Ahsoka pode voltar só depois de 2026? Dave Filoni faz mistério sobre nova temporada da série de Star Wars

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Quem esperava ver Ahsoka de volta rapidamente ao Disney+ talvez precise recalcular as expectativas. A segunda temporada da série continua cercada de mistério, e as declarações mais recentes de Dave Filoni deixaram claro que a Lucasfilm ainda não pretende revelar quando os novos episódios chegam ao streaming.

O assunto voltou a ganhar força depois que Filoni participou de uma entrevista para divulgar “Maul – Lorde das Sombras”. Questionado diretamente sobre a possibilidade de Ahsoka retornar em 2026, o executivo não confirmou a informação e ainda respondeu de um jeito que aumentou a curiosidade dos fãs. As informações são do Screen Rant.

Segundo ele, existe uma previsão interna para o lançamento, mas este ainda não seria o momento de falar sobre isso publicamente. A fala rapidamente repercutiu nas redes sociais porque muita gente interpretou o comentário como um sinal de que a série pode acabar ficando para depois de 2026.

A situação chama atenção principalmente porque a primeira temporada terminou com várias histórias em aberto e praticamente sem concluir nenhum dos grandes conflitos apresentados. Desde então, fãs vêm tentando descobrir qual será o próximo passo da Lucasfilm com os personagens apresentados na produção.

O que Dave Filoni falou sobre a produção dos novos episódios?

Mesmo evitando qualquer detalhe sobre estreia, Filoni confirmou que a nova temporada continua avançando nos bastidores. Segundo ele, a equipe já está trabalhando intensamente na pós-produção e no desenvolvimento visual dos episódios.

O diretor comentou que está editando vários capítulos ao mesmo tempo enquanto acompanha o trabalho de efeitos especiais junto das equipes criativas da Lucasfilm. E isso ajuda a entender por que a série leva tanto tempo para ficar pronta.

Diferente de produções menores da plataforma de streamming, a série trabalha com cenários gigantescos, criaturas digitais, batalhas espaciais e ambientes totalmente criados em computação gráfica. Boa parte da série depende desse acabamento visual para funcionar.

A própria primeira temporada mostrou isso. Peridea, por exemplo, tinha uma identidade visual completamente diferente do restante de Star Wars. O planeta parecia mais sombrio, silencioso e até melancólico, algo que ajudava a transmitir a sensação de isolamento dos personagens naquele lugar distante.

Além disso, a série também apostou pesado em elementos ligados à mitologia da Força, algo que normalmente exige efeitos visuais mais elaborados e um cuidado maior na pós-produção.

Por que a série virou uma peça importante dentro de Star Wars?

Quando foi anunciada, muita gente acreditava que Ahsoka funcionaria apenas como uma continuação de The Mandalorian. Só que a série acabou crescendo muito além disso.

Na prática, a produção virou quase uma continuação direta de Star Wars Rebels em live-action. Boa parte da história gira em torno da busca por Ezra Bridger e da ameaça representada pelo retorno de Thrawn.

Isso fez a série conversar diretamente com anos de histórias construídas nas animações criadas pelo próprio Dave Filoni. Quem acompanhava Clone Wars e Rebels percebeu rapidamente que Ahsoka não estava tentando apresentar tudo do zero. Pelo contrário: a produção tratava vários personagens como velhos conhecidos do público.

Ao mesmo tempo, a série também serviu para aprofundar ainda mais a protagonista. A versão live-action de Ahsoka Tano aparece bem diferente daquela jovem impulsiva apresentada em Star Wars: The Clone Wars.

Agora ela surge mais cansada, mais fechada emocionalmente e carregando culpa por acontecimentos do passado, principalmente pela ligação com Anakin Skywalker. A série trabalha bastante esse peso emocional, especialmente nos episódios centrados no “Mundo Entre Mundos”.

Baylan Skoll acabou virando o personagem mais interessante da série?

Entre todos os personagens apresentados, poucos chamaram tanta atenção quanto Baylan Skoll. Interpretado por Ray Stevenson, o ex-Jedi rapidamente virou um dos assuntos mais comentados da temporada.

Isso aconteceu porque Baylan foge bastante do padrão tradicional dos vilões de Star Wars. Ele não parece interessado em dominar a galáxia, destruir planetas ou assumir o controle político do universo. O personagem funciona mais como alguém decepcionado com os ciclos de guerra que marcaram a história dos Jedi e dos Sith.

Durante vários momentos da série, Baylan fala sobre o fracasso das antigas ordens e demonstra enxergar a galáxia como um lugar preso em conflitos repetitivos. Essa visão quase filosófica deu ao personagem um peso muito diferente dentro da franquia.

O final da temporada deixou claro que ele ainda escondia objetivos maiores. Em Peridea, Baylan abandona Shin Hati para seguir sozinho em direção às misteriosas estátuas dos Deuses Mortis.

Essa sequência virou combustível para teorias durante meses. Muita gente acredita que a segunda temporada deve mergulhar mais profundamente no lado místico da Força e explorar conceitos que as produções live-action quase nunca abordaram de forma tão direta.

Shin Hati também deve ganhar mais espaço?

Se Baylan virou um dos personagens mais elogiados da série, Shin Hati acabou conquistando uma legião de fãs nas redes sociais.

A personagem chamou atenção logo nas primeiras aparições por causa da sua postura agressiva, da relação complicada com Baylan e da maneira impulsiva como enfrentava Ahsoka e Sabine.

Ao longo da temporada, porém, ficou claro que Shin também parecia perdida dentro daquela jornada. Ela seguia o mestre, mas muitas vezes parecia não entender completamente os planos dele.

O último episódio reforçou ainda mais isso. Depois de ser deixada para trás em Peridea, Shin acaba se aproximando dos saqueadores locais enquanto tenta sobreviver naquele planeta desconhecido.

A sensação é de que a personagem ainda está procurando seu próprio caminho dentro da Força, algo que pode transformá-la em uma figura ainda mais importante no futuro da série.

O que aconteceu com Thrawn no final da primeira temporada?

Grande parte da história gira em torno do retorno de Grande Almirante Thrawn, tratado durante anos como uma ameaça gigantesca dentro do universo expandido de Star Wars.

Na série, Thrawn finalmente reaparece preso em Peridea depois dos eventos de Rebels. Mesmo distante da galáxia principal, ele continua agindo de forma extremamente estratégica e calculista.

