Entenda o que está acontecendo com Tom Hardy em Terra da Máfia e por que os bastidores da série podem influenciar seu futuro no Paramount+

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O nome de Tom Hardy apareceu em meio a relatos de bastidores da série Terra da Máfia, também conhecida como MobLand, depois de uma reportagem do The Hollywood Reporter apontar possíveis conflitos durante a produção. Segundo a publicação, a situação envolve diferenças entre o ator e parte da equipe criativa, algo que teria afetado o ritmo das gravações da segunda temporada.

As informações citam principalmente o produtor executivo Jez Butterworth e profissionais ligados à 101 Studios, empresa de David Glasser que trabalha junto ao Paramount+ na série. O ponto central dessas divergências estaria ligado a decisões criativas e ao funcionamento do set no dia a dia. Até agora, ninguém envolvido comentou publicamente o que foi relatado.

Para situar melhor o leitor, MobLand é uma série britânica de drama policial criada por Ronan Bennett. A história acompanha a família Harrigan, uma organização criminosa de Londres que tenta manter o controle de seu império enquanto lida com ameaças de fora e disputas internas. Nesse núcleo, Conrad Harrigan, interpretado por Pierce Brosnan, e Maeve Harrigan, vivida por Helen Mirren, são as figuras que comandam tudo.

Dentro desse cenário, Tom interpreta Harry Da Souza, um personagem que resolve problemas práticos da família Harrigan. Ele entra em situações que envolvem pressão, negociações delicadas e conflitos que precisam ser contidos antes de virar guerra aberta entre grupos criminosos. É um papel que depende muito de presença em cena e interação constante com outros personagens centrais.

A série estreou em 30 de março de 2025 no Paramount+ e teve um desempenho inicial forte o suficiente para ficar entre os títulos mais assistidos da plataforma naquele período. Com isso, a produção foi renovada para uma segunda temporada em junho de 2025 e já tem uma terceira fase em desenvolvimento, embora ainda sem confirmação definitiva de produção.

O ponto que chama atenção agora é que os relatos indicam que as tensões teriam acontecido justamente durante as gravações da segunda temporada. Esse é um momento sensível, porque a série ainda está ajustando sua estrutura e definindo como vai expandir a história daqui para frente. Em produções desse porte, qualquer desalinhamento entre elenco e equipe pode acabar mexendo no ritmo das filmagens e até em decisões criativas.

Outro fator importante é o jeito como MobLand foi construída. A série depende muito da relação entre os membros da família Harrigan e do equilíbrio entre eles. Isso faz com que qualquer mudança no comportamento do elenco principal ou na condução das cenas tenha impacto direto na forma como a história se sustenta.

Também ajuda a entender o contexto o tipo de produção que MobLand representa. A série reúne nomes de peso na frente das câmeras e uma equipe criativa experiente, com direção de profissionais como Guy Ritchie, Anthony Byrne, Daniel Syrkin e Lawrence Gough.

Tom Holland fala sobre “passar o manto” do Homem-Aranha enquanto o novo filme do herói avança e aponta mudanças importantes no futuro da franquia no MCU

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O futuro do Homem-Aranha no cinema voltou a ganhar força depois de novas declarações de Tom Holland. O ator, que interpreta Peter Parker no Universo Cinematográfico Marvel há vários anos, comentou em entrevista à revista Empire que não se incomoda com a ideia de outra pessoa assumir o papel do herói em algum momento. Segundo ele, esse tipo de transição pode acontecer de forma natural, e ele até gostaria de participar desse processo de alguma maneira. As informações são da Variety.

Na fala de Holland, a ideia não é encerrar nada, mas abrir espaço para novas versões do personagem. Ele citou possibilidades como Miles Morales, Gwen-Aranha e até uma nova interpretação da Mulher-Aranha, reforçando que o universo do herói pode crescer muito além de uma única versão. Isso combina com o momento atual da Marvel, que tem apostado cada vez mais em ampliar seus personagens e histórias em diferentes direções.

