Flores de Cerejeira Depois do Inverno é um romance que aquece o coração depois do frio

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Tem séries que chegam de mansinho, sem fazer barulho, e acabam deixando a gente com o coração apertado — daquele jeito bom, que mistura saudade e esperança. Flores de Cerejeira Depois do Inverno, disponível no Viki, é exatamente assim: um drama que fala baixo, mas emociona fundo.

Baseada no webtoon de Bam Woo e dirigida por Yoon Joon Ho, a produção sul-coreana de 2022 é um convite à sensibilidade. É sobre crescer, recomeçar e, principalmente, sobre descobrir o amor quando o mundo parece não saber o que fazer com ele.

Do luto ao amor — e da dor à descoberta

A história começa de forma simples e triste. Depois da morte dos pais, Seo Haebom (Ok Jin Uk) é acolhido pela família Jo, que o cria como parte da casa. Entre os filhos está Jo Taesung (Kang Hee), o garoto que vira seu melhor amigo, protetor e, aos poucos, algo mais.

Os dois crescem juntos, dividem a mesma rotina, o mesmo espaço e as mesmas inseguranças. Até que, no ensino médio, algo muda. O que antes parecia apenas carinho se transforma em um sentimento diferente — mais forte, mais assustador, e também mais bonito.

O que poderia virar um típico romance adolescente vira algo maior. A série fala de medo, de aceitação, de se sentir fora de lugar e, ainda assim, escolher o amor.

Um amor que floresce devagar

Flores de Cerejeira Depois do Inverno tem o ritmo das coisas que importam: não apressa nada. A relação entre Haebom e Taesung nasce do cuidado, dos olhares que duram um pouco mais, das palavras que eles não conseguem dizer.

E é justamente essa calma que conquista. Não tem grandes reviravoltas, nem momentos forçados — tudo é sutil, íntimo, real. A direção de Yoon Joon Ho aposta no silêncio, nas pequenas pausas, nas cenas em que o sentimento está ali, mesmo quando ninguém fala nada.

A fotografia ajuda a contar essa história com uma delicadeza absurda: o frio do inverno que vai cedendo espaço para a primavera simboliza o desabrochar do amor entre os dois. É simples e lindo — daquele tipo de beleza que a gente sente mais do que entende.

Dois atores, um só coração

Ok Jin Uk dá vida a Haebom com uma vulnerabilidade tocante. Ele é o tipo de personagem que a gente quer abraçar — tímido, retraído, mas cheio de doçura. Kang Hee, no papel de Taesung, é o contraponto perfeito: seguro por fora, confuso por dentro, dividido entre o que sente e o que acha que “deveria” sentir.

Juntos, eles criam uma química natural, quase inocente. Nada é exagerado. Quando se olham, a gente entende o que está acontecendo, mesmo sem nenhuma fala. É um amor que se comunica por gestos, e talvez seja por isso que emocione tanto.

Mais do que um BL — uma história sobre cura

Muita gente pode ver a trama apenas como um drama BL (Boys’ Love), mas ele vai muito além disso. É sobre reencontrar o calor depois do frio, sobre aprender a ser amado sem medo e sobre permitir que o outro te veja como você é — sem máscaras, sem julgamentos.

O roteiro não romantiza o sofrimento, mas mostra que o amor pode ser um refúgio, uma forma de cura. E é impossível não se ver um pouco ali: nas inseguranças, nos silêncios, na vontade de encontrar um lugar seguro no mundo.

Um final que fica com a gente

Mesmo curto (são só oito episódios), o drama deixa uma marca profunda. Quando termina, a gente percebe que Flores de Cerejeira Depois do Inverno não é apenas sobre dois garotos que se apaixonam — é sobre o que acontece quando alguém finalmente te enxerga por inteiro.

Os coadjuvantes — Lee Hyun Kyung, Cha Gun, Shin Jee Won e Eun Chae — dão leveza à trama, e ajudam a criar um ambiente acolhedor, sem vilões nem caricaturas. Tudo é humano, próximo, sincero.

Por que assistir?

Porque é o tipo de série que faz bem.
Porque lembra que o amor pode ser simples.
Porque mostra que, às vezes, basta uma pessoa acreditar em você para que o inverno acabe.

Scarlet, o novo épico de Mamoru Hosoda, ganha trailer ao som de Mana Ashida

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O premiado diretor japonês Mamoru Hosoda, responsável por algumas das obras mais sensíveis e inventivas da animação contemporânea, está de volta com um novo projeto que promete emocionar o público. Seu próximo filme, Scarlet, ganhou um trailer inédito ao som de “Hateshi naki”, canção-tema interpretada pela atriz e cantora Mana Ashida, que também dá voz à protagonista. Abaixo, confira o vídeo:

Produzido pelo Studio Chizu, o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2025 no Japão e já vem sendo apontado como um dos títulos mais aguardados do ano. No Brasil, a previsão é que o filme chegue aos cinemas apenas em 2026, ainda sem data definida. As informações são do site O Vício.

