Zoopocalipse – Uma Aventura Animal chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de setembro

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No próximo dia 25 de setembro, as salas de cinema de todo o Brasil receberão uma novidade cheia de cores, ação e muita diversão: a animação Zoopocalipse – Uma Aventura Animal. Produzido com a expertise de grandes nomes da animação mundial e distribuído pela Diamond Films, a produção promete conquistar públicos de todas as idades ao levar para as telas uma história envolvente que mistura aventura, suspense leve e, acima de tudo, uma celebração da amizade e da diversidade.

Uma história que nasce no coração do zoológico Colepepper

A trama se passa no zoológico fictício Colepepper, um ambiente tranquilo onde os animais levam suas rotinas com naturalidade e harmonia. Essa calmaria, porém, é repentinamente interrompida quando um meteoro cai no local, desencadeando uma reação inesperada: alguns bichos passam a se transformar em zumbis coloridos, criando uma situação caótica e desafiadora.

Diante desse cenário, a protagonista Gracie, uma loba corajosa, porém atrapalhada, interpretada pela influenciadora Viih Tube, assume a missão de salvar o zoológico. Gracie não está sozinha nessa: seu parceiro de aventura é Xavier, um lêmure fã de cinema, dublado por Ed Gama, que traz uma personalidade cheia de curiosidade e inteligência para a narrativa.

Além deles, um grupo diverso de animais com personalidades marcantes compõe o time que embarca nessa jornada. Entre eles, Dan, um leão-da-montanha que esconde seu coração valente sob uma aparência ranzinza; Frida, uma capivara confiante que representa a força feminina e a liderança natural; Ash, o avestruz cheio de estilo e atitude, e Felix, o macaquinho atrapalhado que garante o alívio cômico durante as cenas de tensão.

Direção que une tradição e inovação

O filme tem à frente dois nomes que conhecem muito bem o universo da animação: Ricardo Curtis e Rodrigo Perez-Castro. Ricardo traz em seu currículo produções icônicas como Os Incríveis e Monstros S.A., filmes que marcaram gerações e revolucionaram a animação mundial. Já Rodrigo é reconhecido por trabalhos em Festa no Céu e O Touro Ferdinando, que também conquistaram público e crítica com narrativas emotivas e visualmente impressionantes.

A experiência dessa dupla não só garante uma qualidade técnica de alto nível, mas também uma direção sensível que sabe equilibrar humor, emoção e ação, resultando em um filme que é, ao mesmo tempo, divertido e com profundidade.

Dublagem que dá vida aos personagens

Outro destaque da produção é o elenco de dubladores, que reúne talentos como Luiz Feier, Manolo Rey, Valentina Pawlowna, Jorge Vasconcellos, Carina Eiras, Mauro Horta, Mariangela Cantú, Eduardo Drummond, Jessica Dannemann, Marianna Alexandre, Maurício Berger, Rafinha Lima e Telma da Costa. Essa equipe diversa consegue transmitir as nuances de cada personagem, dando-lhes vozes marcantes que ampliam o apelo emocional da animação.

A presença de Viih Tube como a loba Gracie, além de aproximar o filme do público jovem, também reforça o compromisso da produção em dialogar com as novas gerações de forma autêntica e conectada com suas referências culturais.

Por que Zoopocalipse é um filme para todas as idades

Apesar do tema dos “zumbis” poder soar assustador, a animação equilibra esse elemento com uma abordagem leve, divertida e cheia de criatividade. O resultado é um filme que diverte as crianças, entretém os adolescentes e ainda agrada o público adulto com suas mensagens de união, coragem e superação.

A dinâmica dos personagens, com suas personalidades tão distintas, reforça a importância da diversidade e do trabalho em equipe para enfrentar desafios. O filme mostra que, mesmo em meio ao caos, a solidariedade e a amizade podem ser as armas mais poderosas.

Um olhar brasileiro com alcance internacional

Zoopocalipse – Uma Aventura Animal também se destaca por ser uma produção que une talentos brasileiros com profissionais experientes do mercado internacional, o que eleva a qualidade da obra e amplia seu potencial de sucesso.

A distribuição pela Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, reforça o compromisso de levar o filme para todas as regiões do país, democratizando o acesso a uma produção nacional que dialoga com temáticas universais e valores positivos.

O que esperar do lançamento

Com estreia marcada para 25 de setembro, a animação chega ao público brasileiro para consolidar uma tendência de animações que combinam diversão com reflexão. O filme promete não só entreter, mas também sensibilizar espectadores de todas as idades, com um roteiro inteligente, personagens cativantes e uma animação que reflete o melhor da técnica contemporânea.

Resumo semanal da novela Roque Santeiro 25/04 a 26/04 (Canal Viva)

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Capítulo 159 – Sexta-feira, 25 de abril de 2025
Efigênia sente que algo não está certo. Atenta aos mínimos detalhes, ela começa a observar com desconfiança os comportamentos de Maria Igarapé. A mulher, sempre sorridente demais, parece esconder algo — e Efigênia não está disposta a deixar passar despercebido. Sem rodeios, ela faz questão de deixar claro que está de olhos bem abertos, lançando um aviso direto que coloca Maria contra a parede e cria um novo clima de tensão em Asa Branca. Os boatos começam a circular, e a cidade mergulha em mais uma onda de intrigas.

