Crítica – Presença é um drama de terror emocionante com uma reviravolta surpreendente

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Presença se apresenta inicialmente como uma obra do gênero “horror”, mas logo se afasta desse rótulo de maneira surpreendente. A trama, que se desenrola sob a perspectiva de um fantasma, acaba se revelando um drama familiar profundo, explorando emoções e dilemas pessoais, o que pode deixar o espectador confuso, especialmente aqueles que entram na sala de cinema esperando uma experiência de terror tradicional.

A proposta, ao que parece, poderia despertar curiosidade, mas os primeiros minutos falham em capturar a atenção do público. Em vez de mergulharem em uma narrativa tensa e envolvente, os espectadores se veem apenas curiosos, aguardando algo mais que os prendesse de fato à história. A expectativa é mantida pela promessa de uma reviravolta — uma reviravolta que, de fato, acontece nos minutos finais, fazendo com que o filme escape da superficialidade e ganhe um impulso inesperado.

E que reviravolta! O clímax final do longa-metragem é inesperadamente impactante, especialmente a cena conclusiva, que é repleta de tensão e emoção, provocando arrepios nos mais atentos. Essa reviravolta faz com que a proposta inicial, que parecia falha, encontre uma redenção momentânea, oferecendo uma experiência marcante ao público.

No entanto, ao refletir sobre a experiência como um todo, fica claro que a proposta original, vendida como um filme de horror, acabou gerando expectativas equivocadas. Se Presença fosse rotulado de maneira mais honesta como um “suspense dramático”, talvez os cinéfilos que buscavam momentos de genuíno terror tivessem uma experiência menos frustrante e mais satisfatória.

Em suma, a ideia central do filme tem grande potencial, mas sua execução não é capaz de cumprir totalmente o que foi prometido ao público. A reviravolta final, apesar de não salvar completamente o filme, certamente o torna memorável, ao deixar uma impressão duradoura nos espectadores.

Segunda temporada de Devil May Cry ganha teaser e antecipa confronto entre Dante e Vergil na Netflix

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A Netflix divulgou um novo teaser da segunda temporada de Devil May Cry durante o evento What’s Next, apresentação que reuniu prévias de séries e filmes previstos para chegar à plataforma em 2026. A rápida amostra confirmou um dos momentos mais aguardados pelos fãs: o embate entre Dante e Vergil, irmãos gêmeos cuja rivalidade deve ocupar o centro da nova fase da animação.

O teaser aparece de forma breve dentro do vídeo compilado do evento, mas é suficiente para indicar a escalada do conflito. Vergil, personagem icônico da franquia, surge como a principal ameaça dos novos episódios, reforçando o tom mais intenso e dramático que a série deve assumir a partir de agora. Mesmo com poucos segundos de duração, a cena já deixou claro que o confronto entre os irmãos será tratado como um ponto-chave da narrativa.

O vídeo do What’s Next tem cerca de quatro minutos e acompanha uma personagem “guia” que transita por diferentes universos das produções da Netflix. Em determinado momento, ela entra no mundo de Devil May Cry e assume o visual estilizado da animação, conectando a série ao conjunto de grandes lançamentos do streaming para o próximo ano.

Inspirada na famosa franquia de jogos da Capcom, Devil May Cry nasceu originalmente em 2001, no PlayStation 2, criada por Hideki Kamiya. O título se destacou por unir ação frenética, fantasia urbana e um sistema de combate focado em estilo, no qual o desempenho do jogador é avaliado pela criatividade e fluidez dos golpes. A trama acompanha Dante, um caçador de demônios movido pela vingança após o assassinato de sua mãe, enquanto enfrenta criaturas sobrenaturais em cenários que misturam o inferno e o mundo humano.

Curiosamente, o primeiro jogo surgiu a partir de uma tentativa frustrada de desenvolver um novo Resident Evil. A Capcom considerou que o projeto tinha se afastado demais do terror de sobrevivência tradicional e optou por transformá-lo em uma nova propriedade intelectual. O resultado foi o nascimento de uma das franquias mais influentes do gênero hack and slash.

Ao longo dos anos, Devil May Cry vendeu mais de 16 milhões de unidades, conquistou múltiplos títulos “Platina” da Capcom e consolidou Dante como um dos personagens mais populares da indústria dos games. O sucesso gerou expansões para outras mídias, incluindo livros, quadrinhos, uma série animada anterior e diversos produtos colecionáveis. A franquia também passou por reinvenções, como DmC: Devil May Cry (2013), e retornou às origens com Devil May Cry 5, lançado em 2019.

