Resumo da novela As Filhas da Senhora Garcia de hoje (2) – Luis Portilla exige que a família acolha Mar e Ofélia de volta

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No capítulo de As Filhas da Senhora García que vai ao ar hoje, terça-feira, 2 de setembro, Luis Portilla manifesta aos filhos sua profunda decepção, deixando claro o quanto espera mais responsabilidade e maturidade deles. O retorno de Luis à casa provoca mudanças imediatas: os irmãos Portilla precisam acolher Mar e Ofelia de volta, reorganizando a rotina familiar e enfrentando sentimentos conflituosos que surgem com essa reconciliação. Rocío procura Valeria em busca de ajuda para se aproximar de Arturo e Nicolás, mostrando sua determinação em criar novas conexões e aprofundar relacionamentos, mesmo diante das tensões familiares.

O que vai acontecer nos próximos capítulos de As Filhas da Senhora Garcia?

Valéria enfrenta dificuldades para se concentrar no trabalho devido à presença de Arturo e, incomodada, pede que ele se mantenha distante. Enquanto isso, Ofélia alerta Camila para vigiar Juan, pois ele ainda está à procura de sua filha, demonstrando preocupação com os acontecimentos ao redor. Mar, por sua vez, decide contar a Valéria a verdade sobre seu filho, revelando segredos que alteram as relações entre os personagens.

Susana procura Ofélia com uma pergunta direta: se o filho de Mar é de Juan, buscando esclarecer dúvidas que impactam o núcleo familiar. Rocío tenta se aproximar de Arturo no escritório de Portilla, mas acaba encontrando Nicolás, que reage de forma brusca, pedindo que ela se afaste e nunca mais retorne.

A tensão aumenta com a morte de Graciela, deixando a família Portilla devastada. Rocío comparece ao funeral, mas é confrontada por Ofélia, que a acusa de atitudes impróprias. Susana sugere que Camila tenha um filho para proteger Juan, evidenciando estratégias e preocupações com a segurança familiar.

No meio desse turbilhão, Arturo consegue se aproximar de Valéria, reacendendo o relacionamento entre os dois, enquanto Nicolás sofre em silêncio, lidando com suas próprias emoções. Valéria, por sua vez, visita o apartamento onde irá morar, consolidando mudanças em sua vida. Rocío tenta se aproximar de Valéria para ter contato com Nicolás e Arturo, mas respeita a delicadeza da situação e evita se intrometer.

Luis exige que Ofélia trate Mar com respeito e sem qualquer tipo de maltrato, reforçando sua autoridade e impondo limites na convivência familiar. Valéria encontra Nicolás no prédio e anuncia que agora serão vizinhos, um detalhe que aproxima os personagens e cria novas possibilidades de interação. Paula, preocupada com Mar, dá conselhos sobre como ser uma boa esposa para Luis e a acompanha em compras de roupas, tentando ajudá-la a se adaptar ao novo contexto.

Rocío descobre que a pessoa que pensava ser Glória é, na verdade, Ofélia, revelando mais um segredo que muda a dinâmica entre os personagens. Enquanto isso, os filhos de Luis reclamam dos excessos de Mar, mas ele impõe restrições, mostrando que o equilíbrio familiar ainda depende de limites claros. Por fim, a grande soma de dinheiro de Ofélia levanta dúvidas sobre a humildade e as reais intenções de Mar, acrescentando ainda mais tensão e mistério à trama.



Crítica – Um Filme Minecraft diverte e impressiona visualmente

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Foto: Reprodução/ Internet

A adaptação cinematográfica inspirada no universo de Minecraft transporta o público para uma jornada repleta de aventuras e desafios. Com uma premissa simples, o longa acompanha um grupo de personagens desastrados que, ao atravessarem um portal misterioso, são lançados em uma dimensão desconhecida. Para retornarem para casa, precisam se adaptar ao novo ambiente e dominar o território, embarcando em missões que remetem diretamente à dinâmica do famoso jogo.

Fidelidade visual e imersão no universo do jogo

Um dos grandes trunfos da produção está em sua estética visual, que recria fielmente os elementos característicos de Minecraft. Os cenários pixelados, as texturas blocadas e a paleta de cores vibrante são trabalhados com um nível de detalhamento que certamente cativará os fãs. Além disso, a direção de arte consegue equilibrar a nostalgia do game com um toque cinematográfico moderno, criando uma ambientação imersiva que respeita a essência do material original.

Um roteiro objetivo, mas com oscilações no ritmo

A narrativa se inicia de maneira direta e eficaz, estabelecendo o enredo central já nos primeiros cinco minutos de projeção. Essa abordagem ágil facilita o engajamento do público e rapidamente insere os personagens na trama. No entanto, o ritmo do filme sofre variações: enquanto a primeira metade se mantém dinâmica e envolvente, a progressão para o ato final apresenta uma queda no ritmo, tornando-se um pouco mais arrastada. Felizmente, o desfecho retoma a intensidade, proporcionando uma conclusão empolgante e satisfatória.

Efeitos visuais e humor acessível para toda a família

Os efeitos visuais são um dos destaques da produção, impressionando pela qualidade e pelos detalhes inseridos na recriação dos elementos do jogo. A animação dos personagens e a integração entre os cenários digitais e a ação são feitas com capricho, tornando a experiência visualmente agradável.

O humor, por sua vez, é outro fator que contribui para a diversão do público. Com piadas leves e situações cômicas que dialogam tanto com crianças quanto com os admiradores do jogo, o filme mantém um tom descontraído e acessível para toda a família.

A adaptação de Minecraft para as telonas acerta ao investir na fidelidade visual e no tom aventuresco, entregando um filme divertido e visualmente impressionante. Apesar de alguns momentos de desaceleração na trama, a experiência como um todo se mantém envolvente, garantindo boas risadas e um desfecho satisfatório. Um prato cheio para fãs do jogo e uma opção de entretenimento agradável para toda a família.

