A Dona da Bola é renovada para 3ª temporada após crescimento da comédia esportiva da Netflix

A Netflix confirmou oficialmente a terceira temporada de A Dona da Bola, comédia esportiva estrelada por Kate Hudson que vem ganhando força dentro do catálogo da plataforma desde sua estreia, em fevereiro de 2025. O anúncio aconteceu nesta quarta-feira (13), poucas semanas após a chegada da segunda temporada, lançada em 23 de abril.

A renovação mostra que a série conseguiu encontrar um público fiel ao misturar humor corporativo, rivalidade familiar e os bastidores de uma franquia profissional de basquete. Em vez de concentrar a narrativa apenas dentro das quadras, a produção transforma reuniões desastrosas, crises de imagem e disputas pelo controle do time em parte central da história.

Grande parte do sucesso também passa pelo desempenho de Kate Hudson, que conduz a série como Isla Gordon, uma herdeira desacreditada pela própria família que acaba assumindo a presidência do Los Angeles Waves após um escândalo afastar seu irmão do comando da equipe.

Sobre o que fala A Dona da Bola?

A trama acompanha Isla tentando sobreviver ao ambiente caótico criado ao redor do império esportivo da família Gordon. Acostumada a ser tratada como irresponsável e impulsiva, ela recebe a oportunidade de comandar uma das franquias mais valiosas do basquete profissional justamente quando a organização enfrenta uma crise pública.

Sem experiência administrativa e cercada por executivos que não levam sua liderança a sério, Isla precisa administrar conflitos internos, atletas problemáticos, contratos milionários e a pressão constante da imprensa esportiva. Ao mesmo tempo, ela tenta provar que consegue ocupar um espaço historicamente controlado pelos homens da família.

A série utiliza esse cenário para construir situações absurdas envolvendo ego, dinheiro e fama, mas também trabalha o desgaste emocional causado pela necessidade constante de validação dentro da própria casa. Boa parte dos conflitos da personagem nasce justamente da maneira como seus irmãos e outros dirigentes enxergam sua presença na presidência do time.

Quem está no elenco da série?

Além de Kate Hudson, o elenco principal reúne Drew Tarver como Sandy Gordon e Scott MacArthur interpretando Ness Gordon, dois dos personagens mais envolvidos nas disputas familiares pelo controle da franquia.

A produção ainda conta com Brenda Song no papel de Ali Lee, Fabrizio Guido como Jackie Moreno e Chet Hanks vivendo Travis Bugg. Já Toby Sandeman interpreta Marcus Winfield, um dos principais jogadores do Los Angeles Waves e figura constante nos problemas internos do time.

O conjunto funciona justamente porque a série trata seus personagens como pessoas emocionalmente instáveis tentando administrar um negócio bilionário enquanto lidam com vaidade, rivalidade e exposição pública.

Como nasceu a produção da Netflix?

O projeto começou a ser desenvolvido em 2021 como uma comédia inspirada nos bastidores do basquete profissional norte-americano. A participação de Jeanie Buss, presidente do Los Angeles Lakers, ajudou a construir situações próximas da realidade vivida por dirigentes de grandes equipes esportivas.

Inicialmente criada por Elaine Ko, a série passou por mudanças importantes nos bastidores até assumir sua versão definitiva sob comando de Mindy Kaling, Ike Barinholtz e David Stassen.

Foi durante essa reformulação criativa que o projeto recebeu o nome original Running Point. A ideia da equipe sempre foi mostrar o esporte profissional a partir da perspectiva administrativa, explorando não apenas os jogos, mas principalmente as negociações, os escândalos e o comportamento explosivo das pessoas envolvidas nesse universo.

O que esperar da terceira temporada?

Embora a Netflix ainda não tenha divulgado detalhes da nova leva de episódios, a segunda temporada deixou vários conflitos internos em aberto dentro da diretoria do Los Angeles Waves. O crescimento da influência de Isla na organização deve aumentar ainda mais as tensões com membros da própria família, especialmente porque sua gestão começa a chamar atenção fora do ambiente esportivo.

Dark Horse | Filme sobre trajetória de Jair Bolsonaro gera debate e detalha bastidores de produção internacional

O filme Dark Horse vem chamando atenção desde que seus primeiros detalhes começaram a circular na imprensa e em bastidores da produção audiovisual. Tratado como um drama biográfico de alcance internacional, o longa pretende retratar momentos decisivos da trajetória política recente do ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, com foco especial no período da campanha eleitoral de 2018 e nos acontecimentos que marcaram sua ascensão nacional.

Descrito pela produção como um thriller de baixo orçamento para padrões de Hollywood, o projeto busca reconstituir eventos reais e simbólicos em uma narrativa dramatizada, misturando fatos políticos, reconstruções ficcionais e elementos de tensão cinematográfica. O filme tem previsão de estreia para setembro de 2026 e já desperta discussões por conta do seu recorte narrativo e da forma como interpreta episódios recentes da política brasileira.

Quem está por trás da produção do filme?

A direção do longa é assinada por Cyrus Nowrasteh, cineasta conhecido por obras de caráter político e histórico. O roteiro foi escrito por Mário Frias, que também aparece como um dos principais articuladores do projeto.

Segundo informações divulgadas pela produção, o filme foi pensado como uma obra de alcance global, sendo rodado integralmente em inglês. A estratégia, de acordo com os envolvidos, seria ampliar o público internacional interessado em narrativas políticas contemporâneas da América Latina, especialmente aquelas ligadas ao cenário brasileiro recente.

