Com US$ 991 milhões nas bilheterias, Super Mario Galaxy coloca a Nintendo a um passo de mais um marco histórico nos cinemas

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A Nintendo está muito perto de alcançar mais um resultado expressivo nas telonas. Super Mario Galaxy encerrou o último fim de semana com aproximadamente US$ 991,8 milhões em arrecadação mundial, valor que coloca a animação a menos de US$ 10 milhões da marca de US$ 1 bilhão. O longa somou cerca de US$ 4,4 milhões nos mercados internacionais durante o período e continua registrando resultados consistentes mesmo após várias semanas em exibição. As informações são do Box Office Report.

O desempenho chama atenção porque demonstra que o interesse pelo personagem permanece elevado mesmo após o enorme sucesso de “Super Mario Bros.: O Filme”, lançado em 2023. Em vez de repetir a mesma estrutura narrativa do primeiro longa, a continuação leva Mario e seus aliados para uma história baseada em uma das fases mais populares da franquia nos videogames, explorando cenários inspirados diretamente nos títulos “Super Mario Galaxy” e “Super Mario Galaxy 2”.

Para quem acompanha os jogos da Nintendo, uma das principais novidades da produção é a presença de Rosalina como figura central da trama. Introduzida originalmente no Nintendo Wii, a personagem se tornou uma das mais importantes do universo Mario ao longo dos anos. No filme, seu sequestro desencadeia os acontecimentos que colocam Mario, Luigi, Peach, Toad e Yoshi em uma jornada por diferentes regiões do espaço.

A escolha de Rosalina tem um papel importante para além da história principal. Sua participação permite que o filme apresente ao grande público elementos que durante muitos anos ficaram restritos aos videogames. O roteiro utiliza a personagem para explicar conceitos ligados aos Lumas, ao Observatório do Cometa e a outras partes da mitologia da franquia que raramente receberam destaque fora dos consoles.

Outro ponto relevante para o público é a utilização de Yoshi como um dos personagens principais da aventura. Após aparecer apenas de forma breve no encerramento do filme anterior, o dinossauro passa a participar ativamente dos acontecimentos desta continuação. Para muitos espectadores, trata-se de uma das inclusões mais aguardadas desde o anúncio do projeto.

A narrativa também apresenta novos locais inspirados em fases conhecidas dos jogos Galaxy. Essa decisão ajuda a diferenciar a continuação da produção lançada em 2023, que concentrava grande parte de seus acontecimentos no Reino Cogumelo. Ao explorar diferentes planetas, galáxias e estruturas espaciais, o filme consegue apresentar uma variedade maior de cenários e desafios para seus personagens.

No elenco de vozes, Chris Pratt retorna como Mario, Charlie Day reprisa o papel de Luigi, Anya Taylor-Joy volta a interpretar Peach e Jack Black novamente assume Bowser. A continuação ainda incorpora nomes como Donald Glover, Glen Powell, Brie Larson e Benny Safdie, ampliando a quantidade de personagens disponíveis para futuras histórias dentro desse universo.

Além dos resultados financeiros, a trajetória de “Super Mario Galaxy” oferece um indicativo importante sobre os planos da Nintendo para o cinema. Nos últimos anos, a empresa passou a tratar suas propriedades intelectuais de forma mais estratégica fora dos videogames. O sucesso das adaptações recentes demonstra que existe espaço para transformar personagens tradicionais da companhia em protagonistas de produções cinematográficas de grande alcance.

Para o público, o desempenho da animação também ajuda a medir o tamanho atual da marca Mario. Poucos personagens criados nos videogames conseguem manter relevância por mais de quatro décadas e ainda atrair espectadores de diferentes faixas etárias. O resultado obtido por “Super Mario Galaxy” mostra que o encanador da Nintendo continua ocupando uma posição única dentro da cultura pop global.

Outro aspecto que merece atenção é o impacto que a arrecadação do filme pode ter sobre futuras adaptações da empresa. Quanto maior o sucesso comercial das produções atuais, maiores são as chances de outras franquias da Nintendo receberem tratamento semelhante nos próximos anos. Personagens de séries como Star Fox, Kirby, Donkey Kong e The Legend of Zelda frequentemente aparecem nas discussões sobre possíveis projetos futuros.

NBC cancela The Hunting Party após duas temporadas, mas série ainda pode ganhar nova chance em outra plataforma

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A NBC decidiu encerrar The Hunting Party após duas temporadas, colocando fim à exibição da série em sua grade. A notícia marca o cancelamento oficial do drama policial estrelado por Melissa Roxburgh, mas não significa necessariamente o fim definitivo da produção. Segundo informações do The Hollywood Reporter, a Universal Television ainda estuda levar a série para outra emissora ou plataforma de streaming.

