As Ovelhas Detetives chega ao Prime Video com Hugh Jackman e Emma Thompson em mistério ambientado no interior da Inglaterra

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Disponível no catálogo do Prime Video, As Ovelhas Detetives apresenta uma investigação criminal conduzida por um grupo de ovelhas após a morte misteriosa de seu pastor. Baseado no romance Three Bags Full, da escritora Leonie Swann, publicado em 2005, o filme combina elementos de suspense, humor e drama ao acompanhar uma comunidade rural onde os animais acabam descobrindo segredos que os moradores da região tentavam esconder.

Apesar da presença de ovelhas como personagens fundamentais da história, o longa não é uma animação. A produção utiliza atores reais em uma narrativa de mistério, com efeitos visuais desenvolvidos para inserir os animais nas cenas ao lado do elenco. A direção é de Kyle Balda (Minions, Meu Malvado Favorito 3) e o roteiro foi escrito por Craig Mazin (Chernobyl, The Last of Us).

A trama se passa na vila inglesa de Denbrook, onde o pastor George Hardy mantém uma relação próxima com seu rebanho. Ele costuma ler romances policiais para as ovelhas, que passam a conhecer histórias de crimes, investigações e suspeitos sem compreender completamente como esses acontecimentos funcionam no mundo real.

Essa visão muda quando George é encontrado morto próximo ao seu trailer. A comunidade começa a tentar entender o que aconteceu, e o policial local Tim Derry assume a investigação ao lado do jornalista Elliot Matthews. As primeiras conclusões indicam que o pastor pode ter sido vítima de um assassinato, mas poucas pistas aparecem para esclarecer o caso.

O rebanho decide agir por conta própria. Lily, uma das ovelhas mais interessadas em histórias policiais, assume a liderança da busca pela verdade. Ela conta com a ajuda de Mopple, um carneiro conhecido por sua memória precisa, e Sebastian, uma ovelha que foi resgatada por George e desenvolveu uma forte ligação com ele.

A investigação leva o grupo a descobrir detalhes escondidos sobre o passado do pastor. Durante a leitura do testamento, os moradores descobrem que George tinha dois filhos gêmeos que foram entregues para adoção após a morte da mãe durante o parto. Uma das filhas, Rebecca Hampstead, retorna dos Estados Unidos para reencontrar o pai, mas acaba envolvida no caso quando algumas evidências levantam suspeitas contra ela.

A situação se complica após a revelação de que George havia acumulado uma grande fortuna depois de vender a patente de um medicamento criado por ele. O novo testamento coloca Rebecca como principal herdeira, substituindo uma versão anterior que destinava o dinheiro para uma instituição de defesa dos direitos dos animais.

Conforme as ovelhas analisam os acontecimentos, novas pistas indicam que Rebecca pode ter sido incriminada. Uma pulseira encontrada na região do crime e outras evidências ajudam a reconstruir os últimos momentos de George e apontam para uma trama envolvendo identidade falsa, ambição e uma disputa familiar pela herança.

O elenco principal reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Hugh Jackman (X-Men, O Grande Showman, Logan) interpreta George Hardy, o pastor cuja morte movimenta a investigação. Nicholas Braun (Succession, Zola) vive Tim Derry, o policial responsável pelo caso, enquanto Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul, Uma Ideia de Você) interpreta Elliot Matthews, o jornalista que acompanha a história.

Molly Gordon (The Bear, Shiva Baby) interpreta Rebecca Hampstead, filha de George que retorna para conhecer o pai. Hong Chau (A Baleia, Os Menus) aparece como Beth Pennock, dona de uma hospedaria local, e Emma Thompson (Razão e Sensibilidade, Cruella) interpreta Lydia Harbottle, advogada responsável pelos documentos do pastor.

A produção ainda conta com Tosin Cole (Doctor Who) como Caleb Merrow, Kobna Holdbrook-Smith (Wonka) como o Reverendo Hillcoate, Conleth Hill (Game of Thrones) como Ham Gilyard, Mandeep Dhillon (After Life) como Jo e Michael Wildman (Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw) como Frank.

