Novo trailer de Chad Powers mostra Glen Powell em comédia esportiva repleta de humor e surpresas

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O novo trailer da série Chad Powers, estrelada por Glen Powell, acaba de ser lançado e promete conquistar fãs de comédia e esportes com sua mistura de risadas, emoção e momentos inesperados. O vídeo revela cenas inéditas da trama, mostrando Powell interpretando Russ Holliday, um quarterback universitário em desgraça que se disfarça como Chad Powers para integrar um time de futebol americano do sul do país que enfrenta dificuldades. A série chega ao Disney+ em 30 de setembro, e o trailer já deixa claro que os espectadores terão uma experiência divertida e envolvente. Abaixo, veja o vídeo:

O trailer de 30 segundos consegue transmitir o tom leve e irreverente da série. Desde o primeiro segundo, é possível perceber a tensão e a comédia surgindo das situações de disfarce de Russ. Vemos o quarterback enfrentando treinos desafiadores, interações engraçadas com colegas de time e momentos de puro improviso que tornam sua tentativa de voltar ao futebol americano ao mesmo tempo cômica e emocionante.

Uma história de recomeço e superação

A comédia americana se propõe a contar uma história sobre segundas chances. Russ Holliday não é apenas um atleta tentando reconquistar sua reputação; ele é um homem enfrentando seus erros, aprendendo a lidar com frustrações e tentando se reconectar com o que realmente ama: o futebol americano. A trama explora o equilíbrio entre talento, ego e vulnerabilidade, trazendo à tona uma narrativa humana que vai além do esporte.

Inspiração real

A série é baseada em um episódio real envolvendo Eli Manning, quarterback lendário do New York Giants. Durante uma intertemporada, Manning se disfarçou como Chad Powers e participou de um treino universitário, experiência que viralizou e inspirou a criação da série. Esse toque da vida real dá autenticidade à produção, mostrando que situações inusitadas e divertidas podem acontecer até nos ambientes mais sérios e competitivos.

Elenco e personagens

Glen lidera um elenco diversificado e talentoso, que inclui: Steve Zahn (Saving Grace, Riding in Cars with Boys), Toby Huss (King of the Hill, True Blood), Perry Mattfeld (Charmed, The Night Shift), Wynn Everett (Boardwalk Empire, For All Mankind), Frankie A. Rodriguez (High School Musical: The Musical: The Series), Clayne Crawford (Lethal Weapon, Rectify), Colton Ryan (Dear Evan Hansen, Mare of Easttown), Keese Wilson (Law & Order: SVU), Xavier Mills e Quentin Plair. Cada ator acrescenta camadas de complexidade e charme aos personagens, criando uma dinâmica rica entre colegas de time, treinadores e familiares. Essas interações prometem momentos de comédia, mas também cenas de emoção e reflexão sobre amizade, trabalho em equipe e crescimento pessoal.

A produção é assinada por Glen Powell (Set It Up) e Michael Waldron (Loki, Doctor Strange in the Multiverse of Madness), que também atuam como produtores executivos ao lado de Eli e Peyton Manning. Tony Yacenda (American Vandal, On My Block) dirige a produção, garantindo ritmo e fluidez entre cenas cômicas e momentos de tensão esportiva. A trilha sonora é de Natalie Holt (Loki, Obi-Wan Kenobi), e a edição de Patrick Tuck (WandaVision, American Vandal) mantém a narrativa envolvente. Cada detalhe do cenário e da ambientação foi cuidadosamente pensado para criar a atmosfera autêntica do futebol universitário americano.

Embora a série seja repleta de humor, o riso nunca é gratuito. As situações cômicas surgem do conflito entre identidade, expectativas e habilidades esportivas de Russ/Chad. É uma comédia que também fala sobre empatia, aprendizado e superação, permitindo que o público se identifique com personagens que erram, tentam se reinventar e enfrentam desafios de forma criativa.


Supercine exibe Acertando o Tom neste sábado (29) e destaca jornada musical marcada por fé e amizade

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A Globo preparou uma noite especial para o Supercine deste sábado, 29 de novembro, com a exibição do filme “Acertando o Tom”. A produção norte-americana, conhecida originalmente como “Praise This”, mistura música, humor, drama e espiritualidade em uma narrativa que fala sobre descobertas, pertencimento e a força das segundas chances.