Uma fábula sobre vingança, tempo e redenção

Descrito como uma mistura de fantasia medieval e ficção temporal, a trama acompanha a jornada de uma princesa espadachim que viaja através do tempo e do espaço em busca de vingança pelo assassinato do pai. No entanto, o destino a conduz a um confronto mais profundo — não apenas com o inimigo, mas com os próprios sentimentos que a movem.

Após uma batalha que a deixa gravemente ferida, Scarlet desperta em um mundo moderno e surreal, onde conhece um jovem idealista que a ajuda a reencontrar seu propósito. É nesse encontro improvável entre eras e ideais que a protagonista começa a questionar o peso da vingança e o verdadeiro significado de liberdade.

Combinando ação, emoção e filosofia, Hosoda constrói um conto épico sobre a dor e a cura — temas recorrentes em sua filmografia, mas agora revisitados sob uma perspectiva mais sombria e madura.

O mestre da emoção

Para quem acompanha o cinema japonês, o nome Mamoru dispensa apresentações. O diretor já foi aclamado por produções como Guerras de Verão (2009), Crianças Lobo (2012) e o visualmente deslumbrante BELLE (2021), que foi indicado ao Oscar e consolidou Hosoda como um dos grandes contadores de histórias da atualidade.

Em Scarlet, ele assina tanto o roteiro quanto a direção, mergulhando novamente em suas obsessões criativas: o choque entre mundos, o amadurecimento emocional e as relações humanas diante do impossível. “Quis explorar o que resta de nós quando tiramos tudo — a glória, o poder e o tempo. Scarlet é sobre o que sobra: a alma”, declarou o diretor em entrevista recente à imprensa japonesa.

Recepção antecipada e trilha sonora poderosa

Apresentado fora de competição no 82º Festival de Veneza, o longa arrancou aplausos de pé e elogios por sua direção artística e pela performance vocal de Mana Ashida, que já havia trabalhado com Hosoda em O Menino e o Mundo dos Demônios. A canção “Hateshi naki”, composta especialmente para o filme, tem sido descrita como um hino de esperança após a dor, e promete marcar presença entre as trilhas mais memoráveis do cinema japonês recente.

Lançamento internacional e planos futuros

A distribuição japonesa ficará por conta da Toho, enquanto a Sony Pictures Classics será responsável pelo lançamento internacional, com uma exibição especial de qualificação a prêmios prevista para o fim de 2025. O lançamento comercial fora do Japão deve ocorrer em fevereiro de 2026, com forte aposta em festivais e indicações.

Solo Leveling: Karma | Novo jogo expande o universo da franquia e ganha previsão de lançamento

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Foto: Reprodução/ Internet

Os fãs de Solo Leveling mal terminaram de digerir as emoções da segunda temporada do anime, Arise from the Shadow, quando uma nova notícia caiu como uma magia épica: vem aí Solo Leveling: Karma. Mas atenção — não é uma terceira temporada. Trata-se de um novo jogo ambientado no universo da série, que promete mergulhar ainda mais fundo nas sombras que moldaram o mundo dos caçadores.

Previsto para 2026, o jogo será lançado para computadores e dispositivos móveis, trazendo uma história inédita que se passa entre os eventos da narrativa original e os acontecimentos de Solo Leveling: Ragnarok — a aguardada sequência que deve expandir o legado de Sung Jinwoo. As informações são do Omelete.

Ou seja, estamos falando de um hiato de 27 anos entre as duas séries — e é exatamente nesse espaço de tempo que os jogadores vão se aventurar em Karma.

Uma ponte entre eras

Solo Leveling: Karma promete funcionar como uma espécie de elo entre a era do lendário Sung Jinwoo e o futuro sombrio que virá em Ragnarok. O game vai explorar as consequências do poder que Jinwoo acumulou, e como o equilíbrio do mundo dos caçadores foi afetado após seus atos.

Ainda não há muitos detalhes sobre a trama, mas especula-se que o jogador poderá controlar novos personagens que vivem à sombra do herói original — guerreiros, magos e caçadores tentando sobreviver em um mundo que ainda sente os ecos do “Jogador Solitário”.

No trailer divulgado, é possível ver visuais impressionantes, batalhas rápidas e um sistema de progressão que parece ter sido inspirado diretamente no conceito central do universo de Solo Leveling: subir de nível, evoluir e desafiar os próprios limites.

Do webtoon ao império multimídia

O sucesso de Solo Leveling é um daqueles fenômenos que mostram a força da cultura pop coreana no mundo. Criado por Chugong, a obra nasceu como uma web novel publicada na plataforma KakaoPage em 2016. Rapidamente ganhou versão em webtoon (HQ digital) ilustrada por Jang Sung-Rak, mais conhecido como Dubu, da Redice Studio — o artista que ajudou a dar rosto e identidade visual à saga, mas que faleceu em 2022, deixando um legado reverenciado por fãs no mundo todo.

