Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:
Um pai comum, um herói improvável
No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.
É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.
Risadas no meio do caos
Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.
O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.
No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.
Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.
Na telona, uma experiência para todos
Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.
A orla de Boa Viagem, no Recife, será palco de uma experiência esportiva inédita no próximo domingo (20). A capital pernambucana recebe a primeira edição da Self Run, corrida oficial da rede de academias Selfit, com proposta de unir esporte, música e experiências sensoriais. A largada será às 5h da manhã no Parque Dona Lindu, com expectativa de participação de mais de 3 mil pessoas.
Organizada pela empresa HC Sports, a mesma responsável pela Meia Maratona do Sol, a Self Run traz como diferencial a integração de atrações musicais ao longo do percurso. A corrida conta com três modalidades de distância – 5 km, 10 km e 15 km – e foi pensada para atender diferentes perfis de corredores, desde iniciantes até atletas experientes.
Música ao vivo no percurso
Um dos principais atrativos da prova será a presença de palcos montados em pontos estratégicos da orla, por onde os corredores passarão durante o trajeto. O objetivo é criar uma atmosfera envolvente e motivadora, aliando o estímulo físico ao entretenimento.
Na Praça de Boa Viagem, os atletas serão acompanhados pelo som da banda Seu Peppe, com repertório focado em pop e MPB. No Terceiro Jardim, a banda recifense Zero Bronka assume o palco com uma mistura de pop e rock. Já na linha de chegada, a banda Mr. Peter fará o encerramento da corrida com um show ao vivo na arena principal.
Medalha com tempo gravado e interação digital
Após cruzar a linha de chegada, os corredores terão acesso a um serviço exclusivo: será possível gravar o tempo médio da corrida no verso da medalha, com gravação feita no local. A arena de chegada contará com telão em tempo real, exibindo os nomes e tempos dos participantes. A proposta é transformar a medalha em um registro personalizado de desempenho, tornando o momento da chegada ainda mais especial.
Premiações e inclusão
Com premiação total superior a R$ 14 mil, a Self Run valoriza o desempenho dos atletas no percurso de 15 km. As categorias Geral, Aluno Selfit e Pessoa com Deficiência (PCD) serão contempladas com prêmios em dinheiro, troféus e planos gratuitos nas academias da rede.
Na categoria Geral (masculino e feminino), os três primeiros colocados receberão R$ 2 mil, R$ 1 mil e R$ 500, respectivamente. O quarto colocado ganha um plano anual de academia e o quinto, seis meses. Nos percursos de 10 km e 5 km, os cinco primeiros colocados das categorias recebem troféus. Todos que concluírem a prova no tempo regulamentar ganham medalha de participação.
Projeto nacional
A Self Run representa o início de um projeto maior da rede Selfit, que prevê a realização de novas edições em outros estados brasileiros. A proposta é transformar a corrida em um circuito nacional, democratizando o acesso ao esporte e incentivando hábitos saudáveis.
Depois do lançamento de Superman sob o comando de James Gunn, o universo cinematográfico da DC está ganhando forma — e a Mulher-Maravilha, uma das heroínas mais icônicas dos quadrinhos, finalmente começa a ter seu lugar garantido nessa nova fase. Agora, o longa solo da amazona deu um passo importante: já tem roteirista confirmada!
Quem assume o desafio é Ana Nogueira, roteirista que já está bem familiarizada com o universo da DC. Ela foi a responsável pelo roteiro de Supergirl, previsto para chegar aos cinemas em 26 de junho de 2026, e também estava envolvida no desenvolvimento de Jovens Titãs — ainda que esse projeto específico nunca tenha sido oficialmente anunciado.
A informação sobre Ana ter sido escolhida para comandar a história da Mulher-Maravilha foi divulgada primeiro por Umberto Gonzalez, do The Wrap, jornalista conhecido por adiantar novidades confiáveis do mundo da DC. Logo depois, a própria DC confirmou a notícia, reforçando que o projeto realmente está caminhando.
Segunda peça do novo DCU
Esse novo filme da Mulher-Maravilha será o segundo longa oficial da chamada “primeira leva” do DCU (Universo DC), que começou com o Superman de James Gunn, lançado em 2025. A direção ficará nas mãos de Craig Gillespie, conhecido por trabalhos como Cruella e Eu, Tonya — ou seja, pode-se esperar uma visão estilosa, intensa e com uma protagonista poderosa.
Ana Nogueira foi inicialmente contratada pela Warner para escrever um filme da Supergirl estrelado por Sasha Calle, que deu vida à heroína em The Flash (2023). Apesar de essa versão da personagem ter vindo de um “mundo alternativo”, Nogueira parece ter conquistado o estúdio com sua abordagem, garantindo novos desafios dentro do DC Studios.
Quem é Supergirl, afinal?
Pra quem ainda está se familiarizando com esse universo, vale um parêntese rápido: Supergirl (ou Super-Moça, como muitos brasileiros ainda chamam) é um codinome usado por várias personagens da DC ao longo dos anos. Mas a versão mais conhecida é Kara Zor-El, prima do Superman, que chegou à Terra após passar um bom tempo na misteriosa Zona Fantasma.
Por causa dessa passagem pela Zona Fantasma, Kara teve uma exposição diferente à luz do sol amarelo da Terra — o que, acredite se quiser, faz com que ela tenha potencialmente mais força do que seu primo, Clark Kent.
Kara nasceu em Argo City, uma cidade fictícia do planeta Krypton, criada nos quadrinhos como uma das últimas sobreviventes da tragédia que destruiu o mundo natal do Superman. Desde então, a personagem teve várias adaptações nos quadrinhos, animações e até séries de TV.
