SuperPop desta quarta (15) recebe Negra Li e destaca bastidores dos concursos de beleza em nova edição

O SuperPop desta quarta-feira, 15 de abril, apresenta uma edição guiada por entrevistas diretas e relatos pessoais. À frente do programa, Cariúcha recebe a cantora Negra Li, que fala sobre sua trajetória na música, sua história familiar e momentos que marcaram sua vida fora dos palcos. Na sequência, o programa reúne ex-participantes de concursos de beleza para discutir o que acontece nos bastidores dessas competições.

Negra Li relembra infância e trajetória na música

Durante a entrevista, Negra Li revisita sua infância na Brasilândia, zona norte de São Paulo, e destaca a atuação da mãe em sua criação. A cantora relata que teve acesso à educação por meio de bolsa de estudos e aponta esse esforço familiar como um dos fatores que influenciaram seu caminho profissional.

Ela também comenta que, durante muitos anos, enxergava sua infância de forma diferente, sem perceber totalmente as dificuldades enfrentadas. Com o tempo, passou a compreender melhor o contexto em que cresceu e o impacto disso em sua formação.

A conversa inclui ainda sua relação com os filhos, Noah e Sophia, e como a maternidade passou a fazer parte de suas decisões profissionais. O tema surge como parte natural da entrevista, sem se afastar do foco principal, que é sua trajetória.

Carreira consolidada e influências musicais

Com três décadas de atuação, Negra Li fala sobre os caminhos que percorreu dentro da música. Desde o início no rap até a aproximação com outros estilos, a cantora construiu uma carreira marcada por mudanças e novas referências.

Durante o programa, ela comenta artistas que influenciaram sua formação e relembra fases importantes de sua discografia. Também há espaço para apresentações musicais, com interpretações que reforçam sua ligação com o público.

Ex-Misses relatam rotina e pressão dos concursos

Na segunda parte do SuperPop, o foco se volta para o universo dos concursos de beleza. Participam da conversa Natália Guimarães, Julia Gama, Mia Mamede, Monalysa Alcântara e Guiga Kolton.

As convidadas descrevem a rotina de preparação para os concursos, incluindo treinos, compromissos e avaliações constantes. Elas também comentam a pressão envolvida nas competições, tanto durante o processo quanto após a visibilidade conquistada.

Bastidores e mudanças no cenário atual

Ao longo do debate, as participantes relatam situações vividas durante os concursos e destacam pontos que nem sempre aparecem para o público. Entre eles, estão a cobrança por desempenho, a exposição e a necessidade de manter uma imagem pública.

O grupo também comenta mudanças recentes no setor, com maior presença de discussões sobre diversidade e representatividade. Mesmo com avanços, as convidadas reconhecem que ainda existem desafios dentro desse ambiente.

Artificial | Filme de Luca Guadagnino sobre a OpenAI mostra Andrew Garfield como Sam Altman em teaser

O novo projeto de Luca Guadagnino (Rivais) teve seu primeiro teaser exibido durante o painel da Amazon MGM Studios na CinemaCon 2026. Intitulado Artificial, o filme chamou atenção ao abordar os bastidores da OpenAI e ao trazer Andrew Garfield (O Espetacular Homem-Aranha, Tick, Tick… Boom!) no papel de Sam Altman, CEO da empresa.

As imagens apresentadas foram rápidas, mas suficientes para destacar o foco da produção em um dos momentos mais comentados da trajetória recente da companhia: o período em que Sam Altman foi afastado e retornou ao comando da OpenAI em um intervalo curto de tempo, movimentando o setor de tecnologia e o mercado global.

O que o filme retrata?

O longa-metragem acompanha os bastidores da OpenAI, empresa responsável pelo desenvolvimento do ChatGPT, ferramenta de inteligência artificial que se tornou uma das mais influentes da atualidade. O longa se concentra especialmente na crise interna envolvendo a liderança de Sam Altman, explorando o impacto da decisão de sua demissão e o retorno posterior à função de CEO.

A narrativa também se conecta ao avanço acelerado da inteligência artificial no cenário global, tema que ganhou força com a popularização de modelos generativos e o crescimento de ferramentas baseadas em linguagem natural.

O que é o ChatGPT dentro da história?

