O filme Lobisomem busca se destacar ao adotar uma abordagem minimalista semelhante à de O Homem Invisível, trazendo reflexões sobre violência herdada e raiva masculina. Apesar da ambição, o longa enfrenta dificuldades em desenvolver plenamente suas temáticas centrais, o que limita seu impacto emocional e narrativo.
A história apresenta uma introdução interessante ao explorar a dinâmica familiar do protagonista, mas os diálogos e situações soam um pouco artificiais, prejudicando a imersão do público. Há momentos em que o roteiro poderia aprofundar mais os conflitos e conexões entre os personagens, mas sua execução apressada acaba comprometendo esse potencial.
O elenco conta com o talento de Julia Garner, que tenta imprimir autenticidade à sua personagem, embora esta não receba a profundidade esperada. O filme oferece alguns vislumbres de tensão e mistério, mas o ritmo acelerado, especialmente nos primeiros 30 minutos, prejudica a construção de um vínculo mais forte com a narrativa.
Visualmente, a iluminação escura é usada para criar uma atmosfera sombria, mas, em certos momentos, dificulta a experiência do espectador. No entanto, o esforço para evocar um clima minimalista e intimista é notável. Já no campo do terror, as cenas de gore poderiam ter sido mais ousadas e criativas, mas ainda conseguem entregar alguns momentos intrigantes.
Apesar de suas falhas, Lobisomem é uma obra com ideias interessantes e uma tentativa válida de explorar o gênero de forma diferente. Com ajustes no roteiro e maior cuidado na execução visual, poderia se tornar uma experiência mais impactante e memorável. Para os fãs do gênero, vale a pena conferir, especialmente para apreciar a proposta de um terror mais reflexivo e intimista.
Quem não conseguiu assistir A Morte de Robin Hood nos cinemas americanos pode ter uma nova oportunidade em breve. Embora a A24 ainda não tenha feito um anúncio oficial, o estúdio trabalha com 21 de julho como a data prevista para disponibilizar o longa para compra e aluguel nas principais plataformas digitais dos Estados Unidos.
Dirigido e roteirizado por Michael Sarnoski (Pig, Um Lugar Silencioso: Dia Um), o filme abandona a imagem clássica do arqueiro que roubava dos ricos para dar aos pobres. No lugar do herói aventureiro, surge um homem cansado, marcado pelas escolhas que fez e pelas vidas que destruiu ao longo dos anos.
É justamente essa versão de Robin Hood que Hugh Jackman (Logan, Os Miseráveis) interpreta. O personagem vive isolado, longe da fama que o transformou em uma lenda. Quando é gravemente ferido durante um confronto, encontra abrigo em um antigo priorado, onde recebe os cuidados da irmã Brigid, vivida por Jodie Comer (Killing Eve, Clube dos Vândalos). Aos poucos, o refúgio deixa de ser apenas um lugar para tratar seus ferimentos e passa a obrigá-lo a encarar tudo o que tentou esquecer.
Nesse período, Robin cria uma relação de proteção com Margaret, uma menina órfã que cruza seu caminho sem conhecer a verdadeira identidade do homem que a acolheu. A convivência entre os dois acaba revelando um lado mais humano do personagem, enquanto antigos inimigos e pessoas em busca de vingança se aproximam.
O roteiro também resgata figuras conhecidas da lenda. Bill Skarsgård (Nosferatu, It – A Coisa) interpreta Pequeno João, o companheiro mais fiel de Robin, enquanto Murray Bartlett (The White Lotus, The Last of Us) vive uma versão inesperada de Guy de Gisborne. O elenco ainda conta com Noah Jupe (Um Lugar Silencioso, Ford vs Ferrari), que interpreta um jovem ligado diretamente aos acontecimentos que cercam o protagonista.
Diferentemente das adaptações mais conhecidas de Robin Hood, a produção deixa as grandes batalhas em segundo plano para explorar culpa, arrependimento e o preço da violência. A ação existe, mas serve principalmente para mostrar que o passado do protagonista continua cobrando sua conta, mesmo depois de tantos anos.
As filmagens aconteceram na Irlanda do Norte ao longo de 2025. O longa estreou em junho deste ano no Festival de Cinema de Sydney antes de chegar aos cinemas dos Estados Unidos pela A24. A recepção da crítica foi dividida, mas houve consenso em relação à atuação de Hugh Jackman, considerada um dos pontos mais fortes da produção.
A adaptação em anime de Kill Blue, mangá escrito e ilustrado por Tadatoshi Fujimaki, teve um novo trailer divulgado neste domingo, dia 21, junto com a confirmação oficial de sua data de estreia. A série animada chega à televisão japonesa em abril de 2026, com exibição prevista pela TV Tokyo e emissoras afiliadas. A produção fica a cargo do estúdio Cue e marca mais um passo importante na consolidação da obra como um dos títulos de destaque da nova geração da Weekly Shōnen Jump.
