Sessão da Tarde 12/02/2024 Globo exibe Minions

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Nesta segunda-feira, 12/02/2024, em mais uma tarde repleta de entretenimento na Sessão da Tarde, programada para iniciar às 15h55min, a TV Globo traz aos lares o divertido e encantador filme “Minions”. Lançada em 2015, esta produção cinematográfica tem conquistado espectadores de todas as idades, mergulhando-os em um universo de diversão e aventura. Sob a direção talentosa de Kyle Balda e Pierre Coffin, e com um elenco estelar composto por nomes como Sandra Bullock, Steve Carell e Jon Hamm, “Minions” promete proporcionar momentos inesquecíveis.

A trama nos transporta para os primórdios do tempo, onde os adoráveis seres amarelos conhecidos como Minions surgiram como simples organismos unicelulares, evoluindo ao longo das eras para se tornarem criaturas multicelulares com um único propósito: servir aos vilões mais infames da história. Contudo, após uma série de incidentes desastrosos que resultam na queda de seus mestres, incluindo figuras tão imponentes quanto um T. Rex, Genghis Khan, Napoleão e até mesmo o temível Drácula, os Minions decidem buscar refúgio no Ártico, onde planejam recomeçar suas vidas.

É na vibrante década de 1960 que a história dos Minions ganha novo fôlego. Com a falta de um líder para servir, Kevin e seus companheiros, Stuart e Bob, embarcam em uma emocionante jornada em busca de um novo mestre. Seu caminho os leva a uma descoberta surpreendente durante uma noite em uma loja de departamentos, onde encontram uma transmissão secreta anunciando a Villain-Con, uma convenção sediada em Orlando, Flórida, que reúne os mais notórios vilões do mundo. A partir desse momento, os Minions se veem envolvidos em uma série de eventos que os levam a trabalhar para a primeira supervilã do mundo, a astuta Scarlet Overkill, cujos planos incluem um audacioso roubo envolvendo a Coroa Imperial do Estado da Rainha Elizabeth II.

Saiba curiosidades do filme Minions

“Minions” é uma produção animada que surge como um desdobramento dos adoráveis e peculiares personagens amarelos que inicialmente apareceram como coadjuvantes em “Meu Malvado Favorito” (Despicable Me). Sua trajetória é repleta de curiosidades e detalhes que cativam tanto crianças quanto adultos.

Uma das características marcantes dos Minions é a sua própria língua, o Minionês, uma amalgama de diversos idiomas e sons inventivos que se tornaram emblemáticos ao longo do tempo. Apesar de incompreensível em termos linguísticos, sua comunicação é universalmente reconhecida por suas expressões e entonações hilárias.

No filme “Minions”, somos transportados através dos séculos para testemunhar a evolução e as peripécias dessas criaturas desde os primórdios da história. A narrativa traça sua jornada em busca de servir os vilões mais nefastos e notórios, oferecendo uma visão divertida e imaginativa do que poderia ser a história secreta por trás desses personagens icônicos.

O elenco de vozes, liderado pelo co-diretor Pierre Coffin, dá vida aos Minions com uma diversidade de timbres e tons que contribuem para a sua singularidade e carisma. Embora falem uma língua própria, suas vozes trazem uma identidade única que os torna facilmente identificáveis.

A trilha sonora do filme não fica atrás, com uma seleção eclética de músicas pop e clássicos dos anos 60 que acompanham as aventuras dos Minions com ritmo e energia. Desde “Revolution” dos Beatles até “Mellow Yellow” de Donovan, a trilha sonora é uma mistura de nostalgia e diversão que complementa perfeitamente o espírito do filme.

O sucesso estrondoso de “Minions” nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo, é um testemunho do seu apelo universal e da sua capacidade de encantar públicos de todas as idades. Sua história divertida e cheia de referências históricas e culturais captura a imaginação do espectador, levando-os em uma jornada repleta de risos e emoções.

Além do filme principal, “Minions” gerou uma franquia bem-sucedida, com sequências e spin-offs que exploram ainda mais o mundo dessas criaturas adoráveis e suas interações com os personagens principais de “Meu Malvado Favorito”, como Gru e suas filhas adotivas.

Horário de exibição da Sessão da Tarde

Prepare-se para uma tarde cheia de risadas e emoção, pois após o término de “Mulheres de Areia”, os Minions estarão prontos para animar sua tarde na tela da Globo. Não perca a oportunidade de se encantar com as trapalhadas e a determinação dessas adoráveis criaturas amarelas em sua busca por um propósito na vida.

Heated Rivalry | Série de romance esportivo chega à HBO Max no Brasil em fevereiro

A HBO Max já tem novidade chegando e ela promete mexer com o coração de quem ama um bom romance com tensão, esporte e muita emoção. Heated Rivalry, uma das séries mais comentadas do ano, estreia no Brasil em fevereiro e leva para a tela a adaptação da famosa saga literária Game Changers, da autora Rachel Reid, sucesso absoluto entre os fãs do gênero.

Por trás da série está Jacob Tierney, roteirista, diretor e produtor canadense conhecido por trabalhos como Letterkenny e Shoresy. Aqui, ele deixa um pouco de lado o humor afiado para apostar em uma história mais intensa e emocional, mas sem perder a naturalidade. O resultado é uma narrativa que fala sobre amor, identidade e decisões difíceis, tudo de um jeito muito real.

A trama gira em torno de Shane Hollander e Ilya Rozanov, dois astros do hóquei profissional. Dentro do rinque, eles são rivais declarados, protagonistas de disputas acirradas e jogos de tirar o fôlego. Fora dele, vivem um relacionamento secreto, cheio de desejo, medo e sentimentos que nenhum dos dois sabe muito bem como lidar.

Vividos por Hudson Williams e Connor Storrie, os protagonistas conquistam não só pelo talento esportivo, mas pela vulnerabilidade que carregam. O que começa como algo casual, ainda na juventude, acaba se transformando em uma conexão profunda ao longo de oito anos, marcada por encontros, afastamentos e aquele sentimento que insiste em não ir embora.

