Made in Korea ganha trailer da 2ª temporada e coloca agente da KCIA e promotor em lados opostos

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O Disney+ divulgou o trailer da segunda temporada de Made in Korea, série sul-coreana ambientada na década de 1970 e estrelada por Hyun Bin (Pousando no Amor, O Negociador) e Jung Woo-sung (The Good, the Bad, the Weird, A Era das Sombras). A nova leva de episódios tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2026.

A trama acompanha Baek Ki-tae (Hyun Bin), um agente da Agência Central de Inteligência Coreana, a KCIA, que esconde uma segunda vida. Por trás da imagem de funcionário público, ele comanda negócios de contrabando e usa essas atividades para construir uma rede de influência e aumentar seu patrimônio.

A situação começa a sair do controle quando Jang Geon-young (Jung Woo-sung), um promotor conhecido pela postura rígida, decide investigar as operações de Ki-tae. As pistas levam a possíveis conexões entre o agente, grupos criminosos e pessoas ligadas ao alto escalão do governo. A partir daí, os dois passam a ocupar lados opostos de uma disputa que mistura interesses políticos, dinheiro e poder.

Quem aparece na 2ª temporada da série?

Hyun Bin interpreta Baek Ki-tae, um personagem que precisa equilibrar a carreira dentro da KCIA com os negócios clandestinos que mantém longe dos olhos das autoridades. Jung Woo-sung vive Jang Geon-young, que transforma a investigação contra o agente em uma missão pessoal.

O elenco também conta com Woo Do-hwan (Cães de Caça, O Rei: Monarca Eterno) como Baek Ki-hyeon, irmão mais novo de Ki-tae e oficial formado pela Academia Militar da Coreia.

Cho Yeo-jeong (Parasita, A Concubina) interpreta Bae Geum-ji, dona de uma casa de luxo frequentada por figuras influentes. Já Seo Eun-soo (Missing: The Other Side) vive Oh Ye-jin, uma detetive que trabalha ao lado de Geon-young.

A produção ainda reúne Jung Sung-il (A Lição) como Cheon Seok-joong, chefe do Serviço de Segurança Presidencial; Lily Franky (Shoplifters, Assunto de Família) no papel de Osamu Ikeda, líder da Yakuza; e Park Yong-woo (The Phone) como Hwang Guk-pyeong, chefe da filial de Busan da KCIA.

Onde Made in Korea foi gravada?

A equipe passou por diferentes países para recriar a Coreia do Sul dos anos 1970. Kobe, no Japão, foi uma das principais locações usadas para representar a antiga Busan. A cidade ainda preserva áreas urbanas e regiões portuárias que ajudaram a produção a chegar mais perto do visual daquele período.

As gravações também passaram pela Tailândia, com cenas realizadas em locais de Kanchanaburi e Chonburi. A produção utilizou espaços como a Rua Sangchuto e o Túnel 3D, em Kanchanaburi, além da Praia de Sattahip e uma área da Base Naval da Marinha Real Tailandesa, em Chonburi.

Jack Kesy fala pela primeira vez sobre o fracasso de Hellboy e o Homem Torto: “Faltou espaço, mas sigo em paz”

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Cena do filme Hellboy e o Homem Torto. Foto: Divulgação/ Imagem Filmes

Após meses de silêncio em torno do polêmico desempenho de Hellboy e o Homem Torto, o ator Jack Kesy, que assumiu o papel-título no quarto longa da franquia, finalmente se pronunciou sobre o fracasso do projeto. Em entrevista concedida ao canal de YouTube Jack Wielding, o ator adotou um tom honesto e direto, reconhecendo as limitações da produção e o que, segundo ele, poderia ter sido diferente.

O filme, lançado discretamente em 2023, arrecadou apenas US$ 2 milhões nas bilheteiras globais e sequer chegou aos cinemas dos Estados Unidos, sendo disponibilizado diretamente no streaming — uma estratégia que, para muitos, selou o destino do projeto antes mesmo de sua estreia. Ainda assim, Kesy não parece carregar mágoas.

“Foi uma experiência incrível, eu não trocaria por nada”, afirmou. “É uma pena como o filme foi tratado. Mal gerido, mal posicionado… todo esse processo. Mas quer saber? Que se dane, isso não é mais meu problema.”

Uma produção de potencial desperdiçado

Baseado no conto The Crooked Man, criado por Mike Mignola, o filme pretendia ser um reboot mais sombrio e fiel às raízes góticas de Hellboy, com ambientação no interior dos Estados Unidos nos anos 1950. A direção de Brian Taylor apostava em efeitos práticos, atmosfera folclórica e um tom mais contido em comparação aos longas anteriores. A promessa era resgatar o espírito original dos quadrinhos — e Kesy, com sua postura física e interpretação crua, parecia ser a peça certa para isso.

