Papagaios | Assista ao teaser do filme que estreia hoje no 53º Festival de Cinema de Gramado, unindo suspense e comédia

O cinema brasileiro recebe mais uma produção de destaque com a estreia mundial do longa-metragem Papagaios, dirigido pelo talentoso cineasta carioca Douglas Soares. O filme será apresentado na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros do 53º Festival de Cinema de Gramado, um dos eventos mais tradicionais e respeitados do país. A obra propõe uma abordagem única sobre o fenômeno dos “papagaios de pirata” — pessoas que buscam aparecer em transmissões de TV ou diante de câmeras apenas para obter algum tipo de reconhecimento momentâneo.

Misturando suspense e comédia, o longa acompanha personagens que, por diferentes motivos, se veem envolvidos em situações que questionam os limites da ética e do comportamento humano. Ao mesmo tempo que diverte, o filme provoca reflexões sobre a necessidade de ser visto, reconhecido e validado socialmente, levantando questões universais sobre a fama e os desejos individuais.

Douglas Soares, que acumula mais de 40 prêmios por seus trabalhos no segmento de documentários, traz para sua estreia no longa de ficção uma sensibilidade rara para capturar nuances humanas. “Este é um filme sobre pessoas comuns em situações extraordinárias. Quero que o público se divirta, mas que também reflita sobre como a busca por reconhecimento pode transformar a vida de alguém”, afirma o diretor. Para ele, a experiência em documentários ajudou a construir personagens realistas, mesmo em um enredo que mescla elementos de suspense e humor.

Uma sátira social sobre a fama

No centro de Papagaios está a figura do “papagaio de pirata”, que inspira tanto o título quanto o tom do filme. A obra expõe, de forma irônica, o comportamento daqueles que desejam aparecer na televisão ou nas redes sociais, muitas vezes sem considerar consequências ou ética. Cada personagem representa uma faceta desse fenômeno, mostrando que a fama instantânea pode seduzir, confundir e até colocar vidas em risco.

Ao longo da narrativa, o público é convidado a observar como pequenos atos de vaidade ou ambição se acumulam, levando a situações inesperadas e, por vezes, perigosas. O suspense não surge apenas das ações externas, mas também das tensões internas de cada personagem, que precisam lidar com seus próprios desejos e limitações. E é justamente essa mistura de tensão e humor que torna o longa envolvente, capaz de prender a atenção do espectador do início ao fim.

Festival de Cinema de Gramado: palco para novos talentos

A estreia do longa no 53º Festival de Cinema de Gramado representa um marco na carreira de Douglas Soares, que chega ao evento com seu primeiro longa-metragem de ficção. O festival, que já revelou inúmeros talentos do cinema nacional, é reconhecido por prestigiar obras autorais e oferecer visibilidade para cineastas que se destacam pela originalidade e qualidade técnica.

Além de Papagaios, a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros contará com outros cinco filmes: A Natureza das Coisas Invisíveis, Cinco Tipos de Medo, , Querido Mundo e Sonhar com Leões. Juntos, eles disputam categorias como Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator e Atriz, Melhor Roteiro, Fotografia, Montagem, Trilha Musical, Direção de Arte, Ator e Atriz Coadjuvante, e Desenho de Som.

O prêmio de Melhor Filme inclui, além do tradicional Kikito, R$ 40 mil. O vencedor de Melhor Direção recebe R$ 10 mil, e as demais categorias são premiadas com R$ 5 mil. Para Soares, esse reconhecimento vai muito além do valor financeiro: é uma chance de consolidar sua carreira e mostrar ao público brasileiro uma obra que mescla entretenimento e reflexão social.

O olhar do diretor e a construção do longa

Douglas Soares sempre teve interesse em observar comportamentos humanos. Em seus documentários, ele capturava situações reais com sensibilidade e atenção aos detalhes, e essa experiência foi fundamental para criar Papagaios. “No documentário, você observa o real. No longa, você cria o real dentro de uma narrativa. Mas a essência de observar e compreender pessoas continua sendo a mesma”, explica.

O roteiro, também assinado por Soares, equilibra suspense, comédia e crítica social, mantendo o ritmo da narrativa e o interesse do espectador. Cada cena é cuidadosamente construída para gerar identificação com os personagens, ao mesmo tempo em que provoca risadas e reflexões. O filme nos lembra que todos, em algum momento, já tivemos o desejo de ser notados, ainda que de maneiras simples ou inesperadas.

A experiência do público

O público que assistir ao filme no Festival de Gramado poderá experimentar uma mistura de emoções. Momentos de suspense se alternam com cenas cômicas, enquanto a sátira social nos convida a questionar comportamentos contemporâneos. A obra consegue entreter e, simultaneamente, levar o espectador a pensar sobre os valores que norteiam nossas escolhas e ações.

