Crítica | Drácula – Uma História de Amor Eterno mostra um monstro sem alma e uma redenção forçada

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Antes de mergulhar na análise do novo Drácula (2025), é impossível ignorar a figura por trás da câmera: Luc Besson. O cineasta francês, que já foi celebrado por títulos como O Quinto Elemento e Nikita, hoje carrega uma sombra pesada. Envolvido em acusações sérias, incluindo agressão sexual, Besson tornou-se uma presença incômoda no cenário cinematográfico internacional. Essa bagagem ética não apenas contamina a percepção de suas obras, mas também lança um holofote desconfortável sobre os significados e intenções por trás de seus novos projetos — especialmente quando se tenta reescrever a trajetória de um monstro.

Deixando essa questão ética como pano de fundo — por mais incômoda que seja — resta analisar o filme em si. E a verdade é que o filme é, sob praticamente todos os aspectos, um desastre cinematográfico. Um equívoco de concepção, execução e propósito, que beira o desrespeito tanto ao legado de Bram Stoker quanto ao público que ainda se interessa por boas histórias de horror gótico.

Desde os primeiros minutos, percebe-se que há algo profundamente desalinhado. A trama, que bem poderia receber o subtítulo “A Redenção”, entrega de imediato sua proposta problemática: transformar o vampiro mais icônico da literatura em uma figura romântica, trágica, quase heróica. Ao tentar humanizar o Príncipe das Trevas, o roteiro esvazia não apenas a mitologia do personagem, mas todo o simbolismo que fez de Drácula um ícone imortal do medo.

Os personagens clássicos — Mina, Jonathan Harker e Van Helsing — são reduzidos a caricaturas desprovidas de alma, motivação ou impacto dramático. Suas presenças em cena não passam de adereços narrativos. Não há vínculos, não há desenvolvimento, não há empatia. São figuras tão descoladas da trama que, em dado momento, torcemos para que desapareçam, tamanha a irrelevância de suas existências.

A ausência de tensão, elemento vital em qualquer adaptação da obra de Stoker, é gritante. O filme se arrasta por um enredo superficial, onde acompanhamos um Drácula melancólico em jornada existencial ao lado de um padre caçador de vampiros — uma premissa que até poderia render algo, se houvesse densidade emocional, camadas simbólicas ou qualquer vestígio de ambiguidade moral. Mas o que se vê é uma sucessão de cenas previsíveis, frias, destituídas de qualquer pulsação narrativa. Não há sedução, não há mistério, não há horror.

A ambientação, que deveria ser um dos trunfos do longa, é outro desastre. Em vez de mergulhar o espectador em um universo opressor e gótico, o filme opta por cenários genéricos e iluminação genérica. Não há identidade visual, não há atmosferas memoráveis. Em alguns momentos, o longa até tenta introduzir elementos de humor, mas o faz de maneira tão fora de tom que o resultado é constrangedor. Rimos, sim — mas nunca pelas razões certas.

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O roteiro também comete o pecado de violar, sem justificativa, as próprias regras do universo vampírico. Elementos fundamentais da mitologia de Stoker são descartados ou modificados conforme a conveniência da cena. A luz do sol, por exemplo, é mortal em um momento, mas inofensiva no seguinte. Essa inconsistência não apenas destrói a suspensão de descrença, como também escancara uma preguiça narrativa que mina qualquer chance de imersão.

Os diálogos são outro ponto fraco. Soam artificiais, sem lirismo, sem a densidade filosófica ou melancólica que se espera de um bom Drácula. Falas genéricas, superficiais, que poderiam estar em qualquer outro filme — e que não revelam nada sobre os personagens ou seus dilemas. Falta peso, falta ritmo, falta alma.

Mas talvez o aspecto mais perturbador do filme seja sua subtexto. É difícil não enxergar na jornada de redenção de Drácula uma tentativa de reescrever, ainda que metaforicamente, a própria imagem do diretor. Ao transformar o monstro em alguém digno de amor, compreensão e perdão, Besson parece buscar para si mesmo uma catarse artística. A obra se torna, assim, um espelho torto onde o monstro e o criador se confundem. E o desconforto vem não da ficção, mas da intenção por trás dela.

Claro, personagens clássicos podem — e devem — ser revisitados sob novas perspectivas. Reinvenções são bem-vindas quando feitas com propósito, inteligência e respeito. Mas o que Besson entrega aqui não é uma releitura. É uma tentativa rasa de suavizar as arestas do horror, de transformar a escuridão em romance barato, de apagar o subtexto gótico em favor de uma fábula emocionalmente manipulativa.

No fim das contas, o longa-metragem falha como adaptação, falha como filme de horror, falha como romance e falha, sobretudo, como cinema. É uma obra sem alma, sem ritmo, sem poesia. Um produto que parece existir apenas como plataforma para intenções questionáveis, e que trata sua audiência com desdém — como se qualquer história fosse suficiente, desde que envolta em figurino de época e discursos sobre amor e redenção.

Ao sair da sessão, a sensação não é apenas de tempo perdido, mas de frustração diante de uma oportunidade desperdiçada. Drácula, mesmo após mais de um século, segue sendo uma das figuras mais complexas da literatura. Reduzir essa complexidade a um melodrama artificial, conduzido por um diretor com pendores narcisistas, é mais do que um erro artístico — é um desserviço ao mito.