Enquanto isso, Matilde se consome de angústia com o silêncio que envolve o sumiço de Roque. Inconformada, ela vai até Sinhozinho Malta e o confronta. Exige respostas, desconfiando que ele possa estar acobertando alguma informação importante. Malta tenta se esquivar, mas a pressão aumenta e a dúvida se instala até entre seus aliados.

Em paralelo, Roque segue determinado em seu plano enigmático. Isolado, porém focado, ele dá um passo crucial e envia Rodésio até a igreja com um pedido misterioso: trazer os padres. Ninguém sabe ao certo o motivo, mas a movimentação começa a levantar suspeitas entre os que sabem — ou acham que sabem — do que está por vir. O clima de expectativa cresce, e aqueles mais próximos sentem que algo grande está prestes a acontecer.


Capítulo 160 – Sábado, 26 de abril de 2025
Cansada de manter segredos e disposta a virar o jogo, Flô toma uma decisão corajosa: enfrenta Sinhozinho Malta e ameaça revelar toda a verdade sobre o flagrante que deu em Tânia e Albano. A bomba, se for revelada, pode abalar não só relacionamentos, mas também a estrutura social e política de Asa Branca. Malta tenta manter a calma, mas já percebe que os dias de controle absoluto estão contados.

Do outro lado da história, Tânia vive um conflito interno que já não consegue mais esconder. Em um momento de fragilidade, ela procura Roberto, e, tomada pela emoção, desaba. Em meio às lágrimas, confessa que está apaixonada — e não por qualquer um, mas pelo padre. A revelação deixa Roberto completamente atônito, sem saber como reagir ao turbilhão de sentimentos e à crise que se aproxima.

Enquanto isso, Porcina, aflita, procura Roque numa última tentativa desesperada de fazê-lo recuar de seus planos. Ela implora, chora, tenta relembrar os momentos que viveram, tudo para convencê-lo de que essa caminhada pode destruir a todos — inclusive ela mesma. Mas Roque, com o olhar fixo no horizonte e o coração endurecido, está irredutível. Para ele, o reencontro com seu destino é inevitável e está mais perto do que nunca.

Dan Cândido & Matheus lançam “Para de Me Dar Moral” ao lado de Rayane & Rafaela — O hit que mistura humor e verdade do sertanejo universitário

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Depois de agitar o cenário musical com o projeto Open Mé, Dan Cândido & Matheus voltam a se destacar com uma novidade quente: o lançamento do single “Para de Me Dar Moral”, em colaboração com a dupla Rayane & Rafaela. O que chama atenção na música é a forma como ela fala sobre os desencontros amorosos, mas sem drama, com leveza e uma boa dose de bom humor.

Quando a parceria vira papo de amigo

Essa música nasceu de um encontro descontraído entre os quatro artistas, que logo perceberam ter algo a mais para criar juntos. Entre conversas e brincadeiras, surgiu uma faixa que soa como aquela conversa franca entre exs que tentam colocar um ponto final nas voltas e recaídas. “Foi um processo natural, sem pressão, onde cada ideia ganhou espaço para crescer”, contam Dan e Matheus, animados com o resultado.

Sertanejo com alma jovem e uma pitada de malícia

O diferencial da canção está justamente nessa mistura de autenticidade com um toque de ironia — nada pesado, só aquele deboche que faz a gente sorrir de si mesmo. Rayane & Rafaela refletem essa pegada com sua voz firme e o estilo que conquistou fãs pelo Brasil afora. “É uma música que tem a nossa cara: direta, forte e cheia de personalidade”, destacam as meninas.

Da caneta ao palco: quem são Dan Cândido & Matheus

Mais do que intérpretes, eles são nomes importantes na composição de hits para grandes nomes do sertanejo nacional. Com um olhar fresco para o gênero, eles investem numa mistura de letras autorais, melodias contemporâneas e uma vontade de manter o sertanejo conectado com o público jovem. O single “Grudou” foi só o começo de uma trajetória que promete muita inovação.

Open Mé: conectando a música ao lifestyle universitário

O lançamento faz parte de um movimento que vai além da música. O Open Mé, que já conta com mais de 110 grupos universitários pelo Brasil, cria experiências que juntam música, festa e cultura jovem, ressignificando o jeito de ouvir sertanejo. Goiânia foi o palco escolhido para dar vida a essa nova fase, com participações especiais que mostram a força dessa geração.

“Para de Me Dar Moral”: um convite para rir dos próprios tropeços

No fim das contas, a nova música é um reflexo do cotidiano da juventude, que encara as relações com sinceridade e leveza, mesmo quando o coração insiste em dar voltas. Com “Para de Me Dar Moral”, Dan Cândido & Matheus e Rayane & Rafaela entregam um som que vai fazer muita gente se identificar e, claro, cantar junto.