Estrelado por Christina Ricci, Família à Prova de Balas chega aos cinemas na próxima quinta, 31 de julho

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No próximo dia 31 de julho, o público brasileiro terá a oportunidade de conferir nas telonas uma mistura inédita de ação e comédia com o lançamento de Família à Prova de Balas. Distribuído pela Diamond Films, o longa traz uma trama envolvente, que combina o ritmo acelerado de uma noite cheia de perigos com momentos de leveza e humor familiar.

O filme destaca a versatilidade da atriz Christina Ricci, que conquistou fãs ao dar vida à icônica Wednesday Addams, na clássica Família Addams de Tim Burton. Agora, Ricci se reinventa na pele de Alice, uma esposa determinada e mãe corajosa, que, junto com seu marido Ray Haynes, interpretado por Kevin James, enfrenta uma série de desafios que vão muito além do cotidiano.

Um pai, uma missão e uma vida dupla

Raymond “Ray” Hayes é um homem dividido. Ex-policial, ele tenta construir uma vida pacífica ao lado da família, sonhando com a abertura de um restaurante ao lado da esposa Alice. No entanto, sua rotina escondida como agente ligado à máfia ameaça esse sonho. A promessa de deixar o mundo do crime para trás se torna um desafio quando uma última missão — comandada pelo enigmático Ignatius, vivido por Luis Guzmán — foge do controle, colocando em risco tudo o que Ray mais preza.

A história ganha um ritmo eletrizante quando as duas vidas de Ray — pai dedicado e criminoso — colidem, e sua família se vê no meio de uma perigosa situação. Sem saber dos segredos do marido, Alice precisa encontrar forças para proteger os seus, enquanto Ray luta para manter o equilíbrio entre essas realidades conflitantes.

Christina Ricci: talento e humanidade em novo papel

Reconhecida mundialmente por sua atuação marcante como Wednesday Addams, Christina Ricci desafia-se mais uma vez em um papel que exige equilíbrio entre humor e emoção. Em Família à Prova de Balas, Ricci imprime à personagem Alice uma mistura de vulnerabilidade e força, traduzindo na tela a figura de uma mulher comum que se torna extraordinária quando o amor pela família está em jogo.

A trajetória da atriz inclui filmes como Buffalo 66, Speed Racer e a recente série Wandinha, onde sua capacidade de interpretar personagens complexas ficou ainda mais evidente. Agora, ela mostra que sabe levar a comédia com o mesmo talento e profundidade, trazendo leveza para uma narrativa carregada de ação.

Kevin James e o equilíbrio entre comédia e drama

Do outro lado, Kevin James empresta seu carisma e timing cômico para a figura de Ray Hayes. Conhecido por papéis que transitam entre a comédia e o drama, James consegue humanizar seu personagem, fazendo com que o espectador se identifique com o dilema de um homem que quer proteger sua família a qualquer custo, mesmo quando as circunstâncias parecem conspirar contra ele.

A química entre Ricci e James cria um ritmo dinâmico, repleto de momentos que alternam entre o suspense e o riso, mostrando que uma boa história de ação pode também ser um retrato sensível das relações familiares.

Produção e distribuição

Família à Prova de Balas chega às salas de cinema com o respaldo da Diamond Films, uma das maiores distribuidoras independentes da América Latina. O lançamento promete movimentar o mercado nacional e oferecer uma opção de entretenimento que agrada a diferentes públicos — daqueles que buscam adrenalina nas cenas de ação até os que preferem a leveza de uma comédia bem construída.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito ultrapassa US$600 milhões e se torna fenômeno global

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O anime Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito atingiu um marco histórico na indústria cinematográfica, estabelecendo novos padrões de sucesso para produções japonesas. Com uma arrecadação mundial de US$605 milhões, sendo mais de US$269 milhões apenas no Japão, o longa não apenas se torna o anime de maior bilheteria de todos os tempos, como também assume o posto de filme japonês mais lucrativo da história a nível global, de acordo com levantamento da Deadline. O feito reforça o impacto cultural da franquia Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba, que desde sua estreia em 2016 conquistou fãs ao redor do mundo graças à combinação de ação intensa, fantasia sombria e narrativa emocionalmente envolvente.

Desde sua estreia, Castelo Infinito impressionou o público japonês. Em apenas 52 dias, o filme se tornou o mais rápido da história a alcançar 30 bilhões de ienes em bilheteria, ultrapassando recordes anteriores e demonstrando a força da base de fãs da franquia. O entusiasmo é visível em filas nas salas de cinema, eventos temáticos e na presença ativa dos fãs nas redes sociais, evidenciando que Demon Slayer é mais do que um sucesso financeiro: é um fenômeno cultural capaz de mobilizar multidões e emocionar diferentes gerações.

O impacto da produção também é perceptível fora do Japão. Nos Estados Unidos, o filme ocupa atualmente a terceira posição na bilheteria americana em sua terceira semana de exibição, arrecadando US$7,1 milhões apenas no último fim de semana. A projeção indica que até o final de setembro, o longa deve atingir US$120 milhões no mercado norte-americano, solidificando-se como um dos filmes de animação japonesa mais bem-sucedidos internacionalmente. Estes números reforçam a tendência de que obras animadas japonesas possam competir com grandes franquias hollywoodianas, atraindo públicos diversos e consolidando o anime como um fenômeno global.

Além disso, com o desempenho atual, Castelo Infinito caminha para integrar o Top 5 das bilheteiras mundiais de 2025, ultrapassando títulos como Missão: Impossível – O Acerto Final (US$598 milhões) e Quarteto Fantástico: Primeiros Passos (US$520 milhões), mostrando que a narrativa criada por Koyoharu Gotouge possui apelo universal.