No entanto, segundo o próprio ator, o projeto não teve o suporte necessário para atingir seu potencial: “Acho que, se o filme tivesse tido um pouco mais de espaço e de recursos, poderíamos ter feito algo realmente especial. Mas tudo bem. Merd@ acontece”, disse, em um tom mais resignado do que revoltado.

Um Hellboy ainda à espera de redenção?

Com três versões do personagem nos cinemas em pouco mais de 20 anos, o desafio de reinventar Hellboy se tornou cada vez mais delicado. Depois do carisma irreverente de Ron Perlman e da tentativa sombria com David Harbour em 2019, a abordagem de Kesy foi mais contida e visceral — mas talvez tarde demais para reconquistar o público.

Mesmo assim, o ator não descarta uma nova chance de interpretar o herói: “Eu adoro o personagem. Se me chamarem de novo, volto com gosto. Hellboy tem muito mais a oferecer do que já foi mostrado.”

A fala revela mais do que um simples apego profissional. Há ali o entendimento de que, por trás da maquiagem e do inferno simbólico que cerca Hellboy, existe uma figura cheia de contradições, feridas e humanidade — algo que Kesy parece ter compreendido e carregado para a tela, mesmo com as limitações do projeto.

Onde assistir

Para quem quiser conferir a produção, o filme está disponível na aba da Telecine no Globoplay. Apesar das críticas e da falta de visibilidade, a produção oferece uma visão diferente e mais intimista do personagem — o que, para os fãs mais dedicados, pode ser motivo suficiente para dar uma chance.

Do caçador solitário à nova aposta da Netflix: Solo Leveling ganha versão live-action com astro de K-dramas

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Foto: Reprodução/ Internet

Um novo capítulo se abre no universo de Solo Leveling. A Netflix confirmou nesta quarta-feira (09) a produção de uma série live-action inspirada na web novel sul-coreana que conquistou milhões de leitores e espectadores ao redor do mundo. O projeto marca a transição da história — até agora explorada em páginas digitais e animações — para o formato de drama coreano com elenco real.

A adaptação, que já havia sido mencionada pela Kakao Entertainment, responsável pelos direitos da franquia, agora ganha corpo com a chegada ao catálogo da Netflix e escala Byeon Woo-seok como Sung Jin-Woo, protagonista da trama. O ator, conhecido por títulos como Adorável Corredora e Os Lucros do Amor, assume o papel de um jovem caçador inicialmente subestimado, que aos poucos revela uma força que desafia as regras do próprio mundo.

Entre sombras, evolução e escolha

Na história, Jin-Woo é o elo mais fraco de uma sociedade dividida entre caçadores e monstros. Quando sobrevive a um massacre dentro de uma masmorra, é recrutado por um misterioso sistema que o transforma em algo novo — e perigoso. A trama, carregada de tensão e transformação, reflete sobre poder, sacrifício e os limites do próprio corpo em troca de força.

Ao trazer essa jornada para o formato live-action, a Netflix aposta não apenas na popularidade da obra original, mas na força narrativa de uma mitologia contemporânea que mistura fantasia sombria e crítica social. A produção promete unir efeitos visuais de alto nível a um enredo introspectivo, marcado por escolhas difíceis e evolução solitária.

O que se sabe até agora

Até o momento, não há informações sobre data de estreia ou início das filmagens. A Netflix sinalizou que mais detalhes serão revelados em breve. Enquanto isso, o anime de Solo Leveling segue disponível na Crunchyroll, e o mangá continua sendo publicado no Brasil pela Panini.

A Última Ceia chega aos cinemas na semana da Páscoa e aposta em um olhar humano sobre os últimos momentos de Jesus

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O cinema religioso ganha um novo capítulo com A Última Ceia, filme que chega aos cinemas brasileiros no dia 2 de abril, em plena semana da Páscoa. A escolha da data não é apenas simbólica, mas também afetiva: o longa convida o público a revisitar um dos momentos mais conhecidos da história cristã a partir de um olhar mais próximo, sensível e profundamente humano. Dirigido por Mauro Borrelli e distribuído pela Imagem Filmes, o projeto se afasta do espetáculo grandioso para apostar na emoção silenciosa que antecede a tragédia.

Em vez de narrar milagres ou grandes acontecimentos, A Última Ceia se concentra nos instantes finais antes da prisão de Jesus. É nesse intervalo, marcado por presságios e despedidas não ditas, que o filme encontra sua força. A famosa ceia deixa de ser apenas um marco religioso e passa a ser retratada como um encontro entre pessoas que compartilham fé, dúvidas, medos e afetos, conscientes — ou não — de que aquela seria a última vez juntos.

