KYGO: Back at the Bowl | Show histórico do DJ Norueguês chega aos cinemas de São Paulo e Brasília

0

Nesta quinta-feira, 25 de setembro, os fãs de música eletrônica em São Paulo e Brasília terão a chance de vivenciar um espetáculo único nos cinemas: KYGO: Back at the Bowl. O filme registra de forma inédita a apresentação do DJ e produtor norueguês no lendário Hollywood Bowl, um dos palcos mais icônicos da história da música mundial. Captado com 18 câmeras em 8K e projetado em formatos imersivos como SCREENX (270°) e 4DX, o longa promete transportar o público para o coração do show, oferecendo uma experiência audiovisual sem precedentes.

Kygo é mais do que um DJ: é um fenômeno internacional. Com mais de 23 bilhões de streams, turnês esgotadas em mais de 60 países e participação nos maiores festivais do mundo, ele se consolidou como um dos artistas mais ouvidos da atualidade. Entre seus feitos, destaca-se o recorde de artista mais rápido a atingir 1 bilhão de streams, além de dez singles com certificação Platinum. Atualmente, integra a lista dos 50 músicos mais transmitidos de todos os tempos no Spotify, mostrando sua capacidade única de conectar-se com públicos de diferentes culturas e gerações.

No Brasil, a relação de Kygo com o público é histórica. Em 2016, sua apresentação na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio emocionou milhões de pessoas, deixando uma marca duradoura na memória nacional. Mais recentemente, ele encantou multidões no GPWeek em São Paulo, em 2022, reforçando a proximidade com o público brasileiro. Seu álbum de estreia, Cloud Nine, alcançou o topo da Billboard Top Dance/Electronic Albums nos Estados Unidos, consolidando seu sucesso internacional e repercussão também no mercado brasileiro.

A direção de KYGO: Back at the Bowl é assinada por Sam Wrench, vencedor do Emmy® e indicado ao Grammy®, conhecido por grandes produções musicais, incluindo Taylor Swift: The Eras Tour e Billie Eilish Live at the O2. Wrench traz para o filme um cuidado técnico excepcional: a captação em 8K, a edição refinada e o som remasterizado permitem que cada espectador sinta a energia do show como se estivesse presente no Hollywood Bowl.

O filme explora formatos imersivos como SCREENX e 4DX, levando a experiência audiovisual a outro patamar. No SCREENX, o público é cercado por imagens em 270°, enquanto o 4DX acrescenta efeitos físicos, como movimento, vento e vibrações, proporcionando uma sensação real de presença no espetáculo. É uma maneira inovadora de aproximar a plateia da intensidade e da emoção que caracterizam os shows de Kygo.

Mais do que números e recordes, Kygo representa a evolução da música eletrônica no cenário global. Seu estilo combina melodias cativantes com produção técnica sofisticada, criando faixas que transitam entre a energia dos grandes festivais e a sensibilidade das playlists pessoais. O filme permite que o público entenda não apenas a grandiosidade de suas apresentações, mas também o trabalho detalhado por trás de cada show, evidenciando a dedicação do artista em transformar cada performance em uma experiência memorável.

KYGO: Back at the Bowl é também um testemunho do poder da música de unir pessoas e emoções. Cada faixa, cada efeito visual e cada detalhe da produção foram cuidadosamente planejados para criar uma narrativa audiovisual que emociona tanto quem acompanhou a turnê quanto novos espectadores. É uma celebração da música como linguagem universal, capaz de transcender fronteiras e conectar culturas diferentes em torno de uma experiência comum.

A estreia global de KYGO: Back at the Bowl ocorre em 26 de setembro, com lançamentos simultâneos em diversos países. No Brasil, a distribuição está a cargo da Sato Company, que promete levar o público a sentir a energia e a emoção do espetáculo mesmo fora dos grandes palcos internacionais.

Para fãs de Kygo, entusiastas da música eletrônica ou simplesmente apreciadores de cinema de alta qualidade, o filme representa uma oportunidade rara: vivenciar a grandiosidade de um show histórico sem sair da cidade. A experiência imersiva permite sentir cada batida, cada vibração da plateia e a intensidade das performances, transformando a ida ao cinema em um verdadeiro mergulho na carreira do artista.

Toy Story 5 passa dos US$ 750 milhões e prova que Woody, Buzz e Jessie ainda têm muito espaço nos cinemas

0
Foto: Reprodução/ Disney/ Pixar

Trinta anos depois de revolucionar a animação com o primeiro Toy Story, a Pixar demonstra que a franquia continua entre as mais fortes de Hollywood. Toy Story 5 acaba de ultrapassar a marca de US$ 750 milhões nas bilheterias mundiais e já acumula US$ 764 milhões, sendo US$ 366,3 milhões na América do Norte e US$ 398 milhões no mercado internacional.

O resultado coloca o longa entre as maiores arrecadações de 2026 e confirma que Woody, Buzz Lightyear, Jessie e companhia seguem conquistando diferentes gerações. Quem cresceu com os primeiros filmes voltou aos cinemas movido pela nostalgia, enquanto crianças que conheceram a franquia recentemente encontraram uma história conectada à realidade atual. O desempenho também responde às dúvidas que cercavam o projeto desde o anúncio: depois do desfecho de Toy Story 4, muitos acreditavam que a saga havia chegado ao fim. Os números mostram que ainda havia espaço para um novo capítulo.

O que mudou na história desta vez?

Em vez de repetir conflitos semelhantes aos dos filmes anteriores, a trama escolhe um tema bastante atual: a forma como a tecnologia mudou a infância. Bonnie agora tem oito anos e recebe de presente um tablet inteligente chamado Lilypad, ou simplesmente Lily. O dispositivo rapidamente se transforma em seu principal companheiro, reduzindo o tempo dedicado aos brinquedos tradicionais.

