Aparecida Sertaneja desta segunda (1º) reúne Guito, The Fevers e Wesley & Conrado em noite de música e boas histórias

Nesta segunda-feira, 1º de dezembro, às 19h30, o Aparecida Sertaneja apresenta uma edição marcada por diversidade musical e histórias de artistas que seguem construindo suas trajetórias com autenticidade. Sob a condução de Mariangela Zan, o programa recebe Guito, The Fevers e a dupla Wesley & Conrado, cada um representando um segmento importante da música nacional.

O primeiro convidado da noite é Guito, cantor e ator que ganhou projeção nacional após interpretar Tibério no remake de Pantanal, exibido pela TV Globo em 2022. Natural de Araxá, Minas Gerais, ele leva para o palco influências que remetem ao interior do país, unindo elementos do folk à sonoridade da viola caipira. Em apresentações ao vivo, Guito costuma tocar diversos instrumentos simultaneamente, incluindo violão, viola, gaita e uma mala adaptada como bumbo. Seu estilo se destaca pelo uso de timbres tradicionais combinados a arranjos contemporâneos, resultando em músicas que preservam a identidade rural sem abrir mão de linguagem atual.

Em seguida, o programa recebe The Fevers, grupo formado no Rio de Janeiro e considerado uma referência histórica da Jovem Guarda. Na ativa desde os anos 1960, a banda conquistou público com canções como Vamos Dançar o Letkiss e Não Vivo na Solidão. Ao longo da carreira, realizaram turnês pelos Estados Unidos, Canadá e Europa, consolidando reconhecimento internacional. Nos anos 1980, voltaram às paradas após emplacarem temas em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo. A passagem deles pelo Aparecida Sertaneja deve revisitar fases marcantes desse percurso, reforçando o papel do grupo como um dos ícones da música pop brasileira.

Fechando as apresentações, o programa recebe a dupla Wesley & Conrado, que iniciou sua trajetória movida pelo interesse comum na música sertaneja. Juntos, percorreram diversas cidades com shows que buscam equilibrar repertório atual e referências clássicas do gênero. Em estúdio, lançaram o EP Chama na Moda e o projeto Marco Zero, que conta com participações de outros artistas do cenário sertanejo. Para Conrado, esta fase representa uma reconstrução após o acidente que vitimou seu antigo parceiro, Aleksandro, em 2022. A retomada ao lado de Wesley estabelece um novo capítulo profissional, com foco na consolidação da dupla e na ampliação do público.

Bling Bling | Novo BL tailandês aposta no glamour do teatro Likay e estreia em 2026

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O cenário das séries BL tailandesas acaba de ganhar uma produção que promete se destacar pela originalidade e pela forte ligação com a cultura local. Foi anunciada “Bling Bling”, nova aposta da produtora Copy A Bangkok, que terá como protagonistas os atores Gunner Nice e Guide Dech. Ambientada no tradicional mundo do Likay, a série tem estreia prevista para 2026.

Diferente de muitos títulos do gênero, que costumam se concentrar em ambientes urbanos contemporâneos, “Bling Bling” escolhe como pano de fundo uma das manifestações artísticas mais populares da Tailândia. O Likay é um tipo de teatro conhecido por suas apresentações intensas, que combinam música, dança, humor e drama, sempre marcadas por figurinos extravagantes, repletos de brilho, e uma maquiagem altamente expressiva. Esse universo visualmente marcante será parte essencial da identidade da série.

A trama acompanha a rotina de atores que integram uma companhia de Likay, explorando não apenas o espetáculo apresentado ao público, mas também os bastidores desse meio artístico. Entre ensaios, apresentações e disputas internas, surgem rivalidades, desafios profissionais e conflitos pessoais. É nesse contexto que se desenvolve o romance central da história, vivido por Gunner Nice e Guide Dech, prometendo uma narrativa que mistura emoção, tensão e sensibilidade.

A escolha de Gunner Nice e Guide Dech como protagonistas reforça a intenção da produção de investir em atuações carismáticas e emocionalmente intensas. A química entre os dois atores é um dos pontos de maior expectativa entre os fãs do gênero, que aguardam um relacionamento construído de forma gradual, marcado por conflitos internos e pela pressão do ambiente competitivo do teatro.

