A Universal Pictures divulgou oficialmente um novo vídeo de bastidores de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois”, longa-metragem musical dirigido por Craig Brewer, com estreia marcada para 29 de janeiro de 2026 nos cinemas brasileiros. O material revela detalhes do processo criativo da produção e destaca a carga emocional da história, inspirada em fatos reais, que une música, romance e superação.
Estrelado por Hugh Jackman e Kate Hudson, o filme acompanha a trajetória de dois músicos que enfrentam dificuldades pessoais e profissionais até encontrarem, juntos, uma nova chance de realizar seus sonhos. Conhecido por trabalhos como Meu Nome é Dolemite e Um Príncipe em Nova York 2, Craig Brewer assina a direção e o roteiro, além de atuar como produtor ao lado de John Davis e John Fox.
No vídeo divulgado, Hugh Jackman comenta a essência do projeto e o impacto da história: o filme retrata pessoas comuns que trabalham duro para sobreviver, muitas vezes acumulando mais de um emprego, mas que se recusam a abandonar o desejo de viver da música e de levar alegria ao público. Segundo o ator, essa identificação com a realidade de muitos artistas torna Song Sung Blue uma narrativa universal.
A trama é baseada na vida de Mike Sardina, um músico que iniciou sua carreira como imitador de Don Ho em feiras locais nos Estados Unidos. Em 1987, durante uma apresentação na Feira Estadual de Wisconsin, Mike conhece Claire, uma cantora que se preparava para subir ao palco interpretando músicas de Patsy Cline. A partir desse encontro, nasce não apenas um relacionamento amoroso, mas também uma parceria artística.
Incentivado por Claire, Mike passa a se dedicar ao repertório de Neil Diamond, o que dá origem à dupla “Lightning and Thunder”, uma banda-tributo que começa de forma instável, mas gradualmente conquista reconhecimento do público. O casal se casa em 1994 e passa a realizar apresentações cada vez mais bem-sucedidas, incluindo a abertura de um show do Pearl Jam, em 1995.
O filme também aborda os momentos mais difíceis da vida do casal. Em 1999, Claire sofre um grave acidente doméstico, que resulta na amputação de parte da perna esquerda. O trauma desencadeia um período de depressão, dor crônica e dependência de medicamentos, afetando diretamente a relação com Mike e a dinâmica familiar.
Paralelamente, a narrativa acompanha o processo de reabilitação física e emocional de Claire, além da busca de Mike por apoio em grupos de ajuda, evidenciando temas como saúde mental, dependência química e resiliência. O reencontro do casal com a música surge como elemento central de reconciliação e fortalecimento dos laços afetivos.
Após a recuperação de Claire, a dupla retoma as apresentações e volta a conquistar o público. O ponto culminante da carreira acontece quando são convidados para se apresentar como atração principal no Ritz, em Milwaukee, na mesma noite em que Neil Diamond realiza um show com ingressos esgotados nas proximidades. O reconhecimento atinge um novo patamar quando o próprio Diamond demonstra interesse em conhecê-los.
Pouco antes da apresentação, Mike sofre um ataque cardíaco fatal, encerrando de forma trágica uma trajetória marcada por amor, parceria e perseverança. O filme retrata esse momento com sobriedade, destacando o legado artístico e afetivo deixado por Mike e a força de Claire ao transformar a dor em memória e homenagem.
Na noite desta quinta, 13 de novembro, o site americano Nexus Point News movimentou a comunidade nerd ao afirmar que a Marvel começou, bem timidamente, a estruturar o próximo filme do Doutor Estranho. Nada de roteiro fechado, nada de diretor escolhido — é aquele início de projeto em que todo mundo finge que está tudo muito claro, mas na verdade a equipe ainda está montando o quebra-cabeça.
O que chamou atenção foi o suposto envolvimento maior de Benedict Cumberbatch nas conversas iniciais. Não apenas como ator, mas opinando sobre caminhos criativos, possibilidades de direção e até o tom do longa. Não é comum ver a Marvel abrir tanto espaço para seus protagonistas nesse estágio, então o sinal é interessante: talvez o estúdio esteja tentando deixar o personagem com uma identidade mais sólida, depois de anos de altos e baixos no Multiverso.
Fontes dizem ainda que a Marvel está vasculhando o mercado atrás de um roteirista e um diretor. Sam Mendes, nome desejado por Cumberbatch, chegou a ser comentado, mas o timing não ajuda — ele está completamente envolvido com seu gigantesco projeto sobre os Beatles, o que praticamente o tira do jogo. Ainda assim, fica a curiosidade: como seria um Doutor Estranho dirigido por um cineasta de prestígio britânico e pegada dramática?
Enquanto isso, o passado bate à porta. E que passado.
Relembrando o furacão de 2022
É impossível falar do próximo passo da franquia sem esbarrar em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, lançado em 2022. Aquele foi um filme que carregou expectativas enormes — talvez até demais — e que acabou se tornando um dos títulos mais curiosos e controversos da Fase 4 do MCU.
Com direção de Sam Raimi, o longa trouxe Benedict Cumberbatch e boa parte do elenco original de volta, com destaque absoluto para Elizabeth Olsen, que praticamente dominou a história como a instável e devastadora Wanda Maximoff. No centro da trama, estava também America Chavez, interpretada por Xochitl Gomez, abrindo caminho para o público conhecer uma personagem que literalmente atravessa realidades.
Entre viagens por universos, ameaças ocultas, versões alternativas e decisões desesperadas, o filme mergulhou fundo na mistura de terror, humor e fantasia — a marca registrada de Raimi.