O filme parte do contexto em torno do ChatGPT, sistema de inteligência artificial desenvolvido pela OpenAI. A ferramenta se baseia em modelos de linguagem treinados para gerar respostas a partir de comandos de usuários, utilizando grandes volumes de dados para construir textos coerentes e interativos.

O impacto do lançamento do ChatGPT é tratado como ponto central do contexto da história, já que sua popularização acelerou debates sobre tecnologia, mercado de trabalho e uso de inteligência artificial em diferentes áreas.

Como o sucesso da OpenAI entra na narrativa?

A expansão da OpenAI após o lançamento do ChatGPT também faz parte do pano de fundo do filme. Em pouco tempo, a empresa passou a ocupar posição central no setor de tecnologia, impulsionando investimentos e estimulando a criação de ferramentas concorrentes.

Esse crescimento acelerado serviu como base para transformações internas e externas, que acabam influenciando diretamente os acontecimentos retratados em Artificial.

Quem mais pode estar no elenco?

Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, nomes como Monica Barbaro (Um Completo Desconhecido, Top Gun: Maverick) e Yura Borisov (Anora, Compartment No. 6) estão em negociações para integrar o elenco. O roteiro é assinado por Simon Rich, que também atua na produção ao lado de David Heyman (Harry Potter, Barbie), Jeffrey Clifford (A Família Addams, A Million Little Pieces) e Jennifer Fox (Michael Clayton, Nightcrawler).

Mortal Kombat 2 mira estreia entre US$ 40 e 50 milhões e anima projeções iniciais de bilheteria

O retorno de Mortal Kombat aos cinemas já começa cercado de expectativa. As primeiras projeções de mercado indicam que Mortal Kombat 2 pode abrir com algo entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos, um desempenho que, se confirmado, posiciona o longa entre os lançamentos mais fortes do período. Os dados, divulgados por veículos como Deadline, ainda são iniciais, mas já refletem um interesse consistente do público, especialmente entre fãs da franquia e espectadores que acompanham grandes produções de ação.

Qual é a história do filme?

Inspirado na consagrada franquia de games Mortal Kombat, o novo capítulo avança na construção do conflito que ficou em segundo plano no primeiro filme. Agora, a história coloca os guerreiros do Plano Terreno em uma situação mais delicada, com ameaças externas e tensões internas ganhando peso ao mesmo tempo.

Shao Kahn surge como o grande risco para o equilíbrio entre os reinos, elevando o nível do confronto. Os personagens precisam se unir, mas também lidar com divergências e disputas próprias, o que torna o cenário mais imprevisível. O torneio, elemento central da mitologia da franquia, passa a ocupar um espaço mais relevante, aproximando o longa da essência dos jogos.

Outro ponto importante é a chegada de Johnny Cage. Ausente no primeiro filme, o personagem entra agora como uma peça que pode mudar completamente a dinâmica do grupo, trazendo um tom mais irreverente em meio ao clima de confronto.

Quem faz parte do elenco?

O elenco de Mortal Kombat 2 equilibra continuidade e novidades. Entre os destaques está Karl Urban, que assume o papel de Johnny Cage e já aparece como uma das grandes apostas desta sequência.

Também retornam Jessica McNamee como Sonya Blade, Josh Lawson como Kano e Ludi Lin interpretando Liu Kang. Nomes como Mehcad Brooks, Lewis Tan e Joe Taslim também seguem na história, mantendo a base apresentada anteriormente.

Entre as novidades, Adeline Rudolph dá vida a Kitana, enquanto Tati Gabrielle interpreta Jade. A inclusão dessas personagens reforça a intenção de expandir o universo e trazer mais elementos clássicos dos jogos para o cinema.

Como foi o desenvolvimento da sequência?

A continuação começou a ser desenhada logo após o lançamento do primeiro filme, quando ficou evidente que havia espaço para expandir a história. O diretor Simon McQuoid retornou ao comando, enquanto o roteiro ficou com Jeremy Slater. O projeto recebeu sinal verde da New Line Cinema em 2022.

As filmagens tiveram início em 2023, na Austrália, com base no Village Roadshow Studios. O cronograma, porém, foi afetado pela greve do SAG-AFTRA, que interrompeu as gravações por alguns meses. A produção foi retomada no fim do ano e concluída em janeiro de 2024, encerrando uma etapa importante do projeto.

