Backrooms: Um Não-Lugar bate recorde histórico da A24 ao ultrapassar US$ 191 milhões em bilheteria mundial e superar sucessos premiados do estúdio

O filme Backrooms alcançou um marco importante para a A24 ao se tornar a maior bilheteria da história do estúdio. Segundo informações publicadas pelo Deadline, a produção dirigida por Kane Parsons ultrapassou os US$ 191 milhões arrecadados mundialmente por Marty Supreme, estrelado por Timothée Chalamet, assumindo o primeiro lugar entre os maiores sucessos comerciais da distribuidora.

Enquanto Marty Supreme precisou de 53 dias para superar os números de Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, que durante anos ocupou a liderança da A24, o filme atingiu o topo do ranking em apenas dez dias de exibição. Nos Estados Unidos, o longa também estabeleceu um novo recorde para o estúdio ao ultrapassar os US$ 96 milhões arrecadados por Marty Supreme em apenas seis dias.

Os números ganham ainda mais relevância quando comparados ao orçamento da produção. O filme custou menos de US$ 10 milhões e foi desenvolvido em parceria com a Chernin Entertainment. Em um mercado onde produções de grande porte frequentemente ultrapassam a faixa dos US$ 100 milhões, o desempenho do longa-metragem se destaca pela relação entre investimento e retorno financeiro.

O sucesso de Backrooms evidencia o interesse crescente de Hollywood por propriedades intelectuais criadas na internet. Antes da adaptação para os cinemas, a obra já possuía uma audiência consolidada por meio da websérie de Kane Parsons e da creepypasta que inspirou o projeto, fatores que ajudaram a transformar o filme em um dos maiores sucessos comerciais da A24.

A história acompanha Clark, personagem interpretado por Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão, Doutor Estranho), proprietário de uma loja de móveis que enfrenta dificuldades financeiras e problemas pessoais. Sua vida muda quando ele descobre uma passagem escondida que leva aos Backrooms, um espaço labiríntico formado por corredores intermináveis, salas vazias e ambientes que desafiam as leis da realidade.

Ao investigar o local, Clark encontra vestígios de pesquisas conduzidas pelo Async Research Institute, organização que estuda o fenômeno há décadas. O que inicialmente parece uma descoberta extraordinária rapidamente se transforma em uma luta pela sobrevivência diante de entidades desconhecidas e de um ambiente que parece alterar a percepção da realidade.

Paralelamente, a terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo), acaba envolvida nos acontecimentos. Conforme a trama avança, o filme revela que os Backrooms não funcionam apenas como um espaço físico misterioso. O local também parece absorver lembranças, medos e traumas de quem entra nele, transformando experiências pessoais em ambientes distorcidos e ameaçadores.

Essa abordagem ajudou a diferenciar o longa de outras produções de terror recentes. Em vez de depender apenas de criaturas ou sustos repentinos, o roteiro utiliza a sensação constante de desorientação e isolamento para construir tensão. O conceito que tornou os Backrooms populares na internet foi preservado, mas ganhou uma estrutura narrativa mais ampla para o cinema.

O elenco também reúne Mark Duplass (The Morning Show), Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking) e Avan Jogia (Zombieland: Atire Duas Vezes). No entanto, um dos elementos mais comentados da produção tem sido a direção de Kane Parsons. Aos poucos, o cineasta vem se consolidando como um dos exemplos mais bem-sucedidos da nova geração de criadores que migraram das plataformas digitais para a indústria cinematográfica.

Sessão da Tarde de hoje (08/06) exibe Todo Tempo Que Temos; Vale a pena assistir ao romance com Florence Pugh e Andrew Garfield?

Foto: Reprodução/ Internet

A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 8 de junho de 2026, traz uma produção bem diferente dos romances tradicionais que costumam ocupar a programação da televisão. Todo Tempo Que Temos, estrelado por Florence Pugh e Andrew Garfield, chega à Globo após conquistar espaço nos cinemas e no streaming graças a uma história que aborda amor, família e os desafios da vida adulta de maneira mais próxima da realidade.

Dirigido por John Crowley, o longa acompanha Tobias e Almut, duas pessoas que se conhecem de forma inesperada e constroem uma vida juntos. O relacionamento passa por diversas fases, incluindo mudanças profissionais, planos familiares e acontecimentos que obrigam o casal a reavaliar suas prioridades.

