Marina Lima participa do Conversa com Bial desta segunda (14) e fala sobre carreira e despedida do irmão Antonio Cícero

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Nesta segunda-feira (14), o Conversa com Bial recebe uma das vozes mais marcantes da música brasileira: Marina Lima. A artista, que completou 70 anos em junho, fala com franqueza e emoção sobre sua trajetória de mais de quatro décadas na música, suas transformações ao longo do tempo e, pela primeira vez na televisão, sobre a despedida do irmão e parceiro artístico Antonio Cícero, falecido em 2024, por meio de suicídio assistido na Suíça, após o avanço do Alzheimer.

Ao lado do cantor e compositor Arthur Nogueira, com quem mantém forte parceria nos palcos, Marina se emociona ao revisitar capítulos marcantes da carreira e da vida pessoal — da explosão nos anos 80 com sucessos como Charme do Mundo, até os dias atuais, em que segue ativa, fazendo shows e provocando reflexões com sua arte.

A perda e o legado de Antonio Cícero

A conversa ganha contornos ainda mais íntimos quando Marina fala sobre Antonio, poeta, filósofo e responsável por algumas das letras mais emblemáticas de sua carreira. Ela revela, com serenidade e afeto, como acompanhou de perto a decisão do irmão de recorrer ao suicídio assistido na Suíça — onde a prática é legal — após o diagnóstico de Alzheimer e o rápido comprometimento de suas faculdades cognitivas.

“Foi uma despedida com amor, dignidade e muito silêncio. Ele foi meu maior parceiro, e isso vai além da música”, disse Marina, comovendo a plateia e o próprio Pedro Bial. A cantora destacou que a escolha de Antonio foi profundamente pensada e respeitada pela família. “Ele era lúcido até o fim. Quis partir como viveu: com autonomia.”

Uma trajetória feita de rupturas, reinvenções e liberdade

Nascida no final dos anos 1950, Marina surgiu na música no final da década de 1970 e ajudou a moldar a identidade sonora das rádios FM dos anos 80, com um estilo inovador que fundia pop, poesia, sensualidade e crítica social. Compositoras ainda eram raras no mainstream quando Charme do Mundo a projetou para o grande público. De lá para cá, ela nunca saiu de cena.

A cantora também foi pioneira em quebrar tabus na vida pública. Sempre se mostrou aberta sobre sua sexualidade, sua independência e sua visão crítica do mercado fonográfico. Nas últimas décadas, mesmo com menos espaço na grande mídia, manteve uma base fiel de fãs e uma presença constante nos palcos e nos streamings.

Diálogo entre gerações

Durante a entrevista, a presença de Arthur Nogueira, com quem Marina divide o palco em sua atual turnê, reforça a conexão da artista com novas gerações. Juntos, eles interpretam canções marcantes e falam sobre o poder de renovação que a música oferece — mesmo diante da dor.

Marcos e Belutti levam seus maiores sucessos à Suhai Music Hall em show emocionante no dia 25 de outubro

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No dia 25 de outubro, os fãs de sertanejo têm um encontro marcado na Suhai Music Hall, em São Paulo. Marcos & Belutti, uma das duplas mais queridas do cenário nacional, sobem ao palco para um show que promete emocionar e celebrar uma trajetória marcada por grandes sucessos e conexões profundas com o público.

Com mais de 15 anos de estrada, a dupla construiu um legado sólido, repleto de canções que fizeram parte da vida de milhões. Hits como “Domingo de Manhã”, “Aquele 1%” e “Insubstituível” são exemplos do repertório que emociona diferentes gerações, revelando a força do trabalho e o carinho que Marcos & Belutti dedicam aos seus fãs.

Números que refletem paixão e dedicação

Mais do que os títulos e prêmios, a verdadeira medida do sucesso da dupla está na relação com o público. São mais de 2 bilhões de visualizações nos vídeos oficiais, 1 bilhão de streamings nas plataformas digitais e uma base fiel de mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais — números que atestam a proximidade e a admiração recíproca entre artistas e fãs.

Essa presença marcante mostra que Marcos & Belutti vão além das músicas: eles acompanham, celebram e emocionam a vida de muita gente, dia após dia.

O espetáculo preparado para encantar

A apresentação na Suhai Music Hall foi cuidadosamente pensada para oferecer um espetáculo à altura da carreira da dupla. O palco será o cenário ideal para reviver grandes sucessos e também apresentar novidades que reforçam a identidade única da dupla.

Com capacidade para receber o público com conforto, a casa oferece acessibilidade e estrutura completa, como ar-condicionado, para garantir que todos desfrutem da noite sem preocupações.

O show começa às 22h, mas as portas abrem duas horas antes, dando tempo para que o público se acomode e aproveite cada momento.