Diferente de muitos vilões da franquia, Thrawn raramente perde o controle emocional. Ele prefere analisar os inimigos, estudar padrões e usar o tempo ao seu favor.

No fim da temporada, o personagem consegue escapar de Peridea ao lado das Grandes Mães e retorna à galáxia principal. Enquanto isso, Ahsoka, Sabine e Huyang acabam presos no planeta distante.

Esse encerramento praticamente confirma que Thrawn será uma das figuras centrais da próxima grande fase de Star Wars no Disney+ e provavelmente também nos cinemas.

A segunda temporada pode se conectar ao filme de Dave Filoni?

Tudo indica que sim. Há bastante tempo circulam informações de que Dave Filoni prepara um longa-metragem que deve unir personagens das séries atuais de Star Wars.

A produção parece ocupar uma posição importante nessa construção. A série conecta diretamente personagens de Rebels, The Mandalorian e outras produções do Disney+.

Por isso, existe uma sensação de que os novos episódios não funcionarão apenas como continuação da primeira temporada, mas também como preparação para conflitos maiores envolvendo Thrawn e os remanescentes do Império.

Isso ajuda a explicar por que a Lucasfilm parece tão cuidadosa com qualquer detalhe relacionado ao lançamento.

Sessão da Tarde desta segunda (03) traz história de superação e talento em Mãos Talentosas – A História de Ben Carson

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda, 3 de novembro, a Sessão da Tarde da Globo traz aos telespectadores uma história de superação que inspira gerações: Mãos Talentosas – A História de Ben Carson. O filme retrata a vida do neurocirurgião que saiu de uma infância marcada por dificuldades e limitações acadêmicas para se tornar referência mundial em sua área, mostrando como determinação, disciplina e apoio familiar podem transformar vidas. As informações são do AdoroCinema.

Ben Carson, interpretado por Cuba Gooding Jr., nasceu em Detroit e cresceu em meio a dificuldades financeiras. Na escola, suas notas eram baixas, e ele mesmo não acreditava no próprio potencial. Para quem o conhecia, o futuro parecia limitado, sem grandes perspectivas. Mas o que Ben não sabia era que sua vida mudaria completamente graças à força de vontade de sua mãe, Sonya Carson, e à própria determinação de superar obstáculos.

Sonya, interpretada por Kimberly Elise, era uma mãe solteira com pouco estudo formal, mas cheia de coragem e amor pelos filhos. Ela implementou regras rígidas, incentivou a leitura e o estudo, e, de forma silenciosa, ajudou Ben e seu irmão Curtis a acreditarem que poderiam ir além do que a sociedade esperava deles. Mesmo sem revelar que não sabia ler bem, Sonya pediu que os filhos escrevessem resenhas de livros que liam, estimulando a disciplina e o pensamento crítico.

Em pouco tempo, os resultados começaram a aparecer: Ben saiu do último lugar da turma para se tornar um dos melhores alunos. Esse marco não só mudou sua vida, mas também mostrou que dedicação e incentivo familiar podem abrir portas inesperadas, mesmo nas circunstâncias mais difíceis.

Obstáculos, fé e amadurecimento

O filme também não esconde os momentos de desafio emocional na vida do jovem Ben. Entre confrontos com colegas na escola e episódios de temperamento explosivo, ele precisou aprender a lidar com raiva e frustrações. Sua fé adventista do sétimo dia se tornou uma âncora, ajudando-o a refletir sobre seus atos e a encontrar um caminho de perdão e equilíbrio.

Mais tarde, Ben conquista uma bolsa de estudos para a Universidade de Yale, onde conhece Candy Rustin, sua futura esposa, que se torna parceira fundamental em sua trajetória pessoal e acadêmica. O filme mostra não apenas sua formação como médico, mas também os desafios éticos e emocionais que enfrentou como residente em neurocirurgia no Hospital Johns Hopkins.

Entre os momentos de maior tensão está a decisão de operar um paciente à beira da morte sem supervisão, assumindo riscos enormes para salvar uma vida. Essas cenas reforçam o comprometimento de Ben com sua vocação e a coragem necessária para seguir um caminho pouco convencional, mas fundamental para o bem de seus pacientes.

Um feito histórico

O ponto alto da narrativa ocorre em 1987, quando Ben Carson viaja para Ulm, na Alemanha, para realizar um procedimento arriscado: a separação de gêmeos siameses unidos pela cabeça. O filme acompanha cada etapa do planejamento meticuloso, mostrando não apenas a habilidade técnica do médico, mas também a tensão emocional envolvida em uma operação de vinte e duas horas.

O sucesso da cirurgia não só salva a vida das crianças, mas também consolida Ben Carson como referência mundial na neurocirurgia pediátrica. É um momento que celebra o talento, a dedicação e a coragem de quem transformou adversidade em excelência.

Reconhecimento e premiações

O longa-metragem estreou em 2009 na televisão e conquistou elogios da crítica. Cuba Gooding Jr. recebeu indicação ao Screen Actors Guild Awards de Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme, enquanto Thomas Carter, diretor do longa, foi indicado ao prêmio Directors Guild of America. O filme também ganhou reconhecimento em outras premiações, incluindo o Critics’ Choice Television Awards e quatro indicações ao Creative Arts Emmy Awards.

Mais do que os prêmios, o filme é lembrado pelo impacto emocional de sua história, inspirando públicos de todas as idades e mostrando que, por trás de grandes feitos, sempre há disciplina, coragem e apoio familiar.

Onde assistir

Além da exibição na Sessão da Tarde, Mãos Talentosas – A História de Ben Carson pode ser assistido a qualquer momento em plataformas de streaming. No Sony One, o filme está disponível por assinatura, permitindo que você reveja a história inspiradora sempre que quiser. Já no Prime Video, é possível alugá-lo a partir de R$ 11,90, oferecendo uma opção prática para quem deseja acompanhar a trajetória de Ben Carson do conforto de casa.

Tame Impala volta com “End of Summer” e reinventa o som do amanhã – Kevin Parker nos convida a dançar com o invisível

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Foto: Reprodução/ Internet

Há artistas que retornam para ocupar um espaço. E há aqueles que voltam para reinventá-lo. Kevin Parker, o cérebro criativo por trás do Tame Impala, nunca seguiu mapas, trilhas ou convenções. Ele constrói as próprias rotas — tortuosas, sensoriais, muitas vezes inclassificáveis. E agora, depois de anos em relativo silêncio, ele reaparece com “End of Summer”, sua primeira faixa pela Sony Music. O que poderia ser apenas mais um lançamento, na verdade, revela-se uma transformação profunda: o fim de um ciclo e a abertura de um novo portal sonoro.

