3 séries da Marvel que realmente valem a pena assistir e que mudam completamente a forma como você enxerga os heróis

A Marvel virou quase um universo paralelo dentro do streaming do Disney+, mas nem tudo o que leva o selo do estúdio entrega a mesma qualidade ou o mesmo tipo de experiência. Tem série que funciona melhor para quem gosta de ação mais crua, outras para quem curte ideias mais complexas como multiverso e viagem no tempo, e algumas que apostam em drama psicológico bem mais pesado do que o público costuma esperar de histórias de super-heróis.

Se a ideia é escolher algo que realmente vale o tempo investido, três produções acabam se destacando não só pela popularidade, mas pelo tipo de experiência que entregam. Demolidor, Loki e Cavaleiro da Lua funcionam como três formas completamente diferentes de enxergar o universo Marvel, e entender isso ajuda muito na hora de decidir o que assistir de acordo com o seu gosto.

Demolidor é a escolha mais certeira para quem quer uma história mais pé no chão e com consequências reais. A série acompanha Matt Murdock, um advogado que tenta manter uma vida normal durante o dia enquanto atua como vigilante à noite em Nova York. O que torna a série marcante não é só o fato de ele lutar contra o crime, mas o jeito como cada decisão pesa na vida dele e das pessoas ao redor. Nada ali é tratado como simples ou leve, porque a violência e os conflitos têm impacto direto na história. As cenas de ação são mais longas e intensas justamente para transmitir desgaste físico, e isso ajuda a reforçar a ideia de que ser herói naquele universo não é algo glamouroso.

Outro ponto importante para quem decide assistir Demolidor é entender que a série cresce com o tempo. Ela não depende de grandes revelações a cada episódio, mas sim de construção de personagens e de tensão constante. Wilson Fisk, o principal antagonista, não é apenas um vilão tradicional, mas alguém com uma visão própria de organização da cidade, o que cria conflitos mais interessantes do que simples batalhas entre bem e mal. Para quem busca algo mais maduro dentro da Marvel, essa série ainda é uma das opções mais consistentes.

Loki segue exatamente na direção oposta em termos de proposta. Aqui, a história não se prende ao mundo físico, mas sim a conceitos como tempo, realidade e identidade. A série começa quando uma versão alternativa de Loki é retirada da linha do tempo após os eventos de Vingadores Ultimato e passa a lidar com uma organização que controla a existência de todas as realidades possíveis. A partir disso, o que poderia ser apenas uma aventura vira uma discussão constante sobre escolhas e destino.

O ponto mais interessante de Loki é como ele transforma o próprio protagonista ao longo da história. Loki deixa de ser apenas o personagem impulsivo dos filmes e passa a ser alguém que começa a questionar quem ele é fora das versões que já existiram dele mesmo. Isso cria uma narrativa mais reflexiva, mas ainda acessível, já que tudo é apresentado dentro de uma estrutura de investigação e descoberta. Para quem gosta de histórias que brincam com lógica e multiverso sem perder o foco nos personagens, essa série é uma das mais importantes dentro do MCU recente.

Cavaleiro da Lua é provavelmente a mais diferente entre as três, porque aposta em um tipo de narrativa mais psicológico e menos conectado ao resto do universo Marvel. A história acompanha Marc Spector, um homem com transtorno dissociativo de identidade que compartilha o próprio corpo com outras personalidades. Isso faz com que a série tenha momentos em que a própria percepção do público é colocada em dúvida, já que nem sempre fica claro quem está no controle ou o que é real dentro da história.

Esse aspecto é o que mais define a experiência da série. Em vez de focar apenas na ação, Cavaleiro da Lua trabalha com confusão, instabilidade e conflitos internos constantes. A presença da mitologia egípcia e da entidade Khonshu adiciona mais uma camada ao personagem, já que ele não está apenas lidando com suas próprias identidades, mas também com forças externas que influenciam suas ações. O resultado é uma série que funciona quase como um thriller psicológico com elementos sobrenaturais, ideal para quem quer algo mais fechado e diferente do padrão tradicional da Marvel.