O projeto começou a ser desenvolvido em 2024 com o título provisório Three Bags Full: A Sheep Detective Movie. A equipe responsável confirmou Kyle Balda na direção e Craig Mazin no roteiro durante o período de produção. A Framestore, estúdio conhecido por trabalhos de efeitos visuais em grandes filmes, ficou responsável pela criação digital das ovelhas, enquanto Christophe Beck (Frozen, Homem-Formiga) assinou a trilha sonora.

Com orçamento estimado em US$ 75 milhões, As Ovelhas Detetives arrecadou cerca de US$ 128,4 milhões nas bilheterias mundiais. O desempenho comercial ajudou a colocar a adaptação entre os lançamentos que exploram formatos diferentes dentro do gênero de investigação.

Mesmo com resultado abaixo nos cinemas, Mestres do Universo pode ganhar sequência após desempenho no Prime Video

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A aventura de He-Man pode continuar. Mesmo com uma bilheteria abaixo do esperado nas salas de cinema, Mestres do Universo está sendo avaliado pela Amazon MGM Studios para ganhar uma sequência. O principal motivo seria o desempenho da produção no Prime Video, onde o filme teria encontrado uma resposta mais positiva do público.

A decisão acompanha uma nova realidade dos grandes lançamentos. Hoje, o resultado de um filme não depende apenas da arrecadação nos cinemas. O alcance nas plataformas de streaming também passou a ser um dos pontos analisados pelos estúdios antes de aprovar novas produções. No caso da franquia de Eternia, esse desempenho pode abrir espaço para uma continuação.

Dirigido por Travis Knight (Bumblebee e Kubo e as Cordas Mágicas), o longa apresenta uma nova versão em live-action de Mestres do Universo, franquia criada pela Mattel que ficou conhecida principalmente pela animação e pelos brinquedos lançados nos anos 1980.

A história acompanha Príncipe Adam, interpretado por Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul), que precisa voltar ao planeta Eternia depois de anos vivendo na Terra. Ao retornar, ele encontra seu mundo em crise e descobre que precisa assumir seu papel na batalha contra Esqueleto, o grande vilão da franquia.

O elenco reúne Camila Mendes (Riverdale), Alison Brie (GLOW), Morena Baccarin (Deadpool), Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento), Jared Leto (Clube de Compras Dallas) e Idris Elba (Luther). A produção também apresenta personagens importantes da mitologia de He-Man, como Teela, Homem-Fera, Mandíbula de Trapézio, Duncan e outros guerreiros de Eternia.

Na trama, Adam precisa recuperar a conexão com o poder de Grayskull e entender o seu verdadeiro lugar dentro da história do planeta. O conflito com Esqueleto coloca antigos aliados em movimento e leva o protagonista a encarar uma ameaça que vai além de uma simples disputa pelo controle de Eternia.

O filme teve um caminho bastante longo até chegar às telas. O projeto começou a ser desenvolvido em 2009 pela Sony Pictures, passou por diferentes versões de roteiro e mudanças de equipe, até ser adquirido pela Netflix em 2022. Em 2024, os direitos passaram para a Amazon MGM Studios. As filmagens aconteceram em Londres entre janeiro e junho de 2025.

Com orçamento estimado entre US$ 170 milhões e US$ 200 milhões, o longa foi planejado como uma grande retomada da franquia nos cinemas. Agora, o próximo passo depende da avaliação da Amazon sobre o desempenho no streaming e do interesse em continuar explorando o mundo de Eternia.

Corujão desta quarta (01/07) exibe Muito Gelo e Dois Dedos D’Água, comédia brasileira estrelada por Mariana Ximenes e Paloma Duarte

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Foto: Reprodução/ Internet

O Corujão, da Globo, exibe nesta quarta-feira (1º) a comédia brasileira Muito Gelo e Dois Dedos D’Água, filme dirigido por Daniel Filho que reúne Mariana Ximenes, Paloma Duarte, Laura Cardoso, Thiago Lacerda e Ângelo Paes Leme em uma história marcada por conflitos familiares e uma vingança que foge completamente do controle.

Lançado em 2006, o longa acompanha as irmãs Roberta (Mariana Ximenes) e Suzana (Paloma Duarte), que decidem colocar em prática um plano contra a avó Judite (Laura Cardoso). Durante a infância, as duas foram criadas sob as regras rígidas da matriarca, que cobrava comportamento, etiqueta e disciplina de maneira exagerada. Anos depois, já adultas, elas resolvem enfrentar essas antigas mágoas de uma forma nada convencional.

