A Gata: Resumo da novela 15/11/2023 a 24/11/2023

Foto: Reprodução/ Internet

Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Gata entre os dias 15/11/2023 a 24/11/2023. A exibição da trama está prevista para acontecer a partir das 15h30, na tela do SBT.

A Gata: Resumo da semana 15 de novembro a 17 de novembro de 2023

Resumo da novela A Gata de quarta-feira, 15/11/2023 –

Esmeralda declara ao Silencioso que ama demais Paulo e, por isso, não continuará saindo com ele. Ela suspeita que o Silencioso a utiliza apenas para concretizar sua vingança. O Silencioso assegura que deseja vingar-se, mas jamais faria algo para magoá-la. Lorena informa a Mônica sobre a intenção de Paulo de romper o compromisso, aconselhando-a a não atender o telefone caso ele ligue. Dona Rita promete ajudar Perla em sua recuperação, começando por aceitar que a criança em seus braços é uma boneca, não sua filha. Paulo liga para Esmeralda e afirma que não rompeu seu compromisso com Mônica. Esmeralda, acostumada com a falta de palavra de Paulo, enfrenta-o em uma discussão acalorada, especialmente quando ele fala mal de seus filhos. Esmeralda desabafa com Mercedes, decidindo não prosseguir com o plano do Silencioso. Mercedes a apoia. Damião avisa o Silencioso que, se ele não contar a verdade a sua mãe, voltará para casa com ela. Lorena sugere a Eugenia que adiantem o casamento de Paulo e Mônica, mas Eugênia não vê razão para isso. Silencioso revela a Mercedes que Esmeralda é sua filha, surpreendendo-a. Ele pede perdão por ter pensado mal dela e afirma que revelará a verdade a Esmeralda em alto e bom som. Mariano informa a Paulo que seu pai tem problemas com o protetor de Esmeralda, mas Paulo, decidido, afirma que lutará por Esmeralda.

Resumo da novela A Gata de quinta-feira, 16/11/2023 –

Mariano revela a Paulo que o protetor de Esmeralda passou anos na prisão, condenado por Augusto. Agora, ele busca vingança, e apenas o casamento de Paulo com Mônica poderia salvá-lo. Paulo, firme em sua decisão, recusa-se a se casar com Mônica, mesmo diante da pressão. Roberto e Eugenia tentam dissuadir Mônica de casar com Paulo, destacando os problemas graves de seus pais. Mônica, decidida, responde que só não se casará se Paulo desistir da relação. Mariano, sentindo-se culpado, pede a Paulo que impeça Esmeralda de se casar com Mônica. Chorando, Esmeralda pede ao Silencioso que evite que Paulo se case com Mônica. Silencioso pede que Esmeralda confie nele. Jacira reprova Paulo, chamando-o de covarde por casar-se com Mônica apenas por dinheiro e afirmando que ele não merece o amor de Esmeralda. Dona Rita discute com Inês. Silencioso aconselha Dona Rita a resistir e não revelar a Esmeralda o que sabe. Augusto entrega um cheque a Paulo, sugerindo que se case com uma rica herdeira. Paulo recusa o dinheiro, afirmando que fará sua própria fortuna. Dona Rita, sentindo sua morte se aproximar, decide contar a Esmeralda que recebeu dinheiro de Augusto para separá-la de Paulo. Revela também que Paulo escreveu várias cartas para ela, nunca entregues, pois a caixa postal era direcionada a Augusto. Esmeralda perdoa Dona Rita, dizendo que Paulo deveria confiar nela e não acreditar nos outros. Garrancho e sua gangue continuam usando Inês para assaltos. Jacira revela a Paulo que tem algo a dizer que o ajudará a decidir se casará ou não com Mônica.

Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 17/11/2023 –

Augusto reclama com Lorena sobre a atitude arrogante do pai de Mônica. Eles sabem que o casamento de Paulo com Mônica é a única salvação para a família de Augusto, e a relutância de Paulo em aceitar isso os desespera. Mônica, angustiada, questiona Paulo sobre o cancelamento do casamento. Paulo, confuso, prefere conversar primeiro com Esmeralda antes de tomar uma decisão. Paulo relata a Esmeralda que viu um vídeo onde Dona Rita confessa que os gêmeos são seus filhos.

A Gata: Resumo da semana 20 de novembro a 24 de novembro de 2023

Resumo da novela A Gata de segunda-feira, 20/11/2023 –

Esmeralda confronta Paulo, destacando como é conveniente para ele necessitar de um vídeo extremo para acreditar em suas palavras. Ela responsabiliza Paulo por sua falta de confiança e sugere que ele siga seus planos com Mônica. Silencioso propõe a Augusto cancelar o casamento de Paulo e Mônica em troca da retirada da queixa contra ele. Augusto, percebendo a importância de Esmeralda, recusa a proposta, decidindo não cancelar o casamento. Paulo procura Esmeralda em sua casa, mas não a encontra. Uma briga ocorre entre ele e Damião quando se cruzam. Esmeralda chega e separa a briga. Lorena sugere que Augusto aceite a proposta do Silencioso, mas ele recusa, preferindo enfrentar as consequências. Inês pede ajuda a Esmeralda para sair da delegacia, alegando ser injustamente acusada. Esmeralda solicita ao advogado Osório que ajude Inês. Esmeralda informa a Inês sobre a condição de Dona Rita no hospital.

Resumo da novela A Gata de terça-feira, 21/11/2023 –

Inês visita sua avó, pedindo perdão, e Dona Rita enfatiza que não há necessidade de perdão. Augusto reclama com Lorena sobre a humilhação dos amigos. Mariano aconselha Paulo a mudar de atitude para casar com Mônica. Paulo confessa que só pode ver Mônica como uma irmã. Jacira revela a Paulo que Esmeralda nunca teve outro homem além dele. Esmeralda diz a Paulo que não derramará lágrimas por ele e o encoraja a seguir com seus planos com Mônica. Silencioso lamenta não ter impedido o casamento de Paulo e Mônica. Esmeralda assegura a Silencioso que não é sua culpa. Dona Rita expressa a Inês sua satisfação por ela não andar mais com Garrancho. Inês defende seu amor por Garrancho. Esmeralda conta a Silencioso sobre a dificuldade em cancelar o casamento de Paulo e Mônica. Paulo deseja que Esmeralda o veja se casando com Mônica, enquanto Mariano sugere que Paulo deixe Esmeralda em paz.

