Prime Video anuncia O Mapa Que Me Leva Até Você, romance estrelado por Madelyn Cline e KJ Apa com estreia marcada para agosto

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Uma viagem de trem pela Europa, um encontro inesperado e um amor que nasce entre mapas, despedidas e descobertas. Assim começa O Mapa Que Me Leva Até Você, novo filme original do Prime Video que estreia em 20 de agosto, trazendo no elenco os populares Madelyn Cline (Outer Banks, Entre Facas e Segredos 2 e Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado) e KJ Apa (Riverdale, Enquanto Estivermos Juntos e Manobra Arriscada).

Baseado no romance homônimo de J.P. Monninger, o longa-metragem narra a história de Heather, uma jovem americana prestes a iniciar sua vida adulta sob as expectativas de uma carreira segura e previsível. Mas, antes de se entregar ao “mundo real”, ela embarca em uma jornada pela Europa — onde encontra Jack, um espírito livre, observador e apaixonado por fotografia. O que nasce como um flerte passageiro logo se transforma em uma paixão arrebatadora, repleta de nuances, silêncios e revelações.

Mais do que um romance, o longa-metragem é um convite ao inesperado. Entre estações, cidades e conversas noturnas, Heather e Jack se veem confrontados por decisões que desafiam a lógica. O filme trata não apenas de um amor em construção, mas da difícil arte de escolher a si mesmo em um mundo que espera certezas. A narrativa combina o lirismo de uma história de amor com o peso de segredos familiares e dilemas internos. Um mapa, neste contexto, não é apenas um guia geográfico — é também simbólico: aponta direções, mas não garante destinos.

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Além dos protagonistas, completam o elenco do original os atores Madison Thompson (The Map That Leads to You), Sofia Wylie (A Escola do Bem e do Mal eHigh School Musical: A Série: O Musical), Orlando Norman (Wreck e Tummy Monster) e Josh Lucas (O Segredo: Ouse Sonhar), que orbitam a jornada do casal com papéis que ampliam o drama e oferecem contrapontos à narrativa central.

Sob o comando de Lasse Hallström, conhecido por obras que equilibram emoção e delicadeza (Querido John, Um Porto Seguro), o longa aposta na fotografia contemplativa, no ritmo maduro e em atuações sensíveis. Madelyn Cline entrega uma Heather dividida entre o desejo e o dever, enquanto KJ Apa interpreta Jack com uma mistura de leveza e inquietação que desafia os estereótipos de galã juvenil.

Resumo da novela O Rico e Lázaro de sexta, 02/05 (Record)

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Capítulo 145 de O Rico e Lázaro – Sexta, 02 de maio de 2025

O mistério do desaparecimento de Nabucodonosor continua a assombrar a cidade. Beroso, com uma expressão séria, questiona Daniel sobre o sumiço do rei, deixando claro que todos estão em busca de respostas. Os sábios, em uma conversa tensa, discutem o enigma do desaparecimento do monarca, e a atmosfera na Babilônia se torna cada vez mais carregada de incertezas.

Nitócris, desesperada, se vê consumida pela preocupação com a ausência de seu marido e líder, Nabucodonosor. O vazio deixado pelo rei é evidente em todos os cantos, e ela teme pelas consequências de sua súbita ausência.

Enquanto isso, Joana, Rebeca e Hurzabum, em um gesto de compaixão, decidem sair em busca dos necessitados. A cidade está cheia de dor e carências, e eles fazem o possível para ajudar aqueles que estão à margem da sociedade, enfrentando desafios enquanto tentam atender aos mais vulneráveis.

Nebuzaradã, preocupado com a situação, ordena que os oficiais vasculhem toda a cidade em busca de pistas sobre o paradeiro do rei. Sua liderança é colocada à prova, e ele precisa agir rapidamente para manter a ordem na Babilônia.

Entretanto, uma nova preocupação surge. Sammu-Ramat começa a sangrar novamente, e Darice, visivelmente preocupada, observa a condição de Sammu com apreensão. O estado dela parece se agravar, e Darice teme que algo muito pior esteja por vir. Enquanto isso, os oficiais do palácio iniciam a busca incessante pelo rei, vasculhando cada canto da cidade em sua tentativa de encontrá-lo.

Nabonido, por sua vez, vê a oportunidade de consolidar seu poder e começa a apoiar Evil-Merodaque, buscando fortalecer sua posição em meio à crise política que toma conta do império. No entanto, seu apoio parece ter como objetivo garantir seu próprio controle, à medida que a luta pelo poder se intensifica na corte.

Joana, Hurzabum e Rebeca, mais uma vez, saem em busca dos necessitados, longe da Babilônia, tentando trazer alívio e apoio àqueles que sofrem. Eles se deparam com novos desafios, mas estão dispostos a continuar sua missão de compaixão.

Enquanto isso, Rabe-Sáris lidera um grupo de oficiais em sua busca pelo rei. A tensão aumenta a cada passo dado pelos oficiais, que estão cada vez mais determinados a encontrar Nabucodonosor, independentemente do que isso envolva.

Dalila e Raquel, em uma conversa sincera, falam sobre o desejo de viver longe da Babilônia, buscando um futuro mais pacífico ao lado de seus maridos. A Babilônia, com suas intrigas e perigos, parece cada vez mais distante dos sonhos delas.

Ebede, por sua vez, recorda as profecias de Jeremias, refletindo sobre as advertências e o que o futuro pode reservar para todos na Babilônia. Sua mente se inquieta com as palavras proféticas, enquanto o destino da cidade se desenrola.

O desespero toma conta de Darice quando ela vê Sammu tossindo sangue. O estado de saúde dela parece se deteriorar rapidamente, e o medo de uma tragédia iminente cresce a cada segundo. Sammu precisa de cuidados urgentes, mas a situação na cidade impede que ela receba a atenção necessária.

A busca pelo rei continua sem trégua. Os oficiais vasculham a casa de Elga, em busca de pistas sobre o paradeiro de Nabucodonosor. Eles não deixam nada passar despercebido, e a pressão sobre todos aumenta a cada momento.

