Sessão da Tarde 21/04: Fé nas Alturas é o destaque desta segunda-feira

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Se você é do time que adora um drama de tirar o fôlego, daqueles que fazem o coração bater mais forte e os olhos darem aquela marejada básica, pode preparar o sofá e o lencinho: nesta segunda-feira, 21 de abril de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo traz um voo turbulento… mas cheio de fé! O filme da vez é o emocionante “Fé nas Alturas” (On a Wing and a Prayer), protagonizado pelo sempre carismático Dennis Quaid, e baseado numa história real que parece coisa de cinema — e é mesmo!

Lançado originalmente em 2023 no Prime Video, o longa é dirigido por Sean McNamara e roteirizado por Brian Egeston. Com seus 102 minutos de tensão, fé e uma pitada de milagre, o filme mostra como o improvável pode acontecer — principalmente quando a força da esperança entra na cabine de comando.

A trama acompanha Doug White, um farmacêutico como qualquer outro, lidando com o luto pela perda do irmão. Mas a calmaria termina quando, durante um voo em família, o piloto do avião sofre um infarto fulminante e… adivinha quem precisa assumir o manche? Sim, o próprio Doug — que, vale dizer, nunca pilotou uma aeronave na vida.

Ao lado da esposa Terri (vivida pela encantadora Heather Graham) e das duas filhas, ele se vê em um pesadelo em pleno céu. Sem saber o que fazer, Doug recorre ao rádio, à fé, e a um batalhão de anjos da guarda disfarçados de controladores de voo, além de contar com sua companheira de vida se transformando em copilota improvisada.

E como se o enredo já não fosse simbólico o suficiente, tudo isso acontece num Domingo de Páscoa, adicionando uma camada extra de emoção e espiritualidade à jornada. Não tem como não se arrepiar.

“Fé nas Alturas” não é só um filme sobre um pouso impossível — é sobre não perder a fé quando tudo parece prestes a desabar (ou cair do céu, literalmente). Com uma performance sensível de Dennis Quaid, o longa entrega uma boa dose de adrenalina, emoção sincera e aquela mensagem que a gente sempre precisa ouvir: a esperança pode estar a um rádio de distância.

E o elenco vai além! Selena Anduze também aparece em um papel marcante, ajudando a dar aquele toque mais humano e real à trama.

No fim das contas, é aquele tipo de filme que abraça a gente no meio da tarde, com jeitinho de oração feita entre uma turbulência e outra. A escolha da Globo para esta segunda-feira é certeira: uma história que inspira, emociona e — por que não? — nos faz olhar pro céu com um pouco mais de fé.

Então anota aí: “Fé nas Alturas”, na Sessão da Tarde, nesta segunda, logo após o Jornal Hoje. Prepare-se para voar alto — e pousar direto no coração.

Park Chan-wook retorna aos cinemas brasileiros com humor ácido; “A Única Saída” ganha trailer e pôster oficiais

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A MUBI, plataforma global de streaming, produtora e distribuidora conhecida por apostar em cinema autoral e provocador, divulgou o novo trailer e o pôster oficial de “A Única Saída”, thriller de humor sombrio dirigido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook (Oldboy, A Criada, Decisão de Partir). Em parceria com a distribuidora independente Mares Filmes, o lançamento marca o retorno do diretor às salas brasileiras, com estreia confirmada para 22 de janeiro.

Reconhecido mundialmente por seu estilo visual preciso e por narrativas que exploram obsessão, violência e moralidade, Park Chan-wook apresenta em A Única Saída uma obra que dialoga diretamente com o mundo contemporâneo. Desta vez, o cineasta vencedor do BAFTA se afasta parcialmente da violência explícita que marcou alguns de seus trabalhos mais famosos para investir em um suspense corrosivo, atravessado por humor ácido e desconfortável, capaz de provocar riso e inquietação ao mesmo tempo.

O filme é estrelado por Lee Byung-hun (Eu Vi o Diabo, G.I. Joe, Round 6), um dos atores mais respeitados da Coreia do Sul, que interpreta Man-su, um homem comum, de meia-idade, cuja vida entra em colapso após ser demitido da fábrica de papel onde trabalhou por 25 anos. A atuação de Lee promete mais uma composição intensa e contida, explorando as frustrações silenciosas de um personagem esmagado por um sistema que já não encontra espaço para ele. Ao seu lado está Son Ye-jin (A Última Princesa, Something in the Rain), atriz conhecida por performances emocionalmente sofisticadas, que acrescenta complexidade às relações pessoais do protagonista.

O elenco de apoio reforça o peso dramático da produção. Estão no filme Park Hee-soon (My Name, Seven Days), Lee Sung-min (The Spy Gone North, Revenant), Yeom Hye-ran (The Glory, Miracle in Cell No. 7), Cha Seung-won (Believer, The Greatest Love) e Yoo Yeon-seok (Mr. Sunshine, Hospital Playlist). Cada um desses nomes contribui para a construção de um universo social marcado pela competição, pela hipocrisia e pelo medo constante da exclusão.

Inspirado no romance “O Corte” (The Ax), do escritor americano Donald E. Westlake, o filme parte de uma premissa aparentemente simples, mas devastadora em suas implicações. Após perder o emprego, Man-su entra em uma busca obsessiva por recolocação profissional. Currículos enviados, entrevistas frustradas e portas fechadas passam a definir sua rotina. Aos poucos, a narrativa revela como o desespero pode corroer princípios éticos e empurrar uma pessoa comum a decisões extremas. “Se não há uma vaga para mim, terei que criá-la. Eu não tenho outra saída”, diz o protagonista, em uma frase que sintetiza o tom perturbador do filme.

