Garota Infernal 2 pode começar a ser filmado ainda este ano, e sequência finalmente ganha novos sinais de vida

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Depois de anos circulando apenas em entrevistas e especulações, Garota Infernal 2 voltou a ganhar força nos bastidores de Hollywood. Segundo o World of Reel, a revista Production Weekly passou a listar a sequência com previsão de início das filmagens para outubro, um dos indícios de que a produção está avançando.

O estúdio ainda não confirmou a informação, mas a inclusão do projeto na publicação costuma indicar que os preparativos para as gravações já estão em andamento.

Quem está por trás da continuação?

A sequência reúne novamente dois dos principais nomes do filme original. A roteirista Diablo Cody, vencedora do Oscar por Juno, já confirmou que está escrevendo o novo roteiro, enquanto Karyn Kusama (O Convite, Destroyer) retorna à direção.

A história ainda não foi revelada, mas Kusama afirmou que pretende manter a combinação de terror e humor ácido que fez o longa de 2009 ganhar uma segunda vida anos depois de sua estreia.

Megan Fox e Amanda Seyfried voltam ao elenco?

Nenhuma das atrizes foi oficialmente anunciada, mas as duas já manifestaram interesse em retornar.

Amanda Seyfried (Mamma Mia!, The Dropout) disse em entrevistas que gostaria de interpretar Needy novamente, desde que Megan Fox (Transformers, Até que a Morte Nos Separe) também participe da produção. Fox também comentou mais de uma vez que gostaria de revisitar Jennifer Check, personagem que acabou se tornando um dos papéis mais lembrados de sua carreira.

Por que Garota Infernal mudou de status ao longo dos anos?

Lançado em 2009, Garota Infernal não encontrou o público esperado nos cinemas. A campanha de divulgação priorizou a imagem de Megan Fox e deixou em segundo plano o roteiro de Diablo Cody, que discutia amizade, abuso, manipulação e relações de poder por meio do terror.

Com a chegada do streaming, o filme passou a ser descoberto por um novo público. Aos poucos, ganhou espaço em listas de produções cult e virou referência quando o assunto é a reavaliação de obras que tiveram uma recepção muito diferente da que recebem hoje.

O que conta o primeiro filme?

A história acompanha Jennifer Check, uma estudante popular que sobrevive a um ritual satânico e retorna possuída por uma entidade demoníaca. Enquanto passa a matar colegas da escola para se manter viva, sua melhor amiga, Needy Lesnicki, tenta entender o que aconteceu e impedir que outras pessoas sejam atacadas.

Além de Megan Fox e Amanda Seyfried, o elenco reúne Adam Brody (The O.C.), Johnny Simmons (As Vantagens de Ser Invisível) e J.K. Simmons (Whiplash, Homem-Aranha).

Sessão de Sábado (18) exibe Três Verões, filme em que Regina Casé olha para quem sempre sobra quando os ricos desaparecem

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Foto: Reprodução/ Internet

Durante anos, Madá conhece cada canto da casa onde trabalha. Sabe quais quartos precisam ser preparados antes da chegada dos convidados, quais funcionários resolvem os problemas mais rápido e até o horário em que os patrões gostam de servir o café. Enquanto a família aproveita as férias em uma mansão à beira-mar, é ela quem mantém tudo funcionando.

É dessa rotina aparentemente comum que nasce Três Verões, filme escolhido pela Sessão de Sábado para este sábado, 18 de julho. Dirigido por Sandra Kogut (Campo Grande, Mutum), o longa parte de uma história doméstica para mostrar como um escândalo financeiro atravessa a vida de pessoas que nunca participaram dele.

O que muda quando a casa deixa de receber convidados?

Todos os finais de ano seguem o mesmo ritual. A mansão enche de familiares, amigos e festas. Madá trabalha sem parar, mas alimenta um plano que existe há muito tempo: juntar dinheiro para comprar um terreno e abrir o próprio negócio.

