Resumo da novela Amor Perfeito de 29/05/2023 segunda-feira. A exibição está prevista para acontecer às 18h, na Globo.
Segundo informa o resumo, Gaspar, sedento por um acordo, faz uma promessa tentadora a Gusmão, caso ele concorde em demitir Marê de seu cargo. Intrigado, Gusmão não sabe ao certo qual decisão tomar diante dessa proposta tentadora e inesperada. Enquanto isso, Marê, consciente dos jogos de poder que cercam Gaspar e Gilda, compartilha suas preocupações com Júlio. Ela teme que tanto Gilda quanto Gaspar estejam dispostos a atentar contra a integridade de Gusmão e Iolanda, usando métodos escusos para alcançar seus objetivos egoístas. Em meio à confusão, Odete, uma personagem enigmática, aproveita a oportunidade e foge com as roupas de Violeta, gerando uma situação caótica. Enquanto isso, Popó, um conhecido intermediário, tem o prazer de apresentar Odete, agora disfarçada como a artista Wanda, a Violeta, resultando em um encontro inesperado. Violeta, buscando reorganizar sua vida, convoca Catarina para assumir o papel de sua nova assistente pessoal. Impressionada com suas habilidades e dedicação, Violeta vê em Catarina uma oportunidade de trazer ordem e eficiência ao seu cotidiano tumultuado.
Ainda em Amor Perfeito, Orlando, um observador atento, elogia o trabalho exemplar de Adélia como enfermeira. Reconhecendo sua dedicação e profissionalismo, ele não poupa elogios à sua competência, ressaltando o impacto positivo que ela tem sobre aqueles que precisam de cuidados médicos. No entanto, nem tudo é o que parece. Iolanda, uma mulher astuta, disfarça suas verdadeiras intenções quando Marê a questiona sobre a visita misteriosa de Gaspar à alfaiataria. Iolanda esconde a verdade por trás de um sorriso encantador, deixando Marê em dúvida e aumentando ainda mais o clima de incerteza e desconfiança. Enquanto isso, Anselmo, um mestre da manipulação, semeia intrigas e controla as ações de Lucília e Verônica conforme seus interesses pessoais. Com suas artimanhas e jogos psicológicos, ele manipula as duas mulheres, colocando-as em situações conflitantes e alimentando a desarmonia que já existe entre elas. Em um desdobramento crucial, Gaspar finalmente comunica a Gilda que Gusmão tomará a decisão de demitir Marê. Essa notícia abala Gilda, que tem em Marê uma rival em seus planos ambiciosos. Agora, com a confirmação da demissão iminente, Gilda precisa pensar rapidamente em sua próxima jogada para garantir seu próprio sucesso e eliminar qualquer ameaça ao seu status e poder.
O resumo da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
No próximo dia 08/09/2023, sexta-feira, uma emocionante noite de terça-feira se avizinha para os aficionados por filmes de ação. O aguardado Fuga Implacável estará em destaque no Cine Espetacular do SBT, prometendo um espetáculo eletrizante. A sessão está agendada para começar às 23h15, logo após a transmissão do Programa do Ratinho.
Fuga Implacável é uma produção cinematográfica dos Estados Unidos, dirigida com maestria por Mikael Håfström, conhecido por seu trabalho em “Zona de Combate,” e lançada no ano de 2013. O filme traz à tona a envolvente narrativa de Ray Breslin, magistralmente interpretado por Sylvester Stallone, um especialista em segurança que se destaca por sua habilidade em testar a inviolabilidade de prisões de segurança máxima. No entanto, a trama toma um rumo sinistro quando, durante uma dessas missões desafiadoras, Ray é traído e subitamente enviado para uma prisão secreta de alta segurança, conhecida apenas como “A Tumba,” um local que não figura em nenhum registro oficial. Ali, ele se alia a Emil Rottmayer, vivido por um elenco de peso, na tentativa audaciosa de escapar das garras do desconhecido traidor e desvendar a trama obscura que o levou a este terrível destino.
A película, repleta de sequências de ação eletrizantes e momentos de suspense angustiantes, reúne um elenco estelar, com nomes de renome como Henry Cavill, notório por sua interpretação como Superman em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça,” Jim Caviezel, que brilhou em “O Conde de Monte Cristo,” Curtis “50 Cent” Jackson, famoso por sua participação na série “Power,” e Vinnie Jones, que se destacou em “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes.” A saga de Fuga Implacável ganhou duas sequências empolgantes, a saber: Fuga Implacável 2, lançado em 2018 com o título “Escape Plan 2: Hades,” e Fuga Implacável: O Final, que chegou às telonas em 2019 como “Escape Plan: The Extractors.”
Além dos astros previamente mencionados, o elenco de Fuga Implacável também incluiu talentosos atores como Sam Neill, conhecido por seu papel em “Jurassic Park,” no papel do Dr. Kyrie, o cérebro por trás da construção da prisão “A Tumba,” e Vincent D’Onofrio, famoso por seu papel em “Demolidor,” que interpretou Lester Clark, o vice-diretor da penitenciária. O filme ainda contou com a participação de Amy Ryan, conhecida por “Gone Baby Gone,” no papel de Abigail, uma advogada que auxilia Ray Breslin, e Faran Tahir, que ganhou notoriedade em “Homem de Ferro,” no papel de Javed, um dos guarda-costas de Emil Rottmayer. Prepare-se para uma noite de ação e emoção inigualáveis no Cine Espetacular do SBT, pois Fuga Implacável está prestes a conquistar a sua audiência.
Saiba curiosidades do filme Fuga Implacável
Parceria entre Stallone e Schwarzenegger: Este filme marcou a primeira vez que os ícones de ação Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger atuaram juntos em papéis de destaque. Embora já tivessem aparecido brevemente juntos em “Os Mercenários” (The Expendables), “Fuga Implacável” foi a primeira vez que compartilharam considerável tempo de tela como protagonistas.