O que muda na abordagem da história?

Uma das principais diferenças desta sequência está na forma como a narrativa é conduzida. A produção parece mais interessada em ir direto ao ponto e explorar elementos que os fãs sentiram falta anteriormente. O roteiro aposta em uma história mais dinâmica, com espaço para o lado mais exagerado e característico da franquia aparecer com mais liberdade.

Jeremy Slater já indicou que a ideia é tornar o filme menos previsível, enquanto Greg Russo havia sugerido anteriormente que a franquia poderia seguir uma estrutura de trilogia, com este segundo capítulo ocupando uma posição central na narrativa.

Quando estreia nos cinemas?

Mortal Kombat 2 chega oficialmente aos cinemas em 8 de maio de 2026, com distribuição da Warner Bros. Pictures.

Pela Metade | Quando e que horas estreia a nova série da HBO Max e o que esperar da trama

A série dramática Pela Metade estreia nesta quinta-feira, 23 de abril, às 22h (horário de Brasília). O lançamento acontece de forma simultânea na HBO e no HBO Max, mantendo o padrão da emissora de exibir conteúdos na TV e no streaming ao mesmo tempo.

Quem faz parte do elenco?

O elenco principal é liderado por Richard Gadd (Bebê Rena, Against the Law) e Jamie Bell (Billy Elliot, Rocketman, King Kong), que interpretam os protagonistas na fase adulta da história.

A fase mais jovem dos personagens é vivida por Stuart Campbell (Outlander, The Last Kingdom) e Mitchell Robertson (The Nest, Clique), responsáveis por mostrar o início da relação entre os dois protagonistas.

O elenco de apoio inclui Neve McIntosh (Doctor Who), Marianne McIvor (O Amante de Lady Chatterley), Charlie De Melo (Rivals), Bilal Hasna (Black Mirror), Amy Manson (A Diplomata) e Anjli Mohindra (Periféricos). Esse grupo ajuda a expandir os diferentes núcleos narrativos e sustenta os desdobramentos da trama em várias fases da vida dos personagens.

Sobre o que é Pela Metade?

A série acompanha a trajetória de Niall e Ruben ao longo de décadas. A narrativa começa nos anos 1980 e segue até o presente, mostrando como a relação entre os dois se forma ainda na juventude e evolui com o passar do tempo.

O ponto de partida da história é um encontro marcado por circunstâncias instáveis, que acaba criando uma conexão intensa entre os dois personagens. Essa ligação inicial se transforma em algo mais complexo ao longo dos anos, com momentos de proximidade e afastamento que moldam a vida de ambos.

Na fase adulta, o reencontro acontece durante o casamento de Niall. Esse retorno de Ruben não passa despercebido e altera o equilíbrio emocional entre os dois, trazendo de volta situações que pareciam resolvidas, mas ainda estavam abertas. A partir desse momento, a série reorganiza a dinâmica entre passado e presente.

Como a narrativa é construída?

A estrutura de Pela Metade não segue uma linha cronológica rígida. A história alterna diferentes períodos da vida dos protagonistas para mostrar como escolhas feitas no passado continuam influenciando o presente.

Esse formato permite que a série trabalhe as consequências das relações ao longo do tempo, sem depender apenas de eventos isolados. O foco está mais no impacto emocional acumulado do que em reviravoltas pontuais.

A narrativa também explora como pequenas decisões, tomadas em fases diferentes da vida, acabam moldando a forma como os personagens lidam com seus conflitos atuais.

Quais são os temas centrais da série?

Os temas principais envolvem identidade, masculinidade e trauma emocional. A série não trata essas questões de forma abstrata, mas sim dentro das relações entre os personagens, mostrando como esses elementos aparecem em conversas, afastamentos e reconciliações.

A relação entre Niall e Ruben funciona como eixo central para discutir dependência emocional e os efeitos de vínculos formados em momentos de instabilidade. A produção também observa como o tempo não necessariamente encerra conflitos, apenas muda a forma como eles aparecem.