Resumo da novela A Gata de quarta-feira, 22/11/2023 –

Paulo insinua que Mariano parece apaixonado por Esmeralda. Mariano nega. Paulo, no altar, se depara com Jacira e um bebê, pedindo desculpas a Mônica e recusando o casamento, alegando a responsabilidade com seus filhos. Lorena e Mariano insultam Paulo, e Roberto declara hostilidade contra os Martinez Negrete. Jacira revela a Esmeralda que Paulo não se casou por causa do bebê. Mônica pede aos pais que não prejudiquem Paulo, assumindo a responsabilidade pelo casamento fracassado. Augusto revela a Paulo que Esmeralda é filha de Fernando. Silencioso agradece a Jacira por impedir o casamento. Augusto confessa que o dinheiro da família pertence a Fernando. Mônica pede a Esmeralda que não a considere inimiga, pois sempre soube do amor dela por Paulo.

Resumo da novela A Gata de quinta-feira, 23/11/2023 –

Mônica aconselha Esmeralda a ir atrás de Paulo, afirmando que são feitos um para o outro. Paulo consegue um emprego para pintar um mural em um teatro, visando sustentar seus filhos. O advogado Mendes alerta Paulo sobre sua saúde precária devido à falta de sono e alimentação. Gisele elogia a pintura de Paulo e sugere expor suas obras em sua galeria. Esmeralda procura Paulo na casa dos Martinez Negrete, sendo expulsa por Lorena. Mariano aconselha Esmeralda a não desistir de Paulo. Esmeralda fica surpresa ao saber que Paulo está trabalhando incansavelmente para sustentar seus filhos. Augusto contrata um fotógrafo para criar evidências comprometedoras de Esmeralda.

Resumo da novela A Gata de sexta-feira, 24/11/2023 –

Mariano pede a Paulo que seja forte. Paulo, focado no mural, recusa a ideia de retornar para Esmeralda. Augusto utiliza as fotos adulteradas para incriminar Esmeralda. Paulo confronta seus pais ao descobrir que Esmeralda está desaparecida. No hospital, Paulo recebe fotos manipuladas de Esmeralda com outro homem. Damião alerta que é uma armadilha. Esmeralda, confusa, vai para a casa do Silencioso, onde encontra Paulo. Silencioso revela que a provocação é obra de Lorena e Augusto, antecipando uma guerra. Esmeralda se irrita quando Silencioso a proíbe de levar os filhos para ver Paulo. Mariano avisa Mônica sobre o acidente de Paulo. Esmeralda visita Paulo, confessando seu amor, mas Mariano mente sobre a ausência de Paulo no hospital. Esmeralda desiste de lutar pelo amor de Paulo. Augusto prepara uma vingança contra Esmeralda, contratando um fotógrafo para criar provas falsas.

O resumo semanal da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Cinema em Casa 24/02/2024 SBT apresenta Pluto Nash

Foto: Reprodução/ Internet

Na emocionante e aguardada exibição do Cinema em Casa neste sábado, dia 24/02/2024, o SBT nos agracia com a apresentação do épico cinematográfico “Pluto Nash”. Prepare-se para ser transportado para um cenário futurista deslumbrante, situado no ano de 2087, onde a Lua se tornou uma colônia habitada por seres humanos. A trama gira em torno de Pluto Nash, magistralmente interpretado por Eddie Murphy, um ex-motorista de ônibus espaciais que decide dar um salto ousado no mundo dos negócios ao se tornar o proprietário de uma boate lunar.

A aparente tranquilidade de Pluto é abruptamente interrompida quando gangsters interplanetários ameaçam a paz e a estabilidade da comunidade lunar. Esses criminosos ambiciosos têm seus olhos nos negócios de Pluto Nash, levando-o a se envolver em uma série de eventos tumultuosos e situações perigosas. Determinado a proteger sua boate e a comunidade que tanto ama, Pluto enfrenta uma série de obstáculos e desafios de tirar o fôlego.

Embora “Pluto Nash” tenha recebido críticas negativas, é importante reconhecer que ele conta com um elenco talentoso, incluindo nomes como Randy Quaid, Rosario Dawson e Joe Pantoliano. No entanto, muitos críticos apontaram que o roteiro do filme era fraco e carecia de originalidade, além de não explorar plenamente o potencial cômico de Eddie Murphy.

Apesar de seu desempenho decepcionante nas bilheterias e das críticas desfavoráveis, “Pluto Nash” conquistou ao longo dos anos um grupo fiel de admiradores. O filme é conhecido por sua atmosfera futurista e extravagante, que transporta os espectadores para um cenário espacial repleto de elementos visuais cativantes.

Apesar de seu status de fracasso comercial, “Pluto Nash” deve ser lembrado como uma tentativa corajosa de mesclar gêneros, combinando comédia e ficção científica em um cenário espacial. Apesar de suas imperfeições, o filme oferece entretenimento leve e descontraído para aqueles que buscam uma noite repleta de diversão e risadas.

Não deixe de sintonizar no Cinema em Casa do SBT neste sábado, 24 de fevereiro, a partir das 15h, após o Sábado Série, e embarque nessa aventura futurista com “Pluto Nash”. Prepare-se para se maravilhar com as habilidades cômicas de Eddie Murphy e mergulhar em um mundo repleto de humor e ficção científica. Não perca essa oportunidade de desfrutar de uma noite empolgante e cheia de reviravoltas emocionantes. É a chance perfeita para escapar para o futuro e se encantar com as maravilhas e perigos que ele reserva.

Kingdom: Tamashii no Kessen mostra que a guerra finalmente alcançou seus heróis no novo trailer do filme

Foto: Reprodução/ Internet

A TOHO revelou o novo trailer de Kingdom: Tamashii no Kessen e o quinto live-action da franquia já indica uma mudança importante no tom da história. As novas cenas deixam a ação heroica um pouco de lado para mostrar personagens cada vez mais desgastados pela guerra. O foco agora parece estar nas consequências dos conflitos, tanto no campo de batalha quanto emocionalmente.

