Onze:20 transforma Porto Belo em palco de luau no litoral catarinense com show que reúne os maiores sucessos da carreira

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Depois de rodar o Brasil com um formato diferente de apresentação, a Onze:20 desembarca em Santa Catarina para mais uma edição da turnê “Luau do Onze:20”. O encontro acontece no dia 25 de julho, no Porto Belo Hall, em Porto Belo, e leva ao público uma proposta que troca a grandiosidade dos festivais por um clima mais próximo entre banda e plateia.

A ideia do projeto é revisitar músicas que marcaram a trajetória do grupo em novos arranjos, criando um show pensado para quem acompanha a Onze:20 desde os primeiros anos e também para quem descobriu a banda pelas plataformas de streaming. O formato permite conversas com o público, versões mais leves das canções e uma atmosfera inspirada nos tradicionais luaus à beira-mar.

O repertório deve reunir algumas das faixas mais conhecidas da carreira, como “Meu Lugar”, “Pra Você”, “Não Vai Voltar” e “A Nossa Barraca”. São músicas que atravessaram gerações de fãs e continuam figurando entre as mais ouvidas do grupo, mantendo a Onze:20 como um dos principais nomes do reggae pop nacional.

Formada em Minas Gerais, a banda construiu uma identidade própria ao misturar reggae, pop e rock em composições que falam sobre relacionamentos, amizade e momentos do cotidiano. Ao longo da carreira, acumulou milhões de reproduções nas plataformas digitais e passou pelos principais festivais do país, consolidando uma base de fãs que acompanha cada nova turnê.

A noite em Porto Belo ainda contará com a participação especial da banda MaiPê, responsável por abrir a programação. A escolha reforça a proposta do evento de reunir artistas que dialogam com a cena do reggae e da música brasileira contemporânea.

O Porto Belo Hall, que recebe o show, é um dos espaços mais recentes para grandes eventos no litoral catarinense. A casa vem ampliando sua programação com apresentações nacionais e oferece uma estrutura voltada para shows de médio e grande porte.

Resumo da novela A.Mar de hoje (10) – Estrella enfrenta sabotagem e inimigos tramam contra seu sucesso

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No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar hoje, 10 de outubro, Estrella comunica aos empregados de seu pai que pretende se tornar capitã, mas enfrenta rejeição imediata: eles se recusam a aceitar que uma mulher lidere o trabalho. Enquanto isso, Gertrudis manipula Yazmín, fazendo-a acreditar que Fabián recuperou a custódia legal dela, e pede que seja a única a se opor ao pai.

Mais tarde, Estrella se prepara para ir pescar, mas ao tentar mover o barco, cai, dando espaço para Tiburón zombar dela e questionar sua capacidade de trabalhar. No meio dos conflitos, Estrella percebe que Érika está intervindo em seus problemas com Fabián e a adverte para se manter afastada. Em silêncio, Érika promete que não descansará até ver Estrella fora da cidade, reforçando o clima de tensão e rivalidade que cerca a protagonista.

O que vai rolar nos próximos capítulos de A.Mar?

O clima na pesca esquenta quando Fabián culpa Estrella por cortar suas redes e decide levar toda a sua pesca. Determinada, Estrella o impede e, furiosa, pega uma das caixas de peixe e a esvazia em cima dele, mostrando que não se deixará intimidar. Ao descobrir que foi Tiburón quem realmente cortou as redes, ela alerta Fabián de que ele acabou caindo em sua própria armadilha, comparando o traidor a um “tubarão” que mordeu a própria cauda.

Enquanto isso, Perla se desfaz em lágrimas ao se lembrar das maldades de Tiburón e dos momentos em que sofreu por sua culpa. Fabián demonstra preocupação ao perceber que Estrella e sua família ficarão responsáveis por toda a pesca, mas ela o repreende, lembrando que ele deveria se preocupar com seus próprios empregados, já que colocou um traidor em sua tripulação.

No meio de tanta tensão, Yazmín pede a Fabián que agradeça a Érika por convencê-la a morar com ele. Ela confessa estar profundamente apaixonada, mas teme que Fabián acabe destruindo sua vida como fez com a dela e com a mãe. Furioso, Fabián reclama com Érika por se intrometer nos assuntos da filha e garante que não a perdoará por atrapalhar seus planos.

Perla, por sua vez, repreende Brisa por não ter ajudado na pescaria, enquanto Estrella tenta acalmar as irmãs e pede que cada uma faça a sua parte. Com coragem renovada, Perla enfrenta Fabián e reafirma que Tiburón foi o verdadeiro responsável pelo corte das redes, deixando claro que a injustiça não passará em branco.