A estreia mundial está marcada para o dia 17 de agosto, às 18h, no Palácio dos Festivais, em Gramado. Os ingressos estão à venda no site oficial do festival, e a expectativa é de que a sessão reúna tanto a crítica especializada quanto o público interessado em cinema nacional de qualidade.

Reflexão sobre o impacto da fama

Mais do que uma comédia ou suspense, a trama é um filme que reflete sobre a influência da fama na vida das pessoas. Ele questiona até que ponto a busca por reconhecimento pode alterar comportamentos, relações e decisões. Cada personagem traz suas próprias fragilidades, mostrando que a exposição e a vaidade podem ter efeitos complexos e imprevisíveis.

O filme também funciona como uma espécie de espelho da sociedade contemporânea, marcada pela cultura do imediatismo e da visibilidade. Douglas Soares consegue transformar um fenômeno comum — o desejo de aparecer — em uma narrativa envolvente, capaz de dialogar com públicos de diferentes idades e experiências.

Um filme para rir, refletir e se emocionar

O filem promete proporcionar uma experiência cinematográfica completa: humor, suspense, crítica social e emoção. A combinação desses elementos faz com que o longa seja não apenas um entretenimento, mas também uma oportunidade de reflexão sobre nossos próprios comportamentos e desejos.

Para Douglas Soares, a obra é um convite à empatia e à compreensão do ser humano. “Quero que o público se identifique com os personagens, que se divirta com suas situações, mas que também pense sobre o que faria em um cenário semelhante. O filme fala sobre escolhas, ética e humanidade, e espero que cada espectador leve essas reflexões consigo”, afirma o diretor.

Berlim e a Dama com Arminho | Quando estreia a nova série da Netflix do universo de La Casa de Papel?

A Netflix apresentou nesta quarta, 6 de maio, um novo trailer da segunda temporada de Berlim e a Dama com Arminho, spin-off ambientado no universo de La Casa de Papel. A produção acompanha o personagem Berlim, interpretado por Pedro Alonso, em uma nova sequência de narrativas que combinam golpes meticulosamente planejados, tensão psicológica e uma estética sofisticada que já se tornou característica da franquia.

O vídeo recém-divulgado mostra Berlim mais uma vez no centro de um plano arriscado, daqueles que dependem tanto de inteligência quanto de sangue frio. Ele aparece conduzindo situações complexas, sempre no controle — ou pelo menos tentando manter essa impressão. Abaixo, veja o trailer:

Ao mesmo tempo, o trailer dá sinais de que essa nova temporada vai além dos golpes. Dá pra perceber um foco maior na vida pessoal do personagem, com momentos que sugerem vulnerabilidade, conflitos internos e relações mais profundas. É como se a série tentasse mostrar que, por trás do estrategista genial, existe alguém bem mais instável do que parece.

Quem é Berlim dentro desse universo?

No mundo de La Casa de Papel, Berlim é um dos personagens mais lembrados pelos fãs. Interpretado por Pedro Alonso, ele é Andrés de Fonollosa, irmão do Professor e peça fundamental em grandes roubos que marcaram a história da série.

Antes dos eventos principais, ele já tinha um histórico pesado no crime, com dezenas de assaltos bem-sucedidos, incluindo roubos sofisticados em joalherias e um golpe milionário em Paris envolvendo diamantes. Isso ajuda a explicar por que ele sempre age com tanta segurança — e também tanta arrogância.

Dentro dos planos maiores da franquia, Berlim foi um dos líderes do assalto à Casa da Moeda da Espanha e depois teve papel importante na preparação do roubo ao Banco da Espanha, consolidando sua importância no universo da série.

Por que ele continua tão forte mesmo após a morte?

Mesmo depois de sua morte na história principal, Berlim nunca deixou de ser relevante. Ele seguiu aparecendo em flashbacks e continuou sendo peça-chave na construção dos grandes planos da trama.

Com o tempo, o personagem acabou ganhando status quase próprio dentro da franquia. A popularidade foi tanta que a Netflix decidiu expandir seu passado em produções derivadas, explorando mais a fundo sua personalidade e seus relacionamentos.

Quando estreia a nova temporada?

A nova temporada de Berlim e a Dama com Arminho chega oficialmente no dia 15 de maio de 2026 na Netflix.

O que torna Berlim tão diferente de outros personagens?

Berlim não é aquele tipo de personagem fácil de rotular. Ele mistura inteligência absurda, comportamento calculista e uma postura extremamente confiante, mas ao mesmo tempo carrega atitudes que fogem totalmente do convencional.

Essa dualidade é justamente o que faz ele se destacar. Em muitos momentos ele parece quase admirável, mas em outros fica claro o quanto suas decisões podem ser perigosas e questionáveis.

Essa construção complexa foi o que transformou Berlim em um dos nomes mais fortes da franquia, indo muito além do papel de antagonista tradicional.

