Shrek 5 é adiado para 2027 e marca o aguardado retorno do ogro mais querido do cinema

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A espera vai ser um pouco mais longa para os fãs do ogro mais querido do cinema. A Universal Pictures e a DreamWorks Animation anunciaram que o lançamento do tão aguardado Shrek 5 foi adiado para 30 de junho de 2027, afastando-se do calendário original previsto para o fim de 2026. As informações são da Variety.

O comunicado oficial não detalhou os motivos do adiamento, mas indicou que a estratégia da Universal nos últimos anos tem sido concentrar esforços nas suas produções animadas de maior sucesso, como Meu Malvado Favorito, Como Treinar o Seu Dragão e Super Mario Bros. – O Filme — que têm tido destaque nos meses de verão do hemisfério norte.

Um retorno esperado, mas envolto em mistério

A nova produção promete trazer de volta as vozes que marcaram gerações: Mike Myers como Shrek, Eddie Murphy como Burro, e Cameron Diaz na princesa Fiona. A grande novidade do elenco é Zendaya, que dará voz a Felicia, filha de Shrek, ampliando o universo familiar do ogro e trazendo uma nova camada à história.

Nos bastidores, o filme será dirigido por Walt Dohrn e Conrad Vernon, veteranos da franquia e experientes em animações de sucesso. Dohrn tem uma ligação profunda com a série — já atuou como roteirista, artista e dublador na franquia, enquanto Vernon dirigiu Shrek 2 e Madagascar 2, além de emprestar sua voz ao famoso Biscoito de Gengibre.

Apesar de todo o alvoroço, os detalhes da trama de Shrek 5 continuam um mistério bem guardado, aumentando a expectativa do público para descobrir que nova aventura está reservada para Shrek e seus amigos.

Uma franquia que marcou gerações

Para entender a importância desse adiamento, vale lembrar que Shrek não é apenas uma animação qualquer: desde o seu lançamento em 2001, revolucionou o gênero com sua combinação de humor irreverente, personagens carismáticos e uma história que brinca com contos de fadas clássicos, mas com um toque moderno. A franquia teve até agora quatro filmes principais, sendo Shrek para Sempre (2010) o último, que na época foi anunciado como o encerramento da saga. Mas a história do ogro e seu universo nunca parou de gerar interesse — e os fãs mantiveram viva a chama por mais aventuras.

O percurso conturbado do quinto filme

Na verdade, a ideia de um quinto filme não é nova. Desde o lançamento do segundo filme em 2004, o então CEO da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, já vislumbrava uma história contada em cinco capítulos, onde cada filme responderia perguntas e revelaria novas facetas do personagem principal. Originalmente, o plano era que Shrek 5 fosse lançado em 2013.

No entanto, a DreamWorks decidiu encerrar a série após o quarto filme, que foi visto como o capítulo final da jornada de Shrek. Isso fez com que os planos para uma sequência fossem temporariamente descartados.

Mas a história de Shrek nunca foi esquecida. Em 2014, o desenvolvimento de um novo filme voltou a ganhar força, especialmente após a compra da DreamWorks pela NBCUniversal em 2016. A partir daí, Shrek 5 começou a ser oficialmente retomado, com diversas atualizações ao longo dos anos e a confirmação do elenco original.

O que esperar do novo filme?

Segundo Michael McCullers, roteirista do filme, Shrek 5 promete uma “grande reinvenção” para a série. O produtor executivo Chris Meledandri, CEO da Illumination — estúdio responsável pelo sucesso da franquia Minions — afirmou que o objetivo é identificar e honrar os elementos que os fãs mais amam em Shrek, trazendo-os de forma renovada, à semelhança do que fizeram com Super Mario Bros. – O Filme.

Essa abordagem reforça a expectativa de que o novo filme será, ao mesmo tempo, uma homenagem aos clássicos que marcaram os anos 2000 e uma aposta para conquistar as novas gerações, com uma narrativa atualizada e novos personagens.

A trajetória dos diretores Walt Dohrn e Conrad Vernon

Para além da nostalgia e da nostalgia, o envolvimento de Walt Dohrn e Conrad Vernon na direção é um fator promissor para o novo Shrek. Dohrn já mostrou sua versatilidade ao longo da franquia, inclusive emprestando sua voz ao icônico vilão Rumpelstiltskin, em Shrek para Sempre.

Conrad Vernon, por sua vez, é conhecido por seu trabalho em filmes populares, como Madagascar 2, que também combinam humor e emoção em doses equilibradas.

Juntos, eles prometem trazer uma direção cuidadosa e criativa, que valorize tanto a comédia quanto os aspectos mais emocionais da narrativa.

Eliana 24/12/2023 Saiba qual casal ganhou o Minha Mulher Que Manda

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No último domingo, 24/12/2023, os telespectadores foram agraciados com mais um emocionante episódio da nova temporada do cativante programa “Minha Mulher Que Manda”, apresentado por Eliana.

Neste quadro intrigante, três casais renomados foram desafiados a enfrentar uma competição culinária que exigia habilidade, trabalho em equipe e, acima de tudo, confiança. O desafio consistia em preparar um prato exclusivo do renomado Chef Carlos Bertolazzi em um tempo restrito de apenas 1 hora.

