Uma Loja Para Assassinos ganha trailer da 2ª temporada com Jian entrando de vez no submundo dos assassinos

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O Disney+ revelou o primeiro trailer da segunda temporada de Uma Loja Para Assassinos, e os novos episódios devem mudar bastante a dinâmica da série. Se o primeiro ano acompanhava Jian tentando entender o passado secreto do tio, agora a personagem parece assumir um papel muito mais ativo dentro da operação criminosa deixada por ele.

O vídeo mostra Kim Hye-jun enfrentando novos grupos armados, perseguições e emboscadas enquanto tenta sobreviver ao caos criado após a morte de Jeong Jin-man, personagem de Lee Dong-wook. A sensação é de que a série deixa parte do mistério inicial para apostar mais diretamente em conflitos entre assassinos profissionais e organizações clandestinas.

Para quem não acompanhou a primeira temporada, a trama gira em torno de Jian, jovem órfã criada pelo tio desde a infância. Após a morte repentina dele, ela descobre que o aparentemente comum shopping administrado por Jin-man era, na verdade, uma central ilegal que fornecia armas, equipamentos e suporte para assassinos espalhados pela Coreia do Sul.

A partir daí, a personagem passa a ser perseguida por criminosos ligados ao passado do tio enquanto tenta entender quem ele realmente era. Grande parte da história funciona justamente através dessas descobertas, usando flashbacks para mostrar como Jin-man preparou Jian desde pequena para sobreviver em situações extremas.

Por que o dorama chamou atenção?

Enquanto muitos k-dramas populares internacionalmente focam em romance ou melodrama, Uma Loja Para Assassinos encontrou espaço apostando em suspense, violência e ação mais direta.

Outro diferencial foi a relação entre Jian e Jin-man. Mesmo com toda a trama envolvendo assassinos e armas ilegais, a série funciona principalmente por causa da dinâmica entre os dois personagens. Aos poucos, o público entende que os treinamentos estranhos ensinados pelo tio desde a infância tinham ligação direta com o mundo perigoso que ele escondia.

A produção também chamou atenção por usar ação mais crua e menos estilizada do que outros dramas coreanos recentes. As cenas de combate costumam ser rápidas, violentas e sem exageros visuais, o que ajudou a série a se destacar dentro do catálogo do Disney+.

Quem está na produção?

Além de Lee Dong-wook e Kim Hye-jun, a série adapta o romance The Killer’s Shopping Mall, escrito por Kang Ji-young. A criação, direção e roteiro ficam por conta de Lee Kwon.

Quando estreia a segunda temporada?

O Disney+ ainda não confirmou a data de estreia dos novos episódios de Uma Loja Para Assassinos.

Pressão | Filme mostra as horas antes do Dia D e coloca Eisenhower diante da decisão mais difícil da guerra

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O filme Pressão chega ao cinema com foco total nas 72 horas que antecederam o Dia D, momento em que os Aliados definiram se a maior invasão marítima da história aconteceria ou seria adiada. Em vez de retratar o desembarque na Normandia, a história permanece nos bastidores militares, onde a operação foi planejada e autorizada.

A direção é de Anthony Maras, com roteiro adaptado da peça de David Haig. O filme parte de um ponto simples: uma decisão militar depende de previsões meteorológicas incertas e de pressão política constante.

No centro da narrativa está o general Dwight D. Eisenhower, responsável por autorizar ou cancelar a operação. Ao lado dele, o meteorologista James Stagg, interpretado por Andrew Scott, tenta sustentar análises climáticas em meio a dados instáveis que podem mudar o rumo da guerra.

O que está sendo decidido nessas 72 horas?

Pressão acompanha o momento em que os Aliados precisam decidir se avançam com a invasão da Normandia ou se esperam melhores condições climáticas.

O problema é que nenhuma opção é segura. Se o ataque acontecesse com o mar instável, a operação poderia falhar e causar perdas enormes. Se fosse adiado, o inimigo teria tempo para se reorganizar e fortalecer as defesas.

O filme transforma essa dúvida em centro da narrativa, mostrando como decisões militares de grande escala dependem de informações incompletas e de poucos minutos de análise.