O filme adapta o arco “Castelo Infinito” do mangá Kimetsu no Yaiba, escrito por Koyoharu Gotouge entre 2016 e 2020. A produção é uma continuação direta da quarta temporada do anime e marca a quarta adaptação cinematográfica da franquia, sucedendo outros sucessos como Mugen Ressha-hen (2020) – Trem Infinito, To the Swordsmith Village (2023) – Vilarejo dos Ferreiros e Hashira Training (2024) – Treinamento dos Hashira.

Diferente das últimas duas produções, que eram compilações de episódios da série, Castelo Infinito foi concebido como um longa-metragem integral. Essa decisão permitiu ao estúdio Ufotable explorar de forma mais detalhada as batalhas e o desenvolvimento emocional dos personagens, mantendo a fidelidade ao material original e garantindo uma experiência cinematográfica completa.

Anunciado oficialmente em junho de 2024, logo após a exibição do último episódio da quarta temporada, o filme estreou no Japão em 18 de julho de 2025, distribuído por Aniplex e Toho. Além de consolidar a franquia no mercado doméstico, a produção deu início à primeira parte de uma trilogia, aumentando ainda mais a expectativa dos fãs em relação aos próximos lançamentos.

A trama de Castelo Infinito acompanha Tanjiro Kamado, um jovem que se juntou à Demon Slayer Corps após sua irmã, Nezuko, ser transformada em demônio. O filme acompanha os esforços de Tanjiro e dos Hashira, os caçadores mais poderosos, para proteger a sede da corporação enquanto enfrentam Muzan Kibutsuji, o antagonista central. Este confronto leva os personagens ao misterioso Infinity Castle, cenário de batalhas espetaculares, sacrifícios e revelações que desafiam tanto corpo quanto espírito.

O equilíbrio entre ação de tirar o fôlego e momentos de introspecção é um dos pontos fortes do longa. Ao explorar medos, esperanças e dilemas internos dos personagens, o filme consegue humanizar a narrativa e aprofundar a relação entre humanos e demônios, criando uma experiência emocional intensa para o público.

O impacto cultural do filme é perceptível não apenas nos números, mas também na recepção da audiência. No site japonês Filmarks, Castelo Infinito liderou o ranking de satisfação no primeiro dia de exibição, com uma nota média de 4,36 de 5 baseada em mais de 8 mil avaliações. Esse entusiasmo reflete a dedicação e a paixão da comunidade global de fãs.

Por outro lado, a crítica especializada apresentou opiniões mais cautelosas. Richard Eisenbeis, da Anime News Network, destacou a excelência da animação e o desenvolvimento dos personagens, mas criticou o ritmo e o uso excessivo de flashbacks, que, segundo ele, prejudicaram a fluidez da narrativa. Matt Schley, do The Japan Times, elogiou a fidelidade à obra original e a qualidade técnica, mas apontou que a sensação de desfecho incompleto poderia incomodar espectadores que esperavam um encerramento definitivo. Zelda Lee, da HardwareZone, descreveu o longa como “emocionante e frustrante ao mesmo tempo”, ressaltando que a narrativa aberta e os flashbacks podem confundir espectadores menos familiarizados com a franquia.

Apesar das críticas pontuais, há consenso de que o filme entrega uma experiência cinematográfica impactante, fortalecendo a posição de Demon Slayer como uma das franquias de anime mais influentes e culturalmente relevantes do mundo.

Excelência técnica e direção impecável

O estúdio Ufotable se destaca novamente pela qualidade visual impecável. Cada cena de combate é cuidadosamente coreografada, com efeitos de luz, sombra e movimento que criam uma imersão rara no cinema de animação. A direção de Haruo Sotozaki foi essencial para transformar o arco do mangá em uma experiência cinematográfica intensa, mantendo a essência emocional da obra e explorando os conflitos internos dos personagens com sensibilidade e profundidade.

A trilha sonora também contribui significativamente para a experiência do público, alternando entre momentos de suspense e cenas de pura ação, reforçando a conexão emocional com os personagens e aumentando a dramaticidade das batalhas.

Impacto global e legado cultural

O sucesso de Castelo Infinito vai muito além da bilheteria. O filme demonstra a capacidade do anime japonês de conquistar audiências internacionais e prova que histórias ambientadas em mundos fantásticos, quando bem contadas, podem atrair multidões em qualquer lugar do mundo. Além de impulsionar o consumo de mangás, produtos licenciados, figuras de ação e trilhas sonoras, a produção fortalece a presença da cultura pop japonesa no mercado global.

F1: O Filme chega ao streaming – Saiba quando assistir e detalhes do drama da Fórmula 1

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O universo da Fórmula 1 ganha um novo capítulo emocionante nas telonas e, em breve, nas telas de casa. F1: O Filme, drama de ação estrelado por Brad Pitt, finalmente tem data para chegar ao streaming. Os fãs da velocidade e das histórias de superação podem se preparar: o longa estará disponível no Apple TV+ a partir de 12 de dezembro de 2025. Até lá, quem não quiser esperar ainda pode acessar o filme por meio de locação digital ou compra, uma opção que já está disponível para os públicos brasileiro e internacional.

Segundo informações divulgadas pela Variety, o aluguel digital do filme está disponível no YouTube por R$ 34,90, enquanto a compra digital pode ser feita diretamente no Apple TV+ ou na loja virtual da Amazon, por R$ 59,90. Essa opção permite que os espectadores tenham acesso a uma produção que já conquistou público e crítica, consolidando-se como um dos maiores sucessos cinematográficos do ano.

Uma produção de tirar o fôlego

Dirigido por Joseph Kosinski, a mente por trás de sucessos como Top Gun: Maverick, o filme traz uma equipe criativa já reconhecida pela sua habilidade em traduzir velocidade e emoção para a tela. O roteiro, assinado por Ehren Kruger, combina ação de alto risco com drama humano, explorando não apenas as pistas de corrida, mas também os dilemas pessoais e profissionais de seus personagens. A produção é assinada pelo renomado Jerry Bruckheimer, o que garante ao longa uma mistura de adrenalina e narrativa envolvente, característica dos grandes filmes de corrida.

