Saiba quais filmes serão exibidos no Corujão 24/06/2023

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Os filmes Alice Júnior e Uma Quase Dupla serão exibidos no Corujão deste sábado, 24 de junho de 2023, que prometem animar sua madrugada. Prepare-se para uma sessão cinematográfica empolgante e cheia de emoções.

O primeiro filme em destaque é Alice Júnior. A trama gira em torno de Alice, uma adolescente trans cheia de carisma e talento, que dedica seu tempo criando vídeos para o YouTube. No entanto, a vida de Alice dá uma reviravolta quando seu pai, Jean, é transferido para a cidade de Araucárias do Sul, obrigando-os a se mudar. Ao ingressar em uma nova escola, Alice se depara com preconceitos e uma sociedade mais retrógrada do que ela estava acostumada. Enfrentando desafios e obstáculos, Alice busca o direito de ser quem ela é e ainda almeja dar seu primeiro beijo. Uma história cativante que aborda questões de identidade e aceitação.

O filme “Alice Júnior” conta com um elenco talentoso que dá vida aos personagens de forma brilhante. Anne Celestino, no papel principal, interpreta Alice, uma adolescente trans cheia de carisma e determinação. Com sua atuação cativante, Anne consegue transmitir as emoções e os desafios enfrentados pela personagem de forma autêntica e tocante.

Ao lado de Anne, Emmanuel Rosset interpreta Jean, o pai de Alice. Emmanuel traz uma sensibilidade especial ao retratar o amor e o apoio incondicional do pai em relação à jornada de descoberta e aceitação da filha.

Surya Amitrano interpreta a personagem Babette, uma amiga e confidente de Alice. Surya traz uma presença vibrante ao papel, adicionando uma camada de leveza e diversão ao filme.

Matheus Moura também integra o elenco, interpretando o personagem Tinho. Com seu carisma e talento, Matheus traz uma energia contagiante ao papel, contribuindo para a dinâmica e as interações entre os personagens.

Sob a direção de Gil Baroni, esse elenco talentoso trabalha em harmonia para retratar a jornada de autodescoberta e aceitação de Alice. Com performances marcantes e genuínas, eles tornam o filme “Alice Júnior” uma experiência emocionante e envolvente.

A atuação do elenco de “Alice Júnior” é um dos destaques do filme, capturando a essência dos personagens e trazendo à tona as emoções e os desafios enfrentados por eles. Cada membro do elenco contribui para a construção de uma história poderosa e inspiradora sobre a busca pela identidade e a luta pelo direito de ser quem somos.

Já o segundo filme é Uma Quase Dupla. A cidade de Joinlândia é abalada por uma série de assassinatos, e o subdelegado Claudio, conhecido por sua calma e pacatez, precisa resolver o caso. Porém, ele recebe a ajuda inesperada de Keyla, uma investigadora experiente e destemida. Apesar de suas diferenças de ritmo e personalidade, a dupla precisa encontrar uma maneira de trabalhar em conjunto para desvendar o mistério por trás dos crimes. Com muita comédia e momentos hilários, o filme proporciona uma divertida mistura de ação e humor.

O filme Uma Quase Dupla apresenta um elenco talentoso e carismático, que contribui para o humor e a diversão da trama. Com atores renomados e queridos pelo público, o filme conta com performances cativantes e interações hilárias.

Louise Cardoso traz sua experiência e habilidade cômica para o papel de Keyla, uma investigadora destemida e experiente. Sua atuação convincente e timing cômico são essenciais para a dinâmica da trama, proporcionando momentos de risadas e descontração.

Ary França interpreta Claudio, o subdelegado calmo e pacato. Com seu estilo tranquilo e humor sutil, Ary acrescenta uma dose de comédia às situações em que o personagem se envolve, criando um contraste divertido com a personalidade de Keyla.

Cauã Reymond mostra sua versatilidade ao interpretar diferentes personagens no filme, adicionando camadas de humor e surpresa. Sua habilidade em alternar entre o cômico e o sério contribui para a dinâmica entre os protagonistas.

Tatá Werneck, conhecida por seu talento em comédia, entrega uma performance divertida e irreverente no papel de uma personagem engraçada e excêntrica. Sua energia contagiante e habilidade em criar momentos de humor são um destaque no filme.

Sob a direção de Marcus Baldini, esse elenco talentoso traz vida aos personagens e proporciona momentos de descontração e risadas ao público. A química entre os atores é evidente, e eles trabalham em conjunto para criar uma dinâmica divertida e envolvente.