O que o público pode esperar da história?

Quem pretende assistir ao filme esperando uma comédia romântica leve pode se surpreender. Embora o romance seja o centro da narrativa, a produção funciona principalmente como um drama sobre escolhas, amadurecimento e a forma como as pessoas lidam com situações que fogem do controle.

A trama acompanha diferentes momentos da vida dos protagonistas, mostrando não apenas o início da relação, mas também os desafios que surgem conforme os anos passam. Isso faz com que o espectador acompanhe a evolução dos personagens de forma mais completa.

O filme é baseado em uma história real?

Não. O roteiro foi criado por Nick Payne especialmente para o cinema. Apesar disso, muitos espectadores se identificaram com a história porque os conflitos apresentados são bastante universais. Questões relacionadas à família, carreira, sonhos pessoais e relacionamentos aparecem de forma natural ao longo da narrativa.

Por que Florence e Andrew receberam tantos elogios?

Grande parte da força emocional do filme está nas atuações dos protagonistas. Florence Pugh interpreta Almut, uma chef de cozinha ambiciosa que tenta equilibrar vida profissional e pessoal. Já Andrew Garfield vive Tobias, um homem que busca reconstruir sua vida após experiências difíceis.

A química entre os dois personagens faz com que muitos dos momentos mais simples da história pareçam genuínos. Em vez de apostar em grandes discursos ou cenas exageradas, o filme valoriza conversas, gestos e situações cotidianas que ajudam a desenvolver a relação do casal.

O que diferencia este romance de outros lançamentos recentes?

Um dos elementos mais interessantes é a forma como a história é contada. Em vez de seguir uma linha cronológica tradicional, o roteiro alterna diferentes períodos da vida dos protagonistas.

Essa estrutura permite que o público descubra informações gradualmente e compreenda melhor a importância de determinados acontecimentos. Ao mesmo tempo, evita que a narrativa siga caminhos previsíveis.

Outro diferencial é que o longa não tenta transformar seus personagens em figuras perfeitas. Tobias e Almut cometem erros, enfrentam dúvidas e precisam lidar com decisões difíceis, tornando a experiência mais próxima da vida real.

O filme fez sucesso nos cinemas?

Sim. Após estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2024, o longa recebeu atenção da crítica especializada e ganhou força graças ao boca a boca do público.

Distribuído pela A24 nos Estados Unidos, o filme arrecadou cerca de US$ 58,6 milhões mundialmente. O resultado foi considerado positivo para uma produção de médio orçamento focada em drama e romance, sem ligação com franquias famosas ou personagens já conhecidos.

Vale a pena assistir na Sessão da Tarde?

Para quem gosta de histórias emocionais, personagens bem desenvolvidos e filmes que permanecem na memória após o término, a resposta é sim.

“Todo Tempo Que Temos” não depende de efeitos especiais, grandes reviravoltas ou cenas de ação para prender a atenção. Seu principal atrativo está justamente na forma como retrata momentos comuns da vida e mostra que, muitas vezes, as experiências mais marcantes surgem das relações que construímos ao longo do caminho.

Sessão da Tarde exibe Meu Sangue Ferve Por Você e leva a trajetória de Sidney Magal para a televisão nesta terça (9)

A Sessão da Tarde desta terça, 9 de junho de 2026, exibe Meu Sangue Ferve Por Você, filme brasileiro lançado em 2024 que retrata um dos capítulos mais conhecidos da vida de Sidney Magal. Em vez de contar toda a trajetória do cantor, a produção concentra sua narrativa no início do relacionamento entre o artista e Magali West, história que acabou se tornando uma das mais duradouras do meio artístico brasileiro.

Dirigido por Paulo Machline, o longa acompanha Magal em um momento de grande popularidade. No final dos anos 1970, o cantor acumulava sucessos nas rádios, participações frequentes na televisão e uma agenda intensa de apresentações pelo país. É nesse cenário que acontece o encontro com Magali, durante uma gravação televisiva. A partir desse momento, a trama passa a mostrar como a relação se desenvolveu em meio às exigências da carreira e à exposição constante da vida pública. As informações são do AdoroCinema.

