HBO Max prepara série de V de Vingança com produção de James Gunn e Peter Safran

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O clássico distópico V de Vingança está prestes a ganhar uma nova vida na tela — desta vez, em formato de série. Segundo informações exclusivas da Variety, a HBO está desenvolvendo a adaptação com roteiro de Pete Jackson. A produção executiva ficará a cargo de James Gunn (Pacificador, Guardiões da Galáxia, Superman) e Peter Safran (Supergirl, The Batman Part II, Aquaman 2: O Reino Perdido), do DC Studios, que prometem trazer uma abordagem moderna e empolgante para a história. Até agora, nem a HBO nem o DC Studios confirmaram oficialmente, mas a notícia já está causando burburinho entre fãs de quadrinhos e cinéfilos.

Vamos entender a origem da história

Tudo começou em 1988, quando Alan Moore e David Lloyd criaram a série de quadrinhos que se tornaria um marco da cultura pop. Publicada pela DC Comics sob a marca Vertigo, a obra trouxe uma Inglaterra alternativa dominada por um governo fascista, abordando temas como autoritarismo, liberdade e resistência. Mais do que uma história de ação, o quadrinho se destacou por suas críticas sociais afiadas e personagens complexos.

O protagonista, conhecido apenas como “V”, é um vigilante mascarado que luta contra o regime opressor do partido Fogo Nórdico, liderado pelo Alto Chanceler Adam Sutler. Ele se torna símbolo de rebeldia e justiça, inspirando não apenas os personagens da história, mas também leitores ao redor do mundo.

Do quadrinho para o cinema

O primeiro grande salto da obra para a cultura pop aconteceu em 2005, com o filme V for Vendetta (V de Vingança no Brasil e Portugal). Dirigido por James McTeigue e produzido por Joel Silver e pelas irmãs Wachowski, o longa trouxe Natalie Portman como Evey Hammond, Hugo Weaving como V, Stephen Rea como o inspetor Finch e John Hurt como o Alto Chanceler Sutler.

Ambientado em um mundo distópico no final da década de 2020, o filme mostra uma Inglaterra totalitária em meio a crises globais: os Estados Unidos enfrentam as consequências de uma guerra civil, a Europa lida com uma pandemia devastadora, e o Reino Unido é governado de forma autoritária pelo partido Fogo Nórdico.

V surge como um vigilante mascarado, salvando Evey de uma tentativa de abuso pelos agentes do governo e, em seguida, promovendo atos de rebelião, incluindo a icônica explosão do Old Bailey. O filme mistura ação e suspense com uma reflexão política intensa, tornando-se um marco que consolidou a máscara de Guy Fawkes como símbolo global de protesto.

O que podemos esperar da série

A grande vantagem de adaptar V de Vingança para o formato de série é a possibilidade de explorar o universo com mais profundidade. Enquanto o filme precisava condensar a história em algumas horas, a série pode mergulhar em detalhes do regime fascista, nas motivações de V, nas dúvidas e transformações de Evey e nas intrigas políticas que moldam o mundo da obra.

Pete Jackson, responsável pelo roteiro, é conhecido por equilibrar ação e desenvolvimento psicológico dos personagens, o que sugere que a série terá momentos tensos, mas também reflexivos. James Gunn e Peter Safran, produtores executivos, trazem experiência em grandes universos cinematográficos, garantindo que a narrativa seja envolvente, emocionante e fiel ao espírito do material original.

Uma história que continua atual

Mesmo décadas após sua criação, a trama continua surpreendentemente atual. O combate à opressão, a vigilância estatal, a manipulação da mídia e a luta por liberdade são temas que ressoam em qualquer época. A máscara de Guy Fawkes, que simboliza resistência e rebeldia, transcende a ficção e se tornou um ícone real em protestos e movimentos sociais ao redor do mundo.

A série tem potencial não apenas de entreter, mas também de provocar reflexão sobre liberdade, justiça e responsabilidade individual. Em tempos de debates sobre autoritarismo, desinformação e censura, revisitar essa história é mais relevante do que nunca.