Mulher-Maravilha: uma nova fase
A escolha de Ana Nogueira como roteirista para o novo filme da Mulher-Maravilha mostra que o estúdio está apostando em nomes com uma pegada criativa forte, mas também já inseridos no universo que estão tentando construir. Não se sabe ainda qual será o tom desse novo filme da amazona — se ele vai se aproximar mais do estilo aventuresco e mitológico do primeiro longa estrelado por Gal Gadot, ou se terá uma proposta completamente diferente, mais pé no chão, moderna ou até mais sombria.
Aliás, por enquanto, nem a atriz que vai interpretar Diana Prince foi anunciada. Com Gal Gadot aparentemente fora do projeto — e com James Gunn reformulando toda a linha de heróis — tudo indica que teremos uma nova Mulher-Maravilha nos cinemas.
O que esperar daqui pra frente?
O que dá pra saber é que a DC quer mesmo trazer uma nova energia para seus filmes. Depois de muitos altos e baixos nos últimos anos, parece que o estúdio está aprendendo com os erros do passado e buscando formas de construir um universo coeso, com histórias bem amarradas e personagens marcantes.
Se Superman abriu com um fôlego novo, Supergirl deve expandir ainda mais esse universo cósmico e cheio de dilemas familiares e existenciais. Já o filme da Mulher-Maravilha pode ser a peça que une tudo isso com o legado das amazonas, da mitologia e de uma heroína que simboliza força, justiça e compaixão.
Em 8 de janeiro de 2023, o Brasil viveu um daqueles dias que entram para a história e para a memória coletiva, um momento que marcou o país e o mundo: a invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal — os símbolos máximos da democracia nacional — por uma multidão movida por raiva, desinformação e polarização extrema. Um episódio tão tenso que colocou em xeque os pilares da convivência democrática e expôs as fissuras de um Brasil dividido.
É justamente esse capítulo intenso e doloroso que a cineasta Sandra Kogut escolheu filmar, com a sensibilidade de quem entende que a história não se limita a fatos frios, mas se constrói em emoções, medos e nuances humanas. No Céu da Pátria Nesse Instante, seu mais recente documentário, não apenas narra o que aconteceu, mas revela as camadas de tensão, incerteza e angústia que permearam aquele período.
Um mergulho na tensão e no medo do presente
O filme acompanha diversos personagens, de diferentes pontos do espectro político brasileiro, durante os meses turbulentos que antecederam e envolveram o episódio do dia 8 de janeiro. A narrativa foge do registro tradicional para explorar o ambiente emocional — aquele medo difuso, a ansiedade crescente e as “realidades paralelas” criadas por fake news que tornaram o momento ainda mais explosivo.
Para Sandra Kogut, o filme é “também sobre todo o medo e tensão que estavam contidos naquele momento”. É um convite a olhar para o Brasil não apenas como um cenário político, mas como um país de gente real, com dúvidas, paixões e fragilidades.
Esse olhar empático transforma a obra em um documento vivo, capaz de ajudar o público a compreender o presente para refletir sobre o futuro.
O poder do documentário para dar sentido à confusão
Num mundo saturado por informações imediatas e muitas vezes conflitantes, documentários como esse cumprem uma função essencial: desacelerar o olhar, abrir espaço para a escuta e o entendimento.
No Céu da Pátria Nesse Instante não é apenas um registro do que aconteceu — é um esforço para decifrar o caos, mostrando que, por trás de atos extremos, existem pessoas com histórias, medos e motivações complexas.
Esse processo de humanização é fundamental para evitar simplificações perigosas que alimentam ainda mais a polarização. Ao dar voz a diferentes lados, o filme constrói uma narrativa rica, que resiste à tentação de transformar tudo em preto e branco.
Um legado para o futuro
A diretora lembra que sabia da importância do momento para o Brasil, e da necessidade de um registro que pudesse ser revisitado por gerações futuras.
“Era um momento sério, que a gente ia querer olhar de novo com o tempo, para tentar entender, explicar para os nossos filhos”, afirma Kogut, ressaltando o papel do cinema como uma ferramenta para a memória histórica e a educação.
Essa consciência do valor histórico e educativo do documentário reforça seu impacto, tornando-o uma peça chave na reflexão sobre a democracia brasileira contemporânea.
Um filme que cruzou fronteiras
No Céu da Pátria Nesse Instante foi recebido com reconhecimento internacional, ganhando espaço em festivais renomados como o Festival de Málaga, Dok.fest München, Festival du Cinéma Brésilien de Paris, IDFA em Amsterdã — o maior festival de documentários do mundo — e o Festival de Cinema de Jeonju, na Coreia do Sul, entre outros.
O interesse global pelo filme demonstra como os temas de polarização, crise democrática e desinformação têm ressonância mundial, e como o Brasil virou um espelho para questões que desafiam democracias em todo o planeta.
No Brasil, a obra foi premiada no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, conquistando o Troféu de Melhor Montagem e o Prêmio Especial do Júri — merecidos reconhecimentos à qualidade artística e à relevância do tema.
Produção colaborativa que reflete o compromisso cultural
O documentário conta com o apoio do ProAC, por meio da Política Nacional Aldir Blanc, e foi produzido pela Ocean Films em parceria com Marola Filmes, Kiwi Filmes, GloboNews, Globo Filmes e Canal Brasil. A distribuição fica por conta da O2 Play e Lira Filmes.
Essa rede de colaboração mostra a força do audiovisual brasileiro e o interesse conjunto em dar voz a histórias que ajudam a entender a complexidade do país.
