Lançamentos do cinema: Saiba quais são os filmes que estão em cartaz nesta quinta (18/09)

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Nesta quinta-feira, 18 de setembro, os cinemas brasileiros recebem uma programação repleta de diversidade, emoção e experiências únicas. Dos documentários que exploram memórias e tradições às aventuras fantásticas, passando por dramas intensos, comédias românticas e produções de terror, a variedade de gêneros promete conquistar todos os públicos. Entre estreias nacionais e relançamentos de clássicos, o destaque vai para filmes que trazem narrativas profundas e personagens inesquecíveis.

“Apanhador de Almas” invade os cinemas brasileiros com suspense e terror

O cinema nacional tem se destacado cada vez mais em produções de terror que misturam suspense, mistério e elementos sobrenaturais. Nesta semana, uma das estreias mais aguardadas é “Apanhador de Almas”, dirigido por Fernando Alonso e Nelson Botter Jr., que promete levar o público a uma experiência intensa e perturbadora. Com um elenco jovem e talentoso, incluindo Duda Reis e Klara Castanho, o longa mergulha em uma narrativa cheia de reviravoltas, desafios psicológicos e um jogo mortal que coloca a amizade à prova.

O filme acompanha quatro garotas que compartilham um interesse em comum: a bruxaria. Aspirantes a entender e dominar práticas místicas, elas veem a oportunidade de visitar a casa de uma bruxa misteriosa durante um eclipse lunar como a chance perfeita para realizar um ritual sobrenatural. Movidas pela curiosidade e pelo desejo de vivenciar o místico, elas adentram a residência com entusiasmo, sem imaginar os perigos que as aguardam.

Porém, o que parecia ser uma experiência inofensiva rapidamente se transforma em um pesadelo. As garotas percebem que algo deu errado, e logo se encontram presas em um limbo dimensional, um espaço entre o real e o sobrenatural. Nesse cenário, as regras do mundo cotidiano não se aplicam mais, e cada decisão pode significar a diferença entre a vida e a morte. A tensão cresce à medida que o ambiente misterioso e hostil desafia não apenas a coragem das jovens, mas também os laços que as unem.

Um dos aspectos mais marcantes de “Apanhador de Almas” é o modo como o filme combina terror sobrenatural com o drama humano. À medida que as garotas enfrentam situações cada vez mais perigosas, a história explora os limites da amizade e da confiança. Em um jogo mortal, onde apenas uma poderá sobreviver, cada gesto, cada escolha e cada segredo têm consequências imprevisíveis.

A direção de Fernando Alonso e Nelson Botter Jr. é outro destaque do filme. A dupla constrói uma atmosfera sombria e opressiva, que reflete perfeitamente o terror psicológico que permeia o enredo. A ambientação da casa da bruxa, os efeitos visuais e a manipulação de luz e sombra contribuem para criar um ambiente de tensão constante, mantendo o público atento a cada movimento.

“A Grande Viagem da Sua Vida” traz romance e aventura de forma divertida e sensível

Dirigido por Kogonada, A Grande Viagem da Sua Vida é uma comédia romântica que mistura romance, aventura e autodescoberta. Sarah e David se conhecem no casamento de um amigo e, por uma série de acontecimentos inusitados, acabam embarcando juntos em uma jornada que revisita momentos importantes de suas vidas.

O longa aborda com leveza o acaso, a conexão entre as pessoas e a maneira como pequenas escolhas podem gerar grandes mudanças. Com humor, sensibilidade e momentos de encantamento, a produção mostra que encontros inesperados podem se transformar em experiências memoráveis. É um filme que celebra a magia do cotidiano e as surpresas que a vida nos reserva.

“Toque Familiar” explora os desafios da velhice e a transição para a vida assistida

O drama Toque Familiar, dirigido por Sarah Friedland, narra a história de uma mulher de 80 anos que enfrenta o desafio de se adaptar à vida em uma casa de repouso. A protagonista lida com mudanças em sua memória, identidade e desejos, criando conflitos internos e externos com os cuidadores e familiares.

A produção aborda temas universais, como envelhecimento, autonomia e relações humanas, oferecendo uma visão sensível sobre a adaptação às transformações da vida. Toque Familiar é uma obra que toca o espectador ao mostrar a complexidade emocional da velhice, incentivando empatia e reflexão sobre o respeito à história pessoal de cada indivíduo.

“A Longa Marcha: Caminhe ou Morra” desafia limites físicos e mentais

O cinema de suspense e terror distópico ganha uma nova produção impactante com a estreia de “A Longa Marcha: Caminhe ou Morra”, dirigido por Francis Lawrence e com roteiro de J.T. Mollner. Baseado no clássico de Stephen King, o filme apresenta uma história intensa sobre resistência, sobrevivência e sacrifício, colocando o espectador em meio a um cenário autoritário onde cada passo pode significar a vida ou a morte.

A trama se passa nos Estados Unidos, em um futuro próximo marcado por um regime autoritário. Todos os anos, o país organiza uma competição brutal chamada A Longa Marcha, em que cinquenta adolescentes são selecionados para participar de uma prova de resistência extrema. Entre os escolhidos deste ano está Ray Garraty, um jovem que representa a coragem, a determinação e o medo que acompanha cada participante.

As regras da marcha são simples, mas cruéis: os competidores devem caminhar sem parar. A cada passo, suas vidas estão em risco — parar, tropeçar, sentar ou andar abaixo da velocidade mínima resulta em avisos, e após três advertências, o participante é eliminado, geralmente de forma fatal. O objetivo é permanecer em pé até que apenas um sobreviva, que receberá como prêmio a realização de um único desejo pelo resto da vida.

