Sessão da Tarde de Natal aposta em emoção e magia com “Genie – A Magia do Natal” nesta quarta (24)

Na véspera de Natal, a Sessão da Tarde desta quarta-feira, 24 de dezembro, convida o público a desacelerar e refletir sobre o verdadeiro significado das festas de fim de ano com a exibição de Genie – A Magia do Natal. Mais do que uma fantasia leve, o filme propõe uma jornada sensível sobre escolhas, prioridades e a importância de valorizar o que realmente importa quando o tempo parece sempre insuficiente.

Lançado em 2023, o longa é dirigido por Sam Boyd e tem roteiro assinado por Richard Curtis, conhecido mundialmente por histórias que equilibram humor, afeto e humanidade. Ambientado em uma Nova York moderna e agitada, o filme atualiza um antigo conto natalino para os dilemas contemporâneos, especialmente aqueles vividos por quem se vê consumido pelo trabalho e pela busca incessante por sucesso.

O protagonista da história é Bernard, interpretado por Paapa Essiedu, um homem competente e ambicioso que trabalha em uma prestigiada casa de leilões. À primeira vista, sua vida profissional parece bem-sucedida, mas o preço cobrado é alto. Bernard vive sob pressão constante, tenta atender às exigências exageradas de seu chefe e acaba abrindo mão de momentos essenciais ao lado da família. O trabalho deixa de ser apenas uma ocupação e passa a dominar completamente sua rotina e seus pensamentos.

Esse desequilíbrio se torna evidente no aniversário de sua filha, Eve, quando Bernard chega atrasado, esgotado e sem sequer lembrar do presente prometido. O constrangimento daquele momento é mais do que um detalhe: ele simboliza a distância emocional que se formou entre pai e filha. Sua esposa, Julie, interpretada por Denée Benton, já cansada das ausências e promessas não cumpridas, se sente invisível dentro do próprio casamento. Pouco depois, a família se fragmenta, e Bernard se vê sozinho, tentando entender onde tudo começou a dar errado.

Como se não bastasse o colapso familiar, o protagonista também perde o emprego. A demissão surge como um golpe duro, mas necessário, desmontando a falsa sensação de segurança que ele acreditava ter construído. É nesse momento de fragilidade que o elemento fantástico surge de forma inesperada. Ao mexer em uma antiga caixa guardada em casa, Bernard liberta Flora, uma gênia com mais de dois mil anos de existência, interpretada com carisma por Melissa McCarthy.

Diferente da imagem clássica de gênios obedientes e silenciosos, Flora é expansiva, irônica, emotiva e cheia de personalidade. Ela explica que pode realizar desejos sem limites, mas deixa claro que a magia não substitui decisões conscientes. Ainda assim, Bernard, tomado pelo desespero de consertar tudo rapidamente, passa a usar os desejos de forma impulsiva, acreditando que soluções mágicas resolverão problemas construídos ao longo de anos.

Os resultados, como era de se esperar, nem sempre saem como o planejado. Alguns desejos acabam gerando situações caóticas e cômicas, criando momentos de humor que aliviam o tom dramático da narrativa. No entanto, por trás das trapalhadas, o filme constrói uma crítica clara à ideia de que felicidade pode ser alcançada por atalhos. Cada erro de Bernard reforça que não existe magia capaz de substituir presença, diálogo e responsabilidade emocional.

Com o passar do tempo, Bernard começa a enxergar além de seus próprios interesses. Ele se reaproxima da filha, passa a ouvir mais e a participar de pequenos momentos que antes ignorava. Paralelamente, decide usar alguns desejos para ajudar outras pessoas, realizando sonhos simples de Natal e oferecendo acolhimento a quem vive à margem da sociedade. Esses gestos, embora mágicos em sua execução, são profundamente humanos em sua intenção.

Flora também passa por uma transformação significativa. Após séculos sendo usada apenas como ferramenta para satisfazer vontades alheias, ela experimenta algo novo: pertencimento. Pela primeira vez, alguém demonstra preocupação genuína com seus sentimentos. A gênia desenvolve laços, cria conexões e até se permite viver um romance inesperado, mostrando que o desejo de amar e ser amada atravessa o tempo, a idade e até a imortalidade.

O ponto mais tocante da história acontece quando Bernard percebe que Flora carrega uma solidão silenciosa. Em um gesto de empatia e amadurecimento, ele faz um desejo que não beneficia diretamente a si mesmo: libertá-la. Esse momento marca a verdadeira mudança do personagem, que finalmente entende que amar também é saber abrir mão e pensar no bem do outro.

