Obsessão ultrapassa US$ 100 milhões em bilheteria mundial após produção de apenas US$ 750 mil e se torna um dos maiores fenômenos recentes do gênero

O filme Obsessão virou um dos casos mais comentados do cinema recente ao ultrapassar cerca de US$ 108,8 milhões em bilheteria mundial, mesmo tendo sido produzido com um orçamento de apenas US$ 750 mil. O desempenho chama atenção porque mostra como uma ideia simples, bem executada e com forte apelo emocional ainda consegue alcançar público global, especialmente dentro do gênero de terror.

Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, em sua primeira experiência no cinema, o longa ganhou projeção depois de estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), dentro da mostra Midnight Madness. Foi a partir desse circuito de festivais que o filme começou a chamar atenção, antes de ganhar distribuição comercial e expandir sua presença nos cinemas.

A história gira em torno de Barão “Urso” Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem reservado que trabalha em uma loja de música e divide a rotina com os amigos Ian e Sarah. Ele carrega sentimentos por Nikki Freeman, vivida por Inde Navarrette, mas nunca consegue transformar essa relação em algo claro ou direto. O filme parte justamente dessa hesitação comum do cotidiano, daquele tipo de emoção que muita gente já sentiu em algum momento: gostar de alguém sem saber como agir.

Antes mesmo do elemento sobrenatural entrar em cena, a narrativa já coloca o protagonista em um estado emocional instável. A morte acidental de sua gata, Sandy, após ingestão de oxicodona, funciona como um peso silencioso que acompanha suas decisões e ajuda a explicar parte de sua fragilidade ao longo da história. Não é um evento tratado de forma exagerada, mas como um impacto pessoal que vai acumulando tensão interna.

A virada acontece quando Bear encontra um objeto chamado “Salgueiro dos Desejos” em uma loja esotérica. A proposta é simples: um desejo por pessoa, com consequências desconhecidas. No impulso do momento, ele decide usar o artefato para que Nikki passe a amá-lo mais do que qualquer outra pessoa. A partir daí, o filme muda de tom e passa a explorar o que acontece quando um sentimento real é forçado por algo artificial.

O relacionamento que surge depois disso começa de forma quase confusa. Nikki se aproxima, e os dois acabam entrando em uma relação que parece intensa, mas ao mesmo tempo estranha, como se algo estivesse fora do lugar. Aos poucos, o filme deixa claro que essa conexão não segue regras naturais, e que o comportamento dela passa a oscilar de forma cada vez mais difícil de entender.

Com o avanço da trama, os amigos Ian e Sarah começam a perceber que algo não se encaixa nessa história. Pequenas contradições surgem, versões diferentes de acontecimentos aparecem e a relação do casal passa a gerar desconforto até para quem está de fora. O ambiente de trabalho, que antes era apenas pano de fundo, vira palco de desconfiança e tensão.

O filme não depende de sustos tradicionais. Em vez disso, ele constrói sua força no desconforto gradual. Nikki passa a alternar momentos de carinho intenso com atitudes imprevisíveis, criando uma sensação constante de instabilidade emocional. O que parecia um romance incomum vai se transformando em uma relação difícil de sustentar, tanto para os personagens quanto para quem acompanha a história.

Em determinado ponto, o próprio funcionamento do “Salgueiro dos Desejos” vira uma espécie de armadilha narrativa. Bear tenta entender se há alguma forma de reverter o que fez, enquanto percebe que o desejo não é algo simples de desfazer. A ideia de controle vai desaparecendo aos poucos, e o filme começa a trabalhar mais com consequências do que com escolhas.

Hope | Filme de ficção científica com criaturas misteriosas de Na Hong-jin se torna fenômeno global após Canne

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O longa Hope, novo filme de Na Hong-jin, chegou ao Festival de Cannes de 2026 como uma das produções mais observadas da edição e rapidamente ganhou força no mercado internacional. Antes mesmo de sua estreia comercial, o projeto já havia sido vendido para distribuição em cerca de 200 territórios, um movimento que indica forte interesse global e coloca o filme entre os títulos mais disputados do ano. As informações são do Hollywood Reporter.

Esse tipo de pré-venda em larga escala não é comum e funciona como um sinal direto da indústria de que há expectativa de desempenho amplo em diferentes mercados. Para o público, isso significa que o filme já nasce com distribuição praticamente garantida em diversas regiões do mundo, o que aumenta as chances de exibição em cinemas e plataformas digitais em escala internacional.