James Gunn compartilha novos detalhes do filme Superman – Man of Tomorrow

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Foto: Reprodução/ Internet

O futuro do universo cinematográfico da DC começa a se desenhar com clareza. Desde que James Gunn assumiu a tarefa de reestruturar a franquia ao lado do produtor Peter Safran, cada anúncio e cada lançamento têm sido acompanhados de perto por fãs e críticos. A missão vai além de revitalizar personagens icônicos: é reconquistar a confiança de um público que viveu altos e baixos com o antigo DCEU. O primeiro grande marco dessa fase foi Superman (2025), filme que trouxe uma versão jovem, vulnerável e inspiradora do herói. O sucesso abriu caminho para Man of Tomorrow, previsto para 2027, e já cercado de expectativa.

Nas redes sociais, Gunn destacou a conexão entre Man of Tomorrow e a segunda temporada de Pacificador. Ele reforçou que cada produção pode ser apreciada isoladamente, mas admitiu que há um elo narrativo entre os dois projetos. O contraste entre os universos chama atenção: enquanto Superman lida com dilemas morais e políticos, Pacificador explora humor ácido, crítica social e violência. Integrar essas tonalidades tão distintas é um movimento ousado que pode definir a identidade do novo DCU.

A base do novo capítulo

O lançamento de Superman marcou o início do “Capítulo 1: Deuses e Monstros”, a etapa que reinicia totalmente o universo DC nos cinemas. Escrito e dirigido por Gunn, o filme trouxe David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult no papel de Lex Luthor. Inspirado em All-Star Superman, o longa apresentou um herói ainda em formação, lidando com responsabilidades que vão além de seus poderes.

A trama mistura política internacional, manipulação midiática e a ameaça de Ultraman, um clone usado para incriminar o protagonista. Lex Luthor surge como cérebro da crise, explorando ciência e desinformação para seus fins. No desfecho, o Homem de Aço recupera sua imagem, reafirma sua conexão com a humanidade e consolida seu papel como símbolo de esperança.

Críticos destacaram a abordagem leve e sincera, que combina ação com temas atuais como fake news e jogos de poder. Corenswet recebeu elogios por equilibrar inocência e firmeza, Brosnahan foi reconhecida por dar à Lois Lane um protagonismo além do romance, e Hoult impressionou ao transformar Luthor em uma presença ameaçadora e carismática.

O que podemos esperar de Man of Tomorrow?

Se o primeiro filme apresentou o herói a um novo público, o novo longa-metragem tem a missão de consolidá-lo como líder de um universo em expansão. O título, clássico nos quadrinhos, indica que a história explorará legado, responsabilidades e desafios futuros.

Gunn tem sido discreto sobre detalhes, mas pistas já alimentam teorias. Questionado sobre o papel de Lois Lane, respondeu apenas: “Ela é importante”, sinalizando que a personagem terá relevância central, possivelmente conectando Clark às decisões políticas e sociais que surgirão.

O anúncio do filme veio acompanhado de artes oficiais de Jim Lee, Jorge Jimenez e Mitch Gerards. As ilustrações destacam a relação ambígua entre Superman e Luthor: em algumas, os dois aparecem lado a lado; em outras, em confronto direto. A armadura de Luthor sugere que o vilão terá uma presença mais física e ameaçadora, diferente de sua atuação nos bastidores.

Elenco e personagens

O núcleo principal retorna, mantendo a química que agradou em 2025. Além de Corenswet e Brosnahan, Nicholas Hoult volta como Luthor, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen e Wendell Pierce como Perry White. A manutenção desses personagens reforça que a narrativa não se restringe a superpoderes, mas explora jornalismo, ética e a busca pela verdade em um mundo polarizado. Clark Kent continua sendo mais que Superman: é repórter, observador do mundo e participante ativo das questões sociais. Essa dualidade é um dos diferenciais que o destacam dentro do gênero de heróis.

A ponte com Pacificador

Enquanto Superman abordou reputação e aceitação, Man of Tomorrow foca em liderança e alianças, cenário em que Pacificador terá ligação direta. A série de John Cena mostrou um anti-herói cínico e contraditório; na segunda temporada, eventos do longa do Superman devem dialogar com a visão de justiça de Christopher Smith. Essa interação oferece ao público diferentes perspectivas sobre heroísmo: uma baseada na esperança e no altruísmo, outra marcada por violência e pragmatismo. A estratégia de Gunn amplia o leque de experiências dentro do DCU, equilibrando personagens idealizados e figuras mais humanas e controversas.

Domingo Legal 13/04/2025: De Quem é Essa Mansão?, Geraldo Luís e Vanessa Lopes no Passa ou Repassa, e Comprar é Bom, Levar é Melhor

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Se você gosta de começar o domingo com boas risadas, competição de respeito e um toque de emoção, pode preparar o controle remoto! Neste dia 13 de abril de 2025, o “Domingo Legal” promete mais uma edição ao vivo daquelas, daquelas que grudam a família no sofá com Celso Portiolli no comando — e com o carisma de sempre.