A protagonista é Sam, interpretada por Chloe Bailey (conhecida por produções como Swarm, Jane e pela carreira musical ao lado da irmã no duo Chloe x Halle). Sam é uma jovem talentosa que sempre sonhou em viver de música, mas seu temperamento explosivo e algumas decisões equivocadas acabam a surpreendendo com uma mudança repentina de cidade. Longe do ambiente que conhece, ela se vê obrigada a ingressar em um coral gospel, experiência que inicialmente rejeita, mas que acaba transformando sua vida de maneiras profundas.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o enredo acompanha a adaptação de Sam a um universo completamente diferente do seu, marcado por disciplina, espiritualidade e trabalho coletivo. O que ela acreditava ser um castigo se torna um ponto de virada: novos amigos surgem, barreiras emocionais começam a cair e a relação com a música ganha um novo significado. Paralelamente, Sam também se envolve na preparação do coral para uma grande competição musical, desafiando seus próprios limites e ajudando o grupo a encontrar sua identidade.

O elenco reúne nomes de destaque. Quavo (ator e membro do grupo Migos, também presente em Atlanta e Narcos: Mexico) adiciona carisma ao longa, enquanto Anjelika Washington (Stargirl, Tall Girl, Dear Vivian) entrega uma performance simpática e divertida que equilibra bem os tons mais leves da história.

A direção fica por conta de Tina Gordon Chism (Little, Drumline, Peeples), que imprime ao filme uma linguagem vibrante, alinhando musicalidade, humor e drama. Ela também assina o roteiro ao lado de Brandon Broussard (The Blackening, The Perfect Guy, The Lovebirds), que contribui para o ritmo dinâmico e envolvente da narrativa.

A produção é de Jonathan Glickman (Creed II, Missão: Impossível – Protocolo Fantasma, O Turista) e Leslie Small (Kevin Hart: What Now?, 2 Minutes of Fame, Hair Show). Na produção executiva, destaca-se Will Packer, conhecido por sucessos como Girls Trip, Straight Outta Compton, Ride Along e Think Like a Man, sempre marcando presença em projetos que combinam entretenimento popular com desenvolvimento emocional.

O filme conta com fotografia de Larry D. Horricks (Coração de Cowboy, The Shack, Enemy Way) e edição de David Moritz (Os Fantasmas se Divertem, Mulan, Kung Fu Panda 2). O design de produção ficou nas mãos de Keith P. Cunningham (Um Parto de Viagem, À Procura da Felicidade, O Mentiroso), que cria a atmosfera certa para os palcos, ensaios e momentos íntimos da protagonista.

“Acertando o Tom” vai além de uma história musical. Trata-se de um filme sobre amadurecimento, fé em si mesmo e a capacidade de encontrar novos caminhos mesmo quando tudo parece fora de lugar. É uma obra leve, emocional e divertida, ideal para quem busca inspiração ou simplesmente deseja encerrar a noite com um sorriso e uma boa trilha sonora.

O Supercine vai ao ar logo após o Altas Horas. O filme também está disponível para streaming no Prime Video.

90 Minutos: nova série do Universal+ mistura futebol, drama, romance e um time de desajustados que vai te conquistar

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Foto: Reprodução/ Internet

Nem sempre o jogo começa no apito do juiz — às vezes, ele começa com um campo prestes a virar cassino, um time quebrado e um ex-jogador problemático tentando dar jeito em tudo. Essa é a vibe de 90 Minutos, a nova série do Universal+, que estreia no dia 16 de julho com os 10 episódios liberados de uma vez só. Sim: é para maratonar sem culpa (e com muita emoção).

Criada por Joe Rendón (Tudo por Lucy) e Julio Berthely (Yo Fausto), a série é tipo aquela final de campeonato que ninguém esperava nada — mas que entrega reviravolta, gritaria e até romance nas arquibancadas.

Um time na pior. Um treinador improvável. E a cidade inteira na torcida.

Tudo gira em torno do Las Navajas, um time local que, convenhamos, está mais pra lanterna do que pra líder. Mas eles têm um motivo forte pra tentar ganhar o campeonato: o dinheiro do prêmio é a única forma de salvar o campo onde todos cresceram — ameaçado por um ricaço que quer transformar tudo num cassino cheio de luzes, roletas e zero raiz.