Informações importantes para o público

O evento é exclusivo para maiores de 16 anos, sendo que os jovens nessa faixa etária devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais para entrar. Essa medida reforça o compromisso com a segurança e o bem-estar do público.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online no site Ticket Store, com pagamento facilitado via cartão de crédito, débito ou PIX. A pré-venda exclusiva para clientes Suhai Seguradora começa no dia 28 de julho, a partir das 12h, seguida da venda geral no mesmo dia e horário.

Diversidade de opções para todos os gostos

Os fãs poderão escolher entre diferentes setores, que variam desde áreas VIPs mais exclusivas até plateias com preços acessíveis, contemplando tanto ingressos inteiros quanto meia-entrada. Essa variedade permite que o público encontre o espaço ideal para curtir a noite conforme sua preferência e orçamento.

A Casa do Dragão é renovada para a 4ª temporada pela HBO, mesmo antes da estreia do terceiro ano

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A chama dos Targaryen está longe de se apagar. Antes mesmo de o público assistir à terceira temporada, a HBO oficializou a renovação de A Casa do Dragão para o quarto ano, reafirmando a confiança no poder da franquia e no apetite dos fãs pela tragédia, grandeza e brutalidade que moldam a história da família mais famosa de Westeros. A confirmação chega como um sopro de alívio para quem acompanha a série desde sua estreia em 2022, quando se tornou um fenômeno instantâneo, quase igualando – para muitos até superando – o impacto inicial de Game of Thrones.

Quando chegam as novas temporadas?

A ansiedade, porém, deve vir acompanhada de paciência. A HBO já confirmou que a terceira temporada estreia no verão norte-americano de 2026, entre junho e agosto. Já o quarto ano, recém-anunciado, deve chegar somente em 2028, seguindo o ritmo de produção cuidadoso que caracteriza o universo de George R. R. Martin. É um intervalo longo, mas não surpreendente: a série depende de cronogramas complexos, locações em vários países e meses de efeitos visuais que exigem um acabamento impecável. Tudo isso contribui para a imersão que se tornou marca registrada da produção.

O caminho que trouxe a série até aqui

Criada por Ryan J. Condal em parceria com George R. R. Martin, a série foi desenvolvida a partir dos eventos narrados na segunda metade do livro Fogo & Sangue. A história mergulha nas tensões políticas e afetivas que culminam na guerra civil conhecida como A Dança dos Dragões, conflito protagonizado pelos meios-irmãos Rhaenyra Targaryen e Aegon II, que disputam ferozmente o Trono de Ferro. Desde sua estreia em agosto de 2022, a série conquistou não apenas gigantescos números de audiência — ultrapassando 10 milhões na primeira noite nos Estados Unidos — mas também uma recepção crítica surpreendentemente positiva, com muitas análises considerando-a tão forte quanto sua série-mãe, ou até mais consistente.

Produção grandiosa e locações icônicas

O impacto visual da série também não veio por acaso. As filmagens atravessam países e paisagens, dando vida a castelos, cidades e regiões épicas que parecem saltar das páginas para a tela. A primeira temporada passou por locais como Cornualha, Hertfordshire e Peak District no Reino Unido, além de Portugal e várias cidades espanholas, como Cáceres e Trujillo. Toda essa travessia permite que Westeros ganhe textura, profundidade e autenticidade — uma característica essencial quando se trata de uma saga de fantasia que carrega tanto peso cultural.

Quanto custa cada episódio?

Se há algo que a HBO não economiza, é na grandiosidade. A primeira temporada de A Casa do Dragão custou quase US$ 200 milhões, o que significa cerca de US$ 20 milhões por episódio — uma cifra que coloca a série no mesmo patamar de megaproduções cinematográficas. Para efeito de comparação, Game of Thrones começou custando US$ 6 milhões por episódio e atingiu US$ 15 milhões apenas na última temporada. Além disso, o orçamento de marketing ultrapassou US$ 100 milhões, reforçando o status da série como um dos projetos mais ambiciosos da televisão contemporânea. Esses investimentos se refletem diretamente na qualidade visual: dragões com textura quase palpável, cenários vastos e batalhas que parecem coreografadas quadro a quadro.

Audiência, expectativas e o desafio da continuidade

A segunda temporada, lançada em junho de 2024, trouxe de volta toda essa grandiosidade, mas também enfrentou o impacto de competir com um cenário televisivo mais fragmentado. Mesmo com uma estreia global de 7,8 milhões de espectadores — abaixo dos 10 milhões de 2022 — o desempenho ainda é considerado imenso para os padrões atuais. Mais importante: a série manteve o alto padrão de narrativa, aprofundando personagens, ampliando tensões e construindo o caminho irreversível rumo ao conflito que promete dominar as próximas temporadas.

Prêmios, indicações e reconhecimento

A qualidade não passou despercebida pela indústria. Em pouco tempo, A Casa do Dragão conquistou o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática, e Emma D’Arcy recebeu indicação como Melhor Atriz, reforçando o prestígio da produção. A série também acumulou nove indicações ao Emmy e foi laureada em prêmios técnicos importantes, como o BAFTA Craft Awards. A crítica se mantém constante em um ponto: a série conseguiu o que parecia impossível — reerguer o entusiasmo por Westeros depois da recepção dividida do final de Game of Thrones.