Logo de cara, o programa já solta o grito de guerra no “Passa ou Repassa”, um dos quadros mais tradicionais da TV brasileira. De um lado, o time amarelo vem com nomes que o público conhece de longa data: o apresentador Geraldo Luís, a atriz Sônia Lima e a divertida Flor Fernandez. Do outro, o time azul traz a energia da internet com a influenciadora e dançarina Vanessa Lopes, o criador de conteúdo Brino e a influenciadora Mari Menezes. Entre tortas na cara, desafios de agilidade e perguntas capciosas, a disputa vai pegar fogo — e as gargalhadas estão garantidas.

E se você acha que a zoeira acaba aí, se enganou. Vem aí mais um episódio do hilário “De Quem é Essa Mansão?”, com Celso se juntando aos impagáveis Mileyde (Marlei Cevada) e Fala Silva (Pedro Manso). Juntos, eles invadem as casas mais luxuosas do Brasil, caçam pistas e fazem o público tentar adivinhar quem é o famoso dono (ou dona) da vez. Tudo com aquele humor debochado e espontâneo que já virou marca registrada do trio.

Tem também a volta dele, o carismático Bitelo, que retorna ao palco com mais um daqueles desafios que a gente adora acompanhar. Ainda é mistério o que vem por aí, mas uma coisa é certa: o público vai torcer, rir e se emocionar com mais essa jornada.

E prepare o coração (e a torcida), porque também rola mais uma edição do emocionante quadro “Comprar é Bom, Levar é Melhor”. Dessa vez, quem encara o desafio é a Família Da Mata, vinda diretamente de Marabá, no Pará. Eles vão enfrentar sete perguntas cruciais, com direito a prêmios incríveis na reta final. Mas para isso, vão precisar de raciocínio rápido, sangue frio e aquele empurrãozinho da sorte.

Ah, e como estamos em clima de Páscoa, o programa fecha com chave de ouro (ou melhor, de chocolate!). Uma vitrine especial exibe os ovos mais criativos, ousados e recheados da temporada. É um festival de sabores que promete fazer todo mundo salivar — e já pensar qual vai ser o próximo presente de si pra si mesmo.

Com tudo isso, fica fácil entender por que o Domingo Legal continua sendo uma escolha certeira para quem quer entretenimento leve, divertido e cheio de surpresas. O programa começa às 11h15, no SBT, então já separa o café da manhã caprichado e se joga nessa manhã animada com toda a família. Porque domingo bom… é domingo com Celso Portiolli na TV!

Confira o resumo semanal da novela Dona de Mim (29 de outubro a 8 de novembro)

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Capítulo 157 da novela Dona de Mim de quarta, 29 de outubro – Filipa acalma Sofia, oferecendo conforto e fortalecendo o vínculo de amizade entre as duas. Jaques sofre com mais um pesadelo envolvendo Abel, aumentando sua angústia e insegurança. Davi se aproxima de Bárbara, e os dois se beijam, estreitando sua relação, enquanto Nina confessa a Filipa seu interesse por Danilo. Davi observa a sintonia entre Bárbara e Marlon, prometendo a Ivy que não desistirá de conquistá-la. Sofia acusa Jaques de prejudicar Abel, e ele recorre a Filipa pedindo ajuda para retornar à Boaz. Leo visita Sofia, e Filipa garante que não competirá pelo amor da menina. Ricardo anuncia que Jaques convocou uma reunião de acionistas, despertando suspeitas em Samuel. Pam e Danilo trocam gentilezas, e Filipa surpreende Jaques ao votar pela permanência de Samuel na presidência, resultando na demissão de Ricardo, que reage ameaçando Jaques e acionando Samuel.

Capítulo 158 – Quinta-feira, 30 de outubro
Samuel percebe movimentações suspeitas na conversa de Ricardo, despertando desconfiança sobre seus próximos passos. Jaques provoca um acidente com Ricardo e descobre que Patrícia possui uma cópia do vídeo que o incrimina pela morte de Abel. Danilo ajuda Jaques a despistar Patrícia, enquanto Bárbara convida Davi para sair, admitindo que está apenas se aproveitando da situação. Samuel acusa Jaques pelo atropelamento de Ricardo, e Sofia se assusta com a reação do pai, encontrando consolo em Leo. Kami demonstra orgulho de Ryan para Pam, e Sofia observa a proximidade de Filipa e Jaques, percebendo os conflitos e interesses que permeiam a família.

Capítulo 159 da novela Dona de Mim de sexta-feira, 31 de outubro
Rosa explica a Sofia os conflitos entre Filipa e Jaques, e a menina busca ajuda em Leo. Samir alerta Samuel sobre a reunião de acionistas convocada por Jaques, enquanto Filipa entrega uma procuração a ele para votar em seu nome na compra de ações da Boaz. Vespa e Durval informam Ryan sobre um carregamento durante a gravação de seu clipe com Azzy, e Alan avisa Marlon sobre a presença da polícia no evento da barreira. Filipa desmaia, e Nina alerta Jaques, enquanto Danilo suspeita de sua participação no ocorrido. Rosa passa por um novo episódio de confusão, e Sofia a convida para brincar na casa de Leo, reforçando o cuidado e a amizade entre elas.

