Sessão da Tarde (13/05) exibe Estrelas Além do Tempo e relembra história real que mudou os rumos da NASA

A TV Globo exibe nesta quarta-feira, 13 de maio, um dos filmes mais inspiradores dos últimos anos na Sessão da Tarde. O escolhido da vez é Estrelas Além do Tempo, produção baseada em fatos reais que mistura drama, superação e bastidores da corrida espacial em plena década de 1960.

Lançado originalmente como Hidden Figures, o longa conquistou o público ao revelar uma parte pouco conhecida da história da NASA: o papel fundamental de três mulheres negras matemáticas que participaram de algumas das missões mais importantes da agência espacial norte-americana.

Enquanto os Estados Unidos disputavam espaço com a União Soviética em uma das maiores tensões políticas do século passado, Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson precisavam enfrentar outra batalha diariamente: sobreviver em um ambiente tomado pelo racismo e pelo machismo.

Dirigido por Theodore Melfi e inspirado no livro escrito por Margot Lee Shetterly, o filme virou um fenômeno justamente por unir emoção, crítica social e uma história real que permaneceu esquecida por décadas.

O que acontece em Estrelas Além do Tempo?

A trama acompanha três funcionárias da NASA que trabalham nos bastidores dos projetos espaciais americanos. Mesmo sendo extremamente qualificadas, elas vivem em uma sociedade marcada pela segregação racial, onde até tarefas básicas do dia a dia eram separadas entre pessoas brancas e negras.

Katherine Johnson se destaca pelos cálculos matemáticos que ajudam diretamente as missões espaciais da agência. Seu talento chama atenção rapidamente, mas ela passa a enfrentar resistência dentro de uma equipe formada quase inteiramente por homens brancos.

Ao mesmo tempo, Dorothy Vaughan percebe que os computadores estão começando a mudar o funcionamento da NASA e decide aprender programação por conta própria, tentando garantir espaço para ela e sua equipe em meio às transformações tecnológicas.

Já Mary Jackson sonha em se tornar engenheira, mas encontra obstáculos absurdos impostos pelas leis segregacionistas da época. Para conseguir estudar, ela precisa enfrentar até mesmo o sistema judicial americano.

O longa consegue equilibrar momentos emocionantes, cenas inspiradoras e discussões sociais importantes sem perder o ritmo. Mesmo tratando de temas pesados, o filme mantém uma narrativa acessível e bastante envolvente.

Quem está no elenco do filme?

Além da história forte, outro ponto que ajudou Estrelas Além do Tempo a ganhar tanta repercussão foi o elenco recheado de nomes conhecidos de Hollywood.

Taraji P. Henson interpreta Katherine Johnson e entrega uma atuação marcada pela inteligência e pela emoção da personagem. A atriz já era conhecida por trabalhos como O Curioso Caso de Benjamin Button e pela série Empire, mas o longa ajudou a consolidar ainda mais sua carreira no cinema.

Octavia Spencer vive Dorothy Vaughan e rouba várias cenas ao mostrar a liderança e a visão estratégica da personagem. A atriz já havia vencido o Oscar por Histórias Cruzadas e mais uma vez chamou atenção da crítica com sua performance.

A cantora e atriz Janelle Monáe interpreta Mary Jackson e traz bastante carisma para a personagem. Sua participação foi um dos pontos mais comentados do filme na época do lançamento.

O elenco ainda conta com Kevin Costner no papel do chefe da equipe espacial, além de Kirsten Dunst, Jim Parsons, Mahershala Ali, Glen Powell e Aldis Hodge.

Na versão brasileira, o filme também reúne nomes bastante conhecidos da dublagem nacional, incluindo Vânia Alexandre, Márcia Coutinho, Sylvia Salustti e Hélio Ribeiro.

Por que o filme chamou tanta atenção?

Muito além do sucesso comercial, o longa-metragem acabou se tornando uma produção importante para Hollywood por trazer protagonistas negras em uma história ligada à ciência e à tecnologia, algo que raramente ganhava espaço nas grandes produções do cinema.

O filme também ajudou a apresentar ao grande público mulheres que tiveram participação decisiva em momentos históricos, mas que ficaram apagadas dos registros populares durante décadas.

Outro fator que chamou atenção foi a maneira como o filme retrata situações absurdas de preconceito dentro da própria NASA. Em várias cenas, as personagens precisam lidar com regras segregacionistas que parecem inacreditáveis hoje em dia, mas faziam parte da realidade americana naquele período.

Mesmo abordando temas sérios, o filme evita cair em um tom excessivamente pesado. Há espaço para humor, emoção e momentos bastante inspiradores, principalmente quando as protagonistas começam a conquistar reconhecimento dentro da agência espacial.

O longa fez sucesso nos cinemas?

O resultado foi muito maior do que o esperado. Produzido com orçamento de aproximadamente 25 milhões de dólares, Estrelas Além do Tempo arrecadou mais de 230 milhões ao redor do mundo e se transformou em um dos grandes fenômenos de 2016.

A crítica especializada também recebeu o filme de forma extremamente positiva. As atuações do trio principal foram bastante elogiadas, assim como o roteiro e a forma como a narrativa conseguiu transformar um capítulo pouco conhecido da história em algo emocionante para diferentes públicos.