Baseado em fatos reais: A premissa do filme, que envolve um especialista em segurança que testa a inviolabilidade de prisões de segurança máxima, foi inspirada em um artigo de revista que descrevia a fuga de prisões por meio de métodos engenhosos. O filme explora a ideia de como alguém poderia tentar escapar de uma prisão quase impenetrável.
Papel originalmente destinado a Schwarzenegger: Inicialmente, o personagem de Sylvester Stallone, Ray Breslin, estava planejado para ser interpretado por Arnold Schwarzenegger, mas os papéis foram trocados, levando Schwarzenegger a interpretar Emil Rottmayer e Stallone a desempenhar o papel principal.
Treinamento real: Sylvester Stallone é conhecido por se dedicar muito aos seus papéis de ação, e para “Fuga Implacável,” ele treinou em artes marciais, como jiu-jitsu brasileiro, para tornar suas cenas de luta mais autênticas.
Duro processo de filmagem: As cenas de ação intensas e os efeitos especiais desafiadores tornaram a produção do filme fisicamente exigente para o elenco. Stallone e Schwarzenegger enfrentaram várias cenas de luta e ação, o que exigiu muito treinamento e preparação.
Sequências: O sucesso do filme gerou duas sequências, “Fuga Implacável 2: Hades” (Escape Plan 2: Hades) e “Fuga Implacável: O Final” (Escape Plan: The Extractors), que continuam a história de Ray Breslin e suas aventuras no mundo das prisões de alta segurança.
Cenário real: Embora a prisão “A Tumba” seja uma construção fictícia no filme, muitas das cenas foram filmadas em uma prisão real. As cenas de prisão foram filmadas em uma prisão desativada na Letônia, chamada Liepāja Prison.
A Universal Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer e o cartaz oficial do longa A História do Som, dirigido pelo renomado cineasta Oliver Hermanus. Ovacionado em sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes, em maio de 2025, o filme chega aos cinemas brasileiros em 19 de fevereiro de 2026, prometendo uma experiência sensorial única que mistura romance, música e memória.
Um encontro que transforma vidas
O enredo acompanha Lionel, interpretado por Paul Mescal, talentoso ator indicado ao Oscar de Melhor Ator em 2023 por Aftersun. Lionel é um jovem estudante de música no Conservatório de Boston, onde conhece David, vivido por Josh O’Connor, vencedor do Emmy de Melhor Ator em Série Dramática em 2021. A amizade entre os dois nasce de um profundo amor compartilhado pela música folk, um vínculo que se transforma gradualmente em romance.
A narrativa se desenrola entre 1917 e o verão de 1920, período em que os protagonistas se conhecem, se separam devido à Primeira Guerra Mundial e se reencontram para uma viagem transformadora pelo interior do Maine. Juntos, eles registram e preservam canções tradicionais, mergulhando na riqueza cultural da música folk americana. Cada melodia coletada é mais do que uma canção: é um fragmento de memória, uma história de vida preservada para gerações futuras.
Direção sensível e roteiro envolvente
Oliver Hermanus, conhecido por sua abordagem intimista e sensível, consegue equilibrar romance e drama com maestria. O roteiro, assinado por Ben Shattuck, é baseado em dois contos de sua coleção The History of Sound, que exploram temas como memória, identidade e a intensidade das relações humanas. Hermanus transforma esses contos em imagens e sons que emocionam, transportando o espectador para o início do século XX com autenticidade e poesia.
A direção se destaca pelo cuidado nos detalhes: desde os figurinos e cenários até a escolha de instrumentos e locações no Maine, tudo contribui para a imersão do público. Cada tomada reflete a beleza do período, criando uma experiência quase sensorial em que a música não é apenas trilha sonora, mas personagem central da história.
Elenco de excelência
Além de Paul Mescal e Josh O’Connor, o filme conta com a participação de Chris Cooper, ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, que acrescenta profundidade e presença à narrativa. A combinação desses talentos cria um elenco capaz de transmitir emoções complexas e sutis, tornando cada cena memorável.
A química entre Mescal e O’Connor é um dos pontos mais comentados do filme. Os dois atores conseguem capturar a intimidade, a vulnerabilidade e a paixão de Lionel e David de forma convincente, transformando um romance histórico em uma história universal sobre amor, arte e conexão humana.
Uma viagem pela música e pela memória
O núcleo central do filme é a viagem de Lionel e David pelo interior do Maine, na qual coletam canções folk que refletem a vida e as tradições locais. Esse roteiro não é apenas geográfico, mas emocional. A jornada permite que os protagonistas explorem suas próprias memórias e sentimentos, além de preservar culturalmente histórias que poderiam se perder com o tempo.
A música, nesse contexto, funciona como ponte entre passado e presente. Cada melodia traz à tona lembranças, emoções e histórias das pessoas que a cantam. Hermanus consegue transmitir a importância desses momentos, fazendo o público sentir que a arte pode ser uma forma de imortalizar experiências humanas.
Recepção internacional
O filme estreou mundialmente no 78º Festival de Cinema de Cannes, na competição principal, em 21 de maio de 2025, sendo ovacionado pelo público e pela crítica. A produção foi indicada à Palma de Ouro, reconhecimento que destaca a qualidade artística e narrativa do longa.
Após Cannes, o filme teve lançamento nos Estados Unidos pela plataforma Mubi em 12 de setembro de 2025, ampliando sua visibilidade internacional e consolidando sua reputação como obra sensível e poética. Especialistas elogiaram a direção de Hermanus, o roteiro de Shattuck e, principalmente, as performances de Mescal e O’Connor, considerando o filme uma das melhores produções cinematográficas de 2025.