Outro destaque do projeto é a confirmação da cantora tailandesa Mobye no elenco. Sua participação indica que a música terá papel relevante na série, dialogando diretamente com a essência do Likay, onde o canto e a performance ao vivo são elementos fundamentais. A trilha sonora e os números musicais devem contribuir para aprofundar o impacto emocional da narrativa e enriquecer a experiência visual.

A Copy A Bangkok afirma que o projeto pretende respeitar a essência do Likay, valorizando sua estética, seus códigos e sua importância cultural, ao mesmo tempo em que adapta esse universo para uma narrativa moderna e acessível. Temas como ambição, identidade, pertencimento e escolhas pessoais devem se entrelaçar ao romance, criando uma história que vai além do brilho dos figurinos. Ainda sem data exata de estreia ou divulgação completa do elenco de apoio, a trama já desperta atenção por sua proposta diferenciada.

Park Chan-wook retorna aos cinemas brasileiros com humor ácido; “A Única Saída” ganha trailer e pôster oficiais

Foto: Reprodução/ Internet

A MUBI, plataforma global de streaming, produtora e distribuidora conhecida por apostar em cinema autoral e provocador, divulgou o novo trailer e o pôster oficial de “A Única Saída”, thriller de humor sombrio dirigido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook (Oldboy, A Criada, Decisão de Partir). Em parceria com a distribuidora independente Mares Filmes, o lançamento marca o retorno do diretor às salas brasileiras, com estreia confirmada para 22 de janeiro.

Reconhecido mundialmente por seu estilo visual preciso e por narrativas que exploram obsessão, violência e moralidade, Park Chan-wook apresenta em A Única Saída uma obra que dialoga diretamente com o mundo contemporâneo. Desta vez, o cineasta vencedor do BAFTA se afasta parcialmente da violência explícita que marcou alguns de seus trabalhos mais famosos para investir em um suspense corrosivo, atravessado por humor ácido e desconfortável, capaz de provocar riso e inquietação ao mesmo tempo.

O filme é estrelado por Lee Byung-hun (Eu Vi o Diabo, G.I. Joe, Round 6), um dos atores mais respeitados da Coreia do Sul, que interpreta Man-su, um homem comum, de meia-idade, cuja vida entra em colapso após ser demitido da fábrica de papel onde trabalhou por 25 anos. A atuação de Lee promete mais uma composição intensa e contida, explorando as frustrações silenciosas de um personagem esmagado por um sistema que já não encontra espaço para ele. Ao seu lado está Son Ye-jin (A Última Princesa, Something in the Rain), atriz conhecida por performances emocionalmente sofisticadas, que acrescenta complexidade às relações pessoais do protagonista.

O elenco de apoio reforça o peso dramático da produção. Estão no filme Park Hee-soon (My Name, Seven Days), Lee Sung-min (The Spy Gone North, Revenant), Yeom Hye-ran (The Glory, Miracle in Cell No. 7), Cha Seung-won (Believer, The Greatest Love) e Yoo Yeon-seok (Mr. Sunshine, Hospital Playlist). Cada um desses nomes contribui para a construção de um universo social marcado pela competição, pela hipocrisia e pelo medo constante da exclusão.

Inspirado no romance “O Corte” (The Ax), do escritor americano Donald E. Westlake, o filme parte de uma premissa aparentemente simples, mas devastadora em suas implicações. Após perder o emprego, Man-su entra em uma busca obsessiva por recolocação profissional. Currículos enviados, entrevistas frustradas e portas fechadas passam a definir sua rotina. Aos poucos, a narrativa revela como o desespero pode corroer princípios éticos e empurrar uma pessoa comum a decisões extremas. “Se não há uma vaga para mim, terei que criá-la. Eu não tenho outra saída”, diz o protagonista, em uma frase que sintetiza o tom perturbador do filme.

O roteiro é assinado por Park Chan-wook (Oldboy), Lee Kyoung-mi (Crush and Blush), Don McKellar (Exotica, Blindness) e Jahye Lee, combinação que reforça o caráter internacional e multifacetado da produção. A adaptação do livro de Westlake ganha novas camadas ao ser transportada para o contexto sul-coreano, país onde a pressão por sucesso profissional e estabilidade econômica é intensa e socialmente determinante. Park utiliza esse pano de fundo para construir uma sátira sombria sobre meritocracia, desemprego e o valor da dignidade em um mercado cada vez mais impessoal.