Shane enfrenta o peso de entender sua sexualidade em um ambiente que ainda cobra silêncio emocional e uma masculinidade rígida. Já Ilya lida com expectativas familiares e culturais que o pressionam a ser sempre forte e inabalável. Juntos, eles precisam decidir se vale a pena arriscar tudo — carreira, reputação e futuro — para viver algo verdadeiro.

Um dos grandes acertos da série é tratar o romance de forma madura, sem apelar para clichês fáceis. O esporte não está ali só como pano de fundo: ele influencia diretamente as escolhas, os medos e os conflitos dos personagens. É justamente nesse contraste entre fama, pressão e sentimentos escondidos que Heated Rivalry encontra sua força.

O elenco de apoio também ajuda a enriquecer a história, com nomes como François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova, que ampliam o universo da série entre família, bastidores, imprensa e relações profissionais.

Com seis episódios na primeira temporada, a série estreou mundialmente no Image+Nation LGBTQ+ Film Festival, em Montreal, em novembro de 2025, e foi recebida com muitos elogios. A química entre os protagonistas, o roteiro honesto e a direção segura chamaram a atenção da crítica e do público.

O sucesso foi tanto que Heated Rivalry se tornou a produção original mais assistida da história da Crave e um dos maiores acertos recentes da HBO Max em aquisições internacionais. A resposta veio rápido: a série já está renovada para a segunda temporada, consolidando seu status de fenômeno global.

Resumo da novela A Caverna Encantada de hoje (12) – Elisa e César transformam a biblioteca em quarto improvisado

No capítulo da novela A Caverna Encantada desta terça-feira, 12 de agosto, Elisa e César transformam a biblioteca do colégio em um quarto improvisado — um espaço só deles, onde trocam confidências, risos e planos para o futuro. O lugar que antes era refúgio de silêncio e leitura agora pulsa com a intimidade do casal. Mas para as meninas da escola, aquilo vira um obstáculo. Atrás das estantes fica a passagem secreta para a caverna — um portal para aventuras, mistérios e segredos que só os amigos mais próximos conhecem. Com Elisa e César ocupando o local, o acesso se torna difícil, e a frustração cresce silenciosa nos corredores, entre sussurros e olhares desconfiados.

Anna sente o peso dessa tensão no peito. Num momento em que as emoções se misturam, ela se deixa levar pela angústia e, sem perceber, perde o equilíbrio. A queda inesperada deixa um corte e algumas dores que não passam despercebidas. O silêncio que toma conta do ambiente se torna pesado, carregado de preocupação e afeto. Os amigos correm para ajudar, envolvendo Anna em um abraço coletivo que transmite conforto e força. É nesse instante que a fragilidade e a solidariedade se entrelaçam, mostrando que, apesar dos conflitos, a união do grupo permanece intacta.

Enquanto isso, a cidade de Milagres se prepara para a cerimônia de coroação dos Luíses — um evento simbólico que reacende velhas amizades e fortalece os laços de confiança entre os jovens. Senor, Binho e Benjamin retornam ao grupo, trazendo na bagagem histórias de superação e um desejo renovado de pertencimento. Felipe e Rui recebem a bênção do círculo e entram oficialmente como membros, celebrados com abraços sinceros e sorrisos que carregam esperança.

Em outra parte da cidade, Norma não consegue segurar as lágrimas e desaba no ombro de Goma, aflita com a saúde dele. A preocupação é palpável, mas a conversa que se segue revela algo inesperado: Goma confessa a Fafá que começa a sentir algo verdadeiro e profundo por Norma. Esse sentimento novo traz uma luz suave aos dias difíceis, abrindo espaço para um amor que cresce devagar, cheio de respeito e carinho.

E o verão chega a Milagres com seu calor intenso e luz dourada, espalhando uma sensação de renovação. As tardes se estendem preguiçosas, enquanto as noites brilham com estrelas que parecem sussurrar promessas de novos começos. É tempo de sonhar, de se aproximar, de reconstruir caminhos e afetos.

Resumo semanal da novela A Escrava Isaura de 07/10 a 10/10

Capítulo 027 da novela A Escrava Isaura de terça-feira, 7 de outubro
Miguel tenta negociar a liberdade de Isaura, mas sua tentativa fracassa, deixando-o profundamente frustrado e sem esperanças. No quilombo, Martinho procura André sem sucesso, enquanto Almeida demonstra autoridade ao deixar claro que não tolerará desrespeitos de Leôncio. Determinada a vingar as injustiças, Tomásia planeja incendiar a lavoura de café do vilão, enquanto Almeida promete libertar Isaura assim que retornar de viagem. Belchior desabafa sua angústia a Violeta, e Leôncio segue espalhando medo, ameaçando Joaquina e impondo seu domínio pela força, o que deixa todos em clima de apreensão e à beira de um grande conflito.

Capítulo 028 – Quarta-feira, 8 de outubro
Isaura revela a Henrique todas as ameaças que vem sofrendo de Leôncio, despertando nele profunda indignação e desejo de protegê-la. Tomado pela fúria, o vilão tenta enforcar Joaquina, mostrando toda a extensão de sua crueldade. No quilombo, André trabalha incansavelmente para reconstruir o abrigo e manter viva a resistência, enquanto Tomásia continua traçando planos de vingança. Henrique enfrenta Leôncio na senzala, e Gioconda desconfia das verdadeiras intenções de Tomásia. Em meio às tensões, Isaura busca refúgio tocando piano, tentando manter a serenidade. Malvina cogita vender Rosa, e Belchior, mergulhado em desespero, recorre à bebida. André e Moleca se aproximam cada vez mais, e Rosa, por medo e submissão, aconselha Isaura a ceder ao senhor, aumentando o peso emocional sobre a escrava.