O toque especial deste desafio residia no fato de que os protagonistas da cozinha eram os esposos, que, sem terem a oportunidade de observar previamente a elaboração do prato, precisavam confiar nas orientações detalhadas de suas parceiras ao longo de todo o processo.

Guiados pelas instruções precisas de suas esposas, os corajosos maridos empenhavam-se em replicar fielmente a obra culinária do Chef, buscando alcançar a perfeição no sabor, na apresentação e na técnica. A tensão no ar era palpável, uma vez que a avaliação final repousava nas mãos criteriosas das próprias esposas, que degustavam os pratos de todos os casais e atribuíam notas de 0 a 10.

Após a avaliação emocionante das esposas, o renomado Chef Carlos Bertolazzi assumia o papel de juiz, concedendo suas notas imparciais que variavam de 0 a 10. O casal que acumulasse a maior pontuação ao final dessa disputa culinária intensa seria declarado o grande vencedor.

Neste episódio eletrizante, a primeira dupla a enfrentar o desafio foi formada por Vanessa e Cristiano, um casal de executivos que trocou os trajes sociais por aventais vermelhos. Na cozinha amarela, a energia e determinação ficaram por conta de Andréa e Douglas, um casal fitness determinado a provar que a união é a chave para o sucesso. Por fim, na cozinha azul, Rebeca e Edson precisaram combinar a habilidade administrativa dele com a abordagem didática dela, enfrentando a prova de fogo gastronômica.

O desfecho dessa acirrada competição culinária aguardava ansiosamente o anúncio do casal vencedor por parte do Chef Carlos Bertolazzi, revelando quem conquistou a maior pontuação e saiu triunfante desse desafio saboroso e cheio de emoções.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito ganha edição em Blu-ray no Japão após encerrar exibição nos cinemas

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Depois de deixar as salas de cinema no último dia 9, Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito já tem data para chegar ao mercado doméstico. O primeiro filme da trilogia que adapta o arco final da obra será lançado em Blu-ray e DVD no Japão em 29 de julho, dando continuidade ao forte ciclo comercial da franquia após sua passagem pelos cinemas. O lançamento físico também marca a chegada de uma edição especial voltada para colecionadores, com materiais extras e itens exclusivos de produção.

Edição de colecionador terá arte inédita e bônus exclusivos

A versão limitada do Blu-ray traz uma apresentação diferenciada, com uma capa tripla e uma ilustração exclusiva assinada por Akira Matsushima, responsável pelo design de personagens e pela direção-chefe de animação do filme.

Além do disco principal, o box reúne um conjunto de conteúdos extras que ampliam a experiência do público. Entre os materiais estão um CD com trilha sonora, um disco com vídeos promocionais em formato stereo mix, registros especiais com o elenco de dublagem e um livreto com comentários da equipe de produção e dos dubladores.

O capítulo que inicia o fim de Demon Slayer

Castelo Infinito abre a trilogia que vai adaptar o arco final do mangá de Koyoharu Gotouge. O projeto marca uma mudança importante na forma como a história está sendo levada para as telas, deixando de lado compilações ou adaptações episódicas para apostar em longas-metragens contínuos.

Diferente de títulos como To the Swordsmith Village e Hashira Training, que funcionaram como recortes de arcos já apresentados na série, este filme foi concebido desde o início como uma adaptação direta do material original, com foco em narrativa cinematográfica.

A direção é de Haruo Sotozaki, com produção do estúdio Ufotable, responsável por manter o padrão visual e técnico que consolidou a franquia no cinema e na televisão.

Do mangá ao fenômeno global

Baseado no mangá publicado entre 2016 e 2020, Demon Slayer acompanha Tanjiro Kamado, um jovem que entra para a Demon Slayer Corps após sua irmã Nezuko ser transformada em demônio. A partir daí, sua jornada se torna uma busca por sobrevivência, cura e enfrentamento das criaturas demoníacas.

No arco de Castelo Infinito, a narrativa entra em sua fase mais decisiva. Muzan Kibutsuji invade a Mansão Ubuyashiki, colocando em risco a liderança da organização. Em resposta, Tanjiro e os Hashira partem para o confronto, mas acabam sendo transportados para o Castelo Infinito, o domínio dos demônios, onde se desenrola o campo de batalha final da história.

Sucesso de bilheteria e expectativa alta para o encerramento

Lançado no Japão em 18 de julho de 2025, o filme rapidamente se destacou nas bilheteiras, reforçando o alcance global da franquia. O desempenho confirma o interesse do público pelo início do desfecho da história, que será concluída em formato de trilogia cinematográfica.

Com orçamento estimado em US$ 20 milhões e arrecadação que ultrapassa US$ 778 milhões, o longa mantém o padrão de sucesso comercial da série, especialmente após o impacto de Mugen Train.

O que vem depois

O lançamento em Blu-ray e DVD marca apenas a primeira etapa da vida pós-cinema de Castelo Infinito. Como parte de uma trilogia, o filme funciona como abertura do arco final, que ainda será expandido nos próximos capítulos.

