Obsessão supera US$ 300 milhões nos cinemas e transforma produção independente em um dos maiores casos de sucesso do terror

Quando Obsessão chegou aos cinemas em maio, poucos analistas projetavam uma trajetória tão longa nas bilheterias. O filme, escrito, dirigido e editado por Curry Barker, acabou se transformando em uma das raras produções originais de terror capazes de disputar espaço com franquias estabelecidas. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa já ultrapassou US$ 300 milhões arrecadados mundialmente. Nos Estados Unidos, o total chegou a US$ 201,6 milhões após liderar novamente as bilheterias em uma quinta-feira, com quase US$ 3 milhões em receita diária.

O resultado coloca o filme em uma posição pouco comum para o gênero. Nos últimos anos, boa parte dos grandes sucessos comerciais do terror esteve ligada a marcas já conhecidas pelo público. O longa-metragem seguiu um caminho diferente. Sem adaptações, continuações ou personagens populares servindo como chamariz, o longa encontrou seu público a partir de uma ideia simples e inquietante.

A trama acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem que trabalha em uma loja de música e mantém uma amizade de longa data com Nikki Freeman, papel de Inde Navarrette. Apaixonado por ela há anos, ele nunca consegue revelar o que sente. A situação muda quando encontra um objeto conhecido como Salgueiro dos Desejos em uma loja de artigos místicos. Convencido de que aquela pode ser sua única oportunidade, ele faz um pedido: que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo.

O filme não perde tempo tentando convencer o espectador de que aquela escolha dará certo. O desejo é realizado, mas a afeição de Nikki logo assume contornos perturbadores. O que parecia resolver um problema transforma a vida dos dois em uma sequência de acontecimentos violentos, impulsionados por uma obsessão que cresce de forma incontrolável.

Parte da repercussão em torno do longa está relacionada à maneira como Barker conduz essa premissa. O roteiro utiliza um elemento sobrenatural, mas o conflito central permanece ancorado em questões humanas. O filme trata de posse, dependência emocional e controle sem recorrer a longas explicações ou discursos. O desconforto surge das atitudes dos personagens e das consequências provocadas por elas.

Essa abordagem também ajudou a diferenciar Obsessão dentro de um mercado saturado por histórias que frequentemente seguem estruturas parecidas. Em vez de concentrar seus esforços em sustos sucessivos, o longa investe na deterioração gradual da relação entre os protagonistas. A tensão aumenta porque o público entende rapidamente que não existe uma saída simples para o problema criado por Bear.

Michael Johnston sustenta boa parte desse conflito ao interpretar um personagem que passa da realização inicial ao arrependimento absoluto. Já Inde Navarrette encontra espaço para explorar diferentes camadas de Nikki à medida que a personagem perde o controle sobre si mesma. O elenco ainda conta com Cooper Tomlinson como Ian, Megan Lawless como Sarah Harper e Andy Richter no papel de Carter Harper, proprietário da loja de música onde a história se desenvolve.

A trajetória do filme começou meses antes da estreia comercial. O longa foi exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2025, dentro da tradicional mostra Midnight Madness, dedicada a produções de terror, suspense e fantasia. A recepção positiva naquele circuito ajudou a despertar interesse entre distribuidores e espectadores que acompanham o gênero de perto.

O desempenho nos cinemas acabou superando até mesmo o entusiasmo gerado após o festival. Diferentemente de muitos filmes de terror que concentram a maior parte da arrecadação nos primeiros dias, o filme manteve público ao longo das semanas. Esse comportamento costuma ser associado a produções que conseguem estimular recomendações espontâneas entre espectadores, algo cada vez mais difícil em um mercado marcado pela velocidade dos lançamentos.

Novo trailer de O Convite destaca encontro entre casais que sai do controle em comédia estrelada por Olivia Wilde e Seth Rogen

A O2 Play divulgou o novo trailer de O Convite, comédia dirigida por Olivia Wilde que chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho. O filme reúne Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton em uma história que transforma um encontro entre vizinhos em uma sequência de revelações desconfortáveis, conflitos conjugais e situações constrangedoras.

A trama acompanha Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde), um casal que atravessa um período de desgaste no relacionamento. Em uma tentativa de quebrar a rotina, os dois recebem para jantar os vizinhos do andar de cima, vividos por Penélope Cruz e Edward Norton. A conversa, inicialmente cordial, passa a expor diferenças entre os casais e revela questões que estavam longe de ser resolvidas.

As imagens inéditas divulgadas no trailer ampliam a dimensão desse encontro e deixam mais claro o tom do longa. Em vez de seguir a estrutura tradicional das comédias românticas, o filme concentra sua narrativa em um espaço reduzido e utiliza os diálogos como principal motor da história. Cada nova revelação altera o equilíbrio entre os personagens e empurra a noite para situações cada vez mais desconfortáveis.

