Batalha de Sabores | Nissin Foods do Brasil coloca Galinha Caipira no centro de disputa entre seus clássicos

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A Nissin Foods do Brasil decidiu transformar um dos sabores mais amados do país em protagonista de uma grande competição digital. A nova campanha “Batalha de Sabores” coloca frente a frente três versões Galinha Caipira que já fazem parte da rotina dos brasileiros, convidando o público a escolher qual delas merece o topo do pódio.

A disputa reúne o tradicional Nissin Lámen, o prático Cup Noodles e o marcante Nissin Yakissoba U.F.O.. Embora compartilhem o mesmo sabor, cada um aposta em características próprias para conquistar votos e reforçar sua identidade dentro do portfólio da marca.

O Nissin Lámen Galinha Caipira entra na competição destacando sua versatilidade. É aquele clássico que combina com diferentes ingredientes, pode ganhar incrementos e se adapta a várias ocasiões. Já o Cup Noodles Galinha Caipira foca na praticidade, reforçando o preparo rápido apenas com água quente, ideal para quem precisa de agilidade no dia a dia. Enquanto isso, o Nissin Yakissoba U.F.O. Galinha Caipira Original aposta em uma experiência mais intensa, com textura e sabor que prometem marcar presença.

A partir de 23 de fevereiro, os perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil entram em clima de competição. A comunicação adota um tom divertido e provocativo, colocando os personagens das marcas para interagir e “disputar” a preferência do público. A ideia é gerar conversa, engajamento e identificação, transformando seguidores em participantes ativos da campanha.

Além das redes sociais, a estratégia inclui parcerias com influenciadores digitais, ampliando o alcance da ação e aproximando os produtos de diferentes comunidades online. A campanha segue até 15 de março e marca presença em plataformas como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai.

Para a empresa, a iniciativa é uma forma de valorizar um sabor que já é queridinho no Brasil e, ao mesmo tempo, mostrar que cada produto entrega uma experiência distinta dentro do universo dos macarrões instantâneos. Em vez de competir entre si no ponto de venda, as marcas passam a dividir os holofotes em uma narrativa leve e interativa.

Com criação da Dentsu Creative, a campanha aposta em linguagem dinâmica e no cruzamento de formatos para tornar a disputa tão envolvente quanto saborosa.

Super Tela 19/04/2025: Até o Limite é o grande destaque da noite!

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A Super Tela da Record TV deste sábado, 19 de abril de 2025, promete emocionar o público com uma história poderosa e cheia de sensibilidade. O destaque da noite é o filme “Até o Limite” (MBF: Man’s Best Friend), um drama de guerra e família que foge dos clichês e mergulha fundo nas cicatrizes — físicas e emocionais — que a vida pode deixar.

Lançado em 2020 e dirigido por Anthony Hornus, o longa tem no elenco nomes como DJ Perry, Garry Nation e Melissa Anschutz, e foi destaque nas plataformas de streaming pela sua abordagem delicada sobre o retorno à vida civil de um ex-combatente.

A trama

No centro da história está Paul Landing (DJ Perry), um ex-fuzileiro que serviu no Afeganistão e voltou para casa ferido, carregando muito mais do que apenas as marcas visíveis da guerra. Agora, dez anos depois, ele tenta manter em pé um abrigo de cães — um espaço que, mais do que um trabalho, é uma forma de terapia, de conexão e de propósito.

Mas nem tudo são flores. O abrigo está prestes a ser reduzido por uma ordem oficial, e Paul ainda precisa lidar com o preconceito e a exclusão social por conta de sua condição. Em meio à luta burocrática e emocional, o personagem encontra apoio e força em seus cães — seus verdadeiros companheiros — e em algumas pessoas que se recusam a julgá-lo pelo passado.

Drama com alma e coração

“Até o Limite” é daqueles filmes que tocam fundo. Sem grandes efeitos, ele aposta no realismo, no silêncio das feridas emocionais e na força dos vínculos criados com os animais. A relação entre Paul e os cães vai muito além do carinho: representa cura, resiliência e empatia — tudo o que muitas vezes falta no mundo lá fora.

Com 2h09min de duração, o filme é ideal pra quem curte histórias mais humanas, com personagens imperfeitos tentando se reconstruir. O roteiro evita soluções fáceis e entrega momentos sinceros que ressoam com muita gente — especialmente com quem já enfrentou alguma perda, injustiça ou invisibilidade.

Onde mais assistir?

Se você curtir a exibição na Record ou quiser rever com calma depois, “Até o Limite” está disponível nas plataformas digitais. Ele pode ser visto por assinatura no Looke e também está disponível para aluguel na Amazon Prime Video, a partir de R$ 4,90.


📺 Super Tela – Record TV
🗓 Sábado, 19 de abril de 2025
🎞 Filme: Até o Limite (MBF: Man’s Best Friend)
🎬 Duração: 2h09min
📚 Gênero: Drama / Guerra / Família
🔞 Classificação indicativa: 12 anos
💡 Ideal para quem ama histórias de superação e companheirismo verdadeiro.