Resumo semanal de A Viagem 30/09/2024 a 05/10/2024

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No capítulo 139, exibido na próxima segunda, 30 de setembro, Um tiro atinge o piloto do helicóptero de Ismael (Jonas Bloch), resultando em sua morte. Ismael rapidamente assume o controle da situação. Diná (Christiane Torloni informa a Téo (Maurício Mattar) que tomará conta de Tato (Felipe Martins). Ismael ordena que Regina (Mara Carvalho) despeje o corpo do piloto na mata e avisa que está prestes a pousar, sentindo-se triunfante por ter conseguido escapar da polícia. Lisa (Andrea Beltrão) conversa com Igor (Jayme Periard) sobre seus antigos relacionamentos. Estela (Lucinha Lins), em um estado de delírio, revela o que Ismael fez com ela, deixando Alberto (Cláudio Cavalcanti) furioso. Guiomar (Laura Cardoso) pede a Francisca (Maria Alves) o telefone e o endereço de Tainá (Andrea Avancini). Carmem (Suzy Rêgo) informa a Adonaí (Breno Moroni) que a operação dele já está marcada e os dois se beijam. Influenciada por Alexandre (Guilherme Fontes), Diná convida Tato para um passeio. Alberto chega e encontra Alexandre com Diná e Tato, e recomenda que eles não saiam. Estela recebe uma ligação da delegacia informando que Ismael está foragido e ferido. Em um acordo com Guiomar, Tainá liga para Raul (Miguel Falabella), o que deixa Andrezza (Thais de Campos) revoltada. Sob influência de Alexandre, Tato tenta beijar Diná.

No capítulo 140, exibido na próxima terça, 01 de outubro, Diná e Tato têm uma discussão intensa, e Tato afirma que não quer mais vê-la. Ismael ordena que Regina remova a bala do seu braço. Igor aconselha Bia (Fernanda Rodrigues) a informar sua família sobre sua situação. Bia ouve pelo rádio que a polícia está procurando por seu pai. Diná relata a Alberto e Estela o que aconteceu com Tato. Alberto menciona ter visto Alexandre acompanhando os dois, mas Diná não acredita. Agenor (John Herbert) revela a Zeca (Irving São Paulo) que planeja pedir Fátima (Lolita Rodrigues) em casamento. Raul garante a Andrezza que Tainá não sabe de nada, e Andrezza decide ir atrás do endereço da moça para esclarecer a situação. Téo fecha um grande projeto e presenteia Diná com um relógio. As crianças do orfanato contraem catapora. Lisa retorna de viagem e encontra a vila sem eletricidade. Regina e Ismael fogem em um ônibus, que é parado pela polícia.

No capítulo 141, exibido na próxima quarta, 02 de outubro, o policial não reconhece Regina e Ismael. Seguindo o conselho de Estela, Téo vai à casa de Lisa, onde tenta justificar seu comportamento para a ex. Agenor informa Téo que a filha está namorando Igor. Téo pergunta a Lisa se ela o esqueceu, mas ela não responde. Tibério (Ary Fontoura) promete estar ao lado do Mascarado no dia da cirurgia. Andrezza procura Tainá, que revela estar grávida de Raul e pretende deixar o Brasil. Andrezza briga com o marido e, posteriormente, sai com Antônio (Jorge Pontual). Alexandre fica eufórico com a situação. Fátima aceita o pedido de casamento de Agenor. Andrezza e Antônio passeiam com Dudu (Daniel Ávila) e Nori. Alberto pede a Alexandre que deixe Tato em paz, mas Alexandre propõe um acordo: ele poupa todos em troca de Diná e a influencia a tomar comprimidos.

No capítulo 142, exibido na próxima quinta, 03 de outubro, Diná decide jogar os comprimidos fora. Maroca (Yara Cortes) incentiva Diná a lutar pela vida, e ela promete nunca abandoná-la. Carmem consegue autorização para assistir à cirurgia do Mascarado. Fátima e Agenor anunciam seu noivado a Tibério. Ismael manda um cúmplice sequestrar Patty (Viviane Pinheiro), e Regina escuta a conversa. Zeca convida Sofia (Roberta Índio do Brasil) para sair e ela aceita. Téo pede desculpas a Lisa pelo sofrimento causado. Hélio (Leonardo Jose) e Josefa (Tania Scher) almoçam na casa de Diná com Téo. Durante a operação, a frequência cardíaca de Adonaí começa a cair, e Carmem sussurra palavras de encorajamento para que ele lute. Diná sonha que Otávio (Antonio Fagundes) a avisa sobre o perigo de Patty. Patty vai ao balé e é abordada pelos sequestradores ao sair.