O roteiro é assinado por Park Chan-wook (Oldboy), Lee Kyoung-mi (Crush and Blush), Don McKellar (Exotica, Blindness) e Jahye Lee, combinação que reforça o caráter internacional e multifacetado da produção. A adaptação do livro de Westlake ganha novas camadas ao ser transportada para o contexto sul-coreano, país onde a pressão por sucesso profissional e estabilidade econômica é intensa e socialmente determinante. Park utiliza esse pano de fundo para construir uma sátira sombria sobre meritocracia, desemprego e o valor da dignidade em um mercado cada vez mais impessoal.

A trajetória internacional do filme também contribui para seu prestígio. O longa teve estreia mundial no Festival de Veneza, um dos mais importantes do circuito cinematográfico, e ganhou destaque na programação do London Film Festival, no Reino Unido. As exibições reforçaram a percepção de que o longa representa uma fase mais madura e reflexiva de Park Chan-wook, sem abrir mão de sua identidade autoral. Críticos destacaram a habilidade do diretor em equilibrar tensão, ironia e comentário social, transformando uma história de desemprego em um thriller inquietante.

“Outlander” | Última temporada ganha trailer completo e promete encerramento emocionante

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É chegada a hora de se despedir de Claire e Jamie Fraser. O canal Starz lançou o trailer completo da oitava e última temporada de Outlander, prometendo uma conclusão emocionante que mescla amor, destino e as inevitáveis batalhas da história. A estreia está prevista para início de 2026, e embora a data exata ainda não tenha sido divulgada, o clima de despedida paira no ar, convidando fãs antigos e novos a se prepararem para encerrar essa jornada junto aos personagens que marcaram uma década de narrativas épicas. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Desde que fez sua estreia em 9 de agosto de 2014, Outlander se consolidou como uma produção híbrida de romance, drama e viagem no tempo, adaptando os premiados livros de Diana Gabaldon. Criada para a TV por Ronald D. Moore e produzida pela parceria entre a Sony Pictures Television e a Left Bank Pictures, a série acompanhou os Fraser através de capítulos complexos da história, alternando entre cenários do século XVIII e da era contemporânea, com altos investimentos em figurino, cenografia e fidelidade histórica. O trailer divulgado retoma todos esses elementos, intensificando a expectativa para o capítulo final da saga.

Logo nos primeiros segundos, somos transportados para um campo enevoado, onde Claire caminha sozinha, seus pensamentos narrados como monólogo interior. A voz dela ecoa sobre escolhas irrevogáveis, o peso de decisões passadas e o amor que sobrevive mesmo quando tudo ao redor desmorona. Jamie surge em seguida, montado a cavalo em meio a tropas, o semblante carregado por rugas que contam uma vida inteira de cuidado, saudade e batalhas. A ambientação sugere que os últimos episódios terão um clima soturno, ainda que repleto de humanidade e esperança.

O trailer intercala cenas da família Fraser em momentos distintos no tempo. Vemos Jovem Ian ao lado de Claire e Jamie, agora adultos, e William Ransom em uniforme britânico, seu rosto misturando orgulho e conflito. A dualidade temporal se acentua ao mostrar Brianna e Roger nos anos 80, lidando com o nascimento de sua filha, diagnosticada com um problema cardíaco, o que os obriga a viajar para o futuro em busca de atendimento médico. Esse choque entre passado e presente reforça o tema central da série: os laços que unem gerações, não importando o século.

A narrativa de Outlander sempre foi construída sobre múltiplas camadas de drama e romance. Claire é médica, mulher moderna jogada em pleno século XVIII; Jamie é guerreiro selvagem e apaixonado, mas também homem de honra e cultura. Esse contraste funciona como base para explorar questões como poder, escolha, identidade e resistência. O trailer sugere que a temporada final vai mergulhar profundamente nos dilemas sociais e emocionais desses personagens, sem economizar em retratos de guerra, sofrimento ou redenção.

A temporada final, dividida em dez episódios, foi estrategicamente planejada em duas partes pela equipe de produção. Segundo Ronald D. Moore, isso permite que a história receba o fechamento que merece, cuidando de cada arco com atenção aos detalhes e ao crescimento dos personagens. Isso inclui a reconstrução do Fraser’s Ridge após a morte de Malva Christie e as cicatrizes deixadas por esse crime. Claire, acusada injustamente de assassinato, chegou a ser presa; embora tenha sido libertada quando Tom Christie admitiu sua culpa, a experiência deixou marcas profundas em sua relação com a comunidade que ajudou a construir.

Paralelamente, a série explora a Guerra da Independência Americana como pano de fundo inevitável. Jamie, agora colono nos treze estados, é convocado para lutar na Batalha de Saratoga, um dos confrontos mais decisivos da revolução. Sua lealdade à causa rebelde contrastará com sua conexão com personagens que o cercam, como William. A temporada promete tratar dessa escolha como dilema moral: lutar por uma nação emergente enquanto enfrenta o custo emocional e familiar de uma guerra.

Do lado de Brianna e Roger, o emocional também se aprofunda. A chegada de uma filha com um problema cardiovascular desencadeia um dilema impossível: continuar no século XVIII ou sacrificar tudo para buscar tratamento no futuro. A viagem aos anos 80 proporciona alívio médico, mas expõe os MacKenzies ao preconceito moderno. Brianna, formada em engenharia, enfrenta o machismo disfarçado do ambiente corporativo e a pressão de equilibrar carreira e maternidade. Roger, escritor e historiador, tenta construir uma nova vida enquanto carrega o peso de viver fora do tempo que ama.