Alma Gêmea | Netflix divulga trailer de BL sobre encontro entre Ryu Narutaki e o boxeador Johan Hwang

A Netflix liberou o trailer completo de Alma Gêmea, série que coloca no centro um relacionamento entre dois homens que se encontram em circunstâncias extremas. Fugindo de histórias mais leves ou idealizadas, a produção mergulha em temas como arrependimento, solidão e a dificuldade de seguir em frente quando o passado insiste em permanecer. Os protagonistas são interpretados por Hayato Isomura e Ok Taec-yeon, dois nomes conhecidos do público asiático que agora dividem uma trama que se estende por anos e diferentes países.

O que o vídeo deixa claro é que a trama não tenta vender um amor perfeito. Ryu e Johan não se completam de imediato, nem resolvem os problemas um do outro. Pelo contrário, o vínculo entre eles parece expor ainda mais suas fragilidades. Há um cuidado em mostrar o tempo passando, as mudanças internas e o peso das decisões. Em vez de grandes reviravoltas, a força da série pode estar nos pequenos gestos, nos silêncios e naquilo que fica sem ser dito. Abaixo, confira o contéudo divulgado:

Qual é a história de Alma Gêmea?

Ryu Narutaki é um homem em fuga, não de alguém específico, mas de si mesmo. Depois de um erro que destrói a vida de uma pessoa próxima, ele decide deixar o Japão sem olhar para trás. Sem rumo, passa a viver como um estrangeiro em todos os sentidos, carregando uma culpa que não encontra saída fácil.

A situação chega ao limite quando ele é encontrado à beira da morte em uma igreja fora de seu país. É nesse momento que surge Hwang Johan, um boxeador sul-coreano que o salva quase por instinto. O que começa como um gesto isolado se transforma em algo mais difícil de definir.

Ao longo dos anos, os dois seguem conectados, mesmo quando tentam se afastar. A relação cresce entre encontros e desencontros, atravessando cidades como Berlim, Seul e Tóquio. Não há pressa em explicar o que sentem um pelo outro, e a série parece interessada justamente nesse espaço de incerteza, onde afeto e dor caminham lado a lado.

Quem faz parte do elenco?

Além da dupla principal, o elenco reúne nomes que ajudam a construir o passado e o presente dos personagens. Ai Hashimoto (Blade of the Immortal, Little Forest) aparece em um papel ligado às origens de Ryu, enquanto Koshi Mizukami (Tokyo Revengers, Kamen Rider Build) e Yutaro Furutachi (Alice in Borderland, From Today, It’s My Turn!!) integram o núcleo que expõe as consequências das escolhas feitas no Japão.

Do lado coreano, Lee Jae-yi (Hellbound, D.P.) contribui para ampliar o universo de Johan, trazendo novas camadas ao personagem. Já Chihiro Kato (Kiss Me at the Stroke of Midnight) e Ken Yasuda (Waterboys, Nodame Cantabile) aparecem em histórias paralelas que dialogam com os conflitos centrais.

O elenco ainda conta com Kaho Minami (Outrage, Kabei: Our Mother) e Tomokazu Miura (The Twilight Samurai, Departures), nomes experientes que ajudam a dar mais densidade às situações vividas pelos protagonistas. A direção e o roteiro são de Shunki Hashizume (Shadows of Tokyo, Blue Silence).

Quando estreia na Netflix?

A série chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 14 de maio, com lançamento simultâneo para diferentes países. A expectativa é que o título encontre espaço entre quem procura histórias mais contidas e focadas nas contradições dos personagens.

Verity | Suspense psicológico da Sony Pictures com Anne Hathaway e Dakota Johnson ganha primeiro trailer

A Sony Pictures apresentou o primeiro trailer de Verity, adaptação do best-seller de Colleen Hoover, autora que se tornou um fenômeno global nas redes sociais e no mercado editorial, especialmente entre leitores jovens. Com estreia prevista para outubro, o longa já desponta como uma das principais apostas do estúdio para 2026, apostando em um suspense psicológico carregado de mistério, segredos e instabilidade emocional.

Dirigido por Michael Showalter (“Uma Ideia de Você”, “The Big Sick”), o filme reúne um elenco de peso liderado por Anne Hathaway (“O Diabo Veste Prada”, “Os Miseráveis”), Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”, “Amores Materialistas”) e Josh Hartnett (“Pearl Harbor”, “Armadilha”).