No capítulo 143, exibido na próxima sexta, 04 de outubro, Diná chega a tempo de impedir o sequestro de Patty. Ismael fica furioso ao saber que o plano fracassou e acusa Regina de traição. Téo desconfia que Otávio não foi quem avisou sobre o sequestro. Estela menciona que Bia está desaparecida, e Maroca fica preocupada. Estela sugere a Diná que Ismael pode estar envolvido no desaparecimento de Bia. Bia expressa a Igor sua saudade de casa, e Igor sugere que talvez seja hora de ela voltar para sua família. Queiroz (Ricardo Petraglia) informa a Tato que cancelou seus cartões de crédito e cheques especiais, deixando-o irritado e gerando uma briga com Alberto. Bia tenta ligar para sua mãe, mas não consegue falar com ela diretamente. Raul jura a Andrezza que provará que Tainá está mentindo, e, furiosa com o marido, ela passa a noite com Antônio.

No capítulo 144, exibido no próximo sábado, 05 de outubro, ao acordar, Andrezza pede a Antônio que esqueça o que aconteceu entre eles. Raul afirma a Guiomar que revelará a verdade sobre a situação. Andrezza volta para casa e se sente culpada pelo que fez. Raul promete que juntos descobrirão a verdade e pede perdão, assegurando que nada os separará. Durante uma reunião na casa de Alberto, Alexandre pede ajuda, mas continua buscando vingança. Carmem diz a Lisa que Téo a procurou com uma desculpa porque ainda a ama, mas Lisa nega ter interesse. Diná critica Téo por seu comportamento com Lisa e sugere que ele peça ajuda a Carmem. Ismael briga novamente com Regina. Bia questiona Igor sobre o amor. Téo pede a Carmem ajuda para reconquistar Lisa, espalha faixas pela vila e dá um balão em formato de estrela para ela.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 14/09/2023 quinta-feira

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Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 14/09/2023, quinta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta, Enzo enfrenta uma decisão que pode ter um profundo impacto em seu futuro profissional. Durante uma reunião com Leandro, ele finalmente deixa seu amor pelo esporte vir à tona e revela ter recebido uma tentadora oferta de trabalho de Hélio para se juntar à equipe do CEC. A escolha de Enzo deixa Leandro claramente apreensivo, e ele oferece cobrir a proposta de Hélio como uma tentativa de mantê-lo por perto. No entanto, Enzo permanece indeciso sobre seu próximo passo. Enquanto isso, Rosalina confia a Nando que está começando a sentir novamente a chama do amor por Romeu e pede sua ajuda para se aproximar do jovem. Além disso, Dimitri oferece a Nando sábios conselhos, lembrando-o de suas qualidades como irmão e pessoa amável.

Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, durante a exposição realizada no Instituto Casa de Castanheiras, Romeu tem um encontro inesperado com Julieta. Os dois compartilham uma emocionante conversa sobre uma foto tirada quando eram bebês, reacendendo memórias e sentimentos profundos. A descoberta de que Mariana está saindo com Mauro desperta a ira de Fausto, que adverte sua filha, Pórcia, sobre a influência de suas companhias. Preocupado com a situação, Daniel tenta ter uma conversa com Bassânio. Enquanto isso, Telma desabafa com Karen sobre sua solidão e a necessidade de encontrar um companheiro para ajudá-la em casa. Mais tarde, no Armazém, Fausto elabora uma lista de compras extremamente longa e solicita que Bassânio vá buscá-la. No entanto, após Bassânio reunir todos os itens, Fausto tem uma mudança de coração, admitindo que agiu de má vontade devido à sua aversão pessoal em relação a Bassânio.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Mestres do Universo chega aos cinemas com três cenas pós-créditos e já deixa claro que He-Man não vai parar por aqui

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A nova versão live-action de Mestres do Universo estreia nos cinemas trazendo um detalhe que já virou o principal ponto de curiosidade: o filme terá três cenas pós-créditos. E isso não aparece como um simples “extra” para quem fica até o final da sessão. A construção dessas cenas indica que o projeto foi pensado com continuidade desde o início, abrindo caminhos para novas histórias dentro de Eternia e não apenas encerrando uma trama isolada.

Por que três cenas pós-créditos chamam tanta atenção nesse tipo de filme?

Em produções de fantasia e ação, uma cena pós-créditos já virou algo relativamente comum, quase um convite para o próximo capítulo. Quando aparecem duas, já existe a sensação de expansão. Três cenas mudam esse padrão e passam a ideia de um planejamento mais estruturado.

Aqui, o que se percebe é que o filme não está interessado apenas em contar a origem do He-Man. Ele já se posiciona como parte de uma construção maior, onde cada cena pós-créditos deve cumprir uma função específica. Uma tende a fechar consequências imediatas da história principal, outra amplia o universo apresentado e a terceira funciona como ligação direta com o que pode vir depois.

Na prática, isso reforça que o encerramento do filme não é um ponto final, mas uma transição.

Quem está no elenco e o que isso revela sobre o tom do filme?

Nicholas Galitzine interpreta o Príncipe Adam, personagem que vive entre dois mundos, a vida simples na Terra e o chamado inevitável para assumir o destino em Eternia como He-Man. A proposta não trata o personagem como alguém que já nasce pronto para ser herói, mas como alguém que tenta fugir dessa responsabilidade até não ter mais escolha.

Camila Mendes assume o papel de Teela, integrante fundamental da defesa de Eternia, enquanto Idris Elba interpreta Duncan, conhecido como Mentor, responsável por estratégia e apoio dos guerreiros. Alison Brie vive uma personagem com duas identidades, Professora Evelyn Powers e Maligna, conectando o mundo humano com o lado mais sombrio da trama.

