Marvel dá os primeiros sinais do novo Doutor Estranho — e o passado caótico ainda ronda a franquia

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Na noite desta quinta, 13 de novembro, o site americano Nexus Point News movimentou a comunidade nerd ao afirmar que a Marvel começou, bem timidamente, a estruturar o próximo filme do Doutor Estranho. Nada de roteiro fechado, nada de diretor escolhido — é aquele início de projeto em que todo mundo finge que está tudo muito claro, mas na verdade a equipe ainda está montando o quebra-cabeça.

O que chamou atenção foi o suposto envolvimento maior de Benedict Cumberbatch nas conversas iniciais. Não apenas como ator, mas opinando sobre caminhos criativos, possibilidades de direção e até o tom do longa. Não é comum ver a Marvel abrir tanto espaço para seus protagonistas nesse estágio, então o sinal é interessante: talvez o estúdio esteja tentando deixar o personagem com uma identidade mais sólida, depois de anos de altos e baixos no Multiverso.

Fontes dizem ainda que a Marvel está vasculhando o mercado atrás de um roteirista e um diretor. Sam Mendes, nome desejado por Cumberbatch, chegou a ser comentado, mas o timing não ajuda — ele está completamente envolvido com seu gigantesco projeto sobre os Beatles, o que praticamente o tira do jogo. Ainda assim, fica a curiosidade: como seria um Doutor Estranho dirigido por um cineasta de prestígio britânico e pegada dramática?

Enquanto isso, o passado bate à porta. E que passado.

Relembrando o furacão de 2022

É impossível falar do próximo passo da franquia sem esbarrar em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, lançado em 2022. Aquele foi um filme que carregou expectativas enormes — talvez até demais — e que acabou se tornando um dos títulos mais curiosos e controversos da Fase 4 do MCU.

Com direção de Sam Raimi, o longa trouxe Benedict Cumberbatch e boa parte do elenco original de volta, com destaque absoluto para Elizabeth Olsen, que praticamente dominou a história como a instável e devastadora Wanda Maximoff. No centro da trama, estava também America Chavez, interpretada por Xochitl Gomez, abrindo caminho para o público conhecer uma personagem que literalmente atravessa realidades.

Entre viagens por universos, ameaças ocultas, versões alternativas e decisões desesperadas, o filme mergulhou fundo na mistura de terror, humor e fantasia — a marca registrada de Raimi.

Uma sequência que quase não existiu

Pouca gente lembra, mas os planos para o segundo filme começaram lá atrás, ainda embalados pelo sucesso do Doctor Strange de 2016. O diretor original, Scott Derrickson, queria fazer um longa mais sombrio. Chegou a anunciar o projeto, fechou contrato… e depois pulou fora. O motivo oficial? “Diferenças criativas”. O motivo real? Bom, Hollywood raramente conta.

Entra em cena Michael Waldron, roteirista de Loki, e depois Sam Raimi — uma escolha inesperada, mas que deu ao filme uma personalidade própria. Porém, como quase tudo na Fase 4, os bastidores foram cheios de tropeços: pandemia, pausa nas gravações em Londres, retomada meses depois, e por fim, refilmagens nos EUA para ajustar o tom.

Mesmo assim, o filme brilhou nas bilheterias: quase 1 bilhão de dólares mundialmente. Foi o quarto maior sucesso de 2022, mesmo com a recepção dividida entre quem amou a ousadia e quem achou tudo corrido demais.

E o que sobrou para a sequência? Muita coisa. Talvez até demais.

Multiverso da Loucura deixou vários nós para amarrar. O de Wanda, o de America Chavez, o das variantes, o do terceiro olho que mudou tudo, e claro, o surgimento de Clea, interpretada por Charlize Theron, na cena pós-créditos.

Além disso, o MCU só se complicou mais desde então. Tivemos Loki, Sem Volta Para Casa, The Marvels, séries que mexeram com linhas do tempo, realidades, incursões e conceitos que agora fazem parte do cotidiano do Doutor Estranho. Ou seja: o próximo filme não pode simplesmente ignorar essa bagunça — ele precisa abraçá-la ou dar um novo rumo ao personagem.

Com Cumberbatch participando mais ativamente, especula-se que o filme pode explorar:

  • o impacto psicológico do Darkhold no Strange;
  • o destino incerto (e emocionalmente carregado) da Wanda;
  • o treinamento de America Chavez;
  • as consequências das incursões entre universos;
  • e até onde vai o relacionamento complicado entre Strange e Christine.

Sem falar de Clea, que abre a porta para um lado ainda mais místico do MCU.

O que está acontecendo agora — de verdade

Neste momento, tudo indica que o filme está no comecinho do comecinho. Há brainstorming, há reuniões, há sondagens. Mas não há produção em andamento, não há filmagens marcadas, não há cronograma público.