Capítulo 160 – Sábado, 1º de novembro
Sofia planeja uma pequena aventura com Rosa e consegue escapar, iniciando uma fuga que preocupa Filipa. Filipa descobre a ausência das meninas e liga para Leo, que aciona Marlon para encontrá-las. Sofia consegue se comunicar com Leo, e Marlon vai ao encontro delas, enquanto Filipa repreende Sofia pela atitude e as leva de volta para casa com Rosa. Jaques ameaça retirar a autonomia da menina, e Filipa reclama dos efeitos dos remédios em sua saúde. Rosa recupera a consciência, e Leo solicita retomar seu cargo de babá de Sofia, provocando desaprovação em Samuel. Caco, Breno, Ayla e Gisele lamentam que Leo tenha interrompido sua coleção para cuidar da menina. O capítulo termina com Samuel surpreendendo a todos ao pedir Leo em casamento, encerrando a semana com emoção, reconciliação e novos começos.

Resumo da novela Dona de Mim de 3 de novembro a 7 de novembro

Capítulo 161 – Segunda-feira, 3 de novembro
Leo se decepciona com Samuel, mas reafirma que continuará como babá de Sofia, priorizando o bem-estar da menina acima de tudo. Marlon se emociona ao dizer a Leo que ela nasceu para ser mãe, enquanto Yara e Stephany lamentam a interrupção da coleção. Davi se envolve em uma briga com Bárbara, irritando a jovem, e Leo demonstra preocupação com Filipa. Começa a festa de Ryan e Azzy na barreira, acompanhada por Marlon e pela polícia, enquanto Durval orienta Vespa a cancelar uma entrega de mercadoria. Jaques sabota novamente os remédios de Filipa, e Samuel pede que a filha lhe passe a guarda de Sofia, sendo confrontado por Leo. A tensão atinge o ápice quando um tiro ecoa no meio da festa, deixando todos em alerta.

Capítulo 162 – Terça-feira, 4 de novembro
Marlon solicita reforço policial para controlar a confusão na barreira, enquanto Maxwell observa a chegada de Marlon carregando Castro desacordado até Pompeu e Castanho. Vespa ameaça Ryan, exigindo que ele se alie ao grupo, e Alan informa a Marlon que a polícia realizará um contra-ataque. Ryan se desculpa com Azzy pelo tumulto, e Filipa reclama com Jaques sobre os remédios sabotados. Samuel e Jaques trocam farpas acaloradas, e Marlon recebe apoio de Alan diante da situação tensa. Leo decide a Samuel que quer terminar o relacionamento, estabelecendo limites claros em sua vida pessoal e buscando proteger sua própria estabilidade emocional.

Capítulo 163 – Quarta-feira, 5 de novembro
Leo declara seu amor por Samuel, mas insiste em se afastar para priorizar os cuidados com Sofia. Samuel conversa com Vivian sobre a situação delicada de Filipa, que sonha com Abel. Rangel reconhece a coragem de Marlon durante o confronto na barreira. Leo confirma que Davi está envolvido com Bárbara, enquanto ele e Marlon ajudam em um parto realizado em um ônibus, sem perceber que estão sendo fotografados por um jornalista. Surpreendidos, recebem convite para dar entrevista em um programa de TV, e Samuel descobre que a situação está sendo interpretada erroneamente, confundindo-os com um casal. Jaques investiga Elias sobre uma possível interdição judicial de Ricardo, com Danilo escutando a conversa. Tânia reaparece disfarçada de enfermeira, monitorando Ricardo no hospital.

Capítulo 164 – Quinta-feira, 6 de novembro
Tânia informa a Vanderson que Ricardo está em coma e o orienta a localizar Patrícia. Danilo confronta Jaques sobre os remédios sabotados de Filipa, enquanto Walkíria comunica a Samuel que a investigação sobre a morte de Abel aponta Vanderson como responsável. Samuel desconfia de Danilo e visita Ricardo, e Jaques ameaça o rapaz. Tânia observa a movimentação de Jaques no hospital, e Danilo vai ao quarto de Filipa, sendo flagrado por Nina. Leo e Samuel têm um desentendimento, enquanto Bárbara convida Marlon para sair, fortalecendo o vínculo entre eles. Leo e Marlon se aproximam, e Danilo revela a Nina que Jaques está dopando Filipa, aumentando a tensão e a preocupação de todos.

