Missão Resgate é destaque na Tela Quente de hoje, 6 de janeiro

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Vem aí muita emoção e adrenalina! Nesta segunda, 6 de janeiro, a Tela Quente da TV Globo exibe o filme “Missão Resgate” (título original: “The Ice Road”), estrelado pelo sempre incrível Liam Neeson. Com direção de Jonathan Hensleigh, a história mistura coragem, sacrifício e ação nas paisagens congelantes do Canadá.

Na emocionante trama, uma mina de diamantes localizada no remoto e inóspito norte canadense sofre um colapso devastador, deixando um grupo de trabalhadores presos sob toneladas de escombros. Com o tempo correndo contra eles e as chances de sobrevivência diminuindo a cada instante, uma ousada missão de resgate é montada.

Para liderar essa operação arriscada, entra em cena Mike McCann, um motorista de caminhão veterano interpretado pelo carismático Liam Neeson. Conhecido por sua habilidade e coragem, McCann é recrutado para enfrentar uma tarefa quase suicida: atravessar um vasto lago congelado durante a primavera, quando o gelo está perigosamente fino e pode ceder a qualquer momento.

À medida que a missão avança, Mike enfrenta uma série de obstáculos implacáveis, desde tempestades de neve traiçoeiras e ventos cortantes até o risco constante de quedas no gelo frágil. No entanto, o maior perigo pode não ser o ambiente hostil, mas forças ocultas que parecem conspirar para sabotar o resgate. Traições, revelações inesperadas e dilemas morais colocam à prova não apenas suas habilidades, mas também seu espírito de liderança e determinação.

Com uma atmosfera tensa e cenários deslumbrantes, o filme combina ação intensa e drama humano, destacando o poder da resiliência e da solidariedade em meio a condições extremas.

O longa-metragem também conta com Laurence Fishburne e Benjamin Walker no elenco, trazendo ainda mais intensidade a essa história emocionante.

Se você é fã de filmes cheios de tensão e superação, essa é a sua chance de assistir! Além de ser exibido na TV Globo, “Missão Resgate” também está disponível para quem prefere o streaming. Você pode assisti-lo na Netflix ou no Telecine, caso seja assinante, ou alugar no Prime Video por preços a partir de R$ 6,90.

Então, anote na agenda: a Tela Quente começa logo depois da novela das 21h. Prepare a pipoca, reúna quem você gosta e embarque nessa aventura gelada que promete tirar o fôlego!

Anote na agenda:

  • Data: Segunda, 6 de janeiro
  • Canal: Globo (TV Aberta)
  • Horário: 22h25, após a novela Mania de Você

Onde assistir online:

  • Netflix: Disponível para assinantes
  • Telecine: Disponível para assinantes
  • Prime Video: Alugue a partir de R$ 6,90

Invocação do Mal 4: O Último Ritual se torna o maior sucesso de terror da história do Brasil

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema brasileiro tem um novo recordista. Invocação do Mal 4: O Último Ritual, a mais recente produção da franquia de terror estrelada por Patrick Wilson e Vera Farmiga, alcançou um marco histórico: tornou-se oficialmente o maior filme de terror já lançado no país. Desde a estreia, o longa já levou mais de 3,6 milhões de pessoas às salas de cinema e ultrapassou a marca impressionante de R$ 76 milhões em bilheteria, provando que o público brasileiro abraça com entusiasmo histórias de suspense e sobrenatural quando bem produzidas.

O longa fecha a saga dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren em um caso extremamente pessoal e sombrio. Combinando elementos de horror clássico, drama familiar e momentos de emoção intensa, O Último Ritual consegue entregar ao público não apenas sustos, mas também uma narrativa envolvente, que mergulha nos laços familiares e na coragem de enfrentar o desconhecido.

“Em O Último Ritual, conseguimos explorar os Warren como uma família de verdade. Já tínhamos visto pequenas pistas disso antes, mas aqui mostramos como eles lidam com as tensões do dia a dia e com a proteção instintiva de sua filha”, comenta Mia Tomlinson, atriz que interpreta Judy Warren. “O vínculo entre mãe e filha é muito forte, mas também real, cheio de conflitos e preocupações, e isso dá uma dimensão emocional inédita à história.”

Uma história que mistura terror e emoção

O filme começa em 1964, com Ed e Lorraine investigando um antigo espelho em uma loja de curiosidades. Quando Lorraine toca no objeto, ela desmaia e tem visões de uma entidade e de seu filho ainda não nascido, causando um momento de pânico que leva Ed a levá-la imediatamente ao hospital. A tensão se intensifica quando Judy nasce morta, obrigando os pais a lutar desesperadamente para trazê-la de volta à vida. Esse início estabelece o tom emocional do longa, mostrando que mesmo os investigadores mais experientes podem ser vulneráveis diante do desconhecido.