O cancelamento já era considerado uma possibilidade nos bastidores, já que a série era a última produção roteirizada da NBC que ainda não tinha um destino definido. Antes da decisão final, executivos da emissora chegaram a comentar publicamente que diferentes caminhos estavam sendo avaliados, incluindo uma possível continuidade fora da NBC. No entanto, a escolha acabou sendo pelo encerramento.

Lançada em 2025, a série se destacou por misturar investigação policial com uma grande trama de conspiração. A história parte de um evento explosivo em uma prisão secreta escondida no estado de Wyoming. Após o incidente, criminosos extremamente perigosos acabam escapando, incluindo assassinos em série que estavam mantidos longe do conhecimento público.

A partir daí, o governo monta uma força-tarefa de elite para recapturar esses fugitivos antes que novos crimes aconteçam. No centro da operação está Rebecca “Bex” Henderson, vivida por Melissa Roxburgh, uma ex-agente do FBI especializada em perfis criminais que é chamada para ajudar na caçada.

Mas o que parece apenas uma missão de captura rapidamente se transforma em algo muito maior. Conforme os episódios avançam, a equipe descobre que a explosão na prisão não foi um acidente e que existe uma rede de segredos por trás da instalação conhecida como “O Poço”. Essa camada de mistério ajudou a série a criar um clima constante de tensão e curiosidade.

O elenco também foi um dos pontos de destaque da produção. Além de Roxburgh, a série contou com Nick Wechsler como Oliver Odell, ex-parceiro de Bex; Patrick Sabongui como o agente da CIA Jacob Hassani; Josh McKenzie no papel de Shane Florence, ligado à prisão subterrânea; e Sara Garcia como a major Jennifer Morales, responsável por parte da inteligência militar envolvida na operação.

Para quem acompanhou a série, um dos diferenciais foi justamente a forma como ela fugiu do modelo tradicional de “caso da semana”. Em vez disso, The Hunting Party apostou em uma narrativa contínua, em que cada episódio avançava tanto na caçada aos criminosos quanto na revelação dos segredos por trás da prisão.

Agora, com o cancelamento pela NBC, fica a dúvida sobre o destino da história. Como a trama foi construída de forma serializada, vários pontos ainda estavam em aberto, o que aumenta a expectativa dos fãs por uma possível continuação.

Apesar do fim na emissora, ainda existe uma possibilidade concreta de a série não ser totalmente encerrada. A Universal Television segue buscando interessados em assumir a produção, algo que já aconteceu com outras séries que foram resgatadas por plataformas de streaming ou outros canais após cancelamentos.

No Brasil, a primeira temporada de The Hunting Party está disponível no Universal+.

Saiba qual será a duração do live-action de Moana estrelado por Catherine Laga’aia e Dwayne Johnson e o que esperar da nova versão da Disney

O live-action de Moana já tem duração confirmada e chega aos cinemas com um tempo de exibição maior do que a animação original. Segundo listagem da rede AMC, o longa terá 120 minutos (2 horas exatas), cerca de 13 minutos a mais do que o filme animado lançado em 2016. A estreia no Brasil está marcada para 9 de julho. As informações são do The Hollywood Handle.

A produção é uma adaptação em live-action do sucesso da Walt Disney Pictures e faz parte da estratégia do estúdio de revisitar grandes animações em versões com atores reais. A direção é de Thomas Kail, com roteiro de Jared Bush e Dana Ledoux Miller. A produção executiva reúne nomes como Dwayne Johnson, Hiram Garcia, Dany Garcia e Beau Flynn.

A história se desenvolve em um universo inspirado nas culturas e mitologias polinésias, onde o oceano não é apenas um cenário, mas uma força viva que conecta deuses, ilhas e seres humanos. Nesse mundo, a origem de toda a vida está ligada a Te Fiti, uma deusa criadora responsável por dar forma às ilhas e manter o equilíbrio da natureza.

Esse equilíbrio é interrompido quando Maui, um semideus conhecido por seus poderes e transformações, retira o coração de Te Fiti — uma pedra que concentra sua energia vital. A intenção era oferecer esse poder aos humanos, mas o resultado sai do controle. Sem seu coração, Te Fiti desaparece e dá lugar a Te Ka, uma entidade tomada por lava e destruição. A partir desse momento, as ilhas passam a sofrer com a perda de fertilidade, escassez de alimentos e enfraquecimento da vida ao redor.