E mesmo assim, o fato de a Marvel já se mexer diz muito. O estúdio sabe que Strange é um dos pilares que ainda funcionam diante da fase turbulenta da franquia. Trazer o personagem de volta com peso, profundidade e narrativa mais coesa parece ser uma prioridade.

Diretor? Ninguém sabe. Roteirista? Também não. Mas o projeto está vivo, respirando e, pela primeira vez em anos, com o ator principal sentado à mesa de decisões.

O Retorno | Ralph Fiennes e Juliette Binoche se reencontram nas telas em drama épico que estreia em setembro

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Quase três décadas depois de emocionarem plateias em O Paciente Inglês, Ralph Fiennes e Juliette Binoche voltam a dividir o mesmo enquadramento em “O Retorno”, novo drama dirigido por Uberto Pasolini que estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de setembro, com distribuição da O2 Play.

Inspirado na parte final da Odisseia de Homero, o longa transporta o espectador para a mítica ilha de Ítaca, onde Odisseu — também conhecido pelo nome latino Ulisses — retorna após anos de guerra e provações, para reencontrar seu lar, seu trono e sua esposa, Penélope.

Uma história de amor, perda e reencontros

Na pele do herói grego, Ralph Fiennes vive um Odisseu marcado pelas cicatrizes do tempo e da batalha, prestes a enfrentar não mais deuses ou monstros, mas os desafios íntimos do retorno: o estranhamento, a saudade, os segredos que resistiram à espera. Já Juliette Binoche interpreta uma Penélope forte e resiliente, que sustentou sozinha o peso do palácio e da esperança durante a ausência do marido.

Esse reencontro em cena ganha um brilho especial pela carga emocional que a própria dupla carrega: Binoche e Fiennes não atuavam juntos desde 1996, quando protagonizaram o premiado O Paciente Inglês, filme que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante à francesa e solidificou ambos como ícones do cinema romântico da década de 90. Eles também dividiram o elenco em O Morro dos Ventos Uivantes, de 1992.

Uma odisseia reinventada com olhar poético

Com uma abordagem intimista e poética, Uberto Pasolini (de Ou Tudo ou Nada e Uma Vida Comum) opta por contar não a jornada do herói em alto-mar, mas o que acontece depois do final clássico. Como é voltar para casa após anos longe? Como retomar laços interrompidos pelo tempo? E, acima de tudo, será que o “retorno” realmente leva de volta para o lugar de onde se partiu?

Filmado com elegância e paisagens deslumbrantes, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Toronto (TIFF) em 2024 e chamou atenção da crítica por sua sensibilidade ao tratar um mito grego milenar com tons contemporâneos de solidão, pertencimento e reconciliação.

Expectativas altas para setembro

Além de reunir dois grandes nomes do cinema europeu, o longa carrega o prestígio de seu protagonista: Ralph Fiennes, que vem de uma indicação ao Oscar 2025 de Melhor Ator por sua performance em Conclave. O reencontro com Binoche, agora sob a luz de um mito ancestral, promete ser um dos grandes momentos cinematográficos do ano.

“Roda Viva” desta segunda (28/07) recebe Miguel Nicolelis para debate sobre ciência, tecnologia e futuro

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“Nem inteligente, nem artificial.” A frase, carregada de sarcasmo e ceticismo, resume em poucas palavras a visão provocadora de Miguel Nicolelis sobre o que hoje é considerado uma das maiores revoluções tecnológicas do século: a Inteligência Artificial. Mas, para ele, não passa de um nome pomposo dado a um conjunto de estatísticas sofisticadas. Essa crítica, direta e desconcertante, já dá o tom do que promete ser uma das edições mais incendiárias do Roda Viva em 2025.

Na próxima segunda-feira, 28 de julho, às 22h, a TV Cultura transmite ao vivo a entrevista com um dos neurocientistas mais renomados — e controversos — do mundo. Conhecido por romper fronteiras entre ciência, filosofia e política, Nicolelis não mede palavras quando o assunto é o futuro da humanidade, a ética na tecnologia ou o papel da ciência na transformação social. Seu retorno ao centro da roda acontece em um momento crucial de debates sobre o avanço da IA, o papel do cérebro humano no século digital e o lugar do pensamento crítico em um mundo hiperconectado, mas nem sempre lúcido. As informações são da TV Cultura.

A entrevista poderá ser acompanhada também pelo app Cultura Play e nas redes sociais oficiais da emissora — YouTube, X (antigo Twitter), TikTok e Facebook. E, como manda a tradição do programa, o cartunista Luciano Veronezi estará ao vivo registrando em traços os momentos mais emblemáticos da conversa.

Um brasileiro que ouviu o cérebro

Miguel Ângelo Laporta Nicolelis nasceu em São Paulo, em 27 de março de 1961. Filho da escritora Giselda Laporta Nicolelis e do juiz Ângelo Nicolelis, cresceu em um ambiente que valorizava o conhecimento e o pensamento crítico. Desde cedo, aprendeu a questionar verdades prontas — uma postura que carregaria consigo ao longo da vida.