O projeto nasceu a partir de uma obra que já havia conquistado espaço fora dos Estados Unidos. O longa-metragem adapta o filme espanhol Sentimental, lançado em 2020 por Cesc Gay. A produção, por sua vez, era baseada na peça teatral Els veïns de dalt (Os Vizinhos de Cima), escrita pelo próprio diretor e encenada em diversos países nos últimos anos.

A versão americana passou por um desenvolvimento longo e sofreu mudanças significativas antes de chegar às filmagens. Quando foi anunciada, em 2021, a produção tinha David Permut como produtor e seguiria outro caminho criativo. Em 2022, Jonathan Dayton e Valerie Faris, diretores de Pequena Miss Sunshine, chegaram a assumir o comando do projeto, com roteiro escrito por Rashida Jones e Will McCormack.

O elenco inicialmente previsto também era diferente. Amy Adams, Paul Rudd e Tessa Thompson chegaram a ser anunciados nos papéis principais. O filme acabou sendo reformulado e retornou ao desenvolvimento em 2025 sob a direção de Olivia Wilde, que assumiu uma posição dupla ao comandar a produção e interpretar uma das protagonistas.

As gravações aconteceram em apenas 23 dias, uma duração bastante curta para os padrões de Hollywood. A equipe optou por filmar em ordem cronológica, permitindo que os atores acompanhassem a evolução dos conflitos exatamente na sequência em que eles aparecem na história.

Parte das filmagens foi realizada em locações reais de São Francisco. Entre os cenários utilizados estão a linha ferroviária do BART, a região de Sunset District, o tradicional mercado de produtores do bairro Castro e a histórica Molinari Delicatessen. A cidade não funciona apenas como pano de fundo; ela ajuda a construir o cotidiano dos personagens e a sensação de proximidade que sustenta a trama.

O elenco reúne intérpretes com trajetórias bastante distintas. Seth Rogen consolidou sua carreira entre a comédia e a produção televisiva. Olivia Wilde alterna trabalhos como atriz e diretora desde a estreia de Fora de Série. Penélope Cruz, vencedora do Oscar por Vicky Cristina Barcelona, retorna a um papel mais leve após uma sequência de produções dramáticas. Edward Norton, indicado ao Oscar em quatro ocasiões, assume um personagem cuja personalidade muda constantemente conforme a noite avança.

A trilha sonora original é assinada por Devonté Hynes, músico britânico conhecido pelo projeto Blood Orange. Seu trabalho acompanha as mudanças de humor da narrativa sem recorrer aos caminhos tradicionais das comédias de estúdio, contribuindo para a sensação de tensão crescente que atravessa boa parte do filme.

Antes da estreia comercial, o filme foi exibido no Festival de Sundance de 2026, onde recebeu avaliações positivas da crítica especializada. Nos Estados Unidos, o lançamento será realizado pela A24 a partir de 26 de junho. No Brasil, a distribuição ficará a cargo da O2 Play.

Menos de 10 anos após a animação, Moana retorna aos cinemas em live-action com projeção de estreia milionária

A Disney ainda não lançou o live-action de Moana, mas as primeiras projeções de bilheteria indicam que o filme pode chegar aos cinemas em posição confortável. Segundo estimativas publicadas pelo Deadline, a adaptação deve arrecadar cerca de US$ 85 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá.

O número colocaria o longa entre as maiores estreias do estúdio em 2026 e oferece um primeiro indicativo sobre o interesse do público por uma releitura que chega relativamente cedo. A animação original estreou em 2016, arrecadou mais de US$ 680 milhões mundialmente e permaneceu entre os títulos mais consumidos da Disney nos anos seguintes graças ao streaming.

A escolha de revisitar a história tão rapidamente chamou atenção quando o projeto foi anunciado em 2023. A maior parte dos live-actions da Disney revisitou obras lançadas décadas antes. Moana seguiu um caminho diferente. O estúdio decidiu transformar em filme uma propriedade que ainda ocupa espaço relevante dentro de seu catálogo e continua alcançando novas audiências.

A protagonista será interpretada por Catherine Laga’aia, atriz australiana de ascendência samoana que fará seu primeiro trabalho em uma produção desse porte. A escalação foi anunciada em junho de 2024 após meses de testes conduzidos pela Disney.

Dwayne Johnson retorna como Maui, personagem que já havia interpretado como dublador nos longas animados. Desta vez, o ator assume a versão em live-action e também participa da produção através da Seven Bucks Productions.

A relação de Johnson com o projeto vai além da franquia. Filho de pai canadense e mãe samoana, o ator esteve envolvido desde as primeiras etapas de desenvolvimento e frequentemente destaca a importância da representação das culturas polinésias em produções de alcance global.