No papel de Jesus, Jamie Ward entrega uma atuação contida e delicada. Seu Cristo não é distante nem idealizado, mas alguém que sente o peso do que está por vir. O olhar cansado, os silêncios prolongados e os gestos simples ajudam a construir uma figura mais próxima do espectador, que observa não apenas o líder espiritual, mas o homem diante de um destino inevitável. Essa escolha torna a experiência mais emocional, especialmente para quem já conhece o desfecho da história.

A direção de Mauro Borrelli acompanha esse tom intimista com cuidado. Com experiência no departamento de arte de produções como Piratas do Caribe, Star Wars: Os Últimos Jedi e Os Oito Odiados, o cineasta demonstra domínio visual, mas evita excessos. Cada enquadramento parece pensado para valorizar as expressões, os olhares e as tensões à mesa. A ceia é filmada como um espaço de comunhão, mas também de ruptura, onde pequenos gestos carregam grandes significados.

Os discípulos, muitas vezes retratados de forma homogênea em outras produções, aqui ganham nuances. São homens comuns, atravessados por inseguranças, expectativas e conflitos internos. Essa humanização torna a traição de Judas ainda mais dolorosa, não apenas por seu peso histórico, mas pelo impacto emocional que causa dentro daquele grupo. O roteiro aposta nessa proximidade para reforçar a dramaticidade dos acontecimentos.

O elenco de apoio contribui para esse clima de tensão crescente. Robert Knepper, James Oliver Wheatley e Charlie MacGechan ajudam a construir relações críveis e cheias de subtexto, nas quais o espectador percebe que algo está prestes a se romper. Não há pressa em conduzir a narrativa; o filme permite que os sentimentos se acumulem, criando uma atmosfera densa e contemplativa.

O caráter espiritual da obra é reforçado pela produção executiva do cantor cristão Chris Tomlin, conhecido mundialmente por suas canções de louvor. Sua presença no projeto garante um cuidado especial com a mensagem transmitida, sem transformar o filme em um discurso religioso fechado. A proposta é dialogar tanto com o público de fé quanto com quem busca uma história humana, carregada de significado e emoção.

A recepção internacional indica que essa abordagem encontrou eco no público. A Última Ceia alcançou 80% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, resultado que reflete a boa aceitação da narrativa mais intimista. Muitos elogios destacam justamente a sensibilidade do filme ao revisitar uma história amplamente conhecida sem recorrer a exageros.

Tecnicamente, o longa também se destaca. A fotografia de Vladislav Opelyants trabalha luz e sombra de forma simbólica, criando imagens que evocam espiritualidade e silêncio. Já a trilha sonora de Leo Z acompanha o ritmo emocional da história com discrição, reforçando momentos de reflexão e tensão sem se sobrepor às cenas.

Resenha – A Farmácia Noturna transforma pequenas dores em uma história de acolhimento e mistério

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Nem toda dor precisa de um diagnóstico, e nem todo remédio vem em uma embalagem. Em A Farmácia Noturna, de Ko Hyewon, o que começa como uma história sobre um estabelecimento peculiar nas madrugadas de Seul se transforma em uma reflexão sobre solidão, recomeços e a importância de encontrar alguém disposto a nos ouvir.

O grande diferencial da obra está na maneira como a autora constrói um espaço de acolhimento em meio à agitação da vida urbana. Sob o comando de Boho, uma farmacêutica de poucas palavras e personalidade reservada, a farmácia funciona como um refúgio para pessoas que carregam feridas invisíveis. Cada personagem que atravessa sua porta traz consigo um problema diferente, mas todos compartilham algo em comum: a necessidade de encontrar uma pausa em meio ao caos.

E é justamente nessa proposta que o livro conquista o leitor. Ao apresentar personagens que enfrentam a insônia, a pressão profissional e o desgaste físico e emocional, Ko Hyewon aproxima a narrativa de situações reconhecíveis. Afinal, quem nunca precisou de um momento para respirar ou sentiu que estava carregando mais responsabilidades do que conseguia suportar?

A protagonista Boho também merece destaque. Sua postura inicialmente distante esconde uma história marcada por acontecimentos dolorosos e promessas que ajudam a explicar sua dedicação à farmácia. Aos poucos, o passado da personagem ganha espaço, acrescentando novas camadas à trama e mostrando que até mesmo quem oferece conforto aos outros pode carregar as próprias cicatrizes.

Outro aspecto interessante é a combinação entre a ficção de cura e o suspense policial. A chegada de um adolescente em fuga, acompanhado de segredos que despertam o interesse de criminosos, altera o ritmo da narrativa e coloca em risco a tranquilidade daquele pequeno refúgio. Essa mudança impede que a história permaneça apenas contemplativa e acrescenta uma dose de tensão que desperta a curiosidade sobre os acontecimentos seguintes.

