Sessão da Tarde desta segunda-feira (9) exibe “Agente 86”, comédia de espionagem estrelada por Steve Carell e Anne Hathaway

A TV Globo apresenta nesta segunda-feira, 9 de março, mais uma edição da tradicional Sessão da Tarde. O filme escolhido para a programação é Get Smart, conhecido no Brasil como “Agente 86”, uma comédia de ação lançada em 2008 que mistura espionagem, humor e aventura.

Dirigido por Peter Segal (Como Se Fosse a Primeira Vez, Tratamento de Choque), o longa é inspirado na clássica série de televisão homônima exibida originalmente nos anos 1960 e estrelada por Don Adams. A produção atualiza o universo da história para o cinema, mantendo o tom satírico que marcou a série original.

Na trama, o protagonista Maxwell Smart é interpretado por Steve Carell (The Office, O Virgem de 40 Anos). Ele trabalha como analista na agência secreta C.O.N.T.R.O.L.E., uma organização de espionagem responsável por proteger os Estados Unidos contra ameaças internacionais. Apesar de ser extremamente dedicado ao trabalho, Smart sempre sonhou em se tornar um agente de campo.

A oportunidade surge quando a sede da organização sofre um ataque que compromete a identidade de vários agentes secretos. Com a segurança da agência ameaçada e sem muitos profissionais disponíveis para missões externas, o chefe da C.O.N.T.R.O.L.E. decide promover Maxwell Smart e conceder a ele o código de agente 86.

Mesmo sem experiência prática em operações de campo, Smart recebe a missão de investigar e impedir os planos da organização criminosa K.A.O.S., grupo internacional responsável por diversas ameaças à segurança global. A nova função representa exatamente o que ele sempre quis, mas também o coloca diante de desafios muito maiores do que imaginava.

Para a missão, Smart é designado para trabalhar ao lado da Agente 99, interpretada por Anne Hathaway (O Diabo Veste Prada, Interestelar). Diferente do novo parceiro, ela é uma agente experiente, habilidosa e conhecida por sua eficiência em operações secretas.

Inicialmente, a dupla precisa lidar com as diferenças de estilo e personalidade. Enquanto Smart se destaca pelo entusiasmo e pela criatividade, sua falta de experiência frequentemente o coloca em situações inesperadas. Já a Agente 99 tenta manter o foco na missão, mesmo quando as ações do parceiro tornam tudo mais complicado.

Ao longo da investigação, os dois descobrem que a organização K.A.O.S. está preparando um plano ambicioso que envolve ameaças de ataques terroristas e chantagens internacionais. O objetivo do grupo é lucrar e ampliar sua influência por meio do medo e da instabilidade política.

Entre os principais responsáveis pelo esquema está Siegfried, um dos líderes da K.A.O.S., que comanda as operações ao lado de seu assistente Starker. Para impedir o avanço do plano criminoso, Smart e a Agente 99 precisam correr contra o tempo enquanto enfrentam perseguições, armadilhas e uma série de situações inusitadas.

Mesmo sendo sua primeira missão oficial, Maxwell Smart conta com um elemento que nunca lhe falta: confiança. Armado com equipamentos tecnológicos típicos do mundo da espionagem e um otimismo quase inabalável, ele tenta provar que pode se tornar um verdadeiro agente secreto.

Além de Steve Carell e Anne Hathaway, o elenco reúne diversos nomes conhecidos do cinema. Entre eles está Dwayne Johnson (Velozes e Furiosos, Jumanji), que interpreta o Agente 23, um dos espiões mais respeitados da C.O.N.T.R.O.L.E. Também participa do filme Alan Arkin (Argo, Pequena Miss Sunshine), que vive o Chefe da organização secreta.

O longa conta ainda com participações de Terence Stamp (Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma), Terry Crews (Brooklyn Nine-Nine), David Koechner (O Âncora) e James Caan (O Poderoso Chefão). Outro detalhe curioso é a presença de Bernie Kopell, ator que interpretou Siegfried na série original e faz uma participação especial na versão cinematográfica.

O roteiro foi escrito por Tom J. Astle e Matt Ember, enquanto a produção ficou a cargo de Leonard B. Stern, que também esteve envolvido com a série de televisão original.

Lançado nos cinemas da América do Norte em junho de 2008, Agente 86 recebeu críticas mistas da imprensa especializada. Apesar das avaliações divididas, o filme conseguiu conquistar o público e teve bom desempenho comercial.

A produção teve um orçamento estimado em cerca de 80 milhões de dólares e arrecadou aproximadamente 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um sucesso financeiro para o estúdio.

Sony Pictures anuncia adaptação cinematográfica do fenômeno Labubu com Paul King à frente

A Sony Pictures anunciou a equipe responsável por levar o universo Labubu às telas do cinema. O projeto, ainda em fase inicial de desenvolvimento, combinará elementos de live-action e animação CGI, prometendo traduzir para o público a magia e a popularidade do icônico personagem criado pelo artista Kasing Lung.