O longa ainda apareceu em importantes premiações de Hollywood, incluindo o Oscar, onde recebeu indicação na categoria de Melhor Filme. Além disso, venceu o prêmio de Melhor Elenco no SAG Awards, entregue pelo sindicato dos atores.

Com o sucesso do filme, a história real de Katherine Johnson voltou aos holofotes e fez com que a NASA e o governo americano prestassem novas homenagens à matemática, reconhecida hoje como uma das figuras mais importantes da exploração espacial.

Lanternas revela nova prévia com Hal Jordan em ação e detalha visual dos poderes dos heróis do DCU

A HBO e a DC Studios liberaram uma nova prévia de Lanternas, oferecendo um primeiro olhar mais direto sobre como os efeitos visuais dos anéis dos heróis cósmicos estão sendo trabalhados na série. O vídeo chega como um aquecimento para o trailer completo, que será divulgado nesta segunda, 18 de maio, aumentando a curiosidade em torno da produção que faz parte da nova fase do universo da DC. Abaixo, confira o vídeo:

O destaque do material fica com Hal Jordan, interpretado por Kyle Chandler, em uma sequência de combate onde ele utiliza um escudo de energia para se proteger de disparos. No meio da ação, uma voz desconhecida surge repetindo a pergunta “Você está com medo?”, criando um tom de tensão que indica que a série deve ir além do lado puramente visual dos poderes e explorar também o impacto psicológico ligado ao uso dos anéis.

O que a prévia mostra sobre os efeitos dos anéis dos Lanternas?

O vídeo deixa claro que os poderes dos heróis vão ter um tratamento visual mais detalhado e consistente dentro do DCU. Em vez de apenas efeitos genéricos de energia, as construções feitas pelos anéis aparecem com mais textura e variação, como se fossem projeções sólidas moldadas em tempo real pela mente dos personagens.

A cena de Hal Jordan criando um escudo durante o confronto serve justamente para apresentar essa abordagem. A sensação é de que cada uso do anel vai refletir o estado emocional e o nível de controle do personagem naquele momento, o que pode abrir espaço para sequências mais criativas ao longo da série.

Quem são Hal Jordan e John Stewart nessa nova fase da DC?

A série acompanha Hal Jordan e John Stewart, interpretados por Kyle Chandler e Aaron Pierre, em uma investigação que acontece na Terra, mas com conexão direta ao universo maior dos Lanternas Verdes. Jordan surge como o veterano experiente, enquanto Stewart entra como alguém mais recente na função, aprendendo a lidar com o peso da responsabilidade que vem com o anel.

A dinâmica entre os dois deve ser um dos pontos centrais da história, já que a produção não aposta apenas em ação espacial, mas também em investigação e parceria entre os personagens. A presença de Kelly Macdonald no elenco ainda não teve detalhes revelados, o que mantém parte do núcleo secundário em aberto.

Como a série mudou até chegar nesse formato?

O projeto passou por várias mudanças desde seu anúncio original. Em 2019, Greg Berlanti iniciou o desenvolvimento de uma série dos Lanternas Verdes para a HBO Max, com uma proposta mais ampla, envolvendo diferentes personagens e linhas do tempo dentro do universo da DC.

Com a reformulação liderada por James Gunn e Peter Safran, a ideia foi ajustada para um foco mais direto em Hal Jordan e John Stewart, deixando de lado a estrutura fragmentada planejada anteriormente. A nova abordagem posiciona a série como uma história de investigação, mais próxima de dramas criminais do que de aventuras espaciais tradicionais.

Chris Mundy assumiu como showrunner, enquanto James Hawes ficou responsável pela direção dos primeiros episódios, filmados em Los Angeles entre fevereiro e julho de 2025.

Qual o papel da série dentro do novo DCU?

A trama não funciona apenas como uma introdução dos personagens principais, mas também como parte importante da construção do novo universo compartilhado da DC. A investigação conduzida por Jordan e Stewart deve se conectar a eventos maiores do DCU, ajudando a estabelecer bases para futuras histórias.

Essa integração faz com que a série tenha um peso maior dentro do planejamento geral do estúdio, funcionando como peça de ligação entre diferentes produções que ainda estão por vir.

Quando a série chega ao público?

A estreia está marcada para 16 de agosto de 2026, com exibição simultânea na HBO e no catálogo da HBO Max.

The Rookie explode no final da 8ª temporada e atinge 9,25 milhões de espectadores

O episódio final da oitava temporada de The Rookie alcançou um desempenho acima do esperado nos Estados Unidos, somando 9,25 milhões de espectadores entre a exibição na TV aberta e o streaming dentro da janela de sete dias. Os dados foram apurados pela Nielsen e divulgados pelo Deadline, reforçando o bom momento da produção mesmo após várias temporadas no ar.

O resultado chama ainda mais atenção quando comparado ao ano anterior. A sétima temporada havia encerrado com 8,93 milhões de espectadores, o que mostra que a série não apenas manteve sua base de público como também conseguiu crescer. Em um cenário onde produções longas costumam perder força com o tempo, o desempenho do seriado vai na contramão da tendência e reforça sua estabilidade na programação da ABC.