Muitos anos depois, a história chega até Moana Waialiki, filha do líder da ilha de Motunui. Desde pequena, ela sente uma ligação forte com o oceano, mesmo sendo ensinada a respeitar os limites da ilha e evitar o mar aberto. Com o passar do tempo, a situação de sua comunidade se agrava, já que os peixes desaparecem e as plantações começam a falhar, colocando em risco a sobrevivência do povo.

Diante desse cenário, Moana descobre que seus ancestrais eram grandes navegadores que cruzavam o oceano em busca de novas ilhas. Essa herança havia sido esquecida ao longo das gerações. Sua avó Tala é quem revela a verdade por trás da crise que afeta o mundo e entrega a Moana a missão de restaurar o equilíbrio, confiando a ela o colar que guarda o coração de Te Fiti.

A partir desse ponto, a jovem decide partir em uma jornada pelo oceano, com o objetivo de encontrar Maui e convencê-lo a devolver o coração ao seu lugar original. No caminho, ela enfrenta os desafios do mar aberto, aprende a se orientar pelas estrelas e passa a entender melhor seu papel dentro de sua própria história. Maui, por sua vez, inicialmente resiste em ajudar, mas acaba se envolvendo na missão.

A convivência entre os dois muda ao longo da viagem. Enquanto a filha do chefe de Motunui desenvolve suas habilidades como navegadora e líder, Maui precisa recuperar seu anzol mágico, objeto essencial para o uso de seus poderes. Aos poucos, a relação entre eles deixa de ser marcada por conflito e passa a se basear em confiança e cooperação.

O momento mais importante da jornada acontece quando eles chegam ao ponto onde Te Fiti deveria estar e encontram apenas Te Ka, uma figura que representa a deusa em estado corrompido. É então que Moana compreende que Te Ka não é uma criatura separada, mas a própria Te Fiti sem seu coração. Em vez de lutar, ela decide se aproximar e devolver a pedra, acreditando na possibilidade de restauração.

Com o retorno do coração, Te Fiti recupera sua forma original e o equilíbrio do mundo é restabelecido. As ilhas voltam a florescer, a natureza se recupera e a maldição chega ao fim. Maui também recupera seu anzol e tem a chance de se redimir, enquanto Moana retorna para sua ilha com uma nova compreensão sobre liderança e identidade.

No elenco principal, Catherine Laga’aia interpreta a heroína polinésia, enquanto Dwayne Johnson retorna ao papel de Maui, personagem que já dublou na animação original e que também é conhecido por produções como Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017) e Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw (2019). Também fazem parte do elenco John Tui como o chefe Tui (Young Rock, Sione’s Wedding), Frankie Adams como Sina (The Expanse, Shannara Chronicles) e Rena Owen como a avó Tala (Once Were Warriors, Star Wars: Attack of the Clones).

O projeto teve seu desenvolvimento anunciado em abril de 2023 por Dwayne Johnson, dando início à nova fase da adaptação. Em maio do mesmo ano, Thomas Kail foi confirmado na direção. Já em junho de 2024, Catherine Laga’aia foi escolhida para viver a jovem navegadora. As filmagens principais aconteceram entre julho e novembro de 2024, passando por locações em Atlanta, nos Estados Unidos, e no Havaí, região escolhida por sua semelhança cultural e visual com o universo da história.

Nos bastidores, o filme contou com Óscar Faura na direção de fotografia e Bill Westenhofer na supervisão de efeitos visuais, responsável por coordenar parte do trabalho técnico de grande escala da produção. Em determinado momento, a equipe chegou a avaliar o uso de tecnologia de inteligência artificial para compor o rosto de Dwayne Johnson em algumas cenas, mas a ideia foi descartada posteriormente, após discussões sobre o uso de IA em produções cinematográficas.

Todo Mundo em Pânico 6 chega aos cinemas com US$ 7,7 milhões em pré-estreias e projeção de até US$ 50 milhões na bilheteria de abertura

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Depois de anos longe dos cinemas, a franquia Todo Mundo em Pânico retorna em 2026 com a promessa de revisitar o humor escrachado que marcou uma geração e, ao mesmo tempo, tentar se adaptar ao público atual. O sexto filme chega cercado de curiosidade justamente por reunir novamente nomes que foram essenciais para o sucesso dos dois primeiros longas, especialmente a família Wayans, que volta a ter participação criativa direta após mais de 17 anos afastada do núcleo principal da série.

