Anna Kendrick assume direção de Os Sete Maridos de Evelyn Hugo e adaptação da Netflix começa a ganhar forma

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A Netflix deu um passo importante na adaptação de Os Sete Maridos de Evelyn Hugo, um dos romances mais populares dos últimos anos. A plataforma anunciou que Anna Kendrick será a diretora do longa baseado na obra de Taylor Jenkins Reid, encerrando meses de expectativa sobre quem comandaria um projeto que se tornou um dos mais aguardados pelos leitores. As informações são do The Hollywood Reporter.

A novidade é relevante porque marca uma nova fase para a adaptação. Até agora, poucas informações concretas haviam sido divulgadas desde a confirmação do filme. Com a definição da direção e da equipe criativa, a produção finalmente começa a ganhar estrutura nos bastidores, aproximando o projeto da etapa de escalação do elenco e das futuras filmagens.

Além de Kendrick na direção, a Netflix confirmou que o roteiro está sendo desenvolvido por Liz Tigelaar, conhecida por seu trabalho em “Little Fires Everywhere”. O texto também passou por revisões de Francesca Sloane. Já a produção ficará sob responsabilidade de Liza Chasin e Brad Mendelsohn, enquanto Taylor Jenkins Reid participa como produtora executiva, acompanhando o desenvolvimento da adaptação de sua própria obra.

Para quem ainda não conhece a história, o livro acompanha Evelyn Hugo, uma lendária estrela de Hollywood que decide conceder uma última entrevista antes de encerrar definitivamente sua vida pública. A escolhida para ouvi-la é Monique Grant, uma jornalista pouco conhecida que não entende inicialmente por que foi selecionada para uma tarefa tão importante.

Ao longo dos encontros entre as duas, Evelyn revela detalhes de sua trajetória desde a juventude até sua transformação em uma das maiores celebridades de Hollywood. A narrativa revisita seus relacionamentos, os bastidores da indústria cinematográfica e as decisões que moldaram sua carreira e sua vida pessoal.

Um dos motivos que transformaram o romance em um fenômeno editorial é justamente a construção de sua protagonista. Evelyn não é apresentada como uma heroína tradicional. A personagem toma decisões controversas, enfrenta dilemas morais e faz escolhas que frequentemente dividem a opinião dos leitores. Essa complexidade ajudou a manter o livro em evidência anos após seu lançamento.

Outro aspecto importante para quem aguarda o filme é o contexto histórico da trama. A história percorre diferentes décadas da indústria cinematográfica americana, mostrando como Hollywood mudou ao longo do tempo e como artistas precisavam lidar com questões relacionadas à imagem pública, contratos, relacionamentos e exposição midiática. Isso significa que a adaptação terá o desafio de recriar diferentes períodos da história do entretenimento sem perder o foco na jornada pessoal da protagonista.

O sucesso da obra também ajuda a explicar o interesse da Netflix no projeto. Publicado em 2017, o livro ganhou uma nova dimensão graças às comunidades literárias nas redes sociais, especialmente no TikTok. O fenômeno fez com que Os Sete Maridos de Evelyn Hugo alcançasse novos públicos anos após seu lançamento original, permanecendo por longos períodos entre os títulos mais vendidos em diversos países.

Crítica – “A Noiva” aposta no caos criativo e revela a força autoral de Maggie

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Eu sempre me sinto atraído por filmes que abraçam o caos — obras que parecem estar constantemente à beira de explodir. Há algo fascinante quando um diretor ou diretora ainda em início de carreira decide apostar em uma proposta ambiciosa. Esse tipo de escolha costuma revelar uma disposição rara: a de experimentar sem medo, mesmo correndo riscos.

Em “A Noiva”, Maggie conduz o filme com um espírito quase anárquico. Sua direção imprime uma energia descontrolada e provocativa que, embora pudesse ser sustentada com maior consistência ao longo de toda a narrativa, surge em momentos marcantes — barulhentos, intensos e deliberadamente excessivos. Quando essa abordagem aparece, ela domina a tela com força.

No campo das atuações, Christian entrega uma performance completamente excêntrica. Seu personagem é estranho, deslocado, quase caricatural — e funciona exatamente por isso. O ator parece cada vez menos interessado em interpretar figuras “normais”, e essa escolha artística acaba se tornando uma de suas maiores qualidades. Há algo de magnético em sua estranheza, que combina perfeitamente com o tom peculiar do filme.