Vinte e dois anos depois, a narrativa se desloca para a Pensilvânia, onde a família Smurl se muda para uma casa de dois andares. Jack e Janet Smurl vivem na residência com os pais de Jack e suas quatro filhas. Durante a instalação de um grande espelho, eventos sobrenaturais começam a ocorrer: objetos caem misteriosamente, vozes ecoam pelos cômodos e aparições de sombras assustam as filhas mais velhas. Inicialmente céticos, os Smurls rapidamente percebem que o espelho é a origem das manifestações e precisam decidir se buscam ajuda externa ou enfrentam o mal sozinhos.

Enquanto isso, Judy, agora jovem adulta, começa a desenvolver suas habilidades psíquicas. Suas visões incluem a boneca Annabelle e uma mulher idosa, o que a preocupa e mobiliza seus pais. Quando o Padre Gordon é atacado pelo demônio e comete suicídio, Judy decide ir sozinha para a Pensilvânia, guiada por suas percepções sobrenaturais, demonstrando coragem e determinação, além de mostrar que o sobrenatural faz parte do legado da família Warren.

Ao chegar à casa dos Smurls, Ed e Lorraine enfrentam uma série de manifestações cada vez mais intensas. O espelho amaldiçoado, agora claramente identificado como a fonte de todo o mal, manipula eventos e ameaça a segurança da família. Combinando orações, estratégias e os recém-descobertos poderes de Judy, o trio consegue finalmente derrotar a entidade e destruir o espelho, restabelecendo a paz na casa. Nos momentos finais, Judy se casa com seu noivo Tony Spera, cercada por personagens que já marcaram a franquia, enquanto Ed e Lorraine refletem sobre os últimos trinta anos de batalha contra o mal, reafirmando que a fé e a confiança foram essenciais em sua jornada.

Por que o filme é um sucesso absoluto

O sucesso de O Último Ritual vai além da bilheteria. O longa representa um fechamento significativo para a franquia, equilibrando terror intenso com drama familiar e momentos de emoção genuína. Essa combinação cria uma experiência completa para o público, que não apenas sente medo, mas também se conecta emocionalmente com os personagens.

A direção do filme é outro ponto forte. Cada cena de suspense é cuidadosamente construída, dos momentos de tensão silenciosa às sequências de terror extremo. A narrativa visual é valorizada, permitindo que gestos, olhares e pequenos detalhes transmitam tanto quanto os diálogos. Esse cuidado ajuda a criar uma atmosfera imersiva, na qual o público se sente parte da história, acompanhando de perto o sofrimento, a coragem e a fé dos protagonistas.

Além disso, o filme é marcado por uma atenção especial aos efeitos visuais e à direção de arte. Os cenários, a iluminação e a movimentação de câmera trabalham juntos para criar uma sensação constante de desconforto e expectativa, enquanto os efeitos de maquiagem e CGI dão vida às entidades sobrenaturais de forma convincente. Tudo isso contribui para que cada cena funcione como uma experiência completa, mantendo a tensão e o envolvimento do início ao fim.

Personagens e desenvolvimento emocional

Outro diferencial de O Último Ritual é o desenvolvimento emocional dos personagens. Judy Warren, interpretada por Mia Tomlinson, ganha destaque nesta última parte da saga, mostrando que as habilidades psíquicas da jovem não são apenas uma ferramenta de terror, mas também um elemento narrativo que conecta a nova geração à história dos Warrens.

Ed e Lorraine, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, consolidam-se como pilares da narrativa. O filme dá ênfase ao relacionamento deles como pais e como casal, mostrando que a força para enfrentar o mal não vem apenas do treinamento ou da experiência, mas também da união familiar, da fé e do amor. Essa abordagem aproxima o público dos personagens, permitindo que o espectador sinta empatia e preocupação genuína com seus destinos.

Além disso, a inclusão de figuras conhecidas da franquia nos momentos finais, como Carolyn Perron, Janet Hodgson e David Glatzel, reforça a ideia de legado e continuidade, criando um fechamento emocional que agrada tanto os fãs antigos quanto novos espectadores.

Trailer de O Bom Bandido é divulgado pela Diamond Films e apresenta Channing Tatum em refúgio improvável

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A Diamond Films acaba de divulgar o trailer oficial de O Bom Bandido, estrelado por Channing Tatum (Magic Mike, G.I. Joe: Retaliação, Querido John, Infiltrado na Klan) e dirigido por Derek Cianfrance (Namorados para Sempre, O Lugar Onde Tudo Termina, Aftersun). O longa-metragem mistura suspense, drama e romance, trazendo à tela uma história baseada em fatos reais, que explora escolhas humanas, dilemas morais e a complexidade de personagens que precisam lidar com consequências inesperadas. A estreia está marcada para 16 de outubro, com distribuição da maior distribuidora independente da América Latina. Abaixo, confira o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=dF_UMpkz3oc

Um esconderijo improvável e cheio de tensão

O trailer apresenta Jeffrey Manchester, personagem de Tatum, um criminoso carismático que precisa escapar da polícia após cometer um audacioso roubo. Sua fuga leva a um esconderijo pouco convencional: o telhado de uma loja de brinquedos.

Nas cenas divulgadas, é possível perceber o equilíbrio entre o perigo constante e a tentativa de Manchester de construir uma nova identidade. O vídeo transmite com clareza a tensão do personagem, que precisa lidar simultaneamente com sua condição de fugitivo e com as novas relações que surgem nesse ambiente inesperado.

