Christopher Nolan reage às críticas antecipadas de A Odisseia e explica por que ignora o barulho da internet antes da estreia

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Christopher Nolan decidiu falar novamente sobre as reações que cercam A Odisseia, seu próximo filme, e explicou por que prefere não dar importância às opiniões formadas antes do lançamento oficial. Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, o cineasta afirmou que comentários feitos por pessoas que ainda não assistiram à produção não representam uma avaliação real da obra.

Para Nolan, uma produção cinematográfica só pode ser analisada depois que o público tem contato com a história completa, a montagem final e todas as escolhas criativas envolvidas. Segundo ele, debates antecipados acabam sendo baseados apenas em expectativas, rumores e informações incompletas.

A declaração acontece em meio a uma grande movimentação nas redes sociais envolvendo o longa. Desde o anúncio do elenco, A Odisseia passou a ser discutida por diferentes motivos, como a escolha dos atores, a adaptação do poema de Homero e a forma como o diretor pretende transformar um dos maiores clássicos da literatura em uma produção de grande escala.

Mesmo com a intensa repercussão, Nolan afirma que esse tipo de conversa faz parte do processo de divulgação de qualquer filme conhecido pelo público antes mesmo de chegar aos cinemas.

“Essas conversas que acontecem antes de as pessoas verem o filme são sempre irrelevantes. Ninguém que as tenha sabe ainda o que o filme realmente é.”

O diretor explicou que prefere manter o foco no desenvolvimento da história e nas decisões tomadas durante a produção, deixando que a própria obra seja responsável por gerar as discussões quando estiver disponível para o público.

O que Batman ensinou a Nolan sobre lidar com críticas?

Durante a entrevista, Nolan relembrou uma fase importante de sua carreira: o período em que comandou a trilogia formada por Batman Begins, O Cavaleiro das Trevas e O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Segundo o cineasta, trabalhar com um personagem tão conhecido mundialmente mostrou que tentar acompanhar cada comentário ou responder a todas as opiniões externas pode prejudicar o processo criativo. Para ele, o principal compromisso de uma adaptação é entender o material original e encontrar uma maneira própria de apresentar aquela história.

“Passei dez anos da minha vida lidando com o Batman. Aprendi ao longo dessa trilogia que não podemos nos preocupar com nada disso. O que temos que fazer é honrar o texto original e interpretá-lo da melhor maneira possível.”

A experiência com o herói da DC Comics mudou a maneira como Nolan encara seus projetos seguintes. Desde então, o diretor evita entrar em debates sobre rumores ou julgamentos feitos antes das estreias, preferindo conversar sobre seus filmes quando o público já teve a oportunidade de assisti-los.

Por que A Odisseia se tornou um dos filmes mais comentados dos últimos anos?

O interesse em torno do novo trabalho de Christopher Nolan aumentou ainda mais após o sucesso de Oppenheimer, longa que conquistou sete prêmios Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção.

Agora, o cineasta escolheu adaptar A Odisseia, poema atribuído a Homero que atravessou milhares de anos e continua sendo uma das obras mais estudadas da literatura mundial. A narrativa acompanha Odisseu, rei de Ítaca, durante sua difícil tentativa de retornar para casa após a Guerra de Troia.

No caminho, o personagem enfrenta desafios envolvendo criaturas mitológicas, forças divinas e conflitos pessoais. Entre os episódios mais conhecidos estão o encontro com o ciclope Polifemo, a passagem pelas sereias, o período ao lado da feiticeira Circe e os anos em que permanece distante de Ítaca enquanto Penélope aguarda seu retorno.

Apesar de ter origem na Grécia Antiga, a história continua influenciando diferentes produções ao longo dos séculos. O texto de Homero já serviu como inspiração para filmes, séries, livros e diversas releituras que buscaram apresentar novos olhares sobre a trajetória de Odisseu.

Quem faz parte do elenco?

A produção reúne um dos maiores elencos já comandados por Christopher Nolan.

Matt Damon interpreta Odisseu, protagonista da história. Para o papel, o ator passou por mudanças físicas e adotou uma preparação específica para representar o personagem criado por Homero. Entre as alterações realizadas, esteve o crescimento da barba durante aproximadamente um ano, seguindo uma orientação do diretor para evitar uma caracterização excessivamente artificial.

Tom Holland interpreta Telêmaco, filho de Odisseu, que tenta descobrir o paradeiro do pai após anos de ausência.

Anne Hathaway assume o papel de Penélope, rainha de Ítaca que precisa lidar com a pressão dos pretendentes enquanto espera pelo retorno do marido.