Qual é a história do filme?

A trama acompanha Lowen Ashleigh (Dakota Johnson), uma escritora em dificuldades financeiras que recebe uma proposta inesperada de trabalho. Ela é contratada por Jeremy Crawford (Josh Hartnett) para finalizar a série de livros da famosa autora Verity Crawford (Anne Hathaway), sua esposa, que após um misterioso acidente ficou impossibilitada de continuar escrevendo.

A tarefa leva Lowen até a casa da família Crawford, um espaço isolado onde ela começa a organizar os manuscritos deixados por Verity. O que parecia ser apenas um trabalho técnico, no entanto, se transforma rapidamente em algo muito mais perturbador quando ela encontra um documento autobiográfico que revela confissões sombrias e versões distorcidas da própria vida da autora.

A partir desse ponto, Lowen se vê envolvida em uma rede de dúvidas e suspeitas, especialmente sobre o que realmente aconteceu com Verity e qual é o papel de Jeremy em toda essa história.

Um jogo entre realidade e paranoia

O grande motor da narrativa do longa está na constante incerteza sobre o que é real e o que pode ser manipulação. O trailer reforça esse clima ao apresentar uma atmosfera silenciosa, carregada de tensão psicológica, onde cada detalhe parece esconder uma nova camada de segredo.

Lowen passa a mergulhar cada vez mais nos escritos de Verity, e o conteúdo do manuscrito começa a afetar sua percepção da realidade. A dúvida central deixa de ser apenas sobre a autora misteriosa e se expande para tudo ao redor da protagonista, incluindo suas relações dentro da casa e sua própria segurança emocional.

Esse jogo entre confissão, obsessão e possível invenção transforma a história em um thriller psicológico que aposta mais na inquietação do espectador do que em respostas imediatas.

Quem está por trás da produção?

A adaptação americana passou por um longo processo de desenvolvimento até chegar à sua versão atual. O projeto teve diferentes fases de roteirização, com participação de nomes como Nick Antosca e Alex Hedlund, além de revisões posteriores de Hilary Seitz e contribuições adicionais de Angela LaManna.

A produção ganhou força a partir de 2024, quando a equipe criativa foi se consolidando e Anne Hathaway foi confirmada como protagonista. Em seguida, Dakota Johnson e Josh Hartnett foram anunciados, formando o trio central do filme. Pouco depois, Michael Showalter assumiu a direção, ajudando a definir o tom final da obra.

Sem Salvação | Existe chance da história de Rosie continuar em uma 2ª temporada na Netflix?

A minissérie Sem Salvação, disponível na Netflix, constrói uma narrativa de suspense psicológico ambientada em um cenário de isolamento extremo, onde religião, controle social e relações familiares se misturam de forma sufocante. A história se passa na fictícia Comunhão do Divino, uma seita cristã instalada na zona rural da Inglaterra, completamente afastada do mundo exterior e guiada por regras rígidas que determinam cada aspecto da vida de seus membros.

Nesse ambiente fechado, Rosie vive sob constante vigilância e obediência. Ao lado do marido Adam e da filha Grace, ela segue uma rotina marcada por deveres religiosos e pela repressão de qualquer questionamento. Tudo dentro da comunidade é controlado pelo líder Sr. Phillips, que reforça uma visão de mundo baseada em isolamento, disciplina e submissão absoluta.

O que acontece em Sem Salvação?

A trama ganha uma reviravolta quando um evento inesperado rompe o equilíbrio da comunidade: a pequena Grace é salva de um afogamento por um estranho chamado Sam. Inicialmente visto como um herói, ele rapidamente passa a ser integrado ao grupo, mas sua presença começa a gerar desconforto e desconfiança.

Sam, interpretado por Fra Fee, é um ex-detento fugitivo com comportamento carismático e imprevisível. Aos poucos, ele começa a influenciar os membros da seita, explorando fragilidades emocionais e espirituais, especialmente de Rosie e Adam. O que parecia um ato de salvação se transforma em um ponto de ruptura, revelando que a ameaça pode não vir apenas do exterior, mas também de dentro da própria comunidade.