O que explica o sucesso de John Nolan dentro da série?

Grande parte desse interesse contínuo está ligado ao protagonista John Nolan, interpretado por Nathan Fillion. A série se destaca justamente por apresentar um personagem que foge do padrão tradicional das produções policiais, já que ele inicia sua carreira na polícia em uma fase mais avançada da vida.

A história acompanha um homem que, após enfrentar mudanças pessoais como o divórcio, decide recomeçar ao ingressar no Departamento de Polícia de Los Angeles. Ele se torna o recruta mais velho da academia depois de um episódio que muda sua visão de futuro, quando ajuda a polícia durante um assalto em sua cidade natal. A partir disso, passa a lidar com desafios físicos, emocionais e profissionais enquanto tenta se firmar em um ambiente competitivo e exigente.

Esse contraste entre experiência de vida e recomeço tardio cria uma narrativa mais humana e próxima do público, o que ajuda a manter o engajamento ao longo das temporadas.

Quem criou a série e qual é a inspiração por trás da história?

A série foi criada por Alexi Hawley para a emissora ABC, e tem como base a história real de William Norcross, um homem que entrou para o Departamento de Polícia de Los Angeles aos 40 anos.

Essa conexão com um caso real ajuda a dar mais credibilidade à trama, especialmente porque Norcross segue atuando na polícia e também participa da produção como consultor e produtor executivo. O envolvimento direto dele reforça a sensação de autenticidade da narrativa.

Outro fator importante é a parceria entre Alexi Hawley e Nathan Fillion, que já haviam trabalhado juntos na série Castle. Essa relação prévia contribuiu para a construção de uma série mais sólida desde sua estreia.

Como o elenco ajuda a sustentar a narrativa da série?

Além de Nathan Fillion, o elenco de The Rookie inclui nomes como Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Titus Makin Jr., Melissa O’Neil, Afton Williamson, Mekia Cox, Shawn Ashmore e Eric Winter.

Com o avanço das temporadas, esses personagens ganharam mais espaço e passaram a ter histórias próprias além dos casos policiais. Isso faz com que a série não dependa apenas da investigação semanal, mas também de arcos contínuos que exploram relações pessoais, dilemas éticos e mudanças dentro da corporação.

Por que a série continua crescendo mesmo após tantas temporadas?

O desempenho recente de The Rookie também reflete a forma como o público consome conteúdo atualmente. A combinação entre TV tradicional e streaming ampliou o alcance da produção, permitindo que novos espectadores descubram a série mesmo anos após sua estreia.

Além disso, o formato da narrativa contribui para essa longevidade. Cada episódio traz casos independentes, o que facilita a entrada de novos fãs, enquanto os arcos maiores mantêm o interesse de quem acompanha desde o início. Esse equilíbrio torna a série acessível sem perder profundidade.

Outro ponto importante é a aposta em histórias mais humanas dentro do universo policial. Em vez de focar apenas na ação, a produção explora conflitos pessoais e dilemas morais, o que ajuda a criar conexão emocional com o público.

O que esse resultado indica para o futuro da série?

Com início em 2018, a série já se consolidou como uma das produções mais estáveis da ABC. O crescimento de audiência na oitava temporada reforça que a série ainda tem fôlego e continua relevante dentro do cenário televisivo atual.

Esse desempenho abre caminho para novas temporadas e possíveis expansões de universo, mesmo que ainda não existam anúncios oficiais sobre spin-offs. O interesse constante do público indica que a história de John Nolan e seus colegas ainda tem espaço para evoluir.

Michael mantém fôlego nas bilheterias e se aproxima de US$ 800 milhões em arrecadação global

A trajetória de Michael nas bilheterias segue em ritmo positivo e já coloca o longa entre os maiores sucessos de 2026. No quinto fim de semana em cartaz, a produção arrecadou cerca de US$ 20 milhões, chegando a aproximadamente US$ 25,7 milhões ao somar o acumulado até a segunda-feira (25).

Mesmo com o avanço das semanas, o filme não sofreu quedas bruscas, algo comum em grandes lançamentos. A estabilidade no público indica que a cinebiografia ainda encontra fôlego em diferentes mercados, sustentando sua performance global.

Até o momento, o longa soma US$ 319 milhões na América do Norte e alcança cerca de US$ 788 milhões mundialmente. O desempenho coloca a produção na sexta posição entre as maiores bilheterias do ano, reforçando seu impacto comercial.

O que mantém o interesse do público mesmo após várias semanas?

A permanência de Michael nas salas de cinema está ligada ao formato narrativo adotado pela produção. Em vez de focar apenas em momentos isolados da fama do rei do POP, o filme constrói uma linha do tempo ampla, que atravessa diferentes fases da vida do artista.

Esse tipo de abordagem costuma atrair públicos distintos ao longo do tempo, já que combina curiosidade biográfica com elementos de drama pessoal e reconstrução histórica. A presença de músicas conhecidas e momentos icônicos da cultura pop também contribui para manter o interesse ativo.