O elenco principal é liderado por Brad Pitt, que interpreta Sonny Hayes, um piloto lendário da Fórmula 1 que retorna às pistas após décadas afastado. Além de Pitt, o filme conta com atuações marcantes de Damson Idris, Kerry Condon, Tobias Menzies e Javier Bardem, compondo um elenco de apoio sólido que dá profundidade emocional à trama. O próprio Lewis Hamilton, astro da F1, participou da produção, trazendo autenticidade às cenas de corrida e garantindo a fidelidade técnica do universo retratado.

A produção teve início em dezembro de 2021 e envolveu meses de planejamento intenso. As filmagens começaram em Silverstone, um dos circuitos mais icônicos da Fórmula 1, em julho de 2023. Um diferencial do filme é que muitas cenas foram gravadas durante fins de semana de Grandes Prêmios reais, nos anos de 2023 e 2024, com a colaboração direta da FIA, órgão regulador da categoria. Essa decisão trouxe uma autenticidade rara às sequências de corrida, permitindo que espectadores sintam a tensão e a velocidade quase como se estivessem na pista.

Trilha sonora que acelera o coração

Outro ponto alto de F1: O Filme é a trilha sonora. Composta por Hans Zimmer, a música acompanha a intensidade das corridas e os dilemas emocionais dos personagens. Zimmer, conhecido por criar atmosferas imersivas, entrega uma experiência sonora que faz o público sentir cada curva e cada ultrapassagem como se estivesse dentro do carro. Além da trilha instrumental, o filme conta com contribuições de diversos artistas, que adicionam emoção e modernidade à narrativa, tornando as cenas ainda mais impactantes.

Enredo: velocidade, rivalidade e redenção

No centro da história está Sonny Hayes, piloto que brilhou nas pistas nos anos 90, mas que teve sua carreira interrompida após um grave acidente em 1993. Trinta anos depois, ele vive à margem da glória, lidando com fracassos pessoais, relacionamentos complicados e um vício em jogos de azar. O retorno às pistas surge como uma oportunidade de redenção: seu antigo colega de equipe, Ruben Cervantes, agora dono da escuderia APXGP, precisa desesperadamente de um piloto experiente para salvar sua equipe da falência.

Sonny aceita o desafio e retorna para competir nas últimas nove corridas do campeonato mundial. Sua chegada desperta rivalidades internas, especialmente com o jovem promissor Joshua Pearce, que também corre pela APXGP. As primeiras corridas são marcadas por acidentes e estratégias arriscadas, mostrando que a Fórmula 1 não é apenas uma disputa de velocidade, mas também de inteligência e paciência.

O drama humano é tão importante quanto a ação na pista. Sonny precisa aprender a lidar com suas próprias limitações e com os desafios de ser mentor de Joshua. A dinâmica entre os dois evolui de rivalidade intensa para um respeito mútuo, com momentos de tensão e emoção que reforçam o caráter humano da narrativa. A relação de Sonny com Kate McKenna, diretora técnica da equipe, também se desenvolve ao longo do filme, acrescentando uma dimensão romântica e de parceria profissional à história.

Estratégias de corrida e adrenalina pura

Uma das marcas de F1: O Filme é a atenção aos detalhes técnicos. As estratégias de corrida são retratadas com precisão: desde o uso do Safety Car para manipular posições até ajustes técnicos que melhoram o desempenho do carro em curvas desafiadoras. Em várias cenas, Sonny toma decisões arriscadas para proteger Joshua ou otimizar a performance da equipe, revelando não apenas seu talento, mas também sua experiência e visão estratégica adquiridas ao longo dos anos.

As sequências de corrida são filmadas com tecnologia de ponta, incluindo câmeras onboard e drones, criando uma sensação de imersão. A colaboração de pilotos reais e engenheiros garante que cada cena seja verossímil, mantendo o equilíbrio entre ação cinematográfica e fidelidade ao esporte.

Estreia e recepção do público

O filme estreou mundialmente no Radio City Music Hall, em Nova Iorque, no dia 16 de junho de 2025, e chegou aos cinemas do Brasil e de Portugal em 26 de junho, coincidindo com o início do Grande Prêmio da Áustria. A estreia foi cercada de expectativa, especialmente por reunir talentos que já haviam conquistado o público em filmes anteriores, como Top Gun: Maverick.

O público respondeu de forma extremamente positiva. F1: O Filme arrecadou mais de US$ 627,9 milhões mundialmente, tornando-se o sexto filme de maior bilheteria de 2025 e o maior sucesso da carreira de Brad Pitt até hoje. A crítica elogiou a combinação de ação intensa com desenvolvimento de personagens, destacando o equilíbrio entre adrenalina e emoção humana.

Crítica – “Como Treinar o Seu Dragão” é a aventura que conquista mais pelo coração do que pela batalha

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Num vilarejo viking cercado por montanhas, neve e ataques constantes de dragões, Como Treinar o Seu Dragão poderia muito bem ser só mais uma aventura animada cheia de ação. Mas não é. É uma história que surpreende pela delicadeza, pela coragem de ser sensível — e por lembrar que nem toda bravura precisa de uma espada.

O protagonista é Soluço, um garoto que parece ter nascido no lugar errado, na época errada. Frágil aos olhos da comunidade, ele não tem o porte de guerreiro que seu pai, o imponente chefe Stoico, gostaria. Enquanto os outros jovens treinam para matar dragões, ele prefere inventar engenhocas e observar o mundo ao redor com olhos mais curiosos do que combativos.

E é justamente esse olhar que transforma tudo.