Turnê global do cantor Jin, do BTS, terá show transmitido em cinemas no Brasil e no mundo

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A espera está chegando ao fim para os fãs do BTS e, em especial, para quem acompanha a carreira solo de Jin. Uma das apresentações da turnê #RUNSEOKJIN_EP.TOUR, a primeira do artista após seu período de serviço militar obrigatório, será transmitida em cinemas espalhados pelo mundo. O show escolhido para essa experiência única acontecerá em Amsterdã, no dia 9 de agosto, e promete levar a energia do palco para as telonas, conectando ainda mais Jin aos seus fãs.

Aqui no Brasil, as redes UCI e Cinemark já confirmaram a exibição da transmissão, garantindo aos fãs brasileiros a oportunidade de vivenciar esse momento tão esperado, mesmo que à distância do palco. As vendas de ingressos começaram no dia 23 de julho, e a expectativa é grande para que as sessões fiquem lotadas, dada a enorme base de admiradores que Jin conquistou ao longo dos anos.

Jin: um artista que inspira e emociona

Kim Seok-jin, ou simplesmente Jin, nasceu em 4 de dezembro de 1992, em Gwacheon, na Coreia do Sul. Desde que entrou para o BTS em 2013, ele vem encantando o mundo com sua voz marcante, seu carisma e sua presença de palco. Mas Jin é muito mais do que um dos integrantes da boyband mais famosa da atualidade: ele é um artista completo, que toca o coração das pessoas com sua música e sua autenticidade.

Durante sua trajetória, Jin lançou músicas solo que já se tornaram clássicos entre os fãs, como “Awake”, “Epiphany” e “Moon”. Essas faixas não são apenas demonstrações do seu talento vocal — que já recebeu elogios de críticos pela potência e emoção —, mas também reflexões profundas sobre amor-próprio e crescimento pessoal. É esse lado sensível e humano que faz dele um artista tão querido e inspirador.

Após cumprir o serviço militar, que é obrigatório na Coreia do Sul, Jin retorna agora aos palcos com a energia renovada e uma turnê que promete emocionar, conectar e celebrar a música.

A turnê #RUNSEOKJIN_EP.TOUR: um reencontro com os fãs

Passando por países da Ásia, Europa e América do Norte, a turnê marca o tão aguardado reencontro de Jin com seus fãs ao redor do mundo. Sabendo da importância desse momento, a decisão de transmitir a apresentação em Amsterdã para cinemas internacionais, incluindo o Brasil, é um gesto que amplia o alcance e a magia do espetáculo.

Para quem não pode viajar para assistir ao show presencialmente, essa é a chance de se sentir parte da energia do evento, vivendo a experiência em uma tela grande e com qualidade de som e imagem que traduzem a emoção do palco.

Mais do que isso, essa transmissão é uma forma de reforçar o vínculo entre Jin e seus fãs, criando um espaço compartilhado onde todos podem celebrar juntos a música e a carreira do artista.

O impacto cultural de Jin e do BTS

Jin não é apenas um cantor; ele representa uma geração que mudou a forma como o mundo vê a música pop coreana. Em 2018, ele e os outros integrantes do BTS foram agraciados com a Ordem de Mérito Cultural de quinta classe pelo governo sul-coreano, reconhecimento oficial do impacto que tiveram ao levar a cultura do país para todos os cantos do planeta.

Sua versatilidade é admirável: além do canto, ele se formou em atuação e busca continuar se desenvolvendo em outras áreas do conhecimento. Esse desejo constante de evolução transparece em sua música, em suas performances e na maneira como se conecta com as pessoas.

Parcerias internacionais, como a música “The Astronaut”, gravada com Chris Martin, mostram que Jin está aberto a novos caminhos e disposto a levar seu talento para além das fronteiras tradicionais, conquistando cada vez mais admiradores pelo mundo.

Fãs brasileiros celebram a novidade

O Brasil sempre foi um dos países com maior número de fãs dedicados ao BTS, e a notícia da transmissão do show nos cinemas já foi recebida com muita alegria e expectativa. Para muitos, será uma oportunidade de se reunir com amigos, familiares e outros fãs para celebrar juntos essa nova fase da carreira de Jin.

Além da emoção de ver o artista em alta definição na tela grande, a transmissão também é uma forma de homenagear todo o carinho e a dedicação do público brasileiro, que sempre apoiou o BTS e seus integrantes com uma paixão admirável.

O que esperar da transmissão

O show em Amsterdã será uma experiência completa, repleta de música, energia e emoção. Jin promete apresentar suas canções com toda a intensidade que conquistou o mundo, em um espetáculo que mistura tecnologia, arte e conexão humana.

Os fãs poderão se emocionar com performances ao vivo, efeitos visuais impressionantes e até conteúdos exclusivos, como imagens dos bastidores e depoimentos, que tornarão a experiência ainda mais especial.

Com cerca de duas horas de duração, o evento será cuidadosamente produzido para que a energia do palco seja sentida mesmo pelas telas dos cinemas.

A transformação do mercado cultural e novas possibilidades

A iniciativa de transmitir shows musicais em cinemas é uma tendência que vem ganhando força e que traz benefícios tanto para artistas quanto para o público. Além de democratizar o acesso a grandes espetáculos, essa prática cria um ambiente mais íntimo e envolvente para os fãs.