Outro fator relevante é o alcance internacional do personagem retratado. A figura de Michael Jackson continua sendo uma das mais reconhecidas da música mundial, o que amplia naturalmente o ciclo de exibição do filme em diferentes regiões.

Quem compõe o elenco da cinebiografia?

Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, assume o papel principal em sua estreia no cinema. A escolha chamou atenção por trazer alguém da própria família para interpretar o artista em sua fase adulta.

A infância do cantor é interpretada por Juliano Krue Valdi, também em sua primeira experiência em uma grande produção cinematográfica. Essa divisão ajuda a construir a transição da história ao longo do filme.

O elenco de apoio reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Nia Long, Laura Harrier, Miles Teller, Colman Domingo, Mike Myers e Jessica Sula. Cada um representa figuras que fizeram parte da vida pessoal e profissional de Michael em diferentes momentos.

Como foi o caminho até a produção chegar aos cinemas?

A ideia de levar a vida do cantor americano para o cinema começou a ganhar forma em 2019, quando Graham King adquiriu os direitos da obra. A partir daí, o projeto passou por uma fase de desenvolvimento que envolveu mudanças criativas e ajustes de roteiro.

Em 2022, a produção foi oficializada pela Lionsgate. Um ano depois, Antoine Fuqua assumiu a direção e Jaafar Jackson foi confirmado no papel principal, consolidando a fase de pré-produção.

As filmagens ocorreram entre o início e meados de 2024, mas o projeto enfrentou atrasos devido à greve dos atores em Hollywood. Posteriormente, parte do material precisou ser revisado, o que levou a novas filmagens em 2025.

Como o filme aborda a trajetória do rei do POP?

A narrativa começa na década de 1960, quando Michael ainda criança entra no The Jackson 5 ao lado dos irmãos. O filme retrata o ambiente de trabalho intenso e a pressão exercida pelo pai, Joseph Jackson, durante a formação do grupo.

Com o sucesso inicial, a família assina com a Motown e passa a viver uma mudança radical de realidade. A ascensão rápida leva o grupo ao estrelato, transformando o artista em uma das principais vozes da banda ainda muito jovem.

Na fase adulta inicial, o longa destaca a transição para carreira solo, com o álbum Off the Wall, produzido por Quincy Jones. Esse momento marca também o início de conflitos familiares e da busca por maior autonomia artística.

De que forma o filme mostra o auge da carreira?

Ao avançar para os anos 1980, o longa-metragem retrata a explosão global do artista com o lançamento de Thriller, considerado um dos álbuns mais importantes da história da música pop.

O filme também destaca o impacto dos videoclipes na carreira do cantor e a dificuldade inicial para conquistar espaço na MTV, cenário que muda após pressão da indústria musical.

Além do sucesso profissional, a produção aborda desafios pessoais, incluindo mudanças na imagem pública e episódios de forte pressão emocional. O acidente durante a gravação de um comercial também é retratado como um ponto de virada na vida do artista.

O que o filme mostra sobre relações familiares e decisões de carreira?

Em determinado momento da narrativa, o longa explora o rompimento gradual entre Michael e seu pai, Joseph Jackson, especialmente após divergências sobre controle de carreira.

Esse afastamento é apresentado como parte do processo de independência artística do cantor, que passa a tomar decisões próprias com o apoio de sua equipe.

O filme também acompanha o retorno aos palcos em grandes turnês, destacando apresentações de alto impacto e a consolidação de Michael como um dos maiores artistas do planeta na época.

Como está sendo a recepção do público e da crítica?

Enquanto o público mantém interesse elevado, a recepção crítica do filme é mais dividida. Parte das análises destaca a performance de Jaafar Jackson como um dos pontos mais fortes da produção.

Por outro lado, há críticas em relação à forma como a história é conduzida, com alguns apontamentos sobre uma abordagem mais suavizada de eventos complexos da vida do cantor.

Essa divergência entre público e crítica não é incomum em cinebiografias de grandes nomes da música, especialmente quando envolvem figuras de forte impacto cultural.

Todo Mundo em Pânico estreia com força nas bilheterias, mas recebe nota baixa do público; entenda por que isso pode não ser uma má notícia para a franquia

O retorno de Todo Mundo em Pânico aos cinemas está provando que números de bilheteria e pesquisas de opinião nem sempre contam a mesma história. Enquanto o sexto filme caminha para uma estreia sólida ao redor do mundo, a produção recebeu nota “C+” no CinemaScore, avaliação considerada modesta para os padrões dos grandes lançamentos de Hollywood. À primeira vista, isso pode soar como um sinal de alerta. Mas, quando o assunto é uma comédia de paródia, a situação merece uma análise mais cuidadosa.

O sexto capítulo da franquia chega aos cinemas carregando uma responsabilidade importante: recuperar uma marca que ajudou a definir o humor popular dos anos 2000 e que passou mais de uma década longe das telonas. Para isso, o estúdio apostou justamente naquilo que muitos espectadores associam aos melhores momentos da série: o retorno da família Wayans e dos personagens que marcaram os primeiros filmes.