Sydney Sweeney vai protagonizar nova adaptação de Hollow em projeto que revisita o mito do Cavaleiro Sem Cabeça a partir de um romance inédito

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Sydney Sweeney (A Empregada, Euphoria, The White Lotus) foi confirmada como protagonista de Hollow, novo filme baseado em uma releitura do universo de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, conto de Washington Irving publicado originalmente em 1820 na coletânea The Sketch Book of Geoffrey Crayon, Gent.. O projeto está em desenvolvimento inicial e tem estreia prevista para o outono de 2027. As informações são do Deadline.

A história original de Irving é considerada uma das bases da literatura norte-americana do século XIX. Escrita enquanto o autor vivia em Birmingham, na Inglaterra, ela ajudou a consolidar um tipo de narrativa que mistura folclore, humor e suspense em cenários rurais dos Estados Unidos. Ao lado de Rip Van Winkle, o conto segue como uma das obras mais conhecidas desse período e ainda é constantemente adaptado para cinema, TV e teatro.

A trama se passa por volta de 1790 na região de Tarrytown, em Nova York, conhecida na obra como Sleepy Hollow. O protagonista é Ichabod Crane, um professor de Connecticut descrito como supersticioso e facilmente influenciado por histórias de assombração. Ele chega à cidade e acaba envolvido em uma disputa amorosa com Abraham “Brom Bones” Van Brunt pela atenção de Katrina Van Tassel, filha de um fazendeiro rico da região.

O ponto mais conhecido da história acontece quando Ichabod deixa uma festa na casa dos Van Tassel e encontra o Cavaleiro Sem Cabeça. A figura é descrita como o espírito de um soldado hessiano que teria perdido a cabeça durante a Revolução Americana. Segundo a lenda, ele vaga pela região todas as noites em busca do próprio crânio.

Depois desse encontro, Ichabod desaparece sem explicação. Katrina se casa com Brom Bones, e a cidade fica dividida entre versões diferentes do que realmente aconteceu. O conto nunca confirma se o Cavaleiro é um fenômeno sobrenatural ou uma encenação planejada por Brom para assustar o rival, o que mantém o mistério aberto até hoje e é um dos principais motivos da popularidade duradoura da história.

Em Hollow, a ideia não é apenas recontar esse enredo clássico, mas expandir esse universo a partir de um novo romance escrito por Lindsey Anderson Beer. A autora também será responsável pela direção e pelo roteiro do filme. Ela estreou no cinema com Pet Sematary: Bloodlines (2023) e agora assume um projeto que mistura literatura clássica com uma nova história ainda inédita.

Sydney não apenas interpreta a protagonista, mas também participa da produção por meio da sua empresa Honey Trap. O filme também conta com a LuckyChap na produção, o que indica uma estrutura criativa com maior controle autoral em comparação com adaptações tradicionais de estúdio.

A Putnam, selo da Penguin Random House, adquiriu antecipadamente os direitos do romance antes mesmo de ele ser levado a leilão. Isso significa que o livro que dá origem ao filme ainda não foi publicado, o que coloca Hollow em um grupo de adaptações que nascem junto com o próprio material literário. Os direitos de adaptação devem ser negociados com estúdios nas próximas etapas do desenvolvimento.

Na prática, isso também ajuda a explicar por que ainda há poucos detalhes sobre a história do filme. O que se sabe até agora é apenas o ponto de partida: o universo de Sleepy Hollow e o mito do Cavaleiro Sem Cabeça. A forma como esse material será reinterpretado a partir do novo romance ainda não foi revelada.

Todo Mundo em Pânico retorna aos cinemas com forte projeção de bilheteria e entra em disputa direta com o sucesso de terror Backrooms da A24

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A franquia Todo Mundo em Pânico 6 está oficialmente de volta aos cinemas e chega cercada de expectativas altas para seu desempenho nas bilheterias norte-americanas. O novo filme, distribuído pela Paramount e Miramax, deve estrear em cerca de 3.400 salas nos Estados Unidos e Canadá com projeções que variam entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões no primeiro fim de semana. Caso alcance o topo dessas estimativas, a produção pode superar o melhor resultado histórico da franquia, anteriormente registrado por Todo Mundo em Pânico 4, que arrecadou US$ 49,7 milhões. As informações são da Variety.