James Gunn compartilha novos detalhes do filme Superman – Man of Tomorrow

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Foto: Reprodução/ Internet

O futuro do universo cinematográfico da DC começa a se desenhar com clareza. Desde que James Gunn assumiu a tarefa de reestruturar a franquia ao lado do produtor Peter Safran, cada anúncio e cada lançamento têm sido acompanhados de perto por fãs e críticos. A missão vai além de revitalizar personagens icônicos: é reconquistar a confiança de um público que viveu altos e baixos com o antigo DCEU. O primeiro grande marco dessa fase foi Superman (2025), filme que trouxe uma versão jovem, vulnerável e inspiradora do herói. O sucesso abriu caminho para Man of Tomorrow, previsto para 2027, e já cercado de expectativa.

Nas redes sociais, Gunn destacou a conexão entre Man of Tomorrow e a segunda temporada de Pacificador. Ele reforçou que cada produção pode ser apreciada isoladamente, mas admitiu que há um elo narrativo entre os dois projetos. O contraste entre os universos chama atenção: enquanto Superman lida com dilemas morais e políticos, Pacificador explora humor ácido, crítica social e violência. Integrar essas tonalidades tão distintas é um movimento ousado que pode definir a identidade do novo DCU.

A base do novo capítulo

O lançamento de Superman marcou o início do “Capítulo 1: Deuses e Monstros”, a etapa que reinicia totalmente o universo DC nos cinemas. Escrito e dirigido por Gunn, o filme trouxe David Corenswet como Clark Kent, Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult no papel de Lex Luthor. Inspirado em All-Star Superman, o longa apresentou um herói ainda em formação, lidando com responsabilidades que vão além de seus poderes.

A trama mistura política internacional, manipulação midiática e a ameaça de Ultraman, um clone usado para incriminar o protagonista. Lex Luthor surge como cérebro da crise, explorando ciência e desinformação para seus fins. No desfecho, o Homem de Aço recupera sua imagem, reafirma sua conexão com a humanidade e consolida seu papel como símbolo de esperança.

Críticos destacaram a abordagem leve e sincera, que combina ação com temas atuais como fake news e jogos de poder. Corenswet recebeu elogios por equilibrar inocência e firmeza, Brosnahan foi reconhecida por dar à Lois Lane um protagonismo além do romance, e Hoult impressionou ao transformar Luthor em uma presença ameaçadora e carismática.

O que podemos esperar de Man of Tomorrow?

Se o primeiro filme apresentou o herói a um novo público, o novo longa-metragem tem a missão de consolidá-lo como líder de um universo em expansão. O título, clássico nos quadrinhos, indica que a história explorará legado, responsabilidades e desafios futuros.

Gunn tem sido discreto sobre detalhes, mas pistas já alimentam teorias. Questionado sobre o papel de Lois Lane, respondeu apenas: “Ela é importante”, sinalizando que a personagem terá relevância central, possivelmente conectando Clark às decisões políticas e sociais que surgirão.

O anúncio do filme veio acompanhado de artes oficiais de Jim Lee, Jorge Jimenez e Mitch Gerards. As ilustrações destacam a relação ambígua entre Superman e Luthor: em algumas, os dois aparecem lado a lado; em outras, em confronto direto. A armadura de Luthor sugere que o vilão terá uma presença mais física e ameaçadora, diferente de sua atuação nos bastidores.

Elenco e personagens

O núcleo principal retorna, mantendo a química que agradou em 2025. Além de Corenswet e Brosnahan, Nicholas Hoult volta como Luthor, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen e Wendell Pierce como Perry White. A manutenção desses personagens reforça que a narrativa não se restringe a superpoderes, mas explora jornalismo, ética e a busca pela verdade em um mundo polarizado. Clark Kent continua sendo mais que Superman: é repórter, observador do mundo e participante ativo das questões sociais. Essa dualidade é um dos diferenciais que o destacam dentro do gênero de heróis.

A ponte com Pacificador

Enquanto Superman abordou reputação e aceitação, Man of Tomorrow foca em liderança e alianças, cenário em que Pacificador terá ligação direta. A série de John Cena mostrou um anti-herói cínico e contraditório; na segunda temporada, eventos do longa do Superman devem dialogar com a visão de justiça de Christopher Smith. Essa interação oferece ao público diferentes perspectivas sobre heroísmo: uma baseada na esperança e no altruísmo, outra marcada por violência e pragmatismo. A estratégia de Gunn amplia o leque de experiências dentro do DCU, equilibrando personagens idealizados e figuras mais humanas e controversas.

Entre Duas Mulheres | Chloé Robichaud traz frescor e coragem em nova comédia sobre desejo e liberdade feminina

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Foto: Reprodução/ Internet

A partir do dia 13 de novembro de 2025, o público brasileiro poderá conferir nos cinemas Entre Duas Mulheres, nova comédia da diretora canadense Chloé Robichaud, uma das vozes mais potentes do cinema contemporâneo. O longa, um remake do clássico quebequense de 1970, revisita a história de duas mulheres aparentemente acomodadas que decidem desafiar o que se espera delas — e, no processo, redescobrem o prazer de viver.

A trama acompanha Violette (Karine Gonthier-Hyndman), que tenta se equilibrar entre a maternidade e a perda de si mesma, e Florence (Laurence Leboeuf), uma vizinha que enfrenta uma depressão silenciosa. Ambas têm vidas estáveis, parceiros presentes e carreiras consolidadas — mas também carregam o vazio de quem vive conforme o roteiro dos outros.