Romance e segredos que complicam a vida

No refúgio improvisado, Manchester conhece uma funcionária da loja, interpretada por Kirsten Dunst, e a química entre os personagens se torna evidente. O trailer sugere um relacionamento intenso, mas também marcado pelo risco: cada segredo do passado ameaça colocar tudo a perder.

O equilíbrio entre romance e suspense é um dos pontos centrais do trailer. As cenas indicam que, embora exista uma conexão emocional genuína entre os protagonistas, as escolhas de Manchester e os riscos de sua vida criminal criam uma tensão constante, mantendo o público atento do início ao fim.

Elenco de peso e direção autoral

Além de Channing Tatum (Magic Mike, G.I. Joe: Retaliação, Querido John, Infiltrado na Klan), o filme conta com Juno Temple (Malévola, Ameaça Fantasma, Killer Joe), Lakeith Stanfield (Corra!, Judas e o Messias Negro, Caçadores de Emoção), e Peter Dinklage (Game of Thrones, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, The Station Agent).

O roteiro, assinado por Derek Cianfrance (Namorados para Sempre, O Lugar Onde Tudo Termina, Aftersun) em parceria com Kirt Gunn, combina ação, drama e momentos de leveza, oferecendo um olhar humano sobre um criminoso que foge da lei, mas que também busca conexão e redenção.

Fatos que inspiram a ficção

Embora o filme tenha elementos ficcionais, ele é inspirado em eventos reais, o que adiciona autenticidade à narrativa. O trailer deixa claro que a obra explora não apenas a vida de um criminoso, mas também as escolhas e dilemas que moldam a trajetória de alguém que precisa lidar com consequências inesperadas.

A combinação de suspense, drama e romance transforma O Bom Bandido em um filme que vai além do gênero policial, oferecendo reflexão sobre moralidade, lealdade e humanidade.

O Homem de Aço voltou — e trouxe um balde de pipoca digno de herói na Cinesystem

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Se existe um ritual que todo fã de cinema leva a sério, é o combo na bomboniere antes do filme começar. E quando se trata de um lançamento como Superman, primeiro filme da nova fase do DCU comandada por James Gunn, a experiência precisa ser épica do início ao fim. Pensando nisso, a rede de cinemas Cinesystem preparou uma surpresa especial para os fãs do herói mais icônico da cultura pop: um combo temático com balde de pipoca de 4 litros, personalizado com artes exclusivas do novo longa, além de dois refrigerantes de 700ml para acompanhar a aventura nas telonas.

A estreia oficial do filme está marcada para quinta-feira, 10 de julho, mas o combo já está disponível em unidades participantes da rede. O balde colecionável, com visual chamativo e acabamento que impressiona até quem não é fã da DC, virou objeto de desejo nas redes sociais antes mesmo da pré-estreia. Vale lembrar que os itens são limitados, então quem quiser garantir o seu precisa correr — literalmente — até a bomboniere mais próxima. Os valores podem variar de acordo com a unidade e devem ser consultados diretamente nos cinemas.

🦅 Novo Superman, nova era: a esperança renasce no DCU

O combo é só uma parte da experiência — a cereja do bolo é o filme em si. Dirigido e roteirizado por James Gunn, Superman inaugura oficialmente a nova fase do Universo DC nos cinemas, prometendo reconectar o público com os valores mais essenciais do personagem: justiça, verdade e esperança. Interpretado agora por David Corenswet, Clark Kent é retratado em sua jornada de autoconhecimento, dividindo-se entre sua origem extraterrestre em Krypton e sua criação humana na pacata Smallville, Kansas.

Mas o retorno do Homem de Aço não acontece sozinho. O longa apresenta um leque de personagens clássicos em versões atualizadas, como Lois Lane (vivida por Rachel Brosnahan), Lex Luthor (Nicholas Hoult), além de heróis que expandem o universo, como Lanterna Verde (Nathan Fillion) e Mulher-Gavião (Isabela Merced). É o começo de um novo capítulo que pretende reconstruir a mitologia da DC com uma mistura de ação, humanidade e peso emocional. E tudo isso embalado por uma estética mais calorosa e otimista do que os filmes anteriores do estúdio.

🎬 Cinema com gosto de infância — e cheiro de pipoca recém-estourada

Mais do que um lanche, o combo da Cinesystem funciona como um convite à nostalgia e ao encantamento. O balde de pipoca, além de funcional, é também uma lembrança concreta da sessão — daquelas que a gente guarda com carinho junto ao ingresso do filme. Em tempos de lançamentos cada vez mais acelerados e experiências digitais, esse tipo de item físico resgata algo quase afetivo na ida ao cinema: o sentimento de estar participando de um evento único, em comunidade, com os olhos voltados para a tela grande e o coração batendo no ritmo da trilha sonora.

É esse tipo de detalhe que transforma uma simples sessão em uma memória marcante. Ainda mais quando se trata do Superman, um personagem que há décadas inspira gerações com sua força, sua fé na humanidade e seu eterno conflito entre poder e responsabilidade. Se o filme promete resgatar esse espírito, o combo já entrega parte da magia.