Como o filme mostra a guerra?

Em vez de cenas de combate, o foco está em salas de reunião, mapas meteorológicos, relatórios e discussões entre oficiais. A tensão vem da incerteza e da responsabilidade de decidir sem garantia de resultado.

James Stagg aparece tentando explicar previsões que mudam constantemente. Eisenhower precisa transformar essas previsões em uma ordem final, sabendo que qualquer escolha terá impacto direto no desfecho da guerra na Europa.

Quem está no elenco?

Além de Andrew Scott como James Stagg e Brendan Fraser como Eisenhower, o elenco traz Kerry Condon como Kay Summersby, integrante do círculo próximo do general durante o período da guerra.

Chris Messina interpreta Irving P. Krick, enquanto Damian Lewis vive o marechal Bernard Montgomery, uma das figuras militares envolvidas na operação.

Quem lança o filme?

O longa será distribuído pela Focus Features na América do Norte, com distribuição internacional pela Universal Pictures.

Quando estreia?

O filme estreia em 29 de maio de 2026 nos Estados Unidos, 11 de setembro de 2026 no Reino Unido e 3 de setembro de 2026 no Brasil.

O que as críticas iniciais indicam?

As primeiras avaliações apontam 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 67 no Metacritic. Os comentários destacam o foco no processo de decisão e na tensão criada dentro de ambientes fechados, sem necessidade de cenas de batalha.

Trailer de Enola Holmes 3 revela investigação de alto risco ligada ao poder britânico

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O primeiro trailer de Enola Holmes 3 não se apoia em explicações longas nem entrega peças fechadas do mistério. Ele trabalha mais com pistas visuais e com o tipo de ambiente em que Enola agora circula. O que se vê são espaços mais controlados, rostos mais fechados e uma protagonista menos impulsiva do que antes.

A investigação parece menos sobre um evento isolado e mais sobre conexões entre pessoas influentes. Em vez de seguir um único desaparecimento ou crime específico, a montagem sugere uma rede de interesses atravessando diferentes camadas da sociedade britânica. Isso muda a forma como Enola precisa se mover, porque agora cada pista pode levar a alguém com poder suficiente para interferir no rumo do caso.

Como Enola chega a esse ponto depois do segundo filme?

Depois de Enola Holmes 2, a personagem passa a atuar de forma independente, com sua própria agência e decisões que já não dependem da aprovação da família Holmes. Esse detalhe muda bastante a leitura do terceiro filme.

No novo capítulo, Enola não está mais testando se consegue resolver casos. Ela já trabalha como detetive e lida com consequências diretas do que descobre. Isso aparece no trailer na forma como ela observa mais do que fala, como se estivesse calculando riscos antes de agir.

A presença de Tewkesbury, interpretado por Louis Partridge, reforça esse contraste. Ele aparece inserido no ambiente político da Câmara dos Lordes, enquanto Enola segue em campo, lidando com informações que não passam pelos canais oficiais. Os dois continuam ligados, mas em mundos que funcionam com regras diferentes.

Quem volta para esse novo capítulo da história?

O centro da trama segue com Millie Bobby Brown, que retoma Enola em uma fase mais contida. O comportamento da personagem no trailer indica menos improviso e mais leitura de cenário antes de qualquer ação.

Henry Cavill retorna como Sherlock Holmes. Ele aparece como alguém que observa de longe, mas agora com mais atenção ao que a irmã está construindo. Não há uma mudança explícita de personalidade, mas a relação entre os dois ganha outra temperatura, mais baseada em reconhecimento do que em distância.

Helena Bonham Carter volta como Eudoria Holmes, mantendo a ligação com a origem mais livre e contestadora de Enola. Também estão no elenco Himesh Patel e Sharon Duncan-Brewster, que ajudam a expandir o alcance da história para fora do núcleo familiar e aproximam a trama de conflitos sociais mais amplos.

O que a mudança de direção altera na experiência do filme?

Com Philip Barantini na direção, no lugar de Harry Bradbeer, o terceiro filme ganha outra cadência. O trailer já aponta para cenas mais diretas, com menos espaço para transições leves entre momentos de investigação e mais foco no impacto imediato das situações.