O elenco também conta com Zendaya como Atena, Robert Pattinson como Antínoo, Charlize Theron, Lupita Nyong’o, Jon Bernthal, Benny Safdie, Mia Goth, Elliot Page, John Leguizamo, Samantha Morton, Himesh Patel, Bill Irwin e Travis Scott, que aparece como um bardo em uma participação ligada à tradição oral responsável pela preservação da obra de Homero.

Por que A Odisseia é considerada a maior produção da carreira de Christopher?

Além da escala do elenco, o filme representa um dos maiores investimentos da trajetória do diretor.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o longa-metragem se tornou o projeto mais caro já dirigido por Nolan. As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em diferentes regiões do mundo, passando por países como Grécia, Itália, Marrocos, Escócia e Islândia, além de outras localidades escolhidas para recriar os cenários presentes no poema original.

Outro ponto importante está na tecnologia utilizada durante as gravações. Pela primeira vez em sua carreira, Nolan registrou um longa inteiro utilizando câmeras IMAX de 70 mm. O formato já havia sido usado pelo diretor em sequências específicas de outros trabalhos, mas nunca em toda uma produção.

A escolha reforça uma característica presente em grande parte da filmografia do cineasta: o uso de grandes cenários, efeitos práticos e gravações em locais reais sempre que possível, reduzindo a dependência de recursos digitais.

Como adaptar uma história escrita há quase três mil anos?

Levar A Odisseia para o cinema representa um dos maiores desafios da carreira de qualquer diretor. O poema reúne aventura, fantasia, conflitos familiares, política e elementos religiosos, criando uma narrativa que atravessou diferentes períodos da história.

A principal dificuldade está em preservar a essência da obra original sem transformar o filme em uma simples reprodução do texto antigo. Nolan terá que equilibrar a grandiosidade da história de Homero com uma linguagem capaz de dialogar com o público atual.

A adaptação também marca uma mudança significativa na carreira do cineasta, conhecido por trabalhar principalmente com ficção científica, dramas históricos e narrativas de grande complexidade. Agora, Nolan se volta para uma das histórias mais antigas já registradas pela humanidade, tentando encontrar uma nova forma de apresentar a trajetória de Odisseu nas telas.

Live-action de Moana abre abaixo das projeções nos EUA; Entenda o desempenho e o que está em jogo para a Disney

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O live-action de Moana começou sua trajetória nos cinemas dos Estados Unidos com números inferiores aos esperados pelo mercado. De acordo com informações divulgadas pelo Deadline, a nova produção da Disney deve encerrar o primeiro fim de semana em cartaz com uma arrecadação entre US$ 42 milhões e US$ 46 milhões. Embora o resultado coloque o filme entre as maiores estreias do período, ele ficou abaixo das estimativas mais otimistas que circulavam antes do lançamento.

Os primeiros dias de exibição costumam servir como um termômetro para medir o interesse do público, especialmente em produções desse porte. No caso de Moana, o desafio é ainda maior por se tratar de um longa com orçamento estimado em US$ 250 milhões, valor que não inclui os custos de divulgação ao redor do mundo.

Mesmo assim, a abertura não define, por si só, o destino do filme. Produções voltadas para famílias costumam registrar um comportamento diferente dos blockbusters tradicionais. Em vez de concentrarem boa parte da bilheteria no primeiro fim de semana, muitas permanecem em cartaz durante vários meses graças ao público infantil, às férias escolares e ao tradicional boca a boca.

Por que Moana voltou aos cinemas em live-action?

A decisão da Disney de revisitar Moana não aconteceu por acaso. Desde sua estreia em 2016, a animação se transformou em um dos títulos mais populares do catálogo do estúdio. Mesmo anos depois do lançamento, o filme continuou figurando entre os mais assistidos nas plataformas de streaming, conquistando novas gerações de espectadores.

O sucesso também impulsionou a expansão da franquia. Além da continuação animada, lançada posteriormente, a empresa apostou em uma versão com atores para apresentar novamente a história ao público e ampliar o alcance da marca.

O live-action preserva os principais acontecimentos da animação, mas recria cenários, criaturas e sequências de aventura utilizando efeitos visuais e cenários reais.

A trama acompanha Moana, jovem escolhida para suceder seu pai como líder da ilha de Motunui. Desde criança, ela mantém uma ligação especial com o oceano, embora seu povo tenha abandonado as grandes navegações depois de um antigo desastre.

