Esperança se apresenta como uma narrativa delicada e profundamente humana sobre recomeços, pertencimento e vulnerabilidade emocional. A obra acompanha a trajetória de uma jovem determinada que, ao se mudar para uma nova cidade, se vê diante do desafio de reconstruir sua identidade, suas relações e sua forma de enxergar o mundo. Mais do que uma história sobre adaptação, o livro se propõe a refletir sobre os limites do idealismo e a necessidade, muitas vezes ignorada, de aceitar ajuda.
A protagonista que dá nome à obra é construída como uma personagem engajada, ativa e movida por um forte senso de justiça social. Seu desejo de combater preconceitos e contribuir para um mundo melhor não surge como discurso vazio, mas como parte orgânica de sua personalidade. No entanto, o livro acerta ao não romantizar esse engajamento. Ao longo da narrativa, fica evidente que carregar o peso de querer salvar tudo e todos pode ser exaustivo, especialmente quando se negligenciam as próprias fragilidades.
O processo de adaptação à nova cidade funciona como um espelho emocional para Esperança. Cada novo ambiente, relação ou conflito expõe suas inseguranças e revela o quanto o sentimento de pertencimento precisa ser construído com tempo, escuta e troca. O texto aborda com sensibilidade os choques entre expectativas e realidade, mostrando que recomeçar nem sempre é sinônimo de entusiasmo, mas muitas vezes de solidão silenciosa.
As relações afetivas ocupam papel central na narrativa. O namoro, as amizades e os vínculos familiares são apresentados como espaços de apoio, mas também de conflito e aprendizado. O livro se destaca ao tratar essas relações de forma honesta, sem idealizações excessivas. Amar, aqui, não significa ausência de problemas, mas disposição para enfrentar dificuldades juntos, inclusive quando isso exige reconhecer limites e pedir socorro.
Um dos temas mais relevantes de Esperança é justamente a dificuldade da protagonista em aceitar ajuda. Acostumada a ser forte, ativa e solidária, ela precisa aprender que vulnerabilidade não é fraqueza. Essa mensagem atravessa a obra de maneira orgânica e toca em uma questão contemporânea urgente, especialmente entre jovens que se sentem pressionados a demonstrar resiliência constante e engajamento irrepreensível.
A escrita é simples, direta e emocionalmente acessível, o que amplia o alcance da história e facilita a identificação do leitor. Em alguns momentos, a narrativa adota um tom mais linear e previsível, o que pode limitar a complexidade dramática. Ainda assim, essa escolha reforça o caráter acolhedor do livro e sua vocação para dialogar com leitores que buscam histórias de conforto, reflexão e reconhecimento pessoal.
Já imaginou um filme que começa com um romance e termina cheio de reviravoltas, sustos e risadas inesperadas? Pois é exatamente isso que Acompanhante Perfeita parece oferecer! A Warner Bros. Pictures, em parceria com a New Line Cinema, acaba de divulgar o trailer e o cartaz desse filme que vai dar o que falar.
Com Sophie Thatcher (Yellowjackets) e Jack Quaid (The Boys) nos papéis principais, Acompanhante Perfeita nos apresenta Iris e Josh, dois jovens cujas vidas se cruzam de maneira aparentemente inocente durante um final de semana entre amigos. No entanto, o que começa como um encontro casual logo se transforma em uma trama repleta de tensão crescente, mistério intrigante e um toque de imprevisibilidade que mantém o espectador na ponta do sofá.
O trailer já deixa claro que esse não é um romance convencional. A química entre os protagonistas salta aos olhos, enquanto a história vai ganhando camadas inesperadas – com pitadas de humor ácido, momentos de suspense e viradas dramáticas que fazem o coração acelerar. A cada cena, o espectador é conduzido por uma montanha-russa emocional que mistura romance, aventura e aquele tipo de mistério que parece sussurrar: “Tem algo a mais acontecendo aqui”. Abaixo, confira o vídeo:
Escrito e dirigido por Drew Hancock, que já mostrou sua habilidade em produções como “American Vandal” e “Crazy Ex-Girlfriend”, Acompanhante Perfeita conta com um elenco de peso para dar vida a uma história cheia de surpresas e reviravoltas.
A talentosa Sophie Thatcher, conhecida por sua atuação em “Prospect” e na série “The Book of Boba Fett”, lidera o elenco ao lado de Jack Quaid, aclamado por papéis em “Pânico 5” e na série “Vinyl”.
O elenco de apoio é igualmente impressionante: Lukas Gage, que chamou atenção em “O Lótus Branco” e no polêmico “Euphoria”, traz intensidade ao filme. Megan Suri, que brilhou em “Missing” e na comédia “Valley Girl”, adiciona frescor e carisma à produção.
Harvey Guillén, amplamente reconhecido por seu trabalho em “Encanto” (voz) e “Zoey’s Extraordinary Playlist”, é garantia de momentos inesquecíveis. Já Rupert Friend, aclamado por suas atuações em “A Menina que Roubava Livros” e “Hitman: Agente 47”, traz profundidade e uma presença marcante à história.