Crítica – Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno é um retorno que falha em capturar a essência da franquia

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Desde seus primeiros minutos, Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno demonstra uma ambição contraditória: deseja simultaneamente dar continuidade a uma ideia já estabelecida e, ao mesmo tempo, reinventá-la. Essa indecisão conceitual se revela seu maior problema. A Konami, ao longo dos jogos, já havia promovido alterações significativas nas regras e na lógica do universo de Silent Hill. Aqui, o diretor parece seguir caminho semelhante, mas com um agravante: insiste em reciclar elementos criados por ele próprio em obras anteriores, sem a devida coerência ou aprofundamento. O resultado é um embaralhamento narrativo que fragiliza ainda mais a identidade do filme.

No campo da narrativa, as mudanças introduzidas soam, no mínimo, questionáveis. O impacto psicológico e a tragédia que deveriam sustentar emocionalmente a história são transferidos quase inteiramente para flashbacks. Em vez de enriquecer a experiência, esses retornos ao passado funcionam de maneira excessivamente funcional, raramente orgânica. Eles se limitam, basicamente, a reiterar dois pontos já claros: o amor de James por Mary e o avanço da doença que a consome. Este último aspecto, em especial, é tratado de forma artificial, chegando a recorrer novamente à presença dos cultistas — utilizados aqui como uma espécie de muleta narrativa, em vez de um elemento simbólico ou perturbador.

O uso insistente desses flashbacks fragmenta a atmosfera e compromete qualquer tentativa de construção gradual de tensão. A sensação de horror, que deveria se infiltrar lentamente no espectador, é constantemente interrompida, tornando a experiência irregular e pouco envolvente. Fora isso, o filme carrega uma aparência geral de produção limitada. A precariedade é perceptível em parte da maquiagem e dos efeitos visuais, que raramente convencem ou causam impacto. Falta terror, falta ousadia e, sobretudo, falta criatividade.

Nem mesmo Pyramid Head, um dos ícones mais reconhecíveis e simbólicos da franquia, recebe o tratamento que merece. Sua presença é superficial: não há densidade simbólica, não há construção dramática e tampouco uma cena verdadeiramente memorável. Ele surge, circula pelo cenário e desaparece, quase como um elemento decorativo — uma aparição vazia, comparável àquela caminhada constrangedora antes do início de uma sessão de cinema.

O desfecho emocional, que deveria ser o ápice devastador da experiência, representa o golpe final. Mal conduzido e apressado, o clímax falha em provocar qualquer comoção genuína. Em vez disso, gera reações involuntárias de riso na plateia — algo que se torna ainda mais grave em uma obra que depende essencialmente do horror psicológico para funcionar.

No fim das contas, trata-se de um filme cuja existência parece difícil de justificar. Como adaptação, Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno fracassa em compreender e traduzir a essência do jogo. Como continuação do longa de 2006, mostra-se inferior em impacto e coerência. E como uma releitura livre da história original, é raso, inconsistente e incapaz de transmitir sequer uma fração da angústia, do horror psicológico e da carga emocional que tornaram Silent Hill uma obra tão marcante e duradoura.

Missão Resgate é destaque na Tela Quente de hoje, 6 de janeiro

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Vem aí muita emoção e adrenalina! Nesta segunda, 6 de janeiro, a Tela Quente da TV Globo exibe o filme “Missão Resgate” (título original: “The Ice Road”), estrelado pelo sempre incrível Liam Neeson. Com direção de Jonathan Hensleigh, a história mistura coragem, sacrifício e ação nas paisagens congelantes do Canadá.

Na emocionante trama, uma mina de diamantes localizada no remoto e inóspito norte canadense sofre um colapso devastador, deixando um grupo de trabalhadores presos sob toneladas de escombros. Com o tempo correndo contra eles e as chances de sobrevivência diminuindo a cada instante, uma ousada missão de resgate é montada.

Para liderar essa operação arriscada, entra em cena Mike McCann, um motorista de caminhão veterano interpretado pelo carismático Liam Neeson. Conhecido por sua habilidade e coragem, McCann é recrutado para enfrentar uma tarefa quase suicida: atravessar um vasto lago congelado durante a primavera, quando o gelo está perigosamente fino e pode ceder a qualquer momento.

À medida que a missão avança, Mike enfrenta uma série de obstáculos implacáveis, desde tempestades de neve traiçoeiras e ventos cortantes até o risco constante de quedas no gelo frágil. No entanto, o maior perigo pode não ser o ambiente hostil, mas forças ocultas que parecem conspirar para sabotar o resgate. Traições, revelações inesperadas e dilemas morais colocam à prova não apenas suas habilidades, mas também seu espírito de liderança e determinação.

Com uma atmosfera tensa e cenários deslumbrantes, o filme combina ação intensa e drama humano, destacando o poder da resiliência e da solidariedade em meio a condições extremas.

O longa-metragem também conta com Laurence Fishburne e Benjamin Walker no elenco, trazendo ainda mais intensidade a essa história emocionante.

Se você é fã de filmes cheios de tensão e superação, essa é a sua chance de assistir! Além de ser exibido na TV Globo, “Missão Resgate” também está disponível para quem prefere o streaming. Você pode assisti-lo na Netflix ou no Telecine, caso seja assinante, ou alugar no Prime Video por preços a partir de R$ 6,90.