📍 Fique de olho e prepare sua capa (ou balde)

O combo especial de Superman já está disponível nas unidades Cinesystem participantes. Como se trata de uma edição limitada, é bom se antecipar e garantir o seu antes que os estoques acabem — afinal, sabemos bem que esses itens colecionáveis desaparecem mais rápido que o Flash em dia de missão. Para consultar preços e disponibilidade, basta procurar a bomboniere da sua unidade favorita.

A estreia do filme está agendada para 10 de julho, com sessões em todos os cinemas do Brasil. O Almanaque Geek estará presente na pré-estreia e vai trazer todos os detalhes em breve — siga nossas redes sociais para acompanhar nossa cobertura em tempo real, com fotos, impressões e, claro, um registro do balde de pipoca mais heroico do ano.

Bom Menino | Confira 5 motivos para não perder o terror que você nunca viu!

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema de terror contemporâneo frequentemente busca inovar, mesmo recorrendo a elementos já consagrados: casas assombradas, entidades sobrenaturais e sustos repentinos. No entanto, Bom Menino, dirigido por Ben Leonberg em sua estreia, consegue se destacar justamente por subverter essas expectativas. O longa apresenta uma narrativa singular: o terror não é apenas humano — ele é visto pelos olhos de um cachorro. Indy, o Nova Scotia Duck Tolling Retriever de Leonberg, conduz o espectador por uma experiência inédita, transformando medo em uma emoção visceral e íntima.

Um olhar canino que redefine o medo

    A inovação de Bom Menino começa na perspectiva narrativa. Ao acompanhar os acontecimentos através de Indy, o público observa a casa mal-assombrada de uma maneira completamente diferente. Cada sombra, cada canto aparentemente vazio e cada ruído ganha significado próprio. Enquanto Todd (Shane Jensen) se mostra vulnerável diante das forças sobrenaturais, Indy assume o papel de verdadeiro protagonista, reagindo instintivamente aos perigos e criando uma tensão única, muito além do que atores humanos poderiam transmitir.

    Suspense construído com precisão

      O filme evita sustos fáceis e diálogos excessivos. A tensão se constrói de forma orgânica, apoiando-se em silêncios, olhares e sons sutis. Esse cuidado transforma a experiência em algo psicológico e emocional, aproximando o espectador do instinto animal e oferecendo uma nova forma de sentir o terror, que vai muito além do visual ou do previsível.

      Estilo visual que intensifica a imersão

        Adotando uma estética próxima ao found footage, Bom Menino cria sensação de imediatismo, como se o público estivesse dentro da própria casa mal-assombrada. A alternância entre momentos de calmaria e picos de tensão mantém a narrativa envolvente, sem recorrer a clichês previsíveis do gênero. Cada enquadramento reforça a perspectiva de Indy, aumentando a conexão emocional e a sensação de vulnerabilidade que permeia toda a história.

        Uma produção independente com autenticidade

          Produzido de forma independente por Leonberg e Kari Fischer, sob a produtora “What’s Wrong With Your Dog?”, o filme foi rodado ao longo de 400 dias em locações reais em Nova Jersey. O destaque, naturalmente, é Indy, que interpreta a si mesmo sem o auxílio de efeitos visuais. Essa abordagem confere autenticidade às cenas e faz o público se importar genuinamente com o cão, tornando a experiência cinematográfica ainda mais envolvente.

          Mistura de terror e afeto

            A trama acompanha Todd e Indy após a morte de um parente, quando se mudam para a antiga casa de campo da família, conhecida por relatos sobrenaturais. A narrativa combina elementos clássicos de terror com uma conexão emocional marcante: ver um cão tentando proteger seu dono cria momentos de tensão e ternura, elevando o filme a um patamar raro dentro do gênero.

            Resumo da novela Terra Nostra de sábado (25/10) – Augusto enfrenta desafios nos negócios e Tiziu é registrado

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            No resumo do capítulo da novela Terra Nostra deste sábado, 25 de outubro de 2025, Augusto demonstra não ter noção de como administrar os negócios do pai, enquanto Marco Antônio se esforça para solucionar o problema de Tiziu. Anacleto sugere a possibilidade de desaparecer com metade da colheita de Altino, aumentando a tensão na família. Ao mesmo tempo, Angélica mostra determinação em apoiar o marido e revela conhecimento sobre o cultivo de café, fortalecendo sua participação nos assuntos da fazenda.

            Juliana garante que levará Mariana consigo quando se mudar, e Padre Olvão realiza uma visita à fazenda de Gumercindo, reforçando os laços da comunidade. Francesco leva Paola para almoçar na confeitaria, enquanto Matheu e Gumercindo auxiliam Augusto nos desafios do trabalho. Por fim, Francesco e Marco Antônio resolvem a situação de Tiziu: para poder estudar, o menino deve ser registrado, e eles assumem o papel de testemunhas, celebrando juntos esse passo importante na vida da criança. Paola se emociona e vibra com as flores que recebe do banqueiro, marcando um momento de leveza em meio às responsabilidades familiares.