O filme utiliza uma história de amor real para apresentar ao público um retrato do universo do entretenimento brasileiro da época. A produção recria os bastidores dos programas de auditório, os figurinos extravagantes que marcaram a imagem de Sidney Magal e a influência que a televisão exercia sobre a carreira dos artistas. Para os espectadores mais jovens, o longa também funciona como uma introdução a um período importante da cultura popular brasileira.

No papel principal, Filipe Bragança interpreta Sidney Magal e assume a tarefa de reproduzir características que ajudaram a transformar o cantor em um fenômeno nacional. Ao lado dele está Giovana Cordeiro, que interpreta Magali West. O elenco ainda reúne Caco Ciocler, Emanuelle Araújo, Sidney Santiago e Julia Konrad, personagens que ajudam a contextualizar os desafios pessoais e profissionais enfrentados pelo casal naquele período.

Um dos diferenciais da produção é a escolha por focar em um momento específico da vida do cantor. Em vez de seguir o formato tradicional de cinebiografia que percorre décadas da carreira de uma personalidade, o roteiro concentra sua atenção nos acontecimentos que aproximaram Magal e Magali. A decisão permite aprofundar aspectos da vida pessoal do artista sem deixar de lado o contexto de sua ascensão profissional.

A trilha sonora também tem papel importante na narrativa. As músicas ajudam a situar o espectador na época retratada e reforçam a identidade artística construída por Sidney Magal ao longo de sua carreira. O repertório contribui para mostrar por que o cantor se tornou um dos nomes mais populares da música brasileira durante os anos 1970 e 1980.

Cinco da Tarde | Novo longa de Eduardo Nunes estreia nos cinemas após passagem por importantes festivais internacionais

O cinema brasileiro recebe no dia 18 de junho Cinco da Tarde, novo longa-metragem escrito e dirigido por Eduardo Nunes. Depois de passar por festivais no Brasil e em outros países, a produção chega aos cinemas apostando em uma história sensível sobre perdas, descobertas e os caminhos inesperados que surgem quando a vida muda de direção.

A trama acompanha Anabel, uma adolescente de 17 anos que tenta encontrar seu equilíbrio após a morte da avó, uma pessoa que ocupava um lugar fundamental em sua vida. Em meio ao luto, ela acaba se aproximando de Meiko, uma vizinha reservada que também carrega suas próprias inseguranças e silêncios. Aos poucos, a convivência entre as duas transforma a rotina de ambas, criando uma conexão que vai muito além de uma simples amizade.

Sem recorrer a grandes reviravoltas ou acontecimentos exagerados, Cinco da Tarde encontra força justamente nos momentos mais simples. O filme acompanha as dúvidas, os medos e as descobertas que fazem parte da adolescência, retratando um período da vida em que tudo parece acontecer ao mesmo tempo: o desejo de seguir em frente, a dificuldade de lidar com as perdas e a busca por entender quem se é de verdade.

Ao voltar ao apartamento da avó, Anabel passa a vivenciar situações estranhas que despertam lembranças e emoções ainda não resolvidas. Esses acontecimentos ajudam a personagem a revisitar sentimentos guardados e a enxergar sua própria realidade sob uma nova perspectiva. Mais do que um mistério, o recurso funciona como uma extensão do universo emocional da protagonista.

O elenco é liderado por Bárbara Luz (Ainda Estou Aqui), que assume um dos papéis mais delicados de sua trajetória recente. Ao seu lado estão Sharon Cho, Analu Prestes e Miwa Yanaguizawa, formando um grupo de personagens que dão vida a uma história marcada por afeto, vulnerabilidade e transformação.

Antes de chegar ao circuito comercial, Cinco da Tarde construiu uma trajetória importante em festivais. O longa estreou na competição do Festival do Rio e também foi exibido em eventos internacionais como o Girona Film Festival, na Espanha, o Nepal International Film Festival e o World Film Festival Kolkata, na Índia. Essa circulação ajudou a apresentar a produção a diferentes públicos e reforçou o interesse por uma história que aborda sentimentos universais de maneira intimista.