Jessie, por sua vez, oferece uma atuação poderosa e intensa. É daquelas interpretações que alguns espectadores podem considerar “exageradas”, tamanha a carga emocional e dramática presente em cada cena. No entanto, dentro da proposta estética e narrativa de “A Noiva”, essa intensidade encontra seu lugar. A própria encenação abraça esse registro mais exagerado, o que legitima e sustenta a performance da atriz. Ainda assim, em determinados momentos ao lado de Christian, fica a impressão de que Jessie poderia ter ido ainda mais longe na intensidade dramática.

Narrativamente, o filme começa com grande fôlego. Sua primeira hora é marcada por um ritmo pulsante e energético, que mantém o espectador constantemente envolvido. Entretanto, na parte intermediária — cerca de meia hora — o ritmo desacelera e a narrativa parece perder parte de sua força. Nesse momento, o filme passa a dar a sensação de estar apenas caminhando em direção ao desfecho, em vez de construir eventos realmente envolventes.

Felizmente, o final consegue recuperar boa parte da potência emocional da história. Os elementos narrativos encontram seu espaço e funcionam de forma satisfatória, demonstrando que, mesmo em meio ao excesso de ideias e à estética caótica, o roteiro nunca perde totalmente o foco na relação central entre os protagonistas. Vale destacar que a própria Maggie assina o roteiro, o que reforça sua identidade autoral e serve como um promissor cartão de visitas para sua carreira.

No fim das contas, “A Noiva” pode não ser um filme perfeitamente equilibrado em todos os aspectos. Ainda assim, sua personalidade marcante, sua coragem estética e sua energia criativa tornam a experiência cinematográfica difícil de ignorar. Maggie talvez ainda esteja no início de sua trajetória como diretora, mas já demonstra possuir uma voz própria — alguém disposto a arriscar, exagerar e experimentar sem medo de ultrapassar limites.

Arquivo A desta quinta (17) investiga quem são os “Novos Católicos” em edição especial

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Na próxima quinta-feira (17/7), às 21h, a TV Aparecida exibe um episódio especial do Arquivo A com o tema “Novos Católicos”. A reportagem, conduzida pelo jornalista Eduardo Gois, se aprofunda em um movimento silencioso, mas significativo: o de brasileiros que, em meio aos desafios da vida moderna, têm redescoberto a fé católica — seja por herança familiar, seja por um reencontro espiritual.

Católicos ainda são maioria no Brasil — mas o perfil está mudando

De acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, o catolicismo ainda representa 56,7% da população brasileira. Isso significa que, apesar da crescente diversidade religiosa no país, a fé católica permanece como a predominante em 5.300 dos 5.570 municípios.

O programa mostra, no entanto, que esses números agora representam um mosaico mais complexo. Há aqueles que nasceram em lares católicos e mantêm a fé ativa; outros que se afastaram e retornaram em momentos de crise; e ainda os que descobriram a doutrina por meio de gestos concretos de amor ao próximo.

Fé que transforma vidas: testemunhos que inspiram

A reportagem mergulha em depoimentos comoventes que revelam como a fé católica tem sido redescoberta de forma autêntica por brasileiros de diferentes realidades. Entre eles, jovens que trocaram a indiferença espiritual pelo engajamento em comunidades, adultos que encontraram no Evangelho uma resposta para traumas pessoais e pessoas que se aproximaram da Igreja por meio de ações sociais, missões ou projetos de acolhimento.

“Ser católico hoje vai além da missa de domingo”, destaca um dos entrevistados. “É viver o Evangelho todos os dias — na família, no trabalho, nas pequenas atitudes.”

Catolicismo no cotidiano: uma vivência para além do templo

O programa reforça que o catolicismo continua sendo uma força viva no país, mas que se manifesta de forma cada vez mais plural. Evangelização digital, movimentos jovens, voluntariado, projetos sociais e missionários: a reportagem mostra como os “novos católicos” vivem a fé na prática, com compaixão, diálogo e presença ativa nas comunidades.

Resumo da novela A Caverna Encantada de terça-feira, 20/08/2024

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Foto: Divulgação/ SBT

Gabriel revela a Norma que a carta que ela encontrou foi escrita por ele, mas para outra pessoa, e não para ela. Norma, ao saber da verdade, fica devastada com a confirmação de que seu amor por Gabriel não era correspondido. Ela enfrenta uma profunda tristeza, compreendendo que suas esperanças e sentimentos foram mal interpretados e que Gabriel nunca sentiu o mesmo por ela.