Temas universais e contemporâneos
Embora ambientado em uma época histórica específica, A História do Som aborda questões universais que dialogam com o público contemporâneo. O filme reflete sobre a importância da memória, a preservação da cultura e o poder transformador do amor e da arte. A relação de Lionel e David, marcada por delicadeza, paixão e desafios emocionais, permite que o público se conecte com sentimentos e experiências universais, tornando a história atemporal.
Além disso, o longa provoca reflexões sobre identidade e legado: como as experiências e emoções de cada pessoa podem influenciar gerações futuras? Como a arte é capaz de capturar e preservar vidas e histórias? Essas questões percorrem toda a narrativa, conferindo profundidade e relevância à produção.
Expectativa no Brasil
Com estreia prevista para 19 de fevereiro de 2026, o filme deve atrair tanto cinéfilos quanto o público que aprecia histórias emocionantes sobre música, amor e memória. A divulgação do trailer já indica uma produção visualmente impressionante e sensorialmente rica, capaz de emocionar e envolver espectadores de diferentes idades e interesses.
A Universal Pictures apresentou na CinemaCon 2026 as primeiras cenas de Entrando na Maior Fri 4, novo capítulo da franquia de comédia que marcou os anos 2000. O trailer, exibido apenas para quem estava no evento, mostra que o clima de constrangimento e confusão continua firme, agora com novos personagens entrando nessa dinâmica já conhecida.
O longa reúne novamente Ben Stiller (Uma Noite no Museu) e Robert De Niro (O Irlandês), retomando a relação tensa e cheia de situações desconfortáveis entre Greg Focker e seu sogro Jack Byrnes. Entre as novidades do elenco estão Ariana Grande (Wicked) e Skyler Gisondo (Licorice Pizza), ampliando o núcleo familiar e prometendo novas situações caóticas.
Retorno aposta em novas situações familiares
O filme acompanha uma nova fase da vida de Greg, agora lidando com mudanças dentro da própria família. O trailer sugere encontros desastrosos, decisões mal calculadas e aquele tipo de situação que começa simples, mas rapidamente sai do controle. A presença de novos personagens indica que o conflito não ficará apenas entre genro e sogro. A convivência entre gerações diferentes deve trazer novos embates, mantendo o humor baseado em constrangimento, que sempre foi a marca da franquia.
Uma franquia que atravessou gerações
Tudo começou com Entrando Numa Fria, quando o público conheceu Greg tentando conquistar a confiança de um sogro extremamente desconfiado. O sucesso foi imediato e levou à continuação com Entrando Numa Fria Maior Ainda e depois Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família.
Ao longo dos anos, a franquia acumulou uma bilheteria expressiva e se consolidou como uma das comédias mais populares do cinema comercial, muito por conta da química entre seus protagonistas e do humor baseado em situações familiares desconfortáveis.
Elenco mistura nomes clássicos e nova geração
Além de Ben Stiller (Zoolander) e Robert De Niro (Taxi Driver), a franquia sempre contou com um elenco de peso. Nos filmes anteriores, participaram nomes como Teri Polo (The Fosters), Blythe Danner (Maridos e Esposas), Owen Wilson (Os Excêntricos Tenenbaums), Dustin Hoffman (Kramer vs. Kramer) e Barbra Streisand (Nasce uma Estrela). Agora, a chegada de Ariana Grande (Don’t Look Up) e Skyler Gisondo (Santa Clarita Diet) indica uma tentativa de atualizar o elenco e aproximar o filme de um público mais jovem.
De filme independente a fenômeno global
Antes de ganhar essa versão conhecida, a história surgiu como um filme independente lançado nos anos 90. A ideia original foi reformulada quando a Universal Pictures adquiriu os direitos e transformou o projeto em uma comédia mais acessível ao grande público.
A Disney divulgou ontem, sexta-feira (21), uma nova prévia de Percy Jackson e os Olimpianos, reforçando a expectativa para a estreia da segunda temporada da série, marcada para 10 de dezembro no Disney+. O material foca exclusivamente em Percy Jackson, interpretado por Walker Scobell, e destaca momentos que evidenciam a evolução emocional e heroica do personagem.
Now it's personal. Percy returns in Percy Jackson and the Olympians Season 2 – December 10 on Disney+ and Hulu. pic.twitter.com/7wMxlewP3Y
A divulgação faz parte de uma estratégia mais ampla do estúdio, que, ao longo da semana, lançou vídeos individuais de outros personagens, incluindo Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Grover (Aryan Simhadri). Agora, ao centrar a atenção em Percy, a campanha retoma o elemento mais essencial da saga: a jornada pessoal de um garoto que descobre ser um semideus enquanto tenta, ao mesmo tempo, continuar sendo apenas um adolescente tentando se encontrar no mundo.
Com a estreia cada vez mais perto, a nova prévia reforça a atmosfera de amadurecimento do protagonista, que encara desafios maiores, responsabilidades inevitáveis e um destino que o empurra constantemente à linha de frente. Desde o primeiro enquadramento até as cenas de ação mais intensas, o vídeo reafirma que a segunda temporada será marcada por conflitos internos tão importantes quanto as ameaças externas.
Um retorno que carrega peso emocional
Percy Jackson e os Olimpianos estreou originalmente em 19 de dezembro de 2023, adaptando fielmente O Ladrão de Raios, o primeiro livro da saga de Rick Riordan. A primeira temporada conquistou fãs e crítica por se manter próxima ao material original, oferecendo um olhar contemporâneo sem abandonar a essência que tornou os livros fenômenos mundiais.
A recepção positiva não foi apenas emocional: a série foi elogiada pela consistência visual, pelo ritmo narrativo e pelo elenco infantojuvenil que demonstrou maturidade e sensibilidade. Walker Scobell, em especial, chamou atenção pela forma como equilibrou vulnerabilidade e humor, dois pilares fundamentais do personagem Percy.