Jared Leto interpreta Keldor, que se torna Esqueleto, principal ameaça do filme e peça central do conflito pelo controle do Castelo de Grayskull. O elenco também conta com Morena Baccarin, James Purefoy e Kristen Wiig, que ampliam o universo político e místico da história.

Qual é a base da história que leva Adam de volta a Eternia?

A trama começa com o retorno de Adam ao planeta Eternia, lugar de onde ele foi retirado ainda criança para viver na Terra. Esse passado volta a ganhar força quando a ameaça de Esqueleto cresce novamente e coloca o equilíbrio do universo em risco.

O ponto central não é apenas a luta contra o vilão, mas o impacto emocional dessa volta. Adam precisa encarar o fato de que sua identidade como He-Man não é uma escolha recente, mas algo que sempre esteve à sua espera. A transformação deixa de ser um momento de espetáculo e passa a ser consequência de uma pressão que ele tenta evitar até o último instante.

Teela e os demais guerreiros também não funcionam apenas como apoio. Eles influenciam diretamente as decisões do protagonista, criando tensão dentro do próprio grupo e deixando claro que nem todos seguem o mesmo caminho.

Por que esse filme demorou tantos anos até chegar aos cinemas?

Mestres do Universo passou por um desenvolvimento longo e cheio de mudanças. O projeto começou em 2009 na Sony Pictures com a intenção de trazer a franquia de volta ao cinema, mas ao longo dos anos sofreu várias reformulações.

Houve mudanças de roteiristas, diretores e até de elenco em diferentes fases da produção. Em determinado momento, a Netflix assumiu o projeto e reorganizou a proposta narrativa, tentando redefinir o caminho da história.

Mais tarde, em 2024, a Amazon MGM Studios assumiu o controle e reestruturou tudo novamente. Nesse período, Travis Knight entrou como diretor e trouxe uma abordagem mais centrada nos personagens e menos dependente apenas de espetáculo visual.

As filmagens aconteceram em Londres entre janeiro e junho de 2025, combinando locações reais com efeitos visuais para reconstruir Eternia de forma mais tangível.

O que muda com a direção de Travis Knight?

A direção de Travis Knight muda a forma como o filme equilibra ação e desenvolvimento emocional. Em vez de tratar o universo apenas como cenário para batalhas, a história passa a dar mais atenção às decisões individuais dos personagens.

O Príncipe Adam deixa de ser apenas o escolhido e passa a ser alguém em conflito constante com o próprio destino. A transformação em He-Man não aparece como algo automático, mas como um processo que envolve dúvida, resistência e consequência.

Quando o filme estreia nos cinemas?

Mestres do Universo estreia oficialmente no dia 4 de junho. No dia anterior, 3 de junho, algumas salas selecionadas exibem sessões antecipadas, o que costuma gerar as primeiras reações do público antes do lançamento geral.

Michael explode no cinema e vira um dos maiores fenômenos musicais dos últimos anos

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A cinebiografia Michael se transformou rapidamente em um dos maiores sucessos recentes do cinema ao redor do mundo. O longa já acumula cerca de US$ 577 milhões em bilheteria global, segundo dados do Deadline, e entrou de vez para o grupo das produções mais lucrativas do gênero musical biográfico.

O desempenho chama atenção não apenas pelos números, mas pela velocidade com que o filme ganhou força entre o público. Em meio a um mercado dominado por franquias gigantes e blockbusters cheios de efeitos visuais, a história de Michael Jackson conseguiu se destacar ao apostar em emoção, nostalgia e no peso de um dos maiores nomes da música pop de todos os tempos.

Por que o filme cresceu tão rápido nas bilheteiras?

O sucesso do longa-metragem não veio por acaso. O filme une curiosidade natural do público, o impacto do nome Michael Jackson e uma produção pensada para o grande espetáculo. Desde a estreia, a obra mostrou força tanto nos Estados Unidos quanto no mercado internacional, mantendo um ritmo consistente de arrecadação.

Até agora, o longa soma cerca de US$ 240,4 milhões no mercado norte-americano e mais de US$ 336 milhões em outros países. Esse equilíbrio global ajudou a consolidar o filme como um dos grandes destaques do ano, mostrando que a história do cantor continua despertando interesse em diferentes gerações e culturas.

Quem vive Michael Jackson na tela?

Um dos principais destaques da produção é a escolha de Jaafar Jackson para interpretar o protagonista. Sobrinho do próprio cantor, ele assume o papel principal trazendo uma conexão direta com o legado da família, o que aumentou ainda mais a curiosidade em torno do projeto.

O elenco também reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Miles Teller, Colman Domingo, Laura Harrier e Nia Long. Cada um deles contribui para dar profundidade aos diferentes momentos da trajetória do artista, desde os bastidores da indústria musical até fases mais complexas de sua vida pessoal e profissional.

Como a história do rei do POP é contada no filme?