Aí vem o combo caótico: o técnico morre, o time sofre um roubo, o presidente da liga não ajuda em nada… e o capitão do time, num último suspiro de esperança, decide chamar El Veneno pra assumir o comando. Ex-craque, cheio de traumas, sumido há anos — e, claro, dono de um passado mal resolvido com a ex-namorada da cidade, Alma. Isso mesmo: além de tentar ganhar o campeonato, o novo técnico ainda vai ter que lidar com lembranças, saudade e umas faíscas que nunca se apagaram.

Futebol raiz, amores antigos e vilões sem escrúpulos

El Veneno é vivido por José María de Tavira, e Alma por Teresa Ruiz. Os dois mandam bem e carregam a carga emocional da história, mas o tempero tá mesmo na mistura de personagens: tem o veterano cabeça-dura (Don Gil), o ricaço malvado (Yuriel, vivido por Raúl Méndez) e um grupo de jogadores que parece ter saído direto de um time de várzea com roteiro próprio — Zindedin, Dany, Ghandi, Equis Equis… nomes tão absurdos quanto divertidos.

O resultado? Uma série que fala de futebol sem ser só sobre futebol. Fala de comunidade, amizade, escolhas, saudade e recomeços. E tudo isso com aquela trilha sonora boa, ritmo gostoso de acompanhar e clima de série que a gente assiste sorrindo — e termina com o coração quentinho.

Muito além do panda-vermelho! Descubra curiosidades de Red: Crescer é uma Fera, destaque do Cinema 26 desta sexta (2)

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À primeira vista, Red: Crescer é uma Fera pode parecer apenas mais uma animação divertida da Pixar. Mas basta alguns minutos para perceber que o filme vai muito além do humor e das cores vibrantes. Exibido no Cinema 26 desta sexta, 2 de janeiro de 2026, o longa é uma verdadeira carta aberta sobre crescer, mudar e lidar com emoções que parecem grandes demais para caber dentro da gente.

Ambientado no início dos anos 2000, o filme acompanha Meilin Lee, uma garota sino-canadense de 13 anos que vive em Toronto e tenta equilibrar duas versões de si mesma. De um lado, a filha dedicada que quer agradar a mãe em tudo. Do outro, uma adolescente em plena transformação, cercada por novas paixões, conflitos e inseguranças. Como se isso já não fosse complicado, Mei descobre que, sempre que fica muito nervosa ou emocionalmente agitada, se transforma em um panda-vermelho gigante. A metáfora é clara e funciona justamente por isso.

Uma adolescência que virou história de cinema

A origem de Red: Crescer é uma Fera é tão pessoal quanto a história que ele conta. A diretora e roteirista Domee Shi se inspirou em suas próprias experiências para criar o filme. Logo após concluir o curta Bao, ela foi convidada pela Pixar, em 2017, a apresentar ideias para um longa-metragem. Todas as propostas tinham algo em comum: histórias de amadurecimento centradas em adolescentes.

A ideia que se transformaria em Turning Red surgiu da sensação universal de se sentir estranho aos 13 anos. Domee Shi descreveu esse período como uma fase em que todo mundo se sente meio fora de controle, como se estivesse se transformando em algo diferente todos os dias. Foi essa sinceridade emocional que conquistou a Pixar e fez o projeto ganhar vida.

Mãe, filha e sentimentos que não cabem em palavras

Um dos pontos mais fortes do filme é a relação entre Mei e sua mãe, Ming. Essa dinâmica não foi construída por acaso. Segundo a produtora Lindsey Collins, ficou claro desde a apresentação do projeto que Domee Shi tinha uma conexão muito profunda com essas personagens. Elas representam diferentes fases da mesma vida, cheias de amor, cobrança, medo e dificuldade de comunicação.

Essa abordagem mais íntima segue uma nova fase criativa da Pixar, que passou a investir em histórias menores, mais pessoais e emocionalmente honestas, como já havia feito em Luca. Em vez de grandes vilões, o conflito nasce dentro dos próprios personagens.

Toronto, anos 2000 e um visual que parece um sonho adolescente

O filme se passa em Toronto, no Canadá, em 2002, e tudo foi pensado para refletir o olhar de uma adolescente daquela época. A diretora definiu o estilo visual como um “sonho febril adolescente asiático”, cheio de exageros, expressões marcantes e cores vibrantes.

