Toy Story 5 vai abordar o impacto da tecnologia nas crianças, e Tom Hanks destaca uma das cenas mais emocionantes da franquia

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Depois de acompanhar diferentes fases da infância ao longo de quase três décadas, a franquia Toy Story prepara uma nova discussão para seu próximo capítulo. Desta vez, os brinquedos terão que lidar com um concorrente que não existia quando Woody e Buzz Lightyear chegaram aos cinemas pela primeira vez: as telas.

Durante um evento realizado em Londres para promover Toy Story 5, Tom Hanks (À Espera de um Milagre, O Pior Vizinho do Mundo, O Resgate do Soldado Ryan) conversou com o The Hollywood Reporter e comentou um dos temas centrais da nova animação da Pixar. Segundo o ator, que dubla Woody desde 1995, o filme trará uma reflexão sobre a relação das crianças com a tecnologia e sobre os impactos emocionais que esse contato pode provocar.

Ao falar sobre a história, o ator revelou que existe uma sequência que o marcou profundamente durante a produção. A cena acompanha uma garota que fica abalada após receber mensagens negativas e não consegue entender a razão por trás da rejeição. “Aquela garotinha fica magoada com as mensagens que as pessoas mandam sobre ela. Ela não entende o porquê. Ela não sabe o que fez de errado, mas aquilo dói”, afirmou o ator.

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A fala ajuda a entender a direção que a Pixar pretende seguir no novo longa. Em vez de tratar a tecnologia apenas como um elemento de fundo, o estúdio parece interessado em discutir como celulares, aplicativos e redes digitais passaram a influenciar experiências que antes aconteciam quase exclusivamente fora das telas.

A própria trama aponta nessa direção. Após os acontecimentos do quarto filme, Jessie assume uma posição de liderança no quarto de Bonnie, enquanto Buzz Lightyear continua como um de seus principais aliados. No entanto, a rotina dos brinquedos muda quando Bonnie, agora com oito anos, desenvolve uma forte ligação com um novo dispositivo chamado Lilypad, um tablet em forma de sapo.

Essa mudança cria um cenário diferente de tudo o que a franquia apresentou até agora. Nos filmes anteriores, os brinquedos temiam ser esquecidos, doados ou substituídos por novidades. Agora, eles enfrentam algo mais complexo: a atenção de uma criança disputada por dispositivos capazes de oferecer vídeos, jogos, mensagens e entretenimento praticamente ilimitado.

O tema conversa diretamente com uma realidade vivida por muitas famílias. Nos últimos anos, tablets e smartphones passaram a ocupar uma parte significativa do cotidiano infantil, alterando hábitos de lazer e formas de interação. Ao levar essa discussão para o universo de Toy Story, a Pixar encontra uma maneira de abordar um assunto contemporâneo sem abandonar os elementos emocionais que marcaram a série desde o início.

O elenco principal retorna praticamente completo. Tom volta como Woody, Tim Allen reprisa o papel de Buzz Lightyear e Joan Cusack retorna como Jessie, personagem que deve ocupar uma posição ainda mais importante nesta nova fase da história. Também estão de volta nomes conhecidos do público, como Annie Potts, Wallace Shawn, John Ratzenberger, Bonnie Hunt, Tony Hale, Kristen Schaal, Keanu Reeves e Ally Maki.

A produção também adiciona novos integrantes ao elenco. Entre eles estão Greta Lee, Conan O’Brien, Craig Robinson, Bad Bunny, Alan Cumming e Mykal-Michelle Harris. Embora os detalhes sobre seus personagens ainda estejam sendo mantidos em segredo, a expectativa é que eles tenham participação importante nos conflitos apresentados pela nova trama.

Nos bastidores, o quinto longa-metragem será dirigido por Andrew Stanton, cineasta responsável por produções como Procurando Nemo e WALL-E. O roteiro foi desenvolvido em parceria com McKenna Harris, enquanto Randy Newman retorna para compor a trilha sonora, mantendo uma das marcas registradas da franquia.

Outro detalhe relevante é que este será o primeiro filme principal da série produzido sem o envolvimento de John Lasseter, um dos criadores de Toy Story e figura fundamental nos capítulos anteriores.