Uma sequência que quase não existiu
Pouca gente lembra, mas os planos para o segundo filme começaram lá atrás, ainda embalados pelo sucesso do Doctor Strange de 2016. O diretor original, Scott Derrickson, queria fazer um longa mais sombrio. Chegou a anunciar o projeto, fechou contrato… e depois pulou fora. O motivo oficial? “Diferenças criativas”. O motivo real? Bom, Hollywood raramente conta.
Entra em cena Michael Waldron, roteirista de Loki, e depois Sam Raimi — uma escolha inesperada, mas que deu ao filme uma personalidade própria. Porém, como quase tudo na Fase 4, os bastidores foram cheios de tropeços: pandemia, pausa nas gravações em Londres, retomada meses depois, e por fim, refilmagens nos EUA para ajustar o tom.
Mesmo assim, o filme brilhou nas bilheterias: quase 1 bilhão de dólares mundialmente. Foi o quarto maior sucesso de 2022, mesmo com a recepção dividida entre quem amou a ousadia e quem achou tudo corrido demais.
E o que sobrou para a sequência? Muita coisa. Talvez até demais.
Multiverso da Loucura deixou vários nós para amarrar. O de Wanda, o de America Chavez, o das variantes, o do terceiro olho que mudou tudo, e claro, o surgimento de Clea, interpretada por Charlize Theron, na cena pós-créditos.
Além disso, o MCU só se complicou mais desde então. Tivemos Loki, Sem Volta Para Casa, The Marvels, séries que mexeram com linhas do tempo, realidades, incursões e conceitos que agora fazem parte do cotidiano do Doutor Estranho. Ou seja: o próximo filme não pode simplesmente ignorar essa bagunça — ele precisa abraçá-la ou dar um novo rumo ao personagem.
Com Cumberbatch participando mais ativamente, especula-se que o filme pode explorar:
o impacto psicológico do Darkhold no Strange;
o destino incerto (e emocionalmente carregado) da Wanda;
o treinamento de America Chavez;
as consequências das incursões entre universos;
e até onde vai o relacionamento complicado entre Strange e Christine.
Sem falar de Clea, que abre a porta para um lado ainda mais místico do MCU.
O que está acontecendo agora — de verdade
Neste momento, tudo indica que o filme está no comecinho do comecinho. Há brainstorming, há reuniões, há sondagens. Mas não há produção em andamento, não há filmagens marcadas, não há cronograma público.
E mesmo assim, o fato de a Marvel já se mexer diz muito. O estúdio sabe que Strange é um dos pilares que ainda funcionam diante da fase turbulenta da franquia. Trazer o personagem de volta com peso, profundidade e narrativa mais coesa parece ser uma prioridade.
Diretor? Ninguém sabe. Roteirista? Também não. Mas o projeto está vivo, respirando e, pela primeira vez em anos, com o ator principal sentado à mesa de decisões.
Lançado em janeiro de 2026, A Empregada rapidamente deixou de ser apenas mais um suspense no catálogo do ano e virou um verdadeiro fenômeno de público. O filme, dirigido por Paul Feig, chamou atenção ao misturar tensão psicológica, drama doméstico e reviravoltas constantes, conquistando tanto o público quanto o desempenho nas bilheterias.
Baseado no livro de Freida McFadden e adaptado por Rebecca Sonnenshine, o longa conta com Sydney Sweeney no papel de Millie e Amanda Seyfried como Nina Winchester, além de Brandon Sklenar e Michele Morrone no elenco.
Qual é a história do filme?
A trama acompanha Millie, uma jovem com passado criminal que tenta reconstruir a vida depois de sair da prisão. Sem conseguir oportunidades fáceis, ela aceita trabalhar como empregada doméstica na casa da rica família Winchester.
O que parece um recomeço promissor logo ganha outro tom. A convivência dentro da mansão começa a revelar comportamentos estranhos, principalmente por parte de Nina, que alterna momentos de gentileza com atitudes imprevisíveis e desconfortáveis.
Millie, que passa a viver em um quarto no sótão da casa, começa a perceber que aquele emprego pode não ser tão seguro quanto parecia no início.
O que acontece dentro da casa dos Winchester?
Com o passar dos dias, a rotina dentro da casa se torna cada vez mais instável. Nina demonstra mudanças bruscas de comportamento e cria situações que deixam Millie em alerta constante, sempre colocando a funcionária em posições desconfortáveis.
Ao mesmo tempo, Millie se aproxima de Andrew Winchester, marido de Nina interpretado por Brandon Sklenar. Essa aproximação acaba desencadeando um triângulo emocional perigoso, que mexe com todas as relações dentro da casa.
Aos poucos, segredos começam a aparecer e a sensação de controle dentro da mansão vai se perdendo completamente.
Por que o filme virou um sucesso tão rápido?
A Empregada se destacou por apostar em um suspense mais íntimo, focado em tensão psicológica e relações humanas carregadas de conflito. Em vez de depender apenas de ação, o filme constrói o medo a partir do ambiente e dos próprios personagens.
Esse tipo de narrativa ajudou o longa a se tornar um sucesso de bilheteria e repercutir nas redes sociais, especialmente por suas reviravoltas e clima de constante desconfiança.
Quando A Empregada chega ao streaming?
O suspense já tem data definida para chegar ao streaming e não vai demorar muito para o público rever a história fora do cinema. O filme entra no catálogo do Telecine no dia 15 de maio, ampliando o acesso ao longa que virou um dos destaques recentes do gênero.