Colter Shaw está de volta: 3ª temporada de O Rastreador estreia em outubro nos Estados Unidos

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A CBS confirmou oficialmente: O Rastreador, série estrelada por Justin Hartley, retorna para sua aguardada terceira temporada em 19 de outubro de 2025. A produção, que mistura investigação criminal com drama psicológico, promete expandir ainda mais o universo de Colter Shaw, um homem à margem da sociedade que transformou seu passado conturbado em ferramenta para salvar vidas.

Ao contrário dos dramas processuais tradicionais, a produção americana não foca apenas nos crimes em si, mas nas motivações humanas por trás deles — e no impacto emocional das buscas que Shaw realiza. A cada episódio, ele percorre um novo canto dos Estados Unidos, colocando seu conhecimento em rastreamento a serviço de causas urgentes: pessoas desaparecidas, vítimas de sequestros e casos que desafiam a lógica policial.

Mas o que torna a série única é que, enquanto resolve os mistérios dos outros, Colter também tenta desvendar o seu próprio. A série vem aprofundando, temporada após temporada, as feridas deixadas por uma infância isolada, marcada por traumas familiares, e pelo desaparecimento do pai — um mistério que ainda ecoa nas decisões do protagonista.

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Justin Hartley em nova fase

Conhecido por seu papel marcante em This Is Us, Justin Hartley não apenas é o grande astro da série como também atua como produtor executivo. Em O Rastreador, ele assume uma performance mais contida, física e estratégica. Shaw não é um herói tradicional: ele desconfia de todos, não confia em ninguém e, muitas vezes, parece mais motivado por redenção pessoal do que por altruísmo.

“Colter é um personagem cheio de zonas cinzentas. Ele quer fazer a coisa certa, mas muitas vezes não sabe o que isso significa”, afirmou Hartley em entrevistas anteriores.

O que podemos esperar da 3ª temporada?

Poucos detalhes foram revelados, mas fontes ligadas à produção indicam que os novos episódios irão mergulhar mais fundo no passado da mãe de Colter, personagem enigmática que pode guardar segredos sobre a verdadeira natureza da família Shaw. Além disso, o protagonista deve enfrentar um novo antagonista recorrente, alguém que parece conhecer sua história melhor do que ele próprio.

Os roteiristas também prometem um equilíbrio entre tramas episódicas — com casos que se resolvem em uma única semana — e arcos maiores que vão evoluindo ao longo da temporada, incluindo a possibilidade de um aliado se tornar uma ameaça.

Quando será lançada no Brasil?

No Brasil, a série é distribuída exclusivamente pelo Disney+, onde as temporadas anteriores estão disponíveis. Ainda não há uma data oficial para o lançamento da 3ª temporada no streaming nacional, mas a expectativa é que os episódios cheguem com pequena diferença em relação à exibição americana.

Estrelado por Michael B. Jordan, Thriller psicológico Pecadores estreia nos cinemas brasileiros

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Já em cartaz nos cinemas de todo o Brasil, “Pecadores” chegou ao circuito nacional com grande expectativa e não decepcionou. O novo longa da Warner Bros. Pictures, estrelado por Michael B. Jordan e dirigido por Ryan Coogler, conquistou a crítica internacional e tem impressionado o público com sua narrativa densa, estética marcante e uma abordagem pouco convencional para o gênero de terror. Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em suas primeiras avaliações, o filme vem se destacando por equilibrar sustos, emoção e um olhar profundo sobre identidade, pertencimento e os fantasmas – reais ou simbólicos – que cada um carrega.

Uma história de reencontros, traumas e assombrações familiares

No centro da trama estão os irmãos gêmeos Smoke e Stack, ambos vividos por Michael B. Jordan, em uma interpretação tecnicamente desafiadora e emocionalmente potente. Após anos afastados, os dois retornam à cidade natal para tentar um novo começo. No entanto, a viagem de volta acaba revelando feridas antigas e segredos enterrados que ainda assombram a comunidade — e os próprios protagonistas.

O longa mergulha em temas como luto, reconciliação, memória coletiva e espiritualidade, costurando a narrativa com tensão crescente e atmosferas cuidadosamente construídas. A experiência vai muito além de um terror convencional, explorando camadas simbólicas com um estilo visual que carrega a marca autoral de Coogler.

A estreia de Ryan Coogler no terror – e uma homenagem ao cinema

Famoso por sucessos como Pantera Negra e Creed, Ryan Coogler faz aqui sua estreia no cinema de horror com um projeto pessoal, que ele define como uma “carta de amor ao cinema”. O diretor explica que sua paixão pelas telonas surgiu justamente da vivência coletiva do medo nas salas escuras: “Foi nesse ambiente, com desconhecidos compartilhando o mesmo arrepio, que me conectei com o poder do cinema. ‘Pecadores’ foi concebido para esse tipo de experiência: intensa, coletiva e transformadora”.

