Obsessão | Terror psicológico cresce nas bilheterias e ultrapassa estreia inicial nos Estados Unidos

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Lançado no Brasil em 14 de maio, o longa Obsessão chegou aos cinemas com US$ 17,2 milhões e, nas semanas seguintes, avançou para cerca de US$ 19,9 milhões em arrecadação acumulada recente, um aumento estimado em 16%. A produção já soma aproximadamente US$ 74 milhões no mercado global. As informações são do site OVicio.

O comportamento da bilheteira chama atenção porque não segue o padrão mais comum do terror comercial, que costuma concentrar o maior volume de público logo nos primeiros dias. No caso do filme, a procura se mantém estável mesmo após o período inicial de estreia, o que indica continuidade no interesse do público em cartaz.

Como a história de Obsessão se desenvolve?

A trama acompanha Bear, interpretado por Michael Johnston (The Owl House, A Million Little Things), um jovem que trabalha em uma loja de música e lida com sentimentos não resolvidos em relação à amiga de infância Nikki, vivida por Inde Navarrette (Superman & Lois, Euphoria).

A dinâmica entre os dois muda quando Bear encontra um objeto capaz de realizar um desejo. Em um momento de impulso, ele decide usar essa chance para alterar a relação com Nikki. A partir disso, o que parecia uma tentativa de aproximação se transforma em uma sequência de acontecimentos que altera completamente o equilíbrio entre os personagens.

O filme acompanha esse processo de desgaste contínuo, em que cada decisão interfere diretamente no comportamento dos dois e empurra a narrativa para situações cada vez mais difíceis de controlar.

Quem faz parte do elenco e da equipe?

Além dos protagonistas, o elenco reúne Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter (Arrested Development, The Tonight Show), em papéis que ajudam a expandir o contexto da história.

A direção e o roteiro são de Curry Barker, que também participa da montagem do longa. A proposta da equipe se concentra em explorar as consequências psicológicas das escolhas dos personagens, com uma narrativa que evita explicações excessivas e trabalha mais a evolução emocional da história do que reviravoltas externas.

Quando chegou aos cinemas?

O filme teve sua primeira exibição no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 5 de setembro de 2025, dentro da mostra Midnight Madness, tradicional espaço dedicado a produções de gênero.

A estreia comercial aconteceu nos cinemas dos Estados Unidos em 15 de maio de 2026, com distribuição da Focus Features. Desde então, o longa segue em circulação com bom desempenho, impulsionado pela recepção do público nas primeiras semanas.

Por que o filme tem chamado atenção?

Um dos principais fatores que explicam o interesse por Obsessão é a forma direta como a narrativa é construída. O objeto que realiza desejos aparece apenas como ponto de partida, enquanto o foco permanece nas decisões dos personagens e nas consequências que elas provocam.

A história se apoia na relação entre Bear e Nikki e mostra como esse vínculo muda conforme os eventos se acumulam. O terror surge menos de elementos sobrenaturais e mais do comportamento humano em situações de pressão, o que dá ao filme um tom mais próximo do psicológico.

Como está a recepção do público e da crítica?

Desde a estreia, o terror psicológico tem recebido avaliações positivas, com destaque para a construção gradual da tensão e para a forma como o filme aborda a ideia de obsessão dentro de uma relação afetiva.

O desempenho nas bilheteiras reforça essa recepção. Em vez de perder força rapidamente após o lançamento, o longa mantém estabilidade e ainda registra crescimento, o que costuma indicar boa recomendação entre o público.

Jack Ryan: Guerra Fantasma | Saiba quando chega o filme com retorno de John Krasinski no Prime Video

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O universo de Jack Ryan ganha continuidade com Jack Ryan: Guerra Fantasma, produção que expande diretamente os acontecimentos da série exibida entre 2018 e 2023. O longa estreia em 20 de maio no Prime Video e reposiciona o personagem em uma operação internacional marcada por risco elevado e instabilidade política.

Diferente da construção episódica anterior, o filme concentra a narrativa em uma única missão, eliminando paralelos dispersos e mantendo foco contínuo na progressão da investigação. O resultado é uma trama mais direta, em que cada descoberta altera imediatamente o rumo da operação.

Sobre o que é Guerra Fantasma?

Na história, Jack Ryan é chamado de volta ao trabalho de campo após uma missão revelar indícios de uma articulação clandestina com impacto global. O que inicialmente parece uma operação isolada rapidamente se expande, conectando agentes, governos e interesses que operam fora de qualquer controle institucional.

À medida que avança, Ryan deixa a função analítica para atuar diretamente em campo, lidando com ameaças imediatas e decisões que precisam ser tomadas sem margem para erro. A investigação passa a depender menos de coleta gradual de dados e mais de ações rápidas, muitas vezes baseadas em informações incompletas.

O roteiro sustenta a tensão ao trabalhar com incerteza constante. A origem da ameaça não é totalmente clara, e a possibilidade de infiltração dentro das próprias estruturas de inteligência transforma cada aliança em algo provisório. Esse deslocamento de confiança é central para o desenvolvimento da narrativa.

Quem está no elenco?

John Krasinski (Um Lugar Silencioso, The Office) retorna como Jack Ryan, mantendo a abordagem que equilibra leitura estratégica e ação direta. A continuidade da interpretação reforça a ligação entre série e filme, sem mudanças de tom no personagem.

Wendell Pierce (The Wire, Suits) reprisa o papel de James Greer, agora em posição ainda mais estratégica dentro da agência. Michael Kelly (House of Cards, Narcos) também retorna como Mike November, inserido novamente em operações ligadas ao núcleo central da trama.

Entre as adições, Sienna Miller (Foxcatcher, Sniper Americano) assume um papel ligado aos desdobramentos políticos da história, enquanto Betty Gabriel (Corra!, Upgrade) aparece em posição de liderança dentro da CIA, influenciando decisões que impactam diretamente a missão.

Como o filme se conecta com a série?