Esse cenário também conversa diretamente com o que já foi mostrado em Sem Volta para Casa. Depois dos acontecimentos do filme, Peter Parker passou a viver uma realidade completamente diferente. Ninguém mais lembra quem ele é, o que fez com que o personagem seguisse sua vida de forma isolada, sem apoio dos amigos e praticamente começando do zero em Nova York. Isso abriu espaço para uma fase mais solitária e mais centrada no dia a dia do herói.

Enquanto isso, o próximo capítulo dessa história já está em produção. O filme Um Novo Dia será o novo longa estrelado por Tom Holland dentro do MCU e faz parte da Fase Seis do universo cinematográfico. A direção fica por conta de Destin Daniel Cretton, enquanto o roteiro continua com Chris McKenna e Erik Sommers, que já acompanharam o personagem em outras produções.

O elenco reúne nomes importantes e conhecidos do público. Além de Zendaya e Jacob Batalon, o filme também conta com Jon Bernthal e Mark Ruffalo, além de Sadie Sink, Tramell Tillman e Michael Mando. A presença desses personagens indica que a trama deve ir além da rotina de Peter e se conectar com outras partes do universo Marvel.

A história parte diretamente das consequências de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Após o feitiço do Doutor Estranho, o mundo inteiro esqueceu a existência de Peter Parker. Agora, anos depois, ele continua atuando como Homem-Aranha de forma completamente anônima, vivendo sem reconhecimento e sem laços que antes faziam parte da sua vida. Isso deixa a narrativa com um tom mais emocional, já que o personagem precisa lidar com a solidão enquanto continua protegendo a cidade.

Outro ponto que deve chamar atenção no novo filme é a evolução dos poderes do herói. A ideia apresentada na produção é que Peter pode passar por mudanças importantes em suas habilidades, o que pode torná-lo ainda mais forte, mas também mais instável. Isso coloca o personagem em situações em que ele mesmo precisa entender o que está acontecendo com o próprio corpo, aumentando o nível de desafio.

Nos bastidores, essa nova fase vem sendo construída há bastante tempo. A Sony já discutia a continuação da franquia desde 2019, e em 2021 surgiu a ideia de transformar essa etapa em uma nova trilogia estrelada por Tom Holland. A partir daí, o projeto foi evoluindo até ganhar forma definitiva com a entrada de Destin Daniel Cretton na direção em 2024.

As filmagens começaram em agosto de 2025, passando por locações em Glasgow, na Escócia, e também pelos estúdios Pinewood, na Inglaterra. Outras cenas foram gravadas em diferentes regiões do país, e a produção deve ser finalizada até o fim do ano. Isso indica que o filme já está em uma fase avançada e caminhando para sua reta final de produção.

O lançamento de Um Novo Dia está previsto para 30 de julho nos cinemas do Brasil, com exibições em IMAX em mercados selecionados.

O Mandaloriano e Grogu registra queda na bilheteria nos Estados Unidos e projeta cerca de US$ 136 milhões no segundo fim de semana

O filme Star Wars: O Mandaloriano e Grogu apresentou uma desaceleração no desempenho das bilheteiras na América do Norte durante seu segundo fim de semana em cartaz. Na segunda sexta-feira de exibição, a produção arrecadou aproximadamente US$ 6,5 milhões, número que representa uma queda superior a 50% em relação ao dia de estreia, indicando uma perda de ritmo após o lançamento inicial. As informações são da Variety.

Com esse cenário, as projeções de mercado foram revisadas. As estimativas anteriores apontavam para uma arrecadação em torno de US$ 40 milhões no fim de semana completo, mas análises mais recentes indicam que o valor deve ficar mais próximo de US$ 25 milhões até o domingo. Caso essa projeção se confirme, o total doméstico acumulado do filme deve chegar a aproximadamente US$ 136 milhões após dois fins de semana em cartaz.

Dirigido por Jon Favreau, que também coescreve o roteiro ao lado de Dave Filoni, o longa é uma produção da Lucasfilm com distribuição da Walt Disney Studios Motion Pictures. O filme se insere diretamente na continuidade da série The Mandalorian, funcionando como uma expansão cinematográfica da jornada iniciada no Disney+, em um período narrativo situado após a queda do Império e durante os esforços de reorganização da galáxia pela Nova República.

