Jason Statham e o diretor David Ayer vão repetir a parceria em um novo projeto de ação. O filme John Doe já está em fase de pré-produção e tem início de filmagens previsto para setembro de 2026. A união entre ator e cineasta acontece após os trabalhos recentes em Beekeeper: Rede de Vingança e Resgate Implacável, que tiveram bom desempenho comercial e consolidaram a dupla dentro do gênero.
A trama acompanha um homem vivido por Jason Statham (Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw, Carga Explosiva) que desperta sem identidade, sem memória e sem qualquer informação sobre o próprio passado. Sem nome conhecido, ele passa a ser chamado apenas de John Doe.
A narrativa se constrói a partir da tentativa desse homem de entender quem ele é. Aos poucos, fragmentos de memória começam a surgir e revelam que ele foi treinado para uma missão ainda em andamento. Ao mesmo tempo, ele percebe que está sendo perseguido por pessoas ligadas diretamente a esse passado que ele não consegue lembrar completamente.
No meio desse processo, surge a lembrança de uma mulher chamada Eliza, que se torna o único ponto emocional que ainda conecta o protagonista a algo humano, em meio ao cenário de perseguição e confusão mental.
O que move o protagonista na história?
O personagem principal vive dividido entre duas frentes. De um lado, há a missão para a qual ele foi preparado, que começa a se revelar aos poucos. Do outro, existe a tentativa de preservar o pouco de humanidade que ainda consegue reconhecer, especialmente por causa da lembrança de Eliza.
Essa tensão entre seguir um caminho já traçado ou interromper tudo para proteger essa ligação emocional se torna o centro da narrativa, guiando suas escolhas ao longo da história.
Quem está por trás do filme?
A direção é de David Ayer (Beekeeper: Rede de Vingança, Esquadrão Suicida), cineasta conhecido por histórias de ação com personagens em situações de pressão constante. O roteiro fica a cargo de Zak Penn (Jogador Nº 1, Os Vingadores), que já trabalhou em produções de grande escala dentro do cinema de ação e aventura.
A produção é da Miramax, com participação direta de Jason Statham, que também atua como produtor por meio da Punch Palace Productions. A presença do ator na produção indica uma participação mais ativa na construção do projeto, além do papel principal.
Quando começam as filmagens?
As filmagens de John Doe estão programadas para começar em setembro de 2026. A expectativa da produção é seguir um cronograma padrão para filmes do gênero, com foco em cenas de ação e gravações concentradas em locações específicas.
Por que essa parceria chama atenção?
A união entre Jason Statham e David Ayer já mostrou resultado recentemente. Os filmes Beekeeper: Rede de Vingança e Resgate Implacável tiveram boa performance nas bilheteiras, arrecadando cerca de US$ 163 milhões e US$ 89 milhões, respectivamente. Esse desempenho ajudou a fortalecer a colaboração entre os dois, que agora avançam para um projeto com proposta mais centrada na identidade do personagem e em elementos psicológicos, sem abrir mão da ação.
A nova versão de Homem em Chamas chegou ao catálogo da Netflix sem fazer muito barulho, mas bastaram poucos dias para a produção se transformar em um dos títulos mais comentados do streaming. Misturando ação brutal, suspense político e drama psicológico, a série inspirada nos livros de A. J. Quinnell rapidamente encontrou espaço entre as produções mais assistidas da plataforma, principalmente após o público descobrir que a história vai muito além de uma simples trama de vingança.
Ambientada no Rio de Janeiro, a adaptação atualiza o universo que já havia conquistado os fãs em Chamas da Vingança, longa estrelado por Denzel Washington. Agora, quem assume o papel de John Creasy é Yahya Abdul-Mateen II, vencedor do Emmy por Watchmen e conhecido também por Aquaman, Candyman e Matrix Resurrections.
Mas apesar do sucesso imediato, uma dúvida começou a dominar as redes sociais após o final da temporada: afinal, a Netflix já decidiu se Homem em Chamas vai ganhar novos episódios?
O final da série deixa espaço para continuação?
Mesmo sem um anúncio oficial da Netflix, o encerramento da primeira temporada praticamente entrega que a história ainda não terminou. Os episódios finais deixam várias perguntas abertas e indicam que a conspiração enfrentada por John Creasy está longe de acabar.
A trama acompanha o ex-capitão das Forças Especiais dos Estados Unidos em um momento extremamente fragilizado da vida. Depois de anos trabalhando em missões militares e operações ligadas à CIA, Creasy vive atormentado pelo transtorno de estresse pós-traumático, tentando sobreviver longe da violência que marcou sua trajetória. Isolado, emocionalmente destruído e afundado no alcoolismo, ele aceita uma missão de segurança no Brasil acreditando que seria apenas um último trabalho antes de desaparecer de vez.
Só que tudo muda quando um atentado brutal mata pessoas próximas a ele, incluindo Rayburn, antigo amigo e aliado. A tragédia transforma completamente o rumo da série. Poe, única sobrevivente ligada ao círculo pessoal de Creasy, passa a ser protegida pelo protagonista enquanto ele mergulha numa investigação que revela uma rede criminosa internacional muito maior do que imaginava.