A produção é fruto de uma parceria entre a brasileira 3 Tabela Filmes e a portuguesa Bando à Parte, ampliando o alcance do projeto para além do mercado nacional. O filme também já tem lançamento previsto em Portugal no segundo semestre de 2026, fortalecendo sua trajetória internacional.

Tom Holland faz declaração inesperada sobre “o dia do casamento” e reforça rumores de que união com Zendaya já aconteceu

Uma declaração de Tom Holland durante uma entrevista à revista Esquire colocou novamente os holofotes sobre sua relação com Zendaya. Segundo destacou a Variety, o ator britânico mencionou o “dia do casamento” ao falar sobre sua família, comentário que rapidamente chamou a atenção da imprensa internacional.

A fala ganhou repercussão porque, até hoje, Holland e Zendaya nunca confirmaram publicamente que tenham se casado. Apesar disso, os rumores sobre uma possível união acompanham o casal há meses.

Durante a entrevista, o astro de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa afirmou que todos os seus familiares estavam presentes no dia do casamento. O trecho não foi acompanhado de explicações adicionais, nem de qualquer confirmação direta sobre um casamento com Zendaya. Ainda assim, a observação foi suficiente para reacender uma discussão que começou no início deste ano.

Em janeiro, Law Roach, estilista e amigo próximo de Zendaya, surpreendeu ao afirmar durante o Globo de Ouro que o casamento entre os atores já havia acontecido. A declaração repercutiu em diversos veículos especializados, mas nem Holland nem Zendaya comentaram o assunto na ocasião.

O relacionamento dos dois se tornou um dos mais acompanhados de Hollywood desde que dividiram a tela pela primeira vez em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, lançado em 2017. Na época, os rumores de romance surgiram ainda durante a divulgação do filme, mas ambos negavam qualquer envolvimento além da amizade.

Nos anos seguintes, os atores voltaram a trabalhar juntos em Homem-Aranha: Longe de Casa e Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Conforme a proximidade entre eles se tornava mais evidente fora dos sets, as especulações sobre o relacionamento passaram a fazer parte da cobertura da imprensa especializada.

Ao contrário de muitos casais famosos, porém, Holland e Zendaya sempre adotaram uma postura reservada. Os dois raramente falam sobre a relação em entrevistas e costumam manter longe do público momentos importantes da vida pessoal. Essa discrição ajuda a explicar por que uma única frase dita pelo ator acabou gerando tantas interpretações.

A nova repercussão acontece em um momento de destaque para ambos. Holland está envolvido nas próximas produções da Marvel, incluindo um novo filme do Homem-Aranha e Vingadores: Doomsday, além de integrar o elenco do aguardado projeto dirigido por Christopher Nolan.

Zendaya também segue acumulando projetos de peso na indústria. Depois do sucesso de Euphoria, a atriz ampliou ainda mais sua presença no cinema com títulos como Duna, Duna: Parte Dois e Rivais, consolidando-se como um dos nomes mais requisitados de Hollywood.

Por enquanto, a entrevista não esclarece quando o suposto casamento teria acontecido nem traz qualquer informação sobre uma possível cerimônia. Também não houve manifestação dos representantes dos artistas após a publicação da reportagem.

Ainda assim, a declaração de Holland chamou atenção por um motivo simples: diferentemente dos rumores anteriores, desta vez a referência partiu do próprio ator. Sem confirmar nem negar qualquer informação, ele acabou acrescentando um novo elemento a uma história que continua despertando interesse desde que os primeiros rumores sobre uma possível união começaram a circular.

Até que o casal decida se pronunciar oficialmente, o comentário seguirá sendo tratado como mais uma peça de um quebra-cabeça que, ao longo dos últimos meses, tem alimentado especulações sobre um dos relacionamentos mais conhecidos da indústria do entretenimento.

O Diabo Veste Prada 2 estreia no Disney+ em 29 de julho com retorno de Meryl Streep e Anne Hathaway em nova fase da revista Runway

O Disney+ confirmou oficialmente a data de estreia de O Diabo Veste Prada 2 no catálogo brasileiro. A sequência do filme lançado em 2006 estará disponível na plataforma a partir de 29 de julho, reunindo novamente personagens conhecidos pelo público e apresentando uma nova fase na relação entre Andy Sachs e Miranda Priestly.