A história se passa em Hope Harbor, uma pequena vila isolada próxima à Zona Desmilitarizada (DMZ) entre as Coreias. O isolamento geográfico não é apenas um detalhe do cenário, mas um elemento que impacta diretamente a narrativa. Quando a comunicação com o exterior é interrompida, a comunidade fica completamente dependente de seus próprios recursos para lidar com uma ameaça crescente.

A trama começa com relatos de moradores sobre a possível presença de um tigre na região, o que leva o chefe de polícia Bum-seok a iniciar uma investigação. O caso, inicialmente tratado como um incidente de vida selvagem, muda completamente de escala quando incêndios florestais atingem a área e cortam todas as conexões com o mundo exterior. A partir desse ponto, a vila passa a operar em isolamento total.

Sem apoio externo, os moradores começam a enfrentar acontecimentos cada vez mais estranhos nas montanhas ao redor. O que parecia uma ocorrência isolada evolui para uma ameaça desconhecida, enquanto caçadores locais que entram na floresta acreditando ter controle da situação passam a desaparecer ou se tornam parte do próprio perigo. O filme constrói essa escalada de forma gradual, mantendo o mistério sobre a origem da criatura.

O projeto marca uma ampliação clara na escala do trabalho de Na Hong-jin, cineasta conhecido por filmes de suspense e terror psicológico que exploram o colapso humano em situações extremas. Em Hope, ele incorpora elementos de ficção científica e criaturas misteriosas, expandindo o alcance visual e narrativo de sua filmografia sem abandonar o foco na tensão e no comportamento dos personagens sob pressão.

O elenco reforça a proposta de uma produção com alcance global. Hwang Jung-min interpreta Bum-seok, o chefe de polícia responsável por tentar organizar a resposta da comunidade. Zo In-sung vive um morador da região que passa a investigar diretamente o que está acontecendo nas montanhas. Jung Ho-yeon, conhecida mundialmente por Round 6, interpreta uma policial novata que se vê diante de sua primeira grande crise em campo.

A produção também reúne nomes internacionais que ampliam seu alcance fora da Ásia. Estão no elenco Alicia Vikander, Michael Fassbender, além de Taylor Russell e Cameron Britton. A combinação de atores sul-coreanos e ocidentais reforça a estratégia de posicionamento internacional desde a fase de produção.

As filmagens do longa-metragem começaram em 2023 e foram realizadas em diferentes locais para reforçar a sensação de isolamento da história. Na Coreia do Sul, a equipe utilizou áreas rurais e montanhosas, enquanto parte da produção foi gravada na Romênia, especialmente na região das montanhas Retezat, conhecida por suas paisagens naturais densas e pouco urbanizadas.

O uso de locações reais foi uma escolha importante para a construção do filme. Em vez de depender exclusivamente de cenários digitais, a produção priorizou ambientes naturais para reforçar a sensação de perigo e imprevisibilidade. Algumas sequências foram filmadas com luz natural, exigindo maior precisão técnica, mas contribuindo para uma estética mais realista.

A estreia no Festival de Cannes ajudou a consolidar o interesse em torno do projeto. As primeiras impressões destacaram a forma como Na Hong-jin trabalha a tensão em ambientes abertos e utiliza o isolamento como elemento narrativo central. Embora alguns comentários tenham apontado divergências em relação aos efeitos visuais, a recepção geral foi positiva e suficiente para impulsionar ainda mais o interesse dos distribuidores.

Hannah Waddingham esclarece rumor sobre Wicked e revela que nunca disputou papel importante da adaptação

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Hannah Waddingham colocou um ponto final em uma especulação que circulava entre admiradores de Wicked desde antes do lançamento do filme. Em entrevista à revista Variety, a atriz negou ter realizado testes para interpretar Madame Morrible na adaptação cinematográfica do famoso musical da Broadway.

Ao ser questionada sobre os rumores, Waddingham respondeu de forma bem-humorada. “Não, não fiz! Isso é hilário”, declarou. Em seguida, reforçou que nunca participou de qualquer processo de seleção para o papel. “Podemos encerrar esse assunto de uma vez por todas”, acrescentou.

A declaração é relevante porque, nos últimos anos, o nome da atriz passou a ser frequentemente associado a grandes produções musicais. Com experiência nos palcos do teatro musical britânico e reconhecimento internacional após seu trabalho na série Ted Lasso, surgiram especulações de que ela poderia ter sido considerada para interpretar Madame Morrible, uma das figuras mais importantes da história de Wicked. Segundo a própria atriz, porém, isso nunca aconteceu.