Por que esse filme importa — hoje e sempre
Em tempos em que o espaço para o diálogo é estreito, e as fake news ameaçam corroer a confiança nas instituições, entender a raiz dos conflitos é essencial.
No Céu da Pátria Nesse Instante surge como um convite a esse entendimento. Ao acompanhar os acontecimentos de perto, com humanidade e profundidade, o filme reforça a importância da democracia — não como uma abstração, mas como algo que impacta diretamente a vida das pessoas.
É uma obra que provoca reflexões, que inquieta, que emociona, e que, acima de tudo, chama à responsabilidade coletiva.
O pôster oficial: uma imagem que fala por si
A arte do pôster, que retrata a invasão ao Congresso Nacional, é emblemática e potente. Ela sintetiza a gravidade do episódio e serve como um chamado à vigilância e à preservação dos valores democráticos.
Assistir para lembrar e agir
Mais do que um filme para ser visto, No Céu da Pátria Nesse Instante é um convite para o debate, para a conscientização e para a defesa da democracia.
Ao levar o espectador a revisitar um momento crucial com sensibilidade e coragem, Sandra Kogut entrega uma obra que ficará viva na memória coletiva — um instrumento para que jamais esqueçamos o preço da liberdade e o cuidado que ela exige.
No dia 25 de outubro, os fãs de sertanejo têm um encontro marcado na Suhai Music Hall, em São Paulo. Marcos & Belutti, uma das duplas mais queridas do cenário nacional, sobem ao palco para um show que promete emocionar e celebrar uma trajetória marcada por grandes sucessos e conexões profundas com o público.
Com mais de 15 anos de estrada, a dupla construiu um legado sólido, repleto de canções que fizeram parte da vida de milhões. Hits como “Domingo de Manhã”, “Aquele 1%” e “Insubstituível” são exemplos do repertório que emociona diferentes gerações, revelando a força do trabalho e o carinho que Marcos & Belutti dedicam aos seus fãs.
Números que refletem paixão e dedicação
Mais do que os títulos e prêmios, a verdadeira medida do sucesso da dupla está na relação com o público. São mais de 2 bilhões de visualizações nos vídeos oficiais, 1 bilhão de streamings nas plataformas digitais e uma base fiel de mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais — números que atestam a proximidade e a admiração recíproca entre artistas e fãs.
Essa presença marcante mostra que Marcos & Belutti vão além das músicas: eles acompanham, celebram e emocionam a vida de muita gente, dia após dia.
O espetáculo preparado para encantar
A apresentação na Suhai Music Hall foi cuidadosamente pensada para oferecer um espetáculo à altura da carreira da dupla. O palco será o cenário ideal para reviver grandes sucessos e também apresentar novidades que reforçam a identidade única da dupla.
Com capacidade para receber o público com conforto, a casa oferece acessibilidade e estrutura completa, como ar-condicionado, para garantir que todos desfrutem da noite sem preocupações.
O show começa às 22h, mas as portas abrem duas horas antes, dando tempo para que o público se acomode e aproveite cada momento.
Informações importantes para o público
O evento é exclusivo para maiores de 16 anos, sendo que os jovens nessa faixa etária devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais para entrar. Essa medida reforça o compromisso com a segurança e o bem-estar do público.
Os ingressos já estão disponíveis para compra online no site Ticket Store, com pagamento facilitado via cartão de crédito, débito ou PIX. A pré-venda exclusiva para clientes Suhai Seguradora começa no dia 28 de julho, a partir das 12h, seguida da venda geral no mesmo dia e horário.
Diversidade de opções para todos os gostos
Os fãs poderão escolher entre diferentes setores, que variam desde áreas VIPs mais exclusivas até plateias com preços acessíveis, contemplando tanto ingressos inteiros quanto meia-entrada. Essa variedade permite que o público encontre o espaço ideal para curtir a noite conforme sua preferência e orçamento.
Se você cresceu nos fliperamas dos anos 90 ou passou horas em consoles enfrentando hordas inimigas em “Metal Slug”, sabe que aquela experiência tinha um sabor único: explosões estilizadas, personagens carismáticos, e um humor que tornava a guerra quase cartunesca. Agora, imagine pegar toda essa essência e embarcar numa jornada totalmente diferente — uma que exige mais cérebro do que reflexo.
Foi exatamente essa a aposta da Leikir Studio, em parceria com a Dotemu, ao desenvolver “Metal Slug Tactics”. Lançado oficialmente em 5 de novembro de 2024, o jogo chegou para PC, consoles da atual e antiga geração, e mais recentemente, no dia 23 de julho, para dispositivos móveis através do Crunchyroll Game Vault, com legendas em português do Brasil.
Reinvenção com respeito e ousadia
“Metal Slug Tactics” não é só um spin-off. É um recomeço. E, ao mesmo tempo, um abraço caloroso na memória dos fãs. Aquele jogo frenético, side-scrolling, cheio de granadas, tanques e soldados bufões, agora se transforma em um desafio meticuloso de estratégia por turnos. Para muitos, pode soar como um risco. Mas para quem mergulha, revela-se uma proposta surpreendentemente coesa e viciante.
Ao invés do clássico correr e atirar, o jogador agora gerencia um esquadrão tático em batalhas em grid isométrico. Marco, Tarma, Fio e Eri retornam, não como caricaturas pixeladas de ação, mas como peças-chave de um tabuleiro de guerra onde cada passo conta. É como se o caos tivesse ganhado ordem — sem perder a graça.