O projeto também envolve diferentes produtoras e equipes internacionais, com gravações realizadas em locações no Brasil, México e Estados Unidos, o que reforça a proposta de uma produção com ambição global.

Quem interpreta os personagens principais?

O papel central de Jair Bolsonaro no filme será interpretado pelo ator Jim Caviezel, conhecido mundialmente por trabalhos em produções de forte carga dramática e religiosa.

O elenco ainda conta com nomes como Marcus Ornellas, Sérgio Barreto e Eddy Finlay, que participam de diferentes momentos da narrativa. A produção aposta em uma mistura de atores internacionais e latino-americanos para compor o ambiente político e pessoal retratado no longa.

Qual é a proposta narrativa do filme?

A história de Dark Horse acompanha a trajetória política de Jair Bolsonaro a partir de sua campanha presidencial de 2018, com foco em eventos que marcaram sua vida pública naquele período.

A narrativa, segundo materiais divulgados, inclui a reconstituição de momentos de campanha, cenas hospitalares após o atentado ocorrido durante o período eleitoral e episódios da vida pessoal do político, incluindo passagens familiares e bastidores da disputa eleitoral.

Além disso, o filme apresenta sequências em flashback que mostram fases anteriores da vida do personagem, incluindo sua atuação como militar. Essas cenas são utilizadas para construir o arco narrativo do protagonista dentro da obra, conectando sua trajetória pessoal à sua ascensão política.

Como o filme retrata os eventos políticos?

De acordo com informações divulgadas sobre o roteiro, o filme adota um tom dramático e heroico na construção da narrativa. Em algumas descrições de produção, há a sugestão de que o enredo incorpora interpretações próprias sobre o contexto político da época, incluindo tensões entre diferentes grupos ideológicos e figuras públicas.

O longa também inclui personagens ficcionais criados para estruturar conflitos dramáticos dentro da história, além de sequências de ação ambientadas em diferentes cenários, como áreas urbanas e regiões da Amazônia. Esses elementos ampliam o caráter cinematográfico da obra, aproximando-a de um thriller político com forte carga simbólica.

Bastidores, gravações e produção internacional

As filmagens começaram em 2025, com locações iniciais em São Paulo. Entre os locais utilizados, estão hospitais, espaços públicos e estruturas culturais, além de gravações em estúdio.

O ator Jim Caviezel participou de parte das filmagens no Brasil antes de seguir para outras locações no exterior, incluindo México e Estados Unidos, onde a produção deve ser finalizada em 2026.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, a equipe de produção adotou medidas rígidas de segurança durante as gravações, incluindo restrições ao uso de celulares no set e controle de acesso às áreas de filmagem. A justificativa, de acordo com a produção, seria evitar vazamentos de conteúdo antes da estreia.

Polêmicas e repercussão do projeto

O filme também ganhou atenção por conta de debates envolvendo seu financiamento e sua proposta narrativa. Reportagens indicaram que parte da produção teria envolvimento de investidores do setor financeiro, o que gerou discussões públicas sobre a origem dos recursos.

Além disso, surgiram relatos de bastidores envolvendo condições de trabalho durante as filmagens, com denúncias feitas por figurantes e encaminhadas a órgãos trabalhistas. Essas alegações incluem questões relacionadas a jornada, alimentação e organização do set, embora os detalhes variem conforme as fontes consultadas.

Até o momento, a produção não concluiu sua divulgação oficial completa, e muitas informações seguem sendo atualizadas conforme o avanço do projeto.

Quando o filme estreia?

Dark Horse tem estreia prevista para 11 de setembro de 2026. A data ainda pode sofrer ajustes conforme a finalização das etapas de pós-produção.

Lanternas divulga novo teaser e apresenta universo investigativo com Hal Jordan e John Stewart

O novo universo compartilhado da DC começou a ganhar forma diante do público. No útlimo sábado, 17 de maio, James Gunn divulgou nas redes sociais um teaser inédito de Lanternas, produção que acompanhará Hal Jordan e John Stewart durante uma investigação ligada a acontecimentos misteriosos na Terra.

As primeiras imagens mostram uma abordagem bastante diferente das adaptações anteriores envolvendo os Lanternas Verdes. Em vez de concentrar a narrativa em batalhas espaciais grandiosas e conflitos interplanetários constantes, a série apresenta uma estrutura mais próxima de thrillers policiais e uma investigação que parece ter consequências diretas para o futuro do novo DCU.

 
 
 
 
 
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O que aparece no teaser divulgado por James Gunn?

Mesmo curto, o vídeo liberado por Gunn já oferece uma noção mais clara sobre o tom visual da produção. As cenas mostram Hal Jordan e John Stewart circulando por áreas urbanas isoladas, ambientes escuros e locais ligados à investigação que servirá como eixo principal da temporada.

A relação entre os dois personagens também começa a ser desenhada logo nas primeiras imagens. Hal surge como um Lanterna experiente, marcado por anos de missões e conflitos espalhados pelo universo, enquanto John Stewart aparece como alguém ainda tentando compreender a dimensão do poder que recebeu ao entrar para a tropa dos Lanternas Verdes.