Essa mistura de gêneros é um dos elementos mais promissores do livro. De um lado, temos momentos de sensibilidade e introspecção; do outro, uma investigação que movimenta a trama e conecta personagens aparentemente distantes. O resultado é uma história que busca equilibrar o conforto emocional com o desejo de descobrir o que está escondido por trás dos acontecimentos.

Entretanto, o que realmente sustenta a proposta de A Farmácia Noturna não é apenas o mistério, mas a ideia de que o acolhimento pode surgir nos lugares mais inesperados. Boho não resolve magicamente todos os problemas de quem procura sua ajuda, mas oferece algo igualmente significativo: atenção, orientação e a oportunidade de fazer uma pausa.

Essa mensagem ganha força em uma sociedade que frequentemente transforma produtividade em obrigação e descanso em motivo de culpa. A noção de yeoyu, apresentada na obra como uma pausa ou um respiro, funciona como um convite para reconhecer os próprios limites. É uma ideia simples, mas que encontra espaço para reflexão ao longo da leitura.

A edição brasileira também chama a atenção pela ilustração de capa assinada pela artista coreano-brasileira Ing Lee, que acrescenta um atrativo visual à publicação e reforça o interesse pela obra.

No conjunto, A Farmácia Noturna se apresenta como uma leitura para quem procura uma história que combine emoção, personagens marcados por experiências difíceis e um mistério capaz de movimentar a narrativa. Sua proposta vai além do simples conforto, explorando como as dores individuais podem aproximar pessoas que, à primeira vista, não teriam nada em comum.

Mais do que oferecer respostas prontas, o livro convida o leitor a olhar com um pouco mais de cuidado para si mesmo e para aqueles que encontra pelo caminho. Afinal, algumas pessoas não precisam que alguém resolva todos os seus problemas. Às vezes, precisam apenas de um lugar seguro para descansar antes de enfrentar o dia seguinte.

The Boys | Quem morre? Final da série destrói Capitão Pátria e encerra jornada brutal de Billy Bruto

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A última temporada de The Boys transforma o universo da série em um cenário de guerra total. Depois de anos manipulando governos, mídia e a própria população, Capitão Pátria finalmente alcança o poder absoluto que sempre quis. Mais do que o líder dos Sete, ele passa a ser tratado como uma figura quase religiosa por milhões de seguidores, enquanto a Vought amplia sua influência política sobre os Estados Unidos.

Tentando abalar essa imagem, Annie January divulga publicamente o vídeo do Voo 37, expondo novamente um dos maiores crimes escondidos pelo herói. O vazamento cria uma crise imediata, mas a reação da Vought é rápida. Irmã Sage assume o controle da narrativa ao lado de Ashley Barrett e transforma os Boys em inimigos oficiais do novo regime apoiado pelo Capitão Pátria.

Ao mesmo tempo, Hughie, Leitinho e Francês acabam capturados e enviados para um campo de detenção usado para eliminar opositores. Tudo faz parte de uma armadilha para atrair Billy Bruto, que organiza uma missão de resgate ao lado de Annie e Kimiko. A operação rapidamente vira um massacre quando o Capitão Pátria aparece pessoalmente para impedir a fuga. Hughie quase é morto diante do grupo, mas Trem-Bala decide enfrentar o antigo líder dos Sete para salvá-lo.

A escolha funciona como o último ato de redenção do velocista, mas também assina sua sentença de morte. Pouco depois da fuga, Trem-Bala é perseguido e assassinado brutalmente pelo Capitão Pátria, deixando claro que o personagem já não pretende esconder sua violência diante de ninguém.

Como o vírus muda completamente a guerra?

Depois do resgate, os Boys passam a concentrar todos os esforços no vírus capaz de matar supers permanentemente. O agente biológico rapidamente se transforma na única arma realmente eficiente contra o Capitão Pátria, mas Billy Bruto começa a enxergar o vírus como algo maior: uma solução definitiva para exterminar todos os supers existentes.

Enquanto os Boys tentam concluir a arma, o Capitão Pátria desperta Soldier Boy em busca de apoio e também de acesso ao V1, uma variante rara do Composto V ligada à imortalidade. A parceria entre os dois nunca funciona completamente. Soldier Boy percebe rapidamente que o líder dos Sete ultrapassou qualquer limite psicológico possível, enquanto o próprio Capitão Pátria mergulha cada vez mais em um delírio de superioridade divina.

No meio desse caos, Ryan se torna uma das peças centrais da temporada. O garoto vive dividido entre a influência manipuladora do pai biológico e a relação extremamente desgastada com Billy Bruto. Quando descobre toda a verdade sobre o estupro de Becca, Ryan confronta o Capitão Pátria em uma das cenas mais pesadas da série. O encontro termina com o herói espancando brutalmente o próprio filho, deixando claro que já não existe qualquer traço de humanidade dentro dele.