Mas “End of Summer” não é sobre estações. É sobre transições internas. Sobre aquele momento tênue entre o que já foi e o que ainda não chegou. Como um pôr do sol que parece durar horas, a faixa nos transporta para um tempo onde a batida é memória e o som é sensação. Um lugar onde o passado e o futuro se fundem numa rave existencial.

Um som que não se ouve: se sente

Logo nos primeiros segundos da faixa, fica claro que Parker não está interessado em agradar o algoritmo. “End of Summer” é uma obra que se arrasta — no bom sentido. Ela não corre. Ela respira. Há nela uma confiança rara: a de um artista que sabe que o impacto não está no volume, mas na densidade emocional.

Com fortes influências da cena acid house de 1989, das festas ilegais em galpões britânicos e dos bush doofs australianos (aquelas celebrações eletrônicas em meio à natureza selvagem), a música carrega uma carga quase ritualística. O tipo de faixa que parece feita não para dançar, mas para atravessar. Para ser vivida em silêncio interno, com os olhos fechados e a alma em movimento.

A textura da produção é granulada, crua, alucinante. Parker constrói camadas que se dissolvem e se reorganizam com precisão quase invisível. Ele não entrega refrões — entrega atmosferas. Não entrega letras — entrega sensações. Em um mundo saturado por músicas feitas para durar 30 segundos no TikTok, “End of Summer” soa como um manifesto.

A solitude criativa de um gênio sonoro

Kevin Parker não tem banda. Nunca teve. Tame Impala é uma miragem coletiva guiada por uma única mente. Desde InnerSpeaker (2010), Parker escolheu seguir sozinho no estúdio: toca todos os instrumentos, compõe, grava, produz e ainda mixa. Ele é uma orquestra de um homem só — e o silêncio entre as notas parece tão planejado quanto cada acorde.

Mas ao contrário do que se imagina, essa solidão criativa nunca soou fria. As músicas de Parker sempre foram íntimas. Mesmo as mais dançantes escondem um quê de vulnerabilidade, de confissão. “End of Summer” é a continuidade dessa estética emocional, agora mais abstrata, mais dilatada. Como se, após anos testando melodias pop, ele tivesse se libertado da obrigação de cantar, de explicar, de conduzir.

Nesta faixa, Parker fala sem palavras. E diz muito.

Uma imagem que expande o som

Junto à música, veio também um curta-metragem dirigido pelo artista Julian Klincewicz — nome conhecido na cena visual por criar trabalhos que flutuam entre o documental e o onírico. Em “End of Summer”, Klincewicz entrega mais do que um clipe: ele oferece uma extensão do som, um prolongamento daquilo que não cabe nas frequências.

Filmado em tons nostálgicos, com granulações que evocam lembranças desfocadas, o vídeo acompanha personagens em cenários abertos, contemplativos, quase estáticos. Não há narrativa linear. Mas há atmosfera. E é exatamente isso que Kevin Parker tem feito ao longo de sua carreira: construir atmosferas que dizem mais que histórias.

O casamento entre som e imagem em “End of Summer” reafirma uma ideia que Parker sempre cultivou: a de que a música é uma experiência sensorial completa. Um estado alterado. Uma viagem interior.

A leveza de quem já conquistou tudo

Hoje, Kevin Parker poderia se acomodar. Ele tem prêmios — BRIT, ARIA, indicações ao Grammy. Tem números: bilhões de streams, faixas no topo das paradas alternativas, hits que ultrapassaram a bolha do indie. “The Less I Know The Better” se tornou um clássico instantâneo, tão presente em pistas quanto em trilhas sonoras de séries adolescentes. Tame Impala foi de festival cult a cabeça de cartaz do Coachella.

Além disso, Parker é requisitado pelas maiores estrelas do mundo: Dua Lipa, Lady Gaga, The Weeknd, Rihanna, Travis Scott. Ele produz, colabora, experimenta — sempre deixando sua marca sônica inconfundível. E mesmo assim, nunca pareceu se deslumbrar.

Em vez de repetir fórmulas, ele se recolhe. Sente. Pesquisa. Muda. E quando reaparece, como agora, é sempre com algo novo, desafiador, vivo.

Um futuro onde a música respira

A escolha de lançar “End of Summer” pela Sony Music também diz muito. Pode parecer apenas uma troca de gravadora, mas há algo simbólico nisso. Parker agora tem uma plataforma ainda maior — mas não comprometeu sua independência artística. A canção, densa e experimental, é a prova de que ele ainda é guiado por uma bússola interna, não por tendências.

E talvez esse seja o maior feito de Tame Impala: resistir à tentação de se tornar um produto. Mesmo com todo o sucesso, Kevin Parker continua fazendo música que nasce de um lugar profundo, que respeita o tempo do silêncio, da contemplação. Ele faz arte em uma era de conteúdo.

“End of Summer” não quer viralizar. Quer vibrar. E se conectar.

A dança invisível

Escutar “End of Summer” é como entrar em um sonho lúcido. Um espaço onde tudo parece se mover lentamente, como debaixo d’água. Não há pressa. Não há clímax. A música não chega a lugar nenhum — porque já está em todos os lugares. Ela pulsa, respira, dissolve-se no ouvinte.

É uma dança invisível. Um feitiço eletrônico. Um eco do que já vivemos e do que ainda não conseguimos nomear.

No fim, não é sobre o verão que termina. É sobre aquilo que fica. Aquela luz laranja que paira no céu quando o sol já se pôs, mas ainda não escureceu. Aquele som que não escutamos com os ouvidos, mas com o corpo inteiro. Aquele tipo raro de música que não se consome: se atravessa.

E enquanto Tame Impala nos guia, mais uma vez, por essa trilha sem mapa, tudo o que podemos fazer é fechar os olhos… e deixar a batida nos levar.

A Odisseia faz estreia gigante nos EUA e confirma que Christopher Nolan continua sendo um dos nomes mais fortes do cinema

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Poucos diretores conseguem transformar um poema escrito há quase três mil anos em um dos maiores lançamentos do ano. Christopher Nolan acaba de provar que faz parte desse grupo. A Odisseia arrecadou US$ 51,2 milhões apenas na sexta-feira (17), seu primeiro dia em cartaz nos Estados Unidos. É a maior abertura diária de um filme live-action em 2026 e um resultado que muda completamente a conversa sobre o potencial comercial da produção.