A partir daí, a produção deixa de ser apenas uma história de vingança. O roteiro começa a explorar corrupção política, organizações clandestinas e interesses globais escondidos nos bastidores da operação. Conforme Creasy se aproxima da verdade, ele percebe que o atentado não foi um ataque isolado, mas parte de uma estrutura criminosa muito mais poderosa.
E é justamente esse cenário inacabado que alimenta as teorias sobre uma possível segunda temporada.
O que Yahya Abdul-Mateen II falou sobre o futuro da série?
Durante entrevista ao Omelete, Yahya Abdul-Mateen II comentou sobre a possibilidade de voltar ao papel de John Creasy em novos episódios. O ator não confirmou negociações com a plataforma, mas deixou claro que vê potencial para continuar explorando o personagem.
Segundo ele, o foco atual está em apresentar ao público a primeira temporada e permitir que a audiência absorva a jornada emocional construída pela série. Mesmo assim, Yahya demonstrou carinho pelo personagem e afirmou que interpretar Creasy se tornou uma das experiências mais intensas de sua carreira.
O ator também destacou que não faria sentido continuar a história apenas por continuar. Para ele, uma nova temporada precisaria ter uma motivação narrativa forte, algo que justificasse emocionalmente o retorno daquele universo. A fala foi suficiente para aumentar ainda mais a expectativa dos fãs, principalmente porque o próprio final deixa diversas pistas de que ainda existem muitos conflitos pela frente.
A construção do protagonista acabou se tornando um dos grandes diferenciais da adaptação. Diferente de outros heróis de ação tradicionais, Creasy aparece aqui como alguém constantemente quebrado emocionalmente. Ele não é tratado como uma máquina de combate invencível, mas como um homem traumatizado tentando encontrar algum propósito em meio ao caos.
Essa abordagem mais humana ajudou a série a conquistar parte do público que já conhecia a história original, mas também atraiu espectadores que nunca haviam assistido às versões anteriores.
Quem faz parte do elenco da adaptação?
Além de Yahya Abdul-Mateen II, a série reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Um dos destaques é Alice Braga, atriz brasileira que ganhou reconhecimento internacional após Cidade de Deus e também participou de produções como Eu Sou a Lenda, Predadores e Rainha do Sul.
O elenco ainda conta com Bobby Cannavale, conhecido por Boardwalk Empire e Homem-Formiga, além de Scoot McNairy, de Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Narcos: México.
A produção foi desenvolvida por Kyle Killen, que atua como showrunner e produtor executivo da série. Já os primeiros episódios foram dirigidos por Steven Caple Jr., cineasta responsável por Creed II e Transformers: O Despertar das Feras.
Por que a série pode continuar por vários anos?
Um dos fatores que mais favorecem uma continuação é justamente o material original. Os livros de A. J. Quinnell apresentam diferentes fases da vida de John Creasy, permitindo que a adaptação explore novas histórias sem depender apenas do enredo mostrado nesta primeira temporada.
A série também moderniza vários elementos da obra original. Enquanto os romances e adaptações anteriores eram ambientados em outros países, a versão da Netflix aposta no Rio de Janeiro como peça central da narrativa, usando a cidade como pano de fundo para conflitos ligados ao crime organizado, corrupção e operações clandestinas internacionais.
Essa mudança acabou dando uma identidade própria para a adaptação. Em vez de copiar diretamente o filme estrelado por Denzel Washington, a produção expande o universo de Creasy e transforma a história em algo mais próximo de um thriller político moderno.
Capítulo 075 – Quinta-feira, 07 de novembro Gabriel tenta convencer Norma a não descartar os livros da biblioteca, temendo que isso possa gerar problemas com Anna, que valoriza o acervo da escola. Após alguns ajustes, Isadora consegue finalizar o projeto do rádio comunicador, deixando os amigos animados com a possibilidade de manterem contato de forma sigilosa. No entanto, a tensão aumenta quando Binho desaparece misteriosamente do colégio; tudo o que os amigos encontram é o relógio dele, parado, o que desperta um misto de preocupação e estranheza. Em uma reviravolta desagradável, Norma informa a Anna que, a partir de agora, ela terá que dormir em um pequeno quartinho embaixo da escada do saguão, separado das demais meninas, como forma de punição. Enquanto isso, Shirley e Wanda percebem que seus preciosos relógios suíços também pararam, o que deixa todos intrigados com os eventos incomuns que vêm acontecendo na escola.
Capítulo 076 – Sexta-feira, 08 de novembro A decisão de Norma de colocar Anna para dormir no quartinho embaixo da escada gera revolta entre Elisa, Dalete e Tonico, que confrontam Norma, mostrando descontentamento com o tratamento imposto à garota. Tentando resolver o mistério dos relógios parados, Shirley e Wanda decidem levar o relógio suíço até Goma, um especialista, para consertá-lo, na esperança de descobrir a origem do problema. Enquanto isso, Anna e Isadora entregam o rádio comunicador a Dodô, que prontamente avisa a elas e a Manu que Safira, o morcego de estimação, entrou em hibernação. Manu, no entanto, começa a desconfiar do comportamento do animal, percebendo algo incomum. Em busca de respostas, Felipe, Pedro e André pedem a Gabriel para acompanhá-los até Goma Behr, onde pretendem verificar e consertar o relógio de Binho. Na reta final do episódio, Anna, Isadora e Manu se aventuram na caverna e, de forma inesperada e assustadora, uma mão misteriosa surge e agarra Anna, deixando o grupo em choque e ansiosos para descobrir quem ou o que pode estar por trás dessa figura sombria.
