Netflix anuncia documentário Larissa: O Outro Lado de Anitta com promessa de revelações inéditas

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A Netflix anunciou a estreia de “Larissa: O Outro Lado de Anitta”, documentário previsto para 2025, que promete ir além dos holofotes e mostrar uma faceta mais íntima e humana da cantora.

Desta vez, os fãs terão a chance de explorar a jornada de Larissa de Macedo Machado, a mulher por trás do fenômeno Anitta. Segundo a sinopse oficial, a produção traz uma proposta provocante: “Todos conhecem Anitta, a criatura, mas Larissa, a criadora, ainda é um segredo que apenas os mais próximos podem acessar.”

Jornada de Autoconhecimento e Novos Olhares

O documentário promete uma imersão na vida pessoal da artista, revelando desafios, dilemas e momentos que a levaram a repensar suas escolhas na carreira e na vida. Entre os detalhes mais curiosos está a participação de um ex-namorado da juventude de Anitta, que terá um papel importante ao oferecer um olhar inusitado sobre essa trajetória.

Histórico de Parcerias com a Netflix

Esta não é a primeira vez que a Netflix aposta na história da cantora. Em 2018, a plataforma lançou “Vai, Anitta”, uma série que acompanhou sua rotina intensa de shows e lançamentos. No entanto, enquanto a produção anterior focava nos bastidores da carreira, Larissa: O Outro Lado de Anitta promete explorar camadas mais profundas e emocionais da vida da artista.

Expectativa dos Fãs

Nas redes sociais, a expectativa já está a mil. Muitos fãs estão ansiosos para ver essa versão sem filtros da diva brasileira, que frequentemente transforma sua vida em uma verdadeira novela pública.

Se tem Anitta envolvida, já sabemos que vem aí uma produção envolvente, cheia de emoções e, claro, digna de maratona. Segura essa, Netflix!

Domingo Legal 13/04/2025: De Quem é Essa Mansão?, Geraldo Luís e Vanessa Lopes no Passa ou Repassa, e Comprar é Bom, Levar é Melhor

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você gosta de começar o domingo com boas risadas, competição de respeito e um toque de emoção, pode preparar o controle remoto! Neste dia 13 de abril de 2025, o “Domingo Legal” promete mais uma edição ao vivo daquelas, daquelas que grudam a família no sofá com Celso Portiolli no comando — e com o carisma de sempre.

Logo de cara, o programa já solta o grito de guerra no “Passa ou Repassa”, um dos quadros mais tradicionais da TV brasileira. De um lado, o time amarelo vem com nomes que o público conhece de longa data: o apresentador Geraldo Luís, a atriz Sônia Lima e a divertida Flor Fernandez. Do outro, o time azul traz a energia da internet com a influenciadora e dançarina Vanessa Lopes, o criador de conteúdo Brino e a influenciadora Mari Menezes. Entre tortas na cara, desafios de agilidade e perguntas capciosas, a disputa vai pegar fogo — e as gargalhadas estão garantidas.

E se você acha que a zoeira acaba aí, se enganou. Vem aí mais um episódio do hilário “De Quem é Essa Mansão?”, com Celso se juntando aos impagáveis Mileyde (Marlei Cevada) e Fala Silva (Pedro Manso). Juntos, eles invadem as casas mais luxuosas do Brasil, caçam pistas e fazem o público tentar adivinhar quem é o famoso dono (ou dona) da vez. Tudo com aquele humor debochado e espontâneo que já virou marca registrada do trio.

Tem também a volta dele, o carismático Bitelo, que retorna ao palco com mais um daqueles desafios que a gente adora acompanhar. Ainda é mistério o que vem por aí, mas uma coisa é certa: o público vai torcer, rir e se emocionar com mais essa jornada.

E prepare o coração (e a torcida), porque também rola mais uma edição do emocionante quadro “Comprar é Bom, Levar é Melhor”. Dessa vez, quem encara o desafio é a Família Da Mata, vinda diretamente de Marabá, no Pará. Eles vão enfrentar sete perguntas cruciais, com direito a prêmios incríveis na reta final. Mas para isso, vão precisar de raciocínio rápido, sangue frio e aquele empurrãozinho da sorte.

Ah, e como estamos em clima de Páscoa, o programa fecha com chave de ouro (ou melhor, de chocolate!). Uma vitrine especial exibe os ovos mais criativos, ousados e recheados da temporada. É um festival de sabores que promete fazer todo mundo salivar — e já pensar qual vai ser o próximo presente de si pra si mesmo.

Com tudo isso, fica fácil entender por que o Domingo Legal continua sendo uma escolha certeira para quem quer entretenimento leve, divertido e cheio de surpresas. O programa começa às 11h15, no SBT, então já separa o café da manhã caprichado e se joga nessa manhã animada com toda a família. Porque domingo bom… é domingo com Celso Portiolli na TV!