Por que essa série importa

Além de ser uma história envolvente, V de Vingança é um fenômeno cultural. A narrativa de resistência contra regimes autoritários, o poder da mídia, a importância da memória histórica e a simbologia da máscara de Guy Fawkes são elementos que dão à série potencial de transcender o entretenimento e entrar em discussões sociais mais amplas.

A chegada da série da HBO representa também uma tendência do mercado: adaptações de quadrinhos mais maduras e reflexivas, que vão além do modelo tradicional de super-heróis. O público hoje busca histórias que misturem ação, suspense e relevância política, e V de Vingança tem tudo para atender a essas expectativas.

Cinemaço 04/02/2024 Globo exibe 007 Contra Goldeneye

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Prepare-se para uma experiência cheia de adrenalina neste domingo, dia 04 de fevereiro, com o imperdível Cinemaço, que promete uma emocionante jornada repleta de ação e suspense com o filme 007 Contra Goldeneye.

No filme, o destaque fica por conta do lendário James Bond, que se encontra diante de uma missão de extrema importância: impedir que o poderoso satélite GoldenEye, capaz de desencadear o caos eletrônico em escala global, caia nas mãos erradas. Com o apoio da fascinante especialista em computação, Natalya Siminova, Bond mergulha em uma aventura repleta de reviravoltas e desafios inimagináveis.

“Goldeneye”, dirigido com maestria por Martin Campbell e produzido em 1995, é uma verdadeira obra-prima do gênero de ação, garantindo uma experiência cinematográfica que prenderá sua atenção do início ao fim.

Curiosidades do filme 007 Contra Goldeneye

“007 Contra Goldeneye”, lançado em 1995, marca um momento crucial na história da franquia James Bond e na carreira de Pierce Brosnan. Aqui estão alguns detalhes fascinantes sobre este filme icônico:

  1. O Retorno de Pierce Brosnan: Após uma espera de seis anos desde seu primeiro elenco para o papel de James Bond, Pierce Brosnan finalmente teve a chance de interpretar o agente secreto mais famoso do cinema. Originalmente, Brosnan tinha sido escalado para o papel antes, mas seu compromisso com a série de TV “Remington Steele” impediu sua participação anteriormente.
  2. Inspiração em Goldeneye, a Casa de Ian Fleming: O título “Goldeneye” foi escolhido em homenagem à propriedade na Jamaica onde Ian Fleming, o criador de James Bond, tinha uma casa. O nome “Goldeneye” também era o código de segurança utilizado por Fleming durante seus serviços de inteligência na Segunda Guerra Mundial, adicionando um toque de autenticidade histórica ao filme.
  3. Desafios de Produção e Revisões de Roteiro: A produção de “Goldeneye” enfrentou desafios significativos, desde a incerteza sobre o futuro da franquia após o fim da Guerra Fria até várias revisões no roteiro antes de ser finalizado. Esses obstáculos só aumentaram a expectativa em torno do filme.
  4. Sean Bean como o Vilão Memorável: Sean Bean trouxe vida ao vilão Alec Trevelyan, um ex-agente do MI6 e amigo de Bond que se torna seu inimigo. A profundidade e complexidade que Bean trouxe ao personagem ajudaram a solidificar “Goldeneye” como um dos pontos altos da série.
  5. Legado dos Jogos de Videogame: O filme inspirou um dos jogos de videogame mais populares da história, lançado para o console Nintendo 64 em 1997. O jogo “Goldeneye 007” é considerado um clássico e marcou a infância de muitos jogadores, expandindo ainda mais o impacto cultural do filme.
  6. Trilha Sonora de Tina Turner: A música-tema do filme, interpretada por Tina Turner, foi um sucesso instantâneo e ajudou a definir a atmosfera e o tom do filme. A voz poderosa de Turner e a batida contagiante da música “Goldeneye” tornaram-na instantaneamente reconhecível.
  7. Direção de Martin Campbell: Martin Campbell trouxe sua visão única para “Goldeneye”, e sua direção sólida e habilidosa deu ao filme uma sensação de frescor e energia, cativando tanto os fãs antigos quanto os novos da franquia.

“007 Contra Goldeneye” não apenas marcou o retorno triunfante de James Bond às telas de cinema, mas também redefiniu o gênero de filmes de espionagem para uma nova geração, deixando um legado duradouro na cultura pop.