O novo capítulo, que estreou em 4 de junho de 2026 no Brasil e chega aos Estados Unidos no dia seguinte, também já chama atenção pelo desempenho inicial: US$ 7,7 milhões arrecadados em pré-estreias indicam um interesse sólido do público antes mesmo do lançamento completo. A Paramount Pictures trabalha com projeções que giram em torno de US$ 40 milhões no fim de semana de estreia, enquanto estimativas mais otimistas apontam até US$ 50 milhões, números que colocam o filme como um dos principais lançamentos de comédia do ano. As informações são da Variety.

A história segue a tradição da franquia ao trazer terror e humor de forma bem exagerada. A trama retoma personagens clássicos que sobreviveram a um assassino mascarado no passado, mas que agora voltam a ser perseguidos por uma nova ameaça. A diferença é que, desta vez, o filme amplia seu olhar para o cinema de terror moderno, transformando produções recentes e fenômenos do gênero em alvo de piadas e situações absurdas. A ideia é atualizar o tipo de sátira que fez sucesso no início dos anos 2000, mas adaptada ao contexto atual, em que o terror ganhou novas formas e subgêneros.

O grande atrativo para o público nostálgico é o retorno do elenco original. Marlon Wayans volta como Shorty Meeks e Shawn Wayans reprisa o papel de Ray Wilkins, trazendo de volta a dupla que ajudou a definir o tom da franquia. Anna Faris também retorna como Cindy Campbell, assim como Regina Hall no papel de Brenda Meeks, reforçando a sensação de reencontro com personagens que se tornaram marcantes para quem acompanhou os primeiros filmes. Outros nomes conhecidos também reaparecem, como Cheri Oteri, Chris Elliott, Dave Sheridan, Lochlyn Munro e Jon Abrahams, o que aumenta ainda mais o clima de nostalgia.

Ao mesmo tempo, o filme tenta se aproximar de uma nova geração ao incluir atores mais recentes no elenco, como Damon Wayans Jr., Kim Wayans, Sydney Park e Olivia Rose Keegan. Essa mistura entre gerações é um dos pontos mais importantes da produção, já que busca equilibrar o apelo dos fãs antigos com a curiosidade de quem não viveu o auge da franquia nos anos 2000. Na prática, o filme tenta funcionar como uma ponte entre duas fases diferentes da comédia no cinema.

Nos bastidores, o projeto ganhou forma oficialmente após o anúncio feito em 2024, durante a CinemaCon. A produção ficou sob responsabilidade da Miramax e da Ugly Baby Productions, com Marlon Wayans e Rick Alvarez assumindo o controle criativo. O envolvimento da família Wayans é um dos principais diferenciais desta nova fase, já que marca a primeira colaboração entre os irmãos em muitos anos dentro da franquia que eles próprios ajudaram a criar.

Um ponto que tem chamado atenção do público é a forma como o novo filme atualiza suas referências. Em vez de focar apenas nos clássicos do terror adolescente, como acontecia nos primeiros longas, a nova produção amplia seu repertório e inclui sátiras a filmes recentes como “Corra!”, “Nope”, “Longlegs”, “Heretic”, “Sinners” e até produções mais extremas como “Terrifier 3”.

Para quem acompanha a franquia, outro detalhe curioso é o retorno de personagens antigos em novas situações, o que reforça a ideia de continuidade, mas com uma abordagem mais livre e atualizada. Algumas cenas passaram por ajustes durante a produção, incluindo sequências que foram cortadas e depois recolocadas em versões menores, algo que combina com o estilo provocativo e irreverente da série.

Alienígenas existem? Novo filme de Steven Spielberg parte dessa pergunta para construir um dos mistérios mais aguardados do ano

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O que aconteceria se a humanidade recebesse uma prova impossível de contestar de que não está sozinha no universo? Essa é a pergunta que move Dia D, novo longa de ficção científica dirigido por Steven Spielberg, que estreia nos cinemas brasileiros em 11 de junho.

Embora o título sugira um acontecimento específico, a história não gira em torno de uma batalha ou de uma invasão alienígena tradicional. Em vez disso, Spielberg aposta em algo mais inquietante: mostrar como pessoas comuns reagem quando a realidade muda de forma repentina e ninguém consegue explicar exatamente o que está acontecendo.

A trama começa quando uma meteorologista sofre um colapso durante uma transmissão ao vivo. Diante das câmeras, ela perde a capacidade de falar normalmente e passa a emitir sons estranhos. O episódio rapidamente se espalha pelas redes de comunicação e deixa de ser tratado como um caso isolado quando situações semelhantes começam a surgir em diferentes partes do planeta.