A série em quadrinhos terminou em 2021 com 179 capítulos, e continua sendo um dos títulos mais lidos e influentes da Ásia. Em 2024, a A-1 Pictures, estúdio responsável por sucessos como Sword Art Online e Kaguya-sama: Love is War, levou Solo Leveling para as telas em uma adaptação animada — e foi um estouro.

A primeira temporada foi exibida de janeiro a março de 2024 e se tornou um dos animes mais comentados do ano. A segunda, Arise from the Shadow, chegou em janeiro de 2025, elevando o nível da produção e aprofundando o desenvolvimento emocional de Jinwoo.

Agora, com o anúncio de Karma, a franquia parece seguir o caminho natural dos grandes universos narrativos: expandir-se além das telas, entrando no território dos games e preparando terreno para o que vem a seguir.

O que esperar do jogo?

Desenvolvido pela Netmarble, gigante dos jogos mobile que já trabalhou em títulos como Seven Knights e Ni no Kuni: Cross Worlds, Karma promete misturar ação em tempo real, elementos de RPG e narrativa cinematográfica.

A proposta é entregar uma experiência dinâmica, com sistemas de combate personalizáveis e missões que exploram as consequências morais das ações do jogador — daí o nome “Karma”. Cada decisão poderá impactar o destino dos personagens e do mundo à sua volta.

E, claro, não faltará o que todo fã espera: chefões absurdamente poderosos, gráficos sombrios e estilizados, e aquela trilha sonora épica que faz cada batalha parecer o fim (ou o começo) de uma era.

Entenda o legado de Sung Jinwoo

Mesmo que Karma se passe após os eventos de Jinwoo, o protagonista continua sendo a alma da franquia. É o seu mito que paira sobre cada novo caçador que tenta deixar a própria marca.

A história de Jinwoo começou de forma modesta: ele era o “caçador mais fraco do mundo”, enfrentando monstros em masmorras apenas para sobreviver. Mas, após ser escolhido por um misterioso “Sistema”, sua vida mudou completamente — ele passou a ter a habilidade única de subir de nível indefinidamente, quebrando todas as regras conhecidas.

A jornada de Jinwoo foi marcada por solidão, sacrifício e poder absoluto, temas que continuam ecoando em Karma. Afinal, o preço de ser um deus entre humanos sempre foi alto demais — e agora o jogo promete explorar as consequências desse desequilíbrio.

Atualmente, o anime está disponível no catálogo da Crunchyroll, com legendas em português e dublagem para quem prefere acompanhar a saga de Sung Jinwoo em sua própria língua. Já os fãs que desejam mergulhar na versão original em quadrinhos podem encontrar o mangá publicado pela editora Panini, que traz edições caprichadas e com excelente qualidade de impressão.

Vale a pena assistir O Agente Secreto? O novo thriller político de Kleber Mendonça Filho é uma experiência poderosa, densa e imperdível

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Foto: Reprodução/ Internet

Se tem um diretor no Brasil que nunca joga seguro, esse é Kleber Mendonça Filho. E em O Agente Secreto, seu novo filme, ele prova mais uma vez que está interessado em muito mais do que apenas contar uma história — ele quer nos colocar dentro dela, nos fazer desconfortáveis, atentos, e, de alguma forma, cúmplices.

O longa, que fez sua estreia mundial em Cannes e saiu de lá coroado com prêmios importantes — incluindo Melhor Direção para Mendonça e Melhor Ator para Wagner Moura — chega aos cinemas brasileiros cercado de expectativa. E com razão. O filme é um daqueles que dividem opiniões, mas dificilmente deixam alguém indiferente.

Recife, 1977: onde tudo ferve

Recife volta a ser o coração pulsante do cinema de Mendonça Filho, mas dessa vez a cidade é outra. A capital pernambucana retratada no filme é sombria, densa, cheia de segredos e câmeras imaginárias. É 1977, época de ditadura, censura e paranoia — e o ar parece pesar a cada esquina.

É nesse cenário que conhecemos Marcelo, um ex-acadêmico que tenta sobreviver à margem do sistema. Só que logo descobrimos que ele também é Armando — e que as identidades, no mundo que o cerca, são tão instáveis quanto a própria noção de verdade.
Wagner Moura dá vida a esse homem dividido com uma intensidade impressionante. Ele é calado, mas fala muito com o olhar. É o tipo de personagem que carrega o peso do país inteiro nos ombros — e de algum modo, a gente sente junto.

Um thriller político que não entrega o jogo

Quem for ao cinema esperando um suspense com tiros, perseguições e conspirações no estilo hollywoodiano pode se frustrar. O longa-metragem é outro tipo de thriller. Aqui, a tensão não vem da ação — vem do não dito, do olhar desconfiado, da sensação de estar sendo observado o tempo todo.

Kleber Mendonça Filho brinca com os códigos do gênero, mas os vira do avesso. Nada é simples, nada é direto. Há momentos em que a trama parece se perder em digressões, em lembranças, em detalhes aparentemente banais — mas é aí que o diretor encontra a força de seu cinema. Cada fragmento, cada corte, cada silêncio constrói algo maior: o retrato de um país tentando se entender.