O elenco de Uma Quase Dupla se destaca por sua habilidade em explorar o lado cômico dos personagens e criar momentos divertidos ao longo da trama. Com sua experiência em comédia e talento individual, cada membro do elenco contribui para o sucesso do filme, tornando-o uma experiência alegre e empolgante para o público.

Corujão é um programa que começa logo após mais uma edição de Vai na Fé. Não perca essa oportunidade de se entreter com histórias envolventes e risadas garantidas durante a madrugada. Aproveite a diversão com esses filmes que certamente deixarão seu sábado ainda mais animado.

Trailer de The Husband revela desaparecimento após pedido de divórcio e destaca novo papel de Namkoong Min

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A SBS divulgou o primeiro trailer de The Husband, série sul-coreana que chega à televisão do país em 4 de julho. Estrelada por Namkoong Min, a produção acompanha a história de um médico que inicia uma busca pela ex-esposa depois que ela desaparece poucas horas após os dois concordarem em se divorciar.

A prévia apresenta Kang Tae-ju, um renomado neurocirurgião e diretor de hospital que vê sua rotina desmoronar quando Go Se-yoon, interpretada por Lee Seol, desaparece sem deixar rastros. O caso rapidamente se transforma em uma investigação que mistura crime, interesses ocultos e revelações sobre a vida do casal.

O trailer evita entregar muitos detalhes da trama, mas deixa claro que o desaparecimento de Se-yoon é apenas o início de uma história mais complexa. Enquanto tenta encontrá-la, Tae-ju passa a descobrir informações que colocam em dúvida tudo o que acreditava saber sobre seu casamento.

Um dos pontos mais interessantes mostrados nas primeiras imagens é que o protagonista acaba ocupando posições opostas ao mesmo tempo. Em sua tentativa de encontrar a ex-esposa, ele se torna alvo de suspeitas e precisa lidar com pessoas que parecem estar sempre um passo à frente de sua investigação.

O principal responsável pelo sequestro é Noh Man-hee, personagem vivido por Kim Dae-myung. Embora seja conhecido publicamente como diretor de uma academia local, ele esconde atividades criminosas que o colocam no centro dos acontecimentos.

Outra figura importante da história é Kim Kyung-ae, interpretada por Lee Sang-hee. Ela aparece ao lado de Se-yoon após o desaparecimento e parece conhecer detalhes importantes sobre o caso.

Além do mistério envolvendo o sequestro, a série também deve explorar a relação entre Tae-ju e Se-yoon. A decisão de se divorciar acontece antes do desaparecimento, o que levanta questões sobre segredos, ressentimentos e acontecimentos do passado que ainda não vieram à tona.

O projeto marca mais um trabalho de destaque para Namkoong Min, conhecido por interpretar personagens que enfrentam situações extremas e desafios psicológicos. Nos últimos anos, o ator se consolidou como um dos rostos mais reconhecidos dos dramas coreanos, especialmente em produções voltadas para suspense e ação.

Michael | Teaser da cinebiografia de Michael Jackson quebra recordes e emociona fãs ao redor do mundo

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O Rei do POP voltou a quebrar recordes — mesmo décadas depois de sua morte. O primeiro teaser de Michael, a aguardada cinebiografia que retrata a vida e a carreira de Michael Jackson, alcançou a impressionante marca de 116,2 milhões de visualizações globais nas primeiras 24 horas após o lançamento. O feito não apenas consagrou o vídeo como o maior lançamento da história da Lionsgate, mas também o transformou no trailer de cinebiografia musical mais assistido de todos os tempos.

Antes disso, o recorde pertencia a ninguém menos que Taylor Swift, cujo trailer do filme The Eras Tour acumulou 96,1 milhões de visualizações em um dia. A superação por Michael não é apenas uma vitória numérica, mas também simbólica — uma reafirmação de como a figura de Jackson continua a fascinar e emocionar públicos de todas as gerações.

Com lançamento previsto para 23 de abril de 2026 no Brasil, o filme promete ser uma das cinebiografias mais aguardadas da década. A produção encerrou suas filmagens em 30 de maio de 2024, com trilha sonora que trará gravações originais remasterizadas e versões inéditas de clássicos como Beat It e Smooth Criminal.