Jack Ryan: Guerra Fantasma mantém continuidade direta com a série do Prime Video, preservando relações e eventos já estabelecidos. Não há reinício narrativo, mas uma progressão que parte do ponto em que os personagens foram deixados anteriormente.

A principal mudança está na forma de condução da história. Sem a divisão em episódios, o desenvolvimento ocorre de maneira contínua, com menos interrupções e maior concentração nos eventos centrais. Isso reduz desvios narrativos e mantém a progressão focada na missão principal.

Quem está por trás da produção?

A direção é de Andrew Bernstein, com roteiro assinado por Aaron Rabin e John Krasinski. A história também conta com colaboração de Noah Oppenheim. A produção envolve Paramount Pictures e Skydance Media, com distribuição da Amazon MGM Studios, mantendo o padrão técnico associado à franquia.

Quando estreia?

O filme será lançado em 20 de maio, com disponibilização global no Prime Video.

“A Fabulosa Máquina do Tempo” emociona na Berlinale e consolida presença brasileira na competição de documentários

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A estreia mundial de “A Fabulosa Máquina do Tempo” foi marcada por casa cheia, aplausos calorosos e um clima de celebração que levou o espírito brasileiro ao coração da Alemanha. O novo longa de Eliza Capai abriu a mostra Generation Kplus do Festival Internacional de Cinema de Berlim, a tradicional Berlinale, em uma sessão com ingressos esgotados no Auditório Miriam Makeba, na Haus der Kulturen der Welt. A recepção do público foi imediata, com risadas ao longo da exibição e aplausos ainda durante o filme, em um daqueles momentos raros em que a conexão entre obra e plateia se torna visível.

Coprodução da Amana Cine com Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil, o documentário é o único representante brasileiro na disputa pelo prêmio de Melhor Documentário nesta edição do festival e também concorre ao Urso de Cristal dentro da Generation Kplus, seção dedicada a narrativas que dialogam com infância, crescimento e amadurecimento.

A estreia ganhou contornos ainda mais simbólicos por ter acontecido em plena sexta-feira de carnaval. A equipe decidiu transformar o tapete vermelho em uma extensão da identidade do filme e levou um personagem inspirado no icônico Fofão, figura que também aparece na obra. Ao lado das meninas protagonistas, o personagem dançou, interagiu com o público e trouxe leveza e irreverência à entrada oficial do longa no festival. O momento chamou atenção da imprensa internacional e ajudou a criar uma atmosfera calorosa antes mesmo do início da sessão.

Para Eliza Capai, a noite teve um significado profundamente pessoal. A diretora revelou que há cerca de dois anos já falava, em tom de brincadeira, que seu novo filme estrearia em fevereiro de 2026 em Berlim, mesmo sem qualquer confirmação oficial. Ver esse desejo se concretizar, especialmente abrindo a Generation Kplus, foi descrito por ela como a realização de um sonho antigo. Mais do que isso, foi a chance de compartilhar a experiência com algumas das crianças protagonistas que viajaram para acompanhar a estreia. A diretora destacou que o filme fala justamente sobre sonhos e sobre a importância de criar utopias como forma de imaginar e construir mundos melhores.

Entre as presenças que mais emocionaram o público estava a pequena Manuella Dias Silva, carinhosamente chamada de Manuzinha durante o festival. Para ela, a viagem foi repleta de descobertas inéditas. Foi a primeira vez em um avião e a primeira vez em uma sala de cinema. Em sua fala antes da exibição, resumiu a experiência com uma imagem poética que sintetiza o espírito do documentário: entrar em um avião foi como entrar em uma máquina do tempo. A frase arrancou sorrisos e reforçou o tom sensível da narrativa.

Rodado no Piauí, “A Fabulosa Máquina do Tempo” acompanha um grupo de meninas que, por meio de conversas e brincadeiras, revelam reflexões surpreendentes sobre o mundo ao seu redor. O filme mergulha no universo lúdico da infância, mas não se limita à leveza. Entre risadas e jogos imaginativos, surgem temas complexos como casamento, desigualdades de gênero, expectativas sociais e sonhos de futuro. A força da obra está justamente nessa combinação entre espontaneidade infantil e profundidade de pensamento.

Durante a sessão na Berlinale, a plateia reagiu de forma intensa e afetiva. Segundo a diretora, o público riu muito e se conectou profundamente com a história das meninas. Ao final, o sentimento era de coração aquecido e de missão cumprida. A atmosfera na sala evidenciou como questões locais, vividas por crianças do interior do Brasil, podem dialogar com espectadores de diferentes culturas e nacionalidades.

A presença do longa no festival também reafirma a trajetória consistente de Eliza Capai no circuito internacional. Em 2019, ela apresentou “Espero tua (Re)volta” na própria Berlinale, onde recebeu o Prêmio da Anistia Internacional e o Prêmio da Paz. Reconhecida por seu olhar atento às questões sociais e de gênero, a cineasta também dirigiu a série “O Prazer é Meu”, indicada ao Emmy Internacional, e o longa “Incompatível com a Vida”, premiado no festival É Tudo Verdade e qualificado para o Oscar. Seu trabalho tem se destacado por unir sensibilidade narrativa e compromisso político, sempre dando voz a personagens que raramente ocupam o centro das telas.

“A Fabulosa Máquina do Tempo” amplia essa proposta ao colocar meninas no centro da narrativa, permitindo que suas vozes conduzam o filme. Em vez de especialistas ou análises externas, são elas que constroem a reflexão sobre o mundo, criando uma experiência que mistura documentário, fantasia e observação social. O resultado é uma obra que dialoga tanto com crianças quanto com adultos, despertando memórias da própria infância e questionamentos sobre o futuro.

A realização do projeto contou com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual por meio da Ancine e do BRDE, reforçando a importância das políticas públicas para a consolidação do cinema brasileiro em festivais internacionais. A distribuição nos cinemas do Brasil ficará a cargo da Descoloniza Filmes, enquanto as vendas internacionais serão conduzidas pela Split Screen.