A partir desse momento, governos, cientistas, empresas privadas e cidadãos comuns tentam entender a origem dos acontecimentos. O problema é que as respostas não aparecem na mesma velocidade que as perguntas. Enquanto o número de casos aumenta, cresce também a suspeita de que uma inteligência desconhecida pode estar influenciando a humanidade.

É justamente essa construção de mistério que diferencia Dia D de muitas produções recentes do gênero. Em vez de apresentar imediatamente uma ameaça visível, o filme parece interessado em explorar a sensação de incerteza. O público acompanha personagens tentando interpretar sinais, descobrir conexões e entender se aquilo representa um contato, uma invasão ou algo completamente diferente.

A protagonista é Margaret Fairchild, interpretada por Emily Blunt (Oppenheimer, Um Lugar Silencioso). Meteorologista e ex-jornalista investigativa, ela se torna uma das primeiras pessoas a perceber que os acontecimentos podem estar ligados a algo muito maior do que aparentam. Sua experiência em analisar informações e identificar padrões a coloca no centro da investigação.

Ao mesmo tempo, a história acompanha Daniel Kellner, personagem de Josh O’Connor (Rivais, The Crown), um especialista em segurança digital que passa a divulgar documentos sigilosos relacionados a supostos programas secretos mantidos há décadas. Enquanto tenta expor essas informações, ele se torna alvo de grupos interessados em impedir que determinados segredos venham à tona.

Outro personagem importante é Noah Scanlon, vivido por Colin Firth (O Discurso do Rei, Kingsman), líder da influente empresa Wardex. A presença da corporação na trama sugere que parte das respostas pode não estar apenas nos governos, mas também nas organizações privadas que acumulam poder e informação.

O elenco ainda reúne nomes conhecidos como Eve Hewson (Bad Sisters), Colman Domingo (Rustin, Fear the Walking Dead), Wyatt Russell (Thunderbolts), além de Elizabeth Marvel e Elliot Villar.

Para quem está pensando em assistir ao filme, vale saber que Dia D parece se aproximar mais de produções como Contatos Imediatos do Terceiro Grau e A Chegada do que de histórias focadas exclusivamente em ação e destruição. Os materiais divulgados até agora indicam uma narrativa construída sobre investigação, suspense e descoberta gradual dos acontecimentos.

Outro ponto que chama atenção é o retorno de Spielberg a um tema que ajudou a definir sua carreira. O diretor foi responsável por algumas das obras mais influentes da ficção científica moderna, incluindo E.T. – O Extraterrestre, Contatos Imediatos do Terceiro Grau e Guerra dos Mundos. Em cada uma delas, a chegada do desconhecido serviu para explorar medos, expectativas e transformações sociais. Tudo indica que Dia D seguirá uma linha semelhante.

Para o público, a principal informação é que o filme não parece interessado apenas em responder se existem alienígenas. A proposta é observar como a sociedade reage quando antigas certezas deixam de existir. Como governos lidam com informações que não conseguem controlar? Como as pessoas diferenciam fatos de boatos em um cenário de pânico? E o que acontece quando uma descoberta dessa magnitude deixa de ser teoria e passa a fazer parte da realidade?

Gabriel Coppola assume papel principal em “O Berço”, filme de terror psicológico com Sandra Corveloni

Gabriel Coppola será o protagonista de O Berço, longa-metragem dirigido por Lucas Procópio que está em desenvolvimento pelas produtoras Fourfé Filmes e Lira Filmes. O ator contracenará com Sandra Corveloni, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Linha de Passe”, em uma história que combina drama familiar e terror psicológico.

No filme, Coppola interpreta Isaque, filho da personagem vivida por Corveloni. A trama acompanha uma mãe conservadora que enfrenta a morte do filho durante as celebrações de Natal. A perda desencadeia uma série de acontecimentos que colocam em evidência conflitos familiares, ressentimentos acumulados e questões ligadas à aceitação e ao luto.

Embora utilize elementos característicos do terror, o roteiro concentra sua narrativa nas relações entre os personagens. A história parte de uma situação familiar específica para discutir temas que atravessam diferentes gerações, especialmente as consequências emocionais deixadas por vínculos marcados por incompreensões e rupturas.

A escolha de Sandra Corveloni acrescenta ao projeto uma atriz com trajetória consolidada no cinema brasileiro. Desde o reconhecimento internacional em Cannes, a intérprete construiu uma filmografia associada a personagens de grande densidade dramática. Seu trabalho em produções para cinema, televisão e teatro a colocou entre os nomes mais respeitados da dramaturgia nacional.