O roteiro continua nas mãos de Jack Thorne, o que mantém a estrutura principal da personagem e o recurso da quebra da quarta parede. Enola ainda conversa com o público, mas agora esse recurso aparece em um contexto mais tenso, como se fosse usado para organizar o próprio raciocínio em meio ao caos da investigação.

Quando o novo filme chega à Netflix?

O longa-metragem tem estreia marcada para 1º de julho de 2026 na Netflix.

Spider-Noir conquista alta nota no Rotten Tomatoes e coloca Nicolas Cage no modo detetive sombrio

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A série Spider-Noir estreou no Prime Video com todos os episódios liberados de uma vez e já começou a ganhar destaque entre quem está acompanhando o lançamento. Um dos principais pontos dessa estreia é justamente a recepção da crítica, com a produção alcançando cerca de 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, colocando a série entre os títulos mais bem avaliados recentes dentro das adaptações de quadrinhos.

Esse desempenho inicial indica uma estreia bem recebida, principalmente por apostar em uma abordagem diferente dentro do universo do Homem-Aranha. Em vez de repetir o estilo mais conhecido das versões recentes, a série segue por um caminho mais sombrio, com foco em investigação e um clima urbano mais pesado.

O que muda nessa versão do Homem-Aranha?

A série transporta o personagem para uma Nova York dos anos 1930, em uma realidade alternativa onde ele já viveu sua fase como vigilante mascarado. Agora, atua como detetive particular, lidando com casos que se acumulam na cidade enquanto enfrenta as consequências do próprio passado.

A narrativa foge das grandes batalhas e aposta em outro ritmo. O foco está na investigação, na construção de pistas e em como cada crime impacta diretamente o ambiente ao redor. O resultado é uma história mais próxima de um drama policial, mas ainda dentro do universo do Homem-Aranha.

Nicolas assume uma versão diferente do herói

O protagonista é interpretado por Nicolas Cage, que já tinha dado voz a essa mesma versão do personagem nos filmes Homem-Aranha no Aranhaverso e Homem-Aranha no Aranhaverso 2. Agora, ele aparece em live-action, trazendo uma versão mais envelhecida e marcada do herói.

O elenco ainda conta com Lamorne Morris como Robbie Robertson, além de Brendan Gleeson e Li Jun Li, que ajudam a sustentar o clima mais investigativo da produção.

Por que a série está chamando tanta atenção?

Spider-Noir se destaca por fugir do padrão tradicional das adaptações do Homem-Aranha. Em vez de seguir uma linha mais leve ou focada em ação constante, a série trabalha com um personagem mais quebrado, lidando com o peso do passado e decisões que não têm volta.

Passageiro do Mal vale a pena? Terror sobrenatural transforma estrada vazia em um pesadelo sufocante

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Filmes de terror ambientados na estrada quase sempre trabalham aquela sensação desconfortável de estar longe de tudo, principalmente durante a madrugada. Passageiro do Mal usa exatamente esse medo como base para criar sua história: um casal faz uma viagem aparentemente comum, mas acaba perseguido por uma entidade misteriosa que surge dentro dos veículos de suas vítimas.

Dirigido por André Øvredal (Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, A Última Viagem do Demeter), o longa tenta fugir do terror acelerado cheio de jumpscares e aposta mais em clima, silêncio e paranoia. A sensação constante é de que algo está observando os personagens mesmo quando não aparece diretamente na tela.

Como a história começa?

A trama abre com uma sequência pesada envolvendo dois amigos dirigindo por uma estrada isolada durante a noite. Sem explicações, algo invade o carro e transforma a viagem em uma cena brutal. Um deles morre tentando escapar enquanto o outro desaparece em circunstâncias estranhas.

Depois disso, o foco muda para Maddie e Tyler, um casal que está viajando de van. Tyler aproveita uma parada no caminho para pedir Maddie em casamento, criando um raro momento leve antes do filme mergulhar de vez no terror.