Zac, com sua habitual generosidade, encontra Malca na rua e se oferece para ajudá-la, buscando aliviar o peso da situação que ela enfrenta. A relação deles se aprofunda à medida que ele tenta ser uma presença constante em meio ao caos.

Os oficiais não param. Eles também vasculham a Casa da Lua, onde Zabaia começa a temer que sua produção secreta de cerveja seja descoberta. O risco de ser exposto cresce, e Zabaia tenta desesperadamente esconder seus segredos, sabendo que qualquer falha pode resultar em sua ruína.

Com a cidade à beira do colapso, o capítulo revela a crescente tensão, com personagens lidando com seus próprios conflitos internos e externos, enquanto a busca pelo rei continua e os segredos de Babilônia começam a vir à tona.

“Quilos Mortais” desta sexta (25/07) emociona com a jornada dos irmãos John e Lonnie Hambrick na Record TV

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À primeira vista, pode parecer que “Quilos Mortais” é mais um reality sobre perda de peso. Mas basta assistir a poucos minutos para entender que o programa vai muito além de números na balança. A cada episódio, o público é convidado a entrar na vida de pessoas que, além de lutarem contra a obesidade extrema, enfrentam cicatrizes invisíveis – aquelas que não aparecem nos exames, mas que moldam cada escolha, cada recaída, cada tentativa de mudança.

Nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025, às 22h45, a Record TV exibe um capítulo especialmente tocante da série. O foco está na história dos irmãos John e Lonnie Hambrick – dois homens que chegaram ao programa carregando mais do que excesso de peso. Eles vinham, na verdade, de uma longa trajetória de afastamento, mágoas e silêncios entre irmãos que já foram próximos, mas que a vida – e seus traumas – afastou.

Do isolamento ao reencontro: uma jornada que começa com 270 e 300 kg

John iniciou sua participação no programa com cerca de 300 kg. Lonnie, com 270 kg. Ambos já não conseguiam realizar tarefas básicas do dia a dia, como se levantar sozinhos, subir escadas ou até mesmo sair de casa sem ajuda. Mas talvez o peso mais insuportável fosse outro: a vergonha, o abandono, o sentimento de fracasso que os mantinha presos a um ciclo vicioso de culpa e compulsão.

A decisão de buscar ajuda veio de forma independente, mas foi dentro do programa – e com o auxílio do rígido e respeitado Dr. Nowzaradan – que os irmãos se reencontraram. E reencontrar, aqui, não é apenas no sentido físico. Eles se reconheceram como iguais. Como sobreviventes. Como filhos de uma mesma dor.

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Dr. Now e a importância de tratar o que não se vê

Quem já acompanha o programa sabe que o Dr. Nowzaradan é um profissional conhecido por sua franqueza. Ele não floreia. Diz o que precisa ser dito – e, às vezes, com certa dureza. Mas sua abordagem também é profundamente humana, especialmente quando reconhece que a cirurgia bariátrica é apenas uma ferramenta. O verdadeiro trabalho está na mente.

“A psicologia associada ao vício em comida é tão fundamental quanto o procedimento cirúrgico”, afirma o médico durante o episódio. E ele está certo. Em um país como os Estados Unidos, onde a obesidade é um problema de saúde pública, raramente se discute o quanto traumas emocionais alimentam compulsões. Comer, para muitos, é um mecanismo de sobrevivência emocional.

No caso dos irmãos Hambrick, ficou claro que não bastava mudar a alimentação ou perder peso. Era preciso olhar para dentro. Curar o que os havia separado. Encerrar ciclos de dor, ressentimento e abandono. E isso, como o episódio mostra, é o mais desafiador de tudo.

Uma irmandade reconstruída entre lágrimas e perseverança

À medida que o tratamento avança, John e Lonnie passam a conviver mais de perto. Dividem o mesmo espaço, as mesmas refeições restritas, os mesmos desafios. E, aos poucos, vão aprendendo a confiar novamente um no outro.

Há momentos de tensão – como não haveria? – mas também há cenas genuínas de afeto, cuidado e companheirismo. Um ajuda o outro a caminhar. Um segura a barra quando o outro quer desistir. Um escuta, mesmo quando é difícil. É nesse vai-e-vem de fragilidade e coragem que a relação entre eles ganha um novo contorno: não mais como dois homens tentando emagrecer, mas como irmãos redescobrindo o que significa ter alguém ao lado.

Em uma das cenas mais emocionantes, John desabafa: “A gente passou tanto tempo longe, com vergonha, com medo… E agora, só de ter meu irmão aqui, parece que tudo é mais possível.” É um daqueles momentos em que a TV deixa de ser espetáculo e vira espelho.

Muito além da balança: a obesidade como questão social e emocional

O episódio desta sexta também nos convida a pensar na obesidade para além da lógica da culpa individual. John e Lonnie representam uma multidão de pessoas que, por razões diversas, acabam se refugiando na comida como única forma de alívio. Não é preguiça. Não é desleixo. É dor crônica. É falta de acesso. É trauma. É abandono.

A narrativa dos irmãos joga luz, ainda, sobre o tabu da saúde mental entre homens. Quantos homens você conhece que se sentem à vontade para dizer que estão sofrendo? Que choram? Que pedem ajuda? John e Lonnie fazem isso em rede nacional. Se expõem. Sofrem. Mas também mostram que há saída. Que vulnerabilidade é, sim, força.

O que o episódio nos ensina

No fim das contas, este episódio de “Quilos Mortais” não é apenas sobre dois irmãos obesos tentando emagrecer. É sobre dois homens tentando se salvar. Tentando se perdoar. Tentando viver. Eles enfrentam recaídas. Têm medo da cirurgia. Discutem. Mas também dançam, riem, choram e comemoram cada pequeno avanço. A perda de peso é significativa – dezenas de quilos ao longo de um ano – mas o que realmente muda é o modo como se olham, como se veem, como se entendem.