O trailer apresenta confrontos gigantescos e soldados lutando no limite físico. Ao mesmo tempo, o filme tenta destacar o impacto da guerra sobre seus protagonistas, alianças instáveis e personagens carregando perdas difíceis de ignorar. A sensação passada pelas imagens é de que ninguém sairá ileso desta nova fase da franquia. Abaixo, confira o vídeo:

A história do longa-metragem deve apresentar um dos momentos mais pesados da franquia até agora. O novo filme parece deixar a ideia de guerra heroica um pouco de lado para mostrar personagens vivendo em meio ao desgaste físico e emocional causado pelos conflitos entre os reinos.

O filme também deve aprofundar o lado emocional de figuras importantes da trama. Mesmo cercados por grandes exércitos, vários personagens aparecem isolados emocionalmente, pressionados pelas consequências das batalhas e pelas escolhas feitas ao longo da história.

Outro ponto que o novo longa parece trabalhar é o impacto contínuo da violência sobre os soldados e líderes militares. O trailer mostra personagens cansados, feridos e emocionalmente abalados, indicando que as batalhas terão um peso muito maior na narrativa deste capítulo.

Quem está no elenco de Kingdom 5?

Participam do filme Kento Yamazaki (Alice in Borderland e Orange), Ryo Yoshizawa (Tokyo Revengers e Gintama), Kanna Hashimoto (Gintama e Kaguya-sama: Love is War), Jun Shison (Yu Yu Hakusho e Bubble), Fuju Kamio (My Beautiful Man e 18/40), Ayaka Miyoshi (Alice in Borderland e Dançarina Imperfeita), Yuki Yamada (Godzilla Minus One e Tokyo Revengers), Kenji Sakaguchi (Pride e Medaka), Hiroshi Tamaki (Nodame Cantabile e Golden Kamuy), Koichi Sato (The Last Recipe e The Magic Hour) e Shun Oguri (Godzilla vs. Kong e Crows Zero).

O filme também marca o retorno de Ryo Yoshizawa como Ying Zheng e de Shun Oguri como Riboku, personagem que deve ganhar ainda mais importância nas batalhas mostradas neste novo capítulo. Na direção, Shinsuke Sato (Alice in Borderland e Bleach) continua comandando a franquia.

Quando o filme estreia?

Kingdom: Tamashii no Kessen estreia nos cinemas japoneses em 17 de julho de 2026. Ainda não existe confirmação sobre lançamento internacional, mas os filmes anteriores chegaram a outros países por meio de plataformas digitais e sessões especiais voltadas para fãs de cinema asiático.

Crítica | Perrengue Fashion combina humor, propósito e temas contemporâneos

Perrengue Fashion é um daqueles filmes que abraçam a leveza sem abrir mão de uma mensagem relevante. Dirigido com ritmo ágil e olhar pop, o longa estrelado por Ingrid Guimarães e Rafa Chalub aposta na mistura certeira entre humor, crítica social e empatia, entregando uma comédia que dialoga com os dilemas contemporâneos da influência digital, do consumo consciente e da busca por reconexão familiar.

Logo de início, o filme mostra que não é apenas sobre o universo da moda — é sobre o que existe por trás dele. A narrativa acompanha uma mãe influenciadora, interpretada por Ingrid Guimarães em mais uma atuação cheia de timing cômico e carisma, que vive mergulhada em compromissos, likes e parcerias publicitárias. Quando o filho (Rafa Chalub) decide se desconectar e embarcar em uma jornada de autoconhecimento voltada à natureza e à sustentabilidade, o contraste entre os dois mundos se torna o coração da história. A frase que define a essência do filme — “a mãe tá on… e o filho off!” — sintetiza com humor e afeto o conflito entre gerações, estilos de vida e prioridades.

Elenco carismático e química irresistível

Um dos maiores trunfos de Perrengue Fashion está na sintonia entre Ingrid Guimarães e Rafa Chalub. A dupla funciona de forma orgânica, equilibrando espontaneidade, improviso e emoção. Ingrid reafirma seu domínio sobre o gênero da comédia popular, mas também deixa espaço para camadas mais sutis — há momentos em que sua personagem expõe vulnerabilidade e solidão, humanizando uma figura muitas vezes idealizada pelas redes sociais. Chalub, por sua vez, surge como uma revelação promissora: sua presença leve e natural dá frescor ao filme, equilibrando a intensidade da mãe com uma calma introspectiva.

O restante do elenco colabora com uma energia afinada. Os coadjuvantes entram com ritmo preciso, contribuindo para as situações cômicas sem sobrecarregar a trama. Essa harmonia ajuda o espectador a mergulhar em um universo que, embora caricatural em alguns momentos, mantém um pé na realidade dos “perrengues” cotidianos.

Moda, consumo e propósito

O roteiro se destaca ao ir além da simples sátira do mundo fashion. Ele mergulha em temas urgentes, como o impacto ambiental da indústria da moda, o consumo desenfreado e a superficialidade das redes. Mas o faz de maneira leve, quase pedagógica, sem se tornar panfletário. É um equilíbrio delicado: o humor nunca anula a crítica, e a crítica nunca sufoca a diversão.

Há cenas particularmente inspiradas que ilustram bem essa dualidade — como os momentos em que a protagonista tenta manter a pose de influenciadora enquanto enfrenta situações inusitadas fora de sua zona de conforto, em um cenário mais natural e despojado. São nessas que o filme brilha: as risadas nascem da desconexão entre a imagem ideal e a vida real, um território no qual Ingrid Guimarães transita com maestria desde De Pernas pro Ar e Fala Sério, Mãe!.

Humor que flui com naturalidade

O humor de Perrengue Fashion é eficiente e bem calibrado. As piadas funcionam não apenas por causa do texto, mas pela entrega dos atores e pelo timing da direção. Não há pressa em fazer rir — o riso surge de situações cotidianas, de pequenos constrangimentos e de contrastes geracionais. Em alguns trechos, o filme flerta com o exagero, mas rapidamente retoma o tom leve e acessível que o público espera.