A força de Outlander sempre esteve na química entre Caitriona Balfe e Sam Heughan. Suas performances carregam autenticidade emocional, mostrando um casal que se ama profundamente, mesmo quando partidos pela distância ou pela guerra. O trailer reforça isso ao mostrar olhares intensos, abraços demorados e momentos que condensam muitos anos de vivências. Esses pequenos gestos silenciosos — uma mão no ombro, um sorriso melancólico — sintetizam a jornada de amor que atravessa séculos.

Visualmente, o trailer impressiona. Paisagens da Escócia e da América colonial se misturam em planos amplos e panorâmicos. A produção não abre mão dos figurinos ricos, da iluminação planejada para transmitir nostalgia e tensão, e da direção de arte que transforma cada cena numa pintura viva sobre o tempo. A trilha sonora, em especial, retoma arranjos folk da cultura celta misturados à tensão épica, remetendo à tradição musical da série.

No Brasil, a série encontrou visibilidade também na TV aberta, tendo sido exibida pela Band entre setembro e dezembro de 2023. Apesar da transmissão ter sido interrompida por questões contratuais, a série recebeu reprise em 2024, e conquistou público fiel nas madrugadas. Hoje, muitos fãs acompanham por streaming, o que reforça a popularidade e o valor cultural da produção em território nacional.

A trajetória de Outlander refletiu uma mudança na maneira como enxergamos dramas televisivos. Ao longo das temporadas, conquistou reconhecimento do público e da crítica por suas tramas complexas, protagonistas femininas fortes e a capacidade de misturar romance, política e história de forma envolvente. A série recebeu diversos prêmios e se tornou um case de sucesso internacional, contribuindo para o fortalecimento da Starz como canal de referência em narrativa original.

A expectativa em torno da última temporada é gigantesca. Fãs criaram teorias sobre o destino dos Frasers, novos maratonistas revisitam cada temporada com entusiasmo e as redes sociais se enchem de lembranças, memes e homenagens. A pergunta mais repetida entre admiradores é: será que Claire e Jamie encontrarão um final pacífico juntos? A própria autora Diana Gabaldon já falou que o último livro da saga ainda não foi publicado, o que deixa espaço para a série seguir um caminho próprio — talvez mais emocional, talvez mais simbólico — ao encerrar a história.

Por ora, as informações confirmadas apontam para uma temporada intensa, emocional, com batalhas épicas e momentos íntimos. O trailer mostrou que, mesmo diante da guerra e do tempo implacável, o coração humano continua resistindo. Claire e Jamie não são apenas sobreviventes do tempo ou da revolução; são defensores de uma ideia: de que o amor, a verdade e a coragem podem transcender qualquer era.

À medida que nos aproximamos de 2026, Outlander se prepara para oferecer uma conclusão à altura de sua própria ambição. Será o fim de uma era na televisão, mas também uma celebração do que faz as histórias permanecerem: personagens que amamos, dilemas que reverberam, e a certeza de que algumas histórias existem para nos lembrar que somos feitos de tempo — e de escolhas.

Romance do Wattpad ganha vida! O Bad Boy e Eu chega às telonas nesta quinta (13)

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Se você é fã de romances adolescentes e histórias que aquecem o coração, vai gostar de saber que o longa-metragem O Bad Boy e Eu estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 13 de novembro, com distribuição da Diamond Films. Inspirado no fenômeno do Wattpad, o longa traz Siena Agudong (Upside Down Magic – Escola de Magia, No Good Nick, Deixe-nos Entrar) e o influenciador Noah Beck (Larray: Canceled, Noah Beck Tries Things, The D’Amelio Show) nos papéis principais. Abaixo, se liga no trailer:

Sob a direção de Justin Wu (Loucos por Nada, Le Devoir), a adaptação promete emocionar quem já se encantou com o livro e conquistar uma nova geração de espectadores com a história de Dallas Bryan e Drayton Lahey — um encontro improvável entre a doce líder de torcida e o misterioso bad boy que vai transformar sua vida.

Dallas Bryan, interpretada por Siena Agudong, está determinada a honrar a memória de sua mãe e focar em seu maior sonho: conquistar uma vaga na escola de dança mais prestigiada do país. Ela entra no último ano do Ensino Médio com a cabeça apenas nos estudos e nos ensaios, sem interesse em festas, paqueras ou romances — amorzinho? Nem pensar.

Mas, como toda boa história adolescente, o inesperado acontece. Dallas conhece Drayton Lahey, o capitão do time de futebol americano e garoto mais popular da escola, interpretado por Noah Beck. Entre encontros, desencontros e conversas sinceras, os dois começam a se conhecer de verdade. Aos poucos, a barreira da timidez e das inseguranças se desfaz, e o que era apenas amizade se transforma em algo maior: um romance adolescente que mistura paixão, risadas e momentos de emoção.

A história não é só sobre amor; ela fala de crescimento, amadurecimento e da importância de enfrentar perdas, inseguranças e medos. É aquele tipo de história que lembra que, às vezes, a vida tem seus próprios planos — e que é possível encontrar alguém que te entende no momento mais inesperado.