A lógica substitui o gatilho
A essência do jogo se sustenta em batalhas baseadas em turnos, com dois pontos de ação por personagem: um para se mover, outro para atacar ou ativar habilidades. Parece simples? Não se engane. A cada nova missão, o jogo cobra do jogador inteligência, percepção de cenário e domínio das possibilidades.
É necessário considerar cobertura, sinergia entre personagens, posicionamento no terreno e o momento certo para acionar habilidades especiais. Tudo isso em meio a emboscadas, tanques ocasionais e chefes que exigem estratégia pura.
Essa mudança não apenas ressignifica a franquia, como também a aproxima de um novo público. Quem nunca jogou Metal Slug, mas ama jogos como “XCOM” ou “Into the Breach”, vai se sentir em casa.
Um roguelike com coração
“Metal Slug Tactics” também abraça com firmeza a estrutura roguelike. Isso significa que o fracasso é parte do caminho — e não um fim. Ao ser derrotado, você volta ao posto avançado, mas leva consigo aprendizados, upgrades e novas estratégias.
Esse ciclo de tentativa e erro não frustra; pelo contrário, incentiva. A cada retorno ao campo de batalha, há uma sensação clara de progresso. E isso se intensifica com o leque de missões variadas, mapas proceduralmente gerados e possibilidade de montar combinações distintas de esquadrão. Em outras palavras: cada partida é única.
Um projeto feito com paixão
O que faz um remake ou spin-off funcionar? A resposta talvez esteja no cuidado. E “Metal Slug Tactics” exala esse cuidado em cada canto.
A Dotemu, conhecida por resgatar clássicos com respeito, como “Wonder Boy: The Dragon’s Trap” e “Streets of Rage 4”, foi fundamental na mediação com a SNK. A gigante japonesa, detentora da franquia original, liberou total acesso ao seu acervo. Embora os assets antigos não pudessem ser usados diretamente (pela mudança de perspectiva), o espírito da série foi mantido.
A arte em pixel é uma carta de amor ao passado, só que refinada. Os ambientes continuam cartunescos e exagerados, mas com um frescor visual que mostra como o antigo e o novo podem coexistir. Os personagens têm animações expressivas, os tiros têm peso, e os detalhes — como explosões, diálogos e trilha sonora — remetem à velha guarda sem parecer antiquados.
O projeto, desenvolvido em Paris desde 2019, passou por um longo processo de polimento. A equipe da Leikir Studio buscou uma fórmula que equilibrasse desafio e acessibilidade, e isso se reflete nas opções de dificuldade, design intuitivo e curva de aprendizado generosa.
Metal Slug em qualquer lugar
Uma das decisões mais acertadas foi tornar o jogo acessível também em dispositivos móveis, através do Crunchyroll Game Vault. A iniciativa da plataforma de streaming de animes surpreendeu positivamente: ao abrir espaço para jogos premium entre os benefícios dos assinantes Mega Fan, a Crunchyroll criou uma ponte entre os fãs de cultura pop e o universo gamer.
A versão mobile de “Metal Slug Tactics” mantém a fidelidade visual e funcional da experiência dos consoles. Com comandos bem adaptados, boa fluidez e legendas em português, é possível encarar uma missão entre um episódio e outro do seu anime favorito — e ainda sentir que a experiência continua sendo completa.
Para os nostálgicos… e para quem nunca ouviu falar
O grande trunfo de “Metal Slug Tactics” é que ele não exige um passado com a franquia para ser compreendido. Claro, quem conhece os personagens desde os tempos do Neo Geo vai se emocionar ao ver Fio lançar uma granada com aquele mesmo estilo animado de décadas atrás. Mas quem está chegando agora, encontrará um jogo robusto, desafiador e divertido, independente de vínculos afetivos.
Ao equilibrar homenagem e inovação, o jogo se posiciona como uma nova referência entre os títulos táticos. Em vez de simplesmente repetir fórmulas, ele mostra como é possível evoluir — e, quem sabe, reiniciar uma franquia inteira por novos caminhos.
Um desafio que vale a pena
“Metal Slug Tactics” é, acima de tudo, um jogo que respeita a inteligência do jogador. Ele não entrega vitórias fáceis, mas também não pune de forma desleal. Cada combate vencido dá uma sensação autêntica de conquista. Cada combinação bem pensada entre personagens abre novas possibilidades. E cada nova tentativa é uma chance de fazer melhor.
No fim das contas, ele não substitui o clássico Metal Slug. Nem pretende. Mas cria algo paralelo — e igualmente especial.
Disponível para: 🖥️ Microsoft Windows 🎮 Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S 📱 Crunchyroll Game Vault (mobile, para assinantes Mega Fan)
Se relacionar nunca foi tão confuso — e, ao mesmo tempo, tão necessário. É entre silêncios incômodos, risadas fora de hora e tentativas falhas de reconexão que se desenrola Amores à Parte, comédia dramática escrita, dirigida e estrelada por Michael Angelo Covino e Kyle Marvin. A estreia nos cinemas brasileiros acontece no próximo dia 21 de agosto, com distribuição da Diamond Films — e promete abalar (com charme e desconforto) a forma como enxergamos nossos vínculos mais íntimos.
Depois de uma passagem elogiadíssima pelo Festival de Cannes, onde arrancou risadas, suspiros e até algumas lágrimas silenciosas da plateia, o longa chega por aqui carregando não apenas credenciais de prestígio, mas um tema que ecoa com cada vez mais força no mundo contemporâneo: o que acontece quando o amor não é mais suficiente para manter uma relação de pé?
