A Apple Original Films divulgou o primeiro trailer de Mayday, nova produção estrelada por Ryan Reynolds (Deadpool, Free Guy: Assumindo o Controle) e Kenneth Branagh (Assassinato no Expresso Oriente, Belfast). O longa-metragem americano estreia em 4 de setembro no Apple TV+.
A história acompanha Troy “Assassin” Kelly (Ryan Reynolds), um piloto da Marinha dos Estados Unidos conhecido pelo comportamento impulsivo. Durante uma missão secreta em território soviético, no auge da Guerra Fria, tudo sai do controle. Isolado atrás das linhas inimigas e sem qualquer apoio, ele passa a depender da ajuda da pessoa que menos esperava encontrar.
Esse improvável aliado é Nikolai Ustinov, interpretado por Kenneth Branagh. Ex-agente da KGB, o personagem vive uma rotina distante das operações de inteligência, mas mantém uma curiosa admiração pela cultura americana. A aproximação entre os dois, inicialmente marcada pela desconfiança, se transforma na principal força da narrativa enquanto tentam escapar do território inimigo.
Embora tenha como pano de fundo um dos períodos mais tensos da política internacional, Mayday trata a Guerra Fria de forma leve, explorando o contraste entre seus protagonistas e usando o humor como parte da construção da história. O longa combina perseguições, confrontos e operações secretas com situações cômicas provocadas pelas diferenças de personalidade entre os personagens.
O projeto marca uma nova parceria de Ryan Reynolds com os diretores John Francis Daley e Jonathan Goldstein, responsáveis pelo roteiro e pela direção do filme. A dupla é conhecida por produções como Game Night e Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, trabalhos que misturam ação e comédia em ritmo acelerado.
Além de Reynolds e Branagh, o elenco conta com Marcin Dorociński, Maria Bakalova (Borat: Fita de Cinema Seguinte) e David Morse (À Espera de um Milagre, Contato). Reynolds também participa da produção executiva ao lado de George Dewey e John G. Scotti.
A produção é assinada pela Apple Original Films em parceria com a Skydance, com David Ellison, Dana Goldberg, Don Granger, Ashley Fox, Jonathan Goldstein, John Francis Daley e Johnny Pariseau entre os produtores.
Steven Spielberg decidiu revisitar um dos temas mais presentes em sua carreira: o contato entre humanos e seres de outros mundos. Em Dia D, novo filme de ficção científica do diretor, a história parte de uma pergunta que acompanha o imaginário popular há décadas: o que aconteceria se governos escondessem provas de uma possível presença alienígena na Terra?
O longa chega às plataformas digitais de compra e aluguel nos Estados Unidos em 21 de julho, pela Universal Pictures. A estreia em formato on demand no Brasil ainda não foi confirmada. As informações são do When To Stream.
A produção reúne Spielberg novamente com David Koepp, roteirista que já trabalhou com o cineasta em filmes como Jurassic Park e Guerra dos Mundos. Desta vez, a dupla constrói uma trama que combina investigação, perseguição e elementos clássicos da ficção científica, colocando personagens comuns diante de uma descoberta capaz de mudar a forma como a humanidade enxerga o próprio planeta.
A história acompanha Daniel Kellner (Josh O’Connor), um especialista em segurança cibernética que descobre arquivos secretos mantidos pela Wardex Corporation, uma organização ligada ao governo dos Estados Unidos. Entre os documentos roubados estão registros de contatos entre humanos e seres extraterrestres, incluindo informações relacionadas ao caso Roswell, além de uma tecnologia de origem alienígena.
A decisão de expor esse material transforma Daniel em alvo da própria organização que investigava os fenômenos. Noah Scanlon (Colin Firth), líder da Wardex, acusa o especialista de espionagem e inicia uma operação para recuperar os arquivos antes que eles cheguem ao público.
Durante a fuga, Daniel conta com a ajuda de Jane Blankenship (Eve Hewson), sua companheira, enquanto tenta encontrar uma maneira de revelar o que descobriu. O problema é que a Wardex não está apenas tentando recuperar informações sigilosas. A empresa também guarda segredos sobre experimentos realizados com tecnologia extraterrestre.