Na direção está Thomas Kail, conhecido principalmente por seu trabalho nos palcos da Broadway. Seu currículo inclui a montagem original de Hamilton, musical criado por Lin-Manuel Miranda que se tornou um dos maiores sucessos do teatro norte-americano neste século. Embora tenha experiência em televisão, Moana representa sua primeira grande superprodução para os cinemas.

O roteiro foi escrito por Jared Bush e Dana Ledoux Miller. Bush trabalhou em produções como Zootopia e Encanto, duas das animações mais bem-sucedidas da Disney nos últimos anos. Ledoux Miller integrou a equipe criativa de Moana 2, lançado em 2024.

O elenco também conta com John Tui, Frankie Adams e Rena Owen, nomes conhecidos do cinema e da televisão da Nova Zelândia. A presença de artistas ligados à Oceania segue uma diretriz adotada desde a animação original, que contou com consultores culturais e pesquisadores especializados nas tradições dos povos do Pacífico.

As filmagens ocorreram entre julho e novembro de 2024. A produção utilizou locações no Havaí e estruturas de estúdio em Atlanta, cidade que concentra parte significativa das grandes produções da Disney e de outros estúdios de Hollywood.

A trilha sonora reúne novamente dois profissionais associados ao sucesso do primeiro filme. Mark Mancina retorna como compositor da música instrumental, enquanto Lin-Manuel Miranda volta a colaborar com a franquia após ficar de fora de Moana 2 por conflitos de agenda.

O retorno de Miranda possui peso considerável para a produção. Canções como “How Far I’ll Go” e “You’re Welcome” continuam entre as músicas mais populares já lançadas pela Disney na última década e desempenharam papel importante na expansão da marca muito além de sua exibição nos cinemas.

Romance policial com elementos sobrenaturais coloca o leitor no centro de um mistério em O Circo do Senhor Farfalle

O escritor Tiago U. Bardella realiza no dia 20 de junho, às 17h, uma sessão de autógrafos de O Circo do Senhor Farfalle na Livraria Clepsidra, localizada na região central de São Paulo. Lançado no fim de 2025, o romance mistura investigação criminal, ficção científica e acontecimentos sobrenaturais em uma narrativa construída de forma pouco comum no mercado editorial brasileiro.

Desde as primeiras páginas, o leitor ocupa o lugar do protagonista. Não há um personagem intermediando a história ou servindo como ponto de vista. O texto é escrito integralmente em segunda pessoa, colocando quem lê na posição de responsável pela investigação que move a trama.

A história começa após a morte do proprietário de um circo. Designado para solucionar o caso, o leitor assume o papel de detetive e passa a reunir depoimentos, analisar pistas e confrontar versões contraditórias dos acontecimentos. O que inicialmente parece ser um crime convencional se transforma em algo muito mais difícil de explicar.

Conforme a investigação avança, surgem elementos que escapam das regras tradicionais do romance policial. Relatos de viagens astrais, previsões feitas por uma vidente e ocorrências associadas ao chamado Efeito Mandela passam a interferir na busca por respostas. A cada nova descoberta, torna-se mais difícil determinar quais informações podem ser consideradas confiáveis.

O cenário escolhido por Bardella contribui para essa sensação de instabilidade. O circo funciona como um espaço onde diferentes personagens escondem interesses, ressentimentos e segredos. Artistas, funcionários e pessoas ligadas ao empreendimento se tornam peças de um quebra-cabeça que vai muito além da identificação de um suspeito.

A estrutura narrativa aproxima o livro de formatos encontrados em jogos investigativos e campanhas de RPG. Em vez de acompanhar um detetive resolvendo o mistério, o leitor é levado a construir suas próprias conclusões sobre os fatos apresentados. O texto evita oferecer respostas imediatas e trabalha constantemente com interpretações conflitantes dos acontecimentos.

A combinação de gêneros também ajuda a diferenciar a obra. O enredo parte de uma investigação criminal, mas incorpora conceitos ligados a realidades alternativas, percepção da memória e fenômenos paranormais. Essa mistura amplia o alcance da narrativa para leitores que transitam entre o suspense, a ficção científica e histórias voltadas ao inexplicável.

Publicado em 24 de novembro de 2025, O Circo do Senhor Farfalle está disponível em formato físico e digital pela Amazon, além de integrar o catálogo do Kindle.

UCI lança combo especial de Toy Story 5 com copo colecionável do Woody e promove evento infantil com brindes na estreia do filme

Após encerrar a história de Woody em 2019, a Pixar decidiu revisitar sua franquia mais conhecida com uma proposta diferente daquela vista nos filmes anteriores. Em vez de focar em despedidas, mudanças de dono ou crises de identidade, Toy Story 5 direciona seu olhar para uma questão presente no cotidiano de milhões de famílias: o espaço cada vez maior ocupado por dispositivos eletrônicos na infância.