“I'm good at…sniping…?”
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Take an early look at the thrilling school life of Jūzō Ōgami, alongside a cast of uniquely charming characters!
Lançado originalmente em abril de 2023, Kill Blue rapidamente se destacou entre os leitores da revista por apresentar uma proposta diferente do padrão tradicional de ação juvenil. A série acompanhou publicação regular até setembro de 2025, quando foi encerrada com seu capítulo final. Ao longo desse período, os capítulos foram reunidos em treze volumes no formato tankōbon, lançados entre setembro de 2023 e dezembro de 2025. O anúncio do anime ocorreu no mesmo dia da conclusão do mangá, reforçando o sucesso editorial da obra.
A trama acompanha Juzo Ogami, um assassino profissional de 40 anos que atua para o sindicato ZOO, organização criminosa conhecida por reunir os melhores matadores do submundo. Reconhecido como o mais eficiente de seu grupo, Ogami leva uma vida marcada pela violência e pela ausência de vínculos pessoais. Sua rotina muda de forma radical durante uma missão contra criminosos ligados à Mitsuoka Pharmaceuticals, empresa especializada em manipulação genética. Ao ser picado por uma vespa alterada geneticamente, o protagonista sofre uma regressão física e passa a ter o corpo de um garoto de 12 anos.
A mudança inesperada impede Ogami de continuar exercendo sua função como assassino, já que sua nova aparência chama atenção e compromete qualquer operação secreta. Diante disso, o líder do sindicato ZOO decide atribuir ao matador uma missão provisória enquanto pesquisadores tentam desenvolver um antídoto para reverter o efeito da vespa. Ogami deve se matricular em uma escola de ensino fundamental e avaliar se o local é seguro para a filha do chefe, que pretende estudar ali.
O que começa como uma tarefa simples acaba se transformando em um dos principais elementos narrativos de Kill Blue. Sem nunca ter frequentado uma escola na infância, Ogami passa a vivenciar uma rotina completamente diferente daquela que conhecia. A convivência com colegas, professores e atividades escolares desperta no personagem sentimentos até então desconhecidos. O contraste entre sua experiência como assassino e os desafios cotidianos da vida escolar cria situações que equilibram humor e reflexão, sem perder o ritmo da ação.
Mesmo inserido nesse novo ambiente, Ogami continua ligado ao mundo do crime. Ele precisa conciliar sua vida como estudante com missões ocasionais e com as ameaças que surgem a partir da Mitsuoka Pharmaceuticals. Nesse contexto, ganha destaque a personagem Noren Mitsuoka, herdeira da empresa e peça central para compreender os experimentos genéticos que deram origem à vespa responsável pela transformação do protagonista. A presença de Noren adiciona tensão à narrativa e amplia os conflitos relacionados ao uso da ciência sem limites éticos claros.
Do ponto de vista editorial, o anime consolidou seu espaço na Weekly Shōnen Jump ao apostar em um protagonista atípico e em uma abordagem que mistura ação, comédia e desenvolvimento emocional. Tadatoshi Fujimaki construiu uma história que vai além dos confrontos físicos, explorando temas como identidade, amadurecimento e a possibilidade de recomeço. Ao longo de seus treze volumes, a obra manteve uma narrativa coesa e uma recepção positiva por parte do público.
A publicação internacional também contribuiu para a popularidade da série. Plataformas como Manga Plus e Viz Media disponibilizaram Kill Blue em inglês de forma simultânea ao lançamento japonês, permitindo que leitores de diferentes países acompanhassem a história em tempo real. A Viz Media iniciou ainda a publicação digital dos volumes em julho de 2024, ampliando o acesso ao título fora do Japão.
A adaptação em anime será dirigida por Hiro Kaburagi, com design de personagens assinado por Miho Daidōji. A equipe promete manter fidelidade ao material original, preservando o equilíbrio entre cenas de ação, momentos cômicos e passagens mais introspectivas. O trailer divulgado recentemente indica uma produção cuidadosa, com animação fluida e ambientação fiel ao mangá.
Na próxima Tela de Sucessos, agendada para o dia 15/12/2023, o SBT traz uma sessão imperdível com a exibição da comédia Dizem por Aí. O elenco estelar inclui nomes consagrados como Jennifer Aniston, Shirley MacLaine e Mark Ruffalo, sob a direção habilidosa de Rob Reiner e um roteiro envolvente assinado por Ted Griffin, conhecido por suas contribuições em “Planos Quase Perfeitos”.