O cartaz, por sua vez, reflete bem a essência do filme: visualmente lindo, mas com aquele toque de mistério que deixa a gente curioso. Drew Hancock, que assina o roteiro e a direção, promete um filme que sai do óbvio e brinca com nossas expectativas.
Acompanhante Perfeita estreia nos cinemas brasileiros em 30 de janeiro de 2025. E a boa notícia? O filme terá versões acessíveis, porque a experiência tem que ser para todos!
A A24, estúdio que há anos se consolidou como sinônimo de inovação e qualidade cinematográfica, acaba de divulgar o primeiro trailer de Marty Supreme, produção que promete ser um marco em sua história. Dirigido por Josh Safdie, conhecido por trabalhos como Joias Brutas, o longa traz Timothée Chalamet no papel principal e já desperta grande expectativa, tanto pela qualidade do elenco quanto pelo investimento histórico do estúdio, estimado em impressionantes US$ 70 milhões. Abaixo, veja o trailer:
O filme acompanha a trajetória fictícia de Marty Mauser, um jovem talentoso no pingue-pongue, esporte muitas vezes subestimado, que encontra na determinação e na coragem a chave para realizar seus sonhos. Apesar de ter inspiração em Marty Reisman, jogador profissional de tênis de mesa, Marty Supreme não se configura como uma biografia. A narrativa, cuidadosamente construída pelo roteiro de Ronald Bronstein — colaborador frequente de Safdie —, mistura ficção, comédia e aventura esportiva, criando um universo próprio, leve e ao mesmo tempo emocionante.
Para Chalamet, o novo filme representa um novo desafio em sua carreira. Após a vitória no SAG Awards e a indicação ao Oscar por sua interpretação de Bob Dylan em Um Completo Desconhecido, o ator retorna às telonas em um papel que exige não apenas presença dramática, mas também habilidades físicas aprimoradas.
“Josh me encorajou a realizar algumas das minhas próprias acrobacias, o que tornou a experiência incrivelmente imersiva”, revelou Chalamet em entrevista recente. Além disso, o ator precisou adaptar sua visão para algumas cenas: o diretor optou por fazê-lo usar óculos de grau com lentes de contato por baixo, criando um efeito visual que deixava seus olhos aparentarem menores — algo que, segundo Chalamet, atrapalhou temporariamente sua visão, mas acrescentou autenticidade ao personagem.
O comprometimento do ator foi intenso. Durante meses, ele treinou rigorosamente com ex-jogadores de tênis de mesa Diego Schaaf e Wei Wang, aperfeiçoando reflexos, movimentos e a precisão necessária para tornar as partidas de pingue-pongue críveis nas telonas. O resultado, visível no trailer, promete impressionar não apenas fãs de cinema, mas também apreciadores de esportes.
O longa ainda conta com Gwyneth Paltrow no papel de Carol Dunne, interesse amoroso de Marty, além de Odessa A’Zion, Kevin O’Leary, Tyler Okonma, Abel Ferrara e Fran Drescher, que interpreta a mãe de Marty, a Sra. Mauser. A presença de atores veteranos como Fran Drescher e nomes inusitados, como o artista francês Philippe Petit, demonstra a ousadia da produção em mesclar diferentes universos artísticos.
Segundo Safdie, a escolha de um elenco diversificado foi intencional. “Queríamos criar uma tapeçaria de personagens que refletisse a riqueza do mundo ao redor do nosso protagonista. Cada presença traz algo inesperado, seja humor, tensão ou emoção”, explicou o diretor.
Conhecido por seu estilo único de direção, Josh Safdie assina Marty Supreme com a experiência adquirida em longas como Joias Brutas, Bom Comportamento e Amor, Drogas e Nova York. O diretor mantém sua assinatura, mas agora em um projeto que combina comédia, drama e aventura esportiva, criando uma experiência cinematográfica inédita para o público.
A fotografia de Darius Khondji, filmada em 35 mm, reforça a proposta visual do filme. Khondji, que acumula experiência em projetos como Se7en e O Grande Gatsby, trouxe textura, profundidade e cores que valorizam tanto as cenas intimistas quanto as partidas de pingue-pongue, transformando cada ponto em um espetáculo visual. O veterano designer de produção Jack Fisk colaborou para criar cenários que equilibram realismo e fantasia, com locais que remetem à Nova York clássica e espaços inesperados do mundo do esporte.
Além da fotografia e do design, Safdie integrou cerca de 140 não-atores ao elenco, trazendo uma autenticidade crua e espontânea às cenas cotidianas. Essa escolha aproxima o público da realidade do protagonista, tornando cada vitória e cada desafio ainda mais palpáveis.