A estreia ganha ainda mais atenção por acontecer em meio a uma disputa direta com Backrooms, produção da A24 que vem chamando forte atenção do público e ganhando espaço nas bilheterias recentes. Os dois filmes chegam ao mesmo fim de semana, mas com propostas totalmente diferentes, o que deve dividir a atenção do público entre quem busca humor escrachado e quem prefere uma experiência de tensão construída de forma mais lenta e constante.

Todo Mundo em Pânico 6 mantém a fórmula que marcou a franquia desde o início dos anos 2000. O novo filme volta a apostar em paródias de grandes títulos do terror e da cultura pop, transformando cenas conhecidas do público em situações exageradas e cheias de reviravoltas cômicas. O humor continua sendo o eixo central, com piadas rápidas, situações absurdas e uma sequência de referências que mudam de direção o tempo todo.

Um dos principais destaques desta fase é o retorno de Anna Faris e Regina Hall, que voltam a interpretar personagens importantes da franquia. A presença delas reforça a ligação com os filmes anteriores e ajuda a criar um ponto de continuidade para quem acompanha a saga desde os primeiros lançamentos.

Outro elemento importante é o retorno da equipe criativa ligada à família Wayans, responsável pela construção do estilo que definiu a identidade da franquia. Essa volta indica uma tentativa clara de recuperar o tom mais livre e direto dos primeiros filmes, que misturavam sátira, referências pop e humor físico em ritmo acelerado.

A estrutura do novo longa segue o padrão já conhecido pelo público. Em vez de uma narrativa linear mais rígida, o filme aposta em sequências de situações que parodiam diferentes produções de terror, conectando referências atuais com clássicos do gênero. O foco não está em complexidade narrativa, mas em transformar elementos reconhecíveis do cinema em material para o humor.

O desempenho nas bilheterias será um teste importante para medir se esse tipo de comédia ainda encontra espaço no cinema atual. A força da nostalgia pode ajudar na estreia, mas o resultado também vai indicar se o público mais jovem se conecta com esse formato ou se prefere outras abordagens do gênero.

Do outro lado, Backrooms, da A24, segue como o principal concorrente da estreia. O filme aposta em uma construção de tensão baseada em espaços vazios, silêncio prolongado e sensação constante de desorientação, o que cria uma experiência completamente diferente da proposta de Todo Mundo em Pânico 6. Essa diferença coloca os dois títulos em uma disputa direta por públicos com expectativas opostas.

Tulsa King pode ganhar quinta temporada enquanto Paramount+ expande universo da série e estuda mudanças na produção para Nova York

A série Tulsa King, estrelada por Sylvester Stallone, já está em fase de movimentações internas para uma possível quinta temporada no Paramount+. De acordo com informações apuradas pela Variety, a produção estaria adiantando parte do desenvolvimento, incluindo a formação de uma equipe de roteiristas, mesmo antes da renovação oficial ser anunciada. Outro ponto em discussão é uma possível mudança de local de filmagem, saindo de Atlanta e passando para Nova York.

Criada por Taylor Sheridan, a série acompanha Dwight “The General” Manfredi, um mafioso veterano de Nova York interpretado por Stallone que, após sair da prisão, é enviado para Tulsa, em Oklahoma. A partir daí, ele tenta reconstruir sua vida criminal em um ambiente totalmente diferente, precisando se adaptar a regras e dinâmicas fora do universo tradicional da máfia.

Desde a estreia, a proposta da série chamou atenção justamente por esse contraste. Em vez de repetir o cenário clássico de histórias mafiosas em grandes centros urbanos, Tulsa King desloca seu protagonista para uma cidade menor, o que cria situações de adaptação, conflito cultural e construção de poder praticamente do zero. Esse deslocamento é um dos elementos centrais que sustentam a narrativa.