Outro detalhe que chamou atenção foi a fotografia da série, que abandona o visual excessivamente iluminado normalmente associado aos heróis da DC para apresentar cenários mais densos, silenciosos e realistas. A comparação com True Detective, citada anteriormente por James Gunn, fica ainda mais evidente após a divulgação do teaser.

Quem está no elenco da série?

Kyle Chandler interpreta Hal Jordan. O ator ficou conhecido por trabalhos em Friday Night Lights e Bloodline, além de participações em produções de suspense e drama ao longo da carreira. Já Aaron Pierre dará vida a John Stewart. O ator ganhou visibilidade recentemente após atuações em Rebel Ridge e Mufasa: O Rei Leão.

A produção também conta com Kelly Macdonald em um papel ainda mantido sob sigilo pela HBO. Nos bastidores, a série reúne nomes importantes ligados à televisão contemporânea. Chris Mundy comanda a produção como showrunner, enquanto Tom King participa diretamente da construção criativa da série. Já Damon Lindelof, conhecido por Watchmen e Lost, também esteve envolvido no desenvolvimento inicial do projeto.

Como Lanternas mudou completamente desde 2019?

A trajetória da série até chegar ao formato atual passou por diversas reformulações. O projeto começou a ser desenvolvido em 2019 por Greg Berlanti, responsável por várias séries baseadas em personagens da DC.

Naquele momento, a proposta era completamente diferente. A ideia inicial pretendia explorar vários Lanternas distintos ao longo de diferentes períodos históricos, incluindo personagens como Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Alan Scott e Kilowog.

Hal Jordan e John Stewart não fariam parte da produção porque ainda existia a intenção de utilizar os personagens em filmes ligados ao antigo Universo Estendido da DC. A série chegou a contratar roteiristas, diretores e até iniciar preparação de elenco antes de sofrer mudanças radicais.

Tudo foi alterado após a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da DC Studios em 2022. A dupla decidiu reorganizar toda a estrutura da franquia e redefiniu Lanternas como uma peça importante dentro do novo DCU.

A produção deixou de ser uma narrativa espalhada por décadas para se transformar em uma investigação concentrada em Hal Jordan e John Stewart, aproximando a série de histórias policiais contemporâneas.

Qual será a importância da série para o novo DCU?

Desde os primeiros anúncios do novo universo da DC, James Gunn afirmou que a série terá ligação direta com eventos futuros da franquia. A investigação conduzida pelos protagonistas deve revelar elementos importantes para histórias que serão desenvolvidas nos próximos anos dentro do DCU.

Por causa disso, a série passou a ocupar uma posição estratégica para a DC Studios. Além de introduzir oficialmente os Lanternas Verdes na nova continuidade, a produção também servirá para expandir a parte cósmica da franquia e conectar futuras produções de cinema e televisão.

Outro ponto importante envolve o formato escolhido pela HBO. Em vez de seguir a estrutura tradicional de aventuras espaciais gigantescas, a série parece interessada em trabalhar tensão psicológica, conspirações e relações humanas mais complexas dentro daquele universo.

Quando estreia?

Lanternas chega oficialmente em 16 de agosto de 2026 na programação da HBO e também no catálogo da HBO Max. A data marca a estreia da série dentro do novo Universo DC, apresentando ao público a investigação conduzida por Hal Jordan e John Stewart desde o primeiro episódio.

A Odisseia ganha duração oficial e terá um dos filmes mais longos da carreira de Christopher Nolan

A rede de cinemas AMC revelou oficialmente a duração de A Odisseia, novo projeto de Christopher Nolan, e o número já chamou atenção imediatamente entre os fãs do diretor. O longa terá 2 horas e 52 minutos de duração, ficando atrás apenas de Oppenheimer na lista dos maiores filmes da carreira do cineasta britânico.

O tempo extenso reforça a dimensão da produção, que já vinha sendo tratada como uma das obras mais ambiciosas de Nolan até hoje. Desde o anúncio oficial, o projeto carrega uma sensação de grandiosidade pouco comum até mesmo dentro da filmografia do diretor, conhecido justamente por criar experiências cinematográficas enormes, densas e visualmente impactantes.

O que a longa duração revela sobre o filme?

A duração próxima de três horas indica que A Odisseia deve apostar em uma narrativa ampla e detalhada, acompanhando a longa jornada de Odisseu após o fim da Guerra de Troia. Interpretado por Matt Damon, o lendário rei de Ítaca enfrenta uma travessia marcada por criaturas míticas, conflitos sobrenaturais e desafios psicológicos enquanto tenta retornar para casa.

Ao longo da história, o personagem encontra figuras clássicas da mitologia, incluindo o Ciclope Polifemo, as sereias e a poderosa Circe, personagem vivida por Charlize Theron. Paralelamente, Penélope, interpretada por Anne Hathaway, aguarda o retorno do marido em Ítaca, elemento que promete funcionar como o principal eixo emocional do longa.

Quem faz parte do elenco?

Além de Matt Damon no papel principal, o filme reúne alguns dos atores mais populares de Hollywood atualmente. Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa e Uncharted) interpreta Telêmaco, filho de Odisseu, enquanto Zendaya (Duna e Rivais) assume o papel da deusa Atena.