O diretor Paul King, conhecido por sucessos como “Paddington” e “Wonka”, assume a direção do longa e assina o roteiro ao lado de Steven Levenson. A produção contará com Michael Schaefer (“Perdido em Marte”) e Wenxin She (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), enquanto Lung atua como produtor executivo. O anúncio foi feito durante a passagem da exposição global “The Monsters” por Paris, evento que celebra os dez anos de criação do personagem.

Kasing Lung, nascido em Hong Kong e criado na Holanda, lançou o universo Labubu por meio da série de livros ilustrados “The Monsters Trilogy”. Desde então, a obra conquistou fãs em todo o mundo, especialmente após a parceria com a Pop Mart, empresa responsável pela produção e distribuição dos bonecos que rapidamente se tornaram objetos de desejo entre colecionadores. Essa colaboração ampliou a visibilidade do personagem, consolidando-o como um ícone de cultura pop e presença constante nas redes sociais.

O personagem surgiu em 2015, mas sua fama internacional cresceu a partir de 2019, com o lançamento de edições limitadas de brinquedos e colecionáveis. Entre janeiro e maio de 2025, os produtos atingiram o auge de popularidade, transformando-se em febre global e sendo vendidos em diversos países, com destaque para o mercado asiático e a repercussão digital.

O design dos bonecos é imediatamente reconhecível. Com corpos arredondados e peludos, olhos grandes, orelhas pontudas e um conjunto de dentes afiados formando um sorriso travesso, os personagens equilibram traços fofos e um toque de ferocidade. A tribo Labubu inclui figuras como Zimomo, Mokoko, Tycoco, Spooky e Pato, cada uma com identidade própria, enriquecendo o universo criado por Lung.

Um dos fatores que contribuiu para o sucesso dos produtos é o modelo de caixas-surpresa da Pop Mart. Cada embalagem contém aleatoriamente um personagem de determinada série, tornando a experiência de compra imprevisível e divertida. Essa mecânica incentivou a coleção de múltiplas versões e fomentou uma comunidade engajada, reforçando o vínculo entre fãs e universo Labubu.

Segundo Paul King e Kasing Lung, o filme buscará manter a essência do material original, oferecendo uma experiência visual imersiva. A combinação de CGI com live-action permitirá dar vida aos personagens de forma realista, preservando a estética lúdica que conquistou leitores e colecionadores. A expectativa é criar um equilíbrio entre fantasia e narrativa, de modo que espectadores de todas as idades se conectem com a história.

O roteiro promete explorar a diversidade da tribo Labubu, mantendo aventuras, humor e emoção que caracterizam os livros e brinquedos. A intenção é construir uma narrativa rica, capaz de engajar o público não apenas pelo visual, mas também pelo desenvolvimento de personagens e pela criação de um mundo coerente e fascinante.

Além do cinema, a adaptação é vista como uma extensão do fenômeno cultural que Labubu já representa. De livros e exposições a brinquedos colecionáveis, o personagem tem presença marcante em diferentes mídias. A chegada às telonas deve expandir ainda mais seu alcance, consolidando-o como referência no entretenimento internacional.

Para Kasing Lung, a produção representa a oportunidade de apresentar seu universo a uma audiência global de forma inédita. “The Monsters Trilogy” sempre foi reconhecida por sua criatividade e pelo cuidado na construção de personagens e narrativa. Transformar esse material em filme coloca Labubu entre franquias de grande porte, ao lado de figuras que se tornaram ícones culturais.

Embora ainda não exista previsão de estreia, a divulgação da equipe criativa já gerou expectativa entre fãs e especialistas da indústria. O envolvimento de profissionais como Paul King, Steven Levenson, Michael Schaefer e Wenxin She reforça a ambição da Sony em criar uma obra que combine entretenimento, técnica e fidelidade ao universo original.

Mega Sonho reúne Katiuzia Rios e Fabiano Moraes em edição marcada por desafios e momentos de descontração na RedeTV!

A edição deste sábado, 21 de março, do programa Mega Sonho, exibido pela RedeTV!, aposta na combinação entre competição e entretenimento ao receber convidados conhecidos do público em uma noite de provas que exigem raciocínio rápido, agilidade e improviso. Sob o comando de Marcelo de Carvalho, o game show mantém a proposta de reunir participantes e celebridades em dinâmicas que transitam entre o conhecimento geral e situações de humor espontâneo.

Entre os nomes que participam da atração está a jornalista Katiuzia Rios, que atualmente atua como âncora do telejornal Brasil do Povo. Acostumada ao ambiente informativo e à rotina de notícias, ela se destaca nas etapas que envolvem lógica e perguntas diretas. Ainda assim, o formato do programa, marcado pela pressão do tempo e pela imprevisibilidade das respostas, revela um lado mais descontraído da comunicadora. Em uma das rodadas, uma resposta inesperada acaba gerando reação imediata da plateia e evidencia como até mesmo participantes experientes podem ser surpreendidos pelas dinâmicas do jogo.

Outro destaque da edição é a participação de Fabiano Moraes, figura conhecida do público por sua passagem por realities e também por ser pai da influenciadora Viih Tube. Ao longo do programa, ele enfrenta desafios que vão além do conhecimento, especialmente nas provas que exigem interpretação e expressão corporal. A dificuldade em traduzir palavras por meio de gestos se torna um dos elementos que contribuem para o tom leve da atração, reforçando o caráter de entretenimento do formato.

