Cara de Um, Focinho de Outro | Animação da Pixar se aproxima de US$ 250 milhões e registra forte desempenho nas bilheterias globais

0

A animação Cara de Um, Focinho de Outro mantém trajetória consistente nos cinemas e caminha para ultrapassar a marca de US$ 250 milhões em arrecadação mundial. Até o momento, o longa acumula US$ 242,6 milhões, impulsionado por um desempenho sólido em seu terceiro fim de semana de exibição, tanto no mercado doméstico quanto no internacional.

Nos Estados Unidos, o filme adicionou US$ 18 milhões à sua bilheteria nos últimos três dias, alcançando a segunda maior arrecadação para um terceiro fim de semana de uma animação original em mais de uma década. O resultado indica estabilidade na demanda do público e reforça o bom desempenho do título após a estreia. Em mercados internacionais, a produção somou mais US$ 34,2 milhões, registrando crescimento de 10,3% em relação à semana anterior, movimento impulsionado principalmente pelas estreias recentes na China e em Taiwan.

Produzido pela Pixar em parceria com a Walt Disney Pictures, o longa foi desenvolvido com orçamento estimado em US$ 150 milhões, sem considerar os investimentos em marketing. Diante do ritmo atual, a expectativa do mercado é de que a animação ultrapasse nos próximos dias a bilheteria global de Wish: O Poder dos Desejos, ampliando sua relevância no portfólio recente do estúdio.

Dirigido por Daniel Chong, o filme aposta em uma narrativa que combina ficção científica, comédia e aventura. A história acompanha Mabel Tanaka, jovem que utiliza uma tecnologia experimental capaz de transferir sua consciência para um corpo mecânico. Ao assumir a forma de um castor robótico, a personagem passa a interagir com animais com o objetivo de impedir a destruição de um habitat natural ameaçado por interesses humanos.

O elenco de vozes reúne nomes como Piper Curda, Bobby Moynihan, Jon Hamm, Kathy Najimy e Dave Franco. A trilha sonora é assinada por Mark Mothersbaugh, em sua primeira colaboração em um longa-metragem do estúdio.

O projeto teve início em 2020, quando Daniel Chong retornou à Pixar para desenvolver uma história original. Inicialmente concebido com outra abordagem, o conceito foi reformulado ao longo da produção até chegar à proposta atual, centrada na relação entre humanos, tecnologia e meio ambiente. O título original, “Hoppers”, foi anunciado em 2024 durante o evento D23, voltado a novidades da indústria do entretenimento.

A estreia oficial ocorreu no El Capitan Theatre, em fevereiro de 2026, seguida pelo lançamento comercial nos cinemas norte-americanos em março. Desde então, o filme tem recebido avaliações majoritariamente positivas da crítica, com destaque para a criatividade da proposta e a abordagem de temas ambientais dentro de uma estrutura acessível ao grande público.

O Valor Absoluto do Amor | Quando estreiam os episódios 9 e 10? Veja o calendário completo

0

O dorama sul-coreano O Valor Absoluto do Amor segue avançando em sua exibição e conquistando o público com uma proposta criativa que foge dos padrões tradicionais do gênero. Misturando romance, comédia e elementos de fantasia leve, a série constrói uma narrativa centrada em imaginação, desejos e as consequências inesperadas de transformar ideias em histórias.

Quando estreiam os episódios 9 e 10?

A próxima leva de episódios já tem data definida e chega ao streaming no dia 8 de maio de 2026. A nova etapa da história deve dar continuidade direta aos acontecimentos mais recentes, aprofundando as conexões entre os personagens e ampliando as situações que colocam a protagonista em dilemas cada vez mais complexos.

EpisódiosData de estreia
Episódios 1 a 4Já disponíveis
Episódios 5 e 6Já disponíveis
Episódios 7 e 8Já disponíveis
Episódios 9 e 108 de maio
Episódios 11 e 1215 de maio
Episódios 13 e 1422 de maio
Episódios 15 e 1629 de maio (final)

Qual é a história de O Valor Absoluto do Amor?

A trama acompanha Yeo Eui-ju, uma estudante do ensino médio que leva uma rotina aparentemente comum, mas guarda um segredo importante. Fora da escola, ela se dedica a escrever histórias do gênero BL, publicadas como web novels. Apesar da dedicação, seus textos quase não recebem atenção, o que reforça sua frustração e o desejo de alcançar reconhecimento.

A vida da jovem muda quando novos professores chegam à escola e passam a ocupar um espaço inesperado em seu cotidiano. Com personalidades marcantes e estilos distintos, eles rapidamente se tornam inspiração direta para suas histórias. O que começa como um exercício criativo passa a se misturar com a realidade, criando situações curiosas, desconfortáveis e, em alguns momentos, emocionalmente intensas.

A narrativa explora justamente esse cruzamento entre ficção e vida real. Ao ver suas ideias ganhando ecos no mundo à sua volta, Eui-ju precisa lidar com sentimentos que vão além da imaginação, enfrentando inseguranças, expectativas e descobertas pessoais.

Quem faz parte do elenco?

A protagonista é interpretada por Kim Hyang-gi, que assume o papel central da estudante sonhadora e criativa. Ao lado dela está Cha Hak-yeon, que traz experiência tanto na atuação quanto na música, ajudando a construir um dos personagens mais importantes da narrativa. O time também conta com Kim Jae-hyun, além de Son Jeong-hyeok e Kim Dong-gyu, que completam o grupo de professores que movimenta a história.

Quem está por trás da produção?

O desenvolvimento do dorama fica por conta da roteirista Lee Min-joo, responsável por estruturar a narrativa que mistura fantasia e cotidiano escolar. A direção é assinada por Lee Tae-gon, em parceria com Kim Jun-hyung, formando uma equipe que já possui experiência em produções televisivas de destaque.

A série é produzida pelas empresas Good Wave Inc. e Borderless Film, com coprodução da Mediacorp, o que contribui para ampliar sua distribuição e alcance internacional.

Por que o dorama tem chamado atenção?

Um dos principais diferenciais da série está na forma como ela aborda o universo das web novels e da cultura BL dentro de uma narrativa acessível e envolvente. Ao apresentar uma protagonista que cria histórias e passa a vivenciar reflexos delas na realidade, o dorama constrói uma metáfora interessante sobre imaginação, desejo e identidade.

Além disso, o tom leve não impede que a trama explore temas relevantes, como insegurança criativa, busca por reconhecimento e amadurecimento emocional. Essa combinação tem ajudado a série a se destacar entre outras produções do gênero, especialmente entre o público jovem.

Saiba qual filme vai passar na Super Tela 19/08/2023

0
Foto: Reprodução/ Internet

No próximo dia 19/08/2023, sábado, prepare-se para uma emocionante noite de ação e aventura na “Super Tela”, pois a Record traz para você o eletrizante filme “Coração de Cavaleiro”, originalmente intitulado “A Knights Tale”.