A trama de “Dizem por Aí” desenrola-se em torno de Sarah Huttinger, interpretada por Jennifer Aniston, uma mulher que, após um prolongado período de hesitação, finalmente concorda em casar-se com Jeff, seu namorado, desempenhado por Mark Ruffalo. Contudo, a protagonista ainda se debate com dúvidas acerca dessa decisão crucial. A confusão se estende à sua carreira, uma vez que Sarah, uma aspirante a jornalista, luta para escapar do departamento de obituários do New York Times. O enredo complica-se ainda mais quando ela se vê obrigada a participar do casamento de sua irmã, um evento que a coloca em contato prolongado com sua família, algo que sempre a fez sentir-se deslocada. O ponto de virada ocorre quando Sarah cruza o caminho do milionário Beau Burroughs, interpretado por Kevin Costner, que se torna um catalisador para a autodescoberta e uma visão mais profunda de sua própria família.
Curiosidades do filme Dizem por Aí
“Dizem por Aí” (“Rumor Has It”) é uma comédia romântica lançada em 2005, dirigida por Rob Reiner e estrelada por Jennifer Aniston, Kevin Costner, Shirley MacLaine e Mark Ruffalo. A trama do filme gira em torno de Sarah Huttinger (interpretada por Jennifer Aniston), uma mulher que, ao voltar para sua cidade natal de Pasadena, descobre rumores intrigantes relacionados à sua família. Essas especulações sugerem que sua avó (interpretada por Shirley MacLaine) pode ter sido a inspiração para a personagem icônica interpretada por Anne Bancroft em “A Primeira Noite de um Homem” (“The Graduate”).
Uma das curiosidades mais notáveis sobre o filme é a sua inspiração no clássico de 1967, “A Primeira Noite de um Homem”, dirigido por Mike Nichols. “Dizem por Aí” não apenas presta homenagem ao filme original, mas também recria algumas de suas cenas mais memoráveis, oferecendo uma perspectiva única e contemporânea à narrativa.
As locações do filme também contribuem para o seu apelo visual. Embora a história seja ambientada em Pasadena, muitas cenas foram filmadas em diferentes áreas de Los Angeles e San Marino, proporcionando uma paisagem diversificada e atraente.
Uma participação especial no filme é feita pelo próprio diretor, Rob Reiner, que assume o papel de terapeuta de Sarah Huttinger. Essa escolha acrescenta um toque de humor e interconectividade entre a equipe criativa por trás das câmeras e os personagens na tela.
Além disso, a expressão idiomática “Rumor Has It” foi escolhida como título original, evocando a ideia de fofocas e especulações que permeiam a trama. Este título sugere um senso de mistério em torno dos segredos de família revelados ao longo do filme.
Apesar de seu elenco estelar, incluindo Jennifer Aniston, Mark Ruffalo e Kevin Costner, e das performances elogiadas, “Dizem por Aí” recebeu críticas mistas e não atingiu um grande sucesso nas bilheteiras. O filme originalmente estava previsto para lançamento em dezembro de 2005, mas foi adiado para fevereiro de 2006.
Em resumo, “Dizem por Aí” é uma obra que mergulha nas complexidades familiares, ao mesmo tempo em que presta homenagem a um clássico do cinema. Suas locações pitorescas, elenco talentoso e o toque de humor proporcionam uma experiência cinematográfica única para aqueles que apreciam uma boa comédia romântica com elementos de mistério e nostalgia.
Que horas vai passar a Tela de Sucessos?
Embora “Dizem por Aí” tenha sido lançado nas telonas em 27 de janeiro de 2006 com o título “Rumor Has It”, a produção americana agora ganha destaque na programação do SBT, sendo exibida na Tela de Sucessos a partir das 23h45, logo após o Programa do Ratinho. Não perca a oportunidade de se deliciar com essa envolvente comédia romântica que promete momentos de risadas e reflexão.
Neste domingo, 7 de setembro, o Domingo Maior, da TV Globo, apresenta o aclamado drama biográfico Ali (2001), dirigido por Michael Mann. O filme mergulha na trajetória de Cassius Clay, que mais tarde se tornaria Muhammad Ali, uma das figuras mais emblemáticas não apenas do esporte, mas da cultura mundial. Com uma narrativa envolvente e um elenco de peso, o longa vai além dos ringues, mostrando a complexidade de um homem que se destacou pelo talento, carisma e coragem.
Desde jovem, Cassius Clay chamou atenção por sua habilidade natural no boxe, mas o que o diferenciava era sua inteligência, personalidade marcante e eloquência. O filme acompanha sua ascensão nos anos 60, período conturbado nos Estados Unidos, mostrando como suas vitórias dentro do ringue se entrelaçavam com acontecimentos sociais e políticos da época. O longa revela não apenas suas conquistas esportivas, mas também sua capacidade de influenciar e inspirar, transformando cada luta em um evento muito maior do que apenas uma disputa atlética.