Mais do que força física, A Longa Marcha exige resistência mental. O filme mostra os desafios que Ray e os outros participantes enfrentam enquanto caminham quilômetros sem descanso, enfrentando dor, fadiga extrema e o colapso do corpo humano. Cada instante é uma batalha entre o instinto de sobrevivência e a determinação de seguir em frente.

O longa mergulha profundamente nas consequências psicológicas dessa competição. Ao acompanhar os passos dos jovens, o público testemunha o medo, a ansiedade e a paranoia que surgem quando a pressão é constante. Cada decisão errada pode significar eliminação imediata, e a tensão aumenta a cada momento, transformando a história em um suspense angustiante.

“Animais Perigosos” provoca medo e adrenalina no público

O thriller de terror Animais Perigosos, dirigido por Sean Byrne, coloca o público em uma situação angustiante. A trama acompanha uma surfista sequestrada por um serial killer que pretende usá-la como alimento para tubarões enquanto grava o ataque.

A trama começa de forma aparentemente simples: dois turistas, Greg e Heather, visitam a Tucker’s Experience, uma atração com gaiolas para tubarões administrada pelo excêntrico capitão Tucker. Durante a navegação, Tucker compartilha com os visitantes sua história de sobrevivência a um ataque de tubarão na infância, o que marcou sua vida e moldou sua visão sobre os predadores marinhos.

O que deveria ser uma experiência emocionante rapidamente se transforma em um pesadelo: após participarem de um mergulho em uma gaiola, Greg é assassinado por Tucker, e Heather é sequestrada. Este evento inicial dá o tom do longa: ninguém está seguro, e o perigo pode surgir a qualquer instante, mesmo em um ambiente que aparenta ser controlado e seguro.

Enquanto isso, na Gold Coast, a jovem americana Zephyr ajuda o corretor de imóveis Moses a ligar seu carro, criando uma conexão entre os dois. A química entre eles rapidamente se transforma em um breve romance, mas Zephyr segue seu caminho para surfar, cruzando acidentalmente com Tucker, que a sequestra. A partir desse momento, a narrativa se transforma em uma corrida desesperada pela sobrevivência.

Zephyr acorda acorrentada junto a Heather no barco de Tucker, descobrindo que ele mantém várias mulheres presas e usa os tubarões como armas letais. A tensão aumenta quando Tucker força Heather a ser baixada em um arnês sobre as águas repletas de tubarões, enquanto Zephyr observa impotente. Essa sequência inicial estabelece o clima de horror, medo e suspense psicológico que permeia todo o longa.

O capitão Tucker é um antagonista que mistura excentricidade, obsessão e frieza mortal. Ele não apenas sequestra suas vítimas, mas cria um jogo sádico, documentando os ataques com câmeras, como se fosse um ritual macabro. A figura de Tucker é construída de maneira a causar desconforto contínuo, mantendo o público em alerta e ampliando o suspense.

“Os Malditos” revisita a Guerra Civil Americana com drama e reflexão

O drama histórico Os Malditos, dirigido por Roberto Minervini, se passa durante a Guerra Civil Americana e acompanha uma tropa enviada para patrulhar regiões inexploradas do oeste dos Estados Unidos. À medida que a missão avança, os homens começam a questionar os motivos de seus esforços e os valores que os guiam.

O longa combina ambientação rigorosa, personagens complexos e dilemas existenciais, oferecendo uma narrativa profunda sobre o sentido de guerra, dever e humanidade. O filme é uma obra que une história, ética e questionamentos sobre o espírito humano, proporcionando reflexão e envolvimento emocional ao espectador.

“Sr. Blake ao Seu Dispor” mistura romance e comédia com situações inesperadas

Na produção francesa Sr. Blake ao Seu Dispor, dirigida por Gilles Legardinier, o protagonista Andrew Blake decide voltar à França após a morte da esposa para se reconectar com lembranças felizes. Ao chegar à mansão onde viveu momentos importantes, Blake precisa assumir o papel de mordomo, gerando uma série de eventos inesperados.

O filme combina humor, romance e recomeço, mostrando que a vida pode surpreender quando menos se espera. Sr. Blake ao Seu Dispor é leve, encantador e oferece reflexões sobre amor, perda e a importância de valorizar cada experiência.

“Minha Família Muito Louca!” diverte crianças e adultos com magia e aventura

A animação Minha Família Muito Louca!, dirigida por Mark Gravas, acompanha Betty, uma garota prestes a completar 13 anos que deseja adquirir os mesmos poderes mágicos de sua família. Ao longo da história, ela descobre segredos sobre os dons de seus parentes e aprende a valorizar sua própria individualidade. O filme mistura aventura, fantasia e humor, transmitindo mensagens sobre autoconfiança, identidade e o valor da singularidade.

“A Noviça Rebelde – 60 anos” celebra um clássico atemporal

Para celebrar seis décadas de encantamento, A Noviça Rebelde, dirigido por Robert Wise, retorna às telas. Maria, uma jovem cheia de energia, deixa o convento para se tornar governanta dos sete filhos do Capitão Von Trapp. Com alegria, carisma e talento musical, conquista crianças e adultos, enfrentando desafios e a ameaça da guerra. O relançamento oferece a chance de novas gerações vivenciarem a magia de um clássico que combina música, emoção e valores atemporais, como coragem, amor e união familiar.

Paulistar deste sábado (31/05/2025) mergulha em Diadema e revela como esporte, arte e gastronomia constroem esperança e pertencimento

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No episódio inédito deste sábado, dia 31, o programa Paulistar convida o público a redescobrir Diadema, cidade da Região Metropolitana de São Paulo marcada por sua força coletiva e capacidade de transformação. Com apresentação sensível de Valéria Almeida, a edição percorre ruas, praças e centros culturais, revelando histórias inspiradoras de pessoas que transformam a realidade local por meio do esporte, da arte e da gastronomia. O programa é dirigido por Patrícia Carvalho, com produção de Nathalia Pinha e direção de gênero de Claudio Marques, e vai ao ar aos sábados, logo após a novela História de Amor.