Na Super Tela deste sábado (3), Record exibe O Dia do Atentado, thriller baseado em fatos reais que paralisou Boston

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A Super Tela deste sábado, 3 de janeiro de 2026, exibe na Record TV o impactante drama O Dia do Atentado (Patriots Day), um filme intenso, bem construído e baseado em fatos reais que revisita um dos episódios mais marcantes da história recente dos Estados Unidos: o atentado à Maratona de Boston, em 2013.

Um dia de celebração que se transforma em tragédia

A história acompanha o sargento da polícia Tommy Saunders, interpretado por Mark Wahlberg (O Grande Herói, Transformers), que está de serviço na segurança da tradicional maratona quando explosões causadas por bombas caseiras atingem o público, espalhando pânico, destruição e dezenas de vítimas. Em poucos minutos, um evento esportivo que simbolizava união e superação se transforma em um cenário de caos absoluto. (Via: AdoroCinema)

A força-tarefa e a maior caçada policial da cidade

Após os atentados, Tommy se junta a uma força-tarefa formada pelo agente especial do FBI Richard Deslauriers (Kevin Bacon, de Footloose e O Homem Invisível), pelo comissário da polícia Ed Davis (John Goodman, de O Grande Lebowski e Argo), pelo sargento Jeffrey Pugliese (J.K. Simmons, de Whiplash e Homem-Aranha) e pela enfermeira Carol Saunders (Michelle Monaghan, de Missão: Impossível – Efeito Fallout e True Detective).

Juntos, eles lideram uma investigação intensa e urgente para identificar e capturar os responsáveis pelo ataque antes que novas tragédias aconteçam. A busca culmina em uma operação sem precedentes, que praticamente paralisa Boston e entra para a história como uma das maiores caçadas policiais já realizadas nos Estados Unidos.

Direção realista e narrativa envolvente

A direção é assinada por Peter Berg (O Grande Herói, Battleship), que também coescreve o roteiro ao lado de Matt Cook. Berg opta por uma abordagem direta e realista, evitando sensacionalismo e priorizando a reconstrução fiel dos acontecimentos. O resultado é um thriller tenso, emocionante e respeitoso, que valoriza o trabalho das autoridades, dos profissionais da saúde e da população civil.

Mais do que um filme policial, O Dia do Atentado funciona como uma homenagem à resiliência humana, destacando o espírito de união e coragem que emergiu em meio à tragédia.

Um filme forte, atual e necessário

Com atuações sólidas e uma narrativa que prende a atenção do início ao fim, o longa é uma escolha certeira para quem aprecia histórias baseadas em fatos reais, carregadas de emoção e significado. É um filme que impacta, emociona e convida à reflexão sobre violência, empatia e resistência coletiva.

Onde assistir O Dia do Atentado

Além da exibição na Super Tela, na Record TV, o filme também está disponível no Prime Video, no formato VOD, com aluguel a partir de R$ 11,90, oferecendo ao público a opção de assistir quando e onde quiser.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito ganha novo pôster durante painel da franquia na San Diego Comic Con 

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Desde o primeiro episódio de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba, o público foi cativado por uma história que une ação intensa, laços familiares e uma jornada de superação. O crescimento de Tanjiro Kamado, um jovem que se torna um exterminador de demônios após o massacre de sua família e a transformação de sua irmã Nezuko, serviu como fio condutor para um universo repleto de dor, esperança e batalhas épicas. Com a chegada de Castelo Infinito, a franquia se aproxima de sua conclusão, adaptando um dos arcos mais densos e aguardados do mangá de Koyoharu Gotouge. A promessa é clara: essa será uma experiência cinematográfica que deixará marcas profundas na audiência, tanto emocional quanto visualmente.

O que esperar do novo filme?

Demon Slayer: Castelo Infinito marca uma mudança de tom e escopo na saga. Ao contrário dos filmes anteriores — Mugen Train, To the Swordsmith Village e Hashira Training — que funcionavam como compilações ou transições de temporadas, este novo longa é uma adaptação inédita do arco final, com cenas originais, ritmo cinematográfico e desenvolvimento emocional aprofundado. A trama se passa imediatamente após os eventos do Treinamento dos Hashira, quando Muzan Kibutsuji, o vilão supremo da história, ataca a sede do Esquadrão de Exterminadores de Demônios e lança os heróis dentro do castelo que dá nome ao filme. O Infinity Castle é um espaço distorcido, labiríntico e aterrador, onde o confronto final se desenrolará. A ambientação sombria, aliada ao peso narrativo desse momento da história, cria um cenário de pura tensão, onde cada luta pode significar vida ou morte.