Horário de exibição do Cinemaço

Não deixe escapar a chance de se envolver nessa emocionante saga! O Cinemaço tem início logo após o término do Planeta Atlântida. Prepare a pipoca, acomode-se confortavelmente e venha se emocionar nessa sessão de cinema que promete ser inesquecível!

Dia D | Emily Blunt preferiu criar linguagem própria em vez de usar inteligência artificial em momento decisivo do longa de Steven Spielberg

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A atriz Emily Blunt revelou um detalhe curioso sobre os bastidores de Dia D, novo filme de ficção científica dirigido por Steven Spielberg. Durante participação no programa Hot Ones, ela contou que recusou uma solução baseada em inteligência artificial para uma das cenas mais importantes da produção e optou por construir a sequência utilizando apenas sua própria interpretação.

Segundo Blunt, a cena envolve uma longa tomada contínua de aproximadamente quatro minutos. Durante o momento, sua personagem passa por uma transformação gradual enquanto começa a emitir sons e palavras em uma linguagem que não existe entre os humanos.

A atriz explicou que a produção poderia ter recorrido à inteligência artificial para criar esse efeito vocal, mas ela preferiu seguir outro caminho. Em vez disso, desenvolveu sons e padrões de fala próprios para dar autenticidade à cena. As informações são da Variety.

A decisão chama atenção porque a inteligência artificial vem sendo cada vez mais utilizada na indústria do entretenimento, seja para modificar vozes, recriar performances ou produzir efeitos digitais. Ao optar por realizar a sequência sem esse recurso, Blunt buscou manter a interpretação ligada diretamente ao trabalho feito durante as gravações.

Para quem acompanha o debate sobre IA em Hollywood, a declaração mostra que parte dos artistas ainda vê a tecnologia com cautela, principalmente quando ela pode interferir em elementos considerados essenciais para a atuação. No caso da atriz, a preocupação era que uma ferramenta automatizada substituísse escolhas criativas que poderiam ser construídas durante a performance.

A cena em questão parece ter papel central na história de Disclosure Day. O filme acompanha uma situação que altera completamente a realidade do planeta quando a existência de vida extraterrestre deixa de ser uma teoria e passa a ser um fato confirmado.

Emily interpreta uma meteorologista de Kansas City que está apresentando uma transmissão ao vivo quando algo inesperado acontece. Subitamente, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons perturbadores, tornando-se uma das primeiras pessoas afetadas por uma força misteriosa ligada ao contato com uma inteligência desconhecida.

A partir desse evento, o mundo começa a enfrentar uma série de fenômenos difíceis de explicar. Relatos de influência mental, comportamentos estranhos e informações escondidas por décadas passam a surgir em diferentes lugares, levando governos e a população a tentarem compreender o que realmente está acontecendo.

A premissa se diferencia de muitas histórias sobre alienígenas por concentrar parte do suspense nas reações humanas diante da descoberta. Em vez de focar apenas em confrontos ou batalhas, a narrativa explora como a sociedade reage quando percebe que não está sozinha no universo.

Outro ponto que pode interessar ao público é a equipe criativa envolvida no projeto. Spielberg dirige o longa a partir de um roteiro escrito por David Koepp, profissional que já trabalhou com o cineasta em produções como Jurassic Park e War of the Worlds. A parceria costuma despertar expectativa entre os fãs de ficção científica por reunir dois nomes experientes no gênero.

O elenco também reúne atores conhecidos do público. Além de Blunt, a produção conta com Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo, Wyatt Russell, Elizabeth Marvel e outros nomes que ocupam posições importantes na trama.

Com estreia prevista para 11 de junho de 2026, Dia D já aparece como um dos lançamentos de ficção científica mais aguardados do próximo ano.

Will Arnett entra para elenco de The Challenger, série estrelada por Kristen Stewart que revisitará a trajetória de Sally Ride e os acontecimentos que marcaram uma geração da NASA

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O Prime Video continua ampliando o elenco de The Challenger, minissérie que promete revisitar um dos períodos mais importantes da história da NASA. A produção confirmou a entrada de Will Arnett no projeto liderado por Kristen Stewart, que interpretará Sally Ride, astronauta responsável por quebrar barreiras ao se tornar a primeira mulher dos Estados Unidos a viajar para o espaço. As informações são do The Hollywood Reporter.