O elenco ainda inclui Robert Pattinson (Batman e Tenet) como Antínoo e Jon Bernthal (O Justiceiro e The Walking Dead) no papel de Menelau. Outros nomes confirmados na produção são Lupita Nyong’o (Pantera Negra e Um Lugar Silencioso: Dia Um), Benny Safdie (Oppenheimer e Joias Brutas), John Leguizamo (John Wick e Encanto), Elliot Page (A Origem e The Umbrella Academy) e Himesh Patel (Yesterday e Tenet).

Por que esse projeto virou o mais caro da carreira de Nolan?

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia se tornou oficialmente o filme mais caro já dirigido por Christopher Nolan. Parte desse valor foi destinada às gravações realizadas em diferentes partes do mundo, incluindo Grécia, Marrocos, Escócia, Islândia e Itália.

A ideia do diretor parece ter sido criar uma sensação real de deslocamento e aventura, usando cenários naturais para ampliar a escala da viagem de Odisseu. Além disso, o longa marca a primeira produção da carreira de Nolan filmada inteiramente com câmeras IMAX 70 mm.

O cineasta já demonstrava preferência pelo formato em trabalhos anteriores, mas agora decidiu levar a proposta ainda mais longe, transformando o filme em uma experiência claramente pensada para as maiores telas possíveis.

Como nasceu a adaptação de A Odisseia?

Após o sucesso gigantesco de Oppenheimer e a conquista do Oscar de Melhor Diretor, Nolan começou a desenvolver discretamente seu próximo projeto na Universal Pictures. Durante meses, o longa ficou cercado de rumores e teorias envolvendo possíveis histórias sobre vampiros, espionagem e até adaptações de séries clássicas.

A confirmação oficial só aconteceu no fim de 2024, quando a Universal revelou que o diretor adaptaria A Odisseia, poema atribuído a Homero e considerado uma das obras mais importantes da literatura ocidental.

A escolha surpreendeu parte do público justamente porque marca a primeira vez que Nolan mergulha diretamente em uma fantasia mitológica. Ainda assim, o cineasta já comentou em entrevistas antigas que cresceu fascinado por histórias inspiradas na mitologia grega e pelos filmes clássicos de aventura com criaturas gigantes e efeitos práticos.

Quando estreia?

Depois de meses cercados por mistério, especulações e rumores sobre a produção, A Odisseia já tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 16 de julho de 2026.

Tom Hardy deixa Terra da Máfia após bastidores turbulentos e futuro da série entra em dúvida no Paramount+

Foto: Reprodução/ Internet

A série Terra da Máfia, produção original do Paramount+, passou por uma mudança importante que pode mexer bastante com seus próximos capítulos. O ator Tom Hardy, um dos nomes centrais da trama, não deve voltar caso a produção siga para uma terceira temporada. A notícia acabou pegando muita gente de surpresa, já que ele é um dos pilares da história desde o início. As informações são do The Hollywood Reporter.

De acordo com informações divulgadas pelo site Puck, a saída teria acontecido depois de problemas nos bastidores, envolvendo atrasos frequentes nas gravações e também diferenças criativas entre o ator e parte da equipe. Apesar da repercussão, nem o estúdio nem o ator se pronunciaram oficialmente sobre os detalhes dessa decisão.

O que é Terra da Máfia e por que ela chamou atenção?

Criada por Ronan Bennett, a série é um drama policial britânico que mergulha no universo do crime organizado em Londres, misturando disputas familiares, poder e sobrevivência em um cenário bem instável. A história acompanha uma família que tenta manter o controle de seus negócios enquanto enfrenta ameaças internas e externas o tempo todo.

No centro de tudo está Harry Da Souza, interpretado por Hardy, um operador estratégico que resolve problemas delicados dentro da família Harrigan. Ele atua diretamente sob as ordens de Conrad Harrigan e Maeve Harrigan, vividos por Pierce Brosnan e Helen Mirren, líderes de uma organização criminosa que funciona quase como uma dinastia.

Como foi a primeira temporada da série?

A temporada de estreia, lançada em março de 2025, rapidamente ganhou espaço dentro do catálogo do Paramount+ ao apresentar uma narrativa cheia de tensão e reviravoltas. A história mostra o confronto crescente entre os Harrigan e outras famílias criminosas, com destaque para os Stevenson, que ameaçam diretamente o domínio do grupo em Londres.

Ao longo dos episódios, Harry se vê cada vez mais envolvido em situações que exigem decisões difíceis, tentando evitar que pequenos conflitos evoluam para uma guerra aberta entre gangues. O personagem funciona como uma espécie de “resolvedor de problemas”, mas isso acaba cobrando um preço alto conforme a violência e as traições se acumulam.

A temporada também constrói uma rede complexa de personagens secundários, cada um com seus próprios interesses e conflitos, o que aumenta ainda mais a sensação de instabilidade dentro do universo da série.

Por que a saída de Tom muda tanto a série?

A possível saída de Tom mexe diretamente com o coração da série, já que o personagem dele não é só um protagonista, mas o ponto de conexão entre praticamente todas as tramas principais. Ele funciona como o equilíbrio entre o caos das ruas e as decisões estratégicas da família.

Sem ele, a produção pode acabar precisando reorganizar toda a narrativa, seja colocando outros personagens em destaque ou até mudando o foco da história para novos conflitos dentro da família Harrigan. Isso naturalmente abre espaço para uma virada criativa importante — ou até para uma mudança de rumo mais drástica.

Por enquanto, não existe nenhuma confirmação oficial sobre como o estúdio pretende lidar com essa ausência caso a terceira temporada realmente aconteça.