Diferente de comédias que se apoiam em bordões ou humor físico excessivo, aqui o riso vem do comportamento — do jeito como os personagens lidam com o mundo e consigo mesmos. Essa escolha dá ao filme um charme particular e uma identidade que o diferencia de outros produtos do gênero.

Esteticamente, o longa é um deleite. A fotografia colorida e o figurino exuberante contrastam com os tons mais crus da natureza, reforçando a dualidade entre o artificial e o autêntico. A direção de arte brinca com os símbolos do universo fashion — passarelas, eventos, filtros e ring lights — enquanto os contrapõe a cenas simples e verdadeiras, criando uma experiência visual que acompanha a transformação dos personagens.

A trilha sonora, repleta de batidas modernas e canções brasileiras contemporâneas, reforça o ritmo leve e jovial da narrativa. Ela traduz a energia de um filme que fala sobre reencontro e desconexão digital sem jamais perder o senso de humor.

Por trás das risadas, o filme propõe uma reflexão sobre o valor da presença — estar realmente disponível para quem se ama, desconectar-se das aparências e reconectar-se com o que é essencial. O filme convida o público a rir de si mesmo, a reconhecer exageros e a pensar sobre o que realmente importa na era das curtidas.

É uma comédia que acerta por não se levar a sério demais, mas também por não subestimar a inteligência emocional de seu público. Há empatia na maneira como a narrativa trata os erros e aprendizados de seus personagens. Tudo é feito com leveza, mas também com propósito.

Sessão da Tarde desta terça (07/04) – “Juntos Para Sempre” emociona com história de lealdade e recomeços

A TV Globo exibe nesta terça-feira, 7 de abril de 2026, na Sessão da Tarde, o filme Juntos Para Sempre, continuação da história que conquistou o público com Quatro Vidas de um Cachorro. A produção retorna com uma proposta sensível, focada em relações afetivas, crescimento pessoal e no impacto que a presença de um animal pode ter ao longo da vida.

Dirigido por Gail Mancuso (Modern Family, 30 Rock), o longa adapta o livro A Dog’s Journey, de W. Bruce Cameron (Quatro Vidas de um Cachorro, A Dog’s Promise), que também participa do roteiro. A produção da Universal Pictures aposta em uma narrativa emocional, pensada para dialogar com diferentes gerações.

Qual é a história de “Juntos Para Sempre”?

A trama acompanha Bailey, um cachorro que já viveu diversas vidas e carrega consigo uma bagagem de experiências. Em sua nova jornada, ele vive de forma tranquila ao lado de Hanna, personagem de Marg Helgenberger (CSI: Crime Scene Investigation, Under the Dome). A rotina, no entanto, muda quando Gloria, vivida por Betty Gilpin (GLOW, The Hunt), surge inesperadamente com uma notícia que altera completamente o cenário: Hanna tem uma neta, Clarity.

A partir desse encontro, a história ganha um tom mais íntimo e emocional. Bailey percebe que a menina enfrenta dificuldades dentro de casa e não recebe o cuidado necessário. Sem compreender totalmente as complexidades humanas, mas guiado por instinto e afeto, ele assume uma missão silenciosa de proteção.

Ao longo do filme, acompanhamos o crescimento de Clarity e as diferentes formas que Bailey encontra para permanecer ao seu lado. Essa construção reforça a ideia de que o vínculo entre humanos e animais pode ultrapassar o tempo e as circunstâncias, criando uma conexão que se mantém mesmo diante das mudanças.

Quem está no elenco?

O filme reúne um elenco conhecido do público e que contribui para a força emocional da narrativa. Além de Marg Helgenberger (CSI: Crime Scene Investigation), o longa conta com Dennis Quaid (Operação Cupido, O Dia Depois de Amanhã), Josh Gad (Frozen, A Bela e a Fera), responsável por dar voz a Bailey, Kathryn Prescott (Skins, Finding Carter) e Henry Lau (Double World, Final Recipe).

A presença de atores experientes, combinada com a narração carismática de Josh Gad, ajuda a criar uma experiência envolvente. O elenco sustenta o tom sensível do filme, tornando a história mais próxima da realidade e facilitando a identificação do público com os personagens.

Onde assistir?

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na Sessão da Tarde, “Juntos Para Sempre” também está disponível no Prime Video. A plataforma oferece a opção de aluguel sob demanda, permitindo que o público escolha o melhor momento para assistir ao filme.

Essa alternativa amplia o alcance da produção e reforça o comportamento atual de consumo, em que o espectador busca flexibilidade para assistir ao conteúdo fora da grade tradicional da televisão.

Por que o filme continua conquistando o público?

“Juntos Para Sempre” aposta em uma narrativa simples, mas carregada de significado. Ao abordar temas como abandono, crescimento e afeto, o filme cria uma conexão direta com o espectador. A escolha de contar a história a partir do ponto de vista do cachorro traz leveza, mas também amplia o impacto emocional.

A produção não depende de grandes reviravoltas para prender a atenção. Em vez disso, investe na construção gradual das relações e na maneira como pequenos gestos podem transformar vidas. Essa abordagem torna o filme especialmente eficaz para o público que busca histórias mais humanas e próximas do cotidiano.

Truque de Mestre: O 3º Ato estreia no topo das bilheterias dos Estados Unidos e marca o retorno triunfal dos Cavaleiros

Depois de anos de silêncio, boatos, mudanças de direção, reescritas e impasses, a franquia Truque de Mestre finalmente reapareceu nos cinemas. E o retorno não poderia ter sido mais emblemático: O 3º Ato estreou direto no topo das bilheterias dos Estados Unidos, como se estivesse lembrando ao mundo que ainda sabe provocar encantamento.

O filme arrecadou US$ 21,3 milhões no primeiro fim de semana (14 a 16 de novembro), uma marca expressiva para uma sequência tão tardia — e uma prova de que o charme dos Cavaleiros não diminuiu com o tempo. Se alguém achou que o prestígio da franquia tinha se perdido, os números deixaram claro: o público estava com saudade. As informações são do Box Office Mojo.