Além do streaming, o título também vai ganhar espaço na programação da TV. No sábado (16), ele será exibido no Telecine Premium às 22h, e no domingo (17), aparece no Telecine Pipoca às 20h, dentro de uma faixa especial dedicada a adaptações literárias.
Por que já existe uma sequência confirmada?
O desempenho forte de A Empregada nos cinemas foi suficiente para acelerar planos de continuação. A história, baseada no universo de Freida McFadden, tem material amplo para expansão, o que facilita o desenvolvimento de novos capítulos.
A sequência já está em fase inicial de planejamento e deve continuar explorando os segredos da família Winchester e os desdobramentos das escolhas feitas no primeiro filme.
No sábado, 06, o Cine Aventura transmitirá o filme Um Homem Enfrentando Desafios Monumentais. Sob a direção de Peter Landesman e com Will Smith como protagonista, esta obra cinematográfica retrata eventos verídicos, narrando a saga do Dr. Bennet Omalu, um especialista em patologia cerebral que encara obstáculos significativos ao tentar revelar a verdade sobre os efeitos dos traumas cranianos em jogadores profissionais de futebol americano.
A história se desenrola em Pittsburgh, onde o Dr. Omalu está envolvido no serviço forense. Após a morte precoce de Mike Webster, um jogador de futebol americano lendário, Omalu investiga seu cérebro e descobre sérias lesões cerebrais resultantes dos repetidos traumas durante sua carreira.
À medida que Omalu avança em sua pesquisa, ele descobre outros casos semelhantes entre jogadores de futebol americano, que manifestam problemas neurológicos e comportamentais equivocadamente atribuídos a outras causas, como substâncias ou distúrbios psiquiátricos. Omalu nomeia essa condição como “encefalopatia traumática crônica” (ETC), acreditando que seja ocasionada pelos impactos na cabeça durante os jogos.
Contudo, ao tentar compartilhar suas descobertas com a National Football League (NFL), Omalu encontra resistência e até mesmo enfrenta intimidação. A liga, preocupada com as implicações legais e financeiras da divulgação da pesquisa, busca suprimir as descobertas de Omalu e desacreditá-lo.
Apesar das adversidades, Omalu persiste em sua busca pela verdade e em conscientizar o público sobre os riscos à saúde dos jogadores de futebol americano. Ele enfrenta ameaças à sua carreira, reputação e até mesmo à sua segurança pessoal, mas mantém sua determinação em revelar a verdade.
Este filme aborda questões relevantes sobre ética no esporte, os efeitos dos traumas cerebrais e a influência das indústrias na divulgação de informações prejudiciais a elas mesmas. Ele destaca a luta corajosa de um homem que se recusa a se calar diante da injustiça, apesar dos desafios.
A performance de Will Smith como Dr. Bennet Omalu é amplamente elogiada, transmitindo com sucesso a determinação e a humanidade do personagem. O filme oferece uma análise crítica do impacto físico e emocional dos esportes de contato intenso nos atletas, levantando questões importantes sobre a responsabilidade das organizações esportivas na proteção da saúde de seus jogadores.
O elenco de Um Homem Enfrentando Desafios Monumentais é composto por diversos talentos, liderados por Will Smith no papel de Dr. Bennet Omalu. Will Smith é um renomado ator e produtor, reconhecido por suas atuações em filmes como “Independence Day” (1996), “MIB – Homens de Preto” (1997), “À Procura da Felicidade” (2006) e “Ali” (2001). Sua performance neste filme foi amplamente elogiada pela crítica.
Outros membros do elenco incluem Alec Baldwin, interpretando o Dr. Julian Bailes, um neurocirurgião. Baldwin é um ator premiado, conhecido por seus papéis em filmes como “Os Infiltrados” (2006) e “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018), além de sua aclamada atuação como Jack Donaghy na série de televisão “30 Rock” (2006-2013).
Gugu Mbatha-Raw retrata Prema Mutiso, interesse amoroso de Omalu no filme. Gugu é uma atriz britânica que se destacou em produções como “Belle” (2013) e “Beyond the Lights” (2014).
Além disso, o elenco conta com David Morse no papel de Mike Webster, o jogador cuja morte desencadeia a investigação de Omalu. Morse é um ator experiente, conhecido por seus papéis em filmes como “12 Macacos” (1995) e “À Espera de um Milagre” (1999), bem como em séries de televisão como “Treme” (2010-2013) e “Plantão Médico” (1994-2009).
A direção do filme ficou a cargo de Peter Landesman, que também escreveu o roteiro. Antes de dirigir “Um Homem Enfrentando Desafios Monumentais”, Landesman trabalhou principalmente como jornalista e escritor. Ele também dirigiu o filme “JFK – A História Não Contada” (2013), explorando teorias da conspiração sobre o assassinato de John F. Kennedy.
Curiosidades do filme:
O filme é baseado em eventos reais e na vida do Dr. Bennet Omalu, um neuropatologista nigeriano-americano que descobriu a encefalopatia traumática crônica (ETC) em jogadores de futebol americano.
Para se preparar para o papel, Will Smith passou um tempo considerável com o verdadeiro Dr. Bennet Omalu, estudando sua maneira de falar e seus gestos para retratá-lo com precisão.
Inicialmente, o papel do Dr. Cyril Wecht estava destinado ao ator Albert Brooks, mas devido a conflitos de agenda, Brooks teve que desistir do papel. O papel acabou sendo interpretado por Albert Brooks.
Durante as filmagens, o diretor Peter Landesman fez questão de incluir imagens reais de jogadores de futebol americano sofrendo colisões e impactos fortes para enfatizar a brutalidade do esporte e a gravidade dos traumas cerebrais.