Ao longo das temporadas, a série foi ampliando sua estrutura e o número de personagens ao redor de Dwight. O protagonista passa a recrutar aliados locais, formar novos negócios ilegais e enfrentar grupos rivais que disputam território. Esse crescimento constante ajudou a transformar a produção em uma narrativa mais extensa, com múltiplas frentes de conflito.

A série também passou por ajustes importantes nos bastidores desde sua estreia. Mudanças na equipe criativa e na condução das temporadas influenciaram o ritmo e o desenvolvimento da história, algo comum em produções que crescem rapidamente dentro do catálogo de streaming. Mesmo assim, o núcleo central da narrativa foi mantido em torno de Dwight e sua ascensão no submundo de Tulsa.

Outro fator relevante é o desempenho do elenco. Além de Stallone no papel principal, a série conta com nomes como Andrea Savage, Martin Starr, Jay Will e Max Casella, que ajudam a construir o universo ao redor do protagonista. Cada personagem contribui para expandir o alcance da história, seja no lado criminal, pessoal ou nas relações de poder.

O sucesso de Tulsa King também se reflete na audiência. A série se tornou um dos títulos mais assistidos do Paramount+, ajudando a fortalecer a plataforma no competitivo mercado de streaming. A recepção crítica é dividida, mas costuma destacar a presença de Stallone como um dos principais pontos de interesse da produção.

Agora, com a possibilidade de uma quinta temporada, o foco está na expansão do universo. Entre os planos discutidos, a mudança de produção para Nova York chama atenção por aproximar a série de um cenário tradicionalmente ligado a histórias de máfia. Isso pode alterar o tom visual e narrativo da produção, trazendo uma ambientação mais urbana e próxima da origem do personagem principal.

Mesmo sem confirmação oficial, o fato de roteiristas já estarem sendo organizados indica que o desenvolvimento da nova temporada está em estágio avançado. Esse tipo de movimentação costuma acontecer quando a plataforma já trabalha com alta probabilidade de renovação.

Crítica – Mestres do Universo é uma aventura de fantasia competente, mas excessivamente presa à nostalgia e à fórmula clássica do herói escolhido

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Dirigido por Travis Knight, Mestres do Universo traz Nicholas Galitzine no papel do Príncipe Adam / He-Man e reúne um elenco de peso que ajuda a sustentar a ambição da produção. Jared Leto interpreta o Esqueleto, principal antagonista da história, enquanto Idris Elba surge como Mentor. O filme ainda conta com Camila Mendes e Morena Baccarin em papéis importantes dentro da narrativa, reforçando o investimento em nomes conhecidos para dar nova vida ao universo de Eternia.

A história segue uma estrutura bastante familiar para quem já viu outras grandes aventuras de fantasia. Depois de ver seu reino ameaçado por forças do mal, o jovem Príncipe Adam é afastado de seu destino e cresce longe de Eternia. Anos depois, já adulto, ele precisa retornar para enfrentar o inimigo que marcou sua origem, entender seu verdadeiro papel e assumir a responsabilidade de proteger aquilo que foi perdido. É uma jornada clássica de descoberta e amadurecimento, centrada na ideia do herói que precisa aceitar quem realmente é.

Apesar de trabalhar com uma fórmula conhecida, o filme não tenta esconder isso. Pelo contrário, ele parece abraçar essa simplicidade narrativa como parte de sua identidade. Em vez de reinventar completamente a mitologia, a produção aposta em uma aventura direta, com ritmo constante, cenas de ação bem distribuídas e um tom que mistura momentos mais sérios com um leve senso de humor.

Um dos pontos mais interessantes está justamente no equilíbrio entre nostalgia e atualização. O longa traz referências ao desenho original de forma pontual, funcionando como um aceno para quem cresceu com a franquia, sem depender disso para se sustentar. Esses elementos aparecem ao longo da narrativa como parte natural do mundo de Eternia, o que ajuda a criar uma conexão emocional com o público mais antigo.