A série vai ter 2ª temporada?

Apesar de todo o impacto da trama e do final que deixa algumas questões em aberto, a Netflix ainda não confirmou uma segunda temporada de Sem Salvação. A produção foi divulgada como uma minissérie, o que geralmente indica uma história fechada em poucos episódios.

Mesmo assim, o desfecho não encerra completamente todos os arcos narrativos, especialmente no que diz respeito ao destino de Rosie e sua filha, além das consequências da queda da estrutura da seita. Isso abre espaço para especulações sobre uma possível continuação.

Nos bastidores, qualquer decisão sobre novos episódios depende diretamente do desempenho da série em audiência e da recepção do público ao redor do mundo. Caso os resultados sejam fortes, a plataforma pode reconsiderar a estrutura de minissérie e expandir o universo da história.

Existe chance de continuação?

Embora não haja confirmação oficial, o próprio formato da narrativa permite interpretações que poderiam ser desenvolvidas em novos capítulos. A relação entre Rosie e Grace, somada ao impacto psicológico dos eventos dentro da Comunhão do Divino, cria um terreno fértil para uma possível continuação.

No entanto, até o momento, tudo permanece no campo da possibilidade. A decisão final depende da Netflix e do interesse em transformar a produção em uma franquia ou manter a proposta original como uma história única e fechada.

Longlegs 2 | Saiba quando a continuação estrelada por Nicolas Cage chega aos cinemas

A continuação de Longlegs – Vínculo Mortal, filme de terror e suspense dirigido por Osgood Perkins e estrelado por Nicolas Cage (Motoqueiro Fantasma, A Lenda do Tesouro Perdido, O Senhor das Armas), já tem data oficial para chegar aos cinemas. A sequência está marcada para 14 de janeiro de 2028, aproveitando o fim de semana prolongado do feriado de Martin Luther King nos Estados Unidos.

O lançamento coloca o filme em uma janela estratégica da indústria, com pouca concorrência direta até o momento. A única outra produção prevista para a mesma data é um título ainda sem nome definido da Disney, o que pode influenciar o desempenho nas bilheteiras.

Qual foi a história do primeiro filme?

A trama acompanha a agente do FBI Lee Harker, designada para investigar uma série de assassinatos de famílias inteiras que parecem estar conectados a um padrão incomum. À medida que o caso avança, ela descobre a existência de um assassino em série conhecido como Longlegs, associado a elementos ocultistas e mensagens criptografadas.

Com o desenvolvimento da investigação, Harker percebe que o caso não é apenas profissional, mas também pessoal. A ligação entre ela e o criminoso começa a se revelar de forma inquietante, transformando a apuração em uma jornada psicológica cada vez mais instável e perigosa.

O filme também trabalha com diferentes linhas temporais para construir sua narrativa. A história se inicia em 1974, quando Lee ainda é criança e tem um encontro misterioso com o próprio Longlegs, que lhe entrega uma boneca em circunstâncias perturbadoras. Já décadas depois, nos anos 1990, ela aparece como agente do FBI liderando a investigação dos assassinatos, que passam a se intensificar e ganhar novos desdobramentos.

Como foi o desempenho do filme original?

Com orçamento inferior a 10 milhões de dólares, o longa-metragem se destacou como um dos maiores fenômenos recentes do terror independente. O longa arrecadou mais de 126 milhões de dólares em bilheteria mundial, consolidando-se como o maior sucesso da distribuidora Neon.

A produção também recebeu boa recepção da crítica especializada, alcançando 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre os principais elogios, estão a atmosfera sombria, a construção de tensão e o desempenho do elenco, especialmente de Maika Monroe e Nicolas Cage.

Quem está por trás da sequência?

A continuação mantém a equipe criativa principal, com Osgood Perkins novamente na direção. Nicolas Cage retorna como peça central do projeto, reforçando a continuidade do universo apresentado no primeiro filme.

O longa é produzido pela Saturn Films, produtora de Cage, em parceria com outras empresas que participaram da obra original. A expectativa é que a sequência aprofunde ainda mais os elementos psicológicos e o mistério envolvendo o personagem Longlegs.

O que esperar do novo filme?