Pouco tempo depois, os dois encontram um carro destruído na estrada. Ao tentar ajudar o motorista ferido, acabam entrando em contato com algo que não deveria estar ali. Na manhã seguinte, marcas profundas aparecem na van do casal, iguais às encontradas em outros veículos ligados a desaparecimentos misteriosos.

O filme usa esse ponto para transformar a viagem inteira em um jogo de sobrevivência. Quanto mais Maddie tenta entender o que está perseguindo os dois, mais descobre casos parecidos espalhados por estradas dos Estados Unidos.

Quem é a criatura do filme?

A entidade sobrenatural recebe o nome de “O Passageiro”. Diferente de vários monstros modernos do terror, ele quase nunca aparece totalmente iluminado ou explicado. O longa prefere trabalhar a presença da criatura através de detalhes pequenos e perturbadores.

Em vários momentos, o Passageiro surge sentado silenciosamente no banco do carro, aparece refletido no vidro ou invade o interior da van sem fazer barulho. Essa escolha deixa o terror mais desconfortável porque o filme cria a sensação de que os personagens nunca estão realmente sozinhos.

A história também conecta a criatura a símbolos religiosos e antigas histórias de viajantes desaparecidos. Maddie descobre que existe um padrão nos ataques: veículos marcados por três arranhões e pessoas sumindo durante viagens noturnas.

O que faz o terror funcionar?

O filme funciona melhor quando usa o espaço apertado da van para aumentar a tensão. Boa parte das cenas acontece dentro do veículo, o que cria uma sensação claustrofóbica interessante. Mesmo quando os personagens param em postos, encontros de viajantes ou pequenas cidades, o clima continua estranho.

Outro ponto que ajuda é o fato de o roteiro não tentar explicar tudo rapidamente. A ameaça vai sendo construída aos poucos através de vídeos, relatos antigos e encontros com pessoas que já ouviram falar da entidade.

O resultado lembra aquelas histórias assustadoras de internet sobre estradas amaldiçoadas e figuras misteriosas aparecendo em carros durante a madrugada.

Quem está no elenco?

O elenco é formado por Lou Llobell (Fundação, Voyagers) como Maddie, Jacob Scipio (Bad Boys Para Sempre, Os Mercenários 4) interpretando Tyler e Melissa Leo (O Vencedor, Rio Congelado) como Diana Marsh, uma mulher que parece conhecer os segredos envolvendo o Passageiro.

O filme depende bastante da relação entre Maddie e Tyler para manter o peso emocional da história. Conforme a viagem piora, o roteiro mostra como o medo constante começa a afetar as decisões do casal.

Natal Amargo | Pedro Almodóvar transforma luto e confusão emocional em seu novo drama nos cinemas

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O novo filme de Pedro Almodóvar chegou oficialmente aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28). Natal Amargo marca mais um trabalho do diretor explorando relações humanas intensas, personagens emocionalmente fragilizados e histórias que misturam dor pessoal com arte.

Dessa vez, Almodóvar constrói uma tragicomédia que gira em torno de luto, crises criativas e personagens tentando transformar sofrimento em inspiração. O filme estreou anteriormente na Espanha e também passou pelo Festival de Cannes, onde o compositor Alberto Iglesias venceu o prêmio de Melhor Trilha Sonora.

Sobre o que fala Natal Amargo?

A história acompanha Elsa, uma diretora de comerciais que tenta continuar trabalhando normalmente depois da morte da mãe. Só que o desgaste emocional começa a afetar sua rotina de maneiras cada vez mais difíceis de ignorar.

Quando uma forte crise de enxaqueca a obriga a parar, Elsa decide viajar para Lanzarote durante um feriado ao lado da amiga Patricia. Enquanto isso, seu namorado Bonifacio permanece em Madri. A viagem, que parecia uma tentativa de descanso, acaba funcionando como um mergulho nas inseguranças, lembranças e relações mal resolvidas da personagem.

O filme também apresenta uma segunda linha narrativa ambientada em 2025. Nela, um cineasta chamado Raúl tenta escrever um roteiro inspirado diretamente em sua própria vida. Aos poucos, a história sugere que Elsa pode ser uma representação criada pelo próprio personagem, misturando realidade, memória e autoficção.