O legado que nunca saiu de cena

Poucos artistas na história da música deixaram um impacto tão profundo quanto o eterno Rei do POP. Mais do que um cantor e dançarino, ele foi um fenômeno cultural que moldou a indústria do entretenimento e redefiniu os limites entre música, moda e performance.
Com sucessos que atravessaram décadas — de Thriller e Billie Jean a Black or White e Man in the Mirror —, Jackson se tornou uma referência global. Sua história, marcada por genialidade, excentricidade e polêmicas, sempre despertou curiosidade.

Agora, o filme Michael, dirigido por Antoine Fuqua (Dia de Treinamento, O Protetor), promete mergulhar mais fundo nesse universo, mostrando não apenas o astro dos palcos, mas também o homem por trás do mito.

Jaafar Jackson: o sobrinho que herdou o ritmo

A escolha de Jaafar Jackson, sobrinho do Rei do Pop, para interpretar o próprio tio, foi recebida com entusiasmo e emoção pelos fãs. Filho de Jermaine Jackson — um dos integrantes do Jackson 5 —, Jaafar cresceu cercado pelo legado da família e traz no sangue o DNA musical que revolucionou o mundo.

Desde o início das filmagens, em janeiro de 2024, as redes sociais foram tomadas por comparações entre os dois. E o teaser, lançado pela Lionsgate, só reforçou o quanto Jaafar parece ter incorporado a essência do cantor. Seus gestos, olhares e movimentos corporais remetem diretamente ao ídolo, despertando uma nostalgia imediata nos fãs que acompanharam o auge de Jackson nas décadas de 1980 e 1990.

Um time de peso por trás das câmeras

O projeto tem direção de fotografia de Dion Beebe, vencedor do Oscar por Memórias de uma Gueixa, e design de produção de Barbara Ling, premiada por Batman Eternamente e responsável por recriar o visual dos anos dourados do pop. A figurinista Marci Rodgers, conhecida por seu trabalho em Infiltrado na Klan, foi a responsável por reconstruir com fidelidade o guarda-roupa icônico de Michael — das jaquetas militares aos sapatos com salto invertido.

Com roteiro assinado por John Logan (Gladiador, O Aviador), o filme promete equilibrar espetáculo e intimidade, abordando tanto os bastidores das grandes turnês quanto os dilemas pessoais que acompanharam Jackson ao longo da vida.

Um elenco diversificado e talentoso

Além de Jaafar Jackson, o elenco conta com nomes de peso. Colman Domingo, indicado ao Oscar por Rustin, interpreta Joe Jackson, o exigente e controverso patriarca da família. Nia Long assume o papel de Katherine Jackson, a matriarca que sempre acreditou no talento dos filhos. Outros nomes como Miles Teller, Laura Harrier, Kat Graham, Larenz Tate e Derek Luke completam o elenco, reforçando a proposta de construir uma narrativa grandiosa, mas ao mesmo tempo emocionalmente honesta.

A promessa de uma cinebiografia definitiva

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o longa-metragem é uma viagem emocional pela vida de Michael, o artista que redefiniu a música pop e encantou gerações inteiras. O filme acompanha sua trajetória desde os dias de infância, quando ainda era o carismático líder do Jackson 5, até o auge da fama mundial, quando se tornou o Rei do Pop e transformou o palco em um espetáculo de arte, emoção e perfeição.

A obra revisita performances lendárias de sua carreira solo e recria com emoção os bastidores de sua criação artística — os ensaios exaustivos, o perfeccionismo, as dúvidas e o impulso de sempre ir além. O filme presta homenagem ao espírito de um homem que acreditava que a música podia curar, unir e inspirar o mundo. É um retrato íntimo, intenso e profundamente humano de um artista que nunca deixou de sonhar, mesmo quando o preço da glória se tornava alto demais.

Crítica – O Sobrevivente é uma distopia explosiva e incrivelmente relevante

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Adaptando o romance homônimo de Stephen King, Edgar Wright reconstrói O Sobrevivente com a seriedade que a história pede, sem jamais abandonar seu estilo autoral inconfundível. O humor afiado, o dinamismo narrativo e a pitada de excentricidade continuam presentes, mas agora combinados a uma ambição dramática mais madura. Desde os primeiros minutos, Wright nos conduz com precisão a um futuro distópico em que os Estados Unidos se tornaram um estado autoritário guiado por conglomerados midiáticos, enquanto uma população empobrecida e desassistida é mantida sob controle através de reality shows brutais transformados em espetáculo nacional.