E é impossível não notar o paralelo com o presente. Ainda que a história se passe em 1977, há ecos que ressoam até hoje — o controle, o medo, a manipulação da verdade. Mendonça parece dizer, com ironia e tristeza: o tempo passa, mas o jogo continua o mesmo.

Wagner Moura, em estado de arte

É impossível falar de O Agente Secreto sem destacar Wagner Moura. O ator, que há tempos vem equilibrando grandes produções e projetos autorais, entrega aqui uma de suas performances mais complexas. Seu personagem é um enigma: intelectual, fugitivo, idealista e, ao mesmo tempo, cúmplice de seu próprio silêncio.

Há uma cena — sem spoilers — em que Armando simplesmente observa o reflexo de si mesmo em uma janela suja, enquanto uma rádio toca notícias do regime. É um momento de puro cinema, onde nada acontece e tudo acontece. Moura segura a câmera com o olhar, e a gente entende por que ele saiu de Cannes com o prêmio de Melhor Ator.

O elenco de apoio também se destaca: Maria Fernanda Cândido é pura elegância e firmeza; Gabriel Leone traz juventude e inquietação; Alice Carvalho surpreende em uma presença breve, mas intensa; e Udo Kier empresta ao filme aquela aura enigmática que só ele tem.

Um espelho, não um retrato

No fundo, a trama é menos sobre espionagem e mais sobre memória. É um filme que nos faz pensar sobre o que escondemos, o que preferimos não ver, e o que fingimos ter esquecido.
É cinema que pede envolvimento — o tipo de obra que não acaba nos créditos finais, mas continua ecoando depois, nas conversas, nos silêncios, na sensação de que há algo de nós ali.

Talvez por isso o público saia do cinema com sentimentos mistos: fascínio, confusão, angústia. E isso é ótimo. Porque Mendonça não quer respostas. Ele quer diálogo. Quer que a gente se perca um pouco — para se encontrar em outro lugar.

Vale a pena assistir?

Vale — e muito.
Mas não vá esperando um passatempo. O Agente Secreto é daqueles filmes que pedem tempo, atenção e entrega. Ele não facilita, não explica, não embala. E é justamente isso que o torna tão poderoso.

É cinema feito com coragem, com inteligência e com amor pelo que o cinema pode ser: um instrumento de reflexão, de resistência e de arte.

Amazon encomenda Escorted, nova comédia romântica estrelada e criada por Brett Goldstein

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A Amazon Studios confirmou oficialmente a produção de Escorted, nova série de comédia estrelada, roteirizada e produzida por Brett Goldstein, astro britânico consagrado por sua atuação em Ted Lasso. A produção, desenvolvida em parceria com a Warner Bros. Television, promete trazer uma abordagem espirituosa e emocional sobre amor, paternidade e segundas chances — temas que dialogam com o humor inteligente e sensível que consagrou o ator. As informações são do Deadline.

Descrita como uma comédia romântica moderna, a série acompanha a vida de um pai divorciado em Manhattan (interpretado por Goldstein) que, após uma série de equívocos, acaba se tornando acompanhante masculino. A partir dessa reviravolta inusitada, o protagonista mergulha em um processo de autoconhecimento enquanto tenta equilibrar os desafios da criação compartilhada dos filhos, o caos da vida urbana e a busca por novas formas de intimidade.

A sinopse, divulgada pela Amazon, define o tom da série como “uma reflexão bem-humorada sobre segundas chances e sobre a possibilidade — ou não — de comprar a verdadeira intimidade”. Filmada no formato de meia hora, com câmera única, a produção faz parte do contrato de exclusividade que Goldstein mantém com a Warner Bros. Television, e será distribuída globalmente pelo Prime Video.

Brett Goldstein: do humor britânico ao sucesso internacional

Com uma carreira marcada pela versatilidade, Brett Goldstein é hoje um dos nomes mais respeitados da comédia televisiva. Nascido em Sutton, Londres, em 17 de julho de 1980, o ator, roteirista e comediante começou sua trajetória nos palcos de stand-up e em curtas-metragens independentes antes de ganhar projeção internacional.

Seu talento para unir drama e humor ficou evidente em Ted Lasso (Apple TV+), série em que interpreta Roy Kent, um ex-jogador de futebol de temperamento explosivo e coração sensível. Além de atuar, Goldstein também integrou a equipe de roteiristas da produção — um trabalho que lhe rendeu dois prêmios Emmy consecutivos de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia, em 2021 e 2022.

Conhecido pelo humor ácido e por personagens que oscilam entre a dureza e a ternura, Goldstein construiu uma carreira sólida não apenas na frente das câmeras, mas também nos bastidores. Além de atuar, ele assina produções de sucesso como Shrinking (Apple TV+), estrelada por Jason Segel e Harrison Ford, e o aclamado podcast Films To Be Buried With, no qual conversa com convidados sobre filmes que marcaram suas vidas.