Marlon Wayans volta ao papel de Shorty Meeks, Shawn Wayans retorna como Ray Wilkins, Anna Faris reassume a personagem Cindy Campbell e Regina Hall interpreta novamente Brenda Meeks. A reunião desse elenco não é apenas um aceno ao passado. Ela funciona como uma tentativa clara de reconectar a franquia à fórmula que transformou os primeiros filmes em sucessos de público.

A trama acompanha o grupo mais de duas décadas após os acontecimentos do longa original. Novamente, um assassino mascarado surge no caminho dos protagonistas, criando o cenário perfeito para uma nova sequência de sátiras envolvendo os maiores fenômenos recentes do cinema de terror. E esse detalhe ajuda a entender por que a nota do CinemaScore talvez não seja tão preocupante quanto parece.

Ao contrário de um filme de ação ou de uma aventura familiar, uma comédia não costuma gerar reações uniformes. O humor é um dos elementos mais subjetivos do entretenimento. Uma piada que provoca gargalhadas em parte da plateia pode simplesmente não funcionar para outra. Quando a proposta envolve humor absurdo, referências específicas e sátiras exageradas, essa diferença de percepção tende a ficar ainda mais evidente.

É exatamente esse o território onde a comédia sempre existiu. A franquia nunca buscou ser sofisticada ou agradar a todos os públicos. Seu objetivo sempre foi brincar com os excessos do cinema comercial, transformar cenas famosas em piadas e rir dos clichês que dominam a cultura pop. Quem entra na sessão esperando esse tipo de experiência provavelmente encontrará algo próximo do que procura. Já quem espera uma abordagem mais moderna ou uma comédia convencional pode reagir de forma diferente.

Por isso, a nota “C+” talvez revele menos sobre a qualidade do filme e mais sobre o perfil de sua proposta. O CinemaScore mede a reação imediata dos espectadores ao deixarem a sala de cinema. É uma ferramenta útil, mas que nem sempre consegue capturar como determinados gêneros se comportam ao longo do tempo. Comédias irreverentes e produções de humor mais específico frequentemente recebem avaliações inferiores às de blockbusters que apostam em fórmulas mais amplas.

O dado que realmente merece atenção neste momento é outro: a capacidade do filme de atrair público mesmo após 13 anos sem um novo capítulo da série. Em uma época em que dezenas de produções disputam espaço nos cinemas e nas plataformas de streaming, fazer com que uma franquia lançada há mais de 25 anos volte a ocupar espaço nas conversas do público já representa um resultado significativo.

Mais do que uma simples continuação, o sexto capítulo funciona como um teste para medir se ainda existe espaço para grandes paródias no cinema atual. O gênero praticamente desapareceu das salas nos últimos anos, enquanto o terror vive uma fase de enorme popularidade. Essa combinação cria uma oportunidade interessante para a franquia voltar a comentar — e ridicularizar — os filmes que hoje dominam o imaginário do público.

Por enquanto, o cenário é claro: a nota do CinemaScore gerou manchetes, mas os números de bilheteria indicam que muita gente continua interessada em ver Cindy, Brenda, Ray e Shorty de volta à ação. Nas próximas semanas, será a arrecadação, e não uma pesquisa de saída, que mostrará qual desses indicadores conta a história mais completa sobre o retorno de Todo Mundo em Pânico.

Netflix confirma terceira e última temporada de Manual de Assassinato para Boas Garotas e encerrará adaptação dos livros de Holly Jackson

A Netflix anunciou a renovação de Manual de Assassinato para Boas Garotas para uma terceira temporada, que também será a última da produção. Com a decisão, a plataforma concluirá a adaptação da trilogia escrita por Holly Jackson, encerrando a história de Pip Fitz-Amobi exatamente no ponto em que a autora finalizou a narrativa nos livros. As informações são da Variety.

A renovação dá à série algo que nem sempre acontece com adaptações literárias: a possibilidade de desenvolver e concluir todos os acontecimentos planejados desde o início. Desde sua estreia, a produção tem seguido a estrutura dos romances originais, dedicando cada temporada a um dos livros da trilogia. A temporada final será baseada em “As Good As Dead”, terceiro volume da saga publicada por Jackson.

A série acompanha Pip Fitz-Amobi, estudante que decide reexaminar um assassinato ocorrido anos antes em sua cidade. O que começa como um projeto escolar evolui para uma investigação que expõe informações ocultadas durante anos e coloca a protagonista em contato direto com pessoas ligadas ao caso. Ao longo das duas primeiras temporadas, a personagem passa de observadora a participante dos acontecimentos que tenta desvendar, carregando consequências que se acumulam a cada nova descoberta.

A escolha de adaptar o terceiro livro permite à produção explorar uma etapa diferente da trajetória de Pip. Enquanto os capítulos iniciais apresentavam uma jovem determinada a encontrar respostas para um crime antigo, a fase final da história mostra alguém que já conhece o peso das decisões tomadas durante suas investigações. Essa mudança de perspectiva é um dos elementos centrais do último romance e deve orientar os episódios finais da adaptação.

A autora Holly Jackson afirmou que considera “As Good As Dead” seu livro preferido da trilogia. Segundo ela, a obra apresenta uma protagonista transformada pelos acontecimentos anteriores e confrontada por situações que colocam à prova sua visão de justiça, responsabilidade e segurança. A adaptação televisiva deverá seguir essa mesma linha narrativa.