Ela acredita estar perto disso quando aceita um empréstimo oferecido pelo patrão. Só que, antes que consiga colocar os planos em prática, Edgar passa a ser investigado por corrupção. A prisão desmonta a vida da família e arrasta junto empregados, fornecedores e gente que dependia daquele dinheiro para viver.

O filme nunca transforma esse acontecimento em espetáculo. O interesse está nas pequenas consequências. O salário que atrasa. A promessa que deixa de ser cumprida. A casa que vai ficando vazia. Aos poucos, o cenário luxuoso perde o brilho, enquanto Madá tenta descobrir como seguir em frente.

Regina Casé faz de Madá uma personagem impossível de ignorar

Madá poderia ser apenas mais uma empregada retratada pelo cinema brasileiro, mas Regina Casé encontra um caminho muito mais interessante. Ela interpreta uma mulher que observa tudo, entende rapidamente o ambiente em que está e aprendeu, ao longo da vida, que reclamar resolve bem menos do que agir.

Ela ri, improvisa, insiste e, quando percebe que ninguém vai resolver seus problemas, começa a encontrar saídas por conta própria. Não existe discurso de superação nem cenas construídas para arrancar aplausos. O filme prefere mostrar uma personagem que continua andando mesmo quando o chão muda de lugar.

Ao redor dela estão Otávio Müller (Tapas & Beijos, Os Normais), Gisele Fróes (Sob Pressão), Jéssica Ellen (Amor de Mãe, Arcanjo Renegado), Rogério Fróes (Meu Nome Não é Johnny) e Edmilson Barros (Bacurau, Aquarius).

Por que a história continua atual?

Embora dialogue com um período bastante específico da história recente do Brasil, Três Verões não depende desse contexto para funcionar. O centro da história nunca está nas manchetes ou nos processos judiciais. Está nas pessoas que seguem trabalhando enquanto outras desaparecem deixando contas, dívidas e promessas pelo caminho.

Sandra Kogut observa esse universo sem transformar ninguém em herói ou vilão absoluto. Em vez de respostas prontas, prefere acompanhar personagens tentando reorganizar a própria vida quando aquilo que parecia estável deixa de existir.

É justamente por isso que Três Verões continua encontrando público anos depois do lançamento. O filme fala sobre dinheiro, poder e desigualdade, mas sempre a partir de quem normalmente aparece apenas ao fundo dessas histórias.

Matt Damon foge do óbvio em filme pouco conhecido que a Super Tela exibe neste sábado, 18 de julho, na Record TV

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Fonte: Slow Pony/Divulgação

Quem conhece Matt Damon pelos filmes da franquia Bourne ou pelas grandes produções de Hollywood pode se surpreender com Stillwater – Em Busca da Verdade, atração da Super Tela deste sábado (18). Aqui, não há agente secreto, missões internacionais ou perseguições coreografadas. O ator interpreta um homem comum, acostumado ao trabalho pesado, que se vê diante de um problema impossível de resolver apenas com força de vontade.

O filme parte de uma premissa simples, mas constrói uma história que vai muito além de descobrir quem cometeu um crime. Aos poucos, a investigação abre espaço para temas como culpa, distância entre pais e filhos, diferenças culturais e o peso das escolhas feitas ao longo da vida. É justamente essa abordagem que transformou Stillwater em um dos trabalhos mais elogiados da carreira recente de Damon.

Por que Bill decide atravessar o oceano?

Bill Baker vive em Stillwater, pequena cidade do estado de Oklahoma, onde trabalha em plataformas de petróleo e leva uma rotina marcada pela simplicidade. Sua vida muda completamente quando recebe a notícia de que Allison, sua filha, está presa em Marselha, na França, acusada de assassinar uma colega de faculdade durante um intercâmbio.

Sem confiar que a Justiça conseguiu esclarecer o caso, Bill embarca para a Europa disposto a ajudá-la. O problema aparece logo nos primeiros dias. Ele descobre que praticamente todas as tentativas de defesa já foram feitas e que a possibilidade de uma reviravolta parece cada vez menor.