O ponto de virada surge de forma inesperada: um entregador bate à porta e muda tudo. O encontro, que poderia ser apenas um flerte passageiro, se transforma em uma espécie de despertar. A partir daí, as duas iniciam uma jornada que mistura desejo, cumplicidade e um questionamento profundo sobre o que realmente as faz felizes.

Robichaud conduz essa história com o mesmo olhar sensível que marcou seus trabalhos anteriores, transformando temas pesados — como o tédio conjugal, a solidão e o papel da mulher moderna — em uma narrativa leve, provocante e cheia de humor. O riso, aqui, não é fuga; é resistência.

A diretora, premiada no Festival de Sundance, aposta em uma comédia que fala de prazer sem culpa, de maternidade sem romantização e de amor sem regras. É uma obra que entende o humor como ferramenta de empatia, e não de julgamento.

Um elenco que vibra autenticidade

O elenco feminino é o coração pulsante do filme. Karine Gonthier-Hyndman e Laurence Leboeuf entregam performances intensas e cheias de nuances, dando às personagens uma humanidade rara — mulheres que oscilam entre o riso e o choro, o desejo e o medo, o impulso e a dúvida.

Ao lado delas, estão Félix Moati, Mani Soleymanlou, Juliette Gariépy e a premiada Sophie Nélisse (A Menina que Roubava Livros, Yellowjackets), que reforçam o elenco com interpretações vibrantes e cheias de verdade.

Um olhar feminino sobre o corpo e o desejo

Mais do que uma comédia romântica, Entre Duas Mulheres é um manifesto sobre a autonomia feminina. Baseado na peça de Catherine Léger, o roteiro questiona como o mundo contemporâneo lida com o desejo e a monogamia, e o quanto as mulheres ainda se sentem presas a papéis antigos — mesmo em tempos de aparente liberdade.

Chloé Robichaud filma tudo em 35mm, com uma estética quente e naturalista que valoriza o toque, a pele, o gesto cotidiano. A câmera da diretora Sara Mishara recusa o olhar voyeur e transforma o corpo feminino em território de expressão, e não de exposição. A ambientação em uma cooperativa habitacional ecológica reforça o contraste entre o ideal de coletividade e a necessidade de se afirmar como indivíduo.

Após duas temporadas, série Goosebumps é cancelada pelo Disney+; futuro da franquia é repensado

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Foto: Reprodução/ Internet

A série de terror sobrenatural Goosebumps, produzida pela Sony Pictures Television e exibida nas plataformas Disney+ e Hulu, foi oficialmente cancelada após duas temporadas. A decisão, comunicada recentemente e revelada com exclusividade pela revista Variety, marca o fim de uma tentativa contemporânea de renovar uma das franquias mais icônicas da literatura infantojuvenil de horror.

Contudo, a produtora responsável já estuda possibilidades para a continuidade do universo Goosebumps em outras plataformas, além de explorar diferentes direções criativas para o licenciado que R.L. Stine criou na década de 1990 e que se transformou em um fenômeno cultural global.

Uma franquia com história e legado

Lançada originalmente como uma série de livros na década de 1990 pelo autor americano R.L. Stine, Goosebumps rapidamente se tornou um fenômeno mundial. Com mais de 300 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, a obra conquistou gerações por sua combinação única de suspense, terror acessível e personagens com os quais o público jovem se identificava.

Além dos livros, a franquia ganhou diversas adaptações televisivas, com destaque para a série de 1995 que utilizava o formato antológico, apresentando episódios independentes com histórias diferentes e monstrinhos icônicos. Em 2015, os livros voltaram às telas em forma de filme, estrelado por Jack Black, e um segundo longa estreou em 2018.

Essa popularidade e o potencial para alcançar novos públicos motivaram a Sony Pictures Television a apostar numa nova série live-action para o streaming, em um momento de expansão do mercado audiovisual e da popularidade de plataformas digitais.

Desenvolvimento e proposta da nova série

Anunciada em 2020, em meio à pandemia de COVID-19, a nova série Goosebumps representou uma tentativa de modernizar o universo criado por Stine. Diferentemente do formato antológico episódico do passado, a produção optou por uma narrativa serializada, em que cada temporada tem um arco contínuo e um elenco fixo, ainda que elementos clássicos e criaturas do universo Goosebumps fossem inseridos em alguns episódios.

Rob Letterman, diretor do filme original de 2015, voltou para atuar como roteirista, produtor executivo e diretor do episódio piloto, trabalhando ao lado de Nicholas Stoller, colaborador de longa data. Essa parceria visava garantir uma fidelidade ao tom dos livros, mas com uma roupagem mais atual e voltada para um público jovem adulto.

A produção envolveu a Scholastic Entertainment (detentora dos direitos dos livros), a Sony Pictures Television e a Original Film, estúdio responsável pelos filmes anteriores da franquia. Devido às restrições impostas pela pandemia, parte do desenvolvimento e das reuniões ocorreu via videoconferência, uma adaptação necessária para manter o cronograma.

A filmagem principal começou em outubro de 2022, em Vancouver, no Canadá, contando com equipes experientes e forte aposta em efeitos práticos para conferir realismo às cenas assustadoras, além do uso de efeitos visuais digitais quando necessário.