            O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela Terra Nostra?

            Janete passeia em Paris enquanto Tiziu é oficialmente registrado com o nome de Júlio Francisco Santana, orgulhosamente escolhido pelo próprio menino. Matheu e Gumercindo organizam o trabalho da fazenda de Altino, e, após meses de esforço, a colheita chega ao fim, motivando os colonos a prepararem uma grande festa. Augusto autoriza seu sogro a negociar o café das fazendas, e Francesco aproveita o domingo para visitar Paola, levando flores e passeando pela cidade de braços dados. Tiziu mantém o uniforme mesmo aos domingos, enquanto Marco Antônio estranha a ausência do pai.

            Rosana, sentindo-se indisposta, demonstra preocupação com o sexo do bebê. Matheu retira Leonora da festa, pois é chegada a hora do parto. Todos aguardam ansiosos, e nasce um menino, enchendo Gumercindo de emoção e lágrimas escondidas, enquanto Angélica, temendo uma menina, observa apreensiva. Gumercindo e Augusto viajam para São Paulo; Amadeu aguarda o dinheiro para deixar a fazenda, e Bartolo teme que outros colonos sigam o mesmo caminho. Marco Antônio desconfia de um envolvimento entre o pai e Paola, mas Augusto nega. Matheu se mostra feliz, embora não responda se Juliana tenha sido esquecida.

            Anacleto e Inêz chegam a São Paulo para vender o café, mas Altino morre, e Francesco se preocupa com o grande empréstimo avalizado por ele. Matheu se surpreende ao saber que Gumercindo não vendeu o café devido ao baixo preço de mercado. Enquanto os pais insistem para que Paola volte à fazenda, ela prefere permanecer na capital. Gumercindo se queixa a Maria do Socorro sobre o excesso de café sem compradores, e Augusto demonstra habilidade política, impressionando Angélica. Bartolo decide ir embora, mas Matheu garante que Gumercindo honrará os pagamentos.

            Rosana se ressente por permanecer em resguardo, mas comemora a chegada do filho. Augusto deixa a administração das fazendas com Angélica. Amadeu reclama pelo pagamento, quase confronta Matheu e abandona a propriedade. Juliana revela sua gravidez, e Marco Antônio e Francesco comemoram a novidade. Leonora, relutante em retornar à Itália, entra em conflito com o marido, enquanto Matheu busca contornar a situação, equilibrando emoções e responsabilidades familiares.

            Inspirada em uma aventura de RPG, The Mighty Nein desembarca no Prime Video com dublagem guiada por Sérgio Cantú

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            A comunidade geek ganhou motivo para comemorar: The Mighty Nein, animação baseada nas campanhas do fenômeno Critical Role, acaba de chegar com força ao Brasil. O primeiro episódio dublado já está liberado gratuitamente no YouTube, enquanto os três capítulos iniciais entram no catálogo do Prime Video na quarta-feira, 19 de novembro. A partir daí, o público entra no ritmo do RPG: episódios semanais, como se cada lançamento fosse uma nova rodada de dados.

            O que diferencia a versão brasileira não é apenas a fidelidade ao material original, mas o cuidado evidente na dublagem. Sérgio Cantú, um dos nomes mais reconhecidos do setor, coordenou todo o processo criativo e tomou uma decisão rara — e muito bem-vinda: reunir, no elenco principal, dubladores que também são jogadores de RPG. A ideia era trazer uma interpretação mais orgânica, carregada daquela vivência que só quem já ficou horas montando ficha, discutindo estratégia ou improvisando com amigos entende. O resultado aparece de imediato: as vozes não apenas interpretam os personagens, mas parecem se conectar a eles como se estivessem dentro da mesa.

            A história acompanha um grupo de outsiders e fugitivos que, mesmo sem querer, acaba responsável por uma missão decisiva: recuperar um artefato poderosíssimo, o Cristal, que caiu em mãos perigosas. A explosão misteriosa na fronteira deixa Wildemount prestes a mergulhar numa guerra, e enquanto Beauregard investiga uma trama oculta nas sombras, Caleb se alia a alguém improvável para invadir uma loja mágica de animais. É o tipo de caos organizado que quem joga RPG reconhece — uma missão que começa pequena, mas cresce rápido e te pega pelo colarinho.

            O elenco reúne nomes como Raphael Rossatto, Carina Eiras, Aline Guioli, Filipe Albuquerque, Luísa Viotti, Natali Pazete e o próprio Sérgio Cantú, todos acostumados tanto aos estúdios quanto às aventuras de mesa. Essa familiaridade não é detalhe: ela molda o ritmo, influencia as interpretações e transforma a animação numa experiência que conversa diretamente com quem já viveu a tensão de um teste decisivo de destreza ou a alegria de um crítico perfeito. A naturalidade com que eles se apropriam dos personagens reforça a sensação de que o universo da série respira a mesma atmosfera que os jogadores reconhecem.