Do outro lado da história está Margaret Fairchild (Emily Blunt), uma meteorologista de televisão em Kansas City que tem sua vida transformada após um acontecimento inexplicável. Depois de um encontro estranho com um animal aparentemente comum, ela começa a apresentar habilidades que permitem perceber pensamentos e emoções de outras pessoas.
A situação sai do controle durante uma transmissão ao vivo, quando Margaret começa a falar uma língua desconhecida diante das câmeras. O episódio chama a atenção da Wardex, que identifica a comunicação como uma linguagem de origem extraterrestre e passa a investigar a jornalista.
A conexão entre Daniel e Margaret vai ficando mais clara conforme a trama avança. Os dois descobrem que tiveram contato com fenômenos alienígenas ainda na infância e que as experiências daquela época podem estar ligadas às habilidades que desenvolveram anos depois.
O filme também explora o funcionamento da Wardex e os conflitos internos dentro da organização. Enquanto alguns agentes tentam manter as pesquisas escondidas, antigos funcionários decidem revelar o que sabem. Entre eles está Hugo Wakefield (Colman Domingo), um ex-integrante da corporação que ajuda Daniel e Margaret na tentativa de divulgar as informações.
O ponto central da história acontece quando o grupo decide criar uma transmissão mundial chamada “Disclosure Day”. A ideia é apresentar ao público documentos e evidências sobre os contatos extraterrestres mantidos em segredo durante anos, colocando a Wardex em uma situação sem saída.
Além do elenco principal, Dia D conta com Wyatt Russell, Henry Lloyd-Hughes, Elizabeth Marvel, Hettienne Park, Tommy Martinez, Gabby Beans e Jeremy Shamos. As filmagens aconteceram entre fevereiro e maio de 2025, com cenas gravadas em Atlanta, Nova Jersey e Nova York.
Com orçamento estimado em US$ 115 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 196 milhões nos cinemas. O resultado coloca a produção dentro de uma tradição que acompanha Spielberg desde o começo de sua carreira: usar histórias de ficção científica para falar sobre medo, curiosidade e a relação da humanidade com aquilo que ainda não entende.
Os planos para uma segunda temporada de The Beauty: Lindos de Morrer foram colocados em espera. Segundo o Deadline, a FX Network decidiu interromper as conversas sobre a continuidade da série criada por Ryan Murphy e Matthew Hodgson, adaptação da HQ de Jeremy Haun e Jason A. Hurley. A decisão acontece poucos meses após a estreia da produção nos Estados Unidos, em janeiro de 2026.
Até o momento, o canal não confirmou oficialmente o cancelamento da série, mas a paralisação das negociações reduz as chances de novos episódios no curto prazo. Também não foram divulgados os motivos que levaram a FX a interromper o desenvolvimento da segunda temporada.
A produção foi anunciada como um thriller de ficção científica com elementos de body horror, gênero que explora transformações físicas extremas para construir tensão e horror. A história utiliza esse conceito para discutir a busca por juventude e perfeição estética, tema que atravessa toda a temporada.
A trama começa durante um desfile de moda em Paris, quando a supermodelo Ruby Rossdale sofre um surto violento diante do público antes de morrer de forma inexplicável. O caso desperta a atenção do FBI, que envia os agentes Cooper Madsen e Jordan Bennett para investigar uma sequência de mortes envolvendo modelos internacionais.
Conforme a investigação avança, os dois descobrem que todas as vítimas carregavam o mesmo vírus sexualmente transmissível. A infecção transforma pessoas comuns em versões fisicamente perfeitas de si mesmas, mas cobra um preço elevado. Depois de um período de estabilidade, os infectados desenvolvem mutações severas e acabam morrendo de forma violenta.
O mistério leva Cooper e Jordan por cidades como Paris, Veneza, Roma e Nova York, onde encontram evidências de que a epidemia está ligada a um projeto secreto financiado por um dos homens mais ricos do planeta.