A estrutura do Mega Sonho é organizada em etapas eliminatórias, nas quais seis participantes disputam, ao lado dos convidados, uma sequência de provas que envolvem perguntas, raciocínio lógico e atividades práticas. A cada fase, o nível de exigência aumenta, exigindo decisões rápidas e capacidade de adaptação diante das situações propostas.

O programa culmina no chamado “Desafio do Milhão”, etapa final em que apenas um competidor permanece na disputa. Nesse momento, o foco se volta para perguntas mais complexas e estratégicas, elevando o nível de tensão e oferecendo ao participante a chance de conquistar o prêmio máximo da atração.

A condução de Marcelo de Carvalho é um dos pilares do programa. O apresentador mantém o ritmo dinâmico das provas e estabelece uma relação direta com os participantes, equilibrando momentos de tensão com intervenções que valorizam o humor e a espontaneidade.

Exibido nas noites de sábado, o Mega Sonho se consolida como uma alternativa voltada ao entretenimento leve na televisão aberta. Ao reunir convidados de diferentes áreas e participantes anônimos em um mesmo ambiente competitivo, a atração reforça uma proposta que privilegia a interação, o improviso e a identificação com o público.

Marvel surpreende e renova “Magnum” para segunda temporada após repercussão acima do esperado

O anúncio veio sem aviso prévio, mas rapidamente dominou as redes sociais. A Marvel Studios confirmou nesta segunda-feira (23) que Magnum terá uma segunda temporada, apenas dois meses após a estreia no Disney+. A decisão reflete o impacto imediato da produção, que ultrapassou expectativas iniciais e se consolidou como um dos projetos mais comentados da atual fase do estúdio.

Originalmente pensada como uma minissérie, a trama ganhou força justamente por seguir um caminho diferente dentro do Universo Cinematográfico da Marvel. Em vez de apostar em grandes batalhas ou ameaças globais, a narrativa se concentra em uma história mais íntima e, ao mesmo tempo, irônica sobre a própria indústria do entretenimento.

A série acompanha Simon Williams, um ator tentando conquistar espaço em Hollywood enquanto busca o papel principal em uma produção dentro do próprio universo Marvel. A proposta metalinguística, que mistura ficção e bastidores, chamou atenção por fugir da estrutura tradicional do estúdio, oferecendo uma abordagem mais leve e crítica ao mesmo tempo.

Interpretado por Yahya Abdul-Mateen II, o personagem central se tornou rapidamente um dos pontos altos da produção. Sua jornada é construída a partir de inseguranças, ambições e frustrações comuns a quem tenta se afirmar em um mercado competitivo, o que aproxima a narrativa do público.

Ao redor dele, a série constrói um universo que dialoga com o absurdo e com a realidade. O retorno de Ben Kingsley como Trevor Slattery reforça esse tom, resgatando um personagem já conhecido e inserindo-o em um contexto ainda mais satírico. O elenco também conta com X Mayo, Zlatko Burić, Arian Moayed, Joe Pantoliano, Byron Bowers e Josh Gad, que ajudam a dar ritmo e variedade à narrativa.

Lançada integralmente em 27 de janeiro de 2026, a primeira temporada contou com oito episódios e rapidamente encontrou espaço entre as produções mais comentadas da plataforma. O formato de disponibilização completa favoreceu o consumo contínuo e ampliou o alcance nas redes sociais, onde o público reagiu de forma intensa à proposta da série.

A recepção crítica também teve papel decisivo na renovação. “Magnum” figurou entre os projetos mais bem avaliados do estúdio em plataformas especializadas, com destaque para o equilíbrio entre humor, crítica e construção de personagem. Muitos analistas apontaram a série como um sinal de mudança na forma como a Marvel vem desenvolvendo seus conteúdos para o streaming.

Nos bastidores, o caminho até a estreia não foi simples. As gravações começaram em 2023, mas foram interrompidas devido às greves que afetaram a indústria audiovisual nos Estados Unidos. A produção só foi retomada em 2024, o que acabou adiando o lançamento. Ainda assim, o projeto manteve sua proposta original, sendo oficialmente apresentado ao público no final daquele ano.

A criação da série está nas mãos de Destin Daniel Cretton e Andrew Guest, que conduziram o projeto com uma abordagem mais autoral. Essa liberdade criativa é apontada como um dos fatores que diferenciam “Magnum” de outras produções do MCU mais recentes.

A renovação para uma segunda temporada reforça que a Marvel está atenta à recepção do público e disposta a investir em formatos que ampliem as possibilidades do seu universo. Em um momento em que parte das produções do estúdio vinha sendo questionada por repetir fórmulas, “Magnum” surge como uma resposta direta a essa demanda por inovação.

Ainda não há informações oficiais sobre a trama dos novos episódios, mas a tendência é que a série aprofunde a trajetória de Simon Williams, explorando novas camadas do personagem e ampliando o universo ao seu redor. Sem data definida para estreia, a segunda temporada deve entrar em desenvolvimento nos próximos meses.

