Monarch: Legado de Monstros | Série da AppleTV ganha teaser da 2ª temporada com Kurt Russell de volta ao caos

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A Apple TV+ deixou os fãs do Monsterverse em polvorosa nesta quarta-feira (12) ao liberar o primeiro teaser da segunda temporada de Monarch: Legado de Monstros. O vídeo mostra que o universo de Godzilla continua se expandindo — e promete ser ainda mais explosivo. Entre cenas de destruição em larga escala e uma breve olhada na misteriosa nave que desce até o centro da Terra, quem rouba a cena é Kurt Russell, que aparece com seu carisma habitual.

O teaser vem acompanhado de uma ótima notícia: o trailer completo será divulgado nesta quinta-feira (13). As gravações da nova temporada terminaram em março, e desde então a equipe vinha mantendo o máximo de segredo possível sobre o rumo da história — o que só aumentou a curiosidade dos fãs.

O mundo aprende a conviver com monstros

Criada por Chris Black e Matt Fraction, Monarch: Legado de Monstros é uma série produzida pela Legendary Television e ambientada no mesmo universo dos filmes Godzilla e Kong. A produção aposta em um tom mais humano dentro de um mundo devastado por criaturas colossais, explorando o impacto que os Titãs causam não apenas na natureza, mas na vida das pessoas que testemunham o impossível.

A narrativa se divide entre duas linhas do tempo: no presente, acompanhamos Cate e Kentaro Randa, dois irmãos que tentam descobrir o que aconteceu com o pai desaparecido — e o que a organização secreta Monarch tem a ver com isso. Já no passado, cientistas como Bill Randa e Keiko Miura se arriscam nas origens da própria Monarch, contando com o auxílio do ex-militar Lee Shaw, vivido nas diferentes fases por Kurt Russell e Wyatt Russell (que, na vida real, também são pai e filho).

Essa estrutura dupla é um dos maiores acertos da série, que intercala segredos científicos, drama familiar e cenas épicas de destruição em uma mesma respiração.

Um legado que continua crescendo

Quando estreou em 17 de novembro de 2023, Monarch: Legado de Monstros surpreendeu até os fãs mais exigentes de ficção científica. A série foi elogiada por conseguir equilibrar o espetáculo dos monstros com uma história emocionalmente densa, algo que nem sempre é fácil dentro do gênero.

No site Rotten Tomatoes, o título conquistou 87% de aprovação, com o consenso destacando a química irresistível da dupla Kurt e Wyatt Russell. Já no Metacritic, a média ficou em 68 pontos. Para muitos críticos, Monarch encontrou o ponto de equilíbrio perfeito entre blockbuster e drama.

O que esperar da nova temporada

Os detalhes da trama ainda são mantidos sob sigilo, mas o novo teaser já entrega que a série vai mergulhar fundo nos segredos do centro da Terra, conceito que se tornou central no Monsterverse desde Godzilla vs. Kong (2021). A expectativa é que a Monarch descubra novas criaturas e encare ameaças ainda maiores do que as vistas até agora.

Fontes ligadas à produção indicam que a segunda temporada será mais sombria e política, explorando como governos e corporações tentam controlar o poder dos Titãs. Lee Shaw deve ter papel fundamental nessa nova fase — e o carisma de Kurt Russell, claro, segue como um dos principais trunfos da série.

A Apple TV+ ainda não confirmou a data de estreia, mas a previsão é que os novos episódios cheguem no primeiro semestre de 2026.

Um universo que não para de crescer

O sucesso de Monarch: Legado de Monstros mostra o quanto o Monsterverse se consolidou como uma das franquias mais sólidas da cultura pop moderna. Depois do estrondo de Godzilla x Kong: O Novo Império (2024), a série reforça a estratégia da Legendary de expandir o universo para além do cinema, apostando em narrativas paralelas que aprofundam a mitologia dos Titãs.

Prequela de Outlander, Blood of My Blood chega ao Disney+ e promete emocionar fãs no Brasil

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Quando Claire Beauchamp atravessou as pedras pela primeira vez e encontrou Jamie Fraser nas Highlands escocesas, algo se acendeu não apenas na ficção, mas no coração de milhões de espectadores ao redor do mundo. Foi ali que nasceu Outlander, uma saga que uniu paixão, história, fé e resistência numa narrativa que viaja no tempo — e, mais do que isso, atravessa gerações. Agora, esse universo ganha um novo e promissor capítulo com Outlander: Blood of My Blood, prequela que promete contar não apenas o que veio antes, mas por que tudo aconteceu como aconteceu.

E a boa notícia é que os brasileiros não vão ficar de fora. A série será lançada oficialmente no Disney+, conforme acordos internacionais de distribuição firmados pela Sony Pictures Television. Ainda sem data confirmada por aqui, a estreia nos Estados Unidos já tem dia marcado: 8 de agosto. Por enquanto, fãs brasileiros se equilibram entre ansiedade e expectativa.