Essa mudança afeta diretamente Jessie, que assumiu a liderança do grupo depois da saída de Woody. Pela primeira vez, os brinquedos deixam de disputar atenção apenas entre si e passam a enfrentar um concorrente muito diferente: uma tela conectada à internet, capaz de conversar, sugerir amizades e acompanhar Bonnie durante praticamente todo o dia. O roteiro evita transformar a tecnologia em uma vilã absoluta e prefere discutir como ela influencia as relações humanas e a maneira como as crianças brincam atualmente.

Por que Jessie ocupa o centro da narrativa?

Depois de dividir espaço com Woody durante boa parte da franquia, Jessie finalmente assume o protagonismo da história. A personagem interpretada por Joan Cusack lidera os brinquedos justamente quando eles começam a perder espaço na rotina de Bonnie.

Sua trajetória também resgata um dos temas mais tradicionais da série: a ligação entre brinquedos e seus antigos donos. Durante a aventura, Jessie retorna à fazenda onde viveu com Emily e reencontra lembranças que acreditava ter deixado para trás. Ao perceber que continuou ocupando um lugar especial na vida de sua antiga dona, ela entende que o valor de um brinquedo não desaparece quando a infância termina. É uma sequência construída para emocionar quem acompanha a franquia desde os anos 1990.

Onde Woody e Buzz entram nessa história?

Embora Jessie conduza a maior parte da narrativa, Woody e Buzz continuam desempenhando papéis importantes. Woody retorna depois de passar um período ajudando Betty a encontrar novos lares para brinquedos abandonados e acaba servindo como um conselheiro para Jessie nos momentos mais difíceis.

Buzz, por sua vez, participa de uma história paralela envolvendo um carregamento de versões tecnológicas do próprio personagem. Após um acidente com um navio cargueiro, dezenas de Buzz Lightyear ficam presos em uma ilha deserta acreditando que realmente fazem parte do Comando Estelar. Cabe ao Buzz original ajudá-los a compreender quem realmente são. A situação recupera o humor clássico da franquia e faz referência direta ao primeiro filme, quando o próprio Buzz também acreditava ser um patrulheiro espacial de verdade.

Como o filme conversa com os dias atuais?

Essa talvez seja a maior diferença entre Toy Story 5 e seus antecessores. Nos primeiros filmes, o medo dos personagens era ser substituído por brinquedos novos. Agora, a ameaça não está em outro boneco, mas nos celulares, tablets e aplicativos que ocupam boa parte da atenção das crianças.

Mesmo abordando esse tema, o roteiro evita discursos simplistas. Lily também passa por uma transformação ao longo da história e aprende que nenhuma tecnologia consegue substituir amizades verdadeiras. O filme procura mostrar que o mundo digital faz parte da infância atual, mas não precisa ocupar todo o espaço da imaginação.

Quem participa do elenco?

O elenco reúne praticamente todos os principais nomes da franquia. Tom Hanks retorna como Woody, Tim Allen volta a interpretar Buzz Lightyear e Joan Cusack reassume o papel de Jessie. Entre as novidades estão Greta Lee, responsável pela voz de Lily, além de Conan O’Brien, Craig Robinson, Shelby Rabara, Scarlett Spears e Mykal-Michelle Harris.

Na direção está Andrew Stanton, um dos cineastas mais importantes da história da Pixar. Vencedor de dois Oscars por Procurando Nemo e WALL·E, Stanton participou do desenvolvimento criativo de praticamente todos os grandes sucessos do estúdio desde os anos 1990, o que ajuda a explicar a identidade preservada pela franquia mesmo após tantos anos.

O sucesso nas bilheterias era esperado?

Mesmo sendo uma das marcas mais valiosas da Pixar, havia dúvidas sobre o desempenho comercial do quinto filme. Parte do público acreditava que Toy Story 4 havia encerrado a história de forma definitiva, principalmente após a despedida de Woody.

Os resultados, porém, contam outra história. Com US$ 764 milhões arrecadados até agora, o longa-metragem figura entre as maiores bilheterias de 2026 e ainda tem potencial para ampliar esses números, já que continua em cartaz em diversos mercados internacionais.

Vale a pena assistir?

Quem espera apenas uma sequência construída sobre a nostalgia pode encontrar algo diferente. Toy Story 5 preserva o humor e a emoção característicos da franquia, mas direciona o olhar para uma discussão muito presente no cotidiano das famílias: como equilibrar tecnologia, brincadeiras e convivência.

Ao ultrapassar os US$ 750 milhões em bilheteria mundial, o filme confirma que Woody, Buzz, Jessie e seus amigos continuam relevantes mesmo três décadas após a estreia da série. A Pixar encontrou uma forma de atualizar a franquia sem abandonar sua essência, mantendo viva uma história que segue dialogando com crianças, pais e adultos que cresceram acompanhando esses personagens.

Mortal Kombat 2 | Novo trailer resgata identidade dos jogos e coloca Johnny Cage no centro da história

0

O novo trailer de Mortal Kombat 2, divulgado nesta quinta-feira, 23 de abril, não tenta reinventar a roda. Em vez disso, ele abraça de vez a identidade da Mortal Kombat e deixa isso evidente logo de cara. A tipografia clássica usada para apresentar os personagens aparece em destaque, enquanto a trilha Techno Syndrome retorna em uma versão atualizada, novamente citando os nomes dos lutadores como nos tempos do primeiro filme, lançado em 1995. Abaixo, veja o vídeo:

A grande novidade é a chegada de Johnny Cage, interpretado por Karl Urban (The Boys, Dredd). O personagem ficou de fora do filme anterior, mas nunca deixou de ser lembrado pelos fãs, e agora finalmente ganha espaço na história. Dentro da narrativa, Johnny chega com sua personalidade provocadora e autoconfiança típica, o que muda o clima entre os lutadores. Ele não entra apenas como reforço em combate, mas como alguém que quebra o ritmo mais sério do grupo e cria novas dinâmicas, principalmente diante da ameaça crescente de Shao Kahn.