Emma Myers retorna ao papel principal após liderar as duas primeiras temporadas. A atriz divide novamente a cena com Zain Iqbal, intérprete de Ravi Singh, personagem que se tornou uma peça importante na trajetória investigativa de Pip. O elenco da temporada final também contará com os retornos de Henry Ashton, Asha Banks, Jude Morgan-Collie, Eden H. Davies e Yali Topol Margalith.

Outro detalhe confirmado é que a terceira temporada terá quatro episódios. O formato acompanha o modelo de produção adotado pela série desde sua criação para a televisão britânica, priorizando histórias mais concentradas e diretamente ligadas aos eventos dos livros.

Desenvolvida por Poppy Cogan e produzida pela Moonage Pictures, Manual de Assassinato para Boas Garotas nasceu como uma adaptação para a BBC antes de chegar ao catálogo internacional da Netflix. A distribuição global ampliou o alcance da produção e colocou a série entre os títulos de suspense juvenil mais assistidos da plataforma em diversos mercados.

Paul Anthony Kelly entra para o elenco de A Empregada 2 e assume papel importante na sequência do thriller estrelado por Sydney Sweeney

O elenco de A Empregada 2 continua crescendo. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o ator Paul Anthony Kelly, visto recentemente como John F. Kennedy Jr. na série Love Story, da FX, foi confirmado na sequência do suspense estrelado por Sydney Sweeney. O novo filme dará continuidade à adaptação dos livros de Freida McFadden, que conquistou público e bilheterias em seu lançamento.

No filme, Kelly interpretará Douglas Garrick, um bilionário casado com Wendy Garrick, personagem que será vivida por Kirsten Dunst. Além de integrar um dos núcleos centrais da história, Douglas também será o novo empregador de Millie, protagonista novamente interpretada por Sydney Sweeney. A escalação ajuda a esclarecer os primeiros detalhes da trama e indica que a sequência seguirá explorando o contraste entre aparências impecáveis e segredos escondidos dentro de mansões luxuosas.

A chegada de Paul Anthony Kelly representa um passo importante na carreira do ator. Após ganhar visibilidade na televisão, ele agora assume um papel de destaque em uma produção que nasce cercada de expectativas. Como Douglas Garrick, ele fará parte do centro do mistério que deverá movimentar a narrativa, dividindo cenas com nomes já consolidados da indústria, como Sydney Sweeney (Imaculada e Todos Menos Você) e Kirsten Dunst (Ataque dos Cães e a trilogia Homem-Aranha de Sam Raimi).

O interesse em torno da sequência é resultado direto do desempenho surpreendente do primeiro filme. Lançado em 2025, A Empregada transformou um fenômeno literário em sucesso de bilheteria. A produção acompanhava Millie Calloway, uma mulher tentando reconstruir a própria vida após deixar a prisão. Em busca de uma oportunidade de recomeço, ela aceitava trabalhar como empregada doméstica para a rica família Winchester, sem imaginar que encontraria uma rotina marcada por manipulações, mentiras e situações cada vez mais inquietantes.

Ao longo da história, o público acompanhava a convivência de Millie com Nina Winchester, interpretada por Amanda Seyfried (Mamma Mia! e Os Miseráveis), e Andrew Winchester, vivido por Brandon Sklenar (1923 e É Assim que Acaba). Conforme a protagonista se aproximava da família, segredos cuidadosamente escondidos começavam a vir à tona, transformando o que parecia ser uma simples oportunidade de emprego em uma experiência perigosa e imprevisível.

A combinação de suspense psicológico, reviravoltas frequentes e personagens complexos ajudou a impulsionar o filme nas bilheterias. Produzido com orçamento estimado em US$ 35 milhões, o longa arrecadou cerca de US$ 359 milhões ao redor do mundo, tornando-se um dos resultados mais expressivos do gênero nos últimos anos. O desempenho chamou a atenção da indústria e consolidou a força comercial das adaptações dos livros de Freida McFadden.

No Brasil, o filme também encontrou forte apoio do público. Após uma pré-estreia promissora, a produção manteve crescimento nas semanas seguintes e chegou ao topo das bilheterias nacionais. O resultado demonstrou que o interesse por thrillers psicológicos continua elevado, especialmente quando a narrativa consegue equilibrar mistério, tensão e personagens que desafiam constantemente as expectativas dos espectadores.

Embora os produtores ainda mantenham a maior parte da trama em segredo, a confirmação de Douglas e Wendy Garrick oferece uma pista importante sobre o caminho que será seguido pela continuação. A nova história colocará Millie em outra residência luxuosa, onde precisará lidar com uma dinâmica familiar completamente diferente da apresentada no primeiro filme. Como aconteceu anteriormente, a protagonista deverá se ver envolvida em uma rede de segredos que inicialmente parecem impossíveis de compreender.