Enquanto isso, Norma se depara com uma conversa entre Anna e Pilar. Anna revela a Pilar que o colégio, onde passaram grande parte de suas vidas, foi, na verdade, a casa de sua mãe. A declaração de Anna faz com que Norma reflita sobre o passado e sobre as profundas conexões que existem entre os personagens. Gabriel, por sua vez, começa a forçar Felipe a ajudá-lo em diversas tarefas, demonstrando sua falta de consideração pela autonomia de Felipe e o uso de sua autoridade para manipular a situação a seu favor.

Norma toma uma atitude firme e proíbe Shirley e Wanda de revelarem a Anna detalhes sobre seu passado. Ela teme que essas revelações possam causar mais dor e complicações, e tenta proteger Anna de descobrir verdades que poderiam desestabilizar ainda mais sua vida. Norma acredita que, mantendo esses segredos, está preservando a integridade emocional de Anna e evitando novos conflitos.

Sessão da Tarde 17/01/2024 Globo exibe Arremesso de Ouro

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste próximo dia 17/01/2024, reserve um momento especial para desfrutar de uma envolvente sessão da tarde, repleta de emoção, com o inspirador drama intitulado “Million Dollar Arm” (Arremesso de Ouro). Este filme, baseado em eventos reais, conta a cativante história de dois jovens indianos apaixonados por críquete, cujas vidas passam por uma transformação extraordinária sob a tutela do agente esportivo J. B. Bernstein.

J. B. Bernstein, optando por abordagens de recrutamento pouco convencionais, decide apostar nos talentos inexplorados desses jovens, embarcando em uma audaciosa jornada para levá-los aos Estados Unidos. Seu objetivo ambicioso é moldá-los em astros do beisebol. A trama comovente e inspiradora desvenda os desafios enfrentados pelos protagonistas, bem como os sacrifícios necessários para alcançar o sucesso em um novo cenário esportivo.

O elenco estelar do filme é encabeçado por Jon Hamm, Suraj Sharma, Alam Arkin e Lake Bell, que desempenham papéis cruciais na complexa narrativa. A versão brasileira conta com dublagens impressionantes, incluindo as vozes talentosas de Nestor Chiese (J. B.), Cláudio Galvan (Ash), Ricardo Sawaya (Amit), Felipe Zilse (Dinesh), Adriana Pissardini (Brenda), Gilberto Baroli (Ray) e Hamilton Ricardo (Tom).

Sob a direção habilidosa de Craig Gillespie, o filme cativa ao capturar a essência da jornada dos protagonistas em busca de seus sonhos. Com uma produção americana de alta qualidade, “Million Dollar Arm” promete emocionar e inspirar os telespectadores, proporcionando uma experiência cinematográfica memorável.

Curiosidades do filme Arremesso de Ouro

“Million Dollar Arm” é um filme fascinante lançado em 2014, dirigido por Craig Gillespie, que mergulha na incrível história real de J.B. Bernstein. Este agente esportivo inovador decide embarcar em uma jornada única em busca de talento, lançando um reality show na Índia chamado “Million Dollar Arm”. A premissa do programa era encontrar jovens indianos com habilidades naturais de arremesso que poderiam ser treinados para se tornarem jogadores de beisebol nos Estados Unidos.

A narrativa ganha vida por meio da brilhante interpretação de Jon Hamm, conhecido por seu papel marcante em “Mad Men”, que dá vida ao carismático J.B. Bernstein. O filme destaca não apenas o processo de descoberta e treinamento desses jovens talentos, mas também a rica tapeçaria da cultura indiana, proporcionando uma visão envolvente e autêntica.

Ao trazer à tona os desafios enfrentados pelos participantes do reality show quando são transplantados para um ambiente totalmente novo nos EUA, “Million Dollar Arm” explora não apenas a jornada esportiva, mas também a transformação pessoal e as adaptações culturais que ocorrem ao longo do caminho.

O elenco estelar inclui também a presença marcante de Alan Arkin, que interpreta um experiente olheiro de beisebol, acrescentando camadas de profundidade ao enredo. Além de capturar a essência do esporte, o filme transcende as fronteiras convencionais dos filmes esportivos, mergulhando nas complexidades emocionais e humanas dos personagens.