A narrativa da biografia acompanha a jornada do cantor desde sua infância no The Jackson 5 até o auge da carreira solo, passando por momentos decisivos que moldaram sua identidade artística e sua imagem pública.

O filme mostra a pressão de crescer sob os holofotes desde cedo, os conflitos familiares e o processo de construção de uma carreira solo que mudaria para sempre a história da música pop. A produção também destaca a evolução criativa do artista e o impacto de seus trabalhos mais icônicos, que o transformaram em um fenômeno global.

Ao mesmo tempo, a história tenta equilibrar os bastidores da fama com os desafios pessoais enfrentados por Michael ao longo da vida, criando um retrato que mistura glória, tensão e vulnerabilidade.

O sucesso veio sem controvérsias?

Apesar do bom desempenho nas bilheteiras, o filme não escapou de debates. Parte do público e da crítica apontou que a produção adota uma abordagem mais suave em relação a certos aspectos da vida do cantor, o que gerou discussões sobre o tom da narrativa.

Enquanto alguns elogiam o foco na carreira musical e na grandiosidade artística de Michael Jackson, outros questionam a falta de aprofundamento em temas mais delicados. Essa divisão de opiniões acabou aumentando ainda mais a repercussão do filme nas redes sociais e na imprensa especializada.

Mesmo assim, a atuação de Jaafar Jackson foi amplamente elogiada e considerada um dos pontos mais fortes da produção, ajudando a sustentar a experiência emocional do longa.

O impacto nas bilheteiras e o lugar entre os grandes do ano

Com mais de meio bilhão de dólares arrecadados, “Michael” já se consolidou como um dos maiores sucessos de 2026. O filme conseguiu desempenho sólido em diferentes mercados e se manteve estável ao longo das semanas em cartaz, algo que nem sempre acontece com cinebiografias.

Esse resultado reforça a força do gênero musical no cinema atual e mostra que histórias baseadas em grandes nomes da música ainda têm enorme apelo global, especialmente quando envolvem artistas com impacto cultural tão profundo.

Por que Michael ainda é tão relevante?

Décadas depois de seu auge, o cantor continua sendo uma das figuras mais influentes da música mundial. Sua obra atravessa gerações e segue presente na cultura pop, seja em referências musicais, visuais ou em novas produções audiovisuais.

A cinebiografia ajuda a reforçar essa relevância ao apresentar sua trajetória para um público mais jovem, que muitas vezes conhece o artista apenas pelo legado. O filme funciona como uma espécie de reintrodução desse ícone para uma nova geração, mostrando como sua carreira ajudou a moldar o cenário da música pop.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima 02/07/2023

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Na tela da TV Globo, o filme O Retorno de Mary Poppins vai passar na Temperatura Máxima desta segunda-feira 02/07/2023. A trama é uma obra cinematográfica que encantou o público ao trazer de volta a adorável babá mágica para as telonas. O longa, lançado em 2018, é uma sequência do clássico “Mary Poppins” de 1964, e foi dirigido por Rob Marshall, conhecido por seu talento em criar musicais visualmente deslumbrantes.

Uma curiosidade fascinante sobre O Retorno de Mary Poppins é que a produção levou anos para se concretizar. Após décadas de especulações sobre uma possível sequência, a Disney finalmente conseguiu reunir uma equipe talentosa para dar vida a essa tão esperada continuação. O desafio era grande, já que o filme original era considerado um clássico do cinema, e a responsabilidade de trazer de volta a magia e a essência da história recaía sobre os ombros da equipe de produção.

No que diz respeito ao elenco, Emily Blunt assumiu o papel de Mary Poppins, anteriormente interpretado por Julie Andrews. Blunt trouxe seu próprio encanto e carisma para o papel, conquistando tanto os fãs do filme original quanto os novos espectadores. Além disso, Lin-Manuel Miranda, famoso pela criação do musical “Hamilton”, interpretou Jack, um acendedor de lampiões e parceiro de aventuras de Mary Poppins.

Outra curiosidade interessante é que “O Retorno de Mary Poppins” é baseado nos outros livros da autora P.L. Travers, que escreveu uma série de histórias sobre a babá mágica. Dessa forma, o filme incorpora elementos de diferentes livros, trazendo à tona novas histórias e personagens que expandem o universo encantador de Mary Poppins.

A trilha sonora do filme, composta por Marc Shaiman e Scott Wittman, também merece destaque. As canções originais foram cuidadosamente criadas para capturar a essência do filme original, apresentando letras cativantes e melodias empolgantes. Muitas das músicas do filme, como “The Place Where Lost Things Go” e “A Cover is Not the Book”, se tornaram favoritas do público e permanecem em suas memórias afetivas.

Em relação à bilheteria, O Retorno de Mary Poppins foi bem-sucedido ao arrecadar mais de 350 milhões de dólares em todo o mundo. O filme foi elogiado por sua direção de arte deslumbrante, efeitos visuais incríveis e coreografias de dança memoráveis. Esses elementos visuais combinados criaram um mundo mágico e colorido que transporta os espectadores para dentro da história.

O Retorno de Mary Poppins é uma celebração da imaginação, da magia e da importância de abraçar a criança interior. Com sua mensagem inspiradora sobre o poder do amor, da família e da redescoberta da alegria, o filme tocou os corações de pessoas de todas as idades e continuará a encantar gerações futuras.