Então, anote na agenda: a Tela Quente começa logo depois da novela das 21h. Prepare a pipoca, reúna quem você gosta e embarque nessa aventura gelada que promete tirar o fôlego!

Anote na agenda:

  • Data: Segunda, 6 de janeiro
  • Canal: Globo (TV Aberta)
  • Horário: 22h25, após a novela Mania de Você

Onde assistir online:

  • Netflix: Disponível para assinantes
  • Telecine: Disponível para assinantes
  • Prime Video: Alugue a partir de R$ 6,90

K-drama “Shining” revela primeiro pôster e confirma estreia para março com Park Jinyoung e Kim Min-ju no elenco

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Os fãs de dramas coreanos já podem marcar no calendário. O k-drama “Shining” acaba de divulgar seu primeiro pôster oficial e confirmou a data de estreia para 6 de março, dando início a uma das produções mais comentadas da temporada. A série chama atenção desde o anúncio por reunir dois nomes muito populares entre o público jovem: Park Jinyoung, integrante do GOT7 e ator em ascensão, e Kim Min-ju, ex-integrante do IZ*ONE, que vem consolidando sua carreira na atuação.

Com uma proposta que mistura drama emocional, amadurecimento pessoal e relações humanas complexas, “Shining” promete ir além do romance tradicional, apostando em personagens marcados por conflitos internos e escolhas difíceis. O primeiro pôster divulgado já dá pistas do tom da narrativa, apostando em uma estética delicada, introspectiva e carregada de simbolismo, algo que costuma agradar tanto o público coreano quanto os fãs internacionais de k-dramas.

Embora muitos detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos sob sigilo, “Shining” se apresenta como um drama centrado em personagens que carregam feridas emocionais e buscam um novo sentido para suas vidas. A produção deve explorar temas como identidade, sonhos interrompidos, relações familiares e a dificuldade de se manter fiel a si mesmo em meio às pressões sociais.

O título da série sugere essa dualidade entre luz e escuridão, indicando que o brilho dos personagens não surge da perfeição, mas da capacidade de enfrentar os próprios medos e fragilidades. A expectativa é que o roteiro trabalhe essas questões de forma sensível, sem recorrer a soluções fáceis ou conflitos artificiais.

Em “Shining”, Park Jinyoung interpreta Yeon Tae Seo, um dos protagonistas da história. Conhecido inicialmente como idol do GOT7, Jinyoung vem construindo uma carreira sólida como ator, com atuações elogiadas em produções recentes. Seu histórico em papéis mais contidos e emocionalmente densos faz dele uma escolha natural para um drama que promete mergulhar no psicológico de seus personagens.

Yeon Tae Seo deve ser retratado como alguém em processo de transformação, lidando com expectativas externas e dilemas pessoais que o colocam em conflito constante. A presença de Jinyoung no papel principal aumenta consideravelmente a expectativa em torno da série, especialmente entre fãs que acompanham sua evolução artística fora dos palcos.

Ao lado dele, Kim Min-ju interpreta Mo Eun A, outra personagem central da trama. Após o fim das atividades do IZ*ONE, Min-ju vem se dedicando cada vez mais à atuação, escolhendo projetos que lhe permitam mostrar versatilidade e amadurecimento artístico. Em “Shining”, ela deve viver uma personagem marcada por sensibilidade e força emocional, alguém que enfrenta desafios internos enquanto tenta manter uma aparência de estabilidade.

A parceria entre Park Jinyoung e Kim Min-ju é um dos grandes atrativos da série. A química entre os protagonistas é apontada como um dos pontos fortes da produção, prometendo momentos intensos e carregados de emoção, seja em cenas mais intimistas ou em conflitos mais diretos.

Além do casal principal, “Shining” conta com um elenco de apoio que contribui para enriquecer a trama. Shin Jae Ha, Park Se Hyun e outros nomes importantes aparecem em papéis de destaque, formando uma rede de personagens que influenciam diretamente as escolhas e o desenvolvimento dos protagonistas. A presença desses atores sugere uma narrativa mais ampla, que não se limita apenas ao arco romântico, mas constrói um universo emocional mais complexo.

A direção da série fica por conta de Kim Yoon Jin, conhecido por seu olhar cuidadoso para histórias centradas em personagens e relações humanas. Já o roteiro é assinado por Lee Sook Yun, que promete uma abordagem delicada e bem estruturada, focada na evolução emocional dos personagens ao longo dos episódios.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado, 28 de fevereiro, na Record TV

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Neste sábado, 28 de fevereiro de 2026, a Record TV leva ao ar, na faixa Cine Aventura, o filme Nerve: Um Jogo Sem Regras, um suspense tecnológico que combina romance, adrenalina e uma crítica direta à cultura da superexposição nas redes sociais. Lançado em 2016, o longa conquistou o público jovem ao transformar um simples jogo online em um verdadeiro teste de coragem — e de limites.

Dirigido por Henry Joost e Ariel Schulman, com roteiro assinado por Jessica Sharzer, o filme é inspirado no livro homônimo da escritora Jeanne Ryan. No elenco principal estão Emma Roberts, Dave Franco e Juliette Lewis, que entregam atuações marcadas pela intensidade e pela química em cena.