Por que vale a pena assistir

Se você busca uma história real, sem roteiros pré-fabricados, este episódio é para você. Se você já enfrentou seus próprios fantasmas – ou conhece alguém que esteja nessa batalha –, a jornada dos irmãos Hambrick pode tocar fundo. Não porque oferece fórmulas mágicas, mas porque escancara o que é ser humano em sua forma mais crua.

Apocalipse nos Trópicos | Novo documentário de Petra Costa ganha trailer

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A premiada cineasta Petra Costa está de volta com um novo projeto que promete provocar debates e emoções intensas. Intitulado “Apocalipse nos Trópicos”, o documentário teve seu trailer divulgado pela Netflix e já deixou muita gente em expectativa. A produção investiga as conexões — nem sempre visíveis — entre política, religião e poder no Brasil dos últimos anos.

A narrativa parte da perspectiva pessoal e intimista da própria Petra, seguindo a mesma linha de seu impactante e indicado ao Oscar® “Democracia em Vertigem” (2019). Agora, ela amplia o foco para observar o crescimento da fé evangélica como força política, especialmente a partir das últimas eleições presidenciais, e o modo como isso moldou o cenário institucional do país.

Uma década sob observação — e oração

“Apocalipse nos Trópicos” cobre o período mais turbulento da política brasileira nas últimas décadas, com destaque para os desdobramentos do impeachment de Dilma Rousseff, a ascensão da extrema-direita, o retorno da esquerda ao poder e, principalmente, a consolidação da influência evangélica no Congresso, nas prefeituras e nos palanques.

Através de entrevistas inéditas e acesso privilegiado a figuras centrais do debate nacional — como Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia — Petra traça um retrato que vai muito além da superfície. A obra não busca simplificar ou julgar, mas compreender os caminhos que levaram parte significativa da população a enxergar na religião uma âncora política e moral.

Silas Malafaia, a Bíblia e o Congresso

Um dos destaques do trailer é justamente a presença do televangelista Silas Malafaia, figura polêmica e influente dentro e fora dos templos. Ele não é político eleito, mas tem acesso direto ao poder — e sua voz ecoa em discursos presidenciais, votações legislativas e decisões estratégicas.

Essa relação simbiótica entre púlpito e plenário é um dos pontos centrais da investigação de Petra. Como o discurso da fé moldou a narrativa política nacional? Quais os riscos e limites desse protagonismo religioso? O documentário se propõe a responder — ou pelo menos provocar — essas perguntas.

Poesia no caos

Como é marca registrada de Petra Costa, “Apocalipse nos Trópicos” não se contenta com a objetividade fria dos fatos. O documentário costura depoimentos, imagens de arquivo, reflexões pessoais e poesia visual para construir um painel emocionalmente potente e esteticamente cuidadoso.

Ao entrelaçar passado e presente, Petra amplia o alcance da análise: mostra como as raízes do presente estão fincadas em décadas de história, desigualdade e fé — e como o Brasil caminha em direção a um futuro incerto, onde democracia e teologia disputam espaço no imaginário popular.

Estreias marcadas

A estreia de “Apocalipse nos Trópicos” será em circuito limitado nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro, a partir de 3 de julho. Já o lançamento global na Netflix acontece em 14 de julho.

Para quem acompanhou o impacto de “Democracia em Vertigem”, o novo documentário promete ser mais do que uma continuação — é uma nova camada de reflexão sobre o país, agora com lentes voltadas para o poder da fé.

Uma história do Brasil que fala ao mundo

Em tempos de polarização, o trabalho de Petra Costa surge como uma tentativa de entender o Brasil sem reduzi-lo a extremos. “Apocalipse nos Trópicos” não é só um retrato do presente — é um convite à escuta, à crítica e à consciência. E como toda grande obra documental, sua mensagem não se encerra nos créditos finais: ela continua reverberando nas conversas, nas redes sociais e, quem sabe, nas urnas.

Longa japonês Sol de Inverno chega aos cinemas nesta quinta, 16

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Aí vem mais uma daquelas histórias que aquecem o coração! Nesta quinta-feira, 16 de janeiro, a Michiko Filmes lança nos cinemas o filme japonês “Sol de Inverno”, dirigido pelo talentoso Hiroshi Okuyama. Se você curte uma boa dose de emoção, delicadeza e aquela sensação de conforto que só o cinema sabe trazer, esse é o filme pra você.

A trama gira em torno de Takuya, um menino de 9 anos interpretado pelo adorável Keitatsu Koshiyama. No começo, ele é só mais um garoto tentando se enturmar na pista de gelo, mas o hóquei – que é a paixão dos amigos – simplesmente não é a dele. Quem nunca se sentiu fora do lugar, né?

Mas tudo muda quando ele, sem querer, descobre um mundo completamente novo e fascinante: a patinação artística. É aí que entra Sakura (vivida pela talentosa Kiara Takanashi), uma jovem que arrasa nas coreografias e deixa Takuya encantado.

Vendo o interesse e o potencial do menino, o treinador Hisashi Arakawa (Sôsuke Ikematsu, brilhante no papel) decide apostar nele como parceiro de Sakura. Só que o filme vai muito além do gelo. A relação entre eles se torna algo maior: uma conexão cheia de aprendizado, superação e, claro, muita emoção.

O longa-metragem já passou por festivais de peso como Cannes, Toronto e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, arrancando elogios por onde passa. Em Cannes, por exemplo, foi chamado de “joia escondida” na seção Un Certain Regard. E olha que não é pra qualquer um, hein?

O diretor Hiroshi Okuyama está sendo comparado ao incrível Hirokazu Kore-eda (de filmes como “Assunto de Família” e “Monster”), por causa da sensibilidade com que conta a história e pela forma única de dirigir as crianças no elenco. Já dá pra imaginar que vem coisa boa, né?

Onde assistir?

Aqui no Brasil, o filme estreia em algumas cidades: Curitiba, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e São Paulo. Então, se você tá em uma dessas, já marca na agenda e combina com os amigos ou a família.