A combinação única de elementos esportivos, culturais e emocionais faz de “Million Dollar Arm” uma experiência cinematográfica envolvente e inspiradora, proporcionando uma visão multifacetada de uma história notável de perseverança, descoberta e superação.

Horário de exibição da Sessão da Tarde

Não deixe escapar a oportunidade de testemunhar este filme imperdível, agendado para a Sessão da Tarde imediatamente após mais um eletrizante capítulo de “Mulheres de Areia”. Esteja preparado para uma tarde repleta de emoções intensas e histórias fascinantes, onde o esporte e a determinação se entrelaçam para criar uma narrativa inesquecível.

Chris Evans sinaliza retorno ao MCU e movimenta expectativa para Vingadores: Guerras Secretas

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Durante anos, Chris Evans foi categórico ao afirmar que sua trajetória como Capitão América havia chegado ao fim. Desde sua despedida em Vingadores: Ultimato, o ator repetiu em entrevistas que não pretendia revisitar Steve Rogers, tratando o arco do personagem como encerrado de forma definitiva. Por isso, a recente reviravolta envolvendo seu nome ganhou ainda mais força e um certo tom de ironia entre fãs e analistas da indústria.

A mudança de discurso começou a chamar atenção após o vazamento de um áudio divulgado por uma fã nas redes sociais. Na gravação, Evans evita confirmar diretamente sua participação em Vingadores: Guerras Secretas, mas deixa escapar um detalhe revelador ao comentar que começará a trabalhar “no próximo” projeto em alguns meses. A fala, ainda que vaga, contrasta com suas negativas anteriores e foi suficiente para reacender especulações sobre um retorno ao Universo Cinematográfico da Marvel.

O episódio evidencia uma prática recorrente em grandes franquias. O sigilo absoluto até o anúncio oficial. A própria Marvel Studios construiu sua reputação em torno de surpresas e participações inesperadas, muitas vezes negadas previamente por atores e produtores. Nesse contexto, a contradição de Evans não chega a ser inesperada, mas reforça o peso que seu possível retorno teria dentro da narrativa atual.

A escolha de trazer Steve Rogers de volta, caso se confirme, não se limita a um gesto nostálgico. O MCU atravessa um momento de transição, com a chamada Saga do Multiverso tentando reorganizar personagens e introduzir novas dinâmicas após o encerramento do ciclo original. Nesse cenário, figuras centrais da primeira fase ganham valor estratégico e funcionam como pontos de conexão emocional com o público.

Nos bastidores, Vingadores: Guerras Secretas já é tratado como um dos projetos mais ambiciosos da Marvel. O longa será dirigido pelos Irmãos Russo e contará com roteiro de Michael Waldron e Stephen McFeely. A escala da produção envolve múltiplos núcleos e reúne diferentes grupos do universo Marvel, ampliando o alcance da história.

Outro elemento que chama atenção é a reformulação do antagonista principal. Após a saída de Jonathan Majors, o estúdio optou por reposicionar a narrativa em torno de Victor Von Doom, interpretado por Robert Downey Jr.. A decisão representa uma mudança significativa de rumo e indica uma tentativa clara de redefinir o eixo dramático da franquia.

Antes de chegar ao novo filme, o público verá os desdobramentos em Vingadores: Doutor Destino, que servirá como base para o confronto final. A expectativa é que a produção reorganize as forças do universo Marvel e estabeleça as condições para o evento que encerrará a fase atual.

Dentro desse panorama, a possível volta de Chris Evans ganha contornos mais amplos. O ator não apenas interpretou um dos personagens mais icônicos do MCU, como também esteve no centro de momentos decisivos da narrativa. Seu retorno pode funcionar como um elo entre diferentes linhas do multiverso e ajudar a sustentar o impacto emocional da história.

Ainda não há confirmação oficial por parte do estúdio. Mesmo assim, o histórico da Marvel mostra que declarações ambíguas fazem parte da estratégia de comunicação. Entre negativas passadas e sinais contraditórios no presente, o nome de Chris volta ao centro das atenções e reforça a expectativa em torno de um dos projetos mais aguardados do cinema atual.

Câmeras Escondidas recria tensão de Premonição 6 em parceria com a Warner Bros. no Programa Silvio Santos

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Foto: Reprodução/ Internet

O tradicional quadro “Câmeras Escondidas”, exibido no último domingo (11), ganhou um toque cinematográfico e aterrorizante no Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel. Em uma ação inédita em parceria com a Warner Bros. Pictures Brasil, o SBT levou ao ar uma pegadinha baseada em Premonição 6: Laços de Sangue, novo filme da icônica franquia de terror, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira, 15 de maio.