A história acompanha Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal, um caçador de recompensas mandaloriano que continua atuando em regiões periféricas da galáxia enquanto tenta lidar com as mudanças políticas do novo regime. Ao seu lado está Grogu, seu aprendiz, uma criatura da mesma espécie de Yoda que permanece em treinamento e cuja ligação com o Mandaloriano segue como elemento central da narrativa. A produção mantém o uso de técnicas híbridas para o personagem, combinando animatrônicos, marionetes e efeitos visuais.

O elenco também inclui Sigourney Weaver, no papel da coronel Ward, líder dos Adelphi Rangers da Nova República e ex-piloto da Aliança Rebelde, além de Jeremy Allen White, que interpreta Rotta the Hutt, filho de Jabba the Hutt, ampliando a presença de personagens ligados ao submundo criminal da galáxia. Já Jonny Coyne aparece em um papel ainda não detalhado oficialmente, associado a figuras remanescentes do antigo regime imperial.

Na trama, Din Djarin e Grogu são enviados em uma nova missão que envolve a localização de antigos esconderijos de senhores da guerra imperiais espalhados pela galáxia. Esse contexto coloca a dupla em meio a um cenário de instabilidade política, no qual a Nova República ainda tenta consolidar sua autoridade enquanto enfrenta ameaças remanescentes do Império.

Obsessão ultrapassa US$ 100 milhões em bilheteria mundial após produção de apenas US$ 750 mil e se torna um dos maiores fenômenos recentes do gênero

O filme Obsessão virou um dos casos mais comentados do cinema recente ao ultrapassar cerca de US$ 108,8 milhões em bilheteria mundial, mesmo tendo sido produzido com um orçamento de apenas US$ 750 mil. O desempenho chama atenção porque mostra como uma ideia simples, bem executada e com forte apelo emocional ainda consegue alcançar público global, especialmente dentro do gênero de terror.

Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, em sua primeira experiência no cinema, o longa ganhou projeção depois de estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), dentro da mostra Midnight Madness. Foi a partir desse circuito de festivais que o filme começou a chamar atenção, antes de ganhar distribuição comercial e expandir sua presença nos cinemas.

A história gira em torno de Barão “Urso” Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem reservado que trabalha em uma loja de música e divide a rotina com os amigos Ian e Sarah. Ele carrega sentimentos por Nikki Freeman, vivida por Inde Navarrette, mas nunca consegue transformar essa relação em algo claro ou direto. O filme parte justamente dessa hesitação comum do cotidiano, daquele tipo de emoção que muita gente já sentiu em algum momento: gostar de alguém sem saber como agir.

Antes mesmo do elemento sobrenatural entrar em cena, a narrativa já coloca o protagonista em um estado emocional instável. A morte acidental de sua gata, Sandy, após ingestão de oxicodona, funciona como um peso silencioso que acompanha suas decisões e ajuda a explicar parte de sua fragilidade ao longo da história. Não é um evento tratado de forma exagerada, mas como um impacto pessoal que vai acumulando tensão interna.

A virada acontece quando Bear encontra um objeto chamado “Salgueiro dos Desejos” em uma loja esotérica. A proposta é simples: um desejo por pessoa, com consequências desconhecidas. No impulso do momento, ele decide usar o artefato para que Nikki passe a amá-lo mais do que qualquer outra pessoa. A partir daí, o filme muda de tom e passa a explorar o que acontece quando um sentimento real é forçado por algo artificial.

O relacionamento que surge depois disso começa de forma quase confusa. Nikki se aproxima, e os dois acabam entrando em uma relação que parece intensa, mas ao mesmo tempo estranha, como se algo estivesse fora do lugar. Aos poucos, o filme deixa claro que essa conexão não segue regras naturais, e que o comportamento dela passa a oscilar de forma cada vez mais difícil de entender.

Com o avanço da trama, os amigos Ian e Sarah começam a perceber que algo não se encaixa nessa história. Pequenas contradições surgem, versões diferentes de acontecimentos aparecem e a relação do casal passa a gerar desconforto até para quem está de fora. O ambiente de trabalho, que antes era apenas pano de fundo, vira palco de desconfiança e tensão.