Emoção ao vivo: SDCC consagra a grandiosidade do filme

Durante o painel no Hall H da San Diego Comic-Con 2025, o público presente pôde sentir um pouco da intensidade que virá com Castelo Infinito. A presença do dublador Natsuki Hanae (voz de Tanjiro Kamado) trouxe à tona lembranças da construção emocional do personagem. Mas o ápice do evento foi a apresentação da cantora LiSA, que interpretou ao vivo duas canções da saga — incluindo a poderosa “Shine in the Cruel Night”, música-tema do novo filme. O público se emocionou, e a energia da performance contagiou até mesmo os membros da equipe técnica. O painel serviu como uma celebração da trajetória da franquia, relembrando os altos e baixos vividos por Tanjiro e seus companheiros, enquanto deixava claro que Castelo Infinito não será apenas uma continuação — mas um verdadeiro ápice emocional da saga.

Recapitulando os arcos: uma maratona gratuita antes do clímax

Para permitir que os fãs revisitem a jornada de Tanjiro e para atrair novos espectadores, a Crunchyroll liberou gratuitamente os principais arcos da série por períodos limitados. Essa estratégia de aquecimento oferece não apenas uma imersão narrativa, mas também um convite à emoção acumulada ao longo das temporadas. O Arco do Trem Infinito, que marcou a primeira grande perda da equipe com a morte de Rengoku, está disponível de 21 de julho a 03 de agosto. Em seguida, o Arco do Distrito do Entretenimento (04 a 17 de agosto) apresenta as lutas intensas ao lado de Tengen Uzui. O Arco da Vila dos Ferreiros (18 a 31 de agosto) aprofunda os conflitos pessoais dos Hashira Muichiro e Mitsuri. Já o Arco do Treinamento dos Hashira (01 a 14 de setembro) prepara o terreno psicológico e físico para o clímax. A ação da plataforma reforça o laço da comunidade com a história, permitindo que a ansiedade pela estreia se transforme em uma celebração coletiva da saga.

Um vilão que transcende o medo

Muzan Kibutsuji, antagonista central de Kimetsu no Yaiba, é mais que um vilão poderoso: ele representa a origem e o ápice da ameaça demoníaca. Com sua aparência serena e elegante, esconde uma crueldade ancestral, capaz de destruir tudo em seu caminho com frieza calculada. Em Castelo Infinito, Muzan deixa de agir nos bastidores e parte para o ataque direto, invadindo a Mansão Ubuyashiki e levando os exterminadores para o território mais perigoso da série. A transformação do vilão, de manipulador distante a ameaça palpável e presente, intensifica a tensão da narrativa. Os fãs que acompanharam sua trajetória desde os primeiros episódios agora verão o demônio em sua forma plena, desafiando os Hashira e revelando a magnitude de seu poder. A luta contra Muzan não será apenas física — será um teste moral e espiritual para Tanjiro e sua geração.

Giyu, Tanjiro e Akaza: a batalha que o mundo aguarda

Entre os embates mais aguardados desta nova fase, o confronto entre Giyu Tomioka e Akaza promete ser o mais emocionalmente devastador. Akaza é o demônio que assassinou Kyojuro Rengoku — o Hashira das Chamas que conquistou o coração dos fãs em Mugen Train. Agora, o reencontro com Giyu e Tanjiro representa mais do que vingança: é um acerto de contas com o passado e um passo decisivo na jornada dos protagonistas. Giyu, sempre reservado e metódico, revela em combate sua força interior, utilizando a 11ª Forma da Respiração da Água: Calmaria, técnica que o torna praticamente invisível para os demônios. O duelo será marcado por dor, respeito, e também compaixão — elementos que sempre diferenciaram Demon Slayer de outras obras de ação. Tanjiro, ao lado de Giyu, enfrentará o dilema entre a raiva e a empatia, consolidando seu amadurecimento como guerreiro e ser humano.

Uma superprodução pensada para o cinema

A Ufotable, estúdio responsável pela adaptação da obra, transformou Demon Slayer em sinônimo de qualidade visual e narrativa. Com técnicas de animação híbridas, que mesclam 2D tradicional com efeitos digitais, o estúdio entrega uma experiência sensorial que rivaliza com grandes produções de Hollywood. Em Castelo Infinito, a proposta é elevar ainda mais esse padrão. Com duração estimada de mais de duas horas, o longa terá sequências de ação ininterruptas, mudanças de cenário em tempo real — já que o castelo muda de forma constantemente — e coreografias de luta inspiradas em artes marciais reais. Além disso, a trilha sonora composta por Yuki Kajiura e Go Shiina promete envolver emocionalmente cada momento crucial. A narrativa será construída para funcionar como um filme autônomo, mas com a densidade dramática que os fãs do mangá esperam. Será, portanto, um espetáculo cinematográfico com alma, técnica e coração.