Do casamento ao caos em poucos minutos
A história gira em torno de Carey (Kyle Marvin), um homem na casa dos 40 anos, que tem a vida desmoronada num piscar de olhos. Sua esposa, Ashley (Adria Arjona), comunica de forma direta, quase prática, que quer o divórcio. Sem escândalos ou explicações longas. Apenas a constatação de que acabou. Carey, ainda preso ao ideal de que o amor deve durar para sempre, mergulha num mar de negação, buscando amparo emocional no casal de amigos aparentemente mais bem resolvido que conhece: Paul (Michael Covino) e Julie (Dakota Johnson).
Mas logo descobre que nem tudo ali é tão sólido quanto parece. Paul e Julie vivem um relacionamento aberto, com suas próprias regras e flexibilidades. Uma decisão que, longe de parecer libertadora, mais parece uma gambiarra emocional para adiar o inevitável: a necessidade de encarar suas insatisfações.
A delicadeza do riso amargo
O que poderia facilmente escorregar para a caricatura ou para o moralismo barato se transforma, nas mãos da dupla Covino e Marvin, num retrato sutil e honesto das contradições humanas. A comédia aqui é desconfortável. Ela surge nos momentos em que a personagem diz o que não deveria, ou quando tenta parecer controlada mas sua voz treme. É o riso que vem depois da dor — ou com ela.
Em uma das cenas mais emblemáticas, Carey tenta um encontro amoroso com uma desconhecida em um bar, mas termina chorando no banheiro antes do jantar começar. É engraçado. E devastador. E é exatamente isso que torna o filme tão especial: ele sabe que o amor, mesmo falido, ainda nos importa.
Michael Covino e Kyle Marvin: o bromance por trás da câmera
Amigos de longa data e parceiros criativos desde A Subida (The Climb, 2019), Covino e Marvin sabem construir personagens masculinos que escapam do arquétipo do “homem que sofre em silêncio”. Eles sofrem, sim — mas falam disso. Riem disso. E se olham com compaixão.
Em entrevistas recentes, os dois revelaram que a ideia de Amores à Parte surgiu de conversas pessoais sobre suas próprias inseguranças e fracassos amorosos. “A gente não queria fazer um filme sobre o ‘casamento que deu errado’, mas sim sobre a tentativa desesperada de entender o que sentimos quando tudo que idealizamos se desfaz”, contou Covino ao site IndieWire.
Essa autenticidade se reflete na tela. A química entre os atores, especialmente entre Covino e Marvin, é o motor da narrativa. Eles não precisam de diálogos rebuscados para expressar a intimidade emocional que compartilham — basta um olhar, um silêncio constrangedor ou uma piada mal colocada para dizer tudo.
Dakota Johnson, Adria Arjona e os vínculos femininos na crise
Enquanto os homens se debatem tentando entender seus sentimentos, as mulheres do filme já estão um passo à frente — ainda que também perdidas. Dakota Johnson, como Julie, é o grande contraponto emocional da trama. Sua personagem é perspicaz, contida, e ao mesmo tempo vulnerável. Uma mulher que topou abrir o relacionamento, mas que não sabe ao certo se isso a libertou ou a silenciou.
Adria Arjona, por sua vez, interpreta Ashley com uma maturidade rara. Ao pedir o divórcio, ela não explode. Apenas reconhece, com dor contida, que não pode continuar fingindo. Sua personagem é menos sobre a ruptura, e mais sobre o resgate de si mesma.
Ambas as atrizes escapam de estereótipos fáceis e entregam interpretações delicadas, carregadas de subtexto. São mulheres reais, lidando com homens que não sabem como lidar com suas próprias emoções — um espelho que, infelizmente, segue atual.
Relações modernas ou desculpas velhas?
Um dos méritos de Amores à Parte está em não tomar partido. O filme não vende a ideia de que relacionamentos abertos são a solução, nem que o casamento tradicional está falido. Ele apenas observa. E isso, hoje em dia, já é revolucionário.
Na era dos aplicativos, dos vínculos descartáveis e das conversas por mensagens, o longa mostra que, independentemente do formato do relacionamento, as questões fundamentais continuam as mesmas: como lidar com o ego, o medo de rejeição, a solidão, a culpa, o desejo por controle e a dificuldade de escutar o outro.
Não há lições de moral. Mas há muitos espelhos — e talvez essa seja a melhor forma de provocar o público.
Do riso ao reconhecimento: o impacto emocional
É impossível sair do cinema sem se identificar com pelo menos um dos personagens. Quem nunca tentou parecer forte diante de uma separação? Quem nunca se questionou se estava fazendo tudo errado? Quem nunca quis apertar o botão de reiniciar na vida amorosa?
Amores à Parte toca fundo porque não quer ser genial — quer ser humano. E isso é raro.
A trilha sonora discreta, a fotografia naturalista, a direção sensível e os diálogos que parecem retirados de conversas reais criam um ambiente íntimo, quase confessional. Em certos momentos, parece que estamos assistindo a um documentário sobre gente comum tentando seguir em frente.
De Cannes ao Brasil: uma estreia que vale o ingresso
Com estreia agendada para 21 de agosto nos cinemas brasileiros, o longa chega ao país após boa repercussão internacional. Sua participação no Festival de Cannes garantiu não só elogios da crítica especializada, mas também um burburinho espontâneo nas redes sociais, onde internautas compartilharam trechos do trailer com comentários como: “é assim que meus amigos lidam com o divórcio” ou “finalmente uma comédia romântica sem romance idealizado”.
