras vozes celebram a oportunidade de ver algo que ficou faltando.

Quem sabe, agora, possamos conhecer mais a fundo os dilemas de Lupin, o passado de Neville, a inteligência de Fleur, a revolta dos elfos domésticos, a genialidade de McGonagall. Quem sabe, agora, vejamos Hogwarts por outros ângulos. Com mais tempo, mais nuance, mais alma.

Quando estreia?

Ainda não há uma data oficial, mas as previsões mais otimistas apontam para 2026. As gravações já começaram e os anúncios do elenco seguem em ritmo acelerado. Até lá, o fandom segue ansioso. Entre memes, teorias e comparações, cresce a esperança de que a série consiga capturar aquilo que fez Harry Potter ser tão especial: não apenas a magia dos feitiços, mas a magia das escolhas, da amizade, da coragem e do amor. Porque, como já nos ensinaram, “as palavras são, na minha não tão humilde opinião, nossa mais inesgotável fonte de magia”.

Resumo semanal Amor Perfeito 13/09/2023 a 23/09/2023

amor perfeito

Abaixo, fique por dentro de todos os acontecimentos da próxima semana na emocionante trama de Amor Perfeito, que está programada para ir ao ar às 18h30 na TV Globo de 13/09/2023 a 23/09/2023. Prepare-se para mergulhar ainda mais fundo nas reviravoltas, paixões avassaladoras e intrigas que prometem manter os telespectadores ligados a cada episódio.

Amor Perfeito: Resumo da semana 13 de setembro a 16 de setembro de 2023

Resumo da novela Amor Perfeito de quarta-feira, 13/09/2023 –

Gilda celebra sua conquista com Gaspar. Cândida propõe a Leonor que trabalhem juntas na prefeitura. A residência de Verônica é alvo de vandalismo com mensagens ofensivas dirigidas a Érico. Odilon devolve a carta de Romeu a Érico. Ione e Sansão se aproximam. Adélia recebe uma promoção no hospital. O detetive contratado por Orlando localiza Catarina, e o médico avisa Marê. Gilda assegura a Gaspar que a falsificação do testamento não será descoberta. Aparecida fica preocupada com a demora de Justino. Orlando decide seguir em busca de Catarina. Marê, Júlio e Frei Severo levam Leonel até o Grande Hotel. Leonel lembra que recebeu um envelope com fotos do detetive Norberto.

Resumo da novela Amor Perfeito de quinta-feira, 14/09/2023 –

Leonel não consegue recordar o conteúdo das fotos que recebeu do detetive. Popó revela a Neiva e Adélia sobre Leonel. Marê e seu pai contam uma história para fazer Marcelino dormir. Ione pensa em Sansão. Júlio informa a Marê que a denúncia contra Gilda não foi aceita. Neiva ouve uma conversa entre Gilda e Gaspar. Beto do Pandeiro chega ao hotel e comenta sobre o crime de Leonel. Wanda encontra o colar de Marê nos pertences de Silvio. Orlando tenta persuadir Catarina a retornar com ele para São Jacinto. Leonor aceita a proposta de trabalhar com Cândida. Wanda revela a Marê que Gilda foi amante de Silvio. Neiva descobre que nunca se casou. Orlando volta para São Jacinto com Catarina.

Resumo da novela Amor Perfeito de sexta-feira, 15/09/2023 –

Marê se emociona ao ver Catarina. Gilda exige que Benedita repita o depoimento que deu ao delegado. Silvio e Laura brigam, e Wanda o expulsa de seu quarto no hotel. Ione não consegue resistir a Sansão. Anselmo reage com despeito ao ver Cândida sendo aplaudida ao chegar no Café-Concerto. Beto Pandeiro comenta com Marê, Júlio e Orlando o que testemunhou no dia do assassinato de Leonel, mas se recusa a depor. Marcelino conversa com Jesus. Júlio decide interrogar novamente Beto Pandeiro antes do julgamento. Gaspar fica tenso com o apoio de Cândida à absolvição de Marê. Odilon encontra um documento que incrimina Gilda. Gilda faz declarações prejudiciais a Marê em frente ao tribunal. O julgamento de Marê começa.