            Essa conexão não é apenas profissional. Em julho, parte do elenco se reuniu em uma sessão online de RPG com tema de X-Men, mostrando que o envolvimento com o gênero vai muito além da cabine de gravação. Raphael Rossatto, por exemplo, que deu voz ao Gambit em X-Men ’97, assumiu o mutante também nessa aventura paralela; Cantú interpretou o Noturno, papel que já dubla oficialmente; e Carina Eiras trouxe de volta sua Tempestade dos filmes. São encontros que revelam o quanto esse time transita com naturalidade entre trabalho, fandom e diversão.

            Com mais de três décadas de carreira, Sérgio Cantú se mantém como um dos profissionais mais versáteis da dublagem brasileira. Ele já marcou gerações dando voz a personagens como Sheldon Cooper, Andrew Garfield, L de Death Note, Zac Efron, Shia LaBeouf, Elijah Wood e Jesse Eisenberg, além de se destacar como diretor capaz de imprimir referências geek e toques criativos que enriquecem cada projeto. Seu trabalho recente em Twisted Wonderland: A Série reforça essa habilidade de unir técnica, imaginação e paixão.

            Em The Mighty Nein, esse repertório se reflete tanto na escolha do elenco quanto na forma como a dublagem foi construída. A série chega ao streaming não apenas como mais uma adaptação, mas como uma obra que carrega um olhar brasileiro sobre o universo de RPG, cheia de detalhes pensados para quem entende e ama o gênero. Para fãs de Critical Role, jogadores de mesa ou apenas curiosos em busca de uma animação envolvente, a produção nasce com energia própria — e com aquela sensação de que uma grande campanha está prestes a começar.

            Fallout | Prime Video revela trailer da segunda temporada e leva fãs a New Vegas, o coração irradiado do caos

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            A contagem regressiva para o retorno de Fallout começou oficialmente. O Prime Video acaba de liberar o trailer da segunda temporada de sua série mais radioativa — e, ao que tudo indica, a jornada dos sobreviventes vai cruzar os limites de um novo e perigoso território: New Vegas. A cidade, que já é conhecida dos fãs de longa data da franquia de jogos, surge agora em sua versão live-action como um oásis de promessas, vícios e segredos em meio ao deserto devastado pela guerra nuclear.

            A prévia, que você pode ver logo abaixo, mistura o humor ácido, o visual retrofuturista e a crítica social que marcaram tanto o jogo New Vegas quanto a primeira temporada da série. E, se há algo que o público aprendeu com a produção de Jonathan Nolan e Lisa Joy — os mesmos criadores de Westworld —, é que cada ruína esconde uma história, e cada sobrevivente carrega um passado radioativo.

            Do deserto de Los Angeles ao brilho decadente de New Vegas

            Após o sucesso estrondoso da primeira temporada, lançada em 10 de abril de 2024, a série retorna expandindo seu universo narrativo. A nova fase seguirá Lucy (Ella Purnell), a jovem do Vault 33, agora em uma nova e perigosa etapa de sua jornada: deixar o deserto californiano para adentrar as ruínas irradiadas de Las Vegas — ou, como agora é conhecida, New Vegas.

            Essa cidade, construída sobre as cinzas da antiga civilização, é uma das localidades mais icônicas do universo Fallout. Originalmente apresentada no jogo Fallout: New Vegas (2010), ela simboliza a tentativa humana de preservar o brilho do passado em meio ao caos. No trailer, relances de cassinos destruídos, letreiros de néon piscando entre escombros e uma fauna humana moralmente ambígua dão o tom do que está por vir.

            Lucy, que na primeira temporada passou de uma inocente moradora de um abrigo subterrâneo a uma sobrevivente endurecida, agora enfrenta o desafio de compreender o verdadeiro preço da esperança. A busca pelo pai, iniciada no deserto de Los Angeles, continua — mas, em New Vegas, cada pista vem acompanhada de um custo alto demais.

            O retorno do Necrótico e o peso da humanidade perdida

            Entre os personagens que retornam, um nome já chama atenção no trailer: The Ghoul, ou “O Necrótico”, interpretado por Walton Goggins (The White Lotus, The Hateful Eight). O ator foi um dos grandes destaques da primeira temporada, e sua presença carismática e trágica volta a roubar a cena.

            Goggins dá vida a um caçador de recompensas deformado pela radiação — uma figura que sintetiza o espírito de Fallout: alguém entre a monstruosidade e a humanidade. No novo trailer, seu rosto parcialmente corroído contrasta com o olhar humano por trás dos destroços, lembrando ao público que, em um mundo pós-apocalíptico, ser um “ghoul” talvez seja mais uma questão moral do que física.

            Em entrevistas anteriores, o ator já havia descrito seu personagem como “uma lembrança viva do que o mundo perdeu e do que ele ainda se recusa a abandonar”. Na nova temporada, o Necrótico parece mais complexo: ora um vilão impiedoso, ora um homem tentando resgatar o que sobrou de sua alma.

            Um sucesso radioativo e inesperado

            Quando o Prime Video anunciou, em 2020, que havia adquirido os direitos da Bethesda Game Studios para adaptar Fallout, muitos fãs receberam a notícia com ceticismo. O histórico de adaptações de videogames não era dos mais promissores, e a mitologia densa da série — repleta de ironia política, crítica social e absurdos radioativos — parecia um desafio quase impossível de transpor para a televisão.