Quem está no elenco?

O elenco reúne Bárbara Lennie (A Filha, Maria e os Outros) no papel de Elsa e Leonardo Sbaraglia (Relatos Selvagens, Dor e Glória) como Raúl.

Também participam Aitana Sánchez-Gijón (Mães Paralelas), Victoria Luengo (A Room Next Door), Patrick Criado (Antidistúrbios), Milena Smit (Mães Paralelas) e Quim Gutiérrez (DarkBlueAlmostBlack).

O que esperar do novo filme de Almodóvar?

Quem acompanha os trabalhos de Almodóvar provavelmente vai reconhecer vários elementos clássicos do diretor aqui: personagens emocionalmente intensos, diálogos carregados de tensão e histórias que misturam humor desconfortável com situações dolorosas.

Só que Natal Amargo parece seguir uma linha mais introspectiva. O filme usa menos exageros visuais e concentra sua força nas relações entre os personagens e na maneira como cada um tenta lidar com perdas pessoais.

Outro ponto importante é a presença da autoficção dentro da narrativa. O roteiro constantemente levanta a dúvida sobre o quanto da história é real dentro daquele universo e o quanto foi reinventado pelos personagens que escrevem sobre suas próprias vidas.

Rebound: Uma Nova Chance | Conheça o emocionante drama sul-coreano baseado em uma história real exibido hoje na Sessão da Tarde

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Quem ligar a TV na tarde desta quinta-feira, 28 de maio, vai encontrar uma produção sul-coreana diferente do padrão mais conhecido pelo público brasileiro. Exibido na Sessão da Tarde, Rebound: Uma Nova Chance aposta menos em jogadas impossíveis e mais em uma história real marcada por pressão, desgaste físico e jovens tentando salvar um time praticamente abandonado.

Lançado em 2023, o longa dirigido por Jang Hang-jun acompanha a trajetória da equipe de basquete da Escola Jungang, em Busan, que chegou à final de um campeonato nacional mesmo tendo apenas seis jogadores disponíveis no elenco. O caso aconteceu de verdade em 2012 e virou uma das histórias mais conhecidas do esporte escolar sul-coreano. As informações são do AdoroCinema.

Sobre o que fala Rebound: Uma Nova Chance?

O filme acompanha Kang Yang-hyeon, ex-jogador e treinador pouco conhecido que aceita assumir uma equipe escolar em crise. O time da Escola Jungang vive uma sequência de derrotas, perdeu prestígio e está perto de ser encerrado.

A situação piora quando vários atletas abandonam o elenco ao descobrirem quem seria o novo técnico. Sem conseguir atrair grandes promessas, Kang passa a trabalhar com jovens rejeitados por equipes mais tradicionais e precisa montar um grupo competitivo praticamente do zero.

O diferencial do longa está justamente na forma como ele mostra o desgaste desses jogadores. Como o elenco tem apenas seis atletas, quase não existe descanso durante as partidas. O filme transforma esse limite físico em uma das partes mais tensas da história, principalmente nos momentos decisivos do campeonato.

Ao invés de criar heróis perfeitos, o filme mostra adolescentes inseguros, frustrados e pressionados pela sensação constante de fracasso.

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Quem faz parte do elenco?

O treinador Kang Yang-hyeon é interpretado por Ahn Jae-hong, conhecido por trabalhos que misturam drama e humor. Aqui, ele entrega uma atuação mais séria e focada no desgaste emocional do personagem.

O elenco jovem conta ainda com Lee Shin-young, Jeong Jin-woon e Jung Gun-joo, que interpretam os jogadores da equipe escolar.

O que torna Rebound diferente de outros filmes esportivos?

Enquanto muitos filmes do gênero apostam em discursos exagerados e cenas impossíveis, o longa-metragem segue um caminho mais realista. O foco não está apenas em vencer partidas, mas em mostrar como aquele grupo tenta continuar jogando mesmo quando tudo parece dar errado.

As partidas têm um clima mais tenso justamente porque os personagens estão sempre no limite físico. Como quase não há reservas, cada erro pesa mais. Isso faz o público sentir a pressão junto com os jogadores.