Além da direção, Coogler também assina o roteiro e reuniu uma equipe criativa de peso: a diretora de fotografia Autumn Durald Arkapaw, a designer de produção Hannah Beachler (vencedora do Oscar por Pantera Negra), o editor Michael P. Shawver, a figurinista Ruth E. Carter e o compositor Ludwig Göransson, parceiro habitual do cineasta, que aqui cria uma trilha sonora envolvente e simbólica.

Terror que vai além do susto fácil

“Pecadores” é um filme que provoca desconforto, não apenas pelo suspense ou pelos elementos sobrenaturais, mas por tocar em feridas abertas da sociedade. É um terror que se ancora na vivência negra, na relação com a ancestralidade, e no impacto que o trauma social e familiar tem sobre a formação da identidade. A escolha por abordar essas temáticas através do terror psicológico amplia o impacto emocional da obra e reforça a proposta de Coogler de entregar uma experiência artística com propósito.

Michael B. Jordan, que também atua como produtor executivo, afirma que o projeto o desafiou profundamente. “Este filme tem muitas camadas. Quero que o público se divirta, claro, mas também que saia do cinema pensando, refletindo, sentindo a música, a atmosfera, os silêncios. Quero que a experiência reverbere por dias”, afirmou o ator.

Pré-estreias com reflexão e representatividade

Antes do lançamento oficial, o filme teve pré-estreias em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, onde uma sessão especial foi seguida por um bate-papo sobre o impacto social e simbólico da obra. Participaram do debate nomes como o influenciador João Sales (@maratonize), a criadora de conteúdo Donna Paula Soares (@donnacachos), o jornalista João Paulo Barreto (Jornal A Tarde) e a educadora Gleissia Santos, do Instituto Cultural Steve Biko. A conversa abordou as representações negras no cinema de gênero, a importância de narrativas que respeitam identidades plurais e o lugar do horror como metáfora social.

Elenco de peso e atuações elogiadas

Além de Jordan em papel duplo, o elenco de “Pecadores” inclui Hailee Steinfeld, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Delroy Lindo, Jack O’Connell, Miles Caton, Omar Miller e Li Jun Li. O conjunto de atuações contribui para a intensidade emocional da narrativa, com destaque para a dinâmica entre os irmãos e os personagens secundários que orbitam sua volta ao lar.

Um novo patamar para o cinema de gênero

“Pecadores” é mais do que um filme de terror: é um marco na colaboração entre Michael B. Jordan e Ryan Coogler, e representa uma guinada criativa para ambos. É também um exemplo de como o cinema de gênero pode se reinventar ao ser utilizado como veículo para debates contemporâneos, experiências sensoriais e reflexões sociais.

Distribuído pela Warner Bros. Pictures e produzido pela Proximity Media, o longa já está em exibição nas principais salas de cinema do país. Uma experiência pensada para a tela grande, com luzes apagadas, som envolvente e uma história que continua pulsando mesmo depois que os créditos sobem.

Resumo da novela A Sucessora 14/06/2023 quarta-feira

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Resumo da novela A Sucessora de quarta-feira, 14/06/2023. A exibição está prevista para acontecer às 16h, no canal Viva.

Segundo informa o resumo de A Sucessora de 14 de junho de 2023, a trama se intensifica quando Marina, com uma atitude misteriosa, decide esconder o cofre de Alice em um local secreto e seguro. Ela toma essa medida para proteger o conteúdo valioso e precioso do cofre, que guarda segredos importantes para a vida da jovem. Em um momento inesperado, Marina leva Alice até a imponente mansão, onde ambas se encontram. No entanto, a situação se complica quando Filomena, uma figura imponente e intrigante, surge de forma surpreendente, interrompendo o encontro entre Marina e Alice. O encontro entre essas personagens desperta um clima de tensão e mistério, deixando o público curioso sobre as motivações e intenções de Filomena. Enquanto isso, Madame Sanches, uma personagem excêntrica e de personalidade peculiar, está enfrentando dificuldades em se adaptar à vida na fazenda. A mudança de ambiente e estilo de vida representa um desafio para ela, gerando conflitos e situações cômicas enquanto tenta se encaixar em um ambiente tão diferente do que está acostumada.

Ainda em A Sucessora, enquanto os eventos se desenrolam, Roberto, um personagem em busca de autoconhecimento e mudanças em sua vida, toma uma decisão importante. Ele decide voltar para casa, deixando para trás suas aventuras e experiências anteriores. Essa escolha sinaliza uma mudança de rumo em sua jornada pessoal, levantando questões sobre o que o aguarda em seu retorno e quais são suas verdadeiras motivações. Dessa forma, a trama se desenvolve com segredos, encontros inesperados, desafios de adaptação e decisões significativas, prometendo momentos emocionantes e reviravoltas na história.

O resumo da novela A Sucessora é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Hannah Montana: Especial de 20 anos estreia com 6,3 milhões de visualizações no Disney+ e reforça força duradoura da franquia

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Duas décadas após conquistar uma geração inteira de jovens espectadores, a série Hannah Montana volta ao centro das atenções com um especial comemorativo que já demonstra a força duradoura de sua marca. Lançado no catálogo do Disney+, o Hannah Montana: Especial de 20º Aniversário registrou mais de 6,3 milhões de visualizações nos primeiros três dias, segundo dados divulgados pela revista Variety. O desempenho reforça não apenas a nostalgia do público, mas também a relevância contínua da produção no cenário do entretenimento.