Esse impacto inicial foi reforçado pelo desempenho expressivo dos dois primeiros episódios, que somaram 13,3 milhões de visualizações nos primeiros seis dias de disponibilidade no Disney+ e Hulu, um número significativo que consolidou o interesse pela adaptação.
A temporada chegou a ser reconhecida pela crítica especializada e rendeu à produção 16 indicações ao Children’s & Family Emmy®, em dezembro de 2024, incluindo melhor série infantojuvenil. Para os fãs, esse reconhecimento foi a confirmação de que a franquia finalmente havia encontrado um formato digno de sua mitologia.
A nova fase da história
Com a renovação oficial anunciada em 7 de fevereiro de 2024, a segunda temporada adaptará o livro O Mar de Monstros, um dos capítulos mais importantes da jornada de Percy. A história aprofunda vínculos afetivos, amplia o universo da série e introduz personagens essenciais para o futuro da saga.
Entre eles, está Tyson, interpretado por Daniel Diemer, o ciclope que redefine completamente a forma como Percy enxerga família e pertencimento. A presença do personagem no material de divulgação já indica que sua relação com o protagonista será um eixo emocional da temporada.
Também se junta ao elenco Tamara Smart como Thalia, filha de Zeus, cuja chegada transforma a dinâmica interna do Acampamento Meio-Sangue e reabre discussões sobre destino, lealdade e poder, elementos centrais da mitologia construída por Riordan.
A temporada começa com o Acampamento Meio-Sangue sob ameaça. As barreiras que protegem o local enfraquecem, monstros se aproximam com mais frequência e uma sensação crescente de perigo paira sobre todos. Para restabelecer a segurança, Percy e Annabeth iniciam uma jornada em busca do Velocino de Ouro, artefato capaz de restaurar as proteções e (ao mesmo tempo) salvar a vida de Grover, que se encontra em uma situação de risco.
A nova prévia mostra breves instantes dessa missão, sem entregar detalhes cruciais, mas deixando evidente que o formato visual será ainda mais ambicioso que o da primeira temporada. Entre mares revoltos, ambientes míticos e batalhas coreografadas, a sensação é de que a série se prepara para entregar sua temporada mais ousada até agora.
Percy no centro da narrativa
Ao focar exclusivamente em Percy, o vídeo divulgado pela Disney deixa clara uma mudança de tom. Se no primeiro ano ele estava descobrindo o mundo e tentando sobreviver a ele, agora enfrenta o peso da responsabilidade. Percy já não é mais apenas o garoto que se surpreende com a própria herança divina, ele é alguém que começa a compreender o impacto de cada escolha que faz.
O teaser enfatiza essa transformação: vemos Percy em conflito com seus próprios medos, questionando sua identidade, reagindo de forma mais madura às provocações do destino. O olhar de Walker Scobell, mais firme e mais reflexivo, sugere uma interpretação que acompanha o crescimento natural do personagem sem perder a leveza que sempre o acompanhou.
Essa abordagem é coerente com o livro O Mar de Monstros, onde a narrativa se aprofunda emocionalmente. Na obra, Percy se vê diante de questões relacionadas à confiança, à amizade e à ideia de família — temas universais que, abordados em um contexto fantástico, ganham ainda mais impacto.
Ao que tudo indica, a série seguirá esse mesmo caminho: aventuras épicas convivendo com dilemas íntimos, monstros dividindo espaço com conflitos pessoais e um herói que cresce não apenas na força, mas na sensibilidade.
A aposta continua sendo a fidelidade
Um dos trunfos da série desde sua estreia é justamente sua fidelidade aos livros. A presença direta de Rick Riordan na produção garantiu que as decisões criativas respeitassem a estrutura narrativa e o espírito da saga. Nada disso parece ter mudado.
A nova prévia reforça essa sensação ao incluir elementos visuais e frases que os leitores imediatamente reconhecem. Ao mesmo tempo, a série encontra espaço para modernizar o universo sem transformá-lo em algo irreconhecível. A estética continua colorida, viva e mística, mas amadurecida, acompanhando o próprio crescimento dos personagens.
No próximo domingo, 10/09/2023, os amantes do cinema podem esperar uma emocionante sessão de entretenimento no Cinemaço, que trará às telas o eletrizante filme Efeito Colateral. Esta obra cinematográfica promete uma narrativa repleta de ação, drama e suspense, que prenderá a atenção do público do início ao fim.
Sinopse
A trama do filme gira em torno do destemido bombeiro Gordon Brewer, cuja vida é abalada quando ele perde tragicamente sua esposa e filho em um terrível atentado a bomba. O responsável por esse ataque é Claudio “The Wolf” Perrini, um notório terrorista que parece intocável pelas autoridades. Diante da aparente ineficácia das investigações oficiais, Brewer toma a decisão de buscar justiça por conta própria, embarcando em uma jornada perigosa e desafiadora. Sua busca o leva a se envolver em um intricado jogo de gato e rato com o temido terrorista, levando-o a atravessar fronteiras internacionais até chegar à Colômbia. O filme explora temas como vingança, determinação e a luta incansável de um homem para fazer justiça pelos que ama.
Elenco e direção
No elenco, encontramos o renomado ator Arnold Schwarzenegger, conhecido por sua atuação em “O Exterminador do Futuro”, “Predador” e “True Lies”, no papel principal, acompanhado por Elias Koteas, famoso por papéis em “Os Eleitos” e “Crime na Casa Branca”, Francesca Neri, reconhecida por seu trabalho em “Despertar dos Mortos” e “Carne Trêmula”, Cliff Curtis, que se destacou em filmes como “Colateral” e “Sunshine – Alerta Solar”, Miguel Sandoval, conhecido por suas participações em “Jurassic Park” e “Clear and Present Danger”, e John Leguizamo, lembrado por papéis em “Moulin Rouge!” e “Escola de Rock”, todos entregando atuações memoráveis. A direção magistral de Andrew Davis, que dirigiu filmes notáveis como “O Fugitivo” e “Alerta Máximo”, contribui para a construção de uma narrativa repleta de reviravoltas e momentos de alta tensão.