Crítica – Filho de Mil Homens constrói um mosaico de solidão e identidades em conflito

A adaptação de O Filho de Mil Homens é um projeto ambicioso que, no entanto, revela irregularidades que comprometem sua força dramatúrgica. O roteiro hesita em assumir plenamente o peso emocional do romance de Valter Hugo Mãe; dispersa energia em desvios, alonga conflitos sem necessidade e, por vezes, sacrifica densidade em troca de contemplação vazia. Ainda assim, o filme encontra potência quando decide encarar de frente aquilo que tem de mais genuíno: as feridas abertas de seus personagens.

A solidão como espinha dorsal do filme

Rodrigo Santoro interpreta Crisóstomo com sobriedade, mas sua performance raramente alcança a complexidade anunciada pela campanha de divulgação. Falta à construção do personagem um mergulho mais visceral em sua angústia, em sua carência quase infantil de pertencer a uma família. Em contraponto, Miguel Martines (Camilo) entrega uma atuação de grande sensibilidade, traduzindo fragilidade sem perder presença. Rebeca Jamir, como Isaura, carrega no corpo as marcas de humilhação, violência e resistência; sua atuação se sobressai justamente por não pedir piedade, mas por expor dignidade ferida. Johnny Massaro compõe Antonino como um espelho doloroso do pavor de existir em um mundo que pune quem escapa da norma — e talvez seja ele quem mais deixa marcas.

Juliana Caldas amplia o espectro emocional do longa. Sua personagem vive uma solidão que não é vazio, mas resultado direto das exclusões sociais e da crueldade que se abatem sobre corpos dissidentes. Ela adiciona uma camada de sensibilidade e verdade que o filme nem sempre consegue sustentar em outras frentes.

A solidão, portanto, não surge como um estado contemplativo, mas como um produto estrutural de abandono, rejeição e traumas que atravessam todos esses personagens.

O desejo de pertencer, mesmo quando dói

O filme ganha fôlego justamente quando aborda o impulso — sempre fraturado — de criar laços. Crisóstomo se agarra ao papel simbólico de pai na tentativa de justificar sua própria existência. Camilo anseia por um afeto que o reconheça para além da carência. Isaura procura um espaço onde sua dignidade não seja continuamente violada. Antonino luta para pertencer primeiro a si mesmo, antes que o mundo o reduza a estereótipos.

O pertencimento, aqui, é sempre inacabado, sempre doloroso. É um gesto de procura que retorna como frustração.

Entre revelar-se e esconder-se

A identidade é tratada como um território instável, moldado por vergonha, desejo, culpa e coragem. O filme encontra grande força nessa tensão: o medo de existir por inteiro se mistura com uma urgência desesperada de ser visto. Essa dualidade, presente em todos os personagens, poderia ser ainda mais explorada, mas funciona como um dos motores mais consistentes da narrativa.

Homofobia, violência sexual e imposições sociais

A obra não se furta a temas contundentes — homofobia, violência sexual, abuso psicológico, intolerância religiosa — que atravessam e moldam as trajetórias dos personagens. Ainda que nem sempre aprofundados como poderiam, esses elementos são apresentados com firmeza suficiente para expor o modo como a sociedade cria e perpetua suas violências. O filme mostra, mais do que discute, como essas marcas se transformam em silêncios e cicatrizes permanentes.

O que permanece?

Permanece a dor, permanece a imagem de personagens que continuam ressoando muito depois do fim da projeção. Permanece também a sensação de que, apesar das irregularidades narrativas e estéticas, o filme captura algo essencial: a tentativa de sobreviver emocionalmente em um mundo onde o afeto é escasso e a hostilidade é regra.

Filho de Mil Homens não atinge todo o alcance que promete, mas, quando acerta, acerta no ponto mais sensível — o lugar onde a vulnerabilidade humana revela sua força mais profunda.

Cine Aventura | Ficção científica com Tom Holland e Daisy Ridley será exibida pela Record neste sábado (30)

Foto: Reprodução/ Internet

Quem procura uma opção de ficção científica para assistir na TV aberta neste sábado, 30 de maio, encontrará em Mundo em Caos uma produção que mistura aventura e um conceito bastante incomum. O filme será exibido no Cine Aventura traz como protagonistas Tom Holland e Daisy Ridley, dois nomes conhecidos por franquias de grande sucesso nos cinemas.

Baseado no livro The Knife of Never Letting Go, de Patrick Ness, o longa se passa em um futuro distante, em um planeta colonizado por humanos chamado Novo Mundo. Nesse lugar, os homens convivem com uma condição chamada “Ruído”, uma força que torna visíveis e audíveis seus pensamentos para todas as pessoas ao redor. Mentir, esconder sentimentos ou guardar segredos se torna praticamente impossível. (Via: AdoroCinema)

É nesse cenário que vive Todd Hewitt, personagem de Tom Holland. Acostumado a uma realidade em que todos sabem o que os outros estão pensando, ele tem sua vida transformada ao encontrar Viola Eade, interpretada por Daisy Ridley. A jovem surge após um acidente e chama atenção por representar algo raro naquele mundo: uma pessoa que parece não ser afetada pelo Ruído da mesma forma que os demais.