Quando a vegetação começa a morrer, os peixes desaparecem e a sobrevivência da comunidade entra em risco, Moana descobre que a origem do problema está no roubo do coração da deusa Te Fiti. Para impedir que a maldição se espalhe, ela atravessa o oceano em busca do semideus Maui, responsável pelo desaparecimento do artefato.

Ao longo da viagem, a protagonista enfrenta tempestades, monstros inspirados na mitologia polinésia e desafios que colocam à prova sua coragem e sua capacidade de liderança. O filme também explora a tradição marítima dos povos do Pacífico, elemento que foi um dos diferenciais da animação original.

Quem está no elenco?

A grande novidade da produção é Catherine Laga’aia, atriz australiana de ascendência samoana, escolhida para interpretar Moana. Sua escalação foi vista como uma tentativa da Disney de manter a ligação cultural construída pelo filme original.

Já Dwayne Johnson retorna ao papel de Maui, personagem que dublou na animação de 2016. O ator também participa da produção do longa e esteve envolvido no desenvolvimento do projeto desde seu anúncio.

O elenco ainda reúne John Tui como o chefe Tui, pai da protagonista, e Frankie Adams no papel de Sina, mãe de Moana.

A direção é assinada por Thomas Kail, conhecido pelo premiado musical Hamilton, enquanto o roteiro ficou a cargo de Jared Bush, vencedor do Oscar por Zootopia, ao lado de Dana Ledoux Miller, roteirista nascida no Havaí e uma das responsáveis por preservar referências culturais da história.

Como foi a produção?

O desenvolvimento do live-action foi anunciado oficialmente em abril de 2023. As filmagens aconteceram entre julho e novembro de 2024, passando por estúdios em Atlanta e locações no Havaí, cenário escolhido pela proximidade geográfica e cultural com as ilhas que inspiraram a narrativa.

A produção também contou novamente com Dwayne Johnson entre os produtores, ao lado de Hiram Garcia, Dany Garcia e Beau Flynn.

O que esperar do desempenho nas próximas semanas?

Apesar da abertura abaixo das projeções, ainda é cedo para definir o desempenho comercial de Moana. Filmes voltados ao público familiar costumam manter uma arrecadação estável ao longo das semanas, especialmente durante períodos de férias, quando o público infantil frequenta os cinemas com maior regularidade.

Outro fator importante será o mercado internacional. Historicamente, os grandes lançamentos da Disney obtêm uma parcela significativa de sua receita fora dos Estados Unidos, o que pode equilibrar os números nas próximas semanas.

Temperatura Máxima deste domingo (12) exibe A Guerra do Amanhã, ficção científica com Chris Pratt e Yvonne Strahovski

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A Globo apresenta neste domingo, 12 de julho, na Temperatura Máxima, o filme A Guerra do Amanhã, produção estrelada por Chris Pratt que combina ação, ficção científica e viagens no tempo. Lançado em 2021, o longa imagina um futuro em que a humanidade está perdendo uma guerra contra criaturas alienígenas e decide recorrer a uma medida desesperada: recrutar pessoas do passado para lutar no conflito.

Dirigido por Chris McKay (A Guerra dos Robôs e LEGO Batman: O Filme), o filme acompanha Dan Forester (Chris Pratt), um professor de biologia e ex-militar que leva uma vida tranquila ao lado da esposa Emmy (Betty Gilpin) e da filha Muri. A rotina muda completamente quando soldados vindos do ano de 2051 surgem durante um evento esportivo para anunciar que a humanidade está à beira da extinção.

Sem soldados suficientes para enfrentar a ameaça, os sobreviventes do futuro criam uma tecnologia capaz de enviar pessoas do presente para a linha de frente da guerra. Dan acaba convocado para integrar essa missão, mesmo sabendo que as chances de voltar para casa são pequenas.

Ao chegar ao futuro, ele encontra cidades destruídas, uma população reduzida e um inimigo extremamente difícil de derrotar. Durante a missão, Dan descobre que o conflito envolve muito mais do que batalhas contra alienígenas e passa a enfrentar decisões que afetam diretamente sua família e o destino da humanidade.

O roteiro utiliza a viagem no tempo como ponto de partida, mas também explora as consequências das escolhas dos personagens e a relação entre diferentes gerações de uma mesma família.

Além de Chris Pratt no papel principal, o elenco reúne Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) como a coronel Muri Forester, J.K. Simmons (Whiplash) como James Forester, pai de Dan, Betty Gilpin (GLOW) como Emmy Forester e Sam Richardson (Veep) como Charlie, um dos integrantes da missão.