Nos bastidores, a sequência também mantém parte da equipe responsável pelo sucesso do primeiro longa. A direção continua nas mãos de Paul Feig, cineasta conhecido por trabalhos como Missão Madrinha de Casamento, Um Pequeno Favor e As Bem-Armadas. Rebecca Sonnenshine retorna como roteirista da adaptação, enquanto a própria autora Freida McFadden segue envolvida no projeto como produtora executiva.

A escolha de expandir a história de Millie não acontece por acaso. Os livros da autora formam uma série que continua explorando novas situações e desafios enfrentados pela personagem, oferecendo material para possíveis continuações futuras. Dessa forma, A Empregada 2 não é apenas uma sequência isolada, mas também uma oportunidade para a Lionsgate transformar a franquia em uma presença constante nos cinemas.

Supergirl estreia com US$ 13 milhões nas bilheterias mundiais e mira abertura de até US$ 50 milhões nos Estados Unidos

Imagem do filme "Supergirl". Foto: Reprodução/ DC Studios

A nova fase da DC Studios começou mais um teste importante nos cinemas. Supergirl, estrelado por Milly Alcock (A Casa do Dragão), arrecadou US$ 7,8 milhões nas sessões de pré-estreia e já soma US$ 13 milhões nas bilheterias mundiais. Segundo a Variety, a expectativa é que o longa feche seu primeiro fim de semana com uma arrecadação entre US$ 47 milhões e US$ 50 milhões apenas nos Estados Unidos, resultado que pode consolidar mais um bom começo para o novo Universo DC após o lançamento de Superman.

O filme marca a estreia de Milly como Kara Zor-El, uma versão da super-heroína bastante diferente da heroína apresentada em adaptações anteriores. Em vez de acompanhar uma origem tradicional, a história adapta a aclamada HQ Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely. Na trama, Kara cruza a galáxia ao lado de Krypto quando conhece Ruthye Marye Knoll, interpretada por Eve Ridley (3 Body Problem), uma jovem determinada a encontrar o assassino de seu pai. A missão coloca a heroína frente a frente com Krem das Colinas Amarelas, vivido por Matthias Schoenaerts (The Old Guard e Ferrugem e Osso).

Um dos diferenciais do filme está justamente na construção da protagonista. Ao contrário de Kal-El, que cresceu na Terra ao lado dos Kent, Kara passou parte da infância em um fragmento de Krypton e testemunhou a destruição do planeta antes de chegar ao nosso mundo. Esse passado torna a personagem mais endurecida e influencia diretamente suas decisões ao longo da história. O elenco ainda conta com David Krumholtz (Oppenheimer e A Lenda do Tesouro Perdido) e Emily Beecham (1899 e Into the Badlands) como os pais da heroína, Zor-El e Alura.

Nos bastidores, o projeto também passou por mudanças importantes. Um filme solo da personagem chegou a ser desenvolvido durante o antigo Universo Estendido da DC (DCEU), depois da participação de Sasha Calle (The Flash) como Supergirl. A ideia foi reformulada quando James Gunn e Peter Safran assumiram a DC Studios em 2022 e iniciaram um novo planejamento para a franquia. O roteiro ficou nas mãos de Ana Nogueira, enquanto a direção é de Craig Gillespie, responsável por filmes como Cruella e Eu, Tonya. As gravações aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra, além de locações em Londres e na Escócia.

Anunciado inicialmente como Woman of Tomorrow, o longa perdeu o subtítulo durante a produção e passou a se chamar apenas Supergirl. A estreia aconteceu em 25 de junho, e o desempenho nas próximas semanas deve ser acompanhado de perto pela Warner Bros. e pela DC Studios, já que o filme representa mais um passo na construção do novo universo compartilhado idealizado por James Gunn.

Nem o bom boca a boca foi suficiente! Supergirl enfrenta concorrência pesada e deve fechar no prejuízo

Foto: Reprodução/ Internet

A nova fase da DC Studios encontrou um obstáculo que vai além da recepção do público. Supergirl continua em cartaz, mas enfrenta uma das temporadas mais concorridas dos últimos anos nos cinemas. Desde a estreia, o filme divide espaço com sucessos como Toy Story 5, Obsessão, Backrooms: Um Não-Lugar, Todo Mundo em Pânico e Michael, títulos que seguem atraindo grandes públicos e disputando as mesmas salas de exibição.

O resultado aparece nas projeções financeiras. Segundo a Variety, a expectativa é que Supergirl encerre sua trajetória comercial acumulando um prejuízo entre US$ 100 milhões e US$ 120 milhões, considerando o orçamento estimado em US$ 170 milhões e os custos de distribuição e marketing.

Por que Supergirl perdeu força nas bilheterias?

A concorrência explica parte desse desempenho. Em poucas semanas, o longa passou a dividir a atenção do público com produções de perfis bastante diferentes.

Enquanto Toy Story 5 domina o público familiar e já ultrapassou US$ 760 milhões em bilheteria mundial, o terror Obsessão se transformou em um dos maiores fenômenos originais da década. Outro destaque é Backrooms: Um Não-Lugar, que superou US$ 356 milhões arrecadados com um orçamento inferior a US$ 10 milhões. A comédia Todo Mundo em Pânico e a cinebiografia Michael, sobre Michael Jackson, também seguem registrando números expressivos e ocupando espaço importante no circuito.