Videogames como Pokémon, EarthBound e The Legend of Zelda: Breath of the Wild serviram de referência para criar um mundo fofo, expressivo e emocionalmente carregado. A febre das boy bands, tão presente no início dos anos 2000, também aparece com força no filme, ajudando a criar identificação imediata com quem viveu aquela fase.

Para dar ainda mais autenticidade, a equipe da Pixar visitou bairros de Chinatown, templos tradicionais e até o Zoológico de São Francisco, onde estudaram o comportamento dos pandas-vermelhos para que a transformação de Mei fosse ao mesmo tempo engraçada, caótica e adorável.

Quando a música fala por uma geração

A trilha sonora da animação é parte essencial da experiência. O filme marca a estreia de Ludwig Göransson em uma animação, trazendo uma trilha que acompanha as emoções da protagonista com delicadeza e intensidade.

Além disso, o longa conta com três músicas originais escritas por Billie Eilish e Finneas O’Connell, interpretadas pela boy band fictícia 4*Town. As canções foram criadas para soar exatamente como hits do início dos anos 2000, com letras grudentas e melodias feitas para serem cantadas em coro. A ideia surgiu quando a produtora Lindsey Collins percebeu que o estilo de Billie combinava perfeitamente com o universo do filme.

Sucesso emocional que encontrou seu público

Embora o desempenho do filme nos cinemas internacionais tenha sido abaixo do esperado, com cerca de US$ 20 milhões arrecadados fora dos Estados Unidos e Canadá, Turning Red conquistou algo talvez ainda mais importante: um público fiel e apaixonado. Em casa, o filme ganhou nova vida, sendo amplamente discutido por sua abordagem honesta sobre adolescência, identidade e emoções.

Dupla Sena de Hoje | Resultado do concurso 2877 de sexta (24/10) – Prêmio estimado em R$ 1,3 mihão

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Nesta sexta-feira, 24 de outubro de 2025, milhões de brasileiros se preparam para mais uma noite de expectativa e emoção com o sorteio do concurso 2877 da Dupla Sena, uma das loterias mais aguardadas da Caixa Econômica Federal. A extração acontece às 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na movimentada Avenida Paulista, em São Paulo. Para que nenhum detalhe passe despercebido, a transmissão será ao vivo pelos canais oficiais da Caixa e por portais parceiros, permitindo que jogadores de todas as regiões do país acompanhem cada número sorteado em tempo real.

Com um prêmio estimado em mais de R$ 1,3 milhão, o concurso desperta a imaginação de milhares de apostadores, que sonham em transformar suas vidas com apenas um bilhete premiado. O grande diferencial da Dupla Sena é oferecer duas oportunidades de vitória em um único concurso, com dois sorteios consecutivos, tornando cada aposta ainda mais emocionante e estratégica.

Resultados do concurso 2877

Primeiro Sorteio

162019
054425

Segundo Sorteio

144729
303425

Como funciona a Dupla Sena

A Dupla Sena se destaca por permitir que uma única aposta concorra a dois sorteios distintos, aumentando significativamente as chances de premiação. O primeiro sorteio define o prêmio principal da rodada, enquanto o segundo sorteio oferece uma nova oportunidade de vitória para quem não acertou todas as dezenas na primeira etapa.

Além do prêmio principal, destinado a quem acerta as seis dezenas, existem faixas de premiação para acertos de cinco, quatro ou três números em qualquer um dos dois sorteios. Essa estrutura garante múltiplas possibilidades de vitória, mantendo a expectativa renovada a cada etapa e transformando cada concurso em uma experiência única e envolvente.

Como apostar na Dupla Sena

Participar é simples e democrático. O jogador escolhe de 6 a 15 números entre os 50 disponíveis no volante. A aposta mínima de seis dezenas, no valor de R$ 3,00, já participa automaticamente dos dois sorteios, ampliando as chances de vitória.

A Caixa oferece ainda algumas ferramentas que tornam o jogo mais prático e divertido:

  • Surpresinha: os números são escolhidos aleatoriamente pelo sistema, ideal para quem prefere confiar na sorte.
  • Teimosinha: permite repetir a mesma aposta por até 12 concursos consecutivos, mantendo os números favoritos sempre em disputa.
  • Bolões oficiais: amigos, familiares ou colegas podem unir forças, dividir custos e aumentar as chances de vitória. Além de estratégica, essa modalidade transforma o jogo em momentos de confraternização, expectativa e emoção compartilhada.

