Amanda Azevedo comemora indicação a Melhor Atriz de Comédia no Rio Webfest e consolida força das produções independentes

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Foto: Reprodução/ Internet

Amanda Azevedo vive um desses momentos que parecem resumir anos de trabalho silencioso, ideias anotadas em cadernos amassados e sonhos que persistem mesmo quando o cronograma aperta. A atriz, roteirista e diretora criativa acaba de ser indicada ao prêmio de Melhor Atriz de Comédia no Rio Webfest, uma das maiores vitrines mundiais para produções digitais. A nomeação vem por sua atuação em Histórias de Quase Amor pra Quem Tem Pressa, websérie independente que ela cria e protagoniza ao lado do parceiro artístico Felipe Souza.

Para quem acompanhou o crescimento orgânico do projeto, a notícia emociona, mas não surpreende. A série nasceu pequena, filmada com delicadeza e vontade, e cresceu abraçada pelo público que reconheceu na história o reflexo de suas próprias urgências amorosas. Mais de 6 milhões de visualizações depois, Amanda chega ao festival com a mesma postura artesanal que fez o projeto existir: pés no chão, coração aberto e uma gratidão que atravessa a voz quando ela fala sobre tudo isso.

A narrativa acompanha Rita e Roberto, dois jovens que se conhecem de maneira despretensiosa em uma loja de vinis. A partir desse encontro, a série constrói um mosaico de afetos interrompidos, diálogos rápidos e a sensação constante de que o tempo nunca está completamente a favor. Rita, vivida por Amanda, é uma personagem doce, desorganizada e cheia de frestas emocionais. É também uma figura profundamente contemporânea, alguém que tenta ser adulta enquanto ainda guarda esboços de poesia dentro da mochila.

O festival reconheceu não apenas a força da atuação de Amanda, mas também a coesão estética e narrativa do projeto. Além da indicação à Melhor Atriz de Comédia, a websérie concorre em outras quatro categorias: Melhor Websérie de Comédia, Melhor Microssérie, Melhor Websérie Vertical e Melhor Direção. As nomeações confirmam que o cuidado com cada cena, cada figurino vintage e cada silêncio calculado não passaram despercebidos.

Amanda recebe essa nova fase com a generosidade de quem entende que nada foi construído sozinha. Lembra, sempre que pode, das trocas com Felipe Souza, que divide com ela a criação, os roteiros e a direção. Lembra também do olhar poético do filmmaker Adam Maskot, responsável pela fotografia que empresta à série um ar cinematográfico, quase contemplativo, como se cada frame pudesse ser colocado numa moldura. E lembra da pequena comunidade que ajudou a sustentar o projeto desde os primeiros testes de câmera.

A força de Histórias de Quase Amor pra Quem Tem Pressa está justamente na autenticidade. O processo de criação foi totalmente independente, uma escolha que exigiu mais trabalho, mas também mais liberdade para construir um universo próprio. Amanda e Felipe cuidaram de cada detalhe, desde o tom dos diálogos até a construção visual, passando por escolhas de figurino que reforçam o clima retrô da série. A dupla criou uma obra que parece falar baixinho com o espectador, convidando-o a respirar fundo e revisitar seus próprios quase-amores.

As indicações no Rio Webfest reforçam o impacto desse gesto criativo. Para Amanda, voltar ao festival é revisitar um lugar que marcou seu início. Em 2020, seu primeiro projeto autoral foi selecionado pelo evento, e ela afirma que aquele momento serviu como um impulso emocional que a manteve firme. Hoje, retornar com múltiplas indicações e novamente como Melhor Atriz de Comédia simboliza uma trajetória que amadureceu, se expandiu e encontrou novas formas de existir.

O Rio Webfest, que ocorre entre 28 de novembro e 2 de dezembro, tornou-se um espaço de encontros e descobertas no audiovisual digital. Criadores, estudantes e profissionais de diversas áreas se reúnem em oficinas, painéis e palestras que celebram não apenas o produto final, mas também os processos, as experimentações e os pequenos bastidores que costumam ficar invisíveis. No dia 1º de dezembro, às 10h, Amanda e Felipe participam de um painel dedicado à websérie, onde vão compartilhar o caminho criativo, as dificuldades da produção independente e as curiosidades por trás das gravações que encantaram as redes.

Amanda descreve essa fase como um reencontro consigo mesma. Ela afirma que, ao olhar para a personagem Rita, enxerga versões suas que já foram mais apressadas, mais ansiosas, mais dispostas a acreditar que o amor caberia dentro de intervalos curtos. Talvez por isso a personagem tenha gerado tanta identificação: porque nasce de um lugar real, de uma sensibilidade que Amanda não teme expor.

Stranger Things | Irmãos Duffer confirmam duração do episódio final e detalhes da última temporada

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A espera está quase no fim. Os criadores de Stranger Things, os irmãos Matt e Ross Duffer, finalmente revelaram detalhes que aumentam ainda mais a expectativa pelo desfecho da série da Netflix. Em entrevista ao Collider, Ross Duffer comentou sobre o episódio final da quinta temporada: “Acho que o único episódio que supera 90 minutos é o episódio final, que tem duas horas e alguma coisa. É como um filme”. Para os fãs, a promessa de um encerramento cinematográfico confirma que a saga de Hawkins terá um desfecho à altura de sua importância cultural.

Uma história que atravessa gerações

Desde sua estreia em 15 de julho de 2016, a série conquistou público e crítica, se tornando um fenômeno global. A série mistura ficção científica, suspense, terror e drama adolescente em uma narrativa ambientada nos anos 1980, na fictícia cidade de Hawkins, Estados Unidos. Tudo começa com o misterioso desaparecimento de Will Byers, um garoto de doze anos, e a chegada de Onze, uma menina com poderes telecinéticos que se une aos amigos de Will — Mike, Dustin e Lucas — em uma jornada que mistura amizade, mistério e perigo.