O longa traz de volta Meryl Streep como Miranda Priestly, a rigorosa editora-chefe da revista Runway; Anne Hathaway como Andrea “Andy” Sachs; Emily Blunt no papel de Emily Charlton; e Stanley Tucci como Nigel. A direção é novamente assinada por David Frankel, com roteiro de Aline Brosh McKenna, mesma dupla responsável pelo primeiro filme.

A produção continua a história quase duas décadas depois dos acontecimentos do longa original. Andy Sachs deixou o cargo de assistente de Miranda e construiu uma carreira como jornalista investigativa no jornal New York Vanguard. A nova fase profissional, porém, sofre uma mudança inesperada quando ela e sua equipe são demitidos pouco antes de uma premiação pelo trabalho realizado.

Após o episódio, Andy volta a aparecer no caminho da Runway, revista que marcou o início de sua carreira. A publicação atravessa uma crise de reputação após uma reportagem envolvendo uma empresa de fast-fashion gerar problemas com anunciantes e colocar em discussão o futuro do veículo.

Miranda Priestly, que durante anos comandou a revista com controle absoluto, precisa enfrentar uma indústria de moda e comunicação diferente daquela que conhecia. A queda das vendas da edição impressa e o crescimento do conteúdo digital obrigam a Runway a buscar novos formatos para continuar relevante.

O retorno de Andy acontece em uma posição diferente daquela apresentada no primeiro filme. Agora como uma profissional experiente, ela precisa trabalhar diretamente com Miranda em um momento em que os interesses das duas entram novamente em conflito. A relação entre as personagens passa a envolver decisões editoriais, mudanças no mercado e a disputa pelo futuro da publicação.

Emily Charlton também retorna em uma nova etapa da carreira. A antiga assistente da Runway deixou o posto ocupado no primeiro filme e passou a atuar em uma posição de maior influência dentro da indústria da moda. Sua aproximação com decisões importantes envolvendo a revista cria novos atritos com Miranda.

A história também aborda as transformações enfrentadas pelo jornalismo e pelo mercado editorial nos últimos anos. A produção acompanha o desafio de uma publicação tradicional tentando se adaptar ao consumo rápido de notícias, às redes sociais e à concorrência digital.

As filmagens aconteceram entre junho e outubro de 2025, com gravações realizadas em Nova York, Milão e Newark. As cidades escolhidas fazem parte do cenário da moda internacional e acompanham a expansão da história para além dos escritórios da Runway.

O Diabo Veste Prada 2 foi desenvolvido com orçamento estimado em US$ 100 milhões e mantém parte importante da equipe do filme original.

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor | Novo trailer revela segredo antigo que ameaça a família Owens

A Warner Bros. Pictures apresentou um novo trailer de Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor, sequência do longa estrelado por Sandra Bullock e Nicole Kidman que chegou aos cinemas em 1998 e, com o passar dos anos, conquistou status de cult entre os admiradores de fantasia e romance.

As novas imagens apresentam detalhes inéditos da trama e confirmam que a história será centrada em uma nova geração da família Owens. O foco recai sobre Kylie Owens, personagem interpretada por Joey King, que começa a investigar acontecimentos escondidos há décadas e acaba descobrindo informações ligadas à origem dos poderes de sua família.

A descoberta desencadeia uma crise que atravessa diferentes gerações das Owens. Segundo a sinopse oficial, Sally, Gillian e suas tias precisarão se reunir novamente para enfrentar uma ameaça ligada às raízes da magia familiar. Parte dessa busca levará as personagens para fora dos Estados Unidos, em uma viagem ao Reino Unido em busca de respostas sobre uma maldição que acompanha a linhagem há séculos.

O roteiro adapta elementos de The Book of Magic, romance publicado por Alice Hoffman em 2021. A obra faz parte da série literária iniciada com Practical Magic, livro que inspirou o primeiro filme lançado pela Warner no fim dos anos 1990.

Sandra Bullock retorna ao papel de Sally Owens, a irmã mais velha da família. Nicole Kidman volta como Gillian Owens. O elenco também reúne novamente Stockard Channing e Dianne Wiest como as tias Frances e Jet, figuras centrais na criação das irmãs e responsáveis por alguns dos momentos mais lembrados do longa original.