A trajetória internacional do filme também contribui para seu prestígio. O longa teve estreia mundial no Festival de Veneza, um dos mais importantes do circuito cinematográfico, e ganhou destaque na programação do London Film Festival, no Reino Unido. As exibições reforçaram a percepção de que o longa representa uma fase mais madura e reflexiva de Park Chan-wook, sem abrir mão de sua identidade autoral. Críticos destacaram a habilidade do diretor em equilibrar tensão, ironia e comentário social, transformando uma história de desemprego em um thriller inquietante.

Quilos Mortais acompanha a luta de Maja, jovem de 313 kg, em busca de uma nova chance de vida

Quilos Mortais desta sexta-feira (2) apresenta uma história marcada por dor, abandono e a difícil luta por recomeço. A partir das 22h45, o público acompanha o drama de Maja, uma jovem que chegou aos 313 quilos e se encontra em um dos momentos mais críticos de sua vida, tanto física quanto emocionalmente.

Filha de imigrantes sérvios que se estabeleceram nos Estados Unidos, Maja cresceu em um ambiente onde a comida sempre foi abundante, mas o afeto, escasso. Desde a infância, ela conviveu com a sensação constante de rejeição, especialmente por parte da mãe. Mais tarde, o abandono do pai aprofundou feridas emocionais que nunca chegaram a cicatrizar. Sem suporte emocional, a comida acabou se tornando um refúgio, uma forma de aliviar dores que ela não conseguia expressar de outra maneira.

Com o passar dos anos, a compulsão alimentar se intensificou e o ganho de peso saiu completamente do controle. Agora, pesando 313 quilos, Maja enfrenta limitações severas. Atividades simples se tornaram quase impossíveis, e o medo de não conseguir mais sair da cama passou a fazer parte da sua rotina. A saúde está seriamente comprometida, e cada dia representa um risco maior.

Diante desse cenário, Maja percebe que chegou ao limite. Entre crises emocionais, inseguranças e traumas mal resolvidos, ela toma uma decisão difícil, mas necessária: buscar ajuda médica e psicológica. A jornada, no entanto, está longe de ser simples. Além de enfrentar mudanças radicais na alimentação e na rotina, ela precisa encarar o passado e lidar com questões emocionais profundas que sempre influenciaram suas escolhas.

O episódio mostra que, em Quilos Mortais, a luta vai muito além da balança. Trata-se de reconstruir a autoestima, reaprender a viver e encontrar forças para romper com padrões destrutivos que se formaram ao longo de uma vida inteira. A caminhada de Maja é marcada por recaídas, conflitos familiares e momentos de desespero, mas também pela esperança de recuperar algo que parece distante: a independência.

Warner Bros divulga trailer de Eles Vão Te Matar, novo terror da produtora de Andy e Barbara Muschietti

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A Warner Bros. divulgou o trailer oficial de Eles Vão Te Matar, primeiro longa-metragem da Nocturna, produtora fundada por Andy e Barbara Muschietti, dupla responsável por alguns dos maiores sucessos recentes do terror, como It: A Coisa (2017), It: Capítulo Dois (2019) e a aguardada série It: Bem-Vindos a Derry. Com estreia prevista para março, o filme aposta em uma combinação explosiva de horror sangrento, ação acelerada e comédia sombria para conquistar o público.

O longa é protagonizado por Zazie Beetz, atriz indicada ao Emmy e conhecida por papéis marcantes em produções como Atlanta, Coringa (2019), Deadpool 2, Bullet Train, Nine Days e The Harder They Fall. Versátil e carismática, Beetz se consolidou como um dos nomes mais interessantes de sua geração, transitando com facilidade entre o cinema autoral, o blockbuster e a televisão de prestígio.

Ao seu lado está Tom Felton, eternamente lembrado por interpretar Draco Malfoy na franquia Harry Potter, papel que o projetou mundialmente. Após o fim da saga, Felton construiu uma carreira diversificada, com participações em filmes como Planeta dos Macacos: A Origem, A Ressurreição, Ophelia, Belle, Against the Sun e A Babysitter: Killer Queen, além de séries como The Flash, Origin e Murder in the First.