A história gira em torno de Marty Mauser, um jovem determinado a se destacar em um esporte tradicionalmente ignorado: o pingue-pongue. Enquanto lida com a pressão da competição, Marty inicia um romance com Carol Dunne, uma estrela de cinema interpretada por Gwyneth Paltrow. A trama combina momentos de humor, romance e tensão esportiva, explorando temas como perseverança, paixão e autodescoberta.
Embora inspirado em Marty Reisman, o roteiro evita se prender a fatos biográficos, optando por criar uma narrativa que mistura realidade e ficção. “Queríamos capturar a essência da coragem e do talento, sem nos limitar à cronologia de um atleta real”, explicou Ronald Bronstein, co-roteirista.
O filme também destaca a jornada pessoal de Marty, suas inseguranças e desafios familiares, incluindo a relação com a mãe, Sra. Mauser, interpretada por Fran Drescher. A dinâmica familiar e as relações afetivas são tão importantes quanto os jogos em si, criando um enredo rico em emoções e nuances.
Produção: história e desafios
O projeto foi anunciado em dezembro de 2023, quando Timothée Chalamet revelou que seu próximo trabalho seria um filme envolvendo pingue-pongue. No ano seguinte, a Variety confirmou que Josh Safdie dirigiria Marty Supreme, marcando seu primeiro projeto solo desde The Pleasure of Being Robbed (2008).
O orçamento de US$ 70 milhões torna o filme o mais caro da história da A24, superando Guerra Civil (2024). Essa cifra reflete não apenas o investimento em elenco e cenários, mas também a ambição de criar um filme que seja visualmente impressionante e narrativamente envolvente.
A fotografia principal começou em Nova York, em 23 de setembro de 2024, e se estendeu até 5 de dezembro do mesmo ano. Filmagens adicionais ocorreram no Japão, em fevereiro de 2025, garantindo diversidade de cenários e autenticidade em cenas que envolvem competições internacionais.
Expectativa e lançamento
A data de estreia nos Estados Unidos está marcada para 25 de dezembro de 2025, período estratégico que visa aproveitar o fluxo de público durante as festas de fim de ano. Além disso, a A24 contou com a Nordisk Film para cuidar da distribuição nos países nórdicos, incluindo Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia.
O primeiro trailer revela um filme que combina ritmo acelerado, humor afiado e emoção intensa. Desde o treinamento rigoroso de Chalamet até as interações familiares e românticas, o filme promete se destacar como uma experiência cinematográfica completa, capaz de atrair tanto amantes de esportes quanto fãs de dramas humanos e comédias sofisticadas.
O impacto da A24 e a aposta em Marty Supreme
A A24 construiu sua reputação ao longo dos anos com produções inovadoras e cultuadas, como Hereditário, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo e Moonlight. Cada filme do estúdio carrega a marca de ousadia narrativa, estética diferenciada e, muitas vezes, orçamentos modestos.
Mart Supreme, com seu investimento recorde, mostra que a A24 está pronta para expandir seus horizontes, mesclando a ousadia artística de sempre com um projeto ambicioso e comercialmente mais robusto. Essa produção pode marcar uma nova fase do estúdio, consolidando seu nome não apenas no circuito de festivais, mas também no mercado mainstream.
A segunda temporada do Doc Investigação estreia nesta segunda-feira, dia 14 de julho, às 22h45, na tela da RECORD, com um episódio impactante que revisita um dos crimes mais emblemáticos do Brasil recente: o caso Henry Borel. O menino de 4 anos foi morto em março de 2021, em um episódio que mobilizou o país e gerou comoção nacional. As informações são da Record TV.
Apresentado pela jornalista Thais Furlan, o programa traz novas revelações sobre o caso, com destaque para uma entrevista inédita com Monique Medeiros, mãe de Henry, que rompe o silêncio após quatro anos. Detida e ré por envolvimento no crime, Monique fala pela primeira vez com a imprensa, oferecendo seu relato sobre o que aconteceu na noite da morte do filho.
A conversa exclusiva com Monique foi gravada dentro da unidade prisional onde ela cumpre pena. Na entrevista, ela aborda pontos delicados do processo, relembra momentos com o filho e responde a acusações que, segundo ela, ainda não foram devidamente esclarecidas. “É um conteúdo forte, mas necessário”, explica Thais Furlan. “Monique está pela primeira vez disposta a falar. Nosso objetivo é ir além da superfície do caso e mostrar o que ainda não foi dito — ou ouvido.”
Um caso que ainda choca o país
O assassinato de Henry Borel, em 8 de março de 2021, gerou comoção nacional não apenas pela brutalidade do crime, mas pelas circunstâncias envolvidas. Monique Medeiros e o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, foram presos e acusados de envolvimento direto na morte da criança. Ambos alegaram inocência, e o caso se tornou um dos mais midiáticos da década.
Desde então, o processo judicial segue em curso, com debates intensos sobre culpabilidade, provas e o papel da mídia na cobertura do crime. Agora, com a nova temporada do Doc Investigação, o público terá acesso a uma abordagem mais aprofundada e documental sobre o tema.