Quem está no elenco?

A sequência mantém nomes já conhecidos do público. Jessica McNamee (Megatubarão, A Escolha Perfeita) retorna como Sonya Blade, enquanto Josh Lawson (Bombshell: O Escândalo, House of Lies) volta como Kano. Ludi Lin (Power Rangers, Aquaman) segue como Liu Kang, mantendo o protagonismo conquistado no longa anterior. Também estão de volta Mehcad Brooks (Supergirl, True Blood) como Jax e Lewis Tan (Deadpool 2, Into the Badlands) como Cole Young.

Entre os nomes mais experientes, Hiroyuki Sanada (John Wick 4: Baba Yaga, O Último Samurai) continua como Escorpião, Tadanobu Asano (Thor: Ragnarok, Silêncio) permanece como Raiden, e Chin Han (Batman: O Cavaleiro das Trevas, 2012) retorna como Shang Tsung. Entre as novidades, Adeline Rudolph (O Mundo Sombrio de Sabrina, Riverdale) assume o papel de Kitana e Tati Gabrielle (You, Uncharted: Fora do Mapa) interpreta Jade. Já Martyn Ford (Velozes e Furiosos 9, The Nevers) assume o papel de Shao Kahn, figura central no conflito.

Como foi a produção do filme?

A continuação começou a ser discutida pouco depois da estreia do primeiro longa. Em 2022, o projeto recebeu confirmação oficial, com roteiro de Jeremy Slater. As filmagens aconteceram na Austrália ao longo de 2023, mas sofreram uma pausa por conta da greve de atores, o que obrigou a equipe a reorganizar o cronograma. A produção foi retomada meses depois e finalizada no início de 2024. Esse intervalo maior acabou refletindo no resultado, com mais tempo para trabalhar cenas de luta e ajustar o ritmo da narrativa.

Quando estreia?

Com estreia marcada para 7 de maio nos cinemas brasileiros, o longa-metragem chega com a intenção de expandir o que foi iniciado no filme anterior. Enquanto isso, o primeiro filme segue disponível na HBO Max.

Saiba qual filme vai passar na Tela de Sucessos 20/10/2023

1
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta sexta-feira, 20/10/2023, os expectadores terão o privilégio de se preparar para uma noite repleta de diversão e aventura que prometerá encantar e entusiasmar a todos. O motivo? O SBT apresentará, em sua icônica Tela de Sucessos, o filme O Filho do Máscara, uma produção que será lançada em 2005 e que continuará sendo um clássico do entretenimento.

Este longa-metragem, que mistura magia e comédia de forma brilhante, reúne um elenco talentoso composto por nomes conhecidos na indústria cinematográfica. Jamie Kennedy, que assume o papel principal como Tim Avery, já havia demonstrado suas habilidades cômicas em filmes como “Sequestro em Malibu” e “Voltando para a Escola”. Alan Cumming, interpretando o astuto vilão Loki, trouxe sua vasta experiência de atuação, que inclui papéis em “Pequenos Espiões” e “X-Men 2”. O filme também conta com a presença de Traylor Howard, Steven Wright e Kal Penn, todos contribuindo para o humor e a energia da produção. Traylor Howard é conhecida por seus papéis em séries de TV como “Monk” e trouxe sua graça para o elenco. Steven Wright, um comediante stand-up, trouxe seu estilo único de humor seco para o filme, enquanto Kal Penn, que mais tarde se destacaria em filmes como “A Ressaca”, adicionou sua presença carismática à mistura.

A direção habilidosa do filme é atribuída a Lawrence Guterman, que já havia trabalhado em projetos que envolviam elementos de comédia e animação, como “Como Cães e Gatos” e “FormiguinhaZ”. Sua experiência em combinar live-action com animação foi fundamental para trazer à vida as sequências cartunescas da história do Máscara. A distribuição do filme foi confiada à renomada New Line Cinema, um estúdio conhecido por seu histórico de produção e distribuição de filmes de sucesso, incluindo a franquia “O Senhor dos Anéis”. Isso demonstra a confiança no potencial do filme, apesar dos desafios que enfrentou para igualar o sucesso de seu antecessor.

A trama deste filme envolvente gira em torno de Tim Avery, um cartunista cuja vida sofrerá uma transformação surpreendente quando ele descobrir que está prestes a se tornar pai de um garotinho dotado de habilidades especiais. Esse bebê, que será o resultado de sua vida cotidiana, possuirá os mesmos poderes da lendária máscara de Loki, um objeto mítico que concederá a quem a usar a capacidade de se transformar em qualquer coisa que desejar. No entanto, o enredo se complicará quando o próprio Loki, o portador original da máscara, iniciar uma busca implacável para recuperar seu artefato. Como resultado, a família de Avery se tornará alvo das travessuras e peripécias desse personagem mitológico, proporcionando um conflito que misturará humor e aventura. (AdoroCinema)

Curiosidades do filme O Filho do Máscara

Substituição de Elenco: A ausência de Jim Carrey na sequência é um dos aspectos mais marcantes. Jamie Kennedy assumiu o papel principal como Tim Avery, um ilustrador que acidentalmente se torna o portador da icônica máscara. A diferença entre os estilos de atuação de Carrey e Kennedy é evidente, e muitos fãs do filme original sentiram falta do carisma e da energia de Carrey.

Recepção Crítica: “O Filho do Máscara” enfrentou críticas majoritariamente negativas. Isso demonstra o desafio de dar sequência a um filme tão amado como “O Máscara”, que se tornou um clássico cult em sua própria categoria.

Efeitos Especiais e Animação: Uma característica notável do filme é a extensiva utilização de efeitos especiais, especialmente para transformar os personagens quando eles utilizam a máscara. Esses efeitos especiais contribuíram para o alto orçamento do filme.