Ao mesmo tempo, o filme se preocupa em ser acessível para quem está conhecendo esse universo pela primeira vez. A apresentação dos personagens é clara, as motivações são bem estabelecidas e o mundo é construído de forma gradual, sem exigir conhecimento prévio da franquia. Isso permite que a história funcione tanto como uma adaptação quanto como um ponto de entrada para novos espectadores.

No aspecto visual, Mestres do Universo entrega aquilo que promete: um grande espetáculo de fantasia. Eternia é retratada com cenários amplos, criaturas fantásticas e uma direção de arte que busca reforçar a escala épica da história. As cenas de batalha têm ritmo intenso e são pensadas para causar impacto, explorando bem o potencial visual do universo criado.

Entenda as cenas pós-créditos de Mestres do Universo e o que elas revelam sobre o futuro da franquia de He-Man

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O novo Mestres do Universo já está em cartaz nos cinemas brasileiros e marca mais uma tentativa de levar o universo de Eternia para o live-action. Dirigido por Travis Knight, o filme adapta a clássica franquia da Mattel e aposta em uma narrativa que mistura fantasia, ação e elementos nostálgicos do desenho animado dos anos 1980. O elenco reúne nomes como Nicholas Galitzine como o Príncipe Adam e He-Man, além de Camila Mendes, Alison Brie, Idris Elba e Jared Leto.

Assim como em grandes produções recentes, o filme não encerra sua história apenas com o fim da trama principal. Ele apresenta três cenas pós-créditos que funcionam como gancho para possíveis continuações e expansões do universo. Cada uma delas traz pistas diferentes sobre o futuro da franquia e ajuda a entender o que pode vir a seguir.

A primeira cena pós-créditos traz um momento mais leve e nostálgico. Nela, Orko assume a narração em um formato que lembra diretamente o estilo dos episódios da animação original. Ele aparece comentando os acontecimentos da história como se estivesse apresentando um episódio de série, reforçando a ideia de continuidade e de aventuras que seguem em formato quase episódico.

Essa cena funciona como um aceno direto aos fãs antigos e também como uma forma de reforçar o tom mais divertido e fantasioso do universo, equilibrando o peso dos eventos do filme com a leveza que marcou a franquia no passado.

A segunda cena pós-créditos muda completamente o clima e apresenta um ambiente sombrio e devastado. Nesse cenário surge She-Ra, em uma aparição breve, mas cheia de significado.

Sem explicações detalhadas, a cena sugere que a personagem será importante em futuras histórias e indica a expansão do universo além de Eternia. O estado de destruição do ambiente levanta a possibilidade de uma ameaça maior ainda não revelada, o que amplia as possibilidades narrativas da franquia para os próximos filmes.

A terceira e última cena pós-créditos é a mais impactante. Após a aparente derrota de Skeletor no final do filme, a cena mostra que sua presença ainda não desapareceu completamente.

Em um momento final, a Sorceress of Castle Grayskull surge em posse de algo ligado ao vilão, enquanto a risada de Skeletor volta a ser ouvida. Isso indica que ele pode não ter sido totalmente destruído, deixando aberta a possibilidade de seu retorno em uma continuação.

As três cenas funcionam como peças de construção para o futuro da franquia. A primeira reforça o tom clássico e nostálgico, a segunda abre espaço para a expansão do universo com novos personagens e ameaças, e a terceira confirma que o conflito central ainda não terminou.

Sessão da Tarde exibe nesta quarta (3) o emocionante drama romântico Enquanto Estivermos Juntos, baseado em uma história real

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A Sessão da Tarde desta quarta, 3 de junho, exibe Enquanto Estivermos Juntos, drama romântico inspirado na história real do cantor cristão Jeremy Camp e de sua primeira esposa, Melissa Henning-Camp. Lançado em 2020, o longa acompanha o relacionamento do casal desde o primeiro encontro até os desafios enfrentados após Melissa ser diagnosticada com câncer de ovário pouco antes do casamento.