O desafio de estrear num mercado disputado

E não foi uma vitória simples. A mesma semana trouxe a estreia de “O Sobrevivente”, novo suspense adaptado de Stephen King, que chegou forte e arrecadou US$ 17 milhões. Mesmo assim, ficou em segundo lugar. Abaixo deles, “Predador: Terras Selvagens” resistiu como pôde com US$ 13 milhões — uma queda natural para a segunda semana, mas ainda assim um sinal de disputa pesada.

Fechando o ranking, dois filmes que vêm chamando atenção do público mais jovem, “Se Não Fosse Você” e “O Telefone Preto 2”, ambos impulsionados pela presença do ator Mason Thames. Mas mesmo com todos esses competidores, foi o terceiro capítulo dos mágicos-ladrões que tomou o topo — com direito a vibração nostálgica dos fãs.

A longa travessia até o terceiro filme

Dizer que o filme demorou para sair é quase um elogio. Foram anos de idas e vindas, mudanças de direção, roteiros refeitos, agendas incompatíveis… e aquele medo silencioso de que o projeto nunca veria a luz do dia.

A Lionsgate anunciou o terceiro filme ainda em 2015, antes da estreia de “Now You See Me 2”. Parecia simples: apenas continuar a franquia que já era querida. Mas o caminho acabou sendo tortuoso. Jon M. Chu, diretor do segundo filme, estava previsto para retornar, mas novos compromissos e mudanças criativas tiraram o plano do eixo.

Só em 2022, com a entrada de Ruben Fleischer, o projeto finalmente encontrou estabilidade. Fleischer trouxe algo que faltava: frescor, humor e energia, com a preocupação de manter o estilo do universo. Ele também foi o responsável por resgatar parte da essência perdida do segundo filme — e por dar aos fãs a sensação de reencontro.

O retorno do elenco original — e aquele gostinho de “finalmente!”

Jesse retorna como Danny Atlas, agora ainda mais impaciente, obsessivo e perfeccionista. O ator entrega um Danny envelhecido emocionalmente, mas com o mesmo brilho de quem acredita ser dono do melhor truque da sala. Eisenberg traz uma intensidade mais madura, mostrando que o personagem sofreu, cresceu e voltou mais reflexivo — ainda que sem abrir mão da arrogância charmosa característica.

Woody reprisa seu papel como Merritt McKinney, o mentalista sarcástico que domina a leitura fria e a hipnose. Ele continua dono das melhores tiradas cômicas, mas agora adiciona um toque de amargura, como alguém que viu demais, perdeu demais e precisa voltar a acreditar no grupo. Harrelson sabe equilibrar humor e humanidade de um jeito que faz Merritt parecer mais humano do que nunca.

Dave volta como Jack Wilder, e não é exagero dizer que seu personagem cresceu. Se antes era o “caçula inconsequente” do grupo, agora ele surge mais seguro, mais autêntico e mais consciente do próprio talento. Ainda assim, mantém a leveza que sempre o acompanhou — e as cenas de truques de cartas continuam entre as mais divertidas do filme.

Talvez o retorno mais comemorado pelo público, Isla Fisher veste novamente o figurino de Henley Reeves, a escapista destemida que encantou multidões no primeiro filme. Sua ausência no segundo longa sempre pareceu um ponto fora da curva, e finalmente ela volta trazendo força, emoção e aquele humor rápido que só ela tem. Henley está mais plena, mais experiente e com a mesma coragem que fez os fãs se apaixonarem lá atrás.

Mark Ruffalo retorna como Dylan Rhodes, dividido entre os traumas do passado e a responsabilidade de orientar um grupo que ainda o vê como líder. Ruffalo entrega uma performance mais melancólica, mais carregada de memória, sem perder a ironia que equilibra a narrativa.

E claro, ele: Morgan Freeman, como Thaddeus Bradley. Sempre misterioso, sempre elegante, sempre ambíguo. Nesse filme, Thaddeus se posiciona como uma espécie de guardião silencioso — alguém que sabe mais do que diz e que move peças no tabuleiro sem que ninguém perceba. Freeman entrega uma presença imponente, mesmo nas cenas em que mal precisa falar.

A nova geração que chega para bagunçar — e renovar — o jogo

Smith interpreta Charlie, um mágico autodidata que cresceu reproduzindo truques dos Cavaleiros na internet. Ele é talentoso, acelerado, curioso — e funciona como ponte entre o legado dos veteranos e a magia da nova era. Dominic vive Bosco, um ilusionista cerebral, estrategista e obcecado por combos de ilusão e tecnologia. Ele é o tipo de personagem que parece ter estudado cada truque conhecido — e que monta cenários inteiros dentro da própria cabeça. Bosco funciona como o cérebro analítico que contrapõe o improviso caótico de Danny.

Ariana interpreta June, uma personagem elétrica, irônica e cheia de recursos. Ela é o “fogo” da nova trinca — impulsiva, apaixonada, desafiadora — e traz uma energia que dialoga muito bem com Henley, criando uma espécie de laço entre gerações. Rosamund Pike encarna Veronika Vanderberg, líder de um sindicato global de diamantes e uma mulher que domina todos os quartos em que entra. Elegante, fria, calculista, com aquele olhar que diz “eu já sei o truque antes de você pensar nele”.

O charme dos truques reais — e a busca por autenticidade

Ruben Fleischer queria que o público sentisse que a magia estava acontecendo ali. Por isso, insistiu em efeitos práticos sempre que possível. Vários truques foram ensaiados por semanas, e o elenco passou por treinamentos reais com ilusionistas renomados. O resultado é nítido: as cenas têm textura, têm peso, têm presença. É magia “real” em plena era do CGI.