Arnett interpretará George Abbey, um dos nomes mais influentes da NASA durante as décadas de 1970 e 1980. Embora não seja tão conhecido pelo público quanto os astronautas que participavam das missões, Abbey teve papel decisivo na formação de equipes espaciais, no treinamento de novos profissionais e em diversas decisões que ajudaram a moldar o futuro do programa espacial americano. Sua participação na série deve oferecer ao espectador uma visão dos bastidores da agência, mostrando como eram tomadas algumas das decisões mais importantes daquele período.

Inspirada no livro The New Guys, de Meredith E. Bagby, a minissérie não será apenas uma biografia tradicional de Sally Ride. A proposta é contar a história de uma geração de astronautas que ajudou a transformar a NASA em um momento de mudanças profundas. Durante esse período, a agência começou a ampliar a diversidade de seus programas, abrindo espaço para mulheres, pessoas negras, asiáticos-americanos e outros profissionais que historicamente tinham poucas oportunidades dentro do setor aeroespacial.

No centro dessa transformação está Sally Ride, personagem interpretada por Kristen Stewart (Spencer, Love Lies Bleeding). Formada em Física pela Universidade Stanford, Ride ingressou na NASA em 1978 e rapidamente se tornou uma das figuras mais importantes da exploração espacial americana. Em 1983, ela entrou para a história ao participar da missão STS-7 a bordo do ônibus espacial Challenger, tornando-se a primeira mulher americana a chegar ao espaço.

A série também deve dedicar atenção ao contexto em que esses astronautas atuavam. Durante os anos 1980, a NASA vivia um período de grande visibilidade pública graças ao programa dos ônibus espaciais. As missões eram acompanhadas por milhões de pessoas e representavam uma nova fase da exploração espacial americana. Ao mesmo tempo, a agência enfrentava desafios técnicos, pressões políticas e cobranças cada vez maiores por resultados.

É nesse cenário que acontece um dos eventos centrais da narrativa: o desastre do Challenger. Em janeiro de 1986, o ônibus espacial explodiu pouco depois do lançamento, causando a morte dos sete tripulantes a bordo. O acidente interrompeu temporariamente o programa espacial americano e gerou uma ampla investigação sobre falhas técnicas e decisões administrativas que contribuíram para a tragédia.

Segundo a sinopse divulgada pela produção, a série acompanhará não apenas os acontecimentos que antecederam o acidente, mas também os impactos da investigação posterior. Isso indica que a narrativa deverá explorar questões relacionadas à segurança, tomada de decisões e responsabilidades dentro de uma das organizações científicas mais importantes do mundo.

Nos bastidores, a produção reúne nomes experientes. A direção ficará a cargo de James Hawes, conhecido por trabalhos em “Slow Horses” e “Black Mirror”. O roteiro e a supervisão criativa são assinados por Maggie Cohn, que também atua como showrunner da minissérie.

O Monstro em Mim é renovada pela Netflix para a 2ª temporada; Claire Danes está de volta

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A Netflix decidiu continuar O Monstro em Mim. A produção, que chegou ao catálogo inicialmente como minissérie, foi renovada para a 2ª temporada, segundo informações da Variety. Claire Danes retorna como Aggie Wiggs e também continua como produtora executiva.

Lançada em 13 de novembro de 2025, a série colocou Danes e Matthew Rhys no centro de um suspense psicológico sobre uma escritora em luto e seu novo vizinho, um empresário cercado por suspeitas envolvendo o desaparecimento da primeira esposa. Ainda não há informações sobre a quantidade de episódios, início das filmagens ou data de estreia do novo ano.

Quem é Aggie Wiggs, personagem de Claire Danes?

Aggie é uma escritora que tenta voltar a produzir depois da morte do filho. A rotina muda quando Nile Jarvis (Matthew Rhys) se muda para a casa ao lado, em Oyster Bay, Long Island, acompanhado da segunda esposa, Nina Jarvis (Brittany Snow).