Os irmãos Duffer, ao desenvolverem a série em 2015, inicialmente chamaram o projeto de Montauk, inspirado em teorias da conspiração sobre experimentos secretos do governo americano. Com o tempo, Hawkins se tornou o coração da narrativa, permitindo que os criadores incluíssem referências culturais da década de 1980, como filmes de Steven Spielberg, John Carpenter e obras de Stephen King, além de videogames, música, animes e outras referências pop da época. Essa combinação de elementos realistas e sobrenaturais ajudou a criar um universo rico e envolvente, que conquistou diversas gerações de espectadores.

A evolução da história

Cada temporada de Stranger Things trouxe novos desafios e amadurecimento para os personagens. A segunda temporada, lançada em 27 de outubro de 2017, abordou as sequelas do desaparecimento de Will e os efeitos do Mundo Invertido sobre a cidade, explorando a dificuldade de voltar à normalidade após eventos traumáticos.

A terceira temporada, estreada em 4 de julho de 2019, se passa no verão americano de 1985 e acompanha os personagens lidando com a transição para a adolescência, enquanto enfrentam novas ameaças sobrenaturais e uma equipe russa tentando abrir novamente o portal para o Mundo Invertido. Já a quarta temporada, dividida em dois volumes lançados em maio e julho de 2022, expandiu o universo da série, mostrando que Hawkins e seus moradores jamais seriam os mesmos após confrontos com forças inimagináveis.

O último capítulo

A quinta temporada, anunciada como a última, será lançada em três volumes no Brasil, com estreias nos dias 26 de novembro, 25 de dezembro e 31 de dezembro de 2025, sempre às 22h, pelo horário de Brasília. O episódio final, com cerca de duas horas de duração, promete um fechamento épico, dando aos fãs a oportunidade de acompanhar o desfecho de suas histórias favoritas de forma cinematográfica.

O elenco retorna praticamente completo, incluindo Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Brett Gelman, Cara Buono e Jamie Campbell Bower. Entre as novidades estão a promoção de Amybeth McNulty a personagem regular e a entrada de Linda Hamilton no elenco principal, acrescentando ainda mais força dramática à temporada final.

Produção e legado cultural

Além dos irmãos Duffer, a produção conta com Shawn Levy e Dan Cohen como produtores executivos. Desde seu lançamento, a série foi amplamente reconhecida por sua atmosfera nostálgica, trilha sonora envolvente, roteiro bem construído e direção precisa. Stranger Things não apenas conquistou o público, mas também inspirou uma linha de produtos derivados, incluindo livros, quadrinhos, brinquedos e videogames, tornando-se um verdadeiro ícone da cultura pop contemporânea.

Premiada e indicada em importantes cerimônias, como Emmy Awards, Globo de Ouro e British Academy Television Award, a série consolidou-se como uma das produções mais influentes da última década, provando que histórias sobre amizade, coragem e mistério continuam a ressoar profundamente com o público.

No Supercine, TV Globo exibe “Baywatch: S.O.S. Malibu” neste sábado (19/07)

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, o Supercine, na TV Globo, traz para as telinhas “Baywatch: S.O.S. Malibu” (2017), uma produção que une ação, aventura e comédia para revisitar a clássica equipe de salva-vidas da ensolarada Emerald Bay. Sob a liderança do destemido tenente Mitch Buchannon, vivido com carisma por Dwayne Johnson, o filme apresenta um elenco de peso, incluindo Zac Efron, Priyanka Chopra e Alexandra Daddario, que renovam a icônica série dos anos 1990 para conquistar uma nova geração. Com efeitos visuais modernos e sequências eletrizantes, o longa traz uma experiência cinematográfica vibrante e envolvente.

Ambientado em uma das praias mais famosas da Califórnia, “Baywatch” acompanha Mitch Buchannon e sua equipe diante do desafio de treinar dois novos recrutas, entre eles Matt Brody (Zac Efron), um ex-nadador olímpico com atitude rebelde que precisa provar seu valor. O que parecia ser apenas mais um verão de rotina na baía se transforma em uma corrida contra o tempo quando a circulação de uma droga sintética, conhecida como flakka, ameaça a segurança local. Entre resgates arriscados e investigações minuciosas, a equipe enfrenta uma conspiração que pode colocar em risco a tranquilidade de Emerald Bay.

Sob a direção de Seth Gordon, reconhecido por títulos como “Quero Matar Meu Chefe” e “Golpe Duplo”, o filme mantém um ritmo acelerado, com cenas de ação meticulosamente coreografadas que valorizam o cenário praiano. A produção investiu em efeitos especiais realistas e sequências aquáticas impressionantes, destacando especialmente a performance física de Dwayne Johnson, cuja presença reforça o apelo popular da obra.

No Brasil, a dublagem conta com nomes renomados, como Guilherme Briggs, que empresta sua voz ao tenente Mitch Buchannon, e Sérgio Cantú, na interpretação de Matt Brody. Além deles, Priscila Amorim, Flávia Fontenelle e João Capelli compõem o time que assegura a qualidade e a identificação do público brasileiro, transmitindo com precisão o humor e a emoção do filme.

Orçamento e produção

As filmagens principais de Baywatch: S.O.S. Malibu tiveram início em 22 de fevereiro de 2016, com locações na Flórida e em Savannah, Geórgia. O projeto contou com um orçamento estimado entre US$ 65 e 69 milhões, destinado à incorporação de efeitos visuais avançados, ambientações realistas e sequências de ação sofisticadas, visando modernizar a narrativa da série clássica para o público contemporâneo.

Desempenho comercial e avaliação crítica

O filme foi lançado nos Estados Unidos em 25 de maio de 2017, sob distribuição da Paramount Pictures. Mundialmente, Baywatch arrecadou aproximadamente US$ 177,9 milhões, dos quais US$ 58,1 milhões correspondem ao mercado norte-americano e canadense, enquanto os demais US$ 119,8 milhões foram obtidos em mercados internacionais. Apesar do desempenho financeiro expressivo, a produção recebeu críticas predominantemente desfavoráveis, sendo apontada pela imprensa especializada por seu humor considerado exagerado, enredo pouco desenvolvido e personagens superficiais. Contudo, o elenco foi reconhecido pela entrega carismática. No âmbito das premiações, o longa foi indicado a cinco categorias na 38ª edição do Framboesa de Ouro, incluindo a de Pior Filme.