Inicialmente, A Guerra do Amanhã chegaria aos cinemas pela Paramount Pictures. Com a pandemia de Covid-19, os planos mudaram e os direitos de distribuição foram adquiridos pela Amazon Studios.

O longa estreou mundialmente em 2 de julho de 2021, diretamente no Prime Video, onde rapidamente se tornou um dos títulos mais assistidos da plataforma. O bom desempenho levou a Amazon a confirmar o desenvolvimento de uma sequência, que continua em produção.

Entenda A Morte do Demônio: Em Chamas antes da sessão e descubra como o filme se liga aos anteriores

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Depois de A Morte do Demônio e A Morte do Demônio: A Ascensão, a franquia criada por Sam Raimi volta aos cinemas com A Morte do Demônio: Em Chamas.

O sexto filme da série mantém o terror corporal e a violência que transformaram Evil Dead em uma das marcas mais conhecidas do gênero, mas leva a história para um cenário diferente: uma reunião familiar que rapidamente se transforma em um pesadelo.

Dirigido por Sébastien Vaniček (Infestação), que também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard, o longa é produzido por Sam Raimi e Rob Tapert, nomes ligados à franquia desde o filme original de 1981.

A história acompanha Alice (Souheila Yacoub), que perde o marido em um acidente e decide participar da cremação ao lado da família dele. O reencontro acontece em uma casa à beira de um lago, onde as tensões entre sogros, cunhados e a viúva já tornam o ambiente desconfortável antes mesmo dos acontecimentos sobrenaturais.

O problema começa quando forças ligadas ao Necronomicon, o famoso Livro dos Mortos da franquia, voltam a agir. Um a um, os familiares passam a ser possuídos pelos Deadites, criaturas conhecidas por transformar qualquer espaço em um cenário de violência extrema.

Sem conseguir fugir, Alice precisa enfrentar pessoas que conhece enquanto tenta sobreviver à propagação da possessão.

Quem está no elenco?

O filme é estrelado por Souheila Yacoub (Duna: Parte Dois), que interpreta Alice. O elenco também reúne Hunter Doohan (Wandinha), Luciane Buchanan (O Agente Noturno), Tandi Wright (Pearl), Erroll Shand (M3GAN) e Maude Davey.

A direção ficou nas mãos do cineasta francês Sébastien Vaniček, escolhido por Sam Raimi depois da repercussão de seu primeiro longa, Infestação, exibido em festivais internacionais de cinema.

O Necronomicon continua sendo o centro da história?

Sim. Assim como nos filmes anteriores, o Necronomicon volta a desencadear a série de acontecimentos sobrenaturais.

Desta vez, a trama também apresenta a Adaga Kandariana, uma antiga arma estudada por um pesquisador que acreditava ser capaz de destruir os Deadites. O objeto acaba se tornando a única esperança da família conforme a possessão se espalha pela casa.

Quem acompanha a franquia encontrará diversas referências aos capítulos anteriores, mas o roteiro funciona como uma história independente e pode ser assistido sem a necessidade de rever todos os filmes.

Como o filme se conecta com os outros longas da franquia?

Embora faça parte da cronologia de Evil Dead, Em Chamas segue a mesma proposta adotada pelos dois filmes anteriores: contar uma história inédita com novos personagens, preservando apenas os elementos clássicos da série, como o Necronomicon, os Deadites e o terror físico que sempre caracterizou a franquia.

Essa escolha permite que cada produção explore cenários e conflitos diferentes sem depender diretamente dos acontecimentos dos filmes anteriores.

Como foi a produção?

O desenvolvimento começou em 2024, quando Sam Raimi confirmou que outro derivado da franquia estava em produção. Sébastien Vaniček foi escolhido para dirigir depois da repercussão de Infestação, longa francês que chamou atenção pelo uso de efeitos práticos e pela construção do suspense.

As filmagens aconteceram entre julho e outubro de 2025, na Nova Zelândia, país que também serviu de locação para outras produções do gênero nos últimos anos.

O filme tem cena pós-créditos?

Sim. Depois dos créditos, uma cena conecta A Morte do Demônio: Em Chamas aos acontecimentos de A Morte do Demônio: A Ascensão.

A sequência mostra as cinzas de Ellie Bixler, personagem central do filme de 2023. A aparição sugere que a ameaça dos Deadites continua longe de chegar ao fim e prepara o terreno para o próximo capítulo da franquia.

Já existe continuação confirmada?

Sim. O próximo filme já está em desenvolvimento.