A Infância de Romeu e Julieta: Resumo 21/11/2023 a 24/11/2023

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Foto: Reprodução/ Internet

Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta entre os dias 21/11/2023 a 24/11/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 21h, na tela do SBT.

A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 21 de novembro a 24 de novembro de 2023

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de terça-feira, 21/11/2023

Leandro concorda com a proposta do acampamento, mas instrui Enzo a cuidar e garantir a segurança dos netos. Alex busca conselhos de Karen sobre Lívia; Karen mente e aconselha Alex a desprezar Lívia, sugerindo que isso fará com que ela o persiga. Glaucia observa Vera saindo do Monter Mercado toda produzida e suspeita de traição no relacionamento com Bernardo. Um homem misterioso questiona Mariana sobre a equipe do Armazém, paga a conta e parte. No Boulevard Verona, Basílio instrui Muke e Trapaça a distraírem o segurança para ele agir em uma joalheria durante o dia. Telma revela a Karen e Lívia sua situação financeira apertada e a impossibilidade de pagar para ambas irem ao acampamento. Mauro permite que Alex vá ao acampamento; Ian deseja acompanhá-lo para aplicar suas habilidades de escoteiro. Em conversa com Bernardo, Glaucia insinua que Vera está traindo o casamento com o irmão. Mariana percebe que está sendo seguida pelo homem misterioso e pede ajuda na academia de Mauro. Vitor pede um aumento a Glaucia e a chantageia com um segredo. Basílio instrui a gangue Pedalzera a pegar comida no Monter Mercado. Romeu, Julieta, Nando e Lívia investigam a barraca de Bassânio em busca de evidências para inocentar o amigo. Mariana confronta corajosamente o homem misterioso.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 22/11/2023 –

Após Mariana ameaçar denunciar, o homem misterioso revela ser um detetive contratado pela família Monteiro para investigar a possível ligação de Mariana com o golpista Simão. O admirador secreto de Clara deixa uma carta na estufa dela, deixando-a assustada ao se perguntar como ele conseguiu entrar em sua casa. No Monter Mercado, Pórcia impede o Pedalzera de pegar comida, e eles acabam pagando pelos itens. Vera nega a traição a Bernardo e afirma que se algo estivesse acontecendo, ela o informaria. Daniel tem um encontro com Domitila e passeiam pelo Lado Torre. Furiosa, Mariana vai ao Monter Mercado e questiona Vera sobre o motivo de contratar um detetive; Vera nega envolvimento. Basílio fica irritado com a quantidade de comida trazida pelo Pedalzera. Glaucia e Fred ficam bravos ao descobrirem que o detetive revelou a identidade a Mariana. O detetive informa a Glaucia e Fred que Mariana não está envolvida com o golpista. Membros do Pedalzera deixam um bilhete anônimo para Pórcia alertando sobre um possível roubo no Monter Mercado; Pórcia, assustada, mostra a Glaucia, que desconsidera devido à letra infantil. Julieta, Romeu, Nando e Lívia tentam provar a inocência de Bassânio ao delegado. Domitila comenta com Daniel que o restaurante dele precisa de um nome mais marcante. Os jovens do Lado Vila e Lado Torre planejam vinganças durante o acampamento. Pórcia mostra o bilhete a Vitor, que acredita que pode ser um herói ao alertar Vera.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 23/11/2023 –

Vitor alerta Vera sobre um possível roubo no Monter Mercado. Lívia e Karen decidem no Cara ou Coroa quem irá ao acampamento, e Karen vence. Na calada da noite, Basílio desliga a energia do Monter Mercado e invade o local. A polícia cerca o estabelecimento e prende o criminoso. Bernardo, Vera, Vitor e Pórcia observam o crime de perto, impressionados pela semelhança de Basílio com Bassânio. Vitor volta para casa, conta à família o ocorrido e se vangloria por sua atitude. Bassânio confronta Basílio; eles trocam de lugar na cela. Bassânio confessa seu amor, mas Basílio o manda embora. Daniel encontra Bassânio na saída do presídio e se desculpa por não acreditar nele anteriormente. Bassânio retorna ao trabalho no Armazém. Julieta abraça Bassânio, contando que Romeu e outros amigos ajudaram a provar sua inocência. Bernardo considera perigoso permitir que Romeu vá ao acampamento, mas Vera discorda.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 24/11/2023 –

Glaucia encontra Vitor na piscina do Residencial Verona e fica furiosa, alegando que nem ele nem Pórcia podem frequentar o local; Vitor revela saber um segredo dela e pede que vá embora. Pedalzera descobre o interesse dos moradores em saber quem escreveu o bilhete. Lívia revela aos amigos sua dificuldade financeira para ir ao acampamento, e eles decidem ajudar. No CEC, Telma agradece às crianças pela vaquinha para Lívia ir ao acampamento; Alex ouve que Lívia não participará da viagem. Daniel sugere novos nomes para o restaurante a Amanda e Mariana. Alex pede a Mauro que contribua para completar a vaquinha; Mauro concorda, pedindo que Alex não revele que estão ajudando Lívia. Mais tarde, Pórcia corre para abraçar Bassânio. Hélio informa a Lívia que alguém financiou sua viagem, mas não pode revelar quem. Sofia convida Téo para sair e pergunta sobre o término dele com Lívia no passado. Patrick revela aos amigos que comprou um óleo essencial para atrair mosquitos no acampamento e planeja pregar peças no Lado Torre. Trapaça tem o primeiro vislumbre de Leon.

A emissora é totalmente responsável pelo resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta. O Almanaque Geek não tem controle sobre possíveis alterações na exibição e, portanto, não se responsabiliza por essas modificações.

Conversa com Bial desta segunda (11/08): Os Garotin, a voz da black music que conquistou o Grammy Latino

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda-feira, 11 de agosto, o programa Conversa com Bial vai abrir espaço para um encontro que promete emocionar e inspirar quem acompanha a música brasileira contemporânea. O grupo Os Garotin, trio formado por Léo Guima, Anchietx e Cupertino, estará junto com uma cantora e compositora que compartilha a paixão pela black music — um movimento cultural que pulsa nas veias do Brasil e que, através deles, revela suas múltiplas cores, histórias e sonoridades.