Curiosidades do filme

Participação especial: Dick Van Dyke, que interpretou Bert no filme original, também faz uma participação especial em “O Retorno de Mary Poppins”. No novo filme, ele interpreta Mr. Dawes Jr., o filho do personagem que ele mesmo interpretou no primeiro filme. Aos 91 anos, Van Dyke dançou e encantou o público novamente.

Continuidade familiar: Karen Dotrice e Matthew Garber, os atores que interpretaram Jane e Michael Banks no filme original de 1964, fazem participações especiais no filme. Karen interpreta uma senhora no mercado de ações, enquanto Matthew empresta sua voz para um personagem animado.

Coreografias desafiadoras: As cenas de dança e números musicais em “O Retorno de Mary Poppins” exigiram um trabalho intenso de preparação e treinamento do elenco. Os atores tiveram que praticar por semanas para garantir a sincronização perfeita dos movimentos, enquanto saltavam e dançavam nas ruas de Londres.

Referências ao filme original: Ao longo do filme, há diversas referências e easter eggs do filme original de 1964. Desde a clássica bolsa de Mary Poppins até a pintura do teto que ganha vida, os fãs foram presenteados com momentos nostálgicos que conectam as duas histórias.

Detalhes minuciosos: A equipe de produção trabalhou arduamente para recriar a Londres dos anos 1930 com precisão. Desde a arquitetura até os figurinos, cada detalhe foi cuidadosamente pensado para capturar a atmosfera da época e transportar os espectadores para essa era encantadora.

Uma nova aventura musical: “O Retorno de Mary Poppins” apresenta várias músicas originais que foram cuidadosamente compostas para o filme. Entre elas, destaca-se a música “The Place Where Lost Things Go”, indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. A trilha sonora encantadora do filme conquistou os fãs e se tornou um sucesso.

Que horas vai passar a Temperatura Máxima?

Reviva a magia e a nostalgia de O Retorno de Mary Poppins, embarcando em uma aventura encantadora e repleta de música, dança e sorrisos a partir das 12h30, na Temperatura Máxima. Essa sequência emocionante é um tributo ao filme original e uma homenagem aos fãs que aguardaram ansiosamente por sua chegada.

Super Tela deste sábado (26/07): Record TV exibe o intrigante thriller “Nefarious”

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No meio de tantos blockbusters que apostam em efeitos especiais e grandes franquias, às vezes o cinema independente traz algo diferente — um filme que vai além do entretenimento para fazer a gente pensar. Nefarious, que vai passar na Super Tela da Record TV neste sábado, 26 de julho de 2025, é exatamente isso. Um thriller de terror com uma pegada espiritual, que mexe com a nossa cabeça e desafia as certezas.

Dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, o longa é baseado no livro A Nefarious Plot, de Steve Deace, e conta uma história que, apesar de simples, tem camadas profundas. É um filme que não foge de temas polêmicos e que pode dividir opiniões — mas que, com certeza, vai deixar marca.

Um enredo que mistura dúvida, fé e medo

A história gira em torno do psiquiatra Dr. James Martin (interpretado por Jordan Belfi), que é chamado para avaliar um preso no corredor da morte, Edward Wayne Brady (Sean Patrick Flanery). Edward foi condenado por uma série de assassinatos, mas ele diz que não é ele mesmo — na verdade, é um demônio chamado Nefarious que tomou seu corpo.

A missão de Martin é descobrir se Edward está realmente louco ou só tentando enganar o sistema para escapar da execução. Só que essa avaliação acaba mexendo com muito mais do que a vida do condenado: desafia as próprias crenças do psiquiatra e joga o espectador num jogo de sombras entre ciência, religião e psicologia.

Nefarious não tenta dar respostas fáceis, pelo contrário. Ele faz a gente questionar o que é real e o que não é, o que é maldade humana e o que pode ser algo maior — e deixa a dúvida pairando durante todo o filme.

Personagens vivos e intensos

Um dos pontos fortes do filme é o elenco, que dá vida a essa trama pesada de um jeito muito natural e convincente. Sean Patrick Flanery, que já fez vários papéis marcantes, está simplesmente brilhante como Edward/Nefarious. Ele consegue ser assustador, sedutor e cheio de nuances, o tipo de vilão que a gente não esquece fácil.

Jordan Belfi, no papel do psiquiatra Martin, segura muito bem o filme, mostrando um homem que tenta ser racional e firme, mas que vai se desmoronando à medida que o confronto com Edward avança. Ele traz humanidade para um personagem que poderia facilmente virar apenas um clichê do médico cético. O restante do elenco também dá um suporte sólido, ajudando a construir aquela atmosfera de tensão e confinamento que permeia toda a história.

Um filme que fala sobre fé e dúvida

O que mais chama atenção em Nefarious é a forma direta como ele aborda a fé, o sobrenatural e o mal. Não é só mais um filme de terror com fantasmas e monstros — aqui, o mal tem voz, opinião, e até crítica social.