Um filme pra todo mundo se emocionar

Sabe aquele tipo de história que parece simples, mas tem uma profundidade que toca lá dentro? “Sol de Inverno” é exatamente isso. Um filme sobre encontros que, mesmo rápidos, podem mudar vidas pra sempre. Sobre descobrir quem você é, encontrar sua paixão e criar laços que ficam.

“Sol de Inverno” estreia nesta quinta, 16 de janeiro, nos cinemas. Se você tá precisando de uma dose de emoção de verdade – e quem não tá? – esse é o programa perfeito. Chama o pessoal, pega a pipoca e deixa essa história te aquecer.

Megalópolis | Obra-prima de Francis Ford Coppola chega ao Telecine com Adam Driver no papel principal

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Foto: Courtesy/ Lionsgate

O universo do streaming ganha nesta sexta-feira, 15 de agosto, uma obra que promete desafiar a imaginação do público: Megalópolis, o mais recente filme de Francis Ford Coppola, chega ao catálogo do Telecine. Após sua estreia nos cinemas em setembro de 2024, o longa desembarca agora na televisão brasileira, com exibição no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, oferecendo ao público a chance de mergulhar em uma experiência cinematográfica grandiosa, futurista e, acima de tudo, profundamente humana.

A produção marca o retorno do cineasta a um estilo épico que mistura ficção científica, política, arquitetura e dilemas éticos, uma combinação que reflete décadas de amadurecimento artístico e pessoal. No centro dessa narrativa está Cesar Catilina, interpretado por Adam Driver, um arquiteto visionário cuja obsessão por perfeição transforma sua jornada em algo maior do que ele próprio: a reconstrução de Nova York, agora renomeada como “Nova Roma”, em uma metrópole que une tecnologia, sustentabilidade e justiça social.

Cesar Catilina não é apenas um arquiteto genial; ele é um sonhador determinado, capaz de transformar ideias grandiosas em realidade concreta. A catástrofe que atinge Nova York serve como catalisador para a criação de sua visão: uma cidade que transcenda o caos urbano, promovendo equilíbrio entre inovação, arte e convivência humana. O material revolucionário que Catilina descobre para a construção das novas estruturas se torna um símbolo de esperança, mas também de obsessão — afinal, seu ideal de perfeição é tão inspirador quanto perigoso.

O caminho de Catilina, porém, não é solitário. Ele enfrenta Franklin Cicero, prefeito da cidade e interpretado por Giancarlo Esposito, cuja visão de poder está enraizada na corrupção e nos interesses políticos estabelecidos. A tensão entre esses dois mundos — idealismo versus pragmatismo, sonho versus poder — é amplificada pela presença de Julia Cicero (Nathalie Emmanuel), filha do prefeito, que se vê dividida entre a lealdade à família e o amor por Cesar. Esse triângulo cria não apenas drama, mas também reflexões sobre ética, lealdade e os limites da ambição humana.

Além do trio principal, o filme conta com nomes de peso como Forest Whitaker, Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne, Talia Shire e Dustin Hoffman, reunindo uma geração de atores que combina talento, diversidade e experiência para dar vida a personagens complexos, humanos e memoráveis.

A gênese de um sonho cinematográfico

O filme é um projeto que acompanha Coppola há mais de quatro décadas. A ideia surgiu nos anos 1980, quando o diretor começou a desenhar o conceito de uma cidade utópica que refletisse suas preocupações com sociedade, poder e arquitetura. Ao longo dos anos, Coppola trabalhou em outros filmes, incluindo Drácula (1992), Jack (1996) e The Rainmaker (1997), muitas vezes com o objetivo de financiar seu grande sonho: criar uma narrativa grandiosa e pessoal, livre de limitações comerciais.

O diretor trabalhou lado a lado com o artista de quadrinhos Jim Steranko, responsável por dar forma visual às ideias de Nova Roma antes mesmo das filmagens. Cada detalhe da cidade, desde arranha-céus flutuantes até avenidas projetadas para o transporte sustentável, passou por esboços detalhados, refletindo o cuidado de Coppola em criar um universo coerente e esteticamente impactante.

Essa atenção aos detalhes e a busca por excelência visual evocam lembranças de Apocalypse Now, não apenas pela escala e ambição da produção, mas também pelos desafios enfrentados durante a realização do projeto. Megalópolis é, em muitos sentidos, um testamento da perseverança artística de Coppola e da sua capacidade de sonhar grande, mesmo diante de adversidades.

Filmagens e desafios da produção

As filmagens começaram oficialmente em 1º de novembro de 2022, nos Trilith Studios, na Geórgia, com a intenção de explorar tecnologias inovadoras de efeitos visuais. Inicialmente, Coppola pretendia usar a tecnologia OSVP no Prysm Stage para criar efeitos de grande escala de maneira revolucionária. No entanto, desafios técnicos e aumento de custos levaram a produção a adotar uma abordagem mais tradicional com tela verde, sem comprometer a ambição estética do filme.

O orçamento do projeto ultrapassou os US$120 milhões iniciais, provocando comparações inevitáveis com os problemas enfrentados por Coppola em Apocalypse Now. Algumas mudanças na equipe, incluindo saídas da designer de produção Beth Mickle e do diretor de arte David Scott, não abalaram a determinação do cineasta. Adam Driver descreveu a experiência como “uma das mais intensas e enriquecedoras de sua carreira”, destacando a complexidade emocional exigida pelos personagens e a grandiosidade do cenário futurista.

O diretor Mike Figgis registrou os bastidores, documentando a magnitude do projeto e oferecendo ao público uma perspectiva única sobre o processo de criação de um filme de tamanha ambição. As filmagens foram concluídas em 30 de março de 2023, após cinco meses de dedicação intensa de toda a equipe.

Um futuro imaginado

Visualmente, o filme é uma obra de tirar o fôlego. Nova Roma surge como uma cidade que mistura futurismo, classicismo e utopia arquitetônica. Arranha-céus verticais e horizontais, avenidas com transporte sustentável, praças que unem arte e tecnologia: cada elemento foi concebido para impressionar e criar uma narrativa visual que dialogue com a complexidade humana dos personagens.