Em Kidnap, o suspense serve apenas como ponto de partida para uma história muito mais profunda. O drama tailandês acompanha um sequestrador que decide desobedecer às ordens recebidas e poupar a vida de seu prisioneiro. A escolha, aparentemente simples, muda tudo. A partir desse momento, os dois deixam de ser apenas vítima e algoz e passam a se tornar reféns de emoções inesperadas, enquanto o perigo segue cada vez mais próximo.
A relação entre Min (Ohm Pawat Chittsawangdee) e Q (Leng Thanaphon U-sinsap) se desenvolve em meio a tensão constante, silêncio, medo e conexões que surgem quando menos se espera. O roteiro aposta em conflitos internos, dilemas morais e na construção lenta de sentimentos, mostrando como decisões tomadas em situações extremas podem alterar destinos de forma irreversível.
Dirigido por Noom Attaporn Teemarkorn, Kidnap se destaca pela atmosfera sombria e pela sensibilidade ao tratar temas como culpa, empatia e sobrevivência emocional. A fotografia de Pichet Talao reforça o clima de claustrofobia e perigo, enquanto a trilha sonora assinada por Klom Orave Pinijsarapirom, Amp Achariya Dulyapaiboon e GG0NE intensifica cada momento de tensão e intimidade.
O elenco de apoio amplia o universo da série, apresentando personagens que orbitam o passado e as escolhas de Min, como seu irmão mais novo, colegas e figuras ligadas ao submundo do crime, ajudando a construir uma narrativa mais rica e realista. Cada personagem carrega suas próprias motivações, tornando o enredo imprevisível e emocionalmente envolvente.
Mais do que um drama sobre sequestro, Kidnap é uma história sobre humanidade em situações extremas, sobre como sentimentos podem nascer até nos cenários mais sombrios e sobre o alto preço de desafiar regras impostas por um mundo cruel.
Onde assistir: Kidnap está disponível na Netflix, permitindo que o público acompanhe essa intensa produção tailandesa do início ao fim, com todos os seus dilemas, reviravoltas e emoções à flor da pele.
A lâmina voltou a brilhar. A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de “Peaky Blinders: O Homem Imortal, longa-metragem que encerra de vez a saga liderada por Tommy Shelby, personagem que transformou Cillian Murphy em um ícone global da dramaturgia contemporânea. Com legendas em português, a prévia não entrega grandes diálogos ou explicações, mas faz algo ainda mais poderoso: reconecta o público à atmosfera sombria, silenciosa e carregada de tensão que consagrou a série britânica ao longo de quase uma década.
O filme estreia em cinemas selecionados no dia 6 de março de 2026 e chega ao catálogo da Netflix em 20 de março do mesmo ano, apostando em uma estratégia híbrida que reforça o peso do projeto. Não se trata apenas de um “filme derivado”, mas do verdadeiro ponto final de uma história que atravessou guerras, crises políticas, disputas familiares e o colapso emocional de um homem que nunca soube viver longe do conflito.
O teaser de “O Homem Imortal” segue a cartilha que Peaky Blinders sempre dominou com maestria: imagens fortes, olhares vazios, ambientes enevoados e uma sensação constante de que algo está prestes a ruir. Não há exposição óbvia da trama, mas fica claro que o passado de Tommy Shelby continua sendo seu maior inimigo.
A prévia sugere um personagem mais envelhecido, marcado não apenas pelo tempo, mas pelo acúmulo de escolhas difíceis, perdas irreparáveis e inimigos que nunca deixaram de observá-lo. O título do filme, inclusive, parece carregar uma ironia cruel: Tommy pode ter sobrevivido a tudo, mas a que custo?
Desde sua estreia em 2013, Peaky Blinders se consolidou como um fenômeno cultural, e grande parte desse sucesso passa pela atuação de Cillian Murphy. Ao longo das seis temporadas, o ator construiu um protagonista complexo, distante de qualquer idealização clássica de herói. Tommy Shelby sempre foi brilhante, estratégico e carismático — mas também profundamente quebrado por dentro.
No longa, Murphy retorna para aquela que promete ser sua despedida definitiva do personagem. A expectativa é de um Tommy ainda mais introspectivo, lidando com as consequências de tudo o que construiu e destruiu. Se a série acompanhou sua ascensão, o filme parece interessado em explorar o peso final de seu legado.
Além de Murphy, o filme traz de volta nomes importantes da série, garantindo continuidade emocional e narrativa. Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Ian Peck e Stephen Graham reprisam seus papéis, reforçando a sensação de fechamento para personagens que acompanharam o público por anos.
Ao mesmo tempo, “O Homem Imortal” apresenta novas adições de peso ao elenco, como Rebecca Ferguson, Tim Roth, Barry Keoghan e Jay Lycurgo. A presença desses atores indica que o filme não se limitará a resolver pendências antigas, mas também introduzirá novos conflitos, ameaças e dinâmicas de poder. Ainda que seus personagens estejam cercados de mistério, a escolha do elenco aponta para embates intensos, tanto psicológicos quanto políticos.