Os leitores brasileiros finalmente poderão acompanhar o capítulo final de uma das séries mais queridas da fantasia contemporânea. A Editora Morro Branco lança no país Brothersong, quarto e último volume da série Green Creek, escrita por TJ Klune. A obra encerra a trajetória da família Bennett e marca o fim de uma jornada iniciada em 2016 com Wolfsong, livro responsável por consolidar o autor como um dos grandes nomes best-sellers da fantasia com protagonismo LGBTQIAPN+.
Misturando elementos sobrenaturais, drama familiar e romance, a série conquistou leitores ao construir uma mitologia própria centrada em lobos, laços emocionais e a força da família escolhida. Em Brothersong, Klune conduz a narrativa para um desfecho que equilibra ação, emoção e reflexão, aprofundando temas que atravessaram todos os volumes anteriores.
Carter Bennett no centro da história
Desta vez, o foco recai sobre Carter Bennett. Conhecido ao longo da série como o irmão leal, espirituoso e frequentemente responsável por aliviar as tensões com humor, Carter assume o protagonismo em uma jornada mais sombria e introspectiva. Após a morte do pai e a fragmentação da matilha, ele se vê diante de um vazio que o obriga a confrontar não apenas as ameaças externas, mas também seus próprios conflitos internos.
O isolamento passa a ser parte central da narrativa. Longe da proteção do bando, Carter parte em busca daquele que abalou as estruturas da família e despertou nele sentimentos tão intensos quanto perigosos. A travessia física se transforma, pouco a pouco, em uma jornada emocional marcada por amadurecimento, dor e autodescoberta.
Gavin Livingstone e o peso do legado
No coração dessa história está Gavin Livingstone, filho do principal antagonista da série. Herdeiro de uma linhagem associada historicamente à violência e ao controle, Gavin carrega cicatrizes profundas e vive dividido entre o peso do sangue e a possibilidade de escolher um caminho diferente.
A relação entre Carter e Gavin é o eixo emocional do romance. Mais do que um romance proibido ou improvável, o vínculo entre os dois assume contornos simbólicos e políticos. Ao aproximar personagens que pertencem a lados historicamente opostos, Klune tensiona a ideia de herança e destino, propondo uma reflexão sobre a possibilidade de romper ciclos de ódio e reescrever narrativas familiares.
É a partir dessa conexão que Brothersong amplia o conceito de “laço”, elemento central da mitologia de Green Creek. Na série, o laço é o vínculo que mantém os lobos ancorados em sua humanidade, impedindo que se percam na fúria ou na violência. Neste volume final, o conceito atinge seu ápice, colocando à prova a força do amor, da lealdade e do pertencimento.
Licantropia como metáfora de identidade
Ao longo dos quatro livros, TJ Klune construiu uma fantasia urbana em que a licantropia funciona como metáfora para identidade, diferença e aceitação. Em Green Creek, transformar-se em lobo não é apenas um elemento sobrenatural, mas também um símbolo de comunidade e reconhecimento mútuo.
Em Brothersong, essa metáfora se torna ainda mais potente. Ao deslocar Carter para fora do núcleo familiar, o autor questiona o que acontece quando o pertencimento é ameaçado. A ideia de found family — família escolhida —, tão central na obra, é colocada sob tensão. O que sustenta alguém quando os laços parecem rompidos? Até que ponto é possível reconstruir aquilo que foi fragmentado?
Klune responde a essas perguntas revisitando eventos marcantes da série, ressignificando perdas e sacrifícios acumulados ao longo da trajetória dos Bennett. O passado retorna não como nostalgia, mas como parte essencial do processo de cura.
Um encerramento à altura da saga
Considerada a obra mais conhecida do autor, a série Green Creek se tornou referência dentro da fantasia urbana contemporânea por unir narrativa envolvente, personagens complexos e representatividade LGBTQIAPN+. Ao longo dos livros, Klune explorou temas como trauma, lealdade, responsabilidade e amor em suas múltiplas formas.
Com Brothersong, o autor entrega um desfecho que honra essa construção. O romance não apenas encerra o arco narrativo do bando Bennett, mas também reafirma a mensagem que atravessa toda a saga: a família não é definida apenas por sangue, mas pelas escolhas que fazemos e pelos laços que cultivamos.
Abaixo, confira o resumo semanal da novelaA Gata entre os dias 21/12/2023 a 29/12/2023. A exibição da trama está prevista para acontecer a partir das 15h30, na tela do SBT.
A Gata: Resumo da semana 21 de dezembro a 22 de dezembro de 2023
Resumo da novela A Gatade quinta-feira, 21/12/2023 –
Paulo, recém-libertado, começa a fazer planos para o futuro com Esmeralda, que está prestes a se casar em uma semana. Enquanto Esmeralda procura por seu vestido de noiva, Paulo rejeita os avanços de Gisele. Mariano informa Inês sobre o projeto do Silencioso, sugerindo benefícios para ela, mas ela recusa. Esmeralda visita Dona Rita, que prevê infelicidade através das cartas. Gisele confessa seu amor não correspondido a Paulo, enquanto Lorena expressa determinação em impedir a felicidade de Esmeralda. Damião informa sobre a ordem de desocupação da casa dos Martinez Negrete. O Silencioso confia seu patrimônio a Mercedes. Paulo convida Esmeralda para a inauguração de uma galeria, planejando apresentá-la como sua esposa.
Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 22/12/2023 –
Mercedes e Jacira ficam chocadas ao ver Paulo durante o momento em que Esmeralda experimenta seu vestido de noiva. Domênico confronta Dona Rita por enganá-lo, e Henrique o defende, deixando claro que ele não deve mais se envolver com Rita. Paulo informa Esmeralda sobre o mural quase concluído e comunica aos pais que se casará em dois dias. Esmeralda leva seus filhos para que Lorena e Augusto os vejam. Paulo convida Mariano para ser seu padrinho de casamento. Gisele confessa seu amor a Paulo, mas ele reitera que a única mulher que ama é Esmeralda. Mônica aconselha Esmeralda a não se sentir tão segura de que o casamento com Paulo se concretizará.
A Gata: Resumo da semana 25 de dezembro a 29 de dezembro de 2023
Resumo da novela A Gatade segunda-feira, 25/12/2023 –
Esmeralda compartilha com Jacira a recusa de Mônica em casar-se com Paulo. Jacira acredita que Mônica está apenas invejosa e que a felicidade de Esmeralda está garantida ao se casar com o homem que ama. O Silencioso agradece a Paulo por fazer Esmeralda feliz. Paulo revela sua própria felicidade e deseja que Esmeralda descubra sobre seus pais verdadeiros, Fernando e Perla. Gisele flerta com Paulo para provocar Esmeralda, enquanto Mariano elogia Esmeralda como a noiva mais feliz durante uma exposição.
Resumo da novela A Gatade terça-feira, 26/12/2023 –
Esmeralda e Paulo sofrem um acidente, sendo socorridos por Mariano. O médico informa Silencioso sobre o estado gravíssimo de Esmeralda, com poucas chances de sobrevivência. Mariano chora ao lado de Esmeralda inconsciente. O médico alerta sobre a possibilidade de Esmeralda ficar paraplégica. Gisele confessa ter provocado o acidente para impedir o casamento de Paulo e Esmeralda. Lorena informa Augusto sobre o acidente, expressando contentamento com a possibilidade da morte de Esmeralda. Lorena teme pela vida de Esmeralda, sabendo que Paulo não sobreviveria sem ela.
Resumo da novela A Gatade quarta-feira, 27/12/2023 –
Jacira declara ao Padre Rivas seu amor fraternal por Esmeralda e decide permanecer no hospital. O médico informa Silencioso sobre a possibilidade de Esmeralda ficar paraplégica. Gisele descobre sobre o estado grave de Esmeralda e planeja matá-la, mas Silencioso intervém. Paulo desperta e relata um possível ataque de outro carro. Gisele fica furiosa ao ver Mônica e proíbe sua visita a Paulo.
Resumo da novela A Gatade quinta-feira, 28/12/2023 –
Esmeralda expressa gratidão a Silencioso por seu cuidado e aspira a ser como ele ao criar seus filhos. Paulo propõe casamento a Esmeralda, que pede tempo devido a uma cirurgia iminente. Silencioso compartilha com Mariano a necessidade de transferir seus bens para protegê-los de Augusto, alertando sobre documentos em branco roubados por este último. Gisele manipula Paulo com um contrato falso, enquanto Mariano e Silencioso enfrentam desafios legais. Augusto rejeita as crianças, e Gisele planeja prejudicar Esmeralda. Esta tenta persuadir Augusto a aceitar seu casamento com Paulo, mas ele a menospreza. Mariano aconselha Silencioso a lutar contra Augusto com a verdade. Paulo confronta Gisele, enquanto Jacira se preocupa com o desaparecimento de Perla.
Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 29/12/2023 –
Gisele surpreende ao buscar um beijo de Paulo na presença de Silencioso, Mariano e Damião. Mariano aconselha Paulo a deixar Esmeralda se não a ama verdadeiramente. Silencioso adverte Paulo sobre não brincar com os sentimentos de sua filha. Perla é sequestrada por Diógenes a mando de Augusto. Gisele, fingindo ser vítima, alega a Paulo que Mariano a agrediu. Silencioso questiona Esmeralda sobre a suposta traição de Paulo, e ela concorda com Gisele, afirmando que Paulo está com ela por piedade. Silencioso adverte Paulo sobre as consequências. Esmeralda revela o desaparecimento de Perla, deixando todos surpresos. Paulo tenta se explicar para Esmeralda, mas ela sente pena e não quer ser um fardo. Augusto decide pedir o divórcio a Lorena. Mariano promete encontrar Perla, enquanto Paulo pede a Gisele para cancelar o contrato, explicando a Esmeralda a verdade sobre o beijo. Diógenes descuida-se, permitindo que Perla escape.
O resumo semanal da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
No resumo do capítulo da novela As Filhas da Senhora Garcia de sexta, 5 de setembro de 2025, Arturo se aproxima de Valeria com determinação, reacendendo a chama de um romance que parecia perdido. Cada gesto entre eles carrega uma tensão irresistível, enquanto Nicolás sofre em segredo, consumido por uma dor silenciosa que ninguém percebe, mas que corrói seu coração a cada momento.