As declarações de Hanks sugerem que a Pixar continuará utilizando brinquedos para falar sobre experiências humanas reconhecíveis pelo público. Desta vez, o estúdio parece mirar em questões ligadas à comunicação digital, à autoestima e ao impacto que palavras enviadas por uma tela podem causar em crianças que ainda estão aprendendo a lidar com o mundo ao seu redor.

Dia D | Emily Blunt preferiu criar linguagem própria em vez de usar inteligência artificial em momento decisivo do longa de Steven Spielberg

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A atriz Emily Blunt revelou um detalhe curioso sobre os bastidores de Dia D, novo filme de ficção científica dirigido por Steven Spielberg. Durante participação no programa Hot Ones, ela contou que recusou uma solução baseada em inteligência artificial para uma das cenas mais importantes da produção e optou por construir a sequência utilizando apenas sua própria interpretação.

Segundo Blunt, a cena envolve uma longa tomada contínua de aproximadamente quatro minutos. Durante o momento, sua personagem passa por uma transformação gradual enquanto começa a emitir sons e palavras em uma linguagem que não existe entre os humanos.

A atriz explicou que a produção poderia ter recorrido à inteligência artificial para criar esse efeito vocal, mas ela preferiu seguir outro caminho. Em vez disso, desenvolveu sons e padrões de fala próprios para dar autenticidade à cena. As informações são da Variety.

A decisão chama atenção porque a inteligência artificial vem sendo cada vez mais utilizada na indústria do entretenimento, seja para modificar vozes, recriar performances ou produzir efeitos digitais. Ao optar por realizar a sequência sem esse recurso, Blunt buscou manter a interpretação ligada diretamente ao trabalho feito durante as gravações.

Para quem acompanha o debate sobre IA em Hollywood, a declaração mostra que parte dos artistas ainda vê a tecnologia com cautela, principalmente quando ela pode interferir em elementos considerados essenciais para a atuação. No caso da atriz, a preocupação era que uma ferramenta automatizada substituísse escolhas criativas que poderiam ser construídas durante a performance.

A cena em questão parece ter papel central na história de Disclosure Day. O filme acompanha uma situação que altera completamente a realidade do planeta quando a existência de vida extraterrestre deixa de ser uma teoria e passa a ser um fato confirmado.

Emily interpreta uma meteorologista de Kansas City que está apresentando uma transmissão ao vivo quando algo inesperado acontece. Subitamente, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons perturbadores, tornando-se uma das primeiras pessoas afetadas por uma força misteriosa ligada ao contato com uma inteligência desconhecida.

A partir desse evento, o mundo começa a enfrentar uma série de fenômenos difíceis de explicar. Relatos de influência mental, comportamentos estranhos e informações escondidas por décadas passam a surgir em diferentes lugares, levando governos e a população a tentarem compreender o que realmente está acontecendo.

A premissa se diferencia de muitas histórias sobre alienígenas por concentrar parte do suspense nas reações humanas diante da descoberta. Em vez de focar apenas em confrontos ou batalhas, a narrativa explora como a sociedade reage quando percebe que não está sozinha no universo.

Outro ponto que pode interessar ao público é a equipe criativa envolvida no projeto. Spielberg dirige o longa a partir de um roteiro escrito por David Koepp, profissional que já trabalhou com o cineasta em produções como Jurassic Park e War of the Worlds. A parceria costuma despertar expectativa entre os fãs de ficção científica por reunir dois nomes experientes no gênero.

O elenco também reúne atores conhecidos do público. Além de Blunt, a produção conta com Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo, Wyatt Russell, Elizabeth Marvel e outros nomes que ocupam posições importantes na trama.

Com estreia prevista para 11 de junho de 2026, Dia D já aparece como um dos lançamentos de ficção científica mais aguardados do próximo ano.

Imagem divulgada pelos irmãos Russo pode ter revelado quando a Marvel pretende lançar o próximo trailer de Vingadores: Doutor Destino

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Uma nova publicação dos diretores Joe Russo e Anthony Russo movimentou as discussões em torno de Vingadores: Doutor Destino. A imagem compartilhada nas redes sociais exibe o clássico logotipo do Doutor Destino acompanhado da inscrição “SXSW London”, um detalhe que rapidamente chamou a atenção porque pode indicar muito mais do que uma simples referência ao principal vilão do filme.