É nesse cenário sufocante que surge Ben Richards, um homem comum obrigado a participar de um desses programas mortais para conseguir dinheiro e tentar salvar a filha gravemente doente. Embora o enredo pudesse facilmente se limitar à jornada de um herói injustiçado, Wright transforma Richards em um reflexo das falhas estruturais daquele mundo — e, inevitavelmente, do nosso.

Mais do que ação: Uma crítica contundente ao entretenimento manipulador

O Sobrevivente não se contenta em ser um filme de ação estiloso. Wright constrói uma obra inquieta e provocativa, que utiliza o espetáculo para falar justamente sobre o próprio espetáculo. A crítica à desigualdade, ao controle político e à espetacularização da violência é ácida e precisa. O show business é apresentado como um mecanismo fraudulento, inteiramente premeditado, feito para distrair, manipular e anestesiar.

O público dentro do filme exige mais sangue e violência sem perceber que nada é espontâneo: cada movimento é roteirizado, cada morte é planejada e cada emoção é cuidadosamente orquestrada pelos produtores. Uma das decisões mais inteligentes da direção é deslocar parte da ação para ambientes abertos, onde qualquer pessoa pode se tornar “caçador” em troca de uma recompensa ilusória. Esse elemento transforma cidadãos comuns em participantes voluntários de um jogo brutal, gerando um clamor coletivo perturbador: “Caçem-no!”.

Edgar Wright em seu auge: ritmo, estilo e substância

É verdade que o longa leva um pouco de tempo para engrenar — característica frequente em filmes do diretor, que prefere construir terreno, aprofundar personagens e preparar emocionalmente o espectador. No entanto, quando a narrativa dispara, ela simplesmente não desacelera. O ritmo se torna eletrizante, com cenas de ação coreografadas com precisão, humor pontual e momentos de quietude reflexiva que enriquecem a trajetória do protagonista.

A direção é um espetáculo à parte. Wright imprime energia, inventividade e fluidez a cada sequência. A fotografia explora com intensidade o contraste entre o brilho artificial da TV e a decadência real das ruas. A montagem, veloz e calculada, dita o pulso emocional da narrativa. E a trilha sonora — sempre um ponto alto na filmografia do diretor — surge novamente como elemento essencial, com canções escolhidas a dedo que ampliam tensões, ironias e significados.

Um elenco em perfeita sintonia

Glenn Powell entrega uma das melhores atuações de sua carreira, equilibrando força física e vulnerabilidade emocional para construir um Ben Richards sólido, carismático e profundamente humano. Ele se transforma em um herói improvável que conquista o público pela sinceridade e pela resistência moral.

Josh Brolin se destaca como o produtor cruel e estrategista do programa, exibindo uma combinação assustadora de charme e frieza corporativa. Colman Domingo, sempre magnético, brilha como o apresentador manipulador, elevando ainda mais o impacto das cenas televisivas. Já Michael Cera e Emilia Jones formam uma dupla improvável, sensível e carismática, trazendo humanidade para dentro de um mundo dominado pelo absurdo.

Uma reinvenção audaciosa e necessária

Ao final, o longa-metragem se revela mais do que uma simples reinterpretação do romance de Stephen King. É uma atualização ousada, inteligente e profundamente conectada ao nosso tempo. Wright entrega um filme que satiriza o consumo de violência como entretenimento, denuncia a manipulação midiática e expõe o vazio moral de uma sociedade condicionada a transformar sofrimento em espetáculo.

Ao mesmo tempo, oferece uma aventura vibrante, tecnicamente impecável e conduzida por personagens que lutam contra um sistema esmagador. O Sobrevivente é um filme que reafirma Edgar Wright como um dos cineastas mais inventivos da atualidade — e confirma que, quando distopia, crítica social e estética autoral se encontram, o resultado pode ser explosivo, envolvente e surpreendentemente revelador.

Fernanda Torres é confirmada no júri do Festival de Veneza 2025 e reforça presença brasileira no cinema internacional

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Na última sexta-feira (18), foi divulgada a composição oficial do júri da 82ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontece entre os dias 27 de agosto e 6 de setembro, na Itália. Entre os selecionados para avaliar os filmes em competição está a atriz brasileira Fernanda Torres, que se destaca como um dos maiores nomes do cinema nacional contemporâneo.

Fernanda acumula uma trajetória que atravessa teatro, televisão e cinema, sempre marcada por atuações intensas e autênticas. Indicada ao Oscar pela performance no aclamado filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, a atriz agora assume o desafio de julgar obras de relevância global. Sua participação no júri representa um reconhecimento não apenas pessoal, mas também do talento brasileiro no cenário internacional.