A história acompanha Venus “Vee” Delmonico (Emma Roberts), uma adolescente inteligente e talentosa que vive em Staten Island e sonha em estudar arte fora da cidade. No entanto, o luto pela morte recente do irmão mais velho torna o ambiente familiar delicado, fazendo com que ela adie seus próprios planos para não ferir ainda mais a mãe.

Enquanto Vee hesita em dar o próximo passo em sua vida, sua melhor amiga, Sydney, vive mergulhada no Nerve, um jogo de desafios transmitido ao vivo pela internet. A dinâmica é simples: usuários se inscrevem como “jogadores” ou “observadores”. Os jogadores cumprem tarefas enviadas pelos espectadores e, quanto mais ousadas e arriscadas forem as missões, maior a recompensa em dinheiro e popularidade.

Provocada por Sydney por ser “certinha” demais, Vee decide se inscrever no jogo quase como um ato impulsivo. Seu primeiro desafio é beijar um estranho. É assim que ela conhece Ian (Dave Franco), que também está participando do Nerve. O encontro, inicialmente despretensioso, rapidamente ganha a atenção do público online, que passa a acompanhar cada passo da dupla.

Da empolgação ao perigo real

O que começa como uma brincadeira ousada evolui para desafios cada vez mais extremos. Incentivados pelos espectadores, Vee e Ian atravessam Manhattan cumprindo tarefas que envolvem experimentar roupas de luxo sem pagar, fazer tatuagens inesperadas e até pilotar uma motocicleta em alta velocidade com os olhos vendados.

A adrenalina, a estética vibrante da cidade à noite e a crescente conexão entre os dois transformam o casal nos favoritos do público. O número de visualizações sobe, o dinheiro aumenta e a sensação de invencibilidade toma conta.

Mas o jogo cobra seu preço.

Sydney, incomodada com a ascensão meteórica da amiga, aceita um desafio arriscado durante uma festa: atravessar uma escada posicionada entre dois prédios. O medo fala mais alto, ela desiste e acaba eliminada da competição. O episódio marca o início de uma ruptura na amizade das duas.

Ao mesmo tempo, Vee descobre que Ian havia recebido a missão secreta de levá-la até aquela festa e provocar um conflito entre as amigas — tudo para gerar mais audiência. A revelação expõe o lado manipulador do Nerve, que transforma relações pessoais em espetáculo.

Um sistema que não aceita desistências

À medida que os desafios se tornam mais perigosos, Vee percebe que está presa em algo muito maior do que imaginava. Quando tenta procurar ajuda e denunciar o jogo, não é levada a sério. Como punição, todo o dinheiro da conta bancária que divide com a mãe desaparece.

Ela descobre então a existência de uma terceira categoria dentro do Nerve: os “prisioneiros”. São jogadores que tentaram abandonar o jogo ou denunciá-lo e acabaram sendo chantageados digitalmente. Ian revela que ele e outro participante, Ty, já perderam um amigo durante um desafio e tiveram suas vidas destruídas ao tentar expor o esquema.

Enquanto isso, o amigo hacker de Vee, Tommy, tenta desativar o sistema com a ajuda de outros jovens especialistas em tecnologia. Porém, o Nerve opera como uma rede descentralizada: cada celular conectado funciona como parte do servidor. Derrubar o jogo significa convencer as próprias pessoas a saírem dele.

A final que choca o público

A competição chega ao clímax em uma rodada final tensa e perturbadora. Vee e Ian são colocados frente a frente e recebem a ordem de atirar um no outro. A decisão depende do voto dos espectadores, que acompanham tudo em tempo real.

Quando a maioria vota a favor do disparo, o filme escancara sua principal crítica: a facilidade com que o anonimato e a distância da tela podem transformar pessoas comuns em cúmplices de atos extremos.

O tiro é disparado e Vee aparentemente morre, deixando Ian devastado. Mas a cena é parte de um plano arriscado. Com a ajuda de Ty, ela encena a própria morte para chocar o público e forçar o colapso do sistema.

Simultaneamente, Tommy e os hackers conseguem revelar as identidades reais dos espectadores que votaram pelo assassinato, enviando uma mensagem direta: “Você é cúmplice.” O choque faz com que milhares de usuários abandonem o jogo ao mesmo tempo, derrubando os servidores e encerrando o Nerve.

Aventura e emoção em família! “Shazam!” é o grande destaque da Temperatura Máxima deste domingo (14) na Globo

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A tarde deste domingo, 14 de dezembro de 2025, promete aventura e boas risadas na Globo. A emissora exibe na faixa da Temperatura Máxima o filme “Shazam!”, produção lançada em 2019 que conquistou o público ao apresentar um super-herói diferente do padrão tradicional: menos sisudo, mais humano e com o coração de uma criança. Misturando ação, fantasia e comédia, o longa se tornou um dos títulos mais carismáticos do universo cinematográfico da DC Comics, ideal para reunir a família em frente à televisão.