Formado em Medicina pela USP, Nicolelis escolheu um caminho pouco convencional: queria ouvir o cérebro, entender como os neurônios se comunicavam em tempo real, e, mais ousadamente, como essa comunicação poderia ser decodificada e traduzida em ação física. Na virada dos anos 1990, seu trabalho com neuroengenharia começou a ganhar visibilidade nos Estados Unidos, onde se estabeleceu como pesquisador e professor na Duke University.

Foi pioneiro no desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina, tecnologia que permite a pacientes com paralisia movimentarem membros robóticos ou próteses a partir da leitura da atividade elétrica cerebral. Um feito que rompeu com paradigmas científicos e colocou seu nome entre os mais citados da neurociência global.

O chute que o mundo nunca esqueceu

Se há um momento que sintetiza a ousadia de Nicolelis e sua visão de futuro, ele aconteceu em 12 de junho de 2014. Na abertura da Copa do Mundo, no estádio do Corinthians, em São Paulo, um jovem paraplégico deu o chute simbólico inicial da partida com o auxílio de um exoesqueleto robótico controlado por sinais do próprio cérebro.

Foi a concretização do projeto Andar de Novo, coordenado por Nicolelis no Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra, em Natal (RN). A imagem correu o mundo: um brasileiro, usando um aparato futurista, demonstrando que era possível caminhar — ainda que simbolicamente — sem movimentar os próprios músculos.

Mas a comunidade científica, como de costume, dividiu-se. Algumas revistas classificaram a demonstração como “limitada” ou “publicitária”. Houve quem aplaudisse o avanço da interface, e quem a visse como sensacionalismo. Nicolelis, no entanto, permaneceu fiel ao seu objetivo: “Foi um passo simbólico para milhões de pessoas no mundo que precisam saber que a ciência pode oferecer esperança.”

A política da ciência

Não é de hoje que Miguel ultrapassa as barreiras do laboratório. Durante a pandemia de Covid-19, foi uma das vozes mais ativas na imprensa, em redes sociais e em artigos de opinião. Seu posicionamento crítico frente às políticas públicas negacionistas do governo Bolsonaro o transformou em alvo de ataques, mas também em referência para setores que defendiam a ciência como pilar das decisões emergenciais.

Nicolelis coordenou, junto a outros pesquisadores, estudos epidemiológicos no Brasil e ofereceu alternativas ao colapso do sistema de saúde, propondo lockdowns regionais e testagens em massa. Em muitos momentos, sentiu que sua voz foi ignorada — algo que, segundo ele, custou vidas. “Fomos preteridos por um governo que escolheu o caos como política”, declarou em entrevistas à época.

Essa atuação reforçou uma faceta pouco explorada da ciência brasileira: a de cientistas que não se escondem em publicações técnicas, mas que falam à sociedade com clareza, assumindo os custos e riscos da exposição pública.

A entrada na ficção: “Nada Mais Será Como Antes”

Em 2025, Nicolelis surpreendeu ao lançar seu primeiro romance de ficção: Nada Mais Será Como Antes. A obra, um thriller distópico recheado de reflexões filosóficas e críticas sociais, mostra um futuro no qual a humanidade se vê refém de uma tecnocracia global controlada por algoritmos.

Inspirado em experiências reais e em sua leitura crítica do presente, o livro propõe uma reflexão inquietante: e se estivermos entregando nosso destino a máquinas que não pensam, mas decidem? O título, emprestado da canção de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, é um manifesto: não há retorno possível quando cruzamos certos limiares éticos e tecnológicos.

A recepção foi positiva. Além de garantir uma adaptação cinematográfica em fase inicial, a obra consolidou Nicolelis como um intelectual multifacetado, que transita entre ciência, política e arte com fluidez — algo cada vez mais raro em um mundo de especialistas isolados.

Uma crítica à inteligência que não pensa

Um dos pontos mais controversos — e mais aguardados — da entrevista no Roda Viva será o debate sobre Inteligência Artificial. Nicolelis tem sido uma das vozes mais contundentes contra o “fetichismo tecnológico” em torno da IA. Para ele, atribuir inteligência a algoritmos é um erro conceitual grave.

“Não há nada de artificial na inteligência, e muito menos inteligência nesses sistemas”, afirma. “Eles apenas identificam padrões estatísticos. Não têm consciência, não têm emoção, não sabem que existem. Nós, humanos, sabemos. Essa é a diferença fundamental.”

Ele reconhece os avanços da IA em tarefas específicas, como diagnósticos por imagem ou previsões de tráfego. Mas alerta para o risco de projetarmos nesses sistemas capacidades que eles não possuem. “O problema não é o que a IA pode fazer. É o que as pessoas acreditam que ela possa fazer. Esse descompasso pode custar caro.”