Caio e a Praça Kaleman: do luto à superação no coração da cidade

A jornada começa na simbólica Praça Kaleman, local que carrega em seu nome a memória de um jovem vítima da violência, mas que hoje representa resistência e recomeço. Ao lado de Caio, morador multifacetado e apaixonado por cultura urbana, Valéria conhece o espaço que foi ressignificado pela comunidade — de cenário de dor, passou a ser palco de encontros, lazer e esperança.

É ali que Caio compartilha sua paixão pelo street ball, modalidade de basquete de rua que, além de esporte, se tornou ferramenta de empoderamento e inclusão entre os jovens.

“A gente pega o que era ponto de violência e transforma em lugar de cultura. A praça é nossa, é vida. Aqui a gente sonha junto”, reflete Caio.

Praça da Moça: um coração pulsante onde a cidade se encontra

O episódio segue para a Praça da Moça, um verdadeiro ponto de efervescência cultural e afetiva em Diadema. Entre feiras, apresentações e rodas de conversa, o local é apresentado como um espaço democrático, onde moradores de diferentes idades e histórias se encontram e se reconhecem.

Valéria mostra como o espaço público se torna agente ativo de transformação social, e destaca a ocupação criativa e cidadã que fortalece os laços comunitários. Ali, o que se vê é a cidade se movimentando por si mesma, sem perder suas raízes.

Churrasco de resistência: o empreendedorismo jovem como motor de mudança

A gastronomia também tem lugar de destaque no programa. A repórter visita um empreendimento local que nasceu do sonho de um jovem apaixonado por churrasco, que, com determinação e criatividade, criou um negócio que se tornou ponto de encontro na cidade.

“A comida une. A gente vê pessoas que nunca se viram trocando ideias, sorrindo, celebrando a vida em volta da churrasqueira. Isso é Diadema”, diz o empreendedor.

O segmento reforça como a culinária vai além do alimento: ela é ponte entre gerações, culturas e afetos, fortalecendo a identidade do território.

Museu de Arte Popular: a cultura como forma de empoderamento

Outro destaque do episódio é a visita ao Museu de Arte Popular de Diadema, espaço que valoriza as manifestações artísticas da região e abre portas para novas narrativas. Valéria conversa com artistas locais e mostra como a arte — seja por meio da pintura, escultura, música ou performance — se torna instrumento de educação, pertencimento e resistência.

O programa evidencia como a valorização da cultura local ajuda a construir autoestima coletiva e oferece alternativas ao ciclo de exclusão social.

Circo Escola na Praça CEU das Artes: três décadas de transformação com arte circense

Encerrando a visita, o Paulistar chega à Praça CEU das Artes, onde funciona o histórico Circo Escola de Diadema, projeto social que há 30 anos promove inclusão por meio da arte circense. Acompanhada por educadores e jovens artistas, Valéria mostra como a prática do circo vai além da técnica — ela estimula disciplina, trabalho em equipe e confiança.

Entre malabares, acrobacias e risos, o circo é apresentado como uma metáfora potente: o equilíbrio que se conquista na corda bamba é o mesmo que tantos jovens de Diadema buscam na vida.

Anora, vencedor do Oscar 2025, estreia no Prime Video em julho

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Depois de conquistar Hollywood e emocionar plateias ao redor do mundo, “Anora”, o grande vencedor do Oscar 2025, tem data marcada para chegar ao streaming. A partir de 23 de julho, o longa estará disponível no Prime Video, sem custo adicional para os assinantes. Basta abrir o aplicativo e dar play. Nenhuma compra, nenhum aluguel, só uma história potente esperando para ser vivida — ou revivida — em casa.

Aclamado pela crítica e pelo público, o filme levou cinco estatuetas da Academia: Melhor Filme, Melhor Direção (Sean Baker), Melhor Atriz (Mikey Madison), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Com sua estética crua, ritmo envolvente e narrativa surpreendentemente delicada, Anora é mais que um filme — é uma experiência humana.

Uma fábula moderna com os dois pés na realidade

Dirigido e roteirizado por Sean Baker (conhecido por obras como The Florida Project), o filme nos leva ao coração do Brooklyn, Nova York, para contar a história de Anora, interpretada com brilho pela atriz Mikey Madison. Jovem, perspicaz e trabalhadora do sexo, ela vê sua rotina ganhar contornos de conto de fadas moderno ao se envolver com Ivan (Mark Eydelshteyn), um herdeiro russo que cruza seu caminho numa noite comum — e com quem ela se casa impulsivamente.

Mas o que começa como um romance improvável logo mergulha em conflito e ironia quando os poderosos pais de Ivan tomam conhecimento da união. A partir daí, a relação entre os dois é colocada à prova em uma sucessão de decisões difíceis, encontros desconfortáveis e descobertas emocionais.

Será que o amor sobrevive quando o mundo inteiro está contra você?” — essa parece ser a pergunta que paira ao longo de cada cena, ao passo que Anora, entre ingenuidade e pragmatismo, tenta encontrar um espaço para existir sem abrir mão de si mesma.

De Hollywood ao Brasil: Mikey Madison e Fernanda Torres

Durante a temporada de premiações, a protagonista Mikey Madison emocionou plateias com sua entrega visceral e, ao subir ao palco do Oscar para receber sua estatueta, tornou-se um dos rostos mais lembrados da cerimônia. Em entrevista recente, Madison revelou que conheceu a atriz Fernanda Torres após a cerimônia, e que se encantou com o trabalho da brasileira: “Ela é uma força. Uma mulher que entende a comédia, o drama, o tempo certo das coisas. Me senti inspirada conversando com ela.”