Dirigido por David F. Sandberg, “Shazam!” aposta em uma narrativa leve e acessível, sem abrir mão de emoção e mensagens profundas. A trama acompanha Billy Batson, um garoto órfão que passou grande parte da vida pulando de lar em lar enquanto tenta, obstinadamente, reencontrar a mãe biológica. Desconfiado, irônico e acostumado a se virar sozinho, Billy representa milhares de jovens que cresceram sem raízes sólidas e aprenderam cedo a não esperar muito do mundo. Sua trajetória ganha uma reviravolta inesperada quando ele é escolhido por um antigo e misterioso mago para receber poderes extraordinários.

Ao pronunciar a palavra “Shazam”, Billy se transforma em um herói adulto com força sobre-humana, resistência, velocidade e habilidades mágicas. O detalhe que dá identidade ao filme é que, apesar do corpo poderoso, sua mente continua sendo a de um adolescente em fase de descobertas. Essa dualidade é explorada com inteligência e humor, principalmente através da atuação de Zachary Levi, que assume a versão heroica do personagem com entusiasmo, espontaneidade e um carisma que rapidamente conquista o público.

O aprendizado sobre como usar esses poderes acontece ao lado de Freddy Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer, um garoto inteligente, fã assumido de super-heróis e dono de comentários afiados. Freddy se torna o maior aliado de Billy, ajudando-o a testar limites, entender referências do universo DC e, principalmente, se divertir com a nova realidade. A amizade entre os dois é um dos pontos altos do filme, garantindo cenas engraçadas, leves e cheias de identificação com o público jovem.

Apesar do tom descontraído, “Shazam!” não deixa de apresentar conflitos mais densos. O vilão da história, Dr. Thaddeus Sivana, vivido por Mark Strong, é um personagem marcado pela frustração e pela rejeição. Ainda criança, Sivana também foi considerado digno dos poderes do mago, mas acabou descartado por não demonstrar pureza de coração. Anos depois, tomado pelo ressentimento, ele encontra forças sombrias e decide provar que o mundo errou ao ignorá-lo. O embate entre herói e vilão vai além das cenas de ação e coloca em contraste duas formas opostas de lidar com traumas e decepções.

Outro aspecto que diferencia “Shazam!” dentro do gênero é o destaque dado ao conceito de família. Billy é acolhido por um lar adotivo comandado por um casal carinhoso e formado por crianças e adolescentes com histórias muito distintas. Nesse ambiente, ele passa a conviver com personagens interpretados por nomes como Grace Fulton e Adam Brody, aprendendo, pouco a pouco, que laços verdadeiros nem sempre vêm do sangue, mas da convivência, do cuidado e da escolha diária de permanecer. Essa mensagem atravessa todo o filme e emociona justamente por sua simplicidade.

Nos bastidores, “Shazam!” também chama atenção pela grandiosidade da produção. As filmagens começaram em janeiro de 2018 e ocorreram majoritariamente no Pinewood Toronto Studios, no Canadá, além de diversas locações reais da cidade de Toronto, como a universidade local, centros comerciais e pontos históricos. A produção foi finalizada em maio do mesmo ano, com refilmagens realizadas no fim de 2018 para ajustes narrativos e técnicos.

Um dos detalhes mais curiosos envolve o figurino do herói. Cada uniforme utilizado por Zachary Levi custou cerca de um milhão de dólares, devido à tecnologia empregada e ao cuidado extremo com o visual musculoso do personagem. Ao todo, aproximadamente dez trajes foram confeccionados, representando um investimento significativo e evidenciando o compromisso da DC em dar ao personagem uma identidade visual marcante.

Lançado como o sétimo filme do DC Extended Universe, “Shazam!” chegou aos cinemas em um momento de transição para o estúdio, que buscava se afastar de narrativas excessivamente sombrias e apostar em histórias mais leves e otimistas. O resultado foi positivo: o longa recebeu boas críticas, teve ótima recepção do público e mostrou que ainda havia espaço para humor e emoção dentro do universo dos super-heróis. O sucesso levou ao desenvolvimento de uma sequência, confirmada oficialmente poucos meses após a estreia.

Na Tela de Sucessos desta sexta (01/08), SBT mergulha no suspense com “Do Fundo do Mar 2”

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Na próxima sexta-feira, 1º de agosto, o SBT exibe um dos thrillers aquáticos mais comentados dos últimos anos na sua “Tela de Sucessos”: Do Fundo do Mar 2 (Deep Blue Sea 2), sequência espiritual do cultuado longa lançado em 1999. Com direção de Darin Scott e protagonizado por Danielle Savre e Michael Beach, o filme mergulha em águas perigosas onde a ciência se transforma em ameaça, e a sobrevivência passa a ser a única missão possível.

Com pouco mais de 1h30 de duração, a produção entrega ação, tensão e um alerta que reverbera além da ficção: até onde a humanidade está disposta a ir quando o lucro e o ego se sobrepõem à ética científica?