Mas o que exatamente podemos esperar dessa nova história que olha para o passado com o mesmo cuidado com que a série original nos fez sonhar com o futuro?

Antes de Claire. Antes de Jamie. Existiam Ellen e Brian. Julia e Henry.

A premissa de Blood of My Blood é tão simples quanto poderosa: contar as histórias de amor que antecederam Claire e Jamie. Voltar no tempo para entender quem eram os pais deles, como viveram, o que amaram, do que fugiram e como tudo isso moldou os protagonistas que conhecemos tão bem.

Na Escócia do século XVIII, conheceremos Ellen MacKenzie (vivida por Harriet Slater) e Brian Fraser (interpretado por Jamie Roy), pais de Jamie. Um casal forjado em meio a clãs, tradições e conflitos internos, que desafiou costumes rígidos para construir sua história. Ellen não é apenas uma jovem apaixonada — ela é uma mulher que ousa sonhar por si mesma, ainda que isso custe alianças políticas e a paz entre famílias poderosas. Brian, por sua vez, vive entre o desejo de honrar seu sangue e a vontade de viver um amor sincero.

Na outra ponta do tempo, durante a Primeira Guerra Mundial, encontraremos Julia Moriston (Hermione Corfield) e Henry Beauchamp (Jeremy Irvine), pais de Claire. Ela, uma funcionária no Departamento de Guerra; ele, um soldado em meio ao inferno das trincheiras. A série promete tratar esse amor com a mesma delicadeza e dor com que a guerra tratava a juventude daquele tempo: com intensidade, perda e escolhas difíceis.

É sobre isso que Blood of My Blood se debruça — sobre como dois casais muito diferentes, em épocas distintas, construíram os alicerces emocionais de uma das histórias de amor mais intensas da TV contemporânea.

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Novos rostos, velhas dores

Uma das grandes surpresas da prequela é seu elenco. Enquanto Caitriona Balfe e Sam Heughan ainda pairam como sombra brilhante sobre a série original, os intérpretes de Blood of My Blood chegam com a missão — e o privilégio — de criar algo novo, mesmo dentro de um universo já tão amado.

Harriet Slater, que vive Ellen, tem a chance de explorar uma personagem que mistura coragem e doçura, uma figura materna que já nasce marcante. Jamie Roy encara o desafio de ser Fraser — nome de peso — e trazer camadas de humanidade ao pai de um dos maiores heróis da televisão.

No arco da Primeira Guerra, Hermione Corfield e Jeremy Irvine têm a missão delicada de viver personagens que talvez sejam mais misteriosos para o público. Afinal, os pais de Claire sempre foram figuras quase ausentes na série original, pouco retratados, mas agora ganham luz, textura, profundidade.

E ainda temos nomes veteranos e familiares ao universo Outlander, como Tony Curran (o temido Lorde Lovat), Rory Alexander (vivendo Murtagh na juventude) e Peter Mullan (como o Laird Jacob MacKenzie). Personagens que ajudarão a preencher não só lacunas narrativas, mas emocionais — um exercício de arqueologia afetiva que deve encantar os fãs.

Sangue, terra, honra e tempo

Há algo quase poético na escolha do título Blood of My Blood (“Sangue do meu sangue”). Em Outlander, essa expressão é parte de um voto profundo entre Claire e Jamie. Aqui, ela ganha novo significado, literal e simbólico. Estamos prestes a conhecer o sangue que correu antes do voto. As decisões que abriram caminhos. As feridas que viraram herança emocional.

A série mantém a tradição de ambientar as histórias em paisagens que são, por si só, personagens vivos. As terras escocesas voltam a ganhar destaque com suas paisagens melancólicas, seus castelos cheios de segredos e a névoa quase mística que acompanha os dilemas humanos dos MacKenzie e Fraser. Já na Inglaterra da guerra, o cinza das fábricas, a pressa das mensagens codificadas, o cheiro de pólvora e a solidão dos corredores hospitalares darão vida ao mundo de Julia e Henry.

É através desse contraste entre campo e cidade, clã e exército, espada e telegrama, que a série constrói sua tensão central: o que há de comum no amor entre duas pessoas quando tudo em volta diz que não vai dar certo?

Os fãs: entre nostalgia e expectativa

É impossível falar dessa prequela sem considerar o peso emocional que ela carrega para quem acompanhou Outlander desde o início. Há quem esteja com o coração aberto, pronto para reencontrar os nomes e clãs que tanto amou. Há também quem tema perder a magia do casal central, substituído por dois novos pares. É um equilíbrio difícil.

Mas talvez a força de Blood of My Blood esteja justamente em sua proposta de não tentar ser a mesma coisa. A nova série quer caminhar com as próprias pernas — e por linhas do tempo bem diferentes. Ao evitar fórmulas repetidas e mergulhar fundo nas camadas dos personagens secundários, ela expande o universo Outlander sem depender exclusivamente de seus protagonistas originais.