No Brasil, as redes UCI e Cinemark estão na vanguarda dessa inovação, reforçando seu compromisso em oferecer experiências culturais diversificadas e de alta qualidade.

Para os fãs, é a chance de viver momentos únicos, que vão muito além de simplesmente assistir a um show pela internet — é a imersão em uma atmosfera que celebra a arte, a música e a comunidade.

Jin: a voz de uma geração

Mais do que um cantor talentoso, Jin é uma referência para milhões de pessoas que acompanham sua trajetória. Sua voz, descrita por críticos como “terna, potente e cheia de emoção”, é uma marca registrada que ultrapassa o simples entretenimento e toca as emoções mais profundas.

Quilos Mortais Brasil | Quando estreia a 2ª temporada e onde assistir à nova fase da série

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A segunda temporada de Quilos Mortais Brasil estreia hoje, quinta-feira (7), marcando o retorno do reality que acompanha histórias reais de pessoas em situação de obesidade mórbida e o processo intenso de transformação que envolve saúde, cirurgia e mudanças profundas de rotina. Os novos episódios ficam disponíveis na HBO Max, com lançamentos semanais.

A produção volta com seis episódios inéditos e mantém o formato documental, mas amplia o foco para além do aspecto médico, trazendo também o impacto emocional, familiar e social vivido por cada participante.

O que muda na nova temporada?

Nesta nova fase, o programa deixa ainda mais evidente o lado humano das histórias. Em vez de se concentrar apenas na cirurgia bariátrica e na perda de peso, o reality acompanha todo o processo de transformação, desde a decisão de buscar ajuda até a adaptação após o procedimento.

Cada episódio é dedicado a um participante diferente, sempre acompanhado por um médico especializado. O público acompanha consultas, preparação para a cirurgia, evolução clínica e os desafios emocionais que surgem ao longo do caminho.

Por que a obesidade afeta mais do que o corpo?

O reality mostra como a obesidade mórbida impacta diferentes áreas da vida. Além das limitações físicas, aparecem questões como isolamento social, dificuldade de mobilidade, problemas de autoestima e impacto direto nas relações familiares.

A cirurgia aparece como um ponto importante da jornada, mas não como solução imediata. O programa reforça que o processo exige acompanhamento constante, mudanças de hábitos e adaptação emocional contínua.

De onde vem o formato do programa?

A versão brasileira é inspirada no reality internacional My 600-lb Life, exibido pelo canal My 600-lb Life. Na produção original, pacientes com obesidade severa são acompanhados pelo cirurgião Dr. Nowzaradan ao longo de um processo rigoroso de emagrecimento antes e depois da cirurgia.

O formato ganhou repercussão mundial justamente por mostrar transformações extremas e também os desafios enfrentados pelos participantes durante o tratamento.

Quando estreiam os episódios?

EpisódioData de estreia
Episódio 17 de maio (hoje)
Episódio 214 de maio
Episódio 321 de maio
Episódio 428 de maio
Episódio 54 de junho
Episódio 611 de junho (final da temporada)

O programa também destaca o impacto emocional do processo. Além das mudanças físicas, os participantes enfrentam inseguranças, medo da cirurgia, dificuldades de adaptação e a pressão de manter os resultados após o tratamento.

A relação com familiares e cuidadores também ganha espaço, mostrando como a jornada afeta não apenas o paciente, mas todo o ambiente ao redor.

O que aconteceu com alguns participantes da série?

A trajetória de Quilos Mortais, versão original de My 600-lb Life, também ficou marcada por casos de participantes que não resistiram às complicações da obesidade mórbida ou tiveram desfechos trágicos ao longo dos anos. A própria natureza do programa, que acompanha pessoas em condições de saúde extremamente delicadas, ajuda a explicar a gravidade de algumas dessas histórias.

De forma geral, a maioria dos participantes segue viva ou continua em acompanhamento médico, mas alguns casos acabaram ganhando destaque por conta de complicações graves ou mortes registradas ao longo ou após o período de gravação.

Quais participantes já morreram ao longo da série?

Um dos primeiros casos conhecidos foi o de Henry Foots, participante da primeira temporada. Ele morreu em 2013, vítima de uma doença não relacionada diretamente à cirurgia de emagrecimento, segundo informações divulgadas na época.

Em 2017, Robert Buchel, da sexta temporada, morreu durante as gravações após sofrer um ataque cardíaco enquanto estava internado em uma unidade de cuidados especializados em Houston. O caso foi o primeiro em que a morte de um participante apareceu dentro de um episódio do próprio programa.

Casos da sexta temporada chamaram atenção?

A sexta temporada concentrou alguns dos episódios mais sensíveis do reality. James L. B. Bonner morreu em 2018 após um ferimento autoinfligido. Já Lisa Fleming, também da mesma temporada, faleceu no mesmo ano, em agosto, após complicações de saúde ligadas à obesidade.