A brincadeira, que reuniu sustos e gargalhadas, promoveu o longa-metragem com uma experiência aterrorizante ambientada em um elevador cenográfico, transformando o espaço em palco de tensão, desespero e, claro, muito bom humor — marca registrada do quadro.

👻 Elevador do terror: suspense, colapso e risos nervosos

Na encenação, as vítimas são conduzidas até o elevador por uma recepcionista vivida por Camila Porfiro, sem saber que estão prestes a vivenciar uma situação digna de filme de horror. Lá dentro, são recebidas por um tranquilo ascensorista, interpretado por Andrey Alfaia, que conversa normalmente durante a subida até o 7º andar. No entanto, tudo muda repentinamente.

Em um momento cuidadosamente roteirizado, as luzes piscam e se apagam, os vidros do elevador trincam e o chão treme, criando a ilusão de que o elevador está caindo. O desespero toma conta das vítimas, que gritam e se agarram onde podem. Mas, como em um passe de mágica, as luzes se acendem, os vidros “se recompõem” e o ascensorista continua agindo com naturalidade — como se nada tivesse acontecido. A confusão gera risos no estúdio e reforça a mensagem da campanha: e se você soubesse o que vai acontecer antes que aconteça?

🎬 Premonição 6: o medo está no ar

A pegadinha não apenas promoveu o filme, como também capturou de maneira criativa o espírito da nova produção. Em Premonição 6: Laços de Sangue, conhecemos Stefani, uma jovem universitária que começa a ter sonhos sombrios com mortes terríveis. Em busca de respostas, ela retorna à sua cidade natal, apenas para descobrir que está envolvida em um ciclo fatal que ameaça toda a sua família. A produção promete resgatar o clima de tensão e os elementos macabros que tornaram a franquia um sucesso internacional, agora sob uma nova perspectiva.

📺 TV e cinema juntos pelo susto perfeito

A ação entre o SBT e a Warner Bros. reforça a tendência crescente de parcerias entre televisão e cinema, usando formatos consagrados da TV para criar experiências promocionais imersivas e altamente compartilháveis. A brincadeira aterrorizante se junta a outras já realizadas no programa, como as baseadas em Annabelle e It: A Coisa, consolidando as “Câmeras Escondidas” como um canal criativo e impactante para campanhas de lançamentos cinematográficos.

A reação do público no estúdio foi imediata, com muitos se divertindo ao ver o pânico autêntico dos participantes — e outros se preparando para não entrar em elevadores tão cedo. A pegadinha já circula nas redes sociais e promete viralizar, ampliando o alcance da divulgação do filme.

Angel’s Egg renasce nos cinemas brasileiros em uma restauração deslumbrante em 4K HDR

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Quase quatro décadas após sua estreia silenciosa e enigmática no Japão, o cultuado Angel’s Egg, dirigido por Mamoru Oshii com direção de arte e conceitos visuais de Yoshitaka Amano, finalmente chega aos cinemas brasileiros como sempre deveria ter sido visto: em uma restauração impecável em 4K HDR, realizada a partir dos negativos originais em 35mm. O lançamento nacional acontece nesta quinta-feira, 20 de novembro, sob distribuição da Sato Company, marcando um momento significativo para fãs de animação, colecionadores e amantes do cinema autoral.

A nova versão do longa foi exibida neste ano no Festival de Cannes, dentro da seção Cinéma de la Plage, como parte da seleção oficial de clássicos — um reconhecimento que reafirma a importância estética e histórica de uma obra que, durante muito tempo, permaneceu restrita a círculos específicos de cinéfilos.

Em São Paulo, a chegada do filme será celebrada com uma pré-estreia especial no dia 19 de novembro, às 19h30, no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca, com mediação da jornalista e influenciadora de cultura pop asiática Miriam Castro (Mikannn).

Um filme que desafiou seu próprio tempo

Quando Angel’s Egg foi lançado, em 1985, a recepção não poderia ter sido mais ambígua. O público acostumado à explosão criativa do anime comercial — repleto de ação, diálogos rápidos e narrativas acessíveis — encontrou em Oshii algo muito diferente.
Era um filme contemplativo, quase silencioso, movido por símbolos religiosos, imagens de ruínas e criaturas fantasmagóricas que pareciam existir apenas na fronteira entre sonho, fé e esquecimento.