Além do Aposento | Documentário da TV Cultura mostra novas formas de viver a aposentadoria

Nesta quarta-feira (25/3), às 22h30, a TV Cultura exibe, na faixa Cultura.Doc, o documentário Além do Aposento, dirigido por Gabriel Martinez. A produção propõe uma reflexão sobre o envelhecimento e como diferentes pessoas encaram a aposentadoria, mostrando que essa fase da vida pode ser marcada por descobertas, desafios e reinvenção pessoal.

O filme parte de uma pergunta simples, mas profunda: o que fazer com o tempo livre após anos de trabalho? Com o aumento da população idosa no Brasil, essa questão se torna cada vez mais relevante. Além do Aposento mostra que envelhecer não significa apenas perda física, mas também oportunidade de crescimento emocional, social e intelectual.

Gabriel Martinez, que já havia dirigido Envelhescência (2015), traz novamente sua sensibilidade ao tema. “A longevidade é um paradoxo fascinante. Enquanto o corpo passa por mudanças naturais, ganhamos experiência e maturidade. Ver alguém começar algo novo aos 70, 80 anos é inspirador. É um sinal de liberdade e de que nunca é tarde para se reinventar”, afirma o diretor.

O documentário acompanha histórias reais e muito diferentes entre si. Anildo, por exemplo, enfrentou a dificuldade de ocupar seu tempo após a aposentadoria e acabou se tornando alcoólatra. Um amigo o incentivou a correr, e essa atividade transformou sua rotina, trazendo saúde e prazer para sua vida.

Dona Marília encontrou na natação uma paixão de infância que pôde dedicar-se plenamente após 30 anos de trabalho. Para ela, a aposentadoria foi uma continuidade natural, sem grandes rupturas. Já Devarty não acredita no conceito tradicional de aposentadoria. Para ele, não faz sentido trabalhar por décadas apenas para parar de repente; ele prefere viver intensamente cada dia, sem esperar por uma data limite.

Outra história de superação é a de Guido, um sul-africano naturalizado brasileiro. Depois de sofrer um sequestro relâmpago junto ao filho, ele decidiu mudar radicalmente de vida, mudando-se para Ilhabela e trabalhando com turismo na natureza. Guido mantém o entusiasmo de uma criança e mostra que é possível recomeçar em qualquer idade.

Tomiko, diagnosticada com osteoporose, também encontrou na atividade física uma forma de ressignificar sua aposentadoria. Orientada a caminhar, foi desafiada a participar de corridas por uma amiga. Mesmo depois de desmaiar em sua primeira prova, ela não desistiu e hoje compete em ultramaratonas, chegando a percorrer 217 km, superando limites e expectativas.

O próprio título do documentário, segundo Martinez, provoca uma reflexão sobre a aposentadoria e a forma como a sociedade encara a velhice. Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, explica que a palavra “aposentadoria” deriva de “aposento”, sugerindo reclusão e descanso. O documentário quebra essa ideia, mostrando que é possível viver plenamente após os 60 anos.

“Cada trajetória é única. Não existem regras para essa fase da vida, mas observar experiências alheias nos ajuda a repensar nossas próprias escolhas. Com Além do Aposento, buscamos inspirar o público a perceber que envelhecer não é sinônimo de limitação, mas de oportunidade”, conclui Gabriel Martinez.

Adam Sandler e Willem Dafoe estrelam novo Time Out da Netflix inspirado em clássico europeu

A Netflix anunciou Time Out, novo longa-metragem estrelado por Adam Sandler (Click, Mistério no Mediterrâneo, Uncut Gems, Esquadrão de Heróis) e dirigido por Scott Cooper (Hostiles, Crazy Heart, Out of the Furnace), que também assina o roteiro e a produção do filme.

O elenco inclui Willem Dafoe (Homem-Aranha, Noé, At Eternity’s Gate, O Farol), Gaby Hoffmann (Transparent, Girls, Uma História de Natal, Field of Lost Shoes), F. Murray Abraham (Amadeus, Scarface, The Grand Budapest Hotel, Finding Forrester), Steve Zahn (Dallas Buyers Club, Sons of Perdition, Happy, That Thing You Do!) e Adam Horovitz (Beastie Boys Story, Roadies, High Fidelity), reunindo nomes consagrados que prometem dar profundidade à narrativa.

O longa é uma adaptação do filme belga-francês L’Emploi du Temps, dirigido por Laurent Cantet e coescrito por Robin Campillo. Na história, Vincent, interpretado por Sandler, enfrenta um colapso profissional ao ser demitido, mas não consegue revelar a verdade à família. Para manter a aparência de normalidade, ele cria um emaranhado de mentiras, incluindo um esquema de investimentos que envolve amigos e parentes. À medida que os enganos se acumulam, sua vida e a de quem ama começam a correr risco.

Scott Cooper explicou que a ideia de revisitar a obra europeia surgiu de uma reflexão sobre temas universais. Ele contou que conheceu o filme original de Cantet em 2001 e carregou a história consigo ao longo dos anos. Para Cooper, a adaptação americana chega em momento oportuno, diante de questões sobre identidade, trabalho e autoestima cada vez mais presentes na sociedade.