Lançamento e expectativas mundiais

No Japão, o filme estreia em 18 de julho de 2025, com distribuição pela Aniplex e Toho. No Brasil, a data oficial é 11 de setembro, com distribuição internacional feita pela Crunchyroll em parceria com a Sony Pictures Releasing. A expectativa de público é altíssima. A bilheteria de Mugen Train superou US$ 500 milhões globalmente, tornando-se o filme de anime mais lucrativo da história até hoje. Agora, com um arco narrativo mais carregado e emocionalmente decisivo, Castelo Infinito tem potencial para superar essas marcas. O fandom internacional, especialmente no Brasil, demonstra entusiasmo ininterrupto. Redes sociais, comunidades de fãs e influenciadores já estão promovendo contagens regressivas, teorias e reações ao pôster e trailer divulgados na Comic-Con. Tudo indica que o lançamento será um dos eventos culturais mais marcantes de 2025 para o público jovem-adulto.

Vozes que deram vida ao épico

O elenco de dubladores originais de Kimetsu no Yaiba retorna em peso para o novo longa, reforçando a continuidade emocional da história. Natsuki Hanae volta a interpretar Tanjiro com sua voz firme e compassiva, enquanto Akari Kitō dá vida à doçura e à força de Nezuko. Hiro Shimono, como Zenitsu, e Yoshitsugu Matsuoka, como Inosuke, equilibram com humor e bravura a intensidade dos combates. Giyu Tomioka, um dos focos deste filme, ganha ainda mais profundidade na voz de Takahiro Sakurai. Outros destaques incluem Saori Hayami como Shinobu Kocho, Kana Hanazawa como Mitsuri Kanroji e Kenichi Suzumura como Obanai Iguro. A trilha vocal da saga sempre foi um elemento essencial na criação de vínculos com os personagens. Esses intérpretes, com suas entonações, pausas e emoções, ajudam a tornar cada cena mais real e impactante.

Minha Vida com a Família Walter está de volta — e promete abalar corações na 2ª temporada

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A Netflix acaba de atiçar nossos sentimentos adolescentes com o primeiro teaser da 2ª temporada de Minha Vida com a Família Walter, que estreia no catálogo no dia 28 de agosto. Se você riu, chorou e se apegou aos Walter na temporada passada, prepare-se: vem aí mais intensidade, mais dilemas e aquela avalanche de emoções que só uma casa cheia de irmãos (do coração ou não) pode proporcionar.

Relembrando a história: do caos à reconstrução

Jackie Howard (interpretada pela carismática Nikki RodriguezOn My Block, My Life with the Walter Boys) teve sua vida virada do avesso. De adolescente sofisticada em Manhattan, viu-se órfã de uma hora pra outra e foi enviada para viver no interior do Colorado — com um tutor que ela mal conhecia e oito garotos completamente diferentes dela.

Mas foi entre o caos da nova rotina e a confusão emocional do luto que Jackie começou a encontrar algo que nem sabia que estava procurando: um tipo de família completamente inesperado, cheia de barulho, tropeços e amor em construção.

O que esperar da nova temporada?

Se a primeira temporada tratou da dor da perda e da adaptação forçada, os novos episódios parecem mergulhar nos dilemas do coração, amadurecimento e pertencimento real. Afinal, agora Jackie já não é mais apenas a menina nova da casa: ela criou laços, viveu atritos, e talvez… esteja começando a se sentir em casa?

O teaser dá pistas de reencontros intensos, decisões difíceis e uma Jackie mais segura — mas ainda em busca de quem realmente é. O clima é de transição: dos lutos silenciosos para os gritos (e beijos) adolescentes.

Um elenco jovem que amadureceu com seus personagens

Além de Nikki Rodriguez, o elenco da nova temporada conta com Sarah Rafferty (Suits, Grey’s Anatomy), Marc Blucas (Buffy, a Caça-Vampiros), Noah LaLonde (Criminal Minds), Ashby Gentry (Wild Indian), Connor Stanhope (Smallville), Johnny Link (Dear Evan Hansen), Corey Fogelmanis (Girl Meets World, Ma), Jaylan Evans (The Resident), Zoë Soul (The Purge: Anarchy), Isaac Arellanes (Ghostwriter), Myles Perez (One Day at a Time) e Alex Quijano (Station 19, The Good Doctor). Um time afiado, que equilibra emoção, carisma e presença de tela — dando ainda mais vida a esse universo caótico e cheio de afeto.

Família a gente encontra nos lugares mais improváveis

Minha Vida com a Família Walter é daquelas séries que a gente começa achando que vai ser só mais um drama teen, mas acaba sendo surpreendido por afetos sinceros, personagens com alma e reflexões que ficam ecoando mesmo depois dos créditos.

E por mais que oito garotos barulhentos sejam um pesadelo para alguns, para Jackie (e para quem assiste), eles se tornaram algo precioso: uma nova chance de amar — e ser amada.

📅 Anota aí: a 2ª temporada estreia 28 de agosto na Netflix. Até lá, vale maratonar a primeira e preparar o coração para o reencontro com os Walter.

Dica no MUBI: A Substância – Um corpo, duas versões e o preço da perfeição

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Já parou pra pensar no que faria se pudesse criar uma nova versão de si mesmo? Uma cópia fiel, só que mais jovem, mais bonita, mais “aprimorada”? Em A Substância, essa fantasia vira realidade — mas o preço, como sempre, é mais alto do que parece.