Outro grande destaque do elenco é Patricia Arquette, vencedora do Oscar por Boyhood – Da Infância à Juventude. A atriz possui uma carreira sólida e respeitada, com trabalhos memoráveis em filmes como Estrada Perdida, True Romance, Ed Wood, Alguém Tem que Ceder, Bringing Out the Dead e Little Nicky. Na televisão, Arquette ganhou nova projeção com séries aclamadas como Medium, The Act e Ruptura (Severance), reafirmando sua relevância artística ao longo das décadas.

Eles Vão Te Matar convida o público a mergulhar em uma noite de puro caos dentro do Hotel Virgil, um local sombrio e decadente que funciona como o covil de um culto demoníaco. A história acompanha uma jovem que, ao se ver presa nesse ambiente hostil, precisa sobreviver a uma sucessão de ataques brutais, armadilhas cruéis e personagens perturbadores antes de se tornar a próxima vítima do grupo.

A proposta do filme combina violência gráfica, ritmo acelerado e um humor negro afiado, criando uma experiência que não se limita ao terror tradicional. Mortes exageradas, situações absurdas e diálogos perversamente irônicos fazem parte da identidade do longa, que promete entregar entretenimento intenso do início ao fim.

Além do trio principal, o elenco conta com Myha’La, atriz em ascensão que chamou atenção em Morte Morte Morte, Leave the World Behind, She’s Gotta Have It e na série Industry, da HBO, onde ganhou destaque por sua presença magnética e atuações contundentes.

Outro nome de peso é Paterson Joseph, conhecido por seu trabalho em produções como Wonka, The Beach, Aeon Flux, In the Name of the Father e The World’s End. Na televisão, Joseph é amplamente reconhecido por suas atuações em séries como The Leftovers, Peep Show, Vigil e Timeless.

O elenco também inclui Heather Graham, atriz que marcou os anos 1990 e 2000 com filmes como Boogie Nights, Austin Powers: O Agente Internacional do Mistério, From Hell, Se Beber, Não Case!, Bowfinger, Drugstore Cowboy e License to Drive. Nos últimos anos, Graham tem alternado entre produções independentes, thrillers e comédias, mantendo uma carreira constante no cinema e na televisão.

A estreia da Nocturna no cinema

O longa-metragem marca a estreia da Nocturna como produtora de longas-metragens, consolidando o interesse de Andy e Barbara Muschietti em expandir sua atuação para além da direção. Conhecidos por revitalizar o terror mainstream com It, os irmãos agora apostam em uma abordagem mais irreverente, violenta e autoral, mesclando gêneros e explorando narrativas extremas.

Veja qual filme a TV Globo exibe na Sessão da Tarde desta quinta-feira (8)

A Sessão da Tarde desta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, leva ao ar na TV Globo a comédia brasileira “Tô Ryca”, produção lançada em 2016 que conquistou o público com humor popular e uma protagonista carismática. Dirigido por Pedro Antonio Paes (Um Tio Quase Perfeito, Um Natal Cheio de Graça), o longa é estrelado por Samantha Schmütz (Minha Mãe É Uma Peça, Vai Que Cola) e reúne nomes conhecidos da comédia nacional.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, na trama, Selminha Oléria Silva, conhecida como SOS, é uma frentista que leva uma vida simples e enfrenta dificuldades financeiras. Tudo muda quando ela descobre ser a única herdeira de uma grande fortuna deixada por um tio distante. Para ter acesso definitivo ao dinheiro, no entanto, Selminha precisa cumprir uma condição nada comum: gastar R$ 30 milhões em apenas 30 dias, sem guardar nada, sem acumular bens e sem contar a ninguém sobre o desafio.

A partir desse ponto, o filme se transforma em uma corrida contra o tempo, marcada por compras impulsivas, situações exageradas e uma sucessão de confusões. Conforme tenta se livrar do dinheiro, Selminha percebe que sua nova realidade atrai interesses inesperados e altera profundamente suas relações pessoais. Em meio ao caos financeiro, a protagonista acaba refletindo sobre amizade, confiança e o verdadeiro significado de riqueza.

Samantha Schmütz conduz a narrativa com seu humor característico, apostando em exageros físicos e timing cômico apurado. O elenco de apoio reforça o tom popular da comédia, com participações de Marcelo Adnet (Tá no Ar: A TV na TV, O Dentista Mascarado), Katiuscia Canoro (Zorra Total, Minha Mãe É Uma Peça), Marcus Majella (Vai Que Cola, Minha Vida em Marte), Fabiana Karla (Sob Pressão, Sai de Baixo), Anderson Di Rizzi (Amor à Vida, A Dona do Pedaço), Mauro Mendonça (Belíssima, Passione) e Marília Pêra (Pixote, Central do Brasil), em sua última atuação no cinema.