Orçamento Elevado: O filme foi caro de produzir, com um orçamento estimado de cerca de US$ 100 milhões. Isso é surpreendente, considerando que muitos filmes de comédia não têm custos tão altos.

Alan Cumming como Loki: Alan Cumming interpretou o vilão Loki, um deus nórdico que busca recuperar a máscara. Cumming é um ator escocês versátil e talentoso que é conhecido por uma ampla variedade de papéis, incluindo Kurt Wagner (Noturno) na franquia “X-Men” e seu trabalho em séries de TV como “The Good Wife.”

Referências ao Original: “O Filho do Máscara” não esqueceu suas raízes e apresentou diversas referências ao filme original, incluindo aparições de objetos icônicos, como o Coco Bongo Club, que era uma parte fundamental da trama do primeiro filme.

Animação no Estilo Cartunesco: Para manter a estética cartunesca e surreal do personagem Máscara, o filme inclui cenas de animação. Essa abordagem contribuiu para manter a sensação lúdica do personagem.

Sequência Planejada: Logo após o sucesso de “O Máscara”, houve planos para uma sequência, mas vários desafios, incluindo a disponibilidade de Jim Carrey, fizeram com que o projeto fosse adiado por muitos anos. A sequência acabou sendo desenvolvida com um elenco e direção diferentes.

Direção de Lawrence Guterman: Lawrence Guterman, o diretor do filme, também é conhecido por dirigir outra comédia que envolve animais, “O Pestinha 2”, lançada em 2002.

Paródias: Além das referências ao filme original, “O Filho do Máscara” também inclui várias paródias de filmes e programas de televisão populares. Uma das cenas memoráveis homenageia “A Noite dos Mortos-Vivos”, adicionando um toque de humor à história.

Horário de exibição da Tela de Sucessos nesta sexta, 20 de outubro:

A Tela de Sucessos será um programa essencial nas noites de sexta-feira, indo ao ar pontualmente às 23h15, imediatamente após o Programa do Ratinho. Os espectadores poderão se preparar para uma emocionante aventura, repleta de risadas e reviravoltas, com O Filho do Máscara. Será uma noite de entretenimento que, sem dúvida, cativará a todos que tiverem a oportunidade de assistir a essa produção incrível. A combinação de um elenco talentoso, uma história envolvente e efeitos especiais surpreendentes proporcionará uma experiência única e inesquecível para o público, tornando esta sexta-feira à noite memorável para todos os espectadores do SBT.

Superman vai ter continuação? Ator fala sobre a possível sequência do filme

0
Foto: Reprodução/ Internet

O novo Superman já chegou aos cinemas brasileiros com tudo: salas cheias, olhares atentos e fãs ávidos por entender como será, na prática, esse tão falado recomeço do Universo DC sob a batuta de James Gunn. Mas enquanto o público ainda está digerindo o voo inaugural de Clark Kent, um dos atores do elenco pode ter soltado um spoiler sem querer — ou, talvez, muito querer.

Durante uma entrevista ao portal Collider, Wendell Pierce, que interpreta o icônico Perry White, editor do Planeta Diário, foi questionado se havia levado alguma lembrança do set. A resposta parecia comum, até que ele tropeçou nas próprias palavras: “É um set movimentado, você não quer estragar tudo porque, sabe, a sequência é… deixa pra lá!”

Deixa pra lá? Difícil, Wendell. Internet nenhuma do mundo sabe deixar essas coisas pra lá.

O DCU mal começou e já tem futuro no ar?

O deslize foi suficiente para incendiar as redes sociais. Afinal, nenhuma sequência de “Superman” foi oficialmente anunciada ainda. Mas o comentário abrupto de Pierce — seguido de uma pausa visivelmente estratégica — deixou no ar a ideia de que alguma coisa já está em movimento nos bastidores.

Seja por empolgação ou por acidente, o que era pra ser só uma entrevista virou manchete: Superman 2 já estaria em desenvolvimento?

Um universo que não quer perder tempo

O novo DCU está sendo cuidadosamente costurado por James Gunn, que já prometeu um universo mais coerente, emocional e com menos atropelos. E com a estreia do Homem de Aço sendo bem recebida por fãs e crítica, a possibilidade de uma continuação já estar nos planos é tudo, menos improvável.

Além de David Corenswet como um Clark Kent mais solar e humano, o filme também apresenta Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor — peças fundamentais em qualquer arco clássico do Superman. E com Milly Alcock confirmada como Supergirl, tudo indica que a expansão já está sendo desenhada, mesmo que nos bastidores.

Spoilers sem querer ou marketing com charme?

A verdade é que esse tipo de escorregão bem cronometrado sempre levanta suspeitas: foi acidente ou marketing velado? Em tempos de hype e segredos guardados a sete chaves, um “deixa pra lá” pode valer mais do que um teaser oficial.

Enquanto isso, o público faz sua parte: lota as sessões, debate referências escondidas e se pergunta quando veremos novamente esse Superman em ação.

E quanto ao Wendell? Bem, ele realmente tentou deixar pra lá. Mas o fandom não perdoa.

Crítica – O Beijo da Mulher-Aranha é um musical visualmente elegante, mas emocionalmente vazio

0

A nova adaptação de O Beijo da Mulher-Aranha (2025) dialoga com o imaginário dos grandes musicais hollywoodianos da década de 1950, mas tropeça justamente naquilo que deveria sustentar sua potência: a densidade emocional e a complexidade dramática. Embora elegante em sua forma, o filme se perde em explicações excessivas e escolhas narrativas contraditórias que diluem sua força política e afetiva.