Mesmo após libertar Flora, Bernard ainda tem desejos restantes. Ao invés de buscar riqueza ou status, ele decide voltar no tempo e reviver um momento crucial: o aniversário da filha. Desta vez, faz escolhas diferentes. Abandona o emprego que o consumia, coloca a família em primeiro lugar e oferece à filha um presente simples, mas carregado de significado. O filme deixa claro que o valor daquele gesto não está no objeto, mas na intenção e no tempo dedicado.

Genie – A Magia do Natal encerra sua história com uma mensagem acolhedora e necessária, especialmente em tempos acelerados. O longa lembra que sucesso profissional perde o sentido quando não há alguém com quem compartilhá-lo e que o verdadeiro espírito natalino está nos encontros, no cuidado e na capacidade de recomeçar.

Cine Espetacular 23/01/2024 SBT apresenta Rota de Fuga

Foto: Reprodução/ Internet

O SBT está se preparando para um evento emocionante agendado para a próxima terça-feira, dia 23/01/2024, no Cine Espetacular. A emissora escolheu apresentar o filme “Rota de Fuga”, uma obra cinematográfica repleta de ação que originalmente foi lançada em 2012. Este longa-metragem conta com um elenco estelar, incluindo nomes renomados como Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger, Jim Caviezel, Vinnie Jones, Amy Ryan, Vincent D’Onofrio, 50 Cent e Sam Neill, todos sob a direção talentosa de Mikael Håfström. A exibição está programada para começar imediatamente após o Programa do Ratinho, prometendo uma noite empolgante repleta de ação e suspense.

A trama do filme gira em torno de Ray Breslin, interpretado por Stallone, um ex-procurador da justiça dos Estados Unidos que, agora atuando como sócio na Breslin-Clark, uma empresa de segurança em Los Angeles, especializa-se em testar a segurança de prisões de alta tecnologia. A tarefa de Ray é singular e perigosa: infiltrar-se em prisões pelo país, executar fugas e identificar todas as falhas de segurança encontradas durante o processo. Sua motivação para se envolver nesse mundo perigoso está vinculada a uma tragédia não especificada envolvendo sua falecida esposa e filho.

A trama toma um rumo emocionante quando Ray e seu parceiro Lester Clark firmam um acordo lucrativo com a agente Jessica Miller da CIA. Em troca de uma quantia substancial de dinheiro, Ray concorda em testar uma prisão de segurança máxima desenvolvida pela agência para abrigar presos extremamente perigosos, incluindo suspeitos de terrorismo. Esta prisão é projetada para manter esses indivíduos virtualmente invisíveis para o mundo exterior. Ray aceita o desafio e assume a identidade de um terrorista espanhol chamado Portos em Nova Orleans. No entanto, a situação sai de controle quando seus captores removem o microchip de rastreamento de sua pele e o deixam inconsciente.

Ray acorda mais tarde em um local sinistro, um complexo de celas de vidro em um galpão sem janelas para o mundo exterior, vigiado por guardas brutais e mascarados. É neste cenário que ele faz amizade com Emil Rottmayer, interpretado por Schwarzenegger, um criminoso alemão. Juntos, elaboram um plano audacioso para escapar, provocando uma briga de propósito para serem enviados para celas solitárias, onde Ray começa a estudar o local em busca de oportunidades de fuga.

O filme é notável por marcar um momento especial na história do cinema, ao trazer pela primeira vez dois dos maiores astros de ação de todos os tempos, Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, como co-protagonistas. A colaboração dessas estrelas lendárias gerou grande entusiasmo entre os fãs do gênero e do cinema em geral.

Além disso, “Rota de Fuga” é conhecido pelas intensas cenas de luta, para as quais Stallone e Schwarzenegger se prepararam intensamente, elevando o nível de autenticidade. A trama, embora fictícia, é baseada em conceitos de prisões de alta segurança da vida real, adicionando um elemento de realismo à história.

Horário de exibição do Cine Espetacular

O sucesso do filme também resultou na criação de uma sequência, “Rota de Fuga 2: Hades”, lançada em 2018, expandindo ainda mais o universo do filme. Em resumo, “Rota de Fuga” é uma experiência cinematográfica que combina ação empolgante, uma trama cheia de reviravoltas e um elenco talentoso. Certamente, os espectadores ficarão grudados na tela durante a exibição no Cine Espetacular desta terça-feira, a partir das 23h15, na tela do SBT. Não perca a oportunidade de assistir a esse emocionante filme com um elenco de estrelas.