Nile pertence a uma família poderosa do mercado imobiliário e carrega um passado complicado. Sua primeira esposa desapareceu e ele passou a ser associado ao caso, embora a história nunca tenha sido completamente esclarecida. Para Aggie, o mistério parece o material perfeito para seu próximo livro. O problema é que a pesquisa começa a aproximá-la demais de Nile e de sua família.

A escritora passa a investigar o vizinho ao mesmo tempo em que tenta entender até onde pode ir com aquela história sem colocar a própria vida no meio. A série trabalha nessa linha entre curiosidade profissional e obsessão pessoal. Natalie Morales também integra o elenco como Shelley Morris, ex-mulher de Aggie e uma das pessoas mais próximas da protagonista.

Matthew Rhys vai retornar como Nile Jarvis?

Por enquanto, a Netflix confirmou apenas Claire Danes entre os retornos da nova temporada. A Variety não informou se Matthew Rhys voltará como Nile ou quais outros integrantes do elenco original estarão no segundo ano.

A dúvida pesa porque Nile foi um dos pilares da primeira temporada. Dependendo do caminho escolhido pelos roteiristas, a continuação pode manter os acontecimentos anteriores como ponto de partida ou levar Aggie para um novo caso.

A série foi criada por Gabe Rotter, que também atua como produtor executivo. Jodie Foster e Conan O’Brien estão entre os produtores executivos da produção.

O que aconteceu na primeira temporada?

A primeira temporada acompanha Aggie enquanto ela tenta descobrir o que existe por trás da história de Nile. A mudança do empresário para a vizinhança chama sua atenção, principalmente por causa do desaparecimento de sua primeira esposa.

O que começa como pesquisa para um livro vai ficando pessoal. Aggie se aproxima de Nile, conhece melhor sua família e começa a questionar as versões que circulam sobre o desaparecimento. Ao mesmo tempo, precisa lidar com o próprio luto e com as dificuldades para retomar sua carreira.

A trama também acompanha a relação de Aggie com Shelley, interpretada por Natalie Morales, mostrando como a investigação interfere na vida que a escritora tenta reconstruir.

Por que a série ganhou uma segunda temporada?

A renovação muda o formato inicialmente associado à produção. O Monstro em Mim foi lançada como uma minissérie, mas a Netflix decidiu continuar a história depois dos acontecimentos do primeiro ano.

A produção também recebeu atenção durante a temporada de premiações. Claire Danes e Matthew Rhys foram indicados ao Globo de Ouro por seus trabalhos na série.

Agora, Aggie continuará no centro da história, mas ainda não se sabe se Nile permanecerá envolvido diretamente na trama ou se a personagem será colocada diante de um novo mistério. A Netflix ainda não revelou qual será o ponto de partida escolhido para os próximos episódios.

Nova cena de Predador: Terras Selvagens mostra aliança improvável entre alienígena e ciborgue

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Neste sábado (1º), os fãs da franquia Predador receberam uma prévia empolgante do próximo filme com a divulgação de uma cena inédita. Intitulada Terras Selvagens, a produção apresenta uma abordagem diferente da série, mostrando um jovem predador rejeitado por seu clã e obrigado a lutar pela sobrevivência em um planeta remoto, cercado por ameaças de todos os lados. O lançamento está previsto para 6 de novembro no Brasil, com estreia nos Estados Unidos um dia depois. Veja a cena publicada pelo Rotten Tomatoes:

A novidade desta edição da franquia é a parceria inesperada entre o predador e Thia, personagem interpretada por Elle Fanning, uma ciborgue habilidosa que se torna sua aliada. Juntos, eles enfrentam desafios constantes, aprimoram suas habilidades e tentam escapar de habitantes hostis que querem capturá-los ou eliminá-los. A cena liberada mostra momentos de tensão e estratégia, destacando como a dupla precisa confiar um no outro para sobreviver.

Um novo olhar sobre a franquia

Diferente dos filmes anteriores, em que o predador aparecia apenas como ameaça, este longa explora sua vulnerabilidade e humanidade, criando uma narrativa mais envolvente. Ao mostrar que o alienígena também precisa de aliados para enfrentar inimigos poderosos, o filme adiciona camadas de emoção e aproxima o público da história de maneira mais profunda.