Quem morre na temporada final?

A reta final praticamente elimina vários personagens importantes da série. Profundo recebe um dos finais mais irônicos da produção. Depois de enfrentar Annie em uma praia, ele é lançado ao mar e acaba atacado pelos próprios animais marinhos após o desastre ambiental provocado pela Vought.

Oh Father também não sobrevive. Durante a invasão dos Boys à Casa Branca, Leitinho consegue neutralizá-lo antes de explodir sua cabeça em pleno confronto.

Mas a morte mais dolorosa da temporada acaba sendo a de Francês. Quando o Capitão Pátria invade a base dos Boys, Frenchie se sacrifica para impedir que o herói encontre Kimiko e Sage. O plano funciona, mas o personagem acaba mortalmente ferido e morre nos braços de Kimiko em uma despedida silenciosa e devastadora.

Firecracker, Noir, Bombsight e diversos supers secundários também acabam mortos conforme a guerra entre humanos e supers sai completamente do controle.

Como acontece a morte do Capitão Pátria?

O confronto definitivo acontece dentro da Casa Branca enquanto o Capitão Pátria faz um discurso televisionado tentando consolidar sua imagem como “salvador” da América. Com milhões de pessoas assistindo à transmissão, os Boys aproveitam o momento para invadir o local e iniciar o ataque final.

Enquanto Annie enfrenta o Profundo e Hughie ajuda Leitinho contra Oh Father, Billy Bruto, Kimiko e Ryan partem diretamente para cima do Capitão Pátria. A luta muda completamente quando Kimiko consegue reproduzir parte do efeito criado por Soldier Boy e remove os poderes do herói.

Pela primeira vez em toda a série, o Capitão Pátria demonstra medo real.

Sem poderes, ele perde completamente a postura arrogante e tenta desesperadamente negociar pela própria vida. O personagem oferece dinheiro, controle da Vought e qualquer coisa que possa convencer Billy Bruto a poupá-lo.

Billy, porém, não demonstra qualquer compaixão.

Diante das câmeras que continuam transmitindo tudo para o país inteiro, ele mata o Capitão Pátria brutalmente usando o tradicional pé de cabra, encerrando anos de obsessão por vingança.

Como termina a história de Billy Bruto?

Mesmo depois de finalmente derrotar o Capitão Pátria, Butcher não consegue encontrar paz. Ryan deixa claro que não quer qualquer relação com ele, enxergando Billy como alguém igualmente consumido pela violência. Pouco depois, Bruto encontra seu cachorro Terror morto e mergulha de vez em um colapso emocional.

Convencido de que os supers continuarão sendo uma ameaça permanente, Billy decide liberar o vírus dentro da Torre Vought e exterminar todos os sobreviventes com Composto V. Hughie tenta impedir o amigo e os dois acabam discutindo violentamente dentro da antiga sala dos Sete.

No momento decisivo, Billy hesita ao enxergar em Hughie a imagem de seu irmão Lenny. Mas Hughie entende que Butcher jamais conseguirá abandonar completamente o ciclo de destruição que guiou sua vida inteira. Para impedir o genocídio, ele atira em Billy Bruto.

A morte do personagem encerra a trajetória de um homem consumido pela culpa, pela raiva e pela obsessão em destruir o Capitão Pátria, mesmo que isso significasse destruir a si próprio no processo.

Como a série termina?

Com a queda definitiva do Capitão Pátria, Stan Edgar reassume o controle da Vought enquanto Ashley perde todo o poder político acumulado durante o caos da temporada. Leitinho tenta reconstruir sua vida familiar, Kimiko decide deixar os Estados Unidos após a morte de Francês e Ryan finalmente se afasta da influência da Vought.

Já Hughie e Annie encerram a série tentando viver algo próximo da normalidade pela primeira vez. Os dois se preparam para o nascimento da filha enquanto o mundo tenta sobreviver aos estragos deixados pela guerra entre humanos e supers.

O Monstro em Mim é renovada pela Netflix para a 2ª temporada; Claire Danes está de volta

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A Netflix decidiu continuar O Monstro em Mim. A produção, que chegou ao catálogo inicialmente como minissérie, foi renovada para a 2ª temporada, segundo informações da Variety. Claire Danes retorna como Aggie Wiggs e também continua como produtora executiva.

Lançada em 13 de novembro de 2025, a série colocou Danes e Matthew Rhys no centro de um suspense psicológico sobre uma escritora em luto e seu novo vizinho, um empresário cercado por suspeitas envolvendo o desaparecimento da primeira esposa. Ainda não há informações sobre a quantidade de episódios, início das filmagens ou data de estreia do novo ano.