Com um elenco estelar composto por talentos como Heath Ledger, Mark Addy, Rufus Sewell, Shannyn Sossamon, Paul Bettany e Laura Fraser, essa produção promete surpreender e cativar o público. Distribuído pela renomada Sony Pictures, o filme traz uma narrativa repleta de emoção e reviravoltas.

A trama gira em torno do destemido jovem William, interpretado magistralmente por Heath Ledger, que se vê diante de uma jornada épica após a morte repentina de seu mestre. Determinado a honrar o legado de seu mentor, William toma a ousada decisão de substituí-lo em uma competição de combates com lanças, desafiando as expectativas e lançando-se em um mundo de desafios.

Movido por uma coragem inabalável e um espírito indomável, William mergulha de cabeça em um treinamento árduo e implacável, superando obstáculos e limites para se tornar um verdadeiro cavaleiro. Ao longo de sua jornada, ele conquista a amizade e o apoio de figuras marcantes, como Chauncer, um escritor vivido por Paul Bettany, que contribui de maneira única para a jornada de William.

Um dos elementos cativantes da trama é a trama de Chauncer, que forja uma árvore genealógica nobre para o jovem cavaleiro. Essa trama secundária adiciona camadas de complexidade e intriga à história, revelando as artimanhas e estratégias que William e seus aliados empregam para alcançar a grandiosidade em um mundo repleto de desafios e rivalidades.

Com cenários deslumbrantes, ação de tirar o fôlego e atuações emocionantes, “Coração de Cavaleiro” é muito mais do que um simples filme de ação. É uma jornada de autodescoberta, superação e amizade, repleta de momentos emocionantes e reviravoltas surpreendentes que manterão você na ponta da cadeira do início ao fim.

Então, marque na sua agenda: dia 19 de agosto, na “Super Tela” da Record, a aventura épica de “Coração de Cavaleiro” vai invadir a sua tela e levar você a uma viagem inesquecível através da bravura, da paixão e do espírito destemido de um jovem determinado a deixar sua marca na história.

Saiba quais filmes vão passar na Sessão da Tarde (11/08 a 15/08)

0
Foto: Reprodução/ Internet
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda, 11 de agosto, a Sessão da Tarde promete transportar o público para um reino sombrio, mágico e visualmente deslumbrante com a exibição de Branca de Neve e o Caçador (2012), uma das releituras mais ousadas e épicas do conto que atravessou séculos: a história da princesa que enfrentou a inveja de uma rainha obcecada por juventude e beleza. Mas aqui, esqueça as maçãs encantadas, os passarinhos cantando e os anões simpáticos cantando “Heigh-Ho”. O que o filme dirigido por Rupert Sanders entrega é bem diferente: uma narrativa cheia de densidade, ação, batalhas grandiosas e uma Branca de Neve muito mais guerreira do que donzela.

Quando a fantasia ganha músculos

Inspirado no conto clássico dos Irmãos Grimm, o filme reimagina a lenda com uma roupagem mais sombria e épica, quase como se tivesse saído do universo de “O Senhor dos Anéis”. Em vez de uma jovem delicada que espera por um príncipe encantado, temos uma heroína que sobrevive a uma infância encarcerada, enfrenta uma bruxa poderosa e lidera um exército — tudo isso com coragem, escudo e espada. Kristen Stewart, conhecida à época por seu papel em “Crepúsculo”, assume o protagonismo com uma Branca de Neve introspectiva, mas determinada. Seu olhar não é de quem espera ser salva, e sim de quem sabe que, para reconquistar seu reino, terá que lutar com as próprias mãos. Ao lado dela, surge o Caçador Eric, vivido por um carismático e bruto Chris Hemsworth, ainda embalado pelo sucesso de “Thor”. Inicialmente contratado pela rainha para capturar a jovem fugitiva, Eric logo percebe que está do lado errado da história — e se torna seu aliado mais leal.

Uma Rainha feita para brilhar — e aterrorizar

Mas se há um nome que rouba todas as atenções no longa, ele atende por Charlize Theron. A atriz sul-africana dá vida à Rainha Ravenna, uma vilã grandiosa, trágica e sedutora, movida pelo medo da decadência. Obcecada por permanecer jovem e bela para sempre, ela se alimenta literalmente da força vital de outras mulheres, enquanto observa o espelho mágico em busca de respostas que a tranquilizem. A atuação de Theron é uma força da natureza — elegante e cruel, frágil e monstruosa. Seu grito de desespero ao perceber que Branca de Neve ameaça sua supremacia estética é mais que uma explosão de vaidade: é o reflexo de uma mulher que teme desaparecer.

A estética que encanta (e assusta)

Desde as primeiras cenas, o visual do filme impressiona. Florestas encantadas, criaturas mágicas, castelos imponentes e figurinos detalhados criam uma atmosfera envolvente que transita entre o sombrio e o poético. O trabalho da figurinista Colleen Atwood (vencedora de três Oscars) é um espetáculo à parte — tanto que o filme foi indicado ao Oscar de Melhor Figurino e Melhores Efeitos Visuais em 2013. A floresta, por exemplo, não é apenas pano de fundo: ela respira, muda de forma e até assusta. É ali que o Caçador encontra Branca de Neve pela primeira vez, e é também onde o espectador percebe que a jornada da jovem princesa será tudo, menos leve.

Sete anões, mas com alma de guerreiros

Se no conto original os anões eram mais próximos de figuras cômicas, aqui eles aparecem com gravidade e propósito. Interpretados por atores consagrados como Bob Hoskins, Nick Frost, Ian McShane, Ray Winstone e outros nomes britânicos do teatro e do cinema, os sete anões formam um grupo de exilados que, apesar da desilusão com o mundo, ainda acreditam na esperança de um futuro melhor. Com vozes roucas, cicatrizes e histórias de lutas, eles se tornam parte essencial do plano para recuperar o trono e trazer de volta a luz ao reino. São eles que ajudam Branca a lembrar quem ela realmente é — e o que precisa fazer.

Uma produção com cara de desafio

A jornada para transformar essa releitura sombria em um blockbuster de verdade começou em 2010, quando a Universal Pictures iniciou o desenvolvimento do projeto em resposta direta à produção de “Mirror Mirror” (a versão mais colorida e infantil da história, com Julia Roberts como Rainha Má). Para se destacar, os produtores de “Branca de Neve e o Caçador” optaram por um tom mais adulto, denso e visualmente cinematográfico — algo como um conto de fadas com alma de épico medieval. Rupert Sanders, então um estreante em longas-metragens, assumiu a direção com ousadia. E mesmo com críticas divididas, conseguiu entregar um filme visualmente marcante e com ritmo envolvente.