            Mas o que Nolan e Lisa Joy fizeram surpreendeu até os mais exigentes. Com produção da Kilter Films e supervisão direta de Todd Howard, a série encontrou um equilíbrio raro entre espetáculo visual e narrativa filosófica.

            O resultado foi uma das maiores estreias da história da plataforma de streaming: entre abril e maio de 2024, a produção ultrapassou Os Anéis de Poder como a série mais assistida da plataforma. Críticos aplaudiram o trabalho de adaptação — com destaque para a performance de Ella Purnell e para a riqueza estética que recriou o visual retro dos anos 1950 mesclado com a brutalidade do pós-guerra nuclear.

            Produção de peso e visão autoral

            Parte do sucesso de Fallout vem da aposta da Amazon em uma equipe criativa de alto nível. Jonathan Nolan dirigiu os três primeiros episódios, definindo o tom e o ritmo da narrativa. Lisa Joy, sua parceira criativa, ajudou a moldar o subtexto social e existencial da série — temas como a desigualdade, o autoritarismo e a manipulação da verdade, todos presentes nos jogos originais, foram preservados com cuidado.

            Os showrunners Geneva Robertson-Dworet (Capitã Marvel) e Graham Wagner (Silicon Valley) foram contratados em 2022 para dar continuidade ao projeto. O objetivo era claro: construir uma série que conversasse tanto com os fãs veteranos da franquia quanto com um público que nunca havia tocado em um controle.

            A aposta deu certo. A fidelidade à mitologia de Fallout — os Vaults, a Irmandade de Aço, as armas nucleares, a estética retrô, os robôs sarcásticos e os mutantes grotescos — se misturou a uma narrativa emocional sobre escolhas e sobrevivência. Cada episódio serviu como uma cápsula moral sobre o que acontece quando a civilização tenta renascer em um mundo que esqueceu o que é humanidade.

            A segunda temporada e o desafio de expandir um universo

            Se a primeira temporada focou em Los Angeles, o segundo ano promete ampliar o escopo da série, mostrando não apenas novas regiões, mas também novos dilemas morais. New Vegas, conhecida nos jogos por seu tom ambíguo entre glamour e corrupção, surge agora como o cenário perfeito para explorar a dualidade humana.

            Nos jogos, a cidade é governada por facções que disputam poder entre ruínas reluzentes. No trailer, é possível ver que essa lógica foi preservada — Lucy e o Necrótico aparecem cercados por novos personagens, cada um representando uma visão de mundo diferente. Há rumores de que a Irmandade de Aço, organização militar que idolatra a tecnologia, terá papel central nos conflitos da temporada.

            Crítica social em meio ao caos nuclear

            Parte da força da trama sempre esteve na forma como sua narrativa usa o humor negro para discutir temas profundamente humanos. A série continua fiel a essa tradição. Debaixo de todo o visual brilhante e das piadas ácidas sobre refrigerantes nucleares, há uma reflexão constante sobre poder, ganância e sobrevivência.

            A sociedade retrô dos anos 1950, que nunca deixou de acreditar no “progresso nuclear”, se transforma em um retrato irônico do nosso próprio tempo — em que o avanço tecnológico caminha lado a lado com a destruição ambiental e a desigualdade.

            É essa camada de crítica que diferencia Fallout de outras produções pós-apocalípticas. Ela não se limita à ação ou à estética de ruínas; ela questiona o que o ser humano escolhe preservar quando tudo o mais é perdido.

            Futuro da franquia e legado

            Com a confirmação da segunda temporada ainda em 2024, o Prime Video deixou claro que aposta na longevidade de Fallout como uma de suas principais marcas. A série não apenas agradou ao público gamer, mas também conquistou um público novo — espectadores fascinados pelo contraste entre a brutalidade do mundo exterior e o humor sardônico de seus personagens.

            Além disso, a recepção positiva reacendeu o interesse pelos jogos originais da Bethesda, que registraram aumento significativo nas vendas após a estreia da série. O sucesso também abriu espaço para discussões sobre possíveis spin-offs ambientados em outros locais icônicos da franquia, como Washington D.C. e Boston.

            Bake Off Brasil deste sábado (16) homenageia o abraço de vó em edição cheia de emoção e criatividade

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            Foto: Reprodução/ Internet

            Neste sábado, 16 de agosto, o Bake Off Brasil traz uma edição emocionante que combina técnica, criatividade e afeto. O tema da vez é uma homenagem aos laços mais doces da vida: o abraço de vó, traduzido em bolos que misturam sabor, memória afetiva e delicadeza na decoração. Mais do que testar habilidades na cozinha, o episódio desafia os confeiteiros a transformar lembranças em verdadeiras obras comestíveis, mostrando que a confeitaria é, acima de tudo, uma forma de contar histórias e celebrar emoções.