Além de Fernanda, o júri do Festival de Veneza conta com importantes nomes do cinema mundial, como o cineasta iraniano Mohammad Rasoulof, o diretor francês Stéphane Brizé, a italiana Maura Delpero, o romeno Cristian Mungiu e a atriz chinesa Zhao Tao. Essa diversidade de experiências e estilos contribui para um julgamento plural e rico, capaz de abarcar a complexidade da produção cinematográfica contemporânea.

Um Momento de Protagonismo para o Brasil

A participação da atriz brasileira no júri reforça a crescente presença do Brasil em festivais internacionais. O sucesso recente de Ainda Estou Aqui, vencedor do prêmio de Melhor Roteiro em Veneza, abre portas para que mais histórias nacionais ganhem visibilidade e respeito no exterior. Fernanda, com seu olhar apurado, simboliza essa nova fase de destaque e diálogo cultural.

Cinema como Instrumento de Diálogo e Transformação

Mais do que uma tarefa técnica, o papel de jurada é uma responsabilidade cultural para Fernanda. Ela representa uma nação que mantém viva sua criatividade e paixão pela arte, mesmo diante dos desafios. Sua atuação no festival é um convite à valorização da diversidade de narrativas e à promoção do cinema como ferramenta de conexão humana e mudança social.

O último trabalho de Fernanda nos cinemas

O longa me Ainda Estou Aqui, protagonizado pela atriz e dirigido por Walter Salles, chega como uma obra potente e sensível que revisita um dos capítulos mais difíceis da história recente do Brasil: a ditadura militar. Baseado no livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, o longa dá voz à mulher que enfrentou o desaparecimento de seu marido político e se tornou símbolo de coragem e resistência.

Uma Atuação que Marca Gerações

Torres entrega uma interpretação profunda e visceral como Eunice Paiva, personagem real que viu sua vida transformada após o sumiço do esposo durante o regime autoritário. A atriz constrói uma narrativa marcada pela dor, mas também pela determinação de uma mulher que luta por justiça em um cenário de medo e censura.

Direção Sensível e Roteiro Impactante

Walter, renomado diretor brasileiro, conduz o filme com maestria, equilibrando elementos históricos e emocionais para criar uma experiência cinematográfica envolvente. O roteiro, que adapta o relato original de Marcelo Rubens Paiva, explora com sensibilidade os dilemas pessoais e políticos da época, sem perder o foco na humanidade dos personagens.

Um Retrato da Luta pelos Direitos Humanos

O filme destaca a importância do ativismo feminino durante a repressão militar, mostrando como Eunice Paiva, interpretada também por Fernanda Montenegro em cenas complementares, se transforma em uma figura essencial na busca pela verdade e pela memória histórica. O filme enfatiza o papel das famílias na resistência, ampliando o debate sobre memória e justiça.

Recepção da Crítica e Público

Desde sua estreia, o longa tem sido amplamente elogiado pela crítica especializada e pelo público, que reconhecem a força da narrativa e a qualidade das performances. A produção vem reafirmar o cinema brasileiro como espaço de reflexão e resistência cultural.

Saiba qual filme vai passar no Cine Maior 27/08/2023

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Prepare-se para uma noite cheia de risadas e diversão, pois o Cine Maior deste domingo, 27/08/2023, traz uma comédia irresistível que promete animar seus sentidos e garantir um momento agradável para todos. Prepare a pipoca e reserve seu lugar no sofá, porque você não vai querer perder essa história hilária!

Neste domingo, você está convidado a se juntar a Nick, interpretado por ninguém menos que o talentoso Ice Cube, em uma jornada repleta de situações engraçadas e emocionantes. A trama gira em torno de Nick, um verdadeiro mestre da conquista, que tem seus olhos voltados para Suzanne, vivida por Nia Long, uma mulher deslumbrante e recém-divorciada, mãe de dois filhos adoráveis, Lindsey e Kevin, interpretados por Aleisha Allen e Philip Bolden, respectivamente.

A comédia se desenrola quando Nick se empenha em conquistar Suzanne, porém, há um desafio: ele deve ganhar o coração não só dela, mas também dos pequenos Lindsey e Kevin. A oportunidade de Nick surge de forma inesperada quando Suzanne fica presa em Vancouver, cidade onde foi a trabalho, justamente na véspera do Ano Novo. Nick enxerga nisso a chance perfeita para impressioná-la e conquistar de vez a família dela.