O equilíbrio entre ação intensa e momentos de ligação entre os personagens é um dos grandes destaques. Fanning e o jovem predador formam uma dupla improvável, mas convincente, em que cada decisão pode ser a diferença entre a vida e a morte. Esse contraste entre tensão e cumplicidade torna o filme mais dinâmico e imprevisível, mantendo o espectador atento do início ao fim.

O filme é dirigido por Dan Trachtenberg, que também assina o roteiro junto com Patrick Aison. As filmagens aconteceram na Nova Zelândia, cujas paisagens foram fundamentais para criar o cenário de um planeta remoto e perigoso. A direção de fotografia de Jeff Cutter ajuda a dar realismo e intensidade às cenas de ação, destacando tanto o ambiente hostil quanto a presença ameaçadora do predador.

Entenda a franquia de sucesso

A franquia Predador é um marco do cinema de ação e ficção científica, conhecida por explorar o confronto entre humanos e os caçadores alienígenas chamados Predadores. Desde o primeiro filme, lançado em 1987 como Predador, dirigido por John McTiernan, a série conquistou fãs ao combinar suspense, ação e tecnologia avançada, criando uma sensação constante de perigo e tensão. Produzida e distribuída pela 20th Century Studios, a saga nasceu da criatividade dos roteiristas Jim e John Thomas e rapidamente se tornou referência no gênero, por sua maneira única de transformar cada embate em uma batalha emocionante entre caça e caçador.

Ao longo dos anos, a franquia se expandiu com novos filmes e interpretações, incluindo Predador 2 (1990), Predadores (2010), O Predador (2018), A Origem (2022) e o próximo lançamento Terras Selvagens (2025). Além das telonas, o universo dos Predadores se espalhou para quadrinhos, romances e videogames, como Concrete Jungle (2005) e Hunting Grounds (2020), permitindo que fãs explorassem ainda mais a mitologia da espécie alienígena e se envolvessem com histórias de sobrevivência, estratégia e combate em mundos cada vez mais perigosos.

Novo vídeo de bastidores de A Odisseia revela como Christopher Nolan filmou seu projeto mais ambicioso inteiramente com câmeras IMAX

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A Universal Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores de A Odisseia, longa dirigido por Christopher Nolan que adapta o clássico poema de Homero. O material destaca um dos maiores diferenciais técnicos da produção: todo o filme foi captado com câmeras IMAX, algo inédito na carreira do cineasta.

O vídeo mostra parte da estrutura utilizada durante as gravações e reforça a dimensão do projeto, que exigiu equipamentos desenvolvidos para suportar filmagens em ambientes naturais e locações espalhadas por diferentes países. Segundo a produção, esta é a primeira vez que um longa-metragem é registrado integralmente com câmeras IMAX de 70 mm, formato conhecido pela alta resolução e pela qualidade de imagem em telas gigantes.

Escrito, dirigido e produzido por Christopher, o longa-metragem adapta um dos textos mais influentes da literatura ocidental. A história acompanha Odisseu, rei de Ítaca, em sua longa viagem de volta para casa após o fim da Guerra de Troia. Ao longo do caminho, ele enfrenta criaturas da mitologia grega, tempestades, deuses e desafios que colocam à prova sua inteligência e resistência, enquanto tenta reencontrar sua esposa, Penélope, e seu filho, Telêmaco.

Matt Damon (Oppenheimer, Perdido em Marte) interpreta Odisseu. O elenco principal ainda reúne Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa) como Telêmaco, Anne Hathaway (Interestelar, Os Miseráveis) no papel de Penélope, Zendaya (Duna, Euphoria) como Atena, Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria) vivendo Circe, Robert Pattinson (The Batman, Tenet) como Antínoo, Jon Bernthal (O Justiceiro, The Bear) como Menelau, Benny Safdie (Joias Brutas, Oppenheimer) interpretando Agamenon e John Leguizamo (John Wick, Encanto) como Eumeu. O elenco também conta com Lupita Nyong’o (Pantera Negra, Um Lugar Silencioso: Dia Um), Elliot Page (A Origem, The Umbrella Academy), Himesh Patel (Yesterday), Samantha Morton (The Walking Dead), Bill Irwin, Jesse Garcia e Will Yun Lee.