A narrativa também destaca sua conversão ao islamismo e a mudança de nome para Muhammad Ali, um momento decisivo que refletiu amadurecimento pessoal e posicionamento político. Sua recusa em lutar na Guerra do Vietnã é um dos pontos centrais da trama, retratando Ali como um homem disposto a enfrentar consequências severas para se manter fiel a seus princípios. O filme mostra como essa postura o transformou em símbolo de resistência e provocou um impacto profundo na sociedade e na percepção pública sobre justiça e liberdade.
Foto: Reprodução/ Internet
Um roteiro detalhado e envolvente
O roteiro original, assinado por Stephen J. Rivele e Christopher Wilkinson, contava com mais de 200 páginas e narrava a vida de Ali desde a infância até o ano 2000. Entretanto, para criar uma experiência cinematográfica mais direta e emocionante, o diretor Michael Mann, junto com Eric Roth, revisou o material e condensou os acontecimentos mais importantes. O resultado é um filme que equilibra ação, drama e momentos íntimos, permitindo que o público compreenda a dimensão humana de Ali e sua trajetória repleta de desafios e conquistas.
Elenco de destaque
Will Smith assume o papel principal de Muhammad Ali e entrega uma interpretação marcante, conseguindo transmitir a confiança, a força e o carisma que tornaram Ali um ícone. Sua preparação física intensa e dedicação à personagem renderam-lhe elogios da crítica e indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, consolidando-o como referência em filmes biográficos esportivos.
O longa também conta com um elenco de apoio talentoso. Jamie Foxx interpreta Drew “Bundini” Brown, assistente e amigo próximo de Ali, destacando a relação de cumplicidade e confiança entre os dois. Jon Voight interpreta o jornalista Howard Cosell, cuja relação com Ali é marcada por amizade e tensão. Outros nomes importantes incluem Mario Van Peebles, como Malcolm X, evidenciando a influência política e social na vida de Ali; Ron Silver, como Angelo Dundee, treinador que ajudou Ali a alcançar o auge de sua carreira; e Jeffrey Wright, interpretando Howard Bingham, fotógrafo e amigo fiel. O filme também apresenta figuras importantes da vida pessoal de Ali, como Jada Pinkett Smith, Nona Gaye e Michael Michele, oferecendo uma visão completa de sua trajetória dentro e fora dos ringues.
Momentos que definiram a carreira de Ali
O filme não se limita a mostrar as vitórias históricas de Ali, como contra Sonny Liston ou George Foreman em “The Rumble in the Jungle”. Ele também aborda momentos de tensão política e pessoal, como a suspensão do lutador pelo boxe americano devido à recusa em servir no Exército durante a Guerra do Vietnã. Essas cenas destacam a coragem de Ali em enfrentar as consequências de suas decisões, mostrando que sua grandeza ia muito além do esporte.
Além disso, o longa explora a relação de Ali com a mídia e a sociedade, evidenciando sua habilidade de transformar entrevistas e aparições públicas em eventos memoráveis. Seu carisma natural, combinado com retórica afiada, o tornou não apenas um atleta de sucesso, mas um símbolo cultural capaz de influenciar gerações.
Reconhecimento e premiações
Ali foi amplamente reconhecido pela crítica e pela indústria cinematográfica. Nos Oscar 2002, o filme recebeu indicações de Melhor Ator (Will Smith) e Melhor Ator Coadjuvante (Jon Voight). No Globo de Ouro, também em 2002, Will Smith concorreu ao prêmio de Melhor Ator em Drama, enquanto Voight foi indicado a Melhor Ator Coadjuvante, e a trilha sonora recebeu destaque. O longa também venceu o MTV Movie Award de Melhor Ator, premiando a performance envolvente e intensa de Smith.
Direção e estilo visual
Michael Mann trouxe ao filme um estilo visual marcante, combinando cores vibrantes, iluminação expressiva e ritmo dinâmico. Ele equilibra cenas de ação nos ringues com momentos íntimos da vida pessoal de Ali, proporcionando uma narrativa que conecta a energia das lutas à complexidade do homem por trás do ícone. A cinematografia do filme se destaca pelo uso de câmera lenta e enquadramentos que ressaltam a força, agilidade e presença magnética de Ali, criando imagens memoráveis que reforçam sua lenda.