E isso pode ser uma boa surpresa.

Uma nova casa digital

A chegada da série ao Disney+ marca também uma mudança estratégica no cenário de streaming. Ainda que Outlander esteja, no Brasil, atrelada a outros serviços, o lançamento da prequela pelo Disney+ pode sinalizar uma reconfiguração futura do catálogo. Talvez estejamos diante do início de uma centralização — e da chance de maratonar a saga completa, incluindo prequelas e, quem sabe, novos spin-offs.

Saiba quais são os filmes do Corujão 15/07/2023

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Neste sábado, 15/07/2023, prepare-se para uma madrugada especial repleta de emoções e encantamento com o Corujão. O programa traz dois filmes que prometem agitar sua noite e fazer sua imaginação voar. Confira as sinopses e não perca essa oportunidade de se envolver em histórias de amor e fantasia.

Love Film Festival: Uma viagem romântica pelos festivais de cinema

No primeiro filme, “Love Film Festival”, somos apresentados a Luzia, uma roteirista brasileira, e Adrián, um ator colombiano. O destino os une em meio a um festival de cinema, onde eles se apaixonam perdidamente. O casal vive uma história de amor que se desenvolve em outros cinco encontros, todos eles em festivais de cinema ao redor do mundo. Nessa mistura de ficção e realidade, tudo se torna possível, e o casal revive clássicas cenas românticas de filmes. Com um elenco estrelado, incluindo Leandra Leal, Manolo Cardona e Nanda Costa, essa produção nacional promete encantar os espectadores com sua atmosfera romântica e cativante.

O Expresso Polar: Uma viagem mágica ao Polo Norte

Em seguida, prepare-se para embarcar em uma aventura mágica com “O Expresso Polar”. Tom Hanks e o diretor Robert Zemeckis se reúnem nessa adaptação do livro infantil de Chris Van Allsburg. A história acompanha um menino cheio de dúvidas que embarca em uma extraordinária carona para o Polo Norte. Essa jornada de autodescobrimento mostrará a ele que a maravilha da vida nunca desaparece para aqueles que acreditam. Com uma trama repleta de fantasia e mensagens inspiradoras, “O Expresso Polar” encantará toda a família. O elenco também conta com os talentos de Chantel Valdivieso, Daryl Sabara e as vozes de Tom Hanks, Hélio Ribeiro, Lina Mendes, entre outros.

Que horas vai passar o Corujão?

Prepare-se para uma madrugada de romance e fantasia com os filmes do Corujão. Aproveite a oportunidade de se emocionar e viajar por histórias que vão tocar o seu coração. O programa tem início logo após a reapresentação da novela “Vai na Fé”. Não perca essa chance de desfrutar de momentos mágicos na tela da TV.

Como Treinar o Seu Dragão segue firme nas bilheterias e já ultrapassa US$ 350 milhões no mundo

Desde que estreou nos cinemas em 12 de junho de 2025, o remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão tem chamado muita atenção e feito bonito nas bilheterias. Já são mais de US$ 358 milhões arrecadados globalmente. Nos Estados Unidos, o filme acumulou US$ 160,4 milhões e continua liderando as bilheterias mesmo na segunda semana, faturando US$ 37 milhões só no último fim de semana — deixando para trás as estreias do terror Extermínio: A Evolução e da animação Elio, que juntos não passaram de US$ 51 milhões.

A estreia nos EUA foi além do esperado, com US$ 83 milhões só no fim de semana de lançamento — acima das previsões que indicavam algo entre US$ 70 e 80 milhões. As sessões antecipadas já tinham dado um sinal forte, com US$ 8 milhões só nas prévias de quinta-feira (12). Isso fez o mercado revisar as expectativas para cima, e o público confirmou o interesse.

Crítica – “Como Treinar o Seu Dragão” é a aventura que conquista mais pelo coração do que pela batalha

No resto do mundo, o filme também está indo muito bem, somando US$ 114 milhões logo no lançamento. México, Reino Unido, Irlanda e China são alguns dos países onde a recepção foi mais quente, com arrecadações de US$ 14 milhões, US$ 11,2 milhões e US$ 11,2 milhões, respectivamente. Esses números já superam as projeções iniciais, mostrando que a história tem muito chão pela frente.

Uma história que a gente já conhece, mas com cara nova

Essa saga que muita gente conhece e ama ganhou uma versão em live-action que dá um novo fôlego para a aventura. Soluço (Mason Thames) é um jovem viking que não se encaixa nos padrões da sua comunidade. Enquanto seu pai, o chefe Stoico (Gerard Butler), espera um guerreiro forte e destemido, Soluço é mais sensível e pensa diferente. Ele não sabe caçar dragões, e nem quer.

Quando ele acaba capturando um dragão raro chamado Fúria da Noite, em vez de matá-lo, Soluço forma uma amizade inesperada com a criatura — a quem batiza de Banguela. Essa relação muda tudo, colocando em xeque tudo o que os vikings acreditavam sobre os dragões.