Sinopse das temporadas e elenco principal

Primeira temporada

Estreou em 13 de outubro de 2023 simultaneamente no Disney+ e Hulu, como parte dos blocos temáticos “Hallowstream” e “Huluween”. A narrativa acompanha cinco estudantes do ensino médio que investigam a misteriosa morte, ocorrida 30 anos antes, de um adolescente chamado Harold Biddle. Conforme desvendam pistas, descobrem segredos obscuros ligados ao passado de suas próprias famílias. A temporada misturou suspense, drama familiar e terror, com jovens atores como Justin Long, Ana Yi Puig, Miles McKenna, Will Price e Zack Morris.

Segunda temporada

Lançada em 10 de janeiro de 2025, a segunda temporada mudou o foco para um novo elenco, com gêmeos Cece e Devin explorando um forte abandonado, desencadeando eventos ligados ao desaparecimento de quatro adolescentes há três décadas. O elenco contou com nomes como David Schwimmer, Ana Ortiz e Sam McCarthy, trazendo uma atmosfera ainda mais sombria e misteriosa. O uso de novos personagens e histórias pretendia expandir o universo da série, trazendo diferentes facetas do horror e do suspense.

Recepção crítica e reação do público

Apesar da expectativa gerada pela nova abordagem, a série recebeu críticas mistas. Alguns elogiaram o visual moderno, a produção caprichada e o esforço para adaptar os elementos clássicos de Goosebumps para uma narrativa contínua. Contudo, muitos críticos apontaram que a mudança do formato antológico para um arco de temporada único comprometeu o dinamismo e o frescor característicos da franquia original.

Além disso, a série enfrentou desafios para conquistar um público amplo e consistente. A disputa acirrada pelo tempo de atenção dos espectadores nas plataformas de streaming, aliada a uma enorme oferta de produções similares de terror jovem, dificultou a consolidação da série entre os grandes sucessos do momento. Os índices de audiência, embora razoáveis, não justificaram investimentos maiores para uma terceira temporada, sobretudo considerando o alto custo de produção e a busca por resultados mais expressivos.

Cancelamento e o futuro da franquia

Em 7 de agosto de 2025, a Disney+ anunciou o cancelamento da série após duas temporadas. A decisão, segundo fontes internas, foi influenciada por uma combinação de fatores, incluindo a performance moderada da série, mudanças na estratégia editorial da plataforma e a necessidade de priorizar conteúdos com maior retorno comercial. Porém, a Sony Pictures Television, responsável pela produção, já manifestou interesse em continuar explorando a franquia, buscando novos parceiros e redes para possíveis adaptações. A ideia é não abandonar o universo Goosebumps e reinventar a narrativa, talvez até mesmo retomar o formato antológico que consagrou a série nos anos 90. Produtores como Conor Welch e Pavun Shetty já haviam declarado interesse em adaptar outros livros clássicos da coleção, como Night of the Living Dummy, para futuras temporadas, indicando que há muito conteúdo valioso ainda a ser explorado.

Desafios da adaptação em tempos modernos

Adaptar a trama para o streaming e para uma nova geração de espectadores não foi tarefa simples. A série precisou equilibrar o legado da obra original com as expectativas contemporâneas, que exigem narrativas mais complexas, personagens tridimensionais e temas atuais. Além disso, o mercado audiovisual atual é altamente competitivo, com grandes investimentos em produções originais para atrair e manter assinantes. Séries de terror para jovens adultos são muitas, e se destacar requer algo que vá além do nome conhecido. Outro desafio foi a produção em meio à pandemia, que exigiu adaptações no formato de trabalho, uso intensivo de tecnologia para reuniões e coordenação à distância, impactando cronogramas e custos.

Participações especiais e curiosidades da produção

A série trouxe momentos especiais para os fãs de Goosebumps. O próprio autor R.L. Stine participou como dublador de um personagem em forma de apresentador de podcast na segunda temporada, um toque divertido planejado para aproximar o criador do público. Os efeitos práticos usados na série foram um destaque, pois a equipe buscou criar monstros e situações que parecessem o mais real possível, visando aumentar a imersão do espectador, uma escolha aplaudida por fãs do terror clássico. O elenco variado, que trouxe desde jovens atores promissores até veteranos como Morgan Freeman (em participações especiais), também adicionou peso à produção, mesmo que a recepção não tenha sido unânime.

O legado e a esperança para novos projetos

Apesar do cancelamento, a série permanece uma marca valiosa e querida no universo do entretenimento jovem e infantojuvenil. A Sony Pictures Television, juntamente com a Scholastic Entertainment, continuará a explorar novas formas de revitalizar a franquia. Seja por meio de séries, filmes ou até projetos interativos, o mundo criado por R.L. Stine ainda possui enorme potencial para encantar e assustar as próximas gerações.

Giba revive glórias e mostra novos caminhos no The Noite com Danilo Gentili desta segunda (5)

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Foto: Reprodução/ Internet

Um dos maiores ícones do esporte brasileiro, Giba é o convidado especial do The Noite desta segunda-feira, 5 de janeiro, em uma entrevista que mistura emoção, bom humor e muita memória afetiva para os fãs do vôlei. Ídolo de uma geração, o ex-atleta chega ao palco do SBT disposto a revisitar conquistas históricas, contar bastidores pouco conhecidos da Seleção Brasileira e mostrar que sua trajetória vencedora não terminou com a aposentadoria das quadras.