Um retrato humano e inspirador
O filme evidencia como Ali utilizou sua fama para impactar o mundo, influenciando debates sobre direitos civis, liberdade religiosa e justiça social. Essa abordagem humanizada permite que o público compreenda Ali não apenas como atleta, mas como figura histórica e cultural, cuja trajetória transcende gerações.
Onde assistir?
Além da exibição no Domingo Maior, na TV Globo, o filme também está disponível em plataformas de VOD. No Prime Video, por exemplo, é possível alugar o longa a partir de R$ 11,90, garantindo acesso imediato para assistir no conforto de casa, no computador, celular ou smart TV.
Neste aguardado dia de sexta-feira, 29/12/2023, os entusiastas de emoções fortes e enredos cheios de suspense serão presenteados com uma oportunidade verdadeiramente empolgante: a exibição exclusiva do filme “O Motorista” (The Driver – Tailândia/2019) na eletrizante programação da Tela de Sucessos. Proveniente dos prestigiados estúdios Lionsgate, esta produção promete transportar os espectadores para um cenário apocalíptico, onde zumbis ágeis e letais desafiam a tenacidade da sobrevivência humana.
Nesse mundo pós-apocalíptico, onde zumbis ameaçadores vagueiam implacáveis, o protagonista Tony e sua família enfrentam uma luta inclemente pela sobrevivência em meio ao caos. A perda brutal da esposa de Tony para essas criaturas aterrorizantes desencadeia uma corrida frenética contra o tempo para garantir a proteção de sua filha. Sua missão imperativa é escoltá-la até um santuário lendário, um abrigo que supostamente oferece segurança contra a ameaça iminente dos zumbis. Contudo, uma sombra de incerteza paira: será que esse refúgio é real ou apenas uma fantasia?
Além da habilidosa atuação de Mark Dacascos, que domina tanto as cenas de ação quanto as nuances emocionais ao dar vida a Tony, o elenco é enriquecido por Julie Condra no papel da esposa de Tony. A participação de Noelani Dacascos adiciona uma dimensão peculiar de familiaridade à trama, interpretando a filha de Tony. A dinâmica entre esses membros da família, em meio ao tumulto zumbi, promete intensificar as emoções e profundidades do filme.
Sob a direção perspicaz de Wych Kaosayananda, cineasta tailandês especializado em filmes de ação e suspense, o enredo de “O Motorista” é habilmente tecido. Seu olhar aguçado para cenas de ação e sua maestria na criação de atmosferas carregadas de tensão transparecem no desenrolar da trama. Kaosayananda não apenas captura com destreza o cenário apocalíptico, mas também constrói sequências marcantes que mantêm o público à beira de seus assentos, ansioso pelo próximo desdobramento.
Esteja preparado para mergulhar em uma experiência cinematográfica singular, saturada de adrenalina e suspense, à medida que “O Motorista” se desenrola na telinha da Tela de Sucessos. Vale ressaltar que a classificação etária é de 16 anos, assegurando um conteúdo vibrante e fascinante para a audiência adulta.
Curiosidades do filme “O Motorista” “The Driver”, filme lançado em 1978 e dirigido por Walter Hill, é uma obra cinematográfica notável por diversos aspectos que contribuíram para sua singularidade e impacto duradouro no mundo do cinema. Abaixo estão algumas curiosidades e características marcantes que definem esse filme:
Estilo Visual e Influências Cinematográficas: “The Driver” é conhecido por seu estilo visual distinto, influenciado principalmente pelo trabalho do cineasta francês Jean-Pierre Melville, notadamente em seu filme “Le Samouraï”. A estética minimalista e as composições cuidadosamente elaboradas contribuem para a atmosfera única do filme.
Diálogos Minimalistas e Personagens Sem Nomes: O filme é notável pela escassez de diálogos, especialmente no caso do protagonista, conhecido apenas como “The Driver”. Essa escolha reflete a abordagem minimalista de Walter Hill, criando personagens arquetípicos cuja identidade é muitas vezes definida por seus papéis, como “The Detective” e “The Player”.
Cenas de Perseguição de Carros: Uma das características mais marcantes de “The Driver” são suas cenas de perseguição de carros. Estas são coreografadas com precisão, exibindo realismo e tensão. Essas sequências influenciaram diretamente produções posteriores, sendo frequentemente citadas como referência em filmes contemporâneos, como “Drive” (2011).
Trilha Sonora de Michael Small: A trilha sonora composta por Michael Small desempenha um papel fundamental na criação da atmosfera tensa do filme. A música contribui para a narrativa, complementando a estética visual e acentuando os momentos de suspense.
Recepção Crítica e Status Cult: Embora “The Driver” tenha recebido críticas mistas à época do lançamento, ao longo do tempo conquistou um status cult devido à sua abordagem única e à influência que exerceu em filmes subsequentes. Sua apreciação cresceu, destacando-se como uma obra precursora em termos de estilo e narrativa.