O retorno ao terror das profundezas

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme começa como uma visita de rotina a uma instalação científica localizada abaixo da superfície do oceano. Lá, conhecemos a Dra. Misty Calhoun (interpretada com intensidade por Danielle Savre), uma especialista em preservação marinha e pesquisadora dedicada ao estudo dos tubarões. Convidada pelo misterioso bilionário Carl Durant (Michael Beach) para atuar como consultora em um projeto sigiloso, Misty é atraída pela promessa de um avanço científico: a ideia de utilizar anticorpos de tubarões como chave para o tratamento de doenças humanas.

Mas rapidamente essa proposta idealista se mostra apenas a superfície de algo muito mais sombrio. O que Misty descobre ao chegar na base submersa é alarmante: Durant está conduzindo experimentos com tubarões-cabeça-chata — espécies notoriamente imprevisíveis e agressivas — geneticamente modificados para se tornarem mais inteligentes, rápidos e mortais.

Aos poucos, o espectador é conduzido por uma espiral de horror tecnológico. A cada cena, fica mais evidente que os limites da ética foram deixados para trás, substituídos por uma obsessão com o poder, o controle e a ideia de dominação por meio da engenharia genética. O que era para ser uma missão científica se transforma em um jogo mortal de sobrevivência.

Carl Durant: o vilão contemporâneo

Interpretado com presença marcante por Michael Beach, Carl Durant é o típico antagonista moderno. Inteligente, carismático e convicto de suas ideias, ele não se vê como um vilão. Ao contrário, acredita estar à frente de seu tempo.

Durant representa uma figura cada vez mais comum na ficção contemporânea: o magnata da tecnologia movido por um narcisismo intelectual, que acredita ter todas as respostas e o direito de brincar de Deus. Seus experimentos com os tubarões modificados não têm limites morais. Para ele, o sofrimento de outras espécies — e até de seres humanos — é apenas um efeito colateral de um bem maior: o progresso.

Michael Beach, veterano de séries e filmes de ação e drama, consegue dar profundidade ao personagem, evitando caricaturas. Seu Durant é complexo, inquietante e, acima de tudo, humano em sua falibilidade, o que o torna ainda mais perigoso.

Danielle Savre e uma heroína realista

Do outro lado dessa equação moral está Misty Calhoun, vivida por Danielle Savre — atriz que já demonstrou versatilidade em séries como Station 19. Sua performance em Do Fundo do Mar 2 é marcada por uma entrega física e emocional que confere credibilidade à personagem.

Misty não é uma heroína com superpoderes. Ela é uma cientista, movida por ética, empatia e racionalidade. Quando se vê encurralada em um ambiente claustrofóbico e hostil, sua força não está em armas ou explosões, mas na inteligência, no conhecimento sobre os animais e na resistência diante do absurdo.

A atriz consegue equilibrar o lado técnico da personagem com a vulnerabilidade necessária para que o público se identifique com ela. Misty é alguém que luta não só pela própria sobrevivência, mas pela preservação da vida marinha — mesmo diante da morte.

O terror subaquático como crítica social

Embora seja um filme de entretenimento, repleto de cenas de ação, tensão e criaturas assassinas, Do Fundo do Mar 2 também convida o público à reflexão.

Assim como outros filmes do subgênero “terror científico”, como Esfera, O Enigma do Horizonte ou o próprio primeiro Do Fundo do Mar, esta continuação expande o debate sobre os limites da ciência e os perigos de ultrapassá-los sem responsabilidade.

A ideia de manipular a genética de tubarões — animais já naturalmente poderosos e imprevisíveis — para potencializar suas habilidades é uma metáfora para o desequilíbrio da relação entre ciência e ética. A mensagem é clara: quando o conhecimento é usado apenas como instrumento de poder, o resultado é o caos.

Ambientação claustrofóbica e cenas impactantes

Grande parte da tensão do longa-metragem vem de sua ambientação. A base subaquática onde se passa a maior parte da trama é opressiva, cheia de corredores estreitos, portas automáticas que podem trancar a qualquer momento e sons constantes de água e metal se comprimindo.

A sensação de confinamento, somada à ameaça invisível dos tubarões espreitando pelas janelas e túneis de acesso, cria um ambiente de paranoia crescente. A qualquer momento, tudo pode ruir — literalmente.

A direção de Darin Scott aposta em planos fechados e câmeras em movimento para transmitir a instabilidade emocional dos personagens e a insegurança do ambiente. As cenas de ataques são bem coreografadas, equilibrando sustos com efeitos especiais relativamente modestos, mas eficientes.

O destaque vai para uma sequência em que os personagens precisam atravessar um corredor parcialmente inundado, sabendo que há algo à espreita. A tensão é real, construída sem pressa, e culmina em um momento de brutalidade surpreendente.

Uma sequência que não tenta superar o original, mas segue outro caminho

Lançado em 1999, o primeiro Do Fundo do Mar conquistou o público com uma mistura inusitada de suspense, ação e cenas memoráveis — como o ataque repentino que levou um dos protagonistas no meio de um discurso inspirador.

A sequência de 2018, no entanto, não tenta emular completamente o estilo do original. Ela caminha por sua própria trilha, mais voltada ao terror psicológico e à crítica tecnológica. Ainda que não tenha o mesmo impacto cultural, Do Fundo do Mar 2 consegue manter o espírito de perigo constante, enquanto atualiza o enredo para dialogar com os medos contemporâneos: inteligência artificial, manipulação genética, ganância corporativa e negligência científica.