A cinematografia privilegia planos amplos que revelam a escala monumental da cidade, enquanto o drama humano permanece no centro da história. A equipe internacional de efeitos visuais trabalhou para transformar ideias impossíveis em realidade plausível, garantindo que cada cena transmitisse emoção, grandiosidade e verossimilhança. O resultado é uma experiência cinematográfica que prende o espectador e o convida a refletir sobre o futuro das cidades e da sociedade.

Ficção científica no Telecine

O lançamento do filme no Telecine chega em um momento em que o gênero de ficção científica está em alta. O catálogo da plataforma, integrado ao Globoplay, reúne clássicos como Metrópolis, de Fritz Lang, trilogias icônicas como De Volta para o Futuro, e produções contemporâneas como Lucy e a franquia Jurassic World. Ao entrar nesse contexto, Megalópolis dialoga com questões universais: sustentabilidade, responsabilidade social e os desafios éticos de um mundo cada vez mais tecnológico.

O elenco e a densidade emocional

O elenco do filme combina veterania e jovens talentos. Adam Driver entrega uma performance intensa e complexa, equilibrando idealismo, ambição e vulnerabilidade. Giancarlo Esposito dá profundidade ao antagonista Franklin Cicero, um político astuto e implacável. Nathalie Emmanuel representa Julia Cicero, o elo emocional entre os dois mundos, mostrando o peso da lealdade familiar versus a busca pelo amor e pelo sonho. A presença de atores como Aubrey Plaza, Shia LaBeouf, Jon Voight, Laurence Fishburne e Dustin Hoffman fortalece a narrativa, garantindo momentos de introspecção e emoção mesmo diante de cenários grandiosos e futuristas.

Disponibilidade na TV e streaming

Para quem prefere assistir em casa, o longa-metragem estreia no Telecine Premium no sábado, 16 de agosto, às 22h, e terá nova exibição no Pipoca no domingo, 17, às 20h. Além disso, estará disponível no catálogo de streaming do Telecine via Globoplay, garantindo acesso em diferentes dispositivos e horários, permitindo que cada espectador escolha a forma de se conectar com a cidade dos sonhos de Catilina.

Garota Infernal 2 | Diretora Karyn Kusama confirma continuação do clássico cult de terror adolescente

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Após mais de 15 anos do lançamento de Garota Infernal, o icônico filme de terror adolescente que conquistou uma legião de fãs, chega a confirmação que muitos aguardavam: a diretora Karyn Kusama anunciou oficialmente que uma sequência está em desenvolvimento. A notícia foi divulgada em entrevista ao site Deadline, reacendendo o entusiasmo de fãs antigos e novos admiradores da produção.

“Não posso revelar detalhes ainda, mas está tão divertido e maluco quanto o primeiro filme”, afirmou Kusama, deixando claro que a essência que transformou o longa em um clássico cult será mantida. A atriz Amanda Seyfried, que interpretou Needy no original, já havia sinalizado a possibilidade de continuação em março deste ano. “Eu acho que faremos outro. Não posso confirmar, mas estamos trabalhando nisso”, comentou, mantendo o suspense sobre o enredo.

Relembrando o filme que se tornou um fenômeno cult

Lançado em 2009, Garota Infernal trouxe à tela a história de Jennifer Check (Megan Fox), uma popular líder de torcida que, após um misterioso ritual demoníaco, passa a devorar garotos de sua cidade. Sua melhor amiga, Anita “Needy” Lesnicki (Amanda Seyfried), se vê diante de dilemas morais e pessoais ao tentar impedir os assassinatos. Com roteiro de Diablo Cody, responsável pelo sucesso de Juno, o filme combina horror, comédia negra e críticas sociais sutis, explorando a pressão da adolescência, o culto à popularidade e a complexidade das relações femininas.

Além de Megan Fox e Amanda Seyfried, o elenco conta com Johnny Simmons, Adam Brody, Chris Pratt, Sal Cortez, Ryan Levine, Juan Riedinger e Colin Askey, criando uma narrativa que mistura suspense, sátira e drama adolescente. Embora o filme tenha arrecadado apenas US$ 31 milhões mundialmente, com orçamento de US$ 16 milhões, sua recepção crítica e o crescente reconhecimento cultural ao longo dos anos elevaram Jennifer’s Body ao status de cult, sendo especialmente valorizado como exemplo de terror feminista.

Um olhar sobre a história que marcou uma geração

O enredo original se passa em Devil’s Kettle, Minnesota, e acompanha a tensão entre duas amigas com personalidades opostas: Needy, a jovem estudiosa e tímida, e Jennifer, a líder de torcida carismática e manipuladora. A trama ganha contornos macabros após um incêndio em um bar, evento que desencadeia a transformação de Jennifer em um súcubo sedento por sangue.

O filme se destaca pela mistura de humor negro e terror, explorando temas como inveja, sexualidade, poder e a complexidade das amizades femininas. Jennifer seduz e manipula os garotos ao seu redor, enquanto Needy descobre forças que nem imaginava possuir, incluindo habilidades sobrenaturais, tornando-se peça central no confronto que culmina em suspense e violência psicológica. Essa inversão de papéis entre vítima e antagonista tornou o longa único e ainda relevante para discussões sobre gênero, amizade e poder na adolescência.

A ascensão ao status de cult e a relevância cultural

Apesar das críticas mistas na época do lançamento — alguns apontaram desequilíbrios entre terror e comédia —, Garota Infernal encontrou seu público com o tempo. A análise do filme sob a perspectiva feminista, especialmente após o movimento #MeToo, fortaleceu sua reputação como obra que valoriza o empoderamento feminino e a complexidade das relações entre mulheres. Hoje, o longa é frequentemente estudado em cursos de cinema e cultura pop, sendo citado como referência em discussões sobre sexualidade, violência e amizade na adolescência.

O filme também é lembrado por sua estética marcante, trilha sonora impactante, incluindo referências à banda Hole, e elementos multimídia, como tie-ins em quadrinhos, que expandem a experiência narrativa e conectam o público de diferentes plataformas.