Onde assistir além da TV aberta

Para quem prefere assistir em plataformas digitais, “Baywatch: S.O.S. Malibu” está disponível no Telecine (serviço por assinatura) e no Prime Video, onde pode ser alugado a partir de R$ 6,90, garantindo flexibilidade para acompanhar a aventura do jeito que desejar.

Com uma combinação eficiente de humor, ação e suspense, o longa-metragem atualiza com sucesso o legado da franquia para os tempos atuais. É uma excelente opção para quem busca entretenimento leve, dinâmico e cheio de adrenalina, capaz de prender a atenção do público de todas as idades e proporcionar momentos descontraídos para o fim de semana.

Vale a pena assistir Anônimo 2? Uma mistura explosiva de ação, comédia e adrenalina

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Após o sucesso de Anônimo (2021), o público volta a acompanhar a história de Hutch Mansell em Anônimo 2, lançado recentemente nos cinemas. Dirigido por Timo Tjahjanto e escrito por Derek Kolstad e Aaron Rabin, o filme combina ação intensa, comédia e momentos familiares, mantendo o tom divertido e explosivo que conquistou os fãs do primeiro longa.

Quatro anos depois dos eventos que marcaram sua vida, Hutch tenta equilibrar sua rotina doméstica com os resquícios de seu passado violento. Casado com Becca (Connie Nielsen) e pai de dois filhos, ele se vê cada vez mais distante da família enquanto lida com o retorno ao trabalho perigoso que havia deixado de lado para se dedicar a eles.

Para resgatar a união familiar, Hutch planeja uma viagem a Plummerville, uma cidade turística tranquila, famosa por seu parque aquático. A intenção é simples: aproveitar momentos de lazer e se afastar da violência que marcou sua vida. Porém, uma briga aparentemente banal envolvendo seu filho adolescente Brady e um jovem local chamado Max desencadeia uma série de acontecimentos inesperados, arrastando toda a família para o caos.

A ação começa em Plummerville

O que parecia ser uma escapada tranquila rapidamente se transforma em uma sequência de confrontos intensos. Hutch tenta evitar problemas, mas suas habilidades e instintos de ex-agente o tornam inevitavelmente parte da confusão. Entre ataques de capangas, sequestros e conflitos com figuras poderosas da cidade, o protagonista precisa usar toda sua experiência para proteger aqueles que ama.

O filme combina sequências de ação bem coreografadas com momentos de humor, criando uma narrativa equilibrada e dinâmica. A tensão é construída com precisão, e o público é levado a se envolver emocionalmente com as decisões de Hutch, enquanto se diverte com as situações inesperadas que surgem a cada cena.

Um elenco de talento reconhecido

Além de Bob Odenkirk, que retorna ao papel de Hutch Mansell, o longa reúne atores consagrados como Connie Nielsen, RZA, Christopher Lloyd e Colin Salmon, além de apresentar novos nomes, incluindo Sharon Stone, John Ortiz e Colin Hanks.

Becca Mansell, interpretada por Nielsen, desempenha o papel de contraponto emocional, equilibrando a intensidade do marido com preocupação e sensatez. RZA, no papel de Harry, irmão adotivo de Hutch, traz humor e leveza à trama, enquanto Christopher Lloyd adiciona nostalgia e experiência como David, pai do protagonista.

Os antagonistas, como Lendina (Sharon Stone), Abel (Colin Hanks) e Wyatt (John Ortiz), criam obstáculos consistentes e imprevisíveis, elevando a tensão e mantendo a narrativa envolvente do início ao fim.

Entre risadas e pancadas

O humor do filme não se limita a diálogos engraçados. Ele se manifesta nas situações e na interação entre personagens, tornando momentos de perigo surpreendentemente divertidos. A sequência do parque de diversões, por exemplo, mistura ação e comédia de forma inteligente, com Hutch lidando com seu filho, funcionários problemáticos e capangas, tudo ao mesmo tempo.

As cenas de luta são bem elaboradas, aproveitando a experiência de Hutch e garantindo adrenalina constante. A combinação de coreografia, ritmo e efeitos visuais torna cada confronto emocionante, sem perder a leveza característica do filme.

Família, lealdade e coragem

Um dos aspectos mais interessantes da sequência é como ele explora a vida familiar de Hutch. Apesar de sua experiência como assassino, o longa mostra que ele é, acima de tudo, um pai e marido tentando corrigir erros do passado. A viagem a Plummerville se torna não apenas um cenário de ação, mas também uma oportunidade para reforçar laços familiares e mostrar que coragem e proteção vão além de confrontos físicos.

O filme levanta questões sobre moralidade e responsabilidade. Hutch precisa decidir entre seguir regras ou tomar medidas extremas para salvar sua família. Essas escolhas acrescentam profundidade ao personagem, tornando-o mais humano e identificável para o público.

Técnica, estética e trilha sonora

A produção de Anônimo 2 demonstra atenção aos detalhes técnicos. A direção de Timo Tjahjanto mantém o ritmo ágil do filme, equilibrando ação e narrativa emocional. A cinematografia de Callan Green destaca o contraste entre a pacata cidade de Plummerville e a violência que irrompe em seu cotidiano.

A edição de Elísabet Ronaldsdóttir garante fluidez, intercalando cenas de ação, humor e drama de forma coesa. Já a trilha sonora de Dominic Lewis acompanha cada momento com precisão, intensificando a tensão ou reforçando a leveza das cenas familiares.

Vale a pena assistir?