Logo nos primeiros minutos do bate-papo com Danilo Gentili, fica evidente que o carisma que marcou sua carreira permanece intacto. Giba fala com brilho nos olhos sobre os anos mais intensos de sua vida, quando vestia a camisa da Seleção e carregava a responsabilidade de representar um país inteiro apaixonado pelo vôlei. Em tom leve, ele relembra a convivência diária com Bernardinho, técnico que se tornou sinônimo de disciplina, cobrança extrema e vitórias consecutivas.

Segundo Giba, a relação com Bernardinho nunca foi simples, mas sempre foi verdadeira. Ele descreve o treinador como alguém que enxergava além do talento, exigindo entrega total, foco mental e espírito coletivo. Para o ex-jogador, essa combinação foi determinante para transformar a Seleção Brasileira em uma potência mundial quase imbatível por mais de uma década. “A gente não entrava em quadra para participar, entrava para ganhar”, relembra, deixando claro o espírito competitivo que moldou aquele time histórico.

Entre as lembranças mais marcantes, não poderia faltar o famoso bordão “Giba neles”, eternizado nas arquibancadas e nas transmissões esportivas. Mais do que um simples grito da torcida, a frase se tornou um símbolo de confiança e identificação com o atleta. Giba conta que ouvir seu nome ecoando em ginásios lotados era, ao mesmo tempo, motivador e desafiador. Cada ponto exigia intensidade máxima, porque o público acreditava que algo especial estava prestes a acontecer.

O clima descontraído da entrevista abre espaço para histórias curiosas e situações inesperadas vividas ao longo da carreira. Giba compartilha episódios de viagens internacionais, momentos de tensão antes de decisões importantes e até situações engraçadas que só quem viveu a rotina do esporte de alto rendimento conhece. Em um dos momentos mais divertidos do programa, ele transforma os corredores do SBT em quadra improvisada e dá uma verdadeira aula prática de saque, mostrando que técnica e precisão não se perdem com o tempo.

Nascido em Londrina, no Paraná, em 23 de dezembro de 1976, Giba construiu uma trajetória que vai muito além das estatísticas impressionantes. Ainda na infância, enfrentou um dos maiores desafios de sua vida ao ser diagnosticado com leucemia. A doença quase interrompeu seus sonhos antes mesmo que eles ganhassem forma, mas a superação dessa fase difícil se tornou um marco definitivo em sua história. Para Giba, vencer o câncer foi a primeira grande vitória de muitas que ainda estavam por vir.

Após mudar-se para Curitiba, onde concluiu o ensino fundamental no Colégio Estadual Conselheiro Zacarias, ele iniciou oficialmente sua carreira esportiva em 1991, atuando pelo Círculo Militar do Paraná. A evolução foi rápida, e o talento logo o levou às seleções de base e, posteriormente, à equipe principal do Brasil. Atuando como atacante de ponta, Giba se destacou pela explosão física, inteligência tática e capacidade de decidir partidas em momentos cruciais.

Com ele em quadra, a Seleção Brasileira viveu um período praticamente ininterrupto de sucesso. Foram oito medalhas de ouro na Liga Mundial, três títulos mundiais, o ouro olímpico em Atenas 2004 e três pratas olímpicas conquistadas em Pequim 2008 e Londres 2012. O currículo ainda inclui conquistas em Copas do Mundo, Copas dos Campeões, Jogos Pan-Americanos e Campeonatos Sul-Americanos, consolidando um dos maiores legados da história do vôlei.

O reconhecimento individual também veio em momentos decisivos. Em 2006, após a conquista do Campeonato Mundial com uma vitória incontestável sobre a Polônia, Giba foi eleito o melhor jogador de vôlei do mundo. Anos depois, em 2018, seu nome foi eternizado no Hall da Fama do Vôlei, honra reservada apenas aos atletas que marcaram época e ajudaram a transformar o esporte globalmente.

Após longos anos atuando no exterior, Giba retornou ao Brasil em 2009 como grande reforço do Pinheiros/Sky. No entanto, uma sequência de lesões acabou limitando seu desempenho. Mesmo assim, ele ainda passou por equipes como Cimed, Vôlei Taubaté, além de experiências internacionais na Argentina e nos Emirados Árabes. Em agosto de 2014, anunciou oficialmente sua aposentadoria, encerrando uma carreira de 23 anos e tendo conquistado todos os títulos possíveis no vôlei.

Hoje, longe das quadras profissionais, Giba segue ativo em novos projetos. Ele se dedica a palestras motivacionais, iniciativas esportivas e ações voltadas à formação de jovens atletas, compartilhando aprendizados que vão além do esporte. No The Noite, ele deixa claro que sua missão agora é inspirar pessoas, usando sua história como exemplo de superação, disciplina e paixão.