Influência em “Drive” (2011): A conexão entre “The Driver” e “Drive” é notável. O filme de 2011, dirigido por Nicolas Winding Refn e estrelado por Ryan Gosling, presta homenagem à obra de Walter Hill, reconhecendo sua influência na estilização visual, na abordagem dos personagens e nas cenas de perseguição de carros.
Horário de exibição da Tela de Sucessos Quanto ao horário de exibição, ajuste seus planos para sintonizar na Tela de Sucessos no dia 25 de agosto de 2023, a partir das 23h45, imediatamente após o programa do Ratinho, no SBT. Esta é uma oportunidade imperdível para imergir em um mundo repleto de ação, suspense e enigmas, enquanto a luta pela sobrevivência diante do apocalipse zumbi se desenrola diante dos seus olhos, proporcionando uma experiência eletrizante que ecoará muito além dos créditos finais.
A minissérie Emergência Radioativa, lançada em 18 de março de 2026 pela Netflix em parceria com a Gullane, revisita o acidente com o Césio-137, ocorrido em Goiânia em 1987. A produção brasileira combina drama histórico e narrativa ficcional para mostrar a gravidade de um dos episódios mais marcantes da história recente do país. Com direção geral de Fernando Coimbra e roteiros de Gustavo Lipsztein, Rafael Spínola, Stephanie Degreas e Fernando Garrido, a obra acompanha a disseminação da radiação e o esforço de profissionais e cidadãos para salvar vidas.
A trama começa quando dois catadores de recicláveis, Wagner Pereira e Roberto Alves, encontram uma máquina de radioterapia abandonada em uma clínica. Ao remover a cápsula de chumbo que continha 19 gramas de Césio-137, expõem a substância altamente radioativa, que brilhava em azul no escuro. O material atrai a atenção de moradores e acaba sendo levado para um ferro-velho, espalhando contaminação por diferentes pontos da cidade. Os primeiros sintomas nas vítimas, como vômitos e tontura, foram confundidos inicialmente com intoxicação alimentar.
Para conter a crise, autoridades isolaram áreas e realizaram exames em mais de 110 mil pessoas, identificando 249 com níveis críticos de radiação. Centenas de moradores permaneceram em abrigos temporários. Sueli de Moraes, vice-presidente da associação de vítimas, relembra que era necessário tomar banho com água, vinagre e sabão de coco e trocar de roupa a cada meia hora durante os meses de quarentena. O balanço oficial apontou quatro mortes imediatas, enquanto a série menciona 16 vítimas fatais ao longo dos anos. A limpeza envolveu a demolição de dezenas de casas e a contenção de toneladas de lixo radioativo, tornando o episódio o maior acidente radiológico do mundo fora de usinas nucleares.
O elenco principal inclui Johnny Massaro, Paulo Gorgulho, Tuca Andrada, Bukassa Kabengele, Ana Costa, Alan Rocha, Antonio Saboia, Clarissa Kiste e Leandra Leal. Massaro interpreta Márcio, personagem fictício que sintetiza o trabalho de dezenas de médicos, cientistas e agentes públicos que atuaram na contenção do desastre. A série concentra esforços de várias pessoas reais em poucos personagens centrais para criar narrativa mais coesa e dramática. Personagens inspirados em vítimas, como Celeste, remetem a histórias reais, mas foram dramatizados e reorganizados cronologicamente para intensificar o impacto emocional.
As filmagens começaram em maio de 2025 em São Paulo e cidades da Grande São Paulo, como Osasco e Santo André. Apesar de a história se passar em Goiânia, a escolha de locações fora da cidade gerou críticas do Conselho Municipal de Cultura local por não valorizar a região onde o acidente aconteceu. A produção buscou criar cenários que transmitissem a gravidade da tragédia sem perder a sensibilidade em relação às vítimas.
A minissérie não apenas dramatiza o acidente, mas também destaca o lado humano e emocional das pessoas afetadas. Ela mostra famílias que perderam entes queridos, moradores que lidaram com medo e incerteza e profissionais que trabalharam sem reconhecimento. A dramatização torna visível o esforço coletivo, mas ao mesmo tempo personaliza a narrativa, permitindo que o público compreenda a dimensão humana da tragédia.
Além de retratar a contaminação e o trabalho de emergência, a produção aborda o impacto social e político do acidente. Atualmente, cerca de 600 sobreviventes recebem pensões do governo. Projetos recentes propõem reajustes significativos nos auxílios, reconhecendo os danos contínuos causados pela radiação. Essa contextualização social reforça a importância da obra como registro histórico e reflexão sobre responsabilidade pública.