O longa-metragem cumpre o que promete: é ação do início ao fim, com humor inteligente e personagens carismáticos. Hutch Mansell continua sendo o herói improvável que conquista o público não apenas por sua habilidade em combate, mas pela dedicação à família e pelas escolhas morais que precisa enfrentar.

Para quem procura adrenalina, risadas e uma narrativa envolvente, o filme oferece exatamente isso. É uma excelente pedida para fãs do gênero, além de apresentar elementos que tornam a história emocionante e acessível para um público mais amplo.

Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 10/09 a 12/09

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Capítulo 048 da novela As Filhas da Senhora Garcia – Quarta-feira, 10 de setembro

A chegada de Luis à residência Portilla traz consigo um sopro de esperança e a promessa de reconciliação, mas não consegue apaziguar os ânimos da família. Seus filhos, marcados por antigas rivalidades e ressentimentos não resolvidos, resistem à autoridade do patriarca, reacendendo disputas e criando um clima de tensão constante. Juan, devastado pelo afastamento de Mar, encontra conforto inesperado nos gestos e palavras de Camila, aprofundando o distanciamento emocional que já o separa da mulher que ama. Enquanto isso, Mar, exausta das intrigas e manipulações que permeiam a casa, enfrenta Paula diretamente, acusando-a de conspirar contra ela e desafiando seu controle sobre a família. A situação se complica ainda mais quando Valeria descobre um segredo guardado por anos: Rocío é, na verdade, a mãe biológica de Arturo. A revelação abala profundamente a confiança familiar, desencadeando um turbilhão de emoções, dúvidas e ressentimentos que ameaçam desestabilizar a casa Portilla e expor feridas há muito tempo ocultas.

Capítulo 049 – Quinta-feira, 11 de setembro

Camila intensifica sua pressão sobre Juan, determinada a romper completamente os laços dele com Mar e assumir o controle de sua vida. A disputa silenciosa entre os dois se transforma em um jogo de estratégias, manipulações e conflitos emocionais, enquanto Luis tenta intervir, buscando impedir que a tensão se transforme em um escândalo irreversível. O clima familiar se torna quase insuportável, com desentendimentos, olhares desconfiados e mal-entendidos que transformam cada espaço da residência em um verdadeiro campo de batalha psicológico. Valeria, despedaçada pela revelação sobre Rocío, se fecha emocionalmente para Arturo, buscando se proteger da dor que ameaça consumi-la. Mar, aconselhada por Luis a se afastar de Juan antes que a situação se torne irreversível, encontra apoio inesperado em Valeria e, enfim, revela uma verdade sombria e impactante, capaz de mudar o destino da família para sempre. A casa Portilla mergulha em um ápice de tensão e desespero emocional, com todos os membros sentindo o peso das revelações.

Capítulo 050 da novela As Filhas da Senhora Garcia – Sexta-feira, 12 de setembro

Arturo, ferido pela rejeição de Valeria, se vê em meio a uma solidão profunda, buscando consolo que não encontra, enfrentando a frieza e a distância da mulher que ama. Valeria, por sua vez, enfrenta Ofélia com coragem, acusando-a de manipular Mar e manter a mentira sobre a verdadeira paternidade do bebê, mostrando que mesmo em meio à dor, a busca pela justiça e pela verdade pode prevalece. Paula, revelando seu lado mais sombrio, trama dopar Luis, com o objetivo de assumir o controle absoluto da família, mergulhando todos em perigo iminente. Mar, no auge da tensão, decide romper o pacto silencioso que mantinha a ordem na casa, expulsando Camila e assumindo, finalmente, sua própria posição de liderança. A tormenta familiar alcança seu ponto crítico quando Rocío, tomada pelo desespero e pela culpa, provoca um acidente que deixa Graciela à beira da morte. A tragédia evidencia que os conflitos, segredos e traições dentro da família Portilla ainda não têm fim, e que cada decisão tomada ecoa em consequências inesperadas, dramáticas e de longo alcance emocional.

Resumo semanal da novela As Filhas da Senhora Garcia de 15/09 a 19/09

Capítulo 051 – Segunda-feira, 15 de setembro

No saguão do hospital, Mar e Juan se encontram de maneira inesperada, cenário cuidadosamente escolhido por Paula para montar uma armadilha sofisticada. Enquanto o casal troca palavras e gestos, câmeras discretas registram cada movimento, capturando fotos comprometedoras que poderiam ser usadas para manipular Mar e Juan. Paula, ciente das fragilidades emocionais da jovem, traça um plano detalhado para ganhar sua confiança, explorando sentimentos de insegurança e esperança, e posicionando-se como uma figura de aparente apoio. Susana, movida pelo desejo de vingança, recorre a Gloria para interceder junto ao Sr. Portilla, arquitetando estratégias para prejudicar Ofélia e reacender antigas rivalidades familiares. O clima de intriga se intensifica, envolvendo cada personagem em uma rede de desconfiança, suspeitas e jogadas calculadas que ameaçam desestabilizar ainda mais a família.

Capítulo 052 – Terça-feira, 16 de setembro

Luis, preocupado com as influências negativas ao redor de Mar, confronta Juan de forma firme, estabelecendo limites claros e exigindo respeito pela jovem. Ao mesmo tempo, enfrenta as provocações de Camila, reafirmando sua autoridade paterna e tentando proteger sua filha de decisões precipitadas. Ofélia, determinada a descobrir a origem de um quadro misterioso que chegou à casa Portilla, dirige-se à galeria de arte em busca de respostas, tentando reconstruir os fios de uma rede de manipulação que envolve a família. Ao alertar Mar sobre os perigos que Paula representa, Ofélia se vê frustrada: a filha, confiante e ingênua, cai na armadilha cuidadosamente preparada por Paula, evidenciando como astúcia e persuasão podem colocar todos em risco e intensificar a tensão emocional na residência Portilla.