Em meio a uma série de eventos hilários e momentos emocionantes, Nick embarca em uma jornada cheia de peripécias para chegar a Vancouver e surpreender Suzanne e seus filhos. Afinal, o que ele não está disposto a enfrentar por amor?

No elenco, além dos brilhantes Ice Cube e Nia Long, encontramos também Aleisha Allen e Philip Bolden nos papéis de Lindsey e Kevin, trazendo uma química incrível e cenas que aquecem o coração. Complementando o time de talentos, Jay Mohr e M.C. Gainey também entregam performances que adicionam ainda mais camadas de humor e diversão a essa história cativante.

“Are We There Yet?” é uma comédia que promete não apenas arrancar gargalhadas, mas também aquecer o coração com suas mensagens sobre amor, família e superação. Uma produção distribuída pela renomada Sony Pictures, garantia de qualidade e entretenimento.

Que horas vai passar o Cine Maior?

Não perca o início do Cine Maior logo após mais uma edição do Record Kids, a partir das 14h00. Prepare-se para uma noite incrível de entretenimento e risadas, porque essa é a proposta do Cine Maior deste domingo. Esteja pronto para mergulhar em risos e se encantar com essa história que vai alegrar sua noite de domingo de uma maneira única!

Lobis-Homem | Robert Eggers leva o mito do lobisomem de volta às origens em trailer de seu novo filme de terror

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Aaron Taylor-Johnson stars as Man in director Robert Eggers' WERWULF, a FOCUS FEATURES release. Credit: Rory Mulvey / © 2026 FOCUS FEATURES LLC

Robert Eggers nunca escolheu o caminho mais óbvio para adaptar personagens clássicos do terror. Foi assim com a bruxa do folclore da Nova Inglaterra, com o vampiro de Nosferatu e, agora, com o lobisomem. A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer de Lobis-Homem, longa que troca a versão popular da criatura por uma abordagem inspirada nas lendas medievais que deram origem ao mito.

A história se passa na Inglaterra do século XIII e acompanha um fazendeiro interpretado por Aaron Taylor-Johnson. Depois de ser atingido por uma maldição, ele começa a sofrer uma transformação física e psicológica que ameaça destruir sua família. Em uma época dominada pelo medo, pela influência da religião e pela falta de respostas para acontecimentos considerados sobrenaturais, a condição do protagonista rapidamente passa a ser vista como um sinal de condenação.

O primeiro trailer evita revelar a aparência completa da criatura. Em vez disso, investe na tensão, em cenas escuras e em imagens que reforçam o isolamento dos personagens. É uma escolha que segue a filmografia de Eggers, conhecido por construir o suspense aos poucos, sem depender de sustos fáceis ou do excesso de efeitos visuais.

O diretor também mantém uma característica presente em praticamente todos os seus filmes: o compromisso com a reconstrução histórica. Figurinos, cenários e até a forma como os personagens falam foram pensados para refletir o período medieval. O roteiro, escrito em parceria com o poeta islandês Sjón, utiliza referências de registros antigos sobre lobisomens, muito diferentes da imagem popularizada pelo cinema ao longo do século XX.

O elenco reúne colaboradores conhecidos e novos parceiros. Aaron Taylor-Johnson lidera a produção ao lado de Lily-Rose Depp, que interpreta sua esposa. Willem Dafoe, presença constante na fase mais recente da carreira de Eggers, vive um caçador envolvido na perseguição ao protagonista. Também fazem parte do elenco Ralph Ineson, Jan Bijvoet, Jack Morris, Valeriia Karaman, Ritchi Edwards e Bodhi Rae Breathnach.

Outro detalhe que ajuda a entender o visual do filme está por trás das câmeras. A fotografia é assinada novamente por Jarin Blaschke, parceiro de Eggers desde A Bruxa. A produção foi filmada em película Super 35 mm, utilizando técnicas que reproduzem a textura das fotografias antigas. O resultado é uma imagem menos polida e mais próxima da estética que o diretor costuma buscar em seus projetos.

As gravações aconteceram entre o fim de 2025 e o início de 2026 em diferentes regiões do Reino Unido, incluindo os estúdios Sky Studios Elstree e locações naturais em Surrey, Gloucestershire, Dartmoor e no País de Gales. Eggers costuma priorizar cenários reais sempre que possível, reduzindo a dependência de ambientes criados digitalmente.

Lobis-Homem estreia nos cinemas brasileiros em 1º de janeiro de 2027, um dia após o lançamento nos Estados Unidos.