Esses casos reforçaram o debate sobre os impactos psicológicos enfrentados pelos participantes durante e após o tratamento.

Outros casos registrados ao longo dos anos

Em 2019, Sean Milliken, que havia participado da quarta temporada, morreu após complicações de saúde. No mesmo período, outros participantes também foram acompanhados em situações críticas, mostrando o nível de risco associado à obesidade extrema.

Já Kelly Mason, participante da sétima temporada, morreu durante o sono após enfrentar um quadro cardíaco grave ao longo de anos de tratamento.

O caso de James King teve grande repercussão?

Sim. James King, da quinta temporada, morreu em abril de 2020. Ele chegou a pesar mais de 380 kg em determinado momento de sua trajetória. Além das complicações médicas, o caso chamou atenção pelo histórico de saúde complexo, incluindo infecções e problemas hepáticos.

James também participou do especial Quilos Mortais: Como Eles Estão Agora, que mostrava a evolução dos pacientes após o programa principal. Sua morte reacendeu discussões sobre o impacto de longo prazo da obesidade mórbida.

Casos mais recentes também foram registrados?

Em 2021, Renné Biron, participante da sexta temporada, morreu após complicações relacionadas à síndrome de Guillain-Barré, condição neurológica que pode afetar o sistema imunológico e a mobilidade.

No mesmo ano, Gina Marie Krasley, da oitava temporada, morreu aos 30 anos. A causa não foi divulgada pela família, mas o caso também foi associado ao histórico de problemas de saúde ligados ao peso.

No Pesadelo na Cozinha desta terça (07), Erick Jacquin enfrenta caos e resistência no Café Cultura Bar em Belo Horizonte

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Nesta terça-feira, 7 de abril de 2026, às 22h30, a Band exibe o sétimo episódio de Pesadelo na Cozinha, desta vez ambientado em Belo Horizonte. O foco da intervenção do chef Erick Jacquin será o Café Cultura Bar, estabelecimento histórico no centro da cidade que enfrenta uma combinação de problemas estruturais e de gestão, colocando em risco a continuidade do negócio.

Fundado há 16 anos pelo ex-jogador de futebol Rafael Leite, o Café Cultura Bar conquistou ao longo do tempo clientes fiéis, mas cresceu sem planejamento e agora lida com deficiências graves em sua operação. Jacquin se deparou com instalações elétricas e hidráulicas improvisadas, algumas feitas pelo próprio proprietário, que já provocaram choques em funcionários. “O Jacquin vai ter que chegar e me convencer muito das mudanças porque tudo aqui fui eu que fiz”, declarou Rafael, demonstrando orgulho e, ao mesmo tempo, resistência a mudanças.

O desafio do chef vai além da infraestrutura. A cozinha é descrita como suja e mal organizada, enquanto a gestão do espaço reflete a falta de atenção ao dia a dia do restaurante. Jacquin foi enfático: “O seu restaurante fede, é imundo e horrível. Você desrespeita as pessoas que trabalham aqui. É a vergonha da profissão”. O alerta não é apenas sobre higiene, mas também sobre a maneira como o proprietário trata a equipe e conduz o negócio.

Outro fator que agrava a situação é a arquitetura do estabelecimento. O café funciona em dois imóveis distintos, sem conexão interna, e a “boqueta” — local onde os pratos são preparados para entrega aos clientes — está muito próxima ao chão. Isso obriga os funcionários a se agacharem para manipular a comida, expondo-os a condições desconfortáveis e pouco higiênicas. Durante a visita, Jacquin chegou a alertar um cliente sobre a preparação de um prato, exemplificando como pequenas falhas podem comprometer a experiência gastronômica.

Rafael Leite também se mostrou resistente a experimentar alguns pratos, ignorando sugestões do chef. Essa relutância é típica de empreendedores que desenvolvem apego excessivo às próprias práticas, mas, no caso do Café Cultura Bar, essa postura colocou em risco a reputação do restaurante e a segurança de clientes e funcionários.

O episódio acompanha o esforço de Jacquin para reorganizar a rotina da cozinha, ajustar processos e conscientizar o proprietário sobre a necessidade de mudanças. Ele precisa atuar não apenas na limpeza e estrutura, mas também na gestão da equipe e na melhoria da experiência dos clientes. Cada intervenção tem como objetivo tornar o café funcional, seguro e capaz de recuperar sua clientela.

Os funcionários, que convivem diariamente com as dificuldades, se beneficiam do treinamento e orientação do chef. Muitos demonstram entusiasmo com a chegada de alguém externo, experiente e crítico, que consegue identificar falhas que passam despercebidas no cotidiano. Essa dinâmica mostra que liderança e organização são tão importantes quanto a qualidade dos pratos servidos.