A animação estreia nos cinemas brasileiros em 18 de junho e acompanha Bonnie dois anos após os acontecimentos do quarto longa. Agora com oito anos, a menina passa a se interessar por novas amizades e por um tablet chamado Lilypad, apelidado de Lily. O aparelho rapidamente se torna seu passatempo favorito, alterando a rotina dos brinquedos que, até então, ocupavam papel central em suas brincadeiras.

O conflito da história nasce justamente dessa mudança. Jessie, que assumiu o posto de xerife após a saída de Woody, percebe que Bonnie dedica cada vez menos tempo aos brinquedos tradicionais. A situação se complica quando Lily começa a interferir diretamente na vida social da garota, criando uma série de acontecimentos que acabam reunindo novamente Woody, Buzz Lightyear e o restante do grupo.

A escolha desse tema representa uma mudança significativa para a série. Desde o primeiro filme, lançado em 1995, a franquia construiu suas histórias a partir da relação emocional entre crianças e brinquedos. Desta vez, a narrativa amplia essa discussão para incluir um elemento que se tornou parte inseparável da infância contemporânea.

O roteiro evita transformar a tecnologia em uma vilã. Em vez disso, procura discutir como tablets, aplicativos e redes sociais influenciam a maneira como as crianças se relacionam entre si e com as brincadeiras tradicionais. A proposta se aproxima mais de uma reflexão sobre hábitos e convivência do que de uma disputa entre o antigo e o moderno.

A produção também introduz novos personagens para sustentar essa abordagem. Greta Lee assume a voz de Lilypad, um tablet inteligente que acredita estar ajudando Bonnie a fazer amigos. Já Mykal-Michelle Harris interpreta Blaze Manoukian, uma garota que desempenha papel importante no desenvolvimento da trama. Craig Robinson participa como Atlas, um brinquedo em forma de hipopótamo equipado com sistema de navegação, enquanto Conan O’Brien empresta sua voz ao excêntrico Amigo Rolinho, um antigo dispositivo eletrônico infantil.

Os protagonistas clássicos permanecem no centro da história. Tom Hanks retorna como Woody, personagem que acompanha desde o primeiro longa da franquia. Tim Allen reprisa o papel de Buzz Lightyear e também interpreta um grupo de bonecos Buzz presos permanentemente no modo de demonstração. Joan Cusack volta como Jessie, que ocupa uma posição mais relevante na trama desta vez.

Nos bastidores, o projeto marca uma nova fase para a série. A direção ficou a cargo de Andrew Stanton, um dos nomes mais respeitados da Pixar. O cineasta participou da criação de títulos como Procurando Nemo e WALL-E e assina o roteiro ao lado de McKenna Harris.

O filme também representa o primeiro capítulo principal da franquia desenvolvido sem a participação de John Lasseter, um dos criadores de Toy Story. Lasseter deixou a Pixar em 2018, encerrando uma trajetória que começou ainda na fundação do estúdio.

Outro retorno importante acontece na trilha sonora. Randy Newman volta a compor para a série, ampliando uma colaboração iniciada no primeiro filme. Seu trabalho ajudou a definir a identidade musical da franquia ao longo das últimas três décadas.

Segundo informações divulgadas pela indústria cinematográfica, o orçamento da produção gira em torno de US$ 250 milhões. O valor coloca Toy Story 5 entre os projetos de animação mais caros já realizados por Hollywood, refletindo o nível de investimento técnico empregado pela Pixar.

A estreia também será acompanhada por ações promocionais nos cinemas brasileiros. A rede UCI iniciou a pré-venda de ingressos e lançou um combo temático com copo inspirado em Woody. No dia 20 de junho, unidades da rede realizarão o chamado Fanzinho Event, com distribuição de tatuagens temporárias relacionadas ao filme e cartelas de adesivos destinadas aos clientes do programa UCI Unique.

O longa estará disponível em diferentes formatos de exibição, incluindo IMAX, XPLUS, 4DX e VIP DE LUX. Cada opção oferece recursos específicos de imagem, som e conforto, permitindo ao público escolher como deseja assistir ao novo capítulo da série.

Supergirl ganha trailer internacional com novas cenas e destaca jornada espacial de Kara em busca de vingança

Foto: Reprodução/ Internet

A Warner Bros. divulgou um novo trailer internacional de Supergirl, filme que chegará aos cinemas em 26 de junho de 2026 como parte da primeira fase do DCU, a nova continuidade cinematográfica comandada por James Gunn e Peter Safran. As imagens inéditas oferecem um olhar mais detalhado sobre a relação entre Kara Zor-El, interpretada por Milly Alcock, e Ruthye Marye Knoll, personagem vivida por Eve Ridley, figura central da história adaptada dos quadrinhos de Supergirl: Woman of Tomorrow.