O filme foi lançado em um momento em que as questões sobre a segurança dos jogadores de futebol americano e o impacto dos traumatismos cranianos estavam sendo amplamente discutidas. Isso gerou um debate significativo sobre o tema e levou a NFL a adotar medidas mais rigorosas em relação à segurança dos jogadores.
O Dr. Bennet Omalu desempenhou um papel ativo na produção do filme e atuou como consultor durante as filmagens para garantir a precisão dos eventos retratados.
Mortal Kombat 2 abandona qualquer tentativa de conter sua própria natureza e assume, de vez, o que sempre deveria ter sido: um universo guiado por violência estilizada, disputas sobrenaturais e lutas que falam mais alto do que qualquer explicação narrativa. O resultado é uma continuação que troca a contenção pelo exagero e transforma o excesso em linguagem principal do filme.
O que muda quando o filme deixa o realismo de lado?
Diferente do capítulo anterior, que ainda tentava equilibrar drama humano com elementos fantásticos, a sequência opta por cortar esse caminho intermediário. Aqui, o mundo de Mortal Kombat deixa de pedir desculpas pela própria lógica e passa a funcionar como uma arena aberta, onde regras são ditadas pelo espetáculo.
Essa mudança impacta diretamente o ritmo da produção. As cenas deixam de ser interrompidas por explicações longas e passam a avançar de forma mais fluida, quase como se cada sequência estivesse conectada a outra por pura energia de combate. O universo ganha uma estética mais assumida, menos preocupada em parecer plausível e mais interessada em ser marcante.
As lutas finalmente entregam o que os fãs esperavam?
Um dos maiores saltos do filme está justamente na forma como as batalhas são construídas. A direção abandona cortes excessivos e aposta em coreografias mais abertas, permitindo que cada golpe tenha peso e visibilidade. Isso cria uma sensação mais próxima da experiência dos jogos, onde o impacto visual é parte essencial da identidade.
As fatalities, que sempre foram um símbolo da franquia, surgem com mais espaço e menos suavização. Em vez de serem tratadas como um choque isolado, elas passam a integrar o fluxo natural das lutas, reforçando o tom brutal que define esse universo. O resultado é um conjunto de cenas mais direto, mais agressivo e, principalmente, mais coerente com a proposta da saga.
Quem assume o protagonismo dentro do caos?
O filme não depende de um único eixo central, mas alguns personagens acabam ganhando mais destaque conforme a trama avança. A chegada de Johnny Cage, vivido por Karl Urban, injeta uma dose de ironia e leveza em meio ao cenário de destruição constante. Ele funciona como um contraponto ao tom sombrio que domina a maior parte da narrativa.
Já figuras clássicas como Liu Kang e Kung Lao continuam sendo peças fundamentais dentro do torneio, embora ainda fiquem limitadas por uma estrutura que prioriza ação em vez de desenvolvimento emocional. Mesmo assim, suas presenças ajudam a sustentar o peso simbólico do conflito entre os reinos.
Do lado antagonista, Shao Kahn se consolida como a força dominante da história, ampliando a sensação de ameaça constante. Sua construção não depende de grandes discursos, mas sim da forma como ele se impõe em cena, sempre como uma presença difícil de ser contida.
Como o filme organiza seu grande confronto final?
O terceiro ato é dividido em múltiplas frentes simultâneas, reforçando a ideia de que o conflito ultrapassa um único espaço ou batalha. Enquanto o torneio principal se intensifica, outras disputas paralelas acontecem em diferentes dimensões, criando uma sensação de colapso generalizado entre os reinos.
No centro desse caos, Shao Kahn avança como força imparável e acaba enfrentando diretamente Liu Kang e Sonya Blade. O combate não é apenas físico, mas simbólico, representando a tentativa de controle absoluto sobre o equilíbrio entre mundos.
Ao mesmo tempo, outras narrativas se cruzam em paralelo. Bi-Han retorna sob uma nova identidade, mais sombria e instável, assumindo a forma de Noob Saibot. Esse arco abre espaço para um conflito interno que se mistura com antigas rivalidades, especialmente em confrontos que se estendem até o Submundo.
O desfecho realmente encerra a história?
A resposta é simples: não. O encerramento de Mortal Kombat 2 foi construído claramente como uma transição, não como uma conclusão. Em vez de amarrar todas as pontas, o filme opta por expandir o universo e deixar conflitos em aberto.
Durante os momentos finais, as batalhas atingem seu ponto mais caótico. Personagens mudam de lado, poderes são despertados sob pressão extrema e artefatos místicos se tornam peças decisivas no equilíbrio da guerra. Johnny Cage, por exemplo, alcança um novo nível de poder em um momento crítico, alterando o rumo de um dos eventos centrais da trama.
Enquanto isso, Liu Kang passa por uma transformação após um desfecho brutal, sugerindo que sua trajetória ainda não terminou — apenas mudou de forma. Essa escolha reforça a ideia de continuidade e prepara terreno para uma possível evolução do personagem em futuras histórias.
O filme prioriza narrativa ou espetáculo?
A escolha da produção é evidente: o foco está no impacto visual e na energia das lutas. A narrativa existe, mas funciona mais como estrutura de suporte do que como eixo principal. O que realmente conduz o filme é a sequência de confrontos, que dita o ritmo e sustenta a experiência do início ao fim.
Isso não significa ausência total de história, mas sim uma mudança de prioridade. Em vez de construir um drama complexo, o longa aposta em um universo vivo, onde cada batalha empurra o enredo para frente. Essa decisão torna o filme mais direto, embora menos profundo em termos de desenvolvimento dramático.