O encontro inesperado entre duas gerações de atrizes — de lados opostos do continente — simboliza bem a forma como Anora atravessa barreiras e encontra ressonância universal. A história de uma mulher em busca de dignidade e afeto, em meio a desigualdades, expectativas e julgamentos, poderia se passar no Brooklyn, em São Paulo ou em Moscou.

Uma estreia imperdível

Se você perdeu Anora nas telonas, o streaming te dá agora uma segunda chance. E, para quem já assistiu, talvez seja a hora de reviver a trama com mais calma, reparando nas sutilezas, nos silêncios e nos olhares que fizeram do filme um dos mais premiados do ano.

Disney+ divulga trailer e data de estreia da série “Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos”, inspirada na história do filho de Pablo Escobar

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O catálogo do Disney+ vai ganhar uma nova produção baseada em fatos reais. A plataforma divulgou o trailer oficial e confirmou a data de estreia da série Dear Killer Nannies: Criado por Assassinos, drama que revisita a história de uma das famílias mais conhecidas do narcotráfico mundial sob um ponto de vista pouco explorado.

A série acompanha a vida de Juan Pablo Escobar, filho do famoso narcotraficante colombiano Pablo Escobar, líder do cartel de Medellín e uma das figuras mais controversas da história recente da América Latina. Diferente de outras produções que focam na trajetória criminosa do traficante, a nova série aposta em uma perspectiva mais íntima e familiar.

Com oito episódios, a produção narra a história a partir da visão de Juan Pablo ainda na infância, mostrando como era crescer em meio ao poder, ao medo e à constante presença de homens armados ao redor da família.

Quem assume o papel de Pablo Escobar na série é o ator John Leguizamo (Encanto, Moulin Rouge!), responsável por interpretar o narcotraficante em um momento decisivo de sua trajetória, quando sua influência e violência já dominavam o cenário do crime organizado na Colômbia.

A trama mergulha no cotidiano da família Escobar e mostra como o ambiente ao redor do jovem Juan Pablo era marcado por contradições. Ao mesmo tempo em que vivia cercado por luxo e proteção, ele também convivia com o clima constante de tensão provocado pelas atividades criminosas do pai.

Um dos aspectos mais curiosos explorados pela série é a presença dos assassinos contratados por Escobar para garantir a segurança da família. Esses homens, responsáveis por proteger o filho do traficante, acabam assumindo também uma função inesperada: a de cuidadores e acompanhantes do garoto.

Nesse contexto, a narrativa apresenta esses personagens como uma espécie de “babás improvisados”, responsáveis por acompanhar Juan Pablo em diferentes momentos da infância. A relação entre o menino e esses homens armados revela um contraste marcante entre a inocência infantil e o universo violento que o cercava.

A produção também aborda a relação entre pai e filho, explorando como Juan Pablo enxergava Pablo Escobar dentro de casa, longe da imagem pública de criminoso que dominava os noticiários da época.

Além de John Leguizamo, o elenco reúne novos talentos e nomes conhecidos da televisão latino-americana. O personagem Juan Pablo Escobar é interpretado em diferentes fases da vida por três atores: Janer Villareal, que vive o personagem na adolescência, Miguel Tamayo, responsável pela fase da infância, e Miguel Ángel García, que interpreta o jovem Juan Pablo.

O núcleo familiar da história também conta com a presença de Laura Rodríguez no papel de Victoria Henao, esposa de Pablo Escobar e mãe de Juan Pablo. Ao longo da trama, a personagem precisa lidar com o impacto das decisões do marido sobre a segurança e o futuro da família.

Outros nomes do elenco incluem Juanita Molina (Angie), Julián Zuluaga (Rodri) e Rafael Zea (El Dorado), personagens que ajudam a construir o universo ao redor do protagonista.

A proposta da série é oferecer um olhar mais humano e complexo sobre os acontecimentos que marcaram a vida da família Escobar. Em vez de focar apenas no crime organizado, a narrativa busca explorar as consequências emocionais e psicológicas de crescer em um ambiente dominado pelo poder e pela violência.

Niterói recebe a primeira edição brasileira da Art Toy Con 2025 — O Universo dos Art Toys

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No coração da cidade de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, algo muito especial vai acontecer no dia 2 de agosto. O Teatro Popular Oscar Niemeyer será transformado em um ponto de encontro único, onde arte, cultura pop, design e emoções se entrelaçam: é a estreia oficial do Brasil na rede global da Art Toy Con — O Universo dos Art Toys, o maior festival de toy art da América Latina.

Mais do que um evento, a Art Toy Con é uma celebração do que há de mais criativo, autêntico e visceral no mundo dos brinquedos que se tornam arte — peças que carregam histórias, memórias e sonhos. Pela primeira vez, os brasileiros terão a chance de vivenciar essa experiência intensa e plural, num espaço que promete acolher artistas, colecionadores, curiosos e amantes da cultura em geral.

Uma arte que fala com o olhar e toca o coração

Se você pensa que toy art é só “brinquedo bonito”, prepare-se para se surpreender. A toy art é uma linguagem poderosa que usa o objeto lúdico para provocar emoções, questionamentos e até desconfortos. Cada peça carrega camadas de significado, mescla estética, cultura e identidade.

“É um diálogo entre o passado e o presente, entre o que a gente guarda na infância e o que a gente constrói na vida adulta”, explica Raphael Magalhães, diretor da Art Toy Con 2025 no Brasil. “Os art toys são como pequenos universos portáteis — cada um traz uma história que é única para quem cria e para quem observa.”

E é exatamente essa diversidade que a Art Toy Con quer mostrar, unindo talentos locais e internacionais, para que o público possa mergulhar em um oceano de criatividade, onde o fofo e o perturbador, o tradicional e o futurista convivem lado a lado.