Para quem assistiu ao filme, Madame Morrible é apresentada como a diretora da Universidade Shiz e uma das pessoas responsáveis por influenciar o destino de Elphaba. Ao longo da narrativa, a personagem se torna uma peça fundamental nos acontecimentos políticos que moldam o futuro da Terra de Oz.

No longa, o papel ficou com Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo. Sua interpretação foi uma das adições inéditas em relação à montagem teatral, já que a adaptação cinematográfica ampliou a participação de diversos personagens para aprofundar a construção do universo de Oz.

O esclarecimento de Waddingham surge em um momento em que a franquia continua sendo um dos musicais mais comentados dos últimos anos. Dirigido por Jon M. Chu, o filme adapta a primeira metade do espetáculo criado por Stephen Schwartz e Winnie Holzman, que por sua vez foi inspirado no romance de Gregory Maguire.

A história acompanha Elphaba, interpretada por Cynthia Erivo, uma jovem de pele verde que enfrenta preconceitos desde a infância e descobre possuir um talento extraordinário para magia. Na universidade, ela desenvolve uma relação complexa com Glinda, vivida por Ariana Grande, personagem que mais tarde se tornará a Bruxa Boa do Sul. Além das protagonistas, o elenco inclui Jonathan Bailey, Jeff Goldblum, Ethan Slater e Marissa Bode.

Para o público, a fala de Hannah Waddingham ajuda a esclarecer um rumor que acabou ganhando força sem qualquer confirmação oficial. Também serve para destacar como o processo de escalação de Wicked despertou interesse desde os primeiros anúncios do projeto, especialmente porque a adaptação reuniu alguns dos nomes mais conhecidos do cinema, da televisão e do teatro musical.

Enquanto isso, a franquia continua avançando. Após o sucesso comercial e crítico do primeiro filme, a história terá continuidade com Wicked: For Good, que dará sequência aos eventos da primeira parte e mostrará os desdobramentos da separação entre Elphaba e Glinda.

Sequência de Um Filme Minecraft recebe primeiro teaser de bastidores e começa a revelar os próximos passos da franquia nos cinemas

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A sequência de Um Filme Minecraft começou oficialmente sua campanha de divulgação. A produção divulgou o primeiro teaser de bastidores do novo longa, oferecendo ao público uma prévia do trabalho realizado nos sets e confirmando que a franquia continuará sua trajetória nas telonas após o expressivo desempenho do primeiro filme. Abaixo, confira o vídeo apresentado:

A novidade chega em um momento importante para a marca. Lançado em abril de 2025, o primeiro longa-metragem arrecadou cerca de US$ 961 milhões em todo o mundo e se tornou uma das adaptações de videogame mais bem-sucedidas da história do cinema. O resultado consolidou o potencial da franquia fora dos consoles e abriu caminho para novos projetos ambientados no universo criado pela Mojang.

O primeiro longa foi dirigido por Jared Hess e apresentou uma história original ambientada no Overworld. A trama acompanhou Garrett Garrison, Natalie, Henry e Dawn, personagens que acabam atravessando um portal para o mundo de Minecraft. Lá, eles encontram Steve, interpretado por Jack Black, e precisam aprender a sobreviver em um ambiente repleto de criaturas hostis, recursos para coletar e construções para criar.

Ao contrário de adaptações baseadas em jogos com narrativas lineares, Minecraft oferece aos roteiristas uma liberdade criativa muito maior. Como o jogo não possui uma história principal obrigatória, a equipe responsável pelo filme pode explorar diferentes regiões, personagens e desafios sem ficar limitada a um roteiro pré-estabelecido. Essa característica amplia as possibilidades para a continuação.

Embora o novo teaser não revele detalhes da trama, o material indica que a produção já está avançando para suas próximas etapas. Em grandes lançamentos, vídeos de bastidores costumam anteceder a divulgação de imagens oficiais, pôsteres e trailers completos, que normalmente apresentam os primeiros detalhes concretos da história.

Uma das principais questões envolvendo a continuação é justamente a direção que a narrativa seguirá após os acontecimentos do primeiro filme. O longa anterior encerrou sua história com a introdução de Alex, uma das personagens mais conhecidas do universo de Minecraft. Nos jogos, Alex divide com Steve o posto de personagem principal da franquia, o que faz sua aparição ser vista como um possível gancho para os próximos capítulos.

Outro aspecto que desperta curiosidade é a possibilidade de explorar regiões ainda inéditas do universo de Minecraft. O primeiro filme concentrou boa parte de sua história no Overworld e no Nether, dois dos ambientes mais populares do jogo. Uma continuação pode aproveitar a oportunidade para apresentar novos cenários, criaturas e mecânicas que ainda não apareceram na adaptação cinematográfica.