A chegada de Viola desperta o interesse de líderes locais e coloca os dois em uma jornada perigosa. Enquanto tentam escapar de perseguições, eles começam a descobrir informações escondidas sobre o planeta e sobre acontecimentos que foram mantidos em segredo durante anos. O filme utiliza essa busca por respostas como principal motor da narrativa.

Um dos aspectos mais interessantes para o espectador é justamente a ideia do Ruído. O recurso funciona como uma representação visual dos pensamentos dos personagens, permitindo que o público veja medos, lembranças e intenções surgindo ao redor deles. Essa característica cria situações curiosas e influencia diretamente os conflitos da história.

O elenco também reúne nomes de peso além dos protagonistas. Mads Mikkelsen interpreta David Prentiss, prefeito da cidade onde Todd vive e uma das figuras mais influentes do planeta. O filme ainda conta com atuações de Demián Bichir, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

Para quem acompanha a carreira de Tom Holland, conhecido mundialmente por interpretar o Homem-Aranha, o longa mostra um lado diferente do ator, em uma produção mais voltada para ficção científica e aventura. Já Daisy Ridley, lembrada por seu papel como Rey na franquia Star Wars, assume uma personagem fundamental para os mistérios da trama.

A produção também ficou conhecida pelos bastidores conturbados. O projeto passou por diversas revisões de roteiro ao longo dos anos e precisou de refilmagens antes de chegar aos cinemas. Mesmo com um orçamento estimado em cerca de 100 milhões de dólares, o desempenho nas bilheterias ficou abaixo das expectativas do estúdio.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 23/04/2024 terça-feira

Foto: Reprodução/ Internet

No episódio de 23/04/2024 da novela “A Infância de Romeu e Julieta”, que será transmitido na terça-feira às 21h pelo SBT, os telespectadores poderão mergulhar ainda mais nos intricados enredos que envolvem a trajetória das personagens principais. Nesse capítulo, as emoções atingirão seu ápice, revelando segredos enterrados e desdobramentos surpreendentes.

Na novela A Infância de Romeu e Julieta, Leandro decidiu mudar-se para a casa de Bernardo, buscando um novo começo e um ambiente acolhedor. Enquanto isso, Romeu teve uma ideia brilhante: sugeriu que Bassânio cuidasse do avô, proporcionando-lhe companhia e assistência necessária. No entanto, nem tudo são flores. Durante um campeonato no bairro Lavanda, Sofia enfrentou provocações de ex-colegas, mostrando sua resiliência diante das adversidades. A situação, embora desafiadora, serviu para fortalecer sua determinação.

Ainda no capítulo de A Infância de Romeu e Julieta, Romeu compartilhou com Leandro uma notícia surpreendente: Hélio havia ido ao hospital para pedir desculpas, mostrando arrependimento e a vontade de fazer as pazes. Essa atitude trouxe uma nova perspectiva para os acontecimentos recentes. Enquanto isso, Glaucia surpreendeu a todos ao anunciar no campeonato uma grande novidade: o CEC estava prestes a se transformar em um centro de estética. Essa mudança prometia trazer inovação e novas oportunidades para o local. Por último, mas não menos importante, Branca tomou uma decisão significativa em sua vida. Ela optou por morar definitivamente em Castanheiras, buscando um novo lar e novas experiências em um ambiente diferente do que estava acostumada.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Resumo da novela A Viagem de hoje (14) – Otávio só aceita partir se for ao lado de Diná

No capítulo da novela A Viagem desta quinta-feira, 14 de agosto, Otávio deixa claro para Diná que só vai embarcar em sua misteriosa “viagem” se ela for junto. Surpresa, ela leva a notícia a Alberto, que escuta com atenção, mas mantém seu ponto de vista. Enquanto isso, Mauro tenta falar com Carmem pelo telefone, mas ela recusa qualquer contato. Em outro canto, Téo, influenciado pela presença sombria de Alexandre, perde o controle e xinga Agenor. Preocupados com a influência espiritual, Alberto e Josefa combinam um trabalho de desobsessão para tentar libertar o espírito de Alexandre.

Fátima e Cininha seguem Tibério discretamente até a casa do Mascarado. A investigação das duas fica mais intensa quando Cininha percebe que Tibério mantém uma ligação forte com aquele homem misterioso. Na clínica, Alberto é direto com Otávio: ele terá que fazer a viagem sozinho.

No lado mais leve, Johnny começa a paquerar Bia, mas ela prefere chamar Tato para participar de um “pega” de carros. A diversão acaba em confusão: Tato é preso, e Diná recebe um telefonema da delegacia de Itatiaia. O juiz de menores dá uma bronca em Bia, mas a libera. Ao chegar em casa, a jovem cobra de Ismael por não ter ido buscá-la, e ele responde que ela precisa aprender a ser menos dependente.