A série equilibra fatos históricos com dramatização. O acidente, que mobilizou dezenas de profissionais e deixou um legado duradouro de cuidados médicos e sociais, é apresentado de forma condensada em poucos personagens e cenas-chave. Essa escolha narrativa permite que o público compreenda o alcance do desastre sem se perder em detalhes técnicos, ao mesmo tempo que mantém a tensão e o engajamento emocional.
O livro “37 anos – Césio-137, A História do Acidente Radioativo em Goiânia”, publicado pelo governo de Goiás em 2024, serviu como referência para a produção. Fotografias reais documentam o ferro-velho, a contaminação e as medidas de contenção, enquanto a série dramatiza o cotidiano das vítimas e dos profissionais, aproximando a narrativa do espectador.
Emergência Radioativa também evidencia a coragem e a dedicação daqueles que enfrentaram a radiação. O protagonista Márcio, embora fictício, representa a determinação dos cientistas e médicos que trabalharam para conter o desastre, muitas vezes em condições precárias e sem reconhecimento imediato. A produção reforça a ideia de que cada ação individual fez diferença no resultado final, mesmo em um evento de proporções históricas.
A dramatização estende-se às histórias das vítimas, buscando humanizar o episódio sem perder a seriedade do acontecimento. A minissérie consegue transformar números e estatísticas em relatos palpáveis, mostrando o impacto da radiação nas vidas das pessoas. A narrativa enfatiza a resiliência e a luta pela sobrevivência, tornando a série ao mesmo tempo educativa e emocionalmente envolvente.
Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 01/09/2023, sexta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.
No capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta, nos bastidores do evento, Téo toma a iniciativa de estender seu apoio e auxílio a Lívia, compartilhando abertamente suas próprias experiências de desilusão amorosa. Ele revela as emoções ligadas ao término do relacionamento, ressaltando seu desejo de preservar uma amizade sólida. Surpreendentemente, o palco ganha vida com a chegada inesperada de Fred, que surge disfarçado e brinda a todos com uma apresentação musical. Sua identidade é revelada de maneira instantânea para Vera, Bernardo e Glaucia. No entanto, nos bastidores, a reação de Glaucia diante da exposição de Fred é de desagrado, dando início a uma discussão acalorada com Leandro. Fica claro que essa reviravolta não estava previamente planejada, revelando um turbilhão de emoções nos bastidores. Enquanto os eventos se desenrolam, Julieta e Téo traçam um plano meticuloso para convidar Diego a se juntar à equipe do “Jogo da Bandeira”. Contudo, Diego enfrenta hesitação devido ao ciúme manifestado por Patrick. Com a orientação amorosa de Julieta e o apoio incentivador de Téo, Patrick se enche de coragem para abordar Diego e esclarecer o mal-entendido.
Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, enquanto a banda Pedalzera cativa o público com sua apresentação no show de talentos, no baile da festa, os sentimentos ganham forma nas pistas de dança. Telma, cheia de ousadia, convida Mauro para uma dança, e a música une Daniel e Mariana em um momento especial. Em meio a essas interações, Diego e Julieta formam um par de dança, chamando atenção e suscitando curiosidade, especialmente de Romeu, que convida Karen para uma dança em seguida. Porém, é a escolha de Lívia de dançar com Alex que causa um incômodo palpável em Patrick. Téo, com empatia, acalma Patrick e esclarece que Lívia tem o direito de escolher seus próprios parceiros de dança. Em um encontro inesperado, Karen e Romeu colidem com Julieta e Diego, em um momento que une destinos e gera um turbilhão de emoções. Enquanto isso, os membros do júri do show de talentos finalizam suas avaliações e, com entusiasmo, anunciam os três primeiros colocados. A tensão e a empolgação crescem à medida que o emocionante “Jogo da Bandeira” tem início, com as equipes Lado Torre e Lado Vila adentrando a quadra carregadas de entusiasmo, prometendo um embate repleto de intensas emoções.
O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Tem filmes que abraçam o absurdo e funcionam justamente por isso. Outros tentam ser sérios, realistas, quase documentais… e acabam tropeçando quando exageram na dose. Ataque Brutal, novo título da Netflix, fica preso exatamente nesse limbo desconfortável. Ele quer parecer um retrato cru de uma tragédia climática, mas ao mesmo tempo joga tubarões gigantes no meio da história como se isso fosse a coisa mais natural do mundo.
A premissa até chama atenção. Uma cidade litorânea é atingida por um furacão de categoria máxima, daqueles que deixam um rastro de destruição difícil de ignorar. Casas alagadas, ruas virando rios, pessoas isoladas, energia cortada. O início funciona. Existe uma sensação de caos real, de perigo iminente, de que algo sério está acontecendo. Por alguns minutos, o filme parece que vai seguir um caminho mais tenso, quase angustiante.