Há divergências quanto à principal matriz dessa releitura. Enquanto alguns a veem como uma atualização direta do filme homônimo de 1985, dirigido por Héctor Babenco, outros identificam maior proximidade com o musical da Broadway. Independentemente dessa origem, é evidente que ambas as versões convergem nesta nova encenação comandada por Bill Condon. Conhecido por musicais de forte apelo visual, como Dreamgirls, o diretor demonstra domínio técnico e senso estético refinado, entregando uma fotografia sofisticada e um desenho de produção impecável. No entanto, esse rigor formal não encontra respaldo em um roteiro que opta pela literalidade, pelo didatismo e por uma recusa sistemática à ambiguidade.

Ambientada nos anos 1970, a narrativa se desenrola em meio a um contexto de repressão política e autoritarismo estatal na América Latina, marcado pela perseguição a opositores do regime, pela censura e pela criminalização de corpos dissidentes. É nesse cenário que se encontram Molina, interpretado por Tonatiuh Elizarraraz, um homem gay sensível, afetuoso e profundamente ligado ao cinema, e Valentín, vivido por Diego Luna, um militante político encarcerado por sua atuação revolucionária. Ao dividirem a mesma cela, os dois constroem uma relação atravessada por convivência forçada, escuta mútua e tensões ideológicas, que poderia suscitar reflexões contundentes sobre poder, afeto, preconceito e instrumentalização.

A relação de Molina com o cinema não emerge da fantasia gratuita, mas da memória afetiva. Filho de uma mulher que trabalhava em uma sala de exibição, ele cresceu imerso em filmes e narrativas que moldaram sua forma de sentir e compreender o mundo. É dessa herança emocional que nascem os momentos musicais que atravessam o longa. O vínculo entre Molina e sua mãe, embora pouco explorado, figura entre os elementos mais orgânicos do filme, apontando o cinema como espaço de afeto, refúgio emocional e continuidade simbólica.

É nesse universo de lembranças que surge Aurora, personagem retirada de um dos filmes assistidos por Molina e interpretada por Jennifer Lopez. Longe de ser uma figura abstrata, Aurora habita a memória cinematográfica do protagonista e, ao longo da narrativa, também assume a dimensão simbólica da Mulher-Aranha. Essa sobreposição de sentidos, que envolve personagem fictícia, memória afetiva e alegoria do desejo e da sobrevivência emocional, constitui uma das ideias mais instigantes do filme, ainda que permaneça subdesenvolvida e pouco integrada ao arco dramático.

Uma das decisões mais problemáticas da adaptação está na tentativa de romantizar a relação entre Molina e Valentín. Ao suavizar essa dinâmica, o filme esvazia a ambiguidade ética que sustentava o conflito original. A relação, antes marcada por assimetrias, interesses cruzados e tensões morais, é reconfigurada sob uma chave mais conciliadora, o que enfraquece sua dimensão política e evidencia as hipocrisias sociais que o filme parece querer denunciar.

Na versão de 1985, havia uma honestidade desconfortável na maneira como esse vínculo se estabelecia. O encontro era breve, atravessado por desejo, afeto e também por instrumentalização mútua. Ao abdicar dessa complexidade, o filme de 2025 perde parte de seu caráter provocador e de sua capacidade de inquietar o espectador.

As sequências musicais associadas a Aurora evocam o glamour dos musicais clássicos dos anos 1950 e dialogam com um contexto histórico de silenciamento e repressão das dissidências sexuais e políticas. Ainda assim, o filme demonstra excessiva preocupação em explicar seus símbolos e intenções, subestimando a inteligência do público e comprometendo a fluidez narrativa.

Em comparação com o longa de Babenco, protagonizado por William Hurt, Raúl Juliá e Sônia Braga, esta nova versão carece da mesma força poética e do engajamento político que emergiam com maior naturalidade, sem necessidade de constantes sublinhados narrativos.

Entre as atuações, Jennifer Lopez revela empenho e entrega às personagens que interpreta, mas sua presença em cena carece de impacto emocional duradouro. Assim como o filme em si, suas aparições impressionam visualmente, mas não conseguem gerar envolvimento afetivo. O resultado é uma obra esteticamente bela, porém emocionalmente distante.

Apesar das referências explícitas ao musical clássico e da experiência de Bill Condon com o gênero, O Beijo da Mulher-Aranha se mostra uma obra desequilibrada. Investe na superfície, na estilização e na explicação excessiva, mas falha justamente onde deveria ser mais incisiva: na construção dramática, na ambiguidade moral e na força política que historicamente definiram essa história.

Vem aí Super Mario World! Continuação de Super Mario Bros. promete trazer personagens clássicos (e uns bem inusitados)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Agora é oficial: a sequência de Super Mario Bros. – O Filme já tem nome e data no radar. O título escolhido foi Super Mario World, e a revelação aconteceu durante o evento de upfront da NBCUniversal — aquele momento em que a galera da empresa mostra o que vem por aí nos cinemas e na TV.

O anúncio veio acompanhado de uma lista caprichada com os principais lançamentos da Universal para o próximo ano. Entre eles, estão M3GAN 2.0, o tão esperado live-action de Como Treinar o Seu Dragão e, claro, o retorno do encanador mais famoso do mundo dos games.

Mas a parte mais empolgante pra quem cresceu (ou ainda vive) jogando Nintendo é que Super Mario World promete expandir de vez o universo que a gente viu no primeiro filme. E quem deu uma prévia dessa novidade foi ninguém menos que Keegan-Michael Key, que dubla o Toad na animação. Em entrevista à Men’s Journal, ele deixou escapar que o segundo longa vai trazer muita coisa nova — inclusive rostos que os fãs vão reconhecer rapidinho:

“Eles realmente ampliaram o mundo onde esses personagens vivem. Vamos conhecer algumas pessoas novas — que, na verdade, são velhos favoritos dos fãs — e outras que são tipo ‘corte profundo’, sabe? Personagens mais obscuros, mas que se encaixam super bem na história. Vai ser muito legal!”