Enquanto isso, Andrezza começa a desconfiar das saídas frequentes de Raul. Diná e Otávio acabam passando a noite juntos, e ele, com um ar de certeza, diz que já viveu aquele momento em vidas passadas. Em outro núcleo, Alberto discute com Estela por ter deixado Téo sair com Patty. Sob influência de Alexandre, Téo manda a filha embora de um restaurante. Arrependido, depois vai atrás dela. Alberto e Estela chegam ao local e ajudam na busca, enquanto Patty caminha sozinha pelas ruas de Itatiaia.

Mais tarde, Bia leva seus amigos para conhecer Maroca, tentando deixar para trás o dia turbulento. Ao fundo, porém, a tensão continua: a viagem de Otávio e sua insistência em ter Diná ao lado ainda promete mexer com todos.

Vem aí nos próximos capítulos

O Mascarado surpreende Tibério ao mostrar, de forma insinuante, que Cininha nutre sentimentos por ele. Em outro momento, Dinah confessa a Estela que pretende buscar apoio na medicina alternativa para enfrentar a doença de Otávio. Enquanto isso, Andrezza, mexendo no paletó de Raul, encontra um sutiã escondido no bolso — um detalhe que desperta desconfiança imediata.

Otávio decide mostrar a carta de Júlia para Glória. Ela, tocada pelas palavras, garante que continuará morando na casa dele. Mais tarde, Dinah encara Otávio e faz uma promessa firme: não vai deixá-lo morrer. Repete com convicção que cuidará dele e o curará. O gesto emociona Otávio, que mais tarde confessa a Alberto que, para ele, o destino já não importa, pois conquistou o amor de Dinah.

Enquanto isso, Carmem, em uma conversa íntima com o Mascarado, revela memórias de seu passado e se recorda com carinho de seu grande amor, Adonai. No entanto, a tranquilidade dura pouco. Agenor, incomodado com mais uma crise de Téo sob a influência de Alexandre, proíbe Lisa de sair sozinha com o rapaz. Josefa, em tom preocupado, conta a Lisa que Alexandre está influenciando o filho.

Andrezza, ainda abalada pela descoberta no bolso de Raul, confronta o marido e pergunta se ele está apaixonado por outra mulher. Raul admite que se sente dividido, mas não dá mais detalhes. Em outro ponto da cidade, os seguranças de Ismael barram Bia na entrada do cassino.

Saiba qual filme vai passar na Tela de Sucessos 24/11/2023

Foto: Reprodução/ Internet

No episódio da Tela de Sucessos de 24/11/2023, terça-feira, o SBT apresentará o emocionante longa-metragem “À Toda Prova” a partir das 23h15, logo após o “Programa do Ratinho”. Este filme, dirigido por Steven Soderbergh, conta com um elenco de peso, incluindo Gina Carano (“Deadpool”), Michael Fassbender (“X-Men: Primeira Classe”), Channing Tatum (“Dog – A Aventura de Uma Vida”) e Antonio Banderas (“Uncharted: Fora do Mapa”).

A trama, escrita por Lem Dobbs (“Hider in the House”), desenrola-se em torno de Mallory Kane, uma ex-super agente da marinha que agora integra um grupo privado de operações militares. Ao descobrir traição dentro de sua própria equipe, ela inicia uma jornada em busca de respostas, acertando contas de forma implacável.

Lançado nos cinemas em 13 de abril de 2012, o filme foi produzido com maestria, contando com a experiência de Gregory Jacobs, Alan Moloney, Michael Polaire, Tucker Tooley, Ken Halsband e Ryan Kavanaugh na produção executiva. A trilha sonora, responsabilidade de David Holmes, contribui para a atmosfera intensa do filme. A direção de fotografia e montagem, a cargo de Steven Soderbergh, adiciona camadas de profundidade visual à narrativa envolvente.

Curiosidades do filme À Toda Prova

“Haywire” é um filme de ação que marca a estreia da lutadora de MMA Gina Carano como atriz principal em um grande projeto de Hollywood. Lançado em 2011 e dirigido por Steven Soderbergh, o filme se destaca por sua abordagem única, mesclando um elenco de renomados atores de Hollywood, como Ewan McGregor, Channing Tatum, Michael Fassbender, Antonio Banderas e Michael Douglas, com a autenticidade das habilidades de luta real de Carano.

A trama de “Haywire” é narrada de forma não linear, proporcionando uma experiência cinematográfica envolvente à medida que os espectadores são levados através de momentos cruciais da vida da protagonista. Gina Carano não apenas traz sua expertise em artes marciais mistas para as cenas de ação, mas também entrega uma performance convincente como a protagonista Mallory Kane.