O terror e o suspense continuam dominando as telas de cinema em 2025, e neste final de semana, A Hora do Mal reafirmou seu poder de atração ao retornar à liderança das bilheterias norte-americanas. O longa, dirigido por Zach Cregger, arrecadou impressionantes US$ 12,4 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando um total de US$ 134,6 milhões na bilheteria doméstica. Internacionalmente, o filme já soma cerca de US$ 250 milhões, um desempenho notável especialmente se considerarmos seu orçamento relativamente modesto de US$ 38 milhões. Esses números colocam o longa de terror entre os maiores sucessos de terror do ano e demonstram a força contínua do gênero no público global.
Foto: Reprodução/ Internet
Elenco de peso e atuações envolventes
Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, seu elenco diversificado e talentoso. Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Cary Christopher, Benedict Wong, Amy Madigan e Austin Abrams se revezam em personagens que transitam entre o cotidiano e o sobrenatural, criando uma atmosfera de tensão constante. Cada ator contribui de forma significativa para a narrativa, tornando os sustos mais eficazes e a trama mais envolvente. A química entre Julia Garner, que interpreta a professora Justine Gandy, e Alden Ehrenreich, no papel de Archer Graff, é particularmente destacada, oferecendo momentos de drama e suspense que prendem o espectador à tela.
Além disso, a direção de Cregger combina elementos de terror psicológico e sobrenatural, construindo um ritmo que alterna tensão e alívio de maneira precisa, mantendo o público atento do começo ao fim. O equilíbrio entre medo, mistério e desenvolvimento de personagens é uma das razões pelas quais o filme tem sido tão bem recebido pela crítica e pelo público.
Um enredo que mistura suspense e sobrenatural
“A Hora do Mal” se passa em Maybrook, Pensilvânia, cidade pequena que se vê abalada pelo desaparecimento de dezessete crianças em uma única noite. O único sobrevivente é Alex Lilly, aluno da professora Justine Gandy, que rapidamente se torna o centro das atenções da investigação. Justine, afastada do cargo após ser suspeita de negligência, enfrenta não apenas a pressão da comunidade, mas também uma crise pessoal, lidando com recaídas no alcoolismo enquanto tenta compreender os eventos misteriosos que cercam os desaparecimentos.
Conforme a narrativa se desenrola, Justine se une a Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, para tentar desvendar o mistério. Eles enfrentam situações cada vez mais perigosas: moradores sob feitiços, sonhos perturbadores e a constante ameaça de Gladys, uma figura misteriosa que se apresenta com maquiagem de palhaço e habilidades sobrenaturais, capaz de manipular adultos e controlar o destino das crianças.
Gladys: a vilã que eleva o terror
O ponto alto do filme é a revelação de Gladys, tia de Alex, que se mostra uma bruxa poderosa. Ela utiliza feitiços para manter as crianças presas em seu porão, ao mesmo tempo em que exerce controle sobre os pais e outros habitantes da cidade, drenando suas energias vitais para aumentar seu poder. Cada aparição de Gladys provoca tensão imediata, e suas interações com Justine e Archer aumentam a adrenalina da trama.
As cenas de confronto direto entre os protagonistas e os seguidores enfeitiçados da vilã são cuidadosamente coreografadas, combinando ação, suspense e horror sobrenatural de forma coerente. A direção de Zach Cregger consegue equilibrar o terror explícito com elementos psicológicos, criando momentos em que o medo é tanto visual quanto emocional. Este equilíbrio é um dos fatores que diferencia o terror americano de outros filmes do gênero lançados recentemente.
Produção técnica e efeitos visuais de destaque
Outro elemento que contribui para o sucesso do longa é a produção técnica de alto nível. A fotografia sombria e cuidadosamente planejada intensifica o clima de suspense, enquanto a trilha sonora provoca arrepios nos momentos certos. Os efeitos especiais, apesar de sutis em algumas cenas, são fundamentais para a construção do terror sobrenatural, permitindo que o público sinta a presença ameaçadora de Gladys e a tensão crescente em Maybrook.
A direção de arte também merece destaque: os cenários reforçam o clima de mistério e perigo, desde a escola silenciosa e vazia até a casa de Alex, transformada em um espaço opressor pelo poder de Gladys. A atenção aos detalhes, como objetos aparentemente inofensivos que escondem pistas ou ameaças, contribui para a experiência imersiva e mantém os espectadores envolvidos na trama.
Repercussão internacional e impacto cultural
Desde sua estreia em 7 de agosto no Brasil, com distribuição da Warner Bros. Pictures, o longa-metragem tem conquistado público e crítica. O longa também estreou em Portugal, distribuído pela Cinemundo, ampliando ainda mais seu alcance internacional. Críticos destacam não apenas os sustos inteligentes e a narrativa envolvente, mas também a profundidade emocional dos personagens, que adiciona camadas de drama ao terror.
Por que “A Hora do Mal” é imperdível
O longa-metragem considerado uma experiência cinematográfica completa, equilibrando suspense psicológico, mistério e elementos sobrenaturais. Sustos são entregues de maneira inteligente, evitando clichês do gênero e mantendo o público em constante expectativa. As atuações consistentes do elenco, combinadas com a direção segura de Cregger, resultam em um longa que é ao mesmo tempo aterrorizante e emocionalmente envolvente.
O roteiro bem estruturado permite que cada cena contribua para o desenvolvimento da história, seja revelando informações cruciais sobre o desaparecimento das crianças ou aumentando a tensão em confrontos diretos com Gladys. Esse cuidado narrativo transforma “A Hora do Mal” em uma obra que se destaca em um ano repleto de lançamentos de terror, consolidando-se como referência em qualidade e inovação.