A história do Os Garotin é, antes de tudo, uma história de amizade e resistência. Nasceram em São Gonçalo, região metropolitana do Rio, em um ambiente onde os sonhos costumam se deparar com muitos desafios. Mas a música foi a ponte que uniu esses três amigos e que os conduziu para além do que imaginavam: para o reconhecimento nacional e internacional.

De uma festa a um Grammy: a força da união

Tudo começou em 2019, em uma festa de aniversário na casa que Cupertino dividia com Léo Guima. Eles já eram amigos, cada um com sua caminhada e projeto musical, mas foi naquele momento que a mágica aconteceu. Ao se juntarem, perceberam uma sintonia que ia muito além do que a soma de suas vozes. A amizade se transformou em música, e a música, em um projeto que logo ganharia forma.

A empresária Paula Lavigne percebeu o potencial do trio e apostou na união dos três. Com o incentivo certo, os Garotin começaram a trabalhar juntos, e em agosto de 2023 lançaram o primeiro EP, “Os Garotin Sessions”. O que parecia um experimento virou um marco, e em 2024, com o lançamento do álbum “Os Garotin de São Gonçalo”, eles conquistaram corações com 12 faixas que falam de amor, de luta e de identidade.

O reconhecimento veio em forma de prêmios, mas principalmente no carinho do público. Em novembro de 2024, o trio trouxe para casa o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa — uma conquista histórica que simboliza mais do que um troféu. É a celebração de um som genuíno, de uma voz que ecoa da periferia para o mundo.

Música que fala de gente, da vida e da rua

Os Garotin não fazem apenas música; eles contam histórias. Histórias de quem vive a periferia, de quem sente na pele as injustiças e as alegrias da vida. As letras falam de amor, claro, mas também de representatividade negra, de orgulho da cultura carioca e da vivência única de São Gonçalo.

É impossível não se emocionar com “Vini Jr.”, uma homenagem ao jogador Vinícius Júnior, que assim como eles, veio das mesmas ruas e enfrentou obstáculos para chegar onde está. Essa conexão com suas raízes é o que dá à música deles uma autenticidade rara.

Musicalmente, o trio transita com leveza e talento entre o R&B, o soul, o pop e a MPB. O legado de nomes como Tim Maia, Gilberto Gil e Jorge Ben está presente, mas os Garotin trazem sua própria linguagem, um som contemporâneo e pulsante, que fala diretamente aos jovens e aos amantes da boa música.

Além do trio: vozes que se complementam

Cada integrante também lançou trabalhos solo que aprofundam suas visões e estilos, trazendo mais nuances para o que o grupo representa. Léo Guima, Anchietx e Cupertino seguem suas carreiras individuais com EPs que exploram seus universos pessoais, mas que dialogam harmoniosamente com o som coletivo de Os Garotin.

Além disso, a presença da cantora e compositora convidada no programa reforça a ideia de que a black music é uma rede de encontros, trocas e fortalecimento. É essa união de vozes, diferentes e complementares, que faz a música crescer e se transformar em uma linguagem universal.

O que esperar do encontro com Pedro Bial

No programa, Pedro Bial vai conduzir uma conversa que promete ir além das notas musicais e das conquistas. Será uma troca sobre identidade, cultura, pertencimento e sonhos. Os Garotin e a cantora vão abrir o coração e compartilhar seus processos criativos, as inspirações e os desafios enfrentados para se manterem fieis às suas raízes em um mercado que muitas vezes tenta ditar padrões.

Esse é um momento para escutar a força da juventude negra da periferia do Rio, para conhecer a história por trás do sucesso e para entender como a música pode ser um instrumento de transformação social.

Um sopro de esperança e representatividade

Mais do que artistas premiados, Os Garotin representam um movimento que cresce com a força de quem quer ocupar o espaço que sempre lhes foi negado. É uma voz de resistência, que fala de um Brasil plural, diverso e cheio de potencial.

Quando eles cantam, contam a história de milhares de jovens que, como eles, sonham alto e trabalham duro para fazer arte que toca o mundo. A black music, através desses artistas, deixa de ser só um gênero musical para virar uma celebração da cultura negra e da periferia brasileira.

O trio tem uma relação profunda com seus fãs, que se reconhecem nas letras, nos ritmos e no jeito sincero de fazer música. Eles não só entretêm — eles acolhem, inspiram e fortalecem. Cada apresentação é um abraço coletivo, uma troca de energia que renova a fé no poder da arte.

Viver Sertanejo deste domingo (03) recebe Luciano Camargo, André & Felipe e Daniel

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Foto: Reprodução/ Internet

O sertanejo sempre foi mais do que um estilo musical — ele é uma linguagem de alma, um espelho do Brasil profundo, que traduz em versos o amor, a dor, o campo, a saudade e, muitas vezes, a fé. Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o programa Viver Sertanejo entrega um episódio que vai além da música. Vai direto ao coração.

Com a presença de Luciano Camargo, da dupla André & Felipe e do anfitrião Daniel, o programa promove um encontro que une dois universos que, na verdade, nunca estiveram separados: o da música sertaneja e o da espiritualidade. O resultado é um especial que emociona, inspira e reforça que a canção também pode ser oração.

Luciano Camargo vive um novo capítulo em sua vida — e talvez o mais profundo. Reconhecido nacionalmente por décadas de sucesso ao lado de Zezé Di Camargo, ele agora também trilha um caminho solo voltado à música gospel, sem jamais abandonar suas raízes na dupla.

No palco do Viver Sertanejo, Luciano compartilha a história por trás dessa nova fase: uma decisão que nasceu de um chamado divino e de um desejo guardado há tempos. “Eu recebi uma missão”, revela. “Foi Deus quem me disse que minha voz precisava ser usada para algo maior. E tudo começou com a minha conversão, em 2020.”