O Brasil entra com um olhar singular — e folclórico

Um dos grandes destaques da edição brasileira será a homenagem à nossa cultura. Entre os artistas presentes, estará a criação exclusiva de um mascote inspirado no Curupira, figura lendária do folclore nacional, famosa por proteger as florestas e confundir caçadores. Essa releitura, em estilo toy art contemporâneo, é um símbolo do encontro entre nossas raízes ancestrais e a inovação artística.

“Queremos que o público se conecte com o que é nosso, mas também com o que é global. Essa mistura é o que torna a toy art tão fascinante — ela é ao mesmo tempo local e universal”, comenta Raphael.

Um mercado que cresce e transforma vidas

Além da beleza estética e da potência cultural, a toy art é um mercado em franca expansão. Segundo relatório da consultoria MetAstat, a indústria mundial deve ultrapassar os US$ 62 bilhões até 2030, impulsionada por uma geração que busca identidade e pertencimento em narrativas visuais.

A febre das bonecas Labubu, da marca Pop Mart, ilustra bem esse fenômeno. Com sua mistura única de fofura e elementos sombrios — a estética “creepy cute” —, elas conquistaram o coração da Geração Z ao redor do mundo, especialmente jovens ligados à moda alternativa e às culturas asiáticas.

No Brasil, a Art Toy Con chega para consolidar um movimento que já pulsa com força: artistas independentes, designers, ilustradores e colecionadores que transformam objetos simples em verdadeiras obras de arte, e em muitos casos, em instrumentos de diálogo sobre identidade, gênero, memória e resistência.

Programação que envolve e inspira

A programação do festival não se limita à exposição de peças. O evento também será palco de debates, palestras e workshops conduzidos por profissionais que vivem e respiram esse universo. Designers, ilustradores, pesquisadores e influenciadores vão compartilhar suas trajetórias, técnicas e visões sobre o futuro da toy art.

Para quem busca mais que contemplação, haverá experiências imersivas: instalações interativas, performances ao vivo e DJs — com uma forte presença do hip hop, gênero musical que dialoga profundamente com a cultura urbana e a estética da toy art.

No fim do dia, uma after party exclusiva reunirá artistas e convidados para celebrar as conexões feitas e as inspirações geradas ao longo da jornada.

O impacto para Niterói e para a cultura brasileira

Para a Secretaria das Culturas de Niterói, que patrocina o evento, a Art Toy Con representa uma chance ímpar de projetar a cidade como um polo de inovação cultural e econômica. A iniciativa também conta com o apoio institucional da ESPM, reconhecida por seu compromisso com o marketing e a inovação para os negócios.

“Mais do que trazer um evento internacional, queremos criar um ambiente de troca, aprendizado e fomento para a economia criativa local”, afirma uma representante da Secretaria. “É uma oportunidade para artistas locais se conectarem a uma rede global, e para a população vivenciar algo que, até então, estava distante do nosso dia a dia.”

Por que a Art Toy Con é para você

Seja você um colecionador experiente, um artista em busca de inspiração, um estudante curioso ou apenas alguém que gosta de novas experiências culturais, a Art Toy Con 2025 tem algo a oferecer. Ali, o brinquedo é muito mais que um objeto — é um portal para histórias, emoções e conexões humanas.

É um convite para desacelerar, olhar com atenção, sentir com o coração aberto e perceber que, por trás de uma peça aparentemente simples, pode morar um universo inteiro de significado.

Tremembé | Série do Prime Video sobre detentos famosos e o sistema prisional já está disponível

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta sexta-feira, 31 de outubro de 2025, o Prime Video estreia Tremembé, série original que explora o cotidiano de um dos presídios mais emblemáticos do Brasil. Conhecido popularmente como “o presídio dos famosos”, Tremembé II é palco de histórias de detentos que ganharam notoriedade nacional. A produção combina true crime e drama, com direção de Vera Egito (que também assina o roteiro ao lado de Ulisses Campbell, Juliana Rosenthal, Thays Berhe e Maria Isabel Iorio) e chega justamente no Halloween, reforçando o clima de tensão, mistério e reflexão sobre crime e punição.

Um olhar que vai além do fato policial

Tremembé não se limita a recriar casos famosos, como os de Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e os irmãos Cravinhos. A série aprofunda-se na convivência diária dentro do presídio, mostrando rivalidades, alianças, estratégias de sobrevivência e as pequenas fragilidades humanas que surgem mesmo em um ambiente extremo.

Cada episódio convida o público a refletir sobre dilemas universais: medo, arrependimento, orgulho e a busca por reconhecimento. Ao mesmo tempo, a produção evidencia problemas estruturais do sistema prisional brasileiro, como superlotação, falhas de gestão e os impactos sociais de se tornar notório no país. Dessa forma, Tremembé oferece não apenas entretenimento, mas debate e reflexão social.

Saiba quem dá vida aos detentos

O elenco de Tremembé é um dos grandes atrativos da série, reunindo nomes consagrados e emergentes da televisão e do cinema brasileiro. Marina Ruy Barbosa (Império, Totalmente Demais, Deus Salve o Rei) interpreta uma detenta inspirada em Suzane von Richthofen, combinando intensidade e vulnerabilidade. Bianca Comparato (3%, Avenida Brasil) assume papel baseado em Elize Matsunaga, trazendo profundidade emocional à trama. Carol Garcia (A Dona do Pedaço, Quanto Mais Vida, Melhor!) vive outra detenta central, transmitindo a complexidade do dia a dia prisional.