Capítulo 053 – Quarta-feira, 17 de setembro

O dia se torna crítico quando Camila desmaia subitamente, gerando pânico e urgência. Juan e Mar correm para levá-la ao hospital, onde recebem a notícia de que ela está grávida. A revelação transforma imediatamente o panorama emocional: alegria, preocupação, responsabilidade e expectativas conflitantes se misturam, impactando todos os membros da família. Enquanto isso, Paula mantém seu comportamento manipulador. Ela informa à amiga repórter onde Ofélia pode ser encontrada e aproveita para registrar fotos da mãe em situação de fragilidade e pobreza, usando essas imagens para ampliar sua influência e controlar a narrativa sobre a família. O clima de intriga se aprofunda, colocando Mar, Juan e Ofélia em uma posição vulnerável frente às estratégias friamente calculadas de Paula.

Capítulo 054 – Quinta-feira, 18 de setembro

Amparo percebe a vulnerabilidade de Ofélia, que se encontra sozinha em casa, debilitada e abatida. Imediatamente, solicita ajuda a Juan para levá-la ao hospital, garantindo que a mãe receba os cuidados médicos necessários e proteção diante do estado frágil em que se encontra. Enquanto isso, Amparo tenta localizar as filhas de Ofélia, mas todas permanecem ausentes ou se recusam a atender, evidenciando a distância emocional e o afastamento das relações familiares. Ciente do abandono e da negligência, Ofélia toma uma decisão firme: não mais se submeterá às manipulações e desdéns daqueles que deveriam protegê-la. Sua postura demonstra coragem, determinação e a vontade de retomar o controle sobre sua própria vida, sinalizando um ponto de virada na narrativa familiar.

Capítulo 055 – Sexta-feira, 19 de setembro

Valéria, empenhada em reconstruir os laços familiares, se esforça para convencer Ofélia a se reaproximar, demonstrando paciência, amor e persistência diante da resistência da mãe. Paralelamente, Paula e Leonardo consolidam sua estratégia para o evento de lançamento da nova marca, organizando cada detalhe com precisão para fortalecer sua influência e projeção social, evidenciando a habilidade de ambos em manipular situações a seu favor. Mar, tocada pela dedicação de Juan em cuidar de Ofélia, expressa sua gratidão e reconhecimento. Em um gesto sincero e carregado de emoção, deseja a Juan toda a felicidade com Camila e o bebê que está por vir, encerrando o dia com esperança e reconciliação, mesmo em meio aos desafios e intrigas que ainda cercam a família Portilla. O capítulo fecha com uma sensação de continuidade, mostrando que, apesar das adversidades, alianças sinceras e gestos de amor podem equilibrar o clima de tensão e incerteza.

Saiba quem foi eliminado no MasterChef Brasil de terça (12/08)

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Na última terça-feira, 12 de agosto, o MasterChef Brasil entregou um dos episódios mais emocionantes e saborosos da temporada. O 12º capítulo da competição culinária da Band trouxe de volta o temido e adorado desafio da Caixa Misteriosa, mas com um toque especial: a cozinha se transformou em um verdadeiro mapa gastronômico do Brasil.

Ao levantarem as tampas, os competidores se depararam com uma surpresa que arrancou suspiros e olhares curiosos. Dentro da Caixa Misteriosa, cinco compartimentos representavam cada região do país — Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul — repletos de ingredientes típicos que carregam a identidade de cada canto do Brasil.

No Norte, peixes amazônicos e ervas aromáticas; no Nordeste, coco, dendê e raízes de sabor marcante; no Centro-Oeste, grãos e cortes de carne que remetem à vida no campo; no Sudeste, queijos artesanais e temperos frescos; e no Sul, embutidos e verduras robustas típicas da serra. Para unir todos esses elementos, uma proteína obrigatória: o frango, aparentemente simples, mas que no contexto do programa exige técnica, ousadia e uma boa dose de criatividade.

Criatividade à prova

O desafio pedia mais do que domínio técnico: exigia respeito às tradições e a capacidade de surpreender. Misturar ingredientes tão distintos sem perder harmonia foi a grande dificuldade da noite. Alguns competidores se arriscaram em fusões improváveis, tentando criar pratos que transitassem entre regiões; outros preferiram mergulhar em um único território, apostando na força de sabores conhecidos.

Os jurados, atentos a cada detalhe, avaliaram ponto, sabor, apresentação e coerência com a proposta. E, como sempre, não pouparam críticas quando sentiram que a execução ficou abaixo das expectativas.

Bastidores de pressão

Nos bastidores, a tensão era visível. Minutos antes de entregar os pratos, o clima na cozinha estava carregado de olhares preocupados para o relógio, mãos apressadas e panelas fumegantes. O desafio da Caixa Misteriosa é conhecido por provocar esse efeito: mesmo os mais experientes sentem o peso do improviso e do tempo limitado.

Quando chegou a hora da avaliação, alguns pratos encantaram pela originalidade, enquanto outros deixaram a sensação de que faltou ousadia ou equilíbrio.

A prova de eliminação e a despedida

Após a análise dos pratos da Caixa Misteriosa, alguns competidores foram salvos e seguiram para o mezanino. Já os que não se destacaram encararam a temida prova de eliminação. Foi ali que o destino de Taynan e Fernanda foi selado.

Apesar da garra e da trajetória marcante no programa, as duas não conseguiram apresentar pratos que convencessem os jurados nessa etapa decisiva. A decisão foi anunciada com a tensão típica do MasterChef: silêncio no estúdio, respirações suspensas e, por fim, o veredicto. As despedidas foram emocionadas, com abraços apertados, lágrimas e palavras de incentivo vindas de colegas e jurados.

Crítica | Entre Penas e Bicadas é uma animação sobre coragem e pertencimento

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O cinema de animação tem o poder singular de tratar de temas universais de maneira acessível e emocionante, e Entre Penas e Bicadas, novo longa distribuído pela A2 Filmes, cumpre essa função com delicadeza e humor. A história acompanha Bico Dourado, uma águia criada entre galinhas que sempre sentiu que era diferente. Ao decidir descobrir suas origens, ele se depara com uma família biológica repleta de segredos, incluindo um tio influente cujas escolhas podem alterar o destino de todos.