O estilo de filmagem adotado por Soderbergh é caracterizado por sequências de ação coreografadas de maneira realista, muitas vezes filmadas com uma câmera handheld para intensificar a sensação de imersão. A escolha por uma trilha sonora minimalista contribui para a atmosfera autêntica, deixando que as cenas de ação falem por si.

“Haywire” não se limita a um único cenário, apresentando cenas filmadas em várias localidades internacionais, como Barcelona, Dublin e Albuquerque. Essa abordagem confere ao filme uma dimensão global e acrescenta camadas à narrativa.

A recepção crítica ao filme foi mista, com elogios à autenticidade das cenas de luta e à performance de Carano, mas algumas críticas foram direcionadas à narrativa não linear e ao desenvolvimento de personagens. Apesar disso, “Haywire” permanece como um exemplar interessante no gênero de ação, destacando-se por sua ousadia ao unir elementos de luta real com uma abordagem cinematográfica inovadora.

Que horas vai começar a Tela de Sucessos?

Prepare-se para uma noite de ação e suspense, enquanto Mallory Kane embarca em uma jornada de vingança contra aqueles que a traíram. A Tela de Sucessos promete uma experiência cinematográfica inesquecível com “À Toda Prova”.

Cleber Rosa leva humor caipira e histórias de vida ao The Noite com Danilo Gentili desta quinta (2)

Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Nesta quinta, 2 de abril de 2026, o “The Noite com Danilo Gentili” recebe um convidado que mistura simplicidade e inteligência no humor: Cleber Rosa, o humorista mineiro que conquistou milhões de seguidores nas redes sociais e ganhou espaço na televisão com o icônico personagem Chico da Tiana. O encontro promete muitas risadas, lembranças de bastidores e a chance de conhecer o homem por trás do caipira ácido que virou referência no humor brasileiro.

Logo ao chegar no programa, Cleber não se contém: antes mesmo de se apresentar como criador, incorpora Chico da Tiana, dando o tom da entrevista. Entre risadas, ele conta como tudo começou e relembra o convite para o programa: “No final de 2025, em uma das poucas quintas-feiras livres na minha agenda, recebi um telefonema dizendo que estavam falando muito de mim e fui convidado. Vim em novembro, e o Carlos Alberto gostou muito.” A naturalidade com que compartilha suas experiências já deixa claro por que conquistou tanta gente: Cleber fala com a sinceridade de quem ama o que faz e entende o valor de cada história contada.

O personagem, criado em 2018, surgiu inspirado em uma figura real de sua cidade natal, Pouso Alegre, em Minas Gerais. Mas antes disso, Cleber já se experimentava em várias linguagens do humor: fazia stand-up, produzia vídeos para redes sociais e testava formatos novos, sempre em busca de encontrar sua própria voz cômica. “Fiz, editei e não gostei. Mandei para minha esposa — ela é meu termômetro, porque não acha graça em nada — e ela disse que foi, de longe, o melhor vídeo que já gravei. Aí falei: ‘Então vou publicar’. Desde então, o Chico da Tiana se transformou em um caipira um pouco mais ácido”, conta, aos risos.

O personagem logo ganhou vida própria, com uma mistura de simplicidade do interior e críticas bem-humoradas que conquistaram o público. Cleber Rosa conseguiu equilibrar a comicidade popular com observações perspicazes sobre o cotidiano, criando um estilo que cativa pessoas de todas as idades e regiões. Não é à toa que Chico da Tiana se tornou presença constante em programas de televisão, sendo destaque em “A Praça é Nossa”, e virou marca registrada do humor caipira moderno.

A trajetória digital de Cleber também é marcada por momentos emblemáticos. Durante a Copa do Mundo de 2018, seus comentários bem-humorados sobre os jogos viralizaram, aproximando o público de seu jeito direto e engraçado. Mas foi uma crítica divertida ao filme “50 Tons de Cinza” que marcou sua virada de chave na internet, mostrando que seu talento ia além do improviso: ele sabia provocar risadas e reflexões ao mesmo tempo.

A pandemia de Covid-19 trouxe desafios inesperados, principalmente para quem dependia do palco para se apresentar. Cleber, no entanto, transformou o momento em oportunidade. “Na pandemia, como não podia fazer shows, tripliquei a criação de conteúdo. Aí teve o ‘Caminhão Cata-Véio’, que foi o ápice e acabou chegando a todos os lugares. Teve até um cara em Goiânia que pegou um carro de som, colocou o ‘Caminhão Cata-Véio’ e saiu pela rua”, lembra, lembrando de como o humor pode atravessar fronteiras e conectar pessoas mesmo em tempos difíceis.

Além das redes sociais, Cleber mantém uma carreira sólida nos palcos com shows como “Caipiramente Falando” e “Cê Falô, Tá Falido!”, que lotam teatros pelo Brasil. Neles, ele mistura contos, improviso e observações do cotidiano, sempre com a essência do caipira que virou sua marca registrada. Cada apresentação é uma oportunidade de criar empatia e arrancar gargalhadas, mostrando que o humor é uma ponte entre gerações e realidades diferentes.