Esse personagem é Byron Forst, conhecido apenas como “A Corporação”. Interpretado por Ashton Kutcher, o bilionário desenvolveu a droga chamada The Beauty depois de financiar pesquisas em terapia genética. O objetivo inicial era impedir o envelhecimento, mas o experimento acabou dando origem ao vírus que movimenta toda a narrativa.
Ao descobrir o potencial comercial da substância, Byron transforma o tratamento em um negócio bilionário. Quem toma a droga ganha uma aparência considerada perfeita, recupera a juventude e passa a exibir capacidades físicas acima do normal. O efeito, porém, dura pouco. Com o passar do tempo, o organismo entra em colapso e os infectados começam a sofrer deformações cada vez mais graves.
Grande parte da temporada acompanha a tentativa do empresário de esconder esses efeitos colaterais enquanto prepara o lançamento mundial da substância. Para manter o segredo, ele conta com um assassino profissional responsável por eliminar qualquer pessoa que possa comprometer seus planos.
Anthony Ramos interpreta esse personagem, conhecido apenas como Assassino. Apesar de trabalhar para Byron, ele também foi um dos primeiros a receber o tratamento e carrega as consequências da própria decisão. Ao longo dos episódios, sua relação com Jeremy, personagem vivido por Jeremy Pope, se torna uma das histórias centrais da série.
Jeremy representa outro lado da trama. Inseguro com a própria aparência e frustrado com sua vida, ele procura uma clínica clandestina em busca de uma mudança física. Depois de aceitar um tratamento experimental, acaba entrando em contato com o vírus e passa a fazer parte da rede criada por Byron para controlar a disseminação da droga.
O elenco ainda reúne Rebecca Hall como a agente Jordan Bennett e Evan Peters no papel de Cooper Madsen. A dupla conduz a investigação que liga os surtos registrados em diferentes países ao crescimento da empresa responsável pelo The Beauty.
A primeira temporada também dedica espaço para explicar a origem do vírus. Em flashbacks, a série mostra que Byron financiou uma pesquisa genética voltada ao rejuvenescimento. Após testar a tecnologia em um grupo restrito de bilionários, ele elimina os demais participantes e assume sozinho o controle da descoberta, transformando a fórmula em um dos negócios mais lucrativos do mundo.
Nos episódios finais, o plano de manter a droga restrita fracassa. O tratamento chega ao mercado, passa a circular ilegalmente e dá início a uma epidemia global. A série encerra sua primeira temporada deixando várias histórias em aberto, incluindo a expansão do vírus e a disputa pelo controle da tecnologia.
Foi justamente esse desfecho que alimentou especulações sobre uma continuação. Ryan Murphy costuma desenvolver narrativas de longa duração em projetos como American Horror Story e 9-1-1, o que levou parte do público a acreditar que The Beauty seguiria o mesmo caminho.
A decisão da FX muda esse cenário. Segundo o Deadline, as discussões para uma nova temporada foram interrompidas, deixando o futuro da produção indefinido. Embora uma retomada não esteja descartada, não existe qualquer indicação de que o desenvolvimento volte a acontecer nos próximos meses.
Baseada na HQ criada por Jeremy Haun e Jason A. Hurley, The Beauty: Lindos de Morrer estreou no FX e no FX on Hulu em janeiro de 2026. A adaptação preserva a ideia central dos quadrinhos ao combinar suspense policial, ficção científica e horror corporal para construir uma história sobre os riscos da busca obsessiva pela perfeição física.
A produtora independente PieroTV lançou Tá Querendo Amar?, sua primeira série desenvolvida no formato vertical. A produção acompanha Paolo (Piero Marques) e Nicolas (Kaue Batista), dois jovens que mantêm uma relação casual até que um deles passa a enxergar o envolvimento de outra forma.
A história começa quando Paolo percebe que já não consegue separar a relação física do vínculo afetivo. A partir desse ponto, a série acompanha os desencontros entre os dois personagens, mostrando como expectativas diferentes podem mudar a dinâmica de um relacionamento que, até então, não tinha compromisso.