Antes da estreia, havia quem enxergasse o longa como uma aposta arriscada. Afinal, adaptar um dos textos mais importantes da literatura ocidental não parece, à primeira vista, a fórmula mais fácil para conquistar o grande público. O desempenho nas primeiras horas de exibição indica exatamente o contrário. O interesse pelo filme foi suficiente para lotar sessões em diversos formatos, principalmente IMAX, onde a procura começou dias antes da estreia.

A arrecadação também coloca A Odisseia em um patamar raro para filmes que não pertencem a franquias já estabelecidas. Nos últimos anos, grande parte das maiores bilheterias de abertura veio de continuações ou adaptações de marcas conhecidas do entretenimento. Nolan chegou a esse resultado apresentando uma história que o público conhece mais pelos livros escolares, pela mitologia e pelas inúmeras referências feitas pelo cinema do que por adaptações recentes para as telonas.

Por que essa abertura muda o cenário do filme?

Um primeiro dia forte não garante que um longa se tornará um fenômeno, mas costuma revelar o tamanho do interesse inicial do público. No caso de A Odisseia, os US$ 51,2 milhões vieram acompanhados de outro dado importante: as projeções para o primeiro fim de semana cresceram conforme as sessões avançavam.

Quando as primeiras estimativas começaram a circular, analistas trabalhavam com uma abertura próxima de US$ 100 milhões. Depois da sexta-feira, esse número passou a ser revisado para cima, aproximando o filme da marca de US$ 120 milhões apenas no mercado americano.

Esse crescimento durante o próprio fim de semana costuma indicar que o público respondeu positivamente ao longa e que a procura não ficou concentrada apenas entre quem correu para assistir na primeira sessão disponível.

Outro fator observado pelo mercado é o CinemaScore, pesquisa realizada diretamente com quem acabou de sair da sessão. A Odisseia recebeu nota A, uma avaliação reservada para produções que costumam apresentar boa sustentação nas semanas seguintes. Em outras palavras, a tendência é que o boca a boca ajude a manter o filme em evidência.

O que explica tanta curiosidade em torno do longa?

Christopher construiu uma posição incomum em Hollywood. Hoje, seu nome funciona quase como uma marca própria. Muitos espectadores escolhem assistir aos seus filmes antes mesmo de conhecer todos os detalhes da história.

Foi assim com A Origem, Interestelar, Dunkirk e, mais recentemente, Oppenheimer, que transformou uma cinebiografia de três horas em um sucesso mundial e vencedor de sete Oscars. Depois daquele resultado, havia curiosidade para descobrir qual seria o próximo projeto do diretor.

A escolha surpreendeu justamente por fugir do esperado. Em vez de desenvolver um roteiro original ou assumir uma franquia conhecida, Nolan decidiu adaptar A Odisseia, poema atribuído a Homero e considerado um dos pilares da narrativa ocidental.

Embora a história de Odisseu seja conhecida há séculos, ela raramente recebe produções dessa escala em Hollywood. O diretor enxergou no texto algo que costuma aparecer em seus próprios filmes: personagens obrigados a conviver com as consequências das próprias escolhas, enfrentando desafios que vão muito além da ação física.

Como Nolan transformou um poema antigo em um blockbuster?

O filme acompanha Odisseu depois do fim da Guerra de Troia. O conflito terminou, mas a volta para casa se transforma em uma travessia que dura anos. No caminho aparecem figuras clássicas da mitologia grega, como Polifemo, Circe, Calipso e as Sereias.

Quem conhece o poema percebe rapidamente que Nolan não tratou esses episódios como pequenas aventuras independentes. Eles fazem parte de uma narrativa maior sobre sobrevivência, liderança, culpa e resistência.

Essa leitura também aparece na escala da produção. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia é o filme mais caro da carreira do diretor. Em vez de concentrar as gravações em estúdios, a equipe passou meses filmando em países como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia e Islândia, utilizando cenários naturais para recriar parte do Mediterrâneo descrito por Homero.

Outro detalhe importante foi a decisão de registrar todo o filme com câmeras IMAX de 70 mm. Nolan já utilizava esse formato havia anos, mas nunca em uma produção completa. A escolha ajuda a explicar por que tantas sessões premium esgotaram ainda na pré-venda.

O investimento pode ser recuperado rapidamente?

Filmes dessa dimensão precisam manter um bom desempenho por várias semanas para recuperar seus custos de produção e divulgação. Ainda é cedo para afirmar qual será o resultado final de A Odisseia, mas a estreia oferece sinais bastante positivos.

A combinação entre uma abertura forte, avaliações favoráveis do público e a presença constante do filme nas salas IMAX cria um cenário confortável para as próximas semanas. O comportamento das bilheterias internacionais, incluindo mercados como Brasil, Reino Unido, França e Japão, será decisivo para definir o tamanho desse sucesso.

Quem está no elenco?

Se o tamanho da bilheteria impressiona, o elenco ajuda a explicar por que A Odisseia virou um dos filmes mais comentados do ano. Christopher Nolan reuniu atores de diferentes gerações e perfis para interpretar figuras centrais da mitologia grega, misturando nomes já conhecidos em seus filmes com artistas que vivem um dos melhores momentos da carreira.

O centro da história é Matt Damon, escolhido para interpretar Odisseu. Depois de colaborar com Nolan em Oppenheimer, o ator assume um personagem muito diferente dos heróis tradicionais do cinema de ação. Odisseu vence menos pela força do que pela capacidade de improvisar, negociar e sobreviver quando tudo parece perdido.

Para interpretar o rei de Ítaca, Damon passou por uma preparação física intensa e perdeu peso para representar um homem desgastado por duas décadas de conflitos, batalhas e viagens. O visual também recebeu atenção especial. Christopher Nolan preferiu que o ator deixasse a barba crescer naturalmente durante um ano, dispensando próteses e maquiagem para buscar uma aparência mais convincente diante das câmeras IMAX.

Ao lado dele está Tom Holland, que interpreta Telêmaco. Conhecido mundialmente como Homem-Aranha, o ator vive o filho de Odisseu, que cresceu sem saber se o pai realmente sobreviveria à Guerra de Troia. A participação do personagem amplia a história ao acompanhar acontecimentos em Ítaca durante a longa ausência do rei.