Capítulo 029 da novela A Escrava Isaura de quinta-feira, 9 de outubro
A tensão atinge o limite quando Leôncio surpreende Henrique no celeiro, dando início a uma discussão violenta, enquanto Helena aguarda ansiosa por notícias do conflito. Malvina reafirma seu poder ao impedir que Rosa sirva o jantar, enquanto Tomásia demonstra senso de justiça ao conceder a alforria aos escravos de sua casa. Isaura continua dilacerada entre resistir e ceder às imposições do vilão, enquanto Henrique presta auxílio a João e Joaquina, cada vez mais envolvidos nas consequências das ações de Leôncio. O fazendeiro, tomado pela raiva, volta a provocar Isaura e desafiar Henrique, tornando-se ainda mais imprevisível. Sebastião desconfia de Gabriel, e Rosa se insinua para o patrão, tentando ganhar vantagens, enquanto Miguel, enfraquecido pela bebida, demonstra vulnerabilidade e arrependimento diante da própria impotência.

Capítulo 030 – Sexta-feira, 10 de outubro
No quilombo, André e Moleca seguem firmes na reconstrução do abrigo, reacendendo a esperança entre os fugitivos. Sebastião flagra Gabriel e Helena na sala, o que gera grande confusão e coloca ambos em perigo, enquanto Tomásia e Gioconda unem forças para proteger o rapaz. Leôncio, em novo ato de tirania, expulsa Henrique de sua casa, e João e Joaquina buscam refúgio na fazenda do Coronel, aumentando o clima de tensão. Tomásia compra Bernardo para livrá-lo da crueldade, e André e Moleca reforçam a resistência, mostrando coragem diante da adversidade. Henrique se despede de Isaura, arrasado, após mais uma briga com Leôncio diante de Malvina. Ao mesmo tempo, Helena destrata o Dr. Paulo, e Belchior relata a Miguel tudo o que ocorreu na fazenda. Apesar de toda a dor e das separações, Leôncio se sente vitorioso com a partida de Henrique, acreditando ter recuperado o controle, enquanto o ambiente permanece tomado por medo, ressentimento e incerteza.

Resumo semanal da novela A Escrava Isaura de 13/10 a 17/10

Capítulo 031 – Segunda-feira, 13 de outubro
Malvina flagra Leôncio e Rosa juntos, tomada por ciúmes e humilhação, enquanto pressiona Isaura para descobrir o que realmente a atormenta. Helena discute com o Dr. Paulo, expondo tensões familiares, e Tomásia e Gabriel se preparam para colocar em prática o plano de incendiar a lavoura de café do vilão. Leôncio recebe uma carta de seu pai informando o retorno da viagem, o que o deixa inquieto. Belchior entrega a Isaura o recado de Miguel, que, determinado, reforça a intenção de libertá-la a qualquer custo. Henrique revela ao pai as atrocidades cometidas por Leôncio, enquanto Bernardo sugere outra forma de prejudicar o inimigo. Miguel, ciente dos perigos, diz à filha que, se não houver outra saída, devem fugir. O comendador Almeida finalmente retorna, mas passa mal, deixando todos apreensivos com seu estado de saúde.

Capítulo 032 – Terça-feira, 14 de outubro
Debilitado, o comendador Almeida desabafa com Isaura sobre as frustrações e arrependimentos do passado. Enquanto isso, Bernardo propõe lançar pragas na lavoura de Leôncio como vingança. Malvina confronta Rosa ao flagrá-la na cozinha com o marido, e Leôncio, em mais uma investida repulsiva, promete deixar Malvina para ficar com Isaura. Rosa revela à patroa que o fazendeiro está apaixonado pela escrava e, como castigo, é enviada ao tronco. Belchior, movido por ilusão, diz desejar se casar com Rosa, e ao mesmo tempo informa Miguel que o comendador está de volta. Dr. Paulo examina Almeida, preocupado com sua saúde. Leôncio é avisado sobre a presença de estranhos em seu cafezal, mas ignora o alerta, obcecado por Isaura, que continua a ouvir o desabafo do comendador, presa entre a compaixão e o medo.

Capítulo 033 – Quarta-feira, 15 de outubro
Tomásia volta a traçar planos de vingança contra Leôncio, enquanto Gabriel e Bernardo conseguem escapar do cafezal em meio à confusão das pragas que assolam as plantações. O vilão, furioso, é informado dos prejuízos e promete retaliação. Coronel Sebastião visita Malvina, que demonstra crescente instabilidade emocional. Miguel tenta novamente comprar a liberdade da filha, sem sucesso, e André sela sua união com Moleca com um beijo apaixonado. Malvina, tomada pelo orgulho ferido, exige que Rosa deixe sua casa. Martinho tenta comprá-la, mas quem efetivamente o faz é o coronel Sebastião, decidido a protegê-la e dar-lhe um novo destino. Enquanto isso, Tomásia continua tramando nas sombras contra Leôncio, e o coronel reafirma sua intenção de cuidar de Rosa, agora sob sua tutela.

Capítulo 034 – Quinta-feira, 16 de outubro
Malvina não aceita a presença de Rosa como irmã e passa a tratá-la com desprezo, enquanto Belchior insiste que Isaura deve fugir antes que Leôncio concretize seus planos. O fazendeiro arma uma emboscada para quem ousar invadir suas terras, e Gabriel, decidido, planeja incendiar as sacas de café em retaliação. Rosa, vaidosa, veste o vestido de Isaura, despertando ciúmes e comentários. Sebastião tenta convencer Almeida a vender Isaura, enquanto Helena e Henrique elogiam a beleza e o comportamento de Rosa, intensificando a rivalidade feminina. Leôncio discute com Sebastião diante de todos, e Miguel se desespera com a falta de alternativas. Almeida entrega uma procuração ao filho, sem imaginar o perigo, e Leôncio, agora com mais poder, se aproxima ainda mais de Isaura. João e Joaquina se divertem com Rosa, enquanto André pensa em retornar à fazenda. Gabriel e Bernardo chegam ao local e, durante o confronto, enfrentam os capangas; Bernardo consegue dominar um deles. Quando o fogo consome o café, Almeida se desespera ao ver seu império ruir em chamas.