Em vários momentos, o tal “Nefarious” fala sobre como o mundo está pior do que nunca, citando problemas reais como o aumento da escravidão moderna e o aborto, temas que aparecem no filme e mexem com o espectador de forma bastante direta.

Isso pode incomodar quem prefere um filme mais neutro ou que não toque nesses assuntos. Por outro lado, traz uma autenticidade que é rara, especialmente no gênero terror, e mostra um lado pouco explorado: o confronto entre crença e ceticismo.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma produção modesta, mas eficiente

Gravado em Oklahoma City, o filme usa um cenário simples — quase todo dentro da prisão — para criar um clima claustrofóbico que ajuda a aumentar o suspense. Não tem efeitos especiais mirabolantes, mas a fotografia, os sons e a direção de arte funcionam juntos para deixar tudo tenso e envolvente.

Essa simplicidade acaba favorecendo a história, que não perde o foco nos personagens e na luta psicológica que está no centro do filme.

Como o público e a crítica reagiram

O longa-metragem não fez muito barulho nas bilheterias — arrecadou cerca de US$ 1,3 milhão, número modesto perto dos grandes lançamentos. A crítica especializada foi dividida, com alguns apontando que o filme exagera na mensagem religiosa e que falha em algumas partes do roteiro. Já o público, especialmente aqueles que gostam de histórias que mexem com a mente e o espírito, deu uma resposta bem mais positiva, com nota B+ no CinemaScore e 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Por que vale a pena assistir

Se você está cansado de filmes de terror que se resumem a sustos fáceis e efeitos visuais, o longa pode ser uma surpresa. Ele desafia o espectador a pensar sobre o que é maldade, sobre o que acreditamos e como lidamos com o desconhecido. Além disso, é uma história que toca no humano, nos medos que todo mundo tem, mesmo quando tenta esconder. E isso faz toda a diferença.

Crítica – Michael é um retrato elegante que evita encarar sua própria complexidade

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Nem toda cinebiografia nasce com disposição para encarar o personagem em toda a sua complexidade, e Michael deixa isso evidente desde cedo. O longa, que acompanha parte da trajetória de Michael Jackson, opta por um caminho seguro, quase protocolar, ao construir um retrato que privilegia o espetáculo, mas evita zonas mais delicadas da vida do artista.

A estrutura narrativa segue um roteiro já bastante conhecido dentro do gênero. A infância marcada por rigidez familiar, o início precoce na indústria e a escalada rumo ao estrelato aparecem como pilares centrais, mas sem aprofundamento consistente. Há uma sensação constante de que a história é apenas contornada, nunca realmente explorada. Questões fundamentais, como a dinâmica com os irmãos no Jackson 5, a presença quase inexistente de Janet Jackson ou mesmo os conflitos internos do artista, são tratadas de forma superficial ou simplesmente deixadas de lado.

Essa escolha narrativa impacta diretamente o peso dramático do filme. Ao evitar tensões mais profundas, incluindo o embate constante com a mídia e as controvérsias que marcaram sua carreira, o longa perde a oportunidade de construir um retrato mais honesto e multifacetado. Em vez disso, aposta em sequências musicais extensas, que recriam performances icônicas com precisão técnica, mas que, isoladamente, não sustentam a experiência como um todo.

Ainda assim, há acertos que merecem destaque. Jaafar Jackson entrega uma performance que vai além da imitação. Existe um nível de dedicação evidente na forma como ele reproduz gestos, expressões e presença de palco, criando momentos em que a linha entre interpretação e incorporação parece desaparecer. É, sem dúvida, o elemento mais convincente do filme. Já Colman Domingo reafirma sua solidez em cena, trazendo densidade mesmo em participações mais pontuais.

Outro ponto que chama atenção é a forma como figuras essenciais na trajetória de Michael são subaproveitadas. Quincy Jones, peça-chave na construção de alguns dos álbuns mais importantes da música pop, surge quase como um coadjuvante funcional, quando sua relevância histórica justificaria uma abordagem muito mais robusta. Essa redução evidencia uma decisão criativa que simplifica relações complexas em prol de uma narrativa mais linear e acessível.

Do ponto de vista técnico, o filme é competente. A fotografia é bem trabalhada, a direção de arte recria épocas com cuidado e as sequências musicais são executadas com precisão. No entanto, esse acabamento visual não compensa a falta de profundidade dramática. Em tempos em que o público já se acostumou a cinebiografias mais ousadas e investigativas, repetir fórmulas sem acrescentar novas camadas soa insuficiente.

No fim, Michael funciona melhor como uma introdução para novas gerações, oferecendo um panorama básico sobre quem foi o artista e sua importância cultural. Para quem já conhece sua trajetória, porém, o filme tende a provocar uma sensação de repetição, mais próxima da nostalgia do que da descoberta.

Ao delimitar seu recorte temporal entre 1966 e 1988, a produção faz uma escolha clara: contar apenas parte da história, evitando confrontar suas contradições mais profundas. O resultado é um filme correto, por vezes envolvente, mas que raramente se arrisca. E, ao se manter nessa zona de conforto, acaba ficando aquém da grandeza do personagem que pretende retratar.

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