Enquanto novos detalhes permanecem sob sigilo, a continuação do universo de Minecraft tem seu lançamento confirmado para 2027.

Evil Dead Wrath conclui suas gravações e aproxima A Morte do Demônio de seu retorno aos cinemas

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A produção de Evil Dead Wrath, novo capítulo da franquia A Morte do Demônio, concluiu oficialmente suas filmagens. Com isso, o longa-metragem entra na fase de pós-produção e mantém sua estreia prevista para 6 de abril de 2028 nos cinemas brasileiros.

O projeto será dirigido e escrito por Francis Galluppi, que assume pela primeira vez um filme da série. Nos bastidores, a produção continua sob a supervisão de Sam Raimi e Robert Tapert, responsáveis por ajudar a construir a franquia desde seus primeiros anos.

Até o momento, os detalhes da história permanecem em sigilo. A produção ainda não divulgou uma sinopse oficial nem revelou quais personagens estarão no centro da narrativa. A estratégia segue a linha adotada pelos filmes mais recentes da franquia, que preservaram os principais detalhes da trama até a divulgação dos primeiros trailers.

O elenco confirmado reúne Charlotte Hope, Jessica McNamee, Zach Gilford, Josh Helman, Ella Newton, Ella Oliphant e Elizabeth Cullen. Os papéis interpretados pelos atores ainda não foram anunciados.

Uma informação importante é que Evil Dead Wrath não foi apresentado como uma continuação direta de A Morte do Demônio: A Ascensão, lançado em 2023. Tudo indica que o filme contará uma nova história ambientada no mesmo universo da franquia, modelo que tem permitido aos produtores explorar personagens e situações diferentes sem depender dos acontecimentos dos longas anteriores.

Também não há confirmação sobre uma participação de Ash Williams, personagem interpretado por Bruce Campbell e protagonista da trilogia original. O ator segue ligado à marca nos bastidores, mas seu retorno diante das câmeras não foi anunciado.

Embora a trama continue cercada de mistério, a franquia possui alguns elementos recorrentes que costumam servir como base para suas histórias. Desde o longa de 1981, os filmes exploram confrontos entre seres humanos e entidades demoníacas libertadas por antigos textos amaldiçoados, especialmente o Necronomicon, objeto que se tornou uma das marcas registradas da série.

O próprio título do novo filme chama atenção. A palavra “Wrath”, traduzida como “ira”, sugere uma narrativa marcada por conflitos mais violentos e pela presença de ameaças ainda mais perigosas. No entanto, os produtores não explicaram oficialmente o significado do nome nem sua relação com os acontecimentos da história.

Com as gravações encerradas, os próximos passos da produção incluem a finalização dos efeitos visuais, edição e desenho de som. As primeiras imagens oficiais, a sinopse completa e o trailer devem ser divulgados futuramente, oferecendo uma visão mais clara sobre a proposta do novo capítulo.

Supercine exibe O Homem de Toronto neste sábado (30) e reúne Kevin Hart e Woody Harrelson em comédia cheia de confusão

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O Supercine deste sábado, 30 de maio, traz O Homem de Toronto, longa-metragem de ação e comédia lançado em 2022 e estrelado por Kevin Hart e Woody Harrelson. O filme será uma opção para quem procura uma história leve, com perseguições, confrontos e situações cômicas construídas a partir de uma grande confusão de identidade.

Segundo a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Teddy, um empresário de Nova York que tenta encontrar uma forma de fazer seus negócios darem certo. Durante uma viagem, ele acaba chegando ao endereço errado de uma casa alugada por temporada. O erro faz com que criminosos o confundam com o temido “Homem de Toronto”, um assassino conhecido por sua reputação no mundo do crime.

Sem entender o que está acontecendo, Teddy passa a ser tratado como um perigoso profissional contratado para realizar interrogatórios e missões de alto risco. A situação se complica ainda mais quando o verdadeiro Homem de Toronto surge e percebe que existe alguém ocupando o seu lugar.

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O principal elemento da história é justamente o contraste entre os dois personagens centrais. Teddy é um homem comum, inseguro e sem qualquer experiência em combate. Já Randy, conhecido como Homem de Toronto, é um assassino treinado, acostumado a lidar com operações perigosas. A convivência forçada entre eles gera boa parte dos momentos de humor do filme.