Capítulo 035 – Sexta-feira, 17 de outubro
Malvina flagra Leôncio no quarto de Isaura, tomada de raiva e vergonha, enquanto o comendador Almeida sofre novo ataque de tosse e lamenta amargamente a destruição de sua lavoura. Leôncio descobre que Gabriel foi o responsável pelo incêndio e jura vingança contra Tomásia, sua eterna rival. Em crise financeira, Almeida decide vender Isaura para levantar dinheiro, enquanto Leôncio, sem escrúpulos, corrompe o tabelião para adulterar documentos e manipular o testamento do pai. Gioconda e Tomásia acolhem Gabriel ferido, escondendo-o, e Helena se dedica a ensinar Rosa a ler e escrever, acreditando em sua regeneração. Miguel auxilia Gabriel em segredo, ciente do perigo iminente. Leôncio exige a prisão do rebelde e envia o sargento à casa de Tomásia, iniciando uma nova caçada. Malvina e Isaura se preocupam com o atraso do tabelião, enquanto Sebastião emociona Rosa ao reconhecê-la como filha legítima. Bernardo finalmente recebe sua carta de alforria, e Leôncio, em seu ato final de traição, rouba o testamento de Almeida, determinado a garantir sua herança por meio da fraude e da maldade.

O fenômeno Percy Jackson – O Ladrão de Raios ganha versão brasileira e estreia em 2026 no Teatro Liberdade

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Quando uma saga literária atravessa gerações, conquista milhões de leitores e ainda inspira séries, filmes e musicais, é sinal de que seu universo encontrou um espaço definitivo na imaginação do público. Em 2026, essa energia chega ao Brasil de forma inédita e muito aguardada: Percy Jackson – O Ladrão de Raios: O Musical desembarca oficialmente em São Paulo, no Teatro Liberdade, no segundo semestre, marcando a primeira adaptação autorizada da obra na América Latina.

A montagem chega respaldada por um histórico de sucesso internacional — da primeira produção off-Broadway em 2014 às elogiadas versões na Broadway e no West End. Agora, essa trajetória desembarca em território brasileiro em uma iniciativa da Lab Cultural, produtora responsável por trazer a versão oficial e totalmente adaptada para o português.

Com trilha vibrante, humor afiado e uma história que equilibra mitologia, aventura e emoção, o musical promete transformar a relação entre os fãs brasileiros e o universo criado por Rick Riordan. Para muitos, trata-se não apenas de um espetáculo, mas de um reencontro com personagens que marcaram sua formação leitora.

Um universo literário que virou fenômeno mundial

Escrito por Rick Riordan, Percy Jackson e os Olimpianos se tornou uma das sagas mais marcantes do início dos anos 2000. A história de um adolescente disléxico, com déficit de atenção e que descobre ser filho de Poseidon, conectou jovens do mundo inteiro por tratar diferenças como superpoderes.

Além disso, a saga revitalizou o interesse pela mitologia grega entre leitores de todas as idades — e isso se reflete diretamente no sucesso duradouro da franquia. O Brasil, inclusive, se consolidou como a segunda maior base de fãs do mundo, algo que torna a chegada do musical ao país não apenas estratégica, mas emotiva.

A recente adaptação da série produzida pelo Disney+ reavivou o entusiasmo dos fãs e apresentou o universo de Riordan a novas gerações. A segunda temporada, prevista para dezembro de 2025, deve ampliar ainda mais essa base de admiradores às vésperas da estreia brasileira nos palcos.

Uma aventura épica com trilha de rock

Percy Jackson – O Ladrão de Raios: O Musical não é apenas uma transposição literal da obra literária — é uma reinvenção teatral que conquistou a crítica pela energia, modernidade e carisma de sua encenação.

Com uma trilha sonora envolvente, baseada em rock e pop contemporâneo, o espetáculo usa humor, ritmo e criatividade cênica para revitalizar a jornada de Percy, Annabeth, Grover e outros personagens que se tornaram ícones do público jovem.

Entre canções marcantes, efeitos visuais surpreendentes e uma narrativa que abraça o absurdo e o emocional com a mesma intensidade, o musical se tornou uma das produções mais queridas da Broadway recente, especialmente entre adolescentes e jovens adultos.

A primeira montagem surgiu em 2014, em uma produção off-Broadway que rapidamente se destacou pelo frescor e pela capacidade de se conectar com o público de forma direta. Em 2017, o musical ganhou uma versão na Broadway que recebeu elogios da crítica e uma indicação ao Drama Desk Award.

A partir de 2024, a produção alcançou o West End, em Londres, conquistando também o público europeu e dando início a turnês internacionais — o que consolidou sua posição como uma das obras mais vibrantes do teatro musical contemporâneo voltado ao público jovem.

Expectativa do público brasileiro

É impossível ignorar o impacto emocional que o anúncio do musical gerou entre os fãs brasileiros. Muitos cresceram lendo a saga, encontrando em Percy Jackson não apenas uma aventura, mas uma representação positiva de suas próprias inseguranças.

A história fala sobre encontrar seu lugar no mundo mesmo quando tudo parece incerto. Sobre descobrir força nos próprios desafios. E sobre o poder das amizades que se constroem no caminho — temas universais, que se tornam ainda mais potentes quando explorados no palco.

Para parte do público, a estreia do musical em São Paulo será também um símbolo de reconhecimento: algo que acompanha a importância do Brasil na comunidade global de fãs da franquia.