Curiosidades de Efeito Colateral
Alteração da data de lançamento: Originalmente previsto para outubro de 2001, o lançamento do filme foi adiado para fevereiro de 2002 devido aos trágicos eventos dos ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos. A decisão foi tomada para evitar lançar um filme com temas de terrorismo logo após esses eventos impactantes.
Locais de filmagem notáveis: A maior parte do filme foi gravada na cidade de Los Angeles, Califórnia, mas também incluiu cenas em locações autênticas na Colômbia. As cenas de ação na selva colombiana contribuíram para a autenticidade da narrativa.
Arnold Schwarzenegger como produtor executivo: Além de estrelar o filme, Arnold Schwarzenegger desempenhou o papel de produtor executivo, demonstrando seu compromisso direto com o projeto.
Medidas de segurança aprimoradas: Dada a sensibilidade do conteúdo do filme, particularmente em relação ao contexto pós-11 de setembro, foram adotadas medidas extras de segurança durante a produção, incluindo rigorosas verificações de pessoal e locais de filmagem.
Trilha sonora envolvente: A trilha sonora do filme foi composta por Graeme Revell, um renomado compositor de músicas para filmes de ação. Sua música contribuiu significativamente para intensificar a atmosfera do filme.
Significado especial para Arnold Schwarzenegger: Arnold Schwarzenegger, famoso por seus papéis em filmes de ação, destacou em entrevistas que “Efeito Colateral” tinha um significado especial para ele, uma vez que foi lançado em um momento delicado após os ataques de 11 de setembro. Ele acreditava que a história ressoaria com o público devido às circunstâncias globais.
Recepção crítica e desempenho nas bilheteiras: Embora “Efeito Colateral” tenha recebido críticas variadas, conseguiu um desempenho moderado nas bilheteiras. Embora não tenha se tornado um grande sucesso, o filme ainda é lembrado pelos fãs de Arnold Schwarzenegger e pelos apreciadores de filmes de ação.
Horário do Cinemaço
“Collateral Damage” (ou “Efeito Colateral”, na tradução para o português) é um filme americano que oferece uma experiência cinematográfica empolgante e emocionante. Prepare-se para uma tarde de aventura, suspense e ação de tirar o fôlego, enquanto acompanha Gordon Brewer em sua busca implacável por justiça. A exibição do Cinemaço acontece a partir das 2h15, logo após o The Town, na tela da TV Globo.
Se você ainda acha que mágica é só um coelho saindo da cartola ou uma carta desaparecendo entre os dedos, é porque ainda não viu Maicon Clenk em ação. Considerado um dos mais inovadores artistas da ilusão no Brasil, o ilusionista sobe aos palcos com uma superprodução à altura de seus 20 anos de trajetória artística: “O Grande Show de Mágica”, espetáculo que já arrancou suspiros e aplausos em Curitiba e, agora, se prepara para encantar o público de São Paulo no Teatro Sérgio Cardoso, entre os dias 11 e 21 de setembro. Depois, a mágica segue para Florianópolis.
Mas não se engane: esta não é apenas mais uma apresentação de truques. É um mergulho profundo na própria essência do ilusionismo, misturando teatro, dança, humor, história e tecnologia de ponta. É o que Clenk chama de “Teatro Ilusionista”, uma linguagem cênica autoral criada por ele que rompe as fronteiras do espetáculo tradicional e ressignifica a experiência de assistir a um show de mágica.
Uma jornada mágica pela história da ilusão
O ponto de partida da apresentação é tão grandioso quanto a proposta artística: a história do ilusionismo em si. Em cena, somos transportados pelos tempos — do misticismo do Egito Antigo, onde os primeiros truques nasceram como rituais sagrados, até os palcos brilhantes de Las Vegas, lar dos grandes mestres da mágica moderna.
Entre aparições, levitações e teleportes de tirar o fôlego, Maicon presta homenagem a figuras históricas como Merlim, Houdini — o mestre do escapismo —, e George Méliès, o pioneiro dos efeitos especiais no cinema. Tudo isso envolvido em uma cenografia imersiva, que abraça o espectador com luzes, fumaça, trilhas emocionantes e mais de 100 figurinos elaborados especialmente para o espetáculo.
Mais de 20 grandes ilusões… e incontáveis surpresas
É difícil prever o que virá a seguir quando as cortinas se abrem para “O Grande Show de Mágica”. Clenk coleciona mais de 20 ilusões mundialmente consagradas ao longo da apresentação, mas também reserva espaço para momentos que só poderiam nascer da sua mente criativa. Há espaço para criaturas míticas, enigmas astrais, objetos flutuando no ar — e, segundo rumores, até um dinossauro pode aparecer.
A sensação é de estar diante de algo vivo, pulsante, onde tudo pode acontecer. E acontece.
Um mágico falido? Sim, com muito humor
Entre um truque de ilusão e outro, surge um Clenk bem diferente: um mágico brasileiro falido, que tenta — sem muito sucesso — impressionar a plateia com truques que insistem em dar errado. É um dos pontos altos do espetáculo e mostra o lado cômico do artista, que sabe rir de si mesmo e das expectativas do público.
“Essa parte é quase uma conversa com o público. Um momento de descompressão, de lembrar que a mágica também pode ser engraçada, caótica, e ainda assim encantadora”, conta Clenk, que interpreta o personagem com um misto de improviso, técnica e sensibilidade cômica.