Ou seja, pode se preparar: vem aí um desfile de personagens que vai agradar quem jogou desde o Super Mario Bros. lá dos anos 80 até quem se apaixonou por Super Mario Odyssey no Nintendo Switch.

E dá pra entender o motivo de tanta expectativa. O primeiro filme, lançado em 2023, foi um fenômeno absoluto, arrecadando mais de US$ 1,35 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Um sucesso que ninguém esperava tão grande — e que abriu portas pra novas aventuras animadas da Nintendo.

Pra completar, o time criativo continua o mesmo: Aaron Horvath e Michael Jelenic voltam na direção e o roteiro fica por conta de Matthew Fogel, que já mostrou que entende direitinho a essência dos jogos.

Se o primeiro filme foi uma carta de amor aos fãs, Super Mario World promete ser uma verdadeira viagem nostálgica (e divertida!) pelo Reino dos Cogumelos — com direito a surpresas, personagens icônicos e, claro, muita correria em canos verdes.

“Domingo Maior” (03/08): TV Globo exibe “Maze Runner: A Cura Mortal”, estrelado por Dylan O’Brien

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite do próximo domingo, 3 de agosto de 2025, logo depois do Capital Moto Week – Melhores Momentos, a TV Globo exibe no Domingo Maior o filme “Maze Runner: A Cura Mortal”, encerrando uma das trilogias mais queridas da juventude nos anos 2010. O longa, dirigido por Wes Ball e estrelado por Dylan O’Brien, é o terceiro e último capítulo da saga iniciada em 2014, baseada nos livros de James Dashner. Nesta etapa final, os personagens encaram seus maiores desafios — físicos, emocionais e morais — em uma trama que coloca em jogo a própria humanidade.

Lançado em 2018 e agora exibido em TV aberta, o filme retoma a história do jovem Thomas, líder relutante de um grupo que resistiu a testes cruéis, traições e perdas profundas. Agora, ele parte em busca de um último resquício de esperança: a cura para o vírus que está devastando a Terra. Mas, como quase tudo nesse universo distópico, o que parece uma solução pode ser, na verdade, o início de uma nova catástrofe.

Um futuro desfeito

Se no início da franquia os personagens estavam presos em um labirinto sem saber quem eram, onde estavam e por que precisavam correr para sobreviver, agora eles têm algumas respostas — mas a realidade é muito mais cruel do que podiam imaginar. O vírus conhecido como Fulgor transformou grande parte da população em criaturas violentas e desumanas. Os que restaram vivem em cidades muradas, controladas por organizações autoritárias, como a C.R.U.E.L., responsável pelos testes e experimentos que marcaram os filmes anteriores.

Thomas, interpretado com intensidade por Dylan O’Brien, está cansado de promessas. Cansado de manipulações. E principalmente, cansado de perder pessoas. Quando descobre que seu amigo Minho (Ki Hong Lee) está vivo, preso nos laboratórios da C.R.U.E.L., ele decide ir até o fim para resgatá-lo, mesmo que isso signifique arriscar a própria vida — e trair os planos de quem ainda acredita em um futuro coletivo, mesmo que distante e difícil.

Laços, perdas e escolhas

Um dos grandes méritos do filme está nas relações entre os personagens. Thomas já não é o mesmo garoto confuso que surgiu no primeiro filme. Carrega o peso das perdas, da culpa e das dúvidas sobre quem ele é — e sobre quem merece confiança.

Teresa (Kaya Scodelario), que no segundo filme tomou decisões controversas em nome da ciência, reaparece com um papel ambíguo. Ela acredita na possibilidade de cura e insiste que a C.R.U.E.L. pode salvar o mundo, mesmo com métodos extremos. O reencontro com Thomas é carregado de ressentimento, mas também de lembranças de um afeto que, por um breve momento, foi verdadeiro.

Newt (Thomas Brodie-Sangster) continua sendo o coração do grupo. Sua presença traz equilíbrio e humanidade em meio ao caos, e é comovente ver sua jornada ganhar espaço aqui. Já personagens como Brenda (Rosa Salazar), Jorge (Giancarlo Esposito), Caçarola (Dexter Darden) e Gally (Will Poulter) ampliam a narrativa com ações decisivas e atuações sólidas.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma produção marcada por superação fora das telas

O que muitos talvez não saibam é que A Cura Mortal quase não chegou aos cinemas. Durante as filmagens, em março de 2016, Dylan O’Brien sofreu um acidente gravíssimo no set, em uma cena de ação. Ele teve múltiplas fraturas e precisou se afastar por tempo indeterminado. A produção foi interrompida e a estreia adiada.

Esse episódio, que poderia ter encerrado prematuramente a trilogia, acabou moldando também o tom do filme. O diretor Wes Ball chegou a considerar abandonar o projeto, mas o próprio Dylan insistiu em retornar, mesmo após meses de recuperação. O impacto emocional do acidente está, de certa forma, presente em cada cena. O cansaço, a dor e a persistência do personagem ecoam algo real.

Entre a esperança e o fim

Visualmente, o filme impressiona. A ambientação das cidades muradas, os detalhes da decadência urbana e as cenas de ação bem coreografadas contribuem para criar uma atmosfera tensa, porém crível. Ao contrário de outras franquias que abusam de efeitos digitais, A Cura Mortal aposta em cenas práticas e um ritmo mais seco, quase cru, que reforça o realismo daquele mundo em colapso.

Mas o que sustenta o filme de verdade são os dilemas. Até que ponto vale a pena insistir em uma cura que custou tantas vidas? É possível salvar o mundo sacrificando os últimos laços humanos que ainda existem? Essas perguntas atravessam os personagens e chegam até o espectador.