Além dos protagonistas, o filme ainda conta com James Van Der Beek (Dawson’s Creek, Pose, How I Met Your Mother) no papel de Leroy Lahey, o severo pai de Drayton, que adiciona tensão e humor à narrativa. O roteiro, assinado por Crystal Ferreiro (The Beauty of Disaster) e Mary Gulino (CollegeHumor Originals, Hot Date), consegue equilibrar romance, drama e momentos engraçados, sem perder o charme que conquistou milhões de leitores do Wattpad.

Com distribuição da Diamond Films, o filme chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta, 13 de novembro. O Bad Boy e Eu é uma ótima pedida para quem gosta de romances adolescentes, fãs de histórias Wattpad, ou simplesmente quem quer se divertir e se emocionar com uma trama leve, divertida e cheia de momentos fofos.

Altas Horas deste sábado (09) reúne Compadre Washington, Diogo Nogueira, Marcelo D2 e filhos em homenagem ao Dia dos Pais

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Neste sábado, 9 de agosto, o Altas Horas vai nos presentear com um programa cheio de sentimentos, música e histórias que tocam o coração. Para celebrar o Dia dos Pais, Serginho Groisman recebe no palco do programa grandes nomes da música brasileira junto com seus filhos — um encontro que vai muito além da música, é uma verdadeira celebração do amor, da cumplicidade e das diferentes formas de viver a paternidade.

São momentos que revelam o que, muitas vezes, fica guardado nos bastidores da fama e dos palcos: o jeito simples e verdadeiro de ser pai, o aprendizado diário, os reencontros, os desafios e, principalmente, o orgulho que um sente do outro.

A força do amor que atravessa gerações

Quando Compadre Washington sobe ao palco ao lado do filho Compadinho, a energia vai contagiar a todos. O pai, que levou o É o Tchan ao estrelato e marcou gerações com seus sucessos, verá seu legado musical ganhar vida na voz do filho, mostrando que a música pode ser a linguagem que une diferentes gerações. É uma conversa em forma de canção, um reencontro cheio de afeto e emoção.

Diogo Nogueira e seu filho Davi, com a canção “Espelho”, dão voz à beleza de um pai que canta para o filho, para a vida que ele quer que ele veja e se espelhe. A música vira um abraço, uma mensagem que atravessa o tempo e fortalece vínculos.

Já Marcelo D2 e Sain vão reviver no Altas Horas um momento muito especial: a primeira vez que cantaram juntos no programa, em 2003. Aquela apresentação carregava a dor e a homenagem ao pai de Marcelo, que havia falecido pouco antes. O relato de D2, falando da ligação do filho com seu avô, nos lembra que a família, mesmo quando perdida fisicamente, continua viva nas memórias e no coração.

Histórias de vida e cumplicidade

O programa também traz relatos que fazem qualquer um se emocionar. Tatau, que acompanha a filha Beberes no palco cantando “Mal Acostumada”, abre seu coração e conta como conheceu o filho apenas um mês após seu nascimento, por causa da correria da carreira e das turnês. Essa história simples, mas tão humana, reflete a realidade de muitos pais que se dividem entre os sonhos profissionais e o desejo de estar presente na vida dos filhos.

Felipe Araújo e João Reis mostram que a sintonia e o amor podem se transformar em música e parceria no palco. João Suplicy, por sua vez, divide um momento muito especial com as filhas Maria Luiza e Laura, mostrando que a música pode ser um elo afetivo que une famílias.

É lindo ver também o jovem Lucca, vencedor do reality “Estrela da Casa”, subir ao palco com o pai Humberto Penna para uma apresentação cheia de emoção e orgulho. E os outros artistas – Beto Jamaica e a filha Roberta, João Neto & Frederico com o pai Gil Neto, Paulinho Moska e o filho Tom Karabachian, Leoni com o filho Antonio Leoni – todos eles trazendo à tona a beleza e a complexidade do amor entre pais e filhos.

A paternidade que se faz em cada gesto

Mais do que canções, o especial do programa traz conversas que nos aproximam do que é ser pai hoje, com suas dificuldades, alegrias e aprendizados. Não é só sobre estar presente fisicamente, mas também sobre construir uma relação de confiança, respeito e afeto.

Serginho Groisman, com sua sensibilidade e olhar atento, cria um ambiente onde os convidados se sentem à vontade para dividir suas histórias mais íntimas, mostrando que, por trás do brilho e do sucesso, todos vivem as mesmas emoções.

Filmagens de Cacilda Becker em Cena Aberta chegam ao fim com homenagem sensível à dama do teatro brasileiro

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No coração do Teatro Dulcina, no centro do Rio de Janeiro, cortinas se abriram e se fecharam durante semanas não para um espetáculo, mas para um tributo cinematográfico à grande dama do teatro brasileiro. Chegaram ao fim as filmagens de Cacilda Becker em Cena Aberta, novo longa-metragem da Giros Filmes, em coprodução com a As Coisatudo, que se propõe a revisitar, com lirismo e potência, a trajetória de uma das figuras mais revolucionárias da arte cênica nacional.

Dirigido por Julia Moraes e produzido por Bianca Lenti, Belisario Franca e Mauricio Magalhães, o filme vai além da cinebiografia tradicional: mergulha na essência da atriz que desafiou normas e deu voz ao palco como poucas antes dela. Estrelada por Debora Falabella, que entrega uma performance imersiva e multifacetada, a narrativa brinca com o tempo e com a própria linguagem teatral ao mostrar uma Cacilda que se desdobra — cena após cena — em suas personagens mais marcantes. A atriz, aqui, não é apenas representada, mas evocada em uma espécie de ritual cinematográfico de reconstrução da memória.