Entre os personagens masculinos, Felipe Simas (Totalmente Demais, Salve-se Quem Puder) interpreta Daniel Cravinhos, enquanto Kelner Macêdo (Guerreiros do Sol, cinema e séries independentes) vive Christian Cravinhos, explorando o peso de suas decisões dentro da prisão. Completam o elenco Letícia Rodrigues (Malhação, Verdades Secretas), Anselmo Vasconcelos (O Auto da Compadecida, Velho Chico) e Lucas Oradovschi (Outras Produções Independentes), todos contribuindo para a densidade dramática da produção e fortalecendo a autenticidade da narrativa.

Participação do sistema e críticas sociais

Mais do que drama, Tremembé se propõe a levantar questões sociais e estruturais do sistema prisional brasileiro. Ao mostrar a rotina de um presídio que abriga detentos célebres, a série aborda superlotação, ressocialização, estigmatização e os impactos da fama dentro da prisão. A pesquisa para a produção foi extensa e detalhada, incluindo livros, entrevistas e estudos sobre os casos reais, garantindo fidelidade aos fatos sem perder o ritmo dramático. Ao equilibrar entretenimento e reflexão, Tremembé provoca debates sobre ética, justiça e a forma como a sociedade encara o crime e a punição.

Caso Henry Borel: nova temporada de Doc Investigação estreia nesta segunda (14) com entrevista exclusiva de Monique Medeiros

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Foto: Reprodução/ Internet

A segunda temporada do Doc Investigação estreia nesta segunda-feira, dia 14 de julho, às 22h45, na tela da RECORD, com um episódio impactante que revisita um dos crimes mais emblemáticos do Brasil recente: o caso Henry Borel. O menino de 4 anos foi morto em março de 2021, em um episódio que mobilizou o país e gerou comoção nacional. As informações são da Record TV.

Apresentado pela jornalista Thais Furlan, o programa traz novas revelações sobre o caso, com destaque para uma entrevista inédita com Monique Medeiros, mãe de Henry, que rompe o silêncio após quatro anos. Detida e ré por envolvimento no crime, Monique fala pela primeira vez com a imprensa, oferecendo seu relato sobre o que aconteceu na noite da morte do filho.

A conversa exclusiva com Monique foi gravada dentro da unidade prisional onde ela cumpre pena. Na entrevista, ela aborda pontos delicados do processo, relembra momentos com o filho e responde a acusações que, segundo ela, ainda não foram devidamente esclarecidas. “É um conteúdo forte, mas necessário”, explica Thais Furlan. “Monique está pela primeira vez disposta a falar. Nosso objetivo é ir além da superfície do caso e mostrar o que ainda não foi dito — ou ouvido.”

Um caso que ainda choca o país

O assassinato de Henry Borel, em 8 de março de 2021, gerou comoção nacional não apenas pela brutalidade do crime, mas pelas circunstâncias envolvidas. Monique Medeiros e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, foram presos e acusados de envolvimento direto na morte da criança. Ambos alegaram inocência, e o caso se tornou um dos mais midiáticos da década.

Desde então, o processo judicial segue em curso, com debates intensos sobre culpabilidade, provas e o papel da mídia na cobertura do crime. Agora, com a nova temporada do Doc Investigação, o público terá acesso a uma abordagem mais aprofundada e documental sobre o tema.

Sonhos | Michel Franco retorna com drama visceral sobre poder, privilégio e fronteiras invisíveis

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O cinema contemporâneo tem encontrado em Michel Franco um dos autores mais consistentes ao explorar temas de desigualdade, poder e relações humanas em suas camadas mais complexas. Com Sonhos, que chega aos cinemas brasileiros em 30 de outubro, o diretor mexicano consolida essa tradição autoral, entregando um longa que provoca, emociona e questiona o espectador sobre a própria posição no mundo. Distribuído no Brasil pela Imagem Filmes, o filme já chamou atenção internacionalmente ao estrear no Festival de Berlim, concorrendo ao cobiçado Urso de Ouro, e marca a segunda colaboração de Franco com Jessica Chastain, depois do aclamado “Memory” (2023).

No filme, Chastain interpreta Jennifer, uma socialite americana envolvida em trabalhos filantrópicos e com uma vida marcada pelo conforto e pelo poder que seu status proporciona. A personagem, sempre segura de sua posição social, se vê imersa em um relacionamento secreto com Fernando (Isaac Hernández), um bailarino mexicano talentoso, cuja vida é permeada por desafios e incertezas típicos de quem busca reconhecimento em um mundo que raramente favorece os vulneráveis.

A relação entre Jennifer e Fernando não segue padrões convencionais de romance. O filme constrói uma tensão contínua entre desejo, poder e dependência emocional, mostrando como as desigualdades sociais se infiltram em relações pessoais. Jennifer, acostumada a exercer controle e influência, se vê confrontada com uma situação em que o equilíbrio de poder se inverte, levando-a a questionar não apenas sua relação com Fernando, mas sua própria identidade.

Franco trabalha essa dinâmica de maneira visceral: cada olhar, cada gesto ou silêncio é carregado de significado, refletindo o peso da posição social e do privilégio. Não se trata apenas de quem ama quem, mas de como estruturas de poder — muitas vezes invisíveis — moldam a intimidade e os limites de cada indivíduo.

Imigração e fronteiras sociais

O filme se inicia com uma sequência que traz à tona uma realidade dura e pouco romantizada: a travessia ilegal entre México e Estados Unidos. Ao colocar o espectador no lugar de quem cruza fronteiras por necessidade, Franco não apenas cria tensão narrativa, mas também insere uma camada de crítica social. Essa abertura não é apenas um prólogo, mas uma chave para entender as relações subsequentes.

Fernando representa o lado vulnerável dessa travessia, tanto física quanto emocional. Ele carrega consigo as marcas de quem não possui os mesmos privilégios que Jennifer, e sua presença na vida da socialite americana se torna um ponto de reflexão sobre como desigualdade e mobilidade social influenciam os relacionamentos. Atravessar fronteiras físicas, emocionais e sociais é um tema central do filme, que questiona quem realmente pertence a que lugar e com quais direitos.