A prévia concentra boa parte de seu tempo na convivência entre as duas personagens. Ruthye surge como a responsável por colocar a kryptoniana em uma missão que atravessa diferentes planetas e sistemas estelares. O objetivo é encontrar Krem das Colinas Amarelas, papel de Matthias Schoenaerts, acusado de um crime que muda o rumo da vida da jovem.

As novas cenas também revelam trechos inéditos da viagem espacial conduzida por Kara. Naves, cidades alienígenas e confrontos espalhados pela galáxia ocupam espaço importante no material divulgado, indicando que o longa terá uma escala visual consideravelmente maior do que a maioria das adaptações anteriores da personagem.

A trama parte de um momento específico da vida de Kara Zor-El. Prestes a completar 23 anos, ela decide percorrer o espaço acompanhada de Krypto, o cão de Krypton. O encontro com Ruthye altera seus planos e a coloca diante de uma caçada que atravessa diferentes mundos.

A história é baseada na minissérie publicada entre 2021 e 2022 pela DC Comics. Escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, a obra recebeu reconhecimento por apresentar uma versão menos idealizada da heroína. Nos quadrinhos, a narrativa é contada principalmente sob o ponto de vista de Ruthye, que observa Kara como uma figura poderosa, mas marcada por perdas e cicatrizes acumuladas ao longo da vida.

Essa característica também está presente na adaptação cinematográfica. Desde o anúncio do projeto, James Gunn afirmou que o filme trabalharia uma interpretação diferente da personagem em comparação às versões vistas anteriormente no cinema e na televisão. A proposta parte da própria origem de Kara. Ao contrário de Kal-El, que cresceu na Terra sob os cuidados de Jonathan e Martha Kent, ela testemunhou de perto os momentos finais de Krypton e passou anos sobrevivendo em um fragmento do planeta antes de chegar ao seu destino.

A escolha de Milly Alcock para o papel ocorreu em janeiro de 2024. A atriz australiana ganhou projeção internacional ao interpretar a jovem Rhaenyra Targaryen em House of the Dragon e rapidamente passou a ser associada aos principais projetos de estúdios hollywoodianos. Sua escalação marcou uma das primeiras decisões importantes do novo DCU para personagens que terão participação recorrente nos próximos anos.

O roteiro foi escrito por Ana Nogueira, que já havia trabalhado em uma versão anterior de um filme da Supergirl durante os últimos anos do antigo universo compartilhado da DC. Quando James Gunn e Peter Safran assumiram o comando da DC Studios, decidiram reaproveitar a roteirista em um projeto completamente reformulado. Segundo Gunn, a qualidade do texto teve peso direto na decisão de colocar Supergirl entre as prioridades da nova fase da franquia.

A direção ficou a cargo de Craig Gillespie, cineasta conhecido por produções como Eu, Tonya e Cruella. Seu trabalho costuma equilibrar desenvolvimento de personagens e identidade visual forte, uma combinação que dialoga com o material original criado por Tom King e Bilquis Evely.

As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra, além de locações em Londres e na Escócia. O elenco também inclui David Krumholtz como Zor-El e Emily Beecham no papel da mãe de Kara.

O caminho até a realização do longa foi marcado por mudanças significativas dentro da DC. Antes da reformulação promovida pela atual gestão, a personagem havia sido introduzida em The Flash (2023), interpretada por Sasha Calle. Na época, existiam planos para expandir sua participação em futuros projetos do então DCEU. A mudança de estratégia adotada pela DC Studios levou à construção de uma nova continuidade, encerrando aqueles planos e abrindo espaço para uma abordagem diferente da heroína.

Psyren ganha primeiro teaser de anime e revela as primeiras cenas da adaptação produzida pela Satelight

Foto: Satelight / Divulgação

A REMOW divulgou o primeiro teaser oficial do anime de Psyren, adaptação do mangá de Toshiaki Iwashiro publicado na Weekly Shonen Jump entre 2007 e 2010. O vídeo apresenta as primeiras imagens da série e confirma sua estreia para outubro de 2026 na televisão japonesa.

A produção foi anunciada oficialmente em dezembro de 2025. O anime está sendo desenvolvido pelo estúdio Satelight, responsável por títulos como Macross Frontier e Helck. A direção é de Katsumi Ono, que trabalhou em Yu-Gi-Oh! 5D’s, com composição de série assinada por Shin Yoshida. O design dos personagens fica a cargo de Akira Ōkuma, enquanto a trilha sonora reúne Takashi Ōmama, Tatsuhiko Saiki e Shū Kanematsu.