A interpretação mais comentada nas últimas horas é que a publicação pode estar sugerindo a chegada de um novo trailer durante o evento realizado em Londres. Embora a Marvel Studios não tenha confirmado qualquer apresentação oficial relacionada ao longa, a escolha de destacar o SXSW London parece estratégica demais para passar despercebida, especialmente em um momento em que a campanha promocional do filme precisa começar a ganhar força. As informações são do ComicBookMovie.

A teoria faz sentido por uma razão simples: Doutor Destino estreia em 18 de dezembro e ainda teve pouco material divulgado ao público. Com menos de sete meses até a chegada aos cinemas, a expectativa é que a Marvel inicie em breve uma nova etapa de divulgação, revelando cenas inéditas, detalhes da história e uma visão mais clara do papel que o Doutor Destino terá dentro da narrativa.

Caso um trailer seja exibido durante o SXSW London, existe ainda uma questão prática que pode influenciar os planos do estúdio. Diferentemente da CinemaCon, que costuma adotar medidas rígidas para evitar gravações, eventos com presença mais ampla de público e imprensa frequentemente acabam gerando vazamentos. Isso aumenta a possibilidade de que a Marvel opte por divulgar oficialmente o material online pouco depois de sua exibição, evitando que versões de baixa qualidade dominem as redes sociais.

O interesse em torno do filme também está diretamente ligado à escala da produção. Depois de anos construindo diferentes núcleos dentro do Universo Cinematográfico Marvel, a história promete reunir personagens que até pouco tempo atrás pareciam pertencer a franquias completamente separadas.

O principal destaque continua sendo o retorno de Robert Downey Jr., desta vez não como Tony Stark, mas como Victor Von Doom, o Doutor Destino. Segundo Joe Russo, o personagem será tratado como uma figura extremamente complexa e multifacetada, uma abordagem que influenciou diretamente a escolha do ator. O diretor chegou a afirmar que Downey era a única pessoa capaz de assumir o papel da forma desejada pela equipe criativa.

O envolvimento do ator vai além da atuação. Downey ajudou a construir a história pessoal de sua versão de Destino para servir de base durante as filmagens e também contribuiu com ideias relacionadas ao figurino do personagem. Outro detalhe revelado pela produção é que ele utilizará uma voz com sotaque marcante para diferenciar completamente o vilão de qualquer lembrança associada ao Homem de Ferro.

O filme também marca o retorno de Chris Evans ao MCU. Após o encerramento da trajetória de Steve Rogers em Vingadores: Ultimato, o ator declarou diversas vezes que não pretendia voltar ao papel sem uma justificativa forte. Segundo Evans, a história apresentada em Doomsday ofereceu uma razão convincente para que o personagem voltasse a participar dos acontecimentos centrais do universo Marvel.

Além deles, o elenco reúne algumas das figuras mais importantes da atual fase do estúdio. Chris Hemsworth retorna como Thor, Anthony Mackie volta como Capitão América, Paul Rudd reprisa seu papel como Homem-Formiga e Florence Pugh retorna como Yelena Belova após os eventos recentes envolvendo os Novos Vingadores.

Outro núcleo importante será o Quarteto Fantástico. Pedro Pascal interpreta Reed Richards, enquanto Vanessa Kirby assume o papel de Sue Storm. Joseph Quinn aparece como Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrach interpreta Ben Grimm. A equipe terá participação central nos acontecimentos do filme, especialmente porque a trama envolve personagens oriundos de diferentes realidades.

Os mutantes também terão presença significativa. O elenco inclui Ian McKellen como Magneto, Patrick Stewart como Professor X, James Marsden como Ciclope, Alan Cumming como Noturno, Rebecca Romijn como Mística e Kelsey Grammer como Fera. Trata-se de uma das maiores reuniões de atores da antiga franquia X-Men desde o encerramento da série produzida pela Fox.

Entre os personagens mais aguardados está Gambit, interpretado por Channing Tatum. Após a boa recepção de sua participação em Deadpool & Wolverine, o personagem retorna em uma versão mais séria, adequada ao tom dramático que os diretores pretendem adotar para a produção.

A história acompanhará o encontro entre heróis de diferentes universos, incluindo os Vingadores da Terra-616, o Quarteto Fantástico da Terra-828 e uma equipe de X-Men vinda de outra realidade. Todos acabam envolvidos em uma crise multiversal provocada pelo Doutor Destino, cuja ameaça promete superar qualquer conflito enfrentado anteriormente pelos heróis da Marvel.