Com a ajuda da destemida Astrid (Nico Parker) e do ferreiro meio atrapalhado Bocão Bonarroto (Nick Frost), Soluço lidera uma mudança importante. Eles descobrem que dragões podem ser amigos, não inimigos. Mas quando uma ameaça antiga volta a rondar a ilha, essa amizade se torna mais do que especial — é a única chance de salvar todo mundo.

Uma aventura com alma

O diretor Dean DeBlois, que já comandou a trilogia animada, traz uma narrativa mais profunda, que não se apoia só nos efeitos visuais ou nas cenas de ação. O filme fala sobre coragem, amizade, respeito ao diferente e a força que nasce da compreensão.

Os personagens ganham camadas emocionais novas, os dragões parecem mais reais do que nunca, e o universo de Berk se mostra um lugar cheio de vida e desafios. No fim, é uma história sobre crescer, enfrentar o medo e, principalmente, aprender a se conectar com aquilo que parecia distante.

E pelo jeito, essa nova versão conquistou o público. Você já conferiu? Vale a pena voar junto com Soluço e Banguela — sem precisar sair do lugar.

Mais de dez anos após o último filme, A Era do Gelo 6 revela primeiro teaser e inicia uma nova fase da franquia nos cinemas

A Disney e a 20th Century Animation divulgaram o primeiro teaser de A Era do Gelo 6, longa que dará continuidade à principal franquia da série animada após um intervalo de mais de uma década. O vídeo confirma o retorno dos personagens centrais da história e marca o início da campanha de divulgação do novo capítulo, previsto para chegar aos cinemas em 2027.

O lançamento tem relevância não apenas por representar a continuação de uma das propriedades mais rentáveis da animação, mas também por ocorrer em um momento de transformação para a marca. Será o primeiro filme principal desenvolvido após o encerramento da Blue Sky Studios, responsável pela criação da franquia e por todos os seus longas anteriores.

A nova produção será uma sequência direta de O Big Bang, retomando os acontecimentos apresentados no quinto filme. Com isso, Manny, Sid, Diego, Ellie e Buck voltam ao centro da narrativa, reunindo personagens que estiveram presentes em diferentes fases da franquia.

O elenco original retorna quase integralmente. Ray Romano volta a dar voz a Manny, líder da Manada e uma das figuras mais importantes da série desde o primeiro filme. John Leguizamo retorna como Sid, personagem conhecido por seu comportamento impulsivo e pelas situações cômicas que frequentemente movimentam a trama. Denis Leary reprisa o papel de Diego, o tigre-dente-de-sabre que passou de antagonista a integrante da família formada ao longo da jornada.

Também estão confirmados Simon Pegg como Buck Wild, explorador introduzido em A Era do Gelo 3, e Queen Latifah como Ellie, cuja relação com Manny se tornou um dos pilares emocionais da franquia.

Para compreender a importância desse retorno, vale lembrar que a série pré-histórica ocupa uma posição relevante na história recente da animação. Lançado em 2002, o primeiro filme apresentou uma aventura relativamente simples, centrada na improvável união entre um mamute, uma preguiça e um tigre-dente-de-sabre durante a era glacial. O sucesso comercial permitiu a expansão gradual desse universo, que passou a incorporar novos personagens, diferentes períodos históricos e cenários cada vez mais ambiciosos.

Ao longo de cinco filmes principais, a franquia arrecadou bilhões de dólares em bilheteria mundial e se consolidou como uma das produções mais reconhecidas da antiga Blue Sky Studios. Diferentemente de muitas séries animadas que concentravam suas histórias apenas no humor, a saga pré-histórica encontrou espaço para desenvolver temas relacionados à amizade, pertencimento, formação familiar e convivência entre personagens com origens completamente distintas.

O caminho até o sexto filme foi mais longo do que muitos imaginavam. Ainda em 2016, durante a divulgação de “O Big Bang”, o codiretor Galen T. Chu comentou que já existiam ideias para uma nova continuação. Naquele momento, porém, não havia uma decisão concreta sobre o futuro da franquia.

Nos anos seguintes, o tema voltou a surgir em entrevistas com produtores e integrantes do elenco. Em 2022, enquanto promovia As Aventuras de Buck, a produtora Lori Forte afirmou que o universo da série continuava oferecendo possibilidades para novas histórias, embora a continuidade dependesse da estratégia adotada pela Disney para a marca.

A situação mudou em setembro de 2024, quando John Leguizamo revelou que um novo longa estava em desenvolvimento. Pouco tempo depois, durante a D23 Brasil, a Disney oficializou a produção e confirmou o retorno dos principais nomes do elenco.

Outro aspecto que desperta interesse é o impacto da ausência da Blue Sky Studios. O estúdio encerrou suas atividades em 2021, encerrando uma trajetória de mais de três décadas na animação. Além de A Era do Gelo, a empresa foi responsável por títulos como Rio, Robôs e O Touro Ferdinando.