A ideia das irmãs é levar a avó para a casa de praia da família como parte de uma espécie de acerto de contas. O problema é que elas não planejam as consequências da própria decisão. A viagem, que deveria ser uma vingança particular, acaba envolvendo outras pessoas e criando uma série de situações inesperadas.

Entre os envolvidos está Renato (Ângelo Paes Leme), amigo de Roberta e advogado que aceita acompanhar a viagem sem saber o verdadeiro motivo do passeio. Ele descobre aos poucos que está no meio de uma situação muito mais complicada do que imaginava.

A história também acompanha Francisco (Thiago Lacerda), marido de Suzana, que percebe mudanças no comportamento da esposa e começa a desconfiar que existe algo escondido por trás daquela viagem repentina. A partir daí, o plano das irmãs fica ainda mais difícil de controlar.

Com roteiro de Alexandre Machado e Fernanda Young, o filme trabalha o humor a partir do choque entre gerações e das diferenças entre os personagens. A trama coloca em conflito a criação tradicional da avó e a relação das netas com as marcas deixadas por uma educação baseada em regras e cobranças.

O elenco é um dos pontos fortes da produção. Mariana Ximenes, que naquele período já tinha trabalhos conhecidos em novelas como Chocolate com Pimenta e A Favorita, interpreta Roberta, enquanto Paloma Duarte vive Suzana. No papel da avó Judite está Laura Cardoso, atriz com uma longa trajetória no cinema e na televisão brasileira.

Também fazem parte do filme Carla Daniel, Aílton Graça e Matheus Costa. A direção fica por conta de Daniel Filho, produtor e diretor conhecido por comandar sucessos como Se Eu Fosse Você e A Dona da História.

Anatomia do Caos chega aos cinemas revisitando os bastidores da CPI da Covid e as decisões que marcaram a pandemia

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Foto: Reprodução/ Internet

Após comandar a cinebiografia Meu Nome É Gal, a diretora Dandara Ferreira muda completamente de caminho em seu novo trabalho. O documentário Anatomia do Caos chega aos cinemas em 2 de julho com uma proposta de revisitar um dos períodos mais controversos da história recente do Brasil: os meses de investigação da CPI da Covid, realizada pelo Senado durante a pandemia.

O longa acompanha os bastidores da comissão parlamentar criada em 2021 para apurar decisões e ações tomadas durante a crise sanitária. A produção reúne registros feitos pela própria equipe durante as sessões, imagens de arquivo, documentos e entrevistas com parlamentares que participaram das investigações.

A diretora começou a filmar os trabalhos da CPI ainda no início da comissão, quando viajou para Brasília para acompanhar de perto os depoimentos e debates no Senado. A partir desse material, o documentário constrói um retrato daquele momento, marcado por discussões políticas, conflitos de narrativa e questionamentos sobre a condução da pandemia pelo governo de Jair Bolsonaro.

Em vez de apenas organizar uma linha do tempo dos acontecimentos, Anatomia do Caos concentra seu olhar nos personagens envolvidos na comissão e nas escolhas que influenciaram o debate público durante a emergência sanitária. O filme também aborda o impacto das conclusões apresentadas pela CPI e as discussões sobre responsabilização após o encerramento dos trabalhos.

Segundo Dandara Ferreira, a decisão de registrar aquele período veio da percepção de que a pandemia representava uma crise que ultrapassava os números e as estatísticas. Para a cineasta, acompanhar a CPI era uma forma de preservar imagens e depoimentos de um momento que ainda gera debates no país.

Com distribuição da Descoloniza Filmes, o documentário chega a salas de cinema de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Brasília e Manaus. A produção tem classificação indicativa de 12 anos.

O lançamento também contará com sessões especiais seguidas de debates com a presença da diretora, criando espaços de conversa sobre os temas apresentados no filme e sobre a forma como o Brasil registra acontecimentos recentes.

Rock independente ganha nova vitrine no Rio com a estreia da festa Teto Preto e shows de bandas autorais nesta sexta-feira

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O calendário do rock no Rio de Janeiro acaba de ganhar um novo evento. A partir desta sexta-feira (3), estreia a Teto Preto, festa criada para abrir espaço para bandas independentes e colocar artistas autorais no centro da programação. A ideia é simples: a cada edição, duas bandas dividem o palco em uma noite voltada para quem gosta de descobrir novos sons fora do circuito comercial.