História e curiosidades da Dupla Sena

Criada em 2001, a Dupla Sena rapidamente conquistou seu espaço entre as loterias mais populares do Brasil. O grande diferencial — dois sorteios em um único concurso — mantém o jogo sempre interessante, atraindo tanto apostadores veteranos quanto novos jogadores.

Alguns números se tornaram “queridinhos” dos apostadores, como 10, 23 e 34, embora todos os números tenham a mesma probabilidade de serem sorteados. Essa imprevisibilidade transforma cada concurso em uma experiência única, cheia de suspense e expectativa.

A emoção de concorrer duas vezes

O charme da Dupla Sena está na dupla emoção que proporciona. Cada sorteio é uma nova dose de adrenalina: o primeiro revela os primeiros vencedores, e o segundo oferece outra chance de mudança de vida. Para muitos, acompanhar os dois sorteios em sequência cria momentos intensos de tensão, expectativa e esperança.

Além da emoção, a possibilidade de premiações menores garante que, mesmo sem levar o grande prêmio, o jogador sinta o gosto da conquista e mantenha viva a magia de acreditar na sorte.

Aposte com responsabilidade

Apesar da empolgação, é importante lembrar que a Dupla Sena é um jogo de sorte e deve ser encarada como entretenimento. Definir limites, jogar com responsabilidade e valorizar a diversão acima do resultado é a melhor forma de aproveitar a experiência com segurança e equilíbrio.

Dupla Sena: mais que números, uma oportunidade de recomeço

Mais do que uma loteria, a Dupla Sena simboliza sonhos, possibilidades e esperança. Cada bilhete comprado representa desejos individuais — desde quitar dívidas até investir em projetos pessoais ou garantir estabilidade financeira.

A cada concurso, milhões de brasileiros se permitem imaginar uma vida diferente, sonhar com mudanças significativas e acreditar que a sorte pode sorrir a qualquer momento. A Dupla Sena prova que, mesmo em meio às dificuldades do cotidiano, a possibilidade de realizar sonhos mantém acesa a chama da esperança, unindo o país em torno da emoção de acreditar que tudo é possível.

Resumo da novela A.Mar de hoje (10) – Estrella enfrenta sabotagem e inimigos tramam contra seu sucesso

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No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar hoje, 10 de outubro, Estrella comunica aos empregados de seu pai que pretende se tornar capitã, mas enfrenta rejeição imediata: eles se recusam a aceitar que uma mulher lidere o trabalho. Enquanto isso, Gertrudis manipula Yazmín, fazendo-a acreditar que Fabián recuperou a custódia legal dela, e pede que seja a única a se opor ao pai.

Mais tarde, Estrella se prepara para ir pescar, mas ao tentar mover o barco, cai, dando espaço para Tiburón zombar dela e questionar sua capacidade de trabalhar. No meio dos conflitos, Estrella percebe que Érika está intervindo em seus problemas com Fabián e a adverte para se manter afastada. Em silêncio, Érika promete que não descansará até ver Estrella fora da cidade, reforçando o clima de tensão e rivalidade que cerca a protagonista.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A.Mar?

O clima na pesca esquenta quando Fabián culpa Estrella por cortar suas redes e decide levar toda a sua pesca. Determinada, Estrella o impede e, furiosa, pega uma das caixas de peixe e a esvazia em cima dele, mostrando que não se deixará intimidar. Ao descobrir que foi Tiburón quem realmente cortou as redes, ela alerta Fabián de que ele acabou caindo em sua própria armadilha, comparando o traidor a um “tubarão” que mordeu a própria cauda.

Enquanto isso, Perla se desfaz em lágrimas ao se lembrar das maldades de Tiburón e dos momentos em que sofreu por sua culpa. Fabián demonstra preocupação ao perceber que Estrella e sua família ficarão responsáveis por toda a pesca, mas ela o repreende, lembrando que ele deveria se preocupar com seus próprios empregados, já que colocou um traidor em sua tripulação.

No meio de tanta tensão, Yazmín pede a Fabián que agradeça a Érika por convencê-la a morar com ele. Ela confessa estar profundamente apaixonada, mas teme que Fabián acabe destruindo sua vida como fez com a dela e com a mãe. Furioso, Fabián reclama com Érika por se intrometer nos assuntos da filha e garante que não a perdoará por atrapalhar seus planos.