Kevin Hart interpreta Teddy e utiliza características que já marcaram outros trabalhos de sua carreira, como a capacidade de transformar situações simples em momentos de humor. O ator também esteve em produções como Jumanji: Bem-Vindo à Selva, Jumanji: Próxima Fase e Central de Inteligência.

Woody Harrelson assume o papel do assassino profissional. Ao longo de sua trajetória em Hollywood, o ator participou de filmes como Zumbilândia, Três Anúncios para um Crime e da franquia Jogos Vorazes. Em O Homem de Toronto, ele entrega um personagem mais contido, servindo como contraponto ao estilo expansivo de Hart.

O elenco ainda conta com Kaley Cuoco no papel de Maggie, esposa de Teddy. A atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Penny na série The Big Bang Theory. Também participam da produção Ellen Barkin, Jasmine Matthews, Kate Drummond e Pierson Fodé.

Dirigido por Patrick Hughes, o filme segue uma fórmula bastante conhecida pelo público: dois personagens completamente diferentes são obrigados a trabalhar juntos para escapar de uma série de ameaças. Ao longo da história, a dupla enfrenta criminosos, agentes federais e outros assassinos contratados que tentam resolver a confusão criada pela troca de identidades.

Um detalhe interessante sobre a produção envolve seu lançamento. Inicialmente, O Homem de Toronto chegaria aos cinemas pela Sony Pictures. Posteriormente, os direitos de distribuição foram adquiridos pela Netflix, que lançou o filme mundialmente em junho de 2022. A mudança ampliou o alcance da obra e fez com que ela chegasse rapidamente ao catálogo da plataforma em diversos países.

Para quem ainda não conhece o longa, vale destacar que ele não busca construir uma trama complexa de espionagem ou suspense. O foco está na relação entre os protagonistas e nas consequências do erro que coloca um cidadão comum no centro de uma operação criminosa internacional. As cenas de ação funcionam como complemento para a narrativa, que dedica boa parte do tempo às interações entre Teddy e Randy.

Paramount negocia adaptação milionária de A Biblioteca da Meia-Noite com Florence Pugh e leva aos cinemas um dos livros mais comentados dos últimos anos

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A Paramount está perto de garantir os direitos de A Biblioteca da Meia-Noite (The Midnight Library), romance de Matt Haig que se tornou um fenômeno editorial desde seu lançamento em 2020.

De acordo com informações divulgadas durante o Festival de Cannes, o estúdio deve investir mais de US$ 30 milhões para adquirir o projeto, um dos negócios mais disputados do mercado cinematográfico deste ano. As informações são do The Hollywood Reporter.

O filme será dirigido por Garth Davis, conhecido por Lion: Uma Jornada para Casa e Maria Madalena, enquanto Florence Pugh, atriz de produções como Oppenheimer, Duna: Parte Dois, Viúva Negra e Adoráveis Mulheres, está ligada ao papel principal.

Para quem ainda não conhece a obra, o interesse de Hollywood não é difícil de entender. Diferentemente de muitas histórias que utilizam universos paralelos apenas como ferramenta para criar ação ou aventura, A Biblioteca da Meia-Noite constrói sua narrativa em torno de uma pergunta que praticamente todo mundo já fez em algum momento da vida: “Como tudo seria diferente se eu tivesse tomado outra decisão?”

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A protagonista é Nora Seed, uma mulher que atravessa uma fase extremamente difícil. Sem conseguir enxergar perspectivas para o futuro, ela acaba chegando a um ponto de ruptura emocional. É então que desperta em um lugar incomum: uma biblioteca infinita situada entre a vida e a morte.

Cada livro presente nas estantes representa uma versão diferente de sua existência. Ao abrir uma dessas obras, Nora passa a viver temporariamente uma realidade construída a partir de escolhas que ela não fez em sua vida original.

Em uma dessas possibilidades, ela se torna uma atleta olímpica. Em outra, segue carreira científica em uma região isolada do Ártico. Também experimenta uma vida em que se muda para a Austrália, outra em que alcança fama internacional na música e uma em que constrói a família que sempre imaginou ter.

O elemento mais interessante da história é que nenhuma dessas vidas alternativas funciona como uma fantasia perfeita. Cada nova realidade apresenta desafios, perdas e consequências próprias. Aos poucos, Nora percebe que mudar uma decisão específica não elimina automaticamente os problemas que fazem parte da experiência humana.

Essa construção ajudou o livro a conquistar milhões de leitores ao redor do mundo. Embora utilize conceitos de ficção científica e fantasia, a obra discute temas bastante próximos da realidade, como arrependimento, expectativas, autoestima, relações familiares e a tendência de idealizar caminhos que nunca foram seguidos.