Após quase três décadas, Mortal Kombat 2 supera o clássico de 1995 e alcança um marco histórico nas bilheterias mundiais

Durante décadas, o filme Mortal Kombat lançado em 1995 ocupou um lugar difícil de alcançar dentro das adaptações de videogames. Mesmo com novas versões chegando aos cinemas ao longo dos anos, nenhuma produção baseada em jogos de luta havia conseguido superar sua arrecadação mundial. Esse cenário mudou agora com Mortal Kombat 2.

Segundo números atualizados divulgados pelo The Numbers e repercutidos pelo ScreenRant, a sequência já arrecadou US$ 122,3 milhões em todo o mundo após três semanas em cartaz. O valor é suficiente para colocar o longa à frente dos US$ 122 milhões registrados pelo filme de 1995, estabelecendo um novo recorde para adaptações cinematográficas de jogos de luta.

A marca é importante não apenas para a franquia, mas também para o mercado de adaptações de videogames. Nos últimos anos, Hollywood passou a investir mais em produções baseadas em jogos, mas poucas propriedades têm o reconhecimento global de Mortal Kombat. O novo resultado mostra que a série criada por Ed Boon e John Tobias continua despertando interesse tanto entre fãs antigos quanto entre uma geração mais jovem que conheceu os personagens por meio dos jogos recentes.

Diferentemente do longa de 2021, que serviu principalmente para apresentar personagens e construir o universo da franquia, o segundo filme coloca o torneio no centro da narrativa. Isso significa que o público encontra mais confrontos entre lutadores clássicos, rivalidades conhecidas dos games e uma participação maior de personagens que os fãs esperavam ver em ação.

Uma das principais novidades é a introdução de Johnny Cage, interpretado por Karl Urban. O personagem, um astro de filmes de ação em decadência, acaba sendo recrutado para defender o Plano Terreno na competição que decidirá o destino dos reinos. Sua chegada amplia o elenco principal e traz uma dinâmica diferente para a história.

A sequência também dedica mais espaço a figuras importantes do universo dos jogos. Kitana, Jade e Shao Kahn ganham funções centrais na trama, enquanto personagens já conhecidos do primeiro filme retornam para enfrentar ameaças ainda maiores. O resultado é uma produção que se aproxima mais da estrutura dos games que ajudaram a tornar a franquia famosa.

Entre os nomes que voltam estão Jessica McNamee como Sonya Blade, Josh Lawson como Kano, Ludi Lin como Liu Kang, Mehcad Brooks como Jax, Lewis Tan como Cole Young, além de Joe Taslim como Noob Saibot e Hiroyuki Sanada como Scorpion. O elenco ainda recebe reforços importantes com a chegada de Adeline Rudolph como Kitana e Tati Gabrielle como Jade.

O novo recorde também ajuda a mostrar uma mudança no cenário das adaptações de videogame. Filmes inspirados em jogos costumavam enfrentar resistência do público e da crítica, mas produções recentes provaram que é possível transformar franquias conhecidas em sucessos comerciais. Mortal Kombat 2 agora entra para essa lista ao alcançar um feito que parecia improvável até poucos anos atrás.

Cine Aventura | Ficção científica com Tom Holland e Daisy Ridley será exibida pela Record neste sábado (30)

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Quem procura uma opção de ficção científica para assistir na TV aberta neste sábado, 30 de maio, encontrará em Mundo em Caos uma produção que mistura aventura e um conceito bastante incomum. O filme será exibido no Cine Aventura traz como protagonistas Tom Holland e Daisy Ridley, dois nomes conhecidos por franquias de grande sucesso nos cinemas.

Baseado no livro The Knife of Never Letting Go, de Patrick Ness, o longa se passa em um futuro distante, em um planeta colonizado por humanos chamado Novo Mundo. Nesse lugar, os homens convivem com uma condição chamada “Ruído”, uma força que torna visíveis e audíveis seus pensamentos para todas as pessoas ao redor. Mentir, esconder sentimentos ou guardar segredos se torna praticamente impossível. (Via: AdoroCinema)

É nesse cenário que vive Todd Hewitt, personagem de Tom Holland. Acostumado a uma realidade em que todos sabem o que os outros estão pensando, ele tem sua vida transformada ao encontrar Viola Eade, interpretada por Daisy Ridley. A jovem surge após um acidente e chama atenção por representar algo raro naquele mundo: uma pessoa que parece não ser afetada pelo Ruído da mesma forma que os demais.