Capítulo 165 – Sexta-feira, 7 de novembro
Nina não acredita em Danilo e exige que ele se afaste de Filipa, enquanto Marlon pensa em Leo. Danilo pede a Leo que administre novos remédios para Filipa, e Ryan solicita a Lucas que investigue a nova operação policial na barreira. Sofia torce pela reconciliação de Samuel e Leo, e, sem que Filipa perceba, Leo aplica o remédio comprado por Danilo, observando melhora no estado da menina. Leo conversa com Danilo sobre a situação, e Davi revela que viu Marlon com Bárbara, aumentando a curiosidade sobre o casal. Jaques descobre a iniciativa de Danilo e se irrita, enquanto Yara, Stephany e as costureiras surpreendem Leo, garantindo que a coleção continuará apesar de todos os imprevistos e adversidades.

Capítulo 168 – Sábado, 8 de novembro
Nina não acredita em Danilo e exige que ele se afaste de Filipa, enquanto Marlon continua pensando em Leo. Danilo pede que Leo administre novos remédios para Filipa, e Ryan solicita a Lucas que investigue a nova operação policial na barreira. Sofia torce pela união de Samuel e Leo, e, sem que Filipa perceba, Leo aplica o remédio comprado por Danilo. Leo percebe a melhora de Filipa e conversa com Danilo sobre a situação. Davi revela a Leo que viu Marlon com Bárbara, e Jaques descobre a iniciativa de Danilo ao providenciar os remédios. Para animar Leo, Yara, Stephany e as costureiras fazem uma surpresa, garantindo que a coleção continuará apesar de todos os imprevistos e desafios.

Mordaça representa o Brasil no World Film Festival in Cannes com uma mensagem de resistência e esperança

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema brasileiro mais uma vez cruza fronteiras e conquista espaço no cenário internacional. O curta-metragem “Mordaça”, dirigido por Felipe Gomes, foi indicado ao World Film Festival in Cannes – Remember the Future, na categoria “Best Cause-Driven Film” (Melhor Filme Motivado por uma Causa). A produção, que dedica-se à memória de Marielle Franco, transforma dor e silêncio em poesia visual, reafirmando o poder da arte como instrumento de resistência e denúncia.

Em Mordaça, o ponto de partida é um ambiente de tortura — mas o filme se recusa a permanecer apenas na superfície do sofrimento físico. A narrativa mergulha nas camadas psicológicas e simbólicas da violência, expondo o impacto da opressão sobre o corpo e a mente. Com fotografia cuidadosa e linguagem poética, a obra convida o público a refletir sobre as feridas sociais que o Brasil ainda carrega. É um cinema que não busca apenas chocar, mas provocar reflexão e reacender a esperança, lembrando que a arte segue sendo uma das expressões mais autênticas da liberdade.

Para o diretor Felipe Gomes, o curta nasceu de uma urgência pessoal e coletiva: a necessidade de dar voz a tudo o que foi calado. Ele enxerga a indicação ao festival francês não apenas como uma conquista artística, mas como um reconhecimento do papel transformador que o cinema pode desempenhar em tempos de incerteza.

A produção é assinada pela Striker Produtora e contou com roteiro, direção assistente e fotografia de Roberta Stefani, direção de arte de Lauri Gouveia e produção de Stella Mota e Theodoro de Oliveira. Realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo, em parceria com a Prefeitura de Santo André, o projeto demonstra como o investimento público em cultura pode gerar obras de relevância social e ressonância global.

No elenco, Keila Martins, Fernando de Paula, Hugo Brandão, Celso Zappa, Felipe Gomes e Stella Mota traduzem em cena o peso e a delicadeza de um tema urgente. São interpretações que dispensam exageros: olhares contidos, gestos sutis e silêncios expressivos se tornam ferramentas de comunicação tão poderosas quanto qualquer palavra. Cada performance reforça a atmosfera de aprisionamento e resistência, transformando o espectador em cúmplice emocional da história.

A presença do curta-metragem no World Film Festival in Cannes vai além do reconhecimento artístico. É um lembrete de que o Brasil ainda pulsa criatividade, mesmo diante das adversidades. O filme ecoa o grito de um país que resiste, cria e se recusa a esquecer. Em um mundo onde as liberdades continuam sendo ameaçadas, a obra reafirma o cinema como um território de coragem — um espaço onde a arte não se cala, mas grita por justiça, empatia e memória.

Diamond Films divulga trailer de Terror em Shelby Oaks, estreia de Chris Stuckmann para o Halloween

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O clima de Halloween começa a se intensificar com uma novidade que promete arrepiar até os fãs mais exigentes do gênero. A Diamond Films divulgou o trailer oficial de Terror em Shelby Oaks, longa escrito e dirigido por Chris Stuckmann que chega aos cinemas brasileiros em 30 de outubro, na véspera do Dia das Bruxas. A prévia, liberada nesta semana, já dá uma boa amostra do que esperar: tensão crescente, segredos sufocantes e uma atmosfera que mistura drama humano e horror sobrenatural.