Mesmo assim, decide permanecer em Marselha. Sozinho, sem dominar o idioma e sem conhecer as regras locais, começa uma busca por respostas que rapidamente deixa de depender apenas dos tribunais.

O que faz o filme seguir um caminho diferente?

Quem espera um suspense policial tradicional pode estranhar o ritmo escolhido pelo diretor Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados, O Visitante). A investigação continua presente durante toda a narrativa, mas nunca ocupa completamente o centro da história.

O roteiro prefere acompanhar a transformação de Bill. Conforme os dias passam, ele precisa aprender a viver em um país completamente diferente daquele em que cresceu. Pequenas tarefas, como pedir informações ou resolver questões burocráticas, tornam-se obstáculos constantes.

Nesse processo ele conhece Virginie, interpretada por Camille Cottin (Casa Gucci, Killing Eve), uma atriz francesa que acaba oferecendo ajuda quando percebe as dificuldades enfrentadas pelo americano. Ao lado da filha dela, Maya, Bill encontra uma rotina inesperada que passa a mudar sua maneira de enxergar a própria vida.

Sem perceber, aquele homem que chegou à França apenas para tentar libertar Allison começa também a reconstruir partes de si mesmo.

Matt Damon entrega uma atuação distante dos seus personagens mais conhecidos

Grande parte da força de Stillwater está na interpretação de Matt Damon. Em vez do protagonista sempre preparado para qualquer situação, o ator vive alguém que frequentemente demonstra insegurança e dificuldade para lidar com o ambiente ao redor.

Bill fala pouco, observa muito e carrega arrependimentos que nunca são explicados de maneira didática. O filme confia na expressão do personagem e permite que o público descubra suas fragilidades aos poucos, sem recorrer a longos discursos.

Ao lado dele, Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine, Zumbilândia) interpreta Allison, personagem que aparece em momentos decisivos da história e ajuda a revelar uma relação familiar marcada por erros, ausências e tentativas de reaproximação.

A história foi inspirada em um caso famoso?

Durante o lançamento, muita gente associou Stillwater ao caso envolvendo Amanda Knox, estudante norte-americana presa na Itália após ser acusada de matar uma colega de apartamento. As semelhanças chamaram atenção e geraram debates, principalmente porque a própria Knox criticou publicamente a produção.

Apesar disso, o diretor Tom McCarthy afirmou que o longa não pretende reproduzir aquele episódio específico. A investigação serve apenas como ponto de partida para uma história interessada em discutir relações familiares, responsabilidade e a maneira como as pessoas mudam quando são colocadas diante de situações extremas.

Por isso, o foco nunca está apenas em descobrir quem é culpado, mas em observar como cada personagem reage às consequências daquele crime.

Vale a pena assistir na Super Tela?

Mesmo sem apostar em grandes cenas de ação, Stillwater – Em Busca da Verdade consegue prender a atenção justamente porque evita soluções fáceis. O suspense existe, mas divide espaço com um drama que trabalha seus personagens com calma e deixa o público montar o quebra-cabeça junto com Bill.

Outro ponto forte é a ambientação em Marselha. A cidade não funciona apenas como pano de fundo. Suas ruas, bairros e diferenças culturais influenciam diretamente as decisões do protagonista e ajudam a reforçar a sensação de deslocamento vivida por ele durante toda a narrativa.

Mortal Kombat 2 chega à HBO Max! Quando assistir ao novo filme e o que esperar da batalha contra Shao Kahn

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A espera acabou para quem estava aguardando a chegada de Mortal Kombat 2 ao streaming. A sequência do filme lançado em 2021 estreia no catálogo da HBO Max nesta sexta-feira, 24 de julho, levando novamente para as telas a disputa entre os guerreiros do Plano Terreno e os perigos vindos da Exoterra.

O novo capítulo continua a história apresentada no longa anterior, mas aumenta a escala da batalha ao colocar alguns dos personagens mais conhecidos dos videogames no centro da trama. A principal novidade é a chegada de Johnny Cage, um dos nomes mais populares da franquia, interpretado por Karl Urban (The Boys, Dredd).