Mesmo diante do prognóstico difícil, Jeremy e Melissa decidem seguir em frente com seus planos e oficializar a união. A partir desse momento, o filme acompanha a maneira como o casal enfrenta as mudanças impostas pela doença, mostrando os impactos da situação não apenas em suas vidas, mas também em suas famílias e em seus projetos para o futuro.

Baseada nas memórias escritas por Jeremy Camp, a produção retrata um período que marcou profundamente a vida do músico. Melissa faleceu em fevereiro de 2001, apenas quatro meses e meio após o casamento. A experiência acabou influenciando diretamente sua trajetória artística e inspirou diversas composições, incluindo a canção “I Still Believe”, que dá nome original ao filme. (Via: AdoroCinema)

Além da história de amor, o longa também apresenta os primeiros passos da carreira de Jeremy Camp, mostrando como ele começou a se destacar no cenário da música cristã contemporânea nos Estados Unidos. Essa combinação entre drama biográfico e trajetória profissional ajuda a contextualizar a importância do cantor para o público do gênero e o impacto dos acontecimentos retratados em sua obra.

O elenco é liderado por KJ Apa, conhecido pela série Riverdale, em uma atuação mais dramática do que a vista em seus trabalhos mais populares. Britt Robertson interpreta Melissa, enquanto Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump, vive Tom Camp, pai de Jeremy. A cantora Shania Twain completa o núcleo familiar como Terry Camp, mãe do protagonista.

Dirigido pelos irmãos Andrew e Jon Erwin, responsáveis por produções como Eu Só Posso Imaginar, o filme se destaca por abordar uma história real sem se concentrar apenas na doença que afeta a protagonista. O roteiro dedica espaço ao relacionamento do casal, às decisões tomadas diante das dificuldades e às transformações vividas por Jeremy durante um dos períodos mais importantes de sua vida.

Com pouco mais de duas horas de duração, Enquanto Estivermos Juntos combina romance, drama e elementos biográficos para contar uma história marcada por escolhas difíceis, perdas e recomeços. Para quem acompanha a Sessão da Tarde, a produção oferece uma narrativa baseada em fatos reais que vai além do romance convencional, explorando acontecimentos que influenciaram a vida pessoal e a carreira de um dos artistas mais conhecidos da música cristã contemporânea.

Tom Holland destaca papel de Zendaya nos bastidores do Homem-Aranha e revela impacto da atriz na nova fase da franquia

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Tom Holland revelou que Zendaya teve participação importante em discussões criativas durante as gravações de Homem-Aranha: Um Novo Dia, próximo filme do herói produzido pela Marvel Studios e pela Sony Pictures. Durante participação no podcast Good Hang, apresentado por Amy Poehler, o ator contou que a confiança construída ao longo dos anos permitiu que ambos avaliassem cenas do longa com total sinceridade, algo que considera raro em produções dessa escala. As informações são da Variety.

Segundo Holland, uma das sequências do filme acabou sendo reavaliada depois que ele e Zendaya chegaram à mesma conclusão sobre o resultado que estava sendo obtido em cena. O ator explicou que a proximidade profissional desenvolvida desde Homem-Aranha: De Volta ao Lar tornou possível uma troca mais direta de opiniões durante as filmagens.

A declaração oferece um olhar pouco comum sobre os bastidores de uma das principais produções da Marvel em desenvolvimento. Embora atores não sejam responsáveis pelas decisões finais de roteiro ou direção, a experiência acumulada ao longo de quatro filmes permitiu que Holland e Zendaya se tornassem vozes relevantes dentro do processo criativo.

O relato também ajuda a compreender a dimensão da parceria construída pelos dois ao longo dos últimos anos. Ao comentar sua relação com a atriz, Holland afirmou que ela se tornou uma presença fundamental em seu trabalho, especialmente em produções que envolvem cronogramas extensos, grande exposição pública e altas expectativas comerciais.

As declarações chegam em um momento decisivo para a franquia do Homem-Aranha. Homem-Aranha: Um Novo Dia será o primeiro filme a explorar as consequências do desfecho de Sem Volta para Casa, que encerrou a trilogia anterior transformando completamente a realidade de Peter Parker.