O que pode acontecer com Terra da Máfia daqui pra frente?

Mesmo com essa reviravolta, a série continua sendo uma das produções mais fortes do catálogo do Paramount+. A segunda temporada já está garantida, o que mantém a história em andamento pelo menos no curto prazo.

Agora, o grande ponto de interrogação é como a série vai se adaptar caso perca seu personagem principal. Em histórias de crime organizado, mudanças assim costumam impactar profundamente o ritmo e a estrutura narrativa, podendo levar tanto a uma reinvenção completa quanto a um possível encerramento antecipado da trama central.

Vingança S/A encerra gravações no Rio e apresenta história de grupo que transforma vingança em negócio inusitado

As gravações de Vingança S/A chegaram ao fim no Rio de Janeiro depois de cinco semanas de trabalho em diferentes pontos da cidade. O longa, dirigido e roteirizado por Fernando Ceylão, acompanha quatro amigos que decidem transformar situações mal resolvidas do próprio passado em um negócio pouco comum: eles passam a oferecer um serviço de vingança personalizada, atendendo pessoas que querem resolver conflitos de forma direta, fora dos caminhos tradicionais.

A produção é da HL Filmes, em coprodução com a Rubi Produtora, e será distribuída pela Imagem Filmes. As filmagens aconteceram em bairros como Vila Isabel, Santa Teresa, Urca, São Cristóvão e Marechal Hermes, escolhidos para representar diferentes contextos urbanos da história.

Qual é a história central do filme?

O filme acompanha a história de um quarteto de amigos que decide transformar frustrações pessoais em um negócio nada convencional. Juntos, eles criam uma empresa especializada em vinganças sob medida, onde cada caso começa com um desabafo sincero de pessoas que chegam até o grupo carregando mágoas e situações mal resolvidas.

A partir dessas histórias, a equipe monta planos cuidadosamente elaborados para executar a vingança ideal para cada cliente, com o objetivo de “lavar a alma” de quem procura o serviço. O processo se torna quase uma espécie de consultoria emocional distorcida, em que cada ação é pensada para responder a uma dor específica.

Com o tempo, a empresa passa a chamar atenção de moradores de uma região específica, que se organizam e juntam uma grande quantia em dinheiro para contratar o grupo. O objetivo é claro: realizar a maior vingança já planejada pelo quarteto, mirando uma pessoa influente localmente e que, segundo os clientes, vem causando prejuízos e desconforto coletivo.

A partir desse ponto, a missão do grupo ganha outro peso. O que antes parecia apenas uma ideia provocativa começa a tomar proporções muito maiores, colocando todos os envolvidos em uma situação limite. Em Vingança S/A, a história deixa de ser apenas sobre vingança e passa a girar em torno de sobrevivência, onde cada escolha pode mudar completamente o destino dos personagens.

Quem faz parte do elenco?

O elenco do filme é liderado por Marina Moschen (Malhação: Sonhos, Rock Story), Bruno Montaleone (Verdades Secretas 2, O Lado Bom de Ser Traída), Gabriel Santana (Pantanal, Chiquititas) e Valentina Bandeira (Porta dos Fundos, Vai Que Cola), além de Carol Botelho.

O projeto também reúne nomes como Milhem Cortaz (Tropa de Elite, O Mecanismo), Bruno Mazzeo (Os Normais, Cilada.com), Ingrid Gaigher (Quanto Mais Vida, Melhor!, Malhação), Adriano Garib (Avenida Brasil, O Rebu), Hermila Guedes (Amarelo Manga, Tatuagem), Wilson Rabelo (Bacurau, O Auto da Compadecida) e Marcelo Mansfield (CQC, A Praça é Nossa).

Completam o elenco nomes como Breno Di Filippo, Luiz Nicolau, Cristiano Lopes, Sérgio Somenzari, Perla Carvalho, Felipe Sanches, William Vita, André Di Mauro (Malhação, Senhora do Destino), Jurema da Matta, Marcelo Gonçalves, Phellipe Azevedo, Andréa Dantas, Tiago Rex de La Marca, Patrícia Thomas, Sérgio Monte, Júlio Braga, Caio Scot, Arlinda de Baio, Madu Almeida, Maria Vope, Miguel Lucizano, Bia Martins, Lenine Neto e Maitê Viana.

Quem trabalha nos bastidores do filme?

O figurino é assinado por Carol Li e a caracterização por Edu dos Anjos. Ambos atuam para diferenciar visualmente os quatro protagonistas ao longo da evolução da história. A preparação de elenco ficou com Caco Ciocler, responsável por orientar o trabalho dos atores na construção das relações entre os personagens e na naturalidade dos diálogos.

Quem produz e distribui o longa?

A produção principal é da HL Filmes, com produção de Patricia Maria Chamon e execução de Arthur Chamon e Catarina Chamon. A Rubi Produtora participa como coprodutora e a Imagem Filmes cuida da distribuição nos cinemas. A produção de elenco também contou com Diogo Ferreira e +ADD Casting, responsáveis pela seleção dos atores e montagem do perfil do elenco.

O que o diretor comenta sobre o projeto?

Fernando Ceylão explicou que o filme nasceu da ideia de explorar como pessoas comuns podem tentar resolver frustrações criando soluções extremas. Segundo ele, o foco não está na vingança em si, mas no impacto que esse tipo de escolha gera na vida de quem executa e de quem contrata. Ele também incluiu participações especiais pensadas como parte da narrativa, usando essas presenças para dar contraste entre situações mais dramáticas e momentos pontuais de leveza dentro da história.