Cacilda era muitas em uma só, e quisemos trazer isso para a tela de forma viva, crua e também onírica”, afirma a diretora Julia Moraes. O cenário não poderia ser mais simbólico: o Teatro Dulcina, espaço histórico que já abrigou tantos sonhos e revoluções cênicas, foi palco único para toda a filmagem — como se as paredes do teatro também fossem personagens, cúmplices e testemunhas dessa homenagem.

No elenco, nomes consagrados da dramaturgia brasileira como Mariana Ximenes, Julia Stockler, Augusto Madeira e Rodrigo Bolzan compõem um mosaico de gerações que, direta ou indiretamente, foram impactadas pela presença e pelo legado de Cacilda Becker. Uma mulher que desafiou o machismo estrutural do meio artístico, que exigiu direitos trabalhistas para os atores, e que morreu no palco — literalmente — como quem entrega o último suspiro ao que mais amava.

Bianca Lenti, uma das produtoras do filme, destaca a urgência desse resgate: “Vivemos um tempo em que a memória cultural precisa ser reafirmada. Cacilda foi vanguarda, foi coragem, foi arte pulsante. Esse filme é um manifesto contra o apagamento das mulheres que fizeram história com sua voz e seu corpo em cena.”

A fotografia de Gustavo Hadba promete acentuar ainda mais o tom poético da proposta, emoldurando cada transição da protagonista com luzes e sombras que ecoam as angústias, os desejos e as epifanias de uma mulher à frente de seu tempo. A pós-produção já começou, e o lançamento está previsto para 2026.

Ao final das filmagens, não houve festa tradicional. Em vez disso, elenco e equipe reuniram-se no palco do Dulcina para uma leitura de trechos das peças mais emblemáticas de Cacilda — de Nelson Rodrigues a Jean-Paul Sartre. Em silêncio, a luz de uma ribalta acesa permaneceu sobre uma poltrona vazia. Um gesto simples, porém simbólico, para uma presença que nunca deixou de habitar o teatro brasileiro.

Um céu para Isaías – Romance de estreia de Vítor Kappel mistura afeto, rebeldia e descobertas no interior do Brasil

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Em um Brasil rural onde o tempo parece se mover em círculos e a autoridade ainda veste batina, nasce uma das histórias mais singulares da nova literatura brasileira. Sob o Céu de Isaías, primeiro romance de Vítor Kappel, lançado pela Editora Patuá, nos apresenta Isaías Petit — um adolescente tão brilhante quanto caótico, cercado por pecados que não cometeu, vivendo entre a culpa ensinada e os desejos que mal sabe nomear.

Com uma escrita fresca, sensível e mordaz, o autor traça um retrato tragicômico de um garoto em busca de si mesmo — em um cenário que insiste em apagar quem sai da norma. O resultado é um romance de formação que emociona, ri de si mesmo e oferece uma das leituras mais autênticas e ousadas do ano.

Entre padres, poeira e pecados

Isaías vive em uma cidade pequena, dessas onde o sino da igreja dita o ritmo do dia e os muros altos dos colégios religiosos escondem mais do que ensinam. Desde cedo, ele entende que sua inteligência é um passaporte — talvez o único — para fugir daquele universo claustrofóbico. Mas, como todo jovem prestes a terminar o ensino médio, ele também carrega a inquietação dos que ainda não sabem exatamente quem são — e que, por isso, não cabem nas molduras rígidas da moral vigente.

O colégio, o lar, a cidade: tudo parece empurrá-lo para um caminho estreito, pavimentado por expectativas alheias. Só que Isaías não aceita andar em linha reta. E, sem perceber, começa a trilhar outra estrada — torta, sim, mas cheia de cor, dúvida, afeto e desejo.

Um protagonista que escapa aos rótulos

Há algo em Isaías que nos obriga a parar. Talvez seja sua inocência confusa. Talvez o humor involuntário com que ele se envolve nas mais improváveis confusões. Ou talvez seja a lucidez cortante com que observa o mundo à sua volta — um mundo que o empurra para a invisibilidade, mas que ele insiste em enfrentar com delicadeza e ironia.

Não à toa, Carol Bensimon, premiada escritora que assina o prefácio do livro, define Isaías como um personagem que “salta das páginas” e conquista pela autenticidade. Sob o Céu de Isaías não busca piedade nem militância direta: seu motor é a humanidade — com todas as suas falhas, esquisitices, doçuras e resistências.

Adolescência como encruzilhada

A força do livro também está na maneira como trata a adolescência — não como uma transição suave, mas como uma encruzilhada brutal. Isaías está às voltas com uma rede criminosa que atua nas sombras da cidade e que ameaça seu futuro de forma inesperada. Mas talvez o conflito mais intenso seja o que se dá dentro dele mesmo, quando Bernardo, um colega de classe aparentemente inalcançável, desperta algo que ele ainda não sabe nomear — mas já sente com o corpo todo.

Essa relação, construída com sutileza e tensão emocional, funciona como um catalisador. É com Bernardo que Isaías aprende a reconhecer os limites do medo, o peso da repressão e, acima de tudo, o valor de um gesto de acolhimento em um mundo que só ensina a rejeição.

Humor e dor, leveza e abismo

O grande trunfo de Vítor Kappel é equilibrar leveza e profundidade com uma segurança rara para um autor estreante. Como disse a escritora Helena Terra, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2024, o livro carrega “a rara combinação de leveza com profundidade que só os grandes talentos podem nos oferecer”.