The Love School deste sábado (04/04) dedica edição ao Especial Família ao Pé da Cruz e promove reflexão sobre laços familiares

O The Love School – Escola do Amor dedica a edição deste sábado, 4 de abril de 2026, ao Especial Família ao Pé da Cruz, evento que combina espiritualidade, reflexão e orientação para ajudar famílias a superarem desafios e fortalecerem seus vínculos. Realizado simultaneamente em diversos estados do Brasil, o projeto se consolidou como um espaço de aprendizado e inspiração, oferecendo aos participantes mensagens de fé, oração e ação concreta para transformar a dinâmica familiar.

Aberto a todos, sem necessidade de ingressos ou credenciais, o evento convida os presentes a levarem apenas esperança e disposição para agir. O programa reforça que mudanças significativas no lar dependem da iniciativa de alguém que esteja disposto a assumir o papel de intercessor, liderando o processo de renovação com oração e atitude. Essa filosofia é a base do Especial Família ao Pé da Cruz, que busca mostrar que, mesmo em meio a conflitos, reconciliações e transformações são possíveis.

O impacto do evento já foi sentido em edições anteriores. No ano passado, inúmeras famílias testemunharam a reconstrução de laços afetivos, a retomada de diálogos e a retomada de relacionamentos que enfrentavam dificuldades. A mensagem desta edição é direta: “A sua família tem jeito”. Para que isso aconteça, no entanto, é necessário que alguém esteja disposto a agir, demonstrando fé e iniciativa para promover mudanças positivas no convívio familiar.

Em São Paulo, a mobilização ocorrerá na sexta-feira (3), em dois locais estratégicos: o Estádio do Pacaembu e a Arena Neo Química. O The Love School deste sábado exibirá a cobertura completa da Arena Neo Química, mostrando histórias emocionantes de famílias que participaram do evento e registrando os momentos em que a fé e a ação prática se encontram. Os apresentadores Renato e Cristiane Cardoso conduzem reflexões, orientações e exercícios espirituais, proporcionando aos espectadores ferramentas concretas para lidar com conflitos, fortalecer vínculos e cultivar harmonia no lar.

A edição especial vai além da simples reunião de pessoas. Ela propõe uma verdadeira jornada de transformação, abordando questões comuns do cotidiano familiar, como falta de diálogo, distanciamento afetivo e dificuldades na resolução de conflitos. Ao apresentar exemplos reais de superação, o programa reforça que a fé aliada à ação consciente pode gerar mudanças profundas, tanto no relacionamento entre pais e filhos quanto no convívio entre cônjuges.

Além da cobertura do evento em São Paulo, o Especial Família ao Pé da Cruz promove debates e reflexões sobre a importância da espiritualidade no fortalecimento da família. Cada segmento da programação é pensado para mostrar que, independentemente do tamanho do desafio, é possível reconstruir laços e promover um ambiente de compreensão e amor. O foco do programa está em incentivar os espectadores a assumirem a responsabilidade de transformar seus lares, lembrando que pequenas atitudes somadas à fé podem gerar grandes resultados.

O evento reforça também a importância da união entre comunidade, orientação espiritual e ação prática. Ao proporcionar momentos de oração coletiva, reflexão e acompanhamento de histórias inspiradoras, o programa demonstra que cada indivíduo tem papel fundamental na construção de um lar saudável e equilibrado. Participar do Especial Família ao Pé da Cruz é uma oportunidade para que famílias reflitam sobre suas próprias relações, identifiquem pontos de melhoria e encontrem caminhos para restaurar vínculos afetivos.

The Boys joga Profundo no fundo do poço e transforma a última temporada em um verdadeiro caos

Poucas séries conseguiram destruir tanto a imagem tradicional dos super-heróis quanto The Boys. Depois de anos misturando violência extrema, crítica social e humor desconfortável, a produção chegou à sua reta final mergulhando de vez em um cenário onde absolutamente ninguém parece ter chance de sair inteiro.

A última temporada abandona qualquer sensação de equilíbrio e transforma o universo da série em uma guerra aberta. O poder do Capitão Pátria cresce de forma assustadora, os Rapazes começam a se dividir por causa de decisões cada vez mais radicais e vários personagens entram em um colapso emocional sem volta. Entre todos eles, quem mais chama atenção é justamente Profundo.

O integrante dos Sete sempre foi tratado como uma figura patética dentro da narrativa, mas agora a série leva isso para outro nível. Segundo Chace Crawford, o personagem chegará ao momento mais miserável de toda sua trajetória, encerrando sua história da forma mais amarga possível.

O que aconteceu com o Profundo?

Desde os primeiros episódios da série, o Profundo foi construído como alguém desesperado por aprovação. Mesmo fazendo parte dos Sete, o personagem sempre pareceu deslocado, inseguro e incapaz de manter qualquer tipo de controle sobre a própria vida. Só que a temporada final transforma essa decadência em algo muito mais pesado.