Valeria visita o apartamento que será seu novo lar, sentindo o peso das escolhas que se acumulam em sua vida, entre desejos e responsabilidades. Rocío tenta se inserir, procurando Valeria para se aproximar de Nicolás e Arturo, mas Valeria mantém distância, decidida a não interferir em um território tão frágil e repleto de sentimentos intensos.
A proximidade entre Arturo e Valeria desperta emoções proibidas, e a presença silenciosa de Nicolás transforma cada olhar e cada gesto em um campo minado de paixão, ciúme e arrependimento. Nada mais será como antes: corações se confrontam, segredos vêm à tona e escolhas dolorosas ameaçam mudar tudo para sempre.
Nos próximos capítulos da novela As Filhas da Senhora Garcia
Luis exige que Ofélia trate Mar com respeito e cesse qualquer forma de maltrato, impondo limites claros na convivência. Valeria encontra Nicolás no prédio e, com um sorriso confiante, lhe avisa que agora serão vizinhos, despertando reações inesperadas. Paula assume seu papel de mentora e leva Mar para compras, dando conselhos sobre como ser uma boa esposa para Luis, enquanto sua armadilha começa a se desenrolar.
Rocío descobre que a mulher que pensava ser Glória é, na verdade, Ofélia, e se surpreende com a revelação. Os filhos de Luis reclamam dos excessos de Mar, mas Luis não hesita em estabelecer regras, reforçando sua autoridade. A grande soma de dinheiro de Ofélia levanta suspeitas sobre a verdadeira humildade e as intenções de Mar, deixando a família em dúvida.
O plano de Paula se revela perfeito: Luis expulsa Ofélia de casa, e Mar precisa se adaptar à decisão sem questionamentos. Paula destrói o quadro de Cecília e engana todos, fazendo a família acreditar que a responsabilidade é de Ofélia. Mais tarde, Paula e Leonardo confessam a Luis que encontraram o quadro destruído, consolidando sua manipulação.
Enquanto isso, Valéria e Arturo celebram o novo lar com um brinde, e ele expressa seu orgulho dela. Nicolás visita o túmulo da mãe, buscando força para lidar com seus sentimentos confusos.
Ofélia conversa com Rocío, e juntas começam a planejar uma vingança contra Luis Portilla, deixando claro que sua determinação está apenas começando. Amparo, por sua vez, revela a Valéria que seus avós venderam sua mãe e que ela permaneceu em silêncio por medo e lealdade, abrindo feridas do passado. Valéria, emocionada, garante a Mar todo o seu apoio, reforçando os laços de amizade e confiança em meio às intrigas e traições que se acumulam.
A nova fase de Euphoria continua apertando o cerco emocional em cima dos personagens, e o clima da 3ª temporada já deixou claro que nada está realmente estável. Depois de eventos que reorganizaram completamente as relações dentro da trama, a série segue explorando escolhas ruins, recaídas e tentativas frágeis de recomeço, sempre com consequências que demoram, mas chegam.
Entre os momentos já vistos, o impacto da prisão de Cal muda o equilíbrio da história, enquanto Nate tenta lidar com uma vida que começa a desmoronar em silêncio. Rue, após um período tentando se manter limpa, até ensaia uma rotina mais simples, mas percebe rapidamente que o passado não costuma aceitar portas fechadas. Já Ash enfrenta um cenário ainda mais pesado, lidando com perda, medo e a constante sensação de estar cercado.
Quando estreia o episódio 7?
O episódio 7 da 3ª temporada de Euphoria estreia no próximo domingo, 24 de maio, às 22h (horário de Brasília). O capítulo será lançado simultaneamente na HBO e no catálogo da HBO Max, mantendo o formato semanal que vem guiando o ritmo da temporada e deixando cada episódio respirar antes do próximo impacto.
O que está realmente acontecendo com Rue?
A história de Rue continua sendo o centro mais instável da temporada. Depois de tentar se afastar das drogas e até buscar uma rotina mais “normal”, ela acaba sendo puxada novamente para situações que pareciam superadas. O retorno de cobranças antigas e dívidas mal resolvidas faz com que ela entre em ambientes cada vez mais perigosos, onde não existe margem para erro.
Nesse caminho, Rue passa a circular em estruturas criminosas mais organizadas, assumindo funções que a colocam no meio de operações arriscadas. O que começa como sobrevivência vai se transformando em dependência de um sistema que a prende aos poucos, enquanto o controle sobre a própria vida vai escapando.
Um dos pontos mais pesados da temporada até aqui envolve um incidente ligado ao uso de substâncias adulteradas, que termina em morte e aumenta ainda mais a tensão ao redor de todos que estão próximos dessa rede. A partir daí, o clima da série fica ainda mais sufocante.
Cassie, Nate e os outros caminhos que começam a quebrar
Enquanto Rue afunda em um cenário cada vez mais perigoso, Cassie e Nate tentam sustentar uma relação que parece mais construída para fora do que para dentro. A pressão financeira, somada a decisões impulsivas, começa a desgastar a imagem de controle que os dois tentam manter.