A exibição japonesa acontecerá pelos canais Tokyo MX e BS11. A distribuição internacional está sob responsabilidade da REMOW, que ainda não revelou quais plataformas exibirão a série fora do Japão.

A trama acompanha Ageha Yoshina, um estudante que encontra um misterioso cartão com a palavra “Psyren” escrita. Pouco depois, sua colega de escola Sakurako Amamiya desaparece sem deixar pistas. A tentativa de descobrir o significado do cartão leva Ageha a um futuro devastado, onde a humanidade praticamente desapareceu e criaturas conhecidas como Taboo circulam por cidades destruídas.

Nesse cenário, os participantes são convocados por uma entidade chamada Nemesis Q para cumprir missões. Quem falha corre o risco de permanecer preso naquele futuro indefinidamente. A cada retorno para Psyren, os sobreviventes obtêm novas informações sobre os eventos que levaram o Japão ao colapso.

Um dos elementos centrais da história é o PSI, conjunto de habilidades psíquicas despertadas após a exposição ao ambiente de Psyren. Os poderes são divididos em três categorias principais: Aprimoramento, voltado para capacidades físicas; Explosão, focado na projeção de energia; e Transe, relacionado a habilidades mentais e manipulação psíquica.

Conforme a investigação avança, Ageha descobre que o futuro que presencia não é inevitável. A destruição do país está ligada à organização WISE, grupo formado por indivíduos com habilidades psíquicas liderados por Miroku Amagi. O conflito passa a envolver viagens temporais, alterações de linhas do tempo e tentativas de impedir uma catástrofe que ainda não aconteceu.

O mangá foi publicado em 16 volumes e encerrou sua serialização em 2010. Durante anos, Psyren permaneceu entre as obras da Shonen Jump frequentemente citadas pelos leitores quando o assunto era séries que nunca receberam adaptação para anime. O anúncio feito no fim de 2025 encerrou uma espera de mais de quinze anos desde a conclusão da obra original.

Toy Story 5 estreia nos cinemas com projeção de US$ 275 milhões e pode registrar uma das maiores aberturas da animação nos últimos anos

Foto: Divulgação/Pixar

A Pixar volta aos cinemas nesta semana com Toy Story 5, novo capítulo de uma das franquias mais bem-sucedidas da história da animação. As primeiras projeções de mercado indicam um desempenho expressivo nas bilheterias. De acordo com informações divulgadas pelo Deadline, o longa pode arrecadar cerca de US$ 275 milhões em todo o mundo durante seu primeiro fim de semana em cartaz.

O lançamento acontece sete anos após Toy Story 4, filme que encerrou a trajetória de Woody ao lado de Bonnie e deu ao personagem um novo caminho ao lado de Bo Peep. Na época, muitos espectadores interpretaram a despedida como um encerramento definitivo da série. Ainda assim, a Disney manteve a franquia ativa nos bastidores e oficializou o desenvolvimento de uma continuação em 2023.

A direção ficou a cargo de Andrew Stanton, veterano da Pixar responsável por Procurando Nemo e WALL-E. Stanton também assina o roteiro ao lado de Kenna Harris. O projeto marca uma mudança importante nos bastidores da série: trata-se do primeiro filme principal de Toy Story produzido sem a participação de John Lasseter, um dos criadores da franquia, que deixou a Pixar em 2018.

A história retoma os acontecimentos após a saída de Woody. Com ele longe do quarto de Bonnie, Jessie assume uma posição de liderança entre os brinquedos, auxiliada por Buzz Lightyear. A rotina do grupo muda quando Bonnie, agora com oito anos, passa a dedicar quase toda sua atenção a um novo brinquedo chamado Lilypad, um dispositivo eletrônico em formato de sapo.

O surgimento de Lilypad altera a dinâmica que sempre definiu a série. Em vez de focar apenas na relação entre crianças e brinquedos tradicionais, o novo filme discute o espaço ocupado por tablets, aparelhos inteligentes e entretenimento digital na infância contemporânea. O conflito central nasce justamente dessa mudança de comportamento.

Foto: Divulgação/Pixar

Diante da situação, Buzz decide procurar Woody. A reunião dos dois personagens serve como ponto de partida para a nova aventura e recoloca no centro da narrativa a amizade que sustenta a franquia desde o primeiro filme, lançado em 1995.

Tom Hanks retorna à versão original de Woody, papel que interpreta há mais de 30 anos. Tim Allen também volta como Buzz Lightyear. O elenco reúne ainda Joan Cusack como Jessie, Tony Hale como Forky, Annie Potts como Bo Peep, Wallace Shawn como Rex, John Ratzenberger como Hamm e Blake Clark como Slinky Dog.