Ele canta músicas que vêm tocando o público nessa nova fase, como “Vai Passar”, “Terra Fértil” e “Tempo” — esta última em um dueto emocionante com Daniel, em um momento que, para muitos, foi o ponto alto da noite.

Luciano ainda lembra com carinho da primeira música que gravou após sua conversão: a clássica “Porque Ele Vive”, que marcou sua estreia no gospel e consolidou o início de uma transformação pessoal e artística.

Mesmo abraçando o louvor, ele reforça que a parceria com Zezé continua sólida, como sempre foi: “O Zezé nunca questionou. Pelo contrário, ele me incentivou, me apoiou. Ele sabe que tudo isso faz parte do meu coração.”

Com raízes no interior do Paraná e uma trajetória marcada pela simplicidade e pelo compromisso com a fé, os irmãos André & Felipe representam uma geração de artistas sertanejos que nunca se desligaram da igreja. Filhos de pastor, começaram a cantar ainda pequenos, nos cultos de domingo e nos encontros de juventude.

“A gente andava quilômetros a pé pra chegar nos ensaios da igreja. Era cansativo, mas também era especial. A música era a nossa brincadeira, nossa missão, nossa alegria”, conta André, emocionado.

No palco do programa, eles interpretam duas das músicas mais conhecidas do seu repertório: “Chuva de Poder” e “Acelera e Pisa”. As canções misturam a batida do sertanejo com letras de adoração, criando uma ponte entre o popular e o sagrado — e mostrando que louvar também pode ser dançante, animado, cheio de vida.

Além disso, eles revelam com exclusividade no programa que estão trabalhando em um novo projeto chamado “Raízes”, que vai resgatar louvores clássicos do cancioneiro cristão em versões sertanejas — uma homenagem à infância e à trajetória de fé que construíram juntos.

No centro desse encontro está Daniel, um artista cuja carreira é marcada por sensibilidade, afeto e respeito às tradições. Ao longo do episódio, ele transita com naturalidade entre o papel de apresentador e o de cantor — mas, acima de tudo, de interlocutor da emoção.

Daniel participa do dueto com Luciano na música “Tempo”, e também divide o palco com todos os convidados na interpretação de “Raridade”, canção consagrada por Anderson Freire, e que virou hino sobre autoestima, fé e identidade.

“A música tem esse poder de tocar onde a palavra não alcança”, diz Daniel. “E quando ela vem carregada de fé, vira um abraço na alma.”

Onde e quando assistir

O episódio vai ao ar no domingo, 3 de agosto, pela TV Globo, e também poderá ser conferido nas plataformas digitais da emissora. Uma oportunidade imperdível para quem quer ver a música sertaneja dialogar com a espiritualidade de maneira autêntica, respeitosa e emocionante.

F1: O Filme chega ao streaming – Saiba quando assistir e detalhes do drama da Fórmula 1

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O universo da Fórmula 1 ganha um novo capítulo emocionante nas telonas e, em breve, nas telas de casa. F1: O Filme, drama de ação estrelado por Brad Pitt, finalmente tem data para chegar ao streaming. Os fãs da velocidade e das histórias de superação podem se preparar: o longa estará disponível no Apple TV+ a partir de 12 de dezembro de 2025. Até lá, quem não quiser esperar ainda pode acessar o filme por meio de locação digital ou compra, uma opção que já está disponível para os públicos brasileiro e internacional.

Segundo informações divulgadas pela Variety, o aluguel digital do filme está disponível no YouTube por R$ 34,90, enquanto a compra digital pode ser feita diretamente no Apple TV+ ou na loja virtual da Amazon, por R$ 59,90. Essa opção permite que os espectadores tenham acesso a uma produção que já conquistou público e crítica, consolidando-se como um dos maiores sucessos cinematográficos do ano.

Uma produção de tirar o fôlego

Dirigido por Joseph Kosinski, a mente por trás de sucessos como Top Gun: Maverick, o filme traz uma equipe criativa já reconhecida pela sua habilidade em traduzir velocidade e emoção para a tela. O roteiro, assinado por Ehren Kruger, combina ação de alto risco com drama humano, explorando não apenas as pistas de corrida, mas também os dilemas pessoais e profissionais de seus personagens. A produção é assinada pelo renomado Jerry Bruckheimer, o que garante ao longa uma mistura de adrenalina e narrativa envolvente, característica dos grandes filmes de corrida.

O elenco principal é liderado por Brad Pitt, que interpreta Sonny Hayes, um piloto lendário da Fórmula 1 que retorna às pistas após décadas afastado. Além de Pitt, o filme conta com atuações marcantes de Damson Idris, Kerry Condon, Tobias Menzies e Javier Bardem, compondo um elenco de apoio sólido que dá profundidade emocional à trama. O próprio Lewis Hamilton, astro da F1, participou da produção, trazendo autenticidade às cenas de corrida e garantindo a fidelidade técnica do universo retratado.

A produção teve início em dezembro de 2021 e envolveu meses de planejamento intenso. As filmagens começaram em Silverstone, um dos circuitos mais icônicos da Fórmula 1, em julho de 2023. Um diferencial do filme é que muitas cenas foram gravadas durante fins de semana de Grandes Prêmios reais, nos anos de 2023 e 2024, com a colaboração direta da FIA, órgão regulador da categoria. Essa decisão trouxe uma autenticidade rara às sequências de corrida, permitindo que espectadores sintam a tensão e a velocidade quase como se estivessem na pista.

Trilha sonora que acelera o coração

Outro ponto alto de F1: O Filme é a trilha sonora. Composta por Hans Zimmer, a música acompanha a intensidade das corridas e os dilemas emocionais dos personagens. Zimmer, conhecido por criar atmosferas imersivas, entrega uma experiência sonora que faz o público sentir cada curva e cada ultrapassagem como se estivesse dentro do carro. Além da trilha instrumental, o filme conta com contribuições de diversos artistas, que adicionam emoção e modernidade à narrativa, tornando as cenas ainda mais impactantes.