Outro ponto interessante é que o longa evita transformar a história em algo fantasioso. Os personagens erram, brigam, se frustram e demonstram medo o tempo inteiro. Essa abordagem deixa a narrativa mais próxima da realidade e ajuda a explicar por que o filme emocionou tanta gente na Coreia do Sul.

A história real aconteceu mesmo?

Sim. O roteiro foi inspirado na campanha da Busan Jungang High School no campeonato nacional de basquete de 2012. Na época, a equipe surpreendeu o país ao chegar à final mesmo com um elenco extremamente reduzido.

A história acabou se tornando símbolo de perseverança no esporte estudantil sul-coreano. Anos depois, virou tema do filme escrito por Kim Eun-hee e Kwon Seong-hui.

Mesmo sendo baseado em fatos reais, o drama não depende apenas do resultado das partidas para prender atenção. O filme funciona principalmente por mostrar a relação construída entre técnico e jogadores ao longo da competição.

Toy Story 5 pode abrir com uma das maiores bilheterias da franquia e coloca brinquedos contra tablets na nova história da Pixar

Toy Story 5 já aparece nas projeções do mercado como um dos lançamentos mais fortes recentes da Pixar. De acordo com informações do Deadline, a estreia pode chegar a cerca de 150 milhões de dólares nos primeiros três dias em cartaz nos Estados Unidos, desempenho que colocaria o longa-metragem entre as maiores aberturas da franquia.

A comparação usada pelo mercado mostra o tamanho dessa expectativa. Esse valor é praticamente o mesmo da bilheteria total de “Elio” (2025), outro filme da Pixar que terminou sua exibição nos cinemas com cerca de 154 milhões de dólares. O novo longa estreia em 18 de junho nos cinemas brasileiros e dá continuidade direta aos eventos do capítulo anterior, lançado em 2019.

Qual é a história de Toy Story 5?

A trama começa depois da saída de Woody, que deixou Bonnie para viver com Betty e ajudar outros brinquedos. Dentro do quarto de Bonnie, Jessie assume a liderança e Buzz Lightyear passa a atuar como seu principal apoio.

O conflito central surge quando Bonnie, agora com oito anos, passa a se interessar mais por um novo brinquedo digital em formato de tablet chamado Lilypad. A partir disso, os brinquedos clássicos precisam lidar com a perda de espaço para a tecnologia no dia a dia da criança.

A história acompanha essa mudança de comportamento e mostra como os brinquedos tentam entender o próprio papel em um ambiente onde a atenção da criança está cada vez mais voltada para telas.

Quem está no elenco de voz?

O elenco reúne nomes conhecidos da franquia e novas adições. Tom Hanks retorna como Woody, Tim Allen volta como Buzz Lightyear e Joan Cusack reprisa Jessie.

Entre as novidades, Greta Lee interpreta a personagem Lilypad. O elenco também inclui Keanu Reeves, Conan O’Brien, Craig Robinson, além de nomes recorrentes da franquia como Tony Hale, Kristen Schaal, Annie Potts e Wallace Shawn.

Quem dirige o novo filme?

A direção fica com Andrew Stanton, um dos nomes mais experientes da Pixar. Ele também assina o roteiro ao lado de McKenna Harris, trazendo de volta um dos principais criadores ligados à história da franquia desde seus primeiros filmes.

O que muda em relação aos outros Toy Story?

Diferente dos filmes anteriores, o foco não está em uma nova aventura externa, mas na mudança de comportamento de Bonnie. A presença de um brinquedo digital como Lilypad altera a relação da criança com os brinquedos tradicionais e cria o principal conflito da história. A proposta coloca os personagens clássicos em uma situação já presente no cotidiano atual: a disputa de atenção entre brinquedos físicos e telas.

Quando chega aos cinemas?

O filme estreia em 18 de junho de 2026 nos cinemas brasileiros.

Por que o filme se tornou um marco no cinema?

O impacto veio tanto da tecnologia quanto da forma como a história foi construída. A Pixar, que até então produzia apenas curtas, conseguiu transformar uma produção digital em um longa completo com orçamento relativamente baixo.