Da experiência pessoal à criação artística

Curiosamente, parte da inspiração de Goldstein como criador vem de experiências bastante improváveis. Antes da fama, o ator viveu uma temporada em Marbella, na Espanha, onde trabalhou em um clube de striptease comprado por seu pai durante uma “crise de meia-idade”.

A situação, inusitada por si só, se transformou em material para seu show de stand-up Brett Goldstein Grew Up in a Strip Club, apresentado no Festival Fringe de Edimburgo. Desde então, ele vem explorando em sua obra a fronteira entre vergonha, empatia e humor, características que prometem marcar também a narrativa de Escorted.

Um olhar contemporâneo sobre o amor e a paternidade

A trama da série parte de uma ideia aparentemente cômica — um pai que se torna acompanhante por acidente — para explorar temas mais profundos e atuais, como o isolamento emocional, as transformações nas dinâmicas familiares e a vulnerabilidade masculina.

O protagonista, um homem que tenta reorganizar sua vida após o divórcio, encontra na nova profissão uma forma inesperada de se reconectar com os outros e, principalmente, consigo mesmo. Entre encontros constrangedores, reflexões sobre paternidade e tentativas de recomeço, Escorted busca equilibrar o riso e a emoção em doses iguais.

A proposta reflete o estilo que Brett Goldstein consolidou ao longo de sua carreira: comédias que fazem rir, mas também provocam reflexão. Como em Ted Lasso e Shrinking, o humor em Escorted promete vir acompanhado de camadas de humanidade, explorando o amor sob uma ótica mais realista e imperfeita.

O que esperar da série

Se há algo que Brett Goldstein provou ao longo de sua carreira, é sua habilidade em contar histórias sobre pessoas comuns de maneira extraordinária. Em Escorted, a promessa é de uma comédia inteligente e emocional, que questiona a maneira como nos relacionamos e o que realmente buscamos quando falamos de amor e conexão.

Miá Mello e Danton Mello vivem as delícias e os caos da vida em Mãe Fora da Caixa, comédia que estreia nos cinemas em novembro

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A maternidade e a paternidade nunca foram assuntos simples — e é justamente por isso que Mãe Fora da Caixa promete conquistar o público com uma mistura deliciosa de humor, afeto e identificação. O longa-metragem é inspirado no livro best-seller de Thaís Vilarinho.

Estrelado por Miá Mello (Meu Passado Me Condena: O Filme, Vai Que Cola, Tô Ryca!, Anitta Entrou no Grupo) e Danton Mello (Amazônia: O Despertar da Florestania, Um Lugar ao Sol, Sessão de Terapia, De Pernas pro Ar 2), o longa chega aos cinemas de todo o Brasil em 27 de novembro, com direção de Manuh Fontes (De Pernas pro Ar 3) e distribuição da +Galeria.

Na história, Miá Mello interpreta Manu, uma mulher acostumada a ter o controle de tudo — o trabalho, o corpo, a casa, o tempo, a vida. Tudo funcionava, até que… nasce sua primeira filha. De repente, o relógio parece não dar conta, as prioridades mudam, e Manu precisa se redescobrir entre mamadeiras, noites mal dormidas e momentos de pura doçura.

É uma montanha-russa emocional — ora caótica, ora linda — que reflete o que tantas mães sentem, mas nem sempre dizem em voz alta: a culpa, o cansaço, o medo de errar, e também o amor que transborda. Ao lado dela está André, vivido por Danton Mello (Haja Coração, Malhação, O Segredo de Davi, Cine Holliúdy), um cara de espírito livre, apaixonado pela esposa e entusiasmado com a ideia de ser pai. Ele é o tipo de homem que mergulha de cabeça na aventura da paternidade, mesmo sem ter manual algum para isso.

O longa-metragem vai além da maternidade: é também um olhar divertido e sincero sobre a vida a dois após a chegada dos filhos. Manu e André representam aquele casal moderno que tenta equilibrar as contas, dividir as tarefas e manter o amor vivo no meio do caos — algo que qualquer pai ou mãe vai reconhecer com um sorriso (ou um suspiro cansado).

A química entre Miá Mello (220 Volts, As Seguidoras, Os Farofeiros 2) e Danton Mello é um dos pontos altos do filme. Mesmo sendo a primeira vez que atuam juntos, os dois criam uma sintonia natural, com uma cumplicidade que transborda na tela.

O filme é inspirado no livro Mãe Fora da Caixa, de Thaís Vilarinho, que se tornou um fenômeno entre mães de todo o país. A obra já havia ganhado uma adaptação para os palcos, estrelada pela própria Miá Mello, e agora chega aos cinemas com um olhar ainda mais amplo — incluindo a perspectiva da paternidade e os desafios da vida a dois.

Com roteiro assinado por Patrícia Corso (Carrossel: O Filme), Clara Peltier (Meu Álbum de Amores) e Tita Leme (Vai Que Cola: O Começo), o longa mergulha nas dores e delícias de um período de grandes transformações. É sobre rir das próprias falhas, abraçar o improviso e entender que ninguém nasce sabendo ser pai ou mãe.