Enredo: velocidade, rivalidade e redenção

No centro da história está Sonny Hayes, piloto que brilhou nas pistas nos anos 90, mas que teve sua carreira interrompida após um grave acidente em 1993. Trinta anos depois, ele vive à margem da glória, lidando com fracassos pessoais, relacionamentos complicados e um vício em jogos de azar. O retorno às pistas surge como uma oportunidade de redenção: seu antigo colega de equipe, Ruben Cervantes, agora dono da escuderia APXGP, precisa desesperadamente de um piloto experiente para salvar sua equipe da falência.

Sonny aceita o desafio e retorna para competir nas últimas nove corridas do campeonato mundial. Sua chegada desperta rivalidades internas, especialmente com o jovem promissor Joshua Pearce, que também corre pela APXGP. As primeiras corridas são marcadas por acidentes e estratégias arriscadas, mostrando que a Fórmula 1 não é apenas uma disputa de velocidade, mas também de inteligência e paciência.

O drama humano é tão importante quanto a ação na pista. Sonny precisa aprender a lidar com suas próprias limitações e com os desafios de ser mentor de Joshua. A dinâmica entre os dois evolui de rivalidade intensa para um respeito mútuo, com momentos de tensão e emoção que reforçam o caráter humano da narrativa. A relação de Sonny com Kate McKenna, diretora técnica da equipe, também se desenvolve ao longo do filme, acrescentando uma dimensão romântica e de parceria profissional à história.

Estratégias de corrida e adrenalina pura

Uma das marcas de F1: O Filme é a atenção aos detalhes técnicos. As estratégias de corrida são retratadas com precisão: desde o uso do Safety Car para manipular posições até ajustes técnicos que melhoram o desempenho do carro em curvas desafiadoras. Em várias cenas, Sonny toma decisões arriscadas para proteger Joshua ou otimizar a performance da equipe, revelando não apenas seu talento, mas também sua experiência e visão estratégica adquiridas ao longo dos anos.

As sequências de corrida são filmadas com tecnologia de ponta, incluindo câmeras onboard e drones, criando uma sensação de imersão. A colaboração de pilotos reais e engenheiros garante que cada cena seja verossímil, mantendo o equilíbrio entre ação cinematográfica e fidelidade ao esporte.

Estreia e recepção do público

O filme estreou mundialmente no Radio City Music Hall, em Nova Iorque, no dia 16 de junho de 2025, e chegou aos cinemas do Brasil e de Portugal em 26 de junho, coincidindo com o início do Grande Prêmio da Áustria. A estreia foi cercada de expectativa, especialmente por reunir talentos que já haviam conquistado o público em filmes anteriores, como Top Gun: Maverick.

O público respondeu de forma extremamente positiva. F1: O Filme arrecadou mais de US$ 627,9 milhões mundialmente, tornando-se o sexto filme de maior bilheteria de 2025 e o maior sucesso da carreira de Brad Pitt até hoje. A crítica elogiou a combinação de ação intensa com desenvolvimento de personagens, destacando o equilíbrio entre adrenalina e emoção humana.

World Trigger terá novo anime anunciado na Jump Festa 2026 e retomará a história desde o volume 1

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O universo de World Trigger ganhará uma nova adaptação em anime. O anúncio foi feito durante a Jump Festa 2026 e confirmou que a série retornará à televisão com uma proposta clara: adaptar a história do mangá desde o volume 1, apresentando novamente os acontecimentos que deram origem à Agência de Defesa Border e ao conflito entre a humanidade e as criaturas vindas de outra dimensão. A decisão reforça o interesse em consolidar a obra como uma das narrativas de ficção científica mais estratégicas do mangá contemporâneo.

Criado por Daisuke Ashihara, World Trigger se diferencia dentro do gênero shōnen por priorizar raciocínio tático, planejamento coletivo e desenvolvimento psicológico dos personagens, em vez de depender exclusivamente de confrontos baseados em força física. A nova adaptação surge em um contexto de amadurecimento do público e de valorização de histórias com estruturas mais complexas, o que amplia a relevância do anúncio.

A trama se inicia quando um portal interdimensional se abre na Cidade de Mikado, localizada no Japão. A partir desse fenômeno, criaturas desconhecidas começam a invadir o mundo humano. Essas entidades, posteriormente chamadas de Neighbors, possuem resistência total às tecnologias convencionais da Terra, o que provoca um colapso imediato na capacidade de defesa da cidade. Em pouco tempo, Mikado se transforma no epicentro de uma crise que ameaça não apenas a região, mas toda a humanidade.

Diante da incapacidade das forças tradicionais de conter a invasão, um grupo até então desconhecido surge e passa a enfrentar os Neighbors utilizando armamentos específicos baseados na tecnologia dos próprios invasores. Esse grupo se apresenta como a Agência de Defesa Border, uma organização criada com o objetivo exclusivo de proteger a Terra contra ameaças provenientes de outros mundos. Com a implementação de um sistema de defesa eficiente, a Border consegue estabilizar a situação em Mikado e impedir que a invasão se espalhe para outras áreas.

Com o passar do tempo, mesmo com o surgimento ocasional de novos portais, a cidade passa a conviver com uma sensação de normalidade. A presença da Border se torna parte do cotidiano da população, funcionando como uma força de contenção constante e organizada. A história principal se desenvolve quatro anos e meio após a abertura do primeiro portal, período em que a estrutura da organização já está consolidada e dividida em diferentes níveis hierárquicos.

É nesse cenário que o leitor acompanha Osamu Mikumo, um jovem recruta da Border que foge dos arquétipos tradicionais de protagonistas do gênero. Sem habilidades físicas excepcionais ou talentos naturais em combate, Osamu se destaca por sua capacidade analítica, senso de responsabilidade e disposição para aprender. Sua trajetória representa um dos pilares narrativos da obra, ao abordar crescimento pessoal, tomada de decisões sob pressão e o peso das consequências em um ambiente de risco constante.