Entre os novos nomes está Greta Lee, indicada ao Globo de Ouro por Vidas Passadas, que interpreta Lilypad. O elenco inédito inclui ainda Conan O’Brien, Craig Robinson, Matty Matheson, Mykal-Michelle Harris e Scarlett Spears.

Uma das novidades da trama é a introdução dos chamados Multi-Buzz, um conjunto formado por cinquenta versões tecnológicas de Buzz Lightyear que permanecem presas em modo de demonstração. A ideia amplia o elemento cômico da história e cria situações que exploram diferentes versões do patrulheiro espacial.

A produção também mantém uma das parcerias mais duradouras da Pixar. Randy Newman voltou para compor a trilha sonora do longa. O músico acompanha o estúdio desde os anos 1990 e é responsável por algumas das canções mais conhecidas associadas à franquia, incluindo You’ve Got a Friend in Me.

A trilha conta ainda com a participação de Taylor Swift, que gravou a faixa inédita “I Knew It, I Knew You” para o filme. A inclusão da cantora representa uma das principais novidades musicais desta sequência.

Quando o primeiro Toy Story estreou, em 1995, a indústria de animação vivia uma transformação tecnológica. O longa entrou para a história como o primeiro filme totalmente produzido por computação gráfica e ajudou a estabelecer o padrão que seria seguido pelos grandes estúdios nas décadas seguintes. Desde então, a série acumulou bilhões de dólares em bilheteria e recebeu reconhecimento constante da crítica.

Toy Story 5 chega aos cinemas em um cenário bastante diferente daquele encontrado pelos personagens há trinta anos. A presença crescente de dispositivos eletrônicos na rotina das crianças serve como base para a nova história e oferece à franquia um tema ligado aos hábitos atuais do público.

Rivals é renovada para a terceira temporada no Disney+ após sucesso de audiência e seguirá disputa de poder na TV britânica dos anos 1980

O Disney+ confirmou a renovação de Rivals para uma terceira temporada. A série, considerada a maior produção original europeia da plataforma, continuará sua trajetória com mais 12 episódios após o bom desempenho alcançado por sua segunda temporada, que registrou números sólidos de audiência e manteve a recepção positiva da crítica especializada. As informações são do Deadline.

Exibida pelo Hulu nos Estados Unidos, a produção é baseada no romance homônimo publicado por Jilly Cooper em 1988 e transporta para a televisão uma história marcada por disputas pessoais, interesses políticos e batalhas corporativas no competitivo mercado da televisão britânica dos anos 1980.

Desde sua estreia, em outubro de 2024, Rivals encontrou espaço entre os principais lançamentos dramáticos do Disney+ na Europa. A combinação de humor, romance, intrigas e personagens moralmente complexos ajudou a série a conquistar público em diferentes mercados, impulsionando rapidamente sua renovação para uma segunda temporada ainda no mesmo ano.

A trama se passa em 1986 e acompanha a intensa disputa entre Rupert Campbell-Black, aristocrata, político e figura influente da alta sociedade britânica, e Tony Baddingham, proprietário da emissora regional Corinium Television. A rivalidade entre os dois ultrapassa questões profissionais e acaba afetando relacionamentos, carreiras e os bastidores da televisão comercial do Reino Unido.

O elenco reúne nomes conhecidos do público. Alex Hassell interpreta Rupert Campbell-Black, enquanto David Tennant assume o papel de Tony Baddingham, um executivo disposto a proteger sua posição a qualquer custo. Aidan Turner vive o jornalista irlandês Declan O’Hara, contratado pela Corinium após deixar a BBC, movimento que altera o equilíbrio de forças dentro da emissora.

A série ainda conta com Victoria Smurfit como Maud O’Hara, Katherine Parkinson como Lizzie Vereker, Nafessa Williams como a produtora americana Cameron Cook, Danny Dyer como Freddie Jones e Lisa McGrillis como Valerie Jones. A diversidade de personagens permite que a narrativa explore diferentes camadas da sociedade britânica da época, desde os círculos aristocráticos até os bastidores da indústria do entretenimento.

Um dos aspectos que ajudaram a diferenciar Rivals de outras produções de época foi a forma como a série retratou a transformação da televisão britânica durante os anos 1980. O período marcou uma fase de forte competição entre emissoras, mudanças no mercado publicitário e a busca por formatos capazes de atrair grandes audiências, elementos que servem como pano de fundo para os conflitos centrais da história.

A produção também se destacou pelo investimento em sua recriação histórica. As gravações da primeira temporada começaram em março de 2023 e utilizaram instalações recém-inauguradas do The Bottle Yard Studios, em Bristol, um dos maiores centros de produção audiovisual do Reino Unido. Parte das filmagens também ocorreu em Tetbury, cidade localizada no condado de Gloucestershire, região que ajudou a compor a fictícia Rutshire apresentada na série.