Perla, por sua vez, repreende Brisa por não ter ajudado na pescaria, enquanto Estrella tenta acalmar as irmãs e pede que cada uma faça a sua parte. Com coragem renovada, Perla enfrenta Fabián e reafirma que Tiburón foi o verdadeiro responsável pelo corte das redes, deixando claro que a injustiça não passará em branco.

Confirmado! Jon Bernthal estará em Homem-Aranha: Um Novo Dia e rumores indicam aliança explosiva com o Justiceiro e o Multiverso

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Foto: Reprodução/ Internet

A última sexta-feira, 20 de junho, trouxe uma notícia que abalou o universo Marvel: Jon Bernthal, intérprete do implacável Justiceiro (Frank Castle), foi oficialmente confirmado no elenco de Homem-Aranha: Um Novo Dia, próximo longa do herói vivido por Tom Holland. A revelação atiçou a curiosidade dos fãs, já que ainda não foram divulgados detalhes sobre o papel que ele desempenhará na trama — apenas que sua presença será significativa e cheia de implicações.

A participação de Bernthal reacende especulações antigas que circulam nos bastidores do Marvel Studios. Um dos rumores mais persistentes sugeria uma parceria entre o Homem-Aranha e o Demolidor (Charlie Cox) para enfrentar o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), o poderoso vilão urbano já introduzido nas séries do estúdio. No entanto, tudo indica que a dinâmica pode ser diferente: ao invés do Homem Sem Medo, o novo aliado do Teioso seria o Justiceiro — um personagem muito mais violento e de moral ambígua. Caso essa substituição se confirme, Um Novo Dia poderá adotar um tom mais sombrio e maduro, aprofundando o lado mais urbano do universo Marvel nos cinemas.

E as novidades não param por aí.

Outra adição empolgante ao elenco é Sadie Sink, a estrela de Stranger Things, que também entrou oficialmente para o universo Marvel. Seu papel ainda está sendo mantido em segredo, mas rumores apontam que sua personagem será central na nova fase do Homem-Aranha. Entre as teorias que circulam entre insiders e fãs, Sadie já foi especulada como uma versão alternativa de Mary Jane Watson, como uma jovem Jean Grey ou até como a heroína Jackpot — personagem que ganha destaque nos quadrinhos ligados ao arco “Brand New Day”, que inspirou o título do filme.

Contudo, a hipótese mais recente — e também a mais surpreendente — sugere que Sink interpretaria Mayday Parker, a filha de Peter Parker. Mas não se trata da filha do Peter de Tom Holland: segundo os rumores mais ousados, ela seria filha do Peter de Tobey Maguire, cuja aparição estaria programada como parte do multiverso explorado no longa. Isso faria de Um Novo Dia uma continuação emocional do sucesso Sem Volta Para Casa, resgatando personagens icônicos e expandindo o legado do Aranha através de gerações.

Essa possível presença de Maguire e a introdução de sua filha como heroína abrem um leque de novas possibilidades para o universo Marvel, incluindo potenciais spin-offs com jovens heróis, novos arcos familiares e histórias que unam diferentes cronologias de forma ainda mais profunda.

Enquanto o estúdio mantém silêncio sobre a trama e as conexões com o multiverso, a presença de nomes como Bernthal, D’Onofrio e Sink aumenta as expectativas de que Homem-Aranha: Um Novo Dia será um divisor de águas — tanto para o herói quanto para o futuro do MCU.

Crítica – Covil de Ladrões 2 entrega adrenalina pura e foco na tensão dramática

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A sequência de Covil de Ladrões abandona subtramas familiares já desgastadas para investir em uma narrativa mais objetiva, centrada na tensa relação entre Nick (Gerard Butler) e Donnie (O’Shea Jackson Jr.). A escolha confere dinamismo ao filme, resultando em uma experiência eletrizante que mantém o público atento do início ao fim.

As cenas de assalto continuam sendo o grande trunfo da franquia, com coreografias bem executadas que potencializam a tensão a cada instante. Destaque para uma perseguição de carro intensa e meticulosamente filmada, deixando o público na ponta da cadeira. A direção acerta ao equilibrar sequências frenéticas com momentos de planejamento estratégico, evitando excessos visuais que poderiam comprometer a imersão.