A participação de Nina da Hora, pesquisadora de tecnologia com foco em ética e inclusão, promete tensionar e enriquecer essa discussão. Nina tem pautado o debate sobre racismo algorítmico e governança digital no Brasil e no exterior, e deve trazer contrapontos à visão de Nicolelis, ainda que ambos partam de preocupações semelhantes sobre os rumos da tecnologia.

A bancada que pensa

O programa desta segunda reunirá uma bancada plural e qualificada para entrevistar Nicolelis. Além de Nina da Hora, estarão presentes:

  • Denis Russo Burgierman, jornalista e escritor, conhecido por traduzir ciência com linguagem acessível;
  • Pedro Teixeira, repórter da Folha de S.Paulo especializado em tecnologia e inovação;
  • Petria Chaves, da CBN, com uma abordagem mais sensível e humanizada;
  • Rafael Garcia, jornalista de ciência do jornal O Globo, com olhar técnico e preciso.

A presença desses nomes sugere uma entrevista que deve ir além do factual. Espera-se que temas como espiritualidade, paternidade, desigualdade social e o papel do Brasil na ciência global também estejam na pauta.

O cérebro coletivo como modelo de civilização

Entre as contribuições mais ousadas de Nicolelis está a ideia do “cérebro coletivo”. Ele propõe que, assim como neurônios operam em conjunto para formar pensamentos, emoções e ações, sociedades humanas deveriam aprender a agir como redes neurais complexas, em sincronia.

Essa teoria, que extrapola a biologia e entra no campo da filosofia política, defende a cooperação como elemento central da evolução humana. Em tempos de hiperindividualismo e tribalismo digital, sua proposta soa quase utópica — mas profundamente necessária.

“O futuro da humanidade depende da nossa capacidade de pensar em conjunto, não de competir uns com os outros. A natureza do cérebro é coletiva. E nós esquecemos disso”, afirma.

Um legado que inspira

Nicolelis é um cientista, mas também é um educador. Em Natal, no Instituto Santos Dumont, ele investe há mais de uma década na formação de jovens de comunidades periféricas. Lá, ciência é também afeto, inclusão e cidadania. O Instituto oferece desde atendimento em reabilitação até cursos técnicos e oficinas de robótica.

Esse lado menos visível de sua atuação talvez seja o mais transformador. Ele não quer apenas construir máquinas comandadas por pensamento — quer construir uma sociedade em que todos tenham acesso ao pensamento crítico. E, para isso, aposta na educação, na ciência cidadã e na autonomia local.

TV Aparecida exibe o filme Um Broto Legal nesta sexta, 17

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Sextou com novidade na TV Aparecida! Na próxima sexta, 17 de janeiro, às 21h15, a sessão “Tela de Sexta” traz um filme inédito que promete muita emoção e nostalgia: “Um Broto Legal”. Se você curte música, história e aquela vibe dos anos 50, já pode anotar na agenda porque esse é imperdível!

Sobre o filme

A história é sobre Celly Campello, a primeira cantora de rock do Brasil, que mandou ver com sucessos como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”. Tudo começa no final dos anos 50, em Taubaté, interior de São Paulo. Lá, Célia Campello, uma garota de 16 anos, já é uma sensação local, cantando na rádio da cidade e conquistando um público fiel.

O ponto de virada? O irmão dela, Tony Campello, vai para São Paulo tentar a sorte como cantor e acaba sendo descoberto por um caça-talentos. Não demora muito para Célia também chamar atenção, se transformar em Celly Campello e se tornar a rainha do rock brasileiro!

A trajetória dela mostra os altos e baixos de quem abriu as portas para o rock nacional. Além de ser uma pioneira na música, Celly conquistou corações e deixou um legado que marcou gerações.

Quem tá no elenco?

O filme tem nomes incríveis como Cláudio Fontana, Felipe Folgosi, Paulo Goulart Filho e Petrônio Gontijo. Ah, e a classificação etária é 12 anos, então já pode reunir a galera ou curtir com a família.

Por que assistir?

Se você gosta de filmes que misturam música, emoção e aquela pitada de nostalgia, esse é pra você! Além de ser uma aula de história sobre o rock brasileiro, é uma chance de reviver (ou conhecer) o som que fez tanto sucesso nos anos dourados. Então já sabe: sexta, às 21h15, é só ligar na TV Aparecida e curtir o longa-metragem. Vai ser uma viagem no tempo com muito estilo e música boa!

Resumo semanal da novela O Senhor e a Serva de 21/10 a 24/10

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Capítulo 007 da novela O Senhor e a Serva de Terça-feira, 21 de outubro
Priscus aceita um pedido arriscado e se aproxima de um prisioneiro cujo destino pode redefinir os planos de Messalina e Caius, cada passo tomado com extrema cautela diante do perigo que espreita a cada instante. No anfiteatro, Caius permanece alerta, consciente de que Messalina pode surpreendê-lo a qualquer momento, enquanto a ambição e a astúcia da mulher se tornam cada vez mais evidentes, aumentando a tensão e colocando todos à beira de um conflito que pode mudar a história. O capítulo mistura intrigas, manipulação e risco pessoal de forma intensa, mantendo os personagens sob pressão constante e o espectador em suspense.