Resumo da novela Amor Perfeito de sábado, 16/09/2023 –

Gaspar é o primeiro a depor contra Marê. Leonel se revolta com o depoimento de Gilda. Marê fica tensa com o testemunho de Albuquerque. Gilda induz Silvio a protestar contra as perguntas de Júlio a Benedita. Todos os presentes se surpreendem com o depoimento de Madame Chantily. Silvio e Júlio trocam insultos e são repreendidos pelo Juiz. Leonel tem lembranças durante o julgamento. Silvio tenta desacreditar Catarina. Gilda passa mal, e Silvio é removido da sessão, após o testemunho de Laura. Júlio interroga Beto Pandeiro. Frei Severo fica preocupado com o estado de Leonel. Norberto Carreira é chamado para depor. Leonel lembra do crime e acusa Gilda de tê-lo baleado.

Amor Perfeito: Resumo da semana 18 de setembro a 23 de setembro de 2023

Resumo da novela Amor Perfeito de segunda-feira, 18/09/2023 –

O juiz convoca Leonel para depor, e o empresário acusa Gilda de ter tentado matá-lo. Gilda é presa, e todos ficam chocados com as revelações de Leonel. Marê celebra sua liberdade com Orlando e Marcelino. Gaspar decide deixar a cidade, e Cândida confronta Anselmo sobre sua cumplicidade nos crimes de seu filho. Wanda pede que Silvio saia de sua casa, e Laura apoia a mãe. Marcelino pede que Orlando e Marê se casem para poderem adotá-lo. Justino surpreende a família com sua nova vida. Leonel retorna à mansão. Com a ajuda de Júlio, Sônia revela a Marê e Orlando que seu filho pode estar vivo.

Resumo da novela Amor Perfeito de terça-feira, 19/09/2023 –

Sônia explica sua história para Orlando e Marê, que não sabem se poderão perdoá-la. Cândida se culpa pelo comportamento de Gaspar. Silvio se muda de casa. Tânia diz a Justino que deseja se formar antes de se casar com ele. Júlio e Aparecida confortam Sônia. Marê suspeita que Marcelino possa ser Ângelo e decide procurar Rosa. Sônia entrega sua carta de demissão a Marê. Ao descobrir que Ademar abandonou seu filho com Sônia, Ione rompe seu casamento. Leonel humilha Gilda. Marê e Orlando concluem que Ângelo é Marcelino. Marê e Orlando revelam a Marcelino que são seus pais. Leonel se emociona ao saber que Marcelino é seu neto e pede perdão a Orlando e Marê.

Resumo da novela Amor Perfeito de quarta-feira, 20/09/2023 –

Resumo do capítulo não divulgado.

Resumo da novela Amor Perfeito de quinta-feira, 21/09/2023 –

Penúltimo capítulo não divulgado.

Resumo da novela Amor Perfeito de sexta-feira, 22/09/2023 –

Último capítulo não divulgado.

Resumo da novela Amor Perfeito de sábado, 23/09/2023 –

Reprise do último capítulo.

O resumo semanal da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, estando sujeito a possíveis mudanças na exibição. Fique ligado para acompanhar os próximos capítulos repletos de emoções, reviravoltas e segredos revelados.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura 17/05/2025

Separe o balde de pipoca, ajeite o sofá e respire fundo — porque neste sábado, 17 de maio de 2025, o Cine Aventura da Record TV promete tirar o fôlego (literalmente!) dos telespectadores com a exibição do filme “Além das Profundezas” (Breaking Surface, no original), um suspense dramático sueco-norueguês que mistura adrenalina, emoções familiares e muito perigo debaixo d’água.

Um mergulho que vira pesadelo

Com apenas 1h21min de duração, a produção de Joachim Hedén é daquelas que não enrola para te jogar direto na tensão. O enredo é simples, mas angustiante: duas irmãs, Tuva e Ida, interpretadas com intensidade por Moa Gammel e Madeleine Martin, decidem fazer um mergulho no Mar da Noruega em pleno inverno. Mas o que era para ser um reencontro emocionante entre familiares vira um pesadelo gelado quando Tuva fica presa no fundo do mar após um deslizamento de pedras.