O filme original de 2023, dirigido por Ève Duchemin, acompanha três prisioneiros que recebem permissão temporária para passar o fim de semana com suas famílias. Durante esse período, eles enfrentam o desafio de reconstruir laços afetivos, lidar com traumas emocionais e retomar a vida fora da prisão. Karim Leklou (Frantz, Hippocrate, Les Anarchistes, A Prophet) interpreta Bonnard, Isaka Sawadogo (Tilai, Ouagadougou, The Pirogue, Samba) é Hamousin, e Jarod Cousyns (Couleur Café, La Trêve, The Missing, North Sea Texas) vive Colin. Johan Leysen (The Son, Loft, The Missing, Suspect) completa o elenco como o pai de Bonnard.

A produção belga-francesa teve estreia mundial no Festival de Cinema de Ostende em 28 de janeiro de 2023 e foi elogiada por sua abordagem sensível, qualidade técnica e performances marcantes. O longa explorava a complexidade das relações humanas e os impactos do encarceramento, criando uma narrativa profunda e emocionalmente intensa.

A versão da Netflix mantém os temas centrais do original, mas adapta a história ao contexto americano, trazendo tensão, dilemas morais e conflitos familiares que dialogam com a realidade contemporânea. A produção busca combinar o drama psicológico europeu com o ritmo e a intensidade do cinema norte-americano, destacando personagens complexos e decisões difíceis.

Sessão de Sábado (28/3) exibe a comédia “Você de Novo”, estrelada por Kristen Bell e Jamie Lee Curtis

Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 28 de março, a Sessão de Sábado apresenta a comédia americana “Você de Novo” (You Again), lançada em 2010. A trama acompanha Marnie, interpretada por Kristen Bell (Veronica Mars, The Good Place), que enfrenta uma situação inesperada às vésperas do casamento de seu irmão: sua futura cunhada é ninguém menos que sua antiga inimiga de escola, responsável por momentos constrangedores e traumáticos durante a adolescência.

Determinado a impedir a união, Marnie mergulha em uma divertida batalha de vingança. Paralelamente, sua mãe, Gail, interpretada por Jamie Lee Curtis (Todo Mundo em Pânico, A Fantástica Fábrica de Chocolate), descobre que a tia da noiva também guarda desavenças do passado com sua própria família. A combinação de antigas rivalidades resulta em uma série de confusões hilárias, unindo humor físico, diálogos sarcásticos e situações absurdas que agradam a diferentes gerações. As informações são do AdoroCinema.

O elenco principal conta com nomes de peso do cinema americano. Sigourney Weaver (Alien, Avatar) vive Ramona, enquanto Odette Yustman (The Unborn), Victor Garber (Titanic, Alias) e Betty White (As Panteras) completam o núcleo familiar, cada um acrescentando carisma e timing cômico. A direção é de Andy Fickman (Como Perder um Homem em 10 Dias) e o roteiro assinado por Jelline Moe, que equilibra comédia pastelão e humor mais refinado, característico de conflitos familiares.

Entre os momentos mais memoráveis, estão os confrontos entre Marnie e Joanna “J-J” Clark (Odette Yustman), simbolizando a eterna disputa entre rivais antigas. Ao mesmo tempo, as interações entre mães e a avó Bunny (Betty White) garantem pitadas de humor inesperadas. O filme ainda conta com participações de Sean Wing (The Secret Life of the American Teenager), Kristin Chenoweth (Pushing Daisies), Kyle Bornheimer (Cougar Town) e Patrick Duffy (Dallas), além de aparições não creditadas de Cloris Leachman (A Noviça Rebelde) e Dwayne “The Rock” Johnson (Velozes e Furiosos), adicionando surpresas para fãs atentos.

Com orçamento estimado em US$ 20 milhões, Você de Novo arrecadou pouco mais de US$ 32 milhões mundialmente, consolidando-se como uma comédia leve e familiar, ideal para entretenimento descomplicado. O filme equilibra a tensão típica de reuniões familiares com situações engraçadas e exageradas, tornando-o perfeito para a programação de sábado da Globo

Na dublagem, a emissora reuniu um elenco completo de vozes brasileiras: Priscila Amorim dubla Marnie, Sheila Dorfman dá voz a Gail e Mônica Rossi interpreta Ramona. Entre os demais estão Mariana Torres, Dário de Castro, Nádia Carvalho, Sérgio Cantú e Leonardo Serrano, garantindo que o humor e as expressões do elenco original sejam preservados para o público brasileiro.

Arte Brasileira Uma Seleção | Exposição revisita meio século de inovação e experimentação

Foto: Reprodução/ Internet

A Galeria Berenice Arvani, em São Paulo, apresenta de 6 de abril a 29 de maio de 2026 a exposição “Arte Brasileira Uma Seleção”, uma mostra que propõe um olhar crítico e cuidadoso sobre a produção artística brasileira ao longo das décadas do século XX. Integrando a programação paralela da SP–Arte 2026, a exposição reúne obras de artistas que não apenas marcaram sua época, mas também tiveram suas trajetórias reconhecidas por instituições, exposições históricas e publicações de referência, consolidando seu lugar na história da arte nacional.