Não se trata apenas de mais um título de terror no calendário. O filme marca a aguardada estreia de Stuckmann como cineasta, conhecido até então por sua trajetória como crítico de cinema e criador de conteúdo sobre a sétima arte. Agora, ele atravessa para o outro lado da tela, levando consigo anos de paixão declarada pelo gênero.

A prévia divulgada apresenta o tom da narrativa: Mia, interpretada por Camille Sullivan, aparece mergulhada em um estado de aflição após receber uma fita misteriosa. Nela, surgem pistas perturbadoras que podem estar relacionadas ao desaparecimento de sua irmã, Riley (Sarah Durn), uma youtuber de sucesso que investigava fenômenos sobrenaturais.

A trama: desaparecimento, obsessão e segredos

O enredo do filme acompanha Mia em sua busca por Riley, desaparecida há anos sem deixar qualquer vestígio. A protagonista nunca aceitou a ausência de respostas e, quando a fita enigmática chega às suas mãos, reacende a esperança de que a irmã ainda esteja viva.

O que se inicia como uma tentativa de reconciliação familiar logo se transforma em uma investigação sufocante, que arrasta Mia para cenários cada vez mais obscuros. À medida que avança, ela se vê confrontada com fenômenos que desafiam a lógica e revelações que podem abalar tudo em que acredita.

Mais do que um filme sobre fantasmas ou casas mal-assombradas, o longa-metragem fala sobre o impacto devastador de um desaparecimento não resolvido, a obsessão por respostas e o peso da perda.

Chris Stuckmann: da crítica ao cinema

Se o nome de Stuckmann soa familiar, é porque ele passou a última década analisando filmes no YouTube e em publicações digitais, conquistando uma base fiel de seguidores. Reconhecido por seu olhar analítico e sua paixão pela sétima arte, ele sempre deixou claro que o terror era seu gênero favorito.

Com “Shelby Oaks”, ele realiza o sonho de muitos anos: dirigir um longa. A mudança de cadeira não foi improvisada. O projeto nasceu de um roteiro que mistura experiências pessoais, fascínio por histórias paranormais e desejo de oferecer ao público algo que fosse ao mesmo tempo assustador e emocionalmente impactante.

Para quem acompanha sua trajetória, o trailer já revela marcas de seu estilo: atenção ao detalhe, atmosfera crescente e respeito pela inteligência do espectador.

O papel do found footage

Uma das escolhas criativas mais interessantes do filme é a utilização do found footage, técnica que simula registros amadores. Popularizado por títulos como “A Bruxa de Blair” e “Atividade Paranormal”, o recurso mantém sua força por aproximar a narrativa da realidade, como se o público estivesse diante de provas de algo realmente acontecido.

No caso de “Terror em Shelby Oaks”, esse artifício se conecta organicamente à trama, já que Riley era produtora de conteúdo digital. Suas gravações, recuperadas e fragmentadas, são peças-chave da investigação de Mia. O resultado é uma linguagem híbrida: parte drama psicológico, parte thriller investigativo e parte terror sobrenatural.

A presença feminina no centro da história

Outro ponto que se destaca já no trailer é a força feminina da narrativa. A relação entre Mia e Riley, embora marcada pela ausência, é o motor da trama. Mia não é apenas uma personagem em busca de respostas, mas uma mulher lutando contra o vazio deixado pela irmã e contra as próprias sombras internas.

A atuação de Camille Sullivan promete ser um dos pontos altos do longa. Reconhecida por trabalhos intensos, ela transmite no trailer uma vulnerabilidade crua, ao mesmo tempo em que carrega a determinação de quem não aceita desistir.

A benção de Mike Flanagan

O envolvimento de Mike Flanagan como produtor executivo também gera confiança no projeto. Flanagan é responsável por alguns dos títulos mais elogiados do terror contemporâneo, como “Ouija: A Origem do Mal” e a série “A Maldição da Residência Hill”. Sua assinatura é associada a obras que equilibram sustos e profundidade emocional — uma combinação que “Terror em Shelby Oaks” claramente busca reproduzir.

Embora não esteja na direção, sua presença nos bastidores funciona como uma espécie de selo de qualidade e deve atrair fãs que acompanham sua carreira.

Eita, Lucas! deste sábado (13) traz Carona da Sorte com David na feira de São Paulo

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Neste sábado, 13 de setembro, às 15h, o programa “Eita, Lucas!” volta à tela do SBT com uma edição repleta de emoção, solidariedade e surpresas. Lucas Guimarães conduz o programa em busca de personagens que inspirem e emocionem o público, mostrando que, mesmo diante das dificuldades, a esperança e a solidariedade podem transformar vidas.

No quadro “Eita Glória”, Lucas percorre uma feira livre na capital paulista, conversando com feirantes, clientes e moradores locais em busca de histórias marcantes. Entre frutas, legumes e interações cheias de afeto, um sortudo terá a chance de ter suas dívidas quitadas, participando de um jogo de envelopes premiados.