Além disso, o longa dialoga com debates contemporâneos sobre imigração, desigualdade econômica e racial, temas que se tornaram centrais em discussões políticas globais. Ao inserir essas questões no contexto íntimo de um relacionamento, Franco conecta o macro e o micro, mostrando que decisões políticas e estruturas sociais têm repercussões diretas nas vidas das pessoas comuns.

Personagens complexos e interpretações poderosas

O maior mérito de Sonhos está na construção de seus personagens. Jessica Chastain, mais uma vez, demonstra por que é uma das atrizes mais respeitadas de sua geração. Jennifer não é apenas uma socialite rica; é uma mulher que precisa confrontar sua própria vulnerabilidade diante de um mundo que, até então, parecia sob seu controle. A atuação de Chastain é feita de sutilezas: um olhar que vacila, uma hesitação antes de falar, pequenos gestos que revelam conflito interno.

Ao lado dela, Isaac Hernández brilha como Fernando. Sua interpretação vai além do papel de interesse amoroso; ele é a representação de quem vive à margem, mas não sem dignidade ou força. Hernández, com seu background na dança, traz uma presença física e emocional que traduz de forma intensa a luta por pertencimento e reconhecimento. A química entre os dois atores é uma força motriz do filme, mantendo o espectador imerso em cada cena.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, que adiciona outra camada à narrativa, contribuindo para o estudo de relações de poder, manipulação e dependência que permeia todo o longa. Cada interação é carregada de tensão, mostrando como Franco consegue explorar conflitos de forma tanto emocional quanto simbólica.

Michel Franco e a estética do desconforto

O cinema de Michel Franco é reconhecido por seu estilo autoral: planos longos, enquadramentos precisos e uma narrativa que valoriza o silêncio tanto quanto o diálogo. Em seu novo filme, esses elementos estão presentes de maneira ainda mais madura. A fotografia alterna entre paisagens amplas que ressaltam a vulnerabilidade dos personagens e closes íntimos que capturam emoções sutis, criando uma experiência visual que é ao mesmo tempo poética e angustiante.

Franco não suaviza o desconforto. O público é constantemente colocado diante de dilemas morais, desequilíbrios sociais e tensões emocionais. Essa abordagem provoca reflexão, levando o espectador a questionar não apenas as decisões dos personagens, mas também seus próprios valores, privilégios e preconceitos.

Reflexão sobre poder e privilégio

Um dos temas centrais de “Sonhos” é a dinâmica de poder nas relações humanas. Jennifer, acostumada a exercer controle, se vê confrontada pela autonomia de Fernando, que recusa ser moldado por expectativas externas. Essa inversão de papéis provoca um estudo profundo sobre privilégio: o que significa ter poder sobre outro ser humano, e até que ponto isso afeta identidade e moralidade?

O filme também trata da forma como o privilégio é muitas vezes invisível para quem o possui. Jennifer, ao longo da narrativa, precisa confrontar sua própria cegueira social e emocional, compreendendo que influência e riqueza não substituem empatia ou compreensão. Franco transforma o conflito íntimo do casal em uma metáfora das desigualdades mais amplas da sociedade contemporânea.

Amor, desejo e conflito

Apesar do peso social e político, o longa-metragem não perde de vista a dimensão íntima da história: o amor, o desejo e o conflito emocional. A relação entre Jennifer e Fernando é intensa, cheia de nuances, e mostra que emoções humanas raramente são lineares ou fáceis de decodificar. A narrativa levanta questões universais: até que ponto o amor pode existir em meio a desequilíbrios de poder? É possível sentir desejo verdadeiro quando há dependência emocional ou diferença de status?

Franco aborda essas perguntas sem respostas fáceis. Cada cena é construída para gerar reflexão, e a intensidade emocional é aumentada pelo uso cuidadoso do espaço, do silêncio e da proximidade física entre os personagens. O espectador é convidado a sentir a complexidade das relações humanas de maneira visceral.

Netflix apresenta elenco da 3ª temporada de Wandinha e amplia o universo sombrio da série fenômeno em novo trailer

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A Netflix finalmente revelou o teaser oficial da terceira temporada de Wandinha, colocando fim a meses de especulações e aumentando ainda mais a expectativa dos fãs. O vídeo, divulgado nas redes sociais da plataforma, não entrega detalhes profundos da trama, mas confirma o elenco do novo ano e sinaliza que a produção promete expandir o universo sombrio da personagem.

Desde sua estreia em 2022, a série se tornou um verdadeiro fenômeno global. A mistura de comédia ácida, suspense investigativo e elementos sobrenaturais transformou Wandinha Addams em um dos rostos mais fortes da cultura pop recente. O teaser reforça que essa identidade será mantida, mas também indica que a terceira temporada pode explorar caminhos ainda mais ambiciosos.

No centro de tudo está novamente Jenna Ortega, que retorna ao papel principal. Sua interpretação foi um dos fatores determinantes para o sucesso da série, conquistando elogios da crítica e do público. Ortega conseguiu equilibrar frieza emocional, ironia cortante e momentos sutis de vulnerabilidade, criando uma versão contemporânea e magnética da icônica personagem criada por Charles Addams.

O teaser confirma também a presença do núcleo familiar que ajudou a consolidar a identidade da produção. Catherine Zeta-Jones retorna como Morticia Addams, mantendo a elegância sombria da matriarca. Luis Guzmán segue como Gomez Addams, reforçando o lado carismático e excêntrico da família. Isaac Ordonez reprisa Feioso Addams, enquanto Fred Armisen continua no papel do imprevisível Tio Fester. Victor Dorobantu permanece como o intérprete de Coisa, personagem que se tornou um dos queridinhos do público.