Para Gabriel Coppola, o longa representa um passo importante em uma fase de expansão de sua carreira. Nos últimos anos, o artista tem dividido sua atuação entre trabalhos como ator e o desenvolvimento de projetos autorais. Recentemente, esteve no Marché du Film, mercado internacional realizado durante o Festival de Cannes, onde apresentou “Olhos em Mim”, projeto escrito por ele.

A participação no evento francês ampliou sua circulação entre produtores, distribuidores e investidores do mercado audiovisual. O contato com produções de diferentes países ocorre em um momento em que o ator busca consolidar sua presença em projetos de maior alcance dentro da indústria cinematográfica.

O Berço também surge em um contexto de crescimento do terror psicológico produzido no Brasil. Diferentemente das obras centradas em sustos ou ameaças físicas constantes, esse segmento costuma utilizar o horror como ferramenta para explorar conflitos humanos, memórias traumáticas e relações familiares complexas.

Nos últimos anos, produções internacionais contribuíram para ampliar o interesse do público por histórias que unem drama e terror em uma mesma narrativa. O projeto dirigido por Lucas Procópio segue essa linha ao construir seus conflitos a partir das relações entre mãe e filho, utilizando elementos sobrenaturais como parte da construção dramática da história.

O filme ainda não possui cronograma oficial de filmagens ou previsão de estreia. Neste momento, a produção segue em busca de financiamento e parceiros para viabilizar sua realização. Mesmo em estágio inicial, o projeto reúne dois nomes de gerações diferentes da atuação brasileira e coloca no centro da narrativa temas que continuam presentes nos debates sociais contemporâneos.

Joker: Laugh Riot | Anime do Coringa é anunciado pela DC e coloca o vilão diante das consequências da morte de Batman

A DC revelou durante o Annecy International Animation Film Festival a produção de Joker: Laugh Riot, novo anime centrado no Coringa. O projeto chama atenção por inverter uma das relações mais conhecidas dos quadrinhos: desta vez, Batman não estará presente para enfrentar seu principal inimigo. A história começa justamente após o assassinato do herói, um acontecimento que muda completamente os rumos de Gotham e da vida do próprio Coringa. As informações são do The Wrap.

De acordo com a sinopse oficial, o vilão inicia uma investigação violenta pelo submundo da cidade para descobrir quem matou Batman. A busca, porém, não se limita à procura por um culpado. Conforme avança pelos grupos criminosos e personagens que ocupam as sombras de Gotham, o Coringa passa a lidar com uma realidade que nunca precisou enfrentar: a ausência da pessoa que deu sentido à maior parte de seus confrontos ao longo de décadas.

A premissa dialoga diretamente com um tema recorrente nas histórias do personagem. Desde sua criação, em 1940, o Coringa foi construído como o oposto perfeito de Batman. Um representa a ordem; o outro, o caos. Essa relação se tornou tão central para ambos que diversas HQs passaram a explorar a ideia de que um influencia a existência do outro. Ao retirar Batman da equação, o anime encontra espaço para analisar o que resta do vilão quando sua principal obsessão desaparece.

O projeto será produzido por Jim Krieg, profissional com extensa trajetória nas animações da DC, incluindo títulos como Batman: Gotham by Gaslight e Justice League: The Flashpoint Paradox. A direção ficará a cargo de Yasuhiro Aoki, animador japonês que trabalhou em produções conhecidas como Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Psycho-Pass e Samurai Champloo.

A escolha de Aoki indica uma aproximação maior com a linguagem dos animes japoneses. Nos últimos anos, a DC tem ampliado suas experiências com diferentes estilos de animação, mas Joker: Laugh Riot surge como uma das iniciativas mais autorais envolvendo personagens clássicos da editora. O foco em um único protagonista e a proposta mais psicológica diferenciam o projeto de boa parte das adaptações recentes da marca.

Criado por Bill Finger, Bob Kane e Jerry Robinson, o Coringa apareceu pela primeira vez em Batman #1. Inicialmente concebido para morrer em sua estreia, o personagem acabou sendo mantido pelos editores e se transformou no principal antagonista do Homem-Morcego. Ao longo de mais de oito décadas, esteve presente em algumas das histórias mais importantes da DC, além de conquistar espaço em séries, filmes, animações e videogames.

A popularidade do personagem ultrapassou os quadrinhos há muito tempo. Nas telas, ele já foi interpretado por nomes como Cesar Romero, Jack Nicholson, Heath Ledger, Jared Leto, Joaquin Phoenix e Barry Keoghan. Nas animações, a voz de Mark Hamill ajudou a consolidar uma das versões mais reconhecidas do vilão entre o público.