O que esperar de Garota Infernal 2

Embora Kusama ainda não tenha revelado detalhes sobre a trama, é esperado que a sequência mantenha o equilíbrio entre horror e humor negro, aprofundando o suspense e os conflitos psicológicos. Amanda Seyfried retorna como Needy, e o elenco deve incluir novos personagens, além de possíveis retornos do filme original.

Segundo a diretora, a sequência pretende honrar o espírito do longa de 2009, explorando novas dinâmicas entre os personagens e ampliando a tensão sobrenatural. Os fãs podem esperar reviravoltas, violência macabra e um olhar crítico sobre a sociedade e as pressões da adolescência, mantendo a mistura de sátira, drama e horror que tornou o primeiro filme memorável.

Garota Infernal: além do terror adolescente

Mais do que apenas uma história de horror, Garota Infernal tornou-se culturalmente significativa por abordar a amizade feminina, a exploração da sexualidade jovem e o empoderamento. Jennifer, como súcubo, representa tanto a libertação quanto a maldição associadas ao poder, enquanto Needy simboliza a consciência moral e emocional que enfrenta os horrores do mundo. Essa dualidade, somada à estética marcante e à narrativa envolvente, consolida a obra como um marco do terror moderno, relevante tanto para o entretenimento quanto para discussões culturais.

Morra, Amor | Trailer de drama psicológico com Jennifer Lawrence e Robert Pattinson explora maternidade e isolamento

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O cinema contemporâneo volta seus olhos para os dilemas mais íntimos e delicados da vida familiar com Morra, Amor, o novo drama psicológico estrelado por Jennifer Lawrence (Que Horas Eu Te Pego?, Jogos Vorazes e O Lado Bom da Vida) e Robert Pattinson (Mickey 17, The Batman e Crepúsculo).

Recentemente, o longa-metragem ganhou seu primeiro trailer, disponível logo abaixo, oferecendo ao público um primeiro olhar sobre a história intensa e emocional que marca esta produção. Dirigido por Lynne Ramsay, renomada por You Were Never Really Here (2017), e com roteiro assinado por Ramsay, Enda Walsh e Alice Birch, o filme trata de forma sensível temas como depressão pós-parto, isolamento emocional e as tensões de um relacionamento diante de grandes mudanças na vida.

Além de Lawrence e Pattinson, o elenco conta com nomes de peso como Sissy Spacek, LaKeith Stanfield e Nick Nolte, que adicionam camadas de profundidade e humanidade à narrativa. A história acompanha Grace (Jennifer Lawrence), uma jovem mãe que luta para manter sua sanidade após o nascimento do filho, e Jackson (Robert Pattinson), seu marido, que tenta apoiar a esposa enquanto enfrenta os próprios dilemas e frustrações.

O filme estreou mundialmente na competição principal do 78º Festival de Cinema de Cannes, em maio de 2025, recebendo uma ovação de pé de seis minutos — um reconhecimento à força emocional da história e à intensidade das performances. No Brasil, o público poderá assistir ao longa a partir de 27 de novembro, distribuído pela Paris Filmes. Nos Estados Unidos e Canadá, a estreia está marcada para 7 de novembro.

Uma adaptação que mergulha na mente humana

O filme é baseado no romance Die, My Love (2012), da escritora argentina Ariana Harwicz, uma obra conhecida por sua visão crua e intensa sobre a psicologia feminina em crise. Para a adaptação, a narrativa foi transferida da França para os Estados Unidos, o que permite uma conexão mais direta do público americano com os dilemas dos personagens e o cenário rural que marca o longa.

Jennifer Lawrence não apenas protagoniza, mas também assumiu o papel de produtora executiva, atuando junto à sua equipe da Excellent Cadaver. Lawrence esteve envolvida em todas as etapas da produção, desde a escolha da diretora até a adaptação do roteiro, garantindo que o filme mantivesse a força emocional da obra original e, ao mesmo tempo, oferecesse uma experiência cinematográfica autêntica e sensível.

O peso da maternidade e do isolamento

A trama acompanha Grace e Jackson, um jovem casal que decide deixar Nova York em busca de uma vida mais tranquila na zona rural de Montana, onde Jackson passou a infância. A mudança, inicialmente pensada como um recomeço, rapidamente se transforma em um desafio emocional.

À medida que enfrentam os primeiros dias como pais, Grace começa a lidar com sentimentos de solidão, ansiedade e sofrimento psicológico. A depressão pós-parto que se instala em sua vida começa a afetar seu casamento, criando uma dinâmica instável e imprevisível entre ela e Jackson.

O longa não apenas retrata os sintomas da depressão pós-parto, mas também a experiência emocional de uma mãe que se sente sozinha em meio à pressão de corresponder às expectativas familiares e sociais. Grace vive momentos de frustração, medo e vulnerabilidade, enquanto Jackson busca maneiras de apoiá-la sem saber exatamente como lidar com a situação. A história humaniza essas experiências, tornando-as reconhecíveis e comoventes para qualquer espectador que já tenha passado por momentos de fragilidade emocional.

Produção: entre cenários rurais e escolhas artísticas precisas

O projeto começou quando Martin Scorsese leu o romance de Harwicz e imaginou Jennifer Lawrence no papel principal. Scorsese enviou o livro à equipe da Excellent Cadaver, e Lawrence, encantada com a história, convidou Lynne Ramsay para dirigir. Ramsay trabalhou junto com Walsh e Birch para construir um roteiro que fosse ao mesmo tempo fiel ao romance e adaptável ao cinema, respeitando a sensibilidade dos personagens e a intensidade da narrativa.

As filmagens ocorreram entre agosto e outubro de 2024, em Calgary, Canadá. O cenário rural escolhido reforça o sentimento de isolamento e claustrofobia emocional vivido pelos personagens. O diretor de fotografia Seamus McGarvey utilizou 35 mm e a proporção Academy de 1,33:1, criando uma sensação de proximidade e intimidade com os personagens. Ramsay se inspirou em clássicos do suspense psicológico, como Repulsão (1965) e O Bebê de Rosemary (1968), para construir a atmosfera do filme.