Para o público que acompanha adaptações literárias, existe outro fator que ajuda a explicar o entusiasmo em torno do projeto. A história depende fortemente da atuação da protagonista, já que grande parte da narrativa acompanha diferentes versões da mesma personagem enfrentando situações completamente distintas.

Por isso, a possível escalação de Florence Pugh tem sido vista como um dos principais atrativos da produção. Nos últimos anos, a atriz demonstrou versatilidade em dramas, produções históricas, filmes de ação e grandes franquias, características que podem ser importantes para interpretar uma personagem que passa por tantas transformações ao longo da trama.

A escolha de Garth Davis para a direção também indica que o estúdio pretende preservar o aspecto emocional da obra. Seus trabalhos anteriores costumam priorizar a jornada dos personagens e os conflitos humanos, algo essencial para uma adaptação que depende menos de grandes cenas de espetáculo e mais da conexão do público com a protagonista.

Ainda não existe uma data oficial para o início das filmagens ou para a estreia nos cinemas. Mesmo assim, a movimentação em Cannes mostra que o projeto está avançando rapidamente e pode se tornar uma das adaptações literárias mais importantes atualmente em desenvolvimento em Hollywood.

Backrooms: Um Não-Lugar já virou um dos fenômenos do terror em 2026 e estreia nos cinemas com números muito acima do esperado

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Nem sempre um fenômeno da internet consegue repetir o mesmo sucesso quando chega aos cinemas. Com Backrooms: Um Não-Lugar, porém, o cenário parece ser diferente. A adaptação da popular série criada por Kane Parsons para o YouTube começou sua trajetória nas telonas com US$ 10,4 milhões arrecadados apenas nas sessões de pré-estreia, um resultado que colocou o longa entre os lançamentos mais comentados do momento.

Antes da estreia, a expectativa do mercado apontava para uma abertura entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos. Agora, após os primeiros números divulgados, analistas já consideram a possibilidade de o filme encerrar o fim de semana acima dessa faixa. As informações são da Variety.

O dado chama ainda mais atenção quando comparado ao orçamento da produção. Segundo informações divulgadas pelos estúdios, Backrooms custou menos de US$ 10 milhões para ser produzido. Na prática, isso significa que o longa está muito perto de recuperar todo o investimento inicial em poucos dias de exibição.

Para quem ainda não conhece a história, o filme leva para os cinemas uma das lendas urbanas digitais mais populares dos últimos anos. Os Backrooms surgiram na internet a partir de imagens de corredores vazios, salas iluminadas por luzes fluorescentes e escritórios sem pessoas. A ideia era simples: e se existisse um lugar escondido da realidade, formado por ambientes infinitos dos quais ninguém consegue escapar?

A proposta parecia estranha quando apareceu pela primeira vez em fóruns online, mas acabou conquistando milhões de pessoas justamente por mexer com um medo bastante específico. Não se trata de monstros aparecendo a todo momento ou sustos constantes. O desconforto surge da sensação de estar preso em um local que parece comum à primeira vista, mas que se torna cada vez mais errado conforme você observa os detalhes.

No filme, a história acompanha Clark, interpretado por Chiwetel Ejiofor. Dono de uma loja de móveis, ele encontra algo impossível escondido no porão do estabelecimento: uma passagem que leva a um labirinto gigantesco de salas e corredores aparentemente intermináveis.

O que começa como curiosidade rapidamente se transforma em obsessão. Convencido de que encontrou algo extraordinário, Clark decide explorar o local com a ajuda de Kat, funcionária da loja, e Bobby, namorado dela. Conforme o grupo avança pelos corredores, surgem ruídos estranhos, fenômenos difíceis de explicar e sinais de que existe algo circulando por aquele espaço.

Quando Clark desaparece sem deixar rastros, a história passa a acompanhar a terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve. Na tentativa de descobrir o que aconteceu com seu paciente, ela entra nos Backrooms e acaba enfrentando seus próprios medos enquanto procura uma saída.

Um dos aspectos mais interessantes do projeto é justamente sua origem. Kane Parsons não chegou a Hollywood depois de dirigir grandes produções ou acumular anos de experiência na indústria. Ele ficou conhecido ainda adolescente ao publicar vídeos dos Backrooms no YouTube. Os curtas chamaram tanta atenção que acabaram despertando o interesse de produtores e estúdios, algo raro mesmo em uma época em que conteúdos virais surgem diariamente.