Teatro Ilusionista: uma linguagem que mistura artes
É aí que está o diferencial da obra. Criador da linguagem artística chamada Teatro Ilusionista, Maicon Clenk não se contenta em ser apenas um mágico no palco. Ele é também diretor, bailarino, coreógrafo, ator e contador de histórias. E essa multidisciplinaridade aparece em cada momento do espetáculo.
A magia não vem sozinha. Ela caminha lado a lado com a dança, a música, a iluminação detalhista e até mesmo com acrobacias. Os truques se tornam metáforas visuais sobre o tempo, o mistério e a beleza do inexplicável. É uma celebração da arte como um todo — e uma homenagem à capacidade humana de se maravilhar.
Para todos os públicos, de todas as idades
A proposta de Clenk também é inclusiva e acessível. No palco, a figura tradicional do mágico é substituída por uma pluralidade de personagens interpretados não só por ele, mas também por atores, bailarinos e acrobatas. Em vez de ser o dono do mistério, Clenk compartilha o palco com sua trupe de ilusionistas modernos — todos parte ativa da criação daquele universo.
“Quero que todo mundo se sinta parte da mágica. Desde a criança que está vendo um show pela primeira vez até o adulto que talvez já tenha esquecido como é se encantar com o impossível”, diz Clenk.
20 anos de estrada e 20 milhões de espectadores
Com duas décadas de carreira, Maicon Clenk tem um currículo que impressiona. Suas obras já foram assistidas por mais de 20 milhões de pessoas e ele esteve em destaque em programas como Domingão do Faustão, Tudo É Possível e Eliana. Também foi um dos destaques da série internacional “Mestres do Ilusionismo”.
Entre seus trabalhos de maior sucesso está POLARIS, espetáculo dentro de um gigantesco globo de cristal, que virou referência no gênero e rendeu prêmios como o Troféu ABRASCE, o Troféu Gralha Azul de melhor espetáculo e o recente Troféu Picadeiro 2024 de ilusionismo.
O que podemos esperar da turnê?
A turnê nacional começa por Curitiba, segue para São Paulo e Florianópolis, com a promessa de outras datas ainda a serem divulgadas. Em cada cidade, o espetáculo é adaptado aos palcos locais, mantendo o rigor técnico e visual que já virou marca registrada de Clenk.
No Teatro Sérgio Cardoso, o espetáculo acontece entre os dias 11 e 21 de setembro, com sessões para o público geral e também para escolas e projetos sociais. Os ingressos variam de acordo com o setor, mas há opções com meia-entrada e acessibilidade para pessoas com deficiência.
O universo de Invocação do Mal está prestes a ganhar um novo capítulo — e não é qualquer capítulo. Com estreia marcada para o dia 5 de setembro de 2025, Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega prometendo ser o mais intenso e profundo filme da série até hoje. E não é só pela trama que isso acontece: o longa terá nada menos que 135 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 15 minutos de terror e emoção. As informações são do Digital Spy.
Para quem acompanha a franquia desde o começo, sabe que cada filme é uma experiência tensa e cheia de sustos, mas este novo tempo de tela é um sinal claro de que os realizadores querem ir além do simples susto: querem contar uma história mais completa, mais humana, mais complexa. É como se, dessa vez, o espectador fosse convidado a se sentar e acompanhar, passo a passo, uma jornada que vai misturar medo, fé e os laços familiares que unem os Warrens.
A espera por um desfecho com mais profundidade
O casal Ed e Lorraine Warren, interpretado mais uma vez por Patrick Wilson e Vera Farmiga, é a alma da franquia. Eles não são apenas caçadores de fantasmas: são pessoas reais, com medos, dúvidas, esperança e, acima de tudo, um amor que sustenta tudo o que fazem. Neste quarto filme, a presença deles se torna ainda mais humana e visceral.
Ao lado deles, personagens como Judy Warren, a filha do casal, interpretada por Mia Tomlinson, trazem uma nova camada emocional à trama. A jovem Judy está inserida em um universo que vai além do medo: é sobre proteger a família e enfrentar os horrores que ameaçam não só a casa, mas a própria alma.
Essa duração maior dá espaço para esse desenvolvimento, permitindo que o público realmente sinta o peso da missão que esses personagens carregam — algo que vai muito além das cenas de ação sobrenatural.
O que a duração diz sobre o filme
No cinema de terror, tempo é quase tudo. Um filme muito longo pode perder o ritmo, enquanto um muito curto pode deixar pontas soltas e personagens rasos. Aqui, o desafio foi usar essas 2 horas e 15 minutos para construir um ambiente onde o suspense cresce com calma, quase como um sussurro que vai ficando cada vez mais alto — até o grito final.
Essa escolha indica que a direção de Michael Chaves, que retorna depois de ter comandado o terceiro filme da franquia, está focada em uma narrativa mais cuidadosa, em que o terror não vem apenas dos sustos repentinos, mas da construção do medo dentro da história e dos próprios personagens.
Os roteiristas, entre eles David Leslie Johnson-McGoldrick, Ian Goldberg e Richard Naing, aproveitaram para desenvolver uma trama que respira. Eles se inspiraram nos relatos reais dos Warrens, o que dá ao filme uma autenticidade que ultrapassa o gênero e toca questões mais profundas sobre fé, dúvida e o mal em si.
O legado dos Warrens e a força da verdade
Invocação do Mal sempre foi mais do que filmes de terror: é uma homenagem ao trabalho do casal Warren, que dedicou a vida a investigar fenômenos que desafiam a lógica. E é essa verdade, ainda que cercada de mistério, que torna a franquia tão cativante.