Em entrevista ao Collider, Chace Crawford revelou que os fãs verão o personagem completamente destruído emocionalmente. Sem aliados, sem respeito dentro da Vought e cada vez mais isolado, o herói aquático mergulha em um ciclo de humilhação e fracasso que parece impossível de interromper.

A própria série deixa claro que não existe mais espaço para redenção naquele universo. O Profundo toma decisões violentas, perde pessoas próximas e começa a perceber tarde demais que nunca conseguiu escapar da própria mediocridade. O personagem vira praticamente um retrato do que The Boys sempre tentou mostrar: fama, poder e idolatria não transformam ninguém em herói.

O mais cruel é que a produção não trata essa queda como algo grandioso ou dramático no sentido tradicional dos filmes de super-heróis. Tudo acontece de forma desconfortável, caótica e até humilhante, reforçando o tom ácido que acompanha a série desde o começo.

Capitão Pátria finalmente perdeu qualquer limite?

Enquanto o Profundo afunda, o Capitão Pátria parece caminhar na direção oposta. Só que esse crescimento de poder vem acompanhado de algo ainda mais assustador: a completa destruição de qualquer limite psicológico restante.

A nova temporada mostra o personagem deixando de agir apenas como um super-herói narcisista para assumir uma postura quase religiosa diante de seus seguidores. O país começa a tratá-lo como uma entidade divina, enquanto movimentos extremistas passam a enxergar suas ações como justificáveis independentemente da violência envolvida.

A descoberta do V1 piora ainda mais a situação. A substância, considerada a versão original do Composto V, oferece ao personagem a possibilidade de alcançar a imortalidade. A partir daí, Homelander deixa de buscar apenas admiração pública e passa a acreditar que nasceu para governar acima de qualquer ser humano.

Antony Starr continua sendo uma das partes mais perturbadoras da série justamente porque consegue transformar o personagem em alguém imprevisível o tempo inteiro. Em uma cena, Homelander parece emocionalmente quebrado. Na seguinte, surge capaz de cometer atrocidades sem demonstrar qualquer remorso.

A sensação constante é de que o mundo inteiro da série está vivendo apenas esperando o momento em que ele finalmente explodirá de vez.

Os Rapazes ainda conseguem impedir o desastre?

Do outro lado da guerra, os Rapazes também começam a desmoronar emocionalmente. A descoberta de um vírus capaz de exterminar todos os Supers muda completamente o rumo da história e coloca o grupo diante do maior dilema moral de toda a série.

Billy Butcher, interpretado por Karl Urban, acredita que destruir todos os superpoderosos talvez seja a única solução definitiva para impedir Homelander. Só que essa obsessão começa a afastá-lo do restante da equipe.

Hughie Campbell, vivido por Jack Quaid, já não consegue esconder o desgaste emocional causado por anos de violência e trauma. Annie January, personagem de Erin Moriarty, também entra em conflito ao perceber que o mundo parece incapaz de diferenciar verdade, manipulação e fanatismo.

A equipe vai se fragmentando aos poucos enquanto o caos cresce ao redor. E talvez essa seja justamente a parte mais desesperadora da temporada: ninguém parece realmente saber como impedir o fim iminente.

Soldier Boy virou a peça mais perigosa da história?

Outro personagem que volta a ganhar enorme importância é Soldier Boy. Depois de retornar em meio à disputa envolvendo o V1, ele passa a ocupar uma posição extremamente delicada dentro da narrativa.

Existe uma tensão constante em torno da relação entre Soldier Boy e Capitão Pátria. A série faz parecer que qualquer encontro entre os dois pode desencadear uma tragédia gigantesca. Ao mesmo tempo, Soldier Boy demonstra sinais claros de desgaste emocional, como alguém cansado da própria violência e do ciclo interminável de destruição ao seu redor.

Essa diferença entre os dois personagens acaba sendo importante para a reta final. Enquanto Homelander abraça completamente sua própria loucura, Soldier Boy parece perceber tarde demais o tamanho do caos que ajudou a criar.

Como a série quer terminar tudo isso?

A impressão deixada pelos episódios mais recentes é que The Boys não está interessada em entregar um encerramento confortável. O universo da série entrou em um nível tão extremo de violência, paranoia e fanatismo que qualquer possibilidade de final feliz parece distante.

As instituições políticas perderam controle, os Supers estão divididos e os próprios Rapazes começam a se consumir internamente. Enquanto isso, Homelander se aproxima cada vez mais da imagem de uma figura impossível de deter.

No meio desse colapso, personagens como o Profundo acabam servindo quase como símbolo da podridão daquele universo. Não existem heróis clássicos, jornadas de redenção grandiosas ou discursos inspiradores. Só pessoas quebradas tentando sobreviver em um mundo completamente destruído pelo poder.

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