O roteiro é assinado por Steven Knight, criador da série, o que garante fidelidade total ao espírito de Peaky Blinders. Knight sempre deixou claro que a história de Tommy Shelby precisava de um encerramento mais amplo do que a televisão poderia oferecer, e o cinema surge como o espaço ideal para isso.
Na direção, Tom Harper assume a missão de traduzir para a linguagem cinematográfica tudo aquilo que fez da série um sucesso: fotografia estilizada, ritmo cadenciado, trilha sonora moderna contrastando com a ambientação histórica e uma narrativa que prefere sugerir a explicar. A promessa é de um filme visualmente ambicioso, sem perder o tom cru e humano que sempre definiu a obra.
As filmagens começaram em 30 de setembro de 2024, no Digbeth Loc Studios, em Birmingham, região que sempre serviu como base estética e simbólica da série. Outras gravações ocorreram em áreas de West Midlands e em St Helens, incluindo antigas instalações industriais, como as da Pilkington Watson Street.
Essas locações não são apenas cenários, mas extensões da narrativa. O ambiente industrial, frio e desgastado reforça o sentimento de decadência e tensão que acompanha a trajetória de Tommy Shelby desde o início. As filmagens foram concluídas em 13 de dezembro de 2024, marcando o fim de uma produção cercada de expectativa tanto por parte do público quanto da própria equipe.
As manhãs da RedeTV! vão ganhar um novo ritmo a partir desta segunda-feira, 11 de agosto. É a estreia de Manhã Com Você, programa que promete misturar informação, histórias inspiradoras e conversas leves para deixar o fim da manhã mais agradável. A atração será exibida de segunda a sexta-feira, das 10h às 10h45, e será comandada por Paola Pretto e Taisa Pelosi, duas apresentadoras já conhecidas e queridas pelo público da emissora.
A proposta do programa é criar um espaço onde o telespectador se sinta parte da conversa. Nada de formalidades excessivas ou discursos distantes: a ideia é falar de assuntos importantes com simplicidade, em um tom próximo e acolhedor. O público poderá acompanhar pautas que vão de saúde e bem-estar a comportamento, direitos, cultura e curiosidades.
Além disso, a produção quer mostrar histórias reais, daquelas que poderiam acontecer na vida de qualquer pessoa. Situações que envolvem vizinhos, dinâmicas familiares e desafios cotidianos estarão no centro das conversas, sempre com a presença de especialistas que ajudam a entender e lidar melhor com cada tema.
Clima aconchegante e diversidade de assuntos
O estúdio do “Manhã Com Você” foi pensado para transmitir conforto, com decoração leve e um visual que remete à sensação de estar na sala de casa. Nesse ambiente, Paola e Taisa vão receber convidados e especialistas para diálogos que unem informação e entretenimento.
A cada programa, o público poderá esperar uma combinação de quadros fixos e temas do momento, incluindo tendências das redes sociais, curiosidades culturais e os principais acontecimentos do mundo das celebridades. Tudo apresentado de forma descontraída, para que a informação chegue de maneira leve, mas sem perder a relevância.
Apresentadoras com carisma e história na TV
A dupla que estará à frente do programa já conquistou seu espaço no coração dos telespectadores. Paola Pretto tem experiência nas manhãs da RedeTV!, onde já dividiu a apresentação com Ronnie Von, mostrando desenvoltura e empatia em entrevistas.
Taisa Pelosi, por sua vez, ficou conhecida do grande público em 2020, quando um momento espontâneo ao vivo viralizou: ela reproduziu as coreografias da cantora Joelma durante uma ação de merchandising, arrancando risadas e elogios nas redes sociais. Desde então, sua naturalidade e bom humor viraram marcas registradas.
Conteúdo para todos os gostos
A programação do Manhã Com Você vai transitar por diferentes temas, buscando atender tanto quem quer aprender algo novo quanto quem deseja apenas relaxar e se distrair. Entre os quadros previstos estão entrevistas com profissionais de saúde, dicas de alimentação, debates sobre questões do dia a dia, curiosidades e histórias inspiradoras vindas de todo o Brasil.
Um convite para começar bem o dia
A partir desta segunda, das 10h às 10h45, a RedeTV! abre as portas para quem quer começar o dia com informação, histórias e boa companhia. O progorama chega com a missão de transformar a tela da TV em um espaço de diálogo, onde temas sérios e momentos descontraídos andam lado a lado.
Neste domingo, 27 de julho de 2025, o Domingo Maior da TV Globo apresenta um suspense eletrizante que mistura espionagem internacional, glamour e violência silenciosa: “Anna – O Perigo Tem Nome”. O longa francês, dirigido por Luc Besson, mergulha o público em uma trama repleta de reviravoltas, com uma protagonista que vive à sombra de duas identidades: de um lado, a modelo cobiçada por grifes de luxo ao redor do mundo; do outro, uma das assassinas mais mortais da KGB.