Capítulo da novela Paulo, O Apóstolo– Quarta-feira, 10 de setembro
O imperador Nero finalmente revela seus verdadeiros objetivos a Paulo, surpreendendo todos que observam a trajetória do apóstolo com tensão e apreensão. Com sua autoridade absoluta, Nero apresenta um pedido inesperado, colocando Paulo diante de um dilema moral e espiritual: obedecer ao imperador ou manter sua fé e princípios inabaláveis. Em Jerusalém, antigas ameaças do sinédrio se tornam realidade, e a cidade se enche de rumores e conspirações que testam a coragem dos seguidores de Cristo. O capítulo mostra o contraste entre o poder terreno e a força interior do apóstolo, enfatizando o embate constante entre justiça, fé e autoridade. Cada diálogo, olhar e decisão revela a complexidade de um mundo em que a lealdade a Deus e a sobrevivência humana se chocam.
Capítulo – Quinta-feira, 11 de setembro
Durante uma conversa carregada de tensão com Nero, Paulo recebe um presente inesperado entregue por Popeia, gesto que mistura intriga, simbolismo e astúcia política. Enquanto isso, os sicários revelam toda a sua crueldade: Albino e Ananias são pressionados com ameaças e jogos de poder, obrigando-os a tomar decisões que podem determinar suas vidas. A situação evidencia a constante batalha entre princípios, moral e sobrevivência, e mostra como cada personagem precisa navegar em um ambiente de intrigas e manipulações para proteger a si mesmo e aos outros. O capítulo intensifica o suspense, revelando que fé, estratégia e coragem se entrelaçam de forma inevitável na luta contra a opressão do império.
Capítulo da novela Paulo, O Apóstolo– Sexta-feira, 12 de setembro
Embora o resumo oficial não tenha sido divulgado, o clima sugere que os acontecimentos culminam em momentos decisivos para Paulo e seus seguidores. As tensões entre os fiéis e as autoridades romanas provavelmente atingem um ápice, testando limites de coragem, lealdade e fé. O capítulo promete revelações dramáticas, confrontos morais e desfechos inesperados que marcarão profundamente a trajetória do apóstolo, reforçando os temas de justiça divina, resistência diante da opressão e a força do espírito humano mesmo nos momentos mais sombrios.
No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta terça-feira, 16 de setembro, na casa de Zeca, todos vibram com a conquista do rapaz, que acaba de lançar seu primeiro disco. Enquanto a alegria toma conta do ambiente, Téo se mostra cada vez mais perturbado pela influência sombria de Alexandre. Dominado pelo espírito vingativo, ele destrói a própria casa em um surto de desespero. Em seguida, abandona tudo e pega carona em um caminhão.
A estrada se torna palco de mais um momento sobrenatural: o motorista, ao olhar para o lado, não enxerga Téo, mas sim Alexandre em seu lugar. Apavorado, exige que o jovem desça imediatamente de seu veículo. Sozinho e sem rumo, Téo se torna alvo de preocupação.
Na pensão, Cininha reúne os amigos e organiza uma manifestação calorosa em defesa de Alberto. Ao mesmo tempo, Raul, Mauro e Lisa cruzam com Téo na estrada. O encontro, porém, é marcado pelo choque: ele não reconhece nenhum dos três. Alarmados com seu estado, todos concordam em levá-lo a um hospital, onde Téo acaba internado em uma ala psiquiátrica. Pouco depois, chega a notícia: Alberto é finalmente solto.
Na tentativa de aliviar sua consciência, Cininha e Tibério chegam a propor ao delegado que fiquem presos no lugar de Alberto, mas a sugestão é rejeitada. Enquanto isso, o psiquiatra explica a Lisa e Josefa que o tratamento de Téo exige internação prolongada. Do outro lado da cidade, Andrezza confessa a Maroca que há uma chance real de engravidar, despertando expectativa. Já Maria abre o coração para Dinah e revela que foi enganada por Ismael, confessando que toda a armação contra Alberto partiu dele.
As notícias sobre Téo se espalham rapidamente. Mauro confidencia a Carmem que o amigo está internado, e Lisa, em sua tentativa desesperada de resgatar a ligação com ele, pede autorização ao médico para vestir-se como o Mascarado, figura com quem Téo ainda mantém uma conexão afetiva. O psiquiatra, sensível à situação, permite.
Em outra frente, Ismael segue sua trama venenosa. Ele conta para Bia que Alberto fora preso por envolvimento com tráfico de drogas, alimentando sua visão distorcida da realidade. Contudo, a liberdade de Alberto não tarda, e ele retorna disposto a recuperar sua vida. Ainda assim, Bia vai até a casa da mãe para defender Ismael e atacar Alberto, provando até onde a manipulação do pai a mantém cega.
O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?
Diná reúne coragem e revela a Bia que foi Ismael quem armou toda a farsa contra Alberto. A jovem não aceita a revelação, e Estela, exausta das mentiras, acaba expulsando a filha de casa. Para não deixar Téo desamparado, Diná conversa com o psiquiatra responsável por seu tratamento e paga as despesas do hospital. Enquanto isso, Otávio e Júlia desfrutam de momentos de paz no Bosque das Águas, sem imaginar o peso das decisões que se desenrolam no plano terreno.
No dia seguinte, Bia vê no jornal que Alberto é inocente e que seu pai foi o verdadeiro culpado. Ismael, astuto, inventa novas histórias para manipular a filha, que se deixa enganar mais uma vez. Regina reforça a mentira dizendo que Ismael sofre do coração. Em paralelo, Diná continua recebendo flores enviadas por Otávio, que do além insiste em manter viva a conexão entre eles.