Numa noite qualquer, Soluço faz o impensável: derruba um lendário Fúria da Noite. Mas ao encontrar a criatura caída na floresta, em vez de cumprir o papel de herói que tanto esperavam dele, ele escolhe algo raro — e revolucionário: a empatia. E é assim que nasce a amizade com Banguela, o dragão mais carismático que o cinema já nos apresentou.

A conexão entre os dois é construída com uma beleza silenciosa, quase mágica. Sem palavras, sem promessas — só respeito, escuta e curiosidade mútua. A partir dessa relação improvável, o filme propõe algo muito maior do que uma simples história de amizade: uma reflexão sobre o que nos ensinaram a temer, sobre o que significa coragem e, principalmente, sobre quem somos quando deixamos de seguir expectativas para ouvir a própria verdade.

Claro, tudo isso vem embalado por um espetáculo visual deslumbrante. As cenas de voo são de tirar o fôlego, com trilha sonora de John Powell que emociona até o mais cético. Mas o que realmente faz Como Treinar o Seu Dragão alçar voo é sua alma. É o jeito como trata crianças e adultos com o mesmo respeito, oferecendo uma narrativa rica, divertida e profundamente humana.

Astrid, Bocão, Stoico — todos os personagens passam por transformações reais, e o filme nos mostra que crescer não é apenas mudar por fora, mas aprender a ver de um jeito novo. E, às vezes, o mais difícil não é enfrentar um dragão, mas olhar para dentro e admitir que nossos medos nem sempre estão do lado de fora.

No fim das contas, essa não é só uma animação. É um lembrete. De que ser diferente não é fraqueza. De que sentir é um ato de coragem. E de que, às vezes, tudo o que precisamos é soltar as rédeas, subir nas costas de quem confiamos… e voar.

Netflix anuncia “Guerreiras do K-Pop” como sua animação original mais assistida

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando o universo da música pop encontra a fantasia de um mundo habitado por caçadores de demônios, o resultado é algo único e inesquecível. Essa é a essência de Guerreiras do K-Pop, a animação original da Netflix que, desde seu lançamento em 20 de junho de 2025, não para de bater recordes e arrebanhar fãs ao redor do globo. Com 61,1 milhões de visualizações oficiais, o longa tornou-se o filme de animação original mais assistido da plataforma, superando marcas consolidadas e conquistando um espaço especial no coração dos espectadores.

Um fenômeno que vai além da tela

O sucesso de Guerreiras do K-Pop vai muito além da quantidade impressionante de visualizações. O filme alcançou com facilidade a atenção da crítica, da indústria do entretenimento e, principalmente, do público jovem, que vê ali um reflexo de suas próprias batalhas e sonhos. O título une o encanto da cultura pop coreana com uma trama envolvente, carregada de emoção, ação e, claro, muita música.

Por trás dessa produção vibrante está a Sony Pictures Animation, conhecida por seus projetos inovadores, e a Netflix, que reforça sua posição como plataforma que aposta na diversidade cultural e em histórias que dialogam com a atualidade global. O filme não apenas celebra o K-pop como fenômeno mundial, mas o reinventa em uma narrativa que mistura fantasia, mitologia e o poder transformador da música.

Nasce de uma paixão: a visão de Maggie Kang

A inspiração para o filme veio de uma vontade muito pessoal de Maggie Kang, diretora e co-roteirista da obra. Coreana-americana, Maggie desejava contar uma história que falasse sobre suas raízes de maneira autêntica, sem perder a universalidade que a cultura pop pode proporcionar. Em parceria com Chris Appelhans, Danya Jimenez e Hannah McMechan, ela criou um universo onde o K-pop se torna a arma mais poderosa contra o mal.

Essa busca por uma narrativa verdadeira e impactante levou a equipe a investir em uma animação que fizesse jus à riqueza visual dos shows de K-pop, à energia dos videoclipes e à delicadeza dos dramas coreanos. O resultado é uma estética única, que mistura iluminação de palco, fotografia editorial e a dinâmica característica dos animes japoneses.

Uma história que mistura fantasia, música e emoção

A trama se passa em um mundo onde o mal se manifesta em demônios que roubam as almas humanas para alimentar seu tirano, Gwi-Ma. Para conter essa ameaça, um trio de caçadoras de demônios, que ao longo das gerações usa o poder da voz para selar esses seres, mantém a barreira mágica chamada Honmoon. Hoje, essa missão é assumida pelo grupo feminino de K-pop Huntr/x, composto por Rumi, Mira e Zoey.

Enquanto brilham nos palcos com coreografias impecáveis e músicas contagiantes, as meninas vivem uma vida dupla como caçadoras de demônios. Mas o segredo mais difícil de Rumi guardar é sua própria origem: meio demônio, ela teme que essa verdade possa destruir tudo o que construíram.

Quando a rivalidade com a boy band demoníaca Saja Boys começa a ameaçar a segurança da barreira e a estabilidade do mundo, Rumi é forçada a confrontar seus medos, seu passado e sua verdadeira identidade. É uma narrativa carregada de temas profundos, como a vergonha cultural, a aceitação e a força da amizade.

Personagens complexos para uma geração que busca identificação

Um dos grandes acertos do filme está no elenco de vozes que dão vida a esses personagens tão ricos. Arden Cho, conhecida por suas atuações em séries de sucesso como Chicago Med e Teen Wolf, interpreta Rumi, a líder vocal do Huntr/x. Sua voz consegue transmitir a dualidade da personagem, dividida entre seu lado humano e demoníaco, enquanto sua voz de canto, feita por Ejae, dá o brilho necessário às cenas musicais.

May Hong, Audrey Nuna, Ji-young Yoo, Rei Ami e Andrew Choi completam o grupo, cada um trazendo sua personalidade e talento para compor o trio principal e seus antagonistas, como Ahn Hyo-seop no papel de Jinu, líder da boy band rival. O passado complexo de Jinu adiciona camadas de drama e empatia ao personagem, rompendo com clichês do “vilão unidimensional”.