Lançado nos cinemas brasileiros em 22 de setembro de 2016, com distribuição da Paris Filmes e da Downtown Filmes, Tô Ryca obteve um desempenho sólido nas bilheteiras. Em sua semana de estreia, o longa vendeu mais de 210 mil ingressos, número expressivo para produções nacionais. Ao longo das semanas seguintes, manteve boa presença de público, até ultrapassar a marca de 1,1 milhão de espectadores, consolidando-se como um sucesso comercial.

A recepção crítica foi mista, com elogios ao carisma da protagonista e ao humor acessível, mas também comparações frequentes com a comédia americana “Chuva de Milhões” (1985), cuja premissa é semelhante. Ainda assim, o apelo popular garantiu a continuidade da história, culminando no lançamento de “Tô Ryca 2”, em 2022.

Você Bem Melhor deste sábado (10) destaca trajetória de paciente em busca de diagnóstico e controle da dor crônica

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O programa Você Bem Melhor, da TV Aparecida, apresenta neste sábado, 10 de janeiro, às 16h, um episódio dedicado a discutir os desafios enfrentados por pacientes que convivem com dores persistentes e diagnósticos complexos. Sob a apresentação do Dr. Rodrigo Gurgel, a atração recebe a artesã Cintia Rocha e a médica Maria Caroline Alves Coelho, coordenadora do ambulatório de osteometabolismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

A história de Cintia teve início em 2015, após uma reação alérgica grave a um medicamento, que resultou em um período prolongado de internação e no uso intenso de fármacos. A partir desse episódio, surgiram dores articulares severas, que se agravaram ao longo do tempo. Em 2016, os sintomas se intensificaram, especialmente na região do quadril, comprometendo a mobilidade e impactando diretamente sua rotina e independência.

A busca por respostas médicas revelou-se um processo longo e desgastante. Entre consultas, exames e encaminhamentos, Cintia enfrentou a demora no acesso a especialistas pelo sistema público de saúde, além da necessidade de recorrer a diferentes áreas médicas para compreender a extensão do quadro clínico. O percurso foi marcado por incertezas e pela ausência de um diagnóstico definitivo por um longo período.

Com o avanço das dores e das limitações físicas, foram adotadas diversas estratégias terapêuticas, incluindo cirurgias, tratamentos conservadores, reabilitação intensiva e o uso contínuo de medicamentos para controle da dor. Algumas abordagens não apresentaram os resultados esperados, exigindo constantes reavaliações e adaptações no tratamento, com o objetivo de preservar a qualidade de vida e evitar complicações mais graves.

Nos anos seguintes, o quadro se tornou ainda mais complexo com o surgimento de dores em outras regiões do corpo, como ombros, joelhos, mãos, tornozelos, coluna e mandíbula. Esse agravamento levou à ampliação das investigações médicas e ao receio de doenças de maior gravidade, posteriormente descartadas após exames detalhados. Diante da falta de um diagnóstico conclusivo, Cintia buscou atendimento em universidades e centros especializados, onde passou por estudos aprofundados e uma extensa bateria de exames para exclusão de doenças raras, autoimunes e genéticas.

O episódio evidencia não apenas os aspectos clínicos do caso, mas também a resiliência de quem convive com a dor crônica. A participação de Cintia no Você Bem Melhor reforça a importância da informação, do acompanhamento multidisciplinar e da busca contínua por alternativas terapêuticas que possibilitem uma vida mais funcional, mesmo diante das incertezas médicas.

Na Sessão da Tarde desta sexta (9), TV Globo apresenta o emocionante drama Um Laço de Amor

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Na Sessão da Tarde desta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a TV Globo apresenta o emocionante drama “Um Laço de Amor”, um filme que toca em temas universais como cuidado, pertencimento e os limites entre proteger e permitir que alguém siga seu próprio caminho.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, na história, Frank Adler vê sua vida mudar completamente após a morte da irmã e passa a criar sozinho a sobrinha Mary, uma menina de sete anos com inteligência excepcional, especialmente para a matemática. Determinado a oferecer à criança uma infância equilibrada, Frank acredita que o melhor para Mary é uma vida simples, com escola regular, amigos e brincadeiras. Essa escolha, no entanto, entra em choque com a visão de sua mãe, Evelyn, que enxerga o talento da neta como algo que deve ser desenvolvido ao máximo, mesmo que isso implique uma separação dolorosa entre tio e sobrinha.