Vale a pena encarar essa nova fase da franquia?
O longa-metragem funciona melhor para quem entende exatamente o tipo de experiência que a franquia propõe. Não se trata de uma narrativa fechada ou emocionalmente sofisticada, mas de um espetáculo contínuo de combate, poder e caos controlado.
A trajetória de Impuros dentro do audiovisual brasileiro já ultrapassou o status de sucesso pontual. A série, que mergulha nas engrenagens do tráfico e nas disputas de poder nas periferias do Rio de Janeiro, entrou em uma nova fase mais ambiciosa. Com gravações em andamento, uma nova temporada confirmada e até planos para o cinema, o projeto mostra que ainda está longe de encerrar sua história.
Criada por Alexandre Fraga e hoje integrada ao catálogo do Disney+, a produção encontrou fôlego ao longo dos anos ao expandir sua narrativa e reposicionar seus personagens em cenários cada vez mais imprevisíveis. O resultado é uma série que evoluiu sem perder a tensão que a tornou popular.
Quando a 7ª temporada estreia no Disney+?
Não há uma data oficial definida, mas o estágio atual da produção já permite uma previsão mais concreta. Com filmagens acontecendo no Rio de Janeiro, a sétima temporada deve chegar apenas entre 2027 e o início de 2028.
Esse intervalo mais longo não é exatamente um problema. Pelo contrário, indica um processo de produção cuidadoso, com atenção a detalhes que vão desde locações até a construção dos arcos narrativos. A série nunca trabalhou com lançamentos apressados, e tudo indica que isso continuará sendo uma prioridade.
A 7ª temporada já está confirmada?
Sim, e com um detalhe que chama atenção. A nova temporada foi aprovada antes mesmo da estreia do sexto ano no streaming, o que não é comum nem para produções consolidadas.
Esse movimento reforça o peso de Impuros dentro da The Walt Disney Company, que mantém a série como uma das principais apostas nacionais. A decisão também revela um planejamento mais amplo, com a história sendo pensada a longo prazo, e não apenas temporada por temporada.
O que aconteceu na 6ª temporada?
O sexto ano não economizou em intensidade. Evandro, interpretado por Raphael Logam, passa a agir movido por um impulso mais emocional do que estratégico após sofrer um ataque direto à sua família. Essa mudança de postura altera completamente o equilíbrio de forças dentro da narrativa.
Ao mesmo tempo, Morello, vivido por Rui Ricardo Diaz, reorganiza sua atuação e se aproxima de figuras ligadas à milícia e a antigos setores da polícia. Esse novo arranjo cria um ambiente ainda mais instável, onde alianças são frágeis e interesses mudam rapidamente.
A temporada aposta menos em ascensão e mais em desgaste. Os personagens já não estão construindo poder, mas tentando mantê-lo em meio a um cenário que parece desmoronar a cada episódio.
O universo de Impuros vai virar filme?
A expansão da história já começou a sair do papel. Um longa derivado está em desenvolvimento, com a proposta de explorar novos recortes dentro do mesmo universo.
Ainda não há detalhes sobre trama ou personagens centrais, mas a ideia é clara. O projeto pretende levar Impuros além do formato de série, testando novas possibilidades narrativas e alcançando um público ainda maior.
Esse tipo de movimento costuma acontecer quando uma produção já construiu uma base sólida e consegue sustentar histórias paralelas sem depender exclusivamente da trama principal.
Como a série evoluiu ao longo das temporadas?
A evolução da série não aconteceu apenas na história, mas também na forma como ela é contada. O que começou como um retrato mais direto da ascensão no tráfico foi se transformando em uma narrativa mais ampla, que inclui disputas políticas, influência econômica e diferentes camadas do crime organizado.
A mudança de plataforma também teve impacto. Ao sair do canal premium e chegar ao streaming, a série ganhou mais visibilidade e passou a dialogar com um público maior, o que influenciou a construção de seus arcos mais recentes.
Hoje, a trama não depende de um único protagonista. Ela funciona como um sistema, onde cada personagem representa uma peça dentro de um jogo maior.
O que esperar da 7ª temporada?
A próxima fase deve aprofundar justamente esse cenário de instabilidade. Com relações desgastadas e interesses conflitantes, a tendência é que a história avance para confrontos mais diretos e decisões com consequências irreversíveis.
Evandro continua como figura central, mas já não é o mesmo personagem de temporadas anteriores. A expectativa é de que ele enfrente não apenas inimigos externos, mas também o peso das escolhas que fez até aqui.
Ao mesmo tempo, personagens secundários devem ganhar mais espaço, ampliando a visão sobre o funcionamento desse universo e criando novas frentes narrativas.
Nesta tarde de segunda-feira, 08/01/2024, a programação da TV Globo reserva um momento verdadeiramente extraordinário para os telespectadores, brindando-os com a exibição do cativante filme “A Chefinha” na consagrada Sessão da Tarde. Lançado em 2019, este envolvente longa-metragem promete encantar o público, graças ao talentoso elenco composto por nomes ilustres como Marsai Martin, Regina Hall e Issa Rae, sob a habilidosa direção de Tina Gordon Chism.
A trama envolvente desdobra-se em torno de uma mulher de meia-idade, saturada e exausta de sua rotina adulta monótona. No entanto, sua vida sofre uma reviravolta mágica quando lhe é concedida a oportunidade única de retroceder no tempo e reviver os dias de sua juventude. Ao libertar-se de todas as responsabilidades que a afligiam, ela embarca em uma jornada surpreendente, culminando em uma valiosa lição ao final.