Entre os novos nomes está Joey King, conhecida por trabalhos em A Barraca do Beijo, Trem-Bala e The Act. A atriz interpreta Kylie Owens, personagem que ocupa posição estratégica na narrativa. Maisie Williams, reconhecida mundialmente por seu trabalho em Game of Thrones, vive Antonia Owens, irmã mais nova de Kylie.

O elenco ainda conta com Lee Pace, visto recentemente em Fundação, da Apple TV+, no papel de Ian Wright, um estudioso da história da magia que se aproxima de Sally durante a investigação sobre o passado da família. Já Xolo Maridueña, protagonista de Besouro Azul, interpreta o interesse amoroso de Kylie.

A direção está a cargo de Susanne Bier, cineasta vencedora do Emmy por The Night Manager e responsável por produções como Bird Box. O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, vencedor do Oscar por Uma Mente Brilhante, em colaboração com Georgia Pritchett, que trabalhou em séries como Succession.

Quando estreou em 1998, Da Magia à Sedução teve desempenho modesto nas bilheterias. O cenário mudou nos anos seguintes. Exibições frequentes na televisão e o crescimento de sua popularidade no mercado doméstico transformaram o filme em uma referência dentro do gênero de fantasia romântica, especialmente por abordar temas como laços familiares, herança feminina e independência.

A continuação chega aos cinemas quase três décadas depois do original e encontra uma realidade diferente da indústria cinematográfica. O retorno de Bullock e Kidman, somado à introdução de uma nova geração de personagens, indica a intenção de expandir a história da família Owens sem abandonar os elementos que fizeram o primeiro filme permanecer relevante para o público ao longo dos anos.

Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor estreia nos cinemas brasileiros em 10 de setembro de 2026.

Novo trailer de Descendentes 5 leva Red de volta ao País das Maravilhas e apresenta a próxima geração de personagens da Disney

O Disney+ Brasil divulgou a versão dublada do trailer de Descendentes: País das Maravilhas Malvado, quinto filme da franquia Descendentes. A prévia deixa claro que a aventura de Red e Chloe ainda está longe de terminar. Depois de mexerem no passado para impedir que a Rainha de Copas se tornasse uma vilã, as duas descobrem que mudar a história teve consequências bem maiores do que imaginavam.

O trailer também apresenta uma nova equipe formada por personagens que expandem ainda mais o universo da franquia. Entre eles está Pink, irmã mais nova de Red, além de Luis, filho de Luisa Madrigal, de Encanto, e Max Hatter, filho de Maddox. O grupo une forças para resgatar a Rainha de Copas e impedir que o novo vilão tome o controle do País das Maravilhas. Abaixo, confira o vídeo:

A continuação retoma exatamente esse ponto. O reino parece finalmente viver um período de paz, mas o equilíbrio dura pouco. Um novo inimigo entra em cena e coloca o País das Maravilhas novamente em perigo, obrigando Red e Chloe a embarcarem em outra missão.

As protagonistas continuam sendo interpretadas por Kylie Cantrall e Malia Baker, que voltam aos papéis de Red, filha da Rainha de Copas, e Chloe, filha de Cinderela e do Príncipe Encantado. Desta vez, elas enfrentam Maddox Hatter, personagem que surge como a principal ameaça da história depois que as mudanças na linha do tempo alteram completamente o futuro.

Quem acompanha Descendentes desde os primeiros filmes vai perceber que a série continua ampliando sua mitologia. Se antes a história era concentrada nos filhos de Malévola, Cruella de Vil, Jafar e Rainha Má, agora o foco está em personagens inspirados em diferentes fases da Disney, misturando figuras clássicas com nomes mais recentes do estúdio.

Essa expansão fica evidente no novo elenco. Além de Liamani Segura como Pink, o filme apresenta Kiara Romero como Hazel Hook, filha do Capitão Gancho; Joel Oulette vivendo Robbie dos Bosques, filho de Robin Hood; Zavien Garrett como Felix Facilier, filho do Dr. Facilier; e Ryan McEwen, que interpreta Squirmy Smee, um dos filhos do Sr. Smee. A presença de Luis também marca a estreia da família Madrigal dentro da franquia, conectando Encanto ao universo de Descendentes pela primeira vez.