O conflito familiar se intensifica quando o dom de Mary passa a atrair a atenção de professores e especialistas, transformando a guarda da menina em uma disputa emocional e judicial. O filme constrói esse embate com delicadeza, explorando não apenas a genialidade da criança, mas principalmente os laços afetivos que a sustentam. No centro da narrativa está a pergunta: o que realmente significa querer o melhor para alguém?

Dirigido por Marc Webb, conhecido por “500 Dias com Ela” e “O Espetacular Homem-Aranha”, o longa mostra um lado mais contido e sensível do diretor. O papel principal é vivido por Chris Evans, em uma atuação que se distancia de seus trabalhos mais populares como o Capitão América no Universo Marvel, além de filmes como “Entre Facas e Segredos” e “Expresso do Amanhã”. Aqui, o ator entrega um personagem humano, falho e profundamente afetuoso.

O elenco conta ainda com a jovem Mckenna Grace, que já havia se destacado em produções como “Eu, Tonya”, “Annabelle 3: De Volta Para Casa” e “A Maldição da Residência Hill”, além de Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” e conhecida por filmes como “Estrelas Além do Tempo” e “A Forma da Água”. Jenny Slate, vista em “Tudo Que Quero” e “Venom”, e Lindsay Duncan, com passagens por “Birdman” e “Alice no País das Maravilhas”, completam o elenco de peso.

Lançado originalmente com o título “Gifted”, o filme começou a ser desenvolvido em 2015, com as filmagens realizadas em Savannah e Tybee Island, no estado da Geórgia. Nos cinemas, o longa teve boa recepção do público, especialmente pela sensibilidade do roteiro e pela química entre os protagonistas.

Além da exibição na Sessão da Tarde, o público que quiser rever ou conhecer “Um Laço de Amor” também pode assistir ao filme no Disney+. O longa está disponível no catálogo da plataforma de streaming por meio de assinatura, permitindo que a história seja vista a qualquer momento, com comodidade e qualidade.

Descubra qual filme vai passar no Supercine deste sábado, 10 de janeiro, na TV Globo

Previsto para ser exibido no Supercine deste sábado, 10 de janeiro de 2026, De Pernas pro Ar é daqueles filmes que chegam com a promessa de risadas, mas entregam muito mais do que humor fácil. A comédia brasileira, dirigida por Roberto Santucci, conquistou o público ao tocar em temas sensíveis da vida adulta com leveza, irreverência e uma boa dose de identificação, especialmente para quem já se sentiu engolido pela rotina de trabalho.

A história gira em torno de Alice, interpretada por Ingrid Guimarães em um de seus papéis mais marcantes no cinema. Ela é uma executiva competente, focada e completamente dedicada à carreira. Para Alice, o trabalho sempre vem em primeiro lugar — e tudo o que sobra acaba ficando em segundo plano. O casamento, o filho, os momentos de descanso e até os próprios desejos são constantemente adiados em nome da produtividade e das metas profissionais.

Esse modo de vida, que à primeira vista parece sinal de sucesso, começa a ruir de forma abrupta. Em um curto intervalo de tempo, Alice perde o emprego e o marido, sendo obrigada a encarar um vazio que ela vinha ignorando há anos. Sem o crachá e sem a estabilidade emocional que acreditava ter, a personagem precisa reaprender quem ela é fora do escritório.

É nesse momento de virada que surge Marcela, vivida por Maria Paula. Vizinha de Alice, ela é praticamente o oposto da protagonista: espontânea, livre e dona de um pequeno sex shop chamado Sex Delícia, que está à beira da falência. O encontro entre as duas não só muda o rumo do negócio, como transforma profundamente a vida pessoal de Alice, dando início a uma amizade improvável e extremamente transformadora.

Ao se envolver com o sex shop, Alice leva sua experiência corporativa para um universo que nunca imaginou explorar. O que começa como uma tentativa de ajudar uma amiga acaba se tornando uma oportunidade de reinvenção profissional e pessoal. O filme trata o tema da sexualidade com humor e naturalidade, quebrando tabus sem cair no vulgar, e mostrando como o prazer e a autoestima também fazem parte de uma vida equilibrada.