Estrelado pela estreante Sasha Luss, o filme reúne também um elenco de peso com Helen Mirren, Luke Evans e Cillian Murphy em papéis que ampliam as camadas de tensão e manipulação. Lançado originalmente em 2019, o thriller é, ao mesmo tempo, uma história de ação acelerada e um retrato sombrio de como governos, sistemas e até o glamour da moda podem ser usados para prender uma pessoa dentro de uma vida que ela nunca escolheu.
Anna – O Perigo Tem Nome propõe mais do que entretenimento. Propõe um mergulho psicológico na vida de uma mulher usada como arma, objeto de desejo e peça de um tabuleiro geopolítico no qual suas emoções são ignoradas e seu único desejo — a liberdade — parece inalcançável.
Foto: Reprodução/ Internet
Anna Poliatova: entre passarelas e silêncios mortais
A história de Anna começa em Moscou, no fim dos anos 80. A jovem Anna vive em meio à miséria, sem expectativas, vendendo pequenas bugigangas e tentando escapar da violência doméstica. Tudo muda quando é “descoberta” por um olheiro de modelos e convidada a se mudar para Paris, onde poderia ter uma nova vida.
A promessa de liberdade, no entanto, é ilusória. O que Anna realmente encontra é um novo tipo de prisão: ela é recrutada pela KGB, e sua verdadeira função será executar missões secretas como assassina de elite, eliminando alvos estratégicos sob o comando direto da agente Olga (Helen Mirren). Treinada para matar sem hesitação e para se adaptar a qualquer ambiente, Anna passa a viver uma vida dupla — modelo internacional durante o dia, agente letal durante a noite.
O contraste entre a vida de modelo e a rotina de agente secreta se torna o grande conflito interno da personagem. Anna é apresentada como uma mulher fria, calculista e disciplinada. Mas aos poucos, o filme revela suas fraturas: os traumas, a ansiedade contida e o medo constante de que tudo à sua volta seja apenas mais uma mentira.
Sasha Luss: uma protagonista que carrega tensão e vulnerabilidade
A escolha de Sasha Luss, modelo russa de passarelas, para o papel principal pode ter surpreendido na época do lançamento. Ainda que não tivesse uma carreira consolidada como atriz, sua presença em cena é hipnótica. Ela entrega um desempenho que equilibra fragilidade e brutalidade, silêncio e explosão. Seus olhos carregam mais do que a beleza das campanhas de moda — carregam peso, raiva, dúvida.
Anna é uma personagem que poucas vezes diz tudo o que sente. Grande parte de sua atuação está nos gestos sutis, na rigidez do corpo, no olhar que oscila entre o desejo de fugir e a conformidade com o destino que lhe impuseram. Não se trata de uma heroína clássica, tampouco de uma vilã. Anna é humana, é falha, e justamente por isso é fascinante.
Helen Mirren: frieza elegante em forma de comando
Do outro lado dessa relação de poder está Olga, interpretada por uma Helen Mirren afiadíssima. Ela é a agente responsável por comandar a operação da KGB da qual Anna faz parte. Sua performance mistura sarcasmo, autoritarismo e uma frieza quase maternal. Olga não é uma antagonista caricata. Ela representa o sistema: calculista, impiedosa e ao mesmo tempo dependente das pessoas que manipula.
Helen Mirren transforma Olga em uma figura contraditória. Ela protege Anna, treina Anna, admira Anna — mas está sempre pronta para descartá-la. É a típica liderança que valoriza os resultados e despreza a pessoa por trás da função. Em vários momentos, suas falas soam como conselhos, mas têm o tom de ameaça.
Espiões, traições e o jogo duplo com a CIA
Enquanto lida com a pressão de Olga e as missões impostas pela KGB, Anna também se vê envolvida com Leonard Miller, agente da CIA vivido por Cillian Murphy. Esse novo envolvimento oferece uma falsa esperança de liberdade. Miller propõe a Anna um acordo: se colaborar com a CIA, ela poderá escapar da KGB e reconstruir sua vida.
Mas o que parece ser uma saída é apenas mais um círculo vicioso. Anna passa a trabalhar como agente dupla, correndo riscos de ambos os lados. Luke Evans interpreta Alex Tchenkov, outro membro da KGB que mantém um relacionamento ambíguo com Anna — misto de paixão e vigilância. A sensação é de que, não importa o caminho que escolha, Anna está sempre cercada.
O roteiro aposta em flashbacks e saltos temporais para ir revelando as camadas ocultas das ações de Anna. Nada é o que parece. Cada cena adiciona uma nova perspectiva, forçando o espectador a reconstruir o passado da personagem a partir de peças soltas. Isso intensifica a tensão e transforma o filme quase em um quebra-cabeça narrativo.