O episódio ainda destaca o lado humano da transformação. Jacquin precisa lidar com o orgulho do proprietário, incentivando mudanças que, embora simples, exigem abertura e comprometimento. A narrativa evidencia como pequenos ajustes e atitudes corretas podem mudar não apenas o funcionamento de um restaurante, mas também a percepção da equipe e dos clientes.

Ao mesmo tempo, o programa ressalta o valor histórico do Café Cultura Bar. Apesar da crise, o local mantém relevância na cidade, sendo lembrado por muitos clientes como um ponto de encontro cultural e gastronômico. Essa memória positiva reforça a importância da intervenção de Jacquin, mostrando que há potencial para recuperação, desde que haja disposição para mudanças.

Crítica – “Pânico 7” tropeça no próprio legado e entrega o desfecho mais fraco da franquia

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Depois de décadas transformando a máscara de Ghostface em símbolo máximo do terror metalinguístico, a franquia chega ao seu capítulo mais problemático com Pânico 7. O retorno de Sidney Prescott, novamente interpretada por Neve Campbell, tinha tudo para ser um reencontro poderoso com as origens da saga. Em vez disso, o que se vê é um filme que oscila entre a nostalgia fácil e decisões criativas que enfraquecem perigosamente o próprio mito que tenta sustentar.

A premissa é promissora. Um novo Ghostface surge para atormentar Sidney, agora vivendo em uma cidade pacata e dedicada à criação da filha. A ameaça deixa de ser apenas pessoal e passa a atingir diretamente sua família, elevando o conflito emocional. O roteiro sugere que este será o confronto definitivo com os traumas do passado. Porém, a execução raramente alcança a profundidade que a ideia promete.

A tentativa de atualizar o terror com elementos contemporâneos, como deepfakes, sistemas de segurança e vigilância digital, parece mais um recurso superficial do que uma real reinvenção narrativa. A tecnologia é usada como enfeite temático, mas não é explorada com inteligência suficiente para gerar tensão consistente. Em vários momentos, ela surge como solução conveniente ou como desculpa para reviravoltas pouco orgânicas.

O longa também aposta na nostalgia como muleta. Personagens antigos retornam, referências se acumulam e o discurso sobre legado é repetido à exaustão. O problema é que essa reverência ao passado não vem acompanhada de novas ideias à altura. A franquia sempre foi conhecida por brincar com as regras do slasher e subverter expectativas. Aqui, a sensação é de repetição. Dois assassinos sob a máscara, motivações mirabolantes e um jogo de suspeitas que parece reciclado de capítulos anteriores.

Durante boa parte da projeção, o filme até consegue prender a atenção. A condução é ágil e há sequências violentas bem coreografadas, mantendo a tradição sangrenta da série. No entanto, o ritmo é irregular. Personagens se deslocam de um ponto a outro com conveniência quase sobrenatural quando a trama precisa acelerar, mas tornam-se inexplicavelmente lentos quando o suspense exige tensão gradual. Essas falhas de continuidade quebram a imersão e evidenciam descuidos estruturais.

A direção de Kevin Williamson demonstra domínio do universo que ajudou a criar, mas encontra dificuldade em fechar a própria proposta. A constante tentativa de enganar o público, multiplicando pistas falsas e suspeitos descartáveis, acaba diluindo o impacto da revelação. Em vez de surpreender, o filme cansa.

E é no desfecho que “Pânico 7” realmente desmorona. Depois de preparar o terreno para um confronto grandioso com o legado de Ghostface, a revelação dos vilões soa desproporcional ao que foi sugerido. As motivações beiram o absurdo e não sustentam o peso dramático que a narrativa tenta impor. O clímax, que deveria ser catártico, torna-se anticlimático e frustrante. A sensação é de que todas as possibilidades já foram exploradas, reutilizadas e esgotadas.

O resultado é o final mais frágil da franquia. Não por falta de sangue ou de reviravoltas, mas pela ausência de impacto real. O terror sempre foi eficaz quando conseguia equilibrar crítica ao gênero, suspense genuíno e personagens carismáticos. Aqui, sobra autoconsciência e falta frescor.

“Pânico 7” ainda oferece entretenimento momentâneo e algumas sequências intensas, mas evidencia que a saga pode ter entrado em um ciclo de desgaste criativo. Quando a maior surpresa de um filme é perceber que ele já não consegue surpreender, talvez seja hora de questionar se o legado está sendo honrado ou apenas prolongado por insistência.

Domingo Legal 11/05/2025: Até Onde Você Chega?, Elaine Mickely e Luciana Cardoso se enfrentam no Passa ou Repassa, e Comprar é Bom, Levar é Melhor

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Foto: Reprodução/ Internet

Nada combina mais com o Dia das Mães do que carinho em família, mesa farta e aquela alegria que só um domingo especial pode trazer. E no Domingo Legal deste dia 11 de maio de 2025, o apresentador Celso Portiolli comanda uma edição pra lá de especial que promete encantar o público com momentos emocionantes, desafios divertidos e homenagens de aquecer o coração.