Recepção e legado

Quando estreou nos cinemas, em janeiro de 2018, o filme dividiu opiniões. Parte da crítica considerou o enredo irregular, com momentos apressados e algumas escolhas previsíveis. No entanto, o público em geral recebeu o desfecho com carinho, reconhecendo o amadurecimento dos personagens e o esforço de fechar a história com emoção.

Com uma bilheteria mundial superior a US$ 284 milhões, A Cura Mortal foi o capítulo menos rentável da trilogia, mas isso não diminuiu seu impacto. A série Maze Runner conquistou uma geração que cresceu entre distopias, sagas literárias e filmes que questionavam o futuro. O legado está menos no espetáculo e mais naquilo que a história desperta: o desejo de resistir, mesmo quando tudo parece perdido.

Disponível também no streaming

Para quem quiser rever a trilogia inteira ou assistir com calma depois da exibição na Globo, o filme está disponível no catálogo do Disney+, por assinatura. É uma boa oportunidade de mergulhar novamente nesse universo e relembrar como tudo começou — com um grupo de garotos correndo em um labirinto, sem memórias, mas com uma vontade imensa de viver.

Amores Tóxicos estreia no ID e na HBO Max: nova série mergulha nas sombras do amor abusivo com sensibilidade e profundidade

0
Foto: Reprodução/ Internet

Relacionamentos deveriam ser refúgios de afeto, cuidado e crescimento mútuo. Mas e quando o amor se transforma em armadilha? É com esse olhar sensível, mas firme, que a série documental Amores Tóxicos estreia no canal ID no dia 7 de agosto, às 22h10, e já está com todos os episódios disponíveis na HBO Max. Com apresentação da atriz e repórter Elizabeth Chambers (Grand Cayman: Festa no Paraíso, Bottom Feeders e O Quarto Oculto), a produção em seis episódios se aprofunda em histórias reais de relacionamentos marcados por abusos emocionais, manipulações, mentiras — e, em muitos casos, tragédias irreversíveis.

A série é um convite ao enfrentamento de temas ainda envoltos em tabus, como violência psicológica, gaslighting, isolamento e ciclos de dependência emocional. Mas o faz com tato, escuta ativa e, sobretudo, humanidade. Elizabeth Chambers, que também assina como produtora executiva, se posiciona mais como ouvinte do que como narradora, permitindo que vítimas, familiares e especialistas conduzam os episódios com suas vozes e vivências.

A cada episódio, o documentário apresenta um novo caso ocorrido nos Estados Unidos, sempre com elementos distintos: há histórias de casais aparentemente perfeitos cujas máscaras caem com o tempo; outras, de relacionamentos intensos que se tornam possessivos e perigosos; e também casos em que o abuso é silencioso, sutil, mas profundamente corrosivo.

Em comum, os relatos revelam como a ideia do “amor romântico” — frequentemente idealizada em nossa cultura — pode servir de véu para justificar comportamentos inaceitáveis. A série não poupa os fatos, mas também não se rende ao sensacionalismo. É um retrato honesto, necessário e respeitoso das dores vividas por quem amou e foi ferido no processo.

Elizabeth Chambers conduz as entrevistas com empatia e escuta. Conhecida por seu trabalho como atriz e repórter, ela assume um novo papel nesta produção: o de jornalista investigativa, determinada a entender não apenas os fatos dos casos, mas as camadas emocionais e psicológicas por trás de cada história.

Sua abordagem vai além da superfície. Chambers conversa com sobreviventes e seus familiares, mergulha em documentos, registros policiais, diários, mensagens de texto, e traz à tona padrões que, muitas vezes, se repetem — o isolamento gradual da vítima, a perda da autonomia, o medo travestido de amor, e a dependência que se instala mesmo após a violência.

A série também apresenta depoimentos de especialistas em saúde mental, advogados, policiais e jornalistas investigativos como Allen Salkin, que participa de dois episódios. Essas contribuições ajudam o público a compreender os aspectos legais, sociais e psicológicos desses relacionamentos destrutivos.

Mais do que reconstituir crimes, a trama quer gerar reflexão. Cada episódio termina com um sentimento de alerta, mas também de esperança. Muitos dos sobreviventes, ao compartilharem suas histórias, relatam que esse gesto é também uma forma de reconstrução. “Se minha dor puder evitar que outra pessoa passe pelo que eu passei, então já valeu”, afirma uma das entrevistadas.

É essa perspectiva de empoderamento que a série carrega com firmeza. Os episódios não giram apenas em torno das tragédias, mas também do que acontece depois: o processo de cura, o apoio das redes de acolhimento, o fortalecimento da autoestima e o enfrentamento das consequências — muitas vezes duradouras — do trauma.

Uma equipe por trás das câmeras

Produzida pela Breaklight Pictures, braço da Pantheon Media Group, a série reúne um time extenso de profissionais experientes em documentários true crime e narrativas investigativas. Entre os produtores executivos estão Kevin Brennecke, Pamela Deutsch, Jodi Flynn, Kelley Harrison, Dan Johnstone, Elizabeth Chambers e Steven Michaels — todos com sólida trajetória em conteúdos de impacto.

A parte visual e sonora também recebe atenção especial: com direção de arte assinada por Courtney Voss, trilha sonora complementar de Dave Kropf e uma edição delicada sob o comando de profissionais como Olivia Becker e Salman Syed, a série constrói uma atmosfera imersiva sem recorrer a artifícios dramáticos ou estéticos exagerados. O foco é na escuta, na dor contida nos detalhes, nas pausas, nos olhares.

Reflexos sociais e urgência do tema

Lançada em um momento em que o debate sobre relacionamentos abusivos ganha força nas redes sociais, nas escolas e nos lares, a série chega com o peso de uma denúncia e o calor de uma conversa necessária. Não é uma série apenas sobre crimes — é sobre como eles se constroem no cotidiano, às vezes sob o disfarce de gestos românticos.