Anne Hathaway, colaboradora frequente de Nolan desde Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, interpreta Penélope. Longe da imagem de uma personagem passiva, ela administra o reino durante anos e precisa lidar com dezenas de homens interessados no trono. Sua resistência se tornou um dos elementos mais conhecidos do poema de Homero.

Entre os antagonistas aparece Robert Pattinson, escalado como Antínoo, o mais influente entre os pretendentes de Penélope. O ator já havia trabalhado com Nolan em Tenet e retorna em um papel completamente diferente.

O elenco ainda reúne Zendaya como Atena, deusa que acompanha Odisseu ao longo da história, Charlize Theron como Calipso, Samantha Morton como Circe, Bill Irwin como o Ciclope Polifemo e Lupita Nyong’o, que interpreta duas personagens importantes da mitologia: Helena de Troia e Clitemnestra.

Outros nomes conhecidos também aparecem na produção, incluindo Jon Bernthal (Menelau), Benny Safdie (Agamenon), John Leguizamo (Eumeu), Himesh Patel (Euríloco), Mia Goth, Elliot Page, James Remar, Corey Hawkins e Logan Marshall-Green.

Uma das escolhas mais comentadas foi a participação de Travis Scott. O rapper interpreta um bardo, figura responsável por narrar histórias oralmente na Grécia Antiga. Nolan explicou que enxergou um paralelo entre esses narradores e artistas contemporâneos que contam histórias por meio da música, o que motivou a escalação.

Por que Nolan decidiu adaptar justamente A Odisseia?

Depois do sucesso de Oppenheimer, muita gente esperava que Christopher Nolan seguisse produzindo roteiros inéditos. Em vez disso, ele voltou quase três mil anos no tempo para adaptar um dos textos mais influentes da literatura ocidental.

A escolha não parece ter sido motivada apenas pelo prestígio do poema de Homero. O diretor encontrou em Odisseu um protagonista que dialoga com personagens recorrentes de sua filmografia: homens marcados pelas consequências das próprias decisões, obrigados a lidar com culpa, perdas e dilemas que não desaparecem com o tempo.

Essa leitura aproxima A Odisseia de outros trabalhos do cineasta, como Amnésia, Interestelar e Oppenheimer. Em todos eles, o conflito principal nasce muito mais das escolhas dos personagens do que da presença de um vilão tradicional.

Como foi a produção do maior filme da carreira de Nolan?

A Odisseia também representa um novo patamar técnico para Christopher Nolan.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, trata-se da produção mais cara já dirigida pelo cineasta. As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em diferentes países, incluindo Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental.

O diretor optou por registrar todo o filme utilizando câmeras IMAX de 70 mm, tecnologia que já havia empregado parcialmente em obras anteriores, mas nunca durante uma produção inteira.

Essa decisão exigiu uma logística incomum. Equipamentos maiores, transporte especializado e adaptações em locações fizeram parte da rotina das gravações.

A produção ficou novamente nas mãos da Syncopy, empresa comandada por Christopher Nolan e Emma Thomas, com distribuição mundial da Universal Pictures.

Saiba qual filme vai passar no Cine Maior 07/01/2024

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, dia 07/01/2024, esteja pronto para uma empolgante dose de adrenalina com o filme Passageiros no Cine Maior. A atração traz consigo um enredo fascinante que promete prender a atenção do público do começo ao fim, proporcionando uma experiência cinematográfica inesquecível.

Em uma viagem espacial aparentemente rotineira, os protagonistas, Jim (interpretado por Chris Pratt) e Aurora (brilhantemente vivida por Jennifer Lawrence), veem suas vidas serem transformadas de maneira dramática ao serem despertados 90 anos antes do programado, devido a uma falha nas cabines de hibernação. Sozinhos nesse vasto universo, eles embarcam em uma jornada de descobertas e união, enfrentando os desafios dessa situação extraordinária.

A paz do casal é subitamente interrompida quando descobrem que a nave espacial está sob uma ameaça iminente, colocando em risco a vida dos mais de cinco mil colegas em sono profundo. Agora, Jim e Aurora se veem como os únicos capazes de salvar a tripulação e assegurar a integridade da missão.

A produção, intitulada “Passengers”, conta com um elenco estelar, apresentando nomes como Jennifer Lawrence, Chris Pratt, Michael Sheen, Laurence Fishburne, Andy Garcia e Vince Foster. Este drama repleto de reviravoltas e momentos intensos promete transportar os espectadores para uma experiência cinematográfica única e emocionante.

Curiosidades do filme Passageiros

“Passageiros” (título original: “Passengers”) é um filme de ficção científica lançado em 2016, dirigido por Morten Tyldum e estrelado por Jennifer Lawrence e Chris Pratt. Aqui estão algumas curiosidades sobre o filme:

Script no “Black List”: O roteiro de “Passageiros” foi incluído na “Black List” de 2007, que é uma lista anual dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood. O script recebeu atenção positiva mesmo antes de ser produzido.

Desenvolvimento do Roteiro: O roteiro foi escrito por Jon Spaihts e passou por várias revisões antes de chegar à versão final. O filme inicialmente atraiu a atenção de Keanu Reeves e Reese Witherspoon, que estiveram vinculados ao projeto em fases iniciais de desenvolvimento.

Mudança de Elenco: Antes de Jennifer Lawrence e Chris Pratt serem escolhidos como os protagonistas, outros atores, como Reese Witherspoon e Keanu Reeves (como mencionado anteriormente), foram considerados para os papéis principais.

Dinâmica de Gravação: A maioria do filme ocorre dentro da nave espacial Avalon. Para criar uma sensação autêntica de confinamento, o diretor Morten Tyldum limitou o espaço para os atores, proporcionando um ambiente mais imersivo.

Cena de Natação Gravitacional: A cena em que Jennifer Lawrence está nadando em uma piscina com gravidade zero foi um desafio técnico e físico. Para criar a ilusão de gravidade zero, a atriz teve que ser suspensa em cabos enquanto estava na água.

Efeitos Visuais e Design de Produção: “Passageiros” foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Design de Produção em 2017, devido à sua impressionante representação visual da espaçonave Avalon e aos efeitos especiais utilizados no filme.