O desempenho muda os planos da DC Studios?

Apesar das projeções negativas, não há indicação de que o desempenho comercial altere os planos da DC Studios para seu novo universo compartilhado. O longa faz parte da estratégia conduzida por James Gunn e Peter Safran, que tratam os primeiros filmes do DCU como peças fundamentais para estabelecer novos personagens e construir histórias de longo prazo.

Nesse contexto, o desempenho nas bilheterias representa apenas um dos fatores considerados pelo estúdio. A repercussão entre público e crítica, o interesse pelo streaming e o fortalecimento da marca também entram na avaliação do projeto.

Quem é a nova super-heroína do cinema?

O filme apresenta Milly Alcock como Kara Zor-El, prima de Superman. A versão da personagem se distancia da imagem mais otimista vista em adaptações anteriores. Depois de crescer em um fragmento de Krypton e testemunhar a destruição do planeta e a morte de praticamente todos ao seu redor, Kara desenvolveu uma personalidade mais endurecida e marcada pelos traumas da infância.

A história acompanha a heroína durante uma viagem espacial ao lado de Krypto, quando cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll, interpretada por Eve Ridley. O encontro leva as duas a uma missão motivada por vingança contra Krem das Colinas Amarelas, vivido por Matthias Schoenaerts.

O elenco ainda conta com David Krumholtz e Emily Beecham como os pais de Kara, além de uma participação especial de Jason Momoa, que estreia como Lobo, um dos personagens mais populares dos quadrinhos da DC.

Como surgiu esse novo filme?

A produção passou por mudanças importantes antes de chegar aos cinemas. Inicialmente, um filme solo da heroína fazia parte do antigo Universo Estendido da DC (DCEU), período em que Sasha Calle interpretou a personagem em The Flash.

O projeto foi reformulado após a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da DC Studios, em 2022. Inspirado na minissérie Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, o novo longa ganhou roteiro de Ana Nogueira e direção de Craig Gillespie. As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025, nos estúdios Warner Bros. Leavesden, em Londres, e em locações na Escócia.

Corujão 01/07/2023 TOC – Transtornada Compulsiva Obsessiva e Joel

Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 01/07/2023, o Corujão preparou uma seleção de filmes que prometem agitar seus sentidos e proporcionar momentos inesquecíveis de entretenimento e diversão. São duas opções de longa-metragem escolhidas especialmente para você. Esteja preparado para uma noite incrível!

O primeiro destaque da noite é “TOC – Transtornada Compulsiva Obsessiva”. A trama acompanha a vida de Kika K, uma atriz renomada que conquistou fama e sucesso em novelas e campanhas publicitárias, sendo adorada por milhões de fãs. No entanto, por trás da fama, Kika enfrenta uma crise que afeta tanto sua vida pessoal quanto profissional, lutando para conciliar as exigências de sua carreira com as limitações impostas pelo seu transtorno obsessivo-compulsivo.

Ao se deparar com obstáculos como um fã obsessivo chamado Felipão, um namorado galã completamente sem noção e as cobranças de sua empresária exigente, Kika embarca em uma jornada hilariante e reflexiva. Com uma abordagem leve, o filme trata das batalhas internas enfrentadas por Kika de forma divertida e descontraída.

O elenco traz a talentosa Tatá Werneck no papel de Kika K, acompanhada de Bruno Gagliasso, Vera Holtz e Luis Lobianco, que dão vida aos personagens secundários. A direção dessa comédia brasileira fica a cargo de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, garantindo momentos de risadas e reflexão para os telespectadores. Prepare-se para uma história envolvente e divertida!

Na sequência, teremos o filme “Joel”, uma obra que nos emociona e nos faz refletir sobre os laços familiares. A trama gira em torno de Cecilia e Diego, um casal que enfrenta a tristeza da infertilidade. No entanto, a vida reserva uma surpresa quando eles recebem um telefonema da agência de adoção em que se cadastraram há algum tempo, anunciando a chegada repentina de Joel, um menino de nove anos com uma história de vida conturbada.

A partir desse momento, acompanhamos a jornada de Cecilia, Diego e Joel, enquanto eles aprendem a se adaptar e construir uma nova dinâmica familiar repleta de amor e desafios. O filme aborda temas sensíveis, como aceitação e os desafios enfrentados por famílias adotivas, proporcionando uma experiência emocionante e tocante.

Dirigido por Carlos Sorin, “Joel” é uma produção argentina que conta com um elenco talentoso, incluindo Vitor Mafra, Marcelo Salsicha, Letícia Bortoletto, Cássia Bisceglia, Almeida Victoria, Gentile Diego e Noguera Santiago Joel. Prepare-se para ser envolvido por essa história cativante e se deixe levar pelas emoções que ela desperta.

Após mais um capítulo emocionante de “Vai na Fé”, o Corujão entra em cena, trazendo diversão e emoção para sua noite. Não perca a oportunidade de aproveitar esses filmes incríveis selecionados especialmente para você. Prepare a pipoca, acomode-se confortavelmente e mergulhe nessas histórias que irão cativar seu coração e sua imaginação. A diversão está garantida!

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