Criada por Michael Poryes, Rich Correll e Barry O’Brien, a série original foi exibida entre 2006 e 2011 no Disney Channel, consolidando-se como uma das produções mais emblemáticas da emissora. Ao longo de quatro temporadas, o público acompanhou a história de Miley Stewart, interpretada por Miley Cyrus, uma adolescente que levava uma vida dupla: estudante comum durante o dia e estrela pop internacional à noite, sob o alter ego de Hannah Montana.

A premissa simples, mas eficaz, permitiu explorar temas universais da adolescência, como identidade, pertencimento e os desafios de crescer sob pressão social. Ao mesmo tempo, a série incorporava elementos do universo da música pop, com performances que rapidamente extrapolaram a ficção e se tornaram sucessos comerciais. Esse equilíbrio entre narrativa e indústria musical foi um dos pilares para o sucesso duradouro da franquia.

O especial de 20 anos aposta justamente nessa memória afetiva. Apresentado pela podcaster Alex Cooper, o programa traz uma entrevista aprofundada com Miley Cyrus, revisitando momentos marcantes da série, bastidores das gravações e reflexões sobre o impacto cultural da personagem em sua vida e carreira. A proposta vai além de uma simples celebração nostálgica, oferecendo também um olhar mais maduro sobre o fenômeno que moldou uma geração.

Na série original, Miley Stewart vivia em Malibu, na Califórnia, ao lado do pai, o músico Robby Ray, interpretado por Billy Ray Cyrus, e do irmão Jackson, vivido por Jason Earles. Seu círculo de amizades incluía Lilly Truscott, interpretada por Emily Osment, e Oliver Oken, vivido por Mitchel Musso, personagens que descobrem seu segredo e se tornam aliados fundamentais na manutenção de sua identidade dupla.

Essa dinâmica entre vida pessoal e fama era o motor narrativo da produção. Enquanto desfrutava dos benefícios da celebridade — como turnês, fãs e glamour — Miley também enfrentava dilemas típicos da adolescência, como relações sociais, inseguranças e o desejo de levar uma vida normal. Essa dualidade foi essencial para criar identificação com o público, especialmente entre jovens que lidavam com suas próprias questões de identidade.

O sucesso de Hannah Montana não se limitou à televisão. A série rapidamente se transformou em uma franquia multimídia, impulsionada pela estratégia da The Walt Disney Company de integrar conteúdo e mercado musical. Antes mesmo de seu lançamento, o Disney Channel já havia experimentado êxito com produções como The Cheetah Girls e High School Musical, que abriram caminho para o formato híbrido de narrativa e música.

Dentro desse contexto, Hannah Montana elevou o modelo a um novo patamar. As trilhas sonoras da série alcançaram posições de destaque nas paradas musicais, enquanto as turnês ao vivo transformaram Miley Cyrus em um dos maiores fenômenos teen da época. O filme-concerto Hannah Montana & Miley Cyrus: Best of Both Worlds Concert, por exemplo, tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando milhões mesmo com exibição limitada.

Já em 2009, a franquia ganhou sua adaptação para o cinema com Hannah Montana: The Movie, que ampliou o universo da personagem e levou a história para um contexto mais emocional, explorando as raízes familiares de Miley no Tennessee. A produção reforçou a conexão do público com a personagem e consolidou o alcance global da marca.

Apesar do enorme sucesso comercial, a série também enfrentou críticas ao longo de sua exibição. Parte da imprensa especializada questionava a qualidade dos roteiros e a presença de estereótipos, especialmente em relação aos papéis de gênero. Ainda assim, esses pontos não foram suficientes para diminuir o impacto cultural da produção, que continuou a atrair altos índices de audiência e a influenciar outras séries do gênero.

Outro aspecto frequentemente debatido foi a relação entre a personagem e a trajetória pessoal de Miley Cyrus. À medida que a artista amadurecia e buscava se distanciar da imagem infantil, sua transformação pública gerou discussões sobre a influência de Hannah Montana em seu público. Para muitos críticos, a ruptura com a persona da Disney foi inevitável e até necessária para o desenvolvimento artístico da cantora.

O especial de 20 anos surge, portanto, em um momento de reconciliação entre passado e presente. Ao revisitar a série sob uma nova perspectiva, Miley Cyrus demonstra maturidade ao reconhecer tanto os benefícios quanto os desafios de ter iniciado sua carreira em um fenômeno global. A entrevista conduzida por Alex Cooper traz justamente esse equilíbrio, alternando momentos de nostalgia com reflexões mais profundas.

Além disso, o sucesso inicial do especial no Disney+ indica uma tendência crescente no mercado de entretenimento: a valorização de conteúdos nostálgicos que dialogam com diferentes gerações. Para aqueles que acompanharam a série em sua exibição original, o programa funciona como uma revisitação emocional. Já para novos espectadores, representa uma oportunidade de conhecer um marco importante da cultura pop dos anos 2000.