As gravações da segunda temporada tiveram início em maio de 2025, ampliando a escala da produção. O investimento contínuo do Disney+ no projeto demonstra a importância estratégica que a série adquiriu para a plataforma, especialmente no mercado europeu, onde produções originais locais têm ganhado cada vez mais relevância na disputa entre os serviços de streaming.

Fallout troca Nova York por Los Angeles e aproxima segunda temporada de um dos cenários mais importantes dos games

A segunda temporada de Fallout levará a série para um território conhecido por quem acompanha a franquia há anos. Após encerrar seu primeiro ano indicando o caminho para New Vegas, a produção do Prime Video agora concentra seus esforços justamente na região que serviu de palco para um dos jogos mais celebrados da saga. As informações são da Variety.

A mudança acontece tanto na história quanto nos bastidores. As gravações dos novos episódios foram transferidas para Los Angeles, decisão que acompanha a nova fase da trama e aproxima a produção dos cenários que inspiraram boa parte da identidade visual da franquia.

Durante um evento dedicado à série, o produtor executivo Jonathan Nolan comentou que a equipe encontrou uma realidade diferente ao retornar à Califórnia. Segundo ele, o período longe do estado coincidiu com transformações significativas no setor audiovisual local. Nolan afirmou que filmar em Los Angeles sempre foi a alternativa mais adequada para o projeto e destacou a satisfação de trazer a produção de volta à cidade.

A escolha ganha peso por causa do próximo destino da narrativa. O Deserto de Mojave e New Vegas ocupam uma posição central na história dos games da série. A região serviu de cenário para Fallout: New Vegas, lançado em 2010 pela Obsidian Entertainment. Mesmo após quinze anos, o título continua sendo apontado por parte da comunidade como um dos capítulos mais sólidos da franquia, principalmente pela profundidade política de seus conflitos, pela liberdade de escolha oferecida ao jogador e pela construção das diferentes facções que disputam poder na região.

Os episódios finais da primeira temporada já indicavam essa direção. A breve aparição de New Vegas funcionou como uma sinalização clara sobre os próximos passos da adaptação. A confirmação de que a série seguirá para Mojave encerrou qualquer dúvida sobre qual período dos jogos serviria de referência para a continuação.

Lançada em abril de 2024, a série nasceu de uma parceria entre a Amazon, a Bethesda Game Studios e a produtora Kilter Films. A adaptação foi desenvolvida por Graham Wagner e Geneva Robertson-Dworet, com Jonathan Nolan e Lisa Joy entre os produtores executivos. Todd Howard, diretor de vários títulos da franquia nos videogames, também participa da produção.

O projeto chegou cercado de cautela. Adaptações de videogames para cinema e televisão acumularam um histórico irregular durante décadas. A recepção da crítica e do público, porém, colocou o seriado entre os casos mais bem-sucedidos do gênero nos últimos anos.

Parte dessa recepção está ligada à forma como a série utilizou elementos clássicos dos jogos sem depender exclusivamente deles para construir sua narrativa. O resultado foi uma produção capaz de funcionar para quem nunca teve contato com a franquia e, ao mesmo tempo, reconhecer detalhes importantes da mitologia criada ao longo dos games.

A história acompanha Lucy, interpretada por Ella Purnell, uma habitante do Vault 33 que deixa a segurança do abrigo subterrâneo em busca do pai desaparecido. Sua trajetória serve como ponto de partida para apresentar um mundo transformado pela guerra nuclear. Pelo caminho, ela cruza com Maximus, membro da Irmandade de Aço vivido por Aaron Moten, e com o Ghoul interpretado por Walton Goggins, um sobrevivente marcado por mais de dois séculos de vida após o colapso da civilização.

O cenário da série é resultado da Grande Guerra de 2077, conflito que destruiu boa parte do planeta em uma linha do tempo alternativa. Nesse futuro imaginado pelos criadores dos jogos, a energia nuclear se tornou a principal base tecnológica da sociedade. O avanço científico conviveu com uma estética inspirada nos Estados Unidos da década de 1950, combinação que se transformou em uma das características mais reconhecíveis da franquia.

Duzentos anos depois do desastre, os sobreviventes vivem espalhados entre pequenas comunidades, grupos militares e os chamados Vaults. Esses abrigos subterrâneos foram construídos para proteger a população dos ataques nucleares, embora muitos tenham servido como palco para experimentos conduzidos pela Vault-Tec, uma das corporações mais controversas da história da série.

A renovação para a segunda temporada foi anunciada apenas oito dias após a estreia. Na ocasião, o Prime Video informou que Fallout havia registrado uma das maiores audiências da plataforma, ficando atrás apenas de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder entre os lançamentos originais do serviço.

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