Sozinha na superfície e com o tempo jogando contra — já que o oxigênio da irmã está acabando — Ida precisa superar seus próprios medos, pensar rápido e fazer o impossível para resgatar Tuva. Tudo isso em um ambiente hostil, sombrio e gelado, onde cada segundo conta. E se você tem claustrofobia, já avisamos: algumas cenas são de dar calafrios até em quem respira bem fundo!

Suspense minimalista e humano

Apesar de ter poucos personagens e ser ambientado em cenários praticamente isolados, o filme entrega tensão na medida certa. O diretor e roteirista Joachim Hedén usa bem a geografia natural e o isolamento das protagonistas para criar uma atmosfera opressiva. É o tipo de produção que mostra que não precisa de monstros marinhos ou efeitos especiais mirabolantes para prender a atenção — o verdadeiro terror está no realismo da situação e na conexão entre as personagens.

Além disso, “Além das Profundezas” também é um drama sobre relações familiares, culpa e superação. A tensão física é só metade do desafio: o peso emocional entre as irmãs e as decisões que precisam ser tomadas num piscar de olhos dão um toque humano e dolorosamente verossímil à narrativa.

Para quem curte emoção sem enrolação

Se você curte filmes como “Gravidade”, “127 Horas” ou “Águas Rasas” — histórias em que uma única pessoa precisa lutar contra o impossível — esse é o seu tipo de aventura. A produção recebeu avaliações medianas, com nota 2,8 entre usuários, mas é inegável que cumpre o papel de prender o público na frente da TV. E com menos de uma hora e meia de duração, a história não cansa, não enjoa e nem tem tempo para barriga no roteiro.

Onde assistir depois?

Se perder a exibição no Cine Aventura, não se preocupe. “Além das Profundezas” também está disponível em plataformas como Telecine (por assinatura) e Prime Video (aluguel). É uma boa pedida para quem curte tramas curtas, intensas e que exploram situações-limite com um pé na realidade.

Então, marque aí na agenda:
🕒 Sábado, 17 de maio
📺 Cine Aventura – Record TV
🎬 “Além das Profundezas”

Mais de dez anos após o último filme, A Era do Gelo 6 revela primeiro teaser e inicia uma nova fase da franquia nos cinemas

A Disney e a 20th Century Animation divulgaram o primeiro teaser de A Era do Gelo 6, longa que dará continuidade à principal franquia da série animada após um intervalo de mais de uma década. O vídeo confirma o retorno dos personagens centrais da história e marca o início da campanha de divulgação do novo capítulo, previsto para chegar aos cinemas em 2027.

O lançamento tem relevância não apenas por representar a continuação de uma das propriedades mais rentáveis da animação, mas também por ocorrer em um momento de transformação para a marca. Será o primeiro filme principal desenvolvido após o encerramento da Blue Sky Studios, responsável pela criação da franquia e por todos os seus longas anteriores.

A nova produção será uma sequência direta de O Big Bang, retomando os acontecimentos apresentados no quinto filme. Com isso, Manny, Sid, Diego, Ellie e Buck voltam ao centro da narrativa, reunindo personagens que estiveram presentes em diferentes fases da franquia.

O elenco original retorna quase integralmente. Ray Romano volta a dar voz a Manny, líder da Manada e uma das figuras mais importantes da série desde o primeiro filme. John Leguizamo retorna como Sid, personagem conhecido por seu comportamento impulsivo e pelas situações cômicas que frequentemente movimentam a trama. Denis Leary reprisa o papel de Diego, o tigre-dente-de-sabre que passou de antagonista a integrante da família formada ao longo da jornada.

Também estão confirmados Simon Pegg como Buck Wild, explorador introduzido em A Era do Gelo 3, e Queen Latifah como Ellie, cuja relação com Manny se tornou um dos pilares emocionais da franquia.