Um elenco que quase foi bem diferente

A escolha do elenco foi, por si só, uma epopeia. Para o papel de Branca de Neve, várias atrizes foram cogitadas — de Dakota Fanning a Alicia Vikander. Mas foi Kristen Stewart quem ficou com o papel após uma série de rumores e confirmações via redes sociais do produtor Palak Patel. No papel do Caçador, antes de Chris Hemsworth, nomes como Johnny Depp, Viggo Mortensen, Tom Hardy e até Hugh Jackman foram sondados. Todos recusaram. Foi então que Hemsworth, já em ascensão por conta de Thor, aceitou o desafio e deu um peso físico e emocional ao personagem. Já a escolha de Charlize Theron para viver Ravenna foi certeira desde o início. Antes dela, nomes como Angelina Jolie e Winona Ryder chegaram a ser cogitados — mas é difícil imaginar qualquer outra atriz naquele papel depois do resultado final.

O que a crítica falou?

Alguns críticos elogiaram a ousadia estética, as atuações (especialmente a de Theron) e o tom sombrio, enquanto outros apontaram falhas de ritmo e de desenvolvimento de personagens. Ainda assim, o filme foi um relativo sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 396 milhões no mundo todo. O suficiente para garantir não só uma sequência — “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) — como também para transformar a produção em um marco dessa nova onda de contos de fadas reformulados para o público adulto.

Foto: Reprodução/ Internet

Na terça, 12 de agosto, a TV Globo convida você para uma verdadeira viagem emocional ao lado de um dos cachorros mais adoráveis e atrapalhados do cinema: Marley, o labrador que mudou para sempre a vida do casal John e Jenny Grogan no filme “Marley & Eu” (Marley & Me, 2008). Mais do que uma simples história sobre um cãozinho levado, o filme dirigido por David Frankel e estrelado por Owen Wilson e Jennifer Aniston é uma celebração sincera, divertida e tocante sobre a família, as pequenas confusões do dia a dia e o amor incondicional que só um pet pode ensinar.

Um cão que não cabe em si mesmo — e no sofá também

Quem já teve um cachorro em casa sabe que nem sempre é fácil lidar com toda a energia, a destruição e as peripécias que eles aprontam. Marley, porém, eleva isso a outro nível. Desde filhote, ele mostra que sua rotina será de muitas travessuras: derruba móveis, desarruma a casa, foge, late alto e é praticamente impossível de treinar — mesmo nas aulas de obediência. E é justamente essa personalidade explosiva que conquista corações, porque Marley é aquele caos adorável que transforma uma casa comum em um lar cheio de vida.

John e Jenny: um casal que aprende a amar junto com Marley

Owen Wilson e Jennifer Aniston dão vida aos Grogan, um jovem casal recém-casado que, após deixar o rigoroso inverno de Michigan para trás, recomeça a vida em Miami. Enquanto Jenny brilha como jornalista em um grande jornal, John se sente preso em uma rotina monótona, escrevendo obituários e artigos curtos. Quando decidem testar se estão prontos para serem pais, um amigo sugere a adoção de um cachorro — e aí entra Marley, com sua pelagem dourada, orelhas desengonçadas e um coração gigante. O que começa como uma experiência para preparar a chegada de um bebê vira uma lição de vida. Marley não só desafia a paciência dos dois, como também os ensina sobre responsabilidade, companheirismo e o verdadeiro significado de família.

Entre risadas e lágrimas

“Marley & Eu” tem aquele equilíbrio perfeito entre comédia e drama, conseguindo arrancar gargalhadas nas cenas de maior confusão — como a destruição do jardim ou a fuga em meio a um trânsito caótico — e emoções profundas quando o filme aborda temas como perda, amadurecimento e os ciclos da vida. É impossível assistir ao filme sem se lembrar de um pet querido, da alegria que ele trouxe e das lições que só um amigo tão fiel pode ensinar. A relação de Marley com a família Grogan é cheia de altos e baixos, mas sempre marcada por muito amor.

Uma produção recheada de detalhes especiais

Para dar vida a esse personagem tão especial, o filme contou com 22 cães labradores diferentes — que se revezaram para interpretar Marley em suas várias fases, do filhote à velhice. Esse cuidado nos bastidores mostra a dedicação da produção em trazer veracidade e emoção para a tela. As filmagens aconteceram em vários lugares dos Estados Unidos, como Flórida e Pensilvânia, e também na Irlanda, onde foi gravada a lua de mel do casal, em um cenário encantador e romântico. A trilha sonora, assinada por Theodore Shapiro, complementa com maestria os momentos de humor e sensibilidade, reforçando o tom acolhedor e familiar do longa.

O elenco que faz tudo parecer real

Além da química perfeita entre Owen Wilson e Jennifer Aniston, o elenco de apoio é composto por nomes como Eric Dane no papel do amigo Sebastian e Alan Arkin como Arnie Klein, o editor do jornal onde John trabalha. A dublagem brasileira, por sua vez, mantém a naturalidade e o humor do original, com vozes que transmitem muito bem a espontaneidade dos personagens e a relação única entre Marley e sua família.

O sucesso que atravessou gerações

Lançado em 2008, o longa foi um sucesso de bilheteria, arrecadando cerca de US$ 247 milhões mundialmente — e conquistando um público que se identifica com a mistura de comédia, drama e sentimento. O filme, baseado no livro autobiográfico de John Grogan, foi responsável por popularizar ainda mais a relação entre humanos e seus pets no cinema, inspirando inclusive uma prequela, Marley & Me: The Puppy Years (2011).

Foto: Reprodução/ Internet

Na quarta, 13 de agosto, a Sessão da Tarde apresenta uma comédia leve, divertida e cheia de momentos em família: Um Tio Quase Perfeito 2 (2021). O longa brasileiro, estrelado por Marcus Majella, retorna para contar as novas trapalhadas do carismático Tony, que agora encara um inesperado rival — e futuro cunhado — na disputa pelo afeto dos sobrinhos. Se você gosta de filmes que misturam humor inocente, confusões do cotidiano e aquele calor gostoso da família unida, essa é a pedida certa para a tarde de quarta.

Tony, o tio que todo mundo queria ter (ou não…)

Depois de largar a vida de trambiqueiro, Tony tenta ser o tio ideal para seus sobrinhos Patrícia, Valentina e João, que o adoram — e não é para menos. Com sua personalidade divertida, jeito atrapalhado e um coração enorme, ele conquistou seu espaço na família. Mas a chegada de Beto (Danton Mello), o novo namorado da irmã Ângela (Letícia Isnard), vira tudo de cabeça para baixo. Encantando os pequenos, Beto se torna uma espécie de concorrente inesperado na atenção que antes era toda do tio Tony.

A guerra dos titãs… familiares

Cioso do seu posto de tio favorito, Tony não mede esforços para provar que Beto não é bem-vindo. Entre planos mirabolantes e armadilhas cheias de confusão — e, claro, muito bom humor —, ele tenta de tudo para desbancar o rival, contando até com a ajuda dos sobrinhos para armar suas estratégias. Mas, no meio de tantas confusões, o filme também fala de aceitação, amor e a complexidade das relações familiares. Porque, no fundo, nem Tony nem Beto querem outra coisa senão fazer parte dessa família.