Logo no início do programa, a tradicional e adorada gincana de tortas na cara entra em clima de celebração materna, reunindo duas famílias queridas do público em um duelo pra lá de animado. De um lado, a atriz Elaine Mickely, conhecida pelo carisma e trajetória na TV, se une aos filhos Luigi e Luma — frutos do casamento com o jornalista Cesar Filho — no time azul. Do outro, a escritora e produtora Luciana Cardoso, esposa do apresentador Fausto Silva, chega acompanhada dos filhos João Silva, que já começa a trilhar seu próprio caminho como comunicador, e Rodrigo Silva, para formar o time rival. É claro que não vai faltar bom humor, tortadas inesperadas e muitas risadas para quem está em casa.

E falando em emoção, prepare o coração: o cantor Gustavo Mioto será uma das grandes atrações do programa. Com seu repertório cheio de sucessos românticos, ele sobe ao palco do Domingo Legal para uma apresentação especial — mas o momento mais marcante será, sem dúvidas, a linda homenagem que faz à sua mãe, Jussara. Em uma conversa cheia de afeto e gratidão, Gustavo compartilha com o público a importância do amor e do apoio materno em sua vida. E para deixar tudo ainda mais leve e divertido, mãe e filho se enfrentam em uma brincadeira descontraída para ver quem conhece melhor o outro. Entre sorrisos, lembranças e surpresas, a emoção toma conta.

Na sequência, os desafios continuam com o quadro “Até Onde Você Chega?”, que traz novos participantes dispostos a encarar uma jornada rumo ao prêmio máximo de até 1 milhão de reais. A cada etapa, a tensão cresce e o público acompanha torcendo por cada decisão e resposta. Já no sucesso “Comprar é Bom, Levar é Melhor”, a protagonista da vez é a família Claro, de Florianópolis (SC). Eles enfrentam sete perguntas capciosas e precisam confiar na memória, no raciocínio rápido e, claro, no espírito de equipe para disputar até 80 mil reais em prêmios. Será que vão levar tudo pra casa?

Combinando alegria, emoção, surpresas e aquela leveza típica dos domingos em família, o Domingo Legal prepara uma edição especial para celebrar todas as mães com o carinho que elas merecem. Uma programação para rir, se emocionar e passar bons momentos ao lado de quem mais importa.

Anote aí:
📺 Domingo Legal
🗓 Domingo, 11 de maio
🕚 A partir das 11h15
📍 Na tela do SBT

A Baleia retorna aos palcos e estreia nova montagem em São Paulo com Emílio de Mello no papel de Charlie

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A peça “A Baleia” desembarca em São Paulo em uma nova e aguardada montagem teatral, reforçando a força de um texto que atravessou fronteiras entre palco e cinema e segue provocando reflexões profundas sobre dor, culpa e afeto. O espetáculo estreia nesta sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, no Teatro Sabesp Frei Caneca, localizado no Shopping Frei Caneca, onde permanece em cartaz até 1º de março.

Escrita pelo dramaturgo norte-americano Samuel D. Hunter, a obra acompanha a trajetória de Charlie, um professor de inglês recluso, que vive com obesidade severa e enfrenta os limites físicos e emocionais impostos por sua condição. Isolado do mundo e consumido pela culpa, ele tenta, nos últimos momentos de sua vida, reconstruir a relação com a filha adolescente, de quem se afastou anos antes.

Nesta nova montagem, a direção e a tradução ficam a cargo de Luís Artur Nunes, que assume o desafio de conduzir um texto sensível, fragmentado e emocionalmente intenso. O papel principal passa a ser interpretado por Emílio de Mello, que assume o personagem após a marcante interpretação de José de Abreu em montagem anterior. A mudança de elenco traz um novo olhar para Charlie, sem perder a essência dolorosa e humana que define o personagem.

O elenco conta ainda com Luisa Thiré, Gabriela Freire, Eduardo Speroni e a participação especial de Alice Borges, formando um conjunto que sustenta a densidade emocional da narrativa. Cada personagem que orbita a vida de Charlie carrega suas próprias frustrações, crenças e feridas, contribuindo para um retrato complexo das relações humanas.

No palco, A Baleia não se limita a retratar a condição física do protagonista. A obesidade surge como um elemento central da dramaturgia, mas funciona também como metáfora para o isolamento emocional, a dificuldade de comunicação e a incapacidade de lidar com perdas profundas. A peça aborda temas como intolerância religiosa, abandono, luto e a busca desesperada por redenção, sempre com uma abordagem direta e sem concessões fáceis ao público.

Segundo o diretor Luís Artur Nunes, o texto de Samuel D. Hunter se destaca pela forma como constrói seus conflitos. A narrativa fragmentada, quase claustrofóbica, reflete o próprio estado emocional de Charlie, criando uma atmosfera intensa e desconfortável, que exige atenção constante do espectador. É uma obra que não oferece respostas prontas, mas convida à escuta e à empatia.