O que acontecerá agora? A Juíza do Inferno garante segunda temporada e abre caminho para responder os maiores mistérios deixados pela série

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A espera por novidades sobre A Juíza do Inferno finalmente chegou ao fim. A emissora sul-coreana SBS confirmou que o drama estrelado por Park Shin-hye ganhará uma segunda temporada, garantindo a continuação de uma história que conquistou espaço entre os títulos coreanos mais comentados dos últimos anos. As informações são do Soompi.

A renovação é uma notícia importante para quem acompanhou os episódios exibidos em 2024. Além do bom desempenho de audiência na Coreia do Sul, a série encontrou público em diversos países por meio do Disney+, ampliando sua presença no mercado internacional e fortalecendo as chances de uma continuação.

Na trama, Park Shin-hye interpreta Kang Bit-na, uma juíza que passa a ser controlada por Justitia, uma entidade enviada do Inferno para cumprir uma punição. Após cometer um erro em uma missão anterior, ela recebe a tarefa de localizar criminosos responsáveis por mortes cruéis e enviá-los para o Inferno. O trabalho parece simples no início, mas a convivência com os humanos faz com que situações aparentemente óbvias se tornem cada vez mais complexas.

Um dos aspectos que mais chamaram atenção do público foi justamente a forma como a série abordou a ideia de justiça. Em vez de apresentar casos com respostas fáceis, a narrativa mostrou personagens enfrentando consequências difíceis, decisões moralmente questionáveis e situações em que a verdade nem sempre era evidente. Isso ajudou a transformar cada investigação em algo mais relevante do que apenas descobrir quem cometeu um crime.

Outro elemento fundamental para a história foi a relação entre Kang Bit-na e o detetive Han Da-on, interpretado por Kim Jae-young. Enquanto investigava acontecimentos estranhos ligados à juíza, ele passou a perceber que havia algo muito maior por trás dos casos que surgiam em sua rotina. A aproximação dos dois personagens acabou se tornando uma das peças centrais da série e deve continuar tendo importância nos próximos episódios.

O encerramento da primeira temporada deixou diversas questões sem resposta, envolvendo tanto o passado de personagens importantes quanto as regras que controlam o universo sobrenatural da série. Com a segunda temporada confirmada, a produção terá a oportunidade de desenvolver essas histórias com mais profundidade, esclarecer as consequências dos acontecimentos mais recentes e explorar áreas do enredo que despertaram grande interesse do público ao longo dos episódios.

Outro ponto que deve chamar atenção é a evolução da própria Kang Bit-na. Ao longo da história, a personagem foi obrigada a conviver com sentimentos, conflitos e experiências que não faziam parte de sua realidade original. Essa transformação gradual acabou se tornando uma das linhas narrativas mais interessantes da série e pode ter impacto direto nos novos episódios.

Embora a SBS ainda não tenha divulgado informações sobre a trama da segunda temporada, a confirmação oficial já oferece uma resposta importante para os espectadores: a história ainda não chegou ao fim. Os acontecimentos mostrados na primeira temporada terão continuidade, e perguntas que permaneceram em aberto finalmente terão a chance de ser exploradas.

Candlelight® | Disney Love Songs transforma clássicos da Disney em concerto à luz de velas no Brasil

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As canções que marcaram momentos importantes do cinema da Disney vão ganhar uma nova interpretação nos palcos brasileiros. A Disney Concerts, em parceria com a Fever, anunciou Candlelight®: Disney Love Songs, uma série de apresentações que leva trilhas sonoras conhecidas do público para versões instrumentais executadas por quartetos de cordas.

A programação será realizada em diferentes cidades do país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Florianópolis, Goiânia, Rio Branco, Santos, São Bernardo do Campo e Uberlândia. Os concertos acontecem em espaços selecionados para receber o formato do projeto, com o ambiente iluminado por milhares de velas.

A proposta da apresentação é revisitar músicas que acompanharam histórias de amor, amizade e relações familiares nos filmes da Disney e da Pixar. Em vez das versões originais cantadas pelos personagens, o público ouvirá novos arranjos para instrumentos de cordas, mantendo as melodias conhecidas em uma abordagem mais próxima da música clássica.

O repertório reúne músicas de diferentes fases dos estúdios. Entre elas estão “Can You Feel the Love Tonight”, de O Rei Leão; “A Whole New World”, de Aladdin; e “I See the Light”, de Enrolados. A seleção também passa por produções mais recentes com faixas como “Dos Oruguitas”, de Encanto, e “Remember Me”, de Viva – A Vida é uma Festa.

Outros clássicos presentes no programa incluem “You’ll Be In My Heart”, de Tarzan, e “When She Loved Me”, de Toy Story 2. A escolha das músicas percorre diferentes gerações de espectadores, reunindo desde animações lançadas nas últimas décadas até sucessos mais atuais da Disney e da Pixar.

O formato Candlelight® foi criado pela Fever e ficou conhecido por apresentações em locais alternativos, com concertos realizados sob iluminação de velas. A iniciativa busca aproximar a música clássica de um público amplo, utilizando repertórios ligados ao cinema, à cultura pop e a grandes nomes da música.

No Brasil, a edição dedicada às canções da Disney faz parte de uma programação internacional da marca, que já recebeu versões com homenagens a diferentes artistas, compositores e estilos musicais.