A première que trouxe a franquia de volta ao mundo

A grande estreia mundial aconteceu no Harbour Club, em Amsterdã, transformando o evento em um espetáculo próprio. Fãs, mágicos profissionais e jornalistas lotaram o local como se fosse o retorno de uma velha banda querida. Era quase um reencontro emocional entre público e franquia. No Brasil e em Portugal, o filme chegou no dia 13 de novembro, dois dias antes dos EUA — e rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Di Paullo & Paulino e Henrique & Diego emocionam o público no “Viver Sertanejo” deste domingo (27/07)

Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, dia 27 de julho de 2025, a música sertaneja ocupará seu lugar de honra na programação da TV aberta com um episódio especial do Viver Sertanejo, apresentado por Daniel, logo após o Globo Rural. No centro do palco, duas duplas que representam diferentes eras e vertentes do gênero: Di Paullo & Paulino, veteranos da raiz sertaneja com mais de 40 anos de trajetória, e Henrique & Diego, representantes do romantismo moderno que conquistaram o público jovem com letras envolventes e melodias dançantes.

O programa desta semana vai muito além de performances musicais. Ele mergulha em histórias de vida, superações, memórias e afetos que ajudam a entender por que o sertanejo segue como um dos gêneros mais amados do país. E, sobretudo, promove um tributo emocionante à eterna Marília Mendonça, que completaria 30 anos neste mês de julho e cuja presença é sentida em cada acorde, em cada silêncio reverente, em cada verso cantado com alma.

Duas histórias, um mesmo sentimento

De um lado, os irmãos Di Paullo & Paulino chegam com sua trajetória moldada na terra, no rádio AM, nos circos e nas festas do interior de Minas Gerais. De outro, Henrique & Diego, amigos de infância que saíram de Cuiabá e atravessaram os palcos do Brasil com hits que marcaram os anos 2010. Embora suas rotas pareçam opostas — raiz e pop, estrada e streaming, viola e beats —, há um elo invisível e poderoso entre eles: a fidelidade à emoção e à verdade que carregam em suas canções.

O encontro não é só musical, mas simbólico. É o sertanejo se olhando no espelho da própria história e se reconhecendo múltiplo, vivo, em constante renovação. Ao longo do programa, o público é presenteado com performances, conversas íntimas e muitas surpresas que fazem desta edição uma das mais marcantes da temporada.

Di Paullo & Paulino: da infância mineira aos palcos do Brasil

Quem vê Di Paullo & Paulino hoje, com suas camisas xadrez impecáveis, chapéus de feltro e vozes afinadas pelo tempo, talvez não imagine que tudo começou de forma modesta. Naturais de Martinho Campos, Minas Gerais, os irmãos Elias e Geraldo começaram a cantar ainda crianças, influenciados pelo pai, que tocava violão e incentivava a musicalidade dos filhos.

“Nosso pai colocava discos do Tonico & Tinoco pra tocar enquanto cuidava da lavoura”, relembra Paulino, no palco do Viver Sertanejo. “A gente ia pegando no ouvido, treinava escondido. Quando ele viu, já tinha dupla formada.”

A infância simples e o ambiente rural forjaram não só o repertório da dupla, mas também seu modo de ver a música. Cada canção de Di Paullo & Paulino carrega uma melodia quase ancestral, como se cada nota viesse carregada de pó da estrada, cheiro de fogão a lenha e lembranças de amores antigos.

No programa, eles cantam sucessos como “Amor de Primavera”, “Cama Triste” e a clássica “Passarinho do Sertão”, relembrando ainda histórias saborosas dos bastidores dos anos 1980 e 1990. Em um dos trechos mais curiosos da conversa com Daniel, Paulino conta que afinou a viola de Leandro & Leonardo antes de um importante festival em Goiânia. “Eles ganharam aquele dia. Depois disso, quando lancei nosso primeiro disco, fui pedir ajuda pra entrar na gravadora. Eles abriram portas pra gente. É por isso que digo: no sertanejo, gratidão é uma estrada de mão dupla.”

Henrique & Diego: entre o samba, o pagode e o sertanejo pop

Se a trajetória dos veteranos começa em plantações e rádios de pilha, a de Henrique & Diego tem tons mais urbanos e contemporâneos. Nascidos e criados em Cuiabá, ambos tiveram contato com a música em contextos diferentes. Diego veio da escola de samba, onde cantava puxando enredos com apenas 11 anos. Henrique, por sua vez, começou como roadie e depois como backing vocal em bandas locais.

O reencontro dos dois, após uma breve pausa na carreira de Diego para se dedicar aos estudos, foi decisivo. “Eu já tinha desistido. Mas o Henrique me chamou de volta. Disse que via futuro na gente. A partir dali, nunca mais parei”, diz Diego, emocionado.

A dupla fez de tudo no início: tocou em barzinho, em casamentos, em festas universitárias. O sucesso veio em 2011 com “Top do Verão”, mas foi com “Suíte 14”, parceria com MC Guimê, que eles estouraram de vez, alcançando as paradas do Brasil inteiro.

No Viver Sertanejo, eles revisitam esses momentos com leveza e bom humor. Cantam seus maiores hits e falam sobre a importância de manter os pés no chão. “A gente vem do pagode, mas encontrou no sertanejo o jeito mais sincero de se expressar”, diz Henrique. “Aqui a gente fala de amor, de perda, de esperança. É isso que toca as pessoas.”

Marília Mendonça: uma estrela que segue brilhando

O ápice emocional do episódio acontece quando as duas duplas se unem para cantar “Estrelinha”, canção lançada em 2018 por Di Paullo & Paulino com participação de Marília Mendonça. A música, que ganhou enorme projeção após a trágica morte da artista em 2021, virou um hino silencioso da saudade.

No estúdio, as luzes se apagam suavemente. As primeiras notas da viola ecoam como uma oração. Paulino entra com a voz tremendo, Henrique segura a emoção. A plateia se cala. Cada verso é um sopro de memória. Quando Diego entoa o refrão, há lágrimas. Muitas. Em Daniel, nos músicos, nos olhos discretos das câmeras. É mais que uma performance: é um ritual coletivo de saudade, amor e reverência.

Marília completaria 30 anos nesta semana. E, como lembra Daniel, “não há como falar do sertanejo atual sem lembrar da revolução que ela causou.” Jovem, talentosa, combativa e generosa, Marília Mendonça abriu caminhos para mulheres, para compositores, para a emoção crua. Sua ausência é sentida, mas sua presença é constante.