Na direção está Kimmy Gatewood, conhecida por trabalhos na televisão americana, enquanto o roteiro foi escrito por Tamara Chestna, Dan Frey e Ru Sommer. O filme mantém a identidade que transformou Descendentes em um dos maiores sucessos do Disney Channel, combinando fantasia, aventura, humor e apresentações musicais com personagens inspirados nos contos mais famosos da Disney.

Lançada em 2015, a franquia conquistou uma geração de fãs ao imaginar como seria a vida dos filhos dos heróis e vilões dos clássicos animados. Depois de quatro filmes, a série passou por uma renovação em Descendentes: A Ascensão de Red, que apresentou novas protagonistas e abriu espaço para histórias ambientadas no País das Maravilhas.

Cine Maior exibe Tempo Contado neste domingo (28); thriller coloca Vince Vaughn em uma corrida contra a própria morte

A Record TV apresenta neste domingo, 28 de junho, no Cine Maior, o filme Tempo Contado, thriller policial lançado em 2016 que combina ação, suspense e drama familiar. Dirigido por Peter Billingsley, o longa adapta a graphic novel escrita por A.J. Lieberman e reúne Vince Vaughn e Hailee Steinfeld como pai e filha obrigados a fugir de criminosos e policiais corruptos.

Na história, Nick Barrow (Vince Vaughn) vive de elaborar planos de assaltos para organizações criminosas. Ele não executa os roubos, mas vende estratégias detalhadas para quem está disposto a pagar mais. O negócio funciona até que uma operação termina de forma desastrosa e transforma o próprio planejador no principal alvo de todos os envolvidos.

Perseguido por diferentes quadrilhas e por integrantes corruptos da polícia, Nick percebe que dificilmente conseguirá escapar por muito tempo. Antes de desaparecer, ele contrata um seguro de vida milionário com um único objetivo: garantir que a filha Cate receba a indenização caso ele seja morto. O problema é que a apólice só terá validade após um período de carência, obrigando o personagem a permanecer vivo tempo suficiente para que o plano funcione.

Cate, interpretada por Hailee Steinfeld, cresceu praticamente sem a presença do pai. A convivência entre os dois começa marcada pela desconfiança, mas muda de direção quando ambos passam a dividir a mesma fuga. Em vez de recorrer a longos diálogos para construir esse relacionamento, o roteiro utiliza situações de risco para aproximar os personagens, revelando pouco a pouco o passado que os afastou durante anos.

A investigação conduz Nick até o capitão Joe Keenan, papel de Bill Paxton. O policial lidera um esquema de corrupção e trabalha para eliminar qualquer pessoa que possa comprometer sua organização. A partir desse confronto, a narrativa passa a alternar perseguições, emboscadas e tentativas de sobrevivência, sempre com Cate ocupando um papel cada vez mais ativo nas decisões.

Embora seja lembrado principalmente pelas comédias Penetras Bons de Bico, Separados pelo Casamento e Quatro Natais, Vince Vaughn assumiu em Tempo Contado um personagem distante do humor que marcou boa parte de sua carreira. Hailee Steinfeld já havia conquistado reconhecimento da indústria aos 14 anos, quando recebeu uma indicação ao Oscar por Bravura Indômita, dos irmãos Coen. Depois do lançamento do filme, a atriz ampliou sua presença em grandes franquias com Bumblebee, a série Gavião Arqueiro e a animação Homem-Aranha no Aranhaverso, na qual interpreta Gwen Stacy.

O elenco reúne ainda Jonathan Banks, conhecido mundialmente por viver Mike Ehrmantraut em Breaking Bad e Better Call Saul, Bill Paxton, em um de seus últimos trabalhos antes de morrer, em 2017, Jon Favreau, Taraji P. Henson, Shea Whigham, Jordi Mollà, Mike Epps, William Levy e Annabeth Gish.

Peter Billingsley, diretor do longa, iniciou a carreira como ator e ficou conhecido pelo clássico natalino Uma História de Natal. Nos bastidores, passou a atuar como produtor de diversos projetos ligados ao ator e diretor Jon Favreau, incluindo Homem de Ferro, antes de dirigir seus próprios filmes.