Um elenco que transborda carisma

Com direção de Pedro Antônio Paes, o filme conta com a presença marcante de Marcus Majella, que reafirma sua habilidade para a comédia leve e acessível. Além dele, o elenco traz rostos conhecidos como Danton Mello, Letícia Isnard e Ana Lúcia Torre. As crianças, Julia Svacinna, Sofia Barros e João Barreto, dão vida aos sobrinhos que tornam tudo ainda mais divertido e cheio de energia. A química entre todos os personagens ajuda a criar um clima familiar que conquista desde os pequenos até os adultos.

Sucesso nacional e reconhecimento

O filme foi um dos destaques do cinema brasileiro em 2021, arrecadando mais de R$ 1 milhão durante sua passagem pelos cinemas. Além do sucesso comercial, o filme recebeu duas indicações no Grande Otelo, uma das principais premiações do cinema nacional, nas categorias de Melhor Longa-metragem infantil e Melhor Ator Coadjuvante para Danton Mello. Trata-se de um filme que equilibra diversão e mensagem, resgatando valores familiares de forma leve, para todos os públicos.

Homenagem especial e bastidores

O longa também marcou um momento especial para o cinema nacional, sendo o último filme do ator Eduardo Galvão, que faleceu em 2020 vítima da COVID-19. Sua participação traz uma lembrança afetiva para todos que acompanharam sua carreira. A produção soube juntar uma equipe experiente com um roteiro que não perde o ritmo, garantindo uma experiência prazerosa e muito divertida para quem assiste.

Foto: Reprodução/ Internet

Na quinta, 14 de agosto, a emissora apresenta uma narrativa emocionante que toca o coração e renova a esperança: Superação: O Milagre da Fé (Breakthrough, 2019). Baseado em fatos reais, o filme dirigido por Roxann Dawson conta a jornada de uma família unida pela fé, que vive o impossível quando seu filho John é dado como morto após um grave acidente — mas a esperança da mãe Joyce se transforma em um milagre que desafia a ciência e emociona.

A fé que move montanhas

Quando John, um garoto de 14 anos, sofre um acidente brutal e entra em coma, tudo parece perdido. As chances de sobrevivência são mínimas, e a família começa a se preparar para o pior. Mas Joyce, sua mãe, segura firme na crença de que Deus pode intervir, rogando por um milagre — uma força espiritual que se transforma na luz que guia essa história inspiradora. É essa fé intensa que conduz o filme, e o modo como ela impacta médicos, amigos, e toda a comunidade que acompanha a luta de John.

Personagens que inspiram

No centro da trama, temos Chrissy Metz como Joyce Smith, a mãe devota e incansável, cuja força emocional conduz toda a narrativa. Ao seu lado, Josh Lucas vive Brian, o marido e pai adotivo, equilibrando o papel de suporte emocional e esperança. O jovem Marcel Ruiz interpreta John, cujo drama pessoal e físico nos conecta profundamente com a fragilidade e a força da vida. Já Topher Grace como Pastor Jason, traz a voz da comunidade espiritual que apoia a família, mostrando as diferentes formas de fé em ação.

Um drama cristão que alcançou corações pelo mundo

Lançado em 2019, o filme foi um sucesso modesto de bilheteria, arrecadando mais de 50 milhões de dólares mundialmente — um feito importante para um filme de temática cristã. O longa também recebeu uma indicação ao Oscar 2020 na categoria de Melhor Canção Original, pela música “I’m Standing With You”, interpretada por Chrissy Metz, que adiciona uma camada extra de emoção à história. O envolvimento do jogador de basquete Stephen Curry como produtor executivo reforça a conexão do filme com valores de superação e perseverança.

Direção e produção cuidadosas

Roxann Dawson, conhecida por seu trabalho na direção de séries e filmes com temática humana, conduz o filme com sensibilidade e respeito, sem exageros melodramáticos. A produção se preocupou em retratar a história da família Smith de forma fiel, inspirada no livro “The Impossible”, escrito por Joyce Smith com Ginger Kolbaba. As filmagens aconteceram em locações no Canadá, entre março e maio de 2018, e conseguiram captar a intimidade da casa, hospital e comunidade envolvida na recuperação de John.

A programação da Sessão da Tarde da próxima sexta-feira, dia 15, ainda não foi confirmada. Assim que a emissora divulgar, atualizaremos esta matéria.

Saiba qual filme vai passar na Tela Quente 28/08/2023

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta segunda-feira, 28/08/2023, a Tela Quente da Globo traz um filme americano que promete uma noite cheia de drama e emoção: Bom Comportamento. Lançado em 2017, o filme é dirigido pelos talentosos irmãos Benny Safdie e Josh Safdie, que também fazem parte do elenco, ao lado de nomes como Buddy Duress, Jennifer Jason Leigh e Robert Pattinson.

A trama se desenrola em um cenário carregado de tensão, onde os irmãos Connie e Nick, interpretados por Benny Safdie e Robert Pattinson, respectivamente, se veem envolvidos em um assalto audacioso que os leva a uma perigosa fuga da polícia. A situação se complica ainda mais quando Nick, que possui deficiência mental, é preso pelas autoridades, lançando Connie em uma jornada angustiante para resgatar seu irmão e protegê-lo das adversidades do mundo.

Sob a direção magistral dos Safdie, “Bom Comportamento” traz uma narrativa repleta de emoções intensas e dilemas complexos. O elenco estelar, que inclui Jennifer Jason Leigh e Buddy Duress, dá vida a personagens intrincados e envolventes, enquanto a história se desenrola por meio de reviravoltas surpreendentes e situações imprevisíveis.