A montagem traz ainda um potencial enorme para mover não apenas fãs da saga, mas também famílias, escolas e jovens que nunca tiveram contato com o universo de Percy Jackson. Trata-se de um espetáculo capaz de despertar a curiosidade pela literatura, pela mitologia e pelo teatro musical.

Por que Percy Jackson funciona tão bem como musical?

A transformação de uma saga literária de aventura com deuses, criaturas míticas e batalhas épicas em um musical pode parecer improvável à primeira vista — mas faz todo sentido quando analisamos a essência da história.

O musical utiliza a combinação de humor e emoção para potencializar os momentos mais marcantes da trama. A trilha sonora cria pontes afetivas com o público, trazendo ritmo e dinamismo à narrativa.

Além disso, o teatro musical permite uma liberdade estética que combina muito bem com o tom irreverente de Riordan: cenários que se transformam rapidamente, efeitos práticos, instrumentos ao vivo e interpretações marcadas por energia juvenil.

Tudo isso ajuda a construir uma experiência imersiva que se conecta diretamente com o público jovem e com quem cresceu lendo a saga — uma vantagem que outras adaptações da franquia nem sempre conseguiram alcançar.

Uma estreia que marca nova fase do teatro musical no Brasil

A chegada de Percy Jackson – O Ladrão de Raios: O Musical também representa um momento simbólico para a cena teatral brasileira.

Nos últimos anos, o país tem recebido montagens de grande porte e reconhecimento global, abrindo espaço para produções que dialogam diretamente com novas audiências — especialmente o público jovem, que historicamente tem sido subestimado no mundo das artes cênicas.

Com temas relevantes, humor afiado e linguagem contemporânea, a montagem brasileira tem potencial para ocupar um lugar especial nessa nova fase do teatro nacional: mais inclusiva, mais plural e mais conectada com a cultura pop.

A estreia no Teatro Liberdade, um dos espaços mais importantes para musicais em São Paulo, reforça esse movimento. A casa tem recebido produções de alta qualidade e se consolidado como um polo importante de experimentação, inovação e diálogo com diferentes tipos de público.

O que vem agora?

Por enquanto, elenco, início das vendas e demais detalhes da temporada ainda serão anunciados — e isso só aumenta a expectativa. A previsão é que novas informações sejam divulgadas ao longo de 2025.

O que já se sabe é que o musical será apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros, reforçando o peso institucional por trás da produção.

A estreia em 2026 deve atrair fãs de todo o país, consolidando São Paulo como rota obrigatória para quem acompanhou a saga desde os livros, os filmes, os quadrinhos ou a recente série do Disney+.

Crítica | GOAT é um retrato cru e perspicaz da pressão no esporte de elite

O título original do filme, Him, carrega uma ambiguidade instigante ao estabelecer uma conexão direta com Deus, funcionando como uma metáfora inteligente para uma narrativa que explora o culto à excelência e a idolatria no esporte contemporâneo. No Brasil, a escolha do título GOAT — acrônimo de Greatest of All Time — reforça a temática esportiva e conecta imediatamente o público ao universo da NFL, onde a expressão já é consagrada para designar os maiores atletas de todos os tempos. Essa adaptação linguística evidencia o cuidado da obra em se comunicar com diferentes públicos sem perder sua essência crítica.

Narrativamente, o filme consegue equilibrar humor, drama e crítica social. A história acompanha a trajetória de jovens quarterbacks que enfrentam pressões quase sobre-humanas, lidando com expectativas da mídia, dos fãs e do próprio sistema esportivo. O roteiro não se limita a glorificar o sucesso, mas aprofunda-se nos bastidores do esporte, abordando lesões que comprometem carreiras, os efeitos devastadores do trauma craniano, o uso de substâncias para aumento de desempenho, além da corrupção e da manipulação nos bastidores das franquias. Dessa forma, GOAT oferece uma reflexão contundente sobre a dualidade entre divinização pública e exploração institucional de atletas, um tema raramente abordado com tanta clareza no cinema esportivo.

O uso de metáforas religiosas é uma das marcas da obra. A associação entre conquista esportiva e fé — comum entre atletas profissionais — é explorada de maneira recorrente, reforçando o caráter quase sacro que o público confere às estrelas da NFL. Embora algumas cenas, como a referência à Última Ceia, possam soar excessivamente literais, a estratégia simbólica contribui para a crítica central do filme: a transformação de atletas em figuras quase divinas enquanto são tratados como produtos dentro de um sistema competitivo e mercantilizado.

No que se refere às performances, o elenco entrega atuações consistentes. Há química convincente entre os protagonistas e momentos de autenticidade que sustentam as tensões dramáticas. Visualmente, o filme apresenta soluções criativas e impactantes, como as sequências em raio-X que mostram o corpo humano em sua fragilidade e mecanicidade, reforçando a ideia de atletas como máquinas de alto desempenho. O estilo do desfecho, com referências tarantinescas, traz ousadia e irreverência, contribuindo para um fechamento que mistura suspense, humor e crítica social. Pequenos deslizes técnicos, como o uso incorreto de equipamentos, são perceptíveis para os fãs mais atentos, mas não comprometem a experiência geral.

Entretanto, nem tudo é impecável. O desenvolvimento de personagens deixa lacunas significativas. A relação entre Cam e seu pai carece de profundidade emocional, reduzindo o impacto de seus conflitos internos. O arco de Isaiah White, outro personagem central, poderia ter sido explorado de maneira mais detalhada, oferecendo camadas adicionais à narrativa e fortalecendo a densidade dramática da obra. Ainda assim, a progressão do roteiro mantém o ritmo e evita que o público se desengaje, o que é um mérito importante em produções que combinam crítica social com entretenimento esportivo.

O filme também se destaca ao capturar a tensão psicológica inerente à carreira de um atleta de elite. A pressão por resultados, o medo constante do fracasso e o peso da mídia são retratados de forma autêntica, proporcionando ao espectador uma compreensão mais profunda do custo pessoal do sucesso no esporte de alto nível. Além disso, a trilha sonora de Jean Dawson contribui para criar uma atmosfera contemporânea e envolvente, reforçando momentos de tensão e celebração, e complementando a narrativa com um tom moderno e urbano.