Curiosiades do filme A Chefinha
“Little” é uma comédia fantástica lançada em 2019, dirigida por Tina Gordon. A trama gira em torno de Jordan Sanders, uma mulher bem-sucedida que, devido a um encanto misterioso, se vê transformada de uma adulta confiante para uma versão de 13 anos de idade. Essa mudança ocorre justamente em um momento crucial da infância, repleto de desafios e pressões.
O filme destaca temas fundamentais, como amadurecimento, autoaceitação e empatia, ao explorar a jornada única de Jordan em um corpo juvenil. O elenco estelar inclui Regina Hall, que interpreta a versão adulta de Jordan Sanders, Marsai Martin no papel da versão mais jovem e Issa Rae como April, a leal assistente de Jordan.
Uma curiosidade notável é o envolvimento de Marsai Martin além da atuação. Ela não apenas brilhou na tela, mas também se destacou como a produtora executiva mais jovem da história de Hollywood a liderar um projeto. Essa façanha adiciona um elemento extraordinário à realização do filme.
Ao comparar “Little” com “Quero Ser Grande” (Big), filme em que Tom Hanks interpreta um menino que deseja ser adulto, podemos perceber uma inversão única de papéis. Em “Little”, a inversão é aplicada de maneira refrescante, oferecendo uma perspectiva única sobre o amadurecimento e os desafios que cada fase da vida apresenta.
A recepção crítica de “Little” foi predominantemente positiva, com elogios direcionados ao humor cativante, ao talentoso elenco e à abordagem original da história. Embora algumas críticas tenham apontado para momentos previsíveis, o filme conseguiu se destacar como uma comédia envolvente e inspiradora, proporcionando ao público uma experiência memorável.
Horário de exibição da Sessão da Tarde
A Sessão da Tarde, aguardada ansiosamente pelos telespectadores, vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir das 15h30, logo após a novela “Mulheres de Areia”. Esteja preparado para uma tarde repleta de emoções e reflexões ao desfrutar da exibição do envolvente “A Chefinha”. Convide a família, reserve um momento especial e permita-se ser transportado para esse universo encantador de nostalgia e descobertas.
Existe um Brasil que raramente ganha espaço nas manchetes. Um país que não se mede em PIB, que não se traduz em hashtags, nem se resume a planilhas frias nas mesas de Brasília. Esse Brasil pulsa no meio do mapa — entre chapadas, cachoeiras, rios, trilhas, quilombos e igrejas centenárias. É o Brasil que canta sem microfone, reza de joelhos, dança diante do abismo como forma de resistência e expressão.
É esse Brasil profundo, simbólico e visceral que o Globo Repórter explora nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025, em uma das jornadas mais sensoriais e emocionantes da televisão brasileira dos últimos anos.
Do rapel ao sagrado: uma jornada de corpo e alma
A reportagem, conduzida pelo jornalista Chico Regueira, não é apenas uma viagem física. É uma travessia existencial por territórios que formam não só o centro geográfico, mas também o cerne da identidade brasileira. De Minas Gerais à Chapada dos Veadeiros, passando por Ouro Preto, Brasília e a Candangolândia, o programa percorre geografias externas e internas — da adrenalina do rapel ao silêncio ancestral de uma senhora de 92 anos.
A aventura se inicia com uma trilha que já foi desbravada por tropeiros, garimpeiros e migrantes. São 24 quilômetros percorridos a pé pela Serra da Lapinha, em Minas, onde o cerrado e a mata atlântica se encontram como se disputassem espaço com o mistério.
O céu que fala: lendas e luzes inexplicáveis
Na Serra, moradores relatam aparições de luzes que cruzam o céu em movimentos inexplicáveis. Para uns, são espíritos. Para outros, fenômenos naturais. Para o Globo Repórter, são parte de um imaginário coletivo que insiste em sobreviver à racionalidade do século XXI.
“Não importa se é verdade ou não. É verdade para quem viu. E isso basta”, diz Chico Regueira, com a delicadeza de quem compreende que, no Brasil profundo, realidade e crença dançam juntas.
Cavalos como companheiros de travessia
No meio da trilha, o que mais impressiona não são os obstáculos naturais, mas a relação entre os moradores e seus cavalos. Esses animais não são apenas meio de transporte — são parceiros, extensão da própria alma dos tropeiros que, no passado, abriram caminhos com os pés no barro e os olhos no infinito. As cenas de cavalgada não têm pressa — e por isso mesmo emocionam.
Dormir no alto da cachoeira: uma experiência transcendental
Se a travessia é poética, o que vem a seguir é quase mítico. Pela primeira vez na televisão brasileira, uma equipe jornalística dorme a quase 200 metros de altura, no platô da Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro — a maior de Minas e a terceira maior do Brasil.
Mais do que sua altura imponente, a cachoeira impressiona por sua espiritualidade. Ali, a natureza se impõe como uma catedral sem paredes, onde a água canta e a rocha prega. Nesse altar natural, conhecemos Jéssica, uma jovem guarda-parque que dança à beira do abismo como forma de meditação. “A natureza me escuta quando o mundo não escuta mais”, confessa, num dos momentos mais impactantes do programa — sem narração, sem trilha. Só o som do vento e da água.
A força da imagem: quando o corpo também grava
A experiência transforma a equipe. Dormir ali, sob estrelas tão próximas que quase tocam o rosto, altera a percepção. “A câmera grava, mas o corpo também grava. A alma grava”, diz Chico Regueira nos bastidores. O relato é íntimo e revela que, mais do que reportagem, o programa viveu uma imersão espiritual.