Nate, em especial, passa a lidar com problemas que vão além da vida pessoal, enfrentando dívidas e cobranças que afetam diretamente sua estabilidade emocional. Cassie, por outro lado, tenta manter uma presença forte nas redes e no cotidiano, mas a sensação de fragilidade cresce a cada episódio.
Já Maddy começa a se reposicionar profissionalmente no universo do entretenimento digital, buscando transformar sua vivência em algo mais estruturado, enquanto Lexi entra em um ambiente criativo onde tenta encontrar espaço em meio à competitividade. Jules, vivendo em Nova York, aparece mais distante da dinâmica principal, mas ainda carregando as marcas das relações que ficaram para trás.
O que a temporada já deixou claro até aqui?
A 3ª temporada de Euphoria vem construindo uma narrativa onde tudo parece conectado, mesmo quando os personagens estão fisicamente separados. Cada escolha cria uma reação em cadeia que volta, direta ou indiretamente, para alguém do grupo.
Até aqui, o ponto mais marcante é justamente a forma como Rue volta a ser puxada para situações de risco, agora em um nível mais estruturado e perigoso do que antes. Em paralelo, os conflitos de Cassie e Nate mostram como relações baseadas em aparência e pressão externa acabam se tornando instáveis rapidamente, enquanto os demais personagens tentam encontrar algum tipo de direção em meio ao caos emocional.
É curioso como certos personagens conseguem, ao longo do tempo, entrar na nossa vida e permanecer ali, quase como velhos amigos que a gente não vê há anos, mas que sabemos que sempre estarão lá quando precisarmos. Para James Marsden, esse personagem é Scott Summers — o Ciclope dos X-Men, que há mais de duas décadas marcou o início de uma nova era dos filmes de super-heróis.
Em uma entrevista recente para o Vanity Fair, Marsden falou com uma mistura de nostalgia, alegria e um toque de humor sobre o retorno ao papel que o consagrou. “Eu estou ficando meio velho para o uniforme de super-herói”, disse ele rindo, mas também com aquela sinceridade que só quem já viveu muita coisa pode ter. Afinal, são mais de vinte anos ouvindo perguntas, esperanças e pedidos dos fãs para que ele voltasse a vestir o icônico visor vermelho e liderar os X-Men.
Mas o que significa, afinal, voltar a um papel que mudou uma vida? Para Marsden, é uma experiência que vai muito além da roupa ou da maquiagem. É reencontrar uma parte de si mesmo, revisitar uma história que, de certa forma, também faz parte da história de muita gente. “Foi o primeiro projeto real de que fiz parte,” ele conta, “e é um personagem que eu realmente amo. Voltar a ele é como voltar para casa.” Esse “voltar para casa” acontece agora dentro de um dos momentos mais ambiciosos e aguardados do Universo Cinematográfico Marvel: Avengers: Doomsday.
O filme Vingadores: Doomsday promete reunir um elenco épico — Vingadores, X-Men, Quarteto Fantástico, Wakandanos e muitos outros — em uma batalha que vai mexer com o destino de todos. E Marsden, que deu vida ao líder dos X-Men pela primeira vez no filme que ajudou a abrir o caminho para esse universo cinematográfico, está lá para recordar os tempos em que tudo começou, mas também para fazer parte do que vem por aí.
“Eu teria mais problemas para caber no uniforme se esperassem mais uns anos para me chamar de volta,” ele brinca, mostrando uma humildade adorável. Mas por trás da brincadeira, há um orgulho sincero. Um orgulho de fazer parte de algo que ultrapassou gerações e que conquistou corações mundo afora. Essa sensação de pertencimento é algo que muitos atores raramente conseguem expressar tão abertamente. Mas para Marsden, Ciclope não é só um personagem, é um pedaço da sua própria jornada, um símbolo do que ele construiu como artista.
Foto: Reprodução/ Internet
A vida de Marsden é uma narrativa de persistência e paixão. Natural de Stillwater, Oklahoma, ele começou com pequenos papéis e, com talento e determinação, foi crescendo, até ganhar o mundo com o uniforme vermelho do Ciclope. Passou por dramas, comédias, séries de TV e filmes, sempre levando consigo um compromisso com a autenticidade. Hoje, ele é reconhecido não só pelo papel que o lançou ao estrelato, mas também por trabalhos recentes, como na série Westworld, onde mostrou outra faceta de seu talento. Ainda assim, o convite para revisitar Ciclope veio como um presente inesperado e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de conectar passado e presente.
O MCU, com seu multiverso e suas narrativas complexas, tem feito algo raro: unir diferentes gerações de fãs e personagens, criando um universo rico e cheio de possibilidades. E Marsden sente essa energia. “Ser parte disso é como participar de uma família enorme,” ele diz, “onde cada um traz sua história e seu jeito, mas todo mundo está ali para contar uma coisa maior.” Ao falar do filme, que terá como grande vilão o Doutor Destino, interpretado por ninguém menos que Robert Downey Jr., Marsden demonstra entusiasmo pela chance de fazer parte dessa aventura única. Um filme que vai juntar heróis de todos os cantos, numa luta que é, acima de tudo, sobre união, coragem e esperança.