John Malkovich protagoniza a delicada comédia francesa Sr. Blake ao Seu Dispor, que estreia nos cinemas em setembro

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Não é fácil recomeçar depois de uma grande perda. Ainda mais quando se carrega a impressão de que já se viveu tudo o que havia para ser vivido. Em Sr. Blake ao Seu Dispor, o personagem principal não está em busca de aventura, sucesso ou redenção. Ele só quer, de algum modo, continuar existindo – mesmo que do outro lado do mar, fingindo ser alguém que nunca foi. E é exatamente nesse impulso silencioso que nasce uma das comédias dramáticas mais delicadas do ano, que estreia no Brasil no dia 18 de setembro, com distribuição da Mares Filmes.

O luto que transborda no silêncio

Andrew Blake é um senhor britânico como tantos outros. Elegante, educado, eficiente. Por fora, é o tipo de homem que já aprendeu a esconder tudo o que sente. Mas, por dentro, está estilhaçado. Desde a morte da esposa, Diane, ele se arrasta pelos dias com o peso do vazio. O lar se transformou em mausoléu. O trabalho, em repetição sem sentido. Então, ele toma uma decisão: voltar à França, ao lugar onde conheceu Diane e foi feliz.

Mas o reencontro com as memórias não acontece como ele imagina. Para permanecer na propriedade que hoje pertence a outra pessoa, Blake precisa aceitar o cargo de mordomo. É nesse gesto simples — o de servir — que ele encontra, quase sem querer, um novo caminho para viver.

Uma casa, seus habitantes e os afetos possíveis

A mansão para a qual Blake vai trabalhar não é apenas um cenário bonito. Ela pulsa. Como ele, é uma estrutura que já viu tempos melhores. Dentro dela, vivem personagens tão machucados quanto gentis, cada um à sua maneira. Nathalie (interpretada pela inesquecível Fanny Ardant), a dona da casa, esconde uma alma fraturada por trás de uma fachada firme. Odile (Émilie Dequenne), a governanta, tenta manter a ordem enquanto o caos lhe habita. Philippe (Philippe Bas), o jardineiro, cultiva mais do que plantas — cultiva feridas antigas. E Manon (Eugénie Anselin), jovem e intensa, desafia a rigidez com sua espontaneidade.

Juntos, eles formam uma espécie de família torta. Não por laços de sangue, mas por necessidade. Uma necessidade mútua de acolhimento, mesmo que silencioso. E Blake, que chegou ali para fugir do mundo, começa a fazer parte dele outra vez.

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John Malkovich em seu papel mais vulnerável

É surpreendente que, depois de tantas décadas de carreira e performances marcantes, John Malkovich nunca tenha protagonizado um filme francês. Em Sr. Blake ao Seu Dispor, ele não só fala francês com naturalidade (ainda que com sotaque), como entrega uma atuação de uma ternura que não se vê todos os dias. Há algo no jeito contido com que ele vive Blake que nos toca profundamente. Não porque ele dramatize a dor, mas porque a deixa escorrer pelas entrelinhas.

Há momentos em que ele olha pela janela, ou limpa a louça, ou apenas respira — e tudo isso diz mais do que muitos roteiros inteiros. Não é o tipo de performance que grita para ser notada. É a performance que se planta devagar, cresce aos poucos, e floresce depois que o filme termina.

Gilles Legardinier e a coragem de contar histórias pequenas

Gilles Legardinier é um nome conhecido na literatura francesa. Seu livro Complètement Cramé!, lançado em 2012, foi traduzido para 17 idiomas e tocou milhares de leitores com seu tom caloroso. Agora, pela primeira vez, ele se aventura na direção de um longa. E acerta, justamente, por não querer impressionar.

A trama não é um filme para premiações grandiosas ou bilheterias estrondosas. É um filme para quem tem tempo. Para quem topa desacelerar. Para quem sabe que algumas das maiores transformações acontecem no silêncio de uma cozinha, num passeio pelo jardim ou em uma conversa sem palavras.

Legardinier filma com amor. Amor pelas pessoas comuns, pelos gestos cotidianos, pelas casas antigas, pelas relações improváveis. Ele nos lembra que viver é, muitas vezes, simplesmente estar disponível — ao outro, ao acaso, àquilo que a gente não entende de primeira.

O humor que aquece, não escapa

Apesar de ser rotulado como comédia dramática, o riso em Sr. Blake ao Seu Dispor nunca vem da zombaria. Ele nasce do constrangimento, da falha, do não saber. Rimos porque reconhecemos aqueles tropeços em nós mesmos. Rimos com ternura, nunca com crueldade.

Há algo profundamente humano nas situações pelas quais Blake passa. Ele erra a ordem dos talheres, confunde nomes, fica sem saber onde colocar as mãos. Mas, no fundo, tudo isso fala sobre outra coisa: a dificuldade que todos temos de encontrar nosso lugar quando a vida muda sem pedir licença.

Uma história que cruza fronteiras com gentileza

O filme estreou na França em novembro de 2023 e já passou por festivais na Polônia, nos Estados Unidos e em outros países da Europa. Sua bilheteria, de pouco menos de US$ 3 milhões, não reflete sua importância. E talvez seja isso que o torne tão necessário hoje. Em tempos de urgência, de barulho, de exagero, este é um filme que fala baixo. Que acolhe. Que nos convida a cuidar — dos outros e de nós mesmos.