A prosa de Kappel é límpida, com ritmo narrativo ágil e uma sensibilidade poética que se revela nos pequenos detalhes: a observação de um gesto, uma fresta de luz no quarto, o som abafado da cidade dormindo. Há um humor agridoce que nunca escorrega para o deboche fácil. E há, sobretudo, um olhar compassivo — para Isaías, para os que o cercam, para a dureza de crescer em um ambiente que não reconhece o diferente.

Um autor que rompe padrões — na vida e na literatura

Engenheiro de formação, Vítor Kappel decidiu trocar os números pelas palavras — e o fez com coragem. Em suas próprias palavras: “Publicar um romance é um sonho que carrego há anos. Esse processo tem sido, para mim, uma forma de me permitir algo novo – afastando-me da minha formação em engenharia para testar minha vocação para a escrita.”

Vítor Kappel nasceu em Nova Friburgo, em 1986. Engenheiro de formação, atuou nos últimos dez anos em iniciativas voltadas ao apoio a projetos audiovisuais, pesquisa e inovação no Brasil. Nos últimos tempos, passou a se dedicar à literatura de ficção. Sob o céu de Isaías marca sua estreia no romance.

Casamento Sangrento 2 já tem data marcada e elenco de peso para agitar os cinemas

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A continuação de Casamento Sangrento confirmou nesta quinta-feira (05) que as filmagens foram oficialmente encerradas e já tem data de estreia marcada: chega aos cinemas em 16 de abril de 2026. A expectativa é alta para o novo capítulo dessa história que conquistou fãs com sua mistura de suspense e ação.

Samara Weaving retorna como Grace, a protagonista que conquistou o público com sua mistura de carisma e coragem. O elenco ganhou reforços de peso, com nomes que prometem dar ainda mais intensidade ao filme. Kathryn Newton, que recentemente brilhou em Homem-Formiga: Quantumania e na série Big Little Lies, junta-se ao time. Elijah Wood, conhecido mundialmente por seu papel como Frodo em O Senhor dos Anéis, também integra o elenco, trazendo seu talento já visto em produções como Tudo é Iluminado e Dirk Gently. Sarah Michelle Gellar, eterna Buffy de Buffy, a Caça-Vampiros e presença marcante em thrillers como Segunda-feira Maldita, retorna ao gênero com força total. O lendário David Cronenberg, renomado diretor e ator, famoso por clássicos como A Mosca e Videodrome, completa esse time cheio de peso.

Outros nomes importantes que compõem o elenco são Shawn Hatosy, conhecido por sua atuação em Alpha Dog e The Pitt; Néstor Carbonell, que interpretou um dos vilões em Batman: O Cavaleiro das Trevas e marcou presença na série Lost; e Kevin Durand, que passou por produções como Planeta dos Macacos: O Reinado e A Perseguição.

O primeiro filme, lançado em 2019, foi um verdadeiro fenômeno: produzido com um orçamento de apenas US$ 6 milhões, faturou cerca de US$ 29 milhões só nos Estados Unidos, tornando-se o maior lançamento da Searchlight Pictures naquele ano. Agora, com um elenco ainda mais robusto e uma trama que promete ser ainda mais eletrizante, Casamento Sangrento 2 deve manter o público colado na tela.

Com estreia marcada para abril de 2026, o filme traz a promessa de muita ação, suspense e reviravoltas. Prepare-se para acompanhar Grace e sua turma em uma sequência que promete deixar o sangue correr ainda mais rápido!

Veja os filmes assustadores que ainda vão invadir os cinemas em 2025

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Se você achou que os maiores sustos do ano já tinham passado, pense de novo. A temporada do medo está a todo vapor, e 2025 ainda guarda uma leva intensa de filmes de terror que prometem calafrios, suspense de roer as unhas e histórias que vão muito além de sustos fáceis. Tem possessão demoníaca, maldições ancestrais, seitas silenciosas e até cobras gigantes esperando para fazer parte da sua próxima ida ao cinema. A seguir, confira os principais lançamentos que vão deixar as telonas muito mais sombrias nos próximos meses.

O Ritual estreia no dia 31 de julho e deve ser um dos grandes destaques do ano para os fãs de terror sobrenatural. Com direção de David Midell e roteiro assinado em parceria com Enrico Natale, o longa reúne peso dramático e tensão religiosa ao trazer Al Pacino em um de seus papéis mais intensos da última década.

Baseado em eventos verídicos, o filme acompanha a jornada de dois padres em crise pessoal e espiritual. Um deles — vivido por Dan Stevens — começa a questionar sua fé após uma tragédia pessoal, enquanto o outro (Al Pacino) carrega marcas profundas de um passado conturbado. Quando uma jovem é possuída por uma entidade demoníaca de força desconhecida, os dois precisam unir forças e enfrentar não apenas a manifestação do mal, mas também os próprios fantasmas internos.

Ao estilo clássico dos filmes de exorcismo, O Ritual se destaca por construir um suspense atmosférico e psicológico, sem abrir mão do impacto visual e da intensidade emocional. O filme não apenas assusta, mas também levanta discussões sobre fé, culpa, redenção e o limite entre o sagrado e o profano.

Com Ashley Greene Khoury completando o trio principal, a obra aposta em cenas de possessão intensas, simbolismo religioso e um senso de urgência crescente, culminando em uma das sequências de exorcismo mais angustiantes do gênero nos últimos anos.