Um elenco eficiente e funcional

Além de Savre e Beach, o elenco conta com Rob Mayes como Trent, um dos técnicos de segurança da base; Kim Syster como a corajosa Leslie; e Darron Meyer como Craig, um cientista dividido entre a lealdade à pesquisa e o medo crescente do que está por vir.

Embora os personagens secundários não sejam tão desenvolvidos, cada um cumpre bem seu papel no jogo de tensão da narrativa. As interações entre eles ajudam a construir o senso de urgência e a noção de que qualquer um pode não sair vivo dali.

HBO divulga trailer de Task, minissérie policial que estreia em 7 de setembro

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Foto: Reprodução/ Internet

Em setembro de 2025, a HBO Max prepara o lançamento de Task, uma minissérie original que já nasce com o peso e a expectativa de marcar uma nova era para o gênero dos dramas policiais. Criada por Brad Ingelsby, roteirista aclamado por seu trabalho em Mare of Easttown, a série reúne um elenco de grandes nomes, como Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e promete mergulhar fundo nas complexidades humanas, dilemas éticos e tensões sociais que rondam uma investigação criminal.

A plataforma de streaming lançou o trailer oficial da minissérie original, que estreia no próximo dia 7 de setembro. O vídeo apresenta cenas intensas que mostram a investigação de uma série de assaltos violentos na Filadélfia, destacando a tensão crescente entre o agente do FBI Tom (Mark Ruffalo) e o suspeito Robbie (Tom Pelphrey).

Ao contrário das séries policiais tradicionais que apostam em um antagonista claramente definido, a série se destaca por apresentar um conflito mais complexo e instigante. A trama se passa em um dos bairros operários da Filadélfia, cidade que se torna um personagem vivo na narrativa, com seus desafios, tensões e raízes históricas.

Tom (Mark Ruffalo) é um agente do FBI experiente, carregado de cicatrizes emocionais e morais, chamado para liderar uma força-tarefa especial encarregada de investigar uma série de assaltos violentos que vêm aterrorizando a cidade. O que torna seu trabalho mais complicado é o perfil do principal suspeito: Robbie (Tom Pelphrey), um homem aparentemente comum, pai de família, sem histórico criminal, mas que desperta desconfianças e intrigas.

A série aposta em explorar as linhas tênues entre o certo e o errado, o legal e o moral, e como as escolhas pessoais podem se transformar em decisões que alteram destinos. Robbie é um personagem que, à primeira vista, não parece o típico criminoso, e é essa ambiguidade que instiga o público a questionar suas próprias percepções.

Quem é a mente por trás da série?

Para quem conhece a obra de Brad Ingelsby, o nome por trás de Task já é um motivo de confiança. Ingelsby conquistou elogios da crítica e do público com Mare of Easttown (2021), série que combinou investigação policial com um olhar profundo para personagens fragilizados e complexos.

Ingelsby não apenas criou o roteiro, mas também atua como showrunner e produtor executivo, o que lhe confere controle criativo total para garantir que sua visão se mantenha intacta ao longo da produção.

Sua assinatura é clara: personagens multifacetados, trama que privilegia a emoção contida, dilemas éticos e o impacto social do crime. O roteiro da série busca ir além do simples “quem cometeu o crime?”, para focar no “por quê” e “como” — como o crime afeta famílias, comunidades e a própria identidade dos envolvidos.

Talentos que elevam a narrativa

Mark Ruffalo, conhecido mundialmente por interpretar o Hulk na franquia Vingadores, traz para a série sua habitual intensidade e profundidade dramática. Em papéis anteriores, como em Spotlight (2015) e Zodíaco (2007), Ruffalo demonstrou habilidade em equilibrar força e vulnerabilidade, qualidades essenciais para o personagem Tom, um agente marcado pelas pressões do trabalho e pela própria humanidade.

No papel de Robbie, temos Tom Pelphrey, um ator que vem ganhando destaque graças a personagens complexos em séries como Ozark (Netflix) e Iron Fist (Marvel/Netflix). Em Task, Pelphrey interpreta um homem dividido entre os compromissos familiares e um lado sombrio que pode estar ligado aos crimes investigados. Sua performance promete ser um dos pontos altos da série, pois o papel exige nuances e uma transformação sutil.

Personagens secundários

Além do núcleo principal, a produção conta com um time robusto de atores em papéis secundários e recorrentes, que ajudam a construir o universo social onde a trama acontece. Entre eles estão nomes como Silvia Dionicio, Owen Teague, Margarita Levieva, Raphael Sbarge, Mickey Sumner, Elvis Nolasco, Brian Goodman, Colin Bates, Isaach De Bankolé, Phoebe Fox, Coral Peña, Martha Plimpton e Mireille Enos.

Esses personagens ampliam o olhar da série para além do crime e da investigação, mostrando como os acontecimentos reverberam em diferentes setores da comunidade — familiares, amigos, autoridades e cidadãos comuns. A construção dessa rede humana contribui para que Task não seja apenas um suspense, mas um drama social com camadas e nuances.