Há elementos especiais nas filmagens?

Algumas cenas foram rodadas com efeitos práticos, incluindo chuva artificial e montagem de uma apresentação musical dentro da trama. Essas sequências servem para situações específicas da história, principalmente momentos em que o grupo precisa executar ações em público ou lidar com eventos fora do controle. O músico Marcão Britto participa de uma dessas cenas, que envolve um show criado para o filme. A presença dele aparece como parte de uma sequência ligada a um dos trabalhos da empresa de vingança.

Quando o filme deve estrear?

O longa ainda não tem data oficial de lançamento confirmada. Ele segue em pós-produção, com previsão de divulgação de mais detalhes nos próximos meses.

Baywatch ganha primeira prévia e tenta transformar nostalgia dos anos 90 em uma nova geração de heróis das praias

Durante muito tempo, Baywatch ficou presa na memória do público como aquela série dos salva-vidas correndo em câmera lenta pelas praias da Califórnia. Mas a nova versão parece interessada em olhar para esse universo de outro jeito.

A primeira prévia da nova série foi compartilhada neste sábado por Stephen Amell nas redes sociais e apresenta uma abordagem diferente da versão clássica dos anos 90. Em vez de depender apenas da nostalgia que transformou Baywatch em um fenômeno mundial, o novo projeto coloca o foco nas relações familiares, no legado da família Buchannon e na responsabilidade de assumir um nome tão marcante dentro daquele universo.

Amell interpreta Hobie Buchannon, filho de Mitch Buchannon, personagem eternizado por David Hasselhoff na produção original. Quem acompanhou a antiga série lembra de Hobie ainda criança, quase sempre orbitando o universo dos salva-vidas enquanto o pai tentava equilibrar trabalho e vida pessoal. Agora, décadas depois, ele assume o posto de capitão da Baywatch carregando não apenas a função, mas também o peso de um sobrenome que virou lenda dentro daquele universo.

Só que a vida do personagem muda completamente quando Charlie, uma filha que ele nunca conheceu, aparece querendo continuar o legado da família nas praias. E é justamente aí que a nova série parece encontrar sua principal diferença: em vez de focar apenas nos resgates e no glamour da vida praiana, a história quer explorar personagens tentando lidar com expectativas, heranças emocionais e relações familiares mal resolvidas.

Como a série tenta atualizar uma franquia tão ligada aos anos 90?

O teaser deixa a sensação de que a produção entendeu algo importante: seria impossível recriar hoje exatamente o mesmo fenômeno que Baywatch foi há três décadas. Nos anos 90, a série virou um símbolo da cultura pop muito pela estética exagerada, pelos corpos perfeitos e pelas famosas corridas em câmera lenta. Só que o mundo mudou, e a televisão também. O novo projeto parece mais interessado em usar esse imaginário como pano de fundo do que como elemento principal.

Ainda existem os uniformes vermelhos, o mar, as praias lotadas e os salvamentos dramáticos, mas a prévia sugere um tom um pouco mais emocional e humano. Existe uma preocupação maior em mostrar como esses personagens vivem fora dos resgates e como a pressão daquele trabalho afeta suas vidas pessoais. O retorno de Cody Madison reforça bastante essa sensação. Agora administrando o bar The Shoreline, o personagem funciona como uma ponte entre gerações.

Como Baywatch se tornou um fenômeno tão gigante?

A série estreou em 1989 acompanhando equipes de salva-vidas nas praias de Los Angeles. Inicialmente, parecia apenas mais um drama procedural focado em resgates marítimos, mas aos poucos a produção virou algo muito maior. O programa misturava ação, romance, acidentes absurdos, desastres naturais e histórias completamente exageradas, tudo embalado por aquele clima ensolarado típico da Califórnia.

Curiosamente, o começo foi desastroso. A NBC cancelou a série logo após a primeira temporada por causa da audiência fraca e dos custos altos de produção. Foi aí que David Hasselhoff decidiu apostar no projeto usando dinheiro do próprio bolso para manter a produção viva.

A decisão acabou mudando completamente o destino da franquia. Quando voltou em syndication no início dos anos 90, Baywatch explodiu mundialmente e se transformou em uma das séries mais assistidas do planeta. Durante seu auge, o programa chegou a alcançar mais de 1 bilhão de espectadores em diferentes países, entrando até para o Guinness Book.

Por que a franquia nunca desapareceu completamente?

Mesmo depois da queda de audiência no fim dos anos 90, a trama nunca deixou totalmente a cultura pop. A marca continuou viva justamente porque se tornou uma representação muito específica daquela televisão exagerada e escapista da época. A franquia tentou se reinventar várias vezes. Houve mudanças de cenário, derivados, especiais e até uma fase ambientada no Havaí com Baywatch Hawaii. Algumas dessas tentativas funcionaram, outras desapareceram rapidamente, mas a série sempre continuou existindo no imaginário popular.

Em 2003, Hasselhoff ainda reuniu parte do elenco clássico para o telefilme Baywatch: Hawaiian Wedding. Anos depois, Hollywood tentou modernizar a marca novamente com o filme estrelado por Dwayne Johnson e Zac Efron. Agora, essa nova série parece seguir um caminho diferente. Em vez de apostar apenas na nostalgia fácil, o projeto tenta entender por que aquele universo marcou tanta gente durante tanto tempo.