Trilha Sonora: A trilha sonora do filme foi composta por Thomas Newman, conhecido por seu trabalho em outros filmes notáveis, como “Beleza Americana” e “O Resgate do Soldado Ryan”.

Recepção Mista: “Passageiros” recebeu críticas mistas dos críticos e do público. Enquanto alguns elogiaram a cinematografia, os efeitos visuais e a química entre os protagonistas, outros expressaram preocupações sobre o desenvolvimento da trama e escolhas éticas feitas pelos personagens.

Que horas vai passar o Cine Maior?

Não deixe escapar a oportunidade de se envolver nessa narrativa cativante. O Cine Maior começa logo após mais uma edição do RECORD Kids, proporcionando uma tarde repleta de emoções e ação de tirar o fôlego. Prepare-se para ser surpreendido por uma trama que transcende as barreiras do espaço e do tempo.

Quem já interpretou a Supergirl nos cinemas e na TV antes de Milly Alcock assumir a heroína da DC

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A estreia de Supergirl marca uma nova etapa para a DC nos cinemas, mas Milly Alcock não é a primeira atriz a vestir o uniforme da prima do Superman. Ao longo de mais de quatro décadas, Kara Zor-El passou por diferentes adaptações, cada uma refletindo o momento vivido pela editora e a forma como Hollywood enxergava os filmes de super-heróis.

Do primeiro longa estrelado pela personagem ao sucesso da televisão e à breve participação no antigo Universo Estendido da DC, cada intérprete ajudou a apresentar uma faceta diferente da kryptoniana. Relembre quem já viveu a heroína em live-action.

Helen Slater levou Kara para as telonas pela primeira vez

Em 1984, muito antes dos universos compartilhados dominarem Hollywood, Helen Slater protagonizou o primeiro filme solo da personagem. A trama acompanhava Kara deixando Argo City para recuperar o Ômega-Hedron, uma poderosa fonte de energia kryptoniana que havia caído nas mãos da feiticeira Selena.

O longa fazia parte da mesma continuidade dos filmes estrelados por Christopher Reeve, mas não repetiu o sucesso do Superman. As críticas foram negativas e a arrecadação ficou abaixo das expectativas da Warner Bros. Com o passar dos anos, porém, a produção conquistou um público fiel e ganhou status de cult entre fãs da DC.

Décadas depois, Slater voltou ao universo da personagem em uma homenagem discreta: interpretou Eliza Danvers, mãe adotiva de Kara, na série estrelada por Melissa Benoist.

Melissa Benoist transformou a personagem em um dos maiores sucessos da DC na TV

Para muitos fãs, Melissa Benoist continua sendo o rosto mais lembrado da heroína. Entre 2015 e 2021, ela protagonizou a série Supergirl, exibida primeiro pela CBS e depois pela The CW, onde passou a integrar oficialmente o Arrowverse ao lado de produções como The Flash, Arrow e Legends of Tomorrow.

Durante seis temporadas, a série acompanhou o crescimento de Kara Danvers, que deixou de viver apenas à sombra do Superman para construir sua própria trajetória. O roteiro expandiu a mitologia da personagem com figuras importantes dos quadrinhos, como Lex Luthor, Brainiac 5, Lena Luthor, Mon-El e J’onn J’onzz, transformando a produção em uma das mais duradouras da DC na televisão.

Sasha Calle apresentou uma versão inédita no cinema

A terceira atriz a interpretar Kara foi Sasha, escalada para The Flash (2023). Sua participação também entrou para a história por fazer dela a primeira atriz latina a viver a personagem em live-action.

O filme apresentou uma versão mais endurecida da kryptoniana, que passou anos presa em uma instalação militar após chegar à Terra. Mesmo com pouco tempo de tela, a atuação de Calle foi um dos pontos mais elogiados da produção e gerou pedidos para que ela retornasse em novos projetos.

A mudança de direção na DC Studios, entretanto, encerrou o antigo universo compartilhado antes que esses planos fossem desenvolvidos.

Milly assume a personagem na nova fase da DC

A responsabilidade de apresentar Kara para uma nova geração ficou com Milly Alcock, que ganhou projeção internacional ao interpretar a jovem Rhaenyra Targaryen em House of the Dragon. Ela protagoniza Supergirl, segundo filme do novo DCU, dirigido por Craig Gillespie (Cruella) e baseado na HQ Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely.

Segundo James Gunn, esta adaptação mostrará uma protagonista bem diferente das versões anteriores. Enquanto Clark Kent cresceu em um ambiente acolhedor na Terra, Kara passou parte da infância testemunhando a destruição de Krypton e perdeu praticamente todas as pessoas que conhecia antes de chegar ao planeta. Essa origem influencia diretamente sua personalidade e deve resultar em uma heroína mais intensa e emocionalmente marcada.

As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025, na Inglaterra e na Escócia. Durante a pós-produção, a DC retirou o subtítulo Woman of Tomorrow, passando a divulgar o projeto apenas como Supergirl.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 24/05/2023 quarta-feira

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Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 24/05/2023, quarta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No capítulo da novela, na pracinha de Castanheiras, Alex e Téo demonstram solidariedade ao proteger Ian, Nath e Ellen da gangue Pedalzera. Juntando suas forças, eles confrontam os membros da gangue, deixando claro que não tolerarão intimidação e defendendo seus amigos. Enquanto isso, Vitor comete um ato de furto ao pegar dinheiro do caixa do Armazém. Sua ação não passa despercebida e Fausto confronta Vitor sobre o ocorrido. Fausto havia apresentado um projeto cultural para Hélio, mas recebe a notícia de que não há recursos disponíveis para financiamento. Hélio sugere, então, que Fausto escreva uma obra sobre o próprio bairro de Castanheiras, explorando suas histórias e peculiaridades. Em outra parte da cidade, Enzo participa de uma entrevista de emprego em uma empresa de contabilidade, buscando novas oportunidades profissionais. Ele se prepara para demonstrar suas habilidades e experiência, esperando conquistar a vaga. Mais tarde, na praça central de Castanheiras, os amigos da Lado Vila se envolvem em uma briga intensa com os do Lado Torre. A confusão e o barulho chamam a atenção de Mari e Amanda, que intervêm para separar as crianças e acalmar a situação. Enquanto Mari observa Romeu durante o tumulto, memórias do passado ressurgem, despertando sentimentos e lembranças. Amanda sugere que a disputa entre os dois lados seja resolvida de forma mais pacífica e divertida, propondo uma competição esportiva no Centro Esportivo Comunitário (CEC). Ela sugere que o time perdedor seja responsável por postar uma foto nas redes sociais elogiando o time vencedor, destacando as coisas positivas sobre eles. Hélio aconselha as crianças a jogarem Base 4 para decidir quem ficará com o banco da praça. Essa sugestão busca resolver o conflito de maneira lúdica e justa, permitindo que todos tenham a oportunidade de competir de forma igualitária. Enquanto isso, na Monter Mercado, Bassânio busca reparar sua relação com Pórcia ao pedir desculpas.