Entenda a trajetória da franquia

Quando a animação chegou aos cinemas em 2002, o cenário da animação era bastante diferente do atual. Produções digitais ainda buscavam espaço fora do domínio de grandes marcas já estabelecidas, e o sucesso do filme ajudou a transformar a Blue Sky Studios em um dos principais nomes do setor. Com orçamento relativamente modesto para os padrões da época, o longa conquistou público e crítica ao combinar humor, aventura e personagens com personalidades distintas, fórmula que se tornaria a base da franquia nos anos seguintes.

Ao longo de cinco filmes principais, a série ampliou gradualmente sua escala narrativa. O que começou como uma jornada para devolver um bebê humano à família evoluiu para histórias envolvendo migrações, dinossauros, piratas e ameaças capazes de afetar todo o planeta. Essa expansão permitiu que a franquia explorasse diferentes gêneros dentro da animação, transitando entre aventura, comédia e ação sem abandonar os personagens que serviam como ponto de conexão entre os filmes.

O retorno de Manny, Sid, Diego, Ellie e Buck em A Era do Gelo 6 também representa uma retomada dos personagens mais populares da saga. Nos últimos anos, a franquia recebeu projetos derivados, como “As Aventuras de Buck”, mas sem reunir o núcleo principal da Manada em uma nova história inédita. Por isso, o novo filme tem a tarefa de dar continuidade a tramas que ficaram em aberto desde “O Big Bang” e mostrar como esses personagens evoluíram após os acontecimentos do último longa.

Outro ponto que desperta interesse é a direção criativa que será adotada para a franquia após o encerramento da Blue Sky Studios. Todos os filmes anteriores foram produzidos pelo estúdio, que desenvolveu a identidade visual, o humor e a dinâmica entre os personagens ao longo de quase duas décadas. O sexto capítulo da sagA será a primeira oportunidade para o público avaliar como essa herança será preservada sob uma nova estrutura de produção.

Resumo semanal da novela A Caverna Encantada de 03/09 a 05/09

Capítulo 285 da novela A Caverna Encantada – quarta-feira, 3 de setembro de 2025
Isadora e Manuela percebem que a única forma de salvar o colégio é romper a ligação sombria que une Norma e Safira, enquanto César chega a Milagres determinado a resgatar Elisa, mas é surpreendido por Flora, que o captura e o amarra, deixando-o indefeso. Gabriel e Pilar recorrem à polícia, mas Norma, com sua habilidade de manipulação, convence os agentes de que os professores demitidos agem por vingança e que nenhum aluno sofreu prejuízo; Flora elogia Norma como diretora exemplar, transformando-a em testemunha contra os próprios professores, e Gabriel e Pilar acabam detidos e levados à delegacia, enquanto Norma consolida ainda mais seu domínio sobre o colégio. Paralelamente, Lavínia chega a Belo Horizonte de helicóptero, determinada a trazer Anna de volta a Milagres, e as famílias Luíses e Lúcias, preocupadas com a situação, se unem para traçar estratégias de confronto final contra Norma, preparando o terreno para uma batalha que promete redefinir o destino do colégio.

Capítulo 286 da novela A Caverna Encantada – quinta-feira, 4 de setembro de 2025
Fafá descobre que a fama nem sempre brilha como imaginava, percebendo a solidão que acompanha o sucesso, enquanto no colégio Pedro, André, Nina, Rui e Tonico armam estratégias para enfrentar Norma, sendo observados de perto por Flora, cuja raiva e determinação tornam cada movimento arriscado. Norma surge acompanhada de Safira e hipnotiza as crianças, espalhando medo e reforçando seu controle sobre o colégio. Anna e Lavínia finalmente retornam a Milagres, e Lavínia revela um segredo chocante: trabalhou como espiã de Norma, deixando Anna como única aliada confiável na batalha iminente. Lavínia enfrenta Flora, enquanto Anna encara Norma, consciente de que é a única capaz de quebrar o poder da diretora, e com alunos e funcionários sob hipnose, o palco está pronto para o confronto final, em que coragem e inteligência serão essenciais para libertar o colégio.

Capítulo 287 – sexta-feira, 5 de setembro de 2025
O SBT não divulgou detalhes do desfecho da trama, mantendo os espectadores em suspense e ansiosos para descobrir o resultado do confronto final e o destino de Milagres.

Preta Gil em cena: a Jornada da cantora além dos palcos, nas telas da TV e do cinema

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Preta Gil sempre foi sinônimo de entrega. Sua voz potente, suas bandeiras pessoais e sua presença vibrante no palco também encontraram espaço nas telas da televisão e do cinema. Ao longo de sua carreira, mesmo sendo reconhecida nacionalmente como cantora, Preta ousou ampliar seus caminhos artísticos. Atuou em novelas, apareceu em séries, participou de filmes e documentários — quase sempre emprestando sua verdade, sua coragem e sua autenticidade a cada cena.