Desta vez, a produção deixa de apenas preparar o terreno para o personagem e coloca Johnny diretamente no conflito. O ator vive um astro de filmes de ação que precisa provar que é mais do que apenas uma celebridade. Ao lado dos antigos campeões, ele terá que enfrentar ameaças que ultrapassam qualquer roteiro de cinema.

Qual é a história do filme?

Após os acontecimentos do primeiro filme, os guerreiros da Terra precisam lidar com uma nova ameaça. O imperador Shao Kahn, um dos maiores vilões da franquia nos jogos, surge como o principal inimigo e coloca em risco o equilíbrio entre os mundos.

A história acompanha a preparação para um novo torneio Mortal Kombat, no qual os representantes do Plano Terreno terão que enfrentar os combatentes da Exoterra. O problema é que os adversários estão mais fortes, as alianças são menos confiáveis e nem todos os personagens estão lutando pelo mesmo objetivo.

O filme também explora melhor personagens que já fazem parte da mitologia da franquia, como Kitana, Jade, Noob Saibot, Quan Chi e Sindel. A presença desses nomes aproxima ainda mais a produção dos elementos que fizeram os jogos se tornarem conhecidos mundialmente.

Além das batalhas, a sequência também trabalha conflitos pessoais. Johnny Cage precisa encontrar seu espaço entre guerreiros experientes, enquanto personagens como Liu Kang, Sonya Blade e Jax continuam enfrentando as consequências das escolhas feitas no primeiro filme.

Johnny Cage finalmente aparece no filme?

Sim. Um dos maiores pedidos dos fãs desde o lançamento do filme de 2021 era a participação de Johnny Cage, que foi apenas citado no final da produção anterior.

Agora interpretado por Karl Urban, o personagem assume uma posição importante na história. Nos jogos, Johnny é conhecido pelo humor, pela personalidade exagerada e pela mistura de confiança e insegurança, características que ajudaram a transformar o personagem em um dos favoritos da franquia.

A chegada dele também muda a dinâmica do grupo principal. Diferente dos outros lutadores, Johnny não possui uma origem ligada diretamente ao torneio ou às forças sobrenaturais, o que cria uma nova perspectiva dentro da equipe.

Quem está no elenco?

A sequência mantém boa parte do elenco do primeiro filme. Jessica McNamee retorna como Sonya Blade, Ludi Lin volta como Liu Kang, Mehcad Brooks interpreta novamente Jax Briggs, Josh Lawson retorna como Kano e Lewis Tan continua no papel de Cole Young.

Também estão de volta Max Huang como Kung Lao, Chin Han como Shang Tsung, Tadanobu Asano como Raiden, Joe Taslim como Bi-Han/Noob Saibot e Hiroyuki Sanada como Hanzo Hasashi/Scorpion.

Entre os novos nomes estão Adeline Rudolph como Kitana, Tati Gabrielle como Jade, Martyn Ford como Shao Kahn e Damon Herriman como Quan Chi.

A direção novamente fica por conta de Simon McQuoid, que comandou o filme de 2021. O roteiro foi escrito por Jeremy Slater, conhecido pelo trabalho na série Cavaleiro da Lua, da Marvel.

O filme ficou mais próximo dos videogames?

Uma das principais expectativas em torno de Mortal Kombat 2 era justamente ver a franquia trazendo mais elementos conhecidos pelos jogadores. O primeiro filme foi bem recebido por apostar em personagens clássicos, cenas de luta violentas e referências aos jogos, mas também recebeu críticas por algumas escolhas na adaptação.

A sequência amplia esse universo ao apresentar figuras que fazem parte da história original dos games. A presença de Shao Kahn, Kitana e outros personagens importantes indica uma aproximação maior com a mitologia construída ao longo de décadas.

Outro ponto de destaque é a expansão dos confrontos. O filme aumenta o número de guerreiros envolvidos e trabalha com diferentes reinos, algo que sempre foi uma das marcas da franquia nos videogames.