Além da dupla principal, o elenco traz nomes como Xando Graça (Vai Que Cola, A Dona do Pedaço, Guerra dos Sexos), Malu Valle (Cheias de Charme, Verdades Secretas 2, Flor do Caribe), Ester Dias (Segunda Chamada, Aruanas, O Rei da TV), Lidiane Ribeiro (De Perto Ela Não é Normal, Família Paraíso, Nosso Lar 2: Os Mensageiros) e Welder Rodrigues (Tá no Ar: A TV na TV, Zorra, Porta dos Fundos, Detetive Madeinusa), que ajudam a compor esse retrato divertido (e por vezes caoticamente real) da parentalidade.

Jovens Mães | Novo filme dos irmãos Dardenne ganha trailer e chega aos cinemas brasileiros em janeiro de 2026

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Foto: Reprodução/ Internet

A Vitrine Filmes revelou o trailer oficial de Jovens Mães, o novo longa dos consagrados irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne — dois dos nomes mais respeitados do cinema europeu. Premiado no Festival de Cannes 2025 e escolhido para representar a Bélgica no Oscar 2026, o filme estreia nos cinemas do Brasil janeiro de 2026. Abaixo, assista ao vídeo:

Conhecidos por transformar histórias simples em experiências emocionais profundas, os Dardenne voltam a explorar o olhar humano sobre quem vive à margem da sociedade. Dessa vez, o foco recai sobre jovens mulheres que encaram a maternidade antes mesmo de descobrirem quem são — um tema delicado que os cineastas abordam com a sensibilidade e o realismo que sempre marcaram sua filmografia.

Um retrato íntimo e sensível da maternidade adolescente

O longa-metragem acompanha cinco adolescentes — Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma — que vivem juntas em um abrigo para gestantes na cidade de Liège, na Bélgica. Cada uma traz nas costas uma história diferente, mas todas compartilham o mesmo desafio: aprender o que significa cuidar, tanto dos bebês que estão por vir quanto delas mesmas.

O abrigo, longe de ser um espaço idealizado, é um microcosmo de emoções intensas. Há amizade, ciúme, cumplicidade e conflito. São meninas tentando se entender como mulheres, mães e, principalmente, como pessoas. Entre trocas de olhares, gestos silenciosos e pequenas demonstrações de afeto, o filme constrói um mosaico de humanidade — daqueles que tocam fundo, sem precisar levantar a voz.

Reconhecimento em Cannes e recepção calorosa

Apresentado em Cannes 2025, o longa-metragem emocionou o público e arrancou longos aplausos. O longa levou dois prêmios importantes: Melhor Roteiro e o Prêmio do Júri Ecumênico, dedicado a obras com profundidade ética e humanista.

A crítica internacional destacou o retorno dos Dardenne ao que eles sabem fazer de melhor: unir uma narrativa precisa à empatia por pessoas invisíveis aos olhos da sociedade. O jornal francês Le Monde descreveu o filme como “um poema visual sobre a coragem feminina diante do desamparo”, enquanto a revista Variety destacou que “a simplicidade formal dos Dardenne esconde uma força emocional devastadora”.

O filme também marcou presença na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde foi recebido com entusiasmo pelo público brasileiro. Na ocasião, os irmãos receberam o Prêmio Humanidade, reconhecimento concedido a cineastas cuja obra reflete compromisso ético, coerência artística e sensibilidade social — três qualidades que definem bem o cinema da dupla.

Elenco de novos rostos e interpretações reais

Fieis ao estilo que consagrou sua carreira, os Dardenne optaram por um elenco formado majoritariamente por atrizes estreantes. Essa escolha reforça o realismo das cenas e a naturalidade das atuações, aproximando o filme mais de um documentário do que de uma ficção tradicional.

As jovens intérpretes foram descobertas em oficinas e pesquisas realizadas na Bélgica. Cada uma delas traz um pouco de si para o papel, transformando a experiência de assistir Jovens Mães em algo quase palpável. As emoções estão na superfície — um olhar que vacila, um abraço que hesita, um silêncio que diz mais que mil palavras.

Um retorno às origens com olhar renovado

Depois de filmes marcantes como O Filho (2002), A Criança (2005) e O Jovem Ahmed (2019), os Dardenne voltam a mergulhar no cotidiano dos excluídos — mas agora com um foco novo: o poder feminino em meio à vulnerabilidade. A câmera, sempre próxima e discreta, capta gestos pequenos que revelam mundos inteiros.

Estreia no Brasil

Distribuído pela Vitrine Filmes, o filme estreia nos cinemas brasileiros em 1º de janeiro de 2026, abrindo o novo ano com uma história sobre empatia, juventude e coragem. Um filme que, fiel ao espírito dos Dardenne, nos faz olhar o mundo com mais cuidado — e, talvez, com um pouco mais de ternura.