Resumo semanal A Infância de Romeu e Julieta 24/05/2023 a 26/05/2023

Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, Pórcia, que usa um caderno para se comunicar, escreve uma mensagem para ele, mas Bassânio revela que não sabe ler. Pórcia menciona que é capaz de ler lábios, abrindo uma nova forma de comunicação entre eles. De volta ao Armazém, Mari confronta Vitor sobre o desaparecimento de metade do dinheiro do caixa. Vitor nega veementemente ter pegado o dinheiro, mas Clara percebe que ele está usando um relógio novo. Mari o enfrenta diretamente, revelando que ele comprou o relógio com o dinheiro roubado do Armazém. Ela deixa claro que se ele repetir esse tipo de comportamento indesejado, ele será demitido da empresa. Vitor continua negando, argumentando que também é sócio do Armazém e possui direitos. Enquanto isso, Dimitri, Chilique e Muke planejam uma artimanha suja no CEC, decidindo jogar vaselina na quadra para atrapalhar Téo e Alex. Além disso, Trapaça e Fê Dengosa sujam a pracinha onde Nath, Ellen e Ian costumam passar o tempo, buscando causar problemas para eles. Com uma série de eventos e conflitos em andamento, o bairro de Castanheiras enfrenta desafios e tensões. Os personagens terão que lidar com essas situações e encontrar maneiras de superá-las, seja por meio do diálogo, resolução pacífica ou demonstrando coragem e determinação para enfrentar adversidades.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Um Natal Bem Jonas Brothers | Nova comédia musical do Disney+ ganha trailer e pôster oficial

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Foto: Reprodução/ Internet

O Natal vai chegar em grande estilo no Disney+. O streaming revelou nesta segunda-feira (3) o primeiro trailer e o pôster oficial de Um Natal Bem Jonas Brothers, longa estrelado pelos irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas. A produção, que mistura humor, música e emoção, estreia no dia 14 de novembro de 2025 e já surge como uma das grandes apostas natalinas do ano. Abaixo, confira o vídeo:

A trama acompanha os Jonas Brothers logo após o fim de uma turnê mundial, encerrada com um show épico em Londres. Tudo o que eles desejam é algo simples: voltar para casa e passar o Natal em família. No entanto, o que deveria ser uma viagem tranquila se transforma em uma verdadeira maratona de imprevistos, reencontros inesperados e descobertas pessoais. Entre voos perdidos e desentendimentos, os irmãos precisam encarar suas próprias inseguranças e redescobrir o verdadeiro significado do Natal — e do amor fraternal.

De forma leve e divertida, o longa combina momentos de comédia com toques de emoção, explorando o lado mais humano dos artistas por trás do sucesso global. O trio mais famoso da música pop dos anos 2000 interpreta versões fictícias de si mesmo, com uma boa dose de ironia e sinceridade. Cada um enfrenta um dilema pessoal: Kevin busca novos caminhos fora da banda, tentando entender quem é longe dos holofotes; Joe reencontra alguém do passado e revive sentimentos que pensava ter superado; enquanto Nick, o mais responsável, sente o peso de liderar e manter tudo em equilíbrio.

A química entre os três continua sendo o ponto alto. Desde os tempos da Disney, os irmãos conquistam o público pela cumplicidade e autenticidade, e o filme reforça essa conexão — mostrando que, mesmo entre diferenças e desentendimentos, os laços familiares continuam firmes.

Além do trio protagonista, o elenco traz nomes conhecidos e carismáticos como Chloe Bennet, Randall Park e Jesse Tyler Ferguson. O filme também contará com participações especiais de celebridades em cenas musicais e cômicas, reforçando o tom leve e festivo da produção.

Outro destaque está na trilha sonora original, com músicas inéditas compostas especialmente para o filme. As canções mesclam o pop característico dos Jonas Brothers com o espírito natalino, prometendo encantar tanto os fãs mais antigos quanto o público que busca uma história inspiradora e divertida para o fim de ano.

Cinema em Casa exibe Loucuras em Família neste sábado (18), uma comédia onde férias perfeitas viram disputa pelo acampamento

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O que deveria ser um feriado tranquilo acaba virando uma disputa cheia de confusão em Loucuras em Família, comédia exibida pelo SBT no Cinema Em Casa deste sábado, 18 de julho. Lançado em 2017, o filme acompanha três famílias que chegam ao mesmo acampamento por causa de um erro de reserva e transformam um simples passeio em uma competição para decidir quem fica com o lugar. As informações são do AdoroCinema.

A situação parece fácil de resolver, mas ninguém quer abrir mão do espaço. Em vez de procurar outro acampamento, os grupos decidem disputar a permanência em uma série de desafios, criando uma sequência de brigas, provocações e momentos absurdos. A graça da história está justamente no choque entre pessoas com estilos completamente diferentes, que precisam conviver quando menos esperavam.

Qual é a confusão de Loucuras em Família?

Na trama, Charlie Jones (Charlie Sheen), Cheyenne (Leah Remini) e os demais personagens chegam ao acampamento para aproveitar o feriado de 4 de julho, mas descobrem que outras duas famílias também receberam a confirmação da mesma reserva.

O problema é que nenhum dos grupos aceita deixar o local. A solução encontrada é transformar a disputa em uma competição improvisada, com provas que colocam as famílias frente a frente e revelam o quanto cada lado está disposto a fazer para vencer.

O filme trabalha com uma ideia simples, mas que rende situações curiosas: pessoas completamente diferentes sendo obrigadas a dividir espaço e lidar com hábitos, opiniões e comportamentos que não combinam. As melhores cenas aparecem justamente quando a rivalidade começa a sair do controle e o acampamento vira uma grande bagunça.

Quem aparece no elenco do filme?