Dirigido e roteirizado pela francesa Coralie Fargeat (Revenge), o filme é uma bomba estética e emocional, com uma performance corajosa de Demi Moore, que entrega aqui um dos papéis mais impactantes (e autoficcionais) da carreira. Ela vive Elisabeth Sparkle, uma ex-estrela do mundo fitness que, depois de décadas sendo símbolo de juventude e disciplina, é descartada pela TV como quem joga fora um pote de creme vencido.

Humilhada, esquecida e à beira de um colapso, Elisabeth aceita experimentar uma droga experimental — uma substância misteriosa que promete “regenerar” sua juventude. Mas essa não é uma fórmula mágica de rejuvenescimento. É outra coisa. A substância cria outra você. Literalmente.

É aí que entra Margaret Qualley, vivendo a nova Elisabeth — mais nova, mais confiante, mais livre. Por contrato, as duas precisam dividir o mesmo corpo em turnos semanais: sete dias para a original, sete dias para a nova. Simples na teoria. Mas no fundo, quem vai querer abrir mão da própria existência assim, tão facilmente?

Um thriller de identidade com sangue, brilho e crítica social

A Substância é grotesco, estiloso, dolorido e brilhante — tudo ao mesmo tempo. Um terror corporal que conversa com filmes como A Mosca ou Cisne Negro, mas com uma linguagem muito própria. É uma fábula feminista sobre envelhecer sob os holofotes, ser descartada pelo sistema, e sobre o desejo desesperado de continuar sendo vista.

Entre cenas que beiram o absurdo e outras que apertam o peito, o longa constrói uma metáfora visceral sobre fama, vaidade, autoimagem e o terror de ser esquecida. E o mais interessante é que nada disso é pregado com discurso — tudo vem pelo corpo, pela imagem, pelo desconforto que a câmera imprime.

Demi Moore se entrega de corpo e alma. Literalmente. Ao lado de Margaret Qualley (em mais uma atuação física e vibrante), as duas constroem um embate tenso, emocional e até melancólico entre a mulher que tenta manter sua identidade e a outra que só quer existir — custe o que custar.

E no meio disso tudo, o espectador assiste à guerra silenciosa (e às vezes sangrenta) entre essas duas versões de uma mesma mulher. Quem vence, afinal? A que já viveu ou a que promete durar para sempre?

🎬 A Substância (The Substance)
Direção e roteiro: Coralie Fargeat
Elenco: Demi Moore, Margaret Qualley, Dennis Quaid
Duração:
Classificação: 18 anos
Disponível agora na MUBI
Também para aluguel no Prime Video

No Sem Censura desta sexta (15/08), Cissa Guimarães recebe Diogo Nogueira em edição especial

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Nesta sexta, 15 de agosto de 2025, às 16h, a TV Brasil abre espaço para uma edição especial e repleta de emoção do Sem Censura. Sob o comando carismático de Cissa Guimarães, o programa recebe um dos nomes mais queridos e respeitados da música brasileira: Diogo Nogueira. Cantor, compositor e legítimo representante do samba, ele chega para uma conversa descontraída e cheia de memórias, que mistura histórias de família, música e até futebol.

Além de Diogo, o encontro conta com a presença da sambista Marina Íris — que também carrega a música no sangue e é prima do artista — e do eterno craque Junior, ex-jogador do Flamengo e da seleção brasileira, que hoje brilha como comentarista esportivo. A roda de conversa tem a mediação da jornalista Fabiane Pereira, especialista em música e cultura.

Para quem não puder acompanhar ao vivo pela TV, o programa será exibido simultaneamente no aplicativo TV Brasil Play e no canal da emissora pública no YouTube. E, para os fãs de podcast, o Sem Censura também estará disponível no Spotify, permitindo que a experiência vá além da telinha. Haverá ainda uma reapresentação na própria TV Brasil, às 23h30 do mesmo dia.

Uma tarde de samba, histórias e emoção

O programa promete ser muito mais que uma simples entrevista: será um mergulho afetivo na trajetória de Diogo Nogueira. Filho do saudoso sambista João Nogueira, ele cresceu em um lar onde a música não era apenas trilha sonora, mas um modo de viver. E, embora tenha sido criado entre rodas de samba e bastidores de shows, seu caminho até a carreira musical não foi imediato.

Durante a conversa, Diogo relembra que, na juventude, o futebol quase falou mais alto. Chegou a treinar em clubes e sonhar com a carreira de jogador profissional, mas a música acabou sendo o chamado mais forte — e o palco, seu destino inevitável. Essa transição, recheada de dúvidas e descobertas, será contada com o humor e a leveza que marcam sua personalidade.