Essa trajetória ajuda a explicar parte da curiosidade em torno do filme. Muitas pessoas estão acompanhando não apenas a adaptação de uma história popular, mas também a evolução de um criador independente que saiu da internet para comandar uma produção distribuída mundialmente.

Chiwetel Ejiofor, visto em Doutor Estranho e vencedor do BAFTA por 12 Anos de Escravidão, lidera o elenco ao lado de Renate Reinsve, destaque do aclamado A Pior Pessoa do Mundo. A produção também traz Mark Duplass (The Morning Show e Creep), Finn Bennett (True Detective: Terra Noturna), Lukita Maxwell (Shrinking), Avan Jogia (Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City) e Krista Kosonen (Beforeigners).

O sucesso inicial indica que o longa de ficção científica e terror conseguiu atrair tanto quem já conhecia a história original quanto espectadores que nunca tiveram contato com a série do YouTube. Isso costuma ser um dos maiores desafios para adaptações de conteúdos virais: expandir o público sem depender exclusivamente da base de fãs que já existe.

O longa segue em cartaz nos cinemas brasileiros.

Toy Story 5 vai abordar o impacto da tecnologia nas crianças, e Tom Hanks destaca uma das cenas mais emocionantes da franquia

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Depois de acompanhar diferentes fases da infância ao longo de quase três décadas, a franquia Toy Story prepara uma nova discussão para seu próximo capítulo. Desta vez, os brinquedos terão que lidar com um concorrente que não existia quando Woody e Buzz Lightyear chegaram aos cinemas pela primeira vez: as telas.

Durante um evento realizado em Londres para promover Toy Story 5, Tom Hanks (À Espera de um Milagre, O Pior Vizinho do Mundo, O Resgate do Soldado Ryan) conversou com o The Hollywood Reporter e comentou um dos temas centrais da nova animação da Pixar. Segundo o ator, que dubla Woody desde 1995, o filme trará uma reflexão sobre a relação das crianças com a tecnologia e sobre os impactos emocionais que esse contato pode provocar.

Ao falar sobre a história, o ator revelou que existe uma sequência que o marcou profundamente durante a produção. A cena acompanha uma garota que fica abalada após receber mensagens negativas e não consegue entender a razão por trás da rejeição. “Aquela garotinha fica magoada com as mensagens que as pessoas mandam sobre ela. Ela não entende o porquê. Ela não sabe o que fez de errado, mas aquilo dói”, afirmou o ator.

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A fala ajuda a entender a direção que a Pixar pretende seguir no novo longa. Em vez de tratar a tecnologia apenas como um elemento de fundo, o estúdio parece interessado em discutir como celulares, aplicativos e redes digitais passaram a influenciar experiências que antes aconteciam quase exclusivamente fora das telas.

A própria trama aponta nessa direção. Após os acontecimentos do quarto filme, Jessie assume uma posição de liderança no quarto de Bonnie, enquanto Buzz Lightyear continua como um de seus principais aliados. No entanto, a rotina dos brinquedos muda quando Bonnie, agora com oito anos, desenvolve uma forte ligação com um novo dispositivo chamado Lilypad, um tablet em forma de sapo.

Essa mudança cria um cenário diferente de tudo o que a franquia apresentou até agora. Nos filmes anteriores, os brinquedos temiam ser esquecidos, doados ou substituídos por novidades. Agora, eles enfrentam algo mais complexo: a atenção de uma criança disputada por dispositivos capazes de oferecer vídeos, jogos, mensagens e entretenimento praticamente ilimitado.

O tema conversa diretamente com uma realidade vivida por muitas famílias. Nos últimos anos, tablets e smartphones passaram a ocupar uma parte significativa do cotidiano infantil, alterando hábitos de lazer e formas de interação. Ao levar essa discussão para o universo de Toy Story, a Pixar encontra uma maneira de abordar um assunto contemporâneo sem abandonar os elementos emocionais que marcaram a série desde o início.

O elenco principal retorna praticamente completo. Tom volta como Woody, Tim Allen reprisa o papel de Buzz Lightyear e Joan Cusack retorna como Jessie, personagem que deve ocupar uma posição ainda mais importante nesta nova fase da história. Também estão de volta nomes conhecidos do público, como Annie Potts, Wallace Shawn, John Ratzenberger, Bonnie Hunt, Tony Hale, Kristen Schaal, Keanu Reeves e Ally Maki.