            Na prova criativa, os participantes têm três horas para criar um bolo que homenageie suas avós, trazendo elementos tradicionais e toques de criatividade pessoal. A apresentadora Nadja Haddad detalha: “O bolo deve ter no mínimo 20cm de diâmetro e 10cm de altura, com ao menos um recheio inspirado em uma receita de vó.” A chef confeiteira Beca Milano reforça que a decoração é tão importante quanto o sabor: “A missão de vocês hoje é transformar um doce de vó em um bolo delicioso. Além dos sabores, a decoração é essencial, porque é através dela que vocês vão contar suas histórias.” O chef jurado Giuseppe Gerundino complementa, destacando a importância do equilíbrio: “É fundamental construir o sabor com atenção, usando especiarias que criem contraste e realcem os demais ingredientes.” Para tornar o desafio ainda mais especial, cada participante recebe um presente que promete inspirar e emocionar, tornando o trabalho mais pessoal e afetivo.

            O segundo desafio do dia coloca à prova a precisão e o domínio técnico dos confeiteiros, que deverão reproduzir uma árvore de madeleines composta por um tronco de chocolate meio amargo e uma copa formada por 40 madeleines banhadas em chocolate branco e tingidas de rosa. As raspas de laranja e a água de flor de laranjeira garantem aromas delicados, enquanto flores de açúcar finalizadas com corante em pó completam a apresentação, tornando a criação visualmente impressionante. Durante a execução, os jurados compartilham dicas preciosas sobre a temperagem do chocolate, passo essencial para que o resultado final tenha brilho e acabamento impecáveis.

            O episódio combina criatividade, memória afetiva e habilidade manual, proporcionando momentos de emoção e surpresa para o público. Na prova criativa, cada bolo se torna uma homenagem que mistura ternura e sabor; na técnica, a precisão e a delicadeza são levadas ao limite, exigindo foco e domínio das técnicas mais refinadas da confeitaria. A edição evidencia que cada detalhe — do sabor ao recheio, da textura à decoração — é capaz de transformar uma sobremesa em uma experiência sensorial completa, que vai muito além do paladar. O Bake Off Brasil deste sábado mostra, mais uma vez, que confeitar é uma forma de tocar corações, resgatar memórias e celebrar os laços afetivos que tornam a vida mais doce.

            Você tem coragem de encarar Art, o Palhaço? Terrifier vira casa mal-assombrada no Halloween Horror Nights da Universal

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            Foto: Reprodução/ Internet

            Já sentiu aquele arrepio que não vem do frio, mas de um pressentimento? Uma sensação de que algo — ou alguém — está prestes a te encontrar no escuro? Pois prepare o psicológico: Art, o Palhaço, aquele mesmo que você jurou que nunca mais queria ver nem em sonho, está voltando. E agora ele tem uma nova casa: a Funhouse do terror abre as portas no Halloween Horror Nights, no Universal Orlando Resort a partir de 29 de agosto, e no Universal Studios Hollywood em 4 de setembro.

            Sim, o vilão mais sádico e silenciosamente insano do terror contemporâneo acaba de sair das telas e ganhar vida em um labirinto físico, sujo, barulhento, grotesco — e deliciosamente assustador. Inspirada na franquia Terrifier, a nova atração promete uma experiência que vai muito além do susto: ela te coloca no epicentro do medo, onde a única certeza é que ninguém sai ileso (nem em paz).

            Um parque de diversões onde o riso morre na garganta

            A casa mal-assombrada recria o universo retorcido de Terrifier 2, com destaque para a Funhouse, o “parquinho” favorito de Art. Esqueça algodão-doce e roda-gigante: aqui, o espetáculo são as mortes brutais, os cheiros de carne queimada, os gritos abafados, as paredes que sangram. Cada corredor é um teste de nervos — e uma ode ao cinema de horror sem censura.

            Os visitantes encontrarão Vicky, marcada pelas cicatrizes da sobrevivência, e a inquietante garotinha pálida, que parece ter saído direto de um delírio febril. O caos reina no Clown Café, o pavor ganha forma em um banheiro onde nem o espelho quer olhar pra você, e o Natal — aquele símbolo de aconchego — vira um desfile grotesco de desespero.

            Terrifier: mais que terror — é desconforto com assinatura

            Criada por Damien Leon e a Dark Age Cinema, a franquia Terrifier nasceu em 2008 e foi crescendo como um monstro que ninguém conseguiu ignorar. Com três filmes lançados e um quarto em produção, Art, o Palhaço (sem falas, sem explicações, só horror), se tornou um ícone do cinema underground — não pelo susto fácil, mas pela coragem de ir onde outros não vão.

            Agora, ele vai ainda mais longe: do cinema para o seu pesadelo real. Porque no Halloween Horror Nights, a plateia não está segura na poltrona. Ela caminha. Respira o mesmo ar do monstro. E reza para sair dali inteira.

            📍 Onde o terror acontece:
            🎃 Universal Orlando Resort – a partir de 29 de agosto
            🎃 Universal Studios Hollywood – a partir de 4 de setembro

            🎢 Parte do evento Halloween Horror Nights
            🎬 Inspirado na franquia Terrifier (Damien Leon)
            🧟‍♂️ Personagens: Art, o Palhaço | Vicky | Garotinha Pálida | Clown Café | Natal Sinistro

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