O projeto começou a tomar forma logo após o sucesso de Oppenheimer, vencedor dos Oscars de Melhor Filme e Melhor Diretor. Em outubro de 2024, foi confirmado que Nolan desenvolveria seu próximo longa novamente em parceria com a Universal Pictures. Durante alguns meses, o estúdio manteve o enredo sob sigilo, o que alimentou especulações sobre diferentes gêneros e adaptações. Apenas em dezembro daquele ano foi anunciado oficialmente que o diretor levaria aos cinemas uma versão de A Odisseia, poema atribuído a Homero e escrito há cerca de 2.700 anos.

As filmagens aconteceram entre fevereiro e agosto de 2025 em diversos países. A equipe passou por Marrocos, Grécia, Itália, Escócia, Islândia e Saara Ocidental em busca de cenários naturais capazes de representar os diferentes territórios visitados por Odisseu durante sua viagem. A opção por locações reais segue uma característica recorrente da filmografia de Nolan, que costuma privilegiar efeitos práticos em vez de depender exclusivamente de computação gráfica.

Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, A Odisseia é o filme mais caro da carreira do diretor. O investimento contempla tanto a logística internacional quanto o uso da tecnologia IMAX em toda a produção, um processo que exigiu adaptações nas câmeras para reduzir peso, ampliar a autonomia dos equipamentos e permitir gravações em condições climáticas variadas.

A parceria entre Nolan e a Universal também continua após o desempenho de Oppenheimer, lançado em 2023. O drama sobre o físico J. Robert Oppenheimer arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais e conquistou sete estatuetas do Oscar, consolidando uma das fases mais bem-sucedidas da carreira do cineasta.

Hayley Atwell se junta a Gerard Butler no thriller de ação Empire City, dirigido por Michael Matthews

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Nova York será o cenário de mais um grande espetáculo de ação e emoção. Hayley Atwell, lembrada por seus papéis em Capitã Carter e Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um, acaba de ser confirmada ao lado de Gerard Butler (Invasão ao Serviço Secreto, Plane) no elenco de Empire City, novo thriller que promete unir adrenalina, drama e uma boa dose de humanidade em meio ao caos da metrópole.

De acordo com o Deadline, as filmagens começam ainda em novembro, com direção de Michael Matthews, o mesmo de Amor e Monstros (2020). O roteiro fica nas mãos de Brian Tucker (Black Bird) e S. Craig Zahler (Confronto no Pavilhão 99), dois roteiristas conhecidos por explorar tramas densas e cheias de tensão psicológica.

A história gira em torno de uma crise de reféns no imponente Edifício Clybourn, um dos marcos de Nova York. Quando uma operação de resgate dá errado e transforma o local em um campo de batalha, o bombeiro Rhett (Butler) é chamado para conter o incêndio e tentar salvar as vítimas. Mas o que começa como mais uma missão perigosa ganha contornos profundamente pessoais quando ele descobre que sua esposa, Dani (Atwell), uma policial do NYPD, está dentro do prédio tentando negociar com os criminosos.

A partir daí, o filme se transforma em uma corrida contra o tempo. Entre labaredas, explosões e dilemas morais, o casal precisa unir forças para sobreviver e libertar os reféns. A promessa é de sequências de ação intensas, mas com um olhar mais emocional, explorando os limites da coragem e o peso do sacrifício.

Mais do que um simples filme de ação, o longa-metragem quer ser uma história sobre amor, dever e resiliência. Matthews, que já demonstrou habilidade em equilibrar aventura e sensibilidade em Amor e Monstros, deve apostar novamente em personagens tridimensionais e em uma narrativa que coloca o espectador no centro da tensão.

Nos bastidores, Gerard Butler também assina a produção ao lado de Alan Siegel, seu parceiro de longa data na G-BASE Entertainment — produtora responsável por títulos como Invasão ao Serviço Secreto e Plane. O time se completa com Marc Butan (Plane), Paul Currie (Coração de Dragão 3) e o estúdio Leonine Studios, que cofinancia o projeto. Quirin Berg e Alexander Janssen atuam como produtores executivos.