Curiosidades do filme Bom Comportamento

  1. Elenco Diversificado: O elenco de “Bom Comportamento” apresenta uma combinação intrigante de atores conhecidos e novatos. Enquanto Robert Pattinson, amplamente reconhecido por seu papel na série “Crepúsculo”, assume um dos papéis principais, o próprio diretor Benny Safdie também desempenha um papel central na trama.
  2. Realismo na Filmagem: Os cineastas por trás do filme, Benny Safdie e Josh Safdie, são conhecidos por adotar uma abordagem autêntica em suas filmagens. Grande parte das cenas foi capturada nas ruas de Nova York, conferindo ao filme uma autenticidade crua e genuína.
  3. Influências do Cinema Realista: Inspirados por cineastas como John Cassavetes e os Irmãos Dardenne, os diretores Safdie aplicaram elementos do cinema realista à sua produção. Esse estilo se traduz na maneira como as cenas são filmadas, enfatizando a proximidade emocional com os personagens.
  4. Trilha Sonora Original: A trilha sonora do filme foi meticulosamente criada por Oneohtrix Point Never, também conhecido como Daniel Lopatin. Sua música contribui para a atmosfera singular do filme, complementando sua intensidade emocional.
  5. Destaque na Atuação de Robert Pattinson: A atuação de Robert Pattinson no papel de Connie foi aclamada pela crítica. Sua transformação notável em um personagem complexo e emocionalmente carregado demonstrou sua versatilidade como ator.
  6. Diálogos Espontâneos: Parte dos diálogos do filme foi improvisada, o que conferiu autenticidade e naturalidade às interações entre os personagens.
  7. Reconhecimento e Prêmios: “Bom Comportamento” foi elogiado por críticos e recebeu indicações para diversos prêmios. A atuação de Robert Pattinson, em particular, recebeu destaque em várias análises.
  8. Contribuição de Benny Safdie: Além de seu papel como co-diretor, Benny Safdie também assumiu um dos papéis principais, demonstrando sua versatilidade tanto atrás quanto à frente das câmeras.
  9. Abordagem Realista ao Crime: O filme mergulha profundamente nas consequências emocionais e práticas das ações dos personagens, oferecendo uma perspectiva realista sobre os desdobramentos de suas escolhas.
  10. Assinatura dos Irmãos Safdie: “Bom Comportamento” reflete a marca distintiva dos irmãos Safdie, com sua narrativa crua, personagens complexos e uma abordagem única ao gênero do crime.

Que horas vai passar a Tela Quente?

Não perca a exibição deste filme marcante na Tela Quente, agendada para as 23h00, logo após a novela Terra e Paixão. Prepare-se para uma experiência cinematográfica que explorará temas de sacrifício, lealdade e até onde se está disposto a ir para proteger aqueles que amamos. Bom Comportamento certamente proporcionará uma noite de entretenimento emocionante e cativante, com atuações memoráveis e uma história que tocará profundamente os espectadores.

A Noiva do Ano | Comédia romântica da Netflix transforma concurso de casamento em disputa marcada por vingança

0

A Netflix adicionou ao catálogo a produção sul-africana A Noiva do Ano, filme que utiliza o universo dos casamentos para construir uma história sobre frustração afetiva, exposição social e tentativas impulsivas de reconstrução pessoal. Dirigido por Joshua Rous, o longa acompanha uma mulher que decide entrar em um concurso matrimonial logo depois de ver desmoronar a vida que imaginava construir.

A trama gira em torno de Lienkie, personagem interpretada por Carine Rous, que passa por uma ruptura capaz de alterar completamente a maneira como ela enxerga o próprio futuro. O fim do relacionamento não representa apenas uma separação amorosa, mas também a perda de um projeto de vida que envolvia estabilidade familiar e planos compartilhados.

Em vez de se afastar do ambiente ligado a casamentos, a protagonista faz exatamente o contrário: mergulha nesse universo ao entrar no concurso “Noiva do Ano”, competição que rapidamente deixa de ser apenas um evento social e passa a funcionar como extensão direta de seus conflitos pessoais.

Como o concurso se transforma no centro da história?

A participação de Lienkie no concurso nasce inicialmente como uma reação ao fracasso emocional que enfrenta. O que parecia apenas uma tentativa impulsiva de recuperar autoestima logo se converte em uma disputa carregada de orgulho, exposição pública e desejo de atingir pessoas ligadas ao seu passado.

Dentro da competição, o casamento deixa de ser tratado apenas como celebração romântica e passa a representar status, validação social e reconhecimento. Cada etapa do concurso aproxima a protagonista de situações que misturam rivalidade, pressão emocional e necessidade constante de manter aparências.

O ambiente competitivo também obriga Lienkie a circular entre pessoas que enxergam o casamento quase como espetáculo, criando situações em que sentimentos reais convivem com interesses pessoais, vaidade e jogos sociais.

Quem aparece no elenco principal?

Carine Rous conduz a narrativa como Lienkie, personagem que alterna momentos de vulnerabilidade com decisões tomadas por impulso ao longo da competição.

Ao redor dela, o filme reúne nomes conhecidos do cinema sul-africano, como Armand Aucamp e Bouwer Bosch, que participam diretamente dos conflitos que cercam a protagonista durante o concurso. Laura-Lee Mostert também integra o núcleo central da trama, ajudando a ampliar as tensões dentro desse ambiente marcado por disputas de imagem e relações instáveis.

O elenco ainda inclui Terence Bridgett, Mila-Sofi Clasen, Tobie Cronje, Hanli Rolfes, Woutrine Theron e Lisa Tredoux em personagens conectados ao círculo social e familiar que acompanha a trajetória de Lienkie.

O que diferencia o filme de romances mais tradicionais?

A narrativa evita seguir o formato clássico centrado apenas na busca por um novo relacionamento. Em vez disso, o roteiro utiliza o cenário dos casamentos para discutir expectativa social, orgulho ferido e a necessidade de reafirmação depois de uma ruptura pública.

Lienkie não entra no concurso movida por sonhos românticos tradicionais. Sua motivação está ligada à tentativa de reorganizar a própria imagem depois de perder aquilo que acreditava ser o caminho definitivo para sua vida pessoal.

Essa escolha faz o filme caminhar por situações desconfortáveis, onde a personagem frequentemente transforma insegurança em comportamento competitivo. O humor surge justamente dessas reações exageradas, dos encontros constrangedores e das consequências provocadas pelas atitudes impulsivas da protagonista.

Como o filme trabalha os conflitos emocionais da protagonista?

Mesmo estruturado como comédia romântica, o longa constrói a trajetória de Lienkie a partir de desgaste emocional constante. O concurso funciona quase como um reflexo externo de tudo que ela tenta esconder depois do fim do relacionamento.

Ao longo da história, a personagem precisa enfrentar não apenas pessoas ligadas ao passado, mas também a percepção de que muitas de suas decisões são guiadas por ressentimento e necessidade de provar algo para os outros.

O roteiro evita transformar a protagonista em alguém completamente equilibrada ou idealizada. Em vários momentos, ela toma decisões precipitadas, cria situações desconfortáveis e se envolve em conflitos que acabam ampliando ainda mais o caos emocional ao redor dela.

Quem dirige a produção sul-africana?

O filme é dirigido e roteirizado por Joshua Rous, que conduz a narrativa mantendo foco quase total na perspectiva da protagonista. A câmera acompanha Lienkie dentro de um ambiente onde casamentos, festas e aparências sociais se misturam continuamente com frustração e disputa emocional.

Com duração de 98 minutos, A Noiva do Ano organiza sua narrativa em torno dessa combinação entre humor, constrangimento e relações afetivas atravessadas por orgulho e exposição pública.

Resumo semanal A Viagem 23/07/2024 a 27/07/2024

0
Foto: Reprodução/ Internet

Acompanhe o resumo dos episódios da emocionante novela A Viagem, veiculada no Canal Viva. As reviravoltas e os dramas dos personagens continuam a cativar os telespectadores, oferecendo momentos intensos de amor, conflito e redescoberta.