Foto: Reprodução/ Internet
O glamour como disfarce: o submundo da moda
A ambientação do universo da moda cumpre um papel crucial na narrativa. Anna desfila em Paris, viaja para Milão, posa para campanhas, vive cercada por câmeras e holofotes. Mas esse brilho é apenas uma fachada para suas ações sombrias. O filme expõe como o luxo pode servir como cortina de fumaça para o horror — e como Anna usa a superficialidade da indústria fashion para se esconder à vista de todos.
A direção de arte e os figurinos reforçam essa dualidade. Enquanto a personagem brilha com roupas elegantes, por baixo do tecido há sempre um coldre escondido, uma arma na bolsa, uma rota de fuga. O filme desafia o espectador a enxergar além da aparência, tanto da protagonista quanto do mundo ao seu redor.
Luc Besson retorna ao seu território mais conhecido
Com Anna, Luc Besson revisita o gênero que o consagrou. Depois de sucessos como Nikita (1990) e O Quinto Elemento (1997), ele volta a colocar uma mulher no centro de uma trama violenta e ambígua. A estética do diretor está presente: os ângulos estilizados, as sequências de ação coreografadas como dança, e os dilemas morais disfarçados de suspense.
No entanto, Anna tem um tom mais melancólico e cínico. Não há promessas de redenção ou de justiça. O que existe é uma mulher tentando sobreviver — e, quem sabe, encontrar uma brecha para finalmente viver sob seus próprios termos.
Recepção e legado: um filme subestimado?
Apesar de sua proposta ousada e estilo visual refinado, Anna – O Perigo Tem Nome teve uma recepção morna da crítica. Com 33% de aprovação no Rotten Tomatoes, foi visto por muitos como um repeteco de fórmulas anteriores. No entanto, entre o público, a resposta foi consideravelmente mais positiva, com aprovação de 75% no mesmo site e um “B+” no CinemaScore.
O filme arrecadou pouco mais de 31 milhões de dólares ao redor do mundo — uma bilheteria modesta, mas que não impediu Anna de conquistar um espaço cult entre fãs de thrillers de espionagem. Há quem defenda que o longa seja redescoberto, especialmente por sua protagonista complexa e pelo subtexto sobre abuso de poder e opressão institucional.
Anna, o perigo e a liberdade como ilusão
No centro de tudo, está Anna Poliatova. Uma mulher que, em busca de uma saída, é jogada em caminhos cada vez mais sombrios. Seu maior inimigo não é a CIA, nem a KGB. É o sistema que a força a viver papéis que não escolheu. É a constante sensação de que sua liberdade nunca será plena enquanto ela for útil a alguém mais poderoso.
No fim, Anna – O Perigo Tem Nome é sobre identidade, manipulação e resistência. É sobre como, mesmo em silêncio, uma mulher pode lutar para ser mais do que uma função. E sobre como, às vezes, o mais perigoso não é o que se vê — mas o que se esconde por trás de um sorriso ensaiado, de um salto alto e de um olhar frio.
Onde posso assistir?
Além da exibição na Record TV, o público que quiser conferir Anna – O Perigo Tem Nome também pode assistir ao filme em diferentes plataformas de streaming. Assinantes da Netflixe do Telecinetêm acesso liberado ao título por meio da assinatura, aproveitando toda a imersão do thriller de espionagem com qualidade e praticidade. Já para quem prefere alugar o longa, a opção está disponível no Prime Video, com valores a partir de R$ 14,90
Em um país onde a pluralidade pulsa nas veias da arte, da música e da resistência, poucos eventos traduzem tão bem o espírito da diversidade quanto o The Realness Festival. E, em 2025, o maior festival drag da América Latina está prestes a escrever mais um capítulo glorioso de sua trajetória. A quarta edição, marcada para o dia 16 de agosto, na grandiosa Vibra São Paulo, já esgotou todos os ingressos — um feito que não apenas reafirma o sucesso do festival, como também sinaliza a crescente valorização da arte drag como expressão legítima, potente e transformadora.
Num país de contrastes e desafios, reunir milhares de pessoas para celebrar a cultura drag é mais do que entretenimento: é um ato de resistência, uma afirmação política e um espetáculo de pura criatividade.
Um palco onde o brilho é lei
Desde a primeira edição, o The Realness Festival se posicionou como um dos principais palcos de visibilidade para artistas drags no continente. Mais do que trazer nomes famosos da franquia RuPaul’s Drag Race, o festival aposta em uma curadoria que valoriza a pluralidade de estilos, origens e narrativas dentro do universo drag. Em 2025, o line-up não apenas impressiona — ele faz história.
Entre os destaques internacionais estão nomes que marcaram gerações: Sasha Colby, campeã da 15ª temporada e símbolo de empoderamento trans; Shea Couleé, vencedora do All Stars 5 e conhecida por sua elegância e discurso político; Sasha Velour, cuja vitória na 9ª temporada é lembrada até hoje pela icônica performance de “So Emotional”; e Symone, uma das mais influentes campeãs recentes da franquia, unindo moda, estética negra e afirmação identitária.