O filme não depende de sustos tradicionais. Em vez disso, ele constrói sua força no desconforto gradual. Nikki passa a alternar momentos de carinho intenso com atitudes imprevisíveis, criando uma sensação constante de instabilidade emocional. O que parecia um romance incomum vai se transformando em uma relação difícil de sustentar, tanto para os personagens quanto para quem acompanha a história.

Em determinado ponto, o próprio funcionamento do “Salgueiro dos Desejos” vira uma espécie de armadilha narrativa. Bear tenta entender se há alguma forma de reverter o que fez, enquanto percebe que o desejo não é algo simples de desfazer. A ideia de controle vai desaparecendo aos poucos, e o filme começa a trabalhar mais com consequências do que com escolhas.

Hope | Filme de ficção científica com criaturas misteriosas de Na Hong-jin se torna fenômeno global após Canne

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O longa Hope, novo filme de Na Hong-jin, chegou ao Festival de Cannes de 2026 como uma das produções mais observadas da edição e rapidamente ganhou força no mercado internacional. Antes mesmo de sua estreia comercial, o projeto já havia sido vendido para distribuição em cerca de 200 territórios, um movimento que indica forte interesse global e coloca o filme entre os títulos mais disputados do ano. As informações são do Hollywood Reporter.

Esse tipo de pré-venda em larga escala não é comum e funciona como um sinal direto da indústria de que há expectativa de desempenho amplo em diferentes mercados. Para o público, isso significa que o filme já nasce com distribuição praticamente garantida em diversas regiões do mundo, o que aumenta as chances de exibição em cinemas e plataformas digitais em escala internacional.

A história se passa em Hope Harbor, uma pequena vila isolada próxima à Zona Desmilitarizada (DMZ) entre as Coreias. O isolamento geográfico não é apenas um detalhe do cenário, mas um elemento que impacta diretamente a narrativa. Quando a comunicação com o exterior é interrompida, a comunidade fica completamente dependente de seus próprios recursos para lidar com uma ameaça crescente.

A trama começa com relatos de moradores sobre a possível presença de um tigre na região, o que leva o chefe de polícia Bum-seok a iniciar uma investigação. O caso, inicialmente tratado como um incidente de vida selvagem, muda completamente de escala quando incêndios florestais atingem a área e cortam todas as conexões com o mundo exterior. A partir desse ponto, a vila passa a operar em isolamento total.

Sem apoio externo, os moradores começam a enfrentar acontecimentos cada vez mais estranhos nas montanhas ao redor. O que parecia uma ocorrência isolada evolui para uma ameaça desconhecida, enquanto caçadores locais que entram na floresta acreditando ter controle da situação passam a desaparecer ou se tornam parte do próprio perigo. O filme constrói essa escalada de forma gradual, mantendo o mistério sobre a origem da criatura.

O projeto marca uma ampliação clara na escala do trabalho de Na Hong-jin, cineasta conhecido por filmes de suspense e terror psicológico que exploram o colapso humano em situações extremas. Em Hope, ele incorpora elementos de ficção científica e criaturas misteriosas, expandindo o alcance visual e narrativo de sua filmografia sem abandonar o foco na tensão e no comportamento dos personagens sob pressão.

O elenco reforça a proposta de uma produção com alcance global. Hwang Jung-min interpreta Bum-seok, o chefe de polícia responsável por tentar organizar a resposta da comunidade. Zo In-sung vive um morador da região que passa a investigar diretamente o que está acontecendo nas montanhas. Jung Ho-yeon, conhecida mundialmente por Round 6, interpreta uma policial novata que se vê diante de sua primeira grande crise em campo.

A produção também reúne nomes internacionais que ampliam seu alcance fora da Ásia. Estão no elenco Alicia Vikander, Michael Fassbender, além de Taylor Russell e Cameron Britton. A combinação de atores sul-coreanos e ocidentais reforça a estratégia de posicionamento internacional desde a fase de produção.

As filmagens do longa-metragem começaram em 2023 e foram realizadas em diferentes locais para reforçar a sensação de isolamento da história. Na Coreia do Sul, a equipe utilizou áreas rurais e montanhosas, enquanto parte da produção foi gravada na Romênia, especialmente na região das montanhas Retezat, conhecida por suas paisagens naturais densas e pouco urbanizadas.