A dinâmica exige que o participante confie na própria intuição para escolher os envelopes corretos. Nesta semana, a edição traz uma novidade emocionante: o envelope “Surpresa”, capaz de pagar todas as dívidas do mês, oferecendo um alívio completo para quem enfrenta dificuldades financeiras. A expectativa e a emoção se misturam enquanto os telespectadores acompanham cada decisão e reação dos participantes.

Na sequência, o programa apresenta o quadro “Carona da Sorte”, desta vez com David, um vendedor de tapiocas que luta diariamente para sustentar a família. Endividado e cansado de enfrentar obstáculos, ele chegou a pensar em desistir até o momento em que cruzou o caminho de Lucas.

Durante a carona, David enfrenta desafios valendo R$ 10 mil, respondendo às perguntas da Áurea, a Inteligência Artificial do programa. Entre tensão, entusiasmo e momentos de reflexão, ele precisa mostrar conhecimento e estratégia, enquanto o público acompanha cada instante com emoção. A história de David reforça a missão do programa: inspirar e transformar vidas através da solidariedade e da superação pessoal.

O programa combina diversão, suspense e emoção em um formato que aproxima os telespectadores da realidade dos participantes. Com Lucas Guimarães à frente, o programa valoriza o contato humano, as histórias reais e as reações genuínas daqueles que recebem apoio e reconhecimento.

A interação com o público vai além da tela: cada quadro desperta empatia, torcidas e emoções compartilhadas, mostrando que pequenas ações podem ter impacto profundo na vida de muitas pessoas. Entre sorrisos, lágrimas e momentos de tensão, o programa constrói uma narrativa envolvente que conecta espectadores e participantes.

My Hero Academia | Trailer da última temporada eleva expectativas para o grande desfecho

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo de My Hero Academia está prestes a viver um momento histórico. Recentemente, o canal oficial da TOHO Animation lançou um novo trailer da última temporada, oferecendo aos fãs uma prévia emocionante do que está por vir. Com cenas inéditas, confrontos intensos e momentos dramáticos, o vídeo já está gerando burburinho nas redes sociais, reforçando a expectativa para o grande desfecho da jornada de Izuku Midoriya. A estreia da oitava temporada está marcada para 4 de outubro na Crunchyroll, prometendo encerrar de forma épica a história que conquistou milhões de pessoas ao redor do mundo.

Desde sua primeira aparição, Izuku Midoriya – ou Deku – conquistou fãs por sua coragem e determinação. Nascido em um mundo onde 80% da população possui superpoderes conhecidos como Individualidades, ele enfrenta diariamente o estigma de não ter nenhum poder. Apesar disso, Deku sonha em se tornar um herói, inspirado por All Might, o maior símbolo de justiça do planeta. Sua vida muda completamente após um encontro com All Might, que reconhece seu potencial e escolhe Deku como sucessor da poderosa Individualidade One For All. A partir desse momento, o garoto ingressa na U.A. High School, iniciando sua formação para se tornar um verdadeiro herói.

O novo trailer da última temporada, que você pode conferir logo abaixo, é eletrizante. Em 1 minuto e 51 segundos, o vídeo mostra cenas de combate com altíssimo nível de animação, estratégias inteligentes e diálogos carregados de emoção. Os fãs já tiveram a oportunidade de vislumbrar confrontos entre Deku e Shigaraki, além de momentos que prometem testar a confiança e a união entre os heróis e seus companheiros.

Personagens em destaque

Além de Deku, outros personagens ganham destaque nesta temporada. Katsuki Bakugo, que começou como rival de Deku, agora se apresenta como um herói mais maduro e consciente de suas responsabilidades. Ochaco Uraraka, Tenya Iida e outros estudantes da U.A. enfrentam seus próprios desafios, crescendo como indivíduos e reforçando a importância da amizade e da solidariedade. Os vilões, liderados por Tomura Shigaraki, trazem ameaças concretas que exigirão não apenas força, mas também inteligência e união dos heróis.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma produção de alta qualidade

O estúdio BONES, responsável pela animação, continua entregando sequências visuais impressionantes. Sob direção de Naomi Nakayama, com Kenji Nagasaki como diretor-chefe, cada episódio promete ação fluida e cenários detalhados. O roteiro é supervisionado por Yousuke Kuroda, enquanto Yoshihiko Umakoshi e Hitomi Odashima cuidam do design dos personagens, mantendo fidelidade ao mangá. A trilha sonora de Yuki Hayashi acrescenta intensidade emocional a cada cena, tornando os momentos de tensão ainda mais memoráveis.

Temas que Transcendem a Ação

Embora a ação seja um elemento central, a série sempre explorou temas profundos. Coragem, sacrifício, amizade e a luta pelo que é certo são conceitos centrais da série. A última temporada promete manter essa abordagem, mostrando que ser herói vai muito além de habilidades extraordinárias – envolve empatia, responsabilidade e coragem em face do perigo. Para os fãs, acompanhar o crescimento de Deku e de seus colegas é um lembrete inspirador de que determinação e valores sólidos podem transformar o mundo.