Para ele, o poder de Scott Summers não está só nos raios que saem dos seus olhos, mas na humanidade que ele carrega. “O que torna o personagem especial são as escolhas que ele faz, os conflitos que vive, as pessoas que ama,” conta Marsden. “É isso que o torna real para o público.” E essa conexão entre ator, personagem e público é o que torna esse retorno tão significativo. É a certeza de que, mesmo com o tempo passando, as histórias que tocamos continuam vivas e pulsantes, prontas para ganhar novos capítulos.
Enquanto as câmeras começam a rodar no Pinewood Studios e as locações pelo mundo se preparam para receber a equipe, os fãs aguardam ansiosos. Não é só um filme — é o reencontro de uma geração, a celebração de uma história que acompanha muitos desde o começo. James sabe que essa jornada é especial.
Saiba mais sobre o filme
O Universo Cinematográfico Marvel segue evoluindo, surpreendendo e, acima de tudo, reunindo histórias e personagens que conquistaram gerações. Avengers: Doomsday surge como um desses encontros especiais — um filme que promete juntar o melhor do MCU, dos X-Men, do Quarteto Fantástico e outras equipes icônicas em uma única missão que pode mudar tudo. Com direção dos Irmãos Russo, responsáveis por alguns dos maiores sucessos da franquia, e um roteiro assinado por Michael Waldron e Stephen McFeely, Doomsday já nasce com o peso de ser um dos filmes mais ambiciosos da saga até agora.
Na história, pouco mais de um ano após os eventos do filme Thunderbolts, várias forças do universo Marvel se juntam para enfrentar uma ameaça que ultrapassa tudo que já vimos: o Doutor Destino. Os Vingadores, os Wakandanos, o Quarteto Fantástico, os Novos Vingadores e os X-Men “originais” precisam aprender a trabalhar juntos, em meio a conflitos, dúvidas e esperanças, para impedir que o multiverso seja destruído.
A produção enfrentou alguns desafios, como mudanças na equipe criativa e no elenco, mas isso só reforça o empenho dos estúdios para entregar um filme à altura das expectativas. As filmagens começaram no famoso Pinewood Studios, na Inglaterra, em 2025, com locações ao redor do mundo, mostrando que o projeto é grande, ambicioso e feito para deixar uma marca inesquecível no MCU.
A chegada do filme está marcada para o final de 2026, e junto com a sequência Avengers: Secret Wars, que estreará em 2027, promete fechar com chave de ouro a Fase Seis do MCU — uma fase que explorou os mistérios do multiverso e preparou o terreno para histórias ainda maiores e mais emocionantes.
Na madrugada desta sexta-feira, 15 de agosto, o público do Conversa com Bial terá a oportunidade de ver um lado pouco conhecido de Alexandre Nero. Longe da força dos personagens marcantes que o consagraram na televisão — vilões magnéticos, protagonistas complexos e figuras cheias de nuances —, o ator se abre de maneira sincera e humana, revelando o homem por trás das câmeras.
O encontro com Pedro Bial transforma-se rapidamente em mais do que uma entrevista tradicional: é uma viagem pela memória e pela introspecção, um exercício de autoconhecimento diante de milhões de espectadores. Nero fala sobre temas que marcaram profundamente sua vida, desde a morte precoce dos pais até os desafios da paternidade e da construção do amor ao longo dos anos.
O luto e o humor como escudo
Ao relembrar a perda de seus pais ainda jovem, Nero compartilha a estratégia que adotou para lidar com a dor: o humor. Durante décadas, ele desviava das perguntas sobre o tema com piadas rápidas, um mecanismo para se proteger da tristeza. “Fazer piada era um jeito de não me deixar cair num buraco”, confessa. Hoje, aos 55 anos, reconhece que não há necessidade de escapar: enfrentar a dor é parte do processo de cura.
O relato revela como a vida de Nero foi marcada por experiências que exigiram resiliência e criatividade emocional. Mesmo sendo um ator capaz de mergulhar nas contradições de seus personagens, ele admite que nenhum papel preparou-o para lidar com perdas reais. O humor, que tantos anos serviu como escudo, tornou-se uma ferramenta de sobrevivência e aprendizado.
Relações, amor e paternidade
A conversa com Bial evolui naturalmente para as relações afetivas que Nero construiu ao longo da vida. Ele admite ter passado grande parte da juventude e da vida adulta descrente no amor. Para ele, os relacionamentos pareciam capítulos fadados ao fim, histórias sem final feliz. “Eu vivi muitos anos achando que não poderia ser amado”, confessa com honestidade.
O ponto de virada surge com a chegada de Karen Brusttolin, sua esposa, e, posteriormente, dos filhos Noá e Inã. A paternidade se revela uma experiência transformadora, abrindo um território emocional inexplorado. “Meu filho foi o maior convite para eu entender que o amor não precisa ir embora”, revela. Nos olhos das crianças, Nero encontrou um sentimento de pertencimento e continuidade, algo que ele confessa nunca ter sentido de forma plena antes.
Essa mudança, segundo o ator, não aconteceu de forma instantânea. É um processo contínuo de desconstrução de medos antigos, de enfrentar a vulnerabilidade e de aprender a se entregar sem reservas. O casamento e a paternidade mostram que o amor exige coragem, mas também oferece a possibilidade de reconstrução e plenitude emocional.