Segundo a galerista Berenice Arvani, “o objetivo da exposição é mais do que reunir grandes nomes: buscamos mostrar como o conceito de obra-prima evolui com o tempo. Cada período tem sua própria forma de questionar e redefinir os padrões estéticos, e queremos que o visitante perceba essa transformação”.

O percurso da mostra começa com as primeiras experimentações modernistas, momentos em que a arte brasileira buscava definir sua própria identidade frente às influências internacionais. Obras de Antonio Gomide, Di Cavalcanti, Candido Portinari e Victor Brecheret ilustram essa fase, marcada pelo equilíbrio entre representação e invenção, cores intensas e figuras que capturam o espírito de uma sociedade em transformação. “Esses artistas abriram caminhos essenciais para que as gerações seguintes pudessem experimentar novas linguagens sem perder a raiz brasileira”, explica o curador Ricardo Camargo.

Nas décadas seguintes, a mostra destaca a consolidação de uma linguagem mais construtiva e racional, explorada por nomes como Luiz Sacilotto, Maurício Nogueira Lima, Judith Lauand e Lothar Charoux. Esse período reflete uma busca por ordem, geometria e clareza formal, consolidando a abstração como um território fértil para a arte nacional. As obras dessa fase dialogam com movimentos internacionais sem abrir mão de uma singularidade que remete à experiência e à cultura brasileira.

A exposição também explora artistas que desafiaram os limites da percepção e da forma, introduzindo novas maneiras de interagir com a arte. Lygia Clark é um exemplo desse impulso experimental, com obras de sua fase inicial de pintura que antecipam suas experiências interativas e sensoriais. Reconhecida por instituições como o Museum of Modern Art, o Guggenheim Museum Bilbao e a Pinacoteca de São Paulo, Clark transformou a ideia de participação do público e ampliou a noção de obra artística. Junto dela, Mira Schendel se destaca com peças que exploram a delicadeza, a linguagem e a forma, enquanto Geraldo de Barros inovou na fotografia experimental, antecipando conceitos que influenciariam gerações seguintes.

A década de 1960 é apresentada como um ponto de inflexão, em que a arte brasileira começa a incorporar ambiguidade perceptiva, crítica social e novas linguagens visuais. Artistas como Hércules Barsotti, Claudio Tozzi, Rubens Gerchman e Wesley Duke Lee produzem obras que desafiam o olhar, questionam a imagem e experimentam com cores, formas e movimentos de maneira provocativa. Nesse período, a arte deixa de ser apenas objeto estético e passa a ser ferramenta de reflexão sobre sociedade, política e identidade.

Nas décadas seguintes, a exposição apresenta nomes que consolidam uma postura conceitual e crítica. Nelson Leirner e Antonio Dias, por exemplo, expandem a definição de arte, incorporando humor, ironia e crítica social em suas obras. Esse movimento revela como a produção artística brasileira se tornou um espaço de diálogo, questionamento e inovação, capaz de engajar o público em reflexões profundas e duradouras.

A escultura também ocupa um papel de destaque na exposição, com obras de Amilcar de Castro e Sergio Camargo, que exploram luz, sombra e volume, e criam uma relação única com o espaço expositivo. Joaquim Tenreiro, por sua vez, contribui com uma abordagem que conecta arte, design e arquitetura, mostrando que o campo da criação não precisa ser limitado por categorias rígidas. A inclusão de Kazmer Fejer reforça o caráter experimental e internacional da mostra, destacando como a arte brasileira dialogou com tendências globais e incorporou perspectivas inovadoras ao longo do século XX.

Além do valor estético e histórico, “Arte Brasileira Uma Seleção” apresenta obras com procedência rigorosa e trajetória consolidada, tornando-se também uma referência importante para colecionadores e investidores. O histórico de exposições, publicações e reconhecimento institucional reforça o valor das peças, garantindo não apenas beleza e relevância, mas também legitimidade no mercado de arte.

Resumo semanal da novela A Nobreza do Amor (2 de abril a 4 de abril)

Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 016 – quinta-feira, 02 de abril
Tonho demonstra receio diante do beijo em Lúcia/Alika, que fica surpresa com sua reação, enquanto José admite que não será capaz de libertá-lo; a cirurgia de Omar começa, e ele chama por Alika, que se questiona se Tonho é o guerreiro de seus sonhos; Lúcia/Alika exige que Mirinho retire a queixa contra Tonho, Sebastião alerta Virgínia sobre as intenções de Mirinho, Jendal busca informações sobre o andamento da operação de Omar, e Virgínia confronta Tonho e Mirinho sobre o envolvimento com Lúcia/Alika.

Capítulo 017 – sexta-feira, 03 de abril
Mirinho se incomoda ao saber que Lúcia/Alika foi visitá-lo na delegacia, enquanto Soliman celebra o sucesso da cirurgia de Omar; Virgínia termina o noivado com Mirinho, gerando desespero em Graça, mas confessa a Diógenes e Marta que a decisão é apenas para lhe ensinar uma lição; Mirinho garante a Manoel que vai conquistar Lúcia/Alika, e Vera/Niara solicita um emprego a Onildo; Caetana se preocupa com os sentimentos de Tonho, Alika rejeita a possibilidade de ser irmã de Tonho, compartilha seus sonhos com José e Teresa, Dumi escreve para Alika e confirma a Soliman que Omar só poderá voltar para casa se o paradeiro de Alika for revelado, e Virgínia ordena que Lúcia/Alika se mantenha distante de Mirinho.