Neste filme, o casal não está sozinho. Ao lado deles, novas faces entram em cena para dar vida a uma das histórias mais marcantes do arquivo Warren — o caso da família Smurl, famosa por alegações de possessão demoníaca nos anos 80. A escolha desse enredo dá ao filme uma carga dramática pesada, porque o público sabe que não se trata só de ficção, mas de relatos que causaram sofrimento real.
Essa responsabilidade também é sentida no elenco que acompanha os protagonistas. Ben Hardy, como Tony Spera, e o grupo que interpreta os membros da família Smurl ajudam a dar humanidade e realismo às situações extremas vividas no filme.
Por dentro da produção: dedicação e paixão
Um filme desse porte não nasce do acaso. Foram meses de preparação, desde o desenvolvimento do roteiro até as filmagens que aconteceram em Londres, entre setembro e novembro de 2024. A escolha da cidade não foi apenas prática, mas estratégica: o clima, a arquitetura e a atmosfera da capital inglesa contribuem para criar o ambiente sombrio e opressor que o filme pede.
Michael Chaves teve a missão de guiar essa produção com delicadeza e firmeza, equilibrando a pressão de atender às expectativas dos fãs e a vontade de entregar algo novo. E um dos grandes acertos foi a trilha sonora, composta por Benjamin Wallfisch, que assume o lugar de Joseph Bishara. A música em filmes de terror é quase um personagem — e Wallfisch promete dar ao filme uma assinatura sonora que prende o espectador na cadeira.
O impacto emocional além do susto
Se existe algo que diferencia Invocação do Mal 4 dos demais filmes da franquia é a maneira como ele abraça o lado humano da história. Não é só sobre fantasmas e demônios: é sobre como uma família lida com o desconhecido, o perigo e o medo.
Essa sensibilidade ajuda a construir um terror que não está apenas no que é visto na tela, mas naquilo que o público sente no peito. O medo de perder quem amamos, a dúvida sobre o que é real e o que não é, a luta para manter a fé mesmo diante do inexplicável — tudo isso transforma o filme em uma experiência emocional profunda.
O que esperar da estreia
Com a data de estreia chegando, a ansiedade cresce entre os fãs e também entre os amantes do cinema de terror que ainda não conhecem o universo dos Warrens. O filme promete não só sustos e cenas de arrepiar, mas também um roteiro que respeita o espectador, dando espaço para a reflexão e a empatia.
No Brasil, embora a data oficial de lançamento ainda não esteja confirmada, é esperado que o longa chegue aos cinemas pouco tempo depois da estreia americana, permitindo que o público nacional também mergulhe nesse último ritual.
Imagina só trocar os desenhos animados por rostos reais, a tela fria por uma floresta viva, e dar à infância o palco que ela merece. Esse é o espírito por trás de “TurmaTube – A Primeira Aventura”, nova série live-action inspirada na animação criada por Viih Tube, que conquistou as famílias brasileiras com histórias doces, visuais cativantes e um compromisso inabalável com valores como empatia, diversidade e respeito.
Agora, os animaizinhos da TurmaTube — antes saltitantes nas telas em forma de desenhos — ganham carne, osso e muita personalidade em um projeto ousado, sensível e cheio de vida, gravado em pleno mato, entre árvores, barracas e risadas de verdade. É nesse cenário que o universo idealizado por Viih cresce, amadurece e, ao mesmo tempo, mantém sua essência: ser feito por e para crianças, sem perder a conexão com o coração dos adultos.
Do YouTube à floresta: o poder de sonhar grande
A história da TurmaTube começa com uma ideia aparentemente simples: criar uma animação infantil que conversasse com as emoções dos pequenos. Mas Viih Tube — influenciadora, atriz, empresária e mãe — sabia que queria mais. Não bastava entreter, era preciso ensinar com carinho, acolher sem julgamento e celebrar as diferenças com naturalidade.
Depois do sucesso da animação lançada em 2023, que rapidamente virou febre entre crianças de 2 a 4 anos, a criadora deu o próximo passo. Agora, com um público um pouco mais crescido — crianças de 5 a 7 anos — nasce a primeira série live-action da TurmaTube, um projeto que coloca crianças reais no centro da narrativa, vivendo aventuras que misturam fantasia, música e descobertas emocionais.
“Sempre sonhei com algo que fosse além do desenho. Queria ver essas crianças vivendo aquilo de verdade, correndo na floresta, se sujando, se abraçando. Queria que o público se visse nelas”, diz Viih, emocionada nos bastidores da gravação.
Criança brincando é criança aprendendo
Gravada em Sapucaí-Mirim, no interior de Minas Gerais, dentro da tradicional colônia NR Acampamentos, a série traz como cenário a própria natureza — e isso muda tudo. Não há efeitos especiais grandiosos ou cenários artificiais: aqui, o mato é real, o vento bagunça o cabelo, e as experiências acontecem com cheiro de terra molhada.
É nesse espaço que o grupo de amigos formado por Mari Yumi (Lara), Lorena Candido (Valentina), Theo Radicchi (Ruan), Diego Laumar (Nino), Vitinho Lima (Tião), Helena Vilhena (Nina) e Davi Damin (Hugo) vai se conhecendo, criando laços, enfrentando medos e celebrando conquistas pequenas — mas profundamente significativas.
Entre uma brincadeira e outra, a série planta sementes importantes: o cuidado com o outro, o respeito ao tempo de cada um, a escuta atenta e a beleza do coletivo. E faz isso de forma leve, com música, cor e simplicidade.
No centro dessa dinâmica está a Prô Júlia, interpretada pela própria Viih Tube, uma figura adulta que não controla, mas acompanha. “Ela é como aquela professora que a gente lembra com carinho, que não gritava, que olhava no olho. A Prô Júlia está lá, mas quem resolve os conflitos são as crianças”, explica Viih
Representatividade que nasce da convivência
Em um país tão plural como o Brasil, ver uma série infantil com elenco diverso, sem estereótipos ou caricaturas, ainda é raro — mas absolutamente necessário. Em TurmaTube – A Primeira Aventura, as diferenças de origem, tom de pele, personalidade e modos de pensar não são discutidas, são vividas. Estão ali, presentes e integradas, como devem ser na vida real.