O núcleo central do filme explora um dilema universal: seguir o sangue ou o coração. Entre manter laços de sangue ou honrar aqueles que o criaram com amor, Bico Dourado precisa tomar decisões que definem não apenas seu futuro, mas também a compreensão de sua própria identidade. Essa tensão entre pertencimento e lealdade confere à narrativa uma profundidade rara para filmes voltados ao público infantil.

Uma história sobre autodescoberta

O roteiro equilibra aventura e emoção, utilizando visuais encantadores, personagens carismáticos e uma trilha sonora que dialoga diretamente com o clima da história. Em sua essência, Entre Penas e Bicadas fala sobre coragem, autoconhecimento e a liberdade de escolher o próprio caminho.

É impossível não perceber ecos de sucessos como Kung Fu Panda e Rio, nos quais o protagonista precisa enfrentar suas inseguranças para descobrir quem realmente é. Ainda assim, o longa encontra seu próprio tom através da relação entre Bico Dourado e sua irmã adotiva, Catraca. A química entre os personagens cria momentos de ternura, humor e emoção genuína, sustentando a narrativa e cativando o público de todas as idades.

Visual vibrante e cheio de personalidade

Tecnicamente, o filme não alcança o refinamento das produções da Pixar ou DreamWorks, mas compensa com um estilo visual próprio. As aves são desenhadas com formas arredondadas e expressões exageradas, resultando em um design que agrada ao público infantil e diverte os adultos. A paleta de cores vibrantes e os cenários detalhados de Bird City reforçam a sensação de um mundo vivo, dinâmico e envolvente.

A animação consegue, assim, criar uma experiência imersiva sem precisar reinventar o gênero. Cada detalhe do visual parece pensado para apoiar a narrativa, reforçando a personalidade de cada personagem e a energia do universo em que vivem.

Coragem, pertencimento e amor familiar

Acima de tudo, Entre Penas e Bicadas emociona por sua sinceridade. Não tenta impressionar com efeitos grandiosos ou histórias complexas; ao invés disso, foca em valores universais: coragem para enfrentar os desafios, a importância da família — biológica ou escolhida — e o direito de traçar o próprio caminho.

É um filme que deixa o coração leve, trazendo risadas, pequenos sustos e momentos de ternura. Uma obra que lembra o público de que não é necessário nascer com as “asas certas” para aprender a voar. Entre Penas e Bicadas é uma bela surpresa para quem aprecia animações com alma, histórias que combinam diversão e reflexão, e lições valiosas sobre amor e pertencimento.

Metal Slug Tactics estreia no mobile com exclusividade no Crunchyroll Game Vault

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Se você cresceu nos fliperamas dos anos 90 ou passou horas em consoles enfrentando hordas inimigas em “Metal Slug”, sabe que aquela experiência tinha um sabor único: explosões estilizadas, personagens carismáticos, e um humor que tornava a guerra quase cartunesca. Agora, imagine pegar toda essa essência e embarcar numa jornada totalmente diferente — uma que exige mais cérebro do que reflexo.

Foi exatamente essa a aposta da Leikir Studio, em parceria com a Dotemu, ao desenvolver “Metal Slug Tactics”. Lançado oficialmente em 5 de novembro de 2024, o jogo chegou para PC, consoles da atual e antiga geração, e mais recentemente, no dia 23 de julho, para dispositivos móveis através do Crunchyroll Game Vault, com legendas em português do Brasil.

Reinvenção com respeito e ousadia

“Metal Slug Tactics” não é só um spin-off. É um recomeço. E, ao mesmo tempo, um abraço caloroso na memória dos fãs. Aquele jogo frenético, side-scrolling, cheio de granadas, tanques e soldados bufões, agora se transforma em um desafio meticuloso de estratégia por turnos. Para muitos, pode soar como um risco. Mas para quem mergulha, revela-se uma proposta surpreendentemente coesa e viciante.

Ao invés do clássico correr e atirar, o jogador agora gerencia um esquadrão tático em batalhas em grid isométrico. Marco, Tarma, Fio e Eri retornam, não como caricaturas pixeladas de ação, mas como peças-chave de um tabuleiro de guerra onde cada passo conta. É como se o caos tivesse ganhado ordem — sem perder a graça.

A lógica substitui o gatilho

A essência do jogo se sustenta em batalhas baseadas em turnos, com dois pontos de ação por personagem: um para se mover, outro para atacar ou ativar habilidades. Parece simples? Não se engane. A cada nova missão, o jogo cobra do jogador inteligência, percepção de cenário e domínio das possibilidades.

É necessário considerar cobertura, sinergia entre personagens, posicionamento no terreno e o momento certo para acionar habilidades especiais. Tudo isso em meio a emboscadas, tanques ocasionais e chefes que exigem estratégia pura.

Essa mudança não apenas ressignifica a franquia, como também a aproxima de um novo público. Quem nunca jogou Metal Slug, mas ama jogos como “XCOM” ou “Into the Breach”, vai se sentir em casa.

Um roguelike com coração

“Metal Slug Tactics” também abraça com firmeza a estrutura roguelike. Isso significa que o fracasso é parte do caminho — e não um fim. Ao ser derrotado, você volta ao posto avançado, mas leva consigo aprendizados, upgrades e novas estratégias.

Esse ciclo de tentativa e erro não frustra; pelo contrário, incentiva. A cada retorno ao campo de batalha, há uma sensação clara de progresso. E isso se intensifica com o leque de missões variadas, mapas proceduralmente gerados e possibilidade de montar combinações distintas de esquadrão. Em outras palavras: cada partida é única.

Um projeto feito com paixão

O que faz um remake ou spin-off funcionar? A resposta talvez esteja no cuidado. E “Metal Slug Tactics” exala esse cuidado em cada canto.