The Assassin | Sucesso do Prime Video ganha segunda temporada após se tornar fenômeno no Reino Unido

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Foto: Reprodução/ Internet

A Amazon Prime Video acaba de confirmar oficialmente a segunda temporada de The Assassin, uma das séries de suspense mais comentadas de 2025. A notícia foi revelada com exclusividade pelo portal Deadline e chega em um momento de grande expectativa do público: a produção, criada pelos irmãos Harry e Jack Williams (Fleabag, The Tourist), tornou-se o drama mais assistido da plataforma no Reino Unido neste ano.

Com uma trama que mistura drama familiar, ação e intriga política, a série conquistou espectadores ao redor do mundo com sua narrativa envolvente e atuações intensas de Keeley Hawes (Dupla Identidade, Finding Alice e O Mistério de Midwich) e Freddie Highmore (A Fantástica Fábrica de Chocolate, As Crónicas de Spiderwick e Arthur e os Minimoys). A série, que estreou no Reino Unido e na Austrália em 25 de julho de 2025, rapidamente se transformou em um fenômeno de audiência — e, agora, promete expandir seu universo na aguardada segunda temporada.

Um thriller familiar entre o passado e o perigo

Criada pelos premiados roteiristas Harry e Jack Williams, a trama parte de uma premissa aparentemente simples: uma assassina aposentada, Julie Green (interpretada por Keeley Hawes), vive isolada em uma pequena vila na Grécia, tentando deixar para trás um passado repleto de segredos e violência. Sua vida muda completamente quando seu filho, Edward Green (Freddie), um jornalista investigativo que não a via há anos, decide procurá-la em busca de respostas sobre o misterioso passado da família.

No entanto, o reencontro entre mãe e filho desencadeia uma série de eventos perigosos. À medida que Edward descobre mais sobre quem realmente era sua mãe — e sobre as conexões obscuras de seu falecido pai —, antigos inimigos de Julie voltam à tona, colocando os dois em risco.

Personagens complexos e atuações marcantes

O sucesso da série deve-se, em grande parte, ao elenco afiado e à química entre seus protagonistas. Keeley entrega uma performance densa e multifacetada como Julie, retratando uma mulher dividida entre o instinto materno e o legado brutal de sua antiga profissão. Freddie, por sua vez, oferece um contraponto emocional poderoso. Como Edward, o ator encarna um homem que busca a verdade, mas que é constantemente desafiado a confrontar suas próprias crenças e limites.

Uma produção de peso internacional

The Assassin é fruto de uma colaboração entre grandes nomes da indústria televisiva. Produzida pela Two Brothers Pictures — empresa responsável por sucessos como Fleabag e The Tourist — em parceria com a ZDF (Alemanha), All3Media International e Stan (Austrália), a série se destaca pela qualidade cinematográfica.

A fotografia, assinada por Simon Richards, aposta em tons terrosos e luz natural, destacando a paisagem grega com uma estética melancólica que reflete o estado emocional dos personagens. Já a trilha sonora, composta por Hannah Peel, cria uma atmosfera tensa e introspectiva, alternando entre momentos de silêncio e explosões sonoras que intensificam o suspense.

O que esperar da segunda temporada

Com o anúncio da renovação, surgem muitas perguntas: o que acontecerá com Julie e Edward após os eventos da primeira temporada? Quais segredos ainda estão por vir sobre o passado da família Green? E quem realmente está por trás da rede de conspiração que ameaça suas vidas?

De acordo com fontes próximas à produção, a segunda temporada — que começará a ser filmada no primeiro semestre de 2026 — deve ampliar o escopo da história, explorando novos cenários e personagens. O roteiro, novamente escrito por Harry e Jack Williams, promete aprofundar as consequências das escolhas de Julie e Edward, levando os protagonistas a confrontos ainda mais intensos.

Hayley Atwell se junta a Gerard Butler no thriller de ação Empire City, dirigido por Michael Matthews

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Foto: Reprodução/ Internet

Nova York será o cenário de mais um grande espetáculo de ação e emoção. Hayley Atwell, lembrada por seus papéis em Capitã Carter e Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um, acaba de ser confirmada ao lado de Gerard Butler (Invasão ao Serviço Secreto, Plane) no elenco de Empire City, novo thriller que promete unir adrenalina, drama e uma boa dose de humanidade em meio ao caos da metrópole.

De acordo com o Deadline, as filmagens começam ainda em novembro, com direção de Michael Matthews, o mesmo de Amor e Monstros (2020). O roteiro fica nas mãos de Brian Tucker (Black Bird) e S. Craig Zahler (Confronto no Pavilhão 99), dois roteiristas conhecidos por explorar tramas densas e cheias de tensão psicológica.

A história gira em torno de uma crise de reféns no imponente Edifício Clybourn, um dos marcos de Nova York. Quando uma operação de resgate dá errado e transforma o local em um campo de batalha, o bombeiro Rhett (Butler) é chamado para conter o incêndio e tentar salvar as vítimas. Mas o que começa como mais uma missão perigosa ganha contornos profundamente pessoais quando ele descobre que sua esposa, Dani (Atwell), uma policial do NYPD, está dentro do prédio tentando negociar com os criminosos.