Capítulo 008 – Quarta-feira, 22 de outubro
No Coliseu, o povo de Roma aguarda ansioso por mais um espetáculo, mas a euforia se transforma em choque quando uma confissão inesperada interrompe a celebração, abalando a todos. Isabella é surpreendida por uma revelação feita pelo pai durante uma discussão com Agripa, provocando um profundo conflito interno e forçando-a a confrontar suas próprias certezas. O episódio explora emoções intensas, dilemas familiares e o impacto de segredos guardados por anos, enquanto cada personagem precisa lidar com a dor, a surpresa e a responsabilidade de suas escolhas, mantendo a trama carregada de tensão e reflexão.

Capítulo 009 da novela O Senhor e a Serva de Quinta-feira, 23 de outubro
Magnus aproxima-se de Caius e, em uma conversa carregada de sinceridade, ajuda-o a refletir sobre o passado e sobre as decisões que precisa tomar, reforçando a necessidade de confrontar erros e assumir responsabilidades diante das consequências. Ao mesmo tempo, Elisa busca força em sua fé para enfrentar os desafios que surgem, recebendo orientações que a guiarão em momentos decisivos e preparando-se para enfrentar a adversidade com coragem e determinação. Este capítulo aprofunda a jornada pessoal dos protagonistas, destacando reflexão, resiliência e a luta interna diante das escolhas que moldarão seu destino.

Capítulo 010 – Sexta-feira, 24 de outubro – FIM
O episódio final mantém o mistério que permeou toda a temporada, encerrando a narrativa sem divulgar detalhes específicos.

Sony Pictures anuncia adaptação cinematográfica do fenômeno Labubu com Paul King à frente

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A Sony Pictures anunciou a equipe responsável por levar o universo Labubu às telas do cinema. O projeto, ainda em fase inicial de desenvolvimento, combinará elementos de live-action e animação CGI, prometendo traduzir para o público a magia e a popularidade do icônico personagem criado pelo artista Kasing Lung.

O diretor Paul King, conhecido por sucessos como “Paddington” e “Wonka”, assume a direção do longa e assina o roteiro ao lado de Steven Levenson. A produção contará com Michael Schaefer (“Perdido em Marte”) e Wenxin She (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), enquanto Lung atua como produtor executivo. O anúncio foi feito durante a passagem da exposição global “The Monsters” por Paris, evento que celebra os dez anos de criação do personagem.

Kasing Lung, nascido em Hong Kong e criado na Holanda, lançou o universo Labubu por meio da série de livros ilustrados “The Monsters Trilogy”. Desde então, a obra conquistou fãs em todo o mundo, especialmente após a parceria com a Pop Mart, empresa responsável pela produção e distribuição dos bonecos que rapidamente se tornaram objetos de desejo entre colecionadores. Essa colaboração ampliou a visibilidade do personagem, consolidando-o como um ícone de cultura pop e presença constante nas redes sociais.

O personagem surgiu em 2015, mas sua fama internacional cresceu a partir de 2019, com o lançamento de edições limitadas de brinquedos e colecionáveis. Entre janeiro e maio de 2025, os produtos atingiram o auge de popularidade, transformando-se em febre global e sendo vendidos em diversos países, com destaque para o mercado asiático e a repercussão digital.

O design dos bonecos é imediatamente reconhecível. Com corpos arredondados e peludos, olhos grandes, orelhas pontudas e um conjunto de dentes afiados formando um sorriso travesso, os personagens equilibram traços fofos e um toque de ferocidade. A tribo Labubu inclui figuras como Zimomo, Mokoko, Tycoco, Spooky e Pato, cada uma com identidade própria, enriquecendo o universo criado por Lung.

Um dos fatores que contribuiu para o sucesso dos produtos é o modelo de caixas-surpresa da Pop Mart. Cada embalagem contém aleatoriamente um personagem de determinada série, tornando a experiência de compra imprevisível e divertida. Essa mecânica incentivou a coleção de múltiplas versões e fomentou uma comunidade engajada, reforçando o vínculo entre fãs e universo Labubu.

Segundo Paul King e Kasing Lung, o filme buscará manter a essência do material original, oferecendo uma experiência visual imersiva. A combinação de CGI com live-action permitirá dar vida aos personagens de forma realista, preservando a estética lúdica que conquistou leitores e colecionadores. A expectativa é criar um equilíbrio entre fantasia e narrativa, de modo que espectadores de todas as idades se conectem com a história.

O roteiro promete explorar a diversidade da tribo Labubu, mantendo aventuras, humor e emoção que caracterizam os livros e brinquedos. A intenção é construir uma narrativa rica, capaz de engajar o público não apenas pelo visual, mas também pelo desenvolvimento de personagens e pela criação de um mundo coerente e fascinante.