A chegada de Viola desperta o interesse de líderes locais e coloca os dois em uma jornada perigosa. Enquanto tentam escapar de perseguições, eles começam a descobrir informações escondidas sobre o planeta e sobre acontecimentos que foram mantidos em segredo durante anos. O filme utiliza essa busca por respostas como principal motor da narrativa.

Um dos aspectos mais interessantes para o espectador é justamente a ideia do Ruído. O recurso funciona como uma representação visual dos pensamentos dos personagens, permitindo que o público veja medos, lembranças e intenções surgindo ao redor deles. Essa característica cria situações curiosas e influencia diretamente os conflitos da história.

O elenco também reúne nomes de peso além dos protagonistas. Mads Mikkelsen interpreta David Prentiss, prefeito da cidade onde Todd vive e uma das figuras mais influentes do planeta. O filme ainda conta com atuações de Demián Bichir, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

Para quem acompanha a carreira de Tom Holland, conhecido mundialmente por interpretar o Homem-Aranha, o longa mostra um lado diferente do ator, em uma produção mais voltada para ficção científica e aventura. Já Daisy Ridley, lembrada por seu papel como Rey na franquia Star Wars, assume uma personagem fundamental para os mistérios da trama.

A produção também ficou conhecida pelos bastidores conturbados. O projeto passou por diversas revisões de roteiro ao longo dos anos e precisou de refilmagens antes de chegar aos cinemas. Mesmo com um orçamento estimado em cerca de 100 milhões de dólares, o desempenho nas bilheterias ficou abaixo das expectativas do estúdio.

A Trilha assume o 1º lugar na Netflix com viagem de lua de mel que vira jogo de suspeita e perigo entre desconhecidos

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O filme A Trilha apareceu em primeiro lugar no ranking da Netflix, e isso não é por acaso. Ele entra naquele tipo de história que muita gente maratona fácil: casal em viagem, lugar isolado e uma sensação constante de que qualquer pessoa ali pode estar escondendo algo. Não é um suspense de grandes cenas de ação, mas sim daqueles que fazem você ficar tentando entender quem está falando a verdade o tempo todo.

A história acompanha Cliff, vivido por Steve Zahn, e Cydney, interpretada por Milla Jovovich, que estão em lua de mel no Havaí. A ideia inicial é simples: aproveitar a viagem e curtir o caminho até uma trilha em uma área mais afastada da ilha. Só que esse plano muda quando eles acabam cruzando com outros viajantes e passam a dividir parte do trajeto com pessoas desconhecidas.

No meio desse caminho, o grupo encontra Nick, interpretado por Timothy Olyphant, que conhece bem a região e ajuda em um trecho mais difícil da trilha. O que parecia só uma ajuda prática começa a ganhar outro peso conforme o comportamento de cada um levanta dúvidas. Aos poucos, ninguém parece tão transparente quanto parecia no começo.

A situação fica mais séria quando o grupo fica sabendo de um assassinato recente envolvendo um casal de recém-casados em Honolulu. A partir desse momento, o jeito como cada personagem age muda. Qualquer detalhe vira motivo de desconfiança, e pequenas atitudes passam a ser vistas com atenção redobrada, como se cada um pudesse estar ligado ao crime de alguma forma.

Além do casal principal e de Nick, entram na história outros personagens que aumentam ainda mais essa sensação de incerteza. Kale, interpretado por Chris Hemsworth, Cleo, vivida por Marley Shelton, e Gina, interpretada por Kiele Sanchez, completam o grupo que segue pela trilha. Com todo mundo reunido no mesmo lugar e sem saída fácil, a dúvida vira parte constante da viagem.

O roteiro e a direção de David Twohy apostam em uma forma de contar história bem direta, sem depender de explicações longas ou cenas exageradas. A ideia é ir soltando informações aos poucos, deixando o público montar o próprio entendimento enquanto acompanha os personagens. Isso faz com que a experiência seja mais de observação do que de resposta pronta.