GOAT encerra sua trajetória com uma mensagem clara e poderosa: a retomada do controle do próprio destino. Após enfrentarem sacrifícios físicos, emocionais e éticos, os atletas protagonistas emergem não apenas como competidores, mas como indivíduos que desafiam um sistema que frequentemente os vê apenas como mercadorias. Esse desfecho confere ao filme um peso simbólico, elevando-o acima do mero retrato esportivo e transformando-o em um comentário social relevante sobre meritocracia, idolatria e humanidade no esporte.

Embora não se configure como uma obra-prima, GOAT é ousado, incisivo e, em muitos momentos, surpreendentemente perspicaz. Consegue unir crítica social, entretenimento e estética visual de maneira coesa, oferecendo uma experiência cinematográfica refrescante dentro do gênero esportivo-dramático. A obra provoca reflexão sobre a natureza da fama, do sucesso e da pressão contemporânea sobre atletas, ao mesmo tempo em que diverte e entretém, mostrando que o cinema esportivo ainda tem espaço para inovação e relevância cultural.

Resumo semanal da novela Paulo, O Apóstolo de 10/09 a 12/09

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Capítulo da novela Paulo, O Apóstolo – Quarta-feira, 10 de setembro

O imperador Nero finalmente revela seus verdadeiros objetivos a Paulo, surpreendendo todos que observam a trajetória do apóstolo com tensão e apreensão. Com sua autoridade absoluta, Nero apresenta um pedido inesperado, colocando Paulo diante de um dilema moral e espiritual: obedecer ao imperador ou manter sua fé e princípios inabaláveis. Em Jerusalém, antigas ameaças do sinédrio se tornam realidade, e a cidade se enche de rumores e conspirações que testam a coragem dos seguidores de Cristo. O capítulo mostra o contraste entre o poder terreno e a força interior do apóstolo, enfatizando o embate constante entre justiça, fé e autoridade. Cada diálogo, olhar e decisão revela a complexidade de um mundo em que a lealdade a Deus e a sobrevivência humana se chocam.

Capítulo – Quinta-feira, 11 de setembro

Durante uma conversa carregada de tensão com Nero, Paulo recebe um presente inesperado entregue por Popeia, gesto que mistura intriga, simbolismo e astúcia política. Enquanto isso, os sicários revelam toda a sua crueldade: Albino e Ananias são pressionados com ameaças e jogos de poder, obrigando-os a tomar decisões que podem determinar suas vidas. A situação evidencia a constante batalha entre princípios, moral e sobrevivência, e mostra como cada personagem precisa navegar em um ambiente de intrigas e manipulações para proteger a si mesmo e aos outros. O capítulo intensifica o suspense, revelando que fé, estratégia e coragem se entrelaçam de forma inevitável na luta contra a opressão do império.

Capítulo da novela Paulo, O Apóstolo – Sexta-feira, 12 de setembro

Embora o resumo oficial não tenha sido divulgado, o clima sugere que os acontecimentos culminam em momentos decisivos para Paulo e seus seguidores. As tensões entre os fiéis e as autoridades romanas provavelmente atingem um ápice, testando limites de coragem, lealdade e fé. O capítulo promete revelações dramáticas, confrontos morais e desfechos inesperados que marcarão profundamente a trajetória do apóstolo, reforçando os temas de justiça divina, resistência diante da opressão e a força do espírito humano mesmo nos momentos mais sombrios.

The Boys | Quando o episódio 7 estreia no Prime Video e o que esperar do caos contra Capitão Pátria

A quinta e última temporada de The Boys transformou o universo da série em um verdadeiro campo de batalha. Se nos anos anteriores a produção do Prime Video já apostava em violência extrema, sátira política e conflitos psicológicos, agora a trama parece ter abandonado qualquer freio. O caos tomou conta da Vought, os Supers perderam completamente o controle e Billy Butcher finalmente está disposto a ultrapassar todos os limites possíveis para destruir Capitão Pátria.

Depois do explosivo sexto episódio, “Ainda que os Céus Caiam”, a sensação entre os fãs é de que a série entrou oficialmente em sua reta final mais sombria. O capítulo terminou com um dos momentos mais perigosos de toda a história da produção: Capitão Pátria finalmente conseguiu acesso ao V1, a variante mais poderosa já criada do Composto V, e usou a substância em si mesmo.

A revelação muda completamente o equilíbrio de forças da série. Até aqui, Homelander já era praticamente impossível de deter. Agora, com juventude eterna e imunidade ao vírus mortal criado pelos Rapazes, o personagem se transforma em algo ainda mais assustador, quase uma entidade invencível. Enquanto isso, Butcher, Hughie, Annie, Kimiko e o restante da equipe assistem impotentes ao crescimento do inimigo que tentam derrubar há anos.

Quando estreia o episódio 7?

O próximo capítulo chega ao catálogo do Prime Video na madrugada de 13 de maio, ficando disponível às 4h da manhã no horário de Brasília. A expectativa em torno do episódio é enorme porque a temporada claramente começou a preparar o terreno para seus confrontos finais.

Como a guerra contra Capitão Pátria saiu do controle?

Desde o início da temporada, Homelander vem consolidando um poder político e social que vai muito além dos superpoderes. O personagem deixou de ser apenas o líder dos Sete e passou a agir como uma figura messiânica para milhões de seguidores fanáticos.

Tudo começou quando Annie January conseguiu infiltrar-se numa reunião de acionistas da Vought e divulgou o vídeo do Voo 37, um dos maiores segredos envolvendo Capitão Pátria. A revelação abalou parte da opinião pública, mas Sister Sage rapidamente entrou em ação para manipular a narrativa. Usando Ashley Barrett e toda a influência da Vought, Sage conseguiu desacreditar as imagens e transformar os Rapazes em inimigos públicos.