Sem data de estreia confirmada, o longa já desperta forte expectativa entre os fãs de ação e suspense. Tudo indica que Empire City será um daqueles thrillers intensos que fazem o público prender a respiração — combinando cenas eletrizantes com um enredo de fundo humano e emocional.

TV Brasil Internacional lança série documental Brasil de Fato com olhar profundo sobre conflitos sociais contemporâneos

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A TV Brasil Internacional estreia neste domingo (18), às 20h (horário de Brasília), a série documental Brasil de Fato, nova produção do canal público da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O lançamento marca a chegada de um projeto que aposta na análise crítica da realidade brasileira a partir de narrativas sensíveis, plurais e contextualizadas.

A temporada de estreia recebe o título Território em Fluxo e é composta por cinco episódios dedicados a investigar os conflitos históricos, sociais e políticos da região conhecida como Cracolândia, no centro de São Paulo. A série propõe ir além da abordagem tradicional sobre o tema, abrindo espaço para reflexões que questionam a lógica da chamada “guerra às drogas” e destacam experiências de resistência, cuidado e alternativas construídas dentro do próprio território.

Com linguagem documental, Brasil de Fato se debruça sobre os processos que moldam a sociedade brasileira, revelando camadas muitas vezes invisibilizadas no noticiário cotidiano. A produção busca compreender os fenômenos sociais a partir de seus contextos históricos, dando voz a diferentes personagens e perspectivas que coexistem nesses espaços marcados por tensão, exclusão e disputa.

Ao longo dos episódios, a série constrói um retrato complexo da Cracolândia, abordando não apenas o uso de drogas, mas também questões como políticas públicas, moradia, saúde, segurança, direitos humanos e a atuação de movimentos sociais. O território é apresentado como um espaço vivo, em constante transformação, atravessado por contradições e histórias humanas que desafiam leituras simplistas.

Resumo da novela Vale Tudo de 10 de maio, sábado

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Abaixo, confira o resumo da novela Vale Tudo do próximo sábado, 10 de maio – capítulo 036: Raquel está cada vez mais encurralada pelas pressões de Ivan, que exige a chave do cofre. Com um olhar firme, ela diz que não vai entregar nada — pelo menos, não agora. Pede um tempo para pensar, mas por dentro já sabe que precisa ganhar tempo para se proteger. Ivan sai frustrado, mas deixa claro que está perdendo a paciência.

Do outro lado, Fátima e César se unem num plano silencioso. Eles estão decididos a impedir que Raquel vá atrás de Marco Aurélio e revele qualquer informação. Desconfiados de suas intenções, já começam a armar uma estratégia para controlar seus passos.

Mais tarde, Raquel resolve ir ao banco e leva Gilda com ela, talvez para tentar disfarçar suas intenções. Mas no meio do caminho, o inesperado acontece: Gilda é atropelada por Olavo. A cena é desesperadora. Raquel corre para socorrê-la, o coração disparado, tentando manter a calma enquanto grita por ajuda.

Olavo, aflito, assume a responsabilidade e leva as duas para casa. Gilda está machucada, mas consciente. Raquel, ainda trêmula, agradece com os olhos marejados. Já dentro de casa, ela se apressa em esconder uma sacola — o conteúdo é um mistério, mas o jeito como ela a esconde revela o quanto aquilo é importante.

Enquanto isso, Solange, inquieta e com a cabeça cheia de dúvidas, faz um teste de gravidez. A espera pelo resultado parece uma eternidade. Ela ainda não contou para ninguém, mas seu olhar entrega o medo do que pode estar por vir.

Luciano, atento, percebe que Ivan está mais ansioso do que o normal. Ele tenta puxar conversa, mas Ivan disfarça. Mesmo assim, Luciano sabe que tem algo grande por trás desse nervosismo todo.

À noite, Fátima, determinada a descobrir o que a mãe está escondendo, toma uma atitude extrema: coloca um calmante na bebida de Raquel e Gilda. As duas acabam adormecendo profundamente. Em silêncio, Fátima começa a vasculhar a casa. Cada porta aberta, cada gaveta revirada carrega a tensão de quem procura por algo que pode mudar tudo.