O roteiro, apesar de não reinventar o gênero, adota diálogos incisivos e reviravoltas pontuais, mantendo a narrativa enxuta e eficiente. Essa abordagem minimalista se revela um acerto, já que elimina distrações desnecessárias e intensifica o foco nos confrontos centrais.

O desfecho é outro ponto positivo, surpreendendo ao deixar uma porta aberta para futuras tramas, sugerindo novos conflitos e alianças inesperadas. Embora não alcance o refinamento visual dos grandes blockbusters do gênero, a produção se consolida como um thriller sólido e direto, ideal para os aficionados por ação intensa e tensão bem calibrada.

Covil de Ladrões 2 entrega o que promete: adrenalina pura e cenas memoráveis. Para aqueles que buscam entretenimento direto e envolvente, é uma escolha certeira.

Saiba qual filme vai no Domingo Maior 16/03/2025

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No próximo dia 16 de março, o Domingo Maior traz uma história de suspense e sobrevivência, com o filme Medo Profundo (47 Meters Down), que promete deixar os espectadores à beira do abismo. Exibido pela Rede Globo, o longa-metragem mistura adrenalina, terror psicológico e ação, colocando duas irmãs em uma das situações mais extremas de suas vidas.

Uma Jornada Subaquática de Tensão

O filme começa com as irmãs Lisa (Mandy Moore) e Kate (Claire Holt), que embarcam em uma viagem de férias para o México, ansiosas para vivenciar uma experiência única: um passeio de observação de tubarões em uma gaiola subaquática. O que parecia ser um dia de lazer se transforma em um pesadelo quando a gaiola, com as irmãs dentro, cai até 47 metros de profundidade no oceano. O pânico toma conta quando as duas percebem que estão presas, sem comunicação com o mundo exterior e com pouco oxigênio disponível.

À medida que o tempo passa e o ar se esgota, a tensão é amplificada pela presença de tubarões brancos rondando a gaiola. Com uma hora de oxigênio, as irmãs precisam superar o medo e encontrar uma maneira de escapar desse cenário mortal. As probabilidades são escassas, e cada movimento errado pode ser fatal. Em meio à luta pela sobrevivência, o filme explora a psicologia das personagens, mostrando como elas lidam com o terror e a angústia ao serem confrontadas com a iminente ameaça da morte.

Direção e Elenco

Sob a direção de Johannes Roberts, conhecido por suas habilidades em criar filmes de terror e suspense, Medo Profundo mantém o ritmo intenso, explorando o medo profundo e a claustrofobia que surgem em ambientes fechados e extremos. O roteiro, escrito por Roberts em parceria com Ernest Riera, consegue balancear momentos de tensão e alívio, proporcionando ao público uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego.

O elenco é um dos grandes trunfos do filme. Mandy Moore, famosa por sua carreira na música e na televisão, entrega uma performance poderosa como Lisa, uma mulher que precisa superar seus próprios medos e limitações. Claire Holt, conhecida por seu papel na série The Originals, complementa a dinâmica com a personagem Kate, trazendo intensidade e vulnerabilidade ao longo da trama. O filme ainda conta com as participações de Matthew Modine e Yani Gellman em papéis secundários, que ajudam a construir a tensão, mesmo em cenas de curta duração.

Dublagem Brasileira

Para os telespectadores que optam pela versão dublada, Medo Profundo conta com um elenco de dubladores de peso. Affonso Amajones, Fernanda Bullara, Marina Silabello, Mateus Carrieri e Rodrigo Araújo são os responsáveis por dar vida aos personagens no Brasil, garantindo uma dublagem que preserva a emoção e a intensidade da produção original.

Com uma história simples, mas eficiente, Medo Profundo consegue prender a atenção do público ao explorar os limites da resistência humana diante de uma situação extrema. O filme faz o espectador questionar até onde seria capaz de ir para sobreviver em um ambiente hostil e mortal, longe da segurança da terra firme.

Além disso, o longa também provoca reflexões sobre a relação entre o homem e o meio ambiente, ao colocar suas protagonistas em uma situação onde o oceano, que para muitos é um lugar fascinante e belo, se transforma em um cenário de terror e desespero.

Quem assistir a Medo Profundo no Domingo Maior de hoje, 16 de março, se preparará para uma experiência cinematográfica repleta de adrenalina. Com um elenco talentoso, direção afiada e uma trama que vai direto ao ponto, o filme é uma excelente escolha para os fãs de suspense e terror. Prepare-se para acompanhar um mergulho nas profundezas do medo, onde cada segundo conta e a luta pela sobrevivência se torna cada vez mais angustiante.