Ouro Preto e Mariana: cidades onde o tempo escorre como ouro
Do topo da montanha, o Globo Repórter mergulha para as entranhas da história. Em Ouro Preto e Mariana, o tempo ainda é medido pelo som dos sinos das igrejas, acionados manualmente por sinaleiros e mantidos com esmero por relojoeiros que tratam os mecanismos como filhos. “Isso aqui não é só um relógio. É a respiração da cidade”, diz um deles.
Mina da Passagem: nadar sobre a dor
Em Mariana, a equipe visita a Mina da Passagem, a maior mina de ouro aberta à visitação no mundo. Os túneis, escavados por mãos escravizadas, hoje estão inundados por águas cristalinas. Ali, a equipe mergulha em um cenário de beleza trágica. “É lindo, mas é triste. A gente nada sobre dor”, sussurra Chico. Os guias compartilham ditados populares, causos e assombrações. Um Brasil subterrâneo que ainda reluz — não mais pelo ouro, mas pela memória.
Brasília: o sonho moderno que quase foi sustentável
No Planalto Central, o programa troca a natureza bruta pela utopia urbana. Brasília, conhecida por suas formas geométricas, foi idealizada para o futuro — mas carrega em seus arquivos um passado que poderia ter sido mais ecológico do que jamais imaginamos.
Pesquisadores da UnB descobriram registros de um plano urbano que previa reaproveitamento de água, reflorestamento, hortas comunitárias e bairros autossuficientes — tudo antes de a palavra “sustentabilidade” virar tendência.
Candangolândia: os operários que viram Brasília nascer
Na Candangolândia, vila dos operários que construíram a capital, a equipe conversa com trabalhadores que testemunharam o nascimento da cidade. Dormiam em barracos improvisados, comiam pouco, mas sonhavam alto. “Eu vi Brasília nascer. E ainda acredito que ela pode renascer”, diz seu Raimundo, 85 anos, com os olhos marejados.
Rafting e urgência: navegando sobre o futuro do país
De volta à natureza, a equipe encara o rafting pelo Rio Paranã, o maior em volume do Brasil Central. A aventura embala uma verdade dura: mais da metade das nascentes do Cerrado estão ameaçadas.
O Cerrado é o berço das águas brasileiras. Seus rios abastecem regiões inteiras, mas o desmatamento, a mineração e o avanço da agropecuária seguem devorando silenciosamente o bioma. “Estamos navegando sobre o futuro do Brasil. Se o Cerrado secar, seca o país”, alerta o narrador, em um momento de pura urgência ambiental.
Kalungas: o Brasil que resistiu ao apagamento
A jornada se encerra na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, com o povo Kalunga — o último quilombo a resistir à escravidão. Escondidos nas montanhas por séculos, os Kalungas desenvolveram um modo de vida resiliente, independente e profundo.
Ali vive Dona Procópia, 92 anos, indicada ao Prêmio Nobel da Paz por sua luta na preservação da cultura quilombola. Em sua casa simples, entre cantigas, rezas e plantas medicinais, ela ensina os jovens a se reconectarem com suas raízes. “Minha avó foi escravizada. Minha mãe foi negada. Eu fui esquecida. Mas estou aqui. E ainda falo”, diz, com um sorriso que emociona mais do que qualquer discurso.
Um Brasil que resiste — e quer ser ouvido
O programa acompanha o cotidiano de Dona Procópia: a oração da manhã, o café coado no pano, a conversa com os jovens Kalungas que ela orienta com sabedoria. Ali, entre montanhas e histórias, sobrevive um Brasil que resistiu ao apagamento, mas que agora quer — e precisa — ser escutado.
Pilar assume um novo desafio ao se tornar professora por um dia, cativando seus alunos com uma aula fascinante sobre criptogramas. Sua paixão por códigos secretos desperta a curiosidade de todos, tornando a aula um dos momentos mais empolgantes da semana. A conexão de Pilar com o tema e sua habilidade em ensinar trazem uma nova dimensão à sua personagem, demonstrando sua inteligência e liderança.
Enquanto isso, Manu enfrenta dificuldades em matemática e, como resultado, acaba ficando de recuperação. Determinada a superar o desafio, ela recebe a ajuda de suas amigas Anna e Isadora. Juntas, elas se empenham em encontrar métodos criativos e eficazes para facilitar o aprendizado de Manu, mostrando o poder da amizade e da colaboração em momentos difíceis. Essa trama traz à tona temas importantes, como o apoio mútuo e a superação de obstáculos acadêmicos.
Em outro ponto da história, Shirley e Wanda descobrem uma traição que abala o relacionamento entre Goma e Thomas. Goma havia enganado Thomas, mas, surpreendentemente, o empresário revela que não queria perder seu funcionário para outro empregador. Essa revelação complica ainda mais a situação, gerando tensão entre os personagens e preparando o terreno para novos conflitos.
No meio dessa confusão, Lavínia aproveita para agir nas sombras, pegando o carimbo de Anna de forma sorrateira. Essa ação, aparentemente simples, pode ter grandes repercussões nos próximos capítulos, já que o carimbo pode ser uma peça-chave para eventos futuros.
Além disso, Norma, sempre atenta, percebe que Moleza conseguiu escapar da gaiola, deixando-a preocupada com as consequências dessa fuga inesperada. Ao mesmo tempo, Pedro, André e Anna fazem uma descoberta intrigante: um livro antigo que parece conter pistas valiosas sobre a fechadura secreta que encontraram. A descoberta desse livro promete adicionar ainda mais mistério e ação à trama, preparando o público para uma série de revelações emocionantes.