No capítulo de terça, 23 de julho –

Bia (Fernanda Rodrigues) desabafa com sua mãe, revelando que sente que só encontrará a verdadeira felicidade quando seus pais estiverem juntos novamente. Sua frustração é evidente, e ela expressa o desejo profundo de ver a família reunida, acreditando que isso é a chave para sua plenitude. Enquanto isso, Lisa (Andréa Beltrão) enfrenta um dia marcante ao ministrar sua primeira aula no curso de beleza que ela está comandando. Ela está animada e nervosa, tentando se mostrar confiante diante de seus alunos, mas é visível a pressão e o desejo de que tudo saia perfeito. Téo (Maurício Mattar) decide celebrar o aniversário de sua namorada com um jantar especial em um restaurante sofisticado. No entanto, o que deveria ser uma noite romântica toma um rumo inesperado quando eles se deparam com Otávio (Antonio Fagundes) e Diná (Christiane Torloni), um casal que Téo tem uma relação complicada. A tensão entre Téo e Otávio rapidamente escala, e uma discussão acalorada começa, transformando a celebração em um campo de batalha emocional. Após o tumulto, Lisa confronta Téo sobre seus sentimentos, dizendo-lhe abertamente que ela acredita que ele ainda nutre sentimentos pela ex-namorada. Ela expressa sua insatisfação pelo fato de o aniversário dela ter se tornado um fiasco devido a essa situação, deixando claro o quanto isso a magoou. Em um momento de vulnerabilidade, Lisa busca apoio em Carmem (Suzy Rêgo). Ela desabafa sobre a necessidade urgente de encontrar forças para apoiar Téo em meio às suas turbulências emocionais, demonstrando a complexidade de sua situação pessoal e emocional. No ambiente da pensão, a atmosfera é de celebração e entusiasmo, com todos os residentes se empenhando nos preparativos para o casamento de Sofia (Roberta Índio do Brasil) e Zeca (Irving São Paulo). A festa está sendo organizada com muito cuidado e dedicação, refletindo o carinho e a importância desse evento para todos ali.

No capítulo de quarta, 24 de julho –

Sob a influência de Alexandre (Guilherme Fontes), Téo (Maurício Mattar) toma uma decisão impulsiva e vai até a casa de Diná (Christiane Torloni), confessando a ela que ainda a deseja intensamente. Ele chega carregado de emoção e parece não conseguir controlar seus sentimentos, o que causa surpresa e desconforto em Diná. Maroca (Yara Cortes), atenta e perceptiva, percebe que Téo está visivelmente enfermo. Ela tenta alertar Diná sobre a condição dele, mas Diná desconsidera a observação, achando que a situação pode ser apenas um exagero. A recusa de Diná em aceitar a gravidade do estado de Téo acaba criando uma tensão adicional entre os dois. A situação rapidamente se deteriora quando Téo começa a discutir com Diná. Em meio ao tumulto, ele desabafa e, em um momento de frustração, começa a chamar Maroca de mãe, o que deixa Maroca alarmada e perplexa. A revelação de Téo aumenta a confusão e a preocupação em torno de sua condição. Enquanto isso, Alberto (Claudio Cavalcanti) está imerso em pensamentos e orações por Alexandre, demonstrando a sua fé e preocupação com o amigo. Alberto busca encontrar alguma forma de conforto e esperança em meio à crise que envolve a todos. No ambiente de trabalho, Mauro (Eduardo Galvão) compartilha com Raul (Miguel Falabella) uma preocupação crescente: a empresa está perdendo clientes devido ao comportamento errático de Téo. A situação está se tornando uma ameaça séria para os negócios, e Mauro sente a necessidade urgente de encontrar uma solução para evitar maiores prejuízos. No salão de beleza, a situação se complica ainda mais quando Téo, tomado por uma onda de emoções descontroladas, agarra Lisa (Andréa Beltrão) de forma brusca e a beija com agressividade. O ato inesperado e violento deixa Lisa em choque, agravando ainda mais a atmosfera tensa que cerca os personagens.

No capítulo de quinta, 25 de julho –

Téo está animado para aproveitar o dia com a moto que alugou e tenta convencer Lisa a acompanhá-lo em um passeio. No entanto, Lisa recusa a oferta, demonstrando claramente seu desinteresse. Enquanto isso, na vila, a atmosfera é de celebração: os moradores estão ocupados decorando as ruas e preparando os últimos detalhes para o casamento de Sofia, que promete ser um evento grandioso e cheio de alegria. Cininha, interpretada por Nair Bello, está encantada com Fátima, papel de Lolita Rodrigues, e não perde a oportunidade de tecer elogios à sua amiga na frente de Agenor, interpretado por John Herbert. A admiração de Cininha por Fátima é evidente e, apesar de Agenor parecer um pouco distraído, ele não pode deixar de notar o carinho e a atenção que Cininha dedica a Fátima. Em um momento tenso, Téo, tomado por uma onda de raiva e impetuosidade, tenta atropelar Otávio. O ato imprudente é interrompido por Okida, papel de Carlos Takeshi, que de forma heroica salva o patrão de um destino fatal. Okida age rapidamente, evitando uma tragédia que poderia ter mudado o curso dos acontecimentos. Após o incidente, Otávio, preocupado com o comportamento de Téo, decide levá-lo para dentro de casa para uma conversa séria, na tentativa de esclarecer a situação e resolver a situação. Enquanto Téo está em uma profunda dormida, Alberto e Otávio se reúnem em um momento de introspecção e oração, buscando orientação e força para enfrentar as adversidades que surgiram. O ambiente na casa é carregado de um clima de espiritualidade e busca por paz interior. Em Itatiaia, Estela, vivida por Lucinha Lins, começa a sentir uma inquietação inexplicável e pressente que sua irmã Diná está passando por um momento difícil. Preocupada com o bem-estar de Diná, Estela decide fazer uma ligação para Otávio para obter mais informações sobre o que está acontecendo. Decidida a estar ao lado de sua irmã, Estela resolve viajar para Itatiaia para visitá-la e oferecer seu apoio pessoalmente. Enquanto isso, Téo desperta sem lembranças claras do que aconteceu e fica confuso com a situação ao seu redor. Estela finalmente chega à casa de Otávio em Itatiaia, e o reencontro com Diná é marcado por um misto de emoções – alívio, carinho e uma sensação de que, apesar das dificuldades, a união das irmãs é uma fonte de força e consolo para ambas.