Por que devemos ficar de olho nessa série?

O mercado de dramas policiais já conta com inúmeras produções de sucesso, mas Task surge com uma proposta diferenciada: priorizar a complexidade dos personagens e o contexto social, sem abrir mão da tensão e do suspense. O cuidado na construção do roteiro, a direção sensível e o elenco talentoso formam uma combinação que promete entregar uma experiência audiovisual densa, emocionalmente rica e instigante. Para os fãs do gênero, é uma oportunidade de acompanhar uma história que foge do óbvio e convida à reflexão — um convite para olhar para o crime e para a justiça com olhos mais humanos e questionadores.

Quando estreia?

Com estreia marcada para 7 de setembro de 2025, a nova série chega à HBO Max como uma das principais apostas da emissora para o segundo semestre do ano. A minissérie tem tudo para se consolidar como um marco do gênero, graças à junção da expertise de Brad Ingelsby, o talento de Mark Ruffalo e Tom Pelphrey, e a força de uma equipe técnica comprometida com a excelência.


Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson enfrentam o fim do mundo em Alerta Apocalipse — Veja o trailer

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema adora um bom fim do mundo. Mas, desta vez, a catástrofe vem embalada com risadas, ironia e uma pitada de insanidade científica. Alerta Apocalipse, que estreia em janeiro de 2026, acaba de ganhar trailer e pôster oficiais, prometendo uma das aventuras mais divertidas e tensas do próximo ano.

O longa reúne nomes de peso — Joe Keery, o eterno Steve de Stranger Things (2016–2025), Georgina Campbell, que deixou o público sem fôlego em Noites Brutais (2022), e o lendário Liam Neeson, que retorna ao gênero que o consagrou, o de ação com adrenalina e frases afiadas. Juntos, eles precisam encarar uma ameaça biológica que pode colocar fim à humanidade — e, claro, fazer isso com muito estilo.

Um trio improvável contra o caos

No filme, Joe Keery e Georgina Campbell vivem dois funcionários de uma empresa de armazenamento que têm o azar (ou a sorte) de topar com algo que deveria permanecer trancado para sempre. Quando um fungo mutante escapa de uma instalação militar, o caos se espalha, e a única chance de salvar o mundo é chamar alguém que entende do assunto — mesmo que esse alguém preferisse estar pescando.

Esse é o caso de Robert Quinn, vivido por Liam Neeson, um ex-agente de bioterrorismo aposentado que é puxado de volta para a ação quando o desastre começa. O trio, formado por um veterano cansado e dois jovens completamente despreparados, precisa correr contra o tempo para conter a contaminação. Mas nada é simples quando a ameaça é invisível, mortal e tem vontade própria.

O resultado é um equilíbrio entre o ritmo eletrizante de um filme de ação e o humor ácido de uma comédia de sobrevivência. Há sarcasmo, tensão e uma boa dose de humanidade, especialmente nas interações entre os personagens.

Bastidores de um apocalipse com estilo

O filme é dirigido por Jonny Campbell, nome respeitado da televisão britânica que já comandou episódios de séries cultuadas como Doctor Who (2010) e Westworld (2016), além de ter vencido um BAFTA por In the Flesh (2014). A mistura de ação, humor e crítica social parece perfeita para seu estilo visual dinâmico e narrativa com ritmo afiado.

O roteiro vem de David Koepp, um dos maiores roteiristas de Hollywood, responsável por sucessos como Jurassic Park (1993), Missão: Impossível (1996) e o primeiro Homem-Aranha (2002). Desta vez, ele adapta seu próprio livro, o best-seller Cold Storage (publicado no Brasil como Contágio), e promete expandir o universo da história com mais ironia e cenas de tirar o fôlego.

O elenco de apoio também impressiona. Vanessa Redgrave, vencedora do Oscar por Julia (1977), e Leslie Manville, indicada por Trama Fantasma (2017), completam o time, elevando o tom dramático da produção.

Humor, humanidade e o fim do mundo

O que diferencia “Alerta Apocalipse” de outros filmes do gênero é seu tom humano. O roteiro equilibra o absurdo de um desastre biológico com momentos de vulnerabilidade e empatia. Joe Keery, por exemplo, entrega um personagem que mistura coragem improvisada com um tipo de heroísmo acidental — um trabalhador comum tentando fazer o que é certo, mesmo quando tudo dá errado.

Georgina Campbell, por sua vez, oferece o contraponto racional e corajoso, enquanto Liam Neeson revisita seu arquétipo de herói relutante, mas agora com doses generosas de humor autodepreciativo.

O trailer já mostra que o longa não se leva totalmente a sério: entre explosões, perseguições e piadas sobre protocolos de segurança, fica claro que a produção quer divertir sem abrir mão da tensão.

Uma estreia que promete agitar janeiro

O longa-metragem chega aos cinemas em janeiro de 2026, em meio à temporada de blockbusters do verão norte-americano (e férias no Brasil). A produção da Sony Pictures promete ser um dos primeiros grandes lançamentos do ano, com exibição em IMAX e trilha sonora original assinada por Benjamin Wallfisch, de It: A Coisa e Blade Runner 2049.

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