Outro destaque do elenco são nomes como Yunjin Kim, Ken Jeong e Daniel Dae Kim, que interpretam personagens coadjuvantes essenciais, equilibrando humor, mistério e emoção na narrativa.

A diversidade do elenco e o envolvimento de dubladores e cantores de várias origens refletem a vontade da produção de fazer algo culturalmente rico, acessível e, ao mesmo tempo, fiel às suas raízes coreanas.

A música como alma do filme

Não seria exagero dizer que a trilha sonora de Guerreiras do K-Pop é protagonista tanto quanto os personagens. Com composições originais do renomado Marcelo Zarvos, o filme mistura pop, hip-hop e baladas de uma forma que amplifica a emoção e o ritmo da história.

Músicas como “Golden” e “Takedown” são mais que faixas para embalar cenas; elas são armas narrativas, que impulsionam o desenvolvimento dos personagens e das relações entre eles. O sucesso da trilha sonora nas paradas da Billboard, Spotify e outras plataformas comprova o impacto da produção no cenário musical atual.

Esse casamento perfeito entre imagem e som elevou o filme a um patamar de sucesso multidimensional — não apenas entretendo, mas criando uma experiência sensorial completa.

O legado de uma produção que respeita e inova

O cuidado com que a equipe de criação abordou o projeto desde seu início, em 2021, é visível em cada detalhe. O desafio de contar uma história tão culturalmente específica para um público global foi enfrentado com respeito, pesquisa e muita paixão.

A Sony Pictures Animation, com sua experiência em filmes inovadores como Homem-Aranha no Aranhaverso, trouxe um alto padrão técnico e criativo. A Netflix, por sua vez, deu o suporte necessário para que a produção tivesse alcance internacional, reforçando seu compromisso com narrativas diversas e inclusivas.

O resultado não é apenas um filme de entretenimento, mas um marco para a indústria da animação e para a representação cultural na mídia.

Aclamado por crítica e público

Desde sua estreia, a recepção foi esmagadoramente positiva. Críticos destacaram a qualidade da animação, o roteiro equilibrado entre ação e emoção, a profundidade dos personagens e, claro, a trilha sonora que conquistou as paradas musicais.

Fãs da cultura coreana, do K-pop e da animação encontraram na obra uma produção digna e emocionante. Além disso, o filme atingiu audiências que normalmente não estariam tão próximas, aproximando mundos e fortalecendo pontes culturais.

Por que você precisa ver essa animação?

Se você gosta de histórias com protagonistas femininas fortes, música envolvente e temas atuais, este filme é para você. Ele combina batalhas épicas e dilemas pessoais com a energia contagiante do K-pop, criando uma experiência única que fica na memória e no coração. Mais que um entretenimento, é um convite para refletir sobre quem somos, de onde viemos e o poder que temos para superar nossos medos.

Domingo Legal 01/06/2025 – Hugo & Guilherme e Jaquelline, Passa ou Repassa ao lado de VH & Alexandre, Apoline, Rico Melquiades e Flavia Noronha

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Neste domingo, dia 1º de junho de 2025, o Domingo Legal entra em clima de festa para celebrar uma data muito especial: o aniversário de Celso Portiolli. Para marcar a ocasião, o programa preparou uma edição recheada de atrações imperdíveis, quadros consagrados e convidados animadíssimos, tudo isso ao vivo, com a energia contagiante que já virou marca registrada das manhãs de domingo no SBT.

Logo no início do programa, o palco se transforma em um verdadeiro show sertanejo com a presença da aclamada dupla Hugo & Guilherme, que chega com um repertório cheio de sucessos que estão entre os mais tocados do país. Com carisma de sobra, os cantores prometem levantar o público com hits que falam de amor, alegria e superação — criando o clima perfeito para comemorar o novo ciclo do apresentador.

Mas a participação dos sertanejos não para por aí. Eles também encaram o desafio do quadro Cardápio Surpresa, um dos mais inusitados e comentados do programa. Ao lado da influenciadora digital e campeã de reality show Jaquelline, a dupla se aventura em uma degustação às cegas das criações da chef Andreia Pimentel, conhecida por combinar ingredientes improváveis e provocar reações hilárias. Será que eles vão encarar todos os pratos até o fim?

A bagunça boa continua com uma edição animadíssima do tradicional Passa ou Repassa, que promete muita competitividade, tortadas na cara e gargalhadas para toda a família. No time azul, Hugo & Guilherme se juntam aos também sertanejos VH & Alexandre, unindo música, humor e parceria nos desafios. Do outro lado, o time amarelo traz uma verdadeira seleção de personalidades da internet e da televisão: Jaquelline, o irreverente Rico Melquiades, a influenciadora Apoline e a apresentadora Flavia Noronha. A disputa esquenta com perguntas que desafiam o conhecimento geral e as habilidades dos participantes — e a clássica torta na cara, é claro, segue sendo a estrela das provas.

Outro grande momento do programa é a participação da família Lima, de Belém do Pará, no quadro Comprar é Bom, Levar é Melhor. Em busca de transformar seus sonhos em realidade, os integrantes da família encaram uma maratona de perguntas valendo até R$ 80 mil em prêmios. A cada rodada, a emoção toma conta do estúdio — e a torcida do público de casa promete ser forte!

E não para por aí: Celso Portiolli também segue firme no comando do instigante Até Onde Você Chega?, um dos quadros mais eletrizantes da televisão. Nele, os participantes encaram uma sequência de perguntas de múltipla escolha com prêmios progressivos — e precisam decidir se continuam no jogo ou se param para garantir o que já conquistaram. A tensão aumenta a cada passo, e a busca pelo próximo grande vencedor do Brasil segue empolgando telespectadores de todas as idades.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado (09/08)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 9 de agosto de 2025, o Cine Aventura da Record TV leva ao ar um dos thrillers de ficção científica mais comentados dos últimos anos: 57 Segundos, longa norte-americano de 2023 que combina ação, suspense e questionamentos éticos profundos sobre até onde o ser humano pode — ou deve — ir para alterar seu próprio destino.