O resultado, na época, foi um estranhamento profundo. A bilheteria foi tímida, a crítica não sabia como definir o longa e muitos espectadores deixaram a sessão com mais perguntas do que respostas. Mas foi justamente essa estranheza que transformou Angel’s Egg na obra que ele é hoje: um marco cult inclassificável, estudado por acadêmicos, adorado por artistas visuais e reverenciado como uma das animações mais ousadas já produzidas. O tempo — sempre ele — tratou de colocar o filme no lugar certo. De obscuro, Angel’s Egg tornou-se essencial.

A poética do silêncio

O enredo do filme é simples apenas na superfície. A trama acompanha uma menina solitária que protege um misterioso ovo enquanto vaga por um mundo em ruínas. Ela é observada por um viajante, cuja presença desperta dúvidas, conflitos e um sentimento constante de incerteza.

Não há pressa. Não há explicação.
O filme se constrói na pausa, no gesto, na textura da luz, na sombra que recorta os cenários decadentes. Cada quadro parece uma pintura animada por algo mais profundo do que técnica — talvez fé, talvez melancolia, talvez o desejo de compreender o que resta quando tudo já se perdeu.

É justamente essa densidade que transformou o longa em objeto de culto. Angel’s Egg não se limita a ser visto: ele precisa ser sentido.

Um marco para a animação no Brasil

O lançamento nacional da animação é, em muitos sentidos, uma reparação histórica. Durante décadas, o longa permaneceu inacessível ao grande público, circulando apenas entre colecionadores, críticos especializados e fãs obstinados.

A exibição nos cinemas brasileiros não é apenas um evento de nostalgia: é a chance de apresentar o filme para uma nova geração, em sua forma definitiva.
E fazê-lo no momento em que o interesse por animação japonesa está em seu auge torna esta estreia ainda mais simbólica.

A Sato Company, responsável pelo lançamento, reforça a importância de trazer ao País obras que marcaram o imaginário de criadores do mundo inteiro. Angel’s Egg não é apenas um filme — é um capítulo fundamental da história da animação autoral.

Curta! revisita a vida e os contrastes de Cássia Eller em documentário premiado

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Foto: Reprodução/ Internet

Ícone da música brasileira e dona de uma presença de palco arrebatadora, Cássia Eller volta ao centro das atenções com a exibição do documentário Cássia Eller no canal Curta!. A produção, dirigida por Paulo Henrique Fontenelle, propõe um mergulho sensível e profundo na trajetória da cantora, que morreu precocemente aos 39 anos, em 2001, deixando um legado artístico que atravessa gerações.

Reconhecida como uma das vozes femininas mais marcantes da MPB, Cássia construiu uma carreira pautada pela intensidade. No palco, era explosiva, carismática e entregue à música. Fora dele, no entanto, revelava uma personalidade introspectiva, marcada pela timidez e por conflitos internos. Esse contraste entre a artista e a mulher é um dos fios condutores do documentário, que busca apresentar Cássia de forma humana, longe de idealizações.

Ao longo do filme, são abordados temas delicados e fundamentais para compreender sua trajetória: a relação conturbada com as drogas, o impacto do sucesso repentino, a pressão da fama, a maternidade inesperada e os desafios emocionais que acompanharam sua vida pessoal e profissional. Tudo isso é apresentado com cuidado e respeito, sem sensacionalismo, permitindo que o público se aproxime da artista de maneira honesta.

Premiado pelo público como Melhor Documentário na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2014, o longa se apoia em uma rica combinação de depoimentos, imagens de arquivo e registros íntimos. Entre os entrevistados estão familiares, amigos, jornalistas e parceiros de estrada que ajudam a construir um retrato multifacetado de Cássia Eller.

A companheira Maria Eugênia Martins, com quem a cantora manteve um relacionamento de 14 anos, compartilha relatos emocionantes sobre a convivência com Cássia e sobre a transformação quase espiritual que ela vivia ao subir no palco. Já o filho Chicão, hoje conhecido artisticamente como Chico Chico, aparece como parte fundamental dessa história, representando a continuidade do legado musical deixado pela mãe.