A Dotemu, conhecida por resgatar clássicos com respeito, como “Wonder Boy: The Dragon’s Trap” e “Streets of Rage 4”, foi fundamental na mediação com a SNK. A gigante japonesa, detentora da franquia original, liberou total acesso ao seu acervo. Embora os assets antigos não pudessem ser usados diretamente (pela mudança de perspectiva), o espírito da série foi mantido.

A arte em pixel é uma carta de amor ao passado, só que refinada. Os ambientes continuam cartunescos e exagerados, mas com um frescor visual que mostra como o antigo e o novo podem coexistir. Os personagens têm animações expressivas, os tiros têm peso, e os detalhes — como explosões, diálogos e trilha sonora — remetem à velha guarda sem parecer antiquados.

O projeto, desenvolvido em Paris desde 2019, passou por um longo processo de polimento. A equipe da Leikir Studio buscou uma fórmula que equilibrasse desafio e acessibilidade, e isso se reflete nas opções de dificuldade, design intuitivo e curva de aprendizado generosa.

Metal Slug em qualquer lugar

Uma das decisões mais acertadas foi tornar o jogo acessível também em dispositivos móveis, através do Crunchyroll Game Vault. A iniciativa da plataforma de streaming de animes surpreendeu positivamente: ao abrir espaço para jogos premium entre os benefícios dos assinantes Mega Fan, a Crunchyroll criou uma ponte entre os fãs de cultura pop e o universo gamer.

A versão mobile de “Metal Slug Tactics” mantém a fidelidade visual e funcional da experiência dos consoles. Com comandos bem adaptados, boa fluidez e legendas em português, é possível encarar uma missão entre um episódio e outro do seu anime favorito — e ainda sentir que a experiência continua sendo completa.

Para os nostálgicos… e para quem nunca ouviu falar

O grande trunfo de “Metal Slug Tactics” é que ele não exige um passado com a franquia para ser compreendido. Claro, quem conhece os personagens desde os tempos do Neo Geo vai se emocionar ao ver Fio lançar uma granada com aquele mesmo estilo animado de décadas atrás. Mas quem está chegando agora, encontrará um jogo robusto, desafiador e divertido, independente de vínculos afetivos.

Ao equilibrar homenagem e inovação, o jogo se posiciona como uma nova referência entre os títulos táticos. Em vez de simplesmente repetir fórmulas, ele mostra como é possível evoluir — e, quem sabe, reiniciar uma franquia inteira por novos caminhos.

Um desafio que vale a pena

“Metal Slug Tactics” é, acima de tudo, um jogo que respeita a inteligência do jogador. Ele não entrega vitórias fáceis, mas também não pune de forma desleal. Cada combate vencido dá uma sensação autêntica de conquista. Cada combinação bem pensada entre personagens abre novas possibilidades. E cada nova tentativa é uma chance de fazer melhor.

No fim das contas, ele não substitui o clássico Metal Slug. Nem pretende. Mas cria algo paralelo — e igualmente especial.

Disponível para:
🖥️ Microsoft Windows
🎮 Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S
📱 Crunchyroll Game Vault (mobile, para assinantes Mega Fan)

Segunda temporada de Hell’s Paradise ganha pôster impactante e chega em janeiro

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A espera finalmente começou a diminuir. Hell’s Paradise volta às telas em 11 de janeiro pela Crunchyroll, acompanhado de um pôster oficial que caiu como faísca em um público que já estava ansioso. A imagem, intensa e delicada ao mesmo tempo, resume bem o espírito da série, com violência e poesia convivendo lado a lado, como se o mundo de Shinsenkyo respirasse por conta própria.

Desde que o anime estreou em 2023, o interesse pelo universo criado por Yuji Kaku só cresceu. O mangá já era querido por muitos leitores, mas a animação produziu algo diferente e trouxe textura para sentimentos que antes estavam apenas nas páginas. Agora, com a segunda temporada confirmada, a sensação é de reencontro com o mundo, com os personagens e com a maneira como a obra questiona vida, morte, culpa e redenção.

A sinopse oficial prepara o terreno. Gabimaru, o ninja mais temido de Iwagakure, está à beira da execução. Sua última chance de sobreviver é uma missão improvável: viajar até uma ilha misteriosa e recuperar o Elixir da Vida, uma substância envolta em lendas e associada ao paraíso budista de Sukhavati. É ali, em meio a criaturas impossíveis, estátuas vivas e eremitas de poderes estranhos, que ele tenta sobreviver ao mesmo tempo em que alimenta a esperança de rever a esposa. Acompanhado pela carrasca Yamada Asaemon Sagiri, ele descobre que a ilha não pune apenas o corpo, mas também a alma.

O que sempre chamou atenção na obra é o contraste entre brutalidade e humanidade. Mesmo em um cenário onde ninguém está seguro e tudo soa ameaçador, há momentos profundamente humanos que surgem sem aviso. Gabimaru, por exemplo, é letal, frio e experiente, mas carrega um amor tão sincero que quase contradiz sua aparência. Sagiri, por outro lado, enfrenta dúvidas sobre sua força, seu papel e seu lugar no mundo, dilemas que ecoam muito além da ficção e se conectam diretamente com questões contemporâneas.

O mangá, publicado entre 2018 e 2021 na Shōnen Jump+, sempre foi sobre isso: a colisão entre violência e sensibilidade. Kaku contou que a estrutura original da história era completamente diferente, ambientada até mesmo em um centro de detenção juvenil. O que permaneceu intacto foi o interesse em observar pessoas colocadas em situações extremas e obrigadas a cooperar mesmo quando seus valores se chocam. Esse elemento humano, esse atrito inevitável entre caráter, medo, desejo e sobrevivência, é o coração pulsante de Hell’s Paradise. Ao transportar essa essência para o período Edo, o autor encontrou o equilíbrio perfeito entre fantasia e reflexão.