Lançado nos Estados Unidos em abril de 2016, Tempo Contado teve distribuição bastante limitada nos cinemas e chegou simultaneamente ao mercado de vídeo sob demanda pela Focus World, braço da Focus Features voltado para lançamentos digitais. A estratégia refletia um momento de transição da indústria, quando estúdios passaram a investir em estreias híbridas para produções de médio orçamento.

A recepção foi modesta. O filme arrecadou menos de US$ 90 mil nas bilheterias americanas e recebeu avaliações negativas da crítica especializada, principalmente pelas soluções adotadas pelo roteiro.

Aventura Sem Classe | Espetáculo de improviso transforma plateia em parte da história e leva a dinâmica do RPG de mesa para o teatro em nova temporada

Foto: Reprodução/ Internet

Cada apresentação de Aventura Sem Classe começa sem um roteiro completamente definido. O destino dos personagens, os desafios enfrentados e até alguns elementos da própria aventura são construídos com a participação do público. A montagem da companhia Comédia Média mistura teatro de improvisação com as regras dos RPGs de mesa, criando histórias de fantasia que existem apenas naquele momento.

A terceira temporada do espetáculo estreia em 4 de julho, no Teatro Paiol Cultural, em São Paulo, com sessões aos sábados até 29 de agosto. Desde a estreia, em 2025, a peça já passou pelo palco para mais de 550 espectadores e também conquistou alcance nas redes sociais, acumulando cerca de três milhões de visualizações.

A principal característica da apresentação é justamente a impossibilidade de prever o que vai acontecer. Antes de cada sessão, a plateia participa da criação dos personagens ao sugerir características como habilidades, fraquezas e segredos. Essas escolhas são incorporadas pelos atores e passam a influenciar os caminhos da narrativa.

Com as decisões do público, três heróis entram em uma aventura de fantasia conduzida por um mestre, seguindo uma estrutura inspirada nos RPGs tradicionais. Os demais integrantes do elenco assumem diferentes papéis ao longo da história, interpretando aliados, criaturas, adversários e personagens que surgem conforme a trama avança.

Os momentos mais importantes da aventura são definidos pelo lançamento de um D20, o famoso dado de vinte lados usado nos jogos de RPG. O resultado de uma jogada pode mudar completamente uma cena, criar novos conflitos ou ajudar os personagens em situações inesperadas.

Para a nova temporada, a companhia adiciona novidades ao formato. Uma delas é a participação de improvisadoras convidadas, ampliando as possibilidades de interação no palco. Outra mudança fica por conta da trilha sonora executada ao vivo, criada no próprio momento da apresentação para acompanhar os acontecimentos da história.

“Se toda aventura de RPG tem um bardo, estava faltando o nosso. Agora, o músico improvisa junto com o elenco. Um trovão, uma porta rangendo ou a tensão de um combate ganham uma camada sonora que aprofunda a imersão da plateia”, explica Matheus Wey, ator da companhia.

A proposta também busca aproximar o RPG de pessoas que nunca tiveram contato com esse tipo de jogo. Apesar de utilizar elementos conhecidos pelos jogadores, o espetáculo apresenta as regras de maneira simples antes do início da aventura, permitindo que qualquer espectador acompanhe a história.

Segundo o diretor Vitor Camargo, o espetáculo cresceu a partir da experiência acumulada desde a primeira temporada. A equipe passou a incorporar ideias que estavam previstas desde o início e adaptar a dinâmica conforme a resposta do público.

“Quando estreamos, em julho de 2025, já sabíamos o espetáculo que queríamos construir. Um ano depois, conseguimos colocar em prática ideias que estavam no papel e ampliar a experiência para o público”, afirma o diretor.

A combinação entre improvisação e RPG cria uma relação diferente entre palco e plateia. O público deixa de acompanhar apenas uma história pronta e passa a participar das escolhas que definem o rumo da aventura. Para os atores, isso significa lidar com situações inesperadas em todas as apresentações.

Inspirado na lógica dos jogos de interpretação, Aventura Sem Classe trabalha com elementos clássicos da fantasia, como heróis, criaturas e missões, mas coloca o improviso como principal ferramenta da narrativa. O espetáculo transforma a criatividade coletiva em parte fundamental da encenação.

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