Pacificador | Saiba a data de lançamento do 2º episódio da 2ª temporada na HBO Max

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Os fãs de Pacificador já podem marcar na agenda: o segundo episódio da segunda temporada, intitulado “A Man Is Only As Good As His Bird“, estreia na quinta-feira, 28 de agosto, às 22h, exclusivamente no HBO Max. Depois de uma primeira temporada que conquistou público e crítica com sua mistura de ação, humor ácido e sátira ao universo dos super-heróis, a nova temporada promete expandir a história de Chris Smith, mais conhecido como Peacemaker, em um cenário totalmente novo dentro do Universo DC (DCU).

A segunda temporada estreou no dia 21 de agosto de 2025, e seguirá com um episódio por semana até 9 de outubro, totalizando oito episódios. Enquanto a primeira temporada funcionava como um spin-off do filme O Esquadrão Suicida (2021) e estava ambientada no Universo Estendido DC (DCEU), a nova temporada faz parte do soft reboot do universo DC, conectando os eventos ao recente filme Superman (2025). A mudança de cenário e contexto oferece aos roteiristas a oportunidade de explorar novas tramas, inimigos e dilemas morais para o mercenário mais controverso do DCU.

Chris Smith, o Peacemaker, continua sendo um personagem complexo e cheio de nuances. Mercenário chauvinista e anti-herói, ele equilibra atitudes impensadas com momentos de vulnerabilidade que revelam seu lado humano. A série, comandada por James Gunn, não apenas mantém o humor ácido característico da primeira temporada, mas também aprofunda questões sobre moralidade, redenção e os efeitos de um passado turbulento.

Enquanto o filme O Esquadrão Suicida introduziu o personagem para o público, a primeira temporada da série detalhou seu cotidiano pós-missões e o impacto de suas escolhas, tanto na equipe quanto na vida pessoal. Agora, a segunda temporada apresenta Chris enfrentando os desdobramentos do universo DC renovado, interagindo com novos personagens e lidando com ameaças que testam seu limite físico e emocional.

O elenco da segunda temporada mantém nomes já conhecidos pelos fãs e acrescenta novos talentos ao universo da série. John Cena retorna como o personagem-título, trazendo novamente sua combinação de presença física imponente e timing cômico impecável.

Ao lado de Cena estão Danielle Brooks, Freddie Stroma, Jennifer Holland, Steve Agee, Robert Patrick, Frank Grillo, Sol Rodríguez, David Denman, Tim Meadows e Michael Rooker. Cada um desses atores contribui para a dinâmica única do grupo, que combina humor, tensão e camaradagem em situações que muitas vezes escapam do convencional.

Além disso, Masa Yamaguchi interpreta o comandante japonês Tetsuo Harada, e Lauren Grimson dá vida à personagem Hazel, trazendo novas camadas ao conflito central da série. O elenco de apoio, incluindo Denny Bernard, Laura Brogan Browne e Aswan Reid, reforça a diversidade de personagens e oferece interações que variam entre o cômico, o dramático e o imprevisível.

Bastidores e produção: desafios e retomada

A produção da segunda temporada enfrentou uma série de desafios antes de se concretizar. Encomendada em fevereiro de 2022, a temporada teve suas filmagens inicialmente previstas para 2023. No entanto, com a nomeação de James Gunn como co-CEO da DC Studios, ele precisou ajustar seu foco para o filme Superman, adiando temporariamente as gravações de Pacificador.

Ao mesmo tempo, a série spin-off Waller foi priorizada, mas também sofreu atrasos devido às disputas trabalhistas de Hollywood em 2023. Somente em março de 2024, Gunn confirmou que a segunda temporada de Pacificador viria primeiro, e as filmagens começaram logo em seguida, ocorrendo em paralelo com algumas cenas de Superman no Trilith Studios, em Atlanta, Geórgia. A fotografia principal se estendeu de junho a novembro de 2024, com equipe técnica dedicada a recriar a estética da série, equilibrando humor, ação e a atmosfera de suspense que tornou a primeira temporada tão popular.

A direção de fotografia ficou a cargo de Mark Wareham, enquanto o design de produção foi liderado por Esther Rosenberg e a direção de arte por Meiko Wong. O figurino e a maquiagem, supervisionados por Tracey Rose Sparke e Natalie Stanfield, ajudaram a transportar os espectadores para o universo da DC, mantendo a consistência visual e histórica necessária para a série.

Roteiro e showrunner: a visão de James Gunn

James Gunn, conhecido por seu trabalho em franquias de super-heróis e filmes de ação com humor ácido, continua sendo o showrunner e roteirista de todos os episódios da temporada. Sua assinatura é evidente em cada cena, mesclando ação, sátira e crítica social de forma orgânica. A série combina sequências de luta coreografadas, diálogos espirituosos e momentos de introspecção, permitindo que o público conheça a complexidade do protagonista e dos personagens secundários.

O planejamento de Gunn de escrever e dirigir todos os episódios garante coerência narrativa e um ritmo consistente, mantendo o equilíbrio entre comédia, drama e ação que os fãs esperam. Ele também conseguiu integrar a história ao DCU, estabelecendo conexões sutis com os eventos de Superman (2025), sem perder a identidade irreverente de Chris Smith.