Sessão da Tarde encerra o ano com romance e encontros improváveis em “Destinos Traçados” nesta quarta (31)

A última Sessão da Tarde do ano promete aquecer os corações e arrancar sorrisos do público. Nesta quarta-feira, 31 de dezembro, a TV Globo exibe “Destinos Traçados” (About Fate), uma comédia romântica que aposta no poder das coincidências, nos tropeços do amor e na velha — e sempre encantadora — ideia de que algumas pessoas simplesmente estavam destinadas a se encontrar. Leve, divertida e com aquele clima acolhedor típico das tardes da Globo, o filme surge como a escolha perfeita para acompanhar o público em um dia marcado por despedidas, reflexões e novos começos.

A história acompanha Margot e Griffin, dois românticos assumidos que acreditam fielmente no amor verdadeiro, mesmo quando a realidade insiste em provar o contrário. Margot trabalha como corretora de imóveis e vive pressionada por expectativas pessoais e familiares. Às vésperas do casamento da irmã, ela sonha em estar noiva de seu namorado Kip, como se isso fosse a confirmação de que sua vida está no caminho certo. Já Griffin é um advogado gentil e sensível, que planeja pedir sua namorada Clementine, uma influenciadora e modelo, em casamento. Ambos têm planos, certezas e uma visão bem definida do futuro — ou pelo menos acham que têm.

O que eles não esperavam era que seus pedidos de noivado se transformassem em momentos constrangedores e frustrantes. Em vez de lágrimas de alegria e alianças brilhando, surgem dúvidas, silêncios desconfortáveis e a dolorosa percepção de que nem sempre o amor corresponde às nossas expectativas. Esses fracassos, que acontecem praticamente ao mesmo tempo, funcionam como o ponto de partida para a reviravolta da história.

Abalado e decidido a esquecer a noite desastrosa, Griffin sai para beber com os amigos na véspera de Ano-Novo. Entre um copo e outro, completamente perdido emocionalmente — e também no sentido literal — ele acaba indo parar no endereço errado. O destino, ou talvez apenas uma grande ironia do universo, faz com que ele chegue justamente à casa de Margot. O encontro entre os dois é tão inesperado quanto embaraçoso, rendendo situações caóticas, diálogos rápidos e um clima de estranhamento que logo se transforma em curiosidade.

É nesse momento que Margot tem uma ideia impulsiva: convida Griffin para fingir ser seu namorado e acompanhá-la ao casamento da irmã. A proposta nasce quase como uma solução prática para evitar explicações desconfortáveis à família, mas rapidamente se transforma em algo maior. O que era para ser apenas um acordo temporário dá início a uma sequência de acontecimentos divertidos, cheios de confusões, mal-entendidos e momentos de aproximação genuína.

À medida que convivem mais de perto, Margot e Griffin passam a se conhecer de verdade. Eles compartilham frustrações, sonhos não realizados, inseguranças e expectativas que nunca tiveram coragem de admitir. O filme acerta ao mostrar que a conexão entre eles não surge de forma instantânea ou idealizada, mas cresce aos poucos, em meio a conversas sinceras e situações absurdas que só a vida — ou uma boa comédia romântica — é capaz de proporcionar.

“Destinos Traçados” não tenta fugir dos clichês do gênero, e esse é justamente um de seus maiores acertos. O longa abraça os elementos clássicos das comédias românticas: encontros por acaso, fingimento que vira sentimento, famílias curiosas, momentos de dúvida e aquela sensação constante de que o amor verdadeiro pode estar mais perto do que imaginamos. Tudo isso é apresentado com leveza e bom humor, sem a pretensão de reinventar o romance, mas com a intenção clara de entreter e emocionar.

O elenco contribui bastante para o charme do filme. Emma Roberts entrega uma Margot carismática, vulnerável e fácil de se identificar, especialmente para quem já se sentiu pressionado pelo tempo ou pelas expectativas alheias. Thomas Mann, no papel de Griffin, foge do estereótipo do galã perfeito e constrói um personagem sensível, gentil e cheio de falhas, o que o torna ainda mais real. Britt Robertson, como Clementine, traz camadas interessantes à história, evitando que sua personagem seja apenas uma vilã romântica. Já Wendie Malick acrescenta experiência e timing cômico, garantindo alguns dos momentos mais espirituosos da trama.

A direção de Marius Vaysberg mantém o ritmo leve e fluido, ideal para uma exibição vespertina. O filme não se arrasta nem tenta aprofundar excessivamente os conflitos, respeitando a proposta de ser um entretenimento confortável, daqueles que podem ser assistidos sem grandes expectativas, mas que acabam surpreendendo pela doçura e pelo clima acolhedor.

Para o público brasileiro, a dublagem também merece destaque. Com vozes conhecidas como Rodrigo Andreatto, Cecília Lemes, Priscila Franco, Thiago Zambrano e Andressa Andreatto, a versão dublada torna a experiência ainda mais acessível e agradável, algo fundamental para o sucesso de um filme exibido na Sessão da Tarde.

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