Quem é Aggie Wiggs, personagem de Claire Danes?

Aggie é uma escritora que tenta voltar a produzir depois da morte do filho. A rotina muda quando Nile Jarvis (Matthew Rhys) se muda para a casa ao lado, em Oyster Bay, Long Island, acompanhado da segunda esposa, Nina Jarvis (Brittany Snow).

Nile pertence a uma família poderosa do mercado imobiliário e carrega um passado complicado. Sua primeira esposa desapareceu e ele passou a ser associado ao caso, embora a história nunca tenha sido completamente esclarecida. Para Aggie, o mistério parece o material perfeito para seu próximo livro. O problema é que a pesquisa começa a aproximá-la demais de Nile e de sua família.

A escritora passa a investigar o vizinho ao mesmo tempo em que tenta entender até onde pode ir com aquela história sem colocar a própria vida no meio. A série trabalha nessa linha entre curiosidade profissional e obsessão pessoal. Natalie Morales também integra o elenco como Shelley Morris, ex-mulher de Aggie e uma das pessoas mais próximas da protagonista.

Matthew Rhys vai retornar como Nile Jarvis?

Por enquanto, a Netflix confirmou apenas Claire Danes entre os retornos da nova temporada. A Variety não informou se Matthew Rhys voltará como Nile ou quais outros integrantes do elenco original estarão no segundo ano.

A dúvida pesa porque Nile foi um dos pilares da primeira temporada. Dependendo do caminho escolhido pelos roteiristas, a continuação pode manter os acontecimentos anteriores como ponto de partida ou levar Aggie para um novo caso.

A série foi criada por Gabe Rotter, que também atua como produtor executivo. Jodie Foster e Conan O’Brien estão entre os produtores executivos da produção.

O que aconteceu na primeira temporada?

A primeira temporada acompanha Aggie enquanto ela tenta descobrir o que existe por trás da história de Nile. A mudança do empresário para a vizinhança chama sua atenção, principalmente por causa do desaparecimento de sua primeira esposa.

O que começa como pesquisa para um livro vai ficando pessoal. Aggie se aproxima de Nile, conhece melhor sua família e começa a questionar as versões que circulam sobre o desaparecimento. Ao mesmo tempo, precisa lidar com o próprio luto e com as dificuldades para retomar sua carreira.

A trama também acompanha a relação de Aggie com Shelley, interpretada por Natalie Morales, mostrando como a investigação interfere na vida que a escritora tenta reconstruir.

Por que a série ganhou uma segunda temporada?

A renovação muda o formato inicialmente associado à produção. O Monstro em Mim foi lançada como uma minissérie, mas a Netflix decidiu continuar a história depois dos acontecimentos do primeiro ano.

A produção também recebeu atenção durante a temporada de premiações. Claire Danes e Matthew Rhys foram indicados ao Globo de Ouro por seus trabalhos na série.

Agora, Aggie continuará no centro da história, mas ainda não se sabe se Nile permanecerá envolvido diretamente na trama ou se a personagem será colocada diante de um novo mistério. A Netflix ainda não revelou qual será o ponto de partida escolhido para os próximos episódios.

Saiba qual filme vai passar na Temperatura Máxima 07/04/2024

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Foto: Reprodução/ Internet

Prepare-se para uma experiência cinematográfica inesquecível neste domingo, com um convite especial para uma aventura épica na tela da Globo! No próximo dia 07, a partir das 13h35 no horário de Brasília, a Temperatura Máxima traz para você uma história repleta de ação e humor com o filme “Shazam!”.

Venha embarcar nesta jornada emocionante que narra a vida de Billy Batson, um garoto comum que se vê surpreendentemente escolhido por um enigmático mago para herdar seus incríveis poderes. Transformado no super-herói conhecido como Shazam, Billy enfrenta o desafio de controlar suas novas habilidades enquanto se depara com o temível vilão Dr. Thaddeus Sivana, em uma batalha emocionante pelo destino da cidade. Com um elenco incrível, onde destacam-se talentos como Jack Dylan Grazer, Asher Angel e Zachary Levi, e sob a direção habilidosa de David F. Sandberg, “Shazam!” promete proporcionar momentos de pura diversão e emoção para toda a família.

Curiosidades do filme

“Shazam!” é um filme de super-herói que mergulha nas raízes dos quadrinhos, trazendo à vida um dos personagens mais queridos da DC Comics. Originalmente conhecido como Capitão Marvel, o personagem foi criado por C.C. Beck e Bill Parker em 1939, desencadeando uma jornada de aventuras que atravessou décadas e múltiplas encarnações.