Intitulado Evil Dead Wrath, o longa será dirigido por Francis Galluppi e tem estreia prevista para 7 de abril de 2028. A produção será uma prequela ambientada antes dos acontecimentos do clássico Uma Noite Alucinante (The Evil Dead), ampliando a mitologia da franquia iniciada por Sam Raimi há mais de quatro décadas.

Bruce Willis encara uma madrugada de puro caos em Sobreviver à Noite; Veja a história do filme da Super Tela deste sábado (11)

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A Super Tela exibe neste sábado, 11 de julho, o suspense Sobreviver à Noite, produção de 2020 dirigida por Matt Eskandari. O longa reúne Bruce Willis e Chad Michael Murray em uma história que acontece quase inteiramente dentro de uma casa isolada, onde uma família precisa lidar com dois criminosos sem qualquer chance de pedir ajuda.

Foi um dos vários filmes realizados por Bruce Willis antes de sua aposentadoria, anunciada em 2022. Naquele período, o ator passou a participar de produções independentes de ação e suspense, mantendo a imagem construída em clássicos como Duro de Matar, mas em projetos menores e com elencos mais enxutos.

O que acontece em Sobreviver à Noite?

A história começa depois de um assalto fracassado. Os irmãos Jamie (Shea Buckner) e Matthias (Tyler Jon Olson) tentam roubar uma oficina mecânica, mas o dono reage. Matthias acaba baleado e os dois fogem sem ter para onde ir.

A única alternativa é procurar um médico longe dos hospitais. Eles chegam à casa de Rich Clark (Chad Michael Murray), um cirurgião que abandonou a profissão após um erro marcante em sua carreira. Rich é obrigado a operar Matthias sob a mira de uma arma, sabendo que qualquer tentativa de resistência pode colocar sua esposa e sua filha em perigo.

Só existe um detalhe que os criminosos desconhecem: naquela casa também mora Frank Clark (Bruce Willis), pai de Rich e ex-xerife. A presença dele muda completamente o rumo da invasão.

Um suspense que acontece em tempo quase real

Grande parte do filme acompanha as decisões tomadas durante poucas horas da madrugada. Não há grandes saltos no tempo nem mudanças constantes de cenário. A tensão nasce da convivência forçada entre pessoas que sabem que qualquer erro pode ser fatal.

Frank conhece o comportamento de criminosos e tenta encontrar uma brecha para proteger a família. Rich, por outro lado, precisa continuar tratando um homem ferido enquanto procura impedir que a situação saia ainda mais do controle.

Essa diferença entre pai e filho também move a narrativa. Um acredita no confronto direto. O outro tenta evitar que a violência aumente.

Bruce Willis e Chad Michael Murray dividem o protagonismo

Bruce Willis interpreta Frank Clark, um personagem mais contido do que os heróis de ação que marcaram sua carreira, mas que continua carregando a experiência de quem passou anos trabalhando como policial.

Ao seu lado está Chad Michael Murray, conhecido pela série One Tree Hill. No filme, ele vive um médico que precisa enfrentar um trauma pessoal justamente quando sua profissão volta a ser colocada à prova. O elenco principal ainda reúne Shea Buckner, Tyler Jon Olson, Lydia Hull e Riley Wolfe Rach.

Como o filme foi recebido?

Com orçamento estimado em US$ 3,5 milhões, o longa-metragem chegou aos cinemas em 2020, quando a pandemia ainda afetava fortemente o mercado de exibição. A arrecadação ficou em cerca de US$ 220 mil, e o longa encontrou um público maior depois do lançamento nas plataformas digitais.

Sem grandes cenas de destruição ou perseguições espalhadas por diferentes cidades, a produção trabalha com poucos personagens e um único conflito central, lembrando thrillers de invasão domiciliar bastante populares nos anos 1990 e 2000.

Onde assistir?

Além da exibição na Super Tela, Sobreviver à Noite também está disponível para aluguel no Prime Video, com valores a partir de R$ 14,90.

Novo filme de Justine Triet com Mia Goth e Andrew Scott encerra as filmagens; Thriller psicológico chega aos cinemas em 2027

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As gravações do longa-metragem Fonda, novo longa da diretora Justine Triet (Na Cama com Victoria, A Batalha de Solferino, Anatomia de Uma Queda), foram concluídas nesta sexta-feira (10). O projeto marca o primeiro trabalho da cineasta desde conquistar a Palma de Ouro, em Cannes, e o Oscar de Melhor Roteiro Original, consolidando seu nome entre os principais do cinema contemporâneo.