Rivais do Ensino Médio | A série adolescente tailandesa que mistura drama e feridas antigas — e que você precisa conhecer

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Se você ama séries escolares cheias de tensão, rivalidade, amizade quebrada e aquele clima de “tem alguma coisa não resolvida entre esses dois”, então prepare-se: Rivais do Ensino Médio é a indicação perfeita para a sua próxima maratona. Lançada em 2024, com 16 episódios e classificação A14, a produção tailandesa está conquistando o público com uma mistura certeira de emoção, energia juvenil e conflitos que fogem do óbvio.

Com um elenco já querido pelos fãs de BLs e dramas asiáticos — Sky Wongravee Nateetorn, Nani Hirunkit Changkham, Foei Patara Eksangkul e Maria Poonlertlarp — a série entrega carisma, química e aquela sensação de “só mais um episódio” que a gente adora.

A seguir, você confere uma matéria completinha, humanizada, com subtítulos e parágrafos para mergulhar de vez no universo dessa história cheia de cicatrizes emocionais e reencontros nada amigáveis.

Uma fusão escolar que ninguém queria

A trama começa quando a prestigiosa escola Siamwit enfrenta uma crise financeira séria. Para tentar salvar o ano letivo (e evitar um colapso total), a administração toma uma decisão radical: unir dois campi que sempre foram rivais ferrenhos.

Ou seja, o caos está oficialmente instaurado.

Os alunos, acostumados a competirem entre si em tudo — esportes, notas, prestígio — agora são obrigados a dividir salas, corredores, professores e até lugares no pátio. A tensão é tanta que basta alguém derrubar um lápis no chão para surgir uma discussão entre turmas adversárias.

Saint e Shin: de melhores amigos a inimigos declarados

É nesse ambiente inflamado que reencontramos Saint (Sky Wongravee Nateetorn) e Shin (Nani Hirunkit Changkham). Os dois já foram inseparáveis: aqueles amigos que crescem juntos, que dividem sonhos, que se conhecem pelo olhar… até que algo aconteceu — algo grande o suficiente para transformar carinho em ressentimento.

Agora, Saint é o líder de turma, apático, silencioso e cheio de mágoas guardadas. Shin, por outro lado, virou o típico rebelde inquieto, impulsivo, que prefere explodir a engolir qualquer sentimento. Quando a fusão escolar os coloca frente a frente, o reencontro é tudo… menos pacífico.

E o pior? Eles não só trazem suas próprias feridas: um puxa o clima inteiro da escola com eles. Aos poucos, a rivalidade entre os dois vira combustível para brigas entre salas, panelinhas e até professores que não sabem mais o que fazer.

Diretores e professores entram em campo

Com a situação saindo do controle, a equipe pedagógica percebe que a raiz de grande parte dos conflitos está na relação mal resolvida entre Saint e Shin. A partir daí, a escola decide intervir — nem sempre do jeito mais delicado.

Entre tentativas de mediação, projetos em grupo forçados e conselhos diretos ou indiretos, a escola tenta fazer os dois rapazes encararem o passado. Mas quando o orgulho e a mágoa falam mais alto, a reconciliação parece cada vez mais distante.

Afinal… nem toda amizade consegue sobreviver às escolhas que fizemos no caminho.

Um remake com alma própria

“Rivais do Ensino Médio” é um remake tailandês do aclamado drama sul-coreano Escola 2013, um dos clássicos do gênero. Mas não se engane: apesar de se inspirar na história original, a nova versão tem personalidade própria.

O tom é mais atual, o visual é mais vibrante, e as emoções são trabalhadas com aquela intensidade muito característica dos dramas tailandeses — especialmente quando envolvem vínculos quebrados e reconciliações difíceis.

Vale a pena colocar na sua lista?

Se você curte dramas escolares, histórias de amizade quebrada, rivalidade intensa e personagens imperfeitos tentando lidar com suas próprias cicatrizes, sim — vale muito a pena.

O dorama BL é aquele tipo de série que te prende emocionalmente, deixa você torcendo pela reconciliação, mas também entendendo a dor dos dois lados. É humana, intensa e cheia de pequenos momentos que fazem o coração apertar.

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