Expectativas e impacto cultural

My Hero Academia se consolidou como um fenômeno cultural global. O anime não apenas conquistou fãs pelo mundo, mas também inspirou discussões sobre heroísmo, ética e superação. Com a última temporada, essas conversas ganham um novo capítulo, à medida que os personagens enfrentam desafios finais e buscam cumprir seus objetivos. A estreia simultânea no Japão e no Brasil garante que fãs de diferentes países compartilhem a experiência quase que em tempo real, reforçando a sensação de comunidade entre os admiradores da série.

O Futuro de Deku e da U.A. High School

A oitava temporada trará respostas importantes para perguntas que os fãs vêm fazendo há anos: Deku será capaz de honrar o legado de All Might? Os vilões finalmente serão derrotados? E os estudantes da U.A., que cresceram tanto ao longo da série, conseguirão encontrar seu lugar em um mundo ainda repleto de perigos? O trailer sugere momentos de tensão, mas também de esperança, indicando que o final não será apenas sobre batalhas, mas sobre crescimento, aprendizado e redenção.

O Legado do anime

Mais do que lutas e poderes, My Hero Academia construiu um legado baseado em valores humanos universais. Coragem diante da adversidade, amizade verdadeira e a busca por justiça são temas que ressoam com pessoas de todas as idades. A série não apenas diverte, mas também ensina que, mesmo diante de desafios aparentemente impossíveis, a determinação e a ética podem fazer a diferença. A última temporada promete fechar esse ciclo de maneira memorável, oferecendo aos fãs um encerramento à altura da trajetória de Deku.

Crítica – Anora é uma poderosa releitura sobre amor e identidade

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“Eu amo meu marido e vou ficar com ele para sempre.” Com essa frase enigmática, Anora abre caminho para um mergulho profundo nas complexidades da vida e da identidade. Sob a direção brilhante de Sean Baker, conhecido por capturar com maestria a essência humana, o filme transcende o comum, entregando uma experiência repleta de performances emocionantes e um roteiro que equilibra humor e tragédia com precisão quase cirúrgica.

O enredo é uma releitura contemporânea e nada convencional da história da Cinderela. No entanto, em vez de sapatinhos de cristal e bailes luxuosos, encontramos uma narrativa moldada pelas nuances do cotidiano e das emoções humanas. Baker troca os estereótipos e cria um mundo autêntico, habitado por personagens peculiares e multidimensionais que desafiam expectativas.

No centro da história está Ani (interpretada de forma magnética por Mikey Madison), uma jovem que vive subjugada pelas expectativas alheias. Resignada a uma vida de conformismo, ela encontra em um gesto inesperado de carinho a centelha para sonhar com algo maior. Mas o filme não oferece respostas fáceis: enquanto Ani anseia por uma conexão genuína, sua experiência de vida a condicionou a desconfiar de toda bondade desinteressada.

A chegada de Igor, um personagem que personifica gentileza autêntica, intensifica o conflito interno de Ani. Em um mundo onde cada gesto parece ter um preço, ela luta para discernir entre sinceridade e manipulação. É um comentário poderoso sobre a maneira como traumas moldam percepções e sobre como a sociedade pode sufocar a pureza de um gesto altruísta.

No clímax emocional do filme, Ani desaparece, dando lugar à nova identidade de Anora. A transformação simboliza não apenas um renascimento, mas também a luta constante para acreditar que a felicidade é algo que ela pode, sim, merecer. É um momento silencioso, mas avassalador, em que Anora começa a sonhar com um futuro diferente — não como um reflexo das expectativas dos outros, mas como a arquiteta de sua própria vida.

Mikey Madison entrega uma atuação extraordinária. Sua interpretação é crua, vulnerável e absolutamente cativante, evocando comparações com grandes performances do cinema contemporâneo. Madison dá vida a Ani/Anora de uma forma que nos faz sentir cada dor, dúvida e esperança da personagem. É uma atuação que certamente será lembrada por anos.

Sean Baker, por sua vez, demonstra mais uma vez por que é um dos diretores mais talentosos de sua geração. Ele constrói um universo que respira autenticidade e que continua a nos intrigar mesmo após os créditos finais. Com Anora, Baker entrega uma obra que é sensual, engraçada, devastadora e profundamente humana.

Anora não é apenas um filme; é uma experiência. Ele nos desafia a refletir sobre nossas próprias vidas, nossos preconceitos e a maneira como enxergamos os outros. É um lembrete poderoso de que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, a capacidade de sonhar e de se reinventar permanece viva.

Um brinde a Sean Baker por nos oferecer uma obra-prima que ficará gravada na memória e no coração.

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