As histórias contadas não são distantes. Elas podem ecoar nas vidas de amigas, vizinhas, irmãos, colegas de trabalho. E é justamente por isso que a série tem potencial para gerar identificação e — mais importante — conscientização. Ao iluminar o ciclo do abuso, ela mostra caminhos de prevenção e reação. Ao dar nome às violências invisíveis, ajuda a romper o silêncio.

Maratona disponível

Enquanto o canal ID exibe um episódio por semana, às quartas-feiras, às 22h10, a temporada completa está disponível para maratona na HBO Max, plataforma de streaming que tem se destacado por seu investimento em produções true crime e documentários sociais.

Saiba qual filme é exibido na Cine Maior 03/03/2024

0
Foto: Reprodução/ Internet

No próximo domingo, dia 03/03/2024, reserve um tempo para se envolver em uma jornada repleta de magia e emoção diante da tela da Record TV. Prepare-se para uma noite especial, pois o Cine Maior trará o impactante filme “O Último Caçador de Bruxas”, conhecido também pelo título original “The Last Witch Hunter”. Com um elenco estelar encabeçado por talentos como Vin Diesel, Rose Leslie, Elijah Wood, Ólafur Darri Ólafsson, Rena Owen e Julie Engelbrecht, esta produção promete transportar os espectadores para um universo envolvente, onde a ação e a fantasia se entrelaçam de maneira fascinante.

No próximo sábado, dia 02/12/2023, reserve um tempo para se envolver em uma jornada repleta de magia e emoção diante da tela da Record TV. Prepare-se para uma noite especial, pois a Super Tela trará o impactante filme “O Último Caçador de Bruxas”, conhecido também pelo título original “The Last Witch Hunter”. Com um elenco estelar encabeçado por talentos como Vin Diesel, Rose Leslie, Elijah Wood, Ólafur Darri Ólafsson, Rena Owen e Julie Engelbrecht, esta produção promete transportar os espectadores para um universo envolvente, onde a ação e a fantasia se entrelaçam de maneira fascinante.

Distribuído pela Lions Gate, o filme desenrola a fascinante saga de Kaulder, o caçador de bruxas imortal interpretado por Vin Diesel. Amaldiçoado com a imortalidade, ele se vê confrontando mais uma vez sua arqui-inimiga em uma narrativa que mistura ação, fantasia e suspense. A trama ganha complexidade quando Kaulder une forças com a jovem bruxa Chloe, interpretada por Rose Leslie, para evitar que uma convenção bruxa dissemine uma terrível praga pela cidade.

“O Último Caçador de Bruxas” é uma obra cinematográfica que combina a intensa atuação de Vin Diesel com elementos de fantasia sobrenatural. Lançado em 2015, o filme destaca não apenas Diesel como protagonista, mas também seu envolvimento pessoal como um dos produtores, refletindo seu compromisso com a narrativa.

O roteiro passou por um processo meticuloso de desenvolvimento, inicialmente escrito por Cory Goodman. Contudo, para aprimorar a trama, outros escritores, incluindo D.W. Harper, foram trazidos para contribuir com suas ideias. Essa colaboração resultou em uma história envolvente e complexa, repleta de elementos mágicos e figuras sobrenaturais.

Vin Diesel, reconhecido por seu físico imponente e habilidades atléticas, submeteu-se a um treinamento rigoroso para dar vida ao protagonista, Kaulder, o último caçador de bruxas. Seu compromisso envolveu treinamento físico, prática extensiva com armas e até mesmo a aprendizagem de técnicas de artes marciais, elevando a autenticidade das cenas de ação.

O filme tem suas raízes nas histórias em quadrinhos, especificamente na série “The Last Witch Hunter” criada por Cory Goodman. A intenção original era transformar essas narrativas visuais em uma experiência cinematográfica única, e o filme incorpora elementos marcantes dessas HQs.

Visualmente, “O Último Caçador de Bruxas” é uma obra-prima, apresentando efeitos visuais deslumbrantes que transportam o espectador para um mundo mágico povoado por bruxas e criaturas sobrenaturais. Cada cena de batalha é cuidadosamente coreografada para proporcionar uma experiência visual cativante.

O elenco diversificado, além de Diesel, inclui talentos como Rose Leslie, Elijah Wood, Michael Caine e Ólafur Darri Ólafsson. Essa variedade de atores contribui para a riqueza e autenticidade do universo do filme.

As filmagens ocorreram em locais diversos, desde Pittsburgh, Pensilvânia, até partes pitorescas da Islândia. Essas locações globais agregaram uma dimensão visual única à narrativa, permitindo que o público mergulhasse em ambientes que variam de cenários urbanos a paisagens naturais deslumbrantes.

A trilha sonora, composta por Steve Jablonsky, conhecido por seu trabalho em outros filmes de ação e fantasia, adiciona uma camada emocional à experiência. Sua habilidade em criar melodias que ecoam os momentos épicos do filme contribui significativamente para a imersão do público na trama.

Embora “O Último Caçador de Bruxas” possa não ter alcançado imenso sucesso de bilheteria, sua fusão única de ação, fantasia e elementos sobrenaturais continua a atrair apreciadores do gênero, garantindo um lugar cativo no cenário cinematográfico.

Horário de exibição do Cine Maior:
Repleto de reviravoltas eletrizantes, “O Último Caçador de Bruxas” promete cativar o público, proporcionando uma noite emocionante e cheia de adrenalina. Não perca a exibição marcada para começar às 14h00, após o Record Kids – Todo Mundo Odeia o Chris, garantindo sua presença diante da tela da Record TV. Esteja pronto para mergulhar de cabeça em um mundo onde a magia se mistura com ação e suspense, acompanhando as peripécias do último caçador de bruxas em sua missão épica. Uma experiência cinematográfica imperdível que promete transportar os espectadores para um universo único e extraordinário.

notícias em destaque