Mais do que interpretações pontuais, cada uma de suas participações carregava um traço de representatividade. Quando surgia nas novelas ou nos filmes, era sempre com a convicção de que corpos como o seu, vozes como a sua, e vivências como a sua também pertencem à dramaturgia brasileira. Era a Preta em sua essência: sem filtros, sem moldes e sem medo de ser múltipla.

A estreia nas novelas: Vanusa, a irmã irreverente

A estreia oficial de Preta Gil como atriz de novela aconteceu em 2003, no folhetim Agora É Que São Elas, da TV Globo. Ela interpretava Vanusa Silveira, uma personagem leve e divertida, irmã da protagonista Leonarda (vivida por Débora Falabella). Na trama, Preta encontrou espaço para atuar e cantar — uma combinação que lhe era muito natural. Foi sua primeira experiência como atriz em teledramaturgia, e uma confirmação de que seu carisma extrapolava os palcos.

Na época, Preta já estava se consolidando como cantora pop, após o lançamento de seu primeiro disco. Estar na novela foi mais do que uma vitrine: foi um gesto de afirmação. Era uma mulher real, fora dos padrões convencionais, conquistando espaço em horário nobre, com humor, humanidade e brilho.

Participações que deixaram marca nas novelas da Globo

Mesmo sem seguir carreira como atriz fixa de novelas, Preta deixou sua marca em várias tramas ao longo dos anos. Em Caminho das Índias (2009), por exemplo, ela apareceu como ela mesma em uma boate, em um dos episódios que celebrava a pluralidade cultural — tema central da novela de Glória Perez. A sua presença, ainda que rápida, trouxe alegria e autenticidade à cena.

Em 2012, foi a vez de Preta invadir o universo pop de Cheias de Charme. No auge do sucesso das “Empreguetes”, o trio fictício vivido por Taís Araújo, Isabelle Drummond e Leandra Leal, Preta fez uma participação especial, cantando e interagindo com as personagens. A conexão era natural — afinal, ela mesma sempre foi uma espécie de “empreguete da vida real”: mulher guerreira, popular, amada pelo público e cheia de swing.

Já na série Sexo e as Negas (2014), também de Falabella, Preta surgiu como uma aliada das protagonistas. Sua participação foi mais do que artística: foi política. Estar ali, em uma produção protagonizada por mulheres negras da periferia carioca, era reconhecer sua própria origem e reforçar sua luta pela representatividade.

No cinema: pequenos papéis, grandes presenças

No cinema, Preta Gil também deixou sua digital. Em 2005, apareceu como ela mesma no filme Mais Uma Vez Amor, de Rosane Svartman. Em uma das cenas românticas da trama, sua performance musical servia de pano de fundo para os sentimentos dos protagonistas, interpretados por Dan Stulbach e Juliana Paes.

Em 2006, participou do universo encantado de Xuxa Gêmeas, mais uma vez como ela mesma. A leveza da produção infantil combinava com o humor despretensioso de Preta, que surgia como presença especial, cheia de alegria. Já em A Guerra dos Rocha (2008), comédia dirigida por Jorge Fernando, ela fez uma breve, porém divertida, aparição — sempre com aquele brilho que preenche a tela, mesmo quando a cena é curta.

Anos depois, já em 2018, integrou o elenco de Coração de Cowboy, filme protagonizado por Gabriel Sater, em um papel que homenageava a música brasileira e sua fusão entre estilos. Novamente, foi ela mesma — porque, convenhamos, ninguém encarna Preta melhor do que a própria Preta.

Entre realities, séries e especiais musicais

Além das novelas e dos filmes, Preta foi figura constante em programas de auditório, talk shows e realities musicais. Em Mister Brau, série protagonizada por Taís Araújo e Lázaro Ramos, ela fez uma participação especial em um dos episódios, trazendo sua irreverência para o universo fictício da produção. Também apareceu em Vai Que Cola, sucesso do Multishow, em um episódio hilário que brincava com os exageros do mundo dos famosos.

Fora das atuações, esteve inúmeras vezes em programas como Altas Horas, Amor e Sexo, Encontro com Fátima Bernardes e Programa do Jô, sempre como uma voz ativa sobre temas como amor livre, bissexualidade, gordofobia e empoderamento feminino. Ela transformava entrevistas em atos de resistência — e palcos em trincheiras do afeto.

Um corpo político, uma presença artística

Preta nunca atuou apenas por atuar. Cada uma de suas aparições nas telas tinha um propósito — muitas vezes implícito, outras vezes escancarado. Representar uma mulher gorda, negra, livre e desbocada em espaços de destaque era, por si só, um ato revolucionário. Ela sabia disso. E usava esse espaço com responsabilidade, humor e ousadia.

Muitas mulheres se viram nela. Muitos jovens LGBTQIA+ encontraram consolo em sua liberdade. E muita gente começou a refletir sobre preconceitos ao vê-la dançando, rindo e vivendo nas novelas, séries e filmes.