Cine Aventura exibe De Volta à Ilha da Imaginação neste sábado (18); Veja do que trata o filme e por que ele divide opiniões desde o lançamento

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O Cine Aventura deste sábado, 18 de julho, exibe De Volta à Ilha da Imaginação, produção australiana de 2013 que dá continuidade à história apresentada em A Ilha da Imaginação, lançado cinco anos antes.

Diferentemente do primeiro longa, estrelado por Abigail Breslin, a sequência coloca Bindi Irwin no papel de Nim e apresenta uma nova fase da personagem. A mudança de protagonista foi uma das decisões que mais chamaram a atenção na época do lançamento e ajudou a diferenciar os dois filmes, tanto pela proposta quanto pelo público ao qual a sequência foi direcionada.

Na história, Nim continua vivendo em uma ilha isolada, cercada pela natureza e pelos animais que aprendeu a proteger desde a infância. O lugar, que representa seu lar e sua principal conexão com o mundo, passa a ser alvo de empresários interessados em transformar a região em um empreendimento turístico. Ao mesmo tempo, caçadores chegam à ilha colocando em risco o equilíbrio do ecossistema local. (Via: AdoroCinema)

Sem poder enfrentar essa ameaça sozinha, Nim conhece Edmund (Toby Wallace), um garoto que foge da cidade e encontra na ilha um refúgio inesperado. A convivência entre os dois muda o rumo da história. Enquanto aprendem a confiar um no outro, precisam impedir que pessoas de fora destruam o ambiente onde vivem.

Ao contrário de muitas aventuras voltadas ao público infantojuvenil, o conflito principal não gira em torno de um tesouro escondido ou de um grande vilão. O roteiro concentra boa parte da narrativa na preservação da natureza e na relação dos protagonistas com o espaço onde vivem. A ilha deixa de ser apenas cenário e passa a funcionar como o elemento que motiva todas as decisões dos personagens.

Essa abordagem faz do filme uma opção voltada principalmente para crianças e famílias. Embora existam momentos de tensão, perseguições e tentativas de impedir os planos dos invasores, a produção evita cenas de violência e mantém um ritmo mais tranquilo durante quase toda a duração.

O elenco é liderado por Bindi Irwin (Free Willy: Escape from Pirate’s Cove), filha do ambientalista Steve Irwin. Antes de seguir carreira como apresentadora e defensora da vida selvagem, ela já participava de programas voltados à conservação ambiental ao lado da família. Em De Volta à Ilha da Imaginação, essa ligação com a natureza acaba se refletindo também na protagonista.

Ao lado dela está Toby Wallace (Babyteeth, The Bikeriders), que interpreta Edmund, e Matthew Lillard (Scooby-Doo, Pânico), vivendo Jack Rusoe. O elenco também conta com John Waters (Offspring, Wentworth) como Booker, personagem responsável por parte dos conflitos da trama.

A direção é assinada por Brendan Maher (Anzac Girls, The Doctor Blake Mysteries), enquanto o roteiro ficou a cargo de Ray Boseley, que também escreveu o primeiro filme, em parceria com Cathy Randall.

Apesar de retomar o universo apresentado em A Ilha da Imaginação, a sequência foi produzida com um orçamento menor e lançada diretamente para televisão e mercado de vídeo em diversos países. Essa decisão acabou influenciando a recepção da obra, principalmente entre quem esperava uma continuação com a mesma escala da produção original.

Na época do lançamento, um dos pontos mais comentados foi justamente a troca de elenco. Abigail Breslin, que interpretou Nim no primeiro longa, não retornou para a sequência. Em seu lugar, Bindi Irwin assumiu a protagonista, dando à personagem uma interpretação diferente daquela vista em 2008.

Outro aspecto frequentemente citado por quem assistiu ao filme foi sua proposta mais voltada ao público infantil. Enquanto o primeiro longa equilibrava aventura, fantasia e momentos de humor para diferentes faixas etárias, De Volta à Ilha da Imaginação aposta em uma narrativa mais simples, concentrando seus esforços na amizade entre Nim e Edmund e na mensagem de preservação ambiental.