Payback revela novo pôster e coloca vingança e romance no mesmo jogo de poder com Toptap e Minlee

Foto: Reprodução/ Internet

A série tailandesa Payback divulgou um novo pôster que ajuda a esclarecer o tom da produção, prevista para 2026. A imagem destaca a tensão entre os protagonistas e reforça que o romance não aparece como centro isolado da história, mas como parte de um conflito maior envolvendo vingança e o ambiente competitivo do entretenimento.

O material também evidencia a presença de dois personagens centrais interpretados por Toptap Jarukit Kaewmoonrueang e Min Thanakorn Wichanukroh (Battle of the Writers), sugerindo uma relação construída em meio a desconfiança e interesses opostos, em vez de uma aproximação convencional.

Foto: Reprodução/ Internet

O que move a história de Payback?

A trama parte de Sun, um ex gangster interpretado por Min Thanakorn Wichanukroh, que decide entrar no universo do entretenimento com um objetivo bem definido: vingança. A decisão não surge de forma impulsiva, mas como consequência de acontecimentos que o colocam em rota direta com figuras influentes desse meio, onde reputação e poder caminham juntos.

Dentro desse ambiente, Sun passa a lidar com um sistema em que acordos nem sempre são claros e onde bastidores pesam tanto quanto o que aparece publicamente. A busca por respostas o leva a situações em que ele precisa negociar presença, confiança e estratégia ao mesmo tempo, enquanto tenta manter o foco no que o trouxe até ali.

É nesse cenário que ele conhece Jay, interpretado por Toptap Jarukit Kaewmoonrueang, descrito como alguém que parece sempre estar ligado aos movimentos e decisões mais sensíveis desse meio. Jay atua como uma figura envolta em mistério, alguém que circula entre diferentes interesses sem deixar claro de que lado está.

A relação entre Sun e Jay não se constrói a partir de uma aproximação direta ou imediata. Pelo contrário, ela nasce dentro de um contexto de desconfiança, onde cada interação pode carregar uma segunda intenção. Isso faz com que o vínculo entre eles avance de forma instável, alternando momentos de aproximação e afastamento conforme os acontecimentos se intensificam.

À medida que Sun se aprofunda nesse universo, o que era apenas uma missão pessoal começa a se misturar com as relações que ele cria dentro da indústria. O envolvimento com Jay passa a influenciar decisões importantes, tornando difícil separar o que é estratégia do que é sentimento real.

Quem compõe o elenco da série?

Além dos protagonistas, o elenco de apoio organiza diferentes núcleos dentro do universo da produção. Entre os nomes confirmados estão Shogun Paramee Thesdaroon (Deep Night), Thanawat Shinawatra (4Minutes, Shine, Don’t Touch My Gang), Chaikamon Sermsongwittaya (Amor no Ar, Zomvivor) e Khunnote Jirapat Uttamanan.

Quando a série será lançada?

Payback está programada para ser lançada oficialmente no dia 30 de maio.

Sebastian Stan será o Duas-Caras em Batman: Parte 2 e escolha pode mudar completamente o tom da sequência

Foto: Reprodução/ Internet

Durante entrevista ao Deadline no Festival de Cannes, Sebastian Stan confirmou oficialmente que interpretará Harvey Dent em Batman: Parte 2. A declaração encerra os rumores de que ele viveria Tommy Elliot, o Silêncio, e aponta para uma continuação mais focada no colapso político e psicológico de Gotham.

O ponto que mais chamou atenção foi a maneira como o ator descreveu o papel. Segundo Stan, o personagem envolverá “vários papéis”, indicando que a transformação de Harvey Dent em Duas-Caras deve acontecer de forma gradual ao longo da história. Em vez de apresentar o vilão já estabelecido, o filme parece interessado em mostrar a deterioração de um homem que inicialmente tenta combater a corrupção da cidade usando a lei.

A escolha faz sentido dentro do universo criado por Matt Reeves. O primeiro filme não tratava apenas de Batman enfrentando criminosos, mas de uma Gotham sustentada por esquemas políticos, policiais corruptos e alianças entre autoridades públicas e o crime organizado.

Como The Batman preparou a chegada de Harvey Dent?

Em The Batman, Bruce Wayne, interpretado por Robert Pattinson, descobre que praticamente todas as estruturas de Gotham estavam comprometidas. A investigação do Charada revelou conexões entre o departamento de polícia, empresários influentes e o império criminoso de Carmine Falcone.

O filme também mostrou o assassinato do promotor Gil Colson, personagem de Peter Sarsgaard, deixando uma lacuna importante dentro do sistema judicial da cidade. Harvey Dent pode surgir justamente ocupando esse espaço, tentando restaurar a confiança pública em Gotham depois do caos provocado pelos ataques do Charada.

Isso torna o personagem mais relevante para a trama do que apenas um novo antagonista. Dentro desse universo, Dent representa alguém que acredita que ainda existe solução institucional para Gotham, enquanto Bruce começa a perceber que o símbolo do Batman precisa ir além da vingança.

Como Sebastian pode interpretar o Duas-Caras?