Ao seu lado está Yūma Kuga, um personagem que carrega uma ligação direta com o mundo dos Neighbors. Dotado de habilidades avançadas e experiência em combate, Yūma introduz uma perspectiva diferente sobre o conflito entre mundos, ampliando o debate sobre moralidade, sobrevivência e identidade. A relação entre os dois personagens é construída de forma gradual e fundamentada na cooperação, elemento central da narrativa de World Trigger.

Outro aspecto que consolidou a reputação da obra é a estrutura de seus combates. As batalhas não se baseiam apenas em confrontos diretos, mas em estratégias elaboradas, leitura do ambiente e coordenação entre equipes. Os chamados Rank Wars exemplificam esse conceito ao apresentar disputas organizadas entre esquadrões da Border, nas quais planejamento e execução têm peso decisivo. Esse formato contribui para uma progressão narrativa consistente e evita soluções simplistas.

O mangá World Trigger, conhecido no Japão como ワールドトリガー, é publicado pela Shueisha e conta atualmente com 29 volumes tankōbon lançados até dezembro de 2025. Mesmo com pausas ocasionais na serialização, a obra manteve estabilidade editorial e uma base de leitores sólida, resultado direto da construção cuidadosa de seu universo e da coerência interna de suas regras.

Flávia Garrafa abre o coração e diverte no Companhia Certa com Ronnie Von, nesta segunda (11/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Na madrugada desta segunda, 11 de agosto, às 0h, a RedeTV! exibirá uma edição especial do programa Companhia Certa, comandado pelo carismático Ronnie Von. O convidado da noite é a atriz e psicóloga Flávia Garrafa, uma artista multifacetada que tem encantado o público há mais de três décadas por meio de seu talento na dramaturgia e sua sensibilidade para temas profundos, sempre temperados por um humor inteligente e afiado.

Flávia chega ao programa em um momento especial de sua carreira. Atualmente em cartaz com os solos de humor “Fale Mais Sobre Isso” e “Faça Mais Sobre Isso”, ela une a sua formação acadêmica em Psicologia com sua experiência como atriz para criar espetáculos que provocam não apenas risadas, mas também reflexão. A entrevista com Ronnie Von promete uma viagem por histórias que atravessam o universo da arte e da mente humana, revelando como o humor pode ser uma poderosa ferramenta de transformação.

Nascida em 17 de abril de 1974, Flávia possui uma trajetória singular. Formada em Psicologia pela renomada Universidade de São Paulo (USP) em 1996, ela decidiu ampliar seus horizontes e se aprofundar no teatro. Para isso, foi até Nova Iorque, onde estudou no Lee Strasberg Theatre and Film Institute, uma das escolas mais conceituadas para atores, reconhecida mundialmente pela técnica do “Método”. Passou quase um ano nos Estados Unidos aprimorando suas habilidades antes de retornar ao Brasil para consolidar sua carreira artística.

Essa junção entre psicologia e artes cênicas não é mera coincidência na vida de Flávia. Ela acredita que o humor, a empatia e a compreensão do comportamento humano caminham lado a lado. Para ela, o palco é um espaço seguro onde as emoções podem ser exploradas, discutidas e transformadas. E é exatamente isso que ela tem feito, mesclando essas duas áreas com muita criatividade.

O humor como instrumento de transformação

Durante a entrevista, Flávia compartilha a visão de que o humor não serve apenas para divertir, mas para provocar mudanças internas e sociais. “O riso abre portas que muitas vezes estão fechadas pelo medo ou pela dor”, explica ela, com a serenidade de quem conhece bem os labirintos da mente humana. Seus solos, “Fale Mais Sobre Isso” e “Faça Mais Sobre Isso”, são exemplos claros dessa proposta: convidar o público a refletir sobre temas cotidianos, conflitos emocionais e relações interpessoais, tudo com leveza e graça.

Para Flávia, o humor é uma forma de terapia coletiva — um convite para olhar para dentro, mas sem peso, com acolhimento e um sorriso. E essa combinação parece funcionar. Seu público se identifica, ri, mas também se reconhece nas situações apresentadas, criando uma cumplicidade que ultrapassa o simples entretenimento.

Momentos marcantes da carreira

Com mais de 30 anos de atuação, Flávia Garrafa acumula uma filmografia diversificada que inclui cinema, televisão e teatro. Sua carreira no cinema apresenta trabalhos desde 2003, com o filme “Cristina Quer Casar”, até produções mais recentes como “Meu Casulo de Drywall” (2023) e “Chama a Bebel” (2024). Nesses trabalhos, ela demonstra versatilidade ao interpretar personagens distintos, sempre com uma autenticidade que cativa.

Na televisão, Flávia participou de séries e novelas muito populares, como “Sandy & Junior” (1999), “Morde & Assopra” (2011) e “Espelho da Vida” (2018), entre outras. Sua presença marcante mesmo em papéis menores revela sua dedicação e profissionalismo. Além disso, ela já protagonizou quadros humorísticos como em “Tô de Graça”, onde interpretou Abigail, e tem sido presença constante em produções que misturam comédia e crítica social.

Mas é no teatro que Flávia realmente deixa sua marca mais profunda. Com uma carreira que começou no início dos anos 1990, ela participou de peças que vão de clássicos como “Bodas de Sangue” (1994) a comédias contemporâneas como “Sex Shop, uma Comédia Erótica” (2001-2002) e o sucesso do público “Fale Mais Sobre Isso” (2015-2022). O teatro é sua casa, onde pode explorar com mais liberdade as nuances do humor e da emoção.

Psicologia e arte: um diálogo constante

Flávia não é apenas uma atriz; ela também é professora de teatro e psicóloga, um diferencial que enriquece sua abordagem artística. Em suas palavras, “entender o comportamento humano me ajuda a construir personagens mais reais e profundos. Ao mesmo tempo, atuar me traz uma compreensão mais prática das emoções e relações.”