Dirigido por Rusty Cundieff e baseado no conto Fallen Angel, do escritor britânico E.C. Tubb, o filme é estrelado por Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, O Círculo) e pelo lendário Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Invictus). Com uma narrativa que une alta tecnologia, vingança pessoal e dilemas morais, a produção se destaca não apenas pelo ritmo acelerado, mas também pela reflexão que provoca no público.

Uma história que começa com perda e vingança

A trama acompanha Franklin Fausti (Hutcherson), um blogueiro de tecnologia movido por uma dor pessoal. Sua irmã gêmea, Natalie, morreu após desenvolver dependência de um poderoso analgésico chamado Zonastin, fabricado por uma das maiores farmacêuticas do mundo. O responsável por esse império é o inescrupuloso Sig Thorensen (Greg Germann), homem de negócios que não mede esforços para proteger seus lucros — mesmo que isso signifique esconder os efeitos devastadores de seus produtos.

Determinando a expor a verdade, Franklin investe seu tempo em investigar os bastidores da indústria farmacêutica, publicando matérias afiadas em seu blog. Sua chance de ouro surge quando consegue uma entrevista exclusiva com o magnata da tecnologia Anton Burrell (Morgan Freeman), conhecido por suas invenções revolucionárias e seu carisma no mundo corporativo.

O encontro que muda tudo

Durante a entrevista, Burrell se prepara para apresentar ao mundo sua mais nova criação: o Tri-Band 5, um dispositivo de saúde vestível capaz de ajudar no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e vícios sem o uso de medicamentos tradicionais. É um salto tecnológico que poderia transformar milhões de vidas.

Mas antes que a revelação seja concluída, um homem armado invade o evento. Franklin, agindo por instinto, intervém e salva Burrell. Na confusão, ele encontra um anel misterioso deixado para trás — aparentemente sem valor, mas que guarda um segredo impressionante: quem o usa pode voltar exatamente 57 segundos no tempo.

O poder e a tentação

No início, Franklin vê no anel uma oportunidade de resolver pequenos problemas: corrigir erros triviais, ganhar dinheiro em jogos de azar, conquistar a atenção de Jala (Lovie Simone), colega por quem sente atração. Mas a euforia inicial logo dá lugar a uma ambição maior: usar o poder para derrubar Thorensen e expor seus crimes.

O protagonista mergulha então em um jogo perigoso. Ele se infiltra na empresa de Thorensen, coletando provas de que o executivo sabia dos efeitos letais do Zonastin e tentou acobertar a morte de uma funcionária, Susan Miller, que denunciava as práticas ilegais.

Com a ajuda de seu amigo Andy, Franklin divulga as informações para a imprensa, provocando um terremoto no mundo corporativo.

A escalada da tensão

A vitória de Franklin, no entanto, é breve. Ciente de que está encurralado, Thorensen parte para o contra-ataque. Ele sequestra Franklin e tenta fugir de avião, mas a intervenção da polícia provoca uma pane na aeronave. O acidente é inevitável. Franklin sobrevive, mas o vilão encontra seu fim.

No desfecho, Burrell oferece a Franklin um lugar em sua equipe de pesquisa para desenvolver a tecnologia do anel. É uma proposta tentadora, mas ele recusa. O peso ético e o risco de abuso são grandes demais. Em um gesto definitivo, Franklin destrói o anel, convencido de que poder manipular o tempo é algo que ninguém deveria ter.

Entretenimento com reflexão

Embora o longa tenha todas as marcas de um blockbuster — perseguições, ação, efeitos visuais e reviravoltas —, ele também funciona como uma parábola sobre ambição, responsabilidade e limites morais. A premissa da viagem no tempo não é usada apenas como um recurso narrativo, mas como uma metáfora sobre segundas chances e sobre a tendência humana de querer controlar o destino.

A performance de Hutcherson é intensa, transmitindo bem o conflito entre desejo e prudência. Já Morgan Freeman, com seu carisma habitual, entrega um Burrell enigmático: não se sabe ao certo se ele é um benfeitor ou alguém que tem seus próprios interesses ocultos.

Os bastidores da produção

As filmagens do filme começaram em abril de 2022, em Lafayette, Louisiana. Antes disso, Freeman foi visto na cidade explorando locações e, segundo reportagens locais, chegou a contribuir com ideias para partes do roteiro.

Dirigido por Rusty Cundieff — conhecido por trabalhos que mesclam crítica social e entretenimento —, o longa também tem no roteiro Macon Blair, que ajuda a equilibrar a tensão com momentos de humor e humanidade.

O lançamento e a recepção

O filme estreou nos cinemas e no formato digital em 29 de setembro de 2023, distribuído pela The Avenue. A crítica especializada se dividiu: alguns elogiaram o ritmo e a originalidade da premissa, enquanto outros acharam que o roteiro poderia explorar mais as implicações filosóficas da viagem no tempo.

Ainda assim, o público que gosta de thrillers com toques de ficção científica encontrou em 57 Segundos uma opção vibrante e instigante.

Onde assistir além da TV

SeAlém da exibição na Record TV, o filme também pode ser encontrado em diferentes plataformas para quem prefere escolher o melhor horário para assistir. O filme está disponível no Telecine e no Adrenalina Pura, acessível para assinantes, garantindo qualidade de imagem e som de cinema. Já no Prime Video, é possível adquirir a produção em HD, com compra a partir de R$ 29,90, ideal para quem deseja ter o título sempre à disposição na biblioteca digital.

A ética da viagem no tempo: e se fosse você?

Um dos elementos mais interessantes da produção é a provocação que ele lança ao público: o que você faria se pudesse voltar menos de um minuto no tempo?.