Recepção em Cannes e impacto emocional

A estreia em Cannes destacou-se não apenas pelo talento do elenco, mas também pela coragem da direção em abordar um tema delicado com honestidade e sensibilidade. A ovação de pé de seis minutos refletiu a intensidade emocional do filme e o quanto ele consegue envolver o público em sua narrativa.

O trailer recém-lançado sugere que o filme continuará a gerar debates sobre saúde mental, maternidade e relações humanas. As cenas mostram Grace lidando com a rotina rural, momentos de tensão entre o casal e os efeitos da depressão pós-parto, sem recorrer a clichês ou soluções fáceis.

Temas universais com relevância social

O longa-metragem é uma reflexão sobre saúde mental, empatia e compreensão. A experiência de Grace permite ao público refletir sobre a pressão silenciosa que muitas mães enfrentam, especialmente em ambientes isolados. O filme humaniza essas experiências, mostrando que sofrimento psicológico não é fraqueza, mas uma condição que exige apoio e compreensão.

Guerreiras do K-Pop | Sucesso global da Netflix entra na lista de animações elegíveis ao Oscar 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

Tem filmes que a gente assiste sem esperar muita coisa… e, de repente, se pega completamente envolvido, emocionado, rindo, chorando e pensando: “meu Deus, por que ninguém me avisou que isso aqui era tão bom?”. Guerreiras do K-Pop é exatamente esse tipo de produção. Lançado pela Netflix em junho de 2025, o longa virou um fenômeno instantâneo. Explodiu nas redes sociais, conquistou o fandom de K-pop, chamou a atenção de críticos e, agora, deu um passo gigantesco: entrou na lista de animações elegíveis ao Oscar 2026.

Sim, você leu certo. Aquele filme cheio de coreografias brilhantes, batalhas mágicas, músicas que grudam na cabeça e personagens que parecem ter saído direto da sua timeline do TikTok… agora está mais perto do maior prêmio do cinema mundial.

E a verdade é que ninguém está realmente surpreso — só muito, muito orgulhoso.

A confirmação que fez o fandom inteiro surtar

Na sexta-feira (21), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas soltou a lista de filmes que podem concorrer nas categorias de Melhor Animação, Melhor Documentário e Melhor Filme Internacional. É o famoso “pré-listão”, aquele momento em que a gente descobre quem está oficialmente no páreo.

E lá estava ele: Guerreiras do K-Pop, esse delírio delicioso que mistura fantasia, cultura coreana, shows pop, mitologia e emoção. O longa aparece ao lado de pesos pesados como Elio, Zootopia 2, Chainsaw Man – Arco da Reze e Demon Slayer – Castelo Infinito. Uma lista bem concorrida — mas totalmente coerente com a proporção que o filme tomou ao redor do mundo.

Pra quem acompanha cinema, já dava pra sentir que isso ia acontecer. Para os fãs das HUNTR/X, foi aquele tipo de notícia que faz você largar o celular no chão e gritar no quarto.

E com toda razão.

Mas afinal, por que esse filme mexeu tanto com as pessoas?

A resposta é simples e complexa ao mesmo tempo: Guerreiras do K-Pop não é só um filme. Ele é um abraço, uma explosão visual, uma história de identidade e, principalmente, uma carta de amor à cultura coreana — e às pessoas que crescem divididas entre mundos.

A diretora Maggie Kang sempre disse que queria criar algo que fizesse meninas asiáticas se sentirem vistas. Não apenas representadas de forma simbólica, mas de verdade. Com profundidade, vulnerabilidade e poder.

E ela conseguiu.

O filme acompanha Rumi, Mira e Zoey — três jovens idols que fazem parte do grupo HUNTR/X. No palco, elas são estrelas globais. Fora dele, são caçadoras de demônios, descendentes de mulheres que, há séculos, protegem o mundo por meio da música e da dança.

É uma premissa maluca? É.
Funciona? Totalmente.

O universo criado pela equipe da Sony Pictures Animation é vibrante, quase hipnotizante, cheio de cores neon, texturas de videoclipes e referências diretas ao K-pop e aos animes. Mas o que realmente pegou os espectadores foi a camada emocional.

Rumi, a protagonista, é meio humana e meio demônio — um segredo que ela tenta esconder até das melhores amigas. Essa dualidade, essa vergonha silenciosa, essa sensação de “não pertencimento”… tudo isso criou uma identificação absurda com o público.

Muita gente se encontrou nela. E talvez por isso o filme tenha viralizado tão rápido.

Um pouco da história (sem spoilers do final, relaxa)

O longa começa explicando que, há muito tempo, demônios invadiram o mundo humano, alimentando-se de almas e espalhando caos. Até que três mulheres comuns despertaram poderes ligados à música e à dança e criaram a barreira mágica Honmoon — que separa os dois mundos.

Ao longo das gerações, para manter o segredo e continuar usando suas vozes, cada trio de guerreiras passou a se apresentar como grupos musicais. E assim nasce a tradição: idols de um lado, caçadoras de demônios do outro.

No tempo presente, as HUNTR/X estão em ascensão global. Mas Rumi começa a perder a voz — e não é só nervosismo antes do show. É algo mais profundo e mais perigoso.

Enquanto isso, no submundo, o rei demoníaco Gwi-Ma está tentando voltar ao mundo humano. E, para isso, ele cria uma boy band demoníaca: os Saja Boys. Eles roubam fãs, roubam almas e se tornam uma ameaça gigantesca — tanto musical quanto sobrenatural.

A partir daí, o filme vira uma mistura deliciosa de drama, comédia, ação e muito pop.

Tem crises de identidade, tem amizade sendo testada, tem músicas que grudam, tem coreografias de tirar o fôlego, tem romance complicado, tem vilão carismático e tem uma construção de mundo que surpreendeu até quem entrou só esperando um passatempo.

Jinu, Rumi e uma história que pegou todo mundo de surpresa

Se existe um personagem que explodiu de popularidade ao ponto de render milhões de fanarts, esse foi Jinu.