O longa reúne nomes conhecidos da comédia e da televisão americana. Charlie Sheen interpreta Charlie Jones, enquanto Leah Remini vive Cheyenne. O elenco também conta com Charlotte McKinney como Sharni, Tiffany Haddish como Keko e Naya Rivera como Felipa.

A produção ainda traz Dennis Quaid no papel do Guarda-Parques Chefe, além de David Spade como Johnny Jon-John, Clint Howard, Efren Ramirez, Chris Mulkey e Chanel Iman.

A presença de Tiffany Haddish chama atenção, já que o filme foi lançado antes de ela ganhar maior reconhecimento em Hollywood com produções como Girls Trip (2017). Já Charlie Sheen retorna ao gênero de comédia, um estilo bastante associado à sua carreira.

Opinião | O terror já não nos assusta como antes — e talvez esse seja o problema

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Tem uma coisa que a gente não pode negar: o terror, quando é bom, deixa a gente com medo até de abrir a geladeira de madrugada. Mas, convenhamos, quantas vezes você realmente saiu do cinema sentindo aquele friozinho na espinha nos últimos anos? Dá pra contar nos dedos, né?

A verdade é que o cinema de terror anda precisando se reinventar — ou melhor, tem tentado se reinventar, mas nem sempre acerta o ponto. E isso não é culpa do gênero em si. O problema tá mais em como o medo vem sendo reciclado, embalado e vendido como se fosse sempre a mesma história: casa mal-assombrada, espírito vingativo, adolescente burro que desce pro porão, jumpscare atrás de jumpscare. Você assiste e pensa: “Ué, já vi isso antes… umas 47 vezes”.

Mas, calma, nem tudo está perdido. Ainda tem gente fazendo coisa boa — e é sobre isso que a gente precisa falar.

O terror já foi underground. Agora é pop. E isso muda tudo.

Antigamente, o terror era aquele primo esquisito dos outros gêneros. Tava lá nos cantos, sangrando, gritando, mas nunca era levado muito a sério. Era visto como “entretenimento barato”. Só que aí, nos últimos 20 anos, o jogo virou. Filmes como O Sexto Sentido, O Chamado, Atividade Paranormal, Invocação do Mal e, mais recentemente, Corra! e Hereditário, colocaram o terror na mesa dos grandes. E, junto com isso, veio a responsabilidade: o público ficou mais exigente, mais analítico, mais… chato?

Talvez não chato, mas definitivamente mais atento. A galera quer mais do que susto. Quer história, quer simbologia, quer profundidade emocional. O terror passou a ser uma lente potente pra explorar temas sérios: racismo, luto, depressão, relações familiares. Isso é lindo. Mas também criou um novo desafio: como manter o susto e o incômodo quando o público já tá preparado pra tudo?

O grande dilema: susto ou reflexão? E se der pra ter os dois?

Um dos maiores erros do terror atual é achar que precisa escolher entre ser inteligente ou ser assustador. Como se não desse pra fazer as duas coisas. Spoiler: dá, sim. E alguns diretores estão provando isso.

Jordan Peele é o exemplo mais falado. Com Corra! e Nós, ele mostrou que dá pra fazer terror com crítica social, mas sem esquecer da tensão e do impacto visual. Ari Aster, com Hereditário e Midsommar, transformou o trauma em pesadelo. Robert Eggers foi lá e entregou A Bruxa e O Farol, misturando o grotesco com o existencial. São filmes que te perturbam porque são estranhamente… possíveis. Eles conversam com nossos medos reais: de perder alguém, de enlouquecer, de não ser ouvido.

Mas aí o mercado percebe isso, e o que acontece? Começam as cópias. E, claro, nem todo mundo tem o mesmo talento. O resultado? Uma leva de filmes que parecem feitos em série: tem a estética, tem o clima, mas não tem alma.

A armadilha da fórmula: quando o susto é só automático

A gente precisa falar dos jumpscares. Eles não são o problema em si — aliás, quando bem usados, funcionam muito bem. O problema é quando viram muleta. A cena tá calma demais? Taca um barulho alto do nada! Um gato pulando, uma porta rangendo, uma TV que liga sozinha. Tudo previsível.

O susto genuíno não vem do volume alto, vem da construção do medo. E isso exige roteiro, direção, atuações minimamente comprometidas. Por isso, quando um filme realmente entrega isso, ele se destaca. Porque o resto virou ruído.

Streaming: liberdade criativa ou zona de conforto?

Com a explosão do streaming, o terror ganhou espaço como nunca antes. Netflix, Prime Video, Star+, Max, Apple TV… todo mundo quer um terrorzinho pra chamar de seu. O lado bom: mais gente fazendo, mais diversidade de histórias, mais espaço pra narrativas alternativas.

O lado ruim? Muita coisa sendo feita às pressas, pra cumprir catálogo. Filmes esquecíveis, genéricos, que parecem feitos por inteligência artificial: título misterioso, capa escura, personagens aleatórios, e uma reviravolta final que tenta ser genial, mas só confunde.

O terror não pode virar fast food. Porque ele depende da atmosfera, da tensão construída aos poucos, da empatia com os personagens. Não dá pra “maratonar” terror como se fosse uma série de comédia. Precisa respirar.

E o terror brasileiro? Tá acordando, mas ainda tá tímido

Olha, tem coisa boa sendo feita aqui também. Filmes como Morto Não Fala, As Boas Maneiras, O Animal Cordial e Noites Alienígenas mostram que o terror nacional tem potencial de sobra. O problema, como sempre, é grana e distribuição. É difícil competir com os blockbusters americanos.

Mas se tem uma coisa que o Brasil tem é medo real. Nossa realidade é cheia de tensão, violência, desigualdade, fantasmas políticos, traumas históricos. O cinema de terror brasileiro ainda pode beber muito dessa fonte. Basta ter coragem — e investimento.

O que o público quer — e o que o terror precisa entregar

A gente quer mais do que o velho truque da porta que se fecha sozinha. Queremos sentir. Queremos sair do cinema mexidos. Não precisa nem ser com medo — pode ser com estranhamento, com desconforto, com reflexão. O terror pode ser mais do que o barulho. Pode ser silêncio, pode ser sugestão, pode ser sutileza.

O bom terror deixa rastro. Não é aquele que você esquece depois dos créditos. É aquele que fica com você quando as luzes se apagam. É o que faz você olhar duas vezes pro espelho do banheiro.

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