O uso de locações reais foi uma escolha importante para a construção do filme. Em vez de depender exclusivamente de cenários digitais, a produção priorizou ambientes naturais para reforçar a sensação de perigo e imprevisibilidade. Algumas sequências foram filmadas com luz natural, exigindo maior precisão técnica, mas contribuindo para uma estética mais realista.

A estreia no Festival de Cannes ajudou a consolidar o interesse em torno do projeto. As primeiras impressões destacaram a forma como Na Hong-jin trabalha a tensão em ambientes abertos e utiliza o isolamento como elemento narrativo central. Embora alguns comentários tenham apontado divergências em relação aos efeitos visuais, a recepção geral foi positiva e suficiente para impulsionar ainda mais o interesse dos distribuidores.

Hannah Waddingham esclarece rumor sobre Wicked e revela que nunca disputou papel importante da adaptação

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Hannah Waddingham colocou um ponto final em uma especulação que circulava entre admiradores de Wicked desde antes do lançamento do filme. Em entrevista à revista Variety, a atriz negou ter realizado testes para interpretar Madame Morrible na adaptação cinematográfica do famoso musical da Broadway.

Ao ser questionada sobre os rumores, Waddingham respondeu de forma bem-humorada. “Não, não fiz! Isso é hilário”, declarou. Em seguida, reforçou que nunca participou de qualquer processo de seleção para o papel. “Podemos encerrar esse assunto de uma vez por todas”, acrescentou.

A declaração é relevante porque, nos últimos anos, o nome da atriz passou a ser frequentemente associado a grandes produções musicais. Com experiência nos palcos do teatro musical britânico e reconhecimento internacional após seu trabalho na série Ted Lasso, surgiram especulações de que ela poderia ter sido considerada para interpretar Madame Morrible, uma das figuras mais importantes da história de Wicked. Segundo a própria atriz, porém, isso nunca aconteceu.

Para quem assistiu ao filme, Madame Morrible é apresentada como a diretora da Universidade Shiz e uma das pessoas responsáveis por influenciar o destino de Elphaba. Ao longo da narrativa, a personagem se torna uma peça fundamental nos acontecimentos políticos que moldam o futuro da Terra de Oz.

No longa, o papel ficou com Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo. Sua interpretação foi uma das adições inéditas em relação à montagem teatral, já que a adaptação cinematográfica ampliou a participação de diversos personagens para aprofundar a construção do universo de Oz.

O esclarecimento de Waddingham surge em um momento em que a franquia continua sendo um dos musicais mais comentados dos últimos anos. Dirigido por Jon M. Chu, o filme adapta a primeira metade do espetáculo criado por Stephen Schwartz e Winnie Holzman, que por sua vez foi inspirado no romance de Gregory Maguire.

A história acompanha Elphaba, interpretada por Cynthia Erivo, uma jovem de pele verde que enfrenta preconceitos desde a infância e descobre possuir um talento extraordinário para magia. Na universidade, ela desenvolve uma relação complexa com Glinda, vivida por Ariana Grande, personagem que mais tarde se tornará a Bruxa Boa do Sul. Além das protagonistas, o elenco inclui Jonathan Bailey, Jeff Goldblum, Ethan Slater e Marissa Bode.

Para o público, a fala de Hannah Waddingham ajuda a esclarecer um rumor que acabou ganhando força sem qualquer confirmação oficial. Também serve para destacar como o processo de escalação de Wicked despertou interesse desde os primeiros anúncios do projeto, especialmente porque a adaptação reuniu alguns dos nomes mais conhecidos do cinema, da televisão e do teatro musical.

Enquanto isso, a franquia continua avançando. Após o sucesso comercial e crítico do primeiro filme, a história terá continuidade com Wicked: For Good, que dará sequência aos eventos da primeira parte e mostrará os desdobramentos da separação entre Elphaba e Glinda.