A primeira edição acontece no Empório Encantado, na Zona Norte, reunindo as bandas Hollywood Original e Coyote Valvulado. A organização já confirmou que a festa não ficará restrita à estreia e passará a fazer parte do calendário da cidade, sempre ocupando diferentes espaços ligados à cena alternativa.

Quem abre a programação é a Hollywood Original, trio formado por Gaixpar, Pablo Duran e Ramon Cilírio. O grupo mistura referências do pop dos anos 1960 com o rock alternativo dos anos 1990, resultado que aparece nas composições próprias e nos shows.

Depois é a vez da Coyote Valvulado. Na ativa desde 2001, a banda liderada por Oswaldo Coyote construiu seu nome no circuito independente com um repertório que mistura blues e rock e já passou por festivais e casas de shows em diferentes estados.

O local escolhido para abrir o projeto também faz sentido dentro da proposta. O Empório Encantado já se tornou um ponto de encontro para artistas da cena autoral carioca, recebendo shows, encontros culturais e eventos voltados à música independente.

A segunda edição da Teto Preto já tem data marcada. Será no dia 31 de julho, no Stigmata Studio, no Arco do Teles, região central do Rio, mantendo o formato de duas bandas por noite.

A festa é organizada pela SAS Produções, produtora criada em 2019 por Simone Sas. Nos últimos anos, a empresa participou da realização de festivais como 100 Bandas Rua Ceará, Akasha Rock Fest e Parayba Rock Fest, todos voltados ao fortalecimento da cena independente.

Cine Ceará | Um dos principais festivais de cinema do Brasil abre inscrições para a edição de 2026

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Quem finalizou um filme recentemente já pode colocá-lo na disputa por uma vaga no Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. As inscrições para a 36ª edição do evento estão abertas e seguem até 15 de agosto. A participação é gratuita, e os selecionados farão parte da programação que acontece entre 7 e 13 de novembro, em Fortaleza.

Em 2026, o festival celebra os 300 anos da capital cearense. Durante sete dias, Fortaleza recebe uma programação que vai além das sessões de cinema. Estão previstos debates, cursos, homenagens e encontros entre realizadores, estudantes e profissionais do audiovisual, mantendo o clima de troca que se tornou uma das marcas do evento. O Cineteatro São Luiz continua sendo o principal palco das exibições.

A principal vitrine é a Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem, aberta a produções do Brasil, da América Latina, do Caribe, de Portugal e da Espanha. Podem participar filmes de ficção, documentários, animações e obras híbridas concluídos a partir de 2025, com duração mínima de 60 minutos.

Os curtas brasileiros também têm espaço garantido. A competição nacional recebe produções de até 25 minutos realizadas por diretores brasileiros ou estrangeiros radicados no país há mais de três anos. Já a Mostra Olhar do Ceará é dedicada aos realizadores cearenses e reúne curtas e longas produzidos a partir de janeiro de 2025.

O regulamento mantém critérios adotados nas últimas edições. A curadoria pretende reservar pelo menos 30% das vagas das mostras competitivas para filmes dirigidos por mulheres. Outro requisito é que todas as obras selecionadas tenham legenda descritiva em português, garantindo acessibilidade para pessoas surdas e ensurdecidas.

Quem passar pela seleção também concorre ao Troféu Mucuripe, principal prêmio do festival. Na competição de longas ibero-americanos, o vencedor de Melhor Filme recebe R$ 40 mil, além das premiações para categorias como Direção, Roteiro, Atuações, Fotografia, Montagem, Som, Trilha Sonora Original, Direção de Arte e Prêmio da Crítica. As mostras de curtas brasileiros e do cinema cearense também premiam seus destaques.

Cinebiografia de Jair Bolsonaro perde distribuidora e futuro de Dark Horse nos cinemas brasileiros fica em aberto

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A chegada de Dark Horse aos cinemas brasileiros sofreu uma reviravolta. A Paris Filmes confirmou que não vai mais distribuir a cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, encerrando as conversas com os produtores do longa. Em nota, a empresa informou apenas que analisou a possibilidade de assumir o lançamento, mas optou por não seguir com o projeto. Os motivos da decisão não foram divulgados.