Em vez de abordar a descoberta da sexualidade, tema recorrente em muitas produções LGBTQIA+, Tá Querendo Amar? concentra sua narrativa em conflitos vividos depois dessa etapa. O roteiro trata de situações como relações indefinidas, dificuldades de comunicação e o receio de expor sentimentos quando não existe a certeza de reciprocidade.
Segundo a produção, a história foi inspirada em experiências reais e procura retratar situações comuns entre jovens adultos sem recorrer a grandes reviravoltas. Os episódios foram desenvolvidos para o formato vertical, pensado para consumo em smartphones, modelo que vem sendo adotado por produções independentes voltadas às redes sociais e plataformas de vídeos curtos.
A série é estrelada por Piero Marques e Kaue Batista e conta com trilha sonora original de Nuno Leão, incluindo as músicas Camisa 10 e Encaixa, presentes em momentos importantes da narrativa.
Criada como uma produção independente, Tá Querendo Amar? marca a estreia da PieroTV no segmento de séries verticais. A proposta acompanha um formato que vem ganhando espaço no mercado audiovisual, especialmente entre criadores que buscam contar histórias em episódios curtos, adaptados ao consumo pelo celular.
A Sessão da Tarde desta terça, 14 de julho, exibe o drama Fé nas Alturas, produção estrelada por Dennis Quaid e baseada em um caso real que ganhou repercussão nos Estados Unidos. O longa acompanha uma situação extrema vivida por uma família durante um voo particular e transforma um episódio verídico em um suspense de sobrevivência.
Na trama, Doug White, interpretado por Dennis Quaid, embarca em um avião bimotor ao lado da esposa e das filhas para voltar para casa após um compromisso familiar. Pouco depois da decolagem, o piloto sofre um infarto fatal, deixando a aeronave sem ninguém capacitado para assumir os controles.
Sem qualquer experiência como piloto, Doug precisa seguir as orientações de controladores de tráfego aéreo que acompanham a situação em solo. Dentro da cabine, ele conta com a ajuda da esposa, Terri White, vivida por Heather Graham, que passa a auxiliar na comunicação por rádio enquanto a família tenta encontrar uma forma de pousar em segurança.
O roteiro é inspirado na história de Doug White, que viveu esse episódio em um voo realizado em 2009, durante o Domingo de Páscoa. O caso chamou atenção pela rápida mobilização dos controladores de voo e de pilotos que passaram instruções por rádio até que a aeronave conseguisse aterrissar sem vítimas. A história ficou conhecida nos Estados Unidos como um exemplo de cooperação em uma situação de emergência.
Dirigido por Sean McNamara, o filme foi anunciado em 2021 e reúne um elenco liderado por Dennis Quaid e Heather Graham. Também participam da produção Jesse Metcalfe, Jessi Case, Rocky Myers e Selena Anduze.
Conhecido por dirigir produções inspiradas em acontecimentos reais, McNamara opta por concentrar grande parte da narrativa dentro do avião, explorando as decisões tomadas minuto a minuto pelos personagens. Em vez de recorrer a grandes sequências de ação, o longa constrói a tensão a partir da comunicação entre a cabine e a torre de controle.
Lançado originalmente em 2023, Fé nas Alturas adapta um caso que já havia sido contado em reportagens e entrevistas concedidas pela própria família White. A produção preserva os principais acontecimentos do incidente, ainda que faça algumas adaptações para ampliar o impacto dramático da narrativa.
Depois de meses de especulações, Hotel Transilvânia 5 finalmente saiu do papel. A Sony Pictures Animation e a Amazon MGM Studios anunciaram oficialmente a continuação da franquia, que chega aos cinemas em 8 de outubro de 2027. A informação foi divulgada pelo Deadline.
O novo filme marca o retorno da série cinco anos após Hotel Transilvânia 4: Transformonstrão, lançado em 2022. Na época, a animação estreou diretamente no Prime Video após mudanças no calendário provocadas pela pandemia, encerrando aquela fase da história da família de Drácula.