Essa troca constante entre as duas áreas confere aos seus trabalhos uma profundidade rara no meio artístico. Ao abordar temas como ansiedade, relacionamentos, papéis sociais e autoaceitação, Flávia consegue levar o público a uma experiência que vai além do riso imediato.

Vida pessoal e parcerias importantes

De 2012 a 2020, Flávia foi casada com o diretor Pedro Vasconcelos, uma parceria que certamente influenciou sua trajetória profissional e pessoal. Ao longo desses anos, a atriz construiu uma rede sólida de contatos e aprendizados, ampliando seu repertório e enfrentando os desafios da vida artística com coragem e determinação.

Wagner Moura é apontado como favorito ao Oscar 2026 por O Agente Secreto

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O filme brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, retorna aos holofotes internacionais. A produção desponta como uma das grandes apostas do Brasil para o Oscar 2026, com Moura cotado como favorito na categoria de Melhor Ator e o longa sendo bem avaliado para Melhor Filme Internacional. Trata-se de uma conquista significativa para o cinema nacional, que vem se destacando cada vez mais em festivais e no cenário global.

Apesar de não aparecer entre os favoritos de Melhor Filme ou Melhor Direção, o longa é considerado uma possível surpresa nas categorias principais, justamente pelo impacto da narrativa e pela força das interpretações. Na corrida por Melhor Ator, Wagner Moura lidera a lista de especulações, seguido de perto por grandes nomes do cinema mundial como Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Timothée Chalamet (Marty Supreme), Michael B. Jordan (Pecadores) e George Clooney (Jay Kelly).

Na categoria de Melhor Filme Internacional, o longa brasileiro aparece atrás apenas de Valor Sentimental (Noruega) e Foi Apenas Um Acidente (França), acompanhado de produções da Coreia do Sul e da Ucrânia. É um cenário competitivo, mas que reforça a força da obra de Mendonça Filho.

Um neo-noir brasileiro que mistura suspense, política e drama

O Agente Secreto é um verdadeiro neo-noir político, combinando drama, suspense e thriller em uma narrativa envolvente que prende do começo ao fim. Produzido pela CinemaScópio, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Cannes, em 18 de maio de 2025, onde já chamou atenção da crítica e do público. No festival, Wagner Moura recebeu o prêmio de Melhor Ator, enquanto Kleber Mendonça Filho foi consagrado como Melhor Diretor. Além disso, o longa conquistou o Prêmio FIPRESCI e o Prix des Cinémas d’Art et Essai, concedido pela Associação Francesa de Cinemas de Arte (AFCAE).

O elenco do filme é um destaque à parte, reunindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier e Thomás Aquino, todos entregando interpretações intensas que reforçam a complexidade da narrativa e a densidade dos personagens. O filme foi escolhido pelo Brasil para representar o país na 98ª cerimônia do Oscar, marcando a terceira vez que uma obra de Kleber Mendonça Filho assume esse papel. Nos cinemas brasileiros, o longa estreia em 6 de novembro de 2025, com distribuição da Vitrine Filmes.

Tensão e dilemas em plena ditadura

A história se passa no Recife de 1977, durante o período da ditadura militar. Wagner Moura interpreta Marcelo, um professor universitário e especialista em tecnologia que retorna à cidade natal após anos afastado, tentando deixar para trás um passado turbulento em São Paulo, marcado por conflitos com um poderoso industrial e uma invenção de grande valor estratégico.

Marcelo vive sob constante vigilância, enquanto luta para proteger seu filho, que está sob os cuidados dos avós maternos, e, ao mesmo tempo, busca respostas sobre sua mãe falecida. Em sua jornada, ele encontra refúgio em um espaço seguro chamado “aparelho”, um lugar que abriga dissidentes e marginalizados, incluindo um casal de angolanos, o líder Euclides e Dona Sebastiana, figura maternal do grupo.

À medida que tenta reconstruir sua vida, Marcelo percebe que a cidade está cercada por espionagem e corrupção. Ele se vê inserido em uma rede de conspirações e precisa tomar decisões complexas para proteger quem ama, enquanto enfrenta dilemas morais que questionam lealdade, justiça e sobrevivência.

Temas universais com relevância social

O Agente Secreto é uma obra que fala de repressão, vigilância, memória, trauma e identidade, explorando ainda como a tecnologia pode ser usada para controle social. O longa consegue equilibrar tensão e humanidade, mostrando personagens que resistem e lutam em um contexto de opressão.

A obra constrói um retrato sensível e crítico do Brasil em um período conturbado, e mesmo sendo um thriller, não perde a ternura em cenas que abordam relações familiares, perdas e redenção. A direção de Kleber Mendonça Filho é marcada pelo cuidado em mesclar crítica social com elementos culturais e cinematográficos, entregando uma narrativa rica e envolvente.

O elenco e as interpretações

Wagner Moura, mais uma vez, mostra porque é considerado um dos melhores atores do país. Sua interpretação de Marcelo combina vulnerabilidade e força, transmitindo o conflito interno de um homem dividido entre proteger sua família e confrontar seu passado. Ao lado de Moura, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier e Thomás Aquino ajudam a construir um Recife imersivo e convincente, trazendo profundidade aos personagens e à trama. Cada interpretação reforça a tensão e a dramaticidade do longa, tornando-o um dos trabalhos mais consistentes do cinema brasileiro recente.

Reconhecimento internacional

A estreia em Cannes confirmou o talento do diretor e do elenco. Críticos elogiaram a capacidade do filme de contar uma história local com impacto universal, equilibrando suspense, política e emoção. O reconhecimento internacional reforça a ideia de que o cinema brasileiro tem espaço e relevância no cenário mundial, e que histórias do país podem dialogar com qualquer público.

Expectativa para o Oscar 2026

Com Wagner Moura liderando a disputa por Melhor Ator e o filme forte na categoria de Melhor Filme Internacional, “O Agente Secreto” chega ao Oscar 2026 cercado de expectativa. Especialistas acreditam que, mesmo não sendo o favorito absoluto em todas as categorias, o longa pode surpreender graças à qualidade da direção, do elenco e à força da narrativa.