Além do cinema, a adaptação é vista como uma extensão do fenômeno cultural que Labubu já representa. De livros e exposições a brinquedos colecionáveis, o personagem tem presença marcante em diferentes mídias. A chegada às telonas deve expandir ainda mais seu alcance, consolidando-o como referência no entretenimento internacional.

Para Kasing Lung, a produção representa a oportunidade de apresentar seu universo a uma audiência global de forma inédita. “The Monsters Trilogy” sempre foi reconhecida por sua criatividade e pelo cuidado na construção de personagens e narrativa. Transformar esse material em filme coloca Labubu entre franquias de grande porte, ao lado de figuras que se tornaram ícones culturais.

Embora ainda não exista previsão de estreia, a divulgação da equipe criativa já gerou expectativa entre fãs e especialistas da indústria. O envolvimento de profissionais como Paul King, Steven Levenson, Michael Schaefer e Wenxin She reforça a ambição da Sony em criar uma obra que combine entretenimento, técnica e fidelidade ao universo original.

Brasil lidera audiência global de Twin Peaks na MUBI e celebra 35 anos da série com ativações imersivas em São Paulo

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Trinta e cinco anos após sua estreia, Twin Peaks segue desafiando o tempo e reafirmando seu status de obra-prima cult. Mas, em 2024, uma nova revelação coloca o Brasil no centro desse fenômeno: segundo dados da MUBI, plataforma global de streaming, produção e distribuição cinematográfica, o país lidera a audiência mundial da série — ultrapassando todos os outros territórios em que o conteúdo está disponível.

O marco chega em um momento estratégico para a MUBI, que não apenas incluiu as séries Twin Peaks (1990) e Twin Peaks: A Limited Event Series (2017) em seu catálogo, como também disponibilizou os filmes Os Últimos Dias de Laura Palmer e The Missing Pieces. A movimentação vem acompanhada de uma campanha robusta de comunicação e ações imersivas, que transformaram São Paulo em uma espécie de versão expandida da cidade fictícia criada por David Lynch e Mark Frost.

Entre as iniciativas mais comentadas, o mural vermelho instalado na Rua Augusta, nº 615, logo se tornou ponto turístico entre fãs da série e curiosos. Criado pelo artista brasileiro Pina em parceria com o coletivo Instagrafite, o trabalho dialoga com a estética icônica de Twin Peaks, remetendo às montanhas que cercam a cidade fictícia e ao universo visual surreal da série. A obra é inspirada na arte original do chileno Francisco Uzabeaga, e também foi levada para outras capitais latino-americanas, como Buenos Aires, Cidade do México, Bogotá e Santiago — um movimento que reforça o esforço da MUBI em dialogar com a cena cultural da região.

Outro destaque foi a The DineRR Experience, uma ativação que recriou o lendário RR Diner, ponto de encontro emblemático na trama da série. Instalado no Deli’ Market™, no bairro de Pinheiros, o espaço ofereceu uma vivência sensorial com direito ao famoso combo de café com torta de cereja — símbolo da obsessão do agente Dale Cooper. Ao todo, foram vendidos mais de 2.600 combos, e a ação rendeu mais de 26 mil interações nas redes sociais, alimentadas por fotos, vídeos e relatos espontâneos dos visitantes.

“Essas ativações ultrapassaram os limites da tela. Elas conectaram o universo de Twin Peaks a novos públicos e a diferentes áreas criativas, como moda, astrologia, música e estética urbana”, afirma Nathalia Montecristo, gerente sênior de marketing da MUBI. “Estabelecemos parcerias com influenciadores que compartilham dessa linguagem, tornando a experiência ainda mais autêntica e ampla.”

Além do mural e da experiência gastronômica, a MUBI promoveu uma sessão especial no Cine Marquise, em São Paulo, no dia 4 de junho. O cinema foi ambientado como a enigmática Red Room, e os espectadores puderam assistir aos dois primeiros episódios da série original de 1990, saboreando coquetéis temáticos como o Espresso Martini, homenagem ao apreço do personagem principal por café forte e boas conversas.

Segundo Nathalia, as ações reforçam a proposta da MUBI de “ressignificar o ato de assistir”, transformando o consumo de séries e filmes em experiências mais sensoriais, coletivas e afetivas. “Twin Peaks tem essa potência: ela instiga o espectador, mas também o envolve em uma estética única. Conectar isso ao mundo real é uma forma de prolongar o impacto da obra e criar novas possibilidades de engajamento”, completa.

Em meio a um universo de streaming cada vez mais competitivo, a estratégia da MUBI se diferencia justamente por transformar curadoria em vivência. E Twin Peaks, com toda sua atmosfera onírica, personagens intrigantes e narrativa não linear, é o veículo ideal para esse tipo de imersão.