Além dessas lendas, o público brasileiro terá a chance de assistir de perto talentos como Gigi Goode, Roxxxy Andrews, Morphine Love Dion e Jewels Sparkles, recém-saída da 17ª temporada — um elenco que mescla veterania e novidade com maestria.
A força da cena brasileira
Mas não são apenas os nomes internacionais que garantem o brilho dessa edição. O line-up nacional é um verdadeiro retrato da potência drag que se produz em território brasileiro. E poucas artistas representam tão bem essa força quanto Grag Queen — cantora, performer, vencedora do reality Queen of the Universe e apresentadora da versão brasileira do Drag Race. Sua presença é mais do que simbólica: é a comprovação de que o Brasil exporta talento e ressignifica o drag à sua maneira.
Ao lado dela, estarão nomes que vêm conquistando plateias por todo o país, como as finalistas Betina Polaroid e Hellena Malditta, diretamente da primeira edição do Drag Race Brasil. A diversidade estética e narrativa que ambas carregam nas performances torna essa presença ainda mais relevante.
Figuras icônicas como Silvetty Montilla e Ikaro Kadoshi trazem consigo a história viva da arte drag no Brasil. Silvetty, com décadas de palco, humor e resistência; Ikaro, com sua força política, presença midiática e o compromisso com a educação e inclusão. Completam o line-up nomes em ascensão como DaCota Monteiro, NAZA, Frimes e Desirré Beck, provando que o futuro do drag brasileiro está mais vivo e plural do que nunca.
Uma nova casa, a mesma energia
Em 2025, o festival muda de endereço: pela primeira vez, o evento será realizado na Vibra São Paulo, uma das maiores casas de espetáculo da América Latina, com capacidade para milhares de pessoas. A escolha do local vai além da logística — é um gesto de compromisso com o conforto, a acessibilidade e a inclusão do público.
A estrutura inclui telões, áreas com lugares sentados, espaços adaptados para pessoas com deficiência e um ambiente pensado para acolher todos os tipos de corpos, estilos e expressões. Um avanço necessário para um festival que cresce a cada ano, tanto em público quanto em importância simbólica.
O fenômeno drag além da TV
Embora o RuPaul’s Drag Race tenha desempenhado papel fundamental na popularização da arte drag em escala global, o The Realness Festival mostra que o fenômeno vai muito além da televisão. Ele se materializa em palcos, em encontros afetivos, em discursos potentes e em vivências únicas. Mais do que ver performances, o público vai para viver uma experiência imersiva, dançar, chorar, rir e se sentir representado. Em um país onde pessoas LGBTQIA+ ainda enfrentam violência e exclusão diariamente, o festival se consolida como um espaço seguro de afirmação e resistência, onde cada glitter no rosto é uma centelha de liberdade.
O próximo domingo, 27 de abril de 2025, promete ser daqueles inesquecíveis na programação do SBT! Prepare-se para uma noite cheia de emoção e adrenalina com o “Roda a Roda Jequiti”, que vai ao ar a partir das 19h, logo após o animado “Programa Eliana”. E o comando dessa grande festa fica por conta das carismáticas Patricia Abravanel e Rebeca Abravanel, que garantem ainda mais energia e simpatia à atração.
Neste episódio especial, o estúdio se transforma em um verdadeiro cenário de sonhos, onde a expectativa e a emoção tomam conta a cada rodada. Os participantes entram na disputa por barras de ouro — prêmios que podem transformar vidas — em partidas cheias de tensão, torcida e aquele suspense que só o “Roda a Roda” sabe criar. Cada giro da roda é um momento de pura adrenalina: a plateia vibra, os competidores seguram a respiração e a emoção contagia quem está assistindo de casa.
Mas não é só na TV que a magia acontece: o público também tem a chance de fazer parte desse universo de prêmios! Se você é consultor Jequiti, recebe cupons automaticamente ao realizar seus pedidos. Já os clientes Jequiti encontram cupons premiáveis dentro das embalagens dos produtos da marca. Para participar, basta preencher com seus dados e enviar para a Caixa Postal 05947-960. Fácil, né? E quem sabe você não é o próximo sortudo a girar a roda e mudar de vida?
E tem mais: os selecionados não só participam do programa, como também ganham uma viagem inesquecível para São Paulo, com tudo pago! É a chance de conhecer de perto a magia dos estúdios, se emocionar ao lado das estrelas do SBT e viver um dos momentos mais marcantes da vida, sentindo na pele a energia única do “Roda a Roda”.
Então já anota na agenda: domingo é dia de reunir a família, torcer, vibrar e se inspirar com mais um capítulo emocionante do “Roda a Roda Jequiti”. Prepare o coração, deixe seus cupons em dia e não perca essa oportunidade incrível. Afinal, a sua sorte pode estar só a um giro de distância!