Sequência de Um Filme Minecraft recebe primeiro teaser de bastidores e começa a revelar os próximos passos da franquia nos cinemas

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A sequência de Um Filme Minecraft começou oficialmente sua campanha de divulgação. A produção divulgou o primeiro teaser de bastidores do novo longa, oferecendo ao público uma prévia do trabalho realizado nos sets e confirmando que a franquia continuará sua trajetória nas telonas após o expressivo desempenho do primeiro filme. Abaixo, confira o vídeo apresentado:

A novidade chega em um momento importante para a marca. Lançado em abril de 2025, o primeiro longa-metragem arrecadou cerca de US$ 961 milhões em todo o mundo e se tornou uma das adaptações de videogame mais bem-sucedidas da história do cinema. O resultado consolidou o potencial da franquia fora dos consoles e abriu caminho para novos projetos ambientados no universo criado pela Mojang.

O primeiro longa foi dirigido por Jared Hess e apresentou uma história original ambientada no Overworld. A trama acompanhou Garrett Garrison, Natalie, Henry e Dawn, personagens que acabam atravessando um portal para o mundo de Minecraft. Lá, eles encontram Steve, interpretado por Jack Black, e precisam aprender a sobreviver em um ambiente repleto de criaturas hostis, recursos para coletar e construções para criar.

Ao contrário de adaptações baseadas em jogos com narrativas lineares, Minecraft oferece aos roteiristas uma liberdade criativa muito maior. Como o jogo não possui uma história principal obrigatória, a equipe responsável pelo filme pode explorar diferentes regiões, personagens e desafios sem ficar limitada a um roteiro pré-estabelecido. Essa característica amplia as possibilidades para a continuação.

Embora o novo teaser não revele detalhes da trama, o material indica que a produção já está avançando para suas próximas etapas. Em grandes lançamentos, vídeos de bastidores costumam anteceder a divulgação de imagens oficiais, pôsteres e trailers completos, que normalmente apresentam os primeiros detalhes concretos da história.

Uma das principais questões envolvendo a continuação é justamente a direção que a narrativa seguirá após os acontecimentos do primeiro filme. O longa anterior encerrou sua história com a introdução de Alex, uma das personagens mais conhecidas do universo de Minecraft. Nos jogos, Alex divide com Steve o posto de personagem principal da franquia, o que faz sua aparição ser vista como um possível gancho para os próximos capítulos.

Outro aspecto que desperta curiosidade é a possibilidade de explorar regiões ainda inéditas do universo de Minecraft. O primeiro filme concentrou boa parte de sua história no Overworld e no Nether, dois dos ambientes mais populares do jogo. Uma continuação pode aproveitar a oportunidade para apresentar novos cenários, criaturas e mecânicas que ainda não apareceram na adaptação cinematográfica.

Enquanto novos detalhes permanecem sob sigilo, a continuação do universo de Minecraft tem seu lançamento confirmado para 2027.

Evil Dead Wrath conclui suas gravações e aproxima A Morte do Demônio de seu retorno aos cinemas

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A produção de Evil Dead Wrath, novo capítulo da franquia A Morte do Demônio, concluiu oficialmente suas filmagens. Com isso, o longa-metragem entra na fase de pós-produção e mantém sua estreia prevista para 6 de abril de 2028 nos cinemas brasileiros.

O projeto será dirigido e escrito por Francis Galluppi, que assume pela primeira vez um filme da série. Nos bastidores, a produção continua sob a supervisão de Sam Raimi e Robert Tapert, responsáveis por ajudar a construir a franquia desde seus primeiros anos.

Até o momento, os detalhes da história permanecem em sigilo. A produção ainda não divulgou uma sinopse oficial nem revelou quais personagens estarão no centro da narrativa. A estratégia segue a linha adotada pelos filmes mais recentes da franquia, que preservaram os principais detalhes da trama até a divulgação dos primeiros trailers.

O elenco confirmado reúne Charlotte Hope, Jessica McNamee, Zach Gilford, Josh Helman, Ella Newton, Ella Oliphant e Elizabeth Cullen. Os papéis interpretados pelos atores ainda não foram anunciados.

Uma informação importante é que Evil Dead Wrath não foi apresentado como uma continuação direta de A Morte do Demônio: A Ascensão, lançado em 2023. Tudo indica que o filme contará uma nova história ambientada no mesmo universo da franquia, modelo que tem permitido aos produtores explorar personagens e situações diferentes sem depender dos acontecimentos dos longas anteriores.