No Brasil, o sucesso da série reafirma que, mesmo 35 anos depois, o mistério ainda nos atrai. A cidade fictícia pode estar nos Estados Unidos, mas o coração dos fãs — ao que tudo indica — bate aqui, entre cafés fortes, cerejas vermelhas e cortinas de veludo.

Crítica – A Grande Inundação é um ensaio sensível sobre tecnologia e a fragilidade humana

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A Grande Inundação é um filme que não se contenta em contar uma história linear ou oferecer respostas fáceis. A obra aposta em uma narrativa densa, carregada de simbolismos e reflexões, que se desdobra como um estudo sobre as relações humanas em um mundo cada vez mais mediado pela tecnologia. Com uma abordagem ambiciosa, o longa se lança sem receios em temas existenciais e contemporâneos, buscando compreender o papel do afeto, da consciência e da empatia em uma sociedade que avança rapidamente rumo à automação emocional.

Desde seus primeiros minutos, o filme estabelece um tom contemplativo. A narrativa se constrói com ritmo deliberadamente cadenciado, convidando o espectador a observar, mais do que simplesmente acompanhar. Essa escolha pode afastar parte do público acostumado a estruturas tradicionais, mas se revela coerente com a proposta da obra, que exige atenção, paciência e envolvimento emocional. A Grande Inundação não se explica por completo; ele sugere, provoca e instiga.

No centro da trama está a tentativa de compreender o que nos define enquanto seres humanos quando até mesmo sentimentos, decisões e memórias passam a ser atravessados pela inteligência artificial. O filme não trata a tecnologia como vilã nem como solução definitiva. Pelo contrário, apresenta a IA como um reflexo de nossas próprias contradições, desejos e limites. Ao atribuir às máquinas a capacidade de aprender, interpretar e até simular emoções, o longa levanta questionamentos inquietantes sobre autenticidade, livre-arbítrio e a natureza do amor.

Um dos grandes méritos de A Grande Inundação está em sua recusa a simplificar o afeto humano. O amor, aqui, não é apresentado como algo romântico ou idealizado, mas como uma força complexa, muitas vezes contraditória, difícil de definir e ainda mais difícil de controlar. Em um mundo onde algoritmos tentam prever comportamentos e decisões, o filme reforça a ideia de que o amor permanece como um território instável, imprevisível e profundamente humano. É justamente essa imprevisibilidade que o torna essencial para dar sentido à existência.

As relações entre os personagens são construídas com cuidado e densidade emocional. Os diálogos evitam explicações didáticas e optam por silêncios, olhares e ações sutis, que revelam conflitos internos e dilemas morais. Cada interação carrega camadas de significado, funcionando como extensão das questões centrais do filme. A conexão entre humanos e sistemas artificiais, por exemplo, nunca é tratada como uma curiosidade futurista, mas como uma consequência direta de uma sociedade que busca conforto, controle e pertencimento.

Do ponto de vista técnico, o longa-metragem se apoia em uma direção segura e consciente de sua proposta. A mise-en-scène valoriza espaços amplos e, ao mesmo tempo, opressivos, sugerindo um mundo à beira do colapso emocional e ético. A fotografia contribui para essa sensação, com escolhas de iluminação que reforçam o contraste entre o frio da tecnologia e a fragilidade das emoções humanas. A trilha sonora surge de forma discreta, mas eficaz, acompanhando os momentos mais introspectivos sem manipular a emoção do espectador.

O roteiro demonstra maturidade ao articular debates complexos sem recorrer a discursos explicativos. A inteligência artificial é discutida a partir de suas implicações sociais e filosóficas, e não apenas como ferramenta narrativa. O filme questiona até que ponto delegar decisões às máquinas pode esvaziar a experiência humana e se, ao fazer isso, não estamos abrindo mão de aspectos fundamentais da nossa identidade. Ainda assim, evita um tom alarmista, reconhecendo que a tecnologia também nasce do desejo humano de compreender e melhorar o mundo.

É importante destacar que A Grande Inundação não busca consenso. Sua estrutura aberta e suas escolhas narrativas deixam espaço para interpretações diversas, o que pode gerar leituras distintas sobre suas mensagens. Essa ambiguidade é parte essencial da experiência proposta. O filme entende que respostas definitivas não existem quando se trata de sentimentos, ética e futuro, e transforma essa incerteza em motor dramático.

No panorama atual do cinema, marcado por produções cada vez mais orientadas ao consumo rápido, o filme se destaca por sua coragem em desacelerar e provocar reflexão. Trata-se de uma obra que exige envolvimento intelectual e emocional, oferecendo em troca uma experiência que permanece com o espectador após os créditos finais. Ao abordar a inteligência artificial não como um fim em si, mas como um espelho das nossas próprias escolhas, o filme reafirma a centralidade do afeto e da empatia em um mundo em constante transformação.