Estreando nos cinemas em 7 de agosto de 2025, A Hora do Mal (Weapons) é o novo terror psicológico e perturbador do diretor Zach Cregger, responsável por Noites Brutais. Com um elenco de peso liderado por Josh Brolin, Julia Garner e Alden Ehrenreich, o filme já chega cercado de expectativas — e com razão.

Na trama, o tempo congela quando 17 crianças de uma mesma classe somem misteriosamente da noite para o dia. Sem sinais de arrombamento, sequestro ou qualquer pista lógica, a cidade mergulha em pânico. O único fio de esperança: uma única aluna que não desapareceu e pode saber algo — ou esconder tudo.

O que poderia ser um simples caso de desaparecimento se transforma em uma espiral de medo, paranóia e desconfiança, à medida que pais, professores, policiais e moradores tentam entender o inexplicável. Quem está por trás disso? E por quê?

O filme constrói seu terror de forma sutil e progressiva. Não há monstros em cada canto, mas há o medo invisível do desconhecido — o tipo de medo que se espalha em silêncio. É o tipo de filme que provoca tensão não só pela história, mas também pela atmosfera opressiva que envolve cada cena. A trilha sonora e a fotografia reforçam a sensação de que há algo errado… mesmo quando nada acontece.

Chegando aos cinemas em 14 de agosto, Juntos (Together) é um filme de terror íntimo e perturbador, que usa a fragilidade de um relacionamento à beira do colapso como ponto de partida para uma história sobre possessão emocional, isolamento e destruição mútua. Com direção e roteiro de Michael Shanks, o longa é estrelado por Dave Franco e Alison Brie, que também são casal na vida real — o que adiciona camadas interessantes à intensidade da narrativa.

A trama acompanha Tim e Millie, um casal desgastado, que decide se mudar para uma cidadezinha isolada no interior dos Estados Unidos na tentativa de salvar o que ainda resta da relação. No entanto, o que parecia ser um novo começo rapidamente se transforma em uma espiral sufocante de tensão e delírio. Há algo estranho na floresta ao redor. Algo que observa. Algo que contamina. E aos poucos, os dois percebem que não estão apenas perdendo o amor — estão perdendo o controle sobre si mesmos.

A grande força de Juntos está em sua construção atmosférica: a floresta, sempre presente ao fundo, é quase um personagem. A sensação de claustrofobia emocional, o silêncio carregado e a desconfiança que cresce entre os protagonistas criam uma experiência imersiva, onde o verdadeiro terror vem de dentro — daquilo que não se consegue dizer, mas que corrói aos poucos.

A atuação de Franco e Brie entrega nuances reais de uma relação afundando no abismo, e a direção não economiza em simbolismos visuais que transformam o espaço doméstico em um campo de batalha mental. Quando o sobrenatural finalmente se manifesta, ele não vem como uma surpresa — ele é a consequência.

Com estreia marcada para 21 de agosto, Rosario é um terror claustrofóbico e carregado de simbolismo ancestral. Dirigido por Felipe Vargas e roteirizado por Alan Trezza, o filme mistura mitologia latina, drama familiar e elementos sobrenaturais em uma narrativa tensa, que acontece praticamente em tempo real. No centro da história está Emeraude Toubia, em uma das performances mais intensas de sua carreira.

A trama começa com a morte repentina da avó de Rosario, uma mulher com quem a protagonista havia perdido o contato há anos. Quando é chamada para reconhecer o corpo e aguardar a retirada por uma ambulância, Rosario se vê obrigada a passar a noite sozinha no antigo apartamento da família — mas logo percebe que não está exatamente sozinha.

Preso por uma nevasca violenta, o prédio torna-se um cenário opressor, onde memórias reprimidas, vizinhos suspeitos e ruídos inexplicáveis começam a formar um quebra-cabeça macabro. O corpo da avó parece esconder algo mais do que segredos do passado, e Rosario mergulha em uma espiral de horror enquanto descobre uma maldição que atravessa gerações. A cada minuto que passa, a realidade se desfaz e a neta percebe que pode não sair viva dali — a não ser que enfrente não só o que está na casa, mas o que está dentro de si.

Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega aos cinemas no dia 4 de setembro e promete encerrar com chave de ouro uma das franquias mais populares do terror moderno. Dirigido por Michael Chaves, o longa traz de volta Vera Farmiga e Patrick Wilson como o famoso casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, personagens inspirados em pessoas reais que dedicaram suas vidas a desvendar casos sobrenaturais.

Neste capítulo final, os Warren enfrentam uma ameaça ainda mais sombria e poderosa do que tudo o que já viram. Uma entidade maligna que desafia sua experiência, colocando suas vidas e sua fé em jogo. Além dos momentos de terror sobrenatural que consagram a série, o filme aprofunda o relacionamento do casal, mostrando a força emocional que os une diante do perigo constante.

A narrativa mantém o suspense crescente característico da franquia, com sequências que mesclam aparições assustadoras, investigações detalhadas e um clima opressivo que prende o espectador do começo ao fim. Para os fãs de longa data, é uma despedida carregada de emoção e tensão, que busca fechar o ciclo da história dos Warren de forma satisfatória.

Chegando aos cinemas em 2 de outubro, Os Estranhos: O Capítulo 2 retoma a aterrorizante história iniciada no filme anterior, trazendo novamente os Mascarados como caçadores implacáveis. Dirigido por Renny Harlin, o longa traz no elenco Madelaine Petsch, Gabriel Basso e Rachel Shenton.