Ao mesmo tempo, Homelander passou a perseguir diretamente Hughie, Mother’s Milk e Frenchie, criando campos de reclusão para eliminar opositores. Foi nesse momento que a temporada começou a abandonar qualquer aparência de estabilidade. O resgate liderado por Butcher virou um massacre, culminando na morte de Trem-Bala, assassinado brutalmente por Homelander após salvar Hughie.

A cena marcou uma das perdas mais importantes da série até agora e simbolizou algo que os fãs já suspeitavam: Capitão Pátria não enxerga mais ninguém como aliado, amigo ou família. Qualquer pessoa que questione sua autoridade virou descartável.

Por que o Composto V virou o centro da temporada?

Se nas temporadas anteriores o Composto V já era tratado como uma arma biológica perigosa, a reta final da série elevou isso para outro nível. A introdução do V1 criou uma nova corrida pelo poder dentro da trama.

Segundo Sister Sage, essa variante retirada do sangue de Soldier Boy concede juventude eterna e imunidade ao vírus mortal capaz de matar Supers. A partir daí, praticamente todos os personagens passaram a caçar a substância.

Billy Butcher quer usar o vírus para exterminar Homelander de uma vez por todas, mesmo que isso custe sua própria vida. Já Sage tenta impedir que Homelander consiga o V1 porque acredita que um ser tão poderoso poderia destruir o próprio plano dela de colocar humanos e Supers uns contra os outros.

O problema é que ninguém conseguiu controlar a situação. Enquanto os Rapazes tentavam produzir novas versões do vírus, Homelander e Soldier Boy iniciaram uma busca brutal pela substância, deixando um rastro de mortes pelo caminho. Personagens secundários foram eliminados sem cerimônia, alianças ruíram e até antigos membros dos Sete começaram a se voltar uns contra os outros.

Soldier Boy virou aliado ou ameaça?

A temporada também transformou Soldier Boy em uma peça imprevisível dentro do tabuleiro. Interpretado por Jensen Ackles, o personagem continua sendo uma mistura perigosa de brutalidade, ressentimento e instabilidade emocional.

Em alguns momentos, ele parece disposto a enfrentar Homelander. Em outros, atua quase como um aliado do vilão. Essa ambiguidade virou uma das principais tensões da temporada.

Nos episódios recentes, Soldier Boy chegou a capturar Homelander dentro de uma câmara de urânio enriquecido após uma discussão explosiva entre os dois. A sequência indicava que talvez ele finalmente estivesse disposto a impedir o antigo “filho”. Mas tudo mudou novamente quando o personagem conseguiu colocar as mãos no V1 e decidiu entregar a substância diretamente para Homelander.

O gesto redefiniu completamente a reta final da série. Agora, existe a possibilidade de Homelander atingir um nível de poder jamais visto dentro do universo de The Boys, algo que pode tornar qualquer tentativa de resistência praticamente inútil.

O que aconteceu com os Sete?

A degradação interna dos Sete virou outro ponto central da temporada. O grupo, que já funcionava como uma sátira cruel das equipes tradicionais de super-heróis, agora parece totalmente destruído por paranoia, ego e violência.

Noir acabou assassinado pelo Profundo após tentar abandonar o grupo para seguir carreira no teatro. Firecracker, que vinha ajudando Homelander na construção de sua imagem messiânica, também foi morta depois de demonstrar dúvidas sobre a “divindade” do líder dos Sete.

Até Ashley Barrett perdeu completamente o controle da situação. Depois de usar o Composto V em si mesma, a personagem passou a enfrentar transformações bizarras que revelam como o universo da série está cada vez mais próximo do colapso absoluto. Enquanto isso, Sister Sage segue manipulando eventos nos bastidores, mesmo após aparentemente abandonar Homelander temporariamente.

O que esperar do episódio 7?

O próximo episódio deve mostrar as consequências imediatas da injeção do V1 em Homelander. A grande dúvida é se a substância realmente tornará o personagem invulnerável ou se haverá algum efeito colateral inesperado.

Além disso, os Rapazes agora enfrentam seu momento mais desesperador desde o início da série. O vírus pode já não funcionar, Soldier Boy voltou a ser uma ameaça imprevisível e Ryan continua dividido entre Butcher e o próprio pai.

A produção também vem preparando o terreno para possíveis mortes importantes até o final da temporada. Depois das perdas recentes, os fãs começaram a especular que personagens clássicos podem não sobreviver aos episódios finais.

Pssica | Netflix revela trailer da minissérie impactante dirigida por Quico e Fernando Meirelles

Foto: Rodrigo Maltchique/Netflix

No dia 20 de agosto, a Netflix abre as comportas de um Brasil raramente visto nas grandes telas com a estreia de “Pssica”, minissérie brasileira que promete arrepiar a pele e mexer com o coração. Com apenas quatro episódios, a produção é pequena no formato, mas gigante na ambição estética, social e narrativa.

Dirigida por Quico Meirelles e com um episódio assinado pelo pai, Fernando Meirelles (de “Cidade de Deus”), “Pssica” traz um retrato brutal, sensível e surpreendentemente poético da Amazônia que vive fora dos cartões-postais. A produção é baseada na obra homônima do escritor paraense Edyr Augusto, um cronista da violência, da beleza e das contradições do Norte brasileiro.

Uma maldição sobre os rios

A palavra que dá nome à série — pssica — carrega o peso de uma lenda. No imaginário popular amazônico, trata-se de uma maldição, um mal invisível que assombra quem tenta escapar de seu destino. E é justamente esse fio místico que costura as três histórias centrais da série.