Para os fãs, o ponto alto da atração será vê-lo deixar a bancada e assumir o microfone no palco do Sem Censura, interpretando sucessos que se tornaram parte da história recente do samba, como “Alma Boêmia”, “Tô Fazendo a Minha Parte”, “Clareou”, “Pé na Areia” e “Poder da Criação”. Entre uma música e outra, ele também vai revisitar canções imortalizadas pelo pai, reforçando a herança artística que mantém viva com orgulho.

Encontros que viram histórias

Um dos momentos mais aguardados será a interação entre Diogo e o craque Junior, que traz memórias de sua carreira como jogador e comentarista, mas também revela bastidores da amizade com o sambista e sua família. A conexão entre os dois vai muito além da admiração mútua: eles compartilham duas paixões intensas — o samba e o Flamengo. Histórias de arquibancada, bastidores de shows e momentos de celebração prometem render boas risadas.

A presença de Marina Íris acrescenta ainda mais calor ao encontro. Prima de Diogo, ela cresceu junto dele, partilhando festas familiares, primeiras composições e a convivência com João Nogueira. Ao lado do primo, Marina relembra causos da juventude, revelando um lado mais íntimo e afetuoso do artista, longe dos holofotes. É aquela conversa de família que o público raramente vê, mas adora assistir.

A debatedora Fabiane Pereira conduz o diálogo com sensibilidade e conhecimento de causa. Especialista em música brasileira, ela ajuda a costurar a narrativa, destacando momentos marcantes da carreira de Diogo, desde os primeiros passos até a consolidação como um dos principais nomes do samba contemporâneo. Fabiane também provoca reflexões sobre o papel do samba hoje, em um cenário musical cada vez mais diverso.

O legado de João Nogueira e a construção de uma identidade

Não há como falar de Diogo sem mencionar o pai, João Nogueira, figura fundamental para a história do samba. Fundador do Clube do Samba e compositor de obras-primas, João deixou um legado de resistência cultural, poesia e brasilidade. Diogo, por sua vez, carrega o sobrenome com respeito, mas sempre fez questão de trilhar seu próprio caminho, encontrando sua voz e estilo.

No programa, ele deve revisitar essas memórias, contando como foi crescer ao lado de artistas como Beth Carvalho, Martinho da Vila e Clara Nunes, que frequentavam sua casa e serviam de inspiração. Ao mesmo tempo, relembra a dor da perda do pai em 2000, quando tinha apenas 19 anos, e como a música foi um instrumento de cura e reconexão com a própria história.

Mais de uma década à frente do Samba na Gamboa

O público que acompanha a TV Brasil também se lembra de Diogo como apresentador. Durante mais de dez anos, ele comandou o Samba na Gamboa, um espaço dedicado a mostrar a diversidade e a vitalidade do samba brasileiro, recebendo artistas consagrados e novos talentos. O programa ajudou a reforçar sua imagem como um verdadeiro embaixador do gênero.

Hoje, o Samba na Gamboa segue no ar sob o comando da cantora Teresa Cristina, mas a marca de Diogo permanece viva no formato. No Sem Censura, ele deve compartilhar bastidores dessa experiência, desde encontros inesperados até descobertas musicais que se tornaram parte do seu repertório.

Samba, futebol e a alma carioca

O episódio especial também é uma celebração da cultura carioca. Samba e futebol, duas paixões que movimentam corações no Brasil, são temas recorrentes na conversa. Junior traz memórias de vitórias históricas com a camisa do Flamengo e da seleção brasileira, enquanto Diogo relembra jogos inesquecíveis no Maracanã, seja como torcedor ou como garoto sonhando em ser jogador.

Essa interseção entre música e esporte é um reflexo da própria história do Rio de Janeiro, onde a festa e a paixão se encontram nas ruas, nas rodas de samba e nos estádios. O programa mostra como essas expressões populares são parte da identidade nacional.

Para além da tela: a experiência multiplataforma

Um dos diferenciais dessa edição é a possibilidade de acompanhar o conteúdo em diferentes formatos. A transmissão simultânea pela TV, pelo TV Brasil Play e pelo YouTube permite que o público esteja presente de onde estiver. E, com o episódio também disponível em formato de podcast no Spotify, o Sem Censura se adapta aos hábitos de consumo contemporâneos, ampliando seu alcance e reforçando seu papel como vitrine da cultura brasileira.

James Gunn celebra sucesso de Superman e destaca foco no lado humano do herói: “Uma pessoa boa que quer ajudar”

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A estreia de Superman nos cinemas marcou mais do que um novo capítulo para o DC Studios. Sob a direção sensível de James Gunn, o filme se tornou uma poderosa reafirmação da humanidade por trás da capa, conquistando o público não apenas pela bilheteria expressiva — mais de US$ 200 milhões no fim de semana de estreia, com US$ 122 milhões só nos Estados Unidos — mas, sobretudo, pelo impacto emocional causado em plateias do mundo inteiro.