Capítulo 018 – sábado, 04 de abril
Virgínia ameaça Lúcia/Alika, que desabafa com Salma, enquanto Dumi e Chinua se preocupam com um possível conflito entre Soliman e Jendal devido a Omar; Lúcia/Alika acompanha Tonho até a casa de Dona Menina, que garante que eles não são irmãos, e confessa a Teresa que Tonho despertou sentimentos em seu coração; Vera/Niara solicita trabalhar com Maria Helena na retomada da escola, Graça intercede junto a Virgínia em favor de Mirinho, que, seguindo as orientações de Graça, reconquista Virgínia, desapontando Sebastião; Dumi propõe uma aliança com Akin e Chinua contra a tirania de Jendal, e Tonho finalmente declara seus sentimentos por Lúcia/Alika.

Resumo da novela A Nobreza do Amor (6 de abril a 11 de abril)

Capítulo 019 – segunda-feira, 06 de abril
Tonho se afasta de Lúcia/Alika quando ela afirma que não pode revelar seus segredos, enquanto Alika confidencia a Teresa sua preocupação com os sentimentos de Salma por Tonho; Marta repreende Virgínia por implicar com o trabalho de Lúcia/Alika e Vera/Niara, e Akin exige uma prova de confiança de Dumi; Niara questiona Alika sobre seu aparente afastamento de Tonho, Casemiro acata uma sugestão de Tonho para o trabalho contrariando Mirinho, e Akin decide se unir a Dumi na resistência contra Jendal, que comenta com Kênia que Dumi pode ser um traidor, enquanto Alika recebe uma carta de Dumi.

Capítulo 020 – terça-feira, 07 de abril
Alika celebra a sobrevivência de Omar, mas se preocupa com notícias sobre Batanga, enquanto Maria Helena e Vera/Niara buscam apoio para reabrir a escola da cidade; Bartô e Sebastião desconfiam de Vera/Niara, e Alika decide vender as joias de Batanga para montar seu ateliê de costura; Jendal ordena a prisão e execução de Akin, deixando Dumi apreensivo, enquanto Casemiro e Diógenes apoiam as sugestões de Tonho, irritando Mirinho, e Lúcia/Alika empenha suas joias no banco de Diógenes; Dumi, obedecendo a ordens de Jendal, joga Akin em um poço cheio de serpentes.

Capítulo 022 – quarta-feira, 08 de abril
Jendal provoca Dumi para testar sua lealdade, enquanto Mirinho reclama com Graça sobre a atenção de Casemiro a Tonho, e Caetana sugere que ele conheça melhor Lúcia/Alika antes de se aproximar novamente; Alika garante a Niara que não pode se envolver com Tonho por precisar voltar a Batanga, e Virgínia elabora um plano para acusá-la de roubo de joias, manipulando Sebastião e fazendo Miguel desistir de alugar a casa; Chinua e outros homens resgatam Akin do poço, e Diógenes, Adônis e Fortunato exigem que Lúcia/Alika devolva o dinheiro do empenho das joias.

Capítulo 023 – quinta-feira, 09 de abril
Alika percebe que Virgínia armou contra ela, enquanto Mirinho se agrada ao ver o ciúme da moça, e Tonho a defende; Jendal reconhece a lealdade de Dumi, e Chinua consegue salvar Akin, que planeja junto com Dumi uma estratégia para enganar Jendal; Alika se emociona com o apoio de Tonho, a população rejeita Niara e Alika, Viriato repreende os moradores durante a missa, e Salma e Ana Maria demonstram apoio à moça; Viriato sugere que Virgínia faça sua confissão na igreja, e Alika confronta Virgínia.

Capítulo 025 – sexta-feira, 10 de abril
Lúcia/Alika questiona as mentiras inventadas por Virgínia, enquanto Ana Maria se diverte dançando com Manoel e Salma percebe a química entre Tonho e Lúcia/Alika; ao ouvir Virgínia conversando com a família, Mirinho acredita que Lúcia/Alika está interessada nele, e sente ciúmes ao ver Tonho dançando com ela, planejando uma armadilha contra o rapaz; Jendal tem pesadelos com Alika, que se revolta contra Mirinho, enquanto ele decide prender Soliman para que revele o paradeiro de Alika, e Graça e Virgínia subornam Botelho para acusar Lúcia/Alika e Vera/Niara de roubo das joias de São Paulo.

Capítulo 026 – sábado, 11 de abril
Botelho aceita o acordo com Graça e Virgínia, despertando desconfiança em Adônis, que vai buscar Lúcia/Alika e Vera/Niara para a acareação sobre as joias na delegacia; Soliman é preso, mas afirma a Chinua que apoia a revolução em Batanga, enquanto Kênia e Jendal investigam Çinar sobre a saúde de Omar, e Mundica revela que Mirinho sabotou a carroça de Tonho; Diógenes questiona Virgínia e Graça sobre já conhecerem o inspetor Botelho, Jendal descobre que o navio de Soliman foi saqueado, e Akin e outros populares comemoram o apoio de Soliman à revolução com a doação de seus bens, enquanto Botelho se prepara para emitir o veredito sobre as joias roubadas.