Para Emílio de Mello, assumir o papel de Charlie representa um dos maiores desafios de sua carreira. A composição do personagem envolve o uso de próteses e enchimentos, além de uma preparação corporal e vocal específica, que impacta diretamente a respiração, os movimentos e o ritmo da atuação. Mais do que a transformação física, o ator precisa acessar camadas emocionais profundas para dar vida a um homem marcado por escolhas passadas e pelo desejo tardio de reconciliação.

A chegada da nova montagem a São Paulo acontece em um momento em que A Baleia ainda reverbera fortemente na memória do público por conta de sua adaptação cinematográfica. Em 2022, a história ganhou uma versão para o cinema dirigida por Darren Aronofsky, cineasta conhecido por obras intensas e psicológicas. O filme, estrelado por Brendan Fraser, teve estreia no Festival Internacional de Cinema de Veneza, em setembro daquele ano, e chegou aos cinemas dos Estados Unidos em dezembro, com distribuição da A24.

A atuação de Fraser foi amplamente celebrada e rendeu ao ator o Oscar de Melhor Ator em 2023, além de consolidar o filme como um dos dramas mais comentados da década. A produção também venceu o prêmio de Melhor Cabelo e Maquiagem, reconhecimento importante diante da complexa caracterização do personagem.

No cinema, a história acompanha Charlie, um homem de meia-idade que pesa cerca de 272 quilos e tenta se reconectar com a filha de 17 anos após anos de afastamento. A separação ocorreu quando ele abandonou a família para viver um relacionamento com outro homem, que mais tarde morreu. Consumido pela dor e pela culpa, Charlie passou a comer compulsivamente, aprofundando ainda mais seu isolamento.

Apesar das diferenças entre palco e tela, a essência da obra permanece a mesma. Tanto no teatro quanto no cinema, A Baleia se constrói como um retrato íntimo de um homem em seus últimos dias, confrontado por erros, afetos mal resolvidos e pela urgência de dizer o que nunca foi dito. É uma história desconfortável, mas necessária, que desafia julgamentos fáceis e convida o público a enxergar humanidade onde muitas vezes só há estigmas.

As sessões da peça acontecem de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h. Os ingressos variam entre R$ 25 e R$ 160, com opções de meia-entrada, tornando a produção acessível a diferentes públicos.

Rabbit Trap | Terror psicológico estrelado por Dev Patel e Rosy McEwen ganha trailer oficial

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Foto: Reprodução/ Internet

Foi revelado na última quinta-feira (14) o trailer oficial de Rabbit Trap, o mais novo longa-metragem de terror psicológico que estreia nos cinemas em 12 de setembro de 2025. Estrelado por Dev Patel e Rosy McEwen, o filme marca a estreia na direção de longa de Bryn Chainey, que assina também o roteiro, trazendo ao público uma narrativa tensa, envolvente e carregada de mistério. Abaixo, veja o vídeo:

Ambientado no interior isolado do País de Gales em 1973, o filme acompanha a vida de um casal de músicos que busca recomeçar, mas acaba despertando forças ancestrais ligadas à floresta ao redor de sua nova moradia. A trama explora temas de obsessão, ciúme, paranoia e a tênue linha entre realidade e mito, em uma experiência cinematográfica que mistura o psicológico e o sobrenatural.

Um novo começo que desperta o terror

Daphne (Rosy McEwen) e Darcy (Dev Patel) são músicos casados que decidem se mudar para uma cabana isolada em busca de inspiração e de um novo começo para seu trabalho. Darcy se dedica a coletar amostras de áudio da floresta, registrando sons para o novo disco do casal. Em um desses registros, ele inadvertidamente captura um som nunca antes ouvido, que desperta a energia criativa de Daphne, mas também aciona forças antigas e malévolas presentes na paisagem.

A presença da música parece perturbar o equilíbrio da floresta e, com o tempo, um estranho aparece à porta do casal. Inicialmente acolhido, ele auxilia os músicos a compreender seu novo ambiente, mas logo Darcy passa a desconfiar da obsessão do visitante. A tensão cresce à medida que o ciúme, a paranoia e a intriga se instalam, confundindo realidade e mito e transformando a cabana em um lugar de medo constante.

A mítica Tylwyth Teg e o elemento sobrenatural

O filme se inspira nas lendas galesas, particularmente nas Tylwyth Teg, fadas conhecidas por protegerem certos círculos da natureza. Ao perturbar esse círculo acidentalmente, o casal desencadeia eventos misteriosos, incluindo a aparição de uma criança enigmática que parece carregar intenções malévolas. Essa fusão de folclore e terror psicológico cria uma atmosfera única, aproximando Rabbit Trap de clássicos do gênero que exploram a interação entre seres humanos e forças sobrenaturais da natureza.