Em um depoimento publicado neste domingo (14) no Threads, Gunn compartilhou sua gratidão pela calorosa recepção ao longa e reiterou sua visão central sobre o personagem: “Tivemos muitos ‘Super’ ao longo dos anos — e fico feliz de ter feito um filme que foca no ‘homem’ da equação, uma pessoa boa que sempre procura ajudar aqueles em necessidade”, escreveu o cineasta.

Para além dos recordes de arrecadação — já a maior abertura de um filme solo da DC —, o que realmente importa para Gunn é o que Superman conseguiu despertar nas pessoas: empatia, esperança e a crença na bondade como virtude possível. “Que isso ressoe de maneira tão poderosa com tantas pessoas ao redor do mundo é em si um testemunho esperançoso da gentileza e qualidade dos seres humanos”, completou.

Desde que assumiu o comando do novo universo cinematográfico da DC, Gunn vinha sinalizando sua intenção de reposicionar os super-heróis em uma chave mais humana, menos cínica e grandiloquente. No novo filme do Homem de Aço, essa promessa ganha forma com um Clark Kent vulnerável, emocionalmente acessível, que comete erros, ouve, aprende e insiste em fazer o bem — mesmo quando o mundo parece desabar ao seu redor.

David Corenswet, no papel-título, entrega uma atuação de nuances e ternura. Seu Superman não é um semideus inatingível, mas um homem em constante construção, que encontra nos pequenos gestos e nas escolhas diárias a verdadeira força de seu heroísmo. E é justamente essa abordagem que torna o filme tão ressonante: longe de uma epopeia exagerada, Gunn aposta em silêncios, afetos e relações reais como o verdadeiro motor da trama.

O resultado é um filme que desafia o próprio conceito de espetáculo, oferecendo uma narrativa pautada não pela destruição em massa, mas pela reconstrução do olhar. O herói de James não é uma entidade distante — ele é uma lembrança do que podemos ser quando escolhemos a empatia ao invés da indiferença.

Num tempo marcado por ruídos, divisões e desesperança, o longa-metragem chega como um sussurro persistente de que a verdadeira força talvez esteja justamente na compaixão. E ao devolver humanidade ao herói mais icônico dos quadrinhos, Gunn não apenas reinventa uma franquia — ele toca o coração de uma era inteira.

No Domingão com Huck de hoje (17/08), Ana Clara é jurada convidada do Dança dos Famosos

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Foto: Reprodução/ Internet

O domingo, 17 de agosto, promete ser marcado por dança, música e muita emoção no palco do ‘Domingão com Huck’. A atração mais aguardada do final de semana da TV brasileira traz nesta edição a segunda rodada da fase de grupos da ‘Dança dos Famosos’, com o ritmo country como protagonista da noite. Os participantes sobem ao palco com figurinos temáticos – chapéus, botas e cores que remetem ao estilo – e coreografias que misturam técnica, expressão e muita energia, prontas para conquistar jurados e público.

Para tornar a noite ainda mais especial, a jurada artística convidada é Ana Clara, apresentadora do reality musical ‘Estrela da Casa’. Com sua experiência no acompanhamento de novos talentos, Ana Clara traz ao palco não apenas olhar técnico, mas também sensibilidade para perceber a performance e a presença de cada participante. “Avaliar dança é muito mais do que notar passos certos; é perceber emoção, entrega e autenticidade”, comenta a apresentadora.

Além das apresentações da dança country, o programa recebe também os 14 concorrentes da nova edição do ‘Estrela da Casa’. Pela primeira vez, os artistas se encontram antes do início do confinamento, em um momento inédito que mistura expectativa, nervosismo e entusiasmo. Luciano Huck e Ana Clara conduzem a interação, que permite ao público conhecer um pouco da personalidade, do talento e das histórias desses futuros talentos da música brasileira. A competição, que estreia oficialmente no dia 25 de agosto, desafiará os participantes em provas, oficinas e shows variados, com o objetivo de conquistar jurados e público.

A banda Roupa Nova também marca presença no palco do programa, garantindo um momento de nostalgia e celebração da música nacional. Com mais de 40 anos de carreira, o sexteto apresenta sucessos que atravessaram gerações, animando a plateia e envolvendo todos com canções que são verdadeiros clássicos. O público, sempre participativo, canta junto e demonstra a longevidade do impacto da banda na história da música brasileira.

A produção do programa é cuidadosamente estruturada para oferecer uma experiência completa. Sob direção geral de Clarissa Lopes, direção artística de Hélio Vargas, produção de Barbara Maia e Matheus Pereira e direção de gênero de Monica Almeida, cada detalhe – da iluminação à cenografia – é pensado para valorizar as performances e criar momentos memoráveis para os telespectadores.

A escolha do ritmo country acrescenta um desafio a mais para os participantes, exigindo adaptação, criatividade e expressividade. É um estilo que mistura técnica e emoção, sendo uma oportunidade de os dançarinos mostrarem versatilidade e presença de palco. Nos bastidores, é possível sentir a tensão e a dedicação dos participantes, que ajustam passos, figurinos e gestos para que cada apresentação seja impecável.

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