Um programa que respira Brasil

O sucesso do Viver Sertanejo não é acidental. Criado com a missão de resgatar e celebrar a essência da música sertaneja, o programa tem direção artística de Gian Carlo Bellotti, produção executiva de Anelise Franco e produção de Nathália Pinha, sob a direção de gênero de Monica Almeida. A apresentação de Daniel — ele próprio um ícone do gênero — garante não só credibilidade, mas acolhimento, emoção e afeto.

Daniel conduz as conversas com naturalidade, fazendo perguntas certeiras e emocionando-se junto aos convidados. É evidente que ali há troca verdadeira, não apenas roteiro. O cenário intimista, a luz quente e a plateia pequena criam um clima de encontro, e não de espetáculo.

O sertanejo como espelho de um Brasil que sente

Mais do que músicas de sucesso, o episódio deste domingo entrega ao público um mergulho na alma do sertanejo. Um gênero muitas vezes simplificado pelos estereótipos, mas que, na verdade, é complexo, emocional e profundamente ligado às raízes culturais do Brasil.

Ao reunir Di Paullo & Paulino e Henrique & Diego, o programa cria pontes entre o ontem e o hoje. Entre o campo e a cidade. Entre o modão que embala o amanhecer na fazenda e o hit que toca nos fones de ouvido nas metrópoles. E mostra que, mesmo com linguagens diferentes, o que importa é a verdade emocional.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 20/10/2023 sexta-feira

Foto: Reprodução/ Internet

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 20/10/2023, sexta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta, na sorveteria, Alex confessa seus sentimentos por Lívia, revelando acreditar que ela também tem afeto por ele, embora finja resistência. Lívia condiciona a possibilidade de um relacionamento a Alex ir para o Lado Vila, algo que ele recusa categoricamente. Enzo comunica a Hélio que, por ordens de Leandro, passará a supervisionar o CEC. Glaucia e Fred consultam Nando sobre sugestões tecnológicas para implementar no CEC. Bassânio questiona Pórcia sobre seus sentimentos por Vitor, expressando sua desconfiança em relação a ele. Fausto descobre o diário de Pórcia. Ian adota um comportamento peculiar em relação a Telma.

Ainda no capítulo de A Infância de Romeu e Julieta, Simão visita a Monter Holding e se apresenta a Glaucia e Fred como um investidor no setor de tecnologia. Domitila emite uma terceira avaliação positiva sobre o Armazém, o que Daniel considera injusto, uma vez que ele não fez esforços profissionais para receber elogios. Simão propõe o desenvolvimento de um aplicativo para o CEC, fechando um acordo com Glaucia e Fred. Trapaça cria um problema ao soltar baratas no esconderijo de Pedalzera. Julieta procura Romeu no Boulevard Verona, e Karen surge, levando Romeu a ajudar Julieta a se esconder para evitar punições.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta 03/01/2024 a 05/01/2024

Foto: Reprodução/ Internet

Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta entre os dias 03/01/2024 a 05/01/2024. A exibição da novela está prevista para acontecer às 21h, na tela do SBT.

A Infância de Romeu e Julieta: Resumo da semana 03 de janeiro a 05 de janeiro de 2023

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 03/01/2024 –

Na comunidade de Castanheiras, os moradores comentam sobre Príncipe, um habitante recluso e antigo do bairro. Vera e Mariana decidem desafiar-se a preparar bolos para Príncipe, com Téo expressando seu desejo de trabalhar com Amanda para ganhar dinheiro extra. A mascote Trufa se perde, mas é encontrada por Muke. A chegada de Adelaide, prima de Gláucia, ao Brasil introduz um novo capítulo na trama, revelando complexidades na relação entre Gláucia e a prima. Vitor descobre um ingrediente especial no bolo de Mariana e Clara, buscando compartilhar a receita com Vera. Alex tenta surpreender Lívia com um convite para um piquenique, mas a surpresa inesperada é Karen.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 04/01/2024 –

Karen pressiona Alex para encerrar seu relacionamento com Lívia, ameaçando expor o namoro à vizinhança. Apesar da separação, Mauro expressa o desejo de manter a amizade com Telma. A gangue Pedalzera revela a Dimitri, Ellen, Ian e Nath que só revelará o paradeiro de Trufa em troca de informações do Mundo da Imaginação. Sofia auxilia Téo a ganhar dinheiro vendendo pulseiras e brigadeiros. Romeu investiga sobre Príncipe e suspeita de um possível acidente. Gláucia fica nervosa ao ver Nando comendo brigadeiros, pois a prima está chegando. Karen informa a Lívia que está ciente do relacionamento dela com Alex e que não permitirá a união de Julieta e sua irmã no Lado Vila com o Lado Torre.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 05/01/2024 –

Fausto ministra a primeira aula de teatro, enquanto Hélio acredita que o desempenho das crianças no CEC diminuiu devido às aulas de Fausto. Mini procura emprego na academia de Mauro como professor. O assistente de Hélio busca outra oportunidade de emprego além do CEC. Adelaide, Nilton e a filha Luana chegam à casa de Gláucia. Rosalina revela a Alex que Karen roubou o troféu do CEC e se aproximou de Patrick. Alex confronta Karen e a ameaça, revelando seu envolvimento com Patrick se ela contar sobre seu namoro com Lívia. Dimitri, Ellen, Ian e Nath invadem a casa de Príncipe em busca de Trufa. Romeu e Julieta ficam desconfortáveis com a perspectiva de um final triste na peça de Fausto.

A emissora é totalmente responsável pelo resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta. O Almanaque Geek não tem controle sobre possíveis alterações na exibição e, portanto, não se responsabiliza por essas modificações.

Profissão Repórter de terça (12/08) revela como pequenos conflitos de vizinhança viram grandes batalhas em São Paulo

Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta terça-feira, dia 12, o Profissão Repórter coloca em pauta um tema que, para muitos, é quase invisível até se tornar um problema pessoal: as desavenças entre vizinhos. A proposta é simples, mas carregada de complexidade — mostrar como a convivência diária em uma cidade como São Paulo pode passar, num piscar de olhos, da cordialidade ao confronto.