Universal divulga trailer de “A Morte de Um Unicórnio”, sátira fantástica estrelada por Paul Rudd e Jenna Ortega

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Foto: Reprodução/ Internet

Imagine estar a caminho de um fim de semana tranquilo com sua filha… e, de repente, atropelar um unicórnio. É com esse ponto de partida tão improvável quanto instigante que A Morte de Um Unicórnio nos convida a mergulhar em uma fábula moderna recheada de crítica social, humor sombrio e fantasia. O trailer e o cartaz do filme foram divulgados nesta quinta-feira (17) pela Universal Pictures, que também confirmou a estreia nos cinemas brasileiros para o dia 31 de julho, com versões acessíveis ao público.

O longa é produzido pela A24 — estúdio conhecido por apostar em histórias fora do comum, como O Farol, X e Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo. Com direção e roteiro de Alex Scharfman, o filme estreou em março no festival SXSW e desde então tem chamado atenção pelo tom satírico e visual marcante.

No centro da trama estão Paul Rudd (Homem-Formiga, Bem-vindo aos 40 e Ghostbusters – Mais Além) e Jenna Ortega (Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice e X – A Marca da Morte), interpretando pai e filha que se veem em apuros após atropelarem acidentalmente uma criatura mística no meio da estrada. O que poderia ser apenas um incidente bizarro ganha contornos ainda mais insanos quando o chefe bilionário do pai — vivido por Richard E. Grant — decide transformar o unicórnio em um “ativo” corporativo, explorando suas misteriosas propriedades de cura para fins lucrativos.

Completam o elenco nomes como Will Poulter e Téa Leoni, em um roteiro que mistura humor ácido, drama familiar e uma crítica nada sutil ao universo empresarial, ao culto ao lucro e à banalização do extraordinário.

Apesar do tom surreal, o longa-metragem, levanta questões muito reais: até onde a ambição humana é capaz de ir? Qual o custo ético de explorar aquilo que não compreendemos? E o que sobra da conexão entre pais e filhos quando tudo ao redor parece estar em colapso?

A estreia brasileira está marcada para 31 de julho, com cópias legendadas, dubladas e versões acessíveis — incluindo audiodescrição e Libras. Se você gosta de filmes que fogem do óbvio, provocam e ainda divertem, esse lançamento pode ser uma grata (e estranha) surpresa.

Cinesystem oferece cinema com preço especial em todas as salas no Dia do Cliente

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O Dia do Cliente, celebrado hoje, 15 de setembro, é uma oportunidade especial para homenagear quem torna qualquer negócio possível: o consumidor. Mais do que promoções, a data é sobre reconhecimento e proximidade, e a Cinesystem resolveu transformar essa comemoração em uma verdadeira experiência cinematográfica. Neste ano, todas as unidades da rede oferecem preço de meia-entrada em todas as sessões, de norte a sul do Brasil, tornando a cultura do cinema mais acessível a todos.

Durante o Dia do Cliente 2025, as sessões 2D e 3D nas salas convencionais terão ingressos por R$ 15, enquanto as salas Cinépic e IMAX, conhecidas por suas tecnologias de ponta, custarão R$ 20. A iniciativa garante que qualquer pessoa, seja amante do cinema há anos ou alguém que queira descobrir a magia da telona, possa vivenciar a experiência sem se preocupar com o bolso. “Nosso objetivo é proporcionar momentos únicos, com conforto e emoção, para que cada visitante se sinta valorizado e acolhido”, afirma Samara Vilvert, gerente de marketing da Cinesystem.

Mais do que cinema: uma experiência para compartilhar

A promoção não é apenas uma oportunidade financeira: é uma chance de compartilhar histórias, emoções e memórias com amigos, família ou parceiros. As salas Cinépic e IMAX, por exemplo, oferecem imagens impressionantes e som imersivo, elevando cada sessão a uma experiência única. Ao democratizar o acesso, a Cinesystem transforma o cinema em um espaço para convivência, diversão e cultura, mostrando que momentos simples podem se tornar inesquecíveis.

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The Hunt for Gollum | Orlando Bloom fala sobre Legolas e comenta os próximos passos da franquia O Senhor dos Anéis

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Poucos personagens na história do cinema carregam tanto carisma e impacto cultural quanto Legolas, o elfo ágil e enigmático das trilogias O Senhor dos Anéis e O Hobbit. Interpretado por Orlando Bloom, ele se tornou símbolo de lealdade, coragem e destreza, marcando gerações que acompanharam a saga criada por J. R. R. Tolkien e levada às telas por Peter Jackson. Agora, mais de duas décadas após sua estreia como o príncipe élfico, Bloom voltou a falar sobre o personagem e sobre os novos rumos da franquia. Em entrevista ao programa americano Today, o ator compartilhou sentimentos de gratidão e um pouco de incerteza em relação ao futuro.

“Não ouvi nada sobre, na verdade”, disse, quando questionado se faria parte de The Hunt for Gollum, próximo filme em desenvolvimento. “Não sei. Sei que o foco é no Gollum, então tudo é possível. E eu voltei para O Hobbit. É um papel tão incrível. Sou tão grato de ter feito parte daqueles filmes, mas não ouvi nada sobre.” Apesar de descartar um convite imediato, Bloom deixou escapar a dimensão emocional de sua ligação com Legolas: “Olha, eu odiaria ver qualquer outra pessoa interpretando o Legolas, sabe? O que eles vão fazer? Colocar outro no lugar como o Legolas? Se bem que, com I.A. hoje em dia, tudo é possível.”