A partir daí, o filme se transforma em uma corrida contra o tempo. Entre labaredas, explosões e dilemas morais, o casal precisa unir forças para sobreviver e libertar os reféns. A promessa é de sequências de ação intensas, mas com um olhar mais emocional, explorando os limites da coragem e o peso do sacrifício.

Mais do que um simples filme de ação, o longa-metragem quer ser uma história sobre amor, dever e resiliência. Matthews, que já demonstrou habilidade em equilibrar aventura e sensibilidade em Amor e Monstros, deve apostar novamente em personagens tridimensionais e em uma narrativa que coloca o espectador no centro da tensão.

Nos bastidores, Gerard Butler também assina a produção ao lado de Alan Siegel, seu parceiro de longa data na G-BASE Entertainment — produtora responsável por títulos como Invasão ao Serviço Secreto e Plane. O time se completa com Marc Butan (Plane), Paul Currie (Coração de Dragão 3) e o estúdio Leonine Studios, que cofinancia o projeto. Quirin Berg e Alexander Janssen atuam como produtores executivos.

Sem data de estreia confirmada, o longa já desperta forte expectativa entre os fãs de ação e suspense. Tudo indica que Empire City será um daqueles thrillers intensos que fazem o público prender a respiração — combinando cenas eletrizantes com um enredo de fundo humano e emocional.

Vingadores: Doomsday pode ter primeiro trailer lançado ainda em 2025, junto com Avatar: Fogo e Cinzas

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Os fãs da Marvel podem se preparar: o primeiro trailer de Vingadores: Doomsday deve ser revelado ainda este ano. Segundo o site americano Collider, a prévia do aguardado longa será exibida junto às cópias de Avatar: Fogo e Cinzas, que chega aos cinemas em 18 de dezembro de 2025. Embora a Disney ainda não tenha confirmado oficialmente a informação, a estratégia faz sentido — afinal, o terceiro capítulo da franquia de James Cameron promete repetir o sucesso dos anteriores e garantir que o trailer dos novos Vingadores seja visto por milhões de espectadores ao redor do mundo.

Ambientado catorze meses após os eventos de Thunderbolts (2025), o novo filme reunirá algumas das maiores equipes do Universo Cinematográfico da Marvel — incluindo os Vingadores, os Wakandanos, o Quarteto Fantástico, os Novos Vingadores e os X-Men originais — em uma batalha épica contra Doutor Destino, personagem que será interpretado por Robert Downey Jr. Dirigido pelos Irmãos Russo (Vingadores: Ultimato, Capitão América: O Soldado Invernal) e escrito por Michael Waldron (Loki, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura) e Stephen McFeely (Capitão América: Guerra Civil), Doomsday promete ser um dos maiores eventos cinematográficos da Fase Seis do MCU. Produzido pela Marvel Studios em parceria com a AGBO e distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures, o longa será o quinto filme dos Vingadores, sucedendo Vingadores: Ultimato (2019), e o trigésimo nono título do universo compartilhado da Marvel.

O elenco é um verdadeiro encontro de gerações, reunindo Chris Hemsworth (Thor: Amor e Trovão, Resgate), Anthony Mackie (Falcão e o Soldado Invernal, Altered Carbon), Sebastian Stan (Pam & Tommy, Capitão América: O Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Black Mirror), Paul Rudd (Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, Friends), Florence Pugh (Viúva Negra, Não Se Preocupe, Querida), Simu Liu (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, Barbie), Tenoch Huerta Mejía (Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Narcos: México), Winston Duke (Nós, Pantera Negra), David Harbour (Stranger Things, Viúva Negra), Vanessa Kirby (Missão: Impossível – Acerto de Contas, Pieces of a Woman), Pedro Pascal (The Last of Us, The Mandalorian), Channing Tatum (Magic Mike, Anjos da Lei), Joseph Quinn (Stranger Things, Gladiador II), Kelsey Grammer (Frasier, X-Men: O Confronto Final), Patrick Stewart (Logan, Star Trek: A Nova Geração), Ian McKellen (O Senhor dos Anéis, X-Men), Alan Cumming (X2: X-Men United, The Good Wife), Rebecca Romijn (X-Men, Star Trek: Strange New Worlds), James Marsden (Westworld, Sonic: O Filme), Ebon Moss-Bachrach (The Bear, Andor), Wyatt Russell (Falcão e o Soldado Invernal, Monarch: Legacy of Monsters), Lewis Pullman (Top Gun: Maverick, Bad Times at the El Royale), Hannah John-Kamen (Homem-Formiga e a Vespa, Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City) e Danny Ramirez (Top Gun: Maverick, Falcão e o Soldado Invernal).

Quando o filme chega nos cinemas?

Originalmente previsto para maio de 2025, o longa sofreu sucessivos adiamentos devido à greve dos roteiristas de 2023 e à complexidade da produção. Agora, o lançamento de Doomsday está marcado para 18 de dezembro de 2026, ocupando a cobiçada janela natalina — o que indica que a Marvel quer transformar o retorno dos heróis em um verdadeiro evento global.

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