Isso não significa, porém, que seja necessário conhecer o filme original para acompanhar a história. A sequência apresenta rapidamente quem é Nim, explica sua relação com a ilha e constrói um conflito próprio. Dessa forma, quem assistir ao longa pela primeira vez conseguirá acompanhar a trama sem dificuldade.

Para quem gosta de aventuras ambientadas em paisagens naturais, o filme também chama atenção pelas locações. Grande parte da narrativa se passa em praias, florestas e áreas preservadas, elementos que ajudam a reforçar a ideia de isolamento vivida pela protagonista e o motivo pelo qual ela faz de tudo para impedir que o local seja explorado.

O fim está chegando! Netflix revela trailer da parte final de Cem Anos de Solidão e mostra o destino de Macondo

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Foto: Reprodução/ Internet

Depois de adaptar uma das obras mais importantes da literatura latino-americana, a Netflix está pronta para encerrar a história da família Buendía. A plataforma divulgou nesta sexta-feira (17) o trailer da segunda e última parte de Cem Anos de Solidão, que estreia em 5 de agosto.

As novas imagens mostram que Macondo já não é mais a mesma. A cidade muda com a chegada do progresso, as relações entre os integrantes da família ficam cada vez mais tensas e acontecimentos do passado continuam influenciando o destino das novas gerações. O trailer também antecipa que a antiga maldição dos Buendía finalmente chegará ao seu desfecho.

A série adapta o romance publicado por Gabriel García Márquez em 1967 e acompanha diferentes gerações da família desde a fundação de Macondo. Ao longo da história, a narrativa mistura acontecimentos históricos, conflitos familiares e elementos do realismo mágico, característica que transformou o livro em um dos maiores clássicos da literatura mundial.

Produzida inteiramente na Colômbia, a série foi gravada em regiões como La Guajira, Magdalena, Cesar, Cundinamarca e Tolima. Para recriar Macondo, a equipe construiu diferentes versões da cidade, permitindo mostrar sua transformação conforme as décadas passam e a história avança.

O elenco reúne Diego Vásquez e Marco Antonio González Ospina como José Arcadio Buendía em diferentes fases da vida, além de Marleyda Soto e Susana Morales Cañas interpretando Úrsula Iguarán. Também participam Claudio Cataño, Moreno Borja, Viña Machado, Janer Villarreal, Laura Grueso, Loren Sofía Paz e Jairo Camargo.

Desde a estreia, em dezembro de 2024, Cem Anos de Solidão conquistou reconhecimento dentro e fora da América Latina. A produção venceu três categorias no Prêmio Platino 2025, incluindo Melhor Minissérie ou Telessérie, e também recebeu indicações ao Emmy Internacional e ao Prêmios Produ.

A segunda parte de Cem Anos de Solidão chega à Netflix em 5 de agosto e coloca um ponto final na trajetória dos Buendía. Para quem acompanhou os primeiros episódios ou conhece o livro de Gabriel García Márquez, o novo capítulo promete responder como o destino da família e de Macondo sempre esteve ligado desde o começo da história.

Mario Kart World Open acontece neste fim de semana; Torneio rende pontos My Nintendo aos participantes

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A Nintendo confirmou a edição de julho do Mario Kart World Open, torneio online que acontece entre os dias 18 e 19 de julho. O evento é aberto aos jogadores das Américas e permite disputar corridas contra participantes de toda a região diretamente pelo modo online de Mario Kart World.

As partidas poderão ser disputadas entre 18 de julho, às 18h, e 19 de julho, às 22h (horário de Brasília). Durante esse período, os jogadores podem entrar no torneio a qualquer momento e participar de quantas corridas desejarem.