Outro ponto que ajuda o filme a continuar chamando atenção dentro da Netflix é justamente o fato de ele ser fácil de assistir. Não exige conhecimento de outras produções, não faz parte de franquia e funciona sozinho. É só apertar o play e acompanhar até o fim, o que facilita bastante para quem quer algo direto para ver em uma sessão só.

O cenário do Havaí também não está ali só para “enfeitar” a história. A trilha em meio à natureza isolada influencia diretamente o comportamento dos personagens. Sem sinal fácil de ajuda e com pouca chance de contato externo, qualquer decisão errada pesa mais, e isso aumenta a tensão entre eles sem precisar de grandes explicações.

Spider-Noir pode ganhar 2ª temporada no Prime Video? Tudo o que já dá pra entender sobre a série do Homem-Aranha

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Spider-Noir já estreou no catálogo do Prime Video e entregou todos os seus 8 episódios de uma vez, incluindo versões em colorido e preto e branco. Isso muda completamente a forma como a série passa a ser analisada agora, porque não existe mais expectativa de lançamento semanal. O que importa daqui pra frente é simples: quantas pessoas estão assistindo, até onde estão chegando nos episódios e se a produção consegue manter o interesse do início ao fim.

A série traz Nicolas Cage como protagonista, retomando uma versão alternativa do Homem-Aranha que ele já havia interpretado nas animações do multiverso da Marvel Comics. Aqui, ele não é um herói tradicional. O personagem aparece como um investigador particular envelhecido, vivendo na Nova York dos anos 1930, lidando com casos criminais enquanto tenta entender o próprio passado como vigilante.

O formato completo lançado de uma vez também interfere diretamente na forma como a série pode crescer dentro da plataforma. Produções assim dependem de maratonas e retenção de público. Se as pessoas começam e não terminam, isso pesa contra qualquer plano de continuidade. Se a audiência engaja até o final, mesmo sem lançamento semanal, isso fortalece a chance de renovação.

Outro ponto importante é a proposta visual. A série foi lançada em duas versões, colorida e preto e branco, o que não é apenas um recurso estético, mas uma estratégia para aumentar o tempo de consumo e dar uma identidade mais forte ao projeto. Esse tipo de decisão costuma ser usado em produções que querem se destacar dentro de um catálogo muito competitivo.

O elenco também ajuda a reforçar o peso da produção. Além de Nicolas, a série conta com Lamorne Morris como Robbie Robertson, além de nomes como Brendan Gleeson, Li Jun Li, Abraham Popoola, Jack Huston e Karen Rodriguez. A escolha de elenco segue uma linha mais dramática, alinhada com o tom investigativo da história, que foge do padrão mais leve de outras versões do Homem-Aranha.

O que mais chama atenção agora, depois da estreia, é que a possibilidade de uma segunda temporada não está descartada, mas também não faz parte de um plano confirmado. Tudo depende de três fatores bem diretos. O primeiro é audiência real, não só curiosidade inicial, mas permanência ao longo dos episódios. O segundo é o custo, já que recriar uma Nova York dos anos 1930 com esse nível de detalhe não é barato e precisa se justificar dentro da plataforma. O terceiro é a agenda de Nicolas Cage, que continua envolvido em vários projetos e não necessariamente teria disponibilidade imediata para voltar ao papel.

Mesmo assim, existe espaço para continuação se a série performar bem. O personagem já tem reconhecimento do público por causa das animações do multiverso da Marvel Comics, e o formato noir permite expandir histórias em diferentes casos, sem precisar seguir uma única trama contínua. Isso facilita a criação de novas temporadas caso a resposta seja positiva.

Por enquanto, o cenário é direto. A primeira temporada já cumpre sua função de apresentar o projeto completo dentro do Prime Video e agora entra na fase de avaliação. Se os números forem fortes, a continuação se torna viável. Se não forem, a série pode muito bem ficar como uma história fechada, mesmo sem ter sido anunciada originalmente como minissérie.

Damien Leone confirma novo terror com Sam Raimi após Terrifier 4 e projeto da Lionsgate entra em desenvolvimento

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Enquanto finaliza Terrifier 4, o diretor Damien Leone já tem definido seu próximo longa de terror. O cineasta vai escrever, dirigir e produzir Tortures of the Damned (Torturas dos Condenados) para a Lionsgate, segundo informações divulgadas pelo The Hollywood Reporter e pela Variety.