Capítulo 035 – Exibição: 13 de setembro
A tensão aumenta à medida que Moleza, ainda desconfiada, confessa a Anna que não confia em Pedro e André. Essa desconfiança cria um clima de incerteza e suspeita, tornando as interações entre os personagens ainda mais intensas e imprevisíveis.
Enquanto isso, as crianças se dedicam a desvendar o enigma contido no misterioso livro, que parece ser a chave para revelar segredos importantes. O processo de decifração não será fácil, pois Lavínia surge inesperadamente, atrapalhando o grupo e tentando desviar sua atenção. Sua presença se torna um obstáculo contínuo, mostrando que ela está disposta a qualquer coisa para manter o controle da situação.
Em um momento de alívio e ternura, Norma finalmente consegue recuperar Moleza. Depois de todo o caos, ela adormece abraçada ao pequeno amigo, demonstrando um profundo vínculo de afeto e confiança, além de trazer uma pausa emocional à trama agitada.
Preocupados com a interferência de Lavínia, Pedro e André decidem usar uma estratégia para distraí-la. Levam-na para a cozinha, onde começam a preparar uma receita com a intenção de mantê-la ocupada e longe das revelações que estão prestes a fazer. Esse momento traz uma leveza cômica para o episódio, equilibrando as tensões e mostrando a criatividade dos personagens.
Por fim, Tonico se aproxima de Anna e revela uma informação bombástica: a misteriosa fechadura que tanto intrigava o grupo é, na verdade, um quadro de luz. Essa revelação deixa Anna confusa e desconfiada das verdadeiras intenções de Tonico, já que ele a aconselha a se afastar da situação. Com essa nova informação, o suspense aumenta, e o público é deixado à espera de respostas, enquanto as verdadeiras intenções de Tonico continuam envoltas em mistério.
Capítulo 032 da novela Cruel Istambul de Terça-feira, 21 de outubro Cemre e Nedim aprofundam sua intimidade durante a fuga, fortalecendo o vínculo de cumplicidade que os une cada vez mais. Agah, tomado pela frustração e culpa, visita o túmulo do irmão para desabafar sua dor e refletir sobre os rumos da família. Na mansão, Neriman humilha Seher ao relembrar a fuga da filha, enquanto Cenk busca consolo com o pai, encontrando em Agah um raro gesto de apoio e incentivo. Ceren, abalada pela situação de Seher, enfrenta uma mistura de culpa e arrependimento, e Damla, por sua vez, confessa a Civan seus desejos, criando ainda mais tensão entre os irmãos. À noite, sob o luar, Cemre canta para Nedim na praia, em um momento de ternura e esperança, sem imaginar que Seniz já prepara um plano para incriminá-la e destruir sua paz.
Capítulo 033 da novela Cruel Istambul de Quarta-feira, 22 de outubro Cemre decide abrir seu coração para Nedim, revelando detalhes dolorosos de seu passado e da vida difícil que enfrentou com o pai. As lembranças a atormentam, e Nedim se emociona ao perceber a força e a vulnerabilidade da jovem. Neriman revela a Ceren que toda a fortuna dos Karaçay pertence ao sobrinho de Agah, despertando nela ambição e inveja. Determinada a construir um futuro independente, Cemre consegue emprego em um hotel e tenta se sustentar sozinha, enquanto Damla manipula a imprensa para proteger a imagem da família. Seher, desesperada, apela publicamente pelo retorno da filha, enquanto Cenk, agindo às escondidas, se aproxima de Cemre. Nedim insiste para que ela volte à mansão, acreditando que assim poderá protegê-la, e a jovem se vê dividida entre o amor e a liberdade, sem perceber o perigo que a cerca.
Capítulo 034 – Quinta-feira, 23 de outubro Cemre vive dias de apreensão, temendo ser descoberta pela polícia, enquanto Agah acusa Civan de envolvimento na fuga, gerando um novo confronto familiar. Nos depoimentos, Ceren, pressionada por Seniz, culpa Seher pelo desaparecimento da irmã, e Damla tenta amenizar as tensões ao defender Civan. Nedim é reconhecido pelo dono do hotel onde estão hospedados, e Cemre entra em desespero ao perceber que podem ser denunciados. Cenk reaparece e tenta ajudá-la, mas sua presença apenas aumenta a confusão. A situação piora quando Nedim é roubado, ficando sem documentos nem dinheiro, e Cemre se vê sem saída. Na mansão, Ceren começa a se arrepender das mentiras que contou, recusa-se a se alimentar e mergulha em um estado de desespero, tomada pela culpa e pela sensação de que destruiu a própria família.
Capítulo 035 – Sexta-feira, 24 de outubro Ceren entra em colapso emocional ao perceber o quanto prejudicou Seher com suas mentiras, enquanto Cemre e Nedim tentam fugir ao cair da noite. O dono do alojamento os ameaça com chantagem, e Cemre, desesperada para proteger Nedim, decide se entregar às autoridades. Pouco depois, um incêndio toma conta do local, deixando Nedim preso em meio às chamas. Cenk surge e, em um gesto de coragem, salva o primo, arriscando a própria vida. No hospital, Agah e Cenk acompanham o estado de Nedim, enquanto Cemre é levada pela polícia como suspeita de causar o acidente. Angustiado, Agah começa a desconfiar de que nada foi coincidência e recebe um alerta de que Seniz e Cenk podem estar tramando algo contra ele, intensificando o clima de desconfiança e tragédia que paira sobre os Karaçay.