Janalice (vivida por Domithila Cattete) é uma jovem raptada por uma rede de tráfico humano e lançada à própria sorte. Preá (interpretado com intensidade por Lucas Galvino) é um rapaz criado à margem da lei que, entre remos e balas, herda o comando de uma gangue de criminosos ribeirinhos — os “ratos d’água”. Já Mariangel (Marleyda Soto), que carrega as dores da guerra em seu olhar, atravessa os rios em busca de vingança pela chacina de sua família.

Esses três destinos se entrelaçam como as correntezas da própria Amazônia, num enredo que mistura denúncia social, realismo fantástico e thriller emocional.

Um Brasil que raramente vemos

Filmada em Belém e nos arredores da Amazônia Atlântica, “Pssica” impressiona não apenas pelo roteiro potente, mas pela escolha de locações autênticas e por sua equipe majoritariamente nortista. A série não tenta pasteurizar o Norte, mas sim ouvi-lo, habitá-lo e senti-lo em sua complexidade.

A fotografia exalta a beleza crua da região — rios de lama, palafitas, florestas cortadas por barcos barulhentos, becos molhados por chuvas tropicais. Mas há, também, uma paleta de cores emocionais: o vermelho da vingança, o azul dos sonhos interrompidos e o verde profundo de um Brasil esquecido.

“Conheci o livro há alguns anos e percebi que a leitura me apresentou temas urgentes e uma realidade que precisa ser discutida. Estou realizada ao saber que agora vamos lançar essa minissérie para que mais pessoas conheçam essas histórias”, conta Andrea Barata Ribeiro, uma das produtoras da série.

Potência nos bastidores

Além da direção de Quico e Fernando Meirelles, o time criativo de “Pssica” é liderado por nomes de peso como Bráulio Mantovani (indicado ao Oscar por “Cidade de Deus”), Fernando Garrido e Stephanie Degreas, responsáveis pelo roteiro. A produção é da O2 Filmes, com coprodução de Cristina Abi.

No elenco, um sopro de diversidade e novidade: Ademara, Ana Luiza Rios, Bruno Goya, Claudio Jaborandy, David Santos, Felipe Rocha, Gabriel Knoxx, Luca Dan, Maycon Douglas, Ricardo Teodoro, Sandro Guerra, Sendí Baré, Welket Bungué e Wesley Guimarães.

A presença de atores amazônidas e nordestinos em papéis centrais reforça o compromisso da obra com a representatividade regional e a autenticidade da narrativa.

A violência como legado, o afeto como resistência

“Pssica” é um grito silencioso vindo dos confins da floresta. Uma história sobre violência estrutural, tráfico humano, desigualdade, mas também sobre afeto, fé popular, sobrevivência e a busca por uma segunda chance.

Não há romantização dos traumas, mas há espaço para a emoção. As escolhas dos personagens, muitas vezes extremas, são retratadas com empatia. “A série fala daquilo que te molda quando tudo ao redor parece querer te destruir. Mas também mostra que há resistência nos corpos que sangram, nos olhos que choram, nas mãos que não se rendem”, comenta Quico Meirelles.

Por que assistir?

“Pssica” não é só mais uma série brasileira — é uma produção que ousa sair do eixo, que respira o Norte com sua linguagem própria e entrega drama, ação, poesia e denúncia em doses equilibradas. É um convite a ver o Brasil com outros olhos — mais abertos, mais atentos, mais humanos.

Se há uma “maldição” que paira sobre os personagens, talvez seja a mesma que atravessa grande parte dos brasileiros: o peso de nascer e viver à margem. Mas “Pssica” também mostra que existe beleza em cada tentativa de quebrar esse destino.

Rodriguinho presta homenagem a Jorge Ben Jor com releitura intimista em projeto acústico

Rodriguinho, um dos principais nomes do pagode contemporâneo brasileiro, lança uma versão especial do medley “Por Causa de Você e Chove Chuva”, clássicos de Jorge Ben Jor de 1963. Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube, a faixa integra o projeto Rodriguinho Acústico, gravado ao vivo no Teatro Bradesco, em São Paulo, em uma apresentação marcada pela proximidade com o público e o resgate das raízes musicais.

Medley une gerações e estilos com arranjos sofisticados

Com arranjos cuidadosamente elaborados, Rodriguinho imprime sua identidade artística ao medley, trazendo uma roupagem acústica que respeita a essência original das canções de Jorge Ben Jor. O resultado é uma fusão entre o samba-rock característico do icônico músico e o pagode romântico que consolidou Rodriguinho como um dos principais nomes do gênero nas últimas décadas. A releitura traz uma sonoridade que conecta diferentes públicos e gerações, reforçando a perenidade da música brasileira.

Projeto Rodriguinho Acústico: mais que um show, uma celebração

Gravado em um dos palcos mais prestigiados do país, o Teatro Bradesco, o Rodriguinho Acústico representa um momento especial de renovação e maturidade musical para o artista. O projeto reúne versões intimistas de seus grandes sucessos e homenagens a artistas que marcaram sua trajetória, como Jorge Ben Jor. A escolha pelo formato acústico permite um contato mais direto e verdadeiro com o público, aproximando o espectador da essência da música.

Rodriguinho fala sobre a homenagem e seu processo criativo

“Esse projeto é muito especial para mim. Sempre sonhei em fazer algo nesse formato, mais próximo, mais intimista, mais verdadeiro. Homenagear o Jorge Ben Jor foi uma forma de agradecer por tudo que ele representa na nossa música”, declarou Rodriguinho, destacando o peso e a importância da influência do mestre Jorge Ben Jor em sua carreira. O cantor também ressaltou o desafio e a satisfação de reinventar clássicos que fazem parte do patrimônio cultural brasileiro.

Além do lançamento nas plataformas de áudio, o medley está disponível no canal oficial de Rodriguinho no YouTube, ampliando o alcance da homenagem. A divulgação digital é parte estratégica do projeto, que aposta na aproximação com o público por meio de conteúdo audiovisual de qualidade. O formato acústico também se adapta bem às tendências atuais, valorizando a autenticidade e a simplicidade na experiência musical.

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