O projeto marca a primeira história original de Leone fora da franquia Terrifier, que ficou conhecida pelo personagem Art, o palhaço assassino. A nova produção não será continuação nem derivada desse universo, indicando uma mudança de escala e proposta dentro da carreira do diretor.

A produção terá participação de Sam Raimi, responsável pela trilogia Homem-Aranha e pela franquia A Morte do Demônio. Ele entra como produtor ao lado de Rob Tapert, por meio da Ghost House Pictures. A presença de Raimi posiciona o projeto dentro do segmento de terror comercial com forte identidade visual e narrativa.

De acordo com as informações já divulgadas, Tortures of the Damned será lançado apenas após Terrifier 4, que deve encerrar a história de Art. Isso coloca o novo longa como o próximo trabalho de grande destaque de Damien Leone dentro do cinema de gênero.

Até o momento, não foram revelados detalhes de elenco, trama ou ambientação. O que está confirmado é que Leone assume controle total do projeto, com roteiro, direção e produção centralizados em sua autoria, enquanto a Lionsgate ficará responsável pelo desenvolvimento e distribuição.

A participação de Sam Raimi indica uma linha criativa voltada ao terror intenso, com foco em impacto visual e construção de tensão. A colaboração entre os dois cineastas chama atenção por reunir nomes que começaram no cinema de baixo orçamento e cresceram dentro da indústria mantendo estilo próprio.

Mesmo sem informações de história, o projeto já é tratado como uma das próximas apostas da Lionsgate no gênero de terror. A associação com Leone e Raimi reforça o interesse em produções com linguagem direta, violência estilizada e apelo para público de horror contemporâneo.

Tudo sobre a franquia Terrifier

O filme Terrifier apresenta o personagem Art, o palhaço, em uma noite de Halloween em que ele persegue e ataca diferentes vítimas em sequência. A produção é centrada em cenas de perseguição e confrontos diretos, sem aprofundar explicações sobre a origem do antagonista, o que mantém o foco na ação e na tensão constante.

Interpretado por David Howard Thornton, Art se destaca por não utilizar diálogo, comunicando-se apenas por expressões e gestos. Essa característica reforça o comportamento imprevisível do personagem e ajuda a construir sua presença como uma figura silenciosa, mas dominante em cena.

O longa estreou em festivais de cinema em 2016 e teve lançamento limitado nos cinemas em 2018. Mesmo com circulação reduzida, ganhou atenção por apostar em efeitos práticos e maquiagem detalhada, especialmente nas cenas de violência, que se tornaram um dos principais pontos de discussão sobre a obra.

A narrativa acompanha diferentes personagens ao longo da mesma noite, todos conectados pela presença de Art. Esse formato faz com que o filme avance por encontros isolados, sem uma investigação central, o que contribui para a sensação de imprevisibilidade.

A produção também se tornou conhecida por utilizar cenários simples e ambientações urbanas pouco protegidas, o que aproxima a ação do cotidiano e intensifica o impacto das cenas. O uso de efeitos práticos em vez de recursos digitais é outro elemento marcante, reforçando a estética do terror independente.

Novo trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia tem duração revelada e aumenta expectativa para o próximo capítulo do herói

O segundo trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi registrado oficialmente pelo órgão de classificação indicativa do Canadá e terá 2 minutos e 36 segundos de duração. A informação, divulgada pelo site ComicBookMovie, indica que o material promocional já está concluído e deve ser lançado em breve, marcando uma nova etapa da divulgação do filme.

O longa continua a trajetória de Peter Parker após os acontecimentos de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, quando um feitiço lançado pelo Doutor Estranho fez com que toda a existência do personagem fosse apagada da memória coletiva. Isso deixou o herói em uma situação de anonimato total, sem reconhecimento público e sem apoio de pessoas próximas, o que muda completamente sua forma de agir em Nova York.

Em Homem-Aranha: Novo Dia, Peter segue atuando sozinho como o Homem-Aranha enquanto enfrenta uma nova ameaça que começa a surgir na cidade. Além disso, o personagem passa por mudanças em seus poderes, que passam a apresentar instabilidade e evolução inesperada, o que pode influenciar diretamente suas decisões ao longo da história.