O demônio que não parece tão demônio assim.
O vilão que não é exatamente vilão.
O garoto dividido entre culpa, saudade e esperança.

A relação dele com Rumi é um dos pontos mais comentados do filme. Sem cair em clichês pesados, os dois constroem uma conexão que fala sobre medo, aceitação e a coragem de assumir quem você é — mesmo quando isso dói.

Aliás, “dólar emocional” é algo que o filme usa com maestria. Ele não infantiliza o público. Não suaviza traumas. Não foge dos temas difíceis.

E talvez por isso tenha virado uma febre.

E agora… Oscar?

Entrar na lista de elegíveis não é o mesmo que ser indicado — mas já é metade do caminho. E, sinceramente? É um reconhecimento enorme.

A categoria de Melhor Animação no Oscar tem ficado cada vez mais disputada, especialmente com a força dos animes e com o retorno da Pixar ao holofote. Concorrer com Zootopia 2, Elio, Demon Slayer e Chainsaw Man não será fácil.

Mas Guerreiras do K-Pop tem algo que pesa:
ele virou um fenômeno cultural mundial.
E, no Oscar, isso importa.

A Academia tem reconhecido cada vez mais filmes que dialogam com grandes movimentos sociais, culturais e emocionais. E o longa da Netflix faz tudo isso — com brilho e personalidade.

Christiane Pelajo conversa com Ronnie Von no Companhia Certa desta segunda-feira (04/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Em meio a uma longa e brilhante carreira no jornalismo brasileiro, poucas pessoas sabem que Christiane Pelajo carrega consigo um pedaço da história afetiva do país — o doce brigadeiro. Bisneta da criadora desse clássico que encanta gerações, a jornalista revela que o segredo da receita está guardado a sete chaves em sua família, assim como as lembranças preciosas que a acompanham desde a infância.

Esta segunda-feira, 4 de agosto, é dia de encontro especial para quem gosta de ouvir histórias com sabor e emoção. À meia-noite, na RedeTV!, Christiane será a convidada do programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, onde conversará sobre a trajetória que construiu ao longo de mais de 30 anos no jornalismo, entre altos e baixos, conquistas e desafios — e claro, também falará do doce que, de alguma forma, marcou sua vida.

Um caminho construído com coragem e paixão

Mais do que uma voz familiar na televisão, Christiane é uma mulher que se entregou por inteiro ao ofício de informar. Desde os primeiros passos na PUC-Rio até a glória de apresentar o “Jornal da Globo”, sua trajetória é marcada por um amor intenso pelo jornalismo e pela vontade de ser uma ponte entre os fatos e as pessoas.

Em sua fala sincera, percebe-se que o jornalismo foi mais do que um trabalho — foi uma missão. “Me jogo mesmo! Sem medo!”, diz ela, confessando a entrega que moldou seus anos diante das câmeras. Cobriu momentos históricos, enfrentou pressões e, mesmo quando a vida a testou de formas inesperadas — como o grave acidente de cavalo em 2015 —, voltou mais forte e determinada.

O brigadeiro: doce herança e símbolo de afeto

Entre as páginas do jornalismo e o frenesi das redações, Christiane também carrega uma história doce, literalmente. O brigadeiro — aquele docinho que é parte da alma brasileira — nasceu na cozinha de sua bisavó, num gesto simples, mas que viria a se tornar uma tradição nacional.

“Minha bisavó foi chamada para fazer os doces de uma festa do Brigadeiro Eduardo Gomes”, conta, com o sorriso aberto que só quem tem orgulho das raízes pode exibir. “Ela criou o brigadeiro para aquela ocasião e deu o nome em homenagem a ele.”

Mas o que torna essa história ainda mais especial é o mistério em torno da receita: “Tem um ingrediente secreto na família, que a gente não conta para ninguém. Eu pelo menos não conto!”, revela, entre risos. Essa guarda desse segredo é, talvez, o que mantém viva a magia de um doce que, mesmo com tantas versões, permanece único para ela.

Mais que uma apresentadora: uma mulher que emociona

Assistir a Christiane em cena é entender que por trás da voz firme e da postura profissional, há uma mulher sensível, que também sente, se emociona e vive com intensidade cada instante.

No programa “Companhia Certa”, ela vai além do jornalismo para mostrar essa faceta. Aceitou o convite de Ronnie Von para experimentar pela primeira vez o “morango do amor”, um doce que vem conquistando corações na internet. “Ele tem brigadeiro branco, sabe que eu também gosto de brigadeiro branco. Nossa, tá muito bom!”, disse, encantada pela surpresa.

Esse momento, simples e descontraído, traduz bem a personalidade de Christiane: uma mistura de seriedade e leveza, de força e doçura, que conquistou seu público durante tantos anos.

A despedida da Globo e um recomeço com significado

Depois de 26 anos na Globo, a saída de Christiane Pelajo foi um choque para muitos, mas um passo importante para a jornalista. “A vida é feita de movimentos e eu não consigo ficar parada”, disse ela em nota, deixando claro que o recomeço era uma necessidade.

Esse movimento é um lembrete para todos nós sobre a importância de respeitar os ciclos da vida, as escolhas pessoais e a busca pelo equilíbrio. Hoje, à frente do “Times Brasil”, ela continua sua missão de informar, mas com um ritmo que lhe permite mais espaço para a família e para si mesma.

Entre o jornalismo e o sabor da memória

A história de Christiane Pelajo nos lembra que somos muito mais do que nossa profissão. Somos uma coleção de histórias, afetos, sabores e memórias que carregamos com a gente.

No seu caso, essa coleção inclui momentos marcantes na televisão, encontros com personalidades, viagens pelo mundo, mas também tardes na cozinha da bisavó, o cheiro do brigadeiro recém-feito e o segredo de uma receita que nunca será revelada.

Essas nuances humanas nos aproximam dela e nos fazem entender que, por trás da apresentadora, existe uma mulher com uma história rica, feita de luta, conquistas e muito carinho — uma história que ela agora compartilha com o Brasil em um momento de afeto e celebração.

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