Cronograma de lançamento: episódios semanais

A segunda temporada da série terá oito episódios, com lançamento semanal no HBO Max, estratégia que permite aos fãs digerirem cada capítulo com expectativa e comentários semanais. A estreia do primeiro episódio em 21 de agosto recebeu críticas positivas, com muitos avaliadores destacando que a série supera a primeira temporada, mantendo o humor ácido, mas aprofundando o desenvolvimento dos personagens e a complexidade de Chris Smith.

Crítica e recepção

Até agora, a segunda temporada vem recebendo críticas majoritariamente positivas. Analistas destacam a atuação de John Cena como um dos pontos altos, assim como a química do elenco em geral. Os comentários elogiam a capacidade da série de equilibrar ação intensa, humor ácido e drama humano, mantendo o público engajado e entretido.

O que esperar do segundo episódio

O episódio “A Man Is Only As Good As His Bird” promete explorar novas missões e desafios para Chris Smith. Espera-se que haja combinações de cenas de ação com humor característico, diálogos inesperados e, claro, momentos que desafiam a moralidade e a ética do protagonista. Fãs podem esperar também que personagens secundários ganhem mais destaque, revelando nuances de suas personalidades e expandindo a dinâmica do grupo.

Cine Maior 24/09/2023 Curiosidades de Sem Saída

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Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, dia 24/09/2023, os amantes de cinema estão prestes a embarcar em uma emocionante jornada repleta de suspense e ação com a exibição de “Sem Saída” no Cine Maior. Este filme, que originalmente estreou em 23 de setembro de 2011, é uma produção de tirar o fôlego, dirigida magistralmente por John Singleton, e conta com um roteiro tenso escrito por Shawn Christensen. Com um elenco estelar liderado por Taylor Lautner, Lily Collins e Alfred Molina, esta película de 1 hora e 40 minutos promete envolver o público do início ao fim.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama gira em torno de Nathan, interpretado brilhantemente por Taylor Lautner, um jovem que aparentemente leva uma vida tranquila ao lado de seus pais, Kevin e Mara, interpretados respectivamente por Jason Isaacs e Maria Bello. Além disso, ele nutre sentimentos pela sua vizinha Karen, vivida por Lily Collins. No entanto, tudo muda drasticamente quando, durante um trabalho de sociologia com Karen, eles acessam um site de crianças desaparecidas e Nathan se depara com uma foto que abala sua própria identidade. Rapidamente, ele descobre que Kevin e Mara não são seus pais biológicos, mas antes que possam esclarecer a situação, uma tragédia se abate sobre eles quando sua casa é invadida e ambos são mortos.

Nathan, interpretado por Lautner, consegue escapar ao lado de Karen, mas logo eles se veem na mira da CIA e de um implacável agente sérvio chamado Kozlow, interpretado por Michael Nyqvist. A razão pela qual todos estão atrás de Nathan está relacionada a algo que seu verdadeiro pai havia roubado. Portanto, prepare-se para uma montanha-russa de emoções enquanto acompanhamos Nathan e Karen fugindo desesperadamente e desvendando segredos obscuros em “Sem Saída”.

A produção do filme também é repleta de curiosidades fascinantes. Taylor Lautner se submeteu a um intenso regime de treinamento físico para o papel, transformando seu corpo e aprimorando suas habilidades em artes marciais para as cenas de ação exigentes. Além disso, o título original do filme é “Abduction”, mas no Brasil e em alguns outros países, foi alterado para “Sem Saída” para criar um clima de mistério e suspense em relação à trama.

Embora Taylor Lautner tenha realizado a maioria de suas próprias cenas de ação, houve momentos em que ele contou com a ajuda de um dublê, especialmente em sequências mais arriscadas. O filme também marcou o início de uma carreira de destaque para Lily Collins, que interpretou o papel de Karen, a protagonista feminina, ajudando a solidificar sua carreira em Hollywood.

O diretor John Singleton enriqueceu o filme com referências a outros filmes de espionagem e ação, como a franquia “Identidade Bourne”, criando uma atmosfera de suspense semelhante à desses filmes renomados. Grande parte das cenas de perseguição do filme foi filmada em Pittsburgh, Pensilvânia, aproveitando a variedade de locações urbanas e paisagens cênicas que contribuíram para a estética do filme.

A trilha sonora do filme, composta por músicas de artistas populares como Donora e Hot Bodies in Motion, contribuiu para o ritmo emocionante do filme. Taylor Lautner e Lily Collins até foram indicados ao Teen Choice Award na categoria “Melhor Beijo em Filme” por uma das cenas românticas de “Sem Saída”.

Além das cenas de ação física, o filme também se destaca pelos efeitos visuais notáveis, incluindo a criação digital de um estádio de beisebol que desempenha um papel importante em uma das cenas-chave do filme.

Portanto, marque em seu calendário: “Sem Saída” será exibido no Cine Maior a partir das 13h30 do próximo domingo, logo após o término do programa Record Kids – “Todo Mundo Odeia o Chris”. Não perca a chance de mergulhar em um thriller cheio de reviravoltas e ação no Cine Maior deste domingo!

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