Também não há confirmação sobre uma participação de Ash Williams, personagem interpretado por Bruce Campbell e protagonista da trilogia original. O ator segue ligado à marca nos bastidores, mas seu retorno diante das câmeras não foi anunciado.

Embora a trama continue cercada de mistério, a franquia possui alguns elementos recorrentes que costumam servir como base para suas histórias. Desde o longa de 1981, os filmes exploram confrontos entre seres humanos e entidades demoníacas libertadas por antigos textos amaldiçoados, especialmente o Necronomicon, objeto que se tornou uma das marcas registradas da série.

O próprio título do novo filme chama atenção. A palavra “Wrath”, traduzida como “ira”, sugere uma narrativa marcada por conflitos mais violentos e pela presença de ameaças ainda mais perigosas. No entanto, os produtores não explicaram oficialmente o significado do nome nem sua relação com os acontecimentos da história.

Com as gravações encerradas, os próximos passos da produção incluem a finalização dos efeitos visuais, edição e desenho de som. As primeiras imagens oficiais, a sinopse completa e o trailer devem ser divulgados futuramente, oferecendo uma visão mais clara sobre a proposta do novo capítulo.

Supercine exibe O Homem de Toronto neste sábado (30) e reúne Kevin Hart e Woody Harrelson em comédia cheia de confusão

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O Supercine deste sábado, 30 de maio, traz O Homem de Toronto, longa-metragem de ação e comédia lançado em 2022 e estrelado por Kevin Hart e Woody Harrelson. O filme será uma opção para quem procura uma história leve, com perseguições, confrontos e situações cômicas construídas a partir de uma grande confusão de identidade.

Segundo a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Teddy, um empresário de Nova York que tenta encontrar uma forma de fazer seus negócios darem certo. Durante uma viagem, ele acaba chegando ao endereço errado de uma casa alugada por temporada. O erro faz com que criminosos o confundam com o temido “Homem de Toronto”, um assassino conhecido por sua reputação no mundo do crime.

Sem entender o que está acontecendo, Teddy passa a ser tratado como um perigoso profissional contratado para realizar interrogatórios e missões de alto risco. A situação se complica ainda mais quando o verdadeiro Homem de Toronto surge e percebe que existe alguém ocupando o seu lugar.

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O principal elemento da história é justamente o contraste entre os dois personagens centrais. Teddy é um homem comum, inseguro e sem qualquer experiência em combate. Já Randy, conhecido como Homem de Toronto, é um assassino treinado, acostumado a lidar com operações perigosas. A convivência forçada entre eles gera boa parte dos momentos de humor do filme.

Kevin Hart interpreta Teddy e utiliza características que já marcaram outros trabalhos de sua carreira, como a capacidade de transformar situações simples em momentos de humor. O ator também esteve em produções como Jumanji: Bem-Vindo à Selva, Jumanji: Próxima Fase e Central de Inteligência.

Woody Harrelson assume o papel do assassino profissional. Ao longo de sua trajetória em Hollywood, o ator participou de filmes como Zumbilândia, Três Anúncios para um Crime e da franquia Jogos Vorazes. Em O Homem de Toronto, ele entrega um personagem mais contido, servindo como contraponto ao estilo expansivo de Hart.

O elenco ainda conta com Kaley Cuoco no papel de Maggie, esposa de Teddy. A atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Penny na série The Big Bang Theory. Também participam da produção Ellen Barkin, Jasmine Matthews, Kate Drummond e Pierson Fodé.

Dirigido por Patrick Hughes, o filme segue uma fórmula bastante conhecida pelo público: dois personagens completamente diferentes são obrigados a trabalhar juntos para escapar de uma série de ameaças. Ao longo da história, a dupla enfrenta criminosos, agentes federais e outros assassinos contratados que tentam resolver a confusão criada pela troca de identidades.

Um detalhe interessante sobre a produção envolve seu lançamento. Inicialmente, O Homem de Toronto chegaria aos cinemas pela Sony Pictures. Posteriormente, os direitos de distribuição foram adquiridos pela Netflix, que lançou o filme mundialmente em junho de 2022. A mudança ampliou o alcance da obra e fez com que ela chegasse rapidamente ao catálogo da plataforma em diversos países.