Homem Aranha 4: Um Novo Dia passa por refilmagens e ganha mais humor nas aventuras de Peter Parker

A Marvel e a Sony Pictures estão ajustando os últimos detalhes de “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, que chega às telonas em 30 de julho. Com refilmagens acontecendo em Londres, a produção foca em reforçar o humor, aprofundar personagens e intensificar a ação, consolidando o novo capítulo da saga de Peter Parker, vivido por Tom Holland (O Impossível, Capitão América: Guerra Civil, Uncharted: Fora do Mapa).

Segundo afirmou Holland, o longa-metragem já estava completo, mas as cenas adicionais servem como um polimento narrativo. “Estamos apenas adicionando a cereja do bolo em certas áreas. Procuramos maneiras de inserir mais humor e explorar um vilão de forma diferente, criando momentos divertidos sem prejudicar a trama”, afirmou o ator à revista GQ. As informações são da Variety.

Onde aconteceram as filmagens?

A produção principal começou em agosto de 2025 em Glasgow, Escócia, com locações que recriam o clima urbano de Nova York. Diversas cenas foram gravadas nas ruas da cidade, incluindo George Square e Merchant City, trazendo autenticidade às sequências de ação.

Além disso, o filme utilizou locações icônicas em Londres, como o Cemitério Brookwood e o Battersea Park, e estúdios do Pinewood Studios, em Buckinghamshire, para cenários internos. As filmagens também se estenderam a Basingstoke, Inglaterra, para cenas com dublês, garantindo maior segurança e dinamismo às sequências de combate.

Durante as gravações, Holland sofreu uma concussão leve, o que levou a uma pausa temporária, mas a produção manteve o cronograma e garantiu que a estreia não seria afetada.

Quem são os vilões do filme?

O longa contará com múltiplos antagonistas. Escorpião (Michael Mando, Homem-Aranha: De Volta ao Lar, 2017) retorna após a cena pós-créditos do primeiro filme, trazendo continuidade à sua história. Já Lápide (Marvin Jones III, Spider-Man: Into the Spider-Verse, 2018 [voz]) surge como novidade, com potencial para desafios inéditos na vida do herói.

A presença de mais de um vilão cria um cenário de tensão constante, permitindo que o filme explore diferentes estilos de combate e narrativa. As ameaças não se limitam a confrontos físicos, mas envolvem estratégias e dilemas morais, destacando o amadurecimento de Peter Parker.

Como será o novo traje do Homem-Aranha?

O novo uniforme do herói reflete o amadurecimento de Peter Parker e sua autonomia. Diferente das versões anteriores, o traje foi projetado para oferecer maior mobilidade e conforto, mantendo elementos clássicos que remetem aos quadrinhos e ao final de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021).

Segundo Holland, o traje também carrega uma referência aos Peter Parker de Tobey Maguire e Andrew Garfield, simbolizando a inspiração que o personagem busca em seus “antecessores”. A novidade promete permitir sequências de ação mais fluidas e visuais impactantes, com detalhes que reforçam a identidade do herói sem perder praticidade.

Quem faz parte do elenco?

Além de Tom, Zendaya (O Drama, Duna: Parte Dois) retorna como MJ, mantendo o núcleo afetivo de Peter Parker. Mark Ruffalo (Spotlight: Segredos Revelados, Vingadores: Ultimato) aparece como Hulk/Bruce Banner. Jon Bernthal (Fury, The Punisher) assume novamente o papel de Frank Castle, enquanto Sadie Sink (Stranger Things, O Primeiro Acidente) entra com papel ainda misterioso. O elenco é complementado por Jacob Batalon (Sierra Burgess é uma Loser), Tramell Tillman (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, The Exorcist: Believer) e Liza Colón-Zayas (O Homem nas Sombras).

Direção e roteiro

O filme é dirigido por Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, 2021), com roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers (Homem-Aranha: No Way Home, 2021; Homem-Aranha: Longe de Casa, 2019). Cretton descreve “Um Novo Dia” como um “renascimento” do personagem, com tom diferente das trilogias anteriores, mesclando ação intensa, humor e momentos de drama pessoal.

Como será a trama?

Após os eventos de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021), o mundo esqueceu que Peter Parker existe. Agora, quatro anos depois, ele atua como herói anônimo nas ruas de Nova York, enfrentando crimes locais enquanto lida com uma evolução física ameaçadora de seus poderes.

A narrativa envolve conspirações que conectam os vilões e exigem que Peter tome decisões estratégicas e morais, mostrando um lado mais humano e vulnerável do personagem. Com isso, o filme equilibra ação, suspense e momentos de leveza, garantindo uma experiência completa para o público.

Lançamento e expectativas

“Um Novo Dia” estreia em 30 de julho de 2026, uma semana após “The Odyssey”, evitando competição direta por salas e sessões IMAX. O filme terá lançamento convencional e sessões em IMAX em mercados selecionados, oferecendo uma experiência cinematográfica imersiva.

notícias em destaque