Entre os estudantes da Academia Nevermore, vários rostos conhecidos estão confirmados. Emma Myers retorna como Enid Sinclair, a colega de quarto vibrante que equilibra a personalidade sombria de Wandinha. Joy Sunday volta como Bianca Barclay, enquanto Moosa Mostafa e Georgie Farmer seguem como Eugene e Ajax. Hunter Doohan também retorna como Tyler Galpin, personagem que já desempenhou papel central nos conflitos anteriores.

As grandes surpresas ficam por conta das novas adições ao elenco. Winona Ryder e Chris Sarandon foram anunciados em papéis ainda não revelados, o que imediatamente gerou teorias nas redes sociais. A presença de Ryder, especialmente, dialoga com o público que cresceu consumindo produções góticas e de fantasia, ampliando o apelo geracional da série.

Outro nome que chama atenção é Eva Green, escalada para viver Ofélia Frump, expandindo o núcleo familiar ligado a Morticia. Billie Piper interpretará Isadora Capri, enquanto Joanna Lumley dará vida a Hester Frump. As novas personagens sugerem que a terceira temporada pode mergulhar ainda mais nas origens da família Addams e em segredos que permanecem ocultos.

Criada por Alfred Gough e Miles Millar, a série mantém a forte influência estética de Tim Burton, responsável por estabelecer o tom visual gótico e a atmosfera peculiar que diferenciam Wandinha de outras produções adolescentes. A combinação de humor macabro, fotografia sombria e trilha sonora marcante tornou-se uma das marcas registradas do projeto.

O impacto da série nos números da plataforma é expressivo. Em sua primeira semana, Wandinha registrou 341 milhões de horas assistidas, tornando-se uma das produções em língua inglesa mais vistas da história da Netflix. Em determinados recortes de audiência, chegou a superar Stranger Things, consolidando-se como fenômeno mundial. O sucesso garantiu rapidamente a renovação para novas temporadas e abriu espaço para possíveis expansões do universo.

Stewie ganhará série derivada de “Uma Família da Pesada” com estreia prevista para 2027

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O universo de Uma Família da Pesada vai ganhar uma nova expansão. A emissora Fox Broadcasting Company confirmou a produção de Stewie, série derivada centrada no icônico bebê da família Griffin. A animação está programada para estrear em 2027 dentro do tradicional bloco Animation Domination da emissora, com duas temporadas planejadas e exibição prevista até 2028. Após a transmissão na TV, os episódios ficarão disponíveis no dia seguinte no streaming Hulu.

Criada por Seth MacFarlane, também responsável por produções como American Dad! e Ted, a nova série acompanhará Stewie em uma fase diferente de sua vida. Na trama, o personagem troca de escola e acaba matriculado em uma pré-escola considerada inferior à instituição que frequentava anteriormente. Diante do novo ambiente, cheio de colegas excêntricos e um professor igualmente peculiar, o pequeno gênio decide usar sua tecnologia avançada e sua mente estratégica para transformar a experiência escolar — à sua maneira, claro.

Segundo MacFarlane, a proposta é explorar ainda mais o humor ácido e a inteligência do personagem, que ao longo dos anos se tornou um dos favoritos do público da série original. Em tom bem-humorado, o criador comentou o anúncio agradecendo à Fox pela oportunidade e brincou que está animado para “começar a fingir que está colaborando de perto com eles no programa”.

O projeto também conta com o produtor e roteirista Kirker Butler, que já trabalhou com MacFarlane em diversos projetos do universo da animação televisiva. Butler afirmou que considera uma honra assumir uma série centrada em um dos personagens animados mais conhecidos da televisão. Em tom descontraído, ele ainda brincou que, após mais de duas décadas trabalhando com MacFarlane, espera que este seja finalmente o momento em que o criador aprenda seu nome.

Diferente de experiências anteriores da franquia, como The Cleveland Show, a nova produção não deve alterar a presença de Stewie na série original. O personagem continuará participando normalmente de Uma Família da Pesada, mantendo a continuidade da história da família Griffin enquanto ganha uma narrativa paralela própria.

Criada em 1999 por Seth MacFarlane para a Fox, Uma Família da Pesada se tornou uma das animações adultas mais populares da televisão americana. A série acompanha o cotidiano caótico da família Griffin, formada por Peter e Lois e seus filhos Meg, Chris e Stewie, além do cão antropomórfico Brian. Ambientada na fictícia cidade de Quahog, em Rhode Island, a produção ficou conhecida por seu humor irreverente, recheado de referências e paródias à cultura pop.

A origem da série remonta aos curtas animados The Life of Larry e Larry & Steve, também criados por MacFarlane. A partir desses projetos iniciais, o criador reformulou os personagens principais, que evoluíram para Peter Griffin e Brian. Um episódio piloto de quinze minutos foi exibido pela Fox em 1998, abrindo caminho para a produção da série completa.

Apesar do sucesso inicial, a animação enfrentou um momento turbulento no início dos anos 2000, quando foi cancelada após a terceira temporada. O desempenho expressivo nas vendas de DVDs e a alta audiência das reprises acabaram convencendo a emissora a reviver a série em 2004, decisão que consolidou definitivamente o programa como um fenômeno duradouro da televisão.

Ao longo de sua trajetória, Uma Família da Pesada acumulou reconhecimento da indústria e diversas premiações. A série recebeu múltiplas indicações ao Primetime Emmy Awards, conquistando quatro estatuetas, além de vitórias no Annie Awards, tradicional premiação da animação. Em 2009, a produção fez história ao ser indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia, algo que não acontecia com uma animação desde Os Flintstones em 1961.

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