As crianças se expressam com liberdade, sem filtros adultos, e constroem uma convivência que valoriza as singularidades sem forçar lições de moral. Cada personagem tem sua maneira de lidar com o mundo — e é isso que faz da série um espaço tão rico e acolhedor.
“As crianças entendem muito mais do que a gente imagina. Elas não precisam de discursos longos sobre inclusão, elas precisam ver isso na prática. E foi isso que a gente fez”, conta Clara Ramos, diretora geral do projeto.
Por trás das câmeras: um time que acredita no afeto
Além da direção sensível de Clara, o projeto reúne nomes como Plinio Scambora (diretor e diretor de fotografia), Raquel Tejada (direção de arte), Fernanda Melo (figurinos), Ricardo Feliciano (montagem) e uma produção assinada por Viih Tube ao lado de Tomás Darcyl, Ricardo Costianovsky e Clara Ramos. Um time experiente que entendeu desde o início que o maior efeito especial da série seria algo simples, porém raro: a verdade nos olhos de uma criança.
Toda a equipe técnica trabalhou com foco no conforto, segurança e bem-estar dos pequenos atores, respeitando seus ritmos e suas emoções. Nada era forçado: se alguém estava triste, a gravação parava. Se a cena virava brincadeira, melhor ainda. Foi dessa liberdade que nasceram os momentos mais bonitos.
Viih Tube: de fenômeno digital à construtora de futuros possíveis
Com apenas 24 anos, Viih Tube tem uma trajetória que impressiona. De youtuber adolescente a influenciadora de milhões, ela se reinventou diversas vezes — como atriz, escritora, empresária e agora como produtora de conteúdo infantil. Mas talvez seu maior mérito esteja em entender o valor da infância como território sagrado.
Depois de sua participação no BBB 21, Viih decidiu usar sua visibilidade para falar de temas mais profundos — como saúde mental, redes sociais e, agora, infância com propósito. Com a TurmaTube, ela não entrega apenas um produto: entrega uma experiência feita com escuta, sensibilidade e intenção.
“Quero que as crianças cresçam com afeto, com referências positivas, com personagens que se parecem com elas. E quero que os pais saibam que existe conteúdo em que podem confiar”, diz Viih.
A divulgação do longa-metragem Mortal Kombat 2 segue em alta e o novo pôster divulgado só aumentou a expectativa. A imagem coloca Johnny Cage frente a frente com Shao Kahn, antecipando um dos confrontos mais aguardados da sequência. O material já indica que o filme deve apostar em mais ação, rivalidade e combates intensos. Abaixo, confira o cartaz:
O novo material promocional entrega exatamente o que os fãs querem ver: um confronto direto entre personagens icônicos. Johnny Cage contra Shao Kahn não é apenas mais uma luta, mas um dos momentos que prometem marcar o filme. Além disso, o visual mais épico e o destaque dado aos personagens indicam que a sequência busca elevar o nível da franquia, com cenas ainda mais impactantes.
O que vem na história?
Depois dos acontecimentos do longa de 2021, a continuação promete elevar o nível da narrativa. A ameaça agora é ainda mais perigosa com a presença de Shao Kahn, um dos vilões mais poderosos da franquia. Os campeões da Terra terão que se unir para impedir o avanço de Outworld, mas o caminho não será simples, já que conflitos internos também entram em cena.
A chegada de Johnny Cage também deve mudar a dinâmica do grupo. Com seu estilo provocador e cheio de confiança, o personagem traz uma energia diferente, equilibrando tensão com momentos mais leves.
Quem está no elenco?
O filme reúne nomes já conhecidos e novas adições importantes. Retornam Jessica McNamee (The Meg, Battle of the Sexes), Josh Lawson (House of Lies, Superstore), Ludi Lin (Power Rangers, Aquaman), Mehcad Brooks (Supergirl, True Blood), Lewis Tan (Deadpool 2, Into the Badlands), Chin Han (O Cavaleiro das Trevas, Skyscraper), Tadanobu Asano (Thor, 47 Ronins), Joe Taslim (The Raid, Velozes e Furiosos 6) e Hiroyuki Sanada (Trem-Bala, John Wick 4, O Último Samurai).
Entre as novidades, Karl Urban (The Boys, Dredd, Star Trek) assume o papel de Johnny Cage, enquanto Adeline Rudolph (O Mundo Sombrio de Sabrina, Riverdale) interpreta Kitana e Tati Gabrielle (You, Uncharted, O Mundo Sombrio de Sabrina) vive Jade. Também se juntam ao elenco Martyn Ford (Velozes e Furiosos 9, Kingsman: O Círculo Dourado) como Shao Kahn, Desmond Chiam (Falcão e o Soldado Invernal, Joy Ride) como Rei Jerrod e Ana Thu Nguyen (Suka, The Sympathizer) como Rainha Sindel.
Como foi a produção?
A sequência começou a ser planejada logo após o lançamento do primeiro filme, impulsionada pela boa resposta do público. Em 2022, o projeto foi oficialmente confirmado, com Simon McQuoid retornando à direção e Jeremy Slater responsável pelo roteiro.
As filmagens começaram em junho de 2023, na Austrália, mas sofreram uma pausa por conta da greve dos atores em Hollywood. A produção foi retomada em novembro e finalizada no início de 2024.
Quando estreia?
Mortal Kombat 2 chega aos cinemas no dia 8 de maio de 2026. A expectativa é que o novo filme entregue combates mais intensos, personagens mais desenvolvidos e uma história mais conectada com o universo dos games.