Terra da Padroeira 27/04/2025: Programa recebe a dupla Zé Henrique & Gabriel

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Neste domingo (27/4), a partir das 9h, o programa “Terra da Padroeira”, da TV Aparecida, promete uma manhã de muita música boa, emoção e homenagens inesquecíveis. Sob o comando de Kleber Oliveira, Menino da Porteira e Tonho Prado, o palco se transforma em um verdadeiro encontro de gerações da música sertaneja, celebrando a tradição e o talento dos nossos artistas.

E para deixar a edição ainda mais especial, o quadro “Na Estrada” trará uma emocionante retrospectiva da carreira de Tião Carreiro, considerado um dos grandes mestres da música de raiz. O público vai relembrar sucessos que marcaram época e continuam encantando gerações de fãs do sertanejo autêntico.

Atrações imperdíveis

Abrindo as apresentações, a consagrada dupla Zé Henrique & Gabriel retorna com força total. Formada por João Rodrigues (Zé Henrique), natural de Rondonópolis (MT), e Odailton (Gabriel), de Formoso (GO), eles começaram sua trajetória juntos em 1996, conquistando o público com músicas românticas e letras que falam diretamente ao coração. Ao longo dos anos, lançaram diversos CDs e DVDs de sucesso, solidificando seu espaço no cenário sertanejo. Após uma pausa na parceria em 2018, para projetos individuais, a dupla emocionou os fãs ao anunciar, em janeiro de 2024, sua reunião, trazendo de volta a formação original e a essência que os consagrou.

Outra grande atração do programa será a dupla Mogiano & Mogianinho, ícones da música caipira tradicional. A trajetória desses dois irmãos começou em 1957, quando, ainda adolescentes, se apresentavam como Irmãos Moreno. Mais tarde, adotaram o nome artístico em homenagem a sua terra natal, Mogi Mirim (SP). Com muito talento, conquistaram espaço em rádios, programas de TV e até no cinema, além de realizarem turnês ao lado da lendária dupla Tonico e Tinoco. Ao longo da carreira, lançaram 10 discos e um álbum especial em homenagem aos seus ídolos. Canções como “Dois Morenos”, “A Caminho do Sucesso” e “Minha Terra” são parte do legado que deixaram para a música brasileira.

A juventude e o talento de Carol Villa também estarão no palco. A cantora, natural de Vinhedo (SP), começou sua trajetória artística ainda criança, cantando na igreja e incentivada pela família. Hoje, com muito carisma e voz marcante, ela conquista seu espaço na música sertaneja. Seu primeiro single, “Se Não Me Assumiu”, feito em parceria com as cantoras Rayane & Rafaela e com o produtor Kito, já vem ganhando destaque e promete emocionar ainda mais o público com sua autenticidade.

O programa também receberá a dupla João Vitor & Gabriel, de Botucatu (SP), que levará ao palco o som alegre e envolvente do pagode de viola e de clássicos da música caipira, mantendo viva a tradição das rodas de viola e do sertanejo raiz.

E para completar essa manhã de festa, Cristiano Viola — violeiro e compositor apaixonado pelas raízes da música brasileira — traz todo o sentimento e a técnica no dedilhar da viola caipira, garantindo momentos de pura emoção e nostalgia.


“Terra da Padroeira” é mais do que um programa: é um verdadeiro encontro entre gerações, estilos e emoções, celebrando a riqueza da música sertaneja em todas as suas vertentes.

Não perca!
📅 Domingo, 27 de abril
🕘 Às 9h da manhã
📺 Na TV Aparecida

Resumo da novela Roque Santeiro de sábado, 03/05 (Viva)

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Abaixo, confira o resumo da novela Roque Santeiro do capítulo 166 – sábado, 03 de maio de 2025

A violência dá o tom desse capítulo tenso e doloroso. Matilde, cansada das chantagens e da manipulação de Ronaldo, finalmente toma uma atitude firme e diz um sonoro “não” quando ele aparece mais uma vez pedindo dinheiro. Mas a coragem dela acaba desencadeando o pior: transtornado e sem controle, Ronaldo parte pra cima e agride Matilde covardemente.

O momento é brutal e revoltante. Vizinhos ouvem os gritos e acionam a polícia, que chega a tempo de flagrar Ronaldo em plena agressão. Ele é preso na hora, algemado diante de todos, sem conseguir escapar da consequência de seus atos. Matilde, machucada física e emocionalmente, é amparada, mas o trauma da violência deixa marcas profundas.

Enquanto isso, em outro canto da cidade, o coração do Padre Albano vive um conflito daqueles. Cada vez mais envolvido por Tânia e os sentimentos que crescem dentro dele, o padre se vê dividido entre sua vocação religiosa e o desejo que insiste em falar mais alto. Sem saber o que fazer, ele se refugia na fé: reza, quase desesperado, pedindo forças para esquecer Tânia e manter-se fiel aos seus votos. Mas no fundo, ele sabe — não vai ser fácil abrir mão desse amor proibido.

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