Preta Gil era personagem da própria história — e também das nossas

Ao revisitar sua trajetória nas telas, fica claro: Preta Gil foi maior do que qualquer papel. Foi presença, foi afeto, foi coragem. Mesmo nos personagens coadjuvantes, ela ocupava tudo com verdade. E mesmo quando interpretava a si mesma, não era vaidade: era manifesto.

Preta não estava nas novelas apenas para fazer número. Estava para lembrar que outras histórias também merecem ser contadas. E que a arte, quando feita com o coração, atravessa qualquer limite de tela.

Eternamente Preta — na música, na TV, no cinema e na memória coletiva do Brasil.

Confira o filme que será exibido nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, na Sessão da Tarde da TV Globo

A TV Globo leva mais magia e leveza para a programação da Sessão da Tarde desta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, com a exibição de “Fada Madrinha”, comédia fantástica lançada originalmente em 2020. O longa é uma opção leve e divertida para quem busca uma história encantadora sobre autoconfiança, amizade e a importância de acreditar em si mesmo.

Intitulado originalmente Godmothered, o filme acompanha Eleanor, uma jovem fada madrinha ainda em treinamento que descobre que sua profissão está ameaçada de extinção. Determinada a provar que as fadas ainda são necessárias no mundo moderno, ela decide agir por conta própria e atender ao pedido de ajuda de uma garota cuja solicitação foi ignorada.

O problema é que o pedido não é recente. Ao chegar ao “mundo real”, Eleanor descobre que a menina em questão cresceu. Mackenzie, agora adulta, é uma mãe viúva que perdeu a fé em finais felizes e vive sobrecarregada com responsabilidades. A partir desse encontro improvável, nasce uma jornada repleta de situações inusitadas, lições de vida e momentos de humor.

No papel da fada aprendiz está Jillian Bell, que conduz a personagem com carisma e ingenuidade encantadora. Já Isla Fisher interpreta Mackenzie, equilibrando emoção e leveza em uma atuação que dialoga tanto com o público infantil quanto com os adultos. O elenco ainda conta com nomes como Jane Curtin e June Squibb.

A direção é assinada por Sharon Maguire, conhecida por trabalhos que combinam humor e sensibilidade. O roteiro foi escrito por Kari Granlund e Melissa Stack, trazendo uma abordagem contemporânea ao clássico conceito das fadas madrinhas e questionando o que realmente significa ter um “final feliz” nos dias atuais.

Produzido pela Walt Disney Pictures, o longa foi desenvolvido a partir de 2019, com filmagens realizadas em Boston no início de 2020. O lançamento aconteceu diretamente no Disney+, em dezembro daquele ano, período em que muitas produções migraram para o streaming.

Além do elenco original, a versão exibida na televisão brasileira conta com dublagem de vozes conhecidas do público, como Patrícia Scalvi, Priscilla Concepcion, Sylvia Salustti e Rosa Maria Baroli, garantindo familiaridade e conexão para quem acompanha animações e produções da Disney no país.

O que esperar do filme?

A história aposta fortemente no contraste entre fantasia e realidade. De um lado, há o mundo encantado das fadas madrinhas, repleto de regras antiquadas e ideias tradicionais sobre “felizes para sempre”. Do outro, está o cotidiano corrido e imperfeito de uma mulher real, que enfrenta trabalho, maternidade e frustrações pessoais. Esse choque de universos gera momentos cômicos, mas também reflexões sobre expectativas irreais e a pressão para corresponder a um ideal romântico.

Outro ponto que o público pode esperar é uma protagonista carismática e desajeitada. A fada em treinamento não é perfeita, não domina completamente seus poderes e comete erros ao tentar ajudar. Essa imperfeição torna a narrativa mais humana e acessível, principalmente para as crianças, que enxergam nela alguém em processo de aprendizado. Ao mesmo tempo, os adultos se identificam com a personagem que perdeu a fé nos finais felizes e precisa redescobrir sua própria força.

Visualmente, é possível esperar uma estética vibrante, com figurinos marcantes e efeitos especiais que reforçam o clima fantasioso sem exageros. A direção de Sharon Maguire privilegia o tom acolhedor, mantendo o ritmo dinâmico e acessível para todas as idades.

Quinta Lapa encerra segunda temporada com encontro entre Iara Rennó e Lenna Bahule

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O projeto Quinta Lapa chega ao fim de sua segunda temporada com uma apresentação especial reunindo as artistas Iara Rennó e Lenna Bahule. O encontro acontece na quinta-feira, 2 de julho, na Galeria Lapa, em São Paulo, com abertura da casa às 19h e show marcado para 20h30.

Com curadoria de Anna Vis, o Quinta Lapa propõe encontros acústicos em formato de duo, aproximando diferentes caminhos da música brasileira, da canção autoral e da pesquisa sonora. A proposta do projeto é criar apresentações únicas, pensadas especialmente para o espaço da galeria, com arranjos e diálogos musicais construídos entre os artistas convidados.