Após o feitiço realizado por Doutor Estranho apagar sua existência da memória de todas as pessoas, Peter passou a viver sem o reconhecimento daqueles que formavam seu círculo mais próximo. O novo filme parte justamente desse cenário, acompanhando um protagonista que precisa reconstruir sua vida enquanto continua assumindo a responsabilidade de proteger Nova York.

A mudança representa uma ruptura importante em relação aos capítulos anteriores. Durante boa parte da trilogia, Peter contou com o apoio de amigos, mentores e aliados ligados ao Universo Cinematográfico Marvel. Agora, a narrativa passa a acompanhar um personagem mais isolado, obrigado a lidar sozinho com as consequências de suas escolhas.

A direção ficará a cargo de Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. A expectativa é que o cineasta conduza uma história mais centrada nos conflitos pessoais de Peter Parker, explorando uma etapa de amadurecimento que ficou apenas sugerida no final do filme anterior.

Além de Tom, Zendaya e Jacob Batalon, o elenco contará com Sadie Sink, Jon Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo. A presença desses nomes indica uma ampliação do universo ao redor do protagonista, embora os detalhes da trama continuem sendo mantidos sob sigilo.

O projeto também marca uma nova fase para o próprio personagem dentro do MCU. Se os filmes anteriores mostraram a formação do jovem herói e sua ligação com figuras como Tony Stark, a próxima produção parece interessada em explorar um Peter Parker mais independente, responsável por definir sozinho os rumos de sua trajetória.

Nesse contexto, as declarações de Holland ganham relevância por revelarem parte do trabalho que acontece longe das câmeras. Mais do que uma parceira de elenco, Zendaya aparece como alguém cuja opinião contribui para a construção de cenas e personagens em uma franquia que se prepara para iniciar um novo capítulo nos cinemas.

Backrooms: Um Não-Lugar faz história nos cinemas com US$ 100 milhões em seis dias e recorde absoluto para a A24

Backrooms: Um Não-Lugar arrecadou mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos após apenas seis dias em cartaz e estabeleceu um novo recorde para a A24, tornando-se a produção de maior arrecadação doméstica já lançada pela distribuidora. O resultado também coloca o longa entre os títulos de terror de melhor desempenho comercial de 2026. As informações são da Variety.

Dirigido por Kane Parsons e roteirizado por Will Soodik, o filme leva para os cinemas o universo apresentado na série de vídeos criada por Parsons e inspirada na creepypasta The Backrooms. A história surgiu a partir de uma imagem compartilhada em fóruns da internet e ganhou popularidade ao apresentar a ideia de uma dimensão formada por corredores vazios, salas aparentemente intermináveis e espaços que desafiam a lógica do mundo real.

A narrativa começa em 1990, quando pesquisadores do Instituto Async analisam imagens recuperadas de uma expedição liderada por Naren Warne. Durante a missão, o cientista desaparece após entrar em uma estrutura extradimensional conhecida como Backrooms. A gravação mostra ambientes labirínticos e registra a presença de entidades ainda não identificadas pela equipe responsável pelo projeto.

Décadas depois, a trama acompanha Clark, personagem de Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão e Doutor Estranho). Proprietário de uma loja de móveis, ele passa a investigar uma sequência de falhas elétricas que afetam o funcionamento do estabelecimento. A busca pela origem do problema o leva a encontrar uma passagem escondida atrás de uma parede do prédio.

Ao atravessar a abertura, Clark chega aos Backrooms. O local é composto por corredores iluminados por lâmpadas fluorescentes, salas vazias, estruturas repetitivas e ambientes que não seguem padrões arquitetônicos convencionais. Durante a exploração, ele encontra indícios da passagem de Naren Warne e percebe que outras formas de vida habitam a dimensão.

Depois de retornar ao mundo real, Clark relata a descoberta à terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo). Sem conseguir convencê-la sobre a existência da dimensão, ele organiza uma nova incursão ao local acompanhado da funcionária Kat e de Bobby, namorado da jovem.