Outro ponto fascinante é o processo criativo por trás da obra. Kaku queria desenhar personagens que, mesmo vivendo em um período distante do nosso, carregassem conflitos modernos. Sagiri, por exemplo, é uma mulher que enfrenta pressões sociais, expectativas rígidas e dúvidas internas, temas atuais traduzidos em uma figura que vive séculos atrás. Gabimaru, ainda que seja um ninja treinado para matar, reflete sobre o amor, sobre dignidade e sobre o que significa viver sem um propósito. Esses detalhes ajudaram o mangá a conquistar leitores que talvez não se identificassem de imediato com prisioneiros e carrascos, mas que reconheceram neles fragilidades muito humanas.

Quando o anime chegou pelas mãos do estúdio MAPPA, o desafio era enorme. A ilha de Shinsenkyo precisava ganhar vida sem perder sua aura de mistério, perigo e beleza quase sagrada. A produção conseguiu entregar algo visualmente marcante, com criaturas assustadoras, cenários surreais e um cuidado minucioso na expressão dos personagens. A adaptação não apenas ampliou a intensidade das batalhas, mas também preservou os silêncios, aqueles instantes em que um olhar diz mais do que uma fala.

Agora, com a segunda temporada, o público se prepara para uma fase ainda mais densa. Os próximos arcos do mangá são mais filosóficos, mais violentos e mais complexos emocionalmente. Há personagens que mudam drasticamente, antagonistas que expandem a mitologia da ilha e perguntas que finalmente começam a ganhar respostas. A expectativa é que o MAPPA mantenha a qualidade visual e narrativa da primeira temporada, especialmente porque a nova fase é decisiva para o arco emocional de Gabimaru e Sagiri.

O pôster divulgado recentemente acompanha esse clima. Ele traz um traço mais maduro, com personagens que carregam no olhar as consequências do caminho percorrido. É como se cada detalhe da arte dissesse que a história não será mais a mesma. E talvez seja exatamente isso que deixa o público tão animado: a promessa de uma temporada que não só continua a jornada, mas aprofunda sua razão de existir.

O retorno de Hell’s Paradise não representa apenas mais episódios, representa um reencontro. É a chance de acompanhar novamente uma narrativa que equilibra ação intensa com questionamentos íntimos, fantasia com emoção real, misticismo com humanidade. Para alguns fãs, é revisitar a brutalidade poética de Shinsenkyo; para outros, é descobrir como personagens tão quebrados conseguem encontrar algo parecido com esperança em um lugar que não oferece nada além de dor.

Se a primeira temporada abriu a porta para o inferno, esta segunda promete conduzir o público pelos corredores mais profundos dele e talvez mostrar que, mesmo no pior dos cenários, ainda existe espaço para laços inesperados, escolhas difíceis e um tipo muito particular de beleza.

Quarteto Fantástico ganha novo trailer com destaque para a Surfista Prateada de Julia Garner

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo (13), o Marvel Studios agitou as redes sociais ao lançar um novo trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, um dos lançamentos mais aguardados do MCU para 2025. Com estreia prevista para o dia 24 de julho, o filme traz uma abordagem fresca da icônica equipe da Marvel — mas o que realmente roubou a cena foi a aparição da enigmática Surfista Prateada, vivida pela talentosa Julia Garner, em uma interpretação que promete mexer com as expectativas dos fãs.

O vídeo, que pode ser visto logo acima, mostra a Surfista Prateada de forma diferente do que muitos conhecem dos quadrinhos. Julia Garner dá vida a uma personagem profunda e solitária, carregada de uma melancolia que vai além do visual futurista. Seu olhar transmite não só o peso de universos percorridos, mas também um misto de desconfiança e esperança, deixando claro que sua história será muito mais do que a de uma mera mensageira cósmica.

A origem da lenda

Baseado na clássica HQ de 1961, criada por Stan Lee e Jack Kirby, o filme dirigido por Matt Shakman (WandaVision) e escrito por Josh Friedman e Jeff Kaplan promete renovar o olhar sobre Reed Richards, Susan Storm, Johnny Storm e Ben Grimm. Após uma missão espacial interrompida por uma tempestade de raios cósmicos, eles retornam à Terra transformados, cada um com habilidades extraordinárias: Reed estica seu corpo; Susan torna-se invisível; Johnny controla o fogo e voa; e Ben se transforma em uma poderosa criatura rochosa.

A prévia divulga cenas que ressaltam a luta interna de cada personagem para aceitar suas mudanças, enquanto se preparam para enfrentar ameaças que desafiarão seus limites — tudo isso embalado por uma estética que mistura o charme retrô dos anos 60 com o futurismo da ficção científica moderna.

Uma nova dimensão para a Surfista Prateada

A presença de Julia Garner como Surfista Prateada é a cereja do bolo do trailer. Diferente da versão clássica, em que o personagem é Norrin Radd, aqui a Marvel dá um passo ousado ao trazer uma mulher para o papel, abrindo caminho para novas interpretações e camadas emocionais. A personagem surge deslizando por nebulosas e estrelas, com uma voz que parece carregar segredos e avisos, deixando os fãs ansiosos para descobrir seu verdadeiro papel dentro da narrativa.

Este olhar mais introspectivo pode indicar que o filme vai explorar não só batalhas épicas, mas também dilemas existenciais e questões filosóficas sobre destino e sacrifício — temas que se encaixam perfeitamente na proposta de renovar a mitologia do Quarteto Fantástico.

Preparando o terreno para o futuro do MCU

Embora o trailer mantenha o mistério sobre quem será o antagonista principal, a aparição da Surfista Prateada já sugere que o filme será a porta de entrada para eventos cósmicos mais amplos dentro do Universo Marvel. É fácil imaginar conexões com ameaças que se estendem para além da Terra, preparando o público para a próxima fase do MCU, possivelmente alinhando o Quarteto Fantástico com os futuros desdobramentos de Guerras Secretas.

Mais do que uma simples reinvenção, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos parece ter a ambição de colocar a equipe no centro das discussões emocionais e científicas do universo Marvel, com uma narrativa que vai explorar a transformação pessoal e coletiva desses heróis.

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