Embora detalhes da trama ainda estejam sob sigilo, a sequência deve expandir o universo do primeiro filme, possivelmente explorando novas camadas do passado do assassino e os impactos deixados pelo caso investigado por Lee Harker.

A tendência é que o novo capítulo mantenha o tom de suspense psicológico, com foco em investigação criminal, elementos ocultistas e tensão constante, marca registrada da franquia desde o primeiro longa.

Super Mario | Filme da Princesa Peach pode estar em desenvolvimento após vazamento

O universo cinematográfico de Super Mario pode estar prestes a crescer de novo. Um vazamento recente indica que um filme focado na Princesa Peach estaria em estágio inicial de desenvolvimento dentro da Illumination, estúdio responsável pela animação da franquia nos cinemas.

O rumor surgiu depois que um designer sênior da Illumination Paris teve o portfólio profissional analisado. No material, aparecia referência a um projeto ainda não revelado identificado apenas pela sigla “PP”, o que acendeu o alerta entre fãs e observadores da indústria.

“PP” é mesmo Princesa Peach ou só coincidência de código interno?

Segundo um insider ouvido pelo Nerd Stash, a Illumination costuma usar abreviações internas para organizar seus projetos antes dos anúncios oficiais. Nesse sistema, “MA” estaria ligado a Super Mario Galaxy: O Filme, enquanto “PO” seria um derivado de Meu Malvado Favorito chamado Poppy Prescott.

Seguindo essa lógica, “PP” encaixaria perfeitamente em Princess Peach, o que reforça a ideia de que o projeto realmente existe em alguma fase inicial.

Nada foi confirmado oficialmente pela Nintendo ou pela Illumination, mas o uso desse tipo de codinome já é um padrão conhecido dentro de estúdios de animação, principalmente em projetos que ainda estão em sigilo.

  • Quem é a Princesa Peach fora do “papel de resgate”?

A Princesa Peach é a governante do Reino dos Cogumelos e uma das figuras mais antigas do universo de Super Mario. Durante muito tempo, ela foi retratada como a personagem que precisa ser salva pelo Mario, principalmente em jogos clássicos da franquia.

Só que isso mudou com o tempo. Em vários títulos, Peach deixou de ser coadjuvante e passou a ter protagonismo próprio. Ela já virou personagem jogável em jogos como Super Mario Bros. 2, Super Mario 3D World, além de aparecer em franquias como Mario Kart, Mario Party e Super Smash Bros.

O visual icônico da personagem foi criado por Shigeru Miyamoto e depois refinado por Yōichi Kotabe, o que ajudou a dar a ela uma identidade mais expressiva e consistente ao longo das gerações.

Peach é só “princesa” ou tem mais coisa aí?

Apesar da imagem mais delicada, Peach já mostrou que não é exatamente indefesa. Em vários jogos, ela tem habilidades bem específicas, como flutuar no ar, usar ataques leves e executar movimentos mais ágeis do que parecem à primeira vista.

Em RPGs como Super Mario RPG e Paper Mario, ela aparece com poderes de cura e suporte, chegando a recuperar aliados em momentos críticos. Já em Super Smash Bros., ela ganha um kit bem mais agressivo, com golpes como o “Peach Bomber” e habilidades que envolvem controle de campo e até efeitos de sono nos oponentes.

Ou seja, a personagem sempre teve mais recursos do que a imagem tradicional fazia parecer.

Um filme solo da Peach faz sentido dentro da expansão de Mario?

Depois do sucesso dos filmes do universo de Mario, ficou claro que a Nintendo e a Illumination estão dispostas a transformar o universo de Mario em uma franquia cinematográfica maior.

Nesse contexto, um spin-off da Peach não seria surpresa. Ela já tem presença forte nos jogos, reconhecimento global e uma história que pode facilmente sustentar uma aventura própria, sem depender diretamente do Mario.

Além disso, o próprio universo do Reino dos Cogumelos tem espaço de sobra para expandir histórias paralelas, novos reinos e conflitos que nunca foram explorados nos games principais.

Esse projeto existe mesmo ou ainda é só rumor de internet?

Por enquanto, nada foi oficializado. O que existe são sinais indiretos: um código interno suspeito, um portfólio profissional atualizado e padrões de nomenclatura que batem com outros projetos conhecidos do estúdio.