Profissão Repórter (29/04/2025) retorna ao Rio Grande do Sul um ano após a tragédia das enchentes e mostra histórias de luta, recomeço e resistência

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Foto: Reprodução/ Internet

Doze meses se passaram desde que o Rio Grande do Sul enfrentou uma das maiores catástrofes naturais da sua história. Mas para quem perdeu tudo, o tempo não passa tão rápido assim. Casas foram levadas, histórias interrompidas, vidas perdidas. Foram 184 mortes, 25 desaparecidos, 478 municípios atingidos e praticamente todo o estado marcado por uma dor coletiva que ainda pulsa. E é com esse olhar humano, atento e solidário que o ‘Profissão Repórter’ retorna ao estado, nesta terça-feira, 29 de abril de 2025, para mostrar como estão as pessoas que tiveram suas rotinas viradas de cabeça para baixo — e também reencontrar quem esteve na linha de frente do resgate.

O reencontro com quem não virou as costas

No auge do caos, voluntários, socorristas, médicos, vizinhos e até desconhecidos estenderam a mão. Agora, um ano depois, a equipe de Caco Barcellos volta para encontrar esses mesmos rostos — gente que não virou as costas diante do sofrimento alheio. Eles contam como seguiram a vida depois da tragédia e o que ainda carregam da experiência de ter enfrentado a destruição lado a lado com outras vítimas.

Encantado e os módulos apertados que viraram casa

A repórter Esther Radaelli e o cinegrafista Francisco Gomes estiveram no Vale do Taquari, região que foi atingida mais de uma vez, entre setembro e novembro de 2023. Lá, em Encantado, muitas famílias vivem hoje em módulos de emergência, com pouco mais de 27 metros quadrados. É pequeno, apertado e longe da antiga casa, mas é o que há. Fabiana de Paula, uma das moradoras, tenta reorganizar a vida dentro desse espaço limitado, enquanto espera uma solução definitiva que parece nunca chegar.

E tem gente que preferiu voltar para o que restou do lar. Caso da aposentada Nodila da Silva, que retornou para o bairro Navegantes, mesmo tendo perdido tudo. “Voltei em novembro. O que eu tenho foi meu braço que trouxe pra dentro de casa. Estou devendo a geladeira, o fogão… mas aqui é meu cantinho”, desabafa. O cenário é duro, mas a coragem é maior.

Muçum ainda carrega feridas abertas

Na cidade de Muçum, uma das mais atingidas, o morador Mauro Cipriani conversou com Esther e relembrou os dias de desespero — e o silêncio que ficou depois da enchente. Para ele, a reconstrução é mais que material: é emocional. E o tempo, mesmo que passe, não apaga os sons da água invadindo a casa ou a dor de ter que recomeçar do zero.

Quando a ciência tenta evitar que a história se repita

Em Nova Petrópolis, a tragédia serviu de alerta. Depois de 17 mil deslizamentos de terra registrados no estado em maio do ano passado, um projeto piloto foi criado no distrito de Boêmios, onde 562 propriedades rurais foram atingidas. Com o apoio da UFRGS e da comunidade local, o geólogo Peter Klaus Hillebrand ajudou a instalar um sistema de monitoramento com sensores de solo e pluviômetros que avisam, em tempo real, quando há risco. É tecnologia usada a favor da vida — e da prevenção.

E Porto Alegre? Ainda tentando se levantar

Na capital gaúcha, os desafios seguem enormes. O repórter Thiago Jock voltou a Porto Alegre para mostrar uma cidade que tenta se reconstruir, mas ainda tropeça em promessas não cumpridas. Na região metropolitana, moradores de Canoas vivem com medo constante das chuvas. As ajudas emergenciais, quando chegam, são lentas e cheias de burocracia. A dor da espera é mais uma camada de sofrimento.

As ilhas do Guaíba: beleza natural, risco constante

Nas ilhas do Lago Guaíba, que ficam bem em frente à orla da capital, o cenário é ainda mais complicado. A paisagem, antes bucólica e tranquila, virou uma área de risco real. Os moradores, em sua maioria pescadores, não querem sair dali. É onde tiram seu sustento, onde têm suas raízes. Mas vivem com o coração na mão, temendo que a água volte — e leve o pouco que restou.

Muito além das estatísticas

O ‘Profissão Repórter’ desta terça-feira, dia 29, mostra um Brasil que nem sempre aparece nos grandes discursos, mas que sobrevive, resiste e reconstrói. São vozes que merecem ser ouvidas, olhares que pedem empatia. É jornalismo que não passa por cima da dor, que para, ouve, acolhe.

Prepare o coração, porque as histórias são fortes. Mas também são cheias de esperança.

🕙 Vai ao ar logo depois da série ‘Os Outros’, na Globo.

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