O filme é uma peça chave no Universo Estendido da DC (DCEU), um vasto panorama cinematográfico que reúne heróis icônicos como Batman, Superman, Mulher-Maravilha e Aquaman. No entanto, “Shazam!” se destaca por sua abordagem fresca e cômica, oferecendo uma reviravolta refrescante em um universo muitas vezes caracterizado por seu tom mais sombrio.

Dirigido por David F. Sandberg e baseado em histórias escritas por Geoff Johns, o filme segue a jornada de Billy Batson, um jovem órfão que adquire poderes incríveis ao pronunciar a palavra mágica “Shazam”. Transformando-se em um adulto superpoderoso, interpretado por Zachary Levi, Billy explora as possibilidades e responsabilidades de seu novo eu enquanto enfrenta o maligno Dr. Thaddeus Sivana, interpretado por Mark Strong.

Um dos aspectos mais cativantes do filme é seu elenco jovem e talentoso. Asher Angel dá vida a Billy Batson, enquanto Jack Dylan Grazer interpreta seu melhor amigo, Freddy Freeman. A química entre os membros do elenco adiciona uma camada extra de autenticidade e diversão à narrativa.

Além disso, o filme está repleto de referências e easter eggs para os fãs ávidos de quadrinhos. Desde sutis acenos ao vasto Universo DC até aparições especiais de personagens conhecidos, o filme oferece um verdadeiro deleite para os espectadores que estão atentos aos detalhes.

Após seu lançamento, “Shazam!” foi aclamado tanto pela crítica quanto pelo público, elogiado por sua abordagem refrescante e humor irreverente. Além do sucesso crítico, o filme também foi um sucesso moderado de bilheteria, solidificando seu lugar no cânone do DCEU.

Horário de exibição

Não deixe escapar esta oportunidade de se maravilhar com essa produção cinematográfica de qualidade, que traz à tona valores como amizade, coragem e a descoberta do verdadeiro heroísmo. Sintonize na Globo e permita-se ser envolvido por essa incrível história de superação e aventura que irá cativar todos os públicos!

Jurassic World: Recomeço consagra Scarlett Johansson como estrela mais rentável de Hollywood

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Foto: Reprodução/ Internet

A nova era jurássica começou com força total — e não apenas nas bilheteiras. O lançamento de Jurassic World: Recomeço não só levou milhões aos cinemas como também coroou Scarlett Johansson como a atriz mais lucrativa da história de Hollywood, um feito que une espetáculo visual e impacto de carreira em um mesmo pacote.

🌍 Um mundo inóspito e três criaturas lendárias

Sob a direção de Gareth Edwards (Rogue One) e roteiro assinado por David Koepp (Jurassic Park, Missão: Impossível), o novo longa se passa cinco anos após os eventos de Domínio. O planeta mudou drasticamente, e os poucos dinossauros sobreviventes agora habitam zonas tropicais isoladas, onde o clima remete à era em que eles dominavam a Terra.

É nesse ambiente hostil que uma equipe destemida embarca em uma missão de alto risco: coletar amostras de DNA das três criaturas mais colossais do planeta — do céu, da terra e do mar. O objetivo? Desenvolver um medicamento capaz de salvar incontáveis vidas humanas. Mas a jornada logo se transforma em uma corrida contra o tempo, enfrentando forças da natureza que não se curvam a protocolos ou tecnologias.

⭐ Johansson quebra recorde e entra para a história

O sucesso do filme também consolidou um feito histórico. Segundo dados da bilheteria norte-americana, Scarlett Johansson atingiu a marca de US$ 14,8 bilhões arrecadados em toda sua carreira cinematográfica, superando ninguém menos que Samuel L. Jackson (US$ 14,6 bilhões), seu antigo colega de universo Marvel.

A nova marca é resultado não só da força do lançamento jurássico, mas também da trajetória da atriz em blockbusters de peso, como a franquia Vingadores, Homem de Ferro 2, História de um Casamento, entre outros. Com Recomeço ainda em exibição nos cinemas e projeções indicando uma arrecadação global que pode se aproximar do bilhão, Johansson pode ampliar ainda mais essa liderança histórica.

🔬 Aventura, ciência e um novo ciclo

Mais do que uma sequência de ação, o filme se apresenta como um marco de transição na franquia derivada de Jurassic Park. Com Jonathan Bailey (Bridgerton) e Mahershala Ali (Moonlight, Green Book) completando o elenco principal, o novo capítulo mistura suspense, ficção científica e reflexão ecológica — trazendo de volta o fascínio por criaturas pré-históricas, agora envolvidas em um dilema biotecnológico que dialoga com o presente.