O documentário também reúne depoimentos de nomes importantes da música e do jornalismo cultural brasileiro, como Zélia Duncan, Nando Reis, Oswaldo Montenegro, Tárik de Souza e Arthur Dapieve. Cada um contribui com memórias, análises e observações que ajudam a contextualizar a importância de Cássia no cenário musical dos anos 1990 e início dos anos 2000.

Imagens de shows históricos, ensaios, entrevistas e momentos do cotidiano da cantora se misturam aos relatos, criando uma narrativa fluida e envolvente. Em um dos trechos mais marcantes, a própria Cássia fala sobre sua dificuldade de lidar com as pessoas e como a música se tornou um refúgio. Para ela, cantar era mais do que uma profissão: era uma forma de existir no mundo e de enfrentar seus medos.

Além da exibição no canal Curta!, o documentário também está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, acessível por meio do Prime Video Channels, da Amazon, da Claro TV+ e pelo site oficial da plataforma. Essa ampla distribuição permite que novas gerações descubram — ou redescubram — a força, a vulnerabilidade e a genialidade de Cássia Eller.

Trailer do reboot de Faces of Death provoca choque ao repensar violência e realidade na era digital

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O primeiro trailer do reboot de Faces of Death acaba de ser divulgado e deixa claro que a nova versão não pretende apenas revisitar um título infame do cinema, mas reinterpretá-lo à luz de um mundo dominado por telas, algoritmos e consumo incessante de imagens extremas. A prévia aposta em um clima inquietante, mais psicológico do que gráfico, e sugere uma reflexão direta sobre trauma, dessensibilização e a fragilidade da verdade na internet. Abaixo, confira o vídeo:

Lançado originalmente em 1978, Faces of Death se tornou um fenômeno controverso ao se vender como um documentário que reunia registros reais das mais brutais formas de morrer. O impacto foi imediato: o filme foi proibido em diversos países, sofreu censura pesada e se transformou em objeto de debates morais que atravessaram décadas. Muito do choque vinha justamente da dúvida sobre o que era real e o que havia sido encenado, uma ambiguidade que ajudou a consolidar sua fama.

O trailer do reboot, produzido pela Legendary Pictures, deixa evidente que essa ambiguidade volta a ser o eixo central da narrativa, agora atualizada para o contexto digital. Em vez de imitar o formato de falso documentário do original, o novo filme aposta em uma história ficcional que dialoga diretamente com o cotidiano contemporâneo. A trama acompanha uma jovem moderadora de conteúdo que trabalha filtrando vídeos violentos em uma plataforma online. Cercada diariamente por imagens perturbadoras, ela tenta manter algum controle emocional enquanto lida com traumas pessoais ainda não resolvidos.

A prévia sugere que sua rotina começa a ruir quando ela se depara com vídeos que parecem recriar, de forma minuciosa, cenas atribuídas ao antigo Faces of Death. A partir daí, o filme levanta uma questão central: em um cenário dominado por vídeos virais, deepfakes e encenações cada vez mais realistas, ainda é possível distinguir o que é verdade do que é espetáculo? O trailer reforça essa dúvida com cortes rápidos, imagens fragmentadas e sons distorcidos, criando uma sensação constante de instabilidade.

O projeto tem direção de Daniel Goldhaber e roteiro de Isa Mazzei, dupla conhecida por explorar obsessões, identidades fragmentadas e os impactos psicológicos do ambiente digital. Essa abordagem fica clara no tom do trailer, que evita a exposição explícita e aposta mais na sugestão, no desconforto e no peso emocional acumulado pela protagonista.

O elenco também chama atenção. Dacre Montgomery, conhecido por Stranger Things, surge em um papel ainda envolto em mistério. Barbie Ferreira, de Euphoria, aparece em cenas que sugerem vulnerabilidade e confronto direto com o horror cotidiano. Completam o time Sarah Voigt, Tadasay Young, Josie Totah e a cantora Charli XCX, cuja presença reforça o diálogo do filme com uma geração moldada pela cultura online.

Para compreender o impacto simbólico do reboot, é impossível ignorar o legado do filme original. Faces of Death de 1978 apresentava o patologista Francis B. Gröss como guia por uma coleção de imagens de mortes ao redor do mundo, misturando violência contra animais, crimes, execuções, guerras, acidentes e reflexões filosóficas sobre a finitude humana. Mesmo com muitas cenas posteriormente reveladas como encenadas, o filme marcou época justamente por explorar o limite ético do olhar do espectador.