Mais do que falar sobre sexo, De Pernas pro Ar discute a pressão imposta às mulheres para serem impecáveis em todas as áreas da vida. O roteiro expõe, de forma bem-humorada, a cobrança por sucesso profissional, dedicação à família e realização pessoal — tudo ao mesmo tempo. Alice aprende, ao longo da trama, que não é preciso abrir mão de quem se é para ser bem-sucedida, e que prazer e responsabilidade podem, sim, caminhar juntos.

O elenco afiado contribui para o carisma da narrativa, com participações de nomes como Bruno Garcia, Flávia Alessandra, Denise Weinberg e Cristina Pereira, que ajudam a enriquecer a trama com personagens cheios de personalidade. A direção aposta em um ritmo ágil e popular, tornando o filme acessível para diferentes públicos e idades.

O sucesso foi imediato. Lançado no fim de 2010, De Pernas pro Ar levou milhões de espectadores aos cinemas, arrecadando cerca de R$ 35 milhões, um número expressivo para o cinema nacional. O desempenho garantiu uma sequência em 2012, consolidando a história como uma das franquias de comédia mais queridas da década.

No SBT, fantasia musical “Monster High: O Filme” é destaque no Cinema em Casa deste sábado (10)

O Cinema em Casa deste sábado, 10 de janeiro de 2026, leva ao público do SBT uma aventura cheia de música, identidade e mensagens sobre pertencimento com “Monster High: O Filme”, versão live-action lançada em 2022 e inspirada na famosa franquia de bonecas da Mattel.

Dirigido por Todd Holland e com roteiro assinado por Jenny Jaffe, Greg Erb e Jason Oremland, o longa mistura fantasia, musical e drama adolescente para apresentar uma nova geração de monstros que, assim como muitos jovens do mundo real, lutam para encontrar seu lugar. A produção é da Mattel Television, em parceria com a Brightlight Pictures, e marcou uma nova fase do relançamento da marca Monster High.

A história acompanha Clawdeen Wolf, uma adolescente de 16 anos que carrega um grande segredo: ela é metade humana e metade lobisomem. Criada pelo pai humano, Apollo, Clawdeen sempre precisou esconder sua verdadeira natureza para se proteger do preconceito. Quando recebe uma inesperada carta de aceitação para estudar na Monster High, uma escola exclusiva para jovens monstros, ela vê a chance de finalmente pertencer a algum lugar.

No entanto, o sonho logo se transforma em desafio. Ao chegar à escola, Clawdeen descobre que apenas monstros de “sangue puro” são oficialmente aceitos, o que a obriga a esconder ainda mais quem realmente é. Mesmo assim, ela encontra apoio em novos amigos, como Frankie Stein, uma criatura brilhante e de gênero não binário; Draculaura, filha do Conde Drácula; Deuce Gorgon, filho da Medusa; além de personagens icônicos como Cleo de Nile, Lagoona Blue e Ghoulia Yelps.

Entre números musicais vibrantes e conflitos típicos da adolescência, o filme constrói uma narrativa que vai além da fantasia. A jornada de Clawdeen se transforma em uma metáfora sobre aceitação, diversidade e o medo de não ser “suficiente” para se encaixar em padrões impostos. Quando segredos do passado da Monster High vêm à tona, incluindo a história de um ex-aluno híbrido que pagou caro por ser diferente, a protagonista precisa decidir se vale a pena abrir mão de uma parte de si mesma para ser aceita.

O elenco jovem é liderado por Miia Harris no papel de Clawdeen, ao lado de Ceci Balagot, Nayah Damasen, Case Walker, Lina Lecompte e Justin Derickson, que dão vida aos personagens clássicos da franquia com uma abordagem atual e representativa. Um dos destaques do filme é justamente a atualização dos temas da marca, dialogando com questões contemporâneas como identidade, inclusão e liberdade de expressão.

“Monster High: O Filme” foi lançado nos Estados Unidos simultaneamente na Paramount+ e na Nickelodeon em outubro de 2022, alcançando rapidamente o público jovem e fãs antigos da franquia. No Brasil, o longa chegou ao streaming e à TV paga no mesmo período, conquistando espaço entre as produções infantojuvenis mais comentadas daquele ano. O sucesso garantiu uma continuação, “Monster High 2”, lançada em 2023.

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