Da música ao teatro: a formação de um artista
Apesar da fama na televisão, a trajetória de Alexandre Nero começou muito antes dos estúdios e câmeras. Natural de Curitiba, ele construiu sua carreira nos palcos e na música, fundando associações culturais, integrando bandas, compondo, cantando e tocando. O teatro funcionou como seu laboratório criativo, um espaço seguro para experimentar, errar e aprender com diferentes linguagens e papéis.
Na TV, Nero consolidou-se como um ator que foge da previsibilidade. Do verdureiro Vanderlei, em A Favorita (2008), ao icônico Comendador José Alfredo, em Império (2014), passando pelo dúbio Romero Rômulo, em A Regra do Jogo (2015), ele construiu uma reputação de intérprete capaz de mergulhar nas contradições humanas. Premiações, elogios da crítica e até uma indicação ao Emmy Internacional atestam a coragem que Nero tem de assumir riscos e de se entregar de corpo e alma a cada personagem.
O artista e o homem comum
O que impressiona na entrevista é a capacidade de Nero transitar entre o artista e o homem comum com naturalidade. Ele fala sobre seu trabalho com a mesma franqueza com que aborda questões íntimas. Já viveu tipos agressivos, cômicos, sedutores e sombrios, mas nenhum deles o preparou para os desafios da vida real — seja lidar com a ausência dos pais ou com a responsabilidade de criar filhos em um mundo cada vez mais desafiador. Nesse contexto, o bate-papo revela algo profundo: a sensibilidade que ele leva para a ficção está enraizada em experiências vividas. Cada personagem, cada emoção transmitida, carrega fragmentos de sua própria história, de momentos marcados por dor, aprendizado e descobertas sobre o amor.
A primeira temporada de Lanterns, série que reintroduz os icônicos Lanternas Verdes no novo DCU, acaba de concluir suas filmagens — e, nos bastidores, o clima foi de celebração e missão cumprida. Com estreia prevista para meados de 2026 na HBO e Max, a produção marca o retorno de uma das franquias mais queridas (e subestimadas) da DC aos holofotes, agora sob uma abordagem muito mais íntima, investigativa e politicamente carregada.
Imagens inéditas da festa de encerramento mostram Aaron Pierre e Kyle Chandler, intérpretes dos protagonistas John Stewart e Hal Jordan, sorrindo ao lado da equipe técnica. Mais do que um registro de bastidores, essas fotos simbolizam o encerramento de uma etapa que promete redefinir não só a estética visual dos Lanternas, mas também seu papel simbólico no universo expandido que James Gunn e Peter Safran estão desenhando com o novo DC Studios.
Esqueça o tom épico-puramente espacial. Em Lanterns, a ação parte da Terra. Mais precisamente, de um assassinato misterioso em solo americano que coloca dois heróis de origens e gerações distintas para trabalharem juntos — um já marcado pela experiência e pela dúvida (Hal Jordan) e outro recém-lançado ao mundo das responsabilidades cósmicas (John Stewart). Mas o que poderia ser apenas mais uma missão se torna um divisor de águas para ambos — e, potencialmente, para toda a Tropa dos Lanternas Verdes.
A série aposta em uma ambientação sombria e realista, aproximando os personagens do drama humano e da tensão de thrillers policiais, com referências visuais mais próximas de True Detective do que de filmes de super-heróis convencionais. A investigação central — ainda mantida em sigilo — promete revelar segredos enterrados não só sobre o crime, mas sobre a própria estrutura da Tropa dos Lanternas.
Elenco robusto, vilões clássicos e uma guerra silenciosa
Além de Pierre e Chandler, o elenco conta com nomes como Kelly Macdonald, Garrett Dillahunt e Ulrich Thomsen, que dará vida a uma nova versão de Sinestro — aqui tratado não apenas como vilão, mas como um personagem de múltiplas camadas morais e políticas. Também está confirmada a participação de Nathan Fillion como o explosivo Guy Gardner, que fará sua estreia no filme Superman, antes de integrar o núcleo da série.
Segundo fontes próximas à produção, o foco será menos em batalhas interplanetárias e mais em dilemas internos, dilemas morais e o impacto que o poder exerce sobre quem o detém. A escolha de Chandler e Pierre simboliza isso: dois atores com histórico de papéis densos, que priorizam nuance à ação.
O peso da responsabilidade e o futuro do DCU
Para os fãs que acompanharam a trajetória errática da DC nos cinemas e nas séries, Lanterns surge como um sopro de reinvenção. Diferente de outras produções recentes, o projeto foi pensado desde o início como parte essencial do novo plano de unificação do DCU. Mas, ao invés de buscar grandiosidade como ponto de partida, opta por construir intimidade.
O showrunner (cujo nome ainda não foi oficialmente revelado) teria exigido liberdade criativa para desenvolver a série como uma história com ritmo próprio, onde cada episódio funciona como uma peça investigativa com desdobramentos profundos. É o tipo de abordagem que pode surpreender até mesmo quem não é fã do gênero.
O que esperar?
Ainda sem data de estreia definida, Lanterns tem tudo para ser o ponto de virada na percepção do público sobre o potencial dramático do universo DC. Se cumprir a promessa de equilibrar o fantástico com o emocional, o cósmico com o humano, a série pode não apenas resgatar a relevância dos Lanternas Verdes — como também redefinir o que esperamos de adaptações de quadrinhos na televisão.