Elenco e produção

Dev Patel, conhecido por trabalhos como Lion: Uma Jornada para Casa e Slumdog Millionaire, interpreta Darcy Davenport e também assume a função de produtor executivo. Ao lado dele, Rosy McEwen dá vida a Daphne, compondo um casal que precisa lidar com a tensão crescente de eventos inexplicáveis. Jade Croot interpreta a criança misteriosa, adicionando um elemento de suspense e inquietação ao enredo.

A produção é assinada por Elijah Wood e Daniel Noah, da SpectreVision, em parceria com Lawrence Inglee, Elisa Lleras, Alex Ashworth e Sean Marley. A Bankside Films também está envolvida na produção, garantindo a execução de uma visão cinematográfica que combina estética visual apurada com narrativa intensa. A trilha sonora é composta por Lucrecia Dalt, enquanto Graham Reznick assina o design de som e Brent Kiser atua como supervisor de som, construindo um ambiente auditivo que potencializa a tensão do filme.

Filmagens e ambientação

A fotografia principal ocorreu em 2023, com locações em North Yorkshire, proporcionando um cenário natural e isolado que reforça a sensação de isolamento do casal e contribui para a atmosfera opressiva do longa. A escolha do País de Gales e suas florestas densas e misteriosas foi estratégica, criando um espaço onde a natureza e o mito se entrelaçam, desafiando a percepção dos personagens e do público.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem teve sua estreia mundial na seção Midnight do Festival de Cinema de Sundance de 2025, em 24 de janeiro. A escolha da programação Midnight reflete a intensidade do filme e seu foco no suspense e terror psicológico. Nos Estados Unidos, o lançamento está programado para 12 de setembro de 2025 pela Magnolia Pictures, mas ainda não há informações sobre a data de estreia no Brasil.

Um thriller psicológico que vai além do sobrenatural

Além de dar muitos sustos e ser cercado de mistério, o filme investiga o comportamento humano em situações de estresse, medo e isolamento. A paranoia e o ciúme entre o casal refletem conflitos universais, enquanto a inserção do mito das Tylwyth Teg adiciona camadas de simbolismo que exploram como o desconhecido pode influenciar nossas ações. A criança misteriosa, por sua vez, funciona como catalisadora da tensão, personificando o limiar entre o sobrenatural e o psicológico.

Bryn Chainey, em sua estreia como diretor de longa-metragem, demonstra uma sensibilidade única para equilibrar ritmo, suspense e construção de personagens. Ao mesmo tempo, o roteiro faz uso do som e da música como elementos narrativos essenciais, mostrando como o ambiente auditivo pode se tornar parte da narrativa e amplificar a experiência do espectador.

Aprendendo a Lição | Por que o dorama mais assistido da Netflix está gerando debates muito além da violência escolar

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Entre os títulos mais assistidos da Netflix atualmente, Aprendendo a Lição se destaca por abordar um tema cada vez mais presente nos debates sobre educação na Coreia do Sul: a violência escolar. Baseada no webtoon Get Schooled, a série estreou em 5 de junho e acompanha uma equipe criada pelo governo para intervir em escolas onde casos de agressão, bullying e indisciplina fugiram do controle das autoridades educacionais.

A história se passa em uma versão fictícia da Coreia do Sul onde o aumento dos episódios de violência leva à criação do Departamento de Proteção dos Direitos Educacionais (ERPB). Com autorização para utilizar métodos mais rigorosos do que os adotados pelas escolas, o órgão envia inspetores para investigar denúncias, combater grupos de alunos violentos e enfrentar problemas que afetam professores e estudantes.

No centro da trama está Na Hwa-jin, personagem interpretado por Kim Mu-yeol, um ex-capitão das Forças Especiais que atua como inspetor do ERPB. Ao lado da investigadora Im Han-rim (Jin Ki-joo) e do agente Bong Geun-dae (Pyo Ji-hoon), ele percorre diferentes instituições de ensino para lidar com casos de bullying, abuso de poder entre estudantes e falhas administrativas.

Diferentemente de muitos doramas escolares focados em romances ou na vida estudantil, Aprendendo a Lição constrói sua narrativa a partir de investigações e conflitos envolvendo professores, alunos e gestores. Cada episódio apresenta novos casos e mostra como a violência escolar pode impactar toda a comunidade acadêmica.

Além da ação e do suspense, a série aborda temas como bullying, autoridade escolar, responsabilidade dos pais, limites da disciplina e os desafios enfrentados por professores em ambientes marcados por conflitos constantes. Esses elementos ajudaram a transformar a produção em um dos lançamentos mais comentados da Netflix nas últimas semanas.

No elenco principal estão Kim Mu-yeol (Juvenile Justice), Lee Sung-min (Reborn Rich), Jin Ki-joo (My Perfect Stranger) e Pyo Ji-hoon, conhecido por sua carreira como integrante do grupo Block B. Juntos, eles dão vida aos personagens responsáveis por conduzir as investigações que movimentam a trama.