Resumo semanal A Infância de Romeu e Julieta 21/08/2023 a 25/08/2023

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Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta entre os dias 21/08/2023 a 25/08/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 21h, na tela do SBT.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de segunda-feira, 21/08/2023 –

Os tumultuosos eventos provocados pela insurreição de Absalão compeliram o rei Davi a deixar Jerusalém, sua antiga morada real. Na sombra do iminente conflito, Maaca, sua esposa, fez uma decisão surpreendente: permanecer na cidade que outrora abrigara sua vida. O momento de separação forçada entre o casal também foi marcado por uma revelação impactante que Maaca compartilhou com seu marido. Enquanto Absalão celebrava sua conquista com um regozijo efusivo, Aitofel, seu conselheiro, foi tomado de choque ao ouvir as intenções proclamadas pelo jovem usurpador.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de terça-feira, 22/08/2023 –

Em meio ao emaranhado de intrigas, Davi descobriu que Aitofel estava entre os conspiradores que tramavam contra ele. A atmosfera de incerteza se aprofundou quando Tamar, filha de Davi, fugiu do domínio de Absalão. Enquanto isso, Maaca, após sua decisão de permanecer na cidade, retornou ao palácio como informante. Agur, em uma tentativa desesperada, procurou convencer Evelyn de sua lealdade, lutando para restaurar a confiança perdida.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quarta-feira, 23/08/2023 –

A trama se desdobrou com um novo enfoque quando Ashira, figura importante, foi alvo de um ataque surpresa. Agur, voltando para casa ferido, encontrou-se à mercê das artimanhas de Deanne. Enquanto isso, Aitofel sugeriu a Absalão a ideia de tomar para si todas as concubinas de seu pai, um ato que abalaria ainda mais as fundações do reino. Em um confronto emocionalmente carregado, Simei lançou duras palavras a Davi, humilhando-o perante os olhos da corte.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de quinta-feira, 24/08/2023 –

Absalão, agora enaltecido como rei, tomou uma medida extrema que alteraria para sempre o curso da história. Enquanto os acontecimentos se desenrolavam, Husai revelou um plano de fuga a Tamar e Maaca, visando protegê-las do crescente tumulto. As concubinas, outrora exiladas, retornaram ao harém real, enquanto o novo monarca justificava seus atos aos olhos da corte e do povo. Agur, em busca de redenção, fez um esforço final para conquistar o perdão de Evelyn.

Resumo A Infância de Romeu e Julieta de sexta-feira, 25/08/2023 –

O palácio testemunhou a chegada de Ashira, envolvida em circunstâncias misteriosas. Aitofel, Absalão e os anciãos reuniram-se para delinear um plano de perseguição contra o ex-rei Davi. Enquanto isso, Mefibosete, em meio à crescente turbulência, lutava para encontrar uma maneira de conduzir sua família para fora de Jerusalém, em busca de segurança. Os dias turbulentos de intriga e reviravoltas continuaram a moldar o destino de todos os envolvidos.

A emissora é totalmente responsável pelo resumo semanal da novela A Infância de Romeu e Julieta. O Almanaque Geek não tem controle sobre possíveis alterações na exibição e, portanto, não se responsabiliza por essas modificações. É importante acompanhar a programação da emissora para obter informações atualizadas sobre a novela.

Crítica – Um Ombro para Chorar transforma rivalidade em afeto e revela como o amor pode nascer exatamente onde a dor insiste em permanecer

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“Um Ombro para Chorar” não é apenas mais um drama romântico juvenil. É uma história sobre pressão, solidão e sentimentos que surgem nos lugares mais inesperados. Disponível para quem busca romances sensíveis e emocionalmente intensos, a série sul-coreana de 2023 adapta o webtoon A Shoulder to Cry On, de Dong Mul, com um olhar atento às fragilidades da juventude e às marcas que o medo de perder tudo pode deixar.

Lee Da Yeol é apresentado como um jovem que carrega o peso de um futuro que não pode falhar. Habilidoso arqueiro, ele conquistou uma bolsa de estudos em uma escola de prestígio, e essa oportunidade representa muito mais do que status: é sobrevivência, reconhecimento e esperança. Da Yeol vive em constante estado de alerta, como se qualquer erro pudesse destruir tudo o que construiu. É nesse cenário de tensão que surge Jo Tae Hyeon, o aluno mais popular da escola, alguém que, à primeira vista, representa exatamente aquilo que Da Yeol não pode se dar ao luxo de enfrentar.