Previsto para estrear em 2027, o filme reúne um elenco liderado por Mia Goth (Pearl, MaXXXine), Andrew Scott (Ripley, Todos Nós Desconhecidos) e Frank Dillane (Fear the Walking Dead).

O que já se sabe sobre a história de Fonda?

Poucos detalhes da trama foram divulgados, mas Fonda é descrito como um thriller psicológico ambientado em uma casa que, à primeira vista, parece tranquila. Aos poucos, esse cenário se transforma em um espaço dominado pelo luto, pela paranoia e pela obsessão, acompanhando personagens que passam a questionar a própria percepção da realidade.

Apesar do título, o filme não tem qualquer ligação com a família de atores Fonda, de Jane Fonda e Henry Fonda. O nome faz referência a uma instituição que ocupa um papel central na narrativa.

A proposta segue uma linha próxima ao cinema que consagrou Justine Triet: histórias centradas em personagens complexos, relações humanas marcadas por tensão e conflitos psicológicos que se intensificam sem recorrer a soluções fáceis.

Quem está por trás da produção?

Além de dirigir o longa, Justine Triet também assina o roteiro. A cineasta ganhou projeção internacional com Anatomia de Uma Queda, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2023 e do Oscar de Melhor Roteiro Original no ano seguinte.

Na frente das câmeras, Mia Goth assume o papel principal depois de se destacar em produções como Pearl, X e MaXXXine. O elenco ainda reúne Andrew Scott, indicado ao Globo de Ouro por Todos Nós Desconhecidos e conhecido pela série Ripley, além de Frank Dillane, visto em Fear the Walking Dead.

No Cine Aventura, Record exibe Gato de Botas, animação da DreamWorks que expandiu o universo de Shrek

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A Record exibe no Cine Aventura deste sábado, 11 de julho, a animação Gato de Botas, sucesso da DreamWorks Animation lançado em 2011. O filme coloca o carismático espadachim vivido por Antonio Banderas no centro da história e apresenta os acontecimentos que antecedem sua primeira aparição na franquia Shrek.

Embora o personagem tenha origem em um conto de fadas publicado no século XVII, o longa cria uma nova história para explicar como o Gato de Botas se tornou um dos heróis mais conhecidos do universo de Shrek. A produção arrecadou mais de US$ 554 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se um dos maiores sucessos da DreamWorks naquele período.

A trama acompanha o Gato de Botas, um fora da lei que tenta limpar seu nome depois de ser acusado de participar do roubo ao banco de San Ricardo ao lado de seu antigo amigo, Humpty Dumpty. Anos depois, ele descobre que os criminosos Jack e Jill estão com os lendários feijões mágicos, capazes de levar ao castelo onde vive a famosa Gansa dos Ovos de Ouro.

Durante a tentativa de roubar os feijões, o espadachim encontra uma adversária à altura: Kitty Patamansa, uma habilidosa gata ladra que trabalha justamente com Humpty Dumpty. Apesar do passado conturbado entre os dois amigos, o trio decide unir forças para executar o plano de chegar ao castelo do gigante e encontrar a lendária gansa.

A missão, no entanto, toma outro rumo quando antigas desconfianças voltam à tona e alianças começam a mudar. Entre perseguições, traições e batalhas, o Gato precisa decidir em quem realmente pode confiar e encontrar uma forma de reparar os erros que marcaram sua história.

A dublagem original reúne Antonio Banderas como Gato de Botas, Salma Hayek no papel de Kitty Patamansa e Zach Galifianakis como Humpty Dumpty. O elenco ainda conta com Billy Bob Thornton e Amy Sedaris, que interpretam os vilões Jack e Jill.

Dirigido por Chris Miller, o longa preserva o humor característico da franquia Shrek, mas aposta em uma narrativa inspirada nos filmes de aventura e faroeste. As cenas de ação, os duelos de espada e as referências a contos clássicos ajudam a construir uma identidade própria para o personagem.

O sucesso do filme abriu caminho para uma sequência. Em 2022, a DreamWorks lançou Gato de Botas 2: O Último Pedido, animação que recebeu ampla aprovação da crítica, conquistou indicação ao Oscar de Melhor Animação e apresentou uma abordagem mais madura para o personagem.