Além das disputas, o evento também oferece uma recompensa para quem participar. Jogadores da América do Sul e da América do Norte receberão 50 pontos de platina My Nintendo, que poderão ser resgatados na página de Missões da Conta Nintendo a partir de 28 de julho. Os pontos podem ser utilizados para trocar por recompensas digitais disponíveis no programa My Nintendo.

Para entrar no torneio, basta acessar o Modo Online de Mario Kart World, selecionar a opção Eventos, pressionar o botão “−” para buscar um campeonato e inserir o ID 1239.

O campeonato será disputado no modo Confronto, com corridas em 150 cc, sem equipes e sem pilotos controlados pelo computador. As pistas serão conectadas, os itens permanecerão na configuração padrão e cada sessão poderá ter até 32 corridas, com um intervalo de 30 segundos entre elas.

Para participar, é preciso ter uma cópia de Mario Kart World, uma Conta Nintendo, acesso à internet e uma assinatura ativa do Nintendo Switch Online.

A Nintendo também informa que informações vinculadas à Conta Nintendo, como nome de usuário, foto de perfil e pontuação obtida durante o torneio, poderão aparecer na página pública de resultados do evento.

Novo terror de Jane Schoenbrun ganha trailer dublado; veja o que esperar de Acampamento Miasma

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A MUBI e a Retrato Filmes divulgaram o trailer dublado de Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte, novo longa de Jane Schoenbrun, diretora de Eu Vi o Brilho da TV. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 13 de agosto, com sessões dubladas e legendadas.

A história acompanha uma jovem cineasta contratada para comandar o retorno da franquia fictícia Acampamento Miasma, que tenta recuperar espaço depois de uma sequência de continuações malsucedidas. Durante a preparação do novo filme, ela decide procurar a atriz que estrelou o longa original e que vive isolada há anos. O encontro entre as duas faz com que realidade e ficção passem a se confundir, enquanto antigos acontecimentos voltam à tona.

O trailer indica que a narrativa utiliza elementos clássicos dos slashers, como perseguições, assassinatos e um clima constante de tensão, mas também coloca no centro da história os bastidores de uma franquia de terror e a relação entre seus personagens e seu legado. A produção estreou no Festival de Cannes, onde recebeu o Queer Palm, prêmio concedido a obras que abordam temas ligados à diversidade sexual e de gênero.

O elenco é liderado por Hannah Einbinder, conhecida pela série Hacks, e Gillian Anderson, de Arquivo X, Sex Education e Scoop. Também participam Amanda Fix, Arthur Conti, Eva Victor, Zach Cherry, Sarah Sherman, Patrick Fischler, Dylan Baker, Jasmin Savoy Brown, Kevin McDonald, Quintessa Swindell e Jack Haven.

Na versão dublada exibida no Brasil, Márcia Morelli volta a emprestar sua voz para Gillian Anderson, repetindo a parceria de Sex Education. Já Flávia Saddy dubla Hannah Einbinder, como aconteceu na série Hacks.

Jane Schoenbrun assina o roteiro e a direção do longa. A produção é da Plan B, enquanto a distribuição internacional fica a cargo da MUBI, responsável pelo lançamento em países da América Latina, América do Norte, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Espanha, Itália, Índia, Austrália e Nova Zelândia.

Festival de Gramado 2026 confirma o curta brasileiro 씨발 (Shibal); Filme transforma o caos de São Paulo em uma tragicomédia ambientada no Bom Retiro

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O curta-metragem 씨발 (Shibal), novo trabalho do diretor João Rubio Rubinato, está entre os selecionados da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens do Festival de Cinema de Gramado 2026. A produção será exibida no dia 17 de agosto, no Palácio dos Festivais, principal palco do evento, e chega à competição levando uma história que transforma situações comuns da vida em São Paulo em uma tragicomédia marcada pelo absurdo.

Produzido pela IPA Filmes, de Enzo Celulari, o filme acompanha Tom, um gravurista que atravessa um momento difícil da vida profissional e recebe uma missão aparentemente simples: entregar uma placa a um restaurante coreano chamado 씨발 (Shibal), localizado no bairro do Bom Retiro. A partir daí, uma sequência de contratempos transforma um compromisso rotineiro em um dia completamente fora do controle.