O conflito inicial entre os dois nasce da desconfiança e do medo. Da Yeol vê Tae Hyeon como uma ameaça direta, alguém capaz de colocar sua bolsa em risco e alimentar rumores que podem arruinar sua reputação. Sua reação é o afastamento, quase agressivo, uma tentativa desesperada de se proteger. Mas “Um Ombro para Chorar” é uma série que se constrói a partir da insistência: Tae Hyeon simplesmente não vai embora.

Jo Tae Hyeon é, talvez, o personagem mais interessante da narrativa. Popular, confiante e aparentemente despreocupado, ele esconde uma solidão que só se revela aos poucos. Sua insistência em permanecer ao lado de Da Yeol não é apenas provocação ou curiosidade. Há ali um reconhecimento silencioso de alguém que também carrega dores que não sabe expressar. A série acerta ao não transformar Tae Hyeon em um estereótipo do “garoto perfeito”, permitindo que suas vulnerabilidades apareçam gradualmente.

A relação entre os dois evolui de forma tensa e emocionalmente carregada. O ódio inicial de Da Yeol é palpável, quase físico. No entanto, quanto mais eles convivem, mais essa raiva se mistura com algo difícil de nomear. O olhar que se demora, o silêncio desconfortável, a proximidade que incomoda e conforta ao mesmo tempo. “Um Ombro para Chorar” entende que o amor nem sempre nasce do afeto imediato; às vezes ele surge da convivência forçada, do confronto de feridas e do reconhecimento da dor do outro.

O grande tema da série é justamente essa linha tênue entre amor e ódio. Da Yeol luta contra sentimentos que não quer ter, não apenas por medo de Tae Hyeon, mas por medo de si mesmo. A possibilidade de amar alguém que ele acredita ser uma ameaça abala suas certezas e sua identidade. Já Tae Hyeon parece compreender antes que Da Yeol que essa conexão não é algo a ser combatido, mas acolhido.

A série também se destaca por abordar, ainda que de forma sutil, temas como pressão acadêmica, medo do fracasso, isolamento social e a violência silenciosa dos rumores. O romance não existe separado desses conflitos; ele nasce dentro deles. Amar, aqui, é um risco tão grande quanto errar um alvo no arco e flecha ou perder uma bolsa de estudos

Fantástico 21/04/2024 investiga caso de homem encontrado morto em banco

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No próximo episódio do “Fantástico” deste domingo, 21/04/2024, os telespectadores serão conduzidos por uma investigação minuciosa e envolvente sobre um caso que deixou o país perplexo: o enigma em torno da morte de um homem encontrado em circunstâncias suspeitas dentro de um banco. Nossa equipe de jornalistas e investigadores mergulha profundamente nas intricadas camadas desse mistério, analisando desde os acontecimentos do dia em que a tragédia se desenrolou até desvendar a verdadeira identidade da vítima, identificada como Paulo Roberto Braga. Além disso, exploraremos se a sobrinha de Paulo Roberto estava ciente ou não das circunstâncias misteriosas que cercam sua morte.

O que inicialmente parecia ser apenas um incidente isolado revelou-se como algo muito mais sinistro. Descobrimos que a empresa aparentemente inocente associada ao caso funcionava, na realidade, como um banco clandestino, servindo como fachada para atividades ilícitas de lavagem de dinheiro vinculadas ao tráfico de drogas. Surpreendentemente, este banco clandestino não se limitava a operar de forma obscura, mas também mantinha uma presença digital ativa e sofisticada, incluindo um site oficial, perfis nas redes sociais e vídeos promocionais, elevando o nível de complexidade e intriga do caso.

Mas as revelações não param por aí. Além da investigação criminal intensa, o “Fantástico” traz uma reportagem comovente e urgente sobre os esforços heróicos para proteger os corais marinhos, essenciais para a biodiversidade oceânica. A renomada jornalista Sônia Bridi nos conduzirá por uma jornada fascinante e desafiadora pelos abismos dos oceanos, destacando as iniciativas críticas em andamento para combater o declínio alarmante desses ecossistemas vitais.

Então, não perca este episódio eletrizante do “Fantástico”, que promete ser um verdadeiro tour de force jornalístico. A transmissão começa logo após a edição vibrante e animada do “Domingão com Huck”. Esteja conosco e mergulhe nessas histórias incríveis, cheias de descobertas e revelações surpreendentes!