No Supercine de hoje, 11 de julho, Globo exibe Bem-Vinda a Quixeramobim, comédia brasileira estrelada por Monique Alfradique

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A Globo exibe na sessão Supercine deste sábado, 11 de julho, o filme Bem-Vinda a Quixeramobim, comédia brasileira dirigida por Halder Gomes e estrelada por Monique Alfradique. Lançado nos cinemas em 2022, o longa combina humor com uma história sobre recomeços, identidade e o contraste entre a vida nas redes sociais e a realidade.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Aimée, uma influenciadora digital que cresceu cercada por luxo graças à fortuna da família. A situação muda completamente quando uma investigação por corrupção resulta no bloqueio dos bens do pai, deixando a protagonista sem acesso ao patrimônio que sustentava seu estilo de vida.

A única herança que permanece em seu nome é uma antiga fazenda localizada em Quixeramobim, no interior do Ceará. Decidida a vender a propriedade para recuperar sua estabilidade financeira, Aimée viaja até a cidade, mas evita contar aos seguidores o que realmente aconteceu. Para manter a imagem construída na internet, ela afirma que decidiu fazer um período sabático, escondendo que enfrenta dificuldades pela primeira vez.

A mudança para o sertão coloca a personagem diante de uma realidade completamente diferente daquela que conhecia. O contato com os moradores da região e a convivência em um ambiente distante da rotina das redes sociais transformam seus planos e sua maneira de enxergar a própria vida.

Dirigido por Halder Gomes, cineasta conhecido por produções como Cine Holliúdy, o filme utiliza o humor para abordar temas atuais, como a busca por aprovação nas redes sociais, a importância das aparências e o impacto que uma mudança de realidade pode provocar na vida de alguém.

O elenco reúne nomes conhecidos da comédia brasileira. Além de Monique Alfradique, participam Edmilson Filho, Max Petterson, Chandelly Braz, Luís Miranda, Silvero Pereira, Falcão, Araci Breckenfeld, Arthur Kohl e Roberta Wermont.

As filmagens aconteceram no Ceará entre outubro e dezembro de 2020, aproveitando cenários naturais da região para ambientar a história. Antes da estreia nacional, em outubro de 2022, o longa foi apresentado durante o Festival de Cinema Brasileiro de Paris, em uma sessão especial dedicada ao cinema nacional.

Yelena Belova entra para o elenco de Homem-Aranha: Um Novo Dia após confirmação de Kevin Feige

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A Marvel Studios revelou mais um detalhe importante sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia. Durante um painel realizado na Shanghai Expo, Kevin Feige confirmou que Yelena Belova estará no novo filme estrelado por Tom Holland. A revelação aconteceu de forma espontânea, durante uma interação com uma cosplayer da personagem que estava presente no palco.

Ao conversar com a fã, o presidente da Marvel Studios afirmou que Yelena terá um papel de grande relevância em Vingadores: Doutor Destino, mas adiantou que o público voltará a encontrar a personagem antes desse lançamento. Em seguida, confirmou que ela fará parte de Homem-Aranha: Um Novo Dia.

Feige não revelou como a Viúva Negra será inserida na história nem qual será a dimensão de sua participação. Ainda assim, a confirmação indica que a personagem interpretada por Florence Pugh continuará ocupando um espaço importante na construção da nova fase do Universo Cinematográfico da Marvel.

O longa acompanha Peter Parker alguns anos depois dos acontecimentos de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Com sua identidade apagada da memória do mundo após o feitiço de Doutor Estranho, o herói passa a atuar sozinho pelas ruas de Nova York, distante da vida que conhecia e sem o apoio de seus antigos amigos.

Durante essa nova fase, Peter enfrenta uma ameaça inédita ao mesmo tempo em que começa a perceber mudanças incomuns em seus próprios poderes. Entre as novidades estão o desenvolvimento de teias orgânicas, sentidos ainda mais aguçados e momentos em que perde o controle de suas habilidades, tornando-se mais agressivo do que o habitual.

Tom Holland retorna ao papel principal ao lado de Zendaya, que volta como MJ, e Jacob Batalon, novamente interpretando Ned Leeds. O elenco também reúne Jon Bernthal como Frank Castle, o Justiceiro, Mark Ruffalo como Bruce Banner, Michael Mando reprisando o Escorpião, além de Sadie Sink, Tramell Tillman, Liza Colón-Zayas, Marvin Jones III, Eman Esfandi, Zabryna Guevara e Keith David.

Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme marca o início de uma nova etapa para Peter Parker dentro do MCU. A proposta é acompanhar um Homem-Aranha mais independente, focado em combater o crime nas ruas de Nova York depois dos eventos que encerraram a trilogia anterior.

A presença de Yelena também amplia a ligação entre o longa e os próximos capítulos da Marvel Studios. Desde Viúva Negra, a personagem se tornou uma das figuras centrais da nova geração de heróis do estúdio, aparecendo em diferentes produções e assumindo um papel cada vez mais relevante nas histórias que conduzem aos próximos filmes dos Vingadores.