Para quem ainda não conhece o longa, vale destacar que ele não busca construir uma trama complexa de espionagem ou suspense. O foco está na relação entre os protagonistas e nas consequências do erro que coloca um cidadão comum no centro de uma operação criminosa internacional. As cenas de ação funcionam como complemento para a narrativa, que dedica boa parte do tempo às interações entre Teddy e Randy.

Paramount negocia adaptação milionária de A Biblioteca da Meia-Noite com Florence Pugh e leva aos cinemas um dos livros mais comentados dos últimos anos

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A Paramount está perto de garantir os direitos de A Biblioteca da Meia-Noite (The Midnight Library), romance de Matt Haig que se tornou um fenômeno editorial desde seu lançamento em 2020.

De acordo com informações divulgadas durante o Festival de Cannes, o estúdio deve investir mais de US$ 30 milhões para adquirir o projeto, um dos negócios mais disputados do mercado cinematográfico deste ano. As informações são do The Hollywood Reporter.

O filme será dirigido por Garth Davis, conhecido por Lion: Uma Jornada para Casa e Maria Madalena, enquanto Florence Pugh, atriz de produções como Oppenheimer, Duna: Parte Dois, Viúva Negra e Adoráveis Mulheres, está ligada ao papel principal.

Para quem ainda não conhece a obra, o interesse de Hollywood não é difícil de entender. Diferentemente de muitas histórias que utilizam universos paralelos apenas como ferramenta para criar ação ou aventura, A Biblioteca da Meia-Noite constrói sua narrativa em torno de uma pergunta que praticamente todo mundo já fez em algum momento da vida: “Como tudo seria diferente se eu tivesse tomado outra decisão?”

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A protagonista é Nora Seed, uma mulher que atravessa uma fase extremamente difícil. Sem conseguir enxergar perspectivas para o futuro, ela acaba chegando a um ponto de ruptura emocional. É então que desperta em um lugar incomum: uma biblioteca infinita situada entre a vida e a morte.

Cada livro presente nas estantes representa uma versão diferente de sua existência. Ao abrir uma dessas obras, Nora passa a viver temporariamente uma realidade construída a partir de escolhas que ela não fez em sua vida original.

Em uma dessas possibilidades, ela se torna uma atleta olímpica. Em outra, segue carreira científica em uma região isolada do Ártico. Também experimenta uma vida em que se muda para a Austrália, outra em que alcança fama internacional na música e uma em que constrói a família que sempre imaginou ter.

O elemento mais interessante da história é que nenhuma dessas vidas alternativas funciona como uma fantasia perfeita. Cada nova realidade apresenta desafios, perdas e consequências próprias. Aos poucos, Nora percebe que mudar uma decisão específica não elimina automaticamente os problemas que fazem parte da experiência humana.

Essa construção ajudou o livro a conquistar milhões de leitores ao redor do mundo. Embora utilize conceitos de ficção científica e fantasia, a obra discute temas bastante próximos da realidade, como arrependimento, expectativas, autoestima, relações familiares e a tendência de idealizar caminhos que nunca foram seguidos.

Para o público que acompanha adaptações literárias, existe outro fator que ajuda a explicar o entusiasmo em torno do projeto. A história depende fortemente da atuação da protagonista, já que grande parte da narrativa acompanha diferentes versões da mesma personagem enfrentando situações completamente distintas.

Por isso, a possível escalação de Florence Pugh tem sido vista como um dos principais atrativos da produção. Nos últimos anos, a atriz demonstrou versatilidade em dramas, produções históricas, filmes de ação e grandes franquias, características que podem ser importantes para interpretar uma personagem que passa por tantas transformações ao longo da trama.

A escolha de Garth Davis para a direção também indica que o estúdio pretende preservar o aspecto emocional da obra. Seus trabalhos anteriores costumam priorizar a jornada dos personagens e os conflitos humanos, algo essencial para uma adaptação que depende menos de grandes cenas de espetáculo e mais da conexão do público com a protagonista.

Ainda não existe uma data oficial para o início das filmagens ou para a estreia nos cinemas. Mesmo assim, a movimentação em Cannes mostra que o projeto está avançando rapidamente e pode se tornar uma das adaptações literárias mais importantes atualmente em desenvolvimento em Hollywood.

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