A produção também adiciona novos integrantes ao elenco. Entre eles estão Greta Lee, Conan O’Brien, Craig Robinson, Bad Bunny, Alan Cumming e Mykal-Michelle Harris. Embora os detalhes sobre seus personagens ainda estejam sendo mantidos em segredo, a expectativa é que eles tenham participação importante nos conflitos apresentados pela nova trama.

Nos bastidores, o quinto longa-metragem será dirigido por Andrew Stanton, cineasta responsável por produções como Procurando Nemo e WALL-E. O roteiro foi desenvolvido em parceria com McKenna Harris, enquanto Randy Newman retorna para compor a trilha sonora, mantendo uma das marcas registradas da franquia.

Outro detalhe relevante é que este será o primeiro filme principal da série produzido sem o envolvimento de John Lasseter, um dos criadores de Toy Story e figura fundamental nos capítulos anteriores.

As declarações de Hanks sugerem que a Pixar continuará utilizando brinquedos para falar sobre experiências humanas reconhecíveis pelo público. Desta vez, o estúdio parece mirar em questões ligadas à comunicação digital, à autoestima e ao impacto que palavras enviadas por uma tela podem causar em crianças que ainda estão aprendendo a lidar com o mundo ao seu redor.

Dia D | Emily Blunt preferiu criar linguagem própria em vez de usar inteligência artificial em momento decisivo do longa de Steven Spielberg

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A atriz Emily Blunt revelou um detalhe curioso sobre os bastidores de Dia D, novo filme de ficção científica dirigido por Steven Spielberg. Durante participação no programa Hot Ones, ela contou que recusou uma solução baseada em inteligência artificial para uma das cenas mais importantes da produção e optou por construir a sequência utilizando apenas sua própria interpretação.

Segundo Blunt, a cena envolve uma longa tomada contínua de aproximadamente quatro minutos. Durante o momento, sua personagem passa por uma transformação gradual enquanto começa a emitir sons e palavras em uma linguagem que não existe entre os humanos.

A atriz explicou que a produção poderia ter recorrido à inteligência artificial para criar esse efeito vocal, mas ela preferiu seguir outro caminho. Em vez disso, desenvolveu sons e padrões de fala próprios para dar autenticidade à cena. As informações são da Variety.

A decisão chama atenção porque a inteligência artificial vem sendo cada vez mais utilizada na indústria do entretenimento, seja para modificar vozes, recriar performances ou produzir efeitos digitais. Ao optar por realizar a sequência sem esse recurso, Blunt buscou manter a interpretação ligada diretamente ao trabalho feito durante as gravações.

Para quem acompanha o debate sobre IA em Hollywood, a declaração mostra que parte dos artistas ainda vê a tecnologia com cautela, principalmente quando ela pode interferir em elementos considerados essenciais para a atuação. No caso da atriz, a preocupação era que uma ferramenta automatizada substituísse escolhas criativas que poderiam ser construídas durante a performance.

A cena em questão parece ter papel central na história de Disclosure Day. O filme acompanha uma situação que altera completamente a realidade do planeta quando a existência de vida extraterrestre deixa de ser uma teoria e passa a ser um fato confirmado.

Emily interpreta uma meteorologista de Kansas City que está apresentando uma transmissão ao vivo quando algo inesperado acontece. Subitamente, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons perturbadores, tornando-se uma das primeiras pessoas afetadas por uma força misteriosa ligada ao contato com uma inteligência desconhecida.

A partir desse evento, o mundo começa a enfrentar uma série de fenômenos difíceis de explicar. Relatos de influência mental, comportamentos estranhos e informações escondidas por décadas passam a surgir em diferentes lugares, levando governos e a população a tentarem compreender o que realmente está acontecendo.

A premissa se diferencia de muitas histórias sobre alienígenas por concentrar parte do suspense nas reações humanas diante da descoberta. Em vez de focar apenas em confrontos ou batalhas, a narrativa explora como a sociedade reage quando percebe que não está sozinha no universo.

Outro ponto que pode interessar ao público é a equipe criativa envolvida no projeto. Spielberg dirige o longa a partir de um roteiro escrito por David Koepp, profissional que já trabalhou com o cineasta em produções como Jurassic Park e War of the Worlds. A parceria costuma despertar expectativa entre os fãs de ficção científica por reunir dois nomes experientes no gênero.

O elenco também reúne atores conhecidos do público. Além de Blunt, a produção conta com Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo, Wyatt Russell, Elizabeth Marvel e outros nomes que ocupam posições importantes na trama.

Com estreia prevista para 11 de junho de 2026, Dia D já aparece como um dos lançamentos de ficção científica mais aguardados do próximo ano.

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