A segunda expedição termina em desastre. Os integrantes do grupo se separam ao atravessar diferentes áreas dos Backrooms e passam a enfrentar entidades que circulam pelos corredores da dimensão. O desaparecimento de Clark leva Mary a iniciar uma investigação própria para descobrir o que aconteceu.

A busca conduz a terapeuta até os arquivos do Instituto Async e, posteriormente, aos próprios Backrooms. Conforme avança pela dimensão, ela descobre que o local reage à presença humana ao reproduzir memórias, ambientes familiares e eventos ligados ao passado de quem entra ali. Essas manifestações assumem formas distorcidas e tornam ainda mais difícil distinguir realidade e projeção psicológica.

Mary também descobre que o Instituto Async mantém estudos sobre o fenômeno há décadas. Os pesquisadores acreditam que os Backrooms representam uma realidade paralela acessível por falhas espaciais específicas. Os registros da organização apontam ainda que a permanência prolongada no local pode afetar a percepção temporal, alterar lembranças e provocar mudanças na identidade dos indivíduos expostos ao ambiente.

Além de Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, o elenco inclui Mark Duplass (The Morning Show e Creep), que interpreta Phil, um dos pesquisadores ligados ao Instituto Async. O filme também conta com Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking), Avan Jogia (Zumbilândia: Atire Duas Vezes) e Krista Kosonen (Beforeigners).

Lucky | Anya Taylor-Joy enfrenta fantasmas do passado e o submundo do crime em nova série de suspense da Apple TV+

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A Apple TV+ divulgou o trailer completo de Lucky, minissérie de suspense criminal estrelada por Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha, Furiosa: Uma Saga Mad Max e A Bruxa). Baseada no romance homônimo de Marissa Stapley, publicado em 2021, a produção estreia mundialmente em 15 de julho de 2026. Abaixo, confira o vídeo:

A trama acompanha Lucky Armstrong, uma mulher que passou anos tentando construir uma nova vida longe de um passado ligado ao crime. Quando acontecimentos inesperados a colocam novamente em contato com pessoas e segredos que acreditava ter deixado para trás, ela é forçada a enfrentar antigas conexões com o submundo criminoso para proteger seu futuro.

As primeiras imagens revelam uma narrativa centrada em perseguições, investigações e conflitos familiares, enquanto a protagonista tenta escapar das consequências de escolhas feitas anos antes. O trailer também destaca a presença de diferentes grupos interessados em encontrá-la, sugerindo uma disputa que envolve tanto interesses pessoais quanto atividades criminosas.

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Annette Bening (Nyad, Beleza Americana e Os Delírios de Consumo de Becky Bloom) interpreta Priscilla Matheson, uma influente figura ligada à máfia. Já Timothy Olyphant (Justified, Deadwood e Santa Clarita Diet) vive John Armstrong, pai da protagonista.

A investigação dos acontecimentos fica a cargo da agente Billie Rand, interpretada por Aunjanue Ellis-Taylor (King Richard: Criando Campeãs, Lovecraft Country e A Cor Púrpura). A personagem aparece no trailer acompanhando pistas que a aproximam dos eventos centrais da história.

A adaptação foi criada por Jonathan Tropper (Banshee, Warrior e See), que divide a função de showrunner com Cassie Pappas (Silo e Griselda). A direção está a cargo de Jonathan Van Tulleken (Shōgun, Top Boy e The Changeling).

A produção executiva reúne ainda Reese Witherspoon (Big Little Lies, The Morning Show e Legalmente Loira) e Lauren Neustadter, pela Hello Sunshine. Anya Taylor-Joy também participa da série como produtora executiva por meio de sua produtora Ladykiller.

Além do elenco principal, a minissérie conta com participações de Drew Starkey (Outer Banks e Queer), Clifton Collins Jr. (Nightmare Alley e Westworld), Mo McRae (The First Purge e Big Little Lies), William Fichtner (Prison Break e Falcão Negro em Perigo) e Eric Lange (Narcos e Perry Mason).

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