O resultado chamou atenção imediatamente. Lançado em 1995, o filme teve a maior bilheteria de estreia daquele período e fechou sua trajetória com mais de 400 milhões de dólares arrecadados no mundo todo. A recepção positiva da crítica ajudou a consolidar a animação como algo capaz de competir com grandes produções de Hollywood.

O que fez o público se conectar com a história?

O ponto central do filme não era a tecnologia, mas a ideia de que brinquedos têm medo de serem esquecidos. Esse conceito simples sustentou a relação entre os personagens e deu base para o desenvolvimento emocional da franquia.

A evolução de Woody e Buzz, que começam em conflito e terminam como parceiros, ajudou a tornar a história mais acessível para diferentes idades. Esse equilíbrio entre humor e emoção virou uma das marcas da Pixar.

Como a trama virou uma das franquias mais importantes da Disney?

O sucesso do primeiro filme abriu caminho para sequências que mantiveram o mesmo padrão de qualidade. O segundo, terceiro e quarto filme expandiram a história dos personagens e acompanharam novas fases da vida de Andy e dos brinquedos.

Além dos filmes, a franquia cresceu com produtos licenciados, parques temáticos, jogos e atrações da Disney. Isso transformou “Toy Story” em uma das marcas mais fortes da animação, com presença constante em diferentes formatos de entretenimento.

Terra da Máfia passa por reestruturação criativa e mantém Tom Hardy no elenco, diz relatório dos bastidores

Foto: Paramount+/ Divulgação

Nos últimos dias, circulou nas redes sociais a informação de que Tom Hardy teria deixado o elenco de Terra da Máfia, produção criminal do Paramount+. A revista Variety, no entanto, apresentou uma leitura diferente do cenário. Segundo a publicação, não houve demissão nem ruptura contratual entre o ator e a produção.

O que está em andamento, de acordo com fontes ligadas à série, é uma reorganização narrativa para a terceira temporada, com foco em ajustar a presença do personagem dentro de uma nova estrutura dramática.

O que a produção confirma sobre o futuro de Harry Da Souza?

Dentro da narrativa de Terra da Máfia, Harry Da Souza é uma peça central na engrenagem da família Harrigan. Interpretado por Tom, ele atua como intermediário em conflitos, responsável por negociar situações de alto risco e manter o funcionamento do império criminoso sob pressão constante.

Fontes ouvidas pela revista americana afirmam que o personagem continua nos planos da terceira temporada, mas o formato de participação está sendo redefinido.

Isso significa que a presença de Harry pode ser reorganizada em função de novos arcos dramáticos, sem a necessidade de manter o mesmo espaço narrativo da temporada anterior.

Foto: Paramount+/ Divulgação

Quem sustenta o universo de Terra da Máfia?

A série foi criada por Ronan Bennett para o Paramount+ e constrói sua narrativa a partir de disputas entre famílias criminosas em Londres. O núcleo principal é a família Harrigan, comandada por Conrad Harrigan, interpretado por Pierce Brosnan, e Maeve Harrigan, vivida por Helen Mirren.

A estrutura da série se apoia na relação entre poder, lealdade e sobrevivência dentro do crime organizado.

Harry entra nesse contexto como uma figura que não ocupa posição formal dentro da família, mas exerce influência direta em decisões estratégicas, funcionando como operador de bastidores em situações críticas.

A terceira temporada muda o foco da narrativa?

A renovação da série para a terceira temporada já estava em desenvolvimento desde 2025, após o bom desempenho da produção no catálogo do Paramount+. A primeira temporada alcançou forte audiência na plataforma e consolidou o título como um dos dramas criminais mais assistidos do período.

Com a continuidade garantida, a equipe criativa passou a trabalhar em ajustes estruturais. Em produções desse tipo, é comum que cada nova temporada reorganize o peso dos personagens, especialmente quando o enredo se expande para novos conflitos ou novas frentes dentro do universo criminal.

O que muda para o público daqui para frente?