O desenvolvimento de um quinto longa já vinha sendo comentado desde 2024. Durante o SCAD AnimationFest, o diretor Genndy Tartakovsky afirmou ao Collider que a continuidade dependia do interesse do público e lembrou que Transformonstrão teve um bom desempenho no streaming. Pouco mais de um ano depois, em janeiro de 2026, Keegan-Michael Key revelou que começaria a trabalhar na produção de um novo filme, antecipando o anúncio que agora foi oficializado.
Criada pelo roteirista Todd Durham, a franquia começou nos cinemas em 2012 e rapidamente se tornou uma das propriedades mais lucrativas da Sony Pictures Animation. Ao longo de quatro filmes, a série arrecadou mais de US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais, resultado alcançado com um orçamento combinado de cerca de US$ 245 milhões.
A história acompanha Drácula, dono de um hotel construído para servir de refúgio a monstros como Frankenstein, Lobisomem, Múmia e Homem Invisível, todos em busca de um lugar seguro, longe dos humanos. Com o passar dos filmes, a chegada de Jonathan e o crescimento de Mavis transformaram a dinâmica da família e expandiram o cenário da franquia.
Os longas também ficaram conhecidos pelo elenco de vozes. Adam Sandler interpretou Drácula nos três primeiros filmes, Andy Samberg deu voz a Jonathan em toda a série e Selena Gomez permaneceu como Mavis em todas as produções. No quarto capítulo, Brian Hull assumiu o papel de Drácula após a saída de Sandler.
Além dos filmes, Hotel Transilvânia se transformou em uma franquia multimídia que inclui séries de televisão, curtas-metragens, romances gráficos, videogames, brinquedos e produtos licenciados, consolidando seus personagens entre os mais populares da animação contemporânea.
Até o momento, a Sony Pictures Animation e a Amazon MGM Studios não divulgaram detalhes sobre a história, o elenco ou a equipe criativa de Hotel Transilvânia 5. A confirmação da data de estreia indica apenas que a produção já entrou no calendário oficial dos estúdios.
Quem esperava uma pausa nos bastidores de Invencível vai se surpreender. Mesmo com a quinta temporada marcada apenas para 2027, a equipe da animação já começou a trabalhar no sexto ano da série. A informação foi revelada por J.K. Simmons durante uma entrevista ao ScreenRant.
O ator, que dubla Omni-Man desde a estreia, contou que voltou ao estúdio para gravar as primeiras falas dos novos episódios. “A sexta temporada acabou de começar a ser gravada. Pelo menos eu já comecei a gravar algumas partes”, disse.
A declaração ajuda a entender como funciona o calendário da produção. Embora as gravações de voz comecem cedo, ainda existe um caminho longo até os episódios ficarem prontos. A animação é construída praticamente do zero depois que o elenco conclui a dublagem, passando por etapas como storyboard, animação, composição, efeitos, edição e mixagem de som.
Foi justamente esse processo que Simmons apontou como o principal motivo para os intervalos entre as temporadas. Na prática, boa parte do trabalho acontece muito depois que os atores deixam o estúdio.
O ator também revelou que não fazia ideia da dimensão que Invencível alcançaria. Quando aceitou viver Omni-Man, enxergava a série como mais uma adaptação de quadrinhos. Anos depois, ela se consolidou entre as produções originais de maior repercussão do Prime Video e virou uma das animações adultas mais comentadas dos últimos anos.
Baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman, Cory Walker e Ryan Ottley, a série acompanha Mark Grayson, um adolescente que herda os poderes do pai e descobre que ser um super-herói está longe de ser o maior dos seus problemas. Conforme a história avança, a relação entre Mark e Omni-Man ganha contornos cada vez mais complexos, principalmente após a revelação dos verdadeiros objetivos do Império Viltrumita.
A adaptação reúne um elenco de vozes liderado por Steven Yeun, Sandra Oh e J.K. Simmons. Outros nomes conhecidos também passaram pela série ao longo das temporadas, entre eles Mark Hamill, Seth Rogen, Walton Goggins, Gillian Jacobs, Jason Mantzoukas e Zazie Beetz.