No capítulo de sexta, 26 de julho –

Estela não hesita em dar uma bronca severa em sua filha, demonstrando claramente sua frustração e preocupação com o comportamento dela. Enquanto isso, Otávio se dirige a Alberto com um pedido urgente: ele quer que Alberto tome providências para afastar Téo do caminho de Diná. Otávio, angustiado, também pergunta a Alberto sobre sua expectativa de vida e se uma cirurgia poderia adiar o momento de sua partida. Em um cenário etéreo e cheio de simbolismo, os espíritos de Diná e Otávio se encontram em um sonho compartilhado, em um encantador jardim da casa de Itatiaia. O sonho é uma mistura de nostalgia e tristeza, refletindo os laços profundos que ainda os unem, apesar das circunstâncias. Ismael, interpretado por Jonas Bloch, faz um gesto emocional ao enviar uma camisola antiga para Estela. No entanto, a peça de roupa carrega um peso emocional que Estela não está pronta para enfrentar, e ela a devolve imediatamente, talvez como um símbolo de sua incapacidade de lidar com o passado. Zeca, preocupado com a situação de Lisa, faz um apelo a Téo para que trate Lisa com respeito e cuidado. Téo, por sua vez, tenta se justificar para Lisa, afirmando que não se lembra de nada do que ocorreu anteriormente e que já iniciou um tratamento para melhorar a situação. Ele solicita a ajuda de Lisa, esperando que ela possa compreender sua condição e apoiá-lo em sua recuperação.

No capítulo de sábado, 27 de julho –

Estela não hesita em dar uma bronca severa em sua filha, demonstrando claramente sua frustração e preocupação com o comportamento dela. Enquanto isso, Otávio se dirige a Alberto com um pedido urgente: ele quer que Alberto tome providências para afastar Téo do caminho de Diná. Otávio, angustiado, também pergunta a Alberto sobre sua expectativa de vida e se uma cirurgia poderia adiar o momento de sua partida. Em um cenário etéreo e cheio de simbolismo, os espíritos de Diná e Otávio se encontram em um sonho compartilhado, em um encantador jardim da casa de Itatiaia. O sonho é uma mistura de nostalgia e tristeza, refletindo os laços profundos que ainda os unem, apesar das circunstâncias. Ismael, interpretado por Jonas Bloch, faz um gesto emocional ao enviar uma camisola antiga para Estela. No entanto, a peça de roupa carrega um peso emocional que Estela não está pronta para enfrentar, e ela a devolve imediatamente, talvez como um símbolo de sua incapacidade de lidar com o passado. Zeca, preocupado com a situação de Lisa, faz um apelo a Téo para que trate Lisa com respeito e cuidado. Téo, por sua vez, tenta se justificar para Lisa, afirmando que não se lembra de nada do que ocorreu anteriormente e que já iniciou um tratamento para melhorar a situação. Ele solicita a ajuda de Lisa, esperando que ela possa compreender sua condição e apoiá-lo em sua recuperação.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 21/11/2023 terça-feira

0
Foto: Reprodução/ Internet

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 21/11/2023, terça-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta, Leandro concorda com a proposta do acampamento, mas instrui Enzo a cuidar e garantir a segurança de seus netos. Alex busca orientação de Karen sobre Lívia; Karen mente, aconselhando Alex a rejeitar Lívia, na esperança de que assim ela o persiga. Glaucia observa Vera saindo bem arrumada do Monter Mercado e suspeita de traição no relacionamento com Bernardo. Um homem misterioso questiona Mariana sobre o número de funcionários no Armazém, paga a conta e parte. No Boulevard Verona, Basílio ordena que Muke e Trapaça distraiam o segurança enquanto ele realiza um roubo em plena luz do dia em uma joalheria. Telma compartilha com Karen e Lívia suas dificuldades financeiras, explicando que só pode enviar uma delas para o acampamento.

Ainda no capítulo de A Infância de Romeu e Julieta, Mauro autoriza Alex a participar do acampamento; Ian expressa o desejo de acompanhá-lo para colocar suas habilidades de escoteiro em prática. Glaucia, em conversa com Bernardo, insinua que Vera está traindo o casamento com o irmão. Mariana percebe que está sendo seguida pelo homem misterioso e busca ajuda na academia de Mauro. Vitor solicita um aumento a Glaucia e a chantageia com um segredo. Basílio instrui a gangue Pedalzera a pegar alimentos no Monter Mercado. Romeu, Julieta, Nando e Lívia investigam a barraca de Bassânio em busca de evidências para inocentar o amigo. Mariana, finalmente corajosa, confronta o homem misterioso.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

A Casa do Dragão | 3ª temporada ganha pôsteres e coloca Rhaenyra e Daemon no centro da guerra em Westeros

0

A terceira temporada de A Casa do Dragão ganhou novos pôsteres e voltou a movimentar o universo de Westeros antes mesmo da estreia dos novos episódios. As artes destacam nomes centrais da história, como Rhaenyra Targaryen e Daemon Targaryen, em um momento em que o clima político já não deixa muita margem para acordos e a disputa pelo Trono de Ferro começa a ficar ainda mais pesada.

Derivada de Game of Thrones, a série retorna diretamente ao coração da Dança dos Dragões, a guerra civil que coloca Targaryen contra Targaryen em lados opostos. Os novos episódios chegam em 21 de junho na HBO Max e seguem exatamente de onde a história parou, com o tabuleiro político de Westeros cada vez mais instável e difícil de prever.

O que está por trás da disputa em Westeros?

A história da série se passa cerca de 170 anos antes de Game of Thrones, quando os Targaryen ainda estão no auge do poder. Tudo gira em torno da sucessão do rei Viserys I, um ponto que parecia simples no começo, mas que acaba abrindo uma divisão profunda dentro da própria família real.

Baseada no livro Fire & Blood, de George R. R. Martin, a série acompanha como uma decisão dentro da corte vai se transformando em um conflito político e familiar que rapidamente foge do controle. A escolha de Rhaenyra como herdeira entra em choque direto com os interesses que passam a apoiar Aegon II, criando duas frentes que começam a disputar o mesmo trono.

Como essa guerra começa a sair do controle?

Depois da morte do rei Viserys, Westeros entra em um daqueles momentos em que tudo muda rápido demais para qualquer lado conseguir se organizar com calma. Em questão de pouco tempo, duas coroações diferentes acontecem, cada uma sustentando uma versão diferente da sucessão.

Rhaenyra se firma em Pedra do Dragão com seus aliados, enquanto Aegon II é coroado em Porto Real em uma movimentação política que vira o jogo da noite para o dia. A partir daí, o que era disputa de legitimidade vira guerra aberta, com alianças sendo formadas e quebradas em ritmo acelerado.

O que é a Dança dos Dragões na prática?

A Dança dos Dragões é o nome dado à guerra civil entre os Targaryen, e não tem nada de sutil. O conflito toma proporções gigantescas e coloca Westeros inteiro no meio de uma briga que começa dentro da família real.

Os dois lados, conhecidos como Pretos e Verdes, passam a travar batalhas espalhadas por diferentes regiões do continente. Com dragões entrando em combate direto, o nível de destruição cresce rápido e transforma o conflito em algo muito maior do que uma disputa pelo trono.