Enquanto Raul pede ajuda a Diná para convencer Guiomar a passar uma temporada na fazenda, Cininha escuta Tibério aconselhando o Mascarado a revelar-se para Carmem. Diná, solidária, insiste com Guiomar para que aceite viajar, e se oferece para acompanhá-la. Angustiada, Guiomar pergunta se Diná ficaria com ela por alguns dias, e a proposta é aceita. Raul e Andrezza comemoram ao saber que Guiomar cedeu.
Na estrada, porém, uma pane no carro muda tudo. Sob influência de Alexandre, Guiomar ordena que Diná volte para o Rio. Um motorista aparece e oferece carona às duas. Enquanto isso, Téo desperta no hospital e, ao ver Lisa fantasiada de Mascarado, acredita estar diante do verdadeiro. Ele começa a insultá-la, sem saber que é ela por trás da máscara. A enfermeira aplica um sedativo, e Lisa permanece ao seu lado.
Enquanto Raul e Andrezza celebram numa boate, Diná se sente mal, deixando Estela preocupada. O casal retorna para casa e encontra Guiomar, frustrados com a decisão da matriarca de não permanecer na fazenda. Ao mesmo tempo, Tato anuncia a Glória e Dudu que passará a assinar apenas o sobrenome da mãe, em mais uma tentativa de romper com o passado.
Na noite seguinte, Diná sonha com Otávio, que promete um reencontro breve. Ao despertar, decepciona-se por perceber que foi apenas um sonho. Guiomar, por sua vez, se irrita ao saber que Andrezza saiu sem lhe avisar. No plano espiritual, Alexandre implora ao mentor André para sair do Vale dos Suicidas, mas sua recusa em perdoar os inimigos o mantém aprisionado.
Cansado das brigas, Raul decide deixar a casa de Guiomar. Téo descobre que Lisa tem se disfarçado de Mascarado e se revolta. Ao mesmo tempo, Cininha segue sendo mimada por Tibério, enquanto Guiomar tenta convencer Andrezza a viajar com ela. Raul pede a Diná que acompanhe a esposa e a sogra, e a irmã aceita.
Enquanto isso, os conflitos domésticos se intensificam. Tato joga Dudu na piscina, mas Alberto chega a tempo de impedir uma tragédia. Samuel afirma a Otávio que Júlia é sua alma gêmea. Já Ismael, cada vez mais acuado, promete levar Bia para a Europa.
Otávio, Júlia e Samuel vão ao Bosque das Águas orar. No hospital, Lisa conta a Téo tudo o que lhe aconteceu, e o psiquiatra garante que ele irá se recuperar. Nesse clima de recomeços, Hélio pede Naná em casamento, e Agenor também pede a mão de Cininha, que aconselha o rapaz a convidar Fátima para o cinema.
Diná organiza um jantar para aproximar Lisa de Paty e, com isso, consegue devolver a Téo o projeto do mini shopping. Cininha, sem segredos, revela a Carmem a identidade do Mascarado. Raul avisa a Andrezza que, quando voltarem de viagem, ela terá de escolher entre ele e Guiomar.
Ismael, pressionado pela polícia, prepara a fuga para a Europa e ameaça Estela, garantindo que levará Bia mesmo sem autorização. O Mascarado decide revelar seu rosto. Otávio pede permissão para retornar à Terra e tem seu desejo atendido: testemunha uma briga entre Tato e Dudu, entristecendo-se com o que vê, mas ansioso por rever Diná.
Zeca e Sofia se beijam apaixonados. Ele a questiona sobre os sentimentos pelo pai de seu bebê, e Sofia prefere romper, mesmo após Zeca confessar seu amor. Enquanto isso, Lisa janta na casa de Diná, e Estela implora ajuda da irmã para lidar com Ismael.
Em outra parte da trama, Carmem confronta o Mascarado e descobre que ele é Adonay. Ao ver o jornal que expõe sua história, ela duvida do amor dele. Quando ele remove a máscara, foge horrorizada. O psiquiatra informa que Téo piorou. Assustada, Carmem desabafa com Lisa e diz que preferia que ele tivesse morrido.
Lisa impede o Mascarado de ir embora da vila e pede para ver seu rosto. Enquanto espíritos de luz tentam resgatar Alexandre, ele permanece resistente. Raul e Andrezza passam a noite juntos, mas no hospital Téo volta a regredir e o médico proíbe visitas. Josefa reencontra Hélio e revela que ele é o verdadeiro pai de Téo.
Diná decide enfrentar Ismael. Vai à casa dele com Mauro e um segurança e ameaça expor um dossiê com suas falcatruas caso não desista de levar Bia. Furioso, ele promete vingança, mas Bia escuta toda a conversa. Desorientada, a jovem lê o dossiê, foge de casa e procura Tato, que a despreza. Sozinha, acaba alvo de Alexandre, que tenta se comunicar com ela.
Diná prepara-se para viajar e se despede da mãe e da filha. Raul se emociona ao acompanhá-la até o aeroporto. Pouco depois, Andrezza liga em desespero: houve uma pane e Diná passou mal, sendo levada ao hospital. Estela, tomada de pressentimento, sente que algo ruim está acontecendo com a irmã.
No hospital, Raul confessa a Andrezza sentir-se culpado pelo estado de Diná. Maroca aparece para visitá-la. Bia, por sua vez, chega a uma praia deserta, onde é abordada por um estranho. Igor surge a tempo de salvá-la e a leva para casa. Já Diná, enfraquecida, afirma que voltará para casa assim que fizer os exames, enquanto Raul se desentende outra vez com Guiomar.