Depois do fim da quarta temporada, a trama entrou em uma nova fase. O acordo firmado entre Mark e os Viltrumitas encerrou um dos maiores conflitos da série, mas deixou várias pontas abertas. As próximas temporadas devem explorar justamente as consequências dessa decisão e os desafios que surgem a partir dela.
Robert Kirkman já comentou em diversas entrevistas que pretende adaptar a história completa dos quadrinhos. Hoje, o plano é encerrar Invencível entre a nona e a décima temporada, o que daria espaço para desenvolver os principais acontecimentos da obra sem cortar arcos importantes.
A Warner Bros. Pictures divulgou o primeiro trailer de Digger, novo longa dirigido por Alejandro G. Iñárritu e estrelado por Tom Cruise. O filme estreia nos cinemas em 1º de outubro de 2026 e marca o retorno do diretor mexicano a uma produção em língua inglesa desde O Regresso (2015).
Na trama, Cruise interpreta Digger Rockwell, um homem que ocupa uma posição de grande influência no mundo, mas vê sua reputação ser destruída após provocar uma catástrofe global. A missão do personagem é impedir que o desastre avance, enquanto tenta convencer governos e a população de que ainda pode resolver a situação.
A história muda a dinâmica dos papéis recentes de Cruise. Em filmes como Missão: Impossível e Top Gun: Maverick, o ator interpreta personagens conhecidos pela capacidade de agir diante de crises. Em Digger, o conflito começa justamente pela falha do protagonista e pelas consequências de suas decisões.
O longa representa uma nova fase na carreira de Alejandro G. Iñárritu, conhecido por dirigir filmes como Amores Perros, Babel, Birdman e O Regresso. O diretor venceu dois Oscars de Melhor Direção, por Birdman e O Regresso, e também recebeu reconhecimento pelo roteiro de seus trabalhos anteriores.
Desde O Regresso, lançado em 2015, Iñárritu não dirigia um filme falado em inglês. Seu trabalho mais recente foi Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades (2022), produção em espanhol que acompanhava um jornalista mexicano revisitando memórias e conflitos pessoais.
O roteiro de Digger foi escrito por Iñárritu em parceria com Sabina Berman, Alexander Dinelaris Jr. e Nicolás Giacobone. Dinelaris e Giacobone participaram do desenvolvimento de Birdman, filme que venceu o Oscar de Melhor Filme em 2015.
O elenco conta com Sandra Hüller, Jesse Plemons, Riz Ahmed, Emma D’Arcy, Sophie Wilde, Michael Stuhlbarg, Robert John Burke, Burn Gorman e Pip Torrens. John Goodman interpreta o presidente dos Estados Unidos.
A colaboração entre Cruise e Iñárritu começou a ser discutida antes do anúncio oficial do projeto. Os dois conversavam sobre a possibilidade de trabalhar juntos desde 2019, período em que Cruise estava envolvido nas filmagens de Top Gun: Maverick. O ator já havia demonstrado interesse pelo trabalho do diretor mexicano após assistir a Amores Perros, lançado em 2000.
A produção foi anunciada oficialmente em fevereiro de 2024, com a participação da Legendary Pictures. Durante aquele ano e o início de 2025, novos nomes foram adicionados ao elenco até a formação do grupo final de atores.
O terror australiano Leviticus segue acumulando resultados positivos fora do circuito dos grandes estúdios. Desde sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos, o longa já arrecadou US$ 8,19 milhões em todo o mundo, sendo US$ 7,03 milhões apenas no mercado norte-americano. Apesar do desempenho, o filme ainda não tem distribuidora nem previsão de lançamento no Brasil.
Escrito e dirigido por Adrian Chiarella, o longa estreou em janeiro na mostra Midnight do Festival de Sundance 2026 antes de chegar ao circuito comercial americano em junho. A produção foi realizada com perfil independente e tem conquistado espaço principalmente por meio da repercussão após o festival e do boca a boca entre o público.