Por que o Bom Retiro é tão importante para a história?

Em vez de usar o Bom Retiro apenas como cenário, o filme faz do bairro uma parte essencial da narrativa. Conhecida pela diversidade cultural, a região reúne comunidades de diferentes origens, entre elas uma das maiores populações coreanas do Brasil, elemento que influencia diretamente a história e o título da produção.

Segundo João Rubio Rubinato, a ideia surgiu depois de uma visita ao bairro, quando voltou a pensar em um antigo projeto inspirado no sentimento de impotência presente em “O Processo”, de Franz Kafka. A intenção era transportar essa sensação para situações muito mais próximas da realidade brasileira.

“O roteiro surgiu repentinamente. Eu queria contar a história de alguém que enfrenta uma sucessão de pequenos golpes e burocracias que fazem parte da vida cotidiana, sempre entre o humor e o desconforto”, explica o diretor.

Quem está no elenco?

O protagonista é vivido por Tavinho Teixeira, acompanhado por Bianca Comparato, Marcelo Médici, Suk Kim, Paulo Goya, Stephanie Kim, Boni Tao, Aislan Merice, Valdo Boaventura, Guynho Sousa, Hélio Toste e Gustavo Checcinato.

O que esperar de 씨발 (Shibal)?

Embora a história acompanhe apenas um único dia na vida de Tom, o curta usa essa jornada para mostrar como pequenos acontecimentos podem se transformar em uma sucessão de problemas difíceis de controlar. Entre desencontros, burocracias e situações inesperadas, o protagonista percorre um retrato bastante reconhecível da rotina em uma grande cidade.

Gal Gadot foge contra o tempo no primeiro trailer de The Runner, novo thriller que estreia em setembro no Prime Video

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Depois de interpretar heroínas e agentes de ação nos últimos anos, Gal Gadot agora assume um papel mais pé no chão em The Runner, novo suspense do Prime Video. A plataforma divulgou o primeiro trailer do longa nesta semana e confirmou que a estreia acontece em 2 de setembro.

Na história, a atriz vive Maia Marten, uma advogada de sucesso que vê sua rotina desmoronar quando o filho é sequestrado. A partir desse momento, ela passa a receber ligações de um homem desconhecido que dita cada passo que deve seguir. Sem tempo para pedir ajuda e sem saber quem está por trás do crime, Maia precisa atravessar Londres seguindo instruções cada vez mais perigosas na esperança de encontrar o garoto com vida.

O que esperar de The Runner?

Quem assistir ao trailer vai encontrar um filme construído sobre tensão constante. Em vez de apostar apenas em grandes explosões ou cenas de ação exageradas, The Runner acompanha uma protagonista que está sempre sob pressão, obrigada a tomar decisões em poucos segundos enquanto tenta entender quem está manipulando toda a situação.

A prévia também sugere que o sequestro é apenas o começo da história. Conforme Maia avança pela cidade, novas informações aparecem e deixam claro que existe algo muito maior por trás do desaparecimento do filho.

É esse mistério que conduz o filme, fazendo com que o público descubra as respostas ao mesmo tempo que a protagonista.

Quem está no elenco?

Além de Gal Gadot, o elenco reúne Damian Lewis, conhecido por séries como Homeland e Billions, e Alfred Enoch, visto em How to Get Away with Murder. Também participam da produção Kenton Lloyd Morgan e Rory Wilmot.

O longa tem direção de Kevin Macdonald, cineasta que costuma transitar entre histórias baseadas em fatos reais, documentários e thrillers. O roteiro é assinado por Mark Gibson.

Quando o filme estreia?

As gravações aconteceram em Londres durante 2025, e a cidade aparece como parte importante da narrativa. Ruas movimentadas, estações e diferentes bairros servem de cenário para a perseguição vivida por Maia ao longo da trama. The Runner estreia em 2 de setembro, com exclusividade no Prime Video.

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