Após escapar por pouco da morte, Maya (Madelaine Petsch) está se recuperando no hospital — mas a trégua está prestes a acabar. Os Mascarados descobrem sua sobrevivência e iniciam uma caçada sem misericórdia para dar fim ao que começaram. Sem poder confiar em ninguém, Maya precisará usar toda sua coragem e astúcia para sobreviver a essa perseguição brutal.

O longa mergulha fundo na dinâmica de caça e fuga, com cenas tensas e um clima sufocante que mantém o público na ponta da cadeira. A violência é gráfica, a atmosfera é carregada de suspense, e o medo é palpável em cada passo que a protagonista dá.

Anaconda invade os cinemas no dia 25 de dezembro e traz uma nova cara para a icônica franquia iniciada em 1997, misturando suspense, ação e uma pitada de humor. Dirigido por Tom Gormican e estrelado por Daniela Melchior, Paul Rudd e Jack Black, o filme aposta em uma trama cheia de adrenalina e reviravoltas para fechar o ano com chave de ouro.

A história acompanha um grupo de amigos em crise de meia-idade que decide reviver o passado ao refazer o filme favorito da juventude — em plena floresta tropical. O que começa como uma aventura nostálgica logo se transforma em uma luta brutal pela sobrevivência, quando fenômenos climáticos extremos, criminosos violentos e, claro, as gigantescas cobras anaconda começam a fazer das suas.

O longa se destaca ao equilibrar cenas de pura ação com momentos de alívio cômico, especialmente graças ao carisma do elenco. Além disso, explora a temática da amizade, da coragem e dos desafios que vêm com o passar do tempo, tudo ambientado em um cenário hostil que coloca todos à prova.

Queen Lear conquista três prêmios no NZ WebFest e reforça presença do audiovisual brasileiro no cenário internacional

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A produção brasileira Queen Lear, realizada pelo Canal Demais e inspirada na tragédia “King Lear”, de William Shakespeare, alcançou um novo marco em sua trajetória internacional. A série venceu três categorias no NZ WebFest 2025, um dos mais relevantes festivais dedicados a webséries no mundo. Os prêmios incluem Melhor Edição, Melhor Performance para Claudia Alencar e Melhor Série Narrativa Internacional, reconhecimento que consolida a força do projeto no circuito global.

O desempenho no festival já era esperado entre especialistas do setor, já que a produção havia acumulado sete indicações em categorias-chave, como Melhor Série em língua não inglesa, Direção, Roteiro e Trilha Sonora. A vitória, no entanto, colocou a obra em um novo patamar. No ranking da Copa do Mundo das Webséries, que reúne produções de mais de 50 países, a série ocupa atualmente a segunda colocação, um feito inédito para uma websérie brasileira recente.

Reconhecimento artístico e impacto profissional

Para o criador e diretor Quentin Lewis, os prêmios confirmam o potencial de exportação da produção nacional e reforçam o alcance da narrativa de Queen Lear no exterior.

“Ver ‘Queen Lear’ sendo reconhecida em um festival do porte do NZ WebFest é uma conquista enorme. É a confirmação de que a série dialoga com diferentes públicos e culturas”, afirma o diretor, destacando o esforço da equipe em construir um projeto de apelo universal sem perder a identidade brasileira.

Entre os destaques da noite, o prêmio de Melhor Performance para Claudia Alencar chamou atenção da crítica especializada. A atriz entrega uma interpretação complexa e vigorosa da Rainha Lear, personagem central da trama — uma líder de milícia cuja trajetória é marcada por poder, decadência e conflitos familiares.

“Ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival da Nova Zelândia foi uma alegria desmesurada. Atuar sob a direção de Quentin Lewis foi uma das grandes bênçãos da minha carreira”, celebrou Alencar, destacando a importância do reconhecimento internacional.

Uma adaptação que atualiza Shakespeare para o Brasil contemporâneo

Ambientada no Rio de Janeiro, a websérie transforma a peça original de Shakespeare em uma leitura contemporânea ancorada em temas como violência urbana, disputas territoriais e relações de poder. No lugar do reino britânico, a narrativa apresenta uma vasta rede criminosa comandada pela protagonista, cuja decisão de dividir o controle do império entre suas três filhas desencadeia uma série de rupturas, traições e jogos políticos.

A produção se diferencia pela abordagem estética e pelo rigor narrativo, elementos que contribuíram fortemente para sua recepção internacional. O elenco reúne nomes como Mariana Lewis, recentemente confirmada no elenco de The Hunger Games On Stage em Londres, além de Will Crispin, Giul Abreu, Aline Azevedo, Ana Cecília Mamede, Hélio Amaral, Bruno Rafael, Simone Viana, Wagnera, Mano Melo e Ruan Vitor.

Trabalho em expansão e circulação internacional

Queen Lear continua em exibição em festivais ao redor do mundo e integra a programação de mostras especializadas em narrativas digitais. Embora ainda não haja previsão de lançamento aberto ao público, o desempenho no NZ WebFest e em outras competições sugere um caminho ascendente para a websérie, tanto em projeção internacional quanto em interesse de plataformas.

Os três prêmios conquistados na Nova Zelândia representam não apenas um feito para o Canal Demais, mas também um avanço para o audiovisual brasileiro no mercado global de webséries — área em constante expansão e competitividade crescente. Com sua estética refinada, abordagem contemporânea e sólida execução técnica, a série emerge como uma das produções brasileiras mais relevantes do ano no circuito internacional.

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