Para compreender a importância desse retorno, vale lembrar que a série pré-histórica ocupa uma posição relevante na história recente da animação. Lançado em 2002, o primeiro filme apresentou uma aventura relativamente simples, centrada na improvável união entre um mamute, uma preguiça e um tigre-dente-de-sabre durante a era glacial. O sucesso comercial permitiu a expansão gradual desse universo, que passou a incorporar novos personagens, diferentes períodos históricos e cenários cada vez mais ambiciosos.

Ao longo de cinco filmes principais, a franquia arrecadou bilhões de dólares em bilheteria mundial e se consolidou como uma das produções mais reconhecidas da antiga Blue Sky Studios. Diferentemente de muitas séries animadas que concentravam suas histórias apenas no humor, a saga pré-histórica encontrou espaço para desenvolver temas relacionados à amizade, pertencimento, formação familiar e convivência entre personagens com origens completamente distintas.

O caminho até o sexto filme foi mais longo do que muitos imaginavam. Ainda em 2016, durante a divulgação de “O Big Bang”, o codiretor Galen T. Chu comentou que já existiam ideias para uma nova continuação. Naquele momento, porém, não havia uma decisão concreta sobre o futuro da franquia.

Nos anos seguintes, o tema voltou a surgir em entrevistas com produtores e integrantes do elenco. Em 2022, enquanto promovia As Aventuras de Buck, a produtora Lori Forte afirmou que o universo da série continuava oferecendo possibilidades para novas histórias, embora a continuidade dependesse da estratégia adotada pela Disney para a marca.

A situação mudou em setembro de 2024, quando John Leguizamo revelou que um novo longa estava em desenvolvimento. Pouco tempo depois, durante a D23 Brasil, a Disney oficializou a produção e confirmou o retorno dos principais nomes do elenco.

Outro aspecto que desperta interesse é o impacto da ausência da Blue Sky Studios. O estúdio encerrou suas atividades em 2021, encerrando uma trajetória de mais de três décadas na animação. Além de A Era do Gelo, a empresa foi responsável por títulos como Rio, Robôs e O Touro Ferdinando.

Entenda a trajetória da franquia

Quando a animação chegou aos cinemas em 2002, o cenário da animação era bastante diferente do atual. Produções digitais ainda buscavam espaço fora do domínio de grandes marcas já estabelecidas, e o sucesso do filme ajudou a transformar a Blue Sky Studios em um dos principais nomes do setor. Com orçamento relativamente modesto para os padrões da época, o longa conquistou público e crítica ao combinar humor, aventura e personagens com personalidades distintas, fórmula que se tornaria a base da franquia nos anos seguintes.

Ao longo de cinco filmes principais, a série ampliou gradualmente sua escala narrativa. O que começou como uma jornada para devolver um bebê humano à família evoluiu para histórias envolvendo migrações, dinossauros, piratas e ameaças capazes de afetar todo o planeta. Essa expansão permitiu que a franquia explorasse diferentes gêneros dentro da animação, transitando entre aventura, comédia e ação sem abandonar os personagens que serviam como ponto de conexão entre os filmes.

O retorno de Manny, Sid, Diego, Ellie e Buck em A Era do Gelo 6 também representa uma retomada dos personagens mais populares da saga. Nos últimos anos, a franquia recebeu projetos derivados, como “As Aventuras de Buck”, mas sem reunir o núcleo principal da Manada em uma nova história inédita. Por isso, o novo filme tem a tarefa de dar continuidade a tramas que ficaram em aberto desde “O Big Bang” e mostrar como esses personagens evoluíram após os acontecimentos do último longa.

Outro ponto que desperta interesse é a direção criativa que será adotada para a franquia após o encerramento da Blue Sky Studios. Todos os filmes anteriores foram produzidos pelo estúdio, que desenvolveu a identidade visual, o humor e a dinâmica entre os personagens ao longo de quase duas décadas. O sexto capítulo da sagA será a primeira oportunidade para o público avaliar como essa herança será preservada sob uma nova estrutura de produção.

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