Por enquanto, a DC não divulgou previsão de lançamento, número de episódios ou a plataforma responsável pela exibição.

Netflix revela trailer da 2ª temporada de Ransom Canyon, com novos conflitos entre famílias de rancheiros

A Netflix divulgou o trailer da segunda temporada de Ransom Canyon, série de faroeste baseada nos romances de Jodi Thomas. Os novos episódios chegam ao catálogo em 23 de julho e continuam acompanhando Staten Kirkland e as famílias que disputam o controle das terras da região.

A produção estreou em abril de 2025 e acompanha três famílias de rancheiros do Texas envolvidas em conflitos ligados a negócios, heranças e antigos desentendimentos. No centro da trama está Staten Kirkland, interpretado por Josh Duhamel, proprietário de um dos principais ranchos de Ransom Canyon.

Após a morte do filho Randall em um acidente de carro, Staten passa a questionar a versão oficial do caso. Durante a primeira temporada, ele encontra uma peça de outro veículo no local da colisão e inicia uma investigação para descobrir quem estava envolvido naquela noite.

Quinn O’Grady, personagem de Minka Kelly, também segue como uma figura central na história. Dona do salão de dança da cidade, Quinn possui uma relação antiga com a família Kirkland e era próxima de Amalah, esposa falecida de Staten.

Na primeira temporada, Staten e Quinn se aproximaram, mas o relacionamento foi afetado pelo luto do personagem e pelas escolhas profissionais da protagonista. Ao final dos episódios iniciais, Quinn recebeu uma proposta para trabalhar em Nova York, deixando o futuro dos dois indefinido.

A segunda temporada acompanha as consequências dessa decisão enquanto Staten enfrenta novos desafios ligados ao rancho e à disputa pelas propriedades. A investigação sobre a morte de Randall continua sendo um dos principais pontos da trama, envolvendo Reid, primo do jovem, e outros moradores que esconderam informações sobre o acidente.

A série também retorna com Yancy Grey, interpretado por Jack Schumacher. O personagem chegou a Ransom Canyon como funcionário de um rancho, mas sua origem passou a levantar suspeitas após a descoberta de sua ligação com a família Fuller.

Outro conflito importante envolve Davis Collins, vivido por Eoin Macken. Durante a primeira temporada, ele tentou convencer Staten a vender parte das terras para um projeto de infraestrutura, colocando os interesses das empresas contra os proprietários locais.

O primeiro ano terminou com mudanças significativas após a morte de Cap Fuller, a disputa pelo controle das propriedades e novas revelações sobre o passado dos personagens.

O elenco principal retorna com Josh Duhamel como Staten Kirkland e Minka Kelly como Quinn O’Grady. A produção também conta novamente com Philip Winchester como o xerife Dan Brigman, Lizzy Greene como Lauren Brigman, Garrett Wareing como Lucas Russell e Marianly Tejada como Ellie Estevez.

Cine Aventura deste sábado (27/06) exibe Fantasmas à Solta 3: Sociedade do Mal, aventura sobrenatural inspirada nos livros de R.L. Stine

O Cine Aventura, da Record TV, exibe neste sábado, 27 de junho, o filme Fantasmas à Solta 3: Sociedade do Mal (Mostly Ghostly 3: One Night in Doom House). Lançado em 2016, o longa mistura comédia, aventura, fantasia e elementos de terror leve em uma história baseada na série de livros Mostly Ghostly, escrita por R.L. Stine, autor que conquistou milhões de leitores ao redor do mundo com as coleções Goosebumps e Rua do Medo. Dirigido e roteirizado por Ron Oliver (Operação Natal e A Christmas Detour), o filme reúne Corey Fogelmanis (Girl Meets World), Sophie Reynolds (Youth & Consequences), Blake Michael (Lemonade Mouth) e Olivia Ryan Stern (The Loud House).

Na história, Max Doyle (Corey Fogelmanis) aceita entrar em uma antiga casa mal-assombrada para recuperar objetos capazes de ajudar seus amigos fantasmas, Nicky (Blake Michael) e Tara (Olivia Ryan Stern). A missão, no entanto, acaba libertando espíritos perigosos que estavam presos na mansão. Sem muito tempo para agir, Max e seus amigos precisam impedir que essas entidades escapem e espalhem o caos. As informações são do AdoroCinema.