Isso coloca o suposto filme da Princesa Peach em uma zona clássica de pré-produção silenciosa, onde muita coisa pode mudar antes de qualquer anúncio.

Se for real, a franquia de animação pode estar começando uma fase nova nos cinemas, agora focada não só em Mario, mas também nos personagens que orbitam esse universo.

Se Eu Fosse Você 3 | Trailer revela nova troca de corpos e retorno de personagens clássicos

O primeiro trailer de Se Eu Fosse Você 3 saiu nesta quarta-feira, 6 de maio, e já deixou bem claro que a bagunça clássica da franquia está de volta, só que agora em um nível ainda maior. A ideia da troca de corpos continua sendo o coração da história, mas dessa vez o problema não fica só entre um casal. A confusão atinge a família inteira. O filme traz de volta Tony Ramos e Glória Pires, além de Cleo Pires e Rafael Infante em uma nova fase dessa história cheia de reviravoltas.

O que mudou depois de tantos anos?

A história se passa muitos anos depois dos acontecimentos dos filmes anteriores. Cláudio e Helena já estão em outra fase da vida, bem mais tranquilos em comparação ao passado. Só que agora quem ganha espaço na trama é Bia, filha do casal, que já cresceu, virou adulta e está vivendo seu próprio relacionamento com Aquiles.

Só que, claro, essa calmaria não dura muito. O trailer mostra que o novo casal também acaba entrando na famosa troca de corpos, aquela mesma ideia que marcou os filmes anteriores. E como se isso já não fosse suficiente, o fenômeno volta a acontecer com Cláudio e Helena também. Ou seja, todo mundo acaba envolvido na confusão ao mesmo tempo.

O resultado é aquele típico caos familiar, onde ninguém sabe mais quem está no corpo de quem, e cada tentativa de resolver as coisas só piora a situação.

Como tudo começou lá atrás?

Essa história toda começou em 2006 com o primeiro Se Eu Fosse Você, dirigido por Daniel Filho. No começo, Cláudio e Helena eram só um casal comum, com aquelas brigas e diferenças normais de qualquer relacionamento.

Até que, depois de uma discussão mais intensa, eles acordam do nada trocados. Ele está no corpo dela e ela está no corpo dele. A partir daí, começa uma fase completamente diferente na vida dos dois.

Eles precisam aprender a lidar com a rotina um do outro na prática mesmo, enfrentando trabalho, vida pessoal e casamento de um jeito totalmente novo. E é justamente aí que mora a graça da história, porque situações simples do dia a dia viram um grande desafio.

O primeiro filme fez muito sucesso justamente por misturar comédia leve com esse tipo de situação que todo mundo consegue imaginar. Depois disso, veio a continuação, que manteve a mesma ideia, mas colocou o casal em situações ainda mais complicadas.

O que o novo filme quer trazer de diferente?

Agora, o longa-metragem tenta ir além do que já foi feito antes. A troca de corpos não fica mais limitada só ao casal principal. A ideia é envolver também a nova geração da família, principalmente a história de Bia e seu relacionamento.

A direção é de Anita Barbosa, com roteiro de Leandro Soares, e a estreia está marcada para 3 de setembro de 2026.

O foco aqui parece ser ampliar o caos, colocando mais gente no meio da confusão e deixando tudo ainda mais imprevisível. Em vez de duas pessoas tentando se entender, agora é uma família inteira lidando com identidades trocadas ao mesmo tempo.

Por que essa ideia ainda funciona tanto?

Mesmo depois de tantos anos, a ideia da troca de corpos ainda chama atenção porque é simples de entender e divertida de imaginar. Quem nunca pensou como seria viver um dia na vida de outra pessoa?

No filme, isso vira uma ferramenta perfeita pra criar situações engraçadas, exageradas e até meio absurdas, mas que ainda fazem sentido dentro da história. E quanto mais pessoas entram nessa dinâmica, mais confusão aparece.

O que dá pra esperar daqui pra frente?

Com o trailer já lançado, Se Eu Fosse Você 3 deixa claro que não quer apenas repetir o que já foi feito. A ideia é manter o clima leve e divertido da franquia, mas com uma história maior, mais personagens e mais situações fora do controle.

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