Embora as imagens mais clássicas de brigas de vizinhança envolvam disputas em filmes ou novelas, na vida real, esses conflitos são bem mais frequentes e, muitas vezes, mais graves do que imaginamos. E é justamente isso que a equipe do programa foi investigar, mergulhando em histórias que revelam muito mais sobre nós, como sociedade, do que sobre o simples incômodo com barulhos ou vagas de estacionamento.

O início de tudo: o incômodo que não se apaga

Conflitos de vizinhança quase sempre começam de forma sutil. É o cachorro que late à noite, a música alta que não respeita o horário de silêncio, o carro parado na vaga errada. Pequenos desconfortos que, acumulados, vão construindo um muro invisível entre pessoas que dividem o mesmo teto, a mesma rua ou o mesmo quintal.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) tem sentido esse aumento na pele. O serviço de mediação da corporação, criado para evitar que casos simples cheguem ao tribunal, hoje recebe, com frequência, chamados que começam como reclamações e terminam como boletins de ocorrência. Segundo os dados acompanhados pelo programa, desentendimentos entre vizinhos já figuram entre as demandas mais constantes.

Para a repórter que acompanha o tema, não é difícil entender o motivo: “A cidade está cada vez mais adensada, os prédios mais cheios e as casas mais próximas. Isso aumenta a chance de contato… e de atrito.”

Pirituba: o condomínio que é quase uma cidade

O programa decidiu começar a investigação por Pirituba, na zona norte de São Paulo, onde fica o maior conjunto residencial do Brasil. São 50 prédios, 20 mil moradores e um desafio diário: fazer tanta gente conviver em harmonia.

Nas áreas comuns, há de tudo — playgrounds, quadras, estacionamentos, corredores e, claro, uma lista quase infinita de regras. Mas, como mostram as câmeras, regras nem sempre garantem paz. Barulho fora de hora, lixo deixado em locais impróprios e mau cheiro vindo de animais de estimação são reclamações quase diárias.

O caso mais impressionante registrado no local é o de um morador que, irritado com ruídos, decidiu “resolver” a situação à sua maneira: usando spray de pimenta e até pequenos explosivos nos corredores. A atitude espalhou medo e insegurança. “Eu tenho medo até de abrir a porta”, conta uma vizinha, que pediu para não ser identificada. “Antes, eu conhecia todo mundo do meu bloco. Hoje, evito contato.”

Quando um vaso de planta vira motivo de guerra

Se os prédios gigantes trazem seus próprios desafios, bairros menores não ficam imunes a problemas. Na zona leste, o repórter Everton Lucas acompanhou um dia de mediação da GCM. Na sala, duas moradoras sentadas lado a lado mal se olhavam. O motivo? Um vaso de planta.

Colocado no corredor por uma delas, o vaso teria atrapalhado a passagem e se tornado um incômodo estético para a outra. Ao longo dos meses, a discussão se transformou em troca de ofensas, ameaças veladas e uma recusa absoluta em dialogar sem intermediários.

“Às vezes, o objeto em si deixa de ser o centro da questão. Passa a ser uma disputa de território e poder. O vaso é só o gatilho”, explicou um dos mediadores. O caso, aparentemente pequeno, é um exemplo claro de como relações frágeis podem se romper por detalhes — e, sem cuidado, se transformar em batalhas de longo prazo.

A Mooca e o vizinho mais difícil de todos: o Estado

Se em alguns conflitos o problema é o barulho da festa, em outros é o próprio cenário urbano que muda a vida das pessoas. É o que aconteceu com Gustavo Rodrigues, dentista, pai de três filhos, morador da Mooca, zona leste. Sua casa fica em frente a uma delegacia da Polícia Civil, algo que, por muito tempo, não foi problema. Até que, há seis anos, uma reforma ampliou as instalações e aumentou a movimentação no local.

O resultado foi imediato: viaturas indo e vindo a todo momento, detidos desembarcando na calçada e, o pior para Gustavo, carros de policiais estacionados bloqueando a entrada da sua garagem. As tentativas de reclamar renderam uma escalada de tensão: 11 multas por estacionar em frente à própria casa, duas detenções por suposto desrespeito e até um episódio registrado por câmeras em que um policial sacou a arma contra ele.

O ponto mais dramático aconteceu recentemente, quando Gustavo foi retirado de casa, algemado e levado à delegacia. Passou seis horas detido. “Não é sobre vaga de estacionamento. É sobre respeito e dignidade. Sinto que perdi o direito de viver em paz na minha própria rua”, disse à reportagem, visivelmente abalado.

Por que brigamos tanto?

Especialistas ouvidos pelo programa apontam para um conjunto de fatores que alimentam as desavenças de vizinhança. Em primeiro lugar, a sobreposição de espaços. “Quanto mais gente vivendo perto, maior a chance de choques culturais, de valores e de hábitos”, explica a urbanista Clarissa Gomes.

Além disso, o estresse da vida urbana, o excesso de trabalho e a falta de espaços de lazer comunitário contribuem para um clima de intolerância. Pequenos gestos — como pedir silêncio ou sugerir que um lixo seja colocado no lugar correto — podem ser recebidos como ataques pessoais.

O isolamento também tem um papel importante. Muitos moradores não conhecem sequer o nome do vizinho da porta ao lado. Essa falta de vínculo dificulta a resolução de conflitos, porque reduz a empatia. “É mais fácil brigar com quem é um desconhecido do que com alguém que você conhece e respeita”, completa Clarissa.

O trabalho silencioso da mediação

A GCM mantém equipes treinadas para atuar como mediadoras. Não é um trabalho simples: exige paciência, escuta ativa e neutralidade. Durante as sessões, os mediadores buscam fazer com que cada parte ouça a outra, sem interrupções, para que se possa encontrar um ponto de equilíbrio.

Muitos casos são resolvidos ali mesmo, com acordos simples. Outros, no entanto, acabam voltando às mãos da corporação semanas depois. “Tem gente que não quer resolver. Quer ganhar”, lamenta um mediador veterano.

Apesar disso, o serviço tem sido uma alternativa valiosa para evitar processos longos e custosos. De acordo com a GCM, a maior parte dos casos atendidos não chega a virar ação judicial — uma vitória silenciosa em meio à tensão.

notícias em destaque