Poderia parecer pouco, mas imagine as possibilidades: evitar um acidente, mudar uma frase mal colocada, impedir uma perda financeira. Por outro lado, como mostra o filme, cada interferência abre espaço para manipulação, abuso de poder e até vício.

Esse debate sobre o uso responsável da tecnologia ecoa temas atuais, como inteligência artificial e manipulação genética: até onde devemos ir? E quem decide quando é “longe demais”?

As atuações que sustentam o filme

Além da dupla protagonista, o elenco conta com Greg Germann no papel de um vilão calculista e frio, Lovie Simone como Jala, o interesse amoroso que representa para Franklin uma espécie de âncora emocional, e Bevin Bru e Sammi Rotibi em papéis de apoio que ajudam a construir a rede de aliados e adversários do protagonista.

Morgan Freeman, com sua presença inconfundível, dá peso à narrativa, criando um Burrell que transita entre a figura de mentor e a de enigma moral. Já Hutcherson prova que consegue carregar um papel principal com energia e vulnerabilidade.

Um thriller que conversa com o presente

Embora seja ambientado em um cenário fictício, 57 Segundos dialoga com preocupações muito reais: a ganância corporativa, a manipulação de informações e a relação entre tecnologia e saúde.

A escolha de colocar como antagonista uma indústria farmacêutica não é aleatória. O filme ressoa com debates contemporâneos sobre transparência, ética médica e o impacto de medicamentos no bem-estar da população.

Acerte ou Caia 13/04/2025: Tom Cavalcante recebe Matheus Ceará, Nizo Neto e Thayse Teixeira

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Neste domingo, dia 13 de abril de 2025, o Acerte ou Caia! entra em clima de stand-up comedy com uma edição pra lá de especial! Sob o comando do irreverente Tom Cavalcante, o palco será tomado por um verdadeiro esquadrão do riso, reunindo alguns dos nomes mais hilários do humor nacional. É gargalhada na certa — mas com um toque de adrenalina! Afinal, os comediantes terão que provar que além de arrancar risos, também sabem se virar nos desafios do game.

E não pense que vai ser fácil! Eles vão precisar de muito raciocínio rápido, agilidade e improviso para se manterem na disputa e fugir das quedas inesperadas do game. No fim, o grande vencedor será aquele que conseguir equilibrar piada boa com concentração total. E o público, claro, é quem sai ganhando com tanto talento reunido no mesmo palco!

Confira quem promete dominar a noite com humor afiado:


Ana Maria Brisa – A estrela carismática de Maicon Sales

Um dos momentos mais esperados da noite é a participação da queridíssima Ana Maria Brisa, personagem icônica criada por Maicon Sales. Inspirada na eterna Ana Maria Braga, a personagem não é apenas uma imitação — é uma recriação hilária, com trejeitos exagerados, figurino inconfundível e aquele jeitinho meigo e espontâneo que conquistou a internet.

Maicon tem lotado teatros com seu show solo e viraliza diariamente com vídeos engraçadíssimos nas redes sociais. No rádio, ele também marca presença com um programa de sucesso. Agora, Ana Maria Brisa troca a cozinha matinal por um cenário de competição: será que ela vai temperar o jogo com seu humor afiado e ainda levar o prêmio?


Aurineide Camurupim – A força cearense do riso

Direto do Ceará, assim como Tom, a divertida Aurineide Camurupim é veterana quando o assunto é fazer rir. A humorista conquistou o país após vencer o concurso de piadas do Show do Tom em 2006 e, desde então, não parou mais. Já dividiu palco com lendas do entretenimento, incluindo Silvio Santos, e segue rodando o Brasil com shows que arrancam gargalhadas por onde passa.

Agora, ela encara mais um desafio no Acerte ou Caia! Será que sua experiência e irreverência serão suas armas para vencer a disputa?


Criss Paiva – A segunda chance de uma gigante do humor

Criss Paiva é daquelas artistas multifacetadas: humorista, youtuber, palestrante e uma das vozes mais conhecidas da podosfera brasileira. Ela também brilha nos palcos com seu stand-up direto e afiado. Já participou do programa anteriormente, mas não levou o troféu para casa.

Agora, com uma nova oportunidade em mãos, Criss volta com tudo — pronta para mostrar que, além de conteúdo, também tem jogo de cintura. Será que a revanche vem aí?


Gustavo Mendes – O talento que une teatro, TV e muita piada boa

Gustavo Mendes já mostrou seu talento ao lado de Tom Cavalcante nos tempos do Show do Tom na RECORD, onde brilhou em festivais de piadas. Desde então, expandiu sua carreira: atuou em novelas, séries e segue firme nos palcos com shows de stand-up sempre lotados.

Hoje, Gustavo também pilota um podcast de sucesso, compartilhando os melhores momentos com sua base fiel nas redes sociais. Agora, a pergunta é: será que ele vai conseguir rir e raciocinar ao mesmo tempo para levar a melhor no game?


Matheus Ceará – A certeza de risada (e talvez de vitória)

Com uma trajetória marcada por conquistas no humor, Matheus Ceará começou ganhando destaque ainda em 2008, no festival de piadas do Show do Tom. Pouco depois, venceu o concurso “O Mais Novo Humorista do Brasil” e se consolidou em um programa humorístico onde ficou por mais de uma década.

Autor de livro, apresentador e sucesso no palco, Matheus atualmente segue em turnê pelo país e recentemente apresentou o quadro “Talk Rua” no Domingo Record. No palco do Acerte ou Caia!, diversão é garantida com ele — mas será que o prêmio também vem?


Com esse elenco de peso, o episódio promete ser um verdadeiro show de humor e agilidade. Prepare a pipoca, o sorriso e a torcida, porque o Acerte ou Caia! deste domingo vai ser daqueles para não perder por nada!

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