As gravações de Homem-Aranha: Um Novo Dia aconteceram entre agosto e dezembro de 2025, com filmagens realizadas em Glasgow, em outras cidades da Inglaterra e nos estúdios Pinewood. O roteiro é assinado por Chris McKenna, Erik Sommers e Justin Kuritzkes.

Com a confirmação feita por Kevin Feige, a lista de participações especiais do filme continua crescendo e reforça que a aventura de Peter Parker terá conexões importantes com o restante do Universo Cinematográfico da Marvel.

Ariana Grande deixa 13ª temporada de American Horror Story após mudanças no cronograma de produção

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A participação de Ariana Grande na 13ª temporada de American Horror Story não vai mais acontecer. Escalada quando o novo ano da série foi anunciado, a cantora e atriz acabou deixando o projeto por incompatibilidade entre as gravações e os compromissos de sua próxima turnê mundial. A informação foi publicada pelo Deadline.

Segundo a reportagem, o calendário de produção passou por diversas alterações desde que a renovação da série foi oficializada. As mudanças acabaram coincidindo com o período reservado para a agenda internacional de Ariana, tornando impossível encaixar as filmagens sem comprometer os shows já programados.

A notícia encerra meses de especulações sobre qual seria o papel da artista na antologia criada por Ryan Murphy. Como acontece com frequência em American Horror Story, detalhes da trama permanecem sob sigilo, e nenhum personagem ligado à cantora chegou a ser revelado antes de sua saída.

O convite para integrar a produção surgiu em um momento de expansão da carreira de Ariana no cinema. Depois de interpretar Glinda em Wicked, trabalho que recebeu boa repercussão entre crítica e público, seu nome passou a aparecer com mais frequência em produções de grande orçamento. A entrada em uma das franquias televisivas mais conhecidas do terror parecia um passo natural, mas a incompatibilidade de agendas encerrou essa possibilidade.

As gravações da nova temporada começaram em abril de 2026. A produção reúne diversos rostos conhecidos da série, muitos deles reprisando personagens que já apareceram em temporadas anteriores.

Sarah Paulson retorna como Cordelia Goode. Evan Peters volta ao papel de James Patrick March. Angela Bassett interpreta novamente Marie Laveau, Emma Roberts revive Madison Montgomery, Billie Lourd retorna como Mallory e Gabourey Sidibe será outra vez Queenie. Leslie Grossman também reprisa Coco St. Pierre Vanderbilt, personagem apresentada em Apocalypse.

Jessica Lange, uma das figuras mais importantes da história da franquia, também integra o elenco. A atriz participou dos primeiros anos de American Horror Story e voltou ocasionalmente em temporadas posteriores. Sua presença costuma marcar acontecimentos relevantes dentro da cronologia da série.

A lista de nomes confirmados ainda inclui Kathy Bates, John Waters, Joey Pollari, Alex Consani, Paulo Anthony Kelly, Madelaine Petsch, Mena Suvari, Mat Fraser e John Carroll Lynch. Este último volta a interpretar Twisty, o Palhaço, um dos antagonistas mais conhecidos produzidos por Ryan Murphy para a antologia.

Embora o FX ainda não tenha divulgado a sinopse oficial, o retorno simultâneo de personagens ligados a Coven indica que a temporada terá ligação direta com um dos capítulos mais populares da série. Ryan Murphy já havia comentado, ainda em 2018, que pretendia revisitar aquelas personagens em uma história futura. Na época, a declaração alimentou teorias que voltaram a circular após a confirmação do elenco.

A renovação para a 13ª temporada aconteceu em janeiro de 2020, antes mesmo da produção dos anos seguintes. A decisão garantiu vida longa à série, criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk, que permanece entre as antologias de terror mais duradouras da televisão norte-americana.

Desde sua estreia, em 2011, a série adotou um formato pouco comum na TV. Cada temporada apresenta uma história diferente, mas muitos atores retornam em papéis inéditos ou retomam personagens já conhecidos. Esse modelo permitiu a construção de uma identidade própria para a franquia e consolidou um grupo de intérpretes frequentemente associado à série.

Nos últimos anos, Ryan Murphy passou a conectar diferentes temporadas por meio de referências e reencontros entre personagens, criando uma continuidade que não existia nos primeiros capítulos da produção. O retorno de Cordelia, Madison, Mallory, Queenie e Marie Laveau sugere que essa estratégia continuará presente no novo ano.

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