O histórico recente do ator sugere uma versão mais contida e psicológica do personagem. Em produções anteriores, Sebastian trabalhou figuras emocionalmente instáveis sem recorrer a atuações exageradas, algo que combina com a estética realista adotada por Matt Reeves.

Isso é importante porque The Batman evitou versões caricatas dos vilões clássicos. O Charada de Paul Dano, por exemplo, foi tratado quase como um extremista urbano inspirado em serial killers reais.

Com Harvey Dent, a tendência parece semelhante. O foco provavelmente estará menos na aparência deformada do Duas-Caras e mais no desgaste mental provocado pela própria Gotham. A fala de Stan sobre interpretar “vários papéis” reforça a ideia de que o público acompanhará diferentes fases emocionais do personagem antes de sua transformação definitiva.

O segundo filme deve ampliar o lado político de Gotham?

Tudo indica que sim. O final de The Batman deixou a cidade em colapso após as explosões e enchentes provocadas pelo Charada. Além da destruição física, Gotham terminou o filme com instituições desacreditadas e lideranças políticas fragilizadas.

Nesse cenário, Harvey Dent pode funcionar como uma tentativa de reorganizar o sistema judicial da cidade. Isso cria um paralelo interessante com Bruce Wayne, que encerra o primeiro filme entendendo que Gotham precisa de esperança e reconstrução, não apenas medo.

A diferença é que Harvey provavelmente seguirá o caminho oposto. Enquanto Bruce tenta encontrar um propósito maior para o Batman, Dent pode acabar consumido pela própria estrutura corrupta que tenta combater.

O sucesso do primeiro filme influenciou a sequência?

O desempenho do primeiro filme deu liberdade para Matt manter a abordagem mais urbana e investigativa da franquia. O longa arrecadou cerca de US$ 772 milhões mundialmente e consolidou uma versão do personagem menos dependente de grandes eventos de universo compartilhado.

Quando estreia nos cinemas?

A Warner Bros. marcou a estreia do segundo longa-metragem nos cinemas brasileiros para o dia 30 de setembro de 2027.

Spider-Noir | Que horas estreia a série com Nicolas Cage no Prime Video e o que esperar do Homem-Aranha sombrio?

A aguardada adaptação live-action de Spider-Noir finalmente ganhou detalhes sobre seu lançamento e já chama atenção por apostar em uma abordagem completamente diferente das produções tradicionais do Homem-Aranha. Estrelada por Nicolas Cage, a série mistura investigação policial, suspense noir e elementos clássicos dos quadrinhos da Marvel em uma Nova York inspirada nos anos 1930.

Produzida pela Sony Pictures Television em parceria com a MGM+, além das produtoras Lord Miller Productions e Pascal Pictures, a nova produção será lançada oficialmente em 2026 e promete expandir o universo televisivo do Homem-Aranha com uma estética rara dentro das adaptações da Marvel.

Quando estreia no Prime Video?

Os oito episódios da primeira temporada serão disponibilizados simultaneamente no Prime Video às 4h da manhã, no horário de Brasília, na quarta-feira, 27 de maio.

Qual é a história da série?

A trama acompanha um investigador particular envelhecido, marcado pelo fracasso e pelo peso das decisões do passado, tentando sobreviver em uma Nova York dominada pela corrupção, violência e desigualdade social. Em meio aos casos investigativos, ele precisa lidar com a própria trajetória como o único vigilante mascarado da cidade.

Diferente das versões mais jovens e otimistas do Homem-Aranha vistas recentemente no cinema, o protagonista de Spider-Noir surge como um herói cansado, isolado e muito mais brutal em suas atitudes. O cenário dos anos 1930 também altera completamente o tipo de ameaça enfrentada pelo personagem, substituindo tecnologia futurista e batalhas multiversais por mafiosos, políticos corruptos e conspirações urbanas.

A produção adapta o personagem Homem-Aranha Noir, criado pela Marvel Comics como parte de um universo alternativo ambientado durante a Grande Depressão dos Estados Unidos. Nos quadrinhos, essa versão do herói se destacou justamente pelo clima sombrio, pelas histórias violentas e pela forte inspiração em romances policiais.

Nicolas Cage retorna ao personagem após o sucesso do Aranhaverso

A escolha de Nicolas Cage para protagonizar a série não aconteceu por acaso. O ator já havia dado voz ao personagem nas animações Spider-Man: Into the Spider-Verse e Spider-Man: Across the Spider-Verse, produções que transformaram o Homem-Aranha Noir em um dos personagens mais populares do chamado Aranhaverso.

Agora em live-action, Cage assume uma versão mais dramática e física do personagem. A série aproveita justamente o perfil intenso do ator para explorar um herói mais melancólico e violento do que as adaptações recentes da Marvel costumam apresentar.

A expectativa em torno da atuação também cresceu após os primeiros materiais divulgados internamente pela produção apontarem uma abordagem visual inspirada em filmes clássicos noir dos anos 1940, com fotografia contrastada, iluminação baixa e forte influência detectivesca.

Quem faz parte do elenco da série?

Além de Nicolas Cage, o elenco reúne nomes conhecidos da televisão e do cinema. Lamorne Morris interpreta Robbie Robertson, marcando a segunda versão live-action do personagem após a interpretação de Bill Nunn na trilogia clássica do Homem-Aranha dirigida por Sam Raimi. A produção também conta com Brendan Gleeson e Li Jun Li em papéis importantes ainda mantidos em segredo pela Sony.

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