Na prática, isso significa que o filme volta a ficar sem uma distribuidora no Brasil. Sem uma empresa responsável pelo lançamento, ainda não há definição sobre quando — ou por qual circuito — o longa chegará aos cinemas do país.

Dirigido por Cyrus Nowrasteh (The Young Messiah e O Caminho para a Eternidade), Dark Horse acompanha a campanha presidencial de Bolsonaro em 2018, com foco no atentado sofrido pelo então candidato em Juiz de Fora (MG) e nos acontecimentos que antecederam sua eleição.

O protagonista é vivido por Jim Caviezel (A Paixão de Cristo e Som da Liberdade). O elenco também conta com Marcus Ornellas (Belaventura) como Flávio Bolsonaro, Sérgio Barreto (Jesus) no papel de Carlos Bolsonaro, Eddy Finlay (NCIS) como Eduardo Bolsonaro e Camille Guaty (Prison Break e Scorpion) interpretando Michelle Bolsonaro.

Antes mesmo de ganhar uma data de estreia, o filme passou a chamar atenção pelos acontecimentos fora das telas. Em maio deste ano, áudios divulgados pela imprensa colocaram a produção no centro de uma investigação sobre seu financiamento. As gravações mencionavam conversas entre integrantes do projeto, o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso pela Polícia Federal durante a Operação Compliance Zero.

Segundo os produtores, Dark Horse teve um orçamento de R$ 134 milhões, valor que, se confirmado, colocaria o longa entre as produções mais caras da história do cinema brasileiro. Desde que a informação veio a público, o custo do filme também passou a fazer parte das discussões em torno do projeto.

Apple TV+ revela o primeiro teaser de Neuromancer e finalmente mostra como será a adaptação do clássico cyberpunk

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A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser de Neuromancer, série baseada no romance homônimo de William Gibson, publicado em 1984. A prévia apresenta os protagonistas, o visual futurista da produção e confirma que a adaptação seguirá a história do livro, considerado uma das obras mais influentes da ficção científica.+

A trama acompanha Case, interpretado por Callum Turner (Mestres do Ar e Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald). Ex-hacker de elite, ele é recrutado para uma missão de alto risco após perder a capacidade de acessar o ciberespaço. Ao seu lado está Molly, personagem de Briana Middleton (Sharper), uma mercenária equipada com implantes cibernéticos que passa a integrar a operação.

O elenco também reúne Mark Strong (Kingsman e Duna: A Profecia) como Armitage, responsável por montar a equipe, Joseph Lee (Treta) como Hideo, Peter Sarsgaard (Acima de Qualquer Suspeita e The Batman) como John Ashpool, além de Clémence Poésy (Harry Potter e o Cálice de Fogo e Tenet) e Emma Laird (Mayor of Kingstown).

O teaser destaca cidades dominadas por tecnologia, implantes cibernéticos e inteligência artificial, elementos centrais da obra de William Gibson. Embora revele pouco da história, o material apresenta o visual que a Apple escolheu para adaptar o romance.

A série foi criada por Graham Roland (Jack Ryan), que também atua como showrunner, em parceria com JD Dillard (Devotion), diretor do primeiro episódio. A primeira temporada terá 10 episódios.

As filmagens começaram em Tóquio, em janeiro de 2025. Durante a produção, o projeto passou a ser desenvolvido pela Paramount Television Studios, após mudanças envolvendo os estúdios responsáveis pela série.

Novo teaser de Baywatch mostra como a série quer ligar o passado da franquia a uma nova geração

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A Fox divulgou um novo teaser do reboot de Baywatch, oferecendo a primeira amostra do que vem por aí na volta de uma das séries mais populares dos anos 1990. Em vez de recomeçar a história do zero, a nova versão escolhe seguir em frente no tempo, mantendo personagens conhecidos e apresentando uma nova equipe de salva-vidas. As informações são da Variety.

A principal ligação com a série original está em Hobie Buchannon, agora interpretado por Stephen Amell (Arrow e Heels). Quem acompanhou as primeiras temporadas deve lembrar do personagem como o filho de Mitch Buchannon, vivido por David Hasselhoff. Décadas depois, Hobie cresceu, seguiu os passos do pai e assumiu o comando da equipe de Baywatch.