O ator e o personagem

Orlando Bloom era praticamente um desconhecido quando foi escalado para viver Legolas em A Sociedade do Anel (2001). Tinha apenas 24 anos e poucas experiências de destaque no cinema. Mesmo assim, Peter Jackson enxergou nele a combinação de leveza, disciplina física e magnetismo que o papel exigia — e a escolha se revelou certeira. Com seus longos cabelos loiros, olhar penetrante e postura quase etérea, Bloom deu vida a um Legolas que extrapolou as páginas de Tolkien. O personagem ganhou cenas memoráveis: a amizade improvável com Gimli, as batalhas em que se destacava pela agilidade sobre-humana, e até os momentos silenciosos de contemplação, sempre carregados de nobreza.

Nos três filmes da trilogia, Legolas se tornou ícone pop. Cartazes, bonecos, jogos e milhares de fanarts ajudaram a eternizar a figura do elfo. Mais tarde, mesmo sem papel central nos livros de O Hobbit, a popularidade de Legolas levou Peter Jackson a trazê-lo de volta, ampliando sua presença na adaptação. Entre 2012 e 2014, Bloom revisitou o personagem, agora já consolidado como astro mundial. Essa simbiose entre ator e personagem explica o cuidado de Bloom ao falar sobre a possibilidade de outro intérprete assumir o arco e as flechas de Legolas. Para milhões de fãs, ele não apenas representou o herói élfico; ele se tornou o próprio Legolas.

O novo capítulo da franquia

Enquanto os fãs especulam sobre possíveis retornos, a franquia segue seu caminho. O novo filme, intitulado Lord of the Rings: The Hunt for Gollum, está em desenvolvimento com Andy Serkis à frente da direção e também no papel principal. Serkis, responsável por transformar Gollum em um dos personagens mais fascinantes do cinema com sua performance em captura de movimento, agora assume também o desafio criativo de dirigir. O roteiro será escrito por Fran Walsh e Philippa Boyens, parceiras de longa data de Peter Jackson, que volta como produtor.

O projeto promete mergulhar mais fundo na vida e obsessões de Gollum, figura essencial na trama do Um Anel. Ainda não há detalhes oficiais sobre o enredo, mas a presença de nomes como Ian McKellen (Gandalf) e Elijah Wood (Frodo) já foi mencionada em bastidores, alimentando ainda mais a expectativa dos fãs. Legolas, por enquanto, parece fora dessa equação. Mas a própria fala de Bloom — “tudo é possível” — mantém viva a centelha da dúvida.

O impacto da tecnologia e o papel da I.A.

Um dos pontos mais curiosos da entrevista foi a menção de Bloom à inteligência artificial. Ao comentar a hipótese de outro ator viver Legolas, ele refletiu sobre o avanço das tecnologias capazes de recriar digitalmente rostos, vozes e performances. “Com I.A. hoje em dia, tudo é possível”, disse. A frase foi interpretada de diferentes formas: alguns a viram como uma crítica velada à substituição de atores reais por recursos digitais; outros entenderam como uma aceitação resignada de que o futuro do cinema pode caminhar nesse sentido.

De qualquer forma, o comentário ecoa um debate atual em Hollywood. Sindicatos de atores e roteiristas vêm discutindo limites éticos para o uso da inteligência artificial, especialmente em franquias de longa duração, nas quais a nostalgia pesa. Bloom, ao evocar essa questão, deu voz a uma preocupação compartilhada por colegas e fãs: até que ponto personagens podem ser “ressuscitados” ou “rejuvenescidos” sem perder a alma?

A herança da trilogia original

Para entender o peso dessas discussões, é fundamental recordar o tamanho da conquista da trilogia O Senhor dos Anéis. Entre 2001 e 2003, Peter Jackson entregou uma das adaptações mais ambiciosas da história do cinema. Filmada inteiramente na Nova Zelândia, com um orçamento de cerca de 280 milhões de dólares, a saga faturou quase 3 bilhões nas bilheteiras mundiais e conquistou 17 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme para O Retorno do Rei. A façanha a colocou como a franquia cinematográfica mais premiada da história e introduziu um padrão inédito para o gênero da fantasia épica.

Personagens complexos, dilemas morais, efeitos especiais inovadores e cenários deslumbrantes se uniram em uma obra que emocionou e inspirou gerações. Legolas, embora não fosse o protagonista, tornou-se peça central desse imaginário coletivo, especialmente por sua representação da lealdade e pela amizade com Gimli, que trouxe humor e humanidade para uma história marcada por guerras e sacrifícios.

O futuro da Terra-média

Além do novo filme, o universo de Tolkien segue expandindo em outras frentes. A série Os Anéis de Poder, lançada pela Amazon, mergulhou na Segunda Era da Terra-média, explorando personagens e eventos que antecedem em milhares de anos a saga do Um Anel. Embora tenha dividido opiniões, o projeto confirma o apetite do público por novas histórias ambientadas nesse mundo e reforça que a Terra-média ainda tem muito a oferecer.

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