Para o espectador, o ponto central não é a permanência ou ausência total de Harry, mas sim como a série pretende reposicionar o personagem dentro do novo momento da trama. A narrativa da série depende de conexões entre personagens-chave, e qualquer alteração nesse equilíbrio impacta diretamente o ritmo dos episódios.

O que podemos esperar do futuro da série?

O cenário atual aponta para continuidade com reorganização interna. Não há confirmação de saída de Hardy, mas sim um processo de adaptação criativa que pode alterar a forma como seu personagem aparece na história.

Isso coloca a terceira temporada em uma fase de transição, em que a produção trabalha para equilibrar a manutenção dos personagens centrais com a necessidade de expandir o universo narrativo.

Damien Leone confirma novo terror com Sam Raimi após Terrifier 4 e projeto da Lionsgate entra em desenvolvimento

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Enquanto finaliza Terrifier 4, o diretor Damien Leone já tem definido seu próximo longa de terror. O cineasta vai escrever, dirigir e produzir Tortures of the Damned (Torturas dos Condenados) para a Lionsgate, segundo informações divulgadas pelo The Hollywood Reporter e pela Variety.

O projeto marca a primeira história original de Leone fora da franquia Terrifier, que ficou conhecida pelo personagem Art, o palhaço assassino. A nova produção não será continuação nem derivada desse universo, indicando uma mudança de escala e proposta dentro da carreira do diretor.

A produção terá participação de Sam Raimi, responsável pela trilogia Homem-Aranha e pela franquia A Morte do Demônio. Ele entra como produtor ao lado de Rob Tapert, por meio da Ghost House Pictures. A presença de Raimi posiciona o projeto dentro do segmento de terror comercial com forte identidade visual e narrativa.

De acordo com as informações já divulgadas, Tortures of the Damned será lançado apenas após Terrifier 4, que deve encerrar a história de Art. Isso coloca o novo longa como o próximo trabalho de grande destaque de Damien Leone dentro do cinema de gênero.

Até o momento, não foram revelados detalhes de elenco, trama ou ambientação. O que está confirmado é que Leone assume controle total do projeto, com roteiro, direção e produção centralizados em sua autoria, enquanto a Lionsgate ficará responsável pelo desenvolvimento e distribuição.

A participação de Sam Raimi indica uma linha criativa voltada ao terror intenso, com foco em impacto visual e construção de tensão. A colaboração entre os dois cineastas chama atenção por reunir nomes que começaram no cinema de baixo orçamento e cresceram dentro da indústria mantendo estilo próprio.

Mesmo sem informações de história, o projeto já é tratado como uma das próximas apostas da Lionsgate no gênero de terror. A associação com Leone e Raimi reforça o interesse em produções com linguagem direta, violência estilizada e apelo para público de horror contemporâneo.

Tudo sobre a franquia Terrifier

O filme Terrifier apresenta o personagem Art, o palhaço, em uma noite de Halloween em que ele persegue e ataca diferentes vítimas em sequência. A produção é centrada em cenas de perseguição e confrontos diretos, sem aprofundar explicações sobre a origem do antagonista, o que mantém o foco na ação e na tensão constante.

Interpretado por David Howard Thornton, Art se destaca por não utilizar diálogo, comunicando-se apenas por expressões e gestos. Essa característica reforça o comportamento imprevisível do personagem e ajuda a construir sua presença como uma figura silenciosa, mas dominante em cena.

O longa estreou em festivais de cinema em 2016 e teve lançamento limitado nos cinemas em 2018. Mesmo com circulação reduzida, ganhou atenção por apostar em efeitos práticos e maquiagem detalhada, especialmente nas cenas de violência, que se tornaram um dos principais pontos de discussão sobre a obra.

A narrativa acompanha diferentes personagens ao longo da mesma noite, todos conectados pela presença de Art. Esse formato faz com que o filme avance por encontros isolados, sem uma investigação central, o que contribui para a sensação de imprevisibilidade.

A produção também se tornou conhecida por utilizar cenários simples e ambientações urbanas pouco protegidas, o que aproxima a ação do cotidiano e intensifica o impacto das cenas. O uso de efeitos práticos em vez de recursos digitais é outro elemento marcante, reforçando a estética do terror independente.

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