O teaser também confirma que a produção não pretende deixar o passado da franquia apenas na memória do público. David Chokachi retorna como Cody Madison, personagem que fez parte da série entre as temporadas seis e nove. Já Erika Eleniak volta a interpretar Shauni McClain, uma das salva-vidas mais lembradas dos primeiros anos de Baywatch.

Ao redor deles surge uma nova geração de personagens. O elenco reúne Hassie Harrison (Yellowstone e Tacoma FD), Shay Mitchell (Pretty Little Liars e Você), Jessica Belkin (American Horror Story), Noah Beck (Sidelined: The QB and Me), Brooks Nader e Thaddeus LaGrone. A ginasta e influenciadora Livvy Dunne também participa da série como uma salva-vidas em treinamento.

As primeiras imagens deixam claro que a identidade visual continua familiar. Corridas pela areia, resgates no mar, jet skis e patrulhas na praia continuam fazendo parte da rotina da equipe, mas a nova série parece dedicar mais espaço às relações entre os personagens e aos desafios enfrentados por quem trabalha diariamente salvando vidas.

O projeto começou a ganhar forma em 2023, quando a Fremantle iniciou o desenvolvimento de uma nova versão da franquia. Meses depois, a Fox confirmou a produção da série e colocou Lara Olsen (Spinning Out e 90210) no comando do roteiro e da produção executiva. A primeira temporada terá 12 episódios e estreia durante a temporada televisiva de 2026–2027 nos Estados Unidos.

A produção também volta às praias da Califórnia, cenário que ajudou a construir a identidade de Baywatch desde sua estreia, em 1989.

Criada por Michael Berk, Douglas Schwartz e Gregory J. Bonann, a série original teve um começo turbulento. Cancelada pela NBC após a primeira temporada, encontrou um novo fôlego na distribuição internacional e acabou se tornando um dos maiores sucessos da televisão mundial. Ao longo de 11 temporadas e 241 episódios, revelou nomes como Pamela Anderson, David Hasselhoff, Yasmine Bleeth, Nicole Eggert e Carmen Electra, além de transformar o uniforme vermelho dos salva-vidas em um dos símbolos da cultura pop dos anos 1990.

Candlelight® | Disney Love Songs transforma clássicos da Disney em concerto à luz de velas no Brasil

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As canções que marcaram momentos importantes do cinema da Disney vão ganhar uma nova interpretação nos palcos brasileiros. A Disney Concerts, em parceria com a Fever, anunciou Candlelight®: Disney Love Songs, uma série de apresentações que leva trilhas sonoras conhecidas do público para versões instrumentais executadas por quartetos de cordas.

A programação será realizada em diferentes cidades do país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Campinas, Florianópolis, Goiânia, Rio Branco, Santos, São Bernardo do Campo e Uberlândia. Os concertos acontecem em espaços selecionados para receber o formato do projeto, com o ambiente iluminado por milhares de velas.

A proposta da apresentação é revisitar músicas que acompanharam histórias de amor, amizade e relações familiares nos filmes da Disney e da Pixar. Em vez das versões originais cantadas pelos personagens, o público ouvirá novos arranjos para instrumentos de cordas, mantendo as melodias conhecidas em uma abordagem mais próxima da música clássica.

O repertório reúne músicas de diferentes fases dos estúdios. Entre elas estão “Can You Feel the Love Tonight”, de O Rei Leão; “A Whole New World”, de Aladdin; e “I See the Light”, de Enrolados. A seleção também passa por produções mais recentes com faixas como “Dos Oruguitas”, de Encanto, e “Remember Me”, de Viva – A Vida é uma Festa.

Outros clássicos presentes no programa incluem “You’ll Be In My Heart”, de Tarzan, e “When She Loved Me”, de Toy Story 2. A escolha das músicas percorre diferentes gerações de espectadores, reunindo desde animações lançadas nas últimas décadas até sucessos mais atuais da Disney e da Pixar.

O formato Candlelight® foi criado pela Fever e ficou conhecido por apresentações em locais alternativos, com concertos realizados sob iluminação de velas. A iniciativa busca aproximar a música clássica de um público amplo, utilizando repertórios ligados ao cinema, à cultura pop e a grandes nomes da música.

No Brasil, a edição dedicada às canções da Disney faz parte de uma programação internacional da marca, que já recebeu versões com homenagens a diferentes artistas, compositores e estilos musicais.

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