O longa é o terceiro capítulo da franquia Mostly Ghostly, iniciada em 2008 com Fantasmas à Solta. O primeiro filme apresentou Max Doyle, então interpretado por Sterling Beaumon (Lost e The Killing), um garoto de 11 anos apaixonado por mágica que começa a enxergar fantasmas após descobrir uma passagem secreta escondida no porão de sua casa. É ali que ele conhece os irmãos fantasmas Nicky (Luke Benward, de Boa Sorte, Charlie) e Tara (Madison Pettis, de Plano de Jogo), que passam a ajudá-lo a impedir que o maligno Phears (Brian Stepanek, de A Vida em Suite de Zack & Cody) escape do mundo dos espíritos durante o Halloween.

Produzido como um filme voltado ao público infantojuvenil, Fantasmas à Solta foi lançado diretamente em DVD nos Estados Unidos em setembro de 2008 e, semanas depois, chegou ao Disney Channel durante a programação especial de Halloween. Embora tenha recebido avaliações modestas da crítica especializada, o longa encontrou seu público entre crianças e adolescentes, o que abriu caminho para novas adaptações da série de livros de R.L. Stine.

Os filmes seguintes mantiveram a proposta da franquia ao combinar humor, mistério e criaturas sobrenaturais em aventuras independentes, permitindo que novos espectadores acompanhem a história sem a necessidade de assistir aos capítulos anteriores. Em Fantasmas à Solta 3, essa fórmula retorna com novos personagens, uma ameaça inédita e referências ao material original criado por Stine.

Novo trailer de Descendentes 5 leva Red de volta ao País das Maravilhas e apresenta a próxima geração de personagens da Disney

O Disney+ Brasil divulgou a versão dublada do trailer de Descendentes: País das Maravilhas Malvado, quinto filme da franquia Descendentes. A prévia deixa claro que a aventura de Red e Chloe ainda está longe de terminar. Depois de mexerem no passado para impedir que a Rainha de Copas se tornasse uma vilã, as duas descobrem que mudar a história teve consequências bem maiores do que imaginavam.

O trailer também apresenta uma nova equipe formada por personagens que expandem ainda mais o universo da franquia. Entre eles está Pink, irmã mais nova de Red, além de Luis, filho de Luisa Madrigal, de Encanto, e Max Hatter, filho de Maddox. O grupo une forças para resgatar a Rainha de Copas e impedir que o novo vilão tome o controle do País das Maravilhas. Abaixo, confira o vídeo:

A continuação retoma exatamente esse ponto. O reino parece finalmente viver um período de paz, mas o equilíbrio dura pouco. Um novo inimigo entra em cena e coloca o País das Maravilhas novamente em perigo, obrigando Red e Chloe a embarcarem em outra missão.

As protagonistas continuam sendo interpretadas por Kylie Cantrall e Malia Baker, que voltam aos papéis de Red, filha da Rainha de Copas, e Chloe, filha de Cinderela e do Príncipe Encantado. Desta vez, elas enfrentam Maddox Hatter, personagem que surge como a principal ameaça da história depois que as mudanças na linha do tempo alteram completamente o futuro.

Quem acompanha Descendentes desde os primeiros filmes vai perceber que a série continua ampliando sua mitologia. Se antes a história era concentrada nos filhos de Malévola, Cruella de Vil, Jafar e Rainha Má, agora o foco está em personagens inspirados em diferentes fases da Disney, misturando figuras clássicas com nomes mais recentes do estúdio.

Essa expansão fica evidente no novo elenco. Além de Liamani Segura como Pink, o filme apresenta Kiara Romero como Hazel Hook, filha do Capitão Gancho; Joel Oulette vivendo Robbie dos Bosques, filho de Robin Hood; Zavien Garrett como Felix Facilier, filho do Dr. Facilier; e Ryan McEwen, que interpreta Squirmy Smee, um dos filhos do Sr. Smee. A presença de Luis também marca a estreia da família Madrigal dentro da franquia, conectando Encanto ao universo de Descendentes pela primeira vez.

Na direção está Kimmy Gatewood, conhecida por trabalhos na televisão americana, enquanto o roteiro foi escrito por Tamara Chestna, Dan Frey e Ru Sommer. O filme mantém a identidade que transformou Descendentes em um dos maiores sucessos do Disney Channel, combinando fantasia, aventura, humor e apresentações musicais com personagens inspirados nos contos mais famosos da Disney.

Lançada em 2015, a franquia conquistou uma geração de fãs ao imaginar como seria a vida dos filhos dos heróis e vilões dos clássicos animados. Depois de quatro filmes, a série passou por uma renovação em Descendentes: A Ascensão de Red, que apresentou novas protagonistas e abriu espaço para histórias ambientadas no País das Maravilhas.

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