A produção é assinada pela Marvel Studios em parceria com a Sony Pictures Releasing e a Columbia Pictures. A direção fica por conta de Destin Daniel Cretton, com roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers, dupla que já trabalhou em outras produções do herói no cinema.

O elenco principal traz Tom Holland no papel de Peter Parker, Zendaya como MJ e Jacob Batalon como Ned. O filme também inclui Sadie Sink, Jon Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo, ampliando o conjunto de personagens e indicando possíveis conexões com outras histórias do universo Marvel.

A confirmação da duração do segundo trailer funciona como um sinal de que a campanha de divulgação está avançando. Em produções desse porte, esse tipo de registro costuma aparecer pouco antes da liberação oficial do material ao público. Isso significa que novas imagens devem ser divulgadas em breve, possivelmente com foco maior na ameaça central da história e nas mudanças do protagonista.

Para o público que acompanha o Universo Cinematográfico Marvel, o novo filme representa uma fase diferente do Homem-Aranha, já que o personagem não conta mais com sua identidade secreta conhecida pelas pessoas ao redor. Isso altera a forma como ele atua, tornando suas decisões mais solitárias e suas ações menos reconhecidas, mesmo quando salva vidas.

Outro ponto de atenção está na evolução dos poderes de Peter Parker. As alterações indicadas na trama sugerem que o herói pode enfrentar limitações ou novas habilidades, o que pode influenciar diretamente o tipo de conflito apresentado no filme. A produção tem estreia confirmada nos cinemas do Brasil em 30 de julho .

Ticket To Heaven estreia neste sábado (30) e ganha lançamento internacional como O Menino que Não Vai Para o Céu

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A série tailandesa Ticket To Heaven tem estreia marcada para este sábado (30) na programação da GMM 25 e em plataformas como Viu e no canal oficial da GMMTV no YouTube. Para o público internacional, a produção também já possui título definido no catálogo da Viki, onde será lançada como O Menino que Não Vai Para o Céu.

Produzida pela GMMTV, a obra integra o catálogo recente de dramas BL do estúdio e conta com direção de Backaof Aof Noppharnach, conhecido por trabalhos voltados a narrativas centradas em relações emocionais complexas e desenvolvimento de personagens.

A história acompanha Tanrak, interpretado por Fourth Nattawat Jirochtikul, um jovem órfão criado em um seminário religioso que cresceu acreditando que seu destino era reencontrar os pais no céu. Sua rotina muda quando ele passa a conviver com Barth, vivido por Gemini Norawit Titicharoenrak, um estudante transferido com comportamento mais livre e questionador.

A convivência entre os dois inicia como uma relação de orientação, já que Tanrak recebe a responsabilidade de acompanhar a adaptação de Barth no ambiente religioso. Com o tempo, esse contato diário se transforma em um vínculo emocional que coloca o protagonista diante de sentimentos que entram em conflito direto com sua criação e com as regras do seminário.

A trama desenvolve esse choque a partir da rotina rígida do ambiente religioso, onde Tanrak sempre seguiu regras bem definidas sobre comportamento, fé e destino. A presença de Barth altera essa estrutura ao introduzir questionamentos que não faziam parte da vida do protagonista, especialmente sobre escolhas pessoais e desejo.

O núcleo principal da série se concentra nesse confronto interno. Tanrak precisa lidar com a educação religiosa que recebeu desde a infância enquanto percebe o surgimento de sentimentos por outro homem. A produção utiliza esse conflito para explorar temas como culpa, identidade e o impacto de crenças rígidas na formação emocional.

Além dos protagonistas, o elenco conta com Pupart Oliver como Father, Ashi Peerakan Teawsuwan como Khongdech, Pun Poon Sutarom como Kongkit, Tor Phakawat Tangchatkeaw e Guitar Supakorn Kantanit, que ajudam a compor o ambiente do seminário e o cotidiano dos personagens principais.

A narrativa também destaca o contraste entre os dois protagonistas. Tanrak representa disciplina, obediência e ligação direta com a estrutura religiosa em que foi criado. Barth surge como elemento de ruptura, trazendo comportamentos mais espontâneos e uma visão de mundo menos restrita, o que afeta diretamente o desenvolvimento da história.

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