Ao longo da temporada, o projeto recebeu nomes como YMA e Fernando Catatau, Sthe Araújo e Anais Sylla, Maria Beraldo e Maurício Takara, Douglas Germano e Thiago França, além de Felipe Vaqueiro e Luíza Brina. A programação também teve encontros anteriores com artistas como Giovani Cidreira e Negro Leo, Juçara Marçal e Marcelo Cabral, Jadsa e Nina Maia, Sophia Chablau e Juliana Perdigão e Ava Rocha e Caxtrinho.

Para encerrar a temporada, Iara Rennó e Lenna Bahule apresentam um repertório que aproxima suas pesquisas musicais e suas diferentes referências artísticas. Iara Rennó é cantora, compositora e instrumentista, conhecida por seu trabalho ligado à música brasileira contemporânea e por parcerias com diversos artistas da cena independente. Já Lenna Bahule, cantora e percussionista moçambicana, desenvolve uma pesquisa que conecta voz, corpo e ritmos de diferentes tradições africanas e brasileiras.

O show acontece na Galeria Lapa, localizada na Rua Afonso Sardinha, 326, Lapa. Os ingressos custam R$ 35 na compra antecipada e R$ 45 na porta.

Resumo semanal da novela A Caverna Encantada de 28/08 a 29/08

Capítulo 281 da novela A Caverna Encantada – Quinta-feira, 28 de agosto de 2025
Com força e coragem, Anna consegue retirar o pai da mata densa, carregando-o com dificuldade até o acampamento, onde todos a aguardavam apreensivos. O alívio inicial ao vê-lo seguro se transforma rapidamente em tensão quando os paramédicos, com expressão séria, alertam sobre a gravidade de seu estado, deixando o grupo em silêncio, imerso em preocupação e incerteza. Enquanto isso, Flora, cada vez mais seduzida pela influência de Safira, confessa a si mesma o desejo de adotar uma postura fria e calculista, disposta a manipular e magoar, tudo para atrair a atenção e aprovação de Norma, mesmo que isso a transforme em alguém que ela própria mal reconhece. Em São Paulo, Fafá surpreende ao anunciar que Thomas e Goma farão parte de seu novo programa, agora remodelado como um sitcom carregado de humor, improvisos e situações inesperadas. A promessa é de uma produção capaz de arrancar gargalhadas do público, mostrando um lado leve e divertido de sua carreira. No campo afetivo, Gabriel surpreende Pilar ao levá-la, sem aviso, à prefeitura para um casamento civil, selando de forma inesperada a união do casal e emocionando todos que os cercam. A tensão, entretanto, aumenta na pousada: Manu flagra Lavínia em uma ligação misteriosa com Norma, na qual o nome de Paulo é mencionado. Sentindo-se traída e ameaçada, Manu acusa Lavínia de engano, sem conseguir esconder sua indignação, criando um clima de desconfiança e suspeita entre o grupo. Simultaneamente, Norma comunica a Elisa sobre uma reestruturação radical no colégio, impondo mudanças que alteram a rotina estudantil e despertam debates acalorados, deixando clara sua autoridade e determinação.

Capítulo 282 – Sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Na pousada, a ruptura entre Isadora e Manu com Lavínia se torna irreversível. O silêncio carregado e os olhares tensos falam mais do que qualquer palavra, mergulhando o grupo em um clima de ressentimento e frustração, onde cada gesto é cuidadosamente observado. Em São Paulo, Fafá dá início às gravações de seu aguardado sitcom. Com Goma, Thomas, Betina, Shirley e Wanda, surgem cenas caóticas e engraçadas, em que improvisos e situações inesperadas transformam cada take em momentos de pura comédia, prometendo conquistar o público e gerar memórias hilárias. No hospital, a situação de Paulo se agrava rapidamente. Ele é levado às pressas para uma cirurgia complexa, e familiares e amigos se reúnem em preces silenciosas, compartilhando ansiedade, medo e esperança pelo desfecho. Durante a lua de mel, Gabriel e Pilar passam por Peruaçu e aproveitam a parada para conversar com Isadora e Manu. Recebem as últimas informações sobre o estado de Paulo, misturando alegria da viagem com apreensão pela saúde do amigo. No colégio, Norma transforma a biblioteca em sua nova sala de diretoria, impondo sua presença de forma autoritária. Elisa, contragosto, supervisiona a mudança, refletindo a tensão entre as duas e as disputas de poder que se acentuam na instituição. Enquanto isso, Isadora confronta Lavínia com palavras afiadas, acusando-a de ser rejeitada até pelos próprios pais, e o choque reverbera pelo grupo, deixando feridas antigas à mostra. Paralelamente, Flora parte em busca do lendário diamante-falante, adentrando ainda mais fundo os segredos da floresta.

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