Como a série chegou até essa fase?

A Casa do Dragão estreou em 2022 e não demorou para se firmar como uma das produções mais fortes da HBO, justamente por revisitar o passado de Game of Thrones com um foco mais concentrado na política interna dos Targaryen.

A segunda temporada, lançada em 2024, levou o conflito para um nível mais direto, deixando claro que a guerra já não era mais uma possibilidade distante, mas algo inevitável. A terceira temporada chega exatamente nesse ponto, com o conflito já totalmente instalado.

O que os novos pôsteres indicam sobre o clima da temporada?

Os novos materiais divulgados pela HBO mostram os personagens em composições mais isoladas, quase como se cada um estivesse preso no próprio lado da guerra. Rhaenyra e Daemon aparecem como peças centrais entre os Pretos, enquanto outros personagens surgem em posições que deixam claro o peso das escolhas individuais dentro do conflito.

Essa abordagem visual conversa bastante com o momento da história, em que alianças deixam de ser sólidas e passam a depender cada vez mais de decisões pessoais, muitas vezes tomadas sob pressão.

O que vem pela frente em Westeros?

A terceira temporada de A Casa do Dragão entra em um ponto em que a guerra deixa de ser algo contido e passa a afetar diretamente todo o funcionamento de Westeros. Cada movimento político ou militar tem impacto imediato no equilíbrio de poder.

“Ne Zha 2”: A animação que desafiou Hollywood chega ao Brasil como fenômeno bilionário do cinema chinês

0

Um garoto indomável, forjado por raios divinos e pelas dores do destino, está prestes a desembarcar nos cinemas brasileiros. Mas ele carrega mais do que uma lenda ancestral da mitologia chinesa. Carrega um símbolo: o de uma nova era para a animação mundial — uma era em que a força criativa rompe as amarras do eixo Hollywood, e onde o bilionário sucesso de bilheteria deixa de ser privilégio exclusivo do Ocidente.

Estamos falando de “Ne Zha 2: O Renascimento da Alma”, superprodução chinesa que estreia no Brasil na segunda semana de setembro. A animação, sequência direta de “Ne Zha” (2019), causou verdadeiro abalo sísmico na indústria cinematográfica: ultrapassou os US$ 2 bilhões em bilheteria global, desbancou “Inside Out 2” como a animação mais lucrativa da história e tornou-se o primeiro filme de língua não inglesa a atingir tal marca.

No 16º Show de Inverno, evento anual realizado em Campos do Jordão, a distribuidora responsável pela estreia nacional celebrou a chegada do título como um “sinal dos tempos”: o mundo está sedento por novas vozes, por novas estéticas, por histórias que ultrapassem as narrativas ocidentais convencionais. E, acima de tudo, está pronto para abraçar protagonistas como Ne Zha.

O poder de uma história enraizada

O sucesso de “Ne Zha 2” não se explica apenas pelos números astronômicos. Ele se sustenta sobre pilares culturais sólidos. O filme, assim como seu antecessor, é inspirado em um dos textos mais antigos e reverenciados da mitologia chinesa: o romance épico “Fengshen Yanyi”, ou “Investidura dos Deuses”, do século XVI.

A história gira em torno do jovem Ne Zha, filho de um comandante humano, que ressurge após ter sido desintegrado em batalha contra forças celestiais. Com seu corpo reconstruído graças ao sacrifício de um sábio taoísta e a um misterioso Lótus Sagrado, Ne Zha renasce ao lado do antigo rival Ao Bing — filho do temido Rei Dragão do Leste. Unidos pelo destino e pela dor, os dois se veem no centro de uma nova batalha entre deuses, monstros e homens.

Por trás dos efeitos visuais espetaculares e batalhas de tirar o fôlego, há temas universais: paternidade, culpa, destino e livre-arbítrio. “Ne Zha 2” emociona não só pelos olhos, mas pelo coração — e isso o torna acessível a qualquer plateia, em qualquer canto do mundo.

Um feito sem precedentes: da China para o mundo

Com um orçamento estimado em US$ 80 milhões, o filme — dirigido e roteirizado por Jiaozi — se pagou em apenas dois dias de exibição na China. Em sua 11ª jornada nas salas chinesas, o longa ultrapassou a arrecadação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) em solo norte-americano, tornando-se a maior bilheteria de todos os tempos em um único território.

E não parou por aí. Três semanas após a estreia no Ano-Novo Chinês de 2025, o longa alcançou a impressionante marca de US$ 1,7 bilhão, superando “Inside Out 2”. Em junho, passou a integrar o seleto grupo dos seis filmes mais rentáveis da história, ao cruzar a fronteira dos US$ 2 bilhões.

Esse resultado coloca a China em uma nova posição estratégica na cadeia global do entretenimento — não mais como mercado consumidor, mas como potência produtora e exportadora de conteúdo cultural.

A ascensão do Fengshen Universe

“Ne Zha 2” é mais do que uma continuação: é parte de um ambicioso projeto da Enlight Pictures, estúdio que criou o chamado Fengshen Universe — uma espécie de “MCU da mitologia chinesa”. Ao lado de “Ne Zha” (2019) e “Jiang Ziya” (2020), o novo filme expande a mitologia taoísta em uma narrativa cinematográfica com potencial de franquia global.

Em entrevista à imprensa internacional, Jiaozi afirmou que “o universo Fengshen é um convite à reconciliação entre o ancestral e o moderno, entre a tecnologia e a espiritualidade, entre o Oriente e o mundo”. A ideia é seguir investindo em continuações, spin-offs e até séries animadas com base nessa mitologia riquíssima.

Um mercado em transformação

Segundo relatório da Mordor Intelligence, o setor global de animação e efeitos visuais movimenta hoje cerca de US$ 179 bilhões, com previsão de atingir US$ 311 bilhões até 2029. Esse crescimento exponencial é puxado por novas demandas de público, por plataformas de streaming e pela sofisticação de estúdios fora dos tradicionais polos americanos e japoneses.

“Ne Zha 2” chega ao Brasil nesse contexto: como um sinal de que o cinema mundial está em transição. O sucesso da animação reitera que o futuro não está mais centralizado em um único território — ele é plural, polifônico, e disposto a ouvir todas as vozes. Do Brasil à China, do México à Coreia do Sul, do Egito à França.

Um filme para além das telas

Mais do que um blockbuster, “Ne Zha 2” carrega um espírito transformador. Para o público chinês, representa orgulho nacional. Para o público internacional, representa a descoberta de uma nova forma de sonhar.

E para o cinema, como arte e indústria, simboliza uma nova chance de se reinventar. Porque quando uma animação bilionária que fala mandarim, evoca dragões e medita sobre o destino da alma humana conquista o mundo, uma coisa fica clara: estamos prontos para olhar além dos nossos próprios mitos. E talvez, como Ne Zha, estejamos todos prontos para renascer.

notícias em destaque