Só que essa expectativa dura pouco.
Quando o realismo afunda e o absurdo assume o controle
Quando os tubarões começam a aparecer nas águas da cidade, Ataque Brutal muda completamente de tom e parece não perceber isso. O problema não é nem a ideia em si. O cinema já mostrou várias vezes que conceitos absurdos podem render ótimos filmes quando existe consciência do próprio exagero. Aqui, no entanto, falta essa noção.
O longa continua tentando se levar a sério, mesmo quando a situação já passou do ponto do plausível. E isso quebra a experiência. Em vez de gerar tensão, muitos momentos acabam soando involuntariamente cômicos. Não porque sejam engraçados de propósito, mas porque é difícil comprar a lógica do que está acontecendo.
O espetáculo do exagero que prende, mas também cansa
Ao mesmo tempo, existe algo curioso. Mesmo com todos os problemas, o filme consegue prender a atenção. E isso acontece por um motivo bem simples: o espetáculo do absurdo. Cada novo ataque de tubarão vira quase um evento. Você sabe que vai exagerar, sabe que provavelmente não faz muito sentido, mas ainda assim quer ver até onde o filme vai.
E ele vai longe.
As cenas de ataque apostam em um nível de violência que, em vários momentos, beira o desnecessário. Não é aquele tipo de brutalidade que serve à história ou aos personagens. É mais um recurso para chocar, para causar impacto imediato. Funciona em partes, mas também cansa. Chega uma hora em que parece repetitivo, como se o filme dependesse disso para se manter interessante.
Efeitos visuais irregulares que revelam mais do que escondem
Tecnicamente, o filme também oscila bastante. O uso de efeitos visuais é inconsistente. Em algumas cenas, os tubarões até convencem, especialmente quando aparecem de forma mais sugerida, escondidos na água turva. Nessas horas, o suspense cresce e o filme mostra que poderia ter seguido um caminho mais eficiente.
Mas quando resolve mostrar demais, tudo perde força. O CGI entrega o jogo, e o perigo deixa de ser assustador para virar apenas barulho visual.
Personagens esquecíveis em meio ao caos
Outro ponto que pesa é a falta de conexão com os personagens. Em um cenário tão extremo, seria natural se importar com quem está tentando sobreviver. Só que o filme não dedica tempo suficiente para desenvolver essas pessoas. Elas estão ali mais para reagir ao caos do que para viver de fato a história.
Isso faz diferença. Sem envolvimento emocional, as cenas de perigo perdem impacto. Não importa tanto quem vai escapar ou quem não vai, porque o filme não constrói esse vínculo com o público.
Comparações inevitáveis que escancaram as falhas
Inevitavelmente, surgem comparações com produções como Águas Rasas e Predadores Assassinos, que conseguem equilibrar tensão, entretenimento e uma certa lógica interna. “Ataque Brutal” tenta seguir essa linha, mas não alcança o mesmo resultado. Falta controle, falta identidade e, principalmente, falta decidir que tipo de filme quer ser.
No fim, o problema não são os tubarões
No fim das contas, a sensação é de uma oportunidade mal aproveitada. Havia espaço para um thriller de sobrevivência intenso, talvez até angustiante, usando o desastre natural como base. Também havia espaço para um filme assumidamente exagerado, quase divertido no seu absurdo.
Mas ao tentar ser os dois ao mesmo tempo, o longa-metragem acaba não sendo nenhum deles por completo.
Ainda assim, não dá para dizer que é uma experiência totalmente descartável. Existe um certo entretenimento ali, principalmente para quem gosta de filmes caóticos, exagerados e sem muito compromisso com a lógica. É aquele tipo de produção que você assiste mais pela curiosidade do que pela qualidade.
Só não espere coerência.
Porque, no fim, o maior problema de Ataque Brutal não são os tubarões. É a falta de direção clara.
A Chico Rei está comemorando seus 16 aninhos! Para marcar essa trajetória repleta de conquistas, vamos celebrar os valores que fazem dessa marca um exemplo de responsabilidade social, redução do impacto ambiental e construção de relações justas e transparentes.
Desde seu início, a Chico Rei se destacou por conduzir seus negócios de forma humanizada e consciente. A marca adota um modelo de produção sob demanda, eliminando a necessidade de estoques e a geração de lixo. Esse método garante que cada camiseta produzida encontre seu dono sem desperdícios. Além de estilosas e confortáveis, as camisetas são veganas, ou seja, não envolvem qualquer tipo de exploração animal em seus processos, desde os componentes até as práticas de produção.
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