A trama acompanha Naim (Joe Bird, Talk to Me) e Ryan (Stacy Clausen), dois adolescentes que vivem em uma comunidade cristã isolada no estado de Vitória, na Austrália. Depois que o relacionamento entre eles é descoberto, um pastor organiza um ritual de conversão. O procedimento acaba libertando uma entidade sobrenatural que passa a perseguir os moradores da região.
O roteiro utiliza o horror para discutir temas como repressão religiosa, identidade e homofobia. A criatura central da história assume a aparência da pessoa mais desejada por cada vítima, uma escolha que transforma o vínculo entre os protagonistas em parte do próprio conflito sobrenatural.
Além de Joe Bird e Stacy Clausen, o elenco reúne Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas, Crimson Peak), Ewen Leslie (The Cry) e Nicholas Hope (Late Night with the Devil), que interpreta o pastor responsável pelo ritual.
Para o público brasileiro, a principal informação é que Leviticus ainda não faz parte do calendário de estreias nacionais. Nenhuma distribuidora anunciou a compra dos direitos de exibição, e o longa também não aparece entre os próximos lançamentos das principais plataformas de streaming.
Caso alguma empresa adquira os direitos de distribuição, a tendência é que o filme chegue primeiro ao circuito de festivais ou aos cinemas antes de desembarcar no streaming. Até lá, quem acompanha os lançamentos do terror independente precisará aguardar um anúncio oficial.
ASessão da Tarde desta segunda-feira (13) exibe Dolittle, aventura lançada em 2020 que marcou o retorno de Robert Downey Jr. (Homem de Ferro, Oppenheimer) às telonas depois de encerrar sua trajetória como Tony Stark.
Aqui, o ator troca a armadura por um casaco vitoriano para interpretar o doutor John Dolittle, um veterinário que consegue conversar com os animais. A mudança de personagem foi uma das grandes curiosidades na época do lançamento e ajudou a transformar o filme em um dos títulos mais comentados daquele início de ano.
Por que Dolittle precisa deixar o isolamento?
Depois da morte da esposa, John Dolittle decide se afastar de tudo e de todos. Vivendo em uma enorme propriedade, ele passa os dias ao lado dos animais, que se tornam sua única companhia.
A calmaria termina quando chega uma notícia urgente: a Rainha Vitória está gravemente doente. A única esperança é encontrar uma planta rara escondida em uma ilha distante. Sem tempo a perder, Dolittle reúne sua turma de animais e parte para uma viagem cheia de obstáculos.
No caminho aparecem piratas, tempestades, criaturas gigantes e situações que colocam o grupo em apuros mais de uma vez. Ao mesmo tempo, o veterinário precisa encontrar forças para seguir em frente depois de anos preso às lembranças da esposa.
Quem está no elenco?
Além de Robert Downey Jr., o filme reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Antonio Banderas (A Máscara do Zorro, Babygirl), Michael Sheen (Belas Maldições, Anjos da Lei), Jim Broadbent (Harry Potter, Paddington) e Jessie Buckley (Men: Faces do Medo, Estou Pensando em Acabar com Tudo).
Os animais também ganharam vozes de atores bastante populares. Entre eles estão Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa), Emma Thompson (Matilda: O Musical), Rami Malek (Bohemian Rhapsody), Ralph Fiennes (Conclave, A Lista de Schindler), Selena Gomez (Only Murders in the Building), John Cena (Pacificador), Octavia Spencer (Histórias Cruzadas), Marion Cotillard (A Origem) e Kumail Nanjiani (Eternos).
Vale a pena assistir?
Quem procura uma aventura leve para assistir em família encontra em Dolittle uma boa escolha. O filme não tenta reinventar o gênero, mas aposta no carisma dos personagens, em diálogos divertidos entre os animais e em uma jornada que mistura fantasia, humor e momentos de emoção.
Outro detalhe interessante é ver Robert Downey Jr. em um papel completamente diferente daquele que dominou sua carreira durante mais de uma década. É uma oportunidade de acompanhar o ator em um registro mais descontraído, longe dos super-heróis.