He-Man está de volta? Mestres do Universo ganha novos pôsteres e reacende a guerra por Eternia no cinema

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O universo de Mestres do Universo voltou ao centro das atenções após a divulgação de uma nova série de pôsteres do filme live-action previsto para 2026. A produção, agora sob o comando da Amazon MGM Studios, começa a ganhar contornos mais concretos depois de uma longa trajetória marcada por mudanças de estúdio, equipe criativa e direções artísticas diferentes.

Os materiais promocionais divulgados em formatos como ScreenX, D-Box, Dolby Cinema e 4DX chamam atenção pela atmosfera mais intensa e épica apresentada. Nas imagens, He-Man aparece em posição de confronto direto com o Esqueleto, enquanto outros personagens surgem reunidos em clima de aliança, sugerindo uma guerra decisiva pelo destino de Eternia.

Quem está por trás da nova versão do príncipe de Eternia no cinema?

O longa-metragem conta com a direção de Travis Knight, cineasta conhecido por equilibrar emoção e ação em produções de grande impacto visual. O roteiro reúne diferentes nomes da indústria, incluindo Chris Butler, Aaron e Adam Nee, além de David Callaham, que colaboram na construção dessa nova leitura do universo de Eternia.

O elenco também chama atenção pela diversidade de talentos. Nicholas Galitzine interpreta o Príncipe Adam/He-Man, assumindo a responsabilidade de dar uma nova identidade ao herói clássico. Ao seu lado, nomes como Camila Mendes e Alison Brie integram o núcleo principal da narrativa, enquanto James Purefoy, Morena Baccarin, Jóhannes Haukur Jóhannesson e Kristen Wiig completam o grupo de personagens humanos e místicos.

Por que a produção demorou tantos anos para sair do papel?

A história do novo filme é, por si só, quase tão extensa quanto a própria mitologia de Eternia. Desde o fim dos anos 2000, diferentes estúdios tentam encontrar a fórmula ideal para trazer He-Man de volta aos cinemas após a adaptação de 1987.

A Sony Pictures chegou a assumir o projeto em 2009, iniciando uma sequência de reescritas e mudanças criativas. Ao longo dos anos, diversos roteiristas e diretores foram associados à produção, mas o filme nunca conseguiu avançar de forma definitiva. Em vários momentos, o projeto parecia próximo de acontecer, mas acabava travado por diferenças criativas ou questões orçamentárias.

Até mesmo versões mais ambiciosas chegaram a ser discutidas, com ideias de transformar Eternia em um universo de escala épica comparável a grandes sagas de fantasia, o que acabou tornando o desenvolvimento ainda mais complexo e custoso.

O que mudou com a chegada da Netflix e depois da Amazon?

Em 2022, a Netflix assumiu o controle da adaptação, apostando em uma integração maior com suas produções animadas da franquia. Nesse período, o projeto ganhou nova forma, com Kyle Allen escalado como Herói de Eternia e os irmãos Nee assumindo a direção e o roteiro.

Apesar do avanço inicial, o filme acabou sendo cancelado em 2023, após dificuldades para equilibrar orçamento e ambição narrativa. O projeto já havia consumido investimentos significativos em desenvolvimento, o que levou a plataforma a encerrar sua participação.

Logo depois, a Amazon MGM Studios entrou em cena e reacendeu o projeto. Com isso, houve uma reestruturação completa: Travis Knight assumiu a direção e Nicholas Galitzine passou a interpretar o protagonista, reiniciando a construção do filme com uma nova visão criativa.

Qual é a proposta da nova história do Príncipe Adam?

A nova versão de Mestres do Universo pretende revisitar a jornada de Príncipe Adam com uma abordagem mais profunda e emocional. A trama acompanha o retorno do personagem a Eternia após anos afastado, quando ele descobre um reino devastado pelo domínio de Esqueleto.

A Espada do Poder continua sendo o elemento central da transformação em He-Man, mas a narrativa deve explorar com mais intensidade os conflitos internos do protagonista, incluindo o peso de seu destino e a responsabilidade de proteger seu mundo.

Com a ajuda de aliados como Teela e Mentor, Adam precisa enfrentar forças que ameaçam não apenas Eternia, mas toda a existência conhecida. A proposta é combinar fantasia clássica com uma narrativa mais moderna, ampliando o alcance emocional da história.

O que o futuro reserva para Eternia nos cinemas?

Com estreia prevista para 2026, o novo Mestres do Universo chega cercado de expectativas acumuladas ao longo de décadas. A franquia, que passou por inúmeros recomeços, finalmente parece encontrar um caminho mais estruturado para chegar às telas.

Os novos pôsteres reforçam a ideia de um projeto mais sólido e visualmente ambicioso, que busca equilibrar nostalgia e renovação. Ainda assim, o